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BYD é retirada da ‘lista suja’ do trabalho escravo após decisão da Justiça; entenda como funciona

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 12:44

Trabalho e Carreira BYD é retirada da ‘lista suja’ do trabalho escravo após decisão da Justiça; entenda como funciona Montadora havia sido incluída após caso de trabalhadores chineses em alojamentos precários e sob vigilância armada, dezembro de 2024. Por Rayane Moura — São Paulo

A montadora chinesa de carros elétricos BYD foi retirada da chamada “lista suja”, cadastro que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, nesta terça-feira (8).

A medida vale até o julgamento final do processo. A decisão ocorre poucos dias após a inclusão da empresa na atualização mais recente do cadastro, divulgada pelo governo federal na segunda-feira (6).

A empresa havia sido incluída no cadastro após auditores fiscais do trabalho encontrarem trabalhadores chineses em condições consideradas análogas à escravidão durante a construção de uma fábrica em Camaçari, na Bahia.

A Justiça determinou a retirada imediata da BYD da lista, mas a decisão ainda é temporária. O caso continuará sendo analisado, e o governo e o Ministério Público do Trabalho ainda devem se manifestar antes da decisão final.

A montadora chinesa de carros elétricos BYD foi retirada da chamada “lista suja”, cadastro que reúne empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão, nesta terça-feira (8). A medida vale até o julgamento final do processo.

A decisão ocorre poucos dias após a inclusão da empresa na atualização mais recente do cadastro, divulgada pelo governo federal na segunda-feira (6), que adicionou cerca de 169 novos empregadores – entre eles, o cantor Amado Batista.

Com a atualização, o total de nomes na lista havia chegado a 613 empresas. Agora, com a exclusão da montadora, o número caiu para 612 – sendo 102 pessoas físicas (patrões) e 66 empresas (pessoas jurídicas).

📃 A “lista suja” é um documento público divulgado semestralmente pelo Ministério do Trabalho, em abril e outubro, que dá visibilidade às ações de combate ao trabalho escravo. Empregadores entram após processo administrativo concluído, sem recurso; permanecem por 2 anos e só saem se não tiverem novos casos e estiverem com a situação regularizada.

A decisão foi tomada pelo juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) do Distrito Federal, após um pedido apresentado pela montadora chinesa.

A empresa havia sido incluída no cadastro após auditores fiscais do trabalho encontrarem trabalhadores chineses em condições consideradas análogas à escravidão durante a construção de uma fábrica em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Esses trabalhadores, porém, foram contratados por empresas terceirizadas responsáveis pela obra. A BYD afirmou que não era a empregadora direta dos trabalhadores e que apenas contratou empresas terceirizadas. (relembra caso abaixo)

Não era a empregadora direta dos trabalhadores e que apenas contratou empresas terceirizadas;A contratação por terceirizadas é permitida pela lei. A decisão da fiscalização contraria entendimentos do Supremo Tribunal Federal (STF), que permitem a terceirização em qualquer etapa da atividade;Já firmou um acordo com o Ministério Público do Trabalho, se comprometendo a responder de forma subsidiária por problemas trabalhistas;A permanência na lista traria prejuízos imediatos, como dificuldade para obter crédito, participar de licitações e manter incentivos fiscais;

Ao analisar o pedido, o juiz Luiz Fausto Marinho de Medeiros, da 16ª Vara do Trabalho de Brasília, entendeu que, em uma análise inicial, não ficou claro que existia vínculo direto entre a BYD e os trabalhadores. Além disso, o magistrado destacou que:

Ausência de vínculo direto: em uma análise inicial, não ficou comprovada a chamada subordinação estrutural, ou seja, um vínculo direto de emprego entre a BYD e os trabalhadores.Responsabilidade apenas indireta: em outros processos, a empresa foi considerada apenas tomadora de serviços, com responsabilidade subsidiária, e não empregadora direta.Atividades distintas: os trabalhadores atuavam na construção da fábrica, enquanto a BYD tem como atividade principal a fabricação de veículos, o que indica funções diferentes.Terceirização permitida: o magistrado lembrou que decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecem a legalidade da terceirização em qualquer atividade, enfraquecendo a tese de vínculo direto.Acordo com o MPT: a empresa firmou acordo para responder por eventuais irregularidades das terceirizadas, o que pode ser usado para regularizar a situação.Risco de prejuízo imediato: a permanência da BYD na lista poderia causar danos imediatos, como restrições de crédito, impedimentos em contratos e licitações e prejuízo à imagem da empresa.

Com isso, a Justiça determinou a retirada imediata da BYD da lista, mas a decisão ainda é temporária. O caso continuará sendo analisado, e o governo e o Ministério Público do Trabalho ainda devem se manifestar antes da decisão final.

O g1 procurou a BYD para comentar a inclusão e retirada da "lista suja", mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Ao todo, 220 trabalhadores haviam sido contratados para atuar na construção da fábrica da empresa em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA).

Os trabalhadores chineses foram encontrados amontoados em alojamentos sem condições adequadas de conforto e higiene e eram vigiados por seguranças armados, que impediam a saída do local.

Segundo as autoridades, os passaportes eram retidos e os contratos incluíam cláusulas ilegais, como jornadas exaustivas e ausência de descanso semanal.

Um dos trabalhadores ouvidos pelo Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) associou um acidente com uma serra ao cansaço causado pela falta de folgas.

O MPT-BA também apontou que todos os trabalhadores entraram no país de forma irregular, com vistos para serviços especializados que não correspondiam às atividades desempenhadas na obra.

Na ocasião, a BYD informou que a construtora terceirizada Jinjiang Construction Brazil Ltda cometeu irregularidades e que, por isso, decidiu encerrar o contrato com a empresa.

A montadora afirmou ainda que não tolera desrespeito à legislação brasileira nem à dignidade humana e determinou a transferência de parte dos trabalhadores para hotéis da região.

No fim de 2025, o Ministério Público do Trabalho da Bahia (MPT-BA) firmou um acordo de R$ 40 milhões com a montadora chinesa e duas empreiteiras, após ajuizar ação civil pública por trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas.

Após o acordo, a BYD afirmou manter um compromisso inegociável com os direitos humanos e informou que iria se manifestar nos autos da ação movida pelo órgão. (leia a íntegra da nota da ocasião)

Os nomes dos empregadores só são incluídos no cadastro após a conclusão do processo administrativo que analisou o caso, com decisão definitiva e sem possibilidade de recurso. (Entenda mais abaixo).

Em regra, cada nome permanece na lista por um período de dois anos. No entanto, uma portaria publicada em julho de 2024 criou novas regras que permitem a retirada antecipada do cadastro ou até mesmo a não inclusão do nome.

Essa possibilidade existe para empregadores que assinarem um termo de ajustamento de conduta, comprometendo-se a indenizar as vítimas com ao menos 20 salários mínimos, e a investir em programas de apoio aos trabalhadores resgatados.

Nesses casos, os empregadores passam a integrar outra lista, o Cadastro de Empregadores em Ajustamento de Conduta. No entanto, podem voltar à “lista suja” caso descumpram os compromissos assumidos ou reincidam na prática de condições análogas à escravidão.

A "lista suja" foi criada em 2004, mas enfrentou impasses nos governos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). A divulgação do cadastro chegou a ser suspensa entre 2014 e 2016, até que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a constitucionalidade do documento.

O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional, completou 30 anos em 2025. Desde sua criação, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão.

Ao longo das operações, mais de R$ 160 milhões em verbas salariais e rescisórias foram assegurados aos trabalhadores. Esse resultado é fruto da atuação da Auditoria-Fiscal do Trabalho, responsável pela coordenação do GEFM.

Auditores-fiscais do trabalho do MTE realizam constantemente ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, que podem contar com a participação de integrantes da Defensoria Pública da União, dos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, da Polícia Federal, Polícia Rodoviária, entre outras forças policiais.Quando, durante essas ações, são encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão, um auto de infração é lavrado.Cada auto de infração gera um processo administrativo, no qual as irregularidades são apuradas e os empregadores têm direito à defesa.Pessoas físicas ou jurídicas só são incluídas na “lista suja” quando o processo administrativo que julgou o auto específico de trabalho análogo à escravidão em relação àquele empregador é concluído, com decisão sem possibilidade de recurso.

Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota pelo Sistema Ipê, lançado em maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O sistema é o canal específico para denúncias de trabalho análogo à escravidão. O denunciante não precisa se identificar: basta acessar o sistema e inserir o maior número possível de informações.

A proposta é que, a partir dessas informações, a fiscalização avalie se o caso de fato configura trabalho análogo à escravidão e, se necessário, realize as verificações no local.

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Guerra no Irã pode elevar em até US$ 50 bilhões a demanda por apoio financeiro do FMI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%MoedasDólar ComercialR$ 5,072-0,6%Dólar TurismoR$ 5,2960,03%Euro ComercialR$ 5,926-0,44%Euro TurismoR$ 6,2000,000%B3Ibovespa194.781 pts1,34%Oferecido por

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, fala durante uma entrevista coletiva em Washington — Foto: REUTERS/Mike Theiler/File Photo

A demanda por apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) deve aumentar entre US$ 20 bilhões (R$ 101,8 bilhões) e US$ 50 bilhões (R$ 254,5 bilhões) nos próximos meses, como efeito da guerra no Oriente Médio, afirmou a diretora-geral do fundo, Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira (9).

Georgieva afirmou que a guerra está testando a economia global, com um corte de 13% no fluxo diário mundial de petróleo e de 20% no de gás natural liquefeito (GNL). Segundo ela, o cenário desencadeou um choque de oferta que fez os preços da energia dispararem, ao mesmo tempo em que interrompe as cadeias de fornecimento.

Em comentários preparados antes das reuniões da próxima semana do FMI e do Banco Mundial, Georgieva afirmou que a guerra levou o Fundo a cortar sua previsão de crescimento global.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na terça-feira (7) um cessar-fogo de duas semanas com o Irã. No entanto, o bombardeio contínuo de Israel ao Líbano ameaça inviabilizar as negociações para uma paz permanente.

"Mesmo na melhor das hipóteses, não haverá um retorno puro e simples ao status quo ante", disse Georgieva. O complexo Ras Laffan, no Catar, que produz 93% do GNL do Golfo Pérsico, por exemplo, está fechado desde 2 de março e pode levar de três a cinco anos para voltar à capacidade total.

"O fato é que não sabemos realmente o que o futuro reserva para a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, nem, por sinal, para a recuperação do tráfego aéreo na região", acrescentou ela. "O que sabemos é que o crescimento será mais lento, mesmo que a nova paz seja duradoura."

O conflito, que começou em 28 de fevereiro, terá efeitos em cascata por algum tempo, disse Georgieva, incluindo o fechamento de refinarias de petróleo e a escassez de produtos refinados, que já afetam o transporte, o turismo e o comércio.

Outras 45 milhões de pessoas enfrentarão insegurança alimentar, elevando o número total de pessoas com fome para mais de 360 milhões. As interrupções nas cadeias de oferta também devem continuar, dada a dependência industrial de insumos como enxofre, hélio — usado na fabricação de chips — e nafta, essencial para a produção de plásticos.

O FMI divulgará uma série de cenários em seu relatório Perspectiva Econômica Mundial na próxima semana, que vão de uma normalização relativamente rápida a uma situação em que os preços do petróleo e do gás permanecem elevados por um período prolongado, disse Georgieva.

Até mesmo o cenário mais promissor, segundo Georgieva, inclui redução da perspectiva de crescimento, devido a danos à infraestrutura, interrupções no fornecimento, perda de confiança e outros efeitos adversos.

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Por que a guerra do Irã ameaça o coração do agronegócio brasileiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:53

Agro Por que a guerra do Irã ameaça o coração do agronegócio brasileiro Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque econômico pode ser grande. Por BBC

O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes — Foto: Getty Images via BBC

Na noite da última terça-feira (7/4), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou atrás em sua profecia de que "uma civilização inteira morrerá" ao se referir ao Irã, a quem declarou guerra em fevereiro.

Ao invés disso, o líder norte-americano anunciou um cessar-fogo de duas semanas, condicionado à "passagem segura" de navios no estreito de Ormuz, importante rota comercial mundial.

Apesar do aparente recuo, o futuro próximo na região ainda é incerto. E, com isso, permanece a incerteza também acerca do alvo invisível da guerra: os fertilizantes, principalmente a ureia, um composto nitrogenado essencial para o cultivo em escala.

Para o Brasil, que tem a cadeia do agronegócio como propulsora da economia e não produz seus próprios fertilizantes, o baque pode ser grande.

"A causa do problema é que temos um país que tem 30% do PIB sustentado pela agricultura, mas depende de mais de 90% de fertilizante importado", diz Bernardo Silva, diretor-executivo do Sinprifert (Sindicato Nacional da Indústria de Matérias-primas para Fertilizantes).

No mesmo dia do anúncio de Trump, a Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar de Pernambuco (AFCP) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana do Estado de Pernambuco (Sindicape) protestaram em Recife (PE), pedindo ajuda governamental para fertilizantes.

Mas o problema não fica restrito às fazendas. Como o milho e a soja são a base da ração animal, a alta nos fertilizantes tem um efeito cascata. Se o conflito no Irã persistir, o preço do frango, dos ovos e da carne bovina pode subir nos supermercados brasileiros no segundo semestre.

Nesta semana, o boletim Focus do Banco Central, que reúne expectativas para os principais indicadores macroeconômicos, mostrou pessimismo crescente acerca da inflação. Especificamente em relação aos alimentos, segundo o Rabobank, a expectativa é de alta de 4,6% até o fim do ano — acima do 1,4% em 2025.

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O Brasil é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, mas, ao mesmo tempo, é o maior importador global de fertilizantes. Além de importar esses produtos, o país também compra de outros países cerca de 75% dos seus defensivos agrícolas, substâncias que protegem as plantações de pragas e doenças.

Historicamente, a Rússia é a maior fornecedora brasileiro do trio NPK, potássio, nitrogênio e fósforo, essenciais para melhorar a nutritividade da terra.

Mesmo com as complicações da guerra na Ucrânia e medidas de contenção de exportação com a instabilidade no Irã, o país segue representando cerca de 25% dos fertilizantes importados pelo Brasil. Isso porque, com as sanções dos Estados Unidos e União Europeia, a Rússia redirecionou seus mercados para os emergentes Brics.

Mas, quando o tema é ureia, que é obtida por meio do gás natural e utilizada para impulsionar o crescimento das lavouras, o Irã é um dos parceiros mais estratégicos.

Em 2025, nós compramos US$ 72 milhões apenas em fertilizantes deles, cerca de 80% das importações totais vindas do país do Oriente Médio. Outro importante fornecedor de ureia é o Catar, que também utiliza o estreito de Ormuz para enviar seus produtos ao Brasil.

Se o Brasil perder o fornecimento de ureia iraniana, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos — Foto: REUTERS/Adriano Machado via BBC

Apesar de não ser o maior vendedor de fertilizantes para o Brasil, a balança com o Irã se refinou nos últimos anos. No ano passado, por exemplo, o Brasil exportou quase US$ 3 bilhões para o país persa, a grande maioria em cereais como milho e soja.

Isso porque as condições de frete se tornaram mais interessantes para os dois lados, com o chamado sistema barter, um sistema de "troca" ou escambo comum no agronegócio. Nele, o produtor rural paga pelos insumos (como sementes e o fertilizante ureia) com a sua própria colheita futura, em vez de usar dinheiro.

Na relação com o Irã, isso funciona como uma engrenagem logística: navios saem do Brasil cheios de milho para os iranianos e voltam carregados de adubo para os brasileiros, garantindo o escoamento da produção e a chegada do fertilizante com frete mais barato.

Assim, diferentemente da situação com o comércio russo, em que o bloqueio por conta de um conflito seria majoritariamente econômico, no caso do Irã, a ameaça é física: tanto na instabilidade no estreito que proporciona o barter quanto nas próprias plantas petroquímicas, que atuam também na produção de ureia.

Por exemplo, no último sábado (4/4), um ataque de Israel atingiu Mahshahr, no sudoeste do Irã, centro da indústria petroquímica do país. O ataque resultou em pelo menos cinco mortes e 170 feridos.

"Nós não temos alternativa em relação à ureia. Para a próxima safra, ainda não devemos ter esse problema, porque ninguém deixa para comprar fertilizante de última hora. Mas em 2027 vai ser uma tragédia, com esse cenário maluco da guerra", diz Silveira. "Todos os produtores estão pessimistas".

"Os produtores já vêm com uma situação de crédito bastante apertada nos últimos anos por conta de uma alavancagem bastante alta", diz Bruno Fonseca, analista sênior de insumos agrícolas do Rabobank. "Para o próximo ano, os custos de produção aumentaram bastante e o produtor continua nessa situação bastante apertada".

Com a explosão da guerra da Ucrânia, o preço dos fertilizantes subiu, mas commodities como soja estavam em patamares recorde, o que ajudava a "pagar a conta". Agora a situação é outra.

Naquela época, a tonelada da ureia chegou a custar cerca de U$ 1000, enquanto a saca do milho estava em uma alta histórica de R$ 100 em algumas praças brasileiras, como Mato Grosso e Paraná. A saca da soja, por sua vez, era negociada por a R$ 200.

Antes dos ataques no Irã, a ureia estava em um patamar mais baixo, a cerca de US$ 350. Agora, está na casa dos US$ 550. Do outro lado, a saca do milho está na casa dos R$ 50 a R$ 60, enquanto a soja caiu para em torno de R$ 140.

Outro ponto que comprime as margens para o agronegócio é que, no início no mês, com a reforma tributária, o governo federal implementou mudanças que elevaram o PIS/Cofins e o Funrural (a contribuição previdenciária obrigatória para receitas do campo), retirando a alíquota zero de fertilizantes e sementes.

O Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF), calculado pela Mosaic Fertilizantes, já dava sinais de alerta antes mesmo do auge do conflito. Em fevereiro, o indicador mostrou que o produtor já precisava desembolsar mais sacas de grãos para comprar a mesma quantidade de adubo devido à valorização do dólar e à alta na ureia.

Assim, a curto prazo, os produtores podem "reduzir a tecnologia", segundo Silveira. Isso significa usar menos fertilizante nos cultivos, o que resulta em uma produtividade menor por hectare.

Mas, a médio prazo, a situação é "muito complicada" para a sustentabilidade do setor, diz Silveira. Isso porque pode ser difícil e demorado substituir a ureia iraniana.

Se o Brasil perder esse fornecimento, terá que disputar o produto com a Índia e os EUA em outros mercados, o que elevará ainda mais os preços globais e a inflação de alimentos aqui dentro.

A China poderia ser uma opção de vendedor, diz Fonseca, mas o país, por enquanto, "está privilegiando o mercado doméstico". "Mas acho que a partir de agosto, quando a China volta ao mercado, seria um player que também poderia ajudar o Brasil a conseguir acessar esse produto no mercado internacional".

Para tentar contornar o bloqueio no Golfo Pérsico, o Ministério da Agricultura concluiu uma negociação estratégica com a Turquia. O acordo permite que cargas brasileiras utilizem o território turco para trânsito direto ou armazenamento temporário, permitindo um alívio diante das restrições em Ormuz.

Além disso, a Petrobras reativou unidades para fertilizantes — duas delas, em Sergipe e na Bahia, antes da guerra, em dezembro e janeiro. Neste mês, uma planta no Paraná iniciou a produção.

"Com esses projetos, a expectativa é que a produção nacional de ureia atenda até 35% da demanda do mercado brasileiro nos próximos anos", segundo a Petrobras.

Mas, para Bernardo Silva, do Sinprifert, o Brasil tem "escolhido sempre a saída mais fácil" para um problema antigo, o da dependência externa para o abastecimento de fertilizantes.

"São escolhas políticas erradas que a gente tomou ano após ano nos últimos 30 anos que deixaram a indústria nacional perder absoluta competitividade. Privilegiamos e incentivamos a importação, ou seja, o Brasil subsidiou a indústria estrangeira", diz.

Em 2023, foi editado o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), que visa reduzir a dependência externa para 50% até 2050.

Parte dessa estratégia envolve o Profert, um programa de incentivos fiscais para modernizar a infraestrutura de produção nacional e simplificar o ressarcimento de tributos para fábricas de fertilizantes no Brasil. Instituído em um projeto de lei, o Profert ainda espera para ser aprovado no Legislativo.

"O plano é um diagnóstico muito bem feito", diz Silva. "Mas ele precisa agora ser uma ferramenta de ação. O que precisa é que haja uma vontade política para reverter isso. Hoje, o problema é a guerra. Amanhã pode ser outro, se continuarmos assim".

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Governo calcula que R$ 7 bilhões do FGTS podem ser liberados a 10 milhões de pessoas para pagamento de dívidas, diz ministro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta o uso de valores do FGTS em um novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores.

Marinho reafirmou o que disse em entrevista publicada pelo jornal 'O Globo' que cerca de 10 milhões de brasileiros podem ter acesso a R$ 7 bilhões do FGTS.

Luiz Marinho explicou ao 'O Globo' que o montante de R$ 7 bilhões é complementar à liberação do FGTS a trabalhadores que fizeram a opção pelo saque-aniversário, foram desligados e tiveram parte dos recursos bloqueada como garantia a empréstimos bancários.

A elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda de Lula, que tem demonstrado preocupação com o nível de endividamento das famílias.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (9) o uso de valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em um novo programa para o pagamento de dívidas de trabalhadores – que está em estudo e pode ser lançado pelo governo nos próximos dias.

Em conversa com a GloboNews no Palácio do Planalto, Marinho reafirmou o que disse em entrevista publicada pelo jornal "O Globo" nesta quinta, que, conforme cálculos do Ministério do Trabalho, cerca de 10 milhões de brasileiros podem ter acesso a R$ 7 bilhões do FGTS.

Na entrevista que concedeu ao "O Globo", Luiz Marinho explicou que o montante de R$ 7 bilhões é complementar à liberação do FGTS a trabalhadores que fizeram a opção pelo saque-aniversário, foram desligados e tiveram parte dos recursos bloqueada como garantia a empréstimos bancários.

A elaboração de um programa para pagamento de dívidas foi uma demanda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem demonstrado, em entrevistas e discursos, preocupação com o nível de endividamento das famílias.

Lula quer socorrer endividados unificando débitosGoverno avalia liberar FGTS para o pagamento de dívidas

Na conversa com a GloboNews nesta quinta, Marinho também defendeu uma nova regulamentação do uso do FGTS como garantia para empréstimos consignados.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o presidente Lula assinou, no ano passado, duas medidas provisórias que liberam o valor retido do FGTS para quem tinha sido demitido e estava com restrição em razão da opção pelo saque-aniversário.

Com a medida, foram liberados, segundo a pasta, cerca de R$ 20 bilhões em 2025, mas, conforme o entendimento do Ministério do Trabalho, a Caixa não liberou a totalidade dos recursos.

Em razão disso, há um valor residual, segundo cálculos do Ministério do Trabalho, de R$ 7 bilhões – valor que a pasta propõe que seja liberado neste momento.

Segundo o Ministério do Trabalho, a quantidade exata de trabalhadores que pode ser beneficiada com a nova liberação de recursos ainda está em apuração, mas uma avaliação inicial é de que cerca de 10 milhões de pessoas teriam direito ao uso dos recursos.

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Varejistas dizem que consumidor também foi beneficiado pela taxa das blusinhas e defendem tributo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

Representantes dos setores produtivo, do comércio e varejistas divulgaram nesta semana um manifesto cobrando a manutenção da chamada "taxa das blusinhas", ou seja, da cobrança de impostos federais e estaduais na importação de produtos — mesmo que sejam de até US$ 50.

➡️De acordo com o jornal "O Globo", o governo voltou a avaliar a revogação da chamada "taxa das blusinhas", em um ano eleitoral. O movimento é liderado pela ala política, especialmente o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação da Presidência, mas envolve outros setores.

➡️Ao mesmo tempo, a Câmara dos Deputados já discute um projeto de lei que zera o imposto de importação sobre compras de até US$ 50 feitas por meio de comércio eletrônico, ou seja, impõe um fim à chamada "taxa das blusinhas".

No documento, assinado por 53 entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), os órgãos avaliam que a medida não só gerou empregos, mas também benefícios ao consumidor.

"O consumidor também foi beneficiado pela redução da disparidade tributária entre plataformas internacionais de e-commerce e o setor produtivo nacional. No setor de têxteis, vestuário e calçados, por exemplo, a inflação é a menor entre os itens do IPCA desde julho de 1994, início do Plano Real", diz o manifesto.

As entidades também dizem que o fortalecimento da produção local ampliou a oferta de produtos com qualidade assegurada, assistência técnica e conformidade com normas nacionais de segurança, trabalho, meio ambiente e saúde, "o que não ocorre com parte relevante dos itens vendidos por plataformas estrangeiras".

No documento, os órgãos representativos do setor produtivo nacional afirmam, ainda, que, "ao contrário do que sugerem narrativas difundidas nas redes sociais", a taxa das blusinhas não retraiu o consumo.

Eles também citam pesquisa do Instituto Locomotiva, pela qual "apenas 12% deixaram" de comprar nessas plataformas após a retomada do imposto de importação.

"Esse resultado era esperado. A tributação introduzida, somada ao ICMS, não eliminou a desigualdade tributária. As plataformas estrangeiras operam com carga de cerca de 45%, aproximadamente metade dos 90% incidentes sobre o varejo e a indústria nacionais. Ainda assim, os avanços recentes, apoiados por diferentes correntes políticas, devem ser preservados", concluem as entidades.

O discurso do manifesto coincide com o do vice-presidente, Geraldo Alckmin, que lembrou, na semana passada, ter defendido a taxa das blusinhas para proteger a produção, o emprego e a renda no país.

"Defendi lá atrás, porque se você pegar o produto fabricado no brasil, a roupa, ele paga entre 45%, a quase 50% de tributo. Uma média de 45%. O importado está pagando bem menos do que o fabricado aqui dentro (…) Mesmo com a tributação [taxa das blusinhas], ainda é a carga bem menor do que o produto brasileiros", disse o vice-presidente, na última sexta-feira (2).

➡️Em agosto de 2024, após aprovação do Congresso Nacional, o governo passou a cobrar imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, que até então estavam isentas para empresas dentro do programa Remessa Conforme.

🔎A taxação foi uma resposta do governo e do Congresso a um pedido de segmentos da indústria nacional, após o aumento das compras digitais durante a pandemia, e diante da diferença de carga tributária entre produtos nacionais e os importados nas plataformas online.

➡️À época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o texto aprovado pelo Legislativo, apesar de ter classificado a decisão como "irracional". A medida foi defendida pela indústria brasileira.

💵No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal.

Segundo informou o Fisco em fevereiro, 50 milhões de brasileiros estão "cumprindo suas obrigações tributárias" por meio das empresas habilitadas no Remessa Conforme — programa adotado para regularizar as encomendas internacionais.

Em janeiro deste ano, o governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões, com crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

"Este balanço mostra que estamos no caminho para tornar as empresas nacionais muito mais competitivas em um Brasil que toma medidas para ser, cada vez mais, desenvolvido, com mais emprego e renda, com empresas nacionais que competem com as estrangeiras – e com consumidores mais protegidos! Um Brasil que reduz privilégios e subsídios a países estrangeiros e busca Justiça Tributária!", diz o manifesto do setor produtivo.

1. Abicalçados – Associação Brasileira das Indústrias de Calçados2. Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica3. Abióptica – Associação Brasileira das Indústrias Ópticas4. Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção: Abit5. ABLos – Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings6. ABMalls – Associação Brasileira de Strip Malls7. ABMAPRO -Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização8. ABRAPA – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão9. ABRAFAS – Associação Brasileira de Produtores de Fibras Artificiais e Sintéticas10. Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos11. ABVTex – Associação Brasileira de Varejo Têxtil12. ALShop – Associação Brasileira de Lojistas de Shopping13. Anamaco – Associação Nacional Comerciantes Material Construção14. ANEA – Associação Nacional dos Exportadores de Algodão15. Ápice – Associação pela Indústria e Comércio Esportivo16. Assintecal – Assintecal17. CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo18. CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo19. CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas20. CNI – Confederação Nacional da Indústria21. Fecomércio MG – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais22. Fecomércio RS – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Sul23. Fecomércio SC – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Santa Catarina24. FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais25. FIESC – Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina26. FIERGS – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul27. Firjan – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro28. Fitemavest – Sindicato das Industrias de Fiação Tecelagem Caxias do Sul29. IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo30. IUB – Instituto Unidos Brasil31. Sietex – Sindicato da Indústria de Especialidades Têxteis no Estado de São Paulo32. SIFITEC – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem, Malharia e Tinturaria de Brusque, Botuverá eGuabiruba33. SIFT MG – Sindicato das Industrias de Fiação e Tecelagem no Estado de Minas Gerais34. SIFT RN – Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral do Rio Grande do Norte35. Simmesp – Sindicato Indústria de Malharia e Meias Estado São Paulo36. Sindimeias – Sindicato das Indústrias de Meias de Juiz de Fora37. Sindiroupas CE – Sindicato de Confecções e Vestuário do Ceará38. Sinditec – Sindicato das Indústrias de Tecelagens, Fiação, Linhas, Tinturaria, Estampa eBeneficiamento de Fios e Tecidos de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara D'Oeste e Sumaré39. Sinditêxtil RJ – Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado do Rio de Janeiro40. Sinditêxtil SP – Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo41. Sindivest JF – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Juiz de Fora42. Sindivest MG – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Minas Gerais43. Sindivest RS – Sindicato das Indústrias do Vestuário do Alto Uruguai (RS)44. Sindvest Maringá – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Maringá45. Sindvest Nova Friburgo – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região46. Sinvesd – Sindicato da Indústria de Vestuário de Divinópolis47. SIVERGS – Sindicato das Indústrias do Vestuário do RS48. Sindvest SJN – Sindicato das Indústrias do Vestuário de São João Nepomuceno (MG)49. Sintex – Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau50. Sindivest – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Brusque, Botuverá, Guabiruba e Nova Trento51. Sivale – Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí52. UNECS – União das Entidades de Comércio e Serviço53. UGT – União Geral dos Trabalhadores

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Vilão do endividamento, cartão de crédito rotativo cresce; empréstimos beiraram R$ 400 bilhões em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

O uso do cartão de crédito rotativo, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, disparou após o fim da pandemia da Covid-19 e beirou a marca de R$ 400 bilhões no ano passado. Os números são do Banco Central.

A modalidade é considerada um dos vilões do alto nível de endividamento da população brasileira.

Em um ano eleitoral, o governo do presidente Luiz Luiz Inácio Lula da Silva se movimenta para reduzir os débitos da população e facilitar a tomada de crédito pelas pessoas (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Segundo a autoridade monetária, 101 milhões de pessoas no Brasil usam cartão de crédito no país. Isso quer dizer que quase a metade do povo brasileiro tem cartão de crédito.

➡️De acordo com dados do Banco Central, cerca de 40 milhões de brasileiros estavam com dívida no cartão de crédito rotativo em janeiro deste ano.

➡️Com juros elevados, a taxa de inadimplência dessa linha de crédito somou 63,5%, ou seja, mais de R$ 60 em R$ 100 emprestados não foram honrados.

A taxa de juros dessa linha de crédito, a mais alta de todas, somou 436% ao ano em fevereiro deste ano. No crédito consignado, por exemplo, as taxas variam de cerca 24% a 60% ao ano.O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.Segundo analistas, essa forma de crédito deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.Em janeiro de 2024, o Congresso e o governo limitaram o endividamento do cartão de crédito rotativo. Desde então, ficou determinado que o valor do débito não pode exceder o valor original da dívida.Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.

No mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais, como o rotativo do cartão de crédito, como parte de sua renda, e isso deveria ser alvo de uma "discussão estrutural".

"Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele", disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

De acordo com Galípolo, a ideia é tentar "produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito", ou seja, linhas de crédito mais adequadas.

Para facilitar a concessão do crédito com taxas menores, o governo lançou, no ano passado, o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com mais de R$ 80 bilhões liberados em um ano.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

De acordo com dados do Banco Central, entre 2012 e 2020, a concessão de crédito (desembolsos) por meio do cartão de crédito rotativo não tinha ultrapassado R$ 225 bilhões em um ano. As variações anuais intercalaram períodos de altas e baixas.

O ano de 2020, principalmente, e de 2021 foram marcados pelo pagamento do Auxílio Emergencial, valores excepcionais pagos à população durante a pandemia, para permitir o afastamento social.

Os dados do cartão de crédito mostram que, no período que coincide com a saída da pandemia e retorno de um patamar mais pesado de inflação, as concessões do cartão de crédito rotativo dispararam.

➡️Com o fim do Auxílio Emergencial a partir de 2022, as concessões de novos empréstimos no cartão de crédito rotativo alcançaram novos patamares (veja abaixo), atingindo quase R$ 400 bilhões em 2025.

➡️Esse período pós-pandemia também foi marcado por fortes pressões inflacionárias, com o índice oficial atingindo mais de 10% em 2021, a maior em seis anos, e cerca de 5,8% em 2022.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população.

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos. As duas medidas foram admitidas pelo próprio ministro da Fazenda, Dario Durigan.

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GR Yaris: testamos o hatch de duas portas com unidades limitadas e que custa R$ 354.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Carros GR Yaris: testamos o hatch de duas portas com unidades limitadas e que custa R$ 354.990 Criado para competir no Mundial de Rali, o GR Yaris tem motor 1.6 turbo de três cilindros e entrega alto desempenho no asfalto de autódromos. Por André Fogaça, g1 — Mogi das Cruzes (SP)

Desde 2020, o brasileiro tem dado preferência aos SUVs, segundo números de emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Ainda assim, a Toyota decidiu desafiar essa lógica de mercado e lançar o GR Yaris: um hatch de duas portas, voltado a um público específico, com unidades inicialmente limitadas e preço inicial de R$ 354.990.

A marca aposta em um nicho claro: os motoristas que gostam de levar o carro para a pista de terra ou para o asfalto e que têm uma preferência pelos modelos de alto desempenho.

O GR Yaris é o menor e mais leve carro da Gazoo Racing, divisão da Toyota dedicada exclusivamente a modelos esportivos.

O veículo mede exatamente quatro metros de comprimento — sete centímetros a menos que o Volkswagen Polo, hatch também compacto e mais vendido do Brasil em 2025, segundo a Fenabrave. O peso é de 1.305 quilos na versão automática, com oito marchas, ou de 1.325 quilos na opção manual, que tem seis velocidades.

O novo GR Yaris também conta com um motor 1.6 turbo de três cilindros, o mais potente do mundo para um conjunto feito em série — sem modificações extras, comuns em veículos particulares de competição.

São cerca de 100 cv por cilindro, o que resulta em expressivos 304 cv de potência e 40,8 kgfm de torque, sempre com gasolina — o que deixa o hatch bem próximo à potência do motor 2.0 turbo da Ford Ranger.

Esse número representa a força do veículo. Na picape, ela é usada para mover as cerca de duas toneladas da Ranger e ainda suportar o peso da carga na caçamba. Já no GR Yaris, que pesa aproximadamente 700 quilos a menos, essa força é direcionada à velocidade — e à diversão de quem gosta de dirigir na pista.

O g1 colocou toda essa força à prova em um autódromo de Mogi Guaçu (SP), homologado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA, responsável pela Fórmula 1) e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA).

Com o capacete colocado e as instruções de pista dadas, ficou claro que este é um dos hatches mais divertidos de dirigir em um autódromo, entre os carros vendidos prontos em concessionárias. Entenda o motivo nos próximos parágrafos.

É possível pular diretamente para a descrição do carro clicando aqui. Antes, porém, vale explicar como este esportivo se comporta em seu ambiente mais favorável: o asfalto de um autódromo.

A primeira impressão ao assumir o volante é a de estar em um hatch comum, mas tudo muda ao acelerar com mais força. Nesse momento, duas sensações surgem imediatamente e tomam conta da cabine:

O isolamento acústico é mínimo, e o motor parece estar praticamente exposto à cabine;O calor do motor também passa para a cabine.

Engatada a primeira marcha, a experiência varia conforme o câmbio escolhido na compra. No manual, as trocas durante o teste foram curtas e fáceis de engatar. O carro frequentemente sugeria subir a marcha, mesmo em situações em que o teste exigia mais força do motor — algo que normalmente pede uma marcha mais baixa.

No automático, as trocas são feitas pelo próprio carro, mas há também abas atrás do volante, semelhantes às usadas na Fórmula 1. O teste foi realizado das duas maneiras: com trocas manuais pelas abas e deixando o sistema decidir sozinho.

O ponto principal é que, mesmo com oito marchas, o câmbio mantinha o motor sempre em cheio nas trocas. Isso garantia força constante na tração integral e preservava o ronco característico do motor, sem priorizar a economia de combustível.

Em relação à tração, o sistema nas quatro rodas permite ajustar a distribuição de força entre os eixos. Na pista, a configuração usada foi de 60% na dianteira e 40% na traseira, mas é possível alterar esses valores para:

Em ambas as opções de câmbio, a sensação foi de trocas rápidas, ainda que mais longas quando se pensa em um carro “de rua”. São oito marchas, e a última não passa a impressão de ser fraca ou sem força.

Somando a tração integral e o torque sempre disponível, o resultado é um carro que lembra um kart: baixo, firme e estável.

Mesmo forçando bastante durante o teste no autódromo, não foi possível fazer o GR Yaris cantar pneus em curvas. É claro que, com atitudes extremas, qualquer carro pode perder o controle, mas, ao buscar um bom tempo de volta, o GR Yaris se mantém seguro e previsível.

Para isso, o carro conta com freios de alto desempenho, todos a disco, além de uma bitola traseira mais larga — que é a distância entre os centros das rodas em um eixo. Esse conjunto garante maior controle tanto nas frenagens fortes quanto nas retomadas.

Os freios suportaram com tranquilidade a condução intensa exigida de um esportivo em pista. Mesmo após duas voltas rápidas e o retorno aos boxes, as pinças não apresentavam aquecimento excessivo — e isso em um dia com temperatura próxima dos 35 °C.

Após quatro voltas rápidas — duas com câmbio automático e duas com o manual — é possível afirmar com segurança que a versão automática do GR Yaris não deixa nada a desejar em relação à manual.

É claro que sentir a resistência do câmbio manual, que orienta as trocas de marcha pela própria resposta da alavanca, é mais envolvente. Ainda assim, manter as duas mãos no volante enquanto as trocas são feitas pelas abas, à moda da Fórmula 1, também agrada.

Mas ao pensar o GR Yaris como um carro voltado principalmente à diversão — e considerando que o uso diário ficará a cargo de outro veículo — o câmbio manual surge como a melhor escolha. Já em situações de trânsito pesado, o automático se mostra mais confortável, especialmente em longos períodos de condução em baixa velocidade.

Por fora, o GR Yaris é exótico. Na dianteira, ele tem aparência de um hatch mais agressivo, com faróis que lembram olhos furiosos e uma grande entrada de ar no radiador. O conjunto é chamativo e deixa claro que não se trata de um compacto comum.

Já na traseira, as sensações são mistas. O para-choque grande demais e as lanternas que parecem ter sido pensadas para um carro maior passam uma impressão desproporcional, como quando uma criança calça os sapatos dos pais.

Por outro lado, chamam atenção as duas ponteiras cromadas das saídas de escapamento. Elas são reais, funcionais e contribuem para o ronco característico de um carro esportivo.

Por dentro, o conforto não é o ponto forte. Não por causa dos bancos em formato de concha, que seguram muito bem motorista e passageiro, mas pelo acabamento simples e pelo espaço reduzido na fileira traseira, que, com muita sorte, acomoda apenas uma criança pequena.

Outro ponto que causa estranhamento visual é o painel, que lembra o de um ônibus. Trata-se de uma grande peça de plástico, reta na vertical e levemente curvada na horizontal. Nela estão o painel digital de instrumentos e a central multimídia de oito polegadas, surpreendentemente moderna para um interior tão simples e de aparência mais antiga.

Tudo isso seria um grande problema em um hatch comum que custa mais de R$ 350 mil, mas faz mais sentido quando se considera o público específico que a Toyota pretende atingir com este carro.

“É um cliente que gosta muito de motorsport, performance, apaixonado por automobilismo. São clientes que já conheciam a GR, até clientes novos com garagens recheadas de outros carros esportivos”, disse Nancy Serapião, responsável pelas marcas Gazoo Racing e Lexus no Brasil, ao g1.

“É um cliente para o track day [dia de competição em autódromo] e que também consegue usar no dia a dia. Que vai trazer mais o carro para o asfalto, do que o mato”, disse Nancy.

Andar fora de estrada faz parte do DNA do GR Yaris, desenvolvido para que a Toyota pudesse competir no Campeonato Mundial de Rali (WRC, na sigla em inglês). Ainda assim, o modelo também se sai muito bem no asfalto.

Para o lançamento e ao longo de todo o ano de 2026, a Toyota importou apenas 198 unidades do GR Yaris. Destas, 99 têm câmbio manual e outras 99 são automáticas. Mas, assim como acontece com o GR Corolla, o hatch seguirá disponível em 2027.

“Pra 2027 a gente continua trazendo esse carro, de acordo com a demanda. Porque a gente quer manter um portfólio de carros esportivos no Brasil. Então não é um único tiro, ele [o GR Yaris] vem para marcar um início", disse Nancy.

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Protótipo de ‘carro voador’ da Embraer completa 50 voos de teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Inovação Protótipo de 'carro voador' da Embraer completa 50 voos de teste Versão de teste já soma mais de duas horas de voo desde dezembro, enquanto empresa prepara produção de unidades para certificação junto à Anac. Por Reuters

A Eve Air Mobility, empresa subsidiária da Embraer, informou nesta quinta-feira (9) que realizou 50 voos de teste com seu protótipo de "carro voador" (oficialmente conhecido como eVTOL) desde a estreia, em dezembro de 2025.

A empresa prevê iniciar ainda este ano a produção de protótipos de conformidade. Serão seis unidades usadas na campanha de certificação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), cuja aprovação é necessária antes da entrada em operação.

"Alcançar 50 voos de teste com nosso protótipo de engenharia vai além de um marco técnico. É uma evidência clara da maturidade do nosso programa", afirmou Johann Bordais, CEO da Eve Air Mobility.

Eve, da Embraer, fecha acordo de R$ 1,3 bilhão para vender até 50 carros voadores — Foto: Eve/Divulgação

A Eve também ampliou os testes, com aumento gradual da velocidade de cruzeiro e avaliações de gestão de energia, controlabilidade, estabilidade, ruído e vibração.

As aeronaves da Eve são produzidas em Taubaté (SP), em uma planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. Os veículos continuam em fase de testes e devem entrar em operação em 2027.

A projeção da empresa é a de que a frota mundial de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045. A expectativa é que mais de 3 bilhões de passageiros sejam transportados nesse período.

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Autuações da Receita Federal somam R$ 233 bilhões em 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%MoedasDólar ComercialR$ 5,087-0,33%Dólar TurismoR$ 5,3030,16%Euro ComercialR$ 5,943-0,16%Euro TurismoR$ 6,2090,15%B3Ibovespa193.857 pts0,86%Oferecido por

A Secretaria da Receita Federal informou nesta quinta-feira (9) que foram lançados autos de infração no valor de R$ 233 bilhões em 2025, com pequena queda na comparação com o ano anterior.

Esses lançamentos se tornaram créditos tributários, oriundos da fiscalização do órgão contra sonegação, evasão e falta de recolhimento de tributos.

Isso não quer dizer, entretanto, que esses recursos já ingressaram nos cofres públicos. O Fisco observou que, historicamente,, do valor total de autos de infração lançados, somente cerca de 5% ingressam no mesmo ano (sem contar parcelamentos).

Isso porque a maior parte das cobranças acaba sendo questionada pelas pessoas físicas e pelas empresas, tanto administrativamente quanto na Justiça, em processos que demoram anos.

De acordo com a Receita Federal, o foco da fiscalização foi mantido nos chamados grandes contribuintes, que são 9,2 mil empresas de grande porte — concentrando quase 60% da arrecadação de tributos.

O órgão informou que, no caso desses contribuintes, houve um aumento, em 2025, da chamada "autorregularização", ou seja, envio de notificações com subsequentes regularização por parte das empresas, sem a necessidade de lavrar autos de infração.

"Existe uma mudança de cultura [para passar a orientar mais o contribuinte]. Mas tem o contribuinte que não concorda ou que prefere não cumprir. E existem os fraudadores, a gente vai continuar autuando", disse a subsecretária de Fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves.

A subsecretária lembrou que foi aprovado neste ano um novo projeto conformidade, que estabelece uma nova forma de relacionamento das empresas com o Fisco, buscando evitar as fiscalizações punitivas e o lançamento de multas de ofício. Foram lançados dois programas: o Confia e o Sintonia.

Programa Confia: direcionado para as grandes empresas do país, que terão a opção de aderir. Governo buscará, com orientações, que elas tenham uma estrutura de boa governança e que paguem os impostos corretamente. A ideia do Fisco é que a empresa seja parceira e que, em caso de divergências, haja um acordo entre as partes para evitar multas. E que eventuais litígios só aconteçam após uma série de procedimentos.Programa Sintonia: estímulo a boas práticas e regularidade para todas as empresas do país, também voltado à orientação e diálogo (principalmente por canais eletrônicos) que serão classificadas de acordo com critérios de conformidade (pagamento pontual e correto dos impostos, por exemplo). Quem estiver bem "ranqueado" pelo Fisco, poderá ter um bônus de adimplência que varia de 1% a 3% do valor devido em CSLL. Também será concedido um prazo para "autorregularização" caso esteja devendo tributo.

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Imposto de Renda: Receita Federal cobrou mais de R$ 5 bilhões em 2025 por conta de irregularidades

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 09/04/2026 11:37

Economia Imposto de renda Imposto de Renda: Receita Federal cobrou mais de R$ 5 bilhões em 2025 por conta de irregularidades Fisco já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina. Além das movimentações financeiras, o órgão checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou que foram cobrados, em 2025, R$ 5,2 bilhões de contribuintes pessoas físicas por conta de irregularidades identificadas na declaração do Imposto de Renda — que teve por base as movimentações financeiras do ano anterior.

Deste total, R$ 2,6 bilhões referem-se a 2,4 milhões contribuintes que se "autorregularizaram", ou seja, que apresentaram declaração retificadora e pagaram à vista, ou parcelaram, os valores.Outros 600 mil contribuintes, entretanto, não enviaram declaração retificadora, apesar das notificações do Fisco de que estavam na malha fina, e foram autuados em R$ 2,6 bilhões.

Contribuintes que acertaram as contas com o leão espontaneamente — Foto: Apresentação da Receita Federal

Atualmente, a Receita Federal já tem acesso a uma série de informações dos contribuintes, que são usadas na malha fina do leão.

Além das movimentações financeiras, o Fisco checa, com a ajuda de supercomputadores e de inteligência artificial, uma quantidade enorme de informações dos contribuintes.

Ao todo, são mais de 160 filtros de checagem de dados na declaração do Imposto de Renda, que tem de ser entregue todos os anos.

Alguns cruzamentos são mais simples, como CPF, endereço, dependentes, ou seja, informações pessoais.

rendimentos;movimentações financeiras no PIX (acima de R$ 2 mil por mês);pagamentos no débito (acima de R$ 2 mil por mês);cartões de crédito (acima de R$ 2 mil por mês);aluguéis;despesas médicas (titular e dependentes, com recibos digitais a partir de 2025);mercado acionário e criptoativos;automóveis;aplicações em renda fixa;número de dependentes;despesas com educação (titular e dependentes);previdência complementar;gastos com empregados domésticos,informações sobre imóveis, incluindo compra e venda;carnê leão;bens no exterior;deduções de incentivo cultural;contribuição a entidades beneficentes.

O objetivo é saber se os valores declarados no Imposto de Renda estão corretos, ou se eles precisam ser ajustados.

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