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Galípolo diz que BC não negocia autonomia de mandato e chama Focus de ‘bússola’ da política monetária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 10:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (9) que a autoridade monetária não está disponível para negociar o seu mandato e defendeu a conclusão do processo de autonomia institucional do órgão.

A declaração foi feita durante participação na Premiação Anual Rankings Top 5 2025, evento promovido pelo BC para reconhecer as instituições que mais acertaram projeções do Boletim Focus.

Segundo Galípolo, a autonomia da instituição vai além de dispositivos legais e está relacionada à capacidade do Banco Central de preservar seu mandato e tomar decisões técnicas mesmo diante de pressões externas

“A autonomia significa algo que é muito caro ao Banco Central, que não é estar disponível para negociar o seu mandato.”

Ele acrescentou que fortalecer a estrutura institucional do órgão é importante para garantir que decisões técnicas não sofram consequências políticas no futuro.

Galípolo também disse que a autonomia envolve uma postura institucional dentro do próprio Banco Central, que inclui reconhecer problemas internos quando necessário.

Vale lembrar que investigações da Polícia Federal, na terceira fase da Operação Compliance Zero deflagrada, apontaram a participação de servidores do BC no esquema liderado pelo Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro.

“Quando tiver alguma coisa errada ter a coragem de apontar o que é de errado dentro do Banco Central e não só pedir desculpas, mas cortar na carne.”

Galípolo também ressaltou que as projeções do mercado financeiro por meio do boletim Focus têm papel relevante na análise feita pelo Banco Central para definir a política monetária.

“As expectativas são sempre muito relevantes na condução da política monetária, mas em momentos como esse fica ainda mais sublinhada a relevância da gente tá analisando as expectativas como uma referência importante sobre aquilo que vai acontecer no desdobramento da economia.”

O presidente do BC destacou que a pesquisa semanal funciona como uma espécie de retrato de como economistas e agentes financeiros enxergam o cenário econômico.

Segundo ele, essa percepção influencia decisões de consumo, investimento e formação de preços — fatores que acabam impactando os próprios resultados da economia.

“E são essas decisões que vão ser tomadas a partir da percepção de hoje que vai criar o futuro.”

As declarações ocorrem em um momento em que as expectativas de inflação voltaram a subir nas projeções do mercado financeiro.

De acordo com o boletim Focus divulgado na segunda-feira (6), analistas elevaram pela quarta semana consecutiva a previsão para o índice oficial de inflação neste ano. A estimativa para o IPCA passou de 4,31% para 4,36%.

O levantamento do Banco Central é elaborado com base em projeções de mais de 100 instituições financeiras.

Segundo analistas do mercado, parte da revisão está associada à alta recente do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra no Oriente Médio. A valorização da commodity pode pressionar os preços de combustíveis e, consequentemente, a inflação no Brasil.

Para os anos seguintes, o Focus também registrou ajustes nas estimativas. A previsão de inflação para 2027 subiu de 3,84% para 3,85%, enquanto a projeção para 2028 passou de 3,57% para 3,60%. Já a expectativa para 2029 permaneceu em 3,50%.

Desde o ano passado, o país opera sob um sistema de meta contínua de inflação, cujo objetivo é manter o índice em 3% ao ano, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante sua sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, em Brasília, nesta terça-feira, 08 de outubro de 2024. Galípolo reconheceu que há anos as projeções de crescimento do Brasil vêm sendo revistas "sistematicamente ao longo do ano para cima, surpreendendo positivamente em relação a crescimento". — Foto: CLÁUDIO REIS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

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Dólar inicia o dia com cautela sobre cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 09:14

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (9) em queda, recuando 0,07% na abertura, sendo cotado a R$ 5,0982. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

Os investidores seguem atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio. A trégua anunciada recentemente entre Estados Unidos e Irã enfrenta episódios de violação e novas tensões, o que mantém o mercado em alerta.

▶️ No Oriente Médio, o cessar-fogo anunciado há dois dias entre EUA e Irã segue cercado de incertezas. Na véspera, houve relatos de ataques dos dois lados.

Teerã afirma que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ofensivas de Israel no Líbano. Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram ataques com mísseis e drones atribuídos ao Irã durante a vigência da trégua.

▶️ Esse cenário faz crescer o temor de interrupções na oferta global de petróleo, já que o Estreito de Ormuz foi fechado durante as tensões. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, cotado a US$ 98,57.

▶️ Nos EUA, a agenda econômica desta quinta-feira ainda traz uma série de indicadores acompanhados de perto pelo mercado. Entre eles estão dados sobre gastos e rendimentos pessoais, além do deflator do PCE, uma das principais medidas de inflação monitoradas pelo banco central americano.

Os investidores seguem atentos à situação no Oriente Médio, já que ainda há dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.

A trégua anunciada há dois dias vem sendo marcada por episódios de tensão e relatos de ataques durante o próprio período de pausa nos combates.

Na quarta-feira (8), houve registros de ofensivas de ambos os lados. O Irã afirmou que ilhas iranianas foram atingidas e denunciou ataques de Israel no Líbano.

Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram disparos de mísseis e drones iranianos mesmo após o início da trégua.

Diante desse cenário, cresce o receio de impactos na oferta de petróleo, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz. Por volta das 8h45 (horário de Brasília), o barril do Brent subia 3,82%, a US$ 98,57.

Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito. O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%.

Outros mercados da região também operaram sem direção única. O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%. Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%.

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Preço do petróleo volta a subir após preocupações com cessar-fogo no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 09:14

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O preço do petróleo voltou a subiu forte nesta quinta-feira (9), refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio e as dúvidas sobre a continuidade do cessar-fogo na região.

🔎 O barril do West Texas Intermediate (WTI), principal tipo negociado nos Estados Unidos, avançou 5% e chegou a US$ 99,13 durante as primeiras horas após a abertura dos mercados. Por volta das 8h16, a alta era cerca de 5,35%, com o barril cotado a US$ 99,46. Já o Brent, usado como referência internacional, subiu 3,82%, a US$ 98,57.

A alta vem depois de uma queda no dia anterior, quando o mercado reagiu ao anúncio de uma trégua entre Estados Unidos e Irã. Mas o alívio durou pouco.

O acordo previa uma pausa de duas semanas nos ataques e a reabertura do Estreito de Ormuz — uma espécie de “corredor” por onde circula grande parte do petróleo do mundo. Só que a passagem ficou liberada por poucas horas e voltou a ter restrições.

Além disso, novos ataques foram registrados, aumentando o clima de incerteza. Israel intensificou bombardeios no Líbano contra o Hezbollah, apoiado pelo Irã. Ao mesmo tempo, países do Golfo, como Arábia Saudita e Kuwait, relataram ataques com mísseis e drones.

Com esse cenário, investidores temem que a oferta de petróleo seja afetada — o que normalmente faz os preços subirem.

Nas bolsas asiáticas, o clima foi de cautela. Mercados da China e de Hong Kong fecharam em queda, refletindo a preocupação com o conflito. O índice de Xangai recuou 0,72%, enquanto o CSI300 caiu 0,64%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,54%.

Outros mercados da região também operaram sem direção única. O índice Nikkei, no Japão, caiu 0,73%, e o Kospi, na Coreia do Sul, recuou 1,61%. Por outro lado, a bolsa da Austrália subiu 0,24%.

Analistas do MUFG afirmaram que o cessar-fogo já mostra sinais de fragilidade, mesmo com pouco tempo de vigência.

Agora, além da geopolítica, investidores também aguardam novos dados da economia chinesa, que podem indicar como está a demanda global por petróleo.

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Folga remunerada para exames: o que muda na CLT com lei sancionada por Lula

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 09:14

Trabalho e Carreira Folga remunerada para exames: o que muda na CLT com lei sancionada por Lula Trabalhador pode faltar até três dias por ano para exames sem desconto no salário; nova lei obriga empresas a informar. Por Rafaela Zem — São Paulo

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi atualizada na última segunda-feira (6) e passou a obrigar empresas a informar e orientar trabalhadores sobre a prevenção de doenças e o acesso a exames.

A mudança veio com a sanção da Lei nº 15.377/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e já está em vigor.

O texto também reforça um direito que voltou ao debate público: a possibilidade de faltar ao trabalho por até três dias ao ano, sem prejuízo do salário, para a realização de exames preventivos.

A atualização da lei gerou uma onda de publicações nas redes sociais, muitas delas afirmando que esse direito teria sido criado agora. No entanto, a folga remunerada para exames preventivos já existe na CLT desde 2018.

Exame de sangue para dosagem do PSA é um dos principais métodos de detecção precoce do câncer de próstata — Foto: Banco de imagens

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi atualizada na última segunda-feira (6) e passou a obrigar empresas a informar e orientar trabalhadores sobre a prevenção de doenças e o acesso a exames. A mudança veio com a sanção da Lei nº 15.377/2026 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e já está em vigor.

O texto também reforça um direito que voltou ao debate público: a possibilidade de faltar ao trabalho por até três dias ao ano, sem prejuízo do salário, para a realização de exames preventivos.

A atualização da lei gerou uma onda de publicações nas redes sociais, muitas delas afirmando que esse direito teria sido criado agora. No entanto, a folga remunerada para exames preventivos já existe na CLT desde 2018. O que muda, desta vez, é o papel atribuído às empresas.

“O empregado já podia se ausentar por até três dias a cada 12 meses para realizar exames preventivos de câncer (…). A Lei nº 15.377/2026 não cria esse direito do zero, mas acrescenta um dever de informação e conscientização por parte das empresas”, explica o advogado Marcel Cordeiro, sócio da área de Direito Trabalhista e Previdenciário do escritório Miguel Neto Advogados.

Na prática, a nova lei faz com que o direito deixe de depender apenas da iniciativa do trabalhador e passe a ser uma informação que precisa circular no ambiente de trabalho.

A partir de agora, as empresas devem divulgar campanhas de vacinação, promover campanhas de informação e orientação sobre HPV e câncer e orientar funcionários sobre como acessar exames preventivos.

Essa mudança pode parecer discreta, mas tem efeito direto na rotina. Ao transformar a informação em obrigação, a lei tenta resolver um problema comum: o direito existe, mas nem sempre chega a quem pode utilizá-lo, segundo o Senado Federal.

Do ponto de vista prático, as regras continuam simples. O trabalhador pode se ausentar por até três dias a cada 12 meses de trabalho para realizar exames preventivos de câncer, sem desconto no salário. Esse limite é anual e não é acompanhado de muitos detalhes na lei.

“A legislação define o direito, o limite e a necessidade de comprovação, mas não entra em regras operacionais”, explica Marcel Cordeiro.

Isso significa que pontos como aviso prévio, escolha da data ou divisão dos dias costumam ser resolvidos no dia a dia, entre a empresa e o funcionário.

A comprovação, por outro lado, é indispensável. O trabalhador precisa apresentar um documento que comprove a realização do exame, embora a lei não especifique qual. Na prática, uma declaração de comparecimento costuma ser suficiente.

Outro ponto que costuma gerar dúvida é o tipo de exame. A CLT fala de forma ampla em “exames preventivos de câncer”, mas a nova lei destaca que o direito é válido para exames de HPV e para os cânceres de mama, colo do útero e próstata, como foco das ações de conscientização.

A lógica é justamente a oposta. A lei busca estimular o cuidado antes que problemas mais graves apareçam, o que pode facilitar o tratamento e reduzir afastamentos prolongados.

Ainda segundo o advogado Marcel Cordeiro, a nova norma não prevê uma penalidade específica para empresas que deixarem de cumprir a obrigação de informar.

Ainda assim, ao incluir esse dever na CLT, o texto aumenta a responsabilidade dos empregadores e tende a dar mais visibilidade ao tema no ambiente de trabalho.

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Presidente interina da Venezuela promete aumento de salários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 08:18

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

Delcy Rodríguez prometeu um "aumento responsável" dos salários, corroídos por anos de inflação e pelo colapso da economia ao longo da última década.

O salário mínimo na Venezuela é equivalente a 0,27 centavos de dólar por hora (R$ 1,38), e a inflação anual foi de mais de 600%.

Os salários de venezuelanos podem chegar a 150 dólares (R$ 766) por mês, se considerados bônus estatais, mas isso não cobre sequer uma fração dos gastos com alimentação de uma família, estimados em 645 dólares.

Rodríguez também anunciou a criação de uma comissão para o "diálogo laboral", reagindo a protestos de trabalhadores que exigem aumentos salariais.

O pronunciamento foi feito na véspera de uma marcha convocada por sindicalistas até a sede do Executivo, no centro de Caracas, para exigir respostas às reivindicações.

Delcy Rodríguez assumiu a chefia do governo venezuelano após a captura de Nicolás Maduro por forças americanas em 3 de janeiro — Foto: Miraflores Palace/Handout/REUTERS via DW

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, prometeu um "aumento responsável" dos salários, corroídos por anos de inflação e pelo colapso da economia ao longo da última década.

"Anuncio que, no dia 1º de maio, nós implementaremos um aumento e que esse aumento, tal como indicamos, será um aumento responsável", declarou Rodríguez nesta quarta-feira (08) durante um discurso na televisão estatal, sem dar detalhes.

O salário mínimo na Venezuela é equivalente a 0,27 centavos de dólar por hora (R$ 1,38), e a inflação anual foi de mais de 600%.

Os salários de venezuelanos podem chegar a 150 dólares (R$ 766) por mês, se considerados bônus estatais, mas isso não cobre sequer uma fração dos gastos com alimentação de uma família, estimados em 645 dólares.

Rodríguez também anunciou a criação de uma comissão para o "diálogo laboral", reagindo a protestos de trabalhadores que exigem aumentos salariais.

O pronunciamento foi feito na véspera de uma marcha convocada por sindicalistas até a sede do Executivo, no centro de Caracas, para exigir respostas às reivindicações.

Em seu pronunciamento, Rodríguez elencou uma série de medidas para dinamizar a economia do país, que incluem a revisão do modelo chavista, com a promessa de um diálogo social, aumentos salariais, reformas fiscais e alterações à legislação imobiliária.

A presidente interina não definiu ações concretas, mas falou em corrigir e não repetir "erros do passado". O discurso, que durou quase meia hora, chegou a ser perturbado brevemente devido a uma queda de energia.

Rodríguez ordenou também a criação de uma comissão para a avaliação "estratégica" dos ativos do país — à exceção da indústria petrolífera —, formada por representantes do Estado, do empresariado e dos trabalhadores.

Caso se concretize "a recuperação dos ativos" da Venezuela "bloqueados no estrangeiro" no âmbito das sanções de que o país é alvo, esses recursos serão destinados "imediatamente" a garantir o aumento salarial e à "reabilitação das infraestruturas básicas", como as de fornecimento de eletricidade e água, estradas, escolas e hospitais, disse a presidente interina.

Rodríguez assumiu o comando da Venezuela interinamente desde a captura de Nicolás Maduro por forças americanas, em 3 de janeiro.

Ela governa sob pressão do presidente americano Donald Trump, que afirmou estar "no comando" do país e da venda de petróleo venezuelano.

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Em que parte do boi fica a picanha, o patinho e o filé mignon? Dê play no game e teste seus conhecimentos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 07:00

Agro Em que parte do boi fica a picanha, o patinho e o filé mignon? Dê play no game e teste seus conhecimentos Para jogar, arraste os 20 cortes de carne até as partes corretas do boi. Por Redação g1

Você sabe exatamente de onde vêm os cortes de carne que chegam ao seu prato? Da picanha, do patinho, do filé mignon? Nem sempre é fácil identificá-las.

Neste jogo interativo, teste seus conhecimentos e descubra se você acerta a localização dos principais cortes.

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Investigação do NYT aponta Adam Back como criador do Bitcoin, mas britânico nega

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 03:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

Uma investigação do jornal americano "The New York Times" (NYT) afirma ter identificado o verdadeiro criador do Bitcoin.

Conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, ele nunca teve sua identidade revelada publicamente e deixou de se comunicar na internet anos atrás.

O Bitcoin é uma criptomoeda que funciona com base em um registro público, mas com usuários que podem permanecer anônimos.

A identidade do inventor do Bitcoin sempre foi um mistério, embora seja associada ao nome Satoshi Nakamoto.

Agora, segundo a investigação do NYT, quem estaria por trás do pseudônimo: o britânico Adam Back, apontado pelo jornal como o possível criador da moeda digital.

Representação do Bitcoin em ilustração produzida em 10 de setembro de 2025 — Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo

Uma investigação do jornal americano "The New York Times" (NYT) afirma ter identificado o verdadeiro criador do Bitcoin. Conhecido pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, ele nunca teve sua identidade revelada publicamente e deixou de se comunicar na internet anos atrás.

O Bitcoin é uma criptomoeda que funciona com base em um registro público, mas com usuários que podem permanecer anônimos. Por meio de plataformas de negociação, é possível comprar e vender a moeda em reais ou dólares, além de usá-la para adquirir produtos e serviços que aceitam esse tipo de pagamento.

A identidade do inventor do Bitcoin sempre foi um mistério, embora seja associada ao nome Satoshi Nakamoto (entenda mais abaixo). Agora, segundo a investigação do NYT, quem estaria por trás do pseudônimo: o britânico Adam Back, apontado pelo jornal como o possível criador da moeda digital.

O jornal afirma ter analisado décadas de e-mails e um conjunto de mensagens atribuídas a Satoshi Nakamoto, reveladas durante um julgamento em Londres. Segundo a reportagem, o repórter John Carreyrou passou um ano analisando esses arquivos até chegar ao nome de Back.

Em entrevista à BBC, Adam Back, especialista em criptografia e descrito pela emissora como um “entusiasta do Bitcoin”, negou ser Satoshi Nakamoto. “Não sou Satoshi, mas desde cedo foquei nas implicações sociais positivas da criptografia, da privacidade online e do dinheiro eletrônico”, afirmou.

O repórter afirma que uma das principais evidências que o levaram a suspeitar que Adam Back e Satoshi Nakamoto possam ser a mesma pessoa foi um conjunto de arquivos escritos por Back entre 1997 e 1999, cerca de uma década antes do lançamento do Bitcoin.

Em um desses arquivos, datado de 30 de abril de 1997, Adam Back sugeriu a criação de um dinheiro virtual “totalmente desconectado” do sistema bancário tradicional, com características como a preservação da privacidade de quem paga e de quem recebe.

A proposta também previa uma rede distribuída de computadores, para dificultar seu desligamento, um mecanismo de escassez para evitar inflação excessiva e a ausência da necessidade de confiar em indivíduos ou bancos.

"Todos esses cinco elementos depois se tornaram centrais para o Bitcoin", escreveu o New York Times.

A polêmica envolvendo a verdadeira identidade de Satoshi Nakamoto é antiga e nunca foi totalmente resolvida.

A criptomoeda surgiu pela primeira vez em uma publicação na internet — um documento técnico conhecido como white paper — assinada por Nakamoto.

O mistério em torno de Nakamoto e sua identidade já foi alvo de investigações anteriores do New York Times, da Newsweek e de outros veículos de imprensa. Nenhum deles, porém, apresentou provas irrefutáveis que confirmassem quem ele seria.

"Jornalistas, acadêmicos e detetives da internet tentavam identificar Satoshi há 16 anos. Durante esse período, mais de 100 nomes foram apresentados, incluindo os de um estudante irlandês de criptografia, um engenheiro nipo-americano desempregado, um gênio criminoso sul-africano e o matemático retratado no filme "Uma Mente Maravilhosa"", escreveu o NYT.

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Amazon vai encerrar suporte de versões antigas do Kindle; veja lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 02:46

Tecnologia Amazon vai encerrar suporte de versões antigas do Kindle; veja lista Com o fim do suporte, aparelhos listados não poderão ser usados para comprar, emprestar ou baixar livros nos serviços da Amazon. Por Redação g1

A Amazon começou a informar usuários de Kindle que, a partir de 20 de maio, encerrará o suporte para versões do leitor digital lançadas em 2012 ou antes.

Não será possível usar os aparelhos listados para comprar, pegar emprestado ou baixar livros, nem registrar os dispositivos em contas da Amazon.

Por outro lado, versões sem suporte ainda poderão ser usadas para ler livros que foram baixadas antes do prazo definido pela Amazon, além de rodar arquivos transferidos via USB.

A Amazon começou a informar usuários de Kindle que, a partir de 20 de maio, encerrará o suporte para versões do leitor digital lançadas em 2012 ou antes. Com a decisão, os modelos afetados não poderão mais se conectar aos serviços da empresa (veja lista abaixo).

Com o fim do suporte, não será possível usar os aparelhos listados para comprar, emprestar ou baixar livros, nem registrar os dispositivos em contas da Amazon.

Eles também não poderão mais ser usados se tiverem registros cancelados da conta da Amazon ou se forem restaurados aos padrões de fábrica.

Por outro lado, as versões sem suporte do Kindle ainda poderão ser usadas para ler livros que foram baixadas antes do prazo definido pela Amazon, desde que não tenham o registro cancelado e não sejam restaurados.

Usuários ainda poderão transferir documentos para os leitores digitais antigos por meio de cabos USB.

E terão a opção de acessar suas bibliotecas em versões mais recentes do Kindle, no aplicativo Kindle para Android, iPhone (iOS), Mac e PC, e na versão do leitor digital para navegador.

Kindle de 1ª geração (2007)Kindle de 2ª geração (2009)Kindle DX (2009)Kindle DX Graphite (2010)Kindle Keyboard (3ª geração) (2010)Kindle 4 (2011)Kindle Touch (2011)Kindle 5 (2012)Kindle Paperwhite (1ª geração) (2012)

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TCU encaminha ao Congresso informações sobre crise nos Correios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%MoedasDólar ComercialR$ 5,103-1,01%Dólar TurismoR$ 5,294-1,24%Euro ComercialR$ 5,952-0,42%Euro TurismoR$ 6,200-0,38%B3Ibovespa192.201 pts2,09%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) vai encaminhar informações referentes à gestão financeira e orçamentária dos Correios ao Congresso Nacional. A medida atende pedido do deputado Evair Ferreira (PP-ES).

Diante do prejuízo de R$4,4 bilhões no primeiro semestre de 2025, o parlamentar solicitou que o tribunal enviasse informações sobre as causas do déficit, a evolução de despesas da estatal e a regularidade da gestão de precatórios.

Além disso, pediu que informações sobre falhas de governança e a compatibilidade dos investimentos com os princípios da responsabilidade fiscal também fossem encaminhadas ao Congresso.

Em seu voto, o relator da matéria, ministro Walton Alencar, afirmou que a evolução "alarmante" das despesas administrativas e financeiras da estatal já vêm sendo acompanhadas pelo tribunal há algum tempo.

Em 2024, a “Sustentabilidade Econômico-Financeira dos Correios” foi incluída na Lista de Alto Risco (LAR).

"Essa classificação representa um dos mais altos níveis de alerta desta Corte, sinalizando que a estatal apresenta vulnerabilidades que podem comprometer a prestação de serviços essenciais e gerar impactos fiscais severos", afirmou o ministro.

"A inclusão do tema na LAR impõe monitoramento prioritário e intensivo, estruturado em eixos como desempenho financeiro, gestão de pessoal e eficiência operacional, visando mitigar riscos de fraude, desperdício e má gestão", complementou.

Em 2022, a empresa fechou o balanço com um prejuízo de mais de R$ 700 milhões. Em 2024, o déficit pulou para R$ 2,5 bilhões. O rombo de 2025 ainda não foi oficialmente fechado.

Para manter as operações, os Correios contrataram um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos e receberam, no início deste ano, R$ 10 bilhões desse total. A operação só foi concluída após o Tesouro Nacional oferecer garantias, segundo a estatal.

JN tem acesso a documentos que mostram que direção dos Correios foi alertada há dois anos de que corria risco de ficar sem dinheiro — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

O dinheiro será usado para quitar dívidas imediatas e sustentar a operação, mas a empresa admite que pode precisar de mais R$ 8 bilhões ao longo do ano.

No fim de 2025, o presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, disse que o resultado negativo de 2026 pode chegar a R$ 23 bilhões se o ciclo de perdas não for interrompido.

Na tentativa de equilibrar as contas, os Correios anunciaram, no fim de 2025, um amplo programa de reestruturação. O programa prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e fechamento de cerca de mil agências — hoje a empresa tem aproximadamente 5 mil unidades.

Segundo Rondon, o modelo econômico-financeiro da empresa deixou de ser viável. O plano busca reverter uma sequência de 12 trimestres consecutivos de prejuízos.

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Faturamento de R$ 230 mil: como produtor superou a falência ao transformar caroço de açaí em negócio

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 09/04/2026 02:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Faturamento de R$ 230 mil: como produtor superou a falência ao transformar caroço de açaí em negócio Em Macapá, agrônomo criou um biofertilizante sustentável a partir do resíduo do açaí, apostou na economia circular e hoje cresce no mercado agro. Por PEGN

O engenheiro agrônomo Wesley Lamonier criou um biofertilizante sustentável a partir do caroço de açaí, antes descartado.

A ideia surgiu após ele enfrentar dificuldades financeiras e falir um negócio rural com mais de 5 mil pés de pimenta.

O ponto de virada veio ao observar o desperdício do açaí: apenas de 15% a 20% da fruta é aproveitado para consumo, enquanto cerca de 80% vira resíduo.

O produto melhora o solo, retendo água e nutrientes, e ajuda a capturar carbono, com menor impacto ambiental.

O negócio, baseado na economia circular, já fatura cerca de R$ 230 mil e atende produtores do agro.

Uma solução que nasce do caroço do açaí está ajudando a transformar um problema ambiental em uma oportunidade de negócio em Macapá, no Amapá (AP).

O engenheiro agrônomo Wesley Lamonier criou um biofertilizante sustentável a partir do resíduo da fruta — abundante na região — e hoje comanda uma empresa que alia inovação, impacto ambiental positivo e rentabilidade.

A ideia surgiu da necessidade. Antes de empreender, Wesley chegou a ter uma produção rural com mais de 5 mil pés de pimenta e oito funcionários, mas enfrentou dificuldades financeiras e acabou indo à falência.

Foi nesse momento que decidiu buscar alternativas mais sustentáveis e menos dependentes de fertilizantes químicos, que elevavam o custo da produção.

O ponto de virada veio ao observar o desperdício do açaí: apenas entre 15% e 20% da fruta é aproveitado para consumo, enquanto cerca de 80% vira resíduo — principalmente o caroço, muitas vezes descartado ou queimado, o que libera ainda mais CO₂ na atmosfera.

A partir daí, o empreendedor passou a desenvolver um biofertilizante utilizando biochar, um material obtido por meio da carbonização sustentável de resíduos orgânicos, como o caroço de açaí.

O produto melhora a qualidade do solo ao reter água e nutrientes, funcionando como uma espécie de “ímã” natural. Além disso, ajuda a capturar carbono — um diferencial em tempos de mudanças climáticas.

Com investimento inicial de cerca de R$ 80 mil e apoio de programas de inovação, o negócio ganhou escala. Hoje, a fábrica recebe cerca de 20 toneladas de caroço de açaí por dia, embora processe, por enquanto, aproximadamente 2 toneladas. Em 2025, o faturamento médio chegou a R$ 230 mil.

O modelo de negócio é voltado principalmente para o mercado agro, com vendas para empresas (B2B), mas também atende agricultores por meio de associações e cooperativas. A proposta é reduzir os custos com adubação e, ao mesmo tempo, melhorar a produtividade de culturas como hortaliças e frutas.

Além do impacto econômico, o empreendimento também fortalece a chamada economia circular. A empresa compra os caroços de coletores locais, gerando renda e evitando que o resíduo seja descartado de forma inadequada.

Para Wesley, o propósito vai além do lucro. “Fazer a diferença na vida dentro da agricultura é o que motiva a gente todos os dias”, afirma. A iniciativa mostra que, ao cuidar do solo, é possível contribuir para um futuro mais sustentável — e criar um negócio promissor ao mesmo tempo.

📍 Endereço: Rua São Lucas 167, Marabaixo Macapá/AP – CEP: 68906-061📞 Telefone: (96) 99123-3285📧 Email: amazonbiofert@gmail.com🌐 Site: www.amazonbiofert.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/amazonbiofert/

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