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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 16:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.003 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (2), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde segunda-feira (20), todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água ‘sabor cerveja’ no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 14:44

RIBEIRÃO E FRANCA Agrishow 2026 Agrishow: produtores que começaram a plantar lúpulo no quintal apostam em água 'sabor cerveja' no interior de SP Lata de água com gás lupulada sem álcool foi uma das atrações da maior feira de tecnologia agrícola do país, em Ribeirão Preto. Casal descobriu bebida agradável ao paladar enquanto fazia testes para produzir sorvete. Por Beatriz Jacomini, g1 Ribeirão Preto e Franca

Casal de produtores de lúpulo de Araraquara (SP) descobriu água com gás sem álcool e com sabor de cerveja enquanto testavam receitas.

A bebida foi lançada na Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

Luciana Pereira e Isidro Pontes começaram a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada com a aposta de alcançar público preocupado com saúde e bem-estar.

Uma água com gás sem álcool e com sabor de cerveja foi uma das atrações da Agrishow, a maior feira de tecnologia agrícola que aconteceu esta semana em Ribeirão Preto (SP).

A bebida, lançada oficialmente no evento, foi descoberta por um acaso pelo casal de produtores de lúpulo Luciana Pereira e Isidro Pontes, de Araraquara (SP), enquanto testavam receitas com os cones de lúpulo para tentar fazer sorvete.

"Eu sabia que o lúpulo tinha em shampoo, perfume e outras coisas. Eu estava mirando em fazer sorvete e todos os dias eu chegava em casa, pegava o meu lúpulo e fazia receitas, até que cheguei em uma formulação perfeita da água saborizada", afirma Luciana.

O casal começou a produzir lúpulo de forma experimental há quatro anos, no quintal da chácara em que moram no interior de São Paulo, com a ajuda de um tio de Luciana, que é fitoterapeuta.

Aos poucos, com as dificuldades da cultura, geralmente inviável para as condições climáticas do Brasil, o conhecimento sobre o assunto foi aumentando.

"A gente estava quase desistindo. Foi quando um engenheiro agrônomo especialista nos ajudou e apoio, para continuarmos as pesquisas", diz Isidro.

Mas ter a plantação não era suficiente, e Luciana e Isidro começaram a buscar formas de escalar a produção para entrar no radar do mercado cervejeiro, não só para cervejeiros artesanais, mas também para grandes empresas.

Lançada na Agrishow, água 'sabor cerveja' é produzida a partir de produção experimental de lúpulo em Araraquara (SP). — Foto: Lúpulo Guarani/Redes sociais

De 'trator que fala' a 'trator fantasma', veja máquinas com IA que operam sozinhasComando de trator que se assemelha a 'videogame' torna rotina do produtor mais intuitiva e econômicaMáquinas com inteligência artificial 'de fábrica' são destaques; veja novidades

Com o tempo, o casal percebeu que, para competir com lúpulos importados, era necessário se atentar a questões fitossanitárias da planta, geralmente produzida em clima temperado, além de detalhes sobre o beneficiamento do produto final. Tanto que a maior parte utilizada pelas cervejarias brasileiras ainda é importada do hemisfério norte.

"A industrialização do lúpulo é extremamente delicada e de uma exigência química cirúrgica", diz Luciana.

Com a planta se desenvolvendo no quintal da chácara, Luciana e Isidro decidiram não ficar parados e começaram a buscar formas inovadoras de utilizar os pellets.

Até que, há um ano, durante alguns testes, descobriram que a matéria-prima que tinham nas mãos não só seria ótima para a produção de cervejas, como também de uma água saborizada fácil de beber – a chamada "drinkability" – que agrega todo o aroma e o frescor da plantação deles.

"O lúpulo utilizado para produzir esse lote vendido na feira foi colhido em março, ao contrário dos pallets importados que foram colhidos há dois ou três anos. A gente não briga com a indústria consagrada de importação da planta, com a água lupulada a gente quer entrar pra aprender", afirma Luciana.

Após degustações bem sucedidas em 2025, o casal decidiu lançar a bebida enlatada na Agrishow deste ano, com a aposta de alcançar um público ao mesmo tempo preocupado com saúde e bem-estar e apaixonado por cerveja. "É uma novidade que sai da mesmice do mercado", diz Isidro.

A produtora de lúpulo Luciana Pereira lançou água 'sabor cerveja' na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP0. — Foto: Matheus Vinicius

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O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Mundo O paradoxo da Noruega, país que ganha bilhões com aumento do petróleo mas o consome cada vez menos O próspero país nórdico tem uma das redes de energia menos poluentes do mundo, mas ganha muito dinheiro com a exportação de combustíveis fósseis. Por BBC

A Noruega produz e exporta petróleo e gás, mas seu consumo interno é baseado principalmente na energia limpa. — Foto: GETTY IMAGES

As bicicletas são onipresentes nas suas cidades, 98% da sua eletricidade provém de fontes renováveis e nove em cada 10 carros novos vendidos em 2024 foram veículos elétricos.

A Noruega é também o país membro da Agência Internacional de Energia em que a eletricidade representa a maior proporção do consumo total de energia. E foi um dos primeiros a criar impostos sobre as emissões de carbono.

Mas, ao mesmo tempo, o país não deixa de aumentar sua produção de gás e petróleo e exportar massivamente os combustíveis fósseis contaminantes.

Esses recursos representam a maior fonte de receita do Estado norueguês e formam o pilar do famoso fundo soberano, o chamado "Fundo do Petróleo", que garante a solvência do generoso sistema de aposentadorias e bem-estar do país.

Essa contradição entre a descarbonização interna e seu papel como grande exportador global de combustíveis fósseis é conhecida como "paradoxo norueguês" e gera, há anos, um intenso debate político e social.

De um lado, grupos ambientalistas e jovens ativistas exigem compromissos concretos e um calendário para reduzir a atividade petrolífera. Do outro, o setor do petróleo e gás defende sua importância para a economia e as centenas de milhares de empregos gerados por ele.

A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços globais do petróleo e gás causado pelo bloqueio do estratégico Estreito de Ormuz geraram enormes e inesperados benefícios para a Noruega, mas também reabriram um dos seus debates internos mais incômodos.

"Para um ambientalista norueguês como eu, é claro que essa é uma situação vergonhosa", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o presidente da associação ecologista Amigos da Terra Noruega, Truls Gulowsen.

A Noruega é um dos países mais desenvolvidos do mundo, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. E o setor de energia é a sua principal fonte de riqueza.

As exportações do setor representam mais de 60% do total dos produtos vendidos para o exterior e somam mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

O Estado mantém participação majoritária no conglomerado Equinor, o principal operador da plataforma continental norueguesa, e destina a maior parte dos seus benefícios ao fundo soberano.

No final de 2025, o fundo contava com ativos no valor estimado de US$ 1,9 trilhão (cerca de R$ 9,4 trilhões), o equivalente a US$ 350 mil (R$ 1,7 milhão) por cidadão do país.

As exportações de petróleo e gás desempenham papel fundamental na economia da próspera Noruega — Foto: KRISTIAN HELGESEN/GETTY IMAGES

No contexto atual de 2026, as tensões no Oriente Médio indicam que esses números continuarão aumentando.

O Estado norueguês recebeu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 24,7 bilhões) a mais desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. E a Bolsa de Valores da capital norueguesa, Oslo, bateu recordes graças às companhias locais do setor de energia.

O governo trabalhista tentou neutralizar a ideia de que o país que concede o Prêmio Nobel da Paz vem enriquecendo com os transtornos da guerra.

O ministro das Finanças norueguês e ex-secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, destacou que esse é um paradoxo, já que a Noruega "se beneficia mais da paz".

Mas, como afirmou a colunista da rede pública norueguesa de rádio e televisão NRK, Cecilie Langum Becker, "a dura realidade é que, quando o mundo está em chamas, o dinheiro flui para o nosso orçamento estatal".

Essa dinâmica já havia ficado clara em 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia reduziu drasticamente as exportações de Moscou para a Europa. Desde então, a Noruega surgiu como o último fornecedor confiável de um continente assolado pela crise energética.

"Fornecemos, hoje, cerca de 30% do gás e 15% do petróleo que é consumido na Europa, para onde enviamos 90% das nossas exportações", explica à BBC a analista Thina Saltvedt, da empresa financeira Nordea.

O debate sobre as exportações de combustíveis fósseis está presente na Noruega há anos. — Foto: PAUL S. AMUNDSEN/GETTY IMAGES

Apesar das suas jazidas petrolíferas, a Noruega possui, há décadas, uma das infraestruturas mais limpas da Europa, graças à sua rede hidrelétrica.

Em 1991, o governo norueguês criou um imposto ao carbono, para promover a energia limpa. Em 2005, incentivos transformaram o país no líder mundial em carros elétricos. E, em 2017, o Parlamento da Noruega aprovou a Lei do Clima, para reduzir as emissões em 50% até 2030.

Os conflitos na Ucrânia e no Irã obrigaram até mesmo os partidos mais "verdes" a aceitar que o gás norueguês é um "mal necessário" para a segurança energética da Europa.

Para Gulowsen, a narrativa dominante, agora, é que a instabilidade global justifica a aposta nos hidrocarbonetos.

"Fala-se em abrir áreas em águas profundas do Ártico, que são ambientes vulneráveis onde não deveria haver exploração, em nenhuma hipótese."

O governo norueguês quer continuar desenvolvendo a indústria petrolífera e aprovou novas licenças de exploração. — Foto: CHRIS RATCLIFFE/GETTY IMAGES

O governo do primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, ofereceu recentemente 57 novas licenças de exploração.

"Continuaremos buscando mais petróleo para fornecer à Europa, prometeu Støre. Ele aposta no "desenvolvimento" da indústria, em vez de estabelecer "fases de saída".

Apesar da pressão dos setores mais jovens do seu partido, Støre não tem intenção de defender um calendário de abandono. Pelo contrário, ele aposta na zona menos explorada do país (o mar de Barents) para compensar a queda das jazidas atuais.

Frode Alfheim, do sindicato Industri Energi, relembrou à BBC News Mundo a importância social do setor.

"Estamos falando de mais de 200 mil postos de trabalho diretos", destaca ele. "Não é o momento de deixar a Europa sem fornecimento."

"Cada vez mais pessoas se dão conta de que há um pôr do sol no horizonte. Mas será doloroso."

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Governo alerta para impacto do envelhecimento da população sobre sistemas previdenciário e de saúde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 04:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Idosos na fila para se vacinar contra a gripe, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O envelhecimento da população brasileira pressionará o sistema previdenciário brasileiro e, também, a área de saúde no futuro. Por outro lado, será possível gastar menos com educação.

🔎As informações constam no projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027, enviado ao Congresso Nacional em abril deste ano.

De acordo com as estimativas do governo, o sistema previdenciário será fortemente afetado, com o déficit do INSS quadruplicando até 2100. Governo e especialistas apontam a necessidade de uma nova reforma da Previdência (veja mais abaixo).

O sistema de saúde, por sua vez, demandará recursos já nos próximos anos. A estimativa do governo é de que serão necessários mais R$ 121 bilhões até 2036. A lógica é que a população de maior idade "demanda proporcionalmente" mais serviços de saúde.

Ao mesmo tempo, o governo diz que o setor de educação poderá contar com R$ 30,2 bilhões a menos pelo fato de que o "tamanho da população jovem tem caído não apenas em termos relativos, mas também em termos absolutos".

"Nas próximas décadas, o Brasil passará por profunda modificação de sua estrutura etária, com aumento do número de idosos na população e redução do número de jovens. Tal transformação demográfica impõe desafios às políticas públicas, na medida em que influi diretamente sobre a demanda por diferentes formas de atuação estatal", diz o governo, na LDO.

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi foi consolidado no texto da Constituição Federal de 1988, sendo que sua gestão é "solidária e participativa" entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios.

➡️Ao mesmo tempo em que oferece acesso universal à saúde no Brasil, o SUS enfrenta problemas de financiamento e, também, de acesso, ou seja, dificuldade na marcação de consultas e exames.

Estudo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, concluiu que o Brasil possui "crônico subfinanciamento" do Sistema Único de Saúde (SUS) na comparação com os países mais ricos — que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Falta em consultas chegam a 57 mil no SUS em Piracicaba; vagas perdidas poderiam ter zerado fila, diz Saúde — Foto: Reprodução/EPTV

A educação pública, por sua vez, também funciona em regime de colaboração entre municípios, estados, Distrito Federal e a União (governo federal).

🔎Os municípios atuam principalmente na educação infantil e no ensino fundamental, sobretudo nos anos iniciais. Os estados se concentram mais nos últimos anos do ensino fundamental, e no ensino médio. E o governo federal fica, principalmente, com o ensino superior, além de coordenar as políticas e definir diretrizes.

Desde a aprovação do arcabouço fiscal, em 2023, as despesas de saúde e educação da União voltaram a estar atreladas à arrecadação federal (15% da receita líquida e as de educação, a 18%), com alta acima da inflação. Estados e municípios também têm um piso de aplicação de recursos nestas áreas.

No sistema previdenciário de repartição, usado no Brasil, as contribuições dos trabalhadores ativos são utilizadas para pagar os benefícios dos aposentados e pensionistas, sem a formação de um fundo individual para cada segurado.

Por isso, o governo avalia que o envelhecimento populacional vai gerar problemas maiores de financiamento nas próximas décadas, quando haverá menos trabalhadores na ativa para financiar um contingente maior de aposentados.

Para 2026, a previsão é de que o déficit do INSS atingirá 2,49% do PIB, ou R$ 338 bilhões;Para 2100, a expectativa é de que o rombo totalizará 10,41% do PIB, ou R$ 28,44 trilhões.A comparação na proporção com o PIB é considerada mais apropriada por especialistas.

O governo estima que, em 2060, para cada pessoa com mais de 60 anos, teremos 1,6 pessoa com idade entre 16 e 59 anos. Essa relação, diz a LDO, é "substancialmente inferior à atual, que está em 4,6 indicando um progressivo comprometimento da base de sustentação da previdência social".

"Embora o Brasil ainda tenha uma estrutura etária relativamente jovem, a forte queda nas taxas de fecundidade associadas às quedas nas taxas de mortalidade levarão a um rápido processo de envelhecimento da população e a uma redução acentuada da participação dos jovens no total da população, gerando grandes pressões por mudanças nas políticas públicas de forma geral e especificamente na previdenciária", avalia o governo federal.

O aumento no rombo previdenciário, estimado pelo governo, ocorrerá mesmo após a reforma da Previdência Social feita em 2019 no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro.

Entre as mudanças, foi instituída uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos mulheres e de 65 anos homens. Também foi fixado um tempo mínimo de contribuição de 15 anos para mulheres e de 20 anos para homens.Foi determinado um sistema de pontos na regra de transição, que combina o tempo mínimo de contribuição e a idade, além de mudanças no cálculo para o benefício integral.

No ano passado, o então secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que que o sistema previdenciário brasileiro está pressionado e que esse tema precisará ser discutido, inevitavelmente, em até dez anos.

Analistas do setor privado avaliam que uma nova reforma da Previdência é inevitável. Entre as medidas necessárias, eles elencam:

aumento da idade mínima na aposentadoria rural (hoje, de 55 anos para mulheres e de 60 para homens);mudanças no regime do Microempreendedor Individual (MEI), que paga contribuição menor;criação de um mecanismo de ajuste automático (por exemplo, elevar a idade mínima ou reduzir benefícios conforme sobe a expectativa de vida);fim das regras especiais para aposentadoria de servidores estaduais e municipais;fim da paridade e da integralidade para militares.

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Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 03:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Lavanderia no Japão viraliza ao dar ‘banho de spa’ em bichos de pelúcia Serviço japonês viraliza ao restaurar pelúcias com técnica delicada e atrai clientes do mundo todo em busca de limpeza que preserva memórias afetivas. Por France Presse

Um serviço de lavanderia no Japão viralizou ao restaurar bichos de pelúcia com técnicas delicadas, tratando cada peça quase como um objeto de cuidado afetivo.

Com 30 anos de experiência, o profissional Masakazu Shimura limpa manualmente os brinquedos, avaliando material e estado para preservar suas fibras e características originais.

A repercussão nas redes sociais impulsionou o negócio, que hoje atende mais de 10 mil pelúcias por ano e atrai clientes de diversos países.

Muitos clientes buscam não só a limpeza, mas a preservação de marcas e memórias, já que veem os brinquedos como parte da família.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Um Pikachu surrado, ursos de pelúcia gastos ou animais felpudos manchados são os clientes VIP de um meticuloso serviço de lavanderia japonês que viralizou nas redes sociais por deixar estes brinquedos brilhando como novos.

Masakazu Shimura, profissional de limpeza com 30 anos de experiência deu um bom banho a vapor a um boneco de Pokémon, escovando-o com cuidado após esfregá-lo delicadamente com espuma, quase como se estivesse cuidando de um bebê recém-nascido.

Os vídeos dos rigorosos cuidados que os bichos de pelúcia recebem em seu local de trabalho, a Cleaning Yonmarusan, conquistaram fãs na internet e atraíram clientes de todo o mundo para este serviço especializado em tecidos de alta qualidade.

Com base em sua perícia e experiência na limpeza de todo tipo de item, de camisas sociais a barracas de acampamento, Shimura lava e restaura as delicadas fibras dos bichos de pelúcia.

"Enquanto lavo à mão, sinto com cuidado que tipo de material é e avalio o seu estado, entre outras coisas, massageando-o suavemente com as mãos", explicou à AFP.

Shimura é um dos 12 profissionais de limpeza certificados da Yonmarusan, uma rede regional de Yamanashi, a oeste de Tóquio.

Embora a empresa limpe bichos de pelúcia há décadas, o negócio viveu um boom graças a publicações virais nas redes sociais nos últimos anos, impulsionado pela adoração da Geração Z por pelúcias e pelo amor do Japão por tudo o que é "lindo e fofo".

Atualmente, o serviço limpa mais de 10.000 pelúcias por ano, em comparação com cerca de 1.200 há uma década.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

Algumas pessoas chegam até a "vir ao Japão especificamente com o propósito de mandar limpar seus bichos de pelúcia", conta Hisako Mori, gerente de relações públicas da empresa.

"Enquanto a limpeza é feita, elas aproveitam para viajar pelo Japão. Ao final da viagem, recolhem seus bichos de pelúcia antes de voltar para casa", explicou.

Shimura relata que alguns clientes querem conservar arranhões ou rabiscos específicos, já que essas marcas por vezes carregam lembranças preciosas.

"Estes itens guardam memórias especiais. Isso também é verdade para as roupas, mas ainda mais para os bichos de pelúcia, que sabemos que nossos clientes veem como membros da família", destacou.

Empresa de limpeza viraliza no Japão por serviço de 'spa para pelúcias' — Foto: PHILIP FONG / AFP

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Spirit Airlines se prepara para encerrar suas operações neste sábado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%MoedasDólar ComercialR$ 4,977-0,48%Dólar TurismoR$ 5,182-0,56%Euro ComercialR$ 5,836-0,06%Euro TurismoR$ 6,091-0,1%B3Ibovespa184.750 pts-2,05%Oferecido por

Um Airbus A319 da Spirit Airlines se aproxima do Aeroporto Regional de Manchester Boston para pouso, em 2 de junho de 2023 — Foto: Charles Krupa / AP

A companhia aérea de baixo custo em falência Spirit Airlines está se preparando para encerrar as operações por volta das 4h da manhã (horário de Brasília) deste sábado (2), disseram à Reuters duas pessoas próximas às negociações na noite de sexta-feira (1).

Uma reunião do conselho da empresa terminou sem acordo para salvar a companhia, segundo uma das fontes.

O colapso da Spirit resultará em milhares de demissões e marca a primeira falência de uma aérea, em parte, devido à duplicação dos preços do combustível de aviação durante a guerra com o Irã, iniciada há dois meses.

É também um revés para o presidente Donald Trump, que havia proposto US$ 500 milhões para salvar a empresa, apesar da oposição de aliados e de muitos republicanos no Congresso.

Nenhuma companhia aérea americana do porte da Spirit — que já respondeu por 5% dos voos nos EUA — foi liquidada nas últimas duas décadas. A empresa ajudava a manter tarifas mais baixas nos mercados em que competia com grandes companhias.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, disse à Reuters que tentou encontrar compradores para a Spirit, sem sucesso. “O que alguém compraria?”, questionou.

A empresa deve iniciar um encerramento ordenado das atividades, suspendendo voos durante a noite, reposicionando aeronaves para devolução e liberando tripulações, disse uma das fontes.

“O governo Trump fez um esforço extraordinário para tentar salvar a Spirit, mas não se pode dar vida a um cadáver. Diante disso, a empresa deve deixar claras suas intenções pelo bem de clientes e funcionários”, afirmou um credor envolvido nas negociações.

Na sexta-feira, Trump afirmou que a Casa Branca apresentou uma proposta final à Spirit e seus credores para tentar resgatar a empresa.

O presidente Donald Trump caminha para falar com repórteres enquanto se prepara para embarcar no helicóptero Marine One no gramado sul da Casa Branca, na sexta-feira, 1º de maio de 2026, em Washington — Foto: Mark Schiefelbein / AP

O governo também entrou em contato com outras companhias para discutir como acomodar passageiros com passagens da Spirit. United Airlines, American Airlines, Frontier Airlines e JetBlue Airways informaram que estão se preparando para atender esses clientes.

A presidente da Associação de Comissários de Bordo, Sara Nelson, afirmou que o destino da Spirit estava nas mãos de Trump e que um fechamento pode eliminar quase 20 mil empregos.

O governo chegou a propor um financiamento de US$ 500 milhões em troca de participação equivalente a 90% da empresa, mas houve divergências internas e nem todos os credores concordaram com o plano.

A Spirit havia negociado um acordo com credores para sair da recuperação judicial até meados de 2026, mas os planos foram frustrados após a guerra elevar os preços do combustível.

A companhia projetava custos de cerca de US$ 2,24 por galão em 2026, mas até o fim de abril o valor havia subido para aproximadamente US$ 4,51 — mais que o dobro do previsto.

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De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 02/05/2026 02:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De projeto escolar a negócio milionário: jovem cria tecnologia que leva água a 16 estados Startup fundada por empreendedora baiana transforma tecnologia simples em impacto social e já atende 16 estados. Por Pegn — São Paulo

A baiana Anna Luísa Besserra criou um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU). Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico.

Ter acesso à água potável ainda está longe de ser realidade para milhões de brasileiros. Segundo o Instituto Trata Brasil, cerca de 35 milhões de pessoas vivem sem água limpa no país.

Foi diante desse cenário que uma ideia nascida dentro da escola se transformou em um negócio de impacto – e em uma empresa que hoje leva água segura a comunidades em todo o Brasil.

Aos 15 anos, a baiana Anna Luísa Besserra decidiu que queria usar a ciência para transformar vidas. A partir de pesquisas, desenvolveu um sistema capaz de tornar a água potável usando apenas a luz do sol.

“Eu queria ser alguém que pudesse transformar a vida das pessoas. E, para mim, a ciência era a única forma possível de fazer isso”, afirma.

Com investimento inicial de cerca de R$ 5 mil, o projeto evoluiu de protótipo para produto. Mas, para escalar a tecnologia, a jovem precisou ir além da ciência e aprender a empreender.

Ainda adolescente, começou a testar modelos de negócio até encontrar o caminho: parcerias com empresas interessadas em financiar a distribuição dos equipamentos como parte de projetos de responsabilidade social.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

A virada veio com a conquista de um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), que deu visibilidade à solução e facilitou o acesso a novos clientes.

A partir daí, a startup passou a atuar principalmente no modelo B2B (venda para empresas) e começou a estruturar também a atuação com governos, ampliando o alcance da tecnologia.

Em seis anos, a produção de filtros saltou de 100 unidades em 2019 para 900 em 2025 — um crescimento de nove vezes. Ao todo, já são cerca de 2.800 equipamentos distribuídos.

Hoje, a empresa impacta cerca de 40 mil pessoas e está presente em 16 estados brasileiros, além de países como Equador e Porto Rico. O faturamento acompanha a expansão: a expectativa é fechar 2025 com cerca de R$ 2 milhões.

Na Bahia, uma das comunidades beneficiadas é o Quilombo do Dandá, em Simões Filho. Com a instalação dos filtros, moradores passaram a ter acesso regular à água de qualidade, com melhora direta na saúde e na rotina.

Apesar do crescimento, a empreendedora afirma que o principal objetivo ainda é ampliar o impacto. Isso porque o problema está longe de ser resolvido: mais de 2 bilhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso adequado à água potável e saneamento.

“Claro que o faturamento é importante, mas ele é consequência do impacto que a gente gera. O que a gente quer é crescer esse impacto”, diz.

De projeto escolar a negócio milionário: jovem leva água potável a 16 estados — Foto: Reprodução/PEGN

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‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 01:44

Mundo ‘Iguarias banhadas em sangue’: caçadores de trufas arriscam a vida em meio a minas terrestres na Síria Trufas são vendidas por até US$ 50 kg e se tornaram uma importante forma de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste do país. Por Deutsche Welle

Conhecidas no país como a “iguaria banhada em sangue”, as trufas podem ser vendidas por até US$ 50 o quilo e se tornaram uma das poucas formas de sobrevivência para moradores da região de Deir El-Zour, no nordeste sírio.

Caçadores na Síria se arriscam apra encontrar trufas em meio a minas terrestres — Foto: Reprodução/DW

Diante de uma paz ainda frágil, os caçadores enfrentam ataques de grupos armados, como o Estado Islâmico. Mas o maior risco continua sendo o das minas terrestres espalhadas pelo território após anos de guerra.

"A gente vê as minas com os nossos próprios olhos. Ou seja, andamos e recolhemos trufas em meio a minas espalhadas pelo chão. Mas fazer o quê? Uma mina explodiu a nossa caminhonete. Agora o meu braço está quebrado e as minhas costas, cheias de estilhaços", contou o caçador de trufas Hassan Al-Daham Al-Hassan.

Outro caçador, Hamza Al-Mohammad, também ficou gravemente ferido após a explosão de uma mina terrestre. Segundo ele, não havia nenhum aviso sobre o perigo na área.

"Onde eu estava coletando trufas não tinha nenhum aviso,ninguém nos disse para não nos aproximarmos daquela área. Espero que o governo encontre uma solução para esse problema das minas terrestres, porque todos os dias há explosões que atingem pessoas. Isso virou um desastre", disse Hamza.

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Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/05/2026 00:44

Agro Acordo UE-Mercosul: veja os produtos protegidos contra imitação — e que podem deixar de ser feitos no Brasil Produtos são protegidos por indicação geográfica (IG). Champanhe, conhaque e presunto tipo Parma estão na lista, mas as empresas terão tempo para se adaptar. Alimentos tradicionais do Brasil também passam a ter proteção contra falsificação. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29).

Alimentos que são considerados tradicionais dos países membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual, protegidos contra imitação.

Com isso, produtos como champagne, conhaque e presunto tipo parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus.

Contudo, o acordo também prevê um período para as empresas se adaptarem, que pode durar até 10 anos.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia começou a valer nesta sexta-feira (29). Com isso, alimentos tradicionais dos países-membros dos dois blocos passam a ser considerados propriedade intelectual e ficam protegidos contra imitações.

Essa proteção é chamada de indicação geográfica (IG). Na prática, nenhum outro país poderá fabricar ou comercializar produtos com o mesmo nome.

Produtos como champanhe, conhaque e presunto tipo Parma devem deixar de ser fabricados no Brasil, por terem indicação geográfica de países europeus. O acordo, porém, prevê um período de adaptação para as empresas, que pode chegar a 10 anos.(veja mais abaixo)

O Brasil também tem alimentos com indicação geográfica na lista do acordo. Ao todo, são 37 produtos, entre eles a cachaça e o queijo Canastra.

Os outros países do Mercosul têm principalmente vinhos na lista, como o 25 de Mayo, da Argentina, e o Bella Unión, do Uruguai.

O registro é concedido por cada país, conforme suas próprias leis, a produtos ou serviços característicos de seu local de origem.

Para entrar no acordo, o Estado precisa solicitar a inclusão do item na lista de proteção. Esses produtos constam na versão final do acordo divulgada pelo governo em dezembro de 2024.

A fiscalização para prevenir fraudes cabe a cada país-membro dos blocos. Eles devem combater produtos enganosos — tanto os que não vêm do local de origem, mas usam o mesmo nome, quanto os fabricados na região fora das regras.

Também será proibido o uso de termos como “tipo”, “estilo”, “imitação” ou “semelhante” nas embalagens.

Por outro lado, o acordo prevê exceções. Elas se aplicam a casos em que o nome do produto é amplamente usado, sem relação direta com o local de origem protegido.

Nesse caso, o termo pode continuar a ser usado por empresas que já têm a marca registrada. Porém, há condições: elas não podem fazer referência à indicação geográfica, seja por meio de imagens, bandeiras ou nomes.

⚠️ EXEMPLO: O queijo italiano “Parmigiano Reggiano” não impedirá o uso do termo "parmesão" no Brasil, desde que o produto não se passe pelo original.A mesma regra vale para os queijos gorgonzola, fontina, grana e gruyère, além das bebidas genebra e steinhaeger.

O documento lista as empresas autorizadas a continuar usando esses nomes, conforme as condições previstas para cada produto. Essas marcas terão 12 meses, após a entrada em vigor do acordo, para se adaptar às novas regras.

Nessa exceção, o nome poderá continuar sendo usado por um prazo determinado, contado a partir da validação do acordo. Nesse caso, a embalagem deve indicar a origem do produto, como informar que foi feito no Brasil.

5 anos: Münchener Bier; Pont-l'Évêque; Reblochon ou Rebleusson; Asiago; Taleggio; Tokaj, tokaji ou Tocai; Margot.7 anos: Feta; Roquefort; Saint-Marcellin; Bordô; Conhaque; Presunto tipo Parma; Grappa ou Grapa.10 anos: Champagne; Mortadela Bologna ou Mortadela tipo Bologna; Prosecco ou Proseco.

Essas proteções são comuns entre países. O Brasil já prevê em lei, independentemente do acordo entre os dois blocos, regras próprias de indicação geográfica.

Na legislação, trata-se de alimentos que apresentam qualidade "única" por causa de recursos naturais (como solo, vegetação e clima) e do modo de produção, segundo o Ministério da Agricultura.

➡️ Indicação de procedência: nome geográfico de país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou serviço.➡️ Denominação de origem: nome geográfico que identifica produto ou serviço cujas características são exclusivas ou essencialmente determinadas pelo local, incluindo fatores naturais e humanos.

O Ministério da Agricultura é uma das instâncias responsáveis por conceder a indicação geográfica.

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Petrobras eleva preço do gás natural em 19,2% a partir desta sexta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/05/2026 23:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%MoedasDólar ComercialR$ 4,952-0,99%Dólar TurismoR$ 5,155-1,09%Euro ComercialR$ 5,811-0,48%Euro TurismoR$ 6,064-0,54%B3Ibovespa187.318 pts1,39%Oferecido por

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, a partir desta sexta-feira (1º).

O reajuste afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras.

Segundo a Petrobras, os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

A Petrobras anunciou um aumento médio de 19,2% no preço da molécula do gás natural vendido às distribuidoras, com vigência a partir desta sexta-feira (1º). Os valores são ajustados a cada três meses.

A alta afeta o gás canalizado e o GNV usado em veículos. O impacto ao consumidor, no entanto, varia conforme tributos e as tarifas das distribuidoras. O aumento não atinge o gás de botijão (GLP), que segue outras regras de reajuste.

A Petrobras informou que os contratos de venda de gás natural acompanham a variação do petróleo tipo Brent, do câmbio e, desde o início do ano, também do índice Henry Hub.

🔎 O Henry Hub é o principal índice de referência do preço do gás natural nos Estados Unidos, baseado nas negociações em um ponto de distribuição na Louisiana e amplamente usado como referência global de preços.

No período considerado, o preço do Brent subiu cerca de 24,3%, enquanto o gás natural nos EUA, medido pelo Henry Hub, caiu 14,1%, informou a Petrobras. Já o real se valorizou 2,5% frente ao dólar.

"As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024", afirmou, em nota, a estatal.

Ainda segundo a Petrobras, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução de 26% desde dezembro 2022, incluindo o efeito da atualização desta sexta-feira. (veja a nota na íntegra mais abaixo)

A Petrobras também elevou nesta sexta-feira o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) às distribuidoras. A companhia informou o reajuste citando um “contexto excepcional causado por questões geopolíticas”.

O aumento corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao preço do mês anterior. O comunicado informa ainda que a Petrobras seguirá oferecendo ao mercado a opção de parcelar parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", completou.

Os preços do petróleo vêm subindo desde que EUA e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro, o que levou ao fechamento do Estreito de Ormuz e à interrupção do transporte de cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito.

A partir de 01/05/26 os preços de venda da molécula de gás natural da Petrobras para as distribuidoras serão atualizados, com aumento médio de cerca de 19,2% em relação ao trimestre anterior.

Os contratos de venda de gás natural às distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e tradicionalmente vinculam esta variação, para cima ou para baixo, às oscilações do petróleo Brent, da taxa de câmbio R$/US$ e, desde o início do ano, também para variação do Henry Hub. 

No período de aferição, a referência do petróleo Brent subiu aproximadamente 24,3%, a referência do Henry Hub caiu aproximadamente 14,1% e o câmbio teve apreciação de 2,5% (isto é, a quantia em reais para se converter em um dólar reduziu 2,5%). 

Os contratos de venda de gás natural celebrados pela Petrobras com as distribuidoras já contam com dispositivo comercial (média trimestral de variação dos índices) que tem o objetivo de mitigar a volatilidade de curto prazo das variáveis de indexação. As efetivas variações finais dos preços por distribuidora dependerão dos produtos contratados e dos volumes efetivamente retirados, considerando os prêmios de Incentivo à Demanda e Performance criados pela Petrobras a partir de 2024.

Importante destacar que, desde dezembro 2022, o preço médio da molécula vendido às distribuidoras acumula uma redução da ordem de 26%, incluindo o efeito da atualização de maio.

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