RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pix fora do ar? Usuários do Banco do Brasil reclamam de instabilidade no serviço nesta segunda-feira (30)

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%MoedasDólar ComercialR$ 5,2450,07%Dólar TurismoR$ 5,443-0,17%Euro ComercialR$ 6,012-0,4%Euro TurismoR$ 6,254-0,62%B3Ibovespa183.493 pts1,07%Oferecido por

De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30.

Usuários relatam dificuldade para realizar transferências via Pix nesta segunda-feira (30). De acordo com o site Downdetector, que monitora falhas em plataformas digitais, houve um pico de reclamações por volta das 12h30. O serviço também registrou aumento nas queixas relacionadas ao Banco do Brasil no mesmo período.

“O Banco do Brasil informa que o Pix Pagamento está momentaneamente indisponível. O BB lamenta o ocorrido e atua para restabelecer o serviço com a maior brevidade possível”, disse o banco em comunicado.

Downdetector registra diversas reclamações sobre o Pix nesta segunda-feira — Foto: Reprodução/Downdetector

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Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 14:03

Trabalho e Carreira Juiz suspende parte da reforma trabalhista de Milei; jornada de 12h e regras sobre greves são afetadas Decisão provisória atinge 82 artigos da lei e barra mudanças em jornada, demissões e atuação de sindicatos; Governo de Milei ainda pode recorrer. Por Redação g1 — São Paulo

Parlamentares da oposição discutem com o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina — Foto: REUTERS/Alessia Maccioni

A Justiça da Argentina suspendeu trechos da reforma trabalhista do presidente Javier Milei que previam mudanças nas regras de trabalho e direitos dos trabalhadores. A decisão é provisória e atinge 82 artigos da lei, segundo a agência de notícias France Presse (AFP).

ampliação da jornada de trabalho para até 12 horas diárias, com possibilidade de compensação conforme a demanda, sem pagamento de horas extras;redução do valor das indenizações por demissão;possibilidade de parcelamento das indenizações;restrições ao direito de greve;regras que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício.

A reforma foi aprovada pelo Senado argentino no fim de fevereiro, após uma sessão marcada por tensão, protestos nas ruas e divergências entre parlamentares.

O texto avançou como uma das principais apostas do governo para flexibilizar o mercado de trabalho. Desde então, sindicatos passaram a questionar a legalidade de vários pontos e recorreram à Justiça.

Segundo informações publicadas pelos jornais La Nación e Clarín, o juiz do trabalho Raúl Horacio Ojeda suspendeu a aplicação de 82 artigos de mais de 200 que a lei contém, atendendo a um pedido da Confederação Geral do Trabalho (CGT). A decisão é provisória e vale até o julgamento definitivo do caso.

A suspensão é temporária. Ou seja, o caso ainda será analisado no mérito e os artigos ficam sem efeito. O governo pode recorrer para tentar reverter a decisão.

"Com a concessão da medida cautelar, ambas as partes (Estado e CGT) procurarão chegar à sentença definitiva o mais rápido possível e em paz social", afirma o juiz Raúl Ojeda em sua decisão.

De acordo com os jornais La Nación e Clarín, a disputa mantém o embate entre o governo Milei, que defende a flexibilização das regras trabalhistas, e os sindicatos, que veem perda de direitos nas mudanças aprovadas pelo Congresso.

A decisão atinge o núcleo da reforma, que alterava regras de jornada, demissões e organização do trabalho.

Entre os pontos suspensos estão a possibilidade de ampliar a jornada diária com compensação de horas, a redução e o parcelamento das indenizações e as restrições ao direito de greve, como a exigência de funcionamento mínimo durante paralisações, de acordo com o La Nación.

A reforma também previa mudanças nas formas de contratação. Parte dessas regras deixa de valer com a decisão.

Ficam suspensas ainda medidas que dificultavam o reconhecimento de vínculo empregatício e ampliavam a classificação de trabalhadores como autônomos, incluindo profissionais de aplicativos. Também perde efeito a regra que eliminava o princípio de interpretação da lei em favor do trabalhador, segundo o La Nación.

De acordo com o Clarín, deixam de valer regras que limitavam assembleias, reduziam a atuação de representantes e restringiam a proteção sindical. Também ficam suspensas as medidas que priorizavam acordos firmados dentro das empresas, abrindo espaço para negociações com possível redução salarial.

A decisão ainda interrompe outros pontos relevantes da reforma. Segundo o La Nación, seguem sem efeito:

a revogação da lei do teletrabalho;a criação de banco de horas por acordo individual;o fracionamento obrigatório das férias;a criação do Fundo de Assistência ao Trabalhador (FAL), que substituiria indenizações.

O juiz avaliou que o fundo não garantiria proteção adequada e poderia gerar impactos na Previdência.

Ao Clarín, ele citou o “perigo da demora” e afirmou que a aplicação das regras poderia causar danos irreparáveis caso a lei seja considerada inconstitucional no julgamento final.

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Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra WhatsApp por descumprir decisão sobre IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 13:12

Tecnologia Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra WhatsApp por descumprir decisão sobre IA Em janeiro, o WhatsApp mudou as regras da plataforma WhatsApp Business, passando a cobrar pelo uso de chatbots. Medida preventiva do Cade contrariou os novos termos de uso e pedia que o uso fosse liberado. Por Valor Online

Divulgação — Foto: Chatbot da EvaChat facilita atendimento automatizado no WhatsApp. – Divulgação.

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) manteve a autuação imposta ao WhatsApp, controlado pela Meta, por descumprimento de medida preventiva aplicada pelo órgão antitruste.

A infração se refere ao uso de inteligência artificial na plataforma. Em janeiro, com a atualização dos termos, o WhatsApp mudou as regras da plataforma WhatsApp Business para provedores de IA, proibindo, por exemplo, a atuação de chatbots, softwares baseados em inteligência artificial que funcionam como assistentes virtuais.

A mudança nas regras do WhatsApp foi anunciada em outubro de 2025, junto com os novos termos da plataforma. No Brasil, o inquérito foi aberto a partir de pedido das empresas Factoría Elcano, responsável pela IA Luzia, e Brainlogic, detentora da Zapia.

Foi mantida a multa diária de R$ 250 mil até a comprovação do cumprimento da decisão. A decisão foi tomada no âmbito de uma investigação ainda em curso no órgão. Foi fixado prazo de cinco dias corridos para cumprimento.

No começo do mês, o Tribunal do Cade confirmou a medida preventiva concedida pela área técnica, determinando que o WhatsApp deveria permitir que chatbots de IA, assistentes virtuais com inteligência artificial, voltassem a usar a plataforma, impedindo a aplicação dos novos termos de uso.

A Meta informou ao Cade que adotaria providências para cumprir a medida preventiva, mas indicou que passaria a cobrar, a partir de 11 de março de 2026, por um tipo de mensagem enviada por chatbots de inteligência artificial a usuários brasileiros, aplicando tarifa equivalente à de mensagens de marketing.

A área técnica do Cade pediu esclarecimentos, e a empresa defendeu a “racionalidade econômica” do modelo de precificação, alegando que não havia obrigação de oferecer acesso gratuito à plataforma e que o uso gratuito por chatbots de IA poderia gerar impactos operacionais e concorrenciais.

A SG instaurou um incidente administrativo no qual aponta descumprimento da medida preventiva a partir de 17 de março de 2026, com autuação e multa diária de R$ 250 mil até a comprovação do restabelecimento do cenário anterior.

A Meta recorreu alegando ausência de intimação formal, afirmando que a comunicação por e-mail teria caráter meramente informativo e que seria necessária publicação no Diário Oficial da União. Além disso, afirmou que a “precificação para chatbots” não estaria abrangida pela decisão da SG. A área técnica manteve a decisão, conforme despacho publicado no Diário Oficial.

De acordo com despacho da área técnica, a ausência de publicação no Diário Oficial da União não compromete a validade da intimação, porque a ciência da empresa foi assegurada, sem prejuízo ao contraditório e à ampla defesa.

Ainda segundo a SG, a implementação da chamada “precificação para chatbots” configura descumprimento da medida preventiva, pois alterou de forma significativa as condições de acesso à plataforma, em desacordo com a obrigação de restabelecer o cenário anterior e com efeitos equivalentes aos das regras suspensas.

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Guerra no Oriente Médio: alta do petróleo deve elevar inflação e frear economia, diz presidente do BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,2430,02%Dólar TurismoR$ 5,448-0,07%Euro ComercialR$ 6,010-0,45%Euro TurismoR$ 6,262-0,49%B3Ibovespa183.205 pts0,91%Oferecido por

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico.

Durante o evento J Safra Macro Day, Galípolo destacou que o movimento atual difere de episódios anteriores, por se tratar de um choque de oferta, e não de demanda.

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante o J. Safra Macro Day — Foto: Reprodução

O presidente do Banco Central do Brasil (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (30) que a alta recente do petróleo deve pressionar a inflação e desacelerar o crescimento econômico, em um cenário global mais adverso marcado por tensões geopolíticas provocadas pela guerra no Irã

Durante o evento, Galípolo explicou que a alta atual do petróleo é diferente de outras vezes, pois não se trata de aumento da procura, mas por problemas na oferta — ou seja, falta de produto no mercado.

“Essa elevação no preço do petróleo tem uma natureza bastante distinta do passado, não decorre de um ciclo de demanda, mas sim de um choque de oferta”, afirmou.

"Desde o início, a governança do Banco Central tem sido mais parcimoniosa. A instituição tem preferido incorporar os efeitos de forma gradual e ganhar tempo para entender melhor o impacto de cada evento [guerra no Oriente Médio]. Até agora, essa estratégia tem se mostrado acertada", afirmou.

"Em vários momentos, surgiram políticas que poderiam ter levado a reações mais rápidas por parte do Banco Central, mas a decisão de aguardar e ajustar gradualmente ajudou a evitar a amplificação da volatilidade. Assim, o BC segue avaliando os desdobramentos, mas, em um primeiro momento, a leitura é de inflação para cima e crescimento para baixo."

O presidente do BC explicou que, ao contrário de momentos em que a alta do petróleo estava associada ao aquecimento da economia global, o atual cenário está ligado a restrições na oferta, o que gera efeitos mais negativos sobre a atividade.

Nesta segunda, o petróleo subia mais de 2% e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

Galípolo também ressaltou que, apesar do ambiente internacional mais desafiador, o Brasil se encontra em uma posição relativamente mais favorável em comparação a outros países.

“O Brasil hoje se beneficia de ser um exportador líquido de petróleo”, disse. Ele ressaltou, porém, que ainda há efeitos importantes, já que o país precisa importar derivados de petróleo, o que influencia os preços no mercado interno.

🛢️ Petróleo líquido é o petróleo bruto, aquele que sai do subsolo ou do mar e ainda não passou por nenhum processamento. Já os derivados são os produtos feitos a partir desse petróleo depois que ele é refinado nas refinarias, como gasolina, diesel, querosene de aviação e gás de cozinha. Ou seja, o petróleo líquido é o produto inicial, e os derivados são o que a gente realmente usa no dia a dia.

Além disso, destacou que o nível mais elevado da taxa de juros no país contribui para essa posição relativa. “O diferencial de juros, estarmos em um patamar mais contracionista comparativamente a outros bancos centrais, também nos coloca numa situação mais favorável”, afirmou.

Na última reunião, em 18 de março, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 15% para 14,75% ao ano — o primeiro corte desde maio de 2024. Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. Ainda assim, o Brasil segue com o segundo maior juro real do mundo, calculado ao descontar a inflação prevista da taxa nominal.

🔎 A Selic, taxa básica de juros da economia, é o principal instrumento do Banco Central do Brasil para conter a inflação, com impacto maior sobre a população mais pobre.

Segundo a ata do Comitê, a guerra piorou o cenário inflacionário, com a alta do petróleo elevando as expectativas acima da meta de 3%, que tem intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

Diante disso, o BC indicou que o ritmo de queda dos juros deve ser mais lento e evitou sinalizar próximos passos, destacando a necessidade de cautela em um ambiente externo mais instável e com sinais de desaceleração da economia brasileira.

Apesar do último corte de juros, a Selic ainda segue no maior patamar em 20 anos. Gabriel Galípolo afirmou que os juros altos no Brasil já estão fazendo efeito na economia, principalmente nos setores que mais dependem de crédito, como consumo e investimentos.

Segundo ele, “ficou claro ao longo deste ano que a política monetária vem surtindo seu efeito, vem fazendo a sua 'transmissão' para a economia”, com reflexos visíveis no crédito e na atividade.

Ele explicou que o impacto não é uma queda forte da economia, mas uma desaceleração gradual: “é um efeito de uma desaceleração, de crescimento menor, em especial nesses componentes mais cíclicos”.

🔎Setores “cíclicos” são aqueles mais sensíveis às mudanças da economia. Por exemplo, áreas como construção civil, indústria e venda de bens duráveis (como carros e eletrodomésticos) costumam reagir rapidamente quando há juros altos ou maior incerteza, com redução de investimentos e consumo.

Sobre o início da queda dos juros, Galípolo disse que o Banco Central optou por começar com um corte menor por cautela, diante das incertezas externas, como a alta do petróleo.

“O que foi entendido é que essa gordura acumulada com uma posição mais conservadora ao longo das últimas reuniões permitiu ganhar tempo”, afirmou.

Isso, segundo ele, permitiu seguir o plano sem mudanças bruscas: “decidimos seguir com a nossa trajetória e iniciar o ciclo de calibragem da política monetária”.

Segundo Galípolo, a postura do BC é "mais transatlântico do que jet ski”, indicando que prefere agir de forma mais lenta e previsível, evitando movimentos bruscos em momentos de incerteza.

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Contas do governo têm déficit de R$ 30 bilhões em fevereiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%MoedasDólar ComercialR$ 5,237-0,08%Dólar TurismoR$ 5,444-0,15%Euro ComercialR$ 6,010-0,44%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.305 pts0,96%Oferecido por

As contas do governo registraram um déficit primário de R$ 30 bilhões em fevereiro, informou Tesouro Nacional nesta segunda-feira (30).

🔎 O déficit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam abaixo das despesas do governo. Se as receitas ficam acima as despesas, o resultado é um superávit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.

➡️Com isso, houve uma pequena melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 32,8 bilhões (valor corrigido pela inflação).

📈 Em fevereiro, houve um aumento real de 5,6% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 157,8 bilhões.

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 187,7 bilhões em fevereiro deste ano, com uma alta real de 3,1% no período.

Educação (+R$ 3,4 bilhões), refletindo o aporte no Programa Pé de Meia, Saúde (+R$ 1,4 bilhão);Pessoal e Encargos Sociais (+R$ 2,2 bilhões), resultado dos reajustes concedidos aos servidores em 2025;Benefícios Previdenciários (+R$ 1,7 bilhão), decorrente do aumento no número de beneficiários do RGPS e do reajuste do salário-mínimo.

No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 56,85 bilhões.

Com isso, houve uma pequena melhora na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 56,66 bilhões (valor corrigido).

📈 No primeiro bimestre deste ano, houve um aumento real de 2,8% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 430,5 bilhões.

📈 Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 373,6 bilhões em janeiro e fevereiro deste ano, com uma alta real de 3% no período.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 63,5 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Com a banda em torno da meta fiscal e abatimentos legais, a previsão oficial do governo é de que suas contas tenham um déficit de quase R$ 60 bilhões neste ano.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Petróleo se aproxima dos US$ 115 e caminha para maior alta mensal em décadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%MoedasDólar ComercialR$ 5,239-0,07%Dólar TurismoR$ 5,446-0,12%Euro ComercialR$ 6,009-0,49%Euro TurismoR$ 6,261-0,52%B3Ibovespa183.384 pts1,01%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo afirmou hoje que o abastecimento de diesel no país está garantido até o final de abril

O petróleo subia mais de 2% nesta segunda-feira (30) e passou a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

As bolsas asiáticas — mais dependentes do petróleo exportado pelos países do Golfo — registraram queda. O índice Nikkei, da bolsa de Tóquio, encerrou o dia com recuo de 2,8%.

Na Europa, as bolsas recuperaram parte das perdas e avançavam cerca de 0,6%. Nos Estados Unidos, os contratos futuros dos principais índices — negociações que indicam a tendência de abertura do mercado — apontavam para alta moderada após uma sequência recente de quedas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

📍 A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os Estados Unidos de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

Para Eren Osman, diretor da gestora Arbuthnot Latham, o mercado está especialmente sensível ao comportamento do petróleo.

“O petróleo é o principal foco de tensão neste momento”, afirmou. Segundo ele, a reabertura do Estreito de Ormuz seria um fator importante para reduzir a volatilidade nos mercados.

Ainda assim, o analista disse não esperar um conflito prolongado, pois acredita que o governo americano pode ter limites para tolerar quedas prolongadas nas bolsas.

A interrupção do tráfego no estreito já provocou alta em diversos produtos ligados à energia e à indústria.

Os preços de petróleo, gás natural, fertilizantes, plásticos e alumínio subiram, assim como os combustíveis usados em aviões e navios. O encarecimento dessas matérias-primas tende a se espalhar pela economia, elevando custos de transporte e produção.

Com isso, analistas também esperam aumentos em itens como alimentos, medicamentos e produtos petroquímicos.

O alumínio, por exemplo, atingiu o nível mais alto em quatro anos após ataques aéreos iranianos contra dois grandes produtores do Oriente Médio durante o fim de semana.

A Ásia é considerada uma das regiões mais expostas à crise energética, já que depende fortemente das importações de petróleo do Golfo.

Refletindo essa preocupação, o índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico — excluindo o Japão — caiu 1,8% nesta segunda-feira.

Segundo Bruce Kasman, economista-chefe global do banco JPMorgan, o fechamento prolongado do Estreito de Ormuz pode pressionar ainda mais os preços.

“Quanto mais tempo o estreito permanecer fechado, maior será a redução dos estoques disponíveis de energia”, afirmou.

Ele estima que, se a passagem permanecer bloqueada por mais um mês, o petróleo poderia se aproximar de US$ 150 por barril, além de provocar restrições no consumo de energia por parte da indústria.

A alta do petróleo também aumenta as preocupações com a inflação global — ou seja, com o aumento generalizado de preços.

Diante desse cenário, investidores passaram a prever que os juros possam permanecer elevados por mais tempo em diversos países.

Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, deve comentar o cenário econômico em um evento ainda nesta segunda-feira. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, também fará declarações.

Ao longo da semana, dados sobre vendas no varejo, atividade industrial e geração de empregos devem oferecer novas pistas sobre o ritmo da economia americana.

A turbulência nos mercados costuma favorecer o dólar, considerado a moeda mais utilizada nas transações internacionais e, por isso, visto como um ativo mais seguro em momentos de incerteza.

O índice do dólar, que mede o valor da moeda americana frente a uma cesta de outras divisas, operava próximo da máxima em dez meses, em 100,25 pontos.

No Japão, porém, alertas de autoridades sobre possível intervenção no mercado cambial fizeram o dólar recuar 0,5%, para 159,5 ienes. Na semana passada, a moeda americana havia ultrapassado a marca de 160 ienes, o maior nível desde julho de 2024.

Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação. — Foto: Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre de olho na guerra do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (30) em alta, avançando 0,16% na abertura, aos R$ 5,2496. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h

A alta do petróleo voltou ao radar dos investidores neste início de semana. O movimento reflete as incertezas em torno do conflito no Oriente Médio e já começa a influenciar expectativas para inflação e juros no Brasil.

▶️ No mercado internacional, o petróleo registra nova rodada de alta nesta segunda-feira, em meio ao ceticismo sobre um possível cessar-fogo na guerra envolvendo o Irã, que já dura cerca de um mês.

Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, subia 1,68%, para US$ 101,31.

▶️ No Brasil, o governo federal ainda tenta fechar um acordo com os Estados sobre a proposta de subvenção compartilhada na importação de diesel. A reunião realizada na sexta-feira terminou sem consenso entre as partes.

▶️ Já no cenário macroeconômico, o mercado voltou a elevar a projeção para a inflação oficial do país neste ano. De acordo com o boletim Focus, a estimativa para o IPCA subiu para 4,31%, ante 4,17% na semana anterior — o terceiro aumento consecutivo.

Diante desse cenário, também aumentam as apostas de que o Banco Central possa reduzir os juros em ritmo menor nos próximos meses.

O petróleo subia mais de 2% nesta segunda-feira (30) e passa a ser negociado próximo a US$ 115 por barril. Com isso, o produto caminha para encerrar o mês com uma valorização de 59%, a maior desde 1990.

🔎 O petróleo Brent, referência global, chegou a US$ 116,5 o barril nas primeiras horas de negociação desta segunda-feira (ainda na noite de domingo no horário de Brasília). Por volta das 9h10, avançava 2,07%, a US$ 114,90. Já o WTI, referência nos EUA, subia 1,68%, para US$ 101,31.

O movimento ocorre em meio às tensões no Oriente Médio, que aumentaram a preocupação dos investidores com possíveis impactos sobre o fornecimento global de petróleo.

O receio é que o conflito provoque uma alta mais persistente dos preços de energia, pressionando a inflação e aumentando o risco de desaceleração econômica em várias partes do mundo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nas redes sociais nesta segunda-feira. Ele afirmou que o país deve reabrir o Estreito de Ormuz — uma passagem marítima estratégica entre o Golfo Pérsico e o oceano Índico — ou poderá enfrentar ataques a instalações de energia, como poços de petróleo e usinas.

A região é considerada vital para o comércio global de energia. Cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito transportados no mundo passa por esse estreito.

Ao mesmo tempo, o Paquistão afirmou que pretende sediar nos próximos dias negociações para tentar encerrar o conflito. Já o governo iraniano acusou os EUA de preparar uma possível ofensiva terrestre, enquanto reforça sua presença militar na região.

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro, puxada principalmente pelo fim de vagas temporárias típicas do fim de ano, segundo o IBGE.

O resultado ficou acima dos 5,4% registrados no trimestre até janeiro e dos 5,2% no período encerrado em novembro.

Ao todo, 6,2 milhões de pessoas buscaram trabalho sem conseguir uma vaga — 600 mil a mais na comparação com o trimestre anterior.

O resultado veio levemente acima das expectativas do mercado, que projetavam um avanço a 5,7%, mas ainda é a menor taxa de desemprego para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica do IBGE, em 2012.

Os mercados financeiros ao redor do mundo operavam em queda nesta sexta-feira, em meio à continuidade da guerra no Oriente Médio.

A principal preocupação dos investidores é que o conflito afete por um longo período a produção e o transporte de petróleo e gás natural no Golfo Pérsico — uma das regiões mais importantes do mundo para a oferta desses combustíveis.

Caso isso aconteça, parte relevante do petróleo e do gás pode deixar de chegar ao mercado internacional, o que tende a pressionar os preços e alimentar a inflação global.

Nos EUA, as bolsas em Wall Street caminham para encerrar a quinta semana seguida de perdas, o que seria a sequência negativa mais longa em quase quatro anos.

As ações europeias caíram nesta sexta-feira, mas registraram um ganho modesto na semana, refletindo os sinais conflitantes do Oriente Médio com os quais os investidores tiveram que lidar.

O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,9% no dia, a 575,37 pontos, com a maioria dos setores no vermelho. Ainda assim, acumulou alta de 0,4% na semana.

Na Ásia, o fechamento foi misto. Na China, o índice de Xangai subiu 0,63%, e o CSI300, que reúne grandes empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,56%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,38%.

Já em outros mercados da região houve queda: o Nikkei, do Japão, recuou 0,43%, a 53.373 pontos; o Kospi, da Coreia do Sul, caiu 0,40%, a 5.438 pontos; e o TAIEX, de Taiwan, terminou em baixa de 0,68%, aos 33.112 pontos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Juro do cartão de crédito soma 436% ao ano em fevereiro; mais de 40 milhões de pessoas estão no rotativo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo subiram para 436% ao ano em fevereiro, informou o Banco Central nesta segunda-feira (30).

Acima de 400% ao ano, essa é a linha de crédito mais cara do mercado financeiro. O patamar de fevereiro está 30 vezes acima da taxa básica da economia, que serve de parâmetro para os bancos buscarem recursos no mercado.

De acordo com dados do Banco Central, cerca de 40 milhões de brasileiros estavam com dívida no cartão de crédito rotativo em janeiro. Com juros elevados, taxa de inadimplência dessa linha de crédito somou 63,5%.

O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.Segundo analistas, essa forma de crédito deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.

Em janeiro de 2024, o Congresso e o governo limitaram o endividamento do cartão de crédito rotativo. Desde então, ficou determinado que o valor do débito não pode exceder o valor original da dívida.

Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.

O custo do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), entretanto, está fora desse cálculo. Isso vale somente para débitos contraídos a partir de janeiro.

Novas regras para juros do cartão de crédito começam a valer nesta quarta (3). — Foto: Jornal Nacional/Reprodução

Na semana passada, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, informou que 101 milhões de pessoas no Brasil usam cartão de crédito no país, e que essa modalidade que responde por boa parte do endividamento.

Segundo ele, as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais, como o rotativo do cartão de crédito, como parte de sua renda, e isso deveria ser alvo de uma discussão estrutural.

"Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele", disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

De acordo com Galípolo, a ideia é tentar "produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito", ou seja, linhas de crédito mais adequadas.

Para facilitar a concessão do crédito com taxas menores, o governo lançou, no ano passado, o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com mais de R$ 80 bilhões liberados em um ano.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

Com as eleições se aproximando, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está demonstrando preocupação maior com o nível de endividamento da população que, segundo dados do próprio BC, está entre os maiores das últimas décadas.

"Falei para meu ministro da fazenda [Dario Durigan] pra gente resolver a dívida das pessoas. Não quero que deixem de endividar para ter coisas novas na vida, mas ver como a gente faz pra facilitar o pagamento do que devem", disse Lula, em evento em Goiás.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Com Guerra no Oriente Médio, mercado financeiro eleva novamente sua estimativa de inflação neste ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

As expectativas fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.

A explicação é que a guerra no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo — que opera nesta segunda acima de US$ 100 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira (via aumento dos combustíveis). Como consequência, a expectativa é de que o BC reduza menos os juros.

De acordo com a pesquisa do BC, o mercado passou a projetar que a inflação oficial, medida pelo IPCA, some 4,31% neste ano, contra a projeção anterior de 4,17%. Foi o terceiro aumento seguido na estimativa.

Se confirmada a projeção, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará abaixo do registrado no último ano — quando somou 4,26%.

➡️ Para 2027, a expectativa subiu de 3,80% para 3,84%;➡️ Para 2028, a previsão subiu de 3,52% para 3,57%.➡️ Para 2029, a estimativa continuou em 3,50%.

Desde o início de 2025, com a adoção do sistema de meta contínua, o objetivo é manter a inflação em 3%, sendo considerada dentro da meta se variar entre 1,50% e 4,50%.

🔎 Por que isso importa? Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra da população — especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.

Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros. Atualmente, a taxa está em 14,75% ao ano — após o primeiro corte em quase dois anos (autorizado na semana passada pelo BC).

Para o fim de 2026, a estimativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 12,50% ao ano na última semana, embutindo uma redução no decorrer de 2026.Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado foi mantida em 10,50% ao ano.Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado de crescimento subiu de 1,84% para 1,85%.

O resultado oficial do PIB do ano passado foi uma expansão de 2,3%, conforme divulgação oficial do IBGE.

➡️ O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir o desempenho da economia.

O mercado financeiro manteve sua estimativa para a taxa de câmbio, ao fim deste ano, estável em R$ 5,40.

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Negociações na OMC terminam em impasse após Brasil bloquear acordo sobre tarifas de comércio eletrônico

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 30/03/2026 07:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%MoedasDólar ComercialR$ 5,241-0,28%Dólar TurismoR$ 5,4520,05%Euro ComercialR$ 6,036-0,32%Euro TurismoR$ 6,293-0,04%B3Ibovespa181.557 pts-0,64%Oferecido por

As negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) terminaram em um impasse na madrugada desta segunda-feira, quando o Brasil bloqueou uma proposta dos Estados Unidos e de outros países para prorrogar uma moratória sobre as taxas alfandegárias para transmissões eletrônicas, desferindo um novo golpe no órgão comercial.

A diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, disse que a moratória do comércio eletrônico expirou, o que significa que os países podem aplicar taxas sobre produtos eletrônicos, como downloads digitais e streaming. Mas ela disse que a OMC espera poder restaurar a moratória e que o Brasil e os EUA estão tentando chegar a um acordo sobre isso.

As expectativas para a reunião eram baixas, mas o fracasso em chegar a um acordo sobre a prorrogação da moratória do comércio eletrônico foi um sério revés para a OMC, que vem lutando para permanecer relevante à medida que os países cada vez mais a contornam.

A maratona de negociações na reunião em Camarões fez progressos na elaboração de um plano para uma reforma mais ampla da organização, embora os acordos ainda estejam pendentes.

As negociações da OMC continuarão em Genebra, disse o presidente da conferência, o ministro do Comércio de Camarões, Luc Magloire Mbarga Atangana. Elas devem acontecer em maio, segundo as autoridades da OMC.

O fato de não se chegar a uma decisão coletiva em Yaoundé foi um "grande retrocesso para o comércio global", disse o secretário de Negócios e Comércio do Reino Unido, Peter Kyle.

As negociações foram vistas como um teste para a relevância da OMC após um ano de turbulência comercial devido à guerra do Irã. No entanto, os ministros não chegaram a um acordo para prorrogar a moratória por mais de dois anos após as objeções do Brasil, segundo os diplomatas.

Os diplomatas trabalharam durante todo o domingo para reduzir as diferenças entre o Brasil, que originalmente buscava uma prorrogação de dois anos, e os EUA, que queriam uma extensão permanente, elaborando uma proposta para uma prorrogação de quatro anos, com um período adicional de transição de um ano,, terminando em 2031.

Posteriormente, o Brasil propôs uma prorrogação de quatro anos, com uma cláusula de revisão no meio do caminho, mas que não recebeu apoio, disseram diplomatas à Reuters.

Os países em desenvolvimento se opuseram a uma prorrogação longa, argumentando que a moratória nega a eles uma receita tributária potencial que poderia ser investida de volta em seus países.

Uma autoridade dos EUA disse que o Brasil se opôs a um "documento quase consensual", acrescentando: "Não são os EUA contra o Brasil. São o Brasil e a Turquia contra 164 membros".

Enquanto isso, um diplomata brasileiro disse que "os EUA querem o céu" e que o Brasil quer ser prudente ao renovar a moratória por apenas dois anos, como nas conferências ministeriais anteriores, devido às rápidas mudanças no comércio digital.

Outro diplomata presente disse que o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, deixou os delegados "desconfortáveis" ao sugerir que "haveria consequências" se os EUA não conseguissem uma extensão da moratória de longo prazo.

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Amostras incluem cepas de dengue, chikungunya, zika e coronavírus, além de 13 tipos de vírus que infectam animais.

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