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CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios CEO da United Airlines falou com Trump sobre fusão com a American, diz agência Ações das empresas valorizaram após a divulgação sobre a conversa. Especialistas apontam obstáculos regulatórios e preocupações com concorrência e tarifas. Por Reuters

Avião da American Airlines, ao fundo, e modelo da United Airlines em aeroporto em Arlington, na Virgínia (EUA) — Foto: REUTERS/Joshua Roberts

O CEO da United Airlines, Scott Kirby, sugeriu uma possível fusão da companhia com a American Airlines em uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, no final de fevereiro, segundo a agência Reuters, citando duas pessoas com conhecimento sobre o tema.

O acordo criaria um gigante do setor aéreo americano e atrairia fiscalização de reguladores, sindicatos e defensores dos consumidores, com receio de tarifas mais altas e redução da concorrência.

De acordo com a reportagem, no entanto, autoridades do setor informaram que um eventual acordo entre as duas companhias enfrentaria uma série de barreiras antitruste.

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

O CEO da United mencionou a Trump a ideia da fusão durante uma reunião na Casa Branca em 25 de fevereiro, focada no futuro do Aeroporto Internacional Washington Dulles, três dias antes do início do conflito entre Irã e Estados Unidos, disseram fontes à Reuters.

Empresas estrangeiras respondem pela maioria da capacidade de assentos em voos de longa distância que têm os EUA como origem e destino, apesar de cidadãos americanos representarem a maioria desses viajantes.

Autoridades do setor e especialistas em antitruste disseram que qualquer tentativa de obter aprovação enfrentaria grandes obstáculos, citando preocupações com concorrência, tarifas mais altas, perda de empregos e sobreposição significativa de rotas em um mercado aéreo dos EUA já dominado por quatro grandes companhias.

United e American não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre as implicações antitruste da possível fusão.

Desde que a guerra entre EUA e Israel com o Irã começou, no final de fevereiro, as ações de ambas as companhias caíram, já que o conflito elevou fortemente os preços do combustível de aviação, com a American em queda de 14,1% e a United, de 10,4%.

Companhias aéreas e executivos do setor alertaram que um período prolongado de custos elevados de combustível pode remodelar o setor, pressionando as margens, limitando o crescimento da capacidade e aumentando a pressão sobre companhias financeiramente mais frágeis.

As ações da American subiram 5% nas negociações pré-mercado nesta terça, com investidores olhando o possível acordo como uma rara notícia positiva para uma companhia que tem tido dificuldades nos últimos trimestres para apresentar lucros consistentes e controlar custos.

A American tem tentado diminuir a distância em relação à United e à Delta Air Lines, que cresceram no mercado americano. As duas companhias aproveitaram a forte demanda por viagens premium e adaptarem melhor seus produtos às mudanças no setor.

Para a United, um acordo dessa magnitude pode gerar um salto em capacidade e participação de mercado necessário para estabelecer uma liderança clara sobre a Delta, que há muito domina o setor em lucratividade e receita premium.

“Um acordo United-American reduziria os ‘Big 4’ para um ‘Big 3’, com um player dominante. Provavelmente, haveria problemas de concorrência em muitas rotas entre cidades e hubs”, afirma o advogado antitruste Andre Barlow, do DBM Law Group.

“Não tenho certeza de que esse acordo possa ser concretizado. O governo Trump está preocupado com questões de acessibilidade, e esse acordo reduziria as opções. Ele daria às companhias aéreas mais poder de precificação, o que significa tarifas mais altas para os consumidores, então acredito que passaria por uma análise rigorosa.”

As ações de ambas as companhias subiram nas primeiras negociações desta terça-feira (14), mesmo com o setor aéreo ainda sob pressão devido ao aumento dos preços do petróleo por causa da guerra entre Israel e Irã, que ameaça a demanda por viagens.

“Isso me parece impossível. Há enormes sobreposições em várias rotas e em diversas áreas metropolitanas, como Chicago. Nenhuma quantidade de desinvestimentos resolveria isso”, afirmou à Reuters William Kovacic, diretor do centro de direito da concorrência da Universidade George Washington.

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Falhas sistêmicas no INSS causaram prejuízo de R$ 233 milhões e travam análise de 1,7 milhão de processos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Política Falhas sistêmicas no INSS causaram prejuízo de R$ 233 milhões e travam análise de 1,7 milhão de processos Nota técnica aponta que instabilidades nos sistemas da Dataprev reduziram a capacidade produtiva da autarquia em quase 16%; problema afeta diretamente o andamento das filas de espera. Por Túlio Amâncio, GloboNews — Brasília

Análise técnica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revelou um cenário crítico na operação das Centrais de Análise de Benefícios (Ceabs) do órgão — área responsável por analisar e decidir sobre pedidos de benefícios, ou seja, com foco em reduzir as filas do INSS.

De acordo com uma nota técnica conjunta à qual a GloboNews teve acesso, que abrange o período de dezembro de 2024 a fevereiro de 2026, as constantes indisponibilidades e instabilidades nos sistemas mantidos pela Dataprev causaram um impacto financeiro estimado em R$ 233,2 milhões.

➡️Esse valor bilionário representa o custo da remuneração de servidores que, embora estivessem à disposição da administração, ficaram impedidos de trabalhar devido a falhas tecnológicas.

O documento foi publicado originalmente em 17 de março e, segundo pessoas ligadas ao instituto, as falhas apontadas afetam diretamente a velocidade de redução da chamada fila do INSS.

Esse entrave com a Dataprev teria sido um dos fatores que pesaram na demissão do ex-presidente do órgão, Gilberto Waller. Ele deixou a função nessa segunda-feira (13), e foi substituído pela servidora de carreira Ana Cristina Silveira.

O relatório evidencia que o problema tecnológico é um dos principais vilões no andamento das filas do INSS. Durante os 15 meses analisados, aproximadamente 1,75 milhão de processos deixaram de ser analisados em decorrência direta das falhas sistêmicas.

A paralisação das ferramentas de trabalho comprometeu cerca de 15,72% da capacidade produtiva potencial do instituto no período.

Esse represamento contribui significativamente para o estoque de pedidos pendentes, que ao final de fevereiro de 2026, alcançou a marca de 3,1 milhões de requerimentos aguardando análise.

Em nota, a Dataprev informa que "não teve acesso à nota técnica interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), datada em 17 de março, e desconhece a metodologia e critérios utilizados para estimar um suposto prejuízo financeiro ao erário em razão de "incidentes sistêmicos'" (veja na íntegra mais abaixo).

INSS faz mutirão para tentar diminuir a fila de quem espera por perícia ou BPC — Foto: Reprodução

Os dados mostram que as instabilidades não foram uniformes, apresentando picos de extrema gravidade em que o sistema praticamente parou. Os meses mais afetados foram:

Fevereiro de 2026: 39,8% de impacto sobre a produção.Julho de 2025: 38,9% de impacto.Novembro de 2025: 28,6% de impacto.

Nesses períodos, a capacidade de resposta do INSS às demandas da sociedade foi drasticamente reduzida, afetando o tempo de espera dos cidadãos por benefícios previdenciários e assistenciais.

Diante do diagnóstico, o INSS avalia o fortalecimento de medidas de gestão contratual para responsabilizar a Dataprev pelas perdas.

A nota técnica sugere o encaminhamento dos autos à Procuradoria Federal Especializada para apurar fundamentos jurídicos que permitam a cobrança de prejuízos causados pelas instabilidades.

Para a administração do Instituto, a regularidade dos sistemas é "condição crítica" para o cumprimento de suas atribuições e para garantir o acesso tempestivo dos brasileiros aos seus direitos.

Além da dimensão operacional e financeira, as falhas impactam a própria imagem institucional e a resolutividade do serviço prestado ao cidadão.

"A Dataprev é uma empresa pública de tecnologia, parceira estratégica do Governo Federal na manutenção e ampliação de iniciativas de digitalização, automação de processos e transformação digital dos serviços públicos. Sobre os sistemas previdenciários mantidos pela empresa, a Dataprev esclarece que:

1. A empresa não teve acesso à nota técnica interna do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), datada em 17 de março, e desconhece a metodologia e critérios utilizados para estimar um suposto prejuízo financeiro ao erário em razão de “incidentes sistêmicos”, conforme mencionado pela reportagem;

2. Nos contratos firmados com o INSS, a Dataprev opera com Acordos de Nível de Serviço (ANS), baseados em métricas amplamente utilizadas no mercado de TI, que estabelecem metas de disponibilidade das aplicações de 98%;

3. O INSS possui dezenas de serviços, sendo assim, não é adequado somar os tempos dos incidentes, uma vez que se tratam de ocorrências pontuais, em serviços específicos, e de curta duração média. Entre 2024 e 2025, a empresa registrou disponibilidade superior a 96% nas medições realizadas nos serviços prestados. Em 2026, até meados do mês de março, não foram identificadas quebras de ANS. No período, o valor mínimo de disponibilidade apurado nos serviços foi de 98,50%;

4. Os contratos também preveem a aplicação de penalidades, quando há descumprimento de cláusulas contratuais;

5. A Dataprev ressalta que, para um diagnóstico completo de eventuais instabilidades, é necessário considerar também fatores externos, como infraestruturas locais e condições de conectividade das redes de acesso, sobre as quais a empresa não possui controle nem visibilidade;

6. Há 51 anos, a Dataprev processa em dia os pagamentos dos benefícios previdenciários para mais de 42 milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, sem atrasos.

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FMI eleva projeção de crescimento do Brasil em 2026 e cita impacto positivo da guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 4,981-0,34%Dólar TurismoR$ 5,173-0,36%Euro ComercialR$ 5,8800,05%Euro TurismoR$ 6,1180,03%B3Ibovespa198.743 pts0,38%Oferecido por

O FMI elevou a perspectiva de crescimento do Brasil este ano citando um pequeno impacto positivo da guerra no Oriente Médio já que o Brasil é exportador de petróleo, mas piorou o cenário para 2027.

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI passou a ver uma expansão do Produto Interno Bruto em 2026 de 1,9%, 0,3 ponto percentual acima da projeção feita em janeiro, mas o mesmo ritmo estimado pelo Fundo em outubro do ano passado.

Ainda assim, o desempenho fica abaixo do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.

Para o ano que vem, entretanto, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento do Brasil frente ao estimado em janeiro em 0,3 ponto percentual, a 2,0%.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a perspectiva de crescimento do Brasil este ano citando um pequeno impacto positivo da guerra no Oriente Médio já que o Brasil é exportador de petróleo, mas piorou o cenário para 2027, mostrou relatório divulgado nesta terça-feira (14).

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI passou a ver uma expansão do Produto Interno Bruto em 2026 de 1,9%, 0,3 ponto percentual acima da projeção feita em janeiro, mas o mesmo ritmo estimado pelo Fundo em outubro do ano passado.

Ainda assim, o desempenho fica abaixo do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.

"A guerra deve ter um pequeno efeito positivo em 2026, já que o país é exportador de energia, impulsionando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual", apontou o FMI.

Bloqueio do Estreito de Ormuz pode pressionar petróleo e afetar preços de combustíveis no Brasil; entenda

➡️A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã fechou o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial, e vem elevando os preços do combustível e provocando preocupações com a inflação.

A perspectiva do FMI para a economia brasileira é melhor do que a do Banco Central, mas fica abaixo do cenário visto pelo Ministério da Fazenda.

Em março, o Banco Central projetou um crescimento econômico de 1,6%, apontando incerteza mais elevada no cálculo diante da guerra no Oriente Médio. Já o Ministério da Fazenda previu uma expansão de 2,3% para o PIB de 2026.

Para o ano que vem, entretanto, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento do Brasil frente ao estimado em janeiro em 0,3 ponto percentual, a 2,0%.

O corte refletiu uma perspectiva de desaceleração da demanda global, com custos mais altos de insumos (incluindo fertilizantes) e condições financeiras mais apertadas, segundo o Fundo.

"Reservas internacionais adequadas, baixa dependência de dívida em moeda estrangeira, grande colchão de liquidez do governo e uma taxa de câmbio flexível devem ajudar o país a absorver o choque", ponderou o FMI.

As perspectivas do FMI para o Brasil neste ano e no próximo ficaram abaixo das projeções para a América Latina e Caribe, cujas expectativas de crescimento são de respectivamente 2,3% e 2,7%.

"O impacto do conflito no Oriente Médio dentro da região é heterogêneo, com as economias menores sendo afetadas de forma mais negativa", alertou o FMI.

As contas do Fundo para a economia brasileira também são piores do que as das Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, das quais o Brasil faz parte, que o Fundo projetou em 3,9% e 4,2%.

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Associações empresariais lançam coalizão contra a desinformação no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Midia e Marketing Associações empresariais lançam coalizão contra a desinformação no Brasil Iniciativa liderada pelo Instituto Ethos reúne entidades empresariais para fortalecer a produção e a circulação de informações íntegras e responsáveis. Por Redação g1 — São Paulo

Evento reuniu associações empresariais no Unibes Cultural. Da esquerda para a direita: Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos; Sérgio Lüdtke, Secretário Executivo da ABRAJI; Ana Lucia Melo, diretora-adjunta do Instituto Ethos; Marcela Greggo, gestora de Projetos e Serviços do Instituto Ethos; Márcio Borges, pesquisador associado da NetLab UFRJ; Hamilton dos Santos, diretor-executivo da Aberje; Andréa Álvares, presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos; Cristiano Lobato Flores, presidente executivo da ABERT; Cristovam Ferrara, diretor de Responsabilidade Social da Globo; e Luiz Lara, Chairman da TBWA/Brasil. — Foto: Divulgação/Instituto Ethos

Organizações empresariais brasileiras lançaram, na última segunda-feira (13), a Coalizão Empresarial Contra a Desinformação, iniciativa voltada a promover meios e condições para a produção e a circulação de informações mais íntegras, seguras e responsáveis.

A iniciativa é liderada pelo Instituto Ethos e conta com a parceria da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e com o apoio técnico do NetLab, Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo o diretor-presidente do Instituto Ethos, Caio Magri, apenas haverá uma "resposta consistente" para combater a desinformação se houver uma cooperação entre sociedade civil, setor privado, poder público, academia e meios de comunicação.

"Por isso, a resposta a esse problema precisa ser coletiva. Ela passa por mais transparência das plataformas, por mais responsabilidade no desenvolvimento e na circulação de sistemas de inteligência artificial, por políticas públicas de formação crítica e por um compromisso institucional com a integridade da informação. O desafio não é apenas tecnológico. É social, político e ético”, disse.

Dados do Global Risks Report 2026, do Fórum Econômico Mundial, mostram que a desinformação deixou de ser um desafio restrito ao campo da comunicação digital e passou a configurar um risco sistêmico, com impactos diretos sobre a democracia, a confiança institucional e o ambiente de negócios.

Segundo o pesquisador do NetLab Márcio Borges, durante o evento de lançamento da iniciativa, um estudo realizado em 21 países indicou que o Brasil é o país com maior dificuldade para identificar notícias falsas nas redes sociais — um dos meios mais utilizados pelos brasileiros (80%) como fonte de informação, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O Fórum Econômico Mundial apontou, ainda, que temas como a desinformação e a polarização social estão entre os principais fatores de instabilidade global no curto e no longo prazo, com 40% dos especialistas projetando algum grau de instabilidade nos próximos dois anos.

Nesse contexto, a Coalizão Empresarial Contra a Desinformação surge para apoiar empresas na construção de respostas estruturadas, baseadas em evidências e alinhadas às melhores práticas de governança e responsabilidade corporativa.

A iniciativa deve atuar na produção de conhecimento técnico, no desenvolvimento de diretrizes orientadoras e na promoção de espaços de diálogo entre lideranças empresariais, especialistas e a sociedade civil.

Segundo a presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, Andréa Álvares, a desinformação impacta diretamente a confiança e exige uma resposta coordenada e multissetorial.

“Ao lançar esta coalizão, reforçamos o papel do setor empresarial como agente ativo na construção de um ambiente informacional mais íntegro”, afirma Álvares.

O evento como a crise de confiança, acentuada pela circulação de informações distorcidas, pode afetar negócios de diversos segmentos e destacou o papel da comunicação empresarial e do jornalismo no enfrentamento desse cenário.

A sessão contou com a participação do presidente-executivo da ABERT, Cristiano Lobato Flores, e do diretor-executivo da Aberje, Hamilton Santos. A moderação ficou a cargo da presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, Andréa Álvares.

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MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 11:44

Economia Negócios MBRF avança em parceria com fundo saudita na Sadia Halal em preparação para oferta de ações BRF aportará US$ 2,07 bilhões em ativos na Sadia Halal, enquanto fundo saudita poderá elevar participação na joint venture para até 40% antes da abertura de capital. Por Reuters

A empresa de alimentos MBRF anunciou nesta terça-feira (14) que conseguiu todas as aprovações necessárias de autoridades para formar uma parceria com o fundo soberano da Arábia Saudita no Oriente Médio, em preparação para uma futura oferta de ações (IPO) da Sadia Halal, plataforma de produção e distribuição da companhia na região.

A BRF, que é parte da brasileira MBRF, vai fazer parte da Sadia Halal por meio da contribuição de US$2,07 bilhões em ativos.

Eles incluem as empresas de distribuição localizadas na Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuweit e Omã; as fábricas situadas na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos; e seu negócio de exportações diretas para clientes na região.

O acordo prevê que a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano saudita, aumente sua participação na parceria para até 20% até o final do primeiro semestre do próximo ano ou até o IPO da Sadia Halal.

"Esse aumento deverá se dar integralmente mediante venda de ações detidas pela BRF GmbH à HPDC. A HPDC segue com a possibilidade de atingir a participação de 40% até o IPO da Sadia Halal", diz o comunicado.

Com base no contrato de investimento, a HPDC deverá contribuir à Sadia Halal, no dia do fechamento do contrato, com o montante de US$ 24,3 milhões e, até 31 de dezembro de 2026, com US$ 73,1 milhões, ambas em transações primárias.

A HPDC deverá então adquirir da BRF GmbH, até 30 de junho de 2027, ações da Sadia Halal no valor de US$170,5 milhões, em uma transação secundária.

Pelo acordo, aumentos subsequentes deverão observar a divisão de 50% em transações primárias e 50% em transações secundárias.

Segundo a MBRF, o compromisso da HPDC de aumentar sua participação na Sadia Halal "reforça a consolidação da Sadia Halal como plataforma global de produção e distribuição de alimentos com certificação halal em preparação a seu IPO a partir de 2027, sujeito às condições de mercado e obrigações regulatórias aplicáveis".

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Meta cria ‘clone’ de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Meta cria 'clone' de Mark Zuckerberg com inteligência artificial, diz jornal Ferramenta aprenderá sobre a estratégia da empresa para conversar com funcionários. A ideia é que todos na companhia (e fora dela) tenham seu próprio agente de IA no futuro. Por Redação g1

Atual avatar de Mark Zuckerberg no Horizon (esquerda) e versão prometida com futura atualização (direita) — Foto: Reprodução

A Meta está trabalhando em um personagem de inteligência artificial que imita os trejeitos, o tom de voz e as declarações públicas de Mark Zuckerberg, CEO da companhia. A informação foi dada pelo jornal "Financial Times”.

O jornal diz ainda que a IA também estaria aprendendo sobre os pensamentos do CEO a respeito da estratégia da empresa, com a ideia de que poderia conversar com funcionários da Meta sem ocupar o executivo – ou quando ele não quiser fazer isso pessoalmente.

Essa não é a primeira vez que Zuckerberg afirma querer ter sua "própria" IA. No final de março, o “Wall Street Journal" relatou que o CEO queria que "todos dentro e fora da companhia" tivessem seu próprio agente de IA.

No final de 2024, a Meta anunciou a chegada do Creator AI, um recurso que permite criar "clones" de pessoas famosas em suas plataformas.

A ideia era gerar respostas automatizadas com o estilo do criador de conteúdo para as mensagens enviadas por fãs.

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Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Trabalho e Carreira Ministério do Trabalho demite secretário após inclusão da BYD na ‘lista suja’ e cita ‘ato administrativo’ Sindicato e Associação dos auditores-fiscais do trabalho afirmam que a exoneração está ligada à inclusão da BYD na “lista suja”. A montadora entrou no cadastro e foi retirada dois dias depois por decisão da Justiça. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Em nota, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, foi exonerado do cargo após incluir a montadora chinesa BYD na chamada “lista suja”, que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão.

A empresa entrou no cadastro na última segunda-feira (6) e foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), após decisão da Justiça. Fontes disseram ao g1 que o secretário teria desobedecido a uma ordem do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para não incluir a montadora na lista.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) e a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmam que a exoneração estaria relacionada à inclusão da BYD na “lista suja”.

Segundo profissionais ligados à área de fiscalização, uma das chefes da Coordenação-Geral de Combate ao Trabalho Escravo assinou a atualização da “lista suja” conforme os procedimentos legais, incluindo a BYD.

O ministro teria orientado o adiamento da inclusão, sem apresentar justificativa técnica, e também solicitado a exoneração da servidora — o que não foi acatado pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Diante da recusa, o secretário acabou sendo exonerado. A demissão foi oficializada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (13). Em nota enviada ao g1, o Ministério do Trabalho afirmou que a exoneração “trata de ato administrativo de gestão, de prerrogativa de ministro de Estado”.

O g1 procurou o secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, que não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

O Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia (Safiteba) manifestou indignação com a exoneração, afirmando que o caso ocorreu “em circunstâncias que indicam possível interferência indevida na atuação técnica e legal da fiscalização trabalhista no país”.

A entidade criticou a atuação do ministro Luiz Marinho, apontando o uso de mecanismos considerados controversos – como a avocação – para influenciar decisões e criar uma instância de natureza política sobre a inclusão de empresas na “lista suja”.

O sindicato também destacou que há uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que questiona a legalidade dessas intervenções.

Na mesma linha, a Associação Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Anafitra) afirmou que a exoneração ocorre em meio a uma sequência de interferências em processos já concluídos e representa um possível sinal de retaliação institucional.

Para a entidade, as medidas colocam em risco a autonomia da fiscalização, enfraquecem o combate aos abusos trabalhistas e podem comprometer a credibilidade da “lista suja”, considerada uma ferramenta central nesse enfrentamento.

“A exoneração de uma autoridade por cumprir a lei é um fato extremamente grave”, afirmou Rodrigo Carvalho, auditor-fiscal do trabalho e membro da coordenação executiva nacional da Anafitra. “Isso fragiliza a autonomia da fiscalização e coloca em risco uma política pública construída ao longo de décadas”, completou.

A demissão do secretário é o episódio mais recente de tensão entre o governo Lula e os auditores-fiscais do trabalho, servidores tradicionalmente independentes responsáveis por investigar abusos trabalhistas graves. O ministro Luiz Marinho já foi alvo de críticas por suposta interferência na atuação desses profissionais, especialmente em casos envolvendo grandes empresas.

Pelas regras do governo, a “lista suja” deve ser atualizada a cada seis meses – o último prazo ocorreu em 6 de abril. Além do impacto à reputação, a inclusão no cadastro pode restringir o acesso das empresas a linhas de crédito em instituições financeiras.

No ano passado, Marinho realizou revisões consideradas incomuns em investigações conduzidas por auditores, o que teria impedido a inclusão de algumas empresas, entre elas uma divisão da JBS. Segundo fontes, Luiz Felipe Brandão de Mello se opôs a essas decisões, e a recusa em atender à orientação no caso da BYD foi vista como o ponto decisivo para sua exoneração.

A montadora BYD entrou no cadastro após o resgate de trabalhadores chineses em dezembro de 2024. Ao todo, 163 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Eles foram encontrados em alojamentos superlotados, sem condições adequadas de conforto e higiene, e sob vigilância de seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O órgão também apontou que todos entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades exercidas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda. cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o MPT-BA firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter “compromisso inegociável” com os direitos humanos e disse que se manifestaria nos autos da ação. (leia a íntegra da nota da ocasião)

A empresa entrou na “lista suja” na última segunda-feira (6), mas foi retirada dois dias depois, na quarta-feira (8), por decisão da Justiça. A medida é temporária e vale até o julgamento final do processo.

A BYD ingressou com um mandado de segurança para contestar a inclusão no cadastro. A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília (TRT-10), após pedido apresentado pela montadora.

Os trabalhadores, no entanto, foram contratados por empresas terceirizadas responsáveis pela obra. A BYD afirma que não era a empregadora direta e que apenas contratou essas empresas. (veja a decisão)

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Existe um canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão: é o Sistema Ipê, disponível pela internet. O denunciante não precisa se identificar, basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que a fiscalização possa, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e realizar as verificações no local.

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Porto e Fleury desistem de criar nova empresa com a Oncoclínicas

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%MoedasDólar ComercialR$ 4,974-0,47%Dólar TurismoR$ 5,171-0,4%Euro ComercialR$ 5,871-0,1%Euro TurismoR$ 6,113-0,06%B3Ibovespa198.529 pts0,27%Oferecido por

As negociações para a criação de uma nova empresa entre Porto Seguro, Oncoclínicas e Fleury foram oficialmente encerradas, após a desistência das três companhias.

A Porto Seguro informou, em fato relevante divulgado nesta terça-feira (14), que notificou a Oncoclínicas sobre sua decisão de encerrar as tratativas relacionadas à possível transação.

Com isso, a empresa de saúde fica liberada da cláusula de exclusividade prevista no acordo firmado anteriormente.

Na véspera, o Fleury já havia comunicado ao mercado que decidiu abandonar as negociações envolvendo uma potencial operação com a Porto Seguro e a Oncoclínicas.

As tratativas começaram em março e tinham como objetivo a criação de uma nova companhia que reuniria clínicas de oncologia atualmente pertencentes à Oncoclínicas.

O projeto previa investimentos conjuntos de cerca de R$ 500 milhões por parte de Porto Seguro e Fleury, que ficariam no controle do negócio.

A iniciativa também fazia parte de uma estratégia para reorganizar a estrutura financeira da Oncoclínicas, que enfrenta dívidas superiores a R$ 4 bilhões.

A ideia era permitir a renegociação desses passivos, inclusive com a possibilidade de conversão em participação na nova empresa.

Apesar do potencial de consolidação no setor de saúde, o acordo ainda estava em fase inicial e dependia de auditorias, definições internas e aprovação de órgãos reguladores.

Com o fim das negociações, as empresas seguem caminhos independentes, encerrando um movimento que chegou a gerar expectativa no mercado sobre uma reestruturação relevante no segmento de oncologia.

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BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Vale do Paraíba e Região BNDES aprova financiamento de R$ 279 milhões para projetos de inovação da Embraer Financiamento do BNDES será destinado à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para a linha de produtos da fabricante de aeronaves. Por g1 Vale do Paraíba e Região

O BNDES aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer.

Os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 279 milhões para apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Embraer. O anúncio foi feito pelo banco nesta terça-feira (14).

De acordo com o BNDES, os recursos serão usados em estudos e novas tecnologias que podem ser aplicadas aos modelos de aeronaves já fabricados pela Embraer.

Com sede em São José dos Campos (SP), a Embraer é uma das principais fabricantes de aeronaves do mundo e atua em diferentes segmentos da aviação, como comercial, executiva, agrícola e de defesa. A maior parte da produção é destinada ao mercado externo.

Segundo o BNDES, o investimento faz parte de uma estratégia para fortalecer a inovação no setor e ampliar a competitividade da indústria brasileira no mercado internacional.

Atualmente, a empresa emprega mais de 21 mil pessoas no país e mantém fábricas em cidades do interior de São Paulo, além de centros de engenharia em Minas Gerais e Santa Catarina.

Em 2025, a Embraer registrou receita de R$ 41,9 bilhões, o maior resultado da história da companhia, impulsionado principalmente pelos segmentos de aviação executiva e defesa.

No começo de abril, a fabricante divulgou um balanço afirmando que entregou 44 aviões no primeiro trimestre de 2026. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.

A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento. Nos primeiros três meses de 2025, foram entregues sete aeronaves comerciais – alta de 43%.

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Gemini, IA do Google, aumenta integração com Gmail e YouTube para personalizar respostas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 14/04/2026 10:44

Tecnologia Gemini, IA do Google, aumenta integração com Gmail e YouTube para personalizar respostas Aplicativo analisa histórico para identificar quando pode apresentar uma resposta mais pessoal. Recurso será liberado primeiro para assinantes, mas chegará à versão gratuita nas próximas semanas. Por Victor Hugo Silva, g1

O Gemini agora pode analisar seu histórico do Gmail, do YouTube, da busca e do Fotos e identificar quando pode apresentar uma resposta mais pessoal.

A promessa do recurso Inteligência Personalizada é se adaptar à experiência de cada usuário para dar informações mais precisas.

O recurso já tinha sido liberado nos Estados Unidos e foi anunciado nesta terça-feira (14) para o Brasil.

Ele ficará disponível primeiro para quem paga os planos mensais de IA do Google (Plus, Pro e Ultra), mas será liberado nas próximas semanas para usuários da versão gratuita.

O Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, agora pode analisar seu histórico do Gmail, do YouTube, da busca e do Fotos e identificar por conta própria quando pode apresentar uma resposta a partir das informações da sua conta.

A promessa do recurso Inteligência Personalizada é se adaptar à experiência de cada usuário para dar informações mais precisas. O recurso já tinha sido liberado nos Estados Unidos e foi anunciado nesta terça-feira (14) para o Brasil.

Ele ficará disponível primeiro para quem paga os planos mensais de IA do Google (Plus, Pro e Ultra), mas será liberado nas próximas semanas para usuários da versão gratuita do Gemini.

Para garantir a privacidade, a integração fica desativada por padrão, e o usuário pode decidir se deseja conectar o Gemini a outros aplicativos de sua conta Google. É possível ainda conectar apenas alguns dos serviços ao assistente.

O Gemini já buscava informações em outros aplicativos quando eles eram citados por usuários. Com a mudança, vai apresentar sugestões por conta própria sempre que identificar que elas podem ser úteis, explicou o Google.

"Este recurso representa nosso próximo passo para tornar o Gemini mais pessoal, proativo e poderoso", disse vice-presidente para a divisão do assistente de IA do Google, Josh Woodward.

O Google divulgou um exemplo em que o usuário diz que precisa substituir os pneus de seu carro e pede sugestões de modelos. A partir das imagens do carro salvas no Google Fotos, o aplicativo conseguiu indicar pneus para aquele determinado veículo.

Segundo a empresa, as sugestões não deverão aparecer em interações mais complexas. "O Gemini evita fazer suposições proativas sobre dados sensíveis, como sua saúde, mas vai discutir essas informações com você se for questionado", continuou Woodward.

O assistente também permitirá tirar a personalização de respostas ao clicar em "Tentar de novo". E é possível fornecer comentários sobre erros nas sugestões ao clicar em "Não gostei".

O Google admitiu que o Gemini poderá ter dificuldades com o tempo ou nuances, como mudanças de relacionamento ou em assuntos de interesse. A empresa disse que, se a resposta não for adequada, será possível corrigir o assistente na hora.

Inteligência Personalizada, recurso do Gemini que se integra a outros aplicativos do Google — Foto: Divulgação/Google

Inteligência Personalizada, recurso do Gemini que se integra a outros aplicativos do Google — Foto: Divulgação/Google

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