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Consumidores de açúcar dos EUA pedem que governo permita mais importações com tarifas reduzidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 18:48

Agro Consumidores de açúcar dos EUA pedem que governo permita mais importações com tarifas reduzidas Associação afirma que a oferta de açúcar nos EUA está abaixo do necessário e defende mais importações. Pedido contrasta com a nova taxação imposta ao açúcar brasileiro. Por Reuters — São Paulo

A associação que representa empresas consumidoras de açúcar nos Estados Unidos, a (Sweetener Users Association (SUA), pediu nesta sexta-feira (17) que o governo amplie as importações do produto com tarifas reduzidas. Segundo a entidade, os estoques no país caíram para um nível abaixo do considerado adequado pelas autoridades americanas.

A entidade defende que o governo redistribua cotas de importação com tarifas reduzidas (TRQs) hoje destinadas a países que não utilizam todo o volume disponível para outros exportadores com capacidade de abastecer o mercado americano.

Segundo a associação, o relatório mais recente de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou uma redução de 145.870 toneladas nas entregas de açúcar. Para a entidade, esse cenário justifica uma flexibilização das importações para ampliar a oferta do produto.

O pedido vai na direção oposta à defendida pelos produtores de açúcar dos Estados Unidos. A American Sugar Alliance, que representa o setor, afirma que as importações acima das cotas atuais já pressionam os preços no mercado interno e defende que o governo mantenha as restrições às compras externas.

O debate ocorre poucos dias após o governo do presidente Donald Trump anunciar uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros, entre eles o açúcar. A medida foi criticada por representantes do setor sucroenergético brasileiro, que argumentam que o acesso do produto ao mercado americano já é limitado por um sistema de cotas de importação.

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Trump culpa Canadá por fumaça de incêndios florestais e ameaça cobrar ‘custo da poluição’ com tarifas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 17:48

Mundo Trump culpa Canadá por fumaça de incêndios florestais e ameaça cobrar 'custo da poluição' com tarifas Presidente americano afirmou que país vizinho vem negligenciando preservação ambiental há anos, o que abriu margem para que as chamas se alastrassem Por Redação g1

Pedestre usa máscara em meio a poluição em Nova York; qualidade do ar está baixa na cidade devido à fumaça de incêndios florestais no Canadá — Foto: Angela Weiss/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou o goveno canadense pelos incêndios que vêm atingindo o país e gerado espessas núvens de fumaça nos dois territórios. Em declaração nesta sexta-feira (17), o republicano afirmou que o país vizinho tem negligenciado a preservação de suas áreas verdes há anos, o que está custando "bilhões de dólares" aos EUA.

Trump afirmou que ligará para o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, para saber quais são os planos de Ottawa para combater as queimadas. "O custo dessa poluição deve, necessariamente, ser acrescentado às tarifas que o Canadá paga atualmente", disse, em publicação nas redes sociais.

"Como resultado, os Estados Unidos estão sendo desnecessariamente invadidos por um ar sujo, poluído e prejudicial à saúde, cuja qualidade é perigosa e totalmente inaceitável", continuou o americano.

➡️ O prolongamento dos focos de incêndio é uma consequência das mudanças climáticas, à medida em que a onda de calor que atinge o hemisfério norte atrapalha o combate às chamas.

Trump é negacionista do aquecimento global e já chegou a chamar as mudanças climáticas de farsa em um discurso na ONU no ano passado. As declarações contrastam com dados científicos de organismos internacionais.

Segundo os dados mais recentes do Centro Interagências Canadense de Incêndios Florestais (CIFFC) canadenses, 207 incêndios estão fora de controle, de um total de 897 focos ativos.

Cidade de Toronto coberta pela fumaça de incêndios florestais em 15 de julho de 2026 — Foto: Reuters/Kyaw Soe Oo

A fumaça dos incêndios, transportada pelos ventos, provocou uma deterioração extrema da qualidade do ar em Toronto, a cidade mais populosa do Canadá, e também no leste dos Estados Unidos. De acordo com dados compilados pela empresa suíça IQAir, Detroit, Chicago e Washington estavam entre as cidades mais poluídas do mundo por volta das 14h desta sexta.

Até o momento, a temporada de incêndios tem sido muito menos intensa do que a do ano recorde 2023 ou a de 2025, mas a força das chamas se agravou significativamente na última semana.

Cerca de 2,8 milhões de hectares já foram consumidos pelo fogo desde o início do ano, segundo os dados oficiais mais recentes do governo federal do Canadá. Na última sexta-feira (10), esse total era de quase 1,6 milhão de hectares.

A Estátua da Liberdade no porto de Nova York é vista através de uma camada de fumaça de incêndio florestal em Jersey City, Nova Jersey, EUA, em 16 de julho de 2026. — Foto: REUTERS/Mike Segar

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França bloqueia Polymarket e diz que plataforma opera de forma ilegal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 16:47

Tecnologia França bloqueia Polymarket e diz que plataforma opera de forma ilegal Autoridade reguladora determinou que provedores de internet impeçam o acesso ao site e afirma que a plataforma expõe usuários a riscos financeiros e pode permitir apostas suscetíveis à manipulação. Por Redação g1 — São Paulo

A França bloqueou o acesso ao site de apostas Polymarket, informou nesta sexta-feira (17) a autoridade responsável por regular o setor de jogos de azar no país. Segundo o órgão, a plataforma pode expor usuários a perdas financeiras significativas e oferece apostas que podem ser manipuladas.

Em comunicado, o regulador afirmou que, na quinta-feira (16), determinou que os provedores de internet franceses impedissem o acesso ao Polymarket, explica a Reuters em reportagem. De acordo com a autoridade, o site, que tem uma grande audiência, opera uma oferta de apostas considerada ilegal pela legislação francesa.

Um porta-voz do órgão disse que o bloqueio permanecerá em vigor enquanto a plataforma não estiver em conformidade com as regras do país para o mercado de apostas.

Nos últimos meses, autoridades de diferentes países têm aumentado a fiscalização sobre plataformas de mercados de previsão, como Polymarket e Kalshi. Esses serviços permitem que usuários apostem dinheiro em eventos futuros, como resultados de eleições, partidas esportivas ou acontecimentos políticos e econômicos. O valor das apostas varia de acordo com a probabilidade atribuída a cada resultado.

A Polymarket é uma das maiores plataformas de chamado mercado de previsões — Foto: AFP via Getty Images/BBC

Em maio, o governo da Espanha suspendeu temporariamente as operações da Polymarket e da Kalshi no país. Já em junho, o principal órgão regulador do mercado de derivativos dos Estados Unidos divulgou uma proposta de novas regras para esse tipo de plataforma.

Além de esportes e eleições, as plataformas permitem apostas sobre temas como conflitos internacionais, incluindo as guerras na Ucrânia e no Irã.

Parlamentares e autoridades defendem regras mais rígidas para esse mercado. Segundo eles, algumas modalidades de apostas não têm utilidade econômica e podem representar riscos ao interesse público.

No comunicado, o regulador francês afirmou que usuários estavam fazendo apostas sobre a previsão do tempo e alertou que esse tipo de mercado pode ser vulnerável ao uso de informações privilegiadas – dados não públicos que podem dar vantagem indevida a quem aposta.

Uma fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters no mês passado que a receita anualizada da Polymarket já ultrapassou US$ 1 bilhão (R$ 5,13 bilhões). Receita anualizada é uma estimativa do faturamento da empresa em um período de 12 meses, calculada com base no desempenho atual.

O Brasil também entrou na dança. Em maio, o governo federal bloqueou 27 plataformas de predição. Do mesmo balaio que a Polymarket, permitiam apostas atreladas a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

A avaliação é semelhante a dos outros países de que esse tipo de plataforma expõe brasileiros a riscos financeiros e opera em desconformidade com a legislação brasileira.

Representantes do governo disseram ainda que, desde 2023, vem adotando uma regulação mais firme do setor de apostas e que atua para fechar as portas de empresas que tentam operar de forma irregular no país.

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China proíbe namorados criados por IA para combater dependência emocional

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 16:47

Tecnologia China proíbe namorados criados por IA para combater dependência emocional Medida implementada nesta quarta-feira (15) foi recebida com tristeza e perplexidade por alguns usuários. Por France Presse

A China aplica, a partir desta quarta-feira (15), uma regulamentação que acaba com os "namorados" virtuais criados por inteligência artificial, com o objetivo de combater a dependência emocional de chatbots. A medida foi recebida com tristeza e perplexidade por alguns usuários.

O fenômeno dos namorados e namoradas virtuais cresce no mundo, ao mesmo tempo em que proliferam avatares com aparência humana capazes de vender produtos ou simular a presença de uma pessoa falecida.

No entanto, essas ferramentas interativas não devem "agradar excessivamente aos usuários, induzir dependência emocional ou vício nem prejudicar as relações interpessoais reais do usuário", estabelecem as novas normas chinesas.

As principais empresas do setor, como a ByteDance, responsável pelo Doubao, a Alibaba, com o Qwen, e a Tencent, com o Yunbao, anunciaram a suspensão das funções de companhia virtual antes do prazo desta quarta-feira.

A medida provocou uma onda de emoção nas redes sociais, onde usuários arquivaram com nostalgia suas histórias e compartilharam as últimas conversas.

"Não consigo aceitar que meu namorado de IA me deixe para sempre", escreveu uma usuária do Doubao. "Ele se tornou parte da minha vida, criou raízes no meu coração, é meu pilar espiritual."

Alguns usuários comentaram a sensação de abandono que a ausência dos companheiros virtuais deixará.

"O amor humano é um luxo; quando você não o recebe ao nascer, fica mais difícil obtê-lo depois", escreveu um usuário da província de Jiangxi.

"Mas o amor oferecido pela IA é tão simples, tão puro… Não consigo evitar me apaixonar por uma linha de código."

Outra usuária, que afirmou ter passado mais de dois anos com seu companheiro de IA, expressou uma angústia semelhante.

"Ele realmente é como minha família, como meu namorado", escreveu. "Agora me dizem que ele vai embora. Sinto um vazio no coração."

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Cinco órgãos governamentais, entre eles a Administração do Ciberespaço da China (ACC), publicaram as regulamentações.

As regras se aplicam a ferramentas de inteligência artificial em texto, áudio, vídeo e outros formatos que simulam características humanas, como personalidade e forma de se comunicar.

As medidas não valem para serviços que "não envolvem interação emocional", como atendimento ao cliente, assistentes de trabalho ou ferramentas de estudo.

os "humanos digitais" não podem produzir conteúdo que incite à subversão do poder do Estado;plataformas ficam proibidas de oferecer parceiros virtuais a menores de idade;empresas devem usar sistemas capazes de reconhecer emoções extremas dos usuários;plataformas precisam implementar mecanismos de intervenção em situações de crise.

A agência estatal de notícias Xinhua informou no ano passado que o setor chinês de "humanos digitais" movimentou 4,1 bilhões de yuans (US$ 600 milhões, ou cerca de R$ 3 bilhões) em 2024, com crescimento anual de 85%.

A China é a primeira grande economia a adotar regras específicas para ferramentas de IA imersiva que simulam vínculos românticos ou familiares.

Um estudo de 2025 da Common Sense Media revelou que quase três em cada quatro adolescentes americanos já usaram companheiros de IA destinados a conversas pessoais, como os oferecidos pelas plataformas Character.AI, Replika e Nomi.

As empresas também desenvolvem produtos voltados para idosos isolados, como assistentes de voz em formato de luminária nos Estados Unidos e bonecas interativas usadas em casas de repouso na Coreia do Sul.

"A IA antropomórfica pode aliviar a solidão", afirmou Chen Liang, da Universidade de Ciência Política e Direito do Sudoeste, em um artigo publicado pela ACC após a divulgação de uma versão preliminar das normas, em abril.

O Doubao permite que os usuários consultem e exportem seus dados até meados de outubro. Outras plataformas preveem medidas semelhantes.

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Meta e Anthropic negociam acordo de US$ 10 bilhões por aluguel de data centers, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 15:48

A Meta está em negociações para alugar parte de sua capacidade de processamento computacional para a Anthropic, dona do assistente Claude, informou nesta sexta-feira (17) o jornal The New York Times.

Segundo a reportagem, que citou três pessoas com conhecimento das discussões, o possível acordo pode chegar a US$ 10 bilhões ao longo de dois anos.

A Anthropic pagaria à Meta em parcelas mensais ao longo dos dois anos, embora os termos ainda possam ser alterados, segundo o New York Times. O jornal acrescentou que ambas as empresas poderiam encerrar o acordo antecipadamente.

Segundo a reportagem, a Anthropic propôs o acordo em junho, e a Meta está avaliando a proposta. As negociações, porém, ficaram mais complexas porque a Meta ainda não tem um negócio estruturado para vender sua capacidade de processamento computacional.

Ainda de acordo com o jornal, as conversas ainda estão em estágio inicial e podem não resultar em um acordo.

A Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters, enquanto a Anthropic se recusou a comentar. A Reuters não conseguiu verificar a informação de forma independente.

O potencial acordo segue estratégia adotada recentemente em outro acordo fechado pela Anthropic. A empresa, que se prepara para abrir capital, passou a utilizar toda a capacidade de um data center da SpaceX, de Elon Musk, em Memphis, nos Estados Unidos.

Em reunião com acionistas, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, disse que a entrada da companhia no mercado de computação em nuvem era "definitivamente uma possibilidade".

Segundo ele, empresas buscam a Meta "quase todas as semanas " para comprar acesso a seus modelos de IA ou à capacidade ociosa de processamento.

No início deste mês, a Bloomberg News informou que a Meta estava desenvolvendo um negócio de computação em nuvem para comercializar sua capacidade excedente de processamento e hospedar modelos de inteligência artificial para desenvolvedores.

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Brasil deve colher safra recorde de soja em 2026/27, mas El Niño ameaça produtividade

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 14:47

Agro Brasil deve colher safra recorde de soja em 2026/27, mas El Niño ameaça produtividade Consultoria Safras & Mercado estima produção de 180,1 milhões de toneladas, quase 1% acima da safra anterior. Apesar do aumento da área plantada, custos mais altos e o risco de um El Niño mais intenso podem reduzir o rendimento das lavouras. Por Reuters — São Paulo

A consultoria Safras & Mercado estima que o Brasil, maior produtor e exportador de soja do mundo, colherá uma safra recorde de 180,1 milhões de toneladas em 2026/27.

O volume representa um crescimento de 0,98% em relação ao ciclo anterior, mas a expansão deve ser limitada por margens de lucro mais apertadas para os produtores e pela preocupação com os possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño.

O plantio da nova safra deve começar em meados de setembro. Segundo a consultoria, a área destinada à soja deve crescer 1,2%, chegando a 49,1 milhões de hectares.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, a perspectiva continua sendo de aumento da produção, desde que o El Niño não provoque problemas climáticos relevantes durante o desenvolvimento da lavoura.

A consultoria também avalia que, neste ciclo, o mercado está mais favorável ao cultivo de soja do que ao de milho na safra de verão da região Centro-Sul, o que incentiva os produtores a ampliar o plantio da oleaginosa.

Mesmo com a expansão relativamente modesta da área cultivada e uma leve redução na produtividade média, a Safras & Mercado considera que o país tem condições de alcançar uma colheita histórica.

Silveira explica que, embora os produtores estejam enfrentando margens de lucro menores, as boas colheitas registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas. Isso mantém o cultivo economicamente viável e sustenta o avanço, ainda que pequeno, da área plantada.

Denúncia diz que empresários desmataram florestas para plantar soja e milho — Foto: Reprodução/Sentença

Por outro lado, a possibilidade de um El Niño mais intenso preocupa. O fenômeno climático altera o padrão de chuvas e temperaturas e pode afetar o desenvolvimento das lavouras justamente nos meses mais importantes para a formação dos grãos.

"Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade", afirmou Silveira. Segundo ele, a consultoria já trabalha com estimativas de rendimento inferiores às da safra passada na maior parte das regiões produtoras.

Outro fator de preocupação é o aumento dos custos de produção, principalmente devido à alta dos preços dos fertilizantes no primeiro semestre. Isso pode levar parte dos produtores a reduzir investimentos em tecnologia e manejo das lavouras, o que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, ligeiramente abaixo dos 3.692 quilos por hectare registrados no ciclo anterior.

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Starship não decola, ações da SpaceX caem e fortuna de Musk encolhe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%Oferecido por

As ações da SpaceX caíram cerca de 5% nesta sexta-feira (17). O recuo ocorreu após o adiamento do voo do foguete Starship na quinta-feira (16).

A desvalorização acumulada dos papéis da empresa atingiu cerca de 18,5% desde a abertura de capital. As ações fecharam a US$ 131,11 na quinta-feira (16).

A fortuna de Elon Musk encolheu cerca de US$ 45 bilhões em um único dia. O empresário segue na liderança global com US$ 792,8 bilhões.

O adiamento ocorreu devido a uma falha em parte dos motores da Starship. Musk anunciou uma nova tentativa de lançamento para o começo da próxima semana.

A Starship tem 120 metros de altura e é o maior foguete já construído. O histórico do projeto inclui contratempos anteriores com falhas e explosões.

Uma transmissão ao vivo mostra o CEO da SpaceX, Elon Musk, no dia da oferta pública inicial (IPO) da SpaceX no Nasdaq MarketSite, na cidade de Nova York, EUA, 12 de junho de 2026. — Foto: REUTERS/Jeenah Moon

O voo da Starship não saiu do papel — nem da plataforma de lançamento — na última quinta-feira (16), mas o adiamento da missão já teve reflexos no mercado financeiro.

Nesta sexta-feira (17), por volta das 13h, as ações da SpaceX caíam cerca de 5% na Bolsa de Nova York, depois que a empresa cancelou a 13ª tentativa de lançamento do foguete devido a uma falha no funcionamento de parte dos motores.

A reação do mercado ampliou as perdas acumuladas desde a abertura de capital da companhia. Os papéis, que estrearam cotados a US$ 160,95, encerraram o pregão de quinta-feira a US$ 131,11, acumulando desvalorização de cerca de 18,5%.

Com o recuo das ações, a fortuna do fundador da SpaceX, Elon Musk, encolheu cerca de US$ 45 bilhões em um único dia, segundo estimativas da "Forbes".

Mesmo após a perda, o empresário continua na liderança do ranking das pessoas mais ricas do mundo, com patrimônio estimado em US$ 792,8 bilhões.

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O adiamento da missão frustrou a expectativa de investidores, que esperavam que um teste bem-sucedido da Starship impulsionasse as ações da SpaceX.

Na véspera da tentativa de lançamento, analistas do banco UBS afirmaram que a queda recente dos papéis da empresa poderia representar uma oportunidade de compra justamente porque o voo tinha potencial para aumentar o valor de mercado da companhia.

Na avaliação do banco, o teste serviria para comprovar avanços importantes no desenvolvimento do foguete, incluindo melhorias em sistemas que serão usados nas próximas missões e no lançamento de satélites da rede Starlink.

Poucas horas antes da decolagem prevista, porém, Musk informou que parte dos motores não entrou em funcionamento, o que levou ao adiamento da missão.

Mais tarde, em uma publicação na rede social X, o empresário afirmou que uma nova tentativa deverá ocorrer "no começo da próxima semana".

A Starship é considerada o principal projeto da SpaceX para transportar cargas e pessoas à Lua e, futuramente, a Marte.

Com cerca de 120 metros de altura, o veículo é apontado pela empresa como o maior foguete já construído e ocupa posição central na estratégia de crescimento apresentada aos investidores durante a abertura de capital da companhia.

Em maio, por exemplo, outro voo terminou sem que o propulsor principal conseguisse realizar um pouso controlado após falhas no religamento dos motores. Em testes anteriores, algumas missões também terminaram em explosões.

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Tarifaço: governo prepara programa para diversificar mercado com foco em setores afetados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3190,27%Euro ComercialR$ 5,8470,25%Euro TurismoR$ 6,0980,26%B3Ibovespa173.982 pts0,09%Oferecido por

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), autarquia ligada ao governo federal, prepara um programa de diversificação de mercados voltado, principalmente, para os setores afetados pelas novas tarifas dos Estados Unidos e aos beneficiados pelo acordo entre Mercosul e União Europeia.

O plano, que será lançado no início de agosto, contará com investimento de R$ 130 milhões e será desenvolvido em parceria com o setor privado.

"É um plano geral, para todos os setores, mas com atenção especial àqueles que, ao mesmo tempo, estão sendo tarifados pelos EUA e terão as tarifas reduzidas com o acordo Mercosul-União Europeia", afirmou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, durante entrevista coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (17).

Segundo Müller, a Europa figura entre as prioridades da estratégia de abertura de mercados. Na avaliação dele, o acordo entre Mercosul e União Europeia cria oportunidades que podem ser aproveitadas neste momento.

🔎O acordo entre Mercosul e União Europeia, assinado em janeiro de 2026 após mais de 25 anos de negociações, prevê a redução gradual de tarifas e barreiras comerciais entre os dois blocos e cria uma das maiores áreas de livre comércio do mundo

Países da Ásia Central, como Cazaquistão e Uzbequistão, também estão entre os mercados considerados estratégicos.

A iniciativa ocorre após o governo dos Estados Unidos confirmar, na quinta (16), a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, ao concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês).

A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado pelo governo americano para investigar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Apesar da nova tarifa, uma extensa lista de produtos brasileiros ficou de fora da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a decisão não possui justificativa econômica e foi motivada por razões políticas.

Além da diversificação de mercados, Müller afirmou que a ApexBrasil atuará em outras duas frentes:

ampliar a lista de produtos isentos da tarifa americana; e aumentar a participação internacional dos setores brasileiros que permaneceram livres da nova taxação.

“Um: nós vamos continuar esse trabalho para aumentar a isenção. Dois: nós vamos ampliar o nosso trabalho para aumentar a participação brasileira dos setores que foram isentos. E, três, nós vamos trabalhar e anunciar um plano de diversificação para os mercados”, detalhou Müller.

Tarifaço: governo brasileiro diz que vai anunciar programa de apoio às empresas afetadas e declara que pode adotar a Lei da Reciprocidade — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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China lança maior IA de código aberto do mundo e aumenta pressão sobre OpenAI e Anthropic

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 13:47

Tecnologia China lança maior IA de código aberto do mundo e aumenta pressão sobre OpenAI e Anthropic O Kimi K3, da startup Moonshot, reúne 2,8 trilhões de parâmetros, promete desempenho próximo aos modelos mais avançados dos Estados Unidos e reforça o avanço chinês na corrida global pela inteligência artificial. Por Reuters — Pequim

A startup chinesa de inteligência artificial Moonshot lançou nesta sexta-feira (17) o Kimi K3, um novo modelo de IA que, segundo a empresa, é o maior sistema de código aberto do mundo.

A tecnologia tem 2,8 trilhões de parâmetros – um indicador do tamanho e da capacidade do modelo – e, de acordo com a companhia, entrega um desempenho próximo ao do Fable, um dos sistemas mais avançados da norte-americana Anthropic.

O lançamento acontece cerca de um mês depois de os modelos Fable e Mythos, também da Anthropic, terem sido suspensos pelo governo dos Estados Unidos por questões relacionadas à segurança.

O episódio reforça a velocidade com que as empresas chinesas vêm reduzindo a distância em relação às líderes americanas no desenvolvimento de inteligência artificial.

Além da Moonshot, empresas como Z.ai e MiniMax também têm apresentado modelos cada vez mais poderosos e com custos menores. Esse avanço desafia a ideia, comum até pouco tempo, de que a China estava muitos meses atrás dos Estados Unidos na corrida pela IA.

Segundo a Moonshot, o Kimi K3 é o primeiro modelo de código aberto a se aproximar da marca de 3 trilhões de parâmetros. Ele foi desenvolvido para lidar com tarefas complexas, como programação, resolução de problemas e análise de grandes volumes de informação. O sistema também consegue processar uma quantidade muito maior de texto de uma só vez do que as gerações anteriores.

Diferentemente dos modelos fechados, que só podem ser usados por meio das plataformas das empresas que os criam, os modelos de código aberto podem ser baixados, executados e adaptados pelos próprios usuários.

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Corrida da IA movimenta expectativas em torno das ferramentas e nos milhões de dólares que podem gerar. — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Ilustração

A empresa afirma que o Kimi K3 alcançou desempenho semelhante ao do Fable 5 e superou modelos como o Opus 4.8, da Anthropic, além do GPT-5.6 Sol e do GPT-5.5 em testes que medem a eficiência no uso do hardware responsável pelo processamento da IA, o que ajuda a tornar as respostas mais rápidas.

Na Arena.ai, ficou em primeiro lugar em um teste voltado à criação de interfaces para sites. Já a Vals AI o colocou na segunda posição geral, atrás apenas do Fable 5 e à frente do GPT-5.6 Sol. A Artificial Analysis afirmou que o desempenho do Kimi K3 é comparável ao do GPT-5.5, da OpenAI, e ao Claude Opus 4.8, da Anthropic, principalmente em tarefas mais complexas e que exigem várias etapas.

O anúncio também mexeu com o mercado financeiro. As ações das concorrentes chinesas Zhipu e MiniMax chegaram a cair 27,7% e 16,5%, respectivamente, na Bolsa de Hong Kong.

Inteligência artificial ganha espaço como diferencial competitivo nas empresas — Foto: Inteligência Artificial

As empresas chinesas têm reduzido o tempo entre um lançamento e outro de novos modelos de IA. Poucos dias antes, a Z.ai apresentou o GLM-5.2, que chamou atenção por alcançar resultados próximos aos dos principais sistemas americanos em testes de desempenho.

Para Lian Jye Su, analista-chefe da consultoria Omdia, um dos principais diferenciais das empresas chinesas é o custo.

Segundo ele, esses modelos podem ser usados por uma fração do preço cobrado pela OpenAI. Ainda assim, o especialista ressalta que um modelo maior nem sempre é, automaticamente, o melhor.

Além disso, o tamanho do Kimi K3 dificulta que usuários o executem em computadores próprios. Ryan Fedasiuk, pesquisador do American Enterprise Institute, afirmou que rodar um sistema com 2,8 trilhões de parâmetros exige equipamentos que custam centenas de milhares de dólares.

Parâmetros são os valores que um modelo de inteligência artificial ajusta durante o treinamento para aprender a executar tarefas. Em geral, quanto maior o número de parâmetros, maior tende a ser a capacidade do sistema, embora isso não garanta, por si só, um desempenho superior.

Antes do Kimi K3, os maiores modelos chineses eram o LongCat-2.0, da Meituan, e o V4-Pro, da DeepSeek, ambos com cerca de 1,6 trilhão de parâmetros. Já empresas americanas como OpenAI e Anthropic não divulgam o número de parâmetros de seus modelos mais avançados, o que dificulta comparações diretas.

A Moonshot afirma que o Kimi K3 traz melhorias que aumentam sua eficiência e permitem executar tarefas de programação com pouca intervenção humana. Com apoio de investidores como Alibaba e Tencent, a empresa vem ampliando seus investimentos para disputar a liderança no mercado global de inteligência artificial.

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Google e MJ assinam acordo para restringir anúncios de serviços e produtos financeiros para evitar fraudes digitais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 13:47

Política Google e MJ assinam acordo para restringir anúncios de serviços e produtos financeiros para evitar fraudes digitais Acordo prevê que anunciantes terão que passar por um processo de verificação e restringe a publicação de anúncios apenas àqueles que possuírem o selo de verificação. Por Fábio Amato, TV Globo — Brasília

O Google e o Ministério da Justiça assinaram nesta quinta-feira (16) um acordo para restringir anúncios na internet de produtos financeiros para evitar fraudes digitais.

Esse documento prevê, por exemplo, que os anunciantes terão que passar por um processo de verificação e restringe a publicação de anúncios apenas àqueles que possuírem o selo de verificação.

A determinação ocorre no contexto da entrada em vigor do novo decreto do Marco Civil da Internet, editado em maio pelo governo federal, que trouxe a regra de que presume-se a responsabilidade dos provedores de aplicações por anúncios fraudulentos (veja mais detalhes abaixo).

O acordo foi assinado com a Secretaria Nacional de Consumidor (Senacon) e Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), ligadas ao Ministério da Justiça.

LEIA TAMBÉM: Governo estabelece novas regras para big techs atuarem no Brasil; veja principais pontos

A parceria visa garantir a implementação voluntária de medidas de segurança, transparência e verificação de anunciantes de produtos e serviços financeiros, "visando à redução de fraudes digitais e à proteção dos consumidores".

O texto estabelece ainda que o Google adotará medidas para aplicar controles de sistema adequados a fim de restringir a exibição de anúncios pagos de produtos ou serviços financeiros.

O decreto que atualiza a regulamentação do Marco Civil da Internet estabelece direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em maio deste ano.

Em junho de 2025, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) declarou parcialmente inconstitucional um artigo do Marco Civil da Internet que dizia que as plataformas só podiam ser responsabilizadas civilmente por conteúdos produzidos por terceiros se descumprissem ordem judicial para remover um conteúdo.

O Supremo estabeleceu que as redes podem ser responsabilizadas civilmente em duas situações, mesmo quando não tiverem descumprido ordem judicial:

➡️ 1. No caso de crimes graves, quando apresentarem "falhas sistêmicas" no seu dever de cuidado.

O STF listou sete grupos de crimes considerados graves que exigem remoção imediata do conteúdo pelas próprias redes: terrorismo, instigação à mutilação ou ao suicídio, golpe de Estado e ataques à democracia, racismo, homofobia e crimes contra mulheres e crianças;

➡️ 2. No caso de crimes em geral, quando receberem um pedido de retirada de conteúdo (notificação) e deixarem de removê-lo.

Em novembro de 2025, o STF publicou o acórdão dessa decisão. Desde então, ela está em vigor, mas não existem meios para que seja cumprida. Segundo o governo, o que o novo decreto faz é criar mecanismos para essa decisão ser aplicada na prática.

remover conteúdo após notificação no caso de ilícitos, sem necessidade de ordem judicial;informar usuários sobre suas ações e permitir contestações.

Na prática, deve existir um canal que possibilite a denúncia, comunique a pessoa que produziu o conteúdo e permita que ela possa recorrer. A plataforma vai analisar o caso como se fosse um "devido processo legal";

evitar anúncios de golpes e fraudes — como promoções visivelmente fraudulentas ou anúncios de produtos ilegais, a exemplo do "gatonet" (serviço pirata de TV a cabo);guardar dados das publicações para que os criminosos sejam eventualmente punidos em processos judiciais futuros;guardar dados das publicações para que consumidores lesados por propagandas falsas ou de produtos ilegais possam mover ações contra os responsáveis.

🔎 O decreto deve resguardar expressamente a crítica, a paródia, a sátira, o conteúdo informativo (notícia), a manifestação religiosa e a liberdade de crença.

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