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É #FAKE alerta de WhatsApp da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX e conta bancária; trata-se de golpe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 17:48

Fato ou Fake É #FAKE alerta de WhatsApp da Receita Federal que cobra dívida de CPF e ameaça bloquear PIX e conta bancária; trata-se de golpe Texto com tom alarmista envia link enganoso que leva a pessoa a transferir dinheiro a criminisos. Ao Fato ou Fake, Receita diz que site oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional é o único meio para quitar pendências; veja a checagem passo a passo. Por Redação g1

Circulam no WhatsApp mensagens enviadas em nome da Receita Federal com alertas sobre supostas pendências no Cadastro de Pessoa Física (CPF) e um link para "regularização". É #FAKE.

Leitores passaram a enviar a mensagem ao nosso WhatsApp, no número +55 (21) 97305-9827, nos dias anteriores ao início do prazo para entrega da declaraão do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, que começou em 23 de março.

Para convencer as vítimas de que o conteúdo é legítimo, o texto começa assim: "As informações foram verificadas e estão corretas". Na sequência, cita o nome do destinatário e menciona: "ÚLTIMO AVISO DA RECEITA FEDERAL – IRPF 2025/2026". Veja a íntegra do material fraudulento: "Consta em nosso sistema a identificaão de uma pendência registrada vinculada ao documento nº [CPF], que pode impactar a regularidade do seu nome. PENDÊNCIA GRAVE EM ABERTO. Isso impede: Enviar e receber PIX, acesso a contas, cartões e investimentos em qualquer banco; operações financeiras normais; nomee em cadastros restritivos (Serasa, SPC, Bacen). Recomendamos que a consulta seja realizada imediatamente por meio do link abaixo: https://regularizetributos. Para evitar inconsistências futuras e possíveis restrições operacionais, é importante verificar a situação o quanto antes. Se o link não estiver azul, envie apenas um 'Oi', saia da conversa e entre novamente. Cadastro concluído no sistema".

O conteúdo tem diversos sinais de golpe: tom de urgência e ameaça (expressões como "ÚLTIMO AVISO" e "PENDÊNCIA GRAVE"); consequências exageradas (bloqueio de PIX e conta); generalização e falta de detalhes oficiais (como número de processo); link suspeito (o endereço fornecido não é um domínio oficial do governo, como gov.br); e pedido de ação imediata por canal informal; uso indevido de autoridade (com citação órgãos oficiais). Veja detalhes ao final desta reportagem.

Ao clicar no link, o usuário chega a uma página que imita a plataforma gov.br e pede para digitar o número do CPF. Na tela seguinte, vem o aviso sobre uma "dívida" de R$ 684,55. O não pagamento geraria multa de R$ 2.120, além de bloqueio bancário e restrição de crédito.

Por fim, há um botão de "regularize agora", que leva a um chat com uma suposta "auditora da Receita Fiscal". Ela repete as mesmas ameaças e diz que "não haverá nova oportunidade" para regularizar o débito. Por fim, a vítima é induzida a fazer o PIX, sem informações informações sobre o destinatário final do dinheiro.

O Fato ou Fake entrou em contato com a assessoria de imprensa da Receita Federal, que respondeu, por e-mail:

"Trata-se de um golpe. O portal correto é da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que já emitiu alerta para tentativas de comunicação falsa. A Receita Federal reforça que não solicita pagamentos por telefone, WhatsApp, e-mail ou mensagens. Todos os documentos de arrecadação (DARF e DAS) devem ser gerados exclusivamente pelos meios oficiais, disponíveis no site: www.gov.br/receitafederal".

Em 2 de dezembro de 2025, o site oficial do órgão publicou um comunicado com o seguinte título: "Recebeu mensagem da PGFN? Cuidado, pode ser golpe!". O texto reforça que oa página regularize.pgfn.gov.br é o único meio oficial pelo qual os contribuintes que tenham débitos em aberto com a União podem quitar suas pendências:

"A PGFN não entra contato pelo WhatsApp, somente por SMS, com o remetente 29347. Além disso, o acesso de pessoas físicas ao portal Regularize é feito somente por meio do login e da senha da plataforma oficial gov.br, o que confere mais segurança ao processo. A Procuradoria também não solicita o CPF do contribuinte como forma de acesso ao portal".

A nota também menciona uma checagem anterior feita pelo Fato ou Fake, de 29 de novembro de 2025, com o título: É #FAKE mensagem de WhatsApp que cobra pagamento de 'Dívida Ativa com a União'; trata-se de golpe. Na ocasião, Eduardo Sadalla Bucci, coordenador de Dívida Pública da União e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FTS) explicou:

"Em nenhuma hipótese, de nenhum tipo de cobrança, há a possibilidade de cancelamento do seu PIX. Igualmente, nenhum tipo de constrição que não seja autorizada pelo Poder Judiciário vai ser feita. "Você não vai perder qualquer tipo de bem, a não ser por uma decisão judicial, em que você será citado, terá oportunidade de ter um advogado e todas as tramitações do devido processo legal", disse o especialista na oportunidade".

Em fevereiro deste ano, o Fato ou Fake fez uma verificação semelhante: É #FAKE mensagem de Whatsapp sobre regularização de 'pendência grave' na Receita Federal; trata-se de golpe.

Tom de urgência e ameaça – Expressões como “ÚLTIMO AVISO” e “PENDÊNCIA GRAVE” são usadas para causar medo e pressionar a pessoa a agir rapidamente, sem pensar.Consequências exageradas – Bloqueio de PIX, contas, cartões e “nome irregular” são apresentados de forma alarmista e pouco precisa.Generalização e falta de detalhes oficiais – Ausência de informações específicas confiáveis (como número de processo, canal oficial ou instruções verificáveis), substituídas por menções genéricas a uma "pendência".Link suspeito – O endereço fornecido não é um domínio oficial do governo (como “.gov.br”).Pedido de ação imediata por canal informal – Orientações como "clicar no link" ou responder "Oi", que fogem totalmente dos procedimentos formais da Receita Federal.Uso indevido de autoridade – Tentativa de se legitimar citando órgãos como SERASA, SPC e Banco Central, mas sem contexto real — um recurso comum para parecer confiável.Contato via WhatsApp – Órgãos oficiais não utilizam mensagens diretas por aplicativos para cobrar regularizações dessa forma.

50 vídeos VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKEAdicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

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TCU aprova novo leilão para a concessão do Aeroporto de Brasília

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 17:48

Distrito Federal TCU aprova novo leilão para a concessão do Aeroporto de Brasília Nova concorrência será feita ainda este ano; Inframerica, atual administradora, é obrigada a participar. Infraero deixará sociedade; processo inclui novo cronograma de investimentos. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (1º) a repactuação do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek.

O novo acordo prevê a realização de um processo competitivo simplificado, com a inclusão de novas obrigações contratuais, a conversão de parte da outorga fixa em variável e a incorporação de dez aeroportos regionais ao contrato.

A Inframerica informou ao g1 que irá se manifestar sobre o tema apenas após a publicação do acórdão.

Também está previsto um volume de investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão no aeroporto brasiliense ao longo da vigência da nova concessão.

a construção de uma nova via de acesso ao aeroporto;a implantação de um edifício-garagem;a aquisição de equipamentos de segurança e inspeção de passageiros e bagagens.

A concorrência terá lance mínimo fixado em 5,9% da receita bruta da concessão. A Inframerica, atual administradora do aeroporto, é obrigada a participar do leilão.

A estatal será indenizada pela concessionária em função de sua participação de 49% na concessão vigente.

O novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, avalia que a repactuação "agrega práticas de sucesso para promover o desenvolvimento de aeroportos regionais pelo parceiro privado".

"Essa medida traz segurança para novos investimentos, melhora o serviço para os usuários e leva o modelo de concessões a novos aeroportos, uma inovação que trará benefícios para outras cidades”, comentou.

Quem vencer o novo leilão terá que investir, como contrapartida, em 10 aeroportos regionais espalhados pelo centro-sul do Brasil.

A futura concessionária deverá aportar cerca de R$ 660 milhões na ampliação, manutenção e operação dos terminais de:

Juína, Cáceres e Tangará da Serra (MT); Alto Paraíso e São Miguel do Araguaia (GO); Bonito, Dourados e Três Lagoas (MS); Ponta Grossa (PR);Barreiras (BA).

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SpaceX, de Elon Musk, protocola pedido para maior IPO da história, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 17:48

Tecnologia SpaceX, de Elon Musk, protocola pedido para maior IPO da história, diz agência Segundo a Reuters, o pedido de entrada na bolsa de valores é confidencial, e a empresa de lançamentos espaciais organiza um encontro com analistas do mercado financeiro em 21 de abril. Por Reuters — São Paulo

A SpaceX protocolou nesta quarta-feira (1º) um pedido confidencial de oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos.

Na prática, o movimento prepara o terreno para o que pode se tornar a maior listagem da história do mercado acionário.

A SpaceX coloca mais foguetes no espaço do que qualquer outra empresa, e o IPO deve abrir espaço para investimentos no retorno da humanidade à Lua e na tentativa de colonizar Marte.

A companhia também pretende instalar centros de processamento de dados de inteligência artificial no espaço, enquanto opera um lucrativo sistema de comunicações por satélite, cada vez mais utilizado em guerras.

O IPO, com avaliação potencial superior a US$ 1,75 trilhão, ocorre após a fusão da SpaceX com a startup de inteligência artificial xAI, também de Musk, em um acordo que avaliou a empresa de foguetes em US$ 1 trilhão e a desenvolvedora do chatbot Grok em US$ 250 bilhões.

A SpaceX protocolou nesta quarta-feira (1º) um pedido confidencial de oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos. A informação é da Reuters, com base em duas fontes familiarizadas com o assunto.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do seu capital passa a ser listada na bolsa de valores e pode ser vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

Na prática, o movimento da SpaceX prepara o terreno para o que pode se tornar a maior listagem da história do mercado acionário.

O IPO da SpaceX tem avaliação potencial superior a US$ 1,75 trilhão depois da fusão com a startup de inteligência artificial xAI, também de Musk. A transação definiu o valor da empresa de foguetes em US$ 1 trilhão e a desenvolvedora do chatbot Grok em US$ 250 bilhões.

A SpaceX coloca mais foguetes no espaço do que qualquer outra empresa, e o IPO deve abrir espaço para investimentos no retorno da humanidade à Lua e na tentativa de colonizar Marte.

A companhia também pretende instalar centros de processamento de dados de inteligência artificial no espaço, enquanto opera um lucrativo sistema de comunicações por satélite, cada vez mais utilizado em guerras.

Além disso, a empresa é comandada pelo homem mais rico do mundo, Elon Musk, uma figura controversa que transformou a Tesla na montadora mais valiosa do planeta.

A SpaceX organiza um encontro com analistas do mercado financeiro em 21 de abril e incentiva a participação presencial, segundo uma fonte ouvida pela Reuters.

A empresa também oferece aos analistas uma visita opcional ao centro de processamento de dados “Macrohard”, da xAI, em Memphis (Tennessee), em 23 de abril, e planeja uma sessão virtual em 4 de maio para discutir modelos financeiros com analistas de bancos, acrescentou a fonte.

Avaliar o conglomerado não é simples, mas a liderança de Musk facilita a análise para alguns investidores.

"Os investidores podem usar uma análise da soma das partes, mas, como no caso da Tesla, a avaliação da SpaceX pode flutuar muito, com base no quanto o público acredita na visão de Musk", disse Angelo Bochanis, associado da Renaissance Capital, fornecedora de pesquisas e ETFs voltados para IPOs.

"Até o momento, os investidores parecem estar clamando por qualquer tipo de exposição à SpaceX."

A SpaceX pode tentar levantar mais de US$ 50 bilhões no IPO, superando com folga a abertura de capital da Saudi Aramco, em 2019, ainda a maior oferta inicial de ações da história.

A estreia da SpaceX pode reaquecer o mercado de IPOs após anos de atividade moderada, com expectativa de forte demanda de investidores institucionais e de varejo — alguns atraídos pela marca de Musk, outros em busca de exposição aos negócios espaciais e de satélites da companhia, em rápido crescimento.

A SpaceX é a empresa privada mais valiosa do mundo, com base na avaliação implícita da fusão com a xAI. A empresa foi avaliada pela última vez em cerca de US$ 800 bilhões em uma venda secundária de ações.

Outras startups relevantes, como a OpenAI, criadora do ChatGPT, e a rival Anthropic, também avaliam grandes IPOs, o que pode testar de forma mais ampla o apetite dos investidores por novas listagens.

Muitas startups de grande porte têm permanecido privadas por mais tempo, explorando amplas fontes de capital no mercado privado, mas uma listagem de uma empresa como a SpaceX pode incentivar outras companhias a buscar ofertas públicas.

Um registro confidencial permite que a empresa apresente documentos de IPO aos reguladores de forma reservada, ganhando tempo para responder a questionamentos e ajustar as informações antes da divulgação pública.

Um IPO deve ampliar o escrutínio de analistas e investidores sobre a “Muskonomia” — o império de negócios em expansão e as fortunas interligadas do bilionário —, trazendo novo foco sobre como suas empresas são financiadas, administradas e avaliadas nos mercados.

"Uma provável estrutura de ações de classe dupla permitirá que Musk aproveite o capital público e, ao mesmo tempo, mantenha o controle da empresa, mesmo após a diluição substancial que vem com uma oferta pública", disse Minmo Gahng, professor assistente de finanças da Universidade de Cornell.

Musk comanda a Tesla, a fabricante de chips cerebrais Neuralink e a empresa de escavação de túneis The Boring Company.

No ano passado, Musk também incorporou a plataforma de mídia social X à xAI por meio de uma troca de ações, dando à startup de IA acesso aos dados e à rede de distribuição da plataforma.

As dúvidas sobre a capacidade de Musk de supervisionar várias empresas com valores de mercado superiores a US$ 1 trilhão podem diminuir o entusiasmo dos investidores, dizem analistas.

"É compreensível que os investidores estejam preocupados com o fato de Musk supervisionar várias empresas importantes, especialmente devido ao seu perfil público polarizador às vezes. Entretanto, a SpaceX parece um tanto diferenciada", disse Kat Liu, vice-presidente da ‍IPOX.

"A empresa está operacionalmente madura, tecnologicamente à frente em várias áreas importantes e é lucrativa, o que proporciona uma sólida base fundamental."

O pedido de IPO da SpaceX ocorre no momento em que a agência espacial norte-americana, Nasa, se prepara para lançar quatro astronautas na noite desta quarta-feira para um voo de 10 dias ao redor da Lua, na mais ambiciosa missão espacial dos EUA em décadas.

A SpaceX gerou cerca de US$ 8 bilhões de lucro sobre uma receita entre US$ 15 bilhões e US$ 16 bilhões no ano passado, informou a Reuters em janeiro, com base em fontes familiarizadas com o assunto.

Um número crescente de bilionários e empresas privadas tem financiado uma nova corrida espacial nos EUA, com investimentos em foguetes, redes de satélites e projetos lunares, incluindo a SpaceX e a Blue Origin, de Jeff Bezos, fundador da Amazon.

À medida que a Nasa amplia o uso de parceiros comerciais e os orçamentos militares crescem, o espaço se consolida como um campo estratégico, impulsionado pela vantagem tecnológica, por prioridades de segurança nacional e pela promessa de novos ganhos econômicos.

A SpaceX também solicitou autorização para lançar até 1 milhão de satélites movidos a energia solar, projetados como centros de processamento de dados em órbita — muito além de qualquer projeto atualmente em operação ou em estudo.

Engenheiros e especialistas da Nasa discutem há quase duas décadas a possibilidade de transferir para fora do planeta operações de computação intensivas em energia.

A fusão da SpaceX com a xAI chamou a atenção dos investidores para como Musk pode usar uma rede integrada de foguetes, satélites e sistemas de IA para superar desafios técnicos e de capital, expandindo a infraestrutura de inteligência artificial para além da Terra.

A inteligência artificial se tornou o principal tema em Wall Street, impulsionando uma forte alta nas ações de empresas do setor.

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Comsefaz: medida para reduzir preço do diesel traz impacto de R$ 3,5 bilhões, metade para os estados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%Oferecido por

O presidente do Comsefaz, Flávio César, afirmou que o acordo firmado com o governo federal para subsidiar o diesel terá um impacto fiscal total estimado entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões.

A medida prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual).

O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

A adesão dos governadores, no entanto, veio com um alerta de prazo. Flávio César destacou que o esforço só foi possível porque a vigência é de apenas 60 dias.

Medida para reduzir preço do diesel traz impacto de R$ 3,5 bilhões, metade para os estados, diz Comsefaz

O presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Flávio César, afirmou nesta quarta-feira (1º) que o acordo firmado com o governo federal para subsidiar o diesel terá um impacto fiscal total estimado entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões. O custo será dividido igualmente: 50% custeados pela União e 50% pelos estados.

A medida prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). O objetivo central é blindar o setor produtivo, especialmente o agronegócio, contra a disparada de preços causada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã.

A adesão dos governadores, no entanto, veio com um alerta de prazo. Flávio César destacou que o esforço só foi possível porque a vigência é de apenas 60 dias. Segundo ele, os estados não possuem fôlego financeiro para manter a ajuda caso a crise internacional se arraste por todo o semestre.

Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel e conter a alta dos preços21 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preçosGoverno federal e estados fecham acordo para conceder apoio a importadores de diesel; medida valerá por até dois meses

"A expectativa é que esse período de dois meses seja suficiente para sanar o problema. Uma prorrogação traria consequências muito mais graves para os estados, tendo em vista que os orçamentos já estão todos comprometidos", alertou o secretário.

O acordo foi selado após uma reunião de mais de seis horas entre os 27 secretários de Fazenda e o Ministério da Fazenda. O impasse inicial era o receio dos governadores de ferirem a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) caso fizessem uma desoneração direta no imposto.

Por que o acordo demorou? Segundo o presidente da Comsefaz, proposta original do governo federal era uma desoneração do ICMS. Contudo, os estados identificaram riscos jurídicos frente à Lei Complementar 192 e à LRF. O nó só foi desatado quando o Ministério da Fazenda aceitou o modelo de subsídio direto compartilhado. Em vez de mexer na alíquota do imposto, União e estados depositam valores para compor o desconto de R$ 1,20, garantindo a blindagem jurídica dos governadores.

A urgência da medida também se justifica pelo calendário agrícola. Com o Brasil em pleno momento de escoamento da safra, a alta do diesel importado — que chega a representar 40% da receita de combustíveis em alguns estados — ameaçava inviabilizar o frete e gerar um efeito cascata na inflação de alimentos.

Para garantir que o benefício chegue às bombas, os estados prometeram uma atuação contundente dos Procons. Além da fiscalização estadual, os governadores assinaram um convênio com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para monitorar postos e distribuidoras.

"O esforço conjunto precisa ter resultado imediato para o consumidor", disse Flávio César.

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Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender peixes direto às peixarias no ES

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Espírito Santo Agronegócios Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender peixes direto às peixarias no ES Parceria com produtores da agricultura familiar leva peixe direto do campo para o consumidor, sem os chamados 'atravessadores', reduzindo custos e ampliando a oferta. Por Ana Elisa Bassi, Felipe Sena, g1 ES e TV Gazeta

Produtores da agricultura familiar passaram a vender tilápia diretamente para peixarias, sem atravessadores, no Espírito Santo.

Com a nova estratégia, o pescado sai direto dos tanques nas regiões produtoras para os pontos de venda, encurtando o caminho até o consumidor.

A expectativa do setor é que a mudança beneficie o consumidor e se reflita no preço, inclusive em períodos de alta demanda, como a Semana Santa.

Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender direto às peixarias na Grande Vitória, Espírito Santo — Foto: Divulgação/Sindipesca-ES

Uma nova forma de comercialização da tilápia promete impactar os preços do pescado para os consumidores da Grande Vitória. Pela primeira vez, produtores da agricultura familiar passaram a vender o peixe diretamente para peixarias, sem atravessadores, como ocorria anteriormente.

Com a nova estratégia, o pescado sai direto dos tanques nas regiões produtoras para os pontos de venda, encurtando o caminho até o consumidor. A negociação nesse formato começou nesta semana. A ideia é que o preço do peixe reduza nas peixarias e pontos de venda.

A iniciativa é coordenada pelo Sindicato das Indústrias da Pesca do Estado do Espírito Santo (Sindipesca ES), em parceria com a Cooperativa de Produtores Rurais de Domingos Martins (Coopram), que reúne cerca de 500 propriedades.

“A gente quer trazer os pequenos produtores da agricultura familiar para as peixarias, garantindo legalidade, sustentabilidade e rastreabilidade. Isso é um ajuste da cadeia produtiva que vai continuar. A cooperativa e esses produtores vão assumir, daqui para frente, um papel no consumo do capixaba e devem se consolidar”, avaliou o representante do Sindipesca-ES, Rafael Viola.

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Segundo Viola, com a venda pulverizada por meio de diversos atravessadores, com compras avulsas em cada fazenda, não havia uma identidade que marcasse o produtor. Agora, o objetivo é fortalecer a piscicultura capixaba por meio do cooperativismo.

A expectativa do setor é que a mudança resulte em benefício direto para o consumidor e se reflita no preço, inclusive em períodos de alta demanda, como a Semana Santa e outras datas festivas. O valor final de venda vai ser estabelecido por cada peixaria.

"Trazer um produto direto do produtor permite trabalhar com um preço mais acessível e oferecer melhor condição para o consumidor", afirmou o representante de peixarias da Grande Vitória, Mário José de Almeida.

"Nosso peixe já está todo vendido para essa semana, mas o que está pronto agora já tem saída para as próximas semanas. Se tivesse mais produção, venderia tudo", afirmou o produtor Roselho Geraldo, que cria tilápia em Domingos Martins, na Região Serrana.

Além do preço, a qualidade também é um dos diferenciais apontados pelos produtores. Com logística direta, o peixe pode chegar às peixarias em poucas horas após a retirada dos tanques, mantendo sabor e frescor.

Preço da tilápia cai após produtores começarem a vender direto às peixarias na Grande Vitória, Espírito Santo — Foto: Divulgação/Sindipesca-ES

A nova forma de comercialização direta está sendo lançada nesta semana aliada a uma ação promocional, que começou na segunda-feira (30) até vai até o próximo dia 4, Sábado de Aleluia, ou enquanto durarem os estoques.

A ideia é que neste período, a tilápia produzida pelos agricultores familiares capixabas seja vendida a um preço fixo de R$ 19,90 o quilo, em 51 peixarias cadastradas como parceiras.

Inicialmente, dez toneladas seriam comercializadas por esse valor, mas, devido à procura, um novo lote com mais cinco toneladas foi separado.

"Desde cedo, nesta quarta-feira (1°), as peixarias começaram a ligar dizendo que as vendas estavam a todo vapor e com a mercadoria já acabando. Então, fizemos um lote extra de mais cinco toneladas, que vai chegar às 19h, na Vila Rubim. Vamos distribuir hoje e amanhã para os estabelecimentos participantes", disse Viola.

Segundo dados do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), a tilápia domina a piscicultura no estado, representando 99,46% de toda a produção.

Em 2024, foram produzidas 7,03 mil toneladas da espécie. Os demais peixes, somados, representam menos de 1% da produção.

A produção está concentrada em municípios com forte tradição e estrutura técnica. Linhares lidera, com 3,2 mil toneladas, seguido por Domingos Martins, com 1,4 mil toneladas, e Marechal Floriano, com 550 toneladas.

Para o Incaper, a expansão recente demonstra a capacidade de modernização do setor, com adoção de boas práticas de manejo, melhoria genética, uso de aeradores, alimentação balanceada e controle sanitário.

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Álbum da Copa do Mundo de 2026 sobe mais que inflação, e completar custa mais de R$ 1 mil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,44%Dólar TurismoR$ 5,354-0,61%Euro ComercialR$ 5,975-0,19%Euro TurismoR$ 6,226-0,18%B3Ibovespa187.791 pts0,18%Oferecido por

A Panini Brasil iniciou nesta quarta-feira (1º de abril) a pré-venda do álbum de figurinhas da Copa do Mundo da FIFA 2026. A nova edição chega com preços mais altos, com pacotes custando R$ 7, o que deve fazer colecionadores gastarem mais para completar o livrinho do que no último mundial.

O lançamento nas bancas está previsto para 1º de maio. Cada envelope custará R$ 7 e trará sete figurinhas – um real por figurinha.

Já o álbum terá versões que vão de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura especial). Há ainda uma edição premium que chega a R$ 359,90.

O álbum acompanha a expansão do torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez, com jogos nos Estados Unidos, Canadá e México. Com isso, a coleção será a maior já lançada, com 980 figurinhas e 112 páginas. Em 2022, eram 670 cromos no álbum.

Na prática, completar o álbum ficou mais caro. Mesmo se a pessoa conseguir trocar todas as suas figurinhas e terminar a coleção sem nenhuma repetida, o gasto vai ser superior a R$ 1 mil.

Considerando o IPCA, a inflação acumulada no Brasil entre 2022 e 2025 ficou em cerca de 21%. O álbum de 2022 tinha um custo teórico (sem nenhuma figurinha repetida) de R$ 550. Ou seja, o novo valor de mais de R$ 1 mil tem um aumento de 81%, muito superior a esse percentual, indicando uma alta real acima da inflação no período.

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Ataque do Irã atinge operação de nuvem da Amazon no Bahrein, diz jornal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 15:46

Tecnologia Ataque do Irã atinge operação de nuvem da Amazon no Bahrein, diz jornal O episódio ocorre um dia depois de a Guarda Revolucionária do Irã ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Por Redação g1

A operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).

De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.

Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”.

O episódio ocorre um dia depois de a Guarda Revolucionária do Irã ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio.

A operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).

De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.

Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”. O órgão, no entanto, não detalhou qual empresa foi atingida.

O episódio ocorre um dia depois de a Guarda Revolucionária do Irã ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação.

Procurada pela agência Reuters, a Amazon não comentou diretamente o ataque específico. Ainda assim, segundo o Financial Times, instalações da AWS na região já foram atingidas diversas vezes desde o início do conflito.

Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã – 13h30 no horário de Brasília.

"Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro", diz o texto.

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Reajuste no querosene de aviação deve gerar ‘consequências severas’, diz associação das aéreas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 14:54

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,49%Dólar TurismoR$ 5,353-0,64%Euro ComercialR$ 5,977-0,14%Euro TurismoR$ 6,229-0,13%B3Ibovespa188.674 pts0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,49%Dólar TurismoR$ 5,353-0,64%Euro ComercialR$ 5,977-0,14%Euro TurismoR$ 6,229-0,13%B3Ibovespa188.674 pts0,65%MoedasDólar ComercialR$ 5,153-0,49%Dólar TurismoR$ 5,353-0,64%Euro ComercialR$ 5,977-0,14%Euro TurismoR$ 6,229-0,13%B3Ibovespa188.674 pts0,65%Oferecido por

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira (1º) que o reajuste de 54,6% no preço do querosene de aviação (QAV) pode gerar “consequências severas” para o setor, sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.

"A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo", diz, em nota, a Abear.

A declaração ocorre poucas horas após a confirmação de que a Petrobras elevou, em abril, o preço médio de venda do querosene de aviação às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.

A alta é resultado do avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 1,80%, a US$ 102,10. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Ao todo, mais de 80% do QAV consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.

Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.

"A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações", conclui a nota.

O aumento do combustível, associado à tensão no Oriente Médio, tem afetado companhias aéreas em diferentes países. Com custos maiores, as empresas do setor tendem a repassar parte desse impacto para as passagens ou revisar suas projeções financeiras.

Nesta semana, o Grupo Abra, holding que controla a companhia aérea Gol, havia antecipado que a Petrobras elevaria os preços do querosene de aviação em cerca de 55%.

O diretor financeiro da Abra, Manuel Irarrazaval, afirmou que o aumento anunciado pela Petrobras para abril seria “moderado” em comparação com a alta observada no mercado internacional.

Segundo ele, a política de reajustes mensais ajuda as companhias aéreas a lidar com as variações de custos ao longo do tempo. Ainda assim, o executivo afirmou, em conferência com analistas, que a empresa pode precisar elevar os preços das passagens sempre que o combustível subir.

Irarrazaval declarou ainda que um acréscimo de US$ 1 por galão no preço do querosene de aviação pode exigir uma elevação de cerca de 10% nas tarifas.

A Azul informou na semana passada que já elevou o preço médio das passagens em mais de 20% ao longo de três semanas. A companhia também anunciou que pretende limitar o crescimento da operação para lidar com a alta do combustível.

Entre as medidas previstas está a redução de 1% na oferta de voos domésticos no segundo trimestre.

"A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) alerta para os impactos do reajuste de 54,6% no preço do Querosene de Aviação (QAV). Somado ao aumento de 9,4% em vigor desde 1º de março, o combustível passa a responder por 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo.

Embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, sua precificação acompanha a paridade internacional, o que intensifica os efeitos das oscilações do preço do barril de petróleo sobre o mercado doméstico, ampliando os impactos de choques externos sobre os custos das companhias aéreas.

Nesse sentido, a Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações."

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União Europeia recomenda mais home office e menos viagens de avião em meio a crise de energia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 13:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,51%Dólar TurismoR$ 5,352-0,65%Euro ComercialR$ 5,982-0,06%Euro TurismoR$ 6,231-0,1%B3Ibovespa188.538 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,51%Dólar TurismoR$ 5,352-0,65%Euro ComercialR$ 5,982-0,06%Euro TurismoR$ 6,231-0,1%B3Ibovespa188.538 pts0,57%MoedasDólar ComercialR$ 5,152-0,51%Dólar TurismoR$ 5,352-0,65%Euro ComercialR$ 5,982-0,06%Euro TurismoR$ 6,231-0,1%B3Ibovespa188.538 pts0,57%Oferecido por

O comissário europeu para energia, Dan Jorgensen, pediu na terça-feira (31/03) que os países-membros da União Europeia (UE) se preparem para interrupções prolongadas nas cadeias de fornecimento de energia e comecem a implementar medidas para economizar combustível em meio ao agravamento da guerra no Irã, que tem pressionado os mercados de petróleo e gás.

Numa carta enviada aos 27 países-membros do bloco, Jorgensen incentivou a adoção de um plano de dez pontos elaborado pela Agência Internacional de Energia (AIE) que inclui:

incentivo ao home office;car sharing; uso do transporte público; redução do limite de velocidade em autoestradas; medidas para uso de energia elétrica em vez de gás de cozinha; e redução de viagens aéreas.

O plano da AIE foi originalmente elaborado em 2022, no início da guerra na Ucrânia, que também provocou interrupções no mercado global de energia.

Agora, o apelo de Jorgensen ocorre num momento em que ministros de energia de países-membros da UE avaliam como lidar com escassez global diária de 11 milhões de barris de petróleo e de mais de 300 milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito (GNL) provocada pela guerra no Irã.

Desde o início do conflito no Oriente Médio, os preços na UE subiram cerca de 70% para o gás e 60% para o petróleo.

Em 30 dias de conflito, essa alta já acrescentou 14 bilhões de euros aos custos de importação de combustíveis fósseis da UE.

"Não devemos nos iludir: as consequências desta crise para os mercados de energia não serão de curta duração. Porque não serão", disse Jorgensen nesta semana.

"Esta crise demonstra, mais uma vez, que a Europa enfrenta uma vulnerabilidade fundamental a choques energéticos externos. E isto está ligado à nossa dependência de combustíveis fósseis importados."

Por enquanto, os países europeus ainda não adotaram medidas para reduzir a demanda e não contemplam medidas drásticas similares às tomadas durante as crises do petróleo da década de 1970, quando governos impuseram racionamento de gasolina e dias sem circulação de veículos particulares.

Na mesma carta, o comissário europeu recomendou que os países-membros adiem a manutenção das refinarias de petróleo para manter a produção e se preparem para garantir armazenamento adequado de gás para o próximo inverno.

Jorgensen afirmou ainda que o setor de transportes europeu enfrenta custos crescentes e escassez de suprimentos devido à forte dependência do setor em relação ao Golfo Pérsico, de onde a UE depende para mais de 40% de suas importações de querosene de aviação e diesel.

Ele acrescentou que o risco de escassez é agravado pela "disponibilidade limitada de fornecedores alternativos e de capacidade de refino para produtos específicos dentro da UE".

"A segurança do abastecimento da União Europeia continua garantida. Mas temos de estar preparados para uma possível interrupção prolongada do comércio internacional de energia", afirmou Jorgensen na terça-feira, antes de uma reunião virtual dos ministros da Energia da UE.

"É por isso que precisamos de agir já. E precisamos de agir em conjunto", acrescentou. "Só trabalhando em conjunto podemos ser mais fortes e proteger os nossos cidadãos e empresas de forma mais eficaz."

Os alertas do comissário europeu ocorrem em meio ao crescente temor de que a guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã possa se prolongar ainda mais, tornando mais provável o risco de desabastecimento a longo prazo.

Até o momento, o conflito já fez o petróleo Brent saltar em determinado momento para 119 dólares por barril, bem acima da marca de 70 dólares antes da guerra, e alguns analistas têm alertado que os preços podem subir para até 200 dólares com o agravamento do conflito.

Nesta quarta-feira (1º/4), o chefe da AIE disse que os problemas de abastecimento de petróleo decorrentes da guerra aumentarão em abril e afetarão a Europa.

"A perda de petróleo em abril será o dobro da perda de março, além da perda de GNL", declarou Fatih Birol em um podcast com o chefe do fundo soberano da Dinamarca, Nicolai Tangen.

"O maior problema hoje é a falta de querosene de aviação e diesel. Estamos vendo isso na Ásia, mas creio que logo, em abril ou maio, chegará à Europa."

O alerta vem mesmo depois de os 32 membros da AIE liberarem 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, o maior desbloqueio de estoques da história da organização.

Nesta semana, o chanceler federal da Alemanha, Friedrich Merz, advertiu que os efeitos da guerra podem atingir a Europa de maneira similar que a pandemia de covid-19 em 2020-2021.

"Se esta guerra se transformar num grande conflito regional, poderá sobrecarregar a Alemanha e a Europa ainda mais do que vivenciamos recentemente durante a pandemia da covid-19 ou no início da guerra na Ucrânia", disse.

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Rússia caminha para isolar sua internet do resto do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 13:49

Tecnologia Rússia caminha para isolar sua internet do resto do mundo Apagões frequentes na internet e combate a VPNs estão levando russos a buscar pagers, mapas de papel e telefones fixos. Ameaça de proibir o Telegram, no entanto, gera críticas até mesmo de apoiadores de Putin. Por Deutsche Welle

Apagões frequentes na internet e combate a VPNs estão levando russos a buscar pagers, mapas de papel e telefones fixos. Ameaça de proibir o Telegram, no entanto, gera críticas até mesmo de apoiadores de Putin.O WhatsApp parou de funcionar. Instagram e Facebook também. Já o Telegram, principal meio de comunicação da Rússia, com cerca de 100 milhões de usuários, vem sofrendo bloqueios contínuos – e a expectativa de que seja desligado nos próximos dias tem gerado raras reações públicas no país, que caminha para se isolar do mundo também digitalmente.

O cerco do governo de Vladimir Putinao uso livre da internet vem se intensificando desde a invasão da Ucrânia. Em todo o país, inclusive em grandes metrópoles como Moscou e São Petersburgo, os apagões digitais são constantes. Sites considerados "pouco confiáveis" pelo regime são proibidos. Serviços básicos, como chamar um táxi, fazer pagamentos ou ligações costumam ficar indisponíveis de uma hora para a outra.

A busca por alternativas chegou até mesmo a impulsionar venda de walkie-talkies, telefones fixos, pagers, mapas impressos e antigos tocadores de MP3.

Nesta semana, o Kremlin passou a mirar VPNs, redes privadas virtuais utilizadas pelos usuários para contornar a censura digital do regime.

"A meta é reduzir o uso", afirmou nessa segunda-feira (30/03) o ministro da Digitalização, Maksut Shadayev, no MAX, aplicativo de mensagens desenvolvido pela Agência Russa de Telecomunicações, a Roskomnadzor, e propagandeado pelo regime da Rússia como "seguro".

'Não dá pra viver sem VPN': como brasileiros na Rússia driblam restrições às redes sociais

Segundo Shadayev, as medidas destinam-se a "restringir o acesso a uma série de plataformas estrangeiras", as quais, supostamente, não respeitam a legislação russa em termos de segurança e luta contra o terrorismo.

Até meados de janeiro, a Rússia havia bloqueado mais de 400 VPNs, 70% a mais do que no final do ano passado, diz o jornal Kommersant. Isso não impede que novas softwares do tipo surjam para substituir os antigos. A pressão, no entanto, levou a gigante Apple a retirar, da plataforma App Store, as VPNs que possibilitavam o acesso a sites censurados pelo regime de Putin.

Já os apagões na internet móvel pelo país, ainda não sistemáticos devido à dificuldade de execução devido à rede descentralizada, podem também entrar definitivamente na agenda.

"De acordo com nossas previsões, os bloqueios em Moscou passarão a ser mais ou menos rotineiros", afirmaram especialistas da desenvolvedora Amnezia, citados pelo jornal britânico The Guardian.

Segundo eles, no entanto, as autoridades têm a tecnologia para impor um apagão digital simultâneo em todo o país. "Observamos bloqueios semelhantes no Irãe podemos tirar conclusões sobre como isso poderia ser implementado na Rússia", afirmaram os analistas.

Em meio à dificuldade cada vez maior para acessar ferramentas de outros países, os russos aguardam o próximo golpe no último reduto de internet livre do país: o Telegram, cujo bloqueio total poderia ocorrer já nesta quarta-feira (01/04), como noticiado por alguns meios de comunicação do país – embora as autoridades possam reverter a decisão ou adiá-la para depois das eleições parlamentares de setembro.

No mesmo comunicado sobre VPNs, o ministro da Digitalização adiantou, em relação ao Telegram, que houve tentativas "em vão" de chegar a um acordo para impor custos extra caso o tráfego de dados internacionais mensal ultrapassasse 15 gigabytes.

Após a invasão da Ucrânia em 2022, a Rússia colocou em prática as leis mais repressivas vistas desde a era soviética, ordenando a censura e reforçando a influência do Serviço Federal de Segurança, órgão de vigilância sucessor da KGB.

Naquele ano, a Meta, dona de Facebook e Instagram, foi oficialmente considerada "terrorista" no país, o que derrubou o acesso às redes sociais de Mark Zuckerberg.

Mas, nos últimos meses, o Kremlin foi além: bloqueou o WhatsApp, reduziu a velocidade do Telegram e interrompeu repetidamente o acesso à internet móvel em Moscou e em outras cidades e regiões.

Desenvolvido pelo russo Pavel Durov, hoje radicado nos Emirados Árabes, o Telegram se tornou um dos principais meios de comunicação utilizados no país.

Há anos, vem sendo usado, por exemplo, por soldados em ação na Ucrânia para a comunicação com as famílias e por prefeituras de cidades russas próximas à zona de conflito para alertar a população sobre ataques aéreos.

"É um retrocesso de 100 anos. É melhor que eles comecem logo a usar correspondência em papel, telégrafos e cavalos. É esse o tipo de civilização que eles têm. Talvez até o Putin goste disso. Talvez seja assim que ele se sinta jovem de novo", ironizou, no X, o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski.

A justificativa do Kremlin é que as restrições à internet móvel são necessárias para combater os drones ucranianos. Mas o descontentamento com a medida vem levando a manifestações críticas de figuras até então alinhadas com o regime de Putin, como o governador de Belgorod, região na fronteira com a Ucrânia, que afirmou que as interrupções estavam causando "mortes desnecessárias" em meio ao conflito.

De acordo com o jornal The New York Times, vídeos que circulam online mostram soldados russos do front, mascarados para dificultar a identificação, dizendo que o aplicativo de mensagens é crucial para as operações e pedindo que o Kremlin recue da decisão.

As repercussões também chegaram à câmara baixa do Parlamento em Moscou, raramente crítico ao governo, que colocou em votação um requisito para que o Kremlin justificasse o bloqueio do Telegram. A proposta foi rejeitada, com 102 votos contrários – mas os 77 favoráveis expuseram o desconforto com a medida.

Cerca de 25 pedidos de "autorizações para concentrações" de manifestantes contra as restrições ao Telegram também foram negados pelas autoridades na semana passada, o que não impediu a prisão de 12 pessoas, nesse domingo (29/03), em um protesto em Moscou em favor da liberdade de expressão.

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