RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que o Brasil terá a maior tarifa média dos Estados Unidos na América do Sul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 03:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

Desde que assumiu o segundo mandato Trump, ameaça diferentes países com taxação — Foto: CNP/AdMedia/picture alliance via DW

O Brasil passará a ter a maior tarifa aplicada pelos Estados Unidos entre os países da América do Sul a partir de 22 de julho, quando passam a valer as novas taxas impostas por Donald Trump na última quarta-feira (15).

O dado é do Global Trade Alert (GTA), iniciativa do St. Gallen Endowment, centro de estudos independente sediado na Suíça, que compila estatísticas de comércio global.

Atualmente, o Brasil está empatado com o Uruguai, com tarifa efetiva média de 11,66%, atrás apenas do Paraguai, com 12,92%.

Quando o novo tarifaço passar a valer, a tarifa de importação do Brasil passará para 18,17%, segundo o GTA, enquanto seus vizinhos — pelo menos por enquanto — seguirão com taxas bem menores. Essa percentagem calculada pelo GTA difere da alíquota de 25% anunciada por Trump porque considera o peso de cada produto na pauta exportadora e as exceções previstas nas novas regras.

Mas por que o Brasil se tornou um dos principais alvos da política tarifária americana na região? Segundo especialistas, a resposta cruza pelo menos quatro dimensões: política, econômica, estratégica e diplomática.

Para Carlos Pio, ex-secretário executivo da Câmara de Comércio Exterior do Ministério da Economia e professor da Universidade de Brasília (UnB), a tarifa contra o Brasil reflete uma mudança mais ampla na doutrina comercial de Trump: da lógica de livre mercado para uma visão nacionalista, que prioriza proteger setores industriais afetados pela desindustrialização, além de favorecer alianças políticas em detrimento de protocolos diplomáticos tradicionais.

"É uma ação política, mas não quer dizer que não seja uma ação que tenha propósito comercial", pondera.

Segundo Pio, o Brasil se torna alvo preferencial não só pela economia relativamente fechada e resistente à liberalização, mas por um desalinhamento ideológico somado à proximidade pessoal que o governo Bolsonaro cultivou com Trump.

Essa lógica, diz o professor, também aparece em outras frentes da direita global apoiadas inicialmente por Trump — como Marine Le Pen, na França, e as "expectativas frustradas com [Giorgia] Meloni", na Itália, depois que ela adotou posições mais liberais.

"Como a PF [Polícia Federal] e o Supremo [Tribunal Federal] foram em cima do Bolsonaro, reforça esse outro lado de: aos meus amigos, tudo."

A comparação com a Argentina de Javier Milei, segundo Pio, reforça o argumento. "A Argentina também é protecionista como o Brasil, mas Milei está em uma condição distinta do Lula em relação à política."

Jan Marcel, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), acrescenta que o Brasil é a maior economia da América Latina e tem relevância comercial superior para os Estados Unidos do que os seus vizinhos, o que inclui produtos de maior valor agregado, como aeronaves, máquinas, petróleo, aço e produtos químicos.

Há ainda no tabuleiro a disputa entre Estados Unidos e China por influência global. Como o Brasil mantém relação econômica forte com a China e, ao mesmo tempo, segue como parceiro relevante dos EUA, "acaba ficando no centro dessa competição", diz Marcel, o que transforma a tarifa em instrumento de pressão sobre temas que vão muito além do comércio bilateral.

Celso Figueiredo, advogado especialista em comércio internacional e professor de Relações Governamentais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), diz que as tarifas comerciais de Trump deixaram de ser meras ferramentas econômicas para se tornarem instrumentos de pressão política e arrecadação fiscal, sob a doutrina America First: mais competitividade para produtos americanos, e mais receita para o governo também.

"Quando a gente observa a nota publicada no começo de junho pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), e a decisão desta quarta-feira, o fundo técnico objetivo dessa decisão acaba sendo raso, o que leva a crer que, de fato, essa tomada de decisão tem um aspecto mais político", diz o advogado.

Carne bovina não está incluída na nova tarifa de 25% — Foto: Eraldo Peres/AP Photo/picture alliance via DW

O especialista lembra que o atual patamar de taxação contra o Brasil estar acima dos pares da região também pode não ser definitivo.

Segundo ele, há, inclusive, uma investigação em curso contra 60 países (incluindo o Brasil), voltada a apurar se eles ganharam vantagem competitiva com ítens produzidos por meio dotrabalho forçado, o que demonstra, segundo o advogado, que o instrumento seguirá sendo usado para outras nações também.

Isso mostra, de acordo com o especialista, que os Estados Unidos monitoram de perto qualquer sinal que ameace a hegemonia do país, como também do dólar nas transações internacionais — como a ideia, discutida no âmbito do Brics, de uma moeda própria para o bloco de 11 países que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Em nota divulgada após o anúncio dos EUA, o governo federal brasileiro classificou a data como "um marco lastimável" nas relações entre Brasil e Estados Unidos.

Para o executivo brasileiro, não há justificativa para medidas unilaterais contra o Brasil e que a balança comercial é favorável aos EUA.

Uma fonte da Casa Branca citada pelo jornal O Globo sinalizou que qualquer retaliação brasileira forçaria os Estados Unidos a "potencialmente modificar" sua ação para "garantir a eliminação dessas práticas". "Se eles optarem, provavelmente haverá mais ações do nosso lado”.

Ainda assim, um cenário de escalada não é o mais provável, na visão de Figueiredo. A Lei de Reciprocidade, sancionada no ano passado após o primeiro tarifaço, ficou "engavetada", já que as tarifas foram derrubadas. Para o advogado e professor da FGV, o mesmo padrão deve se repetir agora e a retaliação direta "não é o que está na mesa".

Ele lembra que a nova lista de exceções tarifárias, semelhante à do ano anterior, deve protegerboa parte das exportações brasileiras, o que reduz a pressão para uma resposta mais dura. A aposta segue sendo a negociação diplomática.

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BC lança sistema que pode baratear juros em mercado trilionário de antecipação de vendas a prazo para empresas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 03:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O Banco Central lançou neste mês um sistema de registro de duplicatas escriturais. A medida visa baratear juros e ampliar a concorrência na antecipação de vendas a prazo.

A operação de antecipação permite que empresas transformem em dinheiro imediato valores futuros. Elas pagam uma taxa para obter os recursos antes do prazo com instituições financeiras.

Com o novo sistema, financiadores verificarão com mais segurança quem detém os direitos dos recebíveis. O Banco Central espera que a mudança aumente a oferta de crédito corporativo.

O modelo utiliza boletos dinâmicos para enviar o pagamento do cliente diretamente à instituição financiadora. O processo reduz riscos de erros e eleva a segurança das transações.

As empresas poderão comparar ofertas de diferentes instituições financeiras. Atualmente, os negócios que emitem boletos enfrentam maior dependência do banco emissor para conseguir crédito.

O Banco Central (BC) lançou neste mês um sistema para registrar as chamadas duplicatas escriturais, um tipo de documento digital que comprova que uma empresa tem valores a receber de vendas feitas a prazo.

A medida busca ampliar a concorrência e reduzir os custos no mercado de antecipação de recebíveis, operação de crédito usada por empresas para transformar em dinheiro imediato valores que só receberiam no futuro.

Empresas do setor privado, como B3, Cerc e Núclea, foram autorizadas a fazer o registro e a escrituração dessas duplicatas. A expectativa é que o sistema, supervisionados pelo Banco Central, esteja em pleno funcionamento até o fim deste ano.

🔎 Nas vendas a prazo, a empresa entrega o produto ou presta o serviço, mas recebe o pagamento apenas depois. Se precisar de dinheiro antes, ela pode antecipar esse valor junto a um banco ou instituição financeira, pagando uma taxa pela operação.

Com o novo sistema, diferentes instituições poderão verificar com mais segurança quem tem direito a receber esses valores (entenda como vai funcionar abaixo).

A expectativa do Banco Central é que isso aumente a concorrência entre financiadores e ajude a reduzir os juros cobrados das empresas.

O mercado de "antecipação de recebíveis" tanto do comércio quanto das incorporadoras imobiliárias tem alto potencial.O fluxo de vendas a prazo, segundo o Banco Central, é de cerca de R$ 10 trilhões por ano, considerando as notas fiscais emitidas.

Ao aumentar a concorrência, o novo sistema de escrituração autorizados pelo Banco Central nesta semana pode possibilitar menores taxas de juros e maior disponibilidade de crédito para as empresas.

"Do ponto de vista fornecedor, vai ser algo extremamente simples, como apertar uma tecla e dizer: eu deixo tal banco ver minhas duplicatas. Todo mundo vai ver, e aí vai ter uma negociação que eles vão mandar cotações [taxas de juros] para esse fornecedor. Até a hora que ele defina com quem ele quer fazer negociação. Uma vez feita essa negociação, aí você vai ter o boleto dinâmico", explicou Ricardo Vieira Barroso, chefe de Divisão no Departamento de Normas do BC, ao g1 em 2025.

O sistema autorizado pelo Banco Central, ligados aos chamados "boletos dinâmicos", vai garantir que o dinheiro pago pelo cliente seja enviado diretamente à instituição financeira que antecipou os recursos para a empresa. Isso reduz o risco de erros e aumenta a segurança das operações.

Além disso, o novo modelo permitirá que as empresas comparem ofertas de diferentes instituições financeiras e escolham aquela que cobrar os menores juros para antecipar seus recebíveis.

Hoje, sem os boletos dinâmicos, empresas que vendem produtos e serviços por boleto, incluindo incorporadoras imobiliárias, costumam ficar mais dependentes da instituição que emitiu o documento.

Na prática, se a empresa emitiu os boletos por meio do banco X, pode enfrentar mais dificuldades para buscar crédito ou antecipar esses valores em outra instituição, o que reduz a concorrência e limita as opções de financiamento.

O processo começa com uma prestação de serviço ou venda a prazo, que gera um valor a receber pelo fornecedor. A partir dessa operação, é emitido o documento fiscal eletrônico e, em seguida, a chamada "duplicata escritural", que existe apenas em formato digital.Essa duplicata é então escriturada e registrada em sistemas eletrônicos autorizados pelo Banco Central, o que garante que o crédito é válido, único e rastreável. Em seguida, o comprador pode confirmar (ou, em alguns casos previstos em lei, não precisa confirmar) a obrigação de pagamento.Com a duplicata registrada, o fornecedor pode antecipar esse valor ao negociar com bancos, 'fintechs' ou outros financiadores. Nessa etapa, ocorre a formalização da operação e a liberação dos recursos para o fornecedor.O comprador é informado sobre a negociação e realiza o pagamento normalmente, por meio de boleto, PIX ou outro instrumento. Os sistemas de escrituração e pagamento atuam de forma integrada para direcionar corretamente o valor pago ao verdadeiro credor.Ao final, o pagamento (feito a prazo) é liquidado (para a instituição financeira que antecipou os valores), encerrando o ciclo da duplicata de forma segura.A transição para o novo modelo inclui um processo chamado "tombamento', que permite levar para o sistema eletrônico os contratos já existentes entre financiadores e fornecedores. Assim, esses contratos continuam válidos e passarão a produzir efeitos nos sistemas de escrituração e registro.

"Tem várias entidades no mercado que querem comprar aquele direito, pagar ao vendedor, inclusive aceitam receber menos taxas de juros. Mas elas se sentem inseguras em comprar aquilo. Quem está comprando, tem que ter certeza que vai receber aquele recurso. Dá segurança a quem compra e barateia o juro a quem vende o direito. As duas pontas são melhor atendidas", explicou Evaristo Donato Araújo, chefe de Divisão do Denor, do BC, ao g1 no ano passado.

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Vender mais barato ou cobrar mais caro? Qual estratégia dá mais lucro?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 03:49

Empreendedorismo Guia do empreendedor Vender mais barato ou cobrar mais caro? Qual estratégia dá mais lucro? Saiba quais erros de precificação podem reduzir seus ganhos e como calcular o preço ideal para vender sem prejuízo. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Muitos empreendedores acreditam que vender mais é sinônimo de lucrar mais. Mas isso nem sempre acontece. O faturamento pode até crescer, enquanto a margem de lucro diminui e o dinheiro não sobra no caixa.

Segundo orientações do Sebrae, alguns erros são comuns na hora da precificação: copiar o preço dos concorrentes, ignorar os próprios custos, oferecer descontos sem conhecer a margem de lucro e definir valores apenas no "achismo".

Para calcular o preço de um produto ou serviço, o primeiro passo é levantar todos os custos do negócio.

Além das despesas diretas, é preciso incluir gastos recorrentes, como aluguel, internet, energia e taxas, além do tempo e do esforço envolvidos na produção, no atendimento e na entrega.

Com essas informações, o empreendedor consegue definir um preço mínimo de venda, que funciona como uma margem de segurança para evitar prejuízos e garantir que cada venda gere retorno para o negócio.

A recomendação é revisar os valores periodicamente para acompanhar aumentos de custos, mudanças no mercado e o crescimento da empresa, mantendo a operação financeiramente saudável.

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Meninos usam rosa… e meninas vão usar azul? Entenda tendência de cores para Copa do Mundo Feminina de 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 03:49

Guia de Compras Meninos usam rosa… e meninas vão usar azul? Entenda tendência de cores para Copa do Mundo Feminina de 2027 Empresa de tendências aponta o 'luminous blue' e o 'energy orange' como destaques para o torneio. Rosa marcou a edição masculina de 2026 após previsão da mesma consultoria. Por Henrique Martin, g1

Chuteiras de futebol coloridas em vitrine de Manchester no final de junho de 2026 — Foto: Temilade Adelaja/Reuters

O rosa marcou a edição de 2026, presente nos pés de jogadores de todas as seleções masculinas que participaram do mundial, com as principais fabricantes de chuteiras estampando variações sobre o mesmo tom.

Mas qual tonalidade será a tendência no torneio de 2027? Se dá para “chutar” uma, é o azul-cobalto. Há razão para isso, e não é apenas brincar que meninos usam rosa, e meninas, azul.

Azul-cobalto, não, “luminous blue”, junto ao laranja “energy orange”, segundo a consultoria de tendências WGSN.

Azul cobalto "lightning blue" será uma das cores de 2027, de acordo com a consultoria WGSN. — Foto: WGSN/Divulgação

Foi essa empresa que disse em 2024 que a aposta deste ano poderia ser o rosa, ou melhor, “electric fuchsia”, descrito como um “tom neon psicodélico” – e foi.

“O rosa foi muito bem no nicho esportivo, pelo tom elétrico e vibrante, que funciona bem nessa área”, explica Sofia Martinelli, pesquisadora sênior de tendências para a moda da WGSN no Brasil.

“Também não é a cor de nenhum time específico”, comenta. O uso do rosa também mostra que os homens estão mais “desconstruídos” ao usá-lo, diz.

A pesquisa da consultoria para 2027 foi divulgada em abril de 2025, com a indicação de que o “azul luminoso” será o destaque do ano para a próxima temporada – seja no futebol ou em outras áreas da moda e da tecnologia, que também podem adotar outras cores indicadas, como verde e rosa bebê.

Laranja "energy orange" será uma das cores de 2027, de acordo com a consultoria WGSN. — Foto: WGSN/Divulgação

Martinelli afirma que o azul mais vibrante costuma ser associado à área esportiva, então devemos ver as principais marcas atuando nesse sentido.

“A Copa feminina deve ser a maior que já tivemos”, diz a consultora. Isso vai se refletir ainda em uma maior relação entre jogadoras e grifes de moda e de luxo – a exemplo do que aconteceu com o norueguês Haaland no mundial masculino de 2026.

Grandes empresas – como as companhias de calçados – acompanham os relatórios e podem reforçar o movimento no mercado, como ocorreu com o tom psicodélico em 2026.

Questionadas sobre as apostas cromáticas para a próxima competição, empresas como Adidas, Nike e Puma disseram que não comentam lançamentos futuros. A Skechers disse que não tem chuteiras femininas.

O levantamento anual é feito pela WGSN, a qual reúne uma equipe global empenhada em entender várias áreas do consumo, como sociedade, inovação, meio ambiente, política, indústria e criatividade.

A ideia é “traduzir” os sinais de comportamento em direcionamentos práticos para diversos setores, como moda, tecnologia, interiores, beleza e esporte.

Fatores geopolíticos e econômicos também influenciam a estética e o produto, como tarifas, custos de importação e mudanças em materiais e acabamentos.

E a cor do mundial masculino de 2030? Só saberemos em 2028, quando a pesquisa da WGSN para essa edição for concluída.

Veja a seguir uma seleção de chuteiras em azul e traços de laranja. Os preços iam de R$ 180 a R$ 500 nas lojas da internet pesquisadas no meio de julho.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 

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Dona do ChatGPT lança teclado de R$ 1.000 para controlar agentes de IA; veja como ele funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 02:46

Tecnologia Dona do ChatGPT lança teclado de R$ 1.000 para controlar agentes de IA; veja como ele funciona Dispositivo permite comandar diferentes agentes de inteligência artificial ao mesmo tempo. Empresa quer ampliar uso da tecnologia no ambiente de trabalho. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial — Foto: Divulgação/OpenAI

A OpenAI, dona do ChatGPT, lançou na quinta-feira (16) o Codex Micro, um teclado físico que permite comandar agentes de inteligência artificial. O dispositivo será vendido por US$ 230 (cerca de R$ 1.175).

O aparelho foi criado em parceria com a fabricante de teclados Work Louder e permite acompanhar, ao mesmo tempo, diferentes agentes de IA, programas capazes de executar tarefas por conta própria, sem precisar de novos comandos.

Com o dispositivo, usuários podem trabalhar mais facilmente com o Codex, agente de IA da OpenAI voltado para escrever e revisar códigos de programação, analisar documentos, pesquisar informações e executar fluxos de trabalho.

acompanhamento, em tempo real, do que cada agente de IA está fazendo;teclas de atalho para executar comandos rapidamente;joystick programável para personalizar ações frequentes;controle do nível de raciocínio da inteligência artificial, permitindo priorizar respostas mais rápidas ou análises mais detalhadas;conexão via Bluetooth e USB-C, com compatibilidade para computadores Mac e Windows.

O teclado tem ainda um sistema de luzes coloridas, em que cada dedicada a um agente de IA muda de cor conforme a situação da tarefa. A ideia é dispensar a necessidade de abrir a conversa para conferir o processamento.

As teclas recebem cinco cores: cinza, quando o agente está inativo; verde, quando há uma resposta disponível; azul, quando a tarefa está em processamento; laranja, quando o usuário precisa aprovar algo; e vermelho, quando há um erro.

OpenAI lança Codex Micro, dispositivo de R$ 1.175 para controlar agentes de inteligência artificial — Foto: OpenAI/Divulgação

O Codex faz parte da estratégia de ampliar o uso de agentes de IA no ambiente de trabalho, de acordo com a OpenAI. Segundo a empresa, o objetivo é fazer eles rodarem tarefas mais complexas na rotina de profissionais.

A companhia disse que a criação de documentos e conteúdos (72%) é o principal uso de profissionais para agentes de IA. Em seguida, estão operações de engenharia (47%) e implementação de códigos (46%).

"Com a tecnologia do Codex integrada, o ChatGPT agora pode ir além de responder perguntas e realizar trabalho de fato na web, em dispositivos móveis e no computador", afirmou a empresa em comunicado.

Segundo a OpenAI, o Codex já é utilizado semanalmente por cerca de 5 milhões de pessoas, número seis vezes maior do que o registrado quando o aplicativo para computadores foi lançado, em fevereiro.

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O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil – O Assunto #1763

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Podcasts O Assunto O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil – O Assunto #1763 O governo dos Estados Unidos oficializou que irá impor a sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros a partir do dia 22 de julho. Por Natuza Nery — São Paulo

O governo dos Estados Unidos oficializou que irá impor a sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros a partir do dia 22 de julho. A decisão é resultado de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio americano sobre supostas "práticas desleais" da economia brasileira – o relatório final cita desmatamento, proteção de propriedade intelectual, tratamento às big techs e até o PIX. Em uma manifestação pública, o secretário de Estado Marco Rubio criticou o presidente Lula e disse que faltou "boa-fé" ao governo brasileiro. O Palácio do Planalto classificou a medida como um marco "lastimável" na relação entre os países e ameaça acionar a Lei de Reciprocidade.

Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas em geopolítica e relações internacionais. Primeiro, a conversa é com o embaixador Roberto Azevêdo: ele conta os bastidores das negociações entre agentes brasileiros e americanos e analisa as regras de um comércio internacional baseado na força. Depois, Natuza fala com Bruna Santos, que comenta a deterioração das relações diplomáticas entre Brasil e EUA.

Convidados: Embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) e Presidente da 9G Consultoria; Bruna Santos, diretora do Programa Brasil do Inter-American Dialogue, em Washington (EUA).

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery.

Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros;EUA concluem que Brasil tem práticas 'irrazoáveis' e propõem tarifa de 25% sobre produtos nacionais;VALDO CRUZ: Governo Lula classifica decisão dos EUA como 'ideológica' e diz que equipe de Trump agiu de má-fé;Alckmin contesta alegações dos EUA sobre tarifaço e diz que medida é 'injusta e descabida';Mauro Vieira diz que novas tarifas dos EUA não têm justificativa e lastro com realidade: 'Motivação política';Veja quais dos 50 produtos brasileiros mais exportados aos EUA passarão a pagar a nova tarifa de 25%;QUAEST: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula;Pré-candidatos à Presidência reagem ao novo tarifaço de Trump;'Golpe comercial às vésperas da campanha eleitoral': veja como a imprensa mundial repercutiu tarifaço de Trump contra o Brasil.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Tarifas dos EUA podem ter efeito imediato apesar de prazo de negociação — Foto: Anadolu via Getty Images

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Documento do tarifaço menciona presidente dos EUA mais de dez vezes e governo vê digital política de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O governo federal identificou que o documento técnico dos EUA que propõe o novo tarifaço de 25% cita determinação de Trump mais de 10 vezes.

Para o Ministério da Fazenda, a repetição do trecho reforça a percepção de que o processo contra o Brasil ocorreu por motivos políticos.

O novo imposto passa a valer em 22 de julho. Ele surgiu após investigação aberta no ano passado devido a supostas práticas comerciais desleais brasileiras.

A Fazenda comparou o documento com outros casos. O carimbo presidencial pode servir para proteger técnicos norte-americanos de eventuais questionamentos administrativos.

O governo brasileiro analisou o documento técnico do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês), responsável pela investigação e proposta do novo tarifaço, e identificou um trecho que se repete mais de dez vezes.

"Em conformidade com a determinação específica do Presidente, o Representante Comercial está adotando medidas para impor tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil, com algumas exceções”, diz o resumo do documento, por exemplo.

A argumentação de que há uma “determinação específica do Presidente” Donald Trump sobre esse caso foi usada de maneira frequente nas páginas do documento.

Na avaliação do Ministério da Fazenda, isso reforça a percepção de que o processo contra o Brasil foi conduzido de forma política.

O novo tarifaço de 25% aplicado a produtos brasileiros surgiu de uma investigação aberta no ano passado, a pedido de Trump.

O processo foi iniciado por supostas “práticas comerciais desleais do Brasil que restringem o acesso de exportadores americanos ao seu mercado há décadas”.

Após a apuração, o USTR concluiu pela recomendação da sobretaxa a milhares de produtos brasileiros. Na quarta-feira (15), o governo de Trump confirmou o novo tarifaço, que passa a valer em 22 de julho.

O Ministério da Fazenda fez uma análise de outros documentos técnicos, semelhantes ao da conclusão do processo contra o Brasil, divulgado ontem.

A comparação preliminar mostrou que em outros casos não houve menção a determinações do presidente norte-americano, como em:

investigações sobre impostos digitais, contra a França, Índia, Turquia, Áustria, Itália, Espanha, Reino Unido, entre outros;investigação sobre direitos trabalhistas e humanos, contra a Nicarágua (direitos trabalhistas e humanos).

Já em processos contra a China, expressões semelhantes apareceram, como “orientação do presidente”.

Isso envolveu casos que levaram a tarifas aplicadas pelos EUA, como as tranches tarifárias de 2018–2019, e uma investigação de 2025 sobre cumprimento de um acordo comercial com os Estados Unidos.

O USTR pode abrir investigações por conta própria. Então, para o Ministério da Fazenda, colocar esse “carimbo” de que é uma determinação da Casa Branca reforça que a questão não é técnica, pois o canal de resolução seria político-presidencial.

A pasta avalia também que o uso frequente desta expressão no documento pode servir até para proteger técnicos de eventuais questionamentos administrativos – comuns no serviço público para investigar condutas de servidores técnicos.

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Governo reconhece que EUA devem aplicar tarifa adicional de 12,5% por falha no combate ao trabalho forçado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,0980,4%Dólar TurismoR$ 5,3050,47%Euro ComercialR$ 5,8320,19%Euro TurismoR$ 6,0820,24%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

O governo brasileiro reconhece que os Estados Unidos devem aplicar uma tarifa adicional de 12,5% por falha em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

A principal dúvida do governo brasileiro é se uma eventual tarifa aplicada ao fim desse processo será cumulativa à sobretaxa de 25% anunciada pelos americanos na madrugada desta quinta-feira (16).

Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, a decisão sobre a nova tarifa deve ser divulgada na próxima semana.

"[A investigação sobre o trabalho forçado] termina na semana que vem, na sexta-feira que vem. Aí nós vamos ficar sabendo se vai ser cumulativo ou não. Se vamos ter 25% mais 12,5% ou se vamos ter exclusão", disse o Elias, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (16).

➡️ No mês passado, uma investigação dos Estados Unidos concluiu que a União Europeia e 59 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

🔎A decisão do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.

Segundo o Mdic, a expectativa é de que a tarifa seja aplicada a todos os países citados na investigação.

"[A expectativa] é que virá para todos, porque essa tarifa da seção 301 do trabalho forçado os Estados Unidos criaram para substituir aqueles 10% que vão acabar na semana que vem. O que vai cair em 10% para o mundo inteiro eles vão substituir por essa de 10 ou 12,5%", explicou.

Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, durante o programa “Bom Dia, Ministro”, na EBC — Foto: Júlio César Silva/MDIC

Segundo o relatório do governo norte-americano, a prática desses países é "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.

10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de acordos de comércio recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.

"A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável", afirmou o embaixador Jamieson Greer. "Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais."

Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado.

De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.

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Alerta em publicidade de bets começa a valer nesta sexta; entenda como vai funcionar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/07/2026 00:48

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"Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência";"Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro"; ou"Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento".

As medidas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na semana passada. Na ocasião, ele disse que a tolerância com bets ilegais é "zero".

sugiram a obtenção de ganho fácil ou apresentem a aposta como sinal de virtude, de êxito pessoal, social ou financeiro, como prioridade na vida ou como conduta socialmente atraente, inclusive por meio de afirmações de personalidades conhecidas ou de celebridades;apresentem a aposta como fonte de renda, forma de investimento, alternativa ao emprego, solução para problemas pessoais, sociais ou financeiros ou meio de recuperação de valores perdidos em apostas anteriores ou de outras perdas financeiras;encorajem práticas excessivas de aposta ou contenham chamadas para ação, inclusive com mecânicas promocionais, que sugiram ato imediato por parte do apostador;contenham informação falsa ou enganosa, inclusive quanto às probabilidades de ganhar ou quanto à possibilidade de a habilidade, a destreza ou a experiência do apostador influenciar o resultado da aposta;vinculem apostas a atitudes ou comportamentos ilegais ou discriminatórios, utilizem mensagens de cunho sexual ou de objetificação de atributos físicos ou ofendam crenças culturais ou tradições do País; esejam dirigidas, direta ou indiretamente, a crianças e adolescentes.

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Mega-Sena, concurso 3032: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 21:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3032: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira era de R$ 29,1 milhões. No entanto, ninguém acertou as seis dezenas. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3032 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (16), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 29,1 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 35 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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