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Carne suína: USP aponta queda de preços por retração de compras pela indústria e incerteza de produtores devido ao conflito no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 14:45

Piracicaba e Região Carne suína: USP aponta queda de preços por retração de compras pela indústria e incerteza de produtores devido ao conflito no Oriente Médio Cotações médias do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP). Por g1 Piracicaba e Região

Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP).

O movimento de baixa nas cotações no período pode ser explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente.

O mês de março deve deixar os agentes do setor ainda mais atentos aos recuos, devido ao conflito no Oriente Médio.

O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. No mês anterior, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).

Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.

Em fevereiro, o preço da carcaça suína registrou elevação de 10,8% na comparação com janeiro, passando para R$ 13,20 o quilo. — Foto: Arquivo Secom

Os preços médios do suíno vivo registraram quedas de até 20% em fevereiro de 2026 nas regiões produtoras no interior de São Paulo, incluindo Piracicaba (SP).

O movimento de baixa nas cotações no período pode ser explicado pela baixa procura da indústria por lotes de animais no mercado independente. O mês de março deve deixar os agentes do setor ainda mais atentos aos recuos, devido ao conflito no Oriente Médio. Entenda mais, abaixo.

"Resultou em um desarranjo da oferta interna", analisam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) do campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP), divulgado nesta última quarta-feira (4).

O suíno vivo foi negociado à média de R$ 6,91 o quilo em fevereiro deste ano. No mês anterior, o animal era cotado em R$ 8,24 o quilo, uma baixa de mais de 16%, na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba).

Na comparação com fevereiro de 2025, quando o produto era vendido a R$ 8,66/kg, a desvalorização alcança 20%.

"Agentes do setor consultados pelo Cepea estão atentos ao conflito no Oriente Médio, envolvendo principalmente o Irã e que pode se alastrar para outros países. Apesar de a região como um todo não ser um destino importante da carne suína brasileira (por conta sobretudo da religião), o fechamento de canais de escoamento estratégicos e o consequente aumento nos valores dos fretes e seguros marítimos têm gerado preocupações, sobretudo entre exportadores", analisa do Cepea.

Além dos preços mais firmes de venda do suíno vivo, levantamento do Cepea aponta que o valor médio do animal em setembro, de R$ 9,25 o quilo , foi o maior de 2025 –, esse cenário favorável ao suinocultor é influenciado pelas recentes fortes desvalorizações do farelo de soja.

A Equipe de Grãos do Cepea mostram que a tonelada do derivado negociado na região de Campinas registrou média de R$ 1.660,53 em setembro, sendo 21,7% abaixo da verificada no mesmo período do ano passado.

Os preços do suíno vivo e da carne de porco mantiveram altas desde o fim do primeiro semestre de 2025 e as cotações de agosto seguiram firmes, contrariando cenário típico de recuos para esse período do ano.

🐖O mercado independente do suíno vivo, segundo o Cepea, foi favorecido pela demanda aquecida, típica no começo do mês e que ajudou a impulsionar as cotações.

Na segunda metade de agosto, a procura seguiu firme, e os valores não recuaram como tradicionalmente ocorre. Desta forma, as médias mensais dos preços do vivo em quase todas as praças acompanhadas pelo Cepea avançaram em relação a julho", observa o Cepea em boletim desta quinta-feira.

Quanto à carne, pesquisadores explicam que a demanda também esteve bastante elevada em agosto, levando a aumentos nas cotações da maior parte dos produtos suinícolas no período.

📈O indicador do Suíno Vivo Mensal Cepea/Esalq fechou em R$ 8,57 em Minas Gerais, R$ 8,27 no Paraná, R$ 8,15 no Rio Grande do Sul, R$ 8,19 em Santa Catarina e R$ 8,76 em São Paulo em agosto.

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Argentina em crise faz exportações de veículos brasileiros terem queda de quase 30% em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 14:45

Carros Argentina em crise faz exportações de veículos brasileiros terem queda de quase 30% em 2026 Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros. No primeiro bimestre, os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o primeiro bimestre registrou 59,4 mil unidades exportadas, contra 82,4 mil no mesmo período do ano passado.

Trata-se de uma queda de 28% nas exportações de veículos em 2026, com destaque para o recuo da Argentina.

Os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades entre janeiro e fevereiro, uma redução de 7,5%.

Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros.

As montadoras brasileiras podem não aproveitar uma nova onda de exportações em 2026. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o primeiro bimestre registrou 59,4 mil unidades exportadas, contra 82,4 mil no mesmo período do ano passado.

Trata-se de uma queda de 28% nas exportações de veículos em 2026, com destaque para o recuo da Argentina. Os embarques para o país vizinho caíram de 15,6 mil para 14,4 mil unidades entre janeiro e fevereiro, uma redução de 7,5%.

“Causa preocupação a retração expressiva nas exportações para a Argentina, mercado que nos ajudou muito nos resultados positivos de 2025”, afirma o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

Em 2025, a Argentina foi a principal responsável pela alta de 32% nas exportações de veículos brasileiros. Das 528 mil unidades enviadas ao exterior, 302 mil tiveram como destino o país vizinho. Na comparação com o ano anterior, a alta havia sido de 85%.

Agora, os emplacamentos de automóveis na Argentina em fevereiro caíram 37% em relação a janeiro. O resultado reflete as incertezas do mercado em relação às reformas implementadas recentemente pelo presidente Javier Milei.

O resultado das exportações brasileiras só não foi pior por causa dos números do México, que cresceram 318%.

No último mês, os embarques para o mercado mexicano saltaram de 2,2 mil para 9,1 mil veículos em relação a janeiro. Já o Chile registrou aumento de 34,1%, passando de 1,6 mil para 2,2 mil unidades.

Os dados da Anfavea mostram que as vendas de veículos no Brasil somaram 355,7 mil unidades no primeiro bimestre, uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período de 2025.

À primeira vista, o número indica estabilidade. Porém, houve aumento de 1,8% nas vendas de automóveis e comerciais leves, que passaram de 334,1 mil para 340,1 mil unidades. Já as vendas de caminhões e ônibus caíram 29,4%, de 22,1 mil para 15,6 mil unidades.

Em fevereiro, a média diária de vendas foi de 10,3 mil veículos, na comparação com o mesmo mês de 2025 — a segunda melhor média diária dos últimos dez anos. Já a produção de veículos no Brasil no bimestre foi de 338 mil unidades, queda de 8,9% em relação aos dois primeiros meses de 2025.

Os veículos eletrificados acumularam 28,1 mil unidades vendidas, das quais 43% são nacionais. “Esse já é um sinal dos investimentos em tecnologia e produção anunciados pelas fábricas nos últimos anos”, explica o presidente da Anfavea.

Segundo Calvet, o aumento da taxa Selic ao longo de 2025 pressionou a indústria e o mercado consumidor.

“A Selic nesse nível tem o poder de afetar negativamente os investimentos e o poder de consumo. A Selic atinge fortemente os emplacamentos de veículos pesados”, explica.

Mesmo com a expectativa de recuo da Selic em 2026, a previsão da Anfavea é que os reflexos demorem a ser sentidos.

“O Comitê de Política Monetária já sinalizou que estamos no caminho de redução da Selic, mas o mercado leva, em média, sete meses para sentir o efeito do ajuste. Portanto, devemos ter respostas no começo de 2027”, diz Calvet.

A guerra no Oriente Médio já provoca reflexos no preço do barril de petróleo e na cadeia logística. “Ainda não há alerta de desabastecimento de componentes e matérias-primas, mas estamos monitorando a situação com as fábricas no Brasil”, diz Calvet.

Segundo ele, ainda não está claro qual será o impacto do conflito na produção de automóveis no país.

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GAC GS3: SUV ‘esconde’ origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Carros GAC GS3: SUV 'esconde' origem chinesa para disputar mercado de carros a combustão Modelo tem aspiração para disputar espaço com SUVs como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, mas com tamanho de Jeep Compass e Nissan Kicks. Pré-venda começa nesta sexta (6). Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O foco recente do setor automotivo chinês está nos veículos eletrificados, mas o GAC GS3, anunciado nesta sexta-feira (6), faz uma curva de 180 graus e chega ao Brasil apenas com motor a combustão — e nem está entre os mais econômicos.

O carro está em pré-venda com sinal de R$ 4 mil, com as primeiras entregas previstas para começar nas duas últimas semanas de março. A GAC não revelou o preço do GS3, mas o g1 apurou que ele custará menos de R$ 200 mil.

Nas dimensões, o GS3 tem porte de SUV que já virou figurinha comum nas ruas brasileiras. No visual, porém, mira em um caminho pouco explorado tanto por chinesas como por marcas tradicionais: a esportividade.

Isso fica claro no escapamento com ponteira dupla cromada na traseira, junto de difusores — solução típica de carros esportivos.

Outro elemento que reforça a proposta esportiva está nas linhas. As curvas são raras: quase tudo é marcado por ângulos retos. Isso aparece nos vincos da carroceria, no aerofólio traseiro, no desenho dos faróis e das lanternas, e chega até aos retrovisores.

Lembra o visual cheio de linhas retas das Lamborghinis mais antigas, como a Diablo? É mais ou menos esse o caminho. Há também um toque de retrofuturismo, que traz o DMC DeLorean na lembrança, famoso pelo desenho quase todo formado por ângulos retos.

Comparar o novo SUV com modelos americanos ou europeus não é por acaso. Por fora, o GS3 foge do minimalismo tão associado aos carros chineses. Para quem vê rapidamente, ele pode até lembrar modelos recentes da Hyundai, Peugeot ou da Renault, sobretudo pela grande tomada de ar frontal.

Para completar o pacote esportivo, o GS3 chega ao Brasil com uma única motorização. É um motor 1.5 turbo que gera 170 cv, aliado a um câmbio automatizado de dupla embreagem. Entre SUVs de dimensões semelhantes, perde apenas para o 1.6 turbinado do Hyundai Creta na versão mais cara.

Além do visual ousado, as dimensões colocam o GS3 20 centímetros à frente do Volkswagen T-Cross em comprimento, com 9 centímetros a mais de largura e o mesmo entre-eixos. Na prática, pela fita métrica, ele se aproxima mais de SUVs médios como o Volkswagen Taos.

Se por fora o GS3 não parece chinês, por dentro a origem aparece apenas no minimalismo das texturas do acabamento do painel. No restante, a inspiração é claramente ocidental.

No Brasil o GS3 chega em duas versões, onde a única diferença está na quantidade de itens de série em cada uma:

Central multimídia de 14,6 polegadas;Painel de instrumentos digital;Faróis de LED com acendimento automático;Câmera de ré;Freio de estacionamento eletrônico;Rodas de liga leve com 18 polegadas;Chave presencial.

Piloto automático adaptativo;Frenagem automática de emergência;Assistente de permanência em faixa;Câmera 360 graus;Teto solar panorâmico;Rodas de liga leve com 19 polegadas.

Nova no mercado nacional, a GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de automóveis da China e chegou ao Brasil no ano passado. Atuando desde 1955, a empresa não apenas desenvolve seus próprios veículos, como também fabrica para marcas japonesas como Mitsubishi, Honda e Toyota.

A GAC também mantém parceria com a BYD. Juntas, as duas montadoras chinesas colaboram no desenvolvimento e na produção de ônibus destinados ao mercado chinês.

Em 2023, a GAC vendeu 2,52 milhões de veículos na China e emprega atualmente cerca de 110 mil pessoas. A meta da montadora é atingir 4,75 milhões de unidades comercializadas e alcançar um lucro estimado em US$ 137 bilhões até 2030.

Para isso, a empresa tem investido fortemente na expansão internacional. Esse movimento começou em 2021 e, atualmente, a empresa já está presente em países do Oriente Médio, Europa, Ásia, África e América Latina — incluindo mercados como Chile, Bolívia e Panamá.

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Banco do Brasil lança PIX na Argentina

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 06/03/2026 12:54

Economia Negócios Banco do Brasil lança PIX na Argentina Com o novo recurso, os clientes brasileiros na Argentina escaneiam um código QR com seu aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos comerciais participantes. O comerciante argentino é pago em moeda local, enquanto o cliente é debitado em reais. Por Reuters

O Banco do Brasil lançou nesta sexta-feira (6) um recurso que permite a brasileiros usarem o sistema de pagamentos PIX na Argentina.

O serviço, desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, instituição argentina controlada pelo Banco do Brasil, permite que qualquer usuário brasileiro do PIX — seja ou não correntista do BB — faça pagamentos na Argentina.

Com o novo recurso, brasileiros na Argentina podem escanear um código QR pelo aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos participantes.

O Banco do Brasil avalia ainda estender o recurso a outros países das Américas, da Europa e da Ásia, com foco em regiões que concentram grandes comunidades brasileiras.

Caso aconteceu em uma agência do Banco do Brasil Estilo. (foto ilustrativa) — Foto: Divulgação/Banco do Brasil

O Banco do Brasil lançou nesta sexta-feira (6) um recurso que permite a brasileiros usarem o sistema de pagamentos PIX na Argentina.

O serviço, desenvolvido em parceria com o Banco Patagonia, instituição argentina controlada pelo Banco do Brasil, permite que qualquer usuário brasileiro do PIX — seja ou não correntista do BB — faça pagamentos na Argentina, ampliando o uso da ferramenta para além das transações realizadas no Brasil.

"O lançamento do PIX no exterior reforça a atuação internacional do Banco do Brasil e nosso compromisso com a inovação em meios de pagamentos voltada ao bem‑estar das pessoas", disse Felipe Prince, vice-presidente de controlesiInternos e gestão de risco do banco.

Com o novo recurso, brasileiros na Argentina podem escanear um código QR pelo aplicativo bancário para concluir compras em estabelecimentos participantes. O comerciante argentino recebe em moeda local, enquanto o valor é debitado do cliente em reais.

A Argentina é o primeiro passo na expansão das opções de pagamento para usuários brasileiros como parte da estratégia global do banco, acrescentou.

A iniciativa também representa um avanço na integração regional, disse o presidente‑executivo do Banco Patagonia, Oswaldo Parre.

O Banco do Brasil avalia ainda estender o recurso a outros países das Américas, da Europa e da Ásia, com foco em regiões que concentram grandes comunidades brasileiras.

Criado pelo Banco Central (BC), o PIX permite transferências instantâneas, 24 horas por dia, e é gratuito para pessoas físicas. Cerca de 900 instituições já adotaram o sistema, que se tornou o método de pagamento mais utilizado no Brasil, alcançando mais de 170 milhões de pessoas.

O Banco do Brasil processa a transação, incluindo a conversão peso‑real e quaisquer impostos aplicáveis, que são exibidos ao cliente na tela de confirmação.

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EMS acerta compra da Medley, marca de remédios genéricos da Sanofi

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%MoedasDólar ComercialR$ 5,2930,09%Dólar TurismoR$ 5,5060,3%Euro ComercialR$ 6,1220,03%Euro TurismoR$ 6,3770,14%B3Ibovespa179.261 pts-0,67%Oferecido por

O Grupo EMS firmou um acordo com a farmacêutica francesa Sanofi para comprar 100% da Medley, uma das principais marcas de medicamentos genéricos do Brasil, informaram as empresas nesta sexta-feira (6).

🔎Segundo as companhias, a operação pretende combinar a presença da Medley no mercado brasileiro de genéricos com a capacidade industrial e produtiva do grupo brasileiro. O valor da transação não foi divulgado.

A Medley é uma das principais marcas de genéricos do país e ganhou espaço ao longo dos anos com medicamentos de menor custo. A empresa ocupa a segunda posição no ranking das indústrias farmacêuticas do Brasil, de acordo com informações divulgadas pela própria companhia.

O negócio ocorreu após uma disputa que mobilizou diversos laboratórios interessados no ativo. Além da EMS, empresas como Sun Pharma, Hypera, Biolab e Aché também apresentaram propostas pela Medley.

Com fábrica em Campinas (SP), a empresa produz comprimidos, cápsulas, drágeas, líquidos, pomadas, cremes e suspensões. Ao todo, incluindo as equipes de vendas, emprega cerca de 1.800 pessoas.

Para a EMS, a aquisição deve ampliar o portfólio de medicamentos e reforçar a presença da companhia no segmento de genéricos, considerado um dos pilares de crescimento do grupo.

"A empresa construiu uma marca muito sólida e respeitada no mercado brasileiro e possui medicamentos importantes. Esta aquisição é relevante para o povo brasileiro e para a indústria nacional", afirmou Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo EMS.

"Nossos planos são, por meio da Medley, continuar dando acesso a medicamentos de qualidade a toda a população brasileira, manter sempre as operações separadas e garantir a cadeia de abastecimento da saúde."

Para a Sanofi, a venda faz parte da estratégia de concentrar investimentos em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas. A empresa informou que pretende direcionar recursos para áreas com maior potencial de impacto em tratamentos ainda pouco atendidos.

Durante o processo de aprovação da operação, a Medley continuará sendo administrada pela Sanofi, mantendo suas atividades normalmente, de acordo com a companhia.

A conclusão do negócio ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições regulatórias.

Com sede em Hortolândia (SP), o Grupo EMS atua há mais de 60 anos no setor farmacêutico e tem cerca de 12 mil funcionários no Brasil. A empresa faz parte do Grupo NC, conglomerado brasileiro controlado por Carlos Sanchez.

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Veja dicas de criação de camarão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

GLOBO RURAL Veja dicas de criação de camarão Material do Sebrae traz dicas sobre produção em viveiros, além de explicar técnicas de manejo. Por Globo Rural

Material do Sebrae traz dicas sobre produção de camarão em viveiros, além de explicar técnicas de manejo. — Foto: Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST

Quem pensa em investir na criação de camarão e não sabe por onde começar pode contar com uma ajuda simples e gratuita.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) disponibiliza uma cartilha digital com orientações básicas para quem quer iniciar na atividade.

A cartilha reúne dicas para iniciar a produção em viveiros, além de apresentar técnicas de manejo e curiosidades sobre o camarão.

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Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 11:53

Vale do Paraíba e Região Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa Principal fabricante de aviões do Brasil, a Embraer entregou 244 aeronaves no ano passado. A receita recorde foi quase 20% maior em comparação com o número de 2024. Por Léo Nicolini, g1 Vale do Paraíba e Região

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

Embraer registra mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025, maior número da história da empresa — Foto: Divulgação/Embraer

A Embraer – principal fabricante de aviões do Brasil – registrou uma receita recorde de mais de R$ 40 bilhões de receita em 2025. O número representa o o maior nível anual de todos os tempos.

De acordo com o balanço divulgado oficialmente na manhã desta sexta-feira (6), a receita foi de US$ 7,6 bilhões (R$ 41,9 bilhões) no ano passado.

O lucro líquido ajustado foi de US$ 253 milhões (R$ 1,4 bilhão), uma queda de 45% em relação ao ano anterior. Segundo a Embraer, o principal impacto foram as tarifas dos Estados Unidos.

Os destaques de 2025 foram as receitas das áreas de Defesa & Segurança e Aviação Executiva, com crescimento anual de 36% e 24%, respectivamente.

78 jatos comerciais – 44 E2s e 34 E1s155 jatos executivos – 86 leves e 69 médios3 KC-390 Millennium8 A-29 Super Tucano

O número de aeronaves entregues é 18% maior em relação a 2024, quando a empresa fez a entrega de 2026 aviões.

A margem EBIT ajustada em 2025 foi de 8,7%, enquanto o fluxo de caixa livre (sem considera a Eve, que produz os 'carros voadores') superou os US$ 491 milhões (R$ 2,3 bilhões).

🔍 Margem EBIT é um indicador de rentabilidade que mede a eficiência operacional de uma empresa, mostrando a porcentagem da receita líquida que se transforma em lucro, sem considerar as despesas financeiras e impostos.

Para 2026, a projeção da companhia brasileira é entrega entre 80 e 85 jatos comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Compass, empresa da Cosan, pede registro para abrir capital no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

A Cosan informou nesta quinta-feira (5) que entrou com pedido de oferta pública inicial de ações (IPO) na sigla em inglês) de sua controlada Compass Gás e Energia no Brasil.

O pedido foi enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado financeiro no Brasil.

Segundo a companhia, a venda das ações poderá incluir investidores de fora do país e terá a coordenação de grandes bancos, como BTG Pactual, Bank of America, Bradesco BBI, Citigroup, Itaú BBA, J.P. Morgan, Santander Brasil e XP Investimentos, que vão ajudar a organizar e oferecer os papéis ao mercado.

No mesmo dia, a Compass Gás e Energia também pediu para mudar seu nível de listagem na B3 para o Novo Mercado, um segmento da bolsa que reúne empresas com regras mais rígidas de governança e transparência. O pedido ainda está sendo analisado pela bolsa.

A Cosan informou que detalhes da operação — como a quantidade de ações que será vendida e o preço dos papéis — ainda serão definidos pelo conselho de administração. O valor final dependerá do interesse de grandes investidores no Brasil e no exterior.

A oferta só poderá acontecer depois que a CVM autorizar o registro, a B3 aprovar a mudança para o Novo Mercado e as condições de mercado forem consideradas favoráveis.

Empresa de gás natural do grupo Cosan, a Compass atua na distribuição, comercialização e infraestrutura de gás no Brasil e tem participação em ativos do setor, como a Comgás, maior distribuidora de gás canalizado do país.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO da Petrobras destaca alta de 200% no lucro: ‘Quem apostar contra vai perder’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%MoedasDólar ComercialR$ 5,277-0,17%Dólar TurismoR$ 5,4940,09%Euro ComercialR$ 6,116-0,03%Euro TurismoR$ 6,3710,05%B3Ibovespa180.407 pts-0,03%Oferecido por

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70/barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

Magda Chambriard, presidente da Petrobras, durante coletiva de imprensa sobre os resultados financeiros de 2024 — Foto: Rafa Pereira / Petrobras

O lucro obtido pela Petrobras em 2025, 200% maior do que no ano anterior, mostra os esforços da companhia para aumentar sua produção e vendas e dá um sinal claro para que os investidores continuem confiando na empresa, disse à Reuters a presidente da estatal, Magda Chambriard.

A Petrobras divulgou na véspera um lucro líquido de R$110,1 bilhões em 2025, alta de 200,8% no comparativo anual, sustentado por aumentos de produção, vendas e exportações e maior eficiência operacional, e a despeito de uma queda dos preços do petróleo ante 2024, para uma média de US$70 por barril, de acordo com o balanço.

“Quem apostar contra a Petrobras vai perder”, disse Chambriard à Reuters, ao comentar o resultado da companhia.

A CEO afirmou que a Petrobras continua observando o comportamento do mercado de petróleo, que vive uma disparada de preços desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, antes de qualquer decisão sobre eventual repasse de preços.

"Agora é olhar para a frente e ver o que a Petrobras pode entregar a seus acionistas e ao país no novo cenário de Brent que o contexto mundial está desenhando", adicionou.

Algumas distribuidoras de combustíveis já estariam se antecipando e repassando aos postos uma alta de preços pelo impacto da disparada do petróleo no mercado internacional, disse a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) na véspera.

O reajuste relatado ocorre apesar de a Petrobras, que responde por cerca de 70% do abastecimento no Brasil, não ter alterado seus preços.

O preço do diesel vendido pela Petrobras a distribuidoras está cerca de 30% abaixo da referência internacional, configurando a maior defasagem desde 2022, apontou um relatório do Goldman Sachs enviado a clientes na quinta-feira (5).

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar cai e Ibovespa sobe, de olho em conflito no Irã e novos dados de emprego nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 06/03/2026 10:40

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,2871,32%Dólar TurismoR$ 5,4891,32%Euro ComercialR$ 6,1170,73%Euro TurismoR$ 6,3680,85%B3Ibovespa180.681 pts-2,53%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (6) em alta, cotado a R$ 5,31, conforme investidores seguem cautelosos diante da escalada das tensões no Oriente Médio. Já as operações no Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam apenas às 10h.

▶️ O aumento das tensões no Oriente Médio, voltam a guiar os mercados nesta sexta-feira. Este 7º dia de conflito começou com novos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e ao Líbano. O governo americano ainda afirmou que entrou em uma nova fase da guerra, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

Com temores sobre eventuais impactos do conflito no mercado de petróleo, a commodity sinalizava mais um dia de alta nesta. Pela manhã, os índices futuros do barril do Brent, referência internacional, subiam mais de 4% perto das 9h15, cotado a US$ 89,38.

▶️ No noticiário local, as atenções seguiam voltadas aos desdobramentos da nova prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O banqueiro chegou nesta quinta-feira à Penitenciária 2 de Potim, no interior de São Paulo, e deve ficar em isolamento por 10 dias.

A nova fase da Operação Compliance Zero revelou que o banqueiro comandava uma "milícia privada" chamada "A Turma". O grupo era usado para intimidar e espionar adversários e também acessava ilegalmente sistemas sigilosos da PF, do Ministério Público Federal e da Interpol. Dois servidores do Banco Central também estariam envolvidos.

▶️ Na agenda econômica, o destaque fica com os novos dados do payroll, relatório de emprego oficial dos Estados Unidos. O indicador deve dar novos sinais sobre quais podem ser os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na condução dos juros do país.

▶️ O resultado da Petrobras, divulgado na véspera, também fica no radar. A companhia informou um lucro de R$ 110, 1 bilhões em 2025, uma alta de 200% em relação a 2024. O resultado positivo da estatal ocorreu mesmo diante de um cenário considerado desafiador, marcado pela queda nos preços do petróleo no último ano.

A escalada das tensões no Oriente Médio volta a guiar os mercados financeiros nesta sexta-feira (6), em meio às preocupações dos investidores com o bloqueio do Estreito de Ormuz e seus efeitos no mercado de petróleo.

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), almirante Brad Cooper, afirmou que os EUA entraram em uma nova fase da guerra com o Irã, que envolve um "aumento drástico" do poder de fogo sobre o território iraniano, novos ataques ao programa de mísseis de Teerã e bombardeios à "infraestrutura do regime" dos aiatolás.

“À medida que transitamos para a próxima fase desta operação, desmantelaremos sistematicamente a capacidade futura de produção de mísseis do Irã, e isso já está em andamento”, afirmou. Isso deve levar algum tempo, segundo ele.

Nesta semana, analistas do banco J.P. Morgan alertaram que o fechamento do Estreito de Ormuz pode começar a afetar o fornecimento global de petróleo em poucos dias. Caso o bloqueio continue, cerca de 3,3 milhões de barris por dia podem deixar de chegar ao mercado.

O Iraque, segundo maior produtor da Opep, já reduziu sua produção em quase 1,5 milhão de barris por dia, por falta de espaço para armazenar o petróleo e dificuldades para exportá-lo.

Já o Catar, maior exportador de gás natural liquefeito do Golfo, declarou força maior nas exportações — uma medida usada quando eventos fora do controle impedem o cumprimento de contratos. Fontes do setor dizem que pode levar pelo menos um mês para que a produção volte ao normal.

Diante das preocupações, os preços do petróleo marcavam mais um dia de alta nesta sexta-feira. Perto das 09h15, o barril do Brent, referência internacional, subia mais de 4%, cotado a US$ 89,38. Já o WTI, dos EUA, tinha alta de 5,94%, a US$ 85,78.

Os investidores também avaliam os resultados da Petrobras, divulgados na véspera. A companhia informou um lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025, resultado que representa alta de cerca de 200% em relação a 2024, quando a companhia havia lucrado R$ 36,6 bilhões. Na prática, o resultado indica que o lucro da estatal quase triplicou em um ano.

Segundo a empresa, o desempenho ocorreu mesmo em um cenário considerado desafiador, marcado pela queda de 14% no preço do petróleo tipo Brent crude oil ao longo do ano.

De acordo com a companhia, o resultado foi sustentado principalmente pelo aumento da produção de óleo e gás e pela melhora da eficiência operacional.

“O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de óleo e gás nos permitiu compensar os efeitos da queda do Brent e alcançar resultados financeiros robustos”, afirmou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, em nota.

Em Wall Street, os índices futuros do Dow Jones, do S&P 500 e do Nasdaq Composite operavam em queda.

Na Europa, os principais índices acionários também caíam nesta sexta-feira, caminhando para a pior semana em quase um ano.

Perto das 9h30, o índice pan-europeu STOXX 600 caía 1,10%. Na Alemanha, o DAX tinha queda de 0,99% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, recuava 1,12% e o FTSE 100, do Reino Unido, desvalorizava 0,67%.

Na Ásia, as ações da China e de Hong Kong encerraram uma semana em baixa, apesar da alta desta sexta-feira. O resultado refletiu o peso dos riscos geopolíticos no otimismo do mercado e as poucas surpresas nos sinais políticos da reunião parlamentar anual.

No fechamento, o índice de Xangai teve alta de 0,38%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias específicas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,27%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,72%.

Entre os demais índices da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,6%, enquanto o Kospi, de Seul, teve valorização de 0,02%.

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