RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Receita começa cobrança de R$ 10 bilhões em impostos devidos por quase 3 mil supermercados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

Empresários terão um prazo de 60 dias para regularizar sua situação, ou poderão ser multados — Foto: Reprodução/EPTV

A Secretaria da Receita Federal está iniciando nesta quarta-feira (15) a notificação de 2.959 supermercados para cobrar R$ 10 bilhões em impostos pelo uso indevido de créditos tributários (valores a receber) do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

As notificações serão enviadas por meio da por meio da caixa postal dos contribuintes no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e, também, pelos Correios.

Por meio da operação "Caixa Rápido", a Receita encontrou "inconsistências" em mais de 55 mil pedidos de ressarcimento e compensação, ou seja, valores já abatidos em impostos a pagar. Ao fiscalizar esses pedidos, o órgão encontrou irregularidades.

Entre os exemplos mais comuns do uso indevido de créditos tributários pelos supermercados identificados pela Receita estão:

itens da cesta básica, com alíquota zero; produtos cuja tributação ocorre nas etapas iniciais da cadeia, como bebidas, combustíveis e produtos de higiene.

"Em muitos casos, consultorias tributárias se valem da complexidade da legislação e da limitada familiaridade técnica dos empreendedores com a matéria para induzir contribuintes à utilização de créditos sem respaldo legal", informou a Receita Federal.

De acordo com a Receita Federal, o objetivo desta operação é promover a "correção voluntária de inconsistências e a adoção de práticas alinhadas à legislação".

Segundo a Receita, os donos dos supermercados terão até 30 de junho deste ano para regularizar sua situação. Após esse prazo, poderão ser multados. O órgão informou que, sem a regularização, os sócios ou dirigentes também poderão responder solidariamente pelas dívidas da pessoa jurídica, sendo executados em seu patrimônio pessoal.O setor supermercadista pode obter mais informações em página específica da Receita Federal na internet sobre o assunto.

Para regularizar a situação, os empresários deverão retificar as declarações fiscais, informar os valores corretos, cancelar os pedidos irregulares e pagar os impostos devidos.

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Galaxy A57 e A37: Samsung lança novos celulares intermediários com foco em IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 00:52

Tecnologia Galaxy A57 e A37: Samsung lança novos celulares intermediários com foco em IA Smartphones chegam com recursos de inteligência artificial herdados da linha premium. Modelo A57 é mais fino e leve, e aposta em funções como edição de fotos e transcrição de voz. Por Henrique Martin, g1

A Samsung lança nesta quarta-feira (15) novos celulares da linha intermediária Galaxy A, com os modelos A37 e A57.

A fabricante coreana promete recursos "avançados" de inteligência artificial nos aparelhos, como transcrição automática de voz em chamadas, transformar mensagens deixadas na caixa postal em texto, além de captura e edição de fotos aprimorada.

Funções como "Circule para pesquisar" e integração com o chatbot Gemini, do Google, também estão presentes.

O Galaxy A57, modelo mais avançado, conta ainda com a função Best Face, que seleciona os melhores sorrisos em uma sequência de fotos em grupo, e o Auto Trim, para editar vídeos de forma mais fácil.

Segundo a Samsung, o design do Galaxy A57 é 0,5 milímetro mais fino que a versão anterior, além de 19 gramas mais leve. O visual do produto segue o padrão dos modelos mais caros da linha Galaxy S26, lançados em fevereiro.

O Galaxy A57 tem opções de acabamento nas cores azul, cinza, azul claro e lilás. Já o Galaxy A37 será vendido nas cores lavanda, carvão, verde acinzentado e branco.

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Imposto de Renda 2026: mais de 11 milhões de declarações já foram entregues; 890 mil caem na malha fina

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 15/04/2026 00:13

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: mais de 11 milhões de declarações já foram entregues; 890 mil caem na malha fina Fisco afirma que é comum haver mais retenções no início do prazo, enquanto dados ainda são ajustados por contribuintes e fontes pagadoras. Por Isabela Bolzani, g1 — São Paulo

A Receita Federal já recebeu mais de 11 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026 até a última segunda-feira (13). Desse total, cerca de 8,15% — o equivalente a aproximadamente 897 mil declarações — estavam retidas na malha fina.

Segundo o Fisco, é comum que haja mais retenções no início do prazo de entrega, já que, muitas vezes, as informações ainda estão sendo ajustadas e confirmadas por contribuintes e fontes pagadoras.

"Malha não é punição, é etapa de conferência", informou a Receita em nota, indicando que o percentual de declarações retidas já vem diminuindo ao longo das semanas.

“Assim que essas informações são ajustadas pelas fontes pagadoras, a Receita reprocessa automaticamente as declarações, o que permite que as retenções sejam revistas e, quando for o caso, liberadas sem necessidade de nova ação do contribuinte”, informou o Fisco.

A Receita reforçou ainda que já está em contato direto com empregadores que concentram contribuintes retidos na malha e orienta que as correções sejam feitas “o quanto antes”. Segundo o Fisco, cerca de 100 empregadores respondem por aproximadamente 100 mil contribuintes retidos.

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Segundo a Receita Federal, para saber se a declaração ficou retida na malha fina, o contribuinte precisa acessar o e-CAC ou o aplicativo do Fisco com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro.

Se a declaração estiver na malha fina, isso significa que o contribuinte pode ter cometido algum erro de preenchimento ou deixado de informar algum dado.

Se esse for o caso, é possível fazer uma retificação para ajustar as informações, desde que o contribuinte ainda não tenha recebido um termo de intimação ou uma notificação de lançamento.

De acordo com o Fisco, grande parte das declarações que ficam retidas na malha fina apresenta erros de preenchimento.

“A falta de atenção, a digitação indevida e o preenchimento incompleto das informações muitas vezes fazem a declaração ficar retida para análise”, diz a Receita, reiterando que é importante que o contribuinte preencha a declaração com calma e sempre observe os documentos que comprovem os dados informados.

omissão de rendimentos: quando a pessoa não informa os rendimentos recebidos ou informa em valor inferior;omissão de rendimentos dos dependentes: ao incluir um dependente na declaração, todos os rendimentos recebidos por ele também devem ser incluídos. A remuneração de dependentes deve ser informada como rendimento tributável pelo responsável;despesas médicas não confirmadas: quando o valor declarado como despesa médica não foi confirmado pelo profissional, clínica ou hospital;despesas médicas não dedutíveis: quando são incluídas despesas que não possuem previsão legal para dedução.

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Mega-Sena, concurso 2.996: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 21:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.996: prêmio acumula e vai a R$ 52 milhões Veja os números sorteados: 07 – 09 – 27 – 38 – 49 – 52. Quina teve 78 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 25.112,52. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.996 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (14), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 52 milhões.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Argentina: inflação acelera a 3,4% em março, maior nível mensal em um ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 19:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,993-0,07%Dólar TurismoR$ 5,1940,03%Euro ComercialR$ 5,8880,2%Euro TurismoR$ 6,1380,36%B3Ibovespa198.657 pts0,33%Oferecido por

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano.

No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

A inflação na Argentina foi de 3,4% em março, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (14) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O resultado mostra uma aceleração em relação aos 2,9% registrados em fevereiro e marca o maior nível em um ano. No acumulado em 12 meses até março, o indicador ficou em 32,6%, abaixo dos 33,1% registrados no mês anterior.

Os setores com maiores altas em fevereiro foram educação (12,1%) e transporte (4,1%). Na sequência, aparecem habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (3,7%), recreação e cultura (3,6%), restaurantes e hotéis (3,4%) e alimentos e bebidas não alcoólicas (3,4%).

Os dados da série histórica do Indec mostram que o índice oficial de preços da Argentina apresentou forte melhora no ritmo mensal ao longo de 2024, primeiro ano da gestão Milei.

Em 2025, no entanto, a taxa mensal permaneceu entre 2% e 3%, com poucas leituras abaixo de 2%. O cenário se tornou menos favorável a partir de maio, quando os números passaram a indicar uma aceleração gradual da inflação, evidenciando os desafios do governo de Javier Milei para reduzir o índice de forma consistente.

A Argentina passou por um forte ajuste econômico sob o comando de Milei. No segundo semestre de 2025, uma crise política afetou as expectativas, e o líder argentino buscou o apoio de Donald Trump, nos Estados Unidos, para conter a instabilidade nos mercados e no câmbio. (leia mais abaixo)

A Argentina, que já vinha enfrentando uma forte recessão, passa por uma ampla reforma econômica. Após tomar posse, em dezembro de 2023, Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de dinheiro para os estados.

Foram retirados subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais. Com isso, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor.

O país também observou uma intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, com 52,9% da população nessa situação. No segundo semestre de 2025, o percentual caiu para 28,2%, no menor nível em sete anos.

Por outro lado, o presidente conseguiu uma sequência de superávits (arrecadação maior do que gastos) e retomada da confiança de parte dos investidores.

No terceiro trimestre de 2025, no entanto, Milei passou a enfrentar uma forte crise política após um escândalo envolvendo Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente.

Um áudio gravado por um ex-aliado de Javier Milei, no qual Karina é acusada de corrupção, vazou para a imprensa e está sendo investigado pela Justiça. Leia mais aqui.

Em meio à crise, Javier Milei sofreu uma dura derrota, em setembro, nas eleições da província de Buenos Aires — a mais importante da Argentina, que concentra quase 40% do eleitorado nacional.

Os reflexos foram sentidos no mercado: os títulos públicos, as ações das empresas e o peso argentino despencaram um dia após o pleito.

Com o resultado, a moeda argentina atingiu seu menor valor histórico até então, cotada a 1.423 por dólar. Ao longo de 2025, o peso derreteu quase 40% frente ao dólar, encerrando a 1.451,50, em um cenário bastante prejudicial para a inflação.

O pessimismo no mercado surgiu após investidores demonstrarem preocupação de que o governo de Javier Milei não conseguiria avançar com sua agenda de cortes de gastos e reestruturação das contas públicas na Argentina.

A partir de então, ocorreram sucessivas quedas do peso em relação ao dólar, levando o Banco Central da Argentina a retomar intervenções no câmbio para controlar a disparada da moeda norte-americana. (leia mais abaixo)

A volatilidade só começou a ceder depois que o governo dos EUA anunciou apoio à Argentina. Em 20 de outubro, os países oficializaram um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões. Além disso, foi prometido outro incentivo do mesmo valor, elevando o socorro financeiro para US$ 40 bilhões.

Na prática, as medidas aumentam o volume de dólares nas reservas argentinas e buscam recuperar a confiança dos investidores.

Após a confirmação do apoio financeiro pelo governo de Donald Trump, Javier Milei obteve, em 26 de outubro, uma vitória importante nas eleições para a Câmara dos Deputados e o Senado, o que ajudou a conter a disparada do dólar — e pode garantir a continuidade das reformas do atual governo.

Milei anunciou pacote de medidas para tentar aumentar a circulação de dólares na economia argentina — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

No início do governo Milei, a melhora nos indicadores econômicos fez com que o líder alcançasse, em 11 abril, um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI). A primeira parcela, de US$ 12 bilhões, foi disponibilizada ao país poucos dias depois.

O repasse dos recursos representa um voto de confiança do fundo internacional no programa econômico do presidente argentino. Os valores anunciados se somam a dívidas antigas do país junto ao FMI, que já superavam os US$ 40 bilhões.

Nesse cenário, reduzir a inflação é fundamental para o governo do líder argentino, que deseja eliminar completamente os controles de capitais que prejudicam os negócios e os investimentos. Para isso, Milei quer que a inflação permaneça abaixo de 2% ao mês.

Logo após o acordo com o FMI, o banco central da Argentina anunciou uma redução dos controles cambiais, o chamado “cepo”. A flexibilização determinou o fim da paridade fixa para o peso argentino e introduziu o "câmbio flutuante" — quando o valor da moeda é determinado pela oferta e demanda do mercado.

Com isso, o governo de Javier Milei passou a ensaiar o fim do sistema de restrição cambial que estava em vigor desde 2019, limitando a compra de dólares e outras moedas estrangeiras pelos argentinos. A deterioração recente nos mercados, porém, fez o país voltar a intervir no câmbio. (leia abaixo)

Nos últimos meses, o governo e o Banco Central da Argentina lançaram medidas de naturezas monetária, fiscal e cambial para injetar dólar no país, com o objetivo de fortalecer o cumprimento do acordo com o FMI para a recuperação econômica.

Em maio de 2025, o governo também anunciou sua decisão de permitir que os cidadãos utilizem dólares mantidos fora do sistema financeiro — ou seja, guardados "debaixo do colchão" — sem a obrigatoriedade de declarar a origem dos recursos.

Em 10 de junho, lançou medidas como a flexibilização no uso de pesos e dólares no mercado de títulos públicos e um plano de captação de empréstimo de US$ 2 bilhões com emissões de títulos. Além disso, se comprometeu a reduzir a emissão de moeda pelo BC.

Já na semana anterior às eleições de Buenos Aires — e em meio à forte queda do peso frente ao dólar —, o governo de Milei anunciou sua intervenção no mercado de câmbio.

O secretário de Finanças, Pablo Quirno, afirmou em 2 de setembro que o Tesouro Nacional atuaria diretamente na compra e venda de dólares para garantir oferta suficiente e evitar desvalorizações abruptas.

O objetivo do governo é estabilizar a inflação, reforçar as reservas comerciais, melhorar o câmbio e atrair investimentos, enquanto avança no rigoroso ajuste econômico promovido por Milei.

Sergio Moro (PL) e Marcos do Val (Avante) foram substituídos por Beto Faro (PT) e Teresa Leitão (PT). Texto pede o indiciamento de Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet.

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Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 16:02

Piracicaba e Região Entenda como a USP apura, em Piracicaba, o principal indicador do preço comercial do café do Brasil Análises dos preços são feitas diariamente pela equipe desde 1996, por meio de ligações às cooperativas. Por André Luís Rosa, EPTV e g1 Piracicaba e Região

O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e é a principal referência do Brasil no comércio do café.

O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do grão.

O indicador de norteia todo o comércio de café do Brasil, e inclusive, impacta o preço que vai chegar às prateleiras.

Companheiro da manhã, do fim da tarde e dos dias tumultuados do trabalho, o café faz parte do dia a dia dos brasileiros. O consumo indispensável traz outra preocupação tanto para quem compra no mercado quanto para quem movimenta milhões com o grão: o preço.

☕No Dia Mundial do Café, celebrado nesta terça-feira (14), a EPTV foi conhecer de perto como é apurado o preço comercial do café do indicador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), a principal referência do Brasil no comércio do grão.

As análises dos preços são feitas diariamente pela equipe da USP em Piracicaba (SP). Victor Hugo Abreu, analista de café do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), inicia o dia ligando para cooperativas de café de todo o País.

🔍 O indicador Esalq começou a ser medido em 1996 e as atualizações são diárias, com três parciais sendo publicadas ao longo do dia. De acordo com os analistas, o mercado é dinâmico e a variação de valores depende de fatores múltiplos.

Entenda o levantamento: O preço comercializado nos supermercados é diferente do valor divulgado pela Esalq. Isso porque, nesse levantamento, os analistas perguntam o preço comercial do café, ou seja, o valor da saca vendida pelos produtores às cooperativas.

O valor indicado norteia todo o comércio de café do País e impacta diretamente a exportação do grão, bem como o preço que vai chegar às prateleiras.

Por que o preço do café robusta sempre foi menor?Dia Mundial do Café: teste seus conhecimentos sobre a bebida queridinha dos brasileiros USP analisa como mercado interno reage após abrir 2026 com negociações restritasProjeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP

Os pesquisadores de Piracicaba fazem a cotação ligando para as cooperativas que compram os cafés dos produtores e repassam para as empresas que fazem a moagem e torra do café.

"O mercado é muito dinâmico. Então, as oscilações acontecem muitas vezes no próprio decorrer do dia. O cenário cambial impacta bastante a condição de preço, então, se o mercado abre em uma condição de câmbio e fecha em outra condição, no decorrer do mesmo dia, a gente consegue ter alguma mudança em termos de precificação", reiterou o analista.

O trabalho de Vitor começa cedo: ele liga perguntando para as cooperativas o preço dos cafés tipos 6, 7, 8 e o Arábica Rio. Segundo o analista, é uma conversa bem simples, clara e direta. "Eu pergunto se sabem dizer também por que teve essa alteração e peço o preço", relatou.

Cedo, por causa do horário de Londres, quatro horas à frente do horário de Brasília;À tarde, por causa da bolsa de Nova Iorque, que funciona no fuso horário uma hora atrás do horário brasileiro.

"As negociações acontecem basicamente utilizando a referência da bolsa de Nova Iorque. Essa é a referência para os mercados e nós aqui conseguimos trazer uma referência dos fechamentos para o mercado interno. Então isso ajuda todo mundo na tomada de decisão", explicou.

Desde que o acompanhamento dos preços do café começou, a maior alta foi no início de 2025, quando a saca de 60 kg atingiu o recorde de R$ 2.769. O primeiro trimestre do ano passado foi, inclusive, o período de maior alta no café. A média da safra ficou em R$ 2,5 mil.

Neste ano, já houve uma redução, e a média entre janeiro e março ficou em R$ 1,7 mil. O menor valor registrado foi em 2002, com R$ 500 a saca.

☕ Para quem gosta de café, a projeção para o segundo semestre deste ano é animadora. Em julho começa a colheita e existe a possibilidade de o valor cair.

"O Brasil é o principal produtor de café e deve colher uma boa safra este ano. Os dados da Conab, por exemplo, indicam para uma safra recorde. E essa safra recorde com certeza vai favorecer que você tenha um aumento de oferta. Então é bem provável agora que, com a entrada da nova safra, os preços sofram uma certa pressão", explicou.

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‘Caso ela diga não’: trend brasileira que promove violência contra mulheres escandaliza imprensa francesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 14:48

Tecnologia ‘Caso ela diga não’: trend brasileira que promove violência contra mulheres escandaliza imprensa francesa A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios. Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo. Por RFI

A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios.

Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo.

Le Parisien lembra a tentativa de feminicídio da qual foi alvo Alana Anisio Rosa, de 20 anos, em São Gonçalo (RJ), em fevereiro.

A matéria destaca que a mãe de Alana, Jaderluce Anisio de Oliveira, afirmou que o rapaz se inspirou em vídeos que consultava no TikTok mostrando homens atacando manequins e bonecos de treino, sob o slogan “treinando caso ela diga não”.

Montagem mostra exemplos de vídeos da trend “treinando caso ela diga não”, em que criadores simulam reações violentas após rejeição a pedidos de namoro ou casamento. — Foto: Reprodução/TikTok

A trend masculinista “Caso ela diga não” ganhou uma forte repercussão na imprensa francesa nesta semana, com matérias em sites de jornais, TVs e rádios. Nas redes sociais, internautas questionam a falta de punição de criadores e disseminadores desse conteúdo.

“No Brasil, vídeos que promovem violência contra mulheres se tornaram virais no TikTok”, diz uma matéria publicada na segunda-feira (13) no site do jornal Le Parisien. O diário descreve “homens treinando e esfaqueando bonecos de treino”, um tipo de conteúdo “cada vez mais violento, descomplexado e acessível”, reitera.

LEIA MAIS: Vídeos no TikTok simulam agressões a mulheres em meio a escalada de violência e recorde de feminicídios

Le Parisien lembra a tentativa de feminicídio da qual foi alvo Alana Anisio Rosa, de 20 anos, em São Gonçalo (RJ), em fevereiro. Ela recebeu dezenas de facadas e foi espancada por ter recusado os avanços de um homem que lhe oferecia flores e presentes. A jovem sobreviveu, mas precisou ser colocada em coma induzido e levou semanas para se recuperar após ser submetida a várias cirurgias.

A matéria destaca que a mãe de Alana, Jaderluce Anisio de Oliveira, afirmou que o rapaz se inspirou em vídeos que consultava no TikTok mostrando homens atacando manequins e bonecos de treino, sob o slogan “treinando caso ela diga não”.

O site do jornal 20 Minutes indica que muitos desses vídeos foram visualizados milhares de vezes. Segundo a matéria, esse tipo de publicação pode ter um impacto sobre o aumento das violências contra as mulheres no Brasil. No ano passado, o país registrou 1.586 feminicídios.

O site do canal de TV France 24 lembra de dois casos chocantes que ocorreram recentemente no Brasil. Em janeiro, um dos participantes de um estupro coletivo de uma garota de 17 anos no Rio se entregou à polícia usando uma camiseta com os dizeres em inglês “Regret Nothing” (não se arrepender de nada), expressão famosa entre influenciadores masculinistas.

Dois meses depois, o assassinato da policial Gisele Alves Santana, de 32 anos, chocou o Brasil. O marido dela, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, foi acusado do crime. A France 24 destaca que em trocas de mensagens do casal divulgadas pela imprensa brasileira, ele se descreve como um “macho alfa” e exige que ela seja uma “fêmea beta, obediente e submissa”.

Em sua crônica diária na rádio France Inter, a jornalista Mathilde Serrell evoca a série de TV “Adolescência”, lançada há um ano e com sucesso mundial, que trata da história de um menino de 13 anos que cometeu um feminicídio por ter sido rejeitado por uma colega.

Serrell também conta aos ouvintes sobre a trend “treinando caso ela diga não”: “vídeos que ficam rodando sem parar nas redes sociais” de homens “que espancam, esfaqueiam, atiram contra manequins” que representam mulheres que rejeitam suas investidas.

A jornalista, que afirma contar a história de Alana “com o coração pesado”, diz esperar que a repercussão da tentativa de feminicídio vivida pela jovem incite o Brasil e vários países a modificarem suas leis para lutar contra a misoginia.  

A plataforma francesa Brut também dá espaço à mobilização contrária que responde ao movimento “treinando caso ela diga não”. Nas redes sociais, muitos internautas postam vídeos sobre como reagir quando homens têm suas investidas rejeitadas. “Se uma mulher disser não, a melhor resposta possível é respeito”, afirma um jovem em um dos vídeos.

Nos comentários da publicação, seguidores do Brut também questionam a demora das autoridades em identificar e penalizar os autores dos vídeos que estimulam as agressões contra as mulheres. “Eles mesmos se filmam e não se escondem”, aponta uma internauta. “Estamos todos de acordo que este tipo de conteúdo é uma prova de premeditação?” diz um outro comentário.

Alguns internautas ainda lembram sobre o atual debate do PL da Misoginia no Brasil. O texto, que tramita na Câmara de Deputados, enfrenta resistência de grupos conservadores que tentam descaracterizar ou esvaziar a proposta.

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FBI faz operação em casa de suspeito de atacar residência do CEO da OpenAI com coquetel molotov

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 12:44

Tecnologia FBI faz operação em casa de suspeito de atacar residência do CEO da OpenAI com coquetel molotov Ataque aconteceu na casa de Sam Altman em São Francisco, nos Estados Unidos na última sexta-feira (10). Suspeito foi preso. Por Redação g1

O FBI realiza, nesta terça-feira (14), uma operação na casa do suspeito de atacar aum imóvel do CEO do OpenAI, Sam Altman, com um coquetel molotov.

A operação ocorre na residência do suspeito no estado do Texas, segundo o diretor do FBI, Kash Patel.

Na última sexta-feira (10), quando ocorreu o ataque, o suspeito, um homem de 20 anos, foi preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco.

Não houve feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.

O FBI realiza, nesta terça-feira (14), uma operação na casa do suspeito de atacar aum imóvel do CEO do OpenAI, Sam Altman, com um coquetel molotov.

A operação ocorre na residência do suspeito no estado do Texas, segundo o diretor do FBI, Kash Patel.

"Agradeço aos nossos agentes, analistas de inteligência e parceiros pelo trabalho rápido neste caso durante o fim de semana. Investigação em andamento", disse na publicação em que confirma a operação.

Na última sexta-feira (10), quando ocorreu o ataque, Daniel Moreno-Gama, de 20 anos, foi preso em flagrante, disse a polícia de São Francisco.

Não houve feridos nem danos de grande proporção à residência, informou a OpenAI a funcionários, de acordo com a Wired.

"Hoje de manhã, alguém atirou um coquetel molotov na casa de Sam Altman e também fez ameaças à nossa sede em São Francisco. Felizmente, ninguém ficou ferido", diz o comunicado da empresa.

A polícia afirmou que o homem arremessou um "dispositivo destrutivo incendiário" contra a casa, o que causou um incêndio em um portão externo.

Cerca de uma hora depois, agentes atenderam a outra ocorrência em um estabelecimento comercial na região envolvendo um homem que ameaçava incendiar o prédio.

"Quando os policiais chegaram ao local, reconheceram o homem como o mesmo suspeito do incidente anterior e o detiveram imediatamente", afirmou a polícia, em comunicado.

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Governo amplia fiscalização sobre distribuidoras de combustíveis que tenham subsídios e muda valores do Gás do Povo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,982-0,31%Dólar TurismoR$ 5,172-0,39%Euro ComercialR$ 5,876-0,02%Euro TurismoR$ 6,1160,000%B3Ibovespa198.744 pts0,38%Oferecido por

O governo anunciou nesta terça-feira (14) novas medidas para tentar conter o aumento dos combustíveis e do gás de cozinha e, consequentemente, limitar o efeito dos preços na inflação do país.

Em março, a inflação oficial do país já veio acima das expectativas do mercado financeiro principalmente pelo impacto da alta dos combustíveis.

E, para o acumulado de 2026, os analistas dos bancos passaram a prever estouro da meta de inflação.

aumento de fiscalização sobre as distribuidoras de combustíveis beneficiadas com subsídios para o óleo diesel;mudança dos chamados "preços de referência" do programa Gás do Povo.

A orientação do governo é que as distribuidoras publiquem suas margens de lucro bruta por produto, de forma semanal, para que o governo possa ter um acompanhamento para garantir o repasse do benefício aos pontos de revenda e à população.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também poderá pedir mais informações pra conferir os cálculos.

"A regra de transparência de preços que precisa ser praticada sob pena de vedação de aquisição dos combustíveis subvencionados. Se adquirirem, precisam dar transparência a sua margem de lucro. Medida crucial para que esse regime de abastecimento siga reduzindo preços de combustíveis. Para que nenhum agente econômico se beneficie da redução de preços", disse o ministro do Planejamento, Bruno Moretii.

No caso do programa Gás do Povo, por meio do qual o governo oferece gratuitamente a recarga do botijão de GLP (13 kg) em revendas credenciadas para mais de 15 milhões de famílias, haverá um reajuste nos preços de referência.

Isso custará R$ 300 milhões neste ano, e terá como objetivo manter a adesão das empresas e permitir que outras ingressem no programa.

Essas medidas se somam a outras já anunciadas anteriormente, como redução de impostos federais, subsídio ao diesel, fechou um acordo com a maior parte dos estados para uma ajuda financeira aos importadores do combustível e, mais recentemente, medidas para o gás de cozinha e querosene da aviação.

⛽ O diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas no Brasil. Por isso, quando seu preço sobe, há um efeito em cadeia na economia. O custo maior do frete, por sua vez, tende a ser repassado para alimentos, produtos industrializados e serviços, pressionando a inflação.

⛽Também foram anunciadas pelo governo brasileiro linhas de crédito aos setores afetados e fiscalização para evitar abusos nos preços dos combustíveis.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, informou que será regulamentada, "em breve", a subvenção aos produtores nacionais e importadores de diesel, além da forma como será feita adesão dos estados ao subsídio para o produto. Também será regulamentada a forma como será dado subsídio ao GLP (gás de cozinha).

As ações para conter a disparada dos combustíveis, e sua repercussão na economia e na inflação, surgem em meio à disparada do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Oriente Médio, que aumentaram os custos e trouxeram incertezas sobre o abastecimento.

Como o Brasil ainda depende da importação de cerca de 30% do diesel que consome, o cenário externo tem impacto direto nos preços internos e no custo de vida da população.

Com o aumento do petróleo no mercado internacional, o custo do diesel sobe rapidamente, o que pode gerar risco de desabastecimento ou aumentos mais bruscos. O Brasil também importa parte da querosene de aviação consumida internamente.

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CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência Ações das empresas valorizaram após a divulgação sobre a conversa. Especialistas apontam obstáculos regulatórios e preocupações com concorrência e tarifas. Por Reuters

Avião da American Airlines, ao fundo, e modelo da United Airlines em aeroporto em Arlington, na Virgínia (EUA) — Foto: REUTERS/Joshua Roberts

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, sugeriu uma possível fusão da companhia com a American Airlines em uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, no final de fevereiro, segundo a agência Reuters, citando duas pessoas com conhecimento sobre o tema.

O acordo criaria um gigante do setor aéreo americano e atrairia fiscalização de reguladores, sindicatos e defensores dos consumidores, com receio de tarifas mais altas e redução da concorrência.

De acordo com a reportagem, no entanto, autoridades do setor informaram que um eventual acordo entre as duas companhias enfrentaria uma série de barreiras antitruste.

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

O CEO da United mencionou a Trump a ideia da fusão durante uma reunião na Casa Branca em 25 de fevereiro, focada no futuro do Aeroporto Internacional Washington Dulles, três dias antes do início do conflito entre Irã e Estados Unidos, disseram fontes à Reuters.

Empresas estrangeiras respondem pela maioria da capacidade de assentos em voos de longa distância que têm os EUA como origem e destino, apesar de cidadãos americanos representarem a maioria desses viajantes.

Autoridades do setor e especialistas em antitruste disseram que qualquer tentativa de obter aprovação enfrentaria grandes obstáculos, citando preocupações com concorrência, tarifas mais altas, perda de empregos e sobreposição significativa de rotas em um mercado aéreo dos EUA já dominado por quatro grandes companhias.

United e American não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre as implicações antitruste da possível fusão.

Desde que a guerra entre EUA e Israel com o Irã começou, no final de fevereiro, as ações de ambas as companhias caíram, já que o conflito elevou fortemente os preços do combustível de aviação, com a American em queda de 14,1% e a United, de 10,4%.

Companhias aéreas e executivos do setor alertaram que um período prolongado de custos elevados de combustível pode remodelar o setor, pressionando as margens, limitando o crescimento da capacidade e aumentando a pressão sobre companhias financeiramente mais frágeis.

As ações da American subiram 5% nas negociações pré-mercado nesta terça, com investidores olhando o possível acordo como uma rara notícia positiva para uma companhia que tem tido dificuldades nos últimos trimestres para apresentar lucros consistentes e controlar custos.

A American tem tentado diminuir a distância em relação à United e à Delta Air Lines, que cresceram no mercado americano. As duas companhias aproveitaram a forte demanda por viagens premium e adaptarem melhor seus produtos às mudanças no setor.

Para a United, um acordo dessa magnitude pode gerar um salto em capacidade e participação de mercado necessário para estabelecer uma liderança clara sobre a Delta, que há muito domina o setor em lucratividade e receita premium.

“Um acordo United-American reduziria os ‘Big 4’ para um ‘Big 3’, com um player dominante. Provavelmente, haveria problemas de concorrência em muitas rotas entre cidades e hubs”, afirma o advogado antitruste Andre Barlow, do DBM Law Group.

“Não tenho certeza de que esse acordo possa ser concretizado. O governo Trump está preocupado com questões de acessibilidade, e esse acordo reduziria as opções. Ele daria às companhias aéreas mais poder de precificação, o que significa tarifas mais altas para os consumidores, então acredito que passaria por uma análise rigorosa.”

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

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