RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

EUA abrem investigação contra Samsung por patentes de chips ligados à IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 11:49

Tecnologia EUA abrem investigação contra Samsung por patentes de chips ligados à IA Denúncia da Netlist envolve memórias usadas em servidores de inteligência artificial e atinge também produtos comercializados por Google, Nvidia, Broadcom e Super Micro. Por Reuters

Autoridades comerciais dos EUA abriram uma investigação sobre os chips de memória da Samsung Electronics e os produtos vendidos por Google, Nvidia, Broadcom e Super Micro Computer que utilizam esses componentes, após uma denúncia da Netlist por suposta violação de patentes.

A Netlist, que tem sede na Califórnia, acusou a Samsung e suas subsidiárias nos Estados Unidos de infringir patentes relacionadas à memória dinâmica de acesso aleatório (DRAM, na sigla em inglês), um tipo de chip que armazena temporariamente dados para os processadores.

A informação foi divulgada na quarta-feira (15) pela Comissão de Comércio Internacional dos EUA (USITC). Esses componentes são essenciais para os servidores que sustentam a expansão da inteligência artificial.

A Netlist pediu à USITC que bloqueie a importação dos chips e dos produtos envolvidos no caso e determine que as empresas deixem de comercializá-los nos EUA. Um juiz administrativo da comissão conduzirá uma audiência para análise das provas e emitirá uma decisão inicial, que poderá ser revisada pela própria USITC.

A comissão definirá, em até 45 dias, o prazo para a conclusão da investigação. Qualquer decisão entra em vigor imediatamente e se torna definitiva após 60 dias, a menos que seja revertida pelo Representante de Comércio dos EUA por razões de política comercial.

A investigação representa o capítulo mais recente de uma disputa de patentes que se arrasta há anos entre as empresas e envolve tecnologias de memória de alto desempenho.

Em 2024, um júri do Texas determinou que a Samsung pagasse US$ 118 milhões (R$ 598,6 milhões) à Netlist por violação de patentes relacionadas a tecnologias de processamento de dados usadas em produtos de memória. A decisão veio após outro veredicto favorável à Netlist, de US$ 303 milhões (R$ 1,5 bilhão), em um caso semelhante julgado em 2023.

Desde então, a demanda por chips de memória disparou, à medida que grandes empresas de tecnologia dos EUA aceleram a construção de centros de dados necessários para operar serviços de inteligência artificial. O movimento tem impulsionado os preços desses componentes produzidos por fabricantes como Samsung, SK Hynix e Micron.

Samsung, Google (controlado pela Alphabet), Nvidia, Broadcom e Super Micro Computer não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.

Há 1 hora Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 1 horaBrasil diz que acionará reciprocidade; entenda o que diz a leiHá 1 horaComo os pré-candidatos à Presidência reagiram ao novo tarifaço

Há 1 hora Eleições 2026 Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 1 hora’Crescente ruptura’: como a imprensa mundial repercutiu tarifaçoHá 1 horaAdeus a Renato MachadoJornalista ficou mais de 40 anos na Globo e boicotou exame de diplomacia

Há 1 hora TV e Séries Veja FOTOS da carreira de Renato MachadoHá 1 horaJornalista ‘autorizou’ volta de quadro icônico do Bom Dia BrasilHá 1 horaRenato Machado cobriu Malvinas, Nicarágua e Chernobyl

Há 45 minutos Pop & Arte 8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 4 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 3 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 3 horasPresença de Pseudomonas aeruginosaAnvisa manda recolher lotes da água Mamba Water após detectar bactéria

Há 3 horas Saúde Vídeo viralCaos em Paris NÃO tem a ver com a eliminação da França; é de festa do PSG

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Veja quais dos 50 produtos brasileiros mais exportados aos EUA passarão a pagar a nova tarifa de 25%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 11:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1020,47%Dólar TurismoR$ 5,3020,41%Euro ComercialR$ 5,8390,29%Euro TurismoR$ 6,0870,32%B3Ibovespa174.617 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1020,47%Dólar TurismoR$ 5,3020,41%Euro ComercialR$ 5,8390,29%Euro TurismoR$ 6,0870,32%B3Ibovespa174.617 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1020,47%Dólar TurismoR$ 5,3020,41%Euro ComercialR$ 5,8390,29%Euro TurismoR$ 6,0870,32%B3Ibovespa174.617 pts-0,79%Oferecido por

Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (15) uma nova tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, atingindo itens exportados importantes mas preservando parte das vendas.

A medida passará a valer em 22 de julho. Ela foi definida após investigação comercial do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos baseada na Seção 301.

A nova cobrança ocorreu após a Suprema Corte americana derrubar o tarifaço anterior de Donald Trump. O presidente havia editado a medida por meio de outra legislação.

Ainda não está definido se os 25% serão somados à tarifa global de 10% já vigente. O governo americano não esclareceu se haverá acúmulo das cobranças.

Produtos de aço e alumínio ficaram fora da nova taxa para evitar bitributação. Eles continuam sujeitos a uma cobrança anterior de 50% ligada à segurança nacional.

A nova tarifa adicional de 25% anunciada nesta quarta-feira (15) pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros vai atingir uma parcela importante das exportações do Brasil, mas preservará boa parte dos itens que mais geram receita nas vendas ao mercado americano.

Entre os 50 produtos brasileiros mais exportados para os EUA em 2025, produtos como petróleo bruto, café em grão, aeronaves, carne bovina, celulose, sucos de laranja, ferro-gusa e ferro-nióbio ficaram fora da nova cobrança.

Já produtos como máquinas industriais, pneus, açúcar, etanol, tabaco, madeira, calçados e alguns produtos de alumínio passarão a pagar uma tarifa adicional de 25% a partir de 22 de julho.

A medida foi tomada após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da legislação comercial americana.

Ao todo, milhares de produtos brasileiros foram incluídos na nova cobrança. Outros ficaram de fora porque o governo americano decidiu conceder exceções por motivos econômicos, estratégicos ou porque já estavam sujeitos a outras tarifas. (veja a aqui a lista de produtos isentos)

Os EUA compraram cerca de US$ 37,7 bilhões (cerca de R$ 192,7 bilhões) em produtos brasileiros em 2025. Os dez principais produtos vendidos ao país responderam por quase metade desse valor.

petróleo bruto;café em grão;aeronaves;ferro-gusa;celulose branqueada;carne bovina congelada;suco de laranja congelado e não congelado;ferro-nióbio;minério de ferro;combustíveis de aviação;partes de turbinas;silício.

Também ficaram fora da nova cobrança produtos como couro bovino, mel natural, hidróxido de alumínio, café solúvel e alguns produtos de madeira.

fuel oil;gasolina;carregadeiras;transformadores elétricos;bulldozers;motoniveladoras;pneus para automóveis, caminhões e ônibus;açúcar de cana;etanol;tabaco em folhas;portas e madeira serrada;madeira compensada;calçados de couro;granito e pedras trabalhadas;matérias proteicas;chapas de alumínio.

Os dados foram levantados a partir do Comex Stat, sistema do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) que reúne estatísticas oficiais do comércio exterior brasileiro, considerando as exportações do país para os EUA em 2025.

Antes da nova tarifa de 25% anunciada pelo USTR, os produtos brasileiros exportados ao mercado americano estavam sujeitos principalmente às tarifas de importação regulares dos EUA, conhecidas como tarifa de nação mais favorecida (MFN, na sigla em inglês).

Essas alíquotas variam conforme o produto, já que alguns itens entram no país com tarifa zero, enquanto outros estão sujeitos a cobranças específicas definidas pela classificação tarifária americana. Em média, a tarifa MFN aplicada pelos EUA ficava em torno de 3% a 3,5%.

A partir de fevereiro deste ano, esses produtos também passaram a ser afetados por uma tarifa global adicional de 10% aplicada pelo governo Donald Trump sobre importações de praticamente todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos.

A sequência de mudanças começou com o chamado “tarifaço” anunciado anteriormente pelo governo Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).

A medida previa sobretaxas para diversos países e, no caso do Brasil, chegou a elevar a tarifa adicional para 50%, somando uma cobrança extra às tarifas já existentes.

A política, porém, sofreu um revés judicial quando a Suprema Corte dos EUA decidiu que a IEEPA não dava ao presidente autoridade para criar tarifas de importação dessa forma.

A decisão derrubou parte relevante das tarifas aplicadas com base nessa legislação, mas estabeleceu um período de transição para a retirada das cobranças.

Após a decisão, Trump adotou uma nova estratégia tarifária e anunciou uma tarifa global temporária de 10% para substituir as cobranças derrubadas pelo tribunal.

A medida foi criada com base em outra autoridade comercial e passou a valer de forma ampla para produtos importados de diversos países. Essa cobrança tem validade limitada até este mês de julho, prazo definido na própria medida, enquanto o governo americano avalia novas ações comerciais.

🔍 Com a nova sobretaxa da Seção 301, ainda não está totalmente esclarecido se haverá acumulação com a tarifa global de 10%. Na prática, permanece a dúvida se os produtos brasileiros atingidos pagarão apenas os 25% adicionais da Seção 301 ou se a cobrança poderá chegar a 35%, caso a tarifa global continue válida e seja aplicada de forma cumulativa.

Os documentos divulgados pelo USTR confirmam a nova tarifa de 25% baseada na Seção 301, mas não detalham como a medida será combinada com a tarifa global temporária de 10%.

Enquanto isso, alguns produtos de aço e alumínio não receberam a nova tarifa adicional de 25% porque já estão submetidos à Seção 232 do Trade Expansion Act de 1962, uma medida que permite aos EUA impor tarifas sobre produtos considerados estratégicos para a segurança nacional.

No caso do aço e do alumínio, essas tarifas da Seção 232 já estão em vigor e foram elevadas para 50% em 2025 para determinados produtos.

🔩 Na decisão final da investigação contra o Brasil, o USTR determinou que os itens já abrangidos pela Seção 232 não seriam submetidos também à tarifa adicional de 25% da Seção 301, evitando a chamada bitributação — isto é, a aplicação de duas tarifas adicionais sobre a mesma mercadoria.

A decisão, portanto, não significa que esses produtos ficaram livres de tarifas. Eles continuam sujeitos à cobrança da Seção 232, de 50%, mas não acumulam a nova sobretaxa de 25% aplicada pela Seção 301.

Com isso, determinados produtos siderúrgicos brasileiros, como alguns semimanufaturados de aço e laminados planos, permanecem enquadrados apenas no regime da Seção 232. A medida evita que um mesmo produto seja penalizado simultaneamente por duas ações tarifárias diferentes do governo americano.

Além da investigação que resultou na tarifa de 25%, o USTR conduz outro processo envolvendo o Brasil.

O órgão americano avalia se produtos fabricados com trabalho forçado estariam entrando no mercado dos EUA.

Nas conclusões preliminares, o governo americano sugeriu uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. A decisão final ainda não foi divulgada e dependerá do governo dos EUA.

Cargas de exportação são destaque na movimentação e registram novo recorde histórico mensal do Porto de Santos — Foto: Santos Port Authority

Há 1 hora Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 1 horaBrasil diz que acionará reciprocidade; entenda o que diz a leiHá 1 horaComo os pré-candidatos à Presidência reagiram ao novo tarifaço

Há 1 hora Eleições 2026 Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 1 hora’Crescente ruptura’: como a imprensa mundial repercutiu tarifaçoHá 1 horaAdeus a Renato MachadoJornalista ficou mais de 40 anos na Globo e boicotou exame de diplomacia

Há 1 hora TV e Séries Veja FOTOS da carreira de Renato MachadoHá 1 horaJornalista ‘autorizou’ volta de quadro icônico do Bom Dia BrasilHá 1 horaRenato Machado cobriu Malvinas, Nicarágua e Chernobyl

Há 45 minutos Pop & Arte 8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 4 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 3 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 3 horasPresença de Pseudomonas aeruginosaAnvisa manda recolher lotes da água Mamba Water após detectar bactéria

Há 3 horas Saúde Vídeo viralCaos em Paris NÃO tem a ver com a eliminação da França; é de festa do PSG

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Caiado critica Lula e Flávio Bolsonaro após anúncio de novo tarifaço pelos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 10:47

Política Caiado critica Lula e Flávio Bolsonaro após anúncio de novo tarifaço pelos EUA Pré-candidato à Presidência acusou presidente de 'não saber negociar' e senador de 'estar preocupado com as eleições' diante da medida confirmada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos. Por Redação g1 — Brasília

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), criticou nesta quinta-feira (16) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) diante da decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada nessa quarta-feira (15).

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a proposta de um novo "tarifaço" com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

🔎A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

Nas redes sociais, Caiado culpou a polarização, afirmou que setores inteiros podem "quebrar", enquanto Lula "não tem capacidade de dialogar" e Flávio "está preocupado com as eleições" — sem citar esse último nominalmente (leia mais abaixo).

"O que está em jogo por trás do tarifaço dos EUA é que setores inteiros podem quebrar. Não é conversa fiada. É a conta mesmo que não fecha, com 25% a mais de tarifa, que pode chegar a 37,5% somada a outras sobretaxas em análise, indústria, agro e serviços digitais brasileiros perdem competitividade da noite pro dia. Fábrica fechada é gente na rua. Produtor endividado é cidade inteira sufocada", escreveu.

"O mais triste, Lula não tem capacidade para dialogar e o outro candidato está preocupado com a eleição, não com o Brasil. A polarização está saindo muito cara para as famílias e para o país", prosseguiu.

Nesta quarta (15), Caiado já tinha publicado outra mensagem nas redes sociais com críticas mais contundentes a Flávio Bolsonaro.

O ex-governador de Goiás mencionou o pedido de adiamento do tarifaço, até as eleições, feito por Flávio durante uma audiência pública nos Estados Unidos.

Na mesma mensagem, Ronaldo Caiado argumentou que o governo tratou a situação das tarifas com "cuidados paliativos".

"O tarifaço vai destruir quem alimenta o Brasil. Ninguém fala sobre isso. China taxa nossa carne em 55%. UE [União Europeia] vetou a carne brasileira. EUA vão taxar em 25%. Três ataques ao agro e zero resposta do governo, só cuidados paliativos. Em Goiás, sem subsídio, sem discurso, viramos o maior produtor de etanol de milho do país. Isso é gestão", disse.

Em outro momento, Caiado defendeu que o Brasil adote a Lei da Reciprocidade Econômica diante das medidas impostas.

"Flávio foi aos EUA implorar a Trump que adie o tarifaço até depois da eleição. Não pediu para cancelar, pediu para adiar. Para ele, o agro pode quebrar, desde que depois do voto. Minha proposta é reciprocidade de verdade. Mercado aberto dos dois lados, não vassalagem. O Brasil tem o que o mundo precisa: comida, energia limpa, minerais estratégicos. Chega de negociar de joelhos", prosseguiu.

Governo prevê impacto reduzido de possíveis novas taxas dos EUA sobre o Brasil; exportações já mostraram 'resiliência'Rubio é 'anti-América Latina' e não gosta do Brasil, diz Lula sobre secretário de Trump

Nas redes sociais, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu que as políticas adotadas pelo governo brasileiro são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros" e acusou Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso", escreveu Rubio.

O atual secretário de Estado mantém relações com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A aproximação começou em 2018 e, no mês passado, Rubio recebeu os filhos de Bolsonaro nos EUA.

A interpretação, porém, contrasta com a versão oficialmente apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR rejeitou a ideia de que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

Em nota divulgada após o anúncio, o governo classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação entre os dois países, e "repudia a decisão" anunciada nessa quarta-feira. O presidente Lula também afirmou que vai acionar a lei da reciprocidade.

"Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil".

Segundo a nota, "Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil".

Também defenderam que as críticas ao PIX, à regulação de plataformas digitais são "descabidas", assim como "são absurdas as acusações sobre desmatamento".

Há 2 horas Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 2 horas’Crescente ruptura’: como a imprensa mundial repercutiu tarifaço de Trump Há 2 horasCarne bovina, café, açúcar e mais; veja itens que serão afetados ou isentos

Há 3 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 3 horasComo os pré-candidatos à Presidência reagiram ao novo tarifaço

Há 7 minutos Eleições 2026 Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 7 minutosAdeus a Renato MachadoJornalista boicotou exame de diplomacia e ficou mais de 40 anos na Globo

Há 4 minutos TV e Séries Veja FOTOS da carreira de Renato MachadoHá 4 minutosJornalista ‘autorizou’ volta de quadro icônico do Bom Dia BrasilHá 4 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 1 hora Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 1 horaRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 1 hora8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 3 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 2 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 2 horasVídeo viralCaos em Paris NÃO tem a ver com a eliminação da França; é de festa do PSG

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo rejeita críticas e diz que fez mais de 30 contatos com os EUA para negociar tarifas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 10:47

Política Governo rejeita críticas e diz que fez mais de 30 contatos com os EUA para negociar tarifas Segundo a diplomacia brasileira, contatos ocorreram em diferentes níveis desde o anúncio do tarifaço; com Jamieson Greer e Marco Rubio, foram 11 tentativas de negociação, todas por iniciativa do Brasil. Por Filipe Matoso, Ana Flávia Castro, GloboNews e g1 — Brasília

A decisão dos Estados Unidos de impor uma nova taxa sobre produtos brasileiros gerou uma disputa em torno da responsabilidade pelo novo "tarifaço".

Enquanto a oposição diz que houve que falhas na negociação e culpa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes do governo defendem que a determinação tem caráter "ideológico" e "político".

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a proposta de um novo "tarifaço" com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

🔎A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

Segundo um levantamento da diplomacia brasileira, foram realizados mais de 30 contatos desde o anúncio do tarifaço original. As conversas ocorreram por telefone, videoconferência e reuniões presenciais, em níveis presidencial, ministerial e técnico.

Além disso, representantes do governo conversaram com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e com o representante de Comércio americano, Jamieson Greer em pelo menos 11 ocasiões.

O governo afirma que, em todos os casos, a iniciativa para abrir o diálogo partiu do lado brasileiro, em uma tentativa de negociar uma saída para o impasse comercial.

A informação é apresentada como resposta às críticas de que o Brasil teria deixado de buscar uma negociação com o governo dos Estados Unidos antes da adoção das medidas tarifárias.

A percepção é que o cenário se mostrava favorável às negociações após o encontro entre Lula e Trump na Malásia e ainda melhor após o encontro entre os dois em Washington. Porém, nas últimas semanas, esse cenário mudou depois da visita do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) aos EUA.

Em nota divulgada após o anúncio, o governo classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação entre os dois países, e "repudia a decisão" anunciada nessa quarta-feira. O presidente Lula também afirmou que vai acionar a lei da reciprocidade.

"Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil".

Segundo a nota, "Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil".

Há 2 horas Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 2 horas’Crescente ruptura’: como a imprensa mundial repercutiu tarifaço de Trump Há 2 horasCarne bovina, café, açúcar e mais; veja itens que serão afetados ou isentos

Há 3 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 3 horasComo os pré-candidatos à Presidência reagiram ao novo tarifaço

Há 7 minutos Eleições 2026 Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 7 minutosAdeus a Renato MachadoJornalista boicotou exame de diplomacia e ficou mais de 40 anos na Globo

Há 4 minutos TV e Séries Veja FOTOS da carreira de Renato MachadoHá 4 minutosJornalista ‘autorizou’ volta de quadro icônico do Bom Dia BrasilHá 4 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 1 hora Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 1 horaRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 1 hora8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 3 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 2 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 2 horasVídeo viralCaos em Paris NÃO tem a ver com a eliminação da França; é de festa do PSG

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Lula ‘priorizou próprio ego em detrimento de acordo’ e não ‘negociou com os EUA de boa fé’: o ataque de ministro de Trump após tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Mundo Lula 'priorizou próprio ego em detrimento de acordo' e não 'negociou com os EUA de boa fé': o ataque de ministro de Trump após tarifaço Marco Rubio faz parte da ala ideológica do governo Trump e é conhecido por sua política linha-dura contra países como Cuba, Venezuela e China. Por BBC

Lula 'priorizou próprio ego em detrimento de acordo' e não 'negociou com os EUA de boa fé': o ataque de ministro de Trump após tarifaço — Foto: Evaristo Sa and KAREN MINASYAN / AFP via Getty Images

Ao anunciar a decisão de aplicar tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros exportados aos EUA, o secretário de Estado americano Marco Rubio afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) "priorizou seu próprio ego em detrimento de um acordo que vise o bem-estar do povo brasileiro".

Em suas redes sociais, o secretário que faz parte da ala ideológica do governo Trump e é conhecido por sua política linha-dura contra países na América Latina, disse que a taxação é o preço que o Brasil paga pelo comportamento de Lula.

"Que não haja dúvidas sobre o motivo [das tarifas]: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa fé", escreveu no X

"Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Durante o último ano, Lula priorizou seu próprio ego em detrimento de um acordo que vise o bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso."

Autoridades ligadas ao governo brasileiro afirmaram à BBC News Brasil em caráter reservado, porém, que os americanos nunca estiveram de fato dispostos a ouvir os argumentos brasileiros em relação à acusações feitas pelo USTR.

Segundo uma fonte no Palácio do Planalto, a motivação para as tarifas seria política e os EUA não estariam abertos para uma negociação baseada em elementos comerciais ponderados.

PIX, STF, redes sociais: entenda as críticas dos EUA para propor tarifa de 25%Investigação dos EUA contra o PIX expõe disputa global por controle dos pagamentos digitais

A aplicação das tarifas foi anunciada por Rubio e pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) após fim da investigação sobre práticas comerciais brasileiras consideradas injustas conduzida pelo órgão.

A decisão é chancelada pelo presidente americano, Donald Trump, e entrará em vigor em 22 de julho.

A tarifa foi justificada alegando práticas como favorecimento ao Pix, acesso ao mercado de etanol e problemas relacionados à corrupção e desmatamento.

Segundo o representante americano de comércio, Jamieson Greer, a medida busca proteger os interesses econômicos dos EUA e é necessária "para enfrentar práticas comerciais desleais e garantir que trabalhadores e empresas americanas possam competir em condições justas."

Ele afirmou ainda que as negociações entre os dois países ao longo do último ano não resolveram as divergências, mas que Washington continua aberto a novas conversas com Brasília.

A lista dos produtos alvo das tarifas é extensa e inclui etanol, máquinas agrícolas, roupas e calçados e material elétrico. Já itens como café, laranja, suco de laranja e carne bovina, por exemplo, ficaram fora da cobrança adicional.

Em nota, o governo brasileiro repudiou a decisão anunciada, disse que o dia 15 de julho "passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável".

Ainda de acordo com a nota, o Brasil iniciará os trâmites para acionar a Lei de Reciprocidade aprovada pelo Congresso Nacional e levará o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC).

O anúncio já era esperado por diplomatas ouvidos em caráter reservado pela BBC News Brasil e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa.

Em entrevista concedida há duas semanas à BBC News Brasil, o ministro afirmou que o governo brasileiro ainda tentava negociar um acordo de última hora com Washington, mas já admitia a possibilidade de um desfecho desfavorável para o país.

O novo tarifaço, o segundo em um ano, é resultado de uma investigação aberta em julho do ano passado, com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, de 1974.

O mecanismo permite que o governo americano investigue práticas comerciais estrangeiras que considere injustas ou discriminatórias contra empresas e produtos dos Estados Unidos e, ao fim do processo, adote medidas de retaliação como a aplicação de tarifas de importação.

O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) republicou a postagem de Marco Rubio sobre Lula e a taxação e disse que o petista "não tem mais condições de ser o presidente do Brasil".

"O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação. Quem olha pro Lula não enxerga futuro. Enxerga passado, atraso, incerteza, desconfiança, corrupção, incompetência, vingança… Chega!", escreveu no X, em referência ao ex-presidente americano Joe Biden.

Lula acusa o seu adversário de ter advogado em favor da taxação contra o Brasil em encontros na Casa Branca.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro nega as acusações e afirma ter pedido a Washington que suspendesse a imposição.

O atual secretário de Estado é um dos principais oficiais ligados à Casa Branca à frente das negociações comerciais com o Brasil, além de Jamieson Greer e outros técnicos do USTR.

No ano passado, quando Trump impos uma sobretaxa de 50% sobre o Brasil em protesto contra o processo movido pelo país contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Rubio foi oficialmente nomeado pelo presidente americano para lidar com a questão.

Além do tarifaço, Rubio liderou sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes — a quem ele acusou de fazer uma "caça às bruxas" contra Bolsonaro no processo que condenou o ex-presidente a golpe de Estado.

Posteriormente, Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, foram retirados da lista de sancionados.

Rubio também esteve à frente da revogação de vistos de autoridades brasileiras em represália ao Programa Mais Médicos, como o atual ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O secretário de Estado faz parte da ala ideológica do governo Trump e é conhecido por sua política linha-dura contra países como Cuba, Venezuela e China — este último, principal parceiro comercial do Brasil.

A relação entre os dois países, inclusive, já foi criticada por Rubio quando era senador. Na época, ele também já fazia críticas diretas ao presidente Lula.

Em uma postagem em abril de 2023, ele sugeriu que o presidente brasileiro seria um "radical antiamericano" devido a uma visita do presidente brasileiro à empresa de tecnologia chinesa Huawei.

Ele ainda questionou se Lula é um "aliado da democracia" após viagem à China. "Lula está pensando em si mesmo e no Brasil, mesmo que isso signifique se curvar ao regime genocida da China", disse em publicação no X.

O bloqueio foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes após Elon Musk, dono do X, ter descumprido uma decisão judicial e durou cerca de 40 dias.

Rubio disse que a medida, sob o governo Lula, "levantava sérias preocupações sobre a liberdade de expressão" no país.

O secretário de Estado americano também fez reiteradas críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, chamando-o de "violador de direitos humanos".

Após EUA anunciarem novas taxas ao Brasil, governo diz que vai acionar Lei de Reciprocidade'Aprofundamento da ruptura antes das eleições' e 'altos riscos': como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil

Há 2 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 2 horasPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 1 hora Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 1 horaFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 44 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 44 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 44 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 44 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 7 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 7 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 7 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 30 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 30 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Dólar abre em alta, de olho em tarifas dos EUA e guerra no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%Oferecido por

O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (16) em alta, com um avanço de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,0888. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.

▶️ Os Estados Unidos confirmaram a nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros na noite de ontem. A decisão é resultado de uma investigação comercial do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana e foi publicada junto a uma extensa lista de itens isentos. (entenda mais abaixo)

'Olho por olho, dente por dente?' O que diz a Lei de Reciprocidade que Lula quer usar contra novo tarifaço dos EUA

▶️ Já no noticiário geopolítico, as atenções seguem voltadas para o conflito no Oriente Médio. Os EUA lançaram novos ataques contra o Irã. Os dois países continuam a disputar pelo Estreito de Ormuz e na véspera, o presidente americano, Donald Trump, chegou a afirmar que o governo iraniano quer "chegar a um acordo desesperadamente".

O aumento do conflito na região continua a trazer volatilidade para o mercado internacional de petróleo. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,41%, cotado a US$ 84,60. Já o West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, tinha uma queda de 0,16%, cotado a US$ 79,47 por barril.

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou na noite desta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

No processo, o governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria.

Mesmo com as acusações, itens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram fora da nova cobrança. A lista inclui produtos considerados sensíveis para a economia americana, seja pelo potencial impacto sobre preços, seja pela ausência de produção doméstica suficiente.

Segundo o USTR, o governo Trump tentou negociar com o Brasil ao longo do último ano, mas não obteve sucesso em derrubar as práticas que considera injustas.

ENTENDA: Quais as justificativas dos EUA para taxar o Brasil?Veja a lista de produtos taxados e isentos

No Brasil, o governo prevê um impacto macroeconômico reduzido com as novas taxas, reiterando que as exportações mostraram resiliência mesmo após o tarifaço em agosto do ano passado, com recuperação gradual desde novembro.

"Como o mercado americano respondeu por cerca de 11% das exportações brasileiras em 2025, equivalentes a menos de 2% do PIB antes do choque, e o redirecionamento das vendas para outros destinos compensou parte relevante da perda, o efeito direto sobre a atividade foi limitado e tende a continuar desta forma", afirma análise da Secretaria de Política Econômica (SPE), publicada no "Boletim MacroFiscal".

Segundo a Fazenda, as exceções para diversos produtos previstas pela medida tende a manter o impacto agregado modesto.

O Irã acusou nesta quinta-feira (16) os Estados Unidos de realizarem um “ataque bárbaro” depois que um hospital oncológico no sudoeste do Irã foi forçado a evacuar seus pacientes devido a ataques nas proximidades.

“Este ataque bárbaro, que remete às atrocidades de Israel contra instalações de saúde, causou intenso sofrimento e ansiedade nas crianças hospitalizadas”, publicou no X o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmando que “211 pacientes em tratamento de quimioterapia” foram evacuados.

Na véspera, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que concluiu uma nova rodada de ataques contra alvos no Irã. Além de centros de comando, a ofensiv também mirou posições de defesa aérea, capacidades de mísseis e drones e instalações de vigilância costeira iranianas.

Em comunicado, o Centcom afirmou que os ataques tiveram como objetivo reduzir a capacidade do Irã de ameaçar embarcações comerciais que transitam pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte global de petróleo.

As forças americanas informaram ainda que utilizaram munições de precisão contra alvos em diferentes localidades, incluindo Bandar Abbas.

A escalada das tensões no Oriente Médio nos últimos dias volta a trazer preocupações sobre a oferta mundial de petróleo, principalmente por conta do tráfego limitado no Estreito de Ormuz.

Nesta quinta-feira, o Irã afirmou que o canal é uma "linha vermelha" inviolável e alertou que caso Trump cumpra sua ameaça de atacar a infraestrutura iraniana, o país retaliará contra toda a infraestrutura na região do Golfo.

Na Ásia, a maioria das ações da região fechou em queda, puxadas pelo fraco desempenho dos papéis de fabricantes de semicondutores.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, caiu 1,85%, enquanto o índice composto de Xangai, o SSEC, teve queda de 2,03%.

Entre as demais bolsas da região, no entanto, o dia foi mais positivo. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,33%, enquanto o Nikkei, do Japão, teve perdas de 2,79% e o Kospi, da Coreia do Sul, teve uma desvalorização de 6,37%.

Há 2 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 2 horasPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 1 hora Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 1 horaFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 44 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 44 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 44 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 44 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 7 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 7 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 7 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 30 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 30 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

UE obriga Google a abrir serviços para OpenAI e outras concorrentes; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Tecnologia UE obriga Google a abrir serviços para OpenAI e outras concorrentes; entenda Nova regra da União Europeia obriga a empresa a facilitar o acesso de rivais a recursos do Android e a determinados dados de busca para reduzir o poder das grandes plataformas digitais. Por Reuters

O Google, controlado pela Alphabet, terá de permitir que a OpenAI, outras empresas de inteligência artificial (IA) e concorrentes do mercado de buscas online acessem alguns de seus serviços. A medida faz parte das regras da União Europeia (UE) para limitar o poder das gigantes de tecnologia, detalhadas na última quarta-feira (15) pelos reguladores do bloco.

A medida da Comissão Europeia, responsável por fiscalizar a concorrência no bloco, foi anunciada seis meses após a abertura de um processo para definir como o Google deveria se adequar à Lei dos Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês).

De acordo com a decisão, a empresa terá de abrir o acesso a 11 funcionalidades do sistema operacional Android para que concorrentes de IA possam utilizar esses recursos e competir em melhores condições com o Gemini, ferramenta de inteligência artificial da empresa.

Na prática, isso permitirá que os usuários ativem assistentes de IA de empresas concorrentes por comandos de voz semelhantes ao tradicional "Ok Google", para tarefas como pedir um táxi ou buscar informações sobre locais. As mudanças devem chegar aos usuários a partir de julho de 2027, com uma futura atualização do Android.

"As decisões anunciadas hoje podem comprometer proteções essenciais de privacidade e segurança para milhões de europeus", afirmou o advogado do Google, Kent Walker, em comunicado enviado por e-mail.

"Temos apresentado repetidamente soluções para proteger os usuários e, ao mesmo tempo, atender aos objetivos da DMA, mas essas decisões ignoram evidências significativas dos possíveis impactos negativos para os usuários", acrescentou.

A Comissão Europeia afirmou que as medidas incluem mecanismos para proteger a privacidade dos usuários e a segurança dos dispositivos. Segundo o órgão, o Google só será obrigado a disponibilizar os recursos a empresas que cumpram critérios de segurança e proteção de dados.

A decisão também determina que a empresacompartilhe, de forma anonimizada, dados usados para aprimorar seus serviços de busca com a OpenAI e outras empresas que operam chatbots de IA com ferramentas de pesquisa.

O Google poderá avaliar se os concorrentes representam riscos à segurança cibernética ou à proteção de dados antes de conceder acesso às informações. A medida, que começa a ser aplicada em janeiro do próximo ano, também prevê uma metodologia para calcular quanto deverá ser pago pelo compartilhamento desses dados.

"Com essas medidas, esperamos estimular o surgimento de alternativas ao Google Search e a serviços de IA da empresa, como o Gemini, ampliando as opções disponíveis para os usuários da União Europeia", afirmou a chefe de tecnologia do bloco, Henna Virkkunen, em comunicado.

Há 2 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 2 horasPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 1 hora Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 1 horaFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 44 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 44 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 44 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 44 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 7 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 7 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 7 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 30 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 30 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Latino-americano frustrado’, ‘passa pano para Maduro’: relembre as trocas de farpas entre Lula e Marco Rubio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Mundo 'Latino-americano frustrado', 'passa pano para Maduro': relembre as trocas de farpas entre Lula e Marco Rubio Argumentos do secretário de Estado dos Estados Unidos contratam com o que dizem as autoridades do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Por Redação g1

Após os Estados Unidos confirmarem a aplicação de tarifas 25% sobre produtos brasileiros, o secretário de Estado dos Estados Unidos indicou que a motivação da medida é política. Nas redes sociais, Marco Rubio disse que as políticas econômicas do governo de Lula são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros".

Em publicação nas redes sociais, Rubio também acusou Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"Para que não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociariam com os EUA de boa-fé", escreveu o secretário. Rubio também disse achara que o presidente brasileiro colocou "o próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro" e que "as tarifas são o preço por isso".

Secretário de estado dos Estados Unidos deixa claro que as motivações do tarifaço partem de uma análise política. — Foto: Reprodução / X

👉 As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político. No entanto, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço, rejeitou o argumento.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR negou que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

"Eu rejeito isso totalmente. Não se trata de gostar ou não das decisões políticas de outro país", respondeu o representante americano ao ser questionado pela TV Globo sobre o caráter político da decisão.

Ainda de acordo com a autoridade, as conversas com o governo brasileiro permaneceram abertas durante todo o processo e ocorreram em tom cordial.

"Temos conversas bastante cordiais com nossos interlocutores brasileiros. Na verdade, são as únicas pessoas com quem converso. Não estou mantendo discussões com outras pessoas no Brasil", afirmou.

O governo brasileiro alegou que o Brasil manteve diálogo com o governo de Donald Trump e fez várias tentativas de reuniões para evitar o tarifaço.

Em maio de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, reuniram-se na Casa Branca para debater a agenda comercial. Dias após o encontro, o Representante Comercial dos Estados Unidos realizou uma reunião virtual com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Márcio Fernando Elias Rosa.

Em julho, durante as audiências do USTR para discutir se aplicaria o tarifaço ao Brasil, o governo brasileiro enviou representantes aos encontros.

O USTR divulgou nas redes sociais uma longa lista de argumentos para justificar a medida. Segundo o órgão, o Brasil adota há décadas práticas que prejudicam empresas americanas, favorecem produtores brasileiros e restringem o acesso de exportadores dos EUA ao mercado brasileiro.

Entre as críticas apresentadas estão o desmatamento ilegal na Amazônia, decisões judiciais envolvendo plataformas digitais americanas, tarifas preferenciais concedidas a países como México e Índia, falhas na proteção da propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o funcionamento do sistema de pagamentos PIX.

Na área ambiental, o órgão afirmou que a exploração ilegal de madeira na Amazônia contribui para reduzir os preços internacionais do produto e prejudica a competitividade da indústria madeireira americana. O USTR também alegou que algumas esferas de governo no Brasil têm reduzido incentivos voltados ao combate ao desmatamento.

Em relação ao comércio digital, os americanos criticaram decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos de plataformas como X, Meta e Google, além da suspensão de contas e da aplicação de multas em caso de descumprimento das ordens judiciais.

O governo americano também afirma que o Brasil oferece tratamento tarifário preferencial a países como México e Índia em centenas de produtos, com alíquotas inferiores às aplicadas aos exportadores dos Estados Unidos.

Outro ponto citado foi a proteção à propriedade intelectual. O USTR lembra que o Brasil permanece desde 2007 na chamada "Watch List" do relatório Special 301, documento anual que monitora países considerados problemáticos na proteção de patentes, marcas e direitos autorais.

O representante do USTR também afirmou que Washington continua disposto a negociar, mas indicou que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderiam provocar novas respostas dos Estados Unidos.

"Continuamos abertos ao diálogo. Creio que, se houver retaliação, seremos solicitados a possivelmente modificar nossa ação para contrapor essa retaliação", disse.

"Não prevejo retaliação. Se o Brasil optar por isso, provavelmente haverá novas medidas da nossa parte."

Questionado sobre o fato de os Estados Unidos manterem superávit comercial na relação bilateral com o Brasil, o representante do USTR disse que esse aspecto não foi central para a investigação.

Segundo ele, o foco esteve em temas considerados problemáticos pelos americanos, como propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal, acesso ao mercado de etanol e regras aplicadas a serviços digitais.

"Quanto ao superávit relacionado à nossa relação comercial, para ser sincero, se resolvêssemos essas outras questões, provavelmente teríamos um superávit maior com o Brasil", afirmou.

Um dos temas destacados foi o acesso de produtores americanos ao mercado de etanol. Segundo o representante, os EUA defendem tratamento equivalente ao concedido pelo Brasil a outros parceiros comerciais.

Com a disparada do petróleo, governo aprova aumento da mistura de etanol na gasolina — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Eles possuem acordos tarifários preferenciais com a Índia e o México, e gostaríamos de ter esse mesmo tipo de acesso", afirmou.

O argumento também foi reforçado pelo USTR nas redes sociais. Segundo o órgão, o Brasil deixou de oferecer um tratamento tarifário equilibrado ao etanol americano e não retribui as condições preferenciais concedidas pelos EUA ao combustível brasileiro.

De acordo com o governo americano, as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil caíram de US$ 761 milhões em 2018 para US$ 96 milhões em 2025.

Sobre o PIX, um dos pontos mais sensíveis da disputa, o governo americano negou que esteja pedindo o fim do sistema de pagamentos brasileiro.

Governo Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A posição oficial é que empresas americanas do setor financeiro não sejam prejudicadas ou submetidas a condições consideradas desiguais.

"Queremos que o PIX concorra com as empresas americanas em pé de igualdade comercial", disse a autoridade.

Nas publicações divulgadas após o anúncio da tarifa, o USTR afirmou que o Banco Central atua simultaneamente como regulador e operador do PIX e que regras como a gratuidade para pessoas físicas e a limitação de tarifas cobradas das empresas favoreceriam o sistema brasileiro em relação a competidores privados americanos.

EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros; veja itens que serão afetados ou isentosApós EUA anunciarem novas taxas ao Brasil, governo diz que decisão é 'marco lastimável' nas relações entre os dois países

Há 1 hora Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 1 horaPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 44 minutos Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 44 minutosFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 25 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 25 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 25 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 25 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 50 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 50 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 50 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Flávio volta a criticar Lula ao comentar post de Rubio que indica tarifaço como ato político

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 08:47

Política Flávio volta a criticar Lula ao comentar post de Rubio que indica tarifaço como ato político Pré-candidato à Presidência não comentou diretamente as tarifas impostas, mas repostou o comentário de Marco Rubio sobre o caso. Rubio é aliado da família Bolsonaro e recebeu Flávio durante visita dele aos Estados Unidos no mês passado. Por Redação g1 — Brasília

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e responsabilizá-lo pela decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada nessa quarta-feira (15).

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a proposta de um novo "tarifaço" com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

🔎A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

Nas redes sociais, Flávio comentou a decisão e culpou o presidente Lula pela sanção norte-americana. Também chegou a compará-lo com o ex-presidente Joe Biden.

"Lula não tem mais condições de ser o presidente do Brasil. Estamos num avião sem piloto. O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação", afirmou o senador.

Ele prosseguiu: "Quem olha pro Lula não enxerga futuro. Enxerga passado, atraso, incerteza, desconfiança, corrupção, incompetência, vingança… Chega! O Brasil tem futuro, mas não tem mais tempo a perder!".

Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) em live em 13 de julho de 2026 — Foto: Reprodução

Governo prevê impacto reduzido de possíveis novas taxas do EUA sobre o Brasil; exportações já mostraram 'resiliência'Rubio é 'anti-América Latina' e não gosta do Brasil, diz Lula sobre secretário de Trump

O senador respondeu a uma publicação nas redes sociais do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na qual o norte-americano defende que as políticas adotadas pelo governo brasileiro são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros" e acusa Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso", escreveu Rubio.

O atual secretário de Estado mantém relações com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A aproximação começou em 2018 e, no mês passado, Rubio recebeu os filhos de Bolsonaro nos EUA.

As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político.

A interpretação, porém, contrasta com a versão oficialmente apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR rejeitou a ideia de que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) (c), faz um pronunciamento na tarde desta terça-feira, 19 de maio de 2026, na sede de seu partido em Brasí­lia (DF). — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Na ocasião, Flávio afirmou que durante o encontro foi discutida a possibilidade de os Estados Unidos designarem as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O senador afirmou que o secretário é favorável à medida.

Dois dias depois, o Departamento de Estado dos EUA – chefiado por Rubio – anunciou que iria classificar as facções como organizações terroristas. Em comunicado naquele dia, Rubio afirmou que "o CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil".

Em nota divulgada após o anúncio, o governo classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação entre os dois países, e "repudia a decisão" anunciada nessa quarta-feira. O presidente Lula também afirmou que vai acionar a lei da reciprocidade.

"Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil".

Segundo a nota, "Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil".

Também defenderam que as críticas ao Pix, à regulação de plataformas digitais são "descabidas", assim como "são absurdas as acusações sobre desmatamento".

Há 32 minutos Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 32 minutosPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 2 minutos Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 2 minutosFlávio critica Lula ao comentar post de Rubio que indica taxa como ato político

Há 21 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 21 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 21 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 21 minutos🎧PodcastO ASSUNTO: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 33 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 33 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 8 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 8 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 8 minutosAgora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 horasÉ #FAKE❗Vídeo de caos em Paris NÃO tem relação com a eliminação da França

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Aprofundamento da ruptura antes das eleições’ e ‘altos riscos’: como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 07:48

Mundo 'Aprofundamento da ruptura antes das eleições' e 'altos riscos': como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil EUA vão aplicar tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros após investigação sobre práticas comerciais consideradas desleais. Por Julia Braun — Londres

A imprensa internacional destacou a decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros, anunciada na quarta-feira (15/07) após o fim da investigação sobre práticas comerciais conduzida pelo Escritório do Representante Comercial americano (USTR, na sigla em inglês).

A decisão foi chancelada pelo presidente americano, Donald Trump, e entrará em vigor em 22 de julho.

Ao noticiar a decisão, o jornal britânico Financial Times afirmou que as tarifas foram anunciadas diante de "uma crescente ruptura nas relações bilaterais" antes das próximas eleições brasileiras.

Segundo a reportagem, o USTR citou "práticas comerciais desleais em áreas como pagamentos eletrônicos, mercado de etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e proteção ambiental" para justificar as tarifas.

Uma fonte do governo dos EUA afirmou ainda ao FT que a Casa Branca vinha tentando negociar com o governo brasileiro "há mais de um ano".

Ainda segundo o jornal, num momento em que o presidente Donald Trump busca reafirmar a influência dos EUA na América Latina, "o governo de esquerda do Brasil vê as queixas como motivadas por questões políticas, e não comerciais".

'Aprofundamento da ruptura antes das eleições' e 'altos riscos': como a imprensa internacional noticiou tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil. — Foto: Reuters via BBC

"A taxa de importação é a mais recente de uma série de medidas dos EUA contra o Brasil que têm alimentado as tensões diplomáticas entre as duas maiores democracias das Américas", diz a reportagem.

O FT afirma ainda que apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) temem que o endurecimento da posição dos EUA em relação ao Brasil — que incluiu também a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas em junho — possa escalar para interferência nas eleições de outubro.

O jornal americano The New York Times também ressalta o impacto que a nova tarifa pode ter na disputa presidencial: "É provável que a nova tarifa se torne uma questão política no Brasil antes das eleições presidenciais de outubro".

A reportagem destaca a posição do governo Lula, que acusa o seu adversário, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de ter advogado em favor da taxação em encontros na Casa Branca.

Flávio se encontrou com Trump dias antes de o USTR recomendar a aplicação da tarifa. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nega as acusações e afirma ter pedido a Washington que suspendesse a imposição de tarifas.

"Enquanto isso, as tensões diplomáticas com o Trump contribuíram para aumentar a popularidade de Lula. O líder brasileiro classificou as medidas econômicas como politicamente motivadas, acusando Trump de ameaçar a soberania do país", diz o NYT.

'Governo Trump impõe tarifa de 25% ao Brasil em meio à deterioração das relações bilaterais', diz título do FT. — Foto: Reprodução/FT via BBC

Em reportagem em seu site, a rede americana CNN Internacional detalhou o anúncio americano sobre a tarifa.

"O Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer, anunciou as medidas na noite de quarta-feira em um comunicado, afirmando que a investigação concluiu que as políticas brasileiras prejudicam os interesses dos americanos com práticas relacionadas ao comércio digital, tarifas preferenciais injustas, acesso ao mercado de etanol e outras áreas", diz a matéria.

Algumas mercadorias que não são produzidas nos EUA e que poderiam interromper as cadeias de suprimentos estão isentas, explica a reportagem, citando o comunicado do USTR. Entre as exceções estão café, carne bovina, laranjas e suco de laranja, certos produtos de etanol, além de peças e componentes aeroespaciais.

Após o anúncio americano, o governo brasileiro disse que o dia 15 de julho "passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável".

Em nota, o Brasil afirmou ainda que iniciará os trâmites para acionar a Lei de Reciprocidade aprovada pelo Congresso Nacional junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

'Brasil condena medida dos EUA de impor tarifas de 25% na próxima semana', diz o britânico The Guardian. — Foto: Reprodução/The Guardian via BBC

Em sua própria reportagem sobre o tema, o jornal britânico The Guardian detalhou ainda que a tarifa será imposta com base na seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite aos EUA iniciar uma investigação sobre as práticas comerciais de outros países.

"Em fevereiro, a Suprema Corte dos EUA decidiu contra muitas das tarifas impostas por Trump sob uma lei diferente, a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) de 1977. O tribunal considerou que ele extrapolou sua autoridade sob essa lei ao impor tarifas abrangentes aos parceiros comerciais dos EUA, incluindo o Brasil", diz o texto.

Anteriormente, Trump havia imposto, com base nessa lei, uma tarifa de 50% sobre o Brasil em protesto contra o processo movido pelo país contra Jair Bolsonaro por tentar reverter sua derrota nas eleições de 2022, detalhou ainda o Guardian, que afirma que o "relacionamento de Trump com Lula pareceu melhorar em maio, quando o presidente brasileiro visitou a Casa Branca".

"Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil e uma das poucas grandes economias com as quais o país apresenta déficit comercial. O Brasil importou mais de US$ 45 bilhões em produtos americanos em 2025, um aumento de 11% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações caíram quase 7%, com o petróleo bruto representando 12,5% das exportações", diz a reportagem.

A matéria afirma ainda que apesar da escalada da disputa, ambos os governos ainda tentam evitar um conflito comercial mais amplo.

"Greer se reuniu repetidamente com o ministro do Comércio do Brasil, Márcio Elias, nos últimos meses, em busca de uma solução. O governo Lula pretende continuar negociando até o último momento possível, mas descartou concessões que considera politicamente ou juridicamente inaceitáveis, incluindo mudanças no sistema de pagamentos Pix, segundo uma pessoa familiarizada com as negociações", diz a matéria.

Há 54 minutos Agronegócios Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 54 minutos’Crescente ruptura’: como a imprensa internacional repercutiu o novo tarifaçoHá 54 minutosSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 6 horas Mundo PIX, corrupção e até desmatamento: os argumentos dos EUAHá 6 horasPesquisaQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula

Há 44 minutos Política 🎧PodcastO ASSUNTO: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 23 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 23 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no estreito cruza ‘linha vermelha’; SIGA

Há 1 hora Mundo Estreito de Bab-el-Mandeb: país ameaça fechar outra rotaHá 1 horaVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio

Há 1 hora Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 1 horaAgora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 horasÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

PREVIOUS POSTSPage 55 of 423NEXT POSTS