RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Carros Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027 Falha pode comprometer o funcionamento dos limpadores e do esguicho de água em temperaturas de 0°C ou inferiores. Proprietários terão de esperar até 2027 pela solução. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (21) um recall para o Mustang por falha nos limpadores do para-brisa. Os modelos envolvidos foram fabricados entre 2024 e 2026.

Segundo a marca, existe o risco de o esguicho de água e os limpadores não funcionarem e, por isso, pode haver a diminuição ou perda de visibilidade.

De acordo com a Ford, esta condição acaba “aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”.

O motivo do possível defeito é uma falha na programação que pode afetar o funcionamento do motor do limpador quando a temperatura atinge 0 grau Celsius ou menos.

“Nessa condição, os limpadores podem funcionar apenas na velocidade alta, e o esguicho de água do para-brisa pode não funcionar, sem aviso prévio ao condutor”, diz a Ford em nota.

A Ford só vai começar a atender este recall no segundo trimestre de 2027. Segundo o comunicado, a solução para o problema só vai estar disponível nesta data.

A reportagem do g1 entrou em contato com a Ford para entender a razão da demora em arrumar os modelos. Também foi perguntado se os Mustang envolvidos no recall podem trafegar sem a solução do recall.

Mustang – Modelo 2024 – Chassis: de R5433555 até R5434492.Mustang – Modelo 2025 – Chassis: de S5405308 até S5504022.Mustang – Modelo 2026 – Chassis: de T5501127 até T5501731.

Em junho deste ano, a Ford já havia feito um outro recall e pediu para os proprietários não conduzirem os veículos envolvidos no recall.

Os modelos Bronco Sport, fabricados entre 2021 e 2025, e Maverick, produzidos entre 2022 e 2025, poderiam apresentar um problema na fixação do braço inferior da suspensão dianteira. Segundo a Ford, 237 unidades dos dois veículos fazem parte deste recall.

A montadora, na ocasião, recomendou que os proprietários dos veículos afetados evitassem conduzir os carros até que o atendimento seja realizado em uma concessionária.

O chamado ocorreu devido a uma falha detectada no processo de montagem. Segundo a Ford, o braço inferior da suspensão dianteira, em ambos os lados dos veículos, poderia não estar fixado de maneira correta no suporte da roda dianteira.

Caso ocorra a falha de fixação, a peça poderá se soltar do suporte da roda. O defeito acarreta o risco de o motorista perder o controle do veículo em movimento, o que eleva a possibilidade de acidentes com danos físicos e riscos fatais aos ocupantes do automóvel e a terceiros.

O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de 20 minutos, embora o prazo possa variar segundo o fluxo da concessionária escolhida.

O atendimento aos proprietários do Bronco Sport e da Maverick já está aberto. Os clientes devem realizar o agendamento do serviço, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Há 3 horas Minas Gerais Michele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 3 horasRelativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 9 minutos Economia Ex-líder do governoPF intima senador Jaques Wagner a depor sobre o caso Master

Há 5 minutos Política PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 5 minutosVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 5 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 5 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 36 minutos Eleições 2026 Problemas de saúdeHarry Styles cancela show de hoje em SP e mantém apresentação de sexta

Há 1 hora Música 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 4 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 4 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 4 horasFinal da Copa do MundoBrasileira é ameaçada após TV expor quem torceu contra a Argentina

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Vale do Paraíba e Região Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca Acordo prevê a compra de 20 aeronaves E195-E2, além de opções e direitos de compra para outras 25. Fabricante também anunciou novos negócios com empresas da Espanha, Luxemburgo e Estados Unidos durante feira no Reino Unido. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) um acordo para vender até 45 aeronaves E195-E2 ao Grupo Abra. O negócio ocorreu na feira Farnborough Airshow, no Reino Unido.

O contrato prevê 20 compras firmes, 10 opções e 15 direitos de compra, com entregas a partir de 2027. O valor da transação não foi revelado pela fabricante.

Segundo o Grupo Abra, as aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota na América Latina. O modelo E195-E2 promete menor consumo de combustível e menos emissões.

Durante o evento, a Embraer também fechou acordos de vendas com as companhias Binter e Luxair, além de conversão de 30 cargueiros com a empresa Azorra.

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) a venda de até 45 aeronaves E195-E2 para o Grupo Abra, controlador das companhias aéreas Gol, Avianca e Wamos Air. O anúncio foi feito durante o Farnborough Airshow, uma das principais feiras de aviação do mundo, realizada no Reino Unido.

O acordo prevê a compra de 20 aeronaves, além de 10 opções de compra e 15 direitos de compra, o que pode elevar o negócio para até 45 aviões. O valor do acordo não foi revelado.

As primeiras entregas estão previstas para o quarto trimestre de 2027. Segundo a Embraer, o pedido será incluído na carteira de encomendas do terceiro trimestre de 2026 assim que o contrato for concluído.

De acordo com o Grupo Abra, as novas aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota, permitindo abrir novas rotas, aumentar a frequência de voos e atender a demanda de mercados domésticos e regionais da América Latina.

O E195-E2 é o maior avião comercial fabricado pela Embraer. O modelo é equipado com motores de nova geração, com redução das emissões de carbono e menos ruído em comparação com aeronaves da geração anterior.

Além da venda para o Grupo Abra, a Embraer anunciou outros três acordos durante a feira de Farnborough. A companhia aérea espanhola Binter encomendou mais cinco aeronaves E195-E2 e garantiu quatro direitos de compra.

A Luxair, companhia aérea de Luxemburgo, converteu direitos de compra em um pedido firme de três aeronaves E190-E2 e tem um novo direito de compra. A empresa já opera quatro aviões E195-E2 da Embraer e passará a contar com nove aeronaves da família E2 encomendadas.

Embraer anuncia acordo para venda de até 30 cargueiros à empresa dos EUA especializada em em aluguel de aeronaves — Foto: Divulgação/Embraer

Já a empresa norte-americana Azorra anunciou um acordo para converter até 30 aeronaves E190 de passageiros em cargueiros. O contrato inclui 20 pedidos firmes de conversão e outros 10 direitos de compra. Os cargueiros serão destinados ao mercado de transporte expresso de cargas.

Os anúncios reforçam a série de novos negócios fechados pela Embraer durante o Farnborough Airshow, um dos principais eventos da indústria aeronáutica mundial.

A Azorra já é cliente da Embraer. Em junho deste ano, a empresa anunciou a compra de 15 jatos E195-E2, com opção para adquirir outras 15 aeronaves do mesmo modelo.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

50 vídeos Embraer Reino Unido São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 3 horas Minas Gerais Michele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 3 horasRelativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 20 minutos Economia Ex-líder do governoPF intima senador Jaques Wagner a depor sobre o caso Master

Há 15 minutos Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 15 minutosVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 5 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 5 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 47 minutos Eleições 2026 Problemas de saúdeHarry Styles cancela show de hoje em SP e mantém apresentação de sexta

Há 1 hora Música 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 5 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 5 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 5 horasFinal da Copa do MundoBrasileira é ameaçada após TV expor quem torceu contra a Argentina

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conselho deve liberar R$ 13 bilhões do lucro do FGTS a 138 milhões de trabalhadores até agosto; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,076-0,27%Dólar TurismoR$ 5,283-0,23%Euro ComercialR$ 5,792-0,32%Euro TurismoR$ 6,045-0,21%B3Ibovespa173.433 pts0,04%Oferecido por

O Conselho Curador do FGTS deve liberar, até o final do mês de agosto, o pagamento de R$ 13,04 bilhões relativos ao lucro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em 2025 a 138,2 milhões de trabalhadores com saldo em conta vinculada.

A decisão sobre o pagamento será formalizada na próxima terça-feira (28), quando está marcada uma reunião do Conselho — formado por representantes do governo, dos patrões e dos trabalhadores.

➡️Os valores devem ser creditados nas contas dos trabalhadores até 31 de agosto de 2026. As consultas serão liberadas no site da Caixa ou pelo aplicativo do FGTS no celular.

No ano passado, o FGTS registrou resultado positivo de cerca de R$ 14,6 bilhões. O valor a ser distribuído representa 89% do lucro registrado no período.

Com a distribuição do lucro, a rentabilidade total das contas, em 2025, atingirá 6,90% — o que representa um ganho real (acima da inflação) de 2,53 pontos percentuais. No ano passado, o IPCA, a inflação oficial do país, somou 4,26%.

Pela proposta, o crédito será equivalente a um acréscimo de 1,87% na rentabilidade de cada conta, proporcional ao saldo individual. Se um trabalhador tiver um saldo R$ 1 mil, por exemplo, terá um crédito, em sua conta vinculada, de R$ 18,68, e assim por diante.

De acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), a remuneração do FGTS deve garantir, no mínimo, a correção pelo IPCA em todos os anos.

💲Todas as pessoas com contas (ativas ou inativas) vinculadas ao FGTS em 2025, com saldo em dezembro, terão direito a receber uma parcela dos lucros.💲A divisão é proporcional ao saldo em cada conta. Quanto maior o saldo do trabalhador, mais ele irá receber de parte do lucro do FGTS.💲Para calcular o valor a ser creditado, o trabalhador deve multiplicar o saldo existente na conta de FGTS em 31/12/2025 pelo índice de 0,01868341.

Confirmando a distribuição do lucro neste ano, o Conselho do FGTS manterá uma rotina que vigorou nos últimos anos.

Em 2025, o Conselho do FGTS aprovou a divisão de 95% do lucro obtido em 2024 aos trabalhadores. Ao todo, foram repassados R$ 12,9 bilhões.Em 2024, o conselho do FGTS aprovou a distribuição de R$ 15,2 bilhões aos trabalhadores relativos a parte do lucro registrado no ano anterior. A decisão foi unânime.Em 2023, o FGTS registrou um lucro recorde de R$ 23,4 bilhões. Mas, pela proposta do Ministério do Trabalho, somente parte desse valor, cerca de 65%, foi destinado aos trabalhadores.

Há 3 horas Minas Gerais Michele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 3 horasRelativos a 2025FGTS deve liberar R$ 13 bilhões de lucro para trabalhadores até agosto; entenda

Há 20 minutos Economia Ex-líder do governoPF intima senador Jaques Wagner a depor sobre o caso Master

Há 16 minutos Política VALDO: PF deve concluir inquérito em agosto e avalia se indiciará Ciro NogueiraHá 16 minutosVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste; Flávio mantém vantagem entre evangélicos

Há 5 horas Pesquisa Eleitoral 55% acreditam na vitória de Lula, e 25% na de Flávio Bolsonaro Há 5 horasPrivatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha

Há 47 minutos Eleições 2026 Problemas de saúdeHarry Styles cancela show de hoje em SP e mantém apresentação de sexta

Há 1 hora Música 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 5 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 5 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 5 horasFinal da Copa do MundoBrasileira é ameaçada após TV expor quem torceu contra a Argentina

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Sabre de luz de Luke Skywalker é leiloado por US$ 3,75 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

Sabre de luz de Luke Skywalker, acompanhado de mão decepada, foi usado por Mark Hamill em "O Império Contra-Ataca". — Foto: Heritage Auctions

Um sabre de luz de Luke Skywalker acompanhado de uma mão decepada foi vendido por R$ 19 milhões (US$ 3,75 milhões) em um leilão da Heritage Auctions, em Dallas, no Texas, no dia 15 deste mês. O resultado só foi divulgado na segunda-feira (20).

O objeto foi usado por Mark Hamill na cena do duelo final entre Luke Skywalker e Darth Vader em "O Império Contra-Ataca" (1980), segundo filme da saga "Star Wars". É nesse momento que Vader revela a icônica frase "Eu sou seu pai" e corta a mão de Luke.

Segundo a Heritage, esse foi o maior valor já pago por um objeto de cena utilizado em um filme da franquia "Star Wars", destacou a agência de notícias Associated Press.

A venda fez parte do leilão Hollywood & Entertainment Signature, que também reuniu outros itens icônicos do cinema.

Um chapéu da Bruxa Má do Oeste, usado pela atriz Margaret Hamilton em "O Mágico de Oz" (1939), foi vendido por US$ 550 mil. Já a cartola marrom usada por Gene Wilder em "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (1971) foi arrematada por US$ 350 mil.

O baú de Daenerys Targaryen, com os ovos de dragão em seu interior, usado na primeira temporada de "Game of Thrones", foi vendido por US$ 312,5 mil.

O ator Mark Hamill, conhecido pelo papel de Luke Skywalker, na pré-estreia em Hollywood de 'Star Wars: Episódio VII – O despertar da força' nesta segunda-feira (14) — Foto: Mario Anzuoni/Reuters

Há 2 horas Minas Gerais Michele estava na PM desde 2010; veja quem eraHá 2 horas23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 4 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 4 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 4 horasProblemas de saúdeHarry Styles cancela show de hoje em SP e mantém apresentação de sexta

Há 22 minutos Música Blog do Valdo CruzPF deve concluir inquérito sobre Master em agosto e citará políticos

Há 3 minutos Blog do Valdo Cruz Taxas de 25%Novo tarifaço de Trump: governo inicia hoje reuniões com setores afetados

Há 6 horas Economia Tarifas redesenham mapa das exportações brasileirasHá 6 horasBrasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial Times

Há 1 hora Agronegócios Jornal fala que Trump prepara tarifas contra dezenas de paísesHá 1 horaEntrevista com diplomataUE não flexibilizará exigências sanitárias para carne brasileira

Há 8 horas Agronegócios Inflação reduz espaço para vinhos importados mais baratosHá 8 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em queda, com conflito no Oriente Médio no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta terça-feira (21) em queda, com recuo de 0,14% perto das 9h, cotado a R$ 5,0829, conforme investidores acompanham os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio segue pressionando os preços do petróleo no mercado internacional. Apesar de mediadores terem pedido um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã para negociações, os ataques continuam. Na véspera, os EUA lançaram uma nova ofensiva, e explosões foram ouvidas em Bandar Abbas, perto do Estreito de Ormuz.

As ofensivas voltam a levantar preocupações sobre eventuais impactos na oferta global de petróleo. Perto das 8h40, o barril do Brent, referência internacional, tinha alta de 1,33%, cotado a US$ 90,41. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, subia 1,59% no mesmo horário, cotado a US$ 84,55 por barril.

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã continua a preocupar investidores globais. Na véspera, após novos ataques dos EUA, a mídia iraniana reportou explosões e Bandar Abbas, perto do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.

Segundo o Comando Central americano, a ofensiva "visa degradar ainda mais as capacidades militares iranianas usadas para atacar a navegação comercial no Estreito de Ormuz". Durante o final de semana, pelo menos quatro militares americanos morreram durante ataques iranianos.

Ainda na segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, renovou a promessa de retaliação contra a morte de militares americanos.

A escalada das tensões volta a trazer preocupações sobre o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte global de petróleo.

O dia era positivo na Europa, onde os principais índices da região operavam em alta. Investidores continuavam a avaliar o novo ministro de finanças do Reino Unido e seguiam atentos aos desdobramentos da guerra no Irã.

Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, subia 0,15%, enquanto o CAC-40, da França, avançava 0,10% e o FTSE 100, do Reino Unido, tinha alta de 0,15%. O Ibex 35, da Espanha, tinha fanhos de 0,73%.

Na Ásia, as ações de tecnologia chinesas subiram nesta terça-feira (21) e ajudaram a impulsionar os principias índices de referência da região, conforme os papéis de semicondutores se recuperaram das perdas registradas na véspera.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 3,06%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve alta de 1,79%.

Entre as demais bolsas da região, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,04%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul teve uma valorização de 3,56% e o Nikkei, do Japão, subiu 3,26%.

Há 2 horas Minas Gerais 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 3 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 3 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 3 horasTaxas de 25%Novo tarifaço de Trump: governo inicia hoje reuniões com setores afetados

Há 6 horas Economia Tarifas redesenham mapa das exportações brasileirasHá 6 horasBrasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial Times

Há 32 minutos Agronegócios Jornal fala que Trump prepara tarifas contra dezenas de paísesHá 32 minutosEntrevista com diplomataUE não flexibilizará exigências sanitárias para carne brasileira

Há 7 horas Agronegócios Inflação reduz espaço para vinhos importados mais baratosHá 7 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

Há 4 horas Mundo 🎧 O ASSUNTO: DJ e ‘Rei do Norte’, quem é o novo premiêHá 4 horasLarry 🐈‍⬛😻Conheça o gato que vive há 15 anos na sede do governo britânico

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA podem perder para o Brasil o papel de maior exportador agrícola do mundo, diz Financial Times

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 08:55

Agro EUA podem perder para o Brasil o papel de maior exportador agrícola do mundo, diz Financial Times China, um dos maiores compradores do mundo, reduziu importações dos americanos depois que Donald Trump impôs tarifas ao país, o que, segundo jornal, beneficiou o Brasil. Por BBC

Uma reportagem publicada nesta terça-feira (21) pelo Financial Times afirma que os EUA correm o risco de perder para o Brasil o posto de maior exportador agrícola mundial.

No ano passado, a diferença nas exportações agrícolas de EUA e Brasil foi de apenas US$ 2 bilhões. Em 2021, essa distância era de US$ 56 bilhões.

Analistas apontam as tarifas impostas por Donald Trump em 2018 como principal causa. A China reduziu importações americanas e aumentou a compra de soja do Brasil.

O crescimento do Brasil também reflete décadas de investimento em terras baratas e genética. No entanto, o setor enfrenta desafios como juros altos e encarecimento de fertilizantes.

Uma reportagem publicada nesta terça-feira (21/7) no britânico Financial Times, um dois principais jornais de finanças do mundo, afirma que os Estados Unidos correm o risco de perder para o Brasil o posto de maior exportador agrícola do mundo.

Segundo o Departamento de Agricultura americano e o Ministério da Agricultura brasileiro, os EUA exportaram US$ 171 bilhões em produtos agrícolas no ano passado, apenas US$ 2 bilhões a mais do que o Brasil. Em 2021, essa diferença foi de US$ 56 bilhões.

O texto diz que as exportações brasileiras no agro cresceram 6% no primeiro semestre de 2026, atingindo um recorde de US$ 87 bilhões, graças não só ao seu papel de maior produtor mundial de soja e das carnes bovina e avícola, mas também do sucesso de cultivos como o algodão, que tinha os EUA como seu principal exportador, mas que foi ultrapassado pelo Brasil.

Tarifaço de Trump: governo deve iniciar nesta terça reuniões com setores afetados pela nova taxaVeja a lista de produtos que ficaram isentos e os que serão impactados pela nova taxa

Para os analistas ouvidos pela reportagem britânica, que esteve nos Estados de Iowa, nos EUA, e em Mato Grosso, no Brasil, a principal razão por trás desta mudança está nas "perturbações comerciais desencadeadas pelas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump".

Isso porque a China, um dos maiores compradores do mundo, reduziu significativamente suas importações dos americanos depois que o republicano impôs tarifas ao país em 2018, ainda durante seu primeiro mandato na Casa Branca.

Um gráfico que acompanha a reportagem mostra que, em 2016, a China comprava volumes semelhantes de soja do Brasil e dos EUA. As exportações brasileiras já cresciam, mas em ritmo mais moderado.

Com a retaliação de Pequim às tarifas de Washington em 2018, porém, esse crescimento se acelerou. Em 2025, o Brasil exportou mais de 80 milhões de toneladas de soja para a China, enquanto os EUA não chegaram à casa das dezenas de milhões de toneladas.

Os dados são do UN Comtrade (United Nations Commodity Trade Statistics Database), considerado o maior e mais abrangente repositório público de estatísticas de comércio internacional.

Última visita de Trump a China, em maio de 2026, foi definida mais por uma retórica simbolista do que por anúncios concretos — Foto: Getty Images via BBC

O Financial Times diz que, embora os EUA sigam capazes de produzir "safras extraordinárias", "as margens de lucro estão desaparecendo à medida que as tensões comerciais e os preços baixos deixam sua marca no Meio-Oeste".

Segundo a reportagem, a estimativa da American Farm Bureau Federation, a maior organização e grupo de lobby de agricultores e pecuaristas dos EUA, é de que o setor tenha no próximo ano prejuízos de US$ 138 por acre para a soja, US$ 167 para o milho, US$ 145 para o trigo e US$ 406 para o algodão.

O Financial Times lembra que "a força do setor agrícola do Brasil não é apenas consequência da política comercial americana", mas é algo que vem sendo construído ao longo das últimas décadas.

A reportagem conta que o Brasil, hoje líder ainda na exportação de café, cana-de-açúcar e suco de laranja, dependia de importações para alimentar sua população até os anos 1970. A situação mudou quando o país passou a tirar vantagem de seu território, capaz de gerar duas ou até três safras no mesmo ano.

Isso se deve, em parte, à disponibilidade e ao baixo custo da terra, principalmente nas regiões de fronteira, mas também à expansão da produção para áreas antes consideradas inférteis ou de difícil cultivo, que ganharam sobrevida com "o tratamento de solos pobres em nutrientes e o desenvolvimento genético de culturas adaptada ao clima".

"Esse modelo de produção contínua ajuda a diluir os custos fixos e, normalmente, melhora as margens das propriedades rurais", explicou Raphael Bulascoschi, analista da corretora de commodities StoneX, ao periódico britânico.

Mas o Brasil, acrescentam os especialistas ouvidos pelo Financial Times, também se prepara para cenários menos favoráveis, diante das altas taxas de juros internas, da queda nos preços das commodities e, após a guerra entre Irã e Israel, da alta no preço dos fertilizantes, que vêm, em sua vasta maioria, de fora.

Há 1 hora Minas Gerais 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 3 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 3 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 3 horasTaxas de 25%Novo tarifaço de Trump: governo inicia hoje reuniões com setores afetados

Há 5 horas Economia Tarifas redesenham mapa das exportações brasileirasHá 5 horasBrasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial Times

Há 8 minutos Agronegócios Trump prepara novas tarifas contra dezenas de países, diz jornalHá 8 minutosEntrevista com diplomataUE não flexibilizará exigências sanitárias para carne brasileira

Há 7 horas Agronegócios Inflação reduz espaço para vinhos importados mais baratosHá 7 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

Há 3 horas Mundo 🎧 O ASSUNTO: DJ e ‘Rei do Norte’, quem é o novo premiêHá 3 horasLarry 🐈‍⬛😻Conheça o gato que vive há 15 anos na sede do governo britânico

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Embraer anuncia venda de dois aviões ao Japão e parceria para integrar míssil ao cargueiro C-390

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 08:55

Vale do Paraíba e Região Embraer anuncia venda de dois aviões ao Japão e parceria para integrar míssil ao cargueiro C-390 Anúncios foram feitos nesta terça-feira (21) pela fabricante de aeronaves. Entregas devem ocorrer em 2027 e 2028. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) a venda de 2 aviões E175 ao Japão e parceria para integrar mísseis ao cargueiro C-390.

As aeronaves E175 serão entregues em 2027 e 2028 para a Fuji Dream Airlines. Elas terão capacidade de 84 passageiros e atuarão na malha regional japonesa.

O acordo com a norte-americana Anduril prevê integrar o míssil Barracuda-500M ao C-390 Millennium. O armamento será lançado por sistemas paletizados instalados no cargueiro militar.

O C-390 é o maior projeto militar da Embraer e já foi adquirido por diversos países. O míssil Barracuda-500M realiza testes de voo desde 2024.

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) que recebeu uma encomenda firme de duas aeronaves E175 da companhia aérea japonesa Fuji Dream Airlines (FDA). O anúncio foi feito durante o Farnborough International Airshow, no Reino Unido.

Com a nova compra, a Fuji Dream Airlines ampliará sua frota, formada exclusivamente por aviões da Embraer. Atualmente, a companhia opera 15 aeronaves da fabricante, sendo dois modelos E170 e 13 E175.

Os novos jatos terão configuração de classe única, com capacidade para 84 passageiros, e serão utilizados na expansão da malha regional da empresa no Japão.

Segundo a Embraer, o E175 é voltado para operações de alta frequência e rotas de menor distância, características que atendem ao perfil da companhia japonesa.

Também durante o Farnborough Airshow, a Embraer anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a empresa norte-americana Anduril para estudar a integração do míssil de cruzeiro Barracuda-500M ao cargueiro militar C-390 Millennium.

O projeto prevê que o armamento possa ser lançado por meio de sistemas paletizados instalados na aeronave, permitindo o emprego simultâneo de diversas munições em operações militares.

Segundo as empresas, a parceria busca ampliar as capacidades operacionais do C-390, tornando a aeronave apta a executar missões com armamentos de longo alcance, além das funções que já desempenha atualmente, como transporte de tropas e cargas, evacuação médica, missões humanitárias, combate a incêndios e busca e salvamento.

O C-390 Millennium é o maior projeto militar da Embraer e já foi adquirido pela Força Aérea Brasileira (FAB) e por países como Portugal, Hungria, Coreia do Sul, Holanda, Áustria, República Tcheca, Uzbequistão, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia e Lituânia.

O Barracuda-500M teve seu primeiro teste de voo em 2024 e, desde então, vem sendo submetido a uma série de avaliações para validar seu desempenho e ampliar as possibilidades de emprego pelas forças armadas dos Estados Unidos e de países aliados.

50 vídeos Embraer São José dos Campos Resumo do dia De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Há 1 hora Minas Gerais 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 3 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 3 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 3 horasTaxas de 25%Novo tarifaço de Trump: governo inicia hoje reuniões com setores afetados

Há 5 horas Economia Tarifas redesenham mapa das exportações brasileirasHá 5 horasBrasil pode superar EUA como maior exportador agrícola, diz Financial Times

Há 8 minutos Agronegócios Trump prepara novas tarifas contra dezenas de países, diz jornalHá 8 minutosEntrevista com diplomataUE não flexibilizará exigências sanitárias para carne brasileira

Há 7 horas Agronegócios Inflação reduz espaço para vinhos importados mais baratosHá 7 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

Há 3 horas Mundo 🎧 O ASSUNTO: DJ e ‘Rei do Norte’, quem é o novo premiêHá 3 horasLarry 🐈‍⬛😻Conheça o gato que vive há 15 anos na sede do governo britânico

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump prepara novas tarifas contra dezenas de países, diz Financial Times

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 07:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante um pronunciamento à nação no Salão Leste da Casa Branca, em Washington — Foto: SAUL LOEB/Pool via REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve anunciar novas tarifas sobre dezenas de países já nesta semana, informou o Financial Times nesta terça-feira. A tarifa global temporária de 10% está prevista para expirar na sexta-feira (24).

Segundo o jornal, as novas taxas devem ficar em nível semelhante à atual taxa de 10%, mas o governo americano também trabalha em outras investigações que podem dar base legal para propor alíquotas mais altas.

Na quarta-feira (15), Trump anunciou uma nova tarifa de 25% para produtos brasileiros, com uma extensa lista de exceções, como carnes, café, petróleo, aronaves, sucos de laranja. Cinco dias depois, na segunda, foi a vez do Canadá, que foi taxado em 50%.

As novas tarifas vêm após a Suprema Corte ter derrubado, em fevereiro, as taxas recíprocas anunciadas em abril de 2025. Após a decisão, os EUA anunciaram uma taxa global de 10%, que expira na sexta-feira.

Segundo o Financial Times, autoridades de alto escalão têm aconselhado Trump a preservar a estabilidade nas relações com os parceiros comerciais e a respeitar os acordos firmados por Washington para reduzir tarifas em 2025.

Há 6 horas Agronegócios Inflação reduz espaço para vinhos importados mais baratosHá 6 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

Há 2 horas Mundo 🎧 O ASSUNTO: DJ e ‘Rei do Norte’, quem é o novo premiêHá 2 horasÁudio e planilhasPMs de alta patente de SP são citados em operação contra o PCC

Há 47 minutos Rio de Janeiro 23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como identificar

Há 2 horas Saúde Maioria desconhece exame que pode detectar precocementeHá 2 horasCientistas modificam bactérias para combater câncerHá 2 horasHospital constatou morteAgente funerária diz que viu bebê se mexer em saco: ‘Fazia um barulho’

Há 5 horas São Carlos e Araraquara Minas GeraisSargento da PM é preso após levar esposa capitã morta a hospital em BH

Há 17 minutos Minas Gerais Diretor de ‘Segunda Chamada’ e ‘Shippados’Corpo de cineasta foi encontrado por colegas após ele faltar a reunião

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vinhos importados mais baratos perdem espaço com inflação, enquanto rótulos premium avançam

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 05:52

Agro Vinhos importados mais baratos perdem espaço com inflação, enquanto rótulos premium avançam Com o orçamento mais apertado, consumidores reduziram a procura por rótulos de entrada, segundo levantamento da Ideal.BI. Por Redação g1 — São Paulo

A queda do poder de compra da classe média-baixa provocou uma redução de 9% no volume de vinhos importados de menor preço, aponta levantamento da consultoria Ideal.Bi.

O setor passou a investir em marcas premium, de maior valor agregado, que representaram um terço de toda a receita gerada no primeiro trimestre.

O mercado nacional alcançou um patamar inédito de abastecimento, com 10,22 milhões de caixas, alta de 12% em volume na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Esse recorde foi impulsionado pelas expectativas do setor em relação à entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

O consumo de vinhos ficou praticamente estável no início de 2026, com crescimento de 1,2%. Já o de espumantes caiu 1,4%.

A queda do poder de compra da classe média-baixa provocou uma redução de 9% no volume de vinhos importados de menor preço, aponta levantamento da consultoria Ideal.BI.

Em contrapartida, o setor passou a investir em marcas premium, de maior valor agregado. Elas representaram um terço de toda a receita gerada pelas compras do exterior no primeiro trimestre e atingiram o maior preço médio dos últimos 10 anos: de US$ 31,2 por caixa de 9 litros.

Segundo o levantamento, o mercado nacional movimentou R$ 4,18 bilhões e alcançou um patamar inédito de abastecimento, com 10,22 milhões de caixas, alta de 12% em volume na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Esse recorde foi impulsionado pelas expectativas do setor em relação à entrada em vigor do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

A América do Sul registrou sua maior participação histórica no volume de embarques para o Brasil, representando 65% do total. O Uruguai foi o país que mais ampliou o fornecimento para o mercado brasileiro, com aumento de 44%. Em seguida aparece a Argentina, com crescimento de 16%.

O setor de espumantes teve alta de 9% em volume, apesar da queda de 24% nas importações. A retração foi puxada principalmente pelos embarques espanhóis, que recuaram 57%.

Para Felipe Galtaroça, CEO da Ideal.BI, o recorde de volume também é consequência da recuperação dos vinhos tintos importados. Após dois anos de quedas consecutivas, eles ganharam 2 pontos percentuais de participação no mercado e passaram a responder por 70% do faturamento total.

Enquanto isso, a participação dos vinhos rosés caiu para 5%. Já os brancos mantiveram fatia de 25% da receita.

Apesar dos números inéditos de abastecimento, o consumo de vinhos ficou praticamente estável no início de 2026, com crescimento de 1,2%. Já o de espumantes caiu 1,4%.

De acordo com o relatório, o mercado de vinhos do Brasil deve encerrar 2026 com a produção de 56,8 milhões de caixas, alta de 6,9% em relação a 2025. Os espumantes devem alcançar mais de 4 milhões de caixas.

'Mudamos a rota': produtores do agro já buscam novos mercados após tarifaço de TrumpConsumidores de açúcar dos EUA pedem que governo permita mais importações com tarifas reduzidas

Há 4 horas Agronegócios Vinhos importados mais baratos perdem espaço com inflaçãoHá 4 horas7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e gerou uma década de vaivém político

Há 15 minutos Mundo 🎧 O ASSUNTO: DJ e ‘Rei do Norte’, quem é o novo premiêHá 15 minutos23 mil mortes por anoCâncer de intestino dá primeiros sinais no banheiro; veja como diagnosticar

Há 3 minutos Saúde Cientistas modificam bactérias para combater câncerHá 3 minutosPrevisão do tempoVeranico mantém calor e ar seco no Centro-Sul; RS tem alerta de temporais

Há 6 minutos Meio Ambiente RS tem chuva forte, granizo e vento de até 100 km/hHá 6 minutosTempestades castigam o Chile; veja VÍDEOHá 6 minutosHouthisGrupo aliado do Irã fecha 2ª maior rota de petróleo do Oriente Médio

Há 8 horas Jornal Nacional Petróleo cai após sinal de mediação entre EUA e IrãHá 8 horasg1 Jogos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Piratinha’, ‘hemorroida’ e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 04:52

Trabalho e Carreira 'Piratinha', 'hemorroida' e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações Vídeos de apelidos no trabalho ganham milhões de visualizações, mas situações semelhantes já terminaram em processos e decisões judiciais. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Apelidos no trabalho podem parecer apenas brincadeiras, mas passam a ser um problema quando geram constrangimento, exposição ou atingem vulnerabilidades pessoais.

Casos na Justiça mostram que a diferença entre humor e assédio moral depende do contexto, da frequência e do impacto causado na pessoa.

De “piratinha” a “hemorroida”, apelidos usados no ambiente profissional já chegaram aos tribunais e resultaram em decisões diferentes.

Nem toda brincadeira gera indenização, mas empresas podem ser responsabilizadas quando permitem situações de humilhação no trabalho.

Com a popularização de vídeos nas redes sociais, apelidos entre colegas ganharam visibilidade e também podem se tornar provas em processos trabalhistas.

"Pano de pia. 8h da manhã e já está fedendo", "Buzina de avião. Não serve para nada", "Cesta básica. Tem tudo, menos carne", "Tartaruga Ninja. Tartaruga para chegar e ninja para sair".

Em vídeos curtos que viralizam nas redes sociais, colegas de trabalho trocam esse tipo de apelido para debochar de comportamentos do dia a dia. É uma piada fácil de entender, e o público logo reconhece alguém que "se encaixa" na descrição.

O perfil de Cleitinho Ramalho e Maria das Neves viralizou com um vídeo nesse estilo, que acumulou quase 300 milhões de visualizações no TikTok. Nos comentários, usuários entram na brincadeira e criam novos rótulos, como "Cólica. Nenhuma mulher gosta", "Sensor. Só trabalha quando o chefe aparece", entre outros.

Mas o que parece piada levanta uma discussão importante: até que ponto apelidar colegas é uma brincadeira e quando isso ultrapassa o limite?

O assunto não é novidade para a Justiça do Trabalho. Há diversos casos em que apelidos deram origem a processos, e nem todos tiveram o mesmo desfecho.

Um dos casos mais conhecidos envolve uma trabalhadora de Belo Horizonte (MG), que atuava como analista de suporte comercial e era chamada de "piratinha" por colegas e gerentes, em referência ao fato de ser cega de um olho.

Testemunhas confirmaram que o apelido era recorrente e que a funcionária demonstrava incômodo. Mesmo assim, o comportamento continuou.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais entendeu que o apelido configurava uma ofensa direta à dignidade da trabalhadora por destacar uma deficiência física. A empresa foi condenada a pagar R$ 15 mil por danos morais.

Por outro lado, um julgamento do TRT da 15ª Região, em Campinas (SP), analisou o caso de um operador de máquinas que alegou ter sido humilhado ao ser chamado de "hemorroida". O pedido foi negado.

A decisão considerou que o próprio trabalhador havia dado origem ao apelido ao mostrar uma foto de sua condição de saúde aos colegas. Também ficou comprovado que o empregador não utilizava o apelido nem incentivava a prática.

Sem a participação ou omissão da empresa, o tribunal entendeu que não havia nexo para responsabilizá-la. Por isso, concluiu que não houve ato ilícito capaz de gerar dano indenizável.

Não existe uma regra automática. Situações semelhantes podem ter desfechos diferentes, dependendo do contexto, das provas e da interpretação sobre o impacto, explicam especialistas ouvidos pelo g1.

O que define um apelido como pejorativoQuando vira assédio moralTodo mundo riuA responsabilidade das empresasE quando isso vai parar nas redes?Como provar que houve abuso

Com a popularização de vídeos nas redes sociais, apelidos entre colegas ganharam visibilidade e também podem se tornar provas em processos trabalhistas. — Foto: TikTok/ Reprodução

No ambiente de trabalho, apelidos não são proibidos. O que os torna problemáticos é o conteúdo que carregam e a forma como são utilizados.

A advogada Fernanda Garcez explica que a questão central não é a presença de humor, mas a existência de exposição vexatória, ou "brincadeiras" que reforçam estereótipos ou fragilidades pessoais.

“Os critérios que mais pesam na análise são: o apelido ressalta uma característica física, uma condição de saúde, uma deficiência ou outra vulnerabilidade pessoal? Ele foi repetido ao longo do tempo? A pessoa demonstrou desconforto, mesmo sem fazer reclamação formal? Quem utilizava o apelido, apenas colegas ou também superiores? Quanto mais respostas ‘sim’ a essas perguntas, maior a probabilidade de o caso ser enquadrado como assédio moral. A jurisprudência é clara nessa direção”, explica a advogada.

O professor de Direito do Trabalho Platon Neto reforça o mesmo ponto: quando o apelido atinge uma fragilidade da pessoa, a tendência é que a Justiça o considere pejorativo, mesmo que não tenha havido essa intenção.

O assédio moral ocorre quando alguém é submetido a situações repetidas que causam constrangimento ou humilhação no trabalho.

Nem todo apelido configura assédio automaticamente. No entanto, ele pode passar a configurar quando faz parte de uma dinâmica mais ampla.

se o apelido é usado repetidamente, e não apenas de forma pontual;se expõe um aspecto sensível da pessoa;se há demonstração de incômodo;se líderes ou gestores participam da prática.

Quanto mais esses elementos aparecem juntos, maior a chance de que a situação seja considerada assédio.

Os vídeos que viralizam nas redes sociais trazem um elemento que pode confundir essa análise: muitas vezes, todos parecem estar se divertindo. Mas essa reação não encerra o debate.

Especialistas apontam que, no ambiente profissional, o riso pode ser uma forma de adaptação. Muitas pessoas evitam se posicionar para não gerar conflito, comprometer relações ou até por receio de prejudicar o próprio emprego.

Por isso, a Justiça do Trabalho já reconhece que a ausência de reclamação formal não elimina a possibilidade de assédio. Da mesma forma, o fato de alguém participar da brincadeira não significa, necessariamente, que esteja confortável com ela.

Por outro lado, quando há provas de que o próprio trabalhador incentivava o apelido ou não demonstrava qualquer incômodo, esse comportamento pode influenciar a decisão, como ocorreu no caso de Campinas.

As empresas têm o dever de garantir um ambiente de trabalho respeitoso. Isso inclui agir diante de situações de constrangimento.

Se o apelido circula livremente e não há qualquer ação, pode haver omissão, que ocorre quando a empresa deixa de agir diante de um problema que deveria resolver, explica Platon Neto.

Se chefes ou gestores utilizam o apelido, a situação se torna ainda mais grave, pois o trabalhador pode se sentir pressionado a aceitar.

“Se o apelido circulava apenas entre colegas, sem chegar ao conhecimento da gestão, a responsabilidade é menor. Mas, se era usado pelos próprios supervisores, se era notório no ambiente e a empresa não tomou providências, a responsabilidade é direta”, afirma o advogado.

As gravações podem ser utilizadas como prova em processos trabalhistas. Elas ajudam a demonstrar não apenas a existência do apelido, mas também o contexto, a frequência e a participação de diferentes níveis hierárquicos.

Para o trabalhador, isso pode fortalecer uma ação. Para a empresa, representa um risco significativo, já que a prova é pública e difícil de contestar.

Além disso, a exposição nas redes sociais amplia o dano. O apelido deixa de ser restrito ao ambiente interno e pode afetar a imagem do trabalhador em um espaço muito mais amplo, segundo Platon Neto e Fernanda Garcez.

testemunhas que presenciaram o uso do apelido e possam confirmar que a vítima demonstrava incômodo;registros escritos, como e-mails, mensagens de WhatsApp ou comunicações internas;vídeos ou fotos;e qualquer comunicação em que o trabalhador tenha manifestado, mesmo informalmente, que não queria ser chamado daquela forma.

"Quando há prova efetiva da prática, em geral a condenação ocorre. Existem exceções, a depender dos fatos, especialmente quando o próprio empregado deu origem e incentivou a conduta, como no caso citado do TRT da 15ª Região", conclui Fernanda Garcez.

Há 4 horas Economia Produtos como vinhos, laticínios e até tacos de hóquei serão impactadosHá 4 horasSegundo embaixador da IrlandaUE não flexibilizará exigências sanitárias para carne brasileira

Há 3 horas Agronegócios 7 premiês em 10 anosComo o Brexit abalou o Reino Unido e desencadeou uma década de vaivém político

Há 3 horas Mundo PODCAST: DJ e conhecido como ‘Rei do Norte’, quem é o novo primeiro-ministro britânicoHá 3 horasResposta ao STFCâmara diz que indicações de emendas seguiram regras e são transparentes

Há 7 horas Política CAMILA BOMFIM: Valdemar muda versão e diz ao STF que não controla emendasHá 7 horasBanco CentralMilhões de brasileiros ainda não resgataram dinheiro esquecido; saiba como consultar

Há 8 horas Jornal Nacional Democracia, privatizações e recado aos EUADiscurso de Lula em convenção do PDT indica tom de campanha à reeleição

Há 3 horas Eleições 2026 Eleições 2026Calendário de convenções começa com indefinição dos vices de Flávio e Zema

Há 12 horas Eleições 2026 Missão antecipa convenção e oficializa Renan como candidato à PresidênciaHá 12 horasVeja números detalhadosQuaest: Lula melhora no Sudeste, e Flávio mantém vantagem entre evangélicos

0

PREVIOUS POSTSPage 41 of 421NEXT POSTS