RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

A disparada na Copa do número de pessoas que pediram para CPF ser bloqueado nas bets: ‘Hoje nem gosto mais de futebol’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 14:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,070-0,38%Dólar TurismoR$ 5,279-0,31%Euro ComercialR$ 5,784-0,48%Euro TurismoR$ 6,035-0,38%B3Ibovespa173.138 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,070-0,38%Dólar TurismoR$ 5,279-0,31%Euro ComercialR$ 5,784-0,48%Euro TurismoR$ 6,035-0,38%B3Ibovespa173.138 pts-0,13%MoedasDólar ComercialR$ 5,070-0,38%Dólar TurismoR$ 5,279-0,31%Euro ComercialR$ 5,784-0,48%Euro TurismoR$ 6,035-0,38%B3Ibovespa173.138 pts-0,13%Oferecido por

Plataforma de autoexclusão para apostadores foi lançada pelo governo federal em dezembro de 2025. Durante a Copa do Mundo, houve aumento no número de pessoas pedindo para se autoexcluírem de plataformas de apostas — Foto: BBC News Brasil

O Brasil registrou uma "explosão" no número de pessoas que pediram sua autoexclusão de plataformas de apostas online, conhecidas como "bets", durante o período da Copa do Mundo, revelam dados da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil.

O levantamento aponta que, nas primeiras duas semanas da competição, houve um crescimento de 588% no número médio diário de pedidos de autoexclusão na comparação com um período equivalente do mês de maio, antes da Copa.

Entre 15 e 28 de junho, a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, gerida pelo governo federal, recebeu 250.129 pedidos de bloqueio ou de prorrogação de bloqueios feitos por usuários.

Depois de processados, os pedidos impedem que essas pessoas utilizem seus CPFs para apostar em bets legalmente autorizadas a funcionar.

Para efeito de comparação, de 11 a 25 de maio, antes do início do torneio, haviam sido registrados 38.907 pedidos ao longo de 15 dias, uma média média de 2.594 por dia.

A Copa do Mundo começou em 11 de junho, mas os dados fornecidos pela SPA abrangem somente o período entre os dias 15 e 28 daquele mês.

Os dados completos do torneio ainda serão contabilizados. Também estão sendo contabilizados os números de novos usuários que se cadastraram para apostar durante o torneio.

Segundo esses grupos, parte dos pedidos também pode ter sido feita por pessoas que ainda não apresentavam um quadro de compulsão, mas que decidiram se proteger para evitar ingressar ou se aprofundar nesse universo.

Para a SPA, o aumento é resultado de uma combinação entre a maior exposição do público às apostas durante o torneio, a divulgação da plataforma de autoexclusão entre usuários e o crescimento da conscientização sobre os riscos financeiros e emocionais associados ao jogo.

Representantes do setor de apostas legalizadas dizem que o crescimento dos pedidos de autoexclusão deve ser analisado com cautela e que ele não necessariamente indicaria um aumento dos casos de jogo compulsivo.

Em notas enviadas à BBC News Brasil, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) avaliam que o avanço também refletiria a maior divulgação da ferramenta, seu uso preventivo por parte dos usuários e a ampliação dos mecanismos de proteção disponíveis no mercado regulado.

Governo Federal anunciou, na semana pasada, novas diretrizes para a propaganda das bets — Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Em números absolutos, foram registrados 211.222 pedidos a mais de autoexclusão durante o período da Copa analisado pela SPA em relação ao intervalo anterior.

A diferença ocorreu mesmo com o recorte de junho tendo um dia a menos: foram 14 dias, entre 15 e 28 de junho, contra 15 dias no período de 11 a 25 de maio.

Os dados também apontam uma mudança nos motivos que teriam levado os usuários a solicitar o bloqueio.

Antes da Copa, o principal motivo para a autoexclusão era a perda de controle sobre o jogo, como mostra o ranking abaixo:

perda de controle sobre o jogo (43,56%)motivo não informado (16,1%)dificuldades financeiras (14,07%)decisão voluntária (12,68%)prevenção contra uso de dados (12,08%)recomendação médica (1,52%)

Já durante a Copa, o principal motivo alegado para a autoexclusão foi se precaver contra o uso irregular dos dados pessoais por empresas de bets:

prevenção contra uso de dados (29,5%)perda de controle sobre o jogo (24,13%)decisão voluntária (18,93%)motivo não informado (15,31%)dificuldades financeiras (10,91%)recomendação médica (1,22%)

Para entidades que acompanham os impactos das apostas, essa mudança de perfil sugere que o crescimento da autoexclusão não ocorreu apenas entre pessoas que já enfrentavam problemas relacionados ao jogo compulsivo.

Parte dos novos pedidos, segundo essas organizações, pode ter partido de usuários que decidiram se bloquear preventivamente diante da maior exposição às apostas durante a Copa do Mundo e do temor de que seus dados sejam utilizados de forma indevida por essas empresas.

Antes do início da Copa, 62,13% solicitaram a autoexclusão por tempo indeterminado. Durante o torneio, esse percentual subiu para 63,53%.

A Plataforma Centralizada de Autoexclusão foi lançada pela SPA em dezembro de 2025 e permite que um cidadão bloqueie, com um único comando, o acesso a todas as plataformas de apostas autorizadas pelo governo federal.

Isso evita que o usuário consiga se bloquear em uma plataforma, mas fique livre para jogar em outra.

"A combinação entre informação, conscientização e maior divulgação da ferramenta tem contribuído para ampliar o alcance do instrumento e fortalecer a proteção dos cidadãos", disse a SPA em nota enviada à BBC News Brasil.

Para Lucas Louback, gestor de incidência política e campanhas da organização não-governamental Bonde e coordenador da campanha "Brasil contra Bets", o aumento no número de pedidos de autoexclusão dão uma amostra do alcance que as apostas adquiriram durante a Copa.

"Os dados são alarmantes e mostram o quanto a compulsão por bets tem se espalhado na vida de milhões de brasileiros", afirma à BBC News Brasil.

Louback diz que a centralidade do futebol e da Copa do Mundo na cultura brasileira se converteu numa oportunidade valiosa para as empresas de apostas.

O aumento dos anúncios de casas de aposta durante as transmissões das partidas chamou atenção neste ano e tornou o período particularmente difícil para pessoas com transtorno do jogo.

É o caso de Bruno, que fez o pedido de autoexclusão há cerca de dois meses e sentiu necessidade de se isolar depois que a Copa começou.

"Não consegui me reunir com a família. Me convidaram para churrasco, mas eu não tinha vontade", conta o engenheiro, que desde o fim do ano passado está em tratamento para superar o vício em jogo e pediu para ter seu nome verdadeiro preservado nesta reportagem.

Ele jogou durante dois anos e perdeu R$ 122 mil em apostas no futebol, esporte que sempre foi seu preferido. Se endividou tanto que em determinado momento não conseguia mais pagar a mensalidade de sócio torcedor do São Paulo.

"Hoje eu nem gosto mais de futebol", ele desabafa. "Nunca mais fui no estádio. Não visto uma camisa que tenha o nome de nenhum tipo de bet, e isso eu vou levar para minha vida", ele diz a reportagem da BBC News Brasil.

Para Louback, o crescimento dos pedidos pode indicar que parte dos usuários percebeu que aquele período podia levá-los à perda do controle sobre o hábito de apostar.

"É positivo que essas pessoas tenham encontrado um mecanismo para interromper um comportamento que estava se tornando compulsivo. Mas, ao mesmo tempo, é alarmante que tanta gente tenha sentido necessidade de recorrer a essa ferramenta em um período curto", diz.

L.C.S. é o relações públicas do grupo Jogadores Anônimos. Seu nome foi omitido pela BBC News Brasil a pedido dele para atender a uma regra do grupo.

O aumento no número de pedidos de autoexclusão também teria a ver com o receio da perda de controle sobre o jogo, afirma.

Ele relata que, neste ano, pessoas que já haviam tido prejuízo em copas anteriores, mesmo antes da regulamentação das bets no Brasil, decidiram se proteger.

"Foi o medo de quebrar. Teve muita pessoa que, antes de chegar no meio da Copa, já tentou se precaver e ficar fora do jogo", afirma.

Para o porta-voz dos Jogadores Anônimos, o pedido de autoexclusão pode representar um momento de "lucidez" de alguém que sabe ou sente o risco de se perder novamente.

"Qualquer passo que a pessoa der nessa direção significa que ela está tentando se salvar. Quem sabe seja também um pedido de socorro", diz.

O representante do grupo considera positiva a procura pela plataforma, mas também aponta que o número de autoexcluídos ainda seria pequeno em comparação com a quantidade total de pessoas expostas às apostas.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o Brasil tem pelo menos 25 milhões de apostadores cadastrados, o equivalente a pouco mais de 10% da população brasileira, estimada em aproximadamente 210 milhões de habitantes.

Ainda de acordo com a pasta, a receita bruta das bets legalizadas no Brasil foi de R$ 37 bilhões em 2025.

Estimativas da firma de consultoria Regulus Partners aponta que o Brasil se tornou, em 2025, o quinto maior mercado de bets do mundo.

O impacto da presença de anúncios de bets durante as transmissões da Copa do Mundo gerou repercussão nacional e movimentou governos locais e o governo federal em meio ao ano eleitoral.

Apesar do aumento dos pedidos de autoexclusão, as entidades consultadas acreditam que parte dos efeitos da Copa aparecerá somente depois do fim da competição.

L.C.S. diz que, antes de pedir ajuda especializada, as pessoas com transtorno do jogo compulsivo normalmente tentam reverter os prejuízos jogando ainda mais, o que agrava a situação.

"Esse problema vai aparecer, mas não será imediatamente. Pode levar alguns meses. Ele só vai procurar ajuda depois que tentar recuperar tudo o que perdeu. Normalmente, é só quando ele tenta algo extremo, como tirar a própria vida, que se dá conta de que precisa de ajuda", afirma.

Segundo ele, os Jogadores Anônimos já vêm se preparando para receber mais pessoas nos próximos meses.

De acordo com o representante do grupo, o número de salas dos Jogadores Anônimos no Brasil passou de aproximadamente 30, há cerca de sete anos, para mais de 70 atualmente. Ele diz ainda que os locais de reunião do grupo podem ser encontrados na internet e que há reuniões diárias online para os que não conseguem participar dos encontros presencialmente.

Para Louback, a Copa pode ter acelerado um processo que ele classificou como "normalização" das apostas que já estaria em curso no país.

"A autoexclusão é uma resposta importante, mas ela atua quando o problema já apareceu. O que precisamos discutir é como evitar que cada vez mais brasileiros cheguem a essa situação", diz.

O projeto foi apresentado por um grupo de 20 deputados e deputadas federais em maio deste ano, mas ainda não avançou na Câmara.

O coordenador da campanha "Brasil contra Bets" também alerta que a autoexclusão não substitui políticas de prevenção, atendimento em saúde e combate ao endividamento.

Em resposta à BBC News Brasil, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) afirmou que os dados de autoexclusão citados na reportagem precisam ser analisados levando em consideração que a plataforma de autoexclusão pode ser utilizada por qualquer cidadão, independentemente de ele já apostar ou não.

"É essencial que os dados sejam contextualizados com o universo de pessoas que podem usar a plataforma de autoexclusão do governo e com os milhões de brasileiros que, infelizmente, têm apostado em sites ilegais", afirmou a entidade.

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), por sua vez, avaliou que o aumento dos pedidos é positivo.

"O aumento dos pedidos de autoexclusão mostra que essa ferramenta está sendo utilizada pelos apostadores, o que é positivo. Ela foi criada justamente para permitir que quem entende que precisa interromper ou limitar sua atividade possa fazê-lo de forma simples e segura", disse a entidade.

O IBJR também afirmou que ferramentas como a autoexclusão estão disponíveis apenas nas plataformas autorizadas pelo governo federal, e não no mercado ilegal.

Há 3 horas São Paulo Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 7 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 7 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 7 horasVídeos curtos do g1

Há 3 horas Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 3 horasNovo tarifaçoSetor de máquinas diz a Alckmin que é contra reciprocidade aos EUA

Há 43 minutos Rio de Janeiro Confusão após apito finalFifa abre investigação contra Argentina por briga na final da Copa do Mundo

Há 1 hora Mundo É #FAKE❗Cucurella NÃO carregou a taça da Copa em saco de plástico após o título

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que se sabe sobre a alface investigada após surto de doença nos EUA; México nega ligação com os casos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 14:51

Agro O que se sabe sobre a alface investigada após surto de doença nos EUA; México nega ligação com os casos Autoridades americanas rastreiam origem do produto associado a quase 100 hospitalizações; investigação envolve a rede de restaurantes Taco Bell e a fornecedora Taylor Farms. Por Ismael Jales, g1 — São Paulo

Uma investigação das autoridades de saúde dos Estados Unidos colocou a alface iceberg desfiada no centro de um surto de ciclosporíase, uma infecção causada por um parasita que levou cerca de 100 pessoas à hospitalização no país.

Os casos foram associados ao consumo de alimentos servidos em restaurantes da rede Taco Bell em cinco estados americanos. A alface é considerada o principal alimento sob investigação, mas as autoridades ainda tentam confirmar onde ocorreu a contaminação e qual foi a origem exata do produto.

🔍A hortaliça que possui cabeça mais fechada, folhas claras e textura crocante é muito utilizada em saladas, sanduíches e preparos de redes de fast-food. Nos EUA, ela é amplamente consumida e também é comercializada já cortada e pronta para uso.

Nesta terça-feira (21), o México afirmou que não há evidências de que a alface produzida no país tenha causado o surto. O país passou a ser citado na investigação após as autoridades americanas chegarem a uma empresa com operação em território mexicano.

O caso começou a ser investigado após autoridades americanas identificarem um aumento de casos de ciclosporíase, uma infecção causada pelo parasita Cyclospora cayetanensis, que pode provocar diarreia intensa e outros sintomas gastrointestinais (saiba mais sobre a doença).

Ao entrevistar pacientes, os investigadores encontraram um ponto em comum: muitas das pessoas infectadas haviam consumido alimentos em unidades da rede Taco Bell nos estados de Indiana, Kentucky, Michigan, Ohio e Virgínia Ocidental.

A partir da análise dos ingredientes presentes nos pedidos, a hortaliça apareceu como o alimento associado aos casos. Com isso, as autoridades passaram a rastrear a cadeia de fornecimento para tentar identificar a origem do produto.

O rastreamento feito pela Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) chegou à Taylor Farms, empresa de alimentos frescos que fornece produtos para restaurantes e redes de alimentação.

Segundo a agência americana, a empresa estava entre os fornecedores ligados à alface iceberg utilizada nos restaurantes onde os casos foram registrados.

A investigação extrapolou as fronteiras dos Estados Unidos e chegou ao México após o rastreamento da cadeia de fornecimento da alface levar as autoridades americanas até uma unidade da Taylor Farms no país, localizada em Guanajuato, no centro do México, mas a origem do alface segue sendo um mistério.

Nesta terça-feira, 21, o ministro da Saúde do México, David Kershenobich, prontamente afirmou que não há evidências, até o momento, de que a alface produzida no país tenha causado o surto.

Segundo ele, autoridades mexicanas acompanham a investigação e verificam a possibilidade de envolvimento de produtores da região, mas ainda não há confirmação sobre a origem da contaminação.

O México é um dos principais fornecedores de frutas e hortaliças frescas para os Estados Unidos. O envolvimento de uma empresa com operação no país levou autoridades mexicanas a acompanhar a investigação.

A rede informou que está colaborando com as autoridades durante a investigação e adotou medidas preventivas após a alface iceberg desfiada ser associada aos casos de ciclosporíase.

A empresa retirou o ingrediente de determinadas operações enquanto o rastreamento da cadeia de fornecimento avançava e buscava identificar a origem da possível contaminação.

Há 3 horas São Paulo Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 7 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 7 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 7 horasVídeos curtos do g1

Há 3 horas Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 3 horasNovo tarifaçoSetor de máquinas diz a Alckmin que é contra reciprocidade aos EUA

Há 43 minutos Rio de Janeiro Confusão após apito finalFifa abre investigação contra Argentina por briga na final da Copa do Mundo

Há 1 hora Mundo É #FAKE❗Cucurella NÃO carregou a taça da Copa em saco de plástico após o título

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Carreira de escrivão da PF tem salário inicial acima de R$ 14 mil; veja funções e como ingressar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 14:51

Trabalho e Carreira Carreira de escrivão da PF tem salário inicial acima de R$ 14 mil; veja funções e como ingressar Eduardo Bolsonaro teve recomendação de demissão da Polícia Federal por abandono de cargo; entenda as funções, salários e como funciona a carreira de escrivão. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

PF conclui processo e recomenda demissão de Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo; decisão cabe ao ministro da Justiça

A recomendação de demissão de Eduardo Bolsonaro do quadro da Polícia Federal coloca em risco o vínculo com uma carreira que oferece remuneração inicial superior a R$ 14 mil e progressão salarial ao longo dos anos de serviço.

A corporação concluiu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por suposto abandono de cargo e encaminhou o caso ao Ministério da Justiça, responsável pela decisão final, nesta terça-feira (21).

O ex-deputado estava afastado da função de escrivão para exercer o mandato na Câmara dos Deputados. Com a perda do mandato, em dezembro de 2025, deveria retornar às atividades na PF, mas, segundo a investigação administrativa, isso não ocorreu.

A corregedoria apurou ausências não justificadas por mais de 30 dias consecutivos, situação que pode levar à demissão de um servidor público federal.

Além das implicações administrativas para o ex-parlamentar, o caso chama atenção para uma das principais carreiras da Polícia Federal.

Segundo a Tabela de Remuneração dos Servidores Federais de 2025, o salário inicial de um escrivão é de R$ 14.164,81. Com a progressão na carreira, a remuneração pode chegar a R$ 21.987,38, de acordo com a classe e o tempo de serviço do servidor.

O escrivão é o profissional responsável por registrar, organizar e formalizar grande parte dos procedimentos produzidos durante uma investigação. Entre suas atribuições estão:

Lavratura de autos, termos, depoimentos e mandados, além do controle de prazos, da organização dos inquéritos e da preparação dos documentos que serão encaminhados à Justiça.Acompanhamento de diligências, a gestão de fianças e objetos apreendidos e o apoio a atividades administrativas e operacionais da corporação.

Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde o início de 2025. Na época, afirmou ter deixado o país por considerar que era alvo de perseguição política.

Em dezembro daquele ano, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decretou a perda de seu mandato por excesso de faltas. Com isso, ele deixou de ter o afastamento que permitia exercer atividade parlamentar sem atuar na Polícia Federal.

A PF então determinou seu retorno ao cargo de escrivão. Segundo a corporação, porém, a reapresentação não ocorreu.

Diante da ausência, a Corregedoria da Polícia Federal abriu, em janeiro de 2026, um Processo Administrativo Disciplinar para apurar um possível abandono de cargo.

Após a conclusão da investigação, a PF recomendou a demissão do ex-deputado e encaminhou o processo ao Ministério da Justiça.

Como a corporação é subordinada à pasta, caberá ao ministro Wellington Lima e Silva decidir se aplica ou não a penalidade.

Nesta semana, o governo do presidente americano Donald Trump concedeu ao ex-parlamentar um green card, autorizando sua residência e trabalho permanentes em território norte-americano.

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Há 3 horas São Paulo Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 7 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 7 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 7 horasVídeos curtos do g1

Há 3 horas Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 3 horasNovo tarifaçoSetor de máquinas diz a Alckmin que é contra reciprocidade aos EUA

Há 41 minutos Rio de Janeiro Confusão após apito finalFifa abre investigação contra Argentina por briga na final da Copa do Mundo

Há 59 minutos Mundo É #FAKE❗Cucurella NÃO carregou a taça da Copa em saco de plástico após o título

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

GM, dona da Chevrolet, eleva previsão de lucro após alta nas vendas de picapes e SUVs nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 12:56

Carros GM, dona da Chevrolet, eleva previsão de lucro após alta nas vendas de picapes e SUVs nos EUA Lucro operacional da empresa no segundo trimestre cresceu 30% em relação a 2025; GM atribuiu o resultado à demanda por veículos mais caros, apesar de tarifas e inflação. Por Redação g1

A General Motors (GM), dona das marcas Chevrolet e Cadillac no Brasil, elevou nesta terça-feira (21), pela segunda vez neste ano, sua projeção de lucro para 2026. As informações são da agência Reuters.

A GM elevou sua expectativa de lucro para 2026 em US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões), passando para uma faixa entre US$ 14 bilhões (R$ 71,12 bilhões) e US$ 16 bilhões (R$ 81,28 bilhões).

A GM cita, entre outros fatores, a manutenção de preços elevados nos Estados Unidos de picapes e SUVs de maior valor, os veículos mais lucrativos da empresa.

O lucro operacional da companhia no segundo trimestre cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os resultados da montadora de Detroit, EUA, superaram com folga as estimativas de lucro dos analistas, apesar de um ambiente econômico instável, enquanto consumidores enfrentaram preços mais altos dos combustíveis, inflação persistente e desaceleração na geração de empregos durante o trimestre.

O forte lucro no mercado da América do Norte, o maior da companhia, foi impulsionado pelos preços elevados.

O preço médio de venda de um veículo da GM nos EUA ficou em cerca de US$ 52 mil (R$ 264.160, em conversão direta) no trimestre, ligeiramente acima do registrado um ano antes.

"Conseguimos superar parte dessa incerteza", afirmou o diretor financeiro da GM, Paul Jacobson, à CNBC nesta terça-feira pela manhã, acrescentando que os clientes da empresa "têm demonstrado muita resiliência".

Executivos da GM demonstraram confiança de que esse ritmo poderá continuar em 2027, com expectativa de crescimento da receita, do lucro operacional e da geração de caixa.

Um dos motores desse crescimento é o negócio de equipamentos de defesa, que deve gerar quase US$ 700 milhões (R$ 3,56 bilhões) em receita neste ano e crescer, em média, 30% ao longo dos próximos anos.

Em relatório a investidores divulgado nesta terça-feira, o analista Chris McNally, da Evercore ISI, afirmou que a GM tem apresentado uma execução consistente, mesmo enquanto algumas concorrentes globais enfrentam dificuldades.

O lucro antes de juros e impostos (Ebit) da companhia no trimestre subiu para US$ 3,9 bilhões (R$ 19,81 bilhões), ante cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,24 bilhões) um ano antes.

Em base ajustada, o lucro foi de US$ 3,57 por ação (R$ 18,14 por ação), acima da expectativa dos analistas, de US$ 3,20 por ação (R$ 16,26 por ação), segundo dados da LSEG.

A GM elevou sua projeção de lucro para 2026 em US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões), passando para uma faixa entre US$ 14 bilhões (R$ 71,12 bilhões) e US$ 16 bilhões (R$ 81,28 bilhões), após já ter aumentado essa estimativa no mesmo valor anteriormente neste ano.

A demanda aquecida dos consumidores americanos ajudou a empresa a compensar as pressões provocadas pelo aumento dos custos de matérias-primas e das despesas relacionadas ao comércio exterior, incluindo os gastos adicionais com a transferência de parte da produção de veículos para os Estados Unidos para evitar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump.

A GM começará a produzir o Chevrolet Equinox e o Chevrolet Blazer nos Estados Unidos a partir de 2027.

Atualmente, esses SUVs da Chevrolet são fabricados no México. A montadora também está transferindo parte da produção de picapes para uma fábrica no estado de Michigan.

Segundo a empresa, a transferência da produção do exterior para os Estados Unidos, somada ao aumento dos gastos com software, gerou custos adicionais entre US$ 1 bilhão (R$ 5,08 bilhões) e US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões).

Ao mesmo tempo, a montadora foi beneficiada pelo aumento das vendas de veículos movidos a combustão e por uma forte queda nas vendas de veículos elétricos, segmento que historicamente gera prejuízo para a empresa.

A GM afirmou que as perdas com veículos elétricos deverão cair entre US$ 1 bilhão (R$ 5,08 bilhões) e US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões) neste ano.

Desde o segundo trimestre de 2025, a empresa registrou US$ 10,9 bilhões (R$ 55,37 bilhões) em despesas relacionadas aos veículos elétricos, incluindo US$ 2,3 bilhões (R$ 11,68 bilhões) neste trimestre.

Jacobson afirmou que a montadora concluiu as despesas em caixa relacionadas à redução de investimentos em veículos elétricos.

As medidas adotadas pelo governo do presidente Donald Trump no ano passado para flexibilizar as regras de eficiência energética e emissões de veículos, permitindo que as empresas comercializem mais carros com motores a combustão, devem beneficiar o resultado financeiro da GM entre US$ 500 milhões (R$ 2,54 bilhões) e US$ 750 milhões (R$ 3,81 bilhões) neste ano.

A maior montadora dos Estados Unidos em volume de vendas afirmou que seus resultados continuarão pressionados pelas tarifas e pelo aumento dos custos da cadeia de suprimentos.

A GM manteve a previsão anterior de que as tarifas terão um impacto negativo entre US$ 2,5 bilhões (R$ 12,70 bilhões) e US$ 3,5 bilhões (R$ 17,78 bilhões) em seus resultados.

A empresa também afirmou que a inflação dos custos de matérias-primas, semicondutores e logística deverá reduzir seus lucros entre US$ 1,5 bilhão (R$ 7,62 bilhões) e US$ 2 bilhões (R$ 10,16 bilhões) neste ano.

Na América do Norte, a margem de lucro aumentou para 8,6%, ante 6,1% no mesmo período do ano anterior, apesar da queda de 4% nas vendas trimestrais.

Na China, onde a GM passa por um processo de reestruturação, a empresa registrou ganho de equivalência patrimonial de US$ 83 milhões (R$ 421,64 milhões), acima dos US$ 71 milhões (R$ 360,68 milhões) registrados um ano antes.

Já os negócios internacionais, excluindo a China, registraram queda de 7% no lucro operacional, para US$ 190 milhões (R$ 965,20 milhões).

Há 1 hora São Paulo Vazamento de dados de correntistasPF faz operação contra desvios de R$ 45 milhões de clientes da Caixa no RJ

Há 7 minutos Rio de Janeiro Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 5 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 5 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 5 horasBlog da Ana FlorGoverno prepara linha de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço

Há 47 minutos Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 47 minutosNovo tarifaçoEm reunião com Alckmin, setor de máquinas diz ser contra reciprocidade

Há 31 minutos Economia Ganhos relativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 2 horas Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 2 horasVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 7 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 7 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

IA impulsiona exportações mexicanas para EUA e dificulta cruzada comercial de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 12:56

Tecnologia IA impulsiona exportações mexicanas para EUA e dificulta cruzada comercial de Trump A alta acontece em um momento em que Trump tenta reduzir a dependência do país em relação ao acordo de livre comércio da América do Norte, o T-MEC. Por France Presse

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante pronunciamento em 16 de julho de 2026 — Foto: Saul Loeb/Pool via AP

O avanço da inteligência artificial (IA) nos Estados Unidos impulsionou as exportações mexicanas de equipamentos de alta tecnologia.

A alta acontece em um momento em que o governo de Donald Trump tenta reduzir a dependência do paíse relação aos parceiros do acordo de livre comércio da América do Norte, o T-MEC.

Trump pressiona por uma reformulação do tratado para diminuir o déficit comercial americano com Canadá e México.

No entanto, o forte crescimento das exportações mexicanas de equipamentos de informática tem produzido o efeito contrário. Ao ampliar o superávit comercial do México, o setor aumenta tensão a uma nova rodada de negociações do T-MEC, que começa nesta terça-feira (21), na Cidade do México.

Entre janeiro e abril, o México triplicou as vendas desses equipamentos aos Estados Unidos na comparação com o mesmo período de 2025.

As exportações superaram US$ 50 bilhões — cerca de R$ 254 bilhões, na cotação atual —, enquanto as importações somaram US$ 2,23 bilhões, ou R$ 11,3 bilhões, segundo cálculos da AFP com base em dados oficiais.

O setor já responde por mais de 30% das exportações mexicanas para os Estados Unidos, principal parceiro comercial do país. Com isso, ultrapassou a indústria automobilística, que durante anos foi a maior beneficiária do T-MEC e hoje é afetada pelas tarifas impostas por Trump.

“É um marco, em grande medida devido à demanda da indústria eletrônica avançada ligada à IA”, afirmou à AFP Diego Flores, responsável pelas indústrias eletrônicas e digitais da Secretaria de Economia do México.

O segmento, que inclui tecnologias como unidades de processamento e equipamentos para centros de dados, não está na pauta desta rodada de negociações.

Entre os produtos mais procurados estão os chassis que abrigam as placas de processamento de IA, componentes essenciais para os centros de dados que se multiplicam em estados americanos como Arizona e Texas.

O principal polo exportador é Jalisco, conhecido como o “Vale do Silício mexicano”. O estado reúne grandes empresas globais do setor e um ecossistema de startups, segundo Flores.

A taiwanesa Foxconn monta chassis em Jalisco e é parceira estratégica da fabricante americana de chips Nvidia. Em março, a empresa anunciou investimentos de US$ 137 milhões — cerca de R$ 697 milhões — em duas subsidiárias mexicanas, após estimar que sua produção poderá dobrar neste ano.

“Estados Unidos e México continuarão sendo nossos principais centros de produção”, afirmou o diretor-executivo da empresa, Michael Chiang. Ele anunciou que a companhia investirá 30% a mais do que em 2025 para ampliar sua capacidade ligada à inteligência artificial.

Com a explosão da demanda, a Flextronics, outra empresa do setor instalada em Jalisco, precisou usar áreas de estacionamento para expandir sua capacidade de produção, segundo Flores.

O crescimento, porém, ocorre em meio a um cenário político incerto. O governo Trump rejeitou a prorrogação do T-MEC por mais 16 anos e decidiu submeter o acordo a revisões anuais.

Além disso, o governo americano insiste que mais produtos sejam fabricados nos Estados Unidos, embora continue aumentando a dependência das importações do México, de Taiwan e da China para impulsionar o avanço da inteligência artificial.

Washington também tenta restringir o uso de tecnologia asiática na América do Norte, segundo William Jackson, economista da Capital Economics.

“O governo Trump precisa equilibrar a demanda por essas tecnologias com a necessidade de manter o país na vanguarda do desenvolvimento da IA”, afirmou Jackson à AFP. Para ele, “as tarifas poderiam prejudicar esse objetivo”.

O desafio de conciliar a preservação de uma indústria em rápida expansão com o discurso protecionista deixa o setor “muito facilmente na linha de fogo”, acrescentou.

Há 1 hora São Paulo Vazamento de dados de correntistasPF faz operação contra desvios de R$ 45 milhões de clientes da Caixa no RJ

Há 7 minutos Rio de Janeiro Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 5 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 5 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 5 horasBlog da Ana FlorGoverno prepara linha de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço

Há 47 minutos Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 47 minutosNovo tarifaçoEm reunião com Alckmin, setor de máquinas diz ser contra reciprocidade

Há 32 minutos Economia Ganhos relativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 2 horas Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 2 horasVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 7 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 7 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dona do Ozempic processa fabricante do Mounjaro nos EUA por publicidade enganosa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 12:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,22%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,040-0,3%B3Ibovespa172.691 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,22%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,040-0,3%B3Ibovespa172.691 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,22%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,040-0,3%B3Ibovespa172.691 pts-0,39%Oferecido por

A Novo Nordisk afirma que a Eli Lilly comparou as doses mais altas aprovadas de seus medicamentos com versões de menor dosagem do Wegovy e do Ozempic, deixando de fora estudos mais recentes e doses maiores que, segundo a empresa, apresentam resultados superiores aos utilizados na comparação.

Na ação, a farmacêutica afirma que os anúncios são "falsos e enganosos" porque utilizam dados de ensaios clínicos considerados desatualizados para sustentar a superioridade dos medicamentos da rival.

De acordo com a Novo Nordisk, os anúncios da Eli Lilly destacam uma perda média de aproximadamente 50 libras (cerca de 22,7 quilos) com o Zepbound, contra 33 libras (15 quilos) com o Wegovy.

A farmacêutica argumenta, porém, que essa comparação utiliza estudos que não incluem as doses mais altas atualmente aprovadas para o Wegovy. Segundo a empresa, ensaios clínicos em estágio avançado apontam perda média de cerca de 48 libras (21,8 quilos) com o Zepbound e de 47 libras (21,3 quilos) com o Wegovy em suas doses máximas.

Novo Nordisk e Eli Lilly disputam a liderança do mercado de medicamentos para obesidade nos Estados Unidos, que analistas estimam superar US$ 100 bilhões até 2030.

A Novo Nordisk foi a primeira a ganhar destaque no segmento com o Wegovy. Nos últimos anos, porém, perdeu espaço para o Zepbound, da Eli Lilly. Em resposta, a empresa lançou uma versão oral do Wegovy, cuja demanda permaneceu elevada mesmo após a chegada da pílula concorrente da Lilly.

Além de indenização, a Novo Nordisk quer que a Justiça determine a retirada das peças publicitárias e obrigue a Eli Lilly a realizar uma campanha corretiva para esclarecer as informações divulgadas aos consumidores.

A empresa informou ainda que pretende pedir uma liminar caso a rival não retire voluntariamente os anúncios.

Segundo John Kuckelman, diretor jurídico da Novo Nordisk, a empresa enviou uma notificação extrajudicial à Eli Lilly em abril, após a aprovação nos EUA da dose de 7,2 miligramas do Wegovy. De acordo com ele, a resposta da rival foi apenas incluir um aviso considerado insuficiente pela farmacêutica dinamarquesa.

Kuckelman afirmou ainda que a campanha da Eli Lilly já foi exibida mais de 700 milhões de vezes desde que os anúncios foram modificados no fim de abril.

Há 1 hora São Paulo 25 mandados de busca e apreensãoPF faz operação contra desvios de R$ 45 milhões de clientes da Caixa no RJ

Agora Rio de Janeiro Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 5 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 5 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 5 horasBlog da Ana FlorGoverno prepara linha de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço

Há 37 minutos Blog Ana Flor Brasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial TimesHá 37 minutosNovo tarifaçoEm reunião com Alckmin, setor de máquinas diz ser contra reciprocidade

Há 22 minutos Economia Ganhos relativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 2 horas Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 2 horasVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 7 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 7 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifaço: setor de máquinas diz não apoiar reciprocidade e defende ampliação de programa de crédito para empresas afetadas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,078-0,24%Dólar TurismoR$ 5,283-0,24%Euro ComercialR$ 5,791-0,34%Euro TurismoR$ 6,042-0,27%B3Ibovespa172.866 pts-0,29%Oferecido por

Representantes da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) afirmaram nesta terça-feira (21) que são contra a aplicação, pelo Brasil, de reciprocidade tarifária sobre produtos americanos importados pelas empresas brasileiras.

Os representantes do setor de máquinas e equipamentos se reuniram com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com os ministros Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e Dario Durigan (Fazenda).

O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC) está realizando uma série de reuniões com setores que devem ser mais afetados pelo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos brasileiros. O objetivo é encontrar medidas para diminuir os efeitos da taxação norte-americana na economia do país.

Após o encontro, representantes da Abimaq defenderam a ampliação do programa Brasil Soberano, que prevê linhas de crédito com melhores condições para os setores afetados pelo tarifaço. O governo já indicou que deve reforçar esse programa.

O setor de máquinas e equipamentos também pede o reforço das negociações diplomáticas e da busca por novos mercados, além da adoção de medidas para ampliar a competitividade da indústria nacional.

Indústria de máquinas agrícolas da região de Ribeirão Preto (SP) — Foto: Thiago Aureliano/EPTV

Na semana passada, o governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês).

🔎A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Apesar da nova taxa, uma extensa lista de produtos foi excluída da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a medida não tem justificativa econômica e foi motivada por razões políticas.

Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica. A tarifa começa a ser aplicada nesta quarta-feira (22).

Há 9 minutos São Paulo Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 4 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 4 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 4 horasEmpresas de fachadaOperação mira quadrilha que roubava remédios contra o câncer e revendia a hospitais

Investigação aponta que criminosos levavam medicamentos para área dominada pela facção TCP, no Rio. Esquema em 4 estados movimentou R$ 33 milhões.

Há 1 hora Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 1 horaVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 6 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 6 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: Ortega escancara não ter interesse em maquiar a sua ditadura

Há 9 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição e analista criticam decisão de Ortega de cancelar eleiçõesHá 9 minutos’Não haverá mais eleições aqui’: o discurso de Ortega que decretou fim das eleiçõesHá 9 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo prepara ajuda em etapas a empresas afetadas por tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

O governo federal fecha nos próximos dias uma série de medidas para conter o impacto econômico tanto do novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil quanto da alta do preço dos insumos de fertilizantes — impactado pela guerra no Oriente Médio e necessários para o agronegócio.

Segundo informou ao blog o ministro da Fazenda, Dario Durigan, as medidas a serem anunciadas nas duas frentes lidam com impactos aqui no Brasil de medidas externas.

➡️O tarifaço de 25% para mais de 2 mil produtos exportados aos EUA começa a valer nesta quarta-feira (22). Nesse contexto, o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros da Fazenda e da Indústria e Comércio se reúnem nesta terça (21) com setores afetados.

Entre os setores mais atingidos pelas novas tarifas estão o de móveis, calçados e máquinas e equipamentos.

O objetivo do governo é ouvir as necessidades dos empresários e ajudar na busca de novos mercados e na sobrevivência de empresas (leia mais abaixo).

Agro brasileiro estima em mais de 36% o impacto do novo tarifaço de Trump; governo fala em manter diálogo e negociação — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A ajuda anunciada pelo governo deve ocorrer em etapas, de forma pontual e com entrega de contrapartidas pelas empresas, como manutenção de pelo menos parte dos empregos.

Segundo integrantes do governo, a ajuda não deve ocorrer com cotas para exportação ou desonerações.

Isso quer dizer que a estratégia não deve girar em torno da definição de limites para quantidade de produtos exportados ou na redução ou retirada de impostos para amenizar custos das empresas.

Além do tarifaço que entra em vigor nesta quarta, ministros já se preparam para a nova tarifa adicional de 12,5%, que, segundo integrantes do governo, pode já ser anunciada nesta quarta e que deve afetar Brasil e outros 59 países.

Em outra frente, o governo também prepara medidas para reduzir o impacto da alta dos insumos para fertilizantes utilizados pelo agronegócio brasileiro.

O que está em estudo é uma linha de crédito para as empresas misturadoras, responsáveis pelo produto final utilizado na agricultura brasileira.

Essas empresas são responsáveis por comprar matérias-primas, como nitrogênio, fósforo e potássio, e fazer as combinações adequadas para produzir os fertilizantes usados nas lavouras brasileiras.

Há 9 minutos São Paulo Múltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 4 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 4 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 4 horasEmpresas de fachadaOperação mira quadrilha que roubava remédios contra o câncer e revendia a hospitais

Investigação aponta que criminosos levavam medicamentos para área dominada pela facção TCP, no Rio. Esquema em 4 estados movimentou R$ 33 milhões.

Há 1 hora Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 1 horaVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 6 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 6 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: Ortega escancara não ter interesse em maquiar a sua ditadura

Há 9 minutos Blog da Sandra Cohen Oposição e analista criticam decisão de Ortega de cancelar eleiçõesHá 9 minutos’Não haverá mais eleições aqui’: o discurso de Ortega que decretou fim das eleiçõesHá 9 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

INSS começa a analisar pedidos de pensão a órfãos de feminicídio; veja as regras e como pedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 11:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%MoedasDólar ComercialR$ 5,079-0,22%Dólar TurismoR$ 5,284-0,21%Euro ComercialR$ 5,792-0,31%Euro TurismoR$ 6,044-0,24%B3Ibovespa172.884 pts-0,28%Oferecido por

O INSS começará a analisar este mês mais de 400 pedidos de pensão para órfãos de vítimas de feminicídio, acumulados desde o início dos requerimentos.

O benefício de 1 salário mínimo mensal é destinado a menores de 18 anos, cuja renda familiar por pessoa seja de até R$ 405,25.

Para solicitar, o responsável deve atualizar o CadÚnico e fazer o pedido pelo aplicativo Meu INSS, pelo telefone 135 ou nas agências físicas.

Aprovada em outubro de 2023, a lei que criou o auxílio teve sua regulamentação finalizada apenas em maio, após a publicação de portaria do órgão.

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) promete analisar, ainda neste mês, o estoque de pedidos de pensão a crianças e adolescentes que perderam as mães vítimas de feminicídio.

São mais de 400 requerimentos parados. A partir de agora, o INSS diz que vai analisar o estoque de pedidos e também as novas solicitações para a pensão.

A lei que garante o benefício é de 2023, mas faltava uma etapa da regulamentação da lei que criou o auxílio a esses órfãos.

📄 O INSS começou a receber os pedidos em dezembro de 2025. Mas a portaria com detalhes do processo e critérios para que os requerimentos sejam analisados pelos técnicos da Previdência Social foi publicada no fim de maio.

🗓️ O INSS afirmou que, se os requerimentos apresentados desde dezembro forem aprovados, a pensão será paga de maneira retroativa a partir da data da solicitação do auxílio.

A pensão é destinada às crianças que perderam as mães vítimas de feminicídio. O valor corresponde a um salário mínimo por mês e será dividido entre os dependentes, caso haja mais de um beneficiário.

O pagamento é garantido até os 18 anos de idade e ser direcionado ao responsável legal cuja renda familiar seja de até R$ 405,25 por pessoa — o equivalente a um quarto do salário mínimo.

A comprovação do crime é feita com documentos do inquérito policial ou de decisão judicial sobre o caso.

Para fazer a solicitação da pensão, o Cadastro Único (CadÚnico) deve ter sido atualizado nos últimos dois anos e com o CPF de todas as pessoas da família.

O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou do adolescente, diretamente ao INSS, seja em uma agência, pela central telefônica 135 ou pelo aplicativo Meu INSS.

Entre no Meu INSS;Informe o CPF e senha do gov.br;Siga para: "Do que você precisa?";Digite: "Pensão Especial – Dependentes de Vítimas de Feminicídio". Siga as orientações.

Auxílio a órfãos do feminicídio atende 18 crianças e adolescentes no Acre — Foto: Reprodução

A lei que criou a pensão foi aprovada pelo Congresso, em outubro de 2023, e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no mesmo mês.

Mas a regulamentação – etapa que detalha os procedimentos para pagamento do benefício – demorou mais de dois anos e meio.

Primeiro, foi necessário um decreto presidencial para regulamentar a lei. O decreto foi publicado no fim do ano passado. A partir daí, o INSS começou a receber os requerimentos da pensão.

Mas ainda faltava outra regulamentação: uma portaria do INSS. Essa norma só foi publicada no fim de maio.

Em nota, o Palácio do Planalto disse que, para elaborar o decreto, vários ministérios foram envolvidos e que “essas definições exigiram estudos aprofundados e análises técnicas detalhadas”.

“Assim, o período transcorrido entre a sanção da lei e a edição do decreto regulamentador correspondeu ao tempo necessário para o tratamento criterioso da matéria, para assegurar a efetividade e a adequada implementação da política”, afirmou o governo.

“Qualquer novo benefício exige uma série de adaptações por parte da instituição”, declarou.

Há 13 minutos São Paulo Rede de financiamento: ‘doleiros’ do PCC são alvo de operaçãoHá 13 minutosPMs de alta patente são citados em áudio e planilhas apreendidasHá 13 minutosMúltiplas lesões no corpo da vítimaSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 4 horas Minas Gerais VÍDEO mostra sargento carregando corpo de capitã da PM até carroHá 4 horasMichele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 4 horasGanhos relativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 1 hora Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 1 horaVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 6 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 6 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 2 horas Eleições 2026 Blog da Sandra Cohen ANÁLISE: Ortega escancara não ter interesse em maquiar a sua ditadura

Agora Blog da Sandra Cohen Oposição e analista criticam decisão de Ortega de cancelar eleiçõesAgora’Não haverá mais eleições aqui’: o discurso de Ortega que decretou fim das eleiçõesAgoraVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Carros Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027 Falha pode comprometer o funcionamento dos limpadores e do esguicho de água em temperaturas de 0°C ou inferiores. Proprietários terão de esperar até 2027 pela solução. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (21) um recall para o Mustang por falha nos limpadores do para-brisa. Os modelos envolvidos foram fabricados entre 2024 e 2026.

Segundo a marca, existe o risco de o esguicho de água e os limpadores não funcionarem e, por isso, pode haver a diminuição ou perda de visibilidade.

De acordo com a Ford, esta condição acaba “aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”.

O motivo do possível defeito é uma falha na programação que pode afetar o funcionamento do motor do limpador quando a temperatura atinge 0 grau Celsius ou menos.

“Nessa condição, os limpadores podem funcionar apenas na velocidade alta, e o esguicho de água do para-brisa pode não funcionar, sem aviso prévio ao condutor”, diz a Ford em nota.

A Ford só vai começar a atender este recall no segundo trimestre de 2027. Segundo o comunicado, a solução para o problema só vai estar disponível nesta data.

A reportagem do g1 entrou em contato com a Ford para entender a razão da demora em arrumar os modelos. Também foi perguntado se os Mustang envolvidos no recall podem trafegar sem a solução do recall.

Mustang – Modelo 2024 – Chassis: de R5433555 até R5434492.Mustang – Modelo 2025 – Chassis: de S5405308 até S5504022.Mustang – Modelo 2026 – Chassis: de T5501127 até T5501731.

Em junho deste ano, a Ford já havia feito um outro recall e pediu para os proprietários não conduzirem os veículos envolvidos no recall.

Os modelos Bronco Sport, fabricados entre 2021 e 2025, e Maverick, produzidos entre 2022 e 2025, poderiam apresentar um problema na fixação do braço inferior da suspensão dianteira. Segundo a Ford, 237 unidades dos dois veículos fazem parte deste recall.

A montadora, na ocasião, recomendou que os proprietários dos veículos afetados evitassem conduzir os carros até que o atendimento seja realizado em uma concessionária.

O chamado ocorreu devido a uma falha detectada no processo de montagem. Segundo a Ford, o braço inferior da suspensão dianteira, em ambos os lados dos veículos, poderia não estar fixado de maneira correta no suporte da roda dianteira.

Caso ocorra a falha de fixação, a peça poderá se soltar do suporte da roda. O defeito acarreta o risco de o motorista perder o controle do veículo em movimento, o que eleva a possibilidade de acidentes com danos físicos e riscos fatais aos ocupantes do automóvel e a terceiros.

O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de 20 minutos, embora o prazo possa variar segundo o fluxo da concessionária escolhida.

O atendimento aos proprietários do Bronco Sport e da Maverick já está aberto. Os clientes devem realizar o agendamento do serviço, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Há 3 horas Minas Gerais Michele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 3 horasRelativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 9 minutos Economia Ex-líder do governoPF intima senador Jaques Wagner a depor sobre o caso Master

Há 5 minutos Política PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 5 minutosVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 5 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 5 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 36 minutos Eleições 2026 Problemas de saúdeHarry Styles cancela show de hoje em SP e mantém apresentação de sexta

Há 1 hora Música 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 4 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 4 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 4 horasFinal da Copa do MundoBrasileira é ameaçada após TV expor quem torceu contra a Argentina

0

PREVIOUS POSTSPage 40 of 421NEXT POSTS