RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Hora extra e almoço mais curto: medo da inteligência artificial leva profissionais a trabalhar mais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 08:57

Trabalho e Carreira Hora extra e almoço mais curto: medo da inteligência artificial leva profissionais a trabalhar mais Profissionais estão fazendo mais horas extras, reduzindo pausas e tentando provar valor diante do avanço da IA, mas especialistas alertam que a estratégia pode não garantir proteção profissional. Por Rafaela Zem — São Paulo

O avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho e o aumento das demissões, especialmente no setor de tecnologia, têm levado trabalhadores a se esforçar para demonstrar sua própria relevância.

Uma pesquisa da plataforma Resume.io, com mais de 3 mil profissionais, indica que, para demonstrar valor, empregados têm trabalhado em média 2 horas e 24 minutos extras por semana — o equivalente a quase 125 horas a mais por ano.

Essa escolha se traduz em mais horas extras, almoços mais curtos e no chamado “teatro da produtividade” — quando trabalhadores se esforçam para parecer ocupados.

Segundo especialistas, essa reação ao avanço da tecnologia nem sempre é a mais eficaz. Thiago Genaro, psiquiatra da Conexa, afirma que aumentar o volume de trabalho não significa, necessariamente, maior proteção profissional.

A pesquisa também aponta que mais da metade dos entrevistados percebe mudanças na forma como o desempenho é avaliado desde a adoção de ferramentas de inteligência artificial.

O avanço da inteligência artificial no mercado de trabalho e o aumento das demissões, especialmente no setor de tecnologia, têm levado trabalhadores a se esforçar para demonstrar sua própria relevância. Eles trabalham mais, fazem menos pausas e buscam estar sempre visíveis.

Uma pesquisa da plataforma Resume.io, com mais de 3 mil profissionais, indica que, para demonstrar valor, empregados têm trabalhado em média 2 horas e 24 minutos extras por semana — o equivalente a quase 125 horas a mais por ano.

Essa escolha se traduz em mais horas extras, almoços mais curtos e no chamado “teatro da produtividade” — quando trabalhadores se esforçam para parecer ocupados. (Entenda mais abaixo)

Segundo especialistas, essa reação ao avanço da tecnologia nem sempre é a mais eficaz e pode até causar efeito rebote.

Thiago Genaro, psiquiatra da Conexa, afirma que aumentar o volume de trabalho não significa, necessariamente, maior proteção profissional.

"Trabalhar horas a mais não garantirá postos de trabalho”, diz. Para ele, a insegurança diante da inteligência artificial tem levado parte dos trabalhadores a uma estratégia que pode não dialogar com as mudanças estruturais pelas quais o mercado passa.

Para ele, essas mudanças estruturais indicam que o mercado está trocando o "quanto se trabalha" pelo "como e para quê se trabalha".

Na avaliação do especialista em tecnologia da RS Systems, Emilio Salcedo, esse cenário de insegurança é agravado justamente pela forma como a tecnologia é incorporada no ambiente corporativo.

Ele afirma que, embora a IA possa reduzir tarefas repetitivas, também pode ampliar a pressão por produtividade quando não há revisão das metas e expectativas de desempenho.

A pesquisa da Resume.io sugere que essas mudanças de comportamento do trabalhador ocorrem por meio de ajustes contínuos no dia a dia.

Trabalhadores relatam responder a mensagens fora do expediente, reduzir pausas e assumir tarefas adicionais sem mudanças formais no contrato.

Um sinal claro dessa intensificação do trabalho aparece no tempo dedicado às pausas. Para 55% dos entrevistados, o intervalo de almoço diminuiu no último ano.

A maioria associa a redução à necessidade de se manter produtiva e visível. Em um ambiente em que a eficiência tecnológica redefine expectativas, o descanso passa a ser percebido como um risco.

Outro comportamento identificado pela pesquisa é o chamado “teatro da produtividade”, quando empregados sentem a necessidade de “parecer ocupados” para demonstrar valor.

Segundo os dados, 67% dos trabalhadores afirmaram sentir essa necessidade e adotar atitudes para se mostrar ocupados, como manter o status online constantemente ativo, responder a mensagens imediatamente e prolongar tarefas simples.

“Com o avanço da inteligência artificial, as métricas de avaliação de desempenho tendem a ser cada vez mais sofisticadas e detalhadas (…) essas métricas irão identificar trabalhadores e setores com baixo engajamento e baixa produtividade”.

A pesquisa também aponta que mais da metade dos entrevistados percebe mudanças na forma como o desempenho é avaliado desde a adoção de ferramentas de inteligência artificial. Para 16%, a principal alteração está no ritmo: se a tecnologia realiza tarefas mais rapidamente, o trabalhador passa a ser cobrado a acelerar.

Sobre esse ponto, Genaro afirma que a eficiência técnica tende a se tornar um critério básico de avaliação.

Com a inteligência artificial assumindo tarefas repetitivas, sobra menos espaço para atividades mecânicas e mais demanda por análise, tomada de decisão e criatividade.

Salcedo reforça essa mudança ao afirmar que a IA não substitui categorias inteiras de forma imediata, mas elimina tarefas específicas, o que exige readequação constante das funções. Nesse contexto, ganham relevância profissionais que conseguem usar a tecnologia como apoio para análise, automação e tomada de decisão.

Isso muda também a forma de avaliação: em vez de horas extras ou presença constante, ganham peso as entregas, o impacto e a capacidade de usar a tecnologia a favor do trabalho.

“Mas a IA não se emociona com um xeque-mate.” Segundo ele, ainda há um conjunto de competências que permanece restrito à experiência humana.

“O lado humano da experiência, da emoção e da criatividade ainda não entra no conjunto de competências da IA. E é nesse rol de competências que o trabalhador deve investir e se destacar no mundo corporativo.”

Apesar disso, o medo da substituição direta segue como a principal preocupação dos entrevistados. Para 34%, essa é a maior ameaça percebida. Outros 30% temem uma substituição gradual, enquanto 20% receiam que a IA seja usada para justificar cobranças mais intensas.

Já 14% afirmam temer ficar para trás em relação a colegas que dominam melhor as novas ferramentas tecnológicas.

“O desenvolvimento de novas habilidades, em sintonia com as ferramentas da IA, me parece o melhor caminho para o trabalhador no século XXI”, afirma.

Segundo Salcedo, compreender o básico da tecnologia, mapear tarefas automatizáveis e desenvolver pensamento crítico já são diferenciais importantes nesse novo contexto.

Ele também chama atenção para os efeitos emocionais dessa transição. Segundo o especialista, a pressão por produtividade pode aumentar a sensação de insegurança e sobrecarga, especialmente quando a adoção da tecnologia não vem acompanhada de ajustes claros nas expectativas de desempenho.

“O maior risco não é a tecnologia em si, mas a forma como ela é implementada sem suporte adequado”, resume.

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6×1: governo apresenta projeto que reduz limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e prevê dois dias de descanso; veja detalhes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 06:00

Política 6×1: governo apresenta projeto que reduz limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e prevê dois dias de descanso; veja detalhes Texto reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado e proíbe que o salário do trabalhador seja reduzido com as mudanças. Por Marcela Cunha, Filipe Matoso, g1 e GloboNews — Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (14) de lei que acaba com a escala 6×1.

O texto prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado (veja mais detalhes abaixo).

Na prática, isso leva à adoção do modelo 5×2. Segundo o governo, os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, "respeitando as peculiaridades de cada atividade".

A proposta foi encaminhada com urgência constitucional. O texto da proposta já está disponível no sistema da Câmara dos Deputados e aguarda despacho do presidente da Casa para começar a tramitar.

🔎A chamada urgência constitucional limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. Além disso, prevê mais 10 dias, caso o texto seja alterado na Casa revisora, como aconteceu com o PL Antifacção. Depois, disso, se não retirada a urgência, o projeto passa a trancar a pauta e impede a votação de outras matérias até que o texto seja apreciado.

O projeto promove ajustes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras normas para prever a redução da jornada de trabalho.

"O objetivo central da proposta é garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social", informou a Casa Civil.

Segundo a Presidência da República, atualmente, cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6×1. Desse total, 1,4 milhão (10%) são trabalhadoras domésticas.

Ao encaminhar a proposta, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirma que o texto busca "atualizar o marco normativo trabalhista, enfrentando distorções históricas relacionadas à organização da jornada de trabalho, em especial aquelas decorrentes da adoção sistemática da escala 6×1".

A proposta encaminhada nesta terça mantém escala 12hx36 em casos de acordo coletivo, desde que seja respeitada média de 40 horas semanais.

🔎A escala 12×36 é um regime de trabalho onde o funcionário trabalha por 12 horas seguidas e descansa nas 36 horas subsequentes, garantindo um dia de folga para cada dia de trabalho

Segundo o governo, o texto possui abrangência ampla e alcança domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.

Fim da escala 6×1 ainda precisa passar por diversas etapas legislativas antes de virar lei — Foto: Getty Images via BBC

O envio do projeto de lei do governo foi acertado nesta terça em um almoço no Palácio do Planalto entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Também participaram do encontro o ministro José Guimarães e o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Motta vinha defendendo a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição que já tramita na Casa.

A proposta está na pauta de votações da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara desta quarta-feira (15). O próximo passo será a análise do assunto em uma Comissão Especial.

Após o encontro com o presidente Lula, Motta concordou com o envio do projeto pelo governo. No entanto, o deputado não abriu mão da PEC que já está em tramitação na Câmara.

No almoço, Lula fez um apelo à Motta. O acordado entre os dois foi que o projeto e a PEC tramitem paralelamente, de forma simultânea, até que fique claro qual dos textos tem maior viabilidade política de aprovação.

A avaliação de Motta, segundo pessoas com conhecimento do tema, é de que o almoço serviu para "distensionar" a relação entre o Congresso e o Executivo sobre este assunto.

No começo do ano, o presidente da Câmara determinou que fossem analisadas juntas uma proposta da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e outra apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

O objetivo central das propostas é acabar com a possibilidade de escalas de 6 dias de trabalho e 1 de descanso. Ambas preveem que a jornada não seja superior a 36 horas semanais e que o trabalhador tenha três dias de folga.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

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Dívida boa x dívida ruim: entenda a diferença e como evitar riscos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 04:56

Dívida boa x dívida ruim: entenda a diferença e como evitar riscos No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Nem toda dívida é ruim. A diferença entre “dívida boa” e “dívida ruim” é econômica, não moral — e saber identificar isso é essencial. A boa é aquela que pode aumentar a renda ou ajudar a construir patrimônio, desde que o retorno compense o custo dos juros.

Já a dívida ruim é a usada para antecipar consumo e tende a crescer mais rápido que a renda, pressionando o orçamento. Nesse contexto, o endividamento caro e mal planejado preocupa no Brasil atualmente. Como resultado, o consumo pode perder força e a economia pode deixar de crescer.

Neste vídeo, você vai entender por que o problema não é ter dívida — mas, sim, dever mal. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Raio-X do Minha Casa, Minha Vida: veja como ficam as novas regras do programa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 04:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

As mudanças do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), anunciadas em março, já foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). O início das operações pela Caixa Econômica Federal, no entanto, ainda não tem data definida. A previsão é que comecem até o fim deste mês.

As alterações se concentram na ampliação do teto de renda e do valor máximo dos imóveis enquadrados em cada faixa do programa. a prática, as novas regras facilitam a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as mudanças devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis. Até então, esse grupo enfrentava restrições maiores, diante de juros elevados e das limitações do MCMV. (Leia mais abaixo)

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas.

Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000

📌 s juros cobrados nos financiamentos dentro do programa aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Dessa forma, a ampliação dos limites beneficiou diretamente famílias que estavam próximas das faixas de corte e que passam a ter acesso a juros menores.

🏠 EXEMPLO 1: Quem tinha renda entre R$ 4.700,01 e R$ 5 mil e se enquadrava na faixa 3 passa agora para a faixa 2. Esse grupo tinha acesso a juros de 8,16% ao ano. Agora, passa a ter taxas de 7% ao ano, explica a advogada Daniele Akamine, especialista em mercado imobiliário.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem tinha renda entre R$ 8.600,01 e R$ 9.600 e se enquadrava na faixa 4 passa agora para a faixa 3. Esse grupo tinha acesso a juros de cerca de 10% ao ano e passa a ter taxas de até 8,16% ao ano.

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

📌 O valor máximo dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou, o que permite o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas.

🏠 EXEMPLO 1: Quem se enquadra na faixa 3 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 400 mil dentro do programa, um aumento de R$ 50 mil em relação ao limite anterior. Na prática, isso amplia o leque de opções a uma nova prateleira de imóveis.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem se enquadra na faixa 4 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 600 mil dentro do MCMV, um acréscimo de R$ 100 mil em comparação com o limite anterior. O efeito, nesse caso, é semelhante: amplia o acesso a imóveis de padrão mais elevado.

Na prática, as novas regras ampliam a capacidade de compra das famílias, afirma a advogada Daniele Akamine. Antes da atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços dos imóveis.

“Com o mesmo salário, é possível adquirir um imóvel melhor ou exigir uma entrada menor, já que o crédito ficou mais acessível e as taxas dentro do programa são mais baixas", diz.

Segundo o governo, a atualização das faixas inclui cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, afirma que o movimento ocorre em meio a um cenário desafiador para parte da classe média.

🔎 Sem acesso ao MCMV, essas famílias passaram a enfrentar juros elevados no financiamento imobiliário, diante de uma taxa básica (Selic) que permaneceu na casa dos 15% durante boa parte do ano passado. A taxa está agora em 14,75%.

“Pessoas que estavam logo acima da faixa de corte do programa agora passam a ser incluídas, ampliando o acesso da classe média à casa própria”, afirma a especialista.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava, no máximo, famílias da faixa 3, com renda de até R$ 8 mil — limite ampliado para R$ 8,6 mil naquele mês. Em maio, foi criada a faixa 4, estendendo o programa a famílias com renda de até R$ 12 mil, com juros mais altos, mas ainda abaixo dos praticados no mercado.

As mudanças de abril de 2026 ampliaram o alcance do MCMV para rendas de até R$ 13 mil. Na prática, o teto de acesso ao programa saltou de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano.

Ana Castelo, do FGV Ibre, lembra que o MCMV atingiu um novo recorde de contratações em 2025. "Quem realmente sustentou o setor de construção no ano passado foi o programa", diz.

"Vivemos um contexto particularmente difícil para a classe média fora do programa. Foi um ano de bom desempenho nas pontas: no Minha Casa, Minha Vida e no nicho de imóveis de alto padrão — que não depende de financiamento", explica.

"No entanto, a renda média fora do programa sofreu bastante, porque as taxas de financiamento ficaram mais altas."

Dados do Ministério das Cidades, compilados por Ana Castelo, mostram que as contratações da faixa 3 dispararam nos últimos anos e ganharam mais relevância dentro do programa. Veja abaixo:

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Banco Mundial pode enviar até US$100 bi em financiamento para países atingidos pela guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

O Banco Mundial poderá mobilizar entre US$ 80 bilhões e US$ 100 bilhões em financiamento nos próximos 15 meses para países duramente atingidos pela guerra no Oriente Médio, superando os US$ 70 bilhões fornecidos durante a pandemia de Covid-19, disse o presidente do banco, Ajay Banga, nesta terça-feira (14).

Isso incluiria de US$ 20 bilhões a US$ 25 bilhões nos próximos meses por meio de uma janela de resposta à crise que permite aos países retirar até 10% dos fundos antecipadamente de programas previamente aprovados. Além disso, outros US$ 30 bilhões a US$ 40 bilhões poderiam vir da realocação de programas existentes em cerca de seis meses.

Os comentários do presidente do banco, feitos à margem das reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, refletem o crescente reconhecimento do enorme impacto que a guerra já está tendo sobre o crescimento global e a inflação. Os países em desenvolvimento provavelmente serão os mais afetados.

O FMI reduziu na terça-feira sua previsão de crescimento global devido à alta dos preços da energia causada pela guerra, apresentando uma série de cenários que incluem menor crescimento e maior inflação. Na ausência do conflito, o FMI afirmou que teria elevado sua previsão de crescimento em 0,1 ponto percentual, para 3,4%.

Caso a guerra se prolongasse e surgissem necessidades maiores, o banco teria que recorrer ao seu balanço patrimonial e à sua margem de manobra para encontrar financiamento adicional e atingir os 80 a 100 bilhões de dólares necessários, disse Banga. Isso se somaria aos empréstimos normais do banco.

"Estou tentando criar um conjunto de ferramentas que tenha uma capacidade de resposta escalonada, dependendo de como isso continuar, para pelo menos poder de fogo adequado para fazer algo a respeito", disse ele.

Banga, que se reuniu com a chefe da Agência Internacional de Energia e diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, enfatizou que levará tempo para o mercado de energia se estabilizar. Isso mesmo que a guerra termine e não haja mais danos estruturais à infraestrutura energética.

A economia global ainda pode se recuperar rapidamente do choque da guerra no Oriente Médio se o conflito terminar nas próximas semanas, mas a situação será pior se ele se arrastar pelo verão, disse Georgieva em declarações separadas no mesmo evento.

Georgieva afirmou que o Fundo Monetário Internacional estava em negociações com países duramente atingidos pelo aumento dos preços da energia e pelas interrupções na cadeia de suprimentos para discutir suas necessidades financeiras.

Tanto Banga quanto Georgieva instaram os países a se concentrarem em medidas específicas e temporárias para aliviar o impacto do aumento dos preços da energia e a evitarem subsídios energéticos mais amplos que poderiam acabar alimentando ainda mais a inflação.

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Microverde: conheça as hortaliças em miniatura consideradas um superalimento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

GLOBO RURAL Microverde: conheça as hortaliças em miniatura consideradas um superalimento Os vegetais, que são colhidos na fase posterior ao broto, são ricos em nutrientes, como vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras. Por Globo Rural

Diferentemente dos brotos, que são consumidos inteiros depois de germinar na água, os microverdes são colhidos no substrato.

Essas hortaliças em miniatura são consideradas superalimentos, ou seja, são ricas em nutrientes, como vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras.

Em Florianópolis, o casal Laís Ribeiro e Leonardo Corrêa investiu em uma fazenda vertical para produzir microverdes.

O plantio, fundado em 2019, fica em uma sala de 50 metros quadrados, onde são cultivadas mais de 20 variedades, como o repolho roxo, rúcula, mostarda e alho poró.

Já pensou em uma salada de hortaliças em miniatura? Isso é possível com os chamados "microverdes", que são vegetais colhidos na fase posterior ao broto.

Diferentemente dos brotos, que são consumidos inteiros depois de germinar na água, os microverdes são colhidos no substrato.

Essas hortaliças em miniatura são consideradas superalimentos, ou seja, são ricas em nutrientes, como vitaminas, minerais, antioxidantes e fibras.

Em Florianópolis, o casal Laís Ribeiro e Leonardo Corrêa investiu em uma fazenda vertical para produzir microverdes.

O plantio, fundado em 2019, fica em uma sala de 50 metros quadrados, onde são cultivadas mais de 20 variedades, como o repolho roxo, rúcula, mostarda e alho poró.

Esse tipo de produto tem rápido ciclo de produção, sendo, em média, 14 dias entre o plantio e a colheita. O rabanete roxo, por exemplo, pode ser colhido 5 dias após o plantio.

Atualmente, a produção é de 250 kg por mês, abastecendo cerca de 100 restaurantes, além de pontos comerciais de Florianópolis.

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VÍDEO: robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

Inovação VÍDEO: robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia Nas imagens, robô corre atrás dos animais e grita 'vá embora' até que eles fogem; Varsóvia enfrenta aumento da população de javalis e autorizou abate. Por Reuters

Um robô humanoide chamado Edward Warchocki foi filmado perseguindo um grupo de javalis selvagens em uma rua de Varsóvia, na Polônia.

Nas imagens, divulgadas no domingo (12), ele corre atrás dos animais enquanto grita "vá embora!" em polonês, até que eles fogem em direção a uma área de floresta.

O robô, modelo Unitree G1 equipado com software de inteligência artificial, tem se tornado uma espécie de celebridade na internet no país.

Em um post no X, a conta do robô Edward escreveu: "Estou levando javalis para a floresta".

Robô humanoide persegue javalis selvagens na Polônia. — Foto: Divulgação/Reuters/Edward Warchocki

O robô já visitou o Parlamento polonês, conhecido como Sejm, onde conversou com parlamentares nos corredores, e também participou de programas matinais de TV na Polônia.

Segundo o site Futurism, Varsóvia enfrenta dificuldades com a proliferação de javalis pela cidade. Diante da situação, o prefeito autorizou o abate dos animais na capital polonesa.

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Guerra, tarifaço e preferência da China pelo Brasil agravam crise de produtores de soja dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 03:23

Agro Guerra, tarifaço e preferência da China pelo Brasil agravam crise de produtores de soja dos EUA Quase metade dos agricultores norte-americanos relata piora financeira em 2025, pressionados por aumento nos preços de fertilizantes, combustíveis e aluguéis de terras. Por Associated Press

Produtores de soja dos EUA enfrentam prejuízos com custos altos e preços baixos, agravados por guerra e tarifas.

China reduziu compras de soja americana após tarifas, favorecendo o Brasil como principal fornecedor.

Conflito no Irã elevou preços de combustíveis e fertilizantes, aumentando ainda mais os gastos dos agricultores.

Pesquisa mostra que quase metade dos produtores relata piora financeira, com aumento de falências e incertezas no setor.

O produtor de soja Doug Bartek, de 60 anos, se diz ansioso para o início da colheita da primavera, listando os inúmeros problemas que afetam o sustento de sua família em sua fazenda de 2.000 acres próxima a Wahoo, Nebraska, nos Estados Unidos.

Segundo Bartek, que também preside a Associação de Soja de Nebraska, os custos elevados de combustível, máquinas e fertilizantes têm pesado no orçamento, situação agravada pelo conflito no Irã.

Além disso, as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, a sensação de que os fornecedores cobram valores excessivos e o preço baixo da soja, resultado da grande oferta mundial, tornam o cenário ainda mais difícil.

“Nossas maiores dificuldades são os insumos, seja fertilizante, semente, produto químico, peças”, diz Bartek. “Todos eles tiveram um aumento drástico, e eu sinto que o agricultor está encurralado.”

A soja, utilizada na alimentação animal, em alimentos e na produção de biocombustíveis, está entre os principais produtos agrícolas exportados pelos Estados Unidos desde a década de 1990, quando a produção aumentou devido à demanda internacional, principalmente da China.

No entanto, os produtores de soja dos Estados Unidos, que também plantam milho, já enfrentavam dificuldades financeiras há vários anos, mesmo antes do conflito no Irã.

O valor da soja tem permanecido baixo nos últimos anos, principalmente devido ao excesso de oferta no mercado – impulsionado em parte pelo Brasil, que superou os Estados Unidos como maior produtor mundial de soja há alguns anos.

“Se olharmos para a produção global de soja nos últimos anos, ela continua batendo recorde após recorde”, afirma Chad Hart, economista agrícola da Universidade Estadual de Iowa. “Há grandes estoques globais, e isso baixou os preços.”

Por isso, muitos agricultores do Meio-Oeste dos Estados Unidos compartilham as mesmas preocupações de Doug Bartek.

Enquanto o preço da soja se mantém baixo, os gastos com máquinas e produção aumentaram. As tarifas impostas pelo governo Trump no ano passado e a guerra comercial com a China só agravaram a situação, segundo os produtores.

Depois, o conflito no Irã dificultou o transporte pelo Estreito de Ormuz, reduzindo o fornecimento mundial de fertilizantes e fazendo os preços subirem ainda mais.

“Muitos produtores estão bem nervosos entrando neste ano”, diz Justin Sherlock, agricultor e presidente da Associação de Produtores de Soja da Dakota do Norte. “Parece que teremos mais um ano de retornos negativos.”

O aumento do preço dos terrenos no Meio-Oeste dos Estados Unidos também preocupa os agricultores, de acordo com especialistas.

Segundo Joana Colussi, professora assistente de pesquisa no departamento de economia agrícola da Universidade Purdue, a maioria dos produtores da região depende de terras alugadas para cultivar parte de sua produção.

Doug Bartek, que aluga três quartos da área em que produz, afirma que os donos das terras estão elevando os valores, o que aumenta ainda mais a pressão financeira.

“Há muitos proprietários ausentes que não têm absolutamente nenhuma ideia do que acontece na fazenda”, diz ele. “Tudo o que sabem é que seus impostos aumentaram, e eles têm que compensar a diferença de alguma forma.”

Os desafios do mercado não são o único obstáculo para os agricultores. As tarifas impostas pelo presidente Donald Trump em abril de 2025 intensificaram a disputa comercial com a China, que era a principal compradora da soja dos Estados Unidos.

A China respondeu com tarifas em retaliação e praticamente deixou de comprar soja dos Estados Unidos, o que fez o preço cair ainda mais e eliminou um importante destino de exportação para os produtores do Meio-Oeste.

“Quando a China impôs tarifas contra os EUA, eles passaram a comprar do Brasil ou da Argentina, principalmente do Brasil”, afirma Joseph Glauber, ex-economista-chefe do Departamento de Agricultura dos EUA.

“Não somos mais tão dominantes no mundo como éramos em termos de mercado global de exportação de soja.”

EUA e China finalmente fecharam um acordo no fim de 2025. A China prometeu comprar 12 milhões de toneladas de soja até janeiro e, nos três anos seguintes, pelo menos 25 milhões de toneladas por ano.

Em dezembro, o governo Trump também anunciou um pacote de ajuda temporária de 12 bilhões de dólares para apoiar os produtores prejudicados pela disputa comercial.

Mas o estrago já estava feito, dizem especialistas e agricultores. Apesar das novas compras da China e do auxílio do governo, isso não foi suficiente para compensar as perdas.

Mesmo com o apoio federal, os agricultores ainda tiveram prejuízo de quase 75 dólares por acre de soja colhido na safra de 2025, segundo a Associação Americana de Soja.

“Quando a China decidiu parar de comprar, não conseguimos encontrar outros mercados suficientes para substituir essas vendas. Ainda sentimos os impactos hoje”, diz Chad Hart, acrescentando que as exportações da soja americana estão entre 15% e 20% abaixo do esperado para o momento.

Depois do ataque de Estados Unidos e Israel ao Irã em 28 de fevereiro, o tráfego pelo Estreito de Ormuz foi interrompido, o que fez o preço do petróleo subir muito e quase parou a exportação de fertilizantes nitrogenados produzidos no Golfo Pérsico.

O valor da ureia, o fertilizante nitrogenado mais usado, aumentou bastante. Aproximadamente metade do fornecimento mundial desse produto vem do Oriente Médio.

A soja não precisa desse tipo de fertilizante, mas ele é essencial para o milho, que a maioria desses produtores também planta.

Segundo Seth Goldstein, analista da empresa de pesquisa Morningstar, instalações importantes no Oriente Médio para exportação de produtos químicos, petróleo e outros itens foram danificadas ou destruídas, e será necessário tempo para que as cadeias de suprimentos se recuperem.

“Locais como plantas de gás natural liquefeito foram atingidos”, diz Goldstein. “Também há uma grande escassez de produtos químicos básicos, insumos para produtos químicos agrícolas.”

As dificuldades financeiras dos produtores aparecem em alguns indicadores. Em uma pesquisa feita com 400 agricultores pelo Centro Purdue para Agricultura Comercial no fim de março, quase metade afirmou que sua situação financeira está pior do que há um ano.

O analista Seth Goldstein afirma que os custos elevados e a queda nas receitas dos produtores ajudaram a aumentar o número de falências entre 2024 e 2025.

Segundo ele, se as despesas continuarem subindo mais rápido do que os preços das colheitas, isso “pressionaria novamente os agricultores e levaria provavelmente a mais falências”.

Depois de 43 anos trabalhando no campo, Doug Bartek conta que o cheiro de terra fresca ainda o motiva para o plantio de primavera.

No entanto, ele também ouviu relatos de suicídios de produtores, falências e “vendas de aposentadoria”, quando agricultores são obrigados a leiloar suas propriedades devido a dificuldades financeiras.

Bartek compara os produtores a apostadores que investem “milhões de dólares na terra” esperando retorno. Às vezes, ele questiona sua escolha de seguir na agricultura e se preocupa com o filho, que adquiriu uma fazenda há alguns anos.

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Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será liberado nesta quarta-feira; veja se vai receber

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Trabalho e Carreira Abono salarial PIS/Pasep 2026: novo pagamento será liberado nesta quarta-feira; veja se vai receber Benefício no valor de até um salário-mínimo é concedido anualmente a trabalhadores e servidores que atendem aos requisitos do programa; entenda. Por Redação g1 — São Paulo

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15).

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O pagamento do abono salarial PIS/Pasep 2026, referente ao ano-base 2024, terá novo pagamento nesta quarta-feira (15). Desta vez, o benefício será destinado aos trabalhadores que nasceram nos meses de março e abril.

Os valores ficarão disponíveis para saque até o encerramento do calendário em 30 de dezembro de 2026.

➡️ O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e a servidores públicos (Pasep) que atendem aos requisitos do programa.

Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa ter recebido, no ano-base de 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.765,93.

O banco de recebimento, data e os valores, inclusive de anos anteriores, estão disponíveis para consulta no aplicativo Carteira de Trabalho Digital e no portal gov.br.

Em fevereiro, o Ministério do Trabalho efetuou o pagamento para os trabalhadores nascidos em janeiro. Em março, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a estimativa é de que 26,9 milhões de trabalhadores sejam beneficiados em 2026, com um total de R$ 33,5 bilhões em pagamentos.

A partir deste ano, o pagamento do PIS/Pasep passa a seguir datas fixas. Os valores serão liberados sempre no dia 15 do mês correspondente ao mês de nascimento — ou no primeiro dia útil seguinte, caso a data caia em fim de semana ou feriado.

O encerramento anual dos pagamentos ocorrerá no último dia útil bancário do ano, conforme as regras do Banco Central, que passa a ser a data-limite para o saque do abono.

O abono salarial é um benefício no valor de até um salário-mínimo concedido anualmente a trabalhadores. — Foto: Marcello Casal Jr.

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Bolsa Família 2026: pagamentos de abril começam amanhã; veja o calendário

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de abril do Bolsa Família 2026 na quinta-feira (16). Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (Veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 16/4Final do NIS: 2 – pagamento em 17/4Final do NIS: 3 – pagamento em 20/4Final do NIS: 4 – pagamento em 22/4Final do NIS: 5 – pagamento em 23/4Final do NIS: 6 – pagamento em 24/4Final do NIS: 7 – pagamento em 27/4Final do NIS: 8 – pagamento em 28/4Final do NIS: 9 – pagamento em 29/4Final do NIS: 0 – pagamento em 30/4

Maio: de 18/5 a 29/5;Junho: de 17/6 a 30/6;Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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