RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vini Jr. ou Haaland: qual o jogador mais valioso da partida entre Brasil e Noruega?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 05:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

A seleção brasileira enfrenta neste domingo (5), às 17h (horário de Brasília), seu maior desafio até agora na Copa do Mundo de 2026.

O confronto com a Noruega, pelas oitavas de final, coloca frente a frente dois dos jogadores mais valorizados do planeta: os atacantes de 25 anos Vini Jr. e Erling Haaland.

No duelo individual, o norueguês leva vantagem em valor de mercado. Avaliado em 200 milhões de euros (R$ 1,18 bilhão), Haaland é o atleta mais caro da partida.

Vini Jr. aparece logo atrás, estimado em 140 milhões de euros (R$ 828,03 milhões). O atacante é, disparado, o jogador mais valioso da seleção brasileira.

Na sequência, estão o zagueiro Gabriel Magalhães e o meia-atacante Matheus Cunha, cada um avaliado em 75 milhões de euros (R$ 443,6 milhões) — pouco mais da metade do valor de Vini Jr. e cerca de 38% do de Haaland.

🔎 Os valores consideram a cotação do euro em 1º de julho e dados do Transfermarkt, site especializado em estimativas de valor de mercado no futebol. A plataforma leva em conta fatores como idade, desempenho, potencial, tempo de contrato, salário e taxas de transferência dos jogadores.

Haaland concentra grande parte do valor de mercado da seleção norueguesa, avaliada em 589,9 milhões de euros (R$ 3,49 bilhões). Sozinho, o atacante do Manchester City representa cerca de um terço do valor da equipe — a nona mais valiosa da Copa.

Depois dele, o jogador mais valioso da seleção nórdica é o meio-campista Martin Ødegaard, do Arsenal, avaliado em 65 milhões de euros (R$ 384,4 milhões).

A média do elenco, porém, é puxada para baixo pela composição: 18 dos 26 convocados da Noruega não superam os 20 milhões de euros em valor de mercado, segundo dados do Transfermarkt.

O cenário é bem diferente na seleção brasileira. Somados, os jogadores convocados por Carlo Ancelotti para a Copa alcançam valor de mercado de 928,2 milhões de euros (R$ 5,5 bilhões).

Avaliado em 140 milhões de euros, Vini Jr. representa cerca de 15% desse total. Além dele, outros 14 jogadores da seleção estão avaliados em mais de 20 milhões de euros.

Além da força já demonstrada dentro de campo, a Noruega será, até agora, a seleção mais valiosa enfrentada pelo Brasil na Copa do Mundo de 2026.

Adversário na estreia, o Marrocos tem valor de mercado estimado em 447 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões).O Japão, eliminado pelo Brasil na primeira fase do mata-mata, é avaliado em 270,8 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão).Já a Escócia, última adversária da equipe de Carlo Ancelotti na fase de grupos, tem valor de mercado de 170,25 milhões de euros (R$ 1,01 bilhão).

🇫🇷 França: 1,52 bilhão de euros (R$ 8,99 bilhões)🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra: 1,36 bilhão de euros (R$ 8,04 bilhões)🇪🇸 Espanha: 1,22 bilhão de euros (R$ 7,22 bilhões)🇵🇹 Portugal: 1,01 bilhão de euros (R$ 5,97 bilhões)🇩🇪 Alemanha: 947 milhões de euros (R$ 5,60 bilhões)🇧🇷 Brasil: 928,2 milhões de euros (R$ 5,49 bilhões)🇦🇷 Argentina: 807,5 milhões de euros (R$ 4,78 bilhões)🇳🇱 Holanda: 754,2 milhões de euros (R$ 4,46 bilhões)🇳🇴 Noruega: 589,9 milhões de euros (R$ 3,49 bilhões)🇧🇪 Bélgica: 547,5 milhões de euros (R$ 3,24 bilhões)

Há 12 horas Política Recuperação médica e ausência de ‘falta grave’: o que Moraes considerou para manter domiciliarHá 12 horasPistolas, espingardas e carabinas: Moraes lista arsenal de BolsonaroHá 12 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 4 horas Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 4 horasArgentina se classifica em jogo sofrido com prorrogação contra Cabo Verde

Há 7 horas Copa do Mundo Com gol de Jhon Arias, Colômbia vence Gana e enfrenta a Suíça nas oitavasHá 7 horasDatafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 3 horas Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 3 horasPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 3 horasEleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 3 horas Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 3 horasEm evento no Palácio do PlanaltoLula mostra dedo do meio ao rebater que ‘pobre não gosta de coisa boa’

Há 8 horas Política ‘Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Durigan diz que ‘gargalo’ da economia são os juros altos: ‘quem é menos culpado é o Ministério da Fazenda’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta semana que o "gargalo" (obstáculo) da economia brasileira são os juros altos.

Para Durigan, este é o fator que prejudica os investimentos do setor privado e pressiona a dívida pública brasileira – atualmente em 81,4% do Produto Interno Bruto (PIB), elevada para o padrão de países emergentes.

Em 14,25% ao ano, a taxa Selic, fixada pelo Banco Central (BC), é a mais alta do mundo em termos reais (descontada a inflação para os próximos 12 meses) em um ranking da MoneYou com 40 nações.

▶️A taxa de juros, por sua vez, corrige grande parte da dívida pública. Quando ela sobe, cresce também o endividamento.

"De fato, a taxa de juros, ela prejudica o investimento privado e ela prejudica a dívida pública. Hoje, o que machuca a dívida pública é a taxa de juros", declarou o ministro, ao g1.

Durigan avaliou ser preciso "harmonizar" a estratégia relacionada com receitas e gastos públicos com a chamada política monetária, ou seja, a definição dos juros pelo Banco Central para conter a inflação.

O ministro rejeitou, no entanto, a percepção de que decisões do governo que elevam os gastos e produzem estímulos à economia estejam pressionando a taxa de juros.

"Eu não estou procurando culpados. Porque assim, quem é menos culpado é o Ministério da Fazenda por conta da taxa de juros. (…) Nós temos que discutir qual a razão da taxa de juros estar nesse patamar. O debate fiscal, ele importa para a taxa de juros, mas não é a solução, porque essa é a resposta fácil", disse o ministro da Fazenda.

▶️Para economistas, porém, o que está faltando é justamente a harmonização da política de gastos com a definição dos juros. Eles avaliam que esse descompasso dificulta controle da inflação e pressiona taxa de juros. É como se fossem dois remadores puxando o barco em direções opostas, com o governo estimulando a economia e o BC tentando desacelerar a atividade.

O Banco Central costuma explicar que sua atuação sobre a taxa de juros é reativa, ou seja, a instituição apenas reage ao cenário da economia.

🔎Se há um aumento de despesas e de crédito, que estimulam a economia e pressionam as estimativas de inflação, por exemplo, o BC tem que adotar uma política de juros mais agressiva.

Banco Central é o responsável pela definição da taxa básica de juros — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A autoridade monetária esclarece, em sua página na internet, que a taxa básica da economia, a Selic, é de curto prazo.

Analistas observam que a curva de juros em mercado para prazos mais longos (que servem de base para a venda de títulos públicos) reflete as expectativas dos agentes econômicos para gastos públicos e atividade, entre outros, e, consequentemente, para a inflação.

Em 2023, o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, avaliou que os juros são altos no Brasil por conta do elevado nível do endividamento.

Ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto já vinculou a alta taxa de juros no país ao nível de endividamento — Foto: Reuters/Brendan McDermid

"Na parte dos juros, a gente não pode confundir causa e efeito. A dívida não e alta porque o juro é alto. É o contrário, o juro é alto porque a dívida é alta. Quando você endividado vai ao banco, e o banco faz uma análise que você é endividado e não paga a dívida, o juro é alto", declarou Campos Neto, na ocasião.

▶️O mercado financeiro é crítico da estratégia do governo federal de aumentar impostos para tentar reequilibrar as contas públicas, ao mesmo tempo que eleva gastos. Analistas pedem ênfase maior em cortes de despesas para que os juros possam cair de forma sustentável no país, e conter a dívida pública.

Questionado se a concessão de linhas de crédito com taxas favorecidas em um ano eleitoral, como para compra de caminhões, ônibus, reforma de imóveis, táxis e para o Desenrola 2.0, entre outros, não prejudicou um corte mais agressivo de juros pelo BC, o ministro avaliou que não.

"O mercado de crédito brasileiro é de 600 bilhões por mês. Você está falando de R$ 2 bilhões, R$ 3 bilhões para moto, R$ 30 bilhões para carros. Isso não tem impacto do ponto de vista de atrapalhar a política monetária (…) Não me parece que as políticas que a gente tem feito têm impacto macroeconômico. São ajudas setoriais pontuais e específicas", avaliou Durigan.

Na semana passada, o BC informou ter elevado sua projeção de crescimento da economia neste ano "em grande parte" por conta de "estímulos de natureza fiscal e creditícia". A autoridade monetária tem pontuado que busca desacelerar a atividade como estratégia para conter a inflação e, com isso, reduzir a taxa de juros.

O ministro da Fazenda declarou que o governo implementará o ajuste nas contas públicas necessário nos próximo anos para tentar atingir as metas fixadas de que as contas públicas retornem ao azul. Segundo ele, isso será feito por meio de contenção de gastos e redução de benefícios fiscais.

Em 2027, a meta proposta é de um resultado positivo de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 73,2 bilhões.Porém, há uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo – ou seja, o superávit pode variar entre R$ 36,6 bilhões e R$ 109,8 bilhões no próximo ano.Além disso, R$ 65,7 bilhões de gastos governo com precatórios (sentenças judiciais) e com projetos na área de defesa, saúde e educação podem ficar de fora da regra.Para os anos seguintes, as metas fiscais são de superávits primários de 1% do PIB em 2028, de 1,25% do PIB em 2029 e de 1,5% do PIB em 2030.

"Eu acho que o Brasil tem que seguir fazendo um esforço fiscal grande, não é pequeno, para limitar o crescimento de dívida no que compete ao Ministério da Fazenda. Tudo o que o Ministério da Fazenda puder fazer para melhorar a fiscal e harmonizar a política monetária, nós faremos. A preocupação da inflação é minha também", disse Durigan.

No processo de ajuste das contas públicas, o ministro defendeu tributar mais os ricos, rever programas sociais e cortar benefícios fiscais nos próximos anos.

Sobre eventual desindexação do salário mínimo de benefícios previdenciários e de gastos em saúde e educação da variação da receita, medidas defendidas por analistas, ele afirmou que esse é um debate para o próximo governo.

Ele disse, ainda, que o arcabouço fiscal – a regra para as contas públicas aprovada em 2023 – é "viável e sustentável", apesar da compressão prevista, ano a ano, dos gastos livres do governo. O temor é que isso leve à paralisia da máquina pública.

➡️A explicação é que, pelas regras do arcabouço fiscal, os gastos do governo, não podem crescer mais do que 2,5% ao ano (corrigidos pela inflação). ➡️Como os chamados gastos obrigatórios, como benefícios, pensões e salário dos servidores públicos, estão crescendo acima disso, o espaço para as despesas livres vai ficando cada vez menor – o que pode levar ao chamado "shutdown" da máquina pública.➡️Para manter a atual regra fiscal de pé, o governo tem de propor, e aprovar no Congresso Nacional, cortes nos gastos obrigatórios nos próximos anos – como aconteceu no fim de 2024. ➡️Sem um corte robusto de despesas, especialistas em contas públicas estimam que a regra terá de ser abandonada, ou alterada, nos próximos anos.

"Reconheço, o espaço discricionário tende a diminuir se a gente não reverter o crescimento de gasto obrigatório. E isso vai precisar ser feito, mas sem descartar o arcabouço fiscal. É o arcabouço fiscal que vai nos permitir acomodar a trajetória de receita e despesa no país. Então, o arcabouço fiscal é sustentável e é necessário que seja mantido", concluiu o ministro.

Há 4 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 4 horasPolíticaMoraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar e dá 48 horas para ex-presidente entregar armas

Há 11 horas Política Recuperação médica e ausência de ‘falta grave’: o que Moraes considerou para manter domiciliarHá 11 horasPistolas, espingardas e carabinas: Moraes lista arsenal de BolsonaroHá 11 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 3 horas Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 3 horasSobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 4 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 2 horas Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 2 horasPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 2 horas’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 4 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 2 horas Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 2 horasEm evento no Palácio do PlanaltoLula mostra dedo do meio ao rebater que ‘pobre não gosta de coisa boa’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ministro da Fazenda defende tributar mais os ricos, rever programas sociais e cortar benefícios fiscais nos próximos anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu aumentar a tributação sobre a renda, englobando, assim, a população mais rica, rever programas sociais, aumentando a focalização e cortar benefícios fiscais, como caminhos para melhorar a economia nos próximos anos.

Em entrevista ao g1, ele afirmou que não foi abordado, até o momento, pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição, mas que tem conversado com José Sérgio Gabrielli, que chefia o programa de governo petista, e com aliados.

"Eu não fui abordado especificamente para contribuir com o plano de governo. Não foi esse o tom. Eu tenho, sim, conversado com o Gabrielli, com o Edinho [presidente do PT], com o próprio presidente [Lula], com outras figuras do partido e dos partidos aliados, do PSB, do PDT, no sentido de explicar o que eu acho que deve ser o caminho do futuro", disse o ministro.

➡️Um dos pontos defendidos por Durigan é o aumento da taxação da renda no Brasil, contemplando a fatia mais rica da população.

Historicamente baixa na comparação com nações mais desenvolvidas, a carga tributária sobre a renda não mudou com a reforma tributária aprovada — que manteve o país entre aqueles que mais focam sua tributação no consumo no mundo (penalizando a população mais pobre). A alíquota sobre o consumo está entre as mais altas do planeta.

➡️Para taxar mais a renda, o titular da Fazenda defende a economia brasileira deveria caminhar na direção do que acontece nos países mais avançados do planeta, tributando os lucros e dividendos, algo que vigorou até 1995.

Desde então, a distribuição de lucros e dividendos é isenta de tributação no Brasil, que é um dos poucos países do mundo que têm alíquota zero. A alíquota média do países da OCDE, por sua vez, foi de 24,7% em 2024, segundo dados da Tax Foundation. Nesse grupo, somente Estônia e Letônia não tributam lucros e dividendos.

➡️A taxação de lucros e dividendos já foi proposta antes pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes. O texto chegou a ser aprovado pela Câmara em 2021, mas não foi levado adiante no Senado Federal.

Estimativas de analistas apontam que seria possível arrecadar mais de R$ 100 bilhões por ano com a medida, dependendo de como for implementada.

Ao mesmo tempo, segundo Durigan, seria possível caminhar na direção da redução do imposto de renda das empresas e da tributação sobre o consumo, algo também buscado pelo ex-ministro Paulo Guedes, na gestão Bolsonaro.

"Então, de fato, é um desafio do Brasil. A gente tem que tributar menos o consumo, e mais a renda e o patrimônio. Essa diretriz deve seguir, deve se espelhar para frente. A gente nunca teve tributação ou nunca teve, pelo menos nos últimos 30 anos, a tributação de dividendos. Foi até 1996, agora (…) Para o futuro, a gente deveria aprimorar essas discussões tributárias e tentar tributar melhor, em especial os mais ricos, quem tem capacidade econômica, sem exagero. É um caminho que a gente deve seguir", declarou Durigan.

➡️Para ajudar no equilíbrio das contas públicas, o ministro defendeu, também, continuar reduzindo os chamados "gastos tributários", ou seja, os benefícios existentes por meio da redução de tributos para setores ou segmentos específicos da sociedade. Esses subsídios são estimados pela Receita Federal em mais de R$ 600 bilhões por ano.

"Eu acho que desde que justificados, tem espaço para corrigir distorção tributária. Não estou falando aumentar tributo, então é importante colocar aqui, por exemplo, gasto tributário. O gasto tributário no país segue alto e tem espaço para rever (…) Esse ano, nós estamos cortando 10%. Acho que segue tendo espaço para cortar gasto tributário ano que vem. E é justo isso", afirmou Durigan ao g1.

➡️Ao mesmo tempo, o ministro também avaliou que é importante continuar realizando reformas para cortar gastos obrigatórios, e citou uma proposta, já defendida pelo seu antecessor, Fernando Haddad, de revisão dos programas sociais.

Estudo aponta que os principais benefícios sociais do país, juntos, vão custar cerca de R$ 550 bilhões em 2026, e que há registro de duplicidades e fraudes. Durigan afirmou ver com "bons olhos" a proposta de consolidação dos programas sociais.

"Esse esforço tem que ser feito para racionalizar e dar eficiência para o gasto social. Isso é dinheiro público e tem que ser bem gasto. Essa é a minha posição (…) Nós precisamos olhar agora para a situação como o país reconhece a necessidade de benefício em razão do seu histórico de desigualdade e da pobreza persistente, estamos saindo da pobreza, estamos tirando as pessoas da fome. E é preciso racionalizar esse gasto. Para quê? Para que a gente abra espaço para investimento", acrescentou Durigan.

Questionado se seria possível a desindexação o salário-mínimo dos gastos previdenciários, ou os pisos em saúde e educação das receitas, propostas defendidas por analistas para uma melhora mais rápida das contas públicas, ele afirmou que esse é um debate para o futuro governo que assumir em 2027.

"Nós estamos vivendo um momento eleitoral. Precisa ver o que vai ser a eleição e, depois da eleição, abrir quais são as propostas específicas", concluiu.

Ministro da Fazenda diz que pessoas e empresas alvos de sanções dos EUA já estavam sendo investigadas: 'interferência nos preocupa'

Durigan diz que PIX não prejudica americanos e defende 'racionalidade' em decisão dos EUA sobre tarifas

Há 4 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 4 horasPolíticaMoraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar e dá 48 horas para ex-presidente entregar armas

Há 11 horas Política Recuperação médica e ausência de ‘falta grave’: o que Moraes considerou para manter domiciliarHá 11 horasPistolas, espingardas e carabinas: Moraes lista arsenal de BolsonaroHá 11 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 3 horas Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 3 horasSobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 4 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 2 horas Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 2 horasPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 2 horas’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 4 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 2 horas Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 2 horasEm evento no Palácio do PlanaltoLula mostra dedo do meio ao rebater que ‘pobre não gosta de coisa boa’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Economia do paradoxo: Noruega ficou rica com o petróleo e hoje lidera a transição para a energia limpa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

A Noruega concilia ser referência em energia limpa com a produção de petróleo e gás, financiando sua transição verde por meio de combustíveis fósseis.

O governo norueguês argumenta que manter a produção de gás ajuda a reduzir emissões globais ao substituir o carvão e complementar fontes renováveis intermitentes.

Apesar do alerta do FMI sobre dependência de recursos naturais, a Noruega estruturou um planejamento considerado robusto para gerir suas riquezas ao longo das décadas.

O fundo soberano do país acumulou 21,3 trilhões de coroas norueguesas no fim de 2025, investindo globalmente com base em diretrizes ambientais e sociais.

Com 89% da eletricidade vinda de hidrelétricas, a Noruega lidera a adoção de veículos elétricos e reduziu em 12% o uso de petróleo rodoviário desde 2021.

O próximo adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026 também desperta interesse por um motivo que vai além do futebol. A Noruega é um dos países mais avançados na adoção de energia limpa, mas continua tendo no petróleo e no gás uma importante fonte de riqueza.

À primeira vista, essas duas realidades parecem difíceis de conciliar. Mas elas fazem parte da estratégia adotada pela Noruega para avançar rumo a uma economia de baixo carbono sem abrir mão, ao menos por enquanto, de um dos principais motores de sua economia.

O caso norueguês alimenta um debate que vai além de suas fronteiras: como conciliar metas climáticas, segurança energética e crescimento econômico em um mundo que busca reduzir a dependência dos combustíveis fósseis?

Embora seja reconhecida internacionalmente pelos avanços em energia limpa, a Noruega continua sendo uma potência do setor.

De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), o país está entre os maiores produtores mundiais de petróleo e ocupa uma posição estratégica no mercado internacional de gás natural.

⛽ Dados da Comissão Europeia mostram que a Noruega é atualmente o maior fornecedor de gás natural da União Europeia, respondendo por cerca de 31% das importações do bloco em 2025. 🌱 Em 2023, Noruega e União Europeia também firmaram uma Aliança Verde para ampliar a cooperação em energia limpa, transição industrial e proteção ambiental.

É nesse contexto que o governo norueguês argumenta que a manutenção da produção de petróleo e gás não é incompatível com seus objetivos climáticos.

Segundo o Ministério da Energia e a Diretoria Norueguesa de Offshore, o setor continua sendo o principal em valor de exportações e arrecadação pública, mas também pode contribuir para reduzir as emissões em outros países.

Em comunicações oficiais, o governo afirma que substituir usinas movidas a carvão por usinas a gás pode reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa na geração de eletricidade, além de melhorar a qualidade do ar.

Também sustenta que o gás complementa fontes renováveis, como a solar e a eólica, cuja geração depende das condições climáticas.

"À medida que a Europa incorpora cada vez mais fontes renováveis intermitentes, aumenta a necessidade da flexibilidade que o gás pode oferecer para equilibrar as oscilações no fornecimento de energia e garantir um abastecimento confiável aos consumidores", afirma o governo norueguês.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que as receitas provenientes de recursos naturais representam uma "espada de dois gumes": podem impulsionar o desenvolvimento econômico, mas também criar desafios para a gestão das contas públicas e para o crescimento de longo prazo.

No caso da Noruega, o organismo considera que o país conseguiu construir um planejamento robusto para administrar essa riqueza ao longo das últimas décadas.

Ainda assim, ressalta que a abundância de recursos naturais pode levar países a concentrar esforços na captura dessas receitas, reduzindo o foco em reformas estruturais e na produtividade, o que pode desacelerar o crescimento de atividades fora do setor de petróleo.

Uma das principais ferramentas criadas pela Noruega para administrar a riqueza gerada pelo petróleo e pelo gás foi o Government Pension Fund Global (GPFG), fundo soberano que transforma essa renda em ativos financeiros para as próximas gerações.

Segundo o próprio GPFG, o objetivo é proteger a economia das oscilações do mercado de petróleo e preservar essa riqueza no longo prazo.

No fim de 2025, o fundo administrava cerca de 21,3 trilhões de coroas norueguesas (aproximadamente R$ 11,2 trilhões) — um patrimônio equivalente a cerca de 3,8 milhões de coroas (R$ 2 milhões) por habitante.

Além de investir em milhares de empresas ao redor do mundo, a instituição adota diretrizes ambientais e sociais para orientar suas aplicações e amplia gradualmente os investimentos em infraestrutura de energia renovável.

A transição também foi facilitada por uma característica da matriz elétrica do país. Segundo a IEA, cerca de 89% da eletricidade produzida na Noruega vem de hidrelétricas, o que favoreceu a eletrificação de residências, da indústria e, mais recentemente, dos transportes.

O resultado mais visível dessa estratégia está no mercado de automóveis. Após décadas de incentivos, a Noruega passou a liderar a adoção de veículos elétricos.

🚗 O governo estabeleceu como meta que todas as vendas de carros novos sejam de modelos sem emissões, apoiando essa mudança por meio de benefícios tributários, expansão da infraestrutura de recarga e regras estáveis ao longo do tempo.

Com o avanço da frota elétrica, parte desses incentivos vem sendo reduzida gradualmente para preservar a arrecadação pública.

Segundo o relatório Global EV Outlook 2025, da IEA, essa transformação já produz efeitos no consumo de combustíveis. Desde 2021, o uso de petróleo no transporte rodoviário caiu cerca de 12%, reflexo da substituição dos veículos movidos a combustíveis fósseis por modelos elétricos.

Além da eletrificação dos automóveis, a legislação norueguesa estabelece metas obrigatórias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Os municípios também receberam instrumentos para criar zonas de emissão zero, exigir critérios ambientais em obras públicas e ampliar políticas de gestão de resíduos.

E a própria indústria petrolífera passou a incorporar iniciativas para reduzir suas emissões: projetos como o Hywind Tampen — considerado o maior parque eólico flutuante do mundo — foram desenvolvidos para fornecer eletricidade renovável às plataformas de petróleo e gás no Mar do Norte, reduzindo as emissões da própria produção.

Há 4 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 4 horasPolíticaMoraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar e dá 48 horas para ex-presidente entregar armas

Há 11 horas Política Recuperação médica e ausência de ‘falta grave’: o que Moraes considerou para manter domiciliarHá 11 horasPistolas, espingardas e carabinas: Moraes lista arsenal de BolsonaroHá 11 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 3 horas Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 3 horasSobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 4 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 2 horas Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 2 horasPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 2 horas’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 4 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 2 horas Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 2 horasEm evento no Palácio do PlanaltoLula mostra dedo do meio ao rebater que ‘pobre não gosta de coisa boa’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo 2026: os ‘astros virais’ conseguirão transformar sucesso nas redes sociais em fortuna?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 03:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

O goleiro Vozinha, de Cabo Verde, já conta com mais de 17 milhões de seguidores no Instagram — Foto: Reuters

Foram necessários apenas 90 minutos para que Vozinha, o goleiro cabo-verdiano de 40 anos, passasse a ser uma sensação mundial, com mais seguidores no Instagram do que a lenda do futebol americano Tom Brady.

O impressionante desempenho de Vozinha contra a Espanha, na fase de grupos da Copa do Mundo, levou sua seleção a empatar em 0x0 com uma das seleções favoritas do torneio — resultado comemorado como vitória pelos cabo-verdianos.

A enorme surpresa fez com que os 50 mil seguidores do goleiro de Cabo Verde no Instagram disparassem para 17,5 milhões, superando atletas como Brady, com 15,5 milhões.

Astros da Copa do Mundo como Vozinha têm a oportunidade de aproveitar sua recente fama nas redes sociais para gerar lucrativas oportunidades financeiras.

A professora de redes sociais e comunicação digital Brooke Duffy, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, afirma que influenciadores com milhões de seguidores podem receber pagamentos que ultrapassam a casa dos seis dígitos.

Sua presença de destaque nas redes sociais pode gerar parcerias com marcas e patrocinadores que pagam por postagens individuais.

"Os seguidores são uma forma de moeda que é importante, atualmente", explica Duffy. "Mais seguidores costumam se traduzir em renda mais alta."

Tim Payne, da Nova Zelândia, durante a partida contra a Bélgica na primeira fase da Copa 2026 — Foto: EPA/Shutterstock via BBC

Antes do início do torneio, o zagueiro Tim Payne, da Nova Zelândia, ganhou o apelido de "jogador menos conhecido" da Copa do Mundo, graças a um influenciador argentino.

Valen Scarsini é conhecido na internet como "elscarso". Ele compartilhou um vídeo convocando centenas de milhares de seguidores a promover o perfil de Payne online.

E, em poucos dias, o jogador passou de cerca de 5 mil para perto de seis milhões de seguidores no Instagram — mais do que a própria população da Nova Zelândia, que é de pouco mais de 5,3 milhões de pessoas, como destaca o próprio jogador.

Diferentemente do caso do cabo-verdiano Vozinha, a fama recente fama de Payne não se deveu ao seu desempenho no campo de jogo.

Este é um fenômeno cada vez mais frequente no mundo esportivo, segundo Mike Serazio. Ele é professor do Boston College, nos Estados Unidos, e pesquisou as conexões entre a comunicação e o esporte.

"Nós tivemos, nos últimos cinco a 10 anos, a ascensão de astros do esporte que são frutos de marketing, de seguidores nas redes sociais", explica ele. "Sua fama não é proporcional aos seus talentos esportivos."

Serazio destaca que qualquer jogador que chega à seleção nacional do seu país tem grandes talentos. Mas, antigamente, os atletas precisavam estar entre os melhores para fazer comerciais na televisão ou aparecer em embalagens de produtos.

"Você simplesmente não precisa da comunicação de massa como antigamente e os atletas compreendem isso", prossegue o professor.

"Os atletas vão às redes sociais e as empregam com a ambição de cultivar seguidores, conseguir contratos com marcas, ganhar dinheiro e alavancar sua popularidade."

"O seu desempenho durante todo o jogo importa menos do que ter um momento único que funcione bem, que reverbere nos confins virais das redes sociais", explica ele.

A questão é se um atleta que participa da Copa do Mundo e consegue milhões de novos admiradores pode transformar este sucesso em uma carreira além das quatro linhas do gramado.

"Você tem ali uma janela de atenção", prossegue o professor. "Ninguém sabia quem era o goleiro de Cabo Verde… e acho que não saberão quem é ele depois que terminar a Copa do Mundo."

"Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Mbappé, depois que se aposentarem, ainda conseguirão fazer contratos", segundo Serazio. Estes, segundo ele, não são "atletas que têm apenas um grande momento que pode alavancá-los além da sua carreira".

Um exemplo de atleta que aproveitou com sucesso seu público nas redes sociais é a jogadora americana de rugby Ilona Maher. Sua popularidade disparou durante os Jogos Olímpicos de 2024 em Paris, na França.

Maher tem seu próprio podcast, é embaixadora de marcas, serviu de modelo para a revista Sports Illustrated e ficou em segundo lugar na série de TV Dancing with the Stars. Maher também ganhou o Prêmio ESPY (o mais importante prêmio do esporte nos Estados Unidos), como Atleta Revelação de 2025.

Para Duffy, existem oportunidades de carreira a longo prazo para os novos astros das redes sociais. Mas é difícil calcular exatamente o quanto de dinheiro eles podem ganhar com isso.

Ela explica que o preço pago por postagens patrocinadas nas redes sociais não tem padrões tão rígidos quanto nos meios de comunicação tradicionais, como os comerciais na televisão.

"Existem muito poucas indicações sobre o que seria uma renda razoável", prossegue a professora.

"São indivíduos cujas carreiras, até agora, estiveram atreladas ao futebol. Por isso, é curioso imaginar como eles enfrentarão a variabilidade de um ecossistema nebuloso como a economia dos meios digitais."

O capital cultural desses astros virais da Copa do Mundo, agora, está no seu ponto mais alto. Mas o que isso significa para o futuro dos jogadores poderá depender de como eles conseguirão manter seus novos admiradores engajados após o fim do torneio.

Há 3 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 3 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 1 hora Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 1 hora’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 7 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 3 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 49 minutos Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 49 minutosPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 49 minutos’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 3 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 55 minutos Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 55 minutosCrime durante cumprimento de mandadoPresidente lamenta morte de delegado da PF baleado por PM em Passo Fundo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo: o que acontece se o trabalhador abandonar o posto para assistir ao jogo? Veja o que diz a lei

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 03:45

Trabalho e Carreira Copa do Mundo: o que acontece se o trabalhador abandonar o posto para assistir ao jogo? Veja o que diz a lei Empregado que deixar o trabalho sem autorização pode receber advertência, suspensão e, em casos mais graves, até ser demitido por justa causa. Especialista explica quais fatores são levados em consideração. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Os jogos da Copa do Mundo não são feriados. Mesmo com partidas da Seleção Brasileira, o trabalhador escalado deve cumprir a jornada, salvo se houver liberação da empresa ou previsão em acordo coletivo.

Quem abandonar o posto para assistir ao jogo sem autorização pode sofrer penalidades disciplinares, como advertência ou suspensão. Em casos mais graves, a conduta pode levar à demissão por justa causa.

A justa causa, porém, depende da análise de fatores como a gravidade da infração, a reincidência e os prejuízos causados à empresa. Uma única ausência, em regra, não é suficiente para justificar a medida.

Empresas podem flexibilizar horários, organizar revezamentos ou liberar funcionários para acompanhar as partidas, desde que respeitem a legislação trabalhista e as normas coletivas da categoria.

A classificação da Seleção Brasileira para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 aumentou a expectativa dos torcedores. Se chegar à final, a equipe comandada por Carlo Ancelotti disputará mais quatro partidas até a decisão do título.

O próximo será no domingo (5), às 17h, contra a Noruega. Mas outros dois estão marcados para dias úteis.

Mesmo nos jogos aos domingos — dia de folga para parte dos trabalhadores —, muitos profissionais seguirão em serviço, como os que atuam em hospitais, aeroportos, transporte público, segurança e outros setores essenciais.

A legislação trabalhista não garante ao empregado o direito de deixar o trabalho para acompanhar a partida.

Os jogos não são considerados feriados. Por isso, os trabalhadores escalados devem cumprir a jornada normalmente, salvo quando houver liberação da empresa, acordo prévio ou previsão em convenção ou acordo coletivo. (veja como funciona)

Nos casos de trabalho aos domingos, a remuneração e a eventual folga compensatória seguem as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, principalmente, o que estiver previsto em convenções ou acordos coletivos da categoria.

Se o domingo já fizer parte da escala regular e o descanso semanal for concedido em outro dia, não há pagamento em dobro apenas por se tratar de um domingo, diferentemente do que ocorre em alguns feriados. (veja como funciona nesses casos)

Caso decida liberar os empregados para acompanhar a partida, a empresa poderá adotar formas de compensação da jornada, desde que respeite a legislação e as normas coletivas aplicáveis. Em outras palavras, essa liberação depende da decisão do empregador e não é um direito garantido ao trabalhador.

Funcionários trabalham na startup GetNinjas, que enfeitou o ambiente de trabalho para os jogos da Copa do Mundo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Segundo a advogada trabalhista Malu Vieira Xavier, sócia do escritório A.C. Burlamaqui Advocacia, o empregado que abandonar o posto sem autorização para assistir ao jogo poderá sofrer penalidades disciplinares, como advertência ou suspensão.

Em situações mais graves, a conduta também pode resultar em demissão por justa causa. No entanto, a especialista ressalta que essa é a penalidade mais severa prevista na legislação trabalhista e depende da análise das circunstâncias de cada caso.

"Uma conduta isolada dificilmente justifica a justa causa. São avaliados fatores como a gravidade da infração, eventual reincidência e os prejuízos causados à empresa", afirma Malu.

A situação tende a ser considerada mais grave em atividades essenciais ou de funcionamento contínuo, como hospitais, aeroportos, transporte público, segurança, fornecimento de energia e serviços de emergência.

Nesses casos, o abandono do posto pode comprometer o atendimento à população ou a continuidade da operação.

A advogada destaca que o trabalhador tem o dever de cumprir a jornada para a qual foi escalado. Já a empresa pode flexibilizar horários, organizar revezamentos ou liberar parte da equipe para acompanhar a partida, caso considere essa alternativa viável.

Por isso, a recomendação é que qualquer alteração na jornada seja negociada previamente com o empregador. O trabalhador, por sua vez, deve evitar se ausentar sem autorização.

Há 3 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 3 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 2 horas Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 2 horas’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 8 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 3 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 1 hora Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 1 horaPara 40% dos brasileiros, pobreza está associada à preguiçaHá 1 hora’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 3 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 1 hora Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 1 horaCrime durante cumprimento de mandado’Apaixonado pela profissão’, lembra irmão de delegado morto em operação

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Robô chinês hiper-realista promete fazer companhia a quem se sente só

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 02:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,76%Dólar TurismoR$ 5,377-0,75%Euro ComercialR$ 5,910-0,72%Euro TurismoR$ 6,164-0,7%B3Ibovespa174.070 pts0,74%Oferecido por

A empresa UBTech apresentou novos robôs hiper-realistas para combater a solidão de usuários. O preço inicial dos androides é de 119.800 yuans.

O modelo U1 é destinado a solteiros e idosos chineses. Ele reconhece estresse, oferece conforto e monitora a saúde das pessoas.

Os robôs possuem versões masculina e feminina personalizáveis. Eles realizam movimentos da cabeça e face, mas não fazem tarefas domésticas ou íntimas.

A robótica é prioridade estratégica de Pequim para 2026 a 2030. Estudo projeta mercado de humanoides de US$ 2 bilhões neste ano.

Robôs humanoides são exibidos durante o lançamento do robô humanoide U1, produzido pela UWORLD, uma marca da UBTECH Robotics, em Shenzhen, província de Guangdong, China — Foto: ADEK BERRY / AFP

A empresa chinesa UBTech apresentou novos androides de aparência hiper-realista, com pele macia e voz suave, projetados para ajudar a combater a solidão.

A companhia oferece "companheiros emocionais" a partir de 119.800 yuans (R$ 91 mil), equipados com inteligência artificial e capazes de permanecer na sala de casa ouvindo os problemas dos usuários 24 horas por dia.

Segundo a empresa, o U1 é "o primeiro robô humanoide em tamanho real do mundo com aparência ultrarrealista".

A apresentação, realizada em Shenzhen, no sul da China, teve clima de ficção científica e contou com a participação do DJ norueguês Alan Walker.

O humanoide promete "amor eterno", afirmou à AFP Michael Tam, diretor-geral da UWorld, marca da UBTech responsável pelo projeto.

O robô é destinado principalmente a pessoas solteiras — cerca de 120 milhões na China — e a pessoas com mais de 60 anos, grupo que soma 320 milhões, segundo Tam.

Com autonomia de até quatro horas, o U1 oferece palavras de conforto quando detecta sinais de fadiga ou estresse e, com o tempo, aprende mais sobre o usuário.

O robô também pode identificar problemas de saúde, lembrar os horários dos medicamentos e dar conselhos sobre vestuário.

Pele de silicone, voz suave: a empresa chinesa UBTech revelou androides hiper-realistas com aparência humana — Foto: ADEK BERRY / AFP

O robô consegue mover a cabeça, os olhos e a boca, mas não limpa a casa, cozinha nem passa roupa. Suas capacidades também não se estendem ao quarto.

Segundo a UBTech, ele não foi concebido, "por enquanto", para oferecer relações íntimas.

Há versões feminina (1,68 metro) e masculina (1,83 metro), com diferentes estilos visuais. O humanoide também pode ser personalizado para se parecer com um ente querido, uma celebridade ou um personagem fictício.

Os preços começam em 119.800 yuans (R$ 91 mil) e podem chegar a 990.000 yuans (R$ 753 mil) na versão mais sofisticada.

Esse tipo de produto é alvo de críticas por estimular a dependência emocional e levantar preocupações com a privacidade. A UBTech, porém, afirma que os dados são criptografados e não serão usados para treinar modelos de IA.

Na China, os robôs estão presentes tanto nas fábricas quanto em espaços públicos e contam com ampla aceitação social, em contraste com o maior ceticismo observado no Ocidente.

Segundo o banco Barclays, a China lidera o desenvolvimento de robôs humanoides e respondia por 85% dos equipamentos instalados no mundo em 2025.

Somente no ano passado, mais de 140 empresas chinesas lançaram mais de 330 modelos de robôs humanoides, de acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação.

Segundo estudo do Morgan Stanley, o mercado chinês de robôs humanoides pode atingir US$ 2 bilhões (R$ 10,4 bilhões) neste ano e US$ 15 bilhões (R$ 77,6 bilhões) em 2030.

Fundada em 2012, a UBTech também desenvolve robôs industriais e, com o U1, busca conquistar espaço no mercado de humanoides voltados ao grande público, segmento que, até agora, tem se mostrado pouco rentável.

Robôs humanoides são exibidos durante o lançamento do U1, produzido pela UWorld, marca da UBTech Robotics, na China. — Foto: ADEK BERRY/AFP

Há 2 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 2 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 54 minutos Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 54 minutos’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 7 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 2 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 14 minutos Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 14 minutos’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 2 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 19 minutos Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 19 minutosCrime durante cumprimento de mandadoPresidente lamenta morte de delegado da PF baleado por PM em Passo Fundo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quitar logo o financiamento do imóvel parece o certo, mas a matemática pode mostrar o contrário; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 02:46

g1 explica Quitar logo o financiamento do imóvel parece o certo, mas a matemática pode mostrar o contrário; entenda No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Ao receber uma quantia extra, muita gente fica na dúvida: usar o dinheiro para amortizar o financiamento da casa ou aplicá-lo? A resposta passa pelo custo de oportunidade — isto é, por descobrir qual dos caminhos traz o maior ganho financeiro.

Nessa conta entram os juros do financiamento, o retorno do investimento e ainda os impostos, a inflação e os riscos envolvidos. Quando o rendimento líquido da aplicação fica acima do custo da dívida, investir tende a compensar mais.

Segundo especialistas, amortizar costuma ser o caminho mais indicado quando os juros estão altos ou o orçamento anda apertado. Investir, por outro lado, faz mais sentido para quem já montou uma reserva de emergência, tem juros baixos a pagar e consegue um retorno maior do que o custo do financiamento.

Toda semana, o g1 Explica descomplica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando o impacto de tudo isso no seu bolso.

Há 2 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 2 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 48 minutos Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 48 minutos’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 7 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 2 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 8 minutos Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 8 minutos’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 2 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 14 minutos Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 14 minutosCrime durante cumprimento de mandadoPresidente lamenta morte de delegado da PF baleado por PM em Passo Fundo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Como a manga com sal virou um negócio que rende até R$ 70 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/07/2026 02:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como a manga com sal virou um negócio que rende até R$ 70 mil por mês Inspirados por um vídeo visto na internet, três professores investiram R$ 65 mil em um quiosque de frutas temperadas em Goiânia. O negócio cresceu, chegou a outros estados e hoje fatura entre R$ 60 mil e R$ 70 mil por mês por unidade. Por PEGN

Três professores de Goiânia decidiram empreender após se inspirarem em um vídeo visto na internet e investiram R$ 65 mil em um quiosque de manga temperada em shopping.

A proposta une praticidade e memória afetiva, com manga filetada servida em copos e acompanhada de ingredientes como limão, mel e pimentas.

O sucesso do primeiro ponto levou à expansão da marca, que hoje conta com franquias em Minas Gerais e São Paulo.

Cada unidade fatura entre R$ 60 mil e R$ 70 mil por mês, e os sócios planejam ampliar a presença da empresa em todo o Brasil.

Uma fruta comum, encontrada em feiras, mercados e até nos quintais de muitas casas brasileiras, se transformou na base de um negócio em expansão.

Em Goiânia (GO), três professores decidiram trocar parte da rotina em sala de aula pelo empreendedorismo e apostaram em uma ideia simples: vender manga cortada em fatias, servida em copos e acompanhada de diferentes temperos.

A inspiração surgiu após os amigos assistirem a um vídeo de um modelo semelhante no exterior. Antes de chegar à fruta, eles cogitaram investir em outras áreas, como mercadinhos de condomínio e locação de equipamentos.

Mas foi a combinação entre praticidade, memória afetiva e um produto tipicamente brasileiro que chamou a atenção do trio.

Com investimento inicial de R$ 65 mil, eles inauguraram o primeiro quiosque em um shopping da capital goiana. A escolha pelo local foi estratégica: o alto fluxo de pessoas e o potencial de compra por impulso ajudariam a apresentar a novidade ao público. O resultado superou as expectativas.

A proposta era simples: transformar uma fruta familiar em uma experiência diferente. Além da manga filetada, servida em copos prontos para consumo, os clientes podem escolher combinações com limão, sal, mel, pimentas e outras coberturas.

Com o tempo, o cardápio também passou a incluir frutas como abacaxi, ampliando as opções para os consumidores.

Outro detalhe chamou a atenção dos sócios: os clientes costumavam sair caminhando pelo shopping enquanto consumiam o produto. O hábito acabou se tornando uma forma espontânea de divulgação da marca, atraindo novos consumidores curiosos para experimentar a novidade.

O crescimento levou à expansão do negócio por meio de franquias. Atualmente, a marca conta com três unidades em Belo Horizonte (MG) e uma em São Bernardo do Campo (SP). O investimento para abrir uma franquia varia entre R$ 120 mil e R$ 230 mil.

Segundo os empreendedores, cada unidade registra faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 70 mil. Agora, o objetivo é ampliar a presença da marca pelo país, fortalecer ações de marketing e desenvolver novos produtos para complementar o portfólio.

Para os fundadores, o sucesso do negócio está ligado à identificação dos brasileiros com a fruta, à dedicação dos sócios e à busca constante por inovação.

O que começou como uma tentativa de gerar renda extra acabou se transformando em uma empresa que pretende levar a combinação de manga e temperos para consumidores de todo o Brasil.

📍 Endereço: Av. Anhanguera, 14404 – Capuava, Goiânia/GO – CEP: 74450-010📞 Telefone: (62) 99183-5485📧 E-mail: balumango.go@gmail.com🌐 Site: http://balumango.com/📸 Instagram: https://www.instagram.com/balumango

📍 Endereço: Rua 44, nº 399 – Centro, Goiânia/GO – CEP: 74063-010📞 Telefone: (62) 3922-2040📧 E-mail: fabiola.nogueira@mbinvestimentos.com.br🌐 Site: https://www.araguaiashopping.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/araguaiashopping

Há 2 horas Eleições 2026 A três meses da eleição, veja as próximas etapas da disputaHá 2 horasOitavas da Copa ⚽França e Marrocos entram em campo hoje; veja horários e onde assistir

Há 55 minutos Mundo Veja todos confrontos das oitavas de final da CopaHá 55 minutos’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 7 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 2 horas Meio Ambiente Datafolha50% dos brasileiros preferem pagar menos impostos a ter serviços públicos

Há 15 minutos Pesquisa Eleitoral Maioria diz que depender menos do governo melhora a vida, aponta DatafolhaHá 15 minutos’Gatilhos emocionais’Seleção pode influenciar eleição presidencial? Veja análise de especialistas

Há 2 horas Eleições 2026 Eleições 2026Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois meses

Há 21 minutos Eleições 2026 Governo lança programa para renegociações de dívidas de MEIsHá 21 minutosCrime durante cumprimento de mandadoPresidente lamenta morte de delegado da PF baleado por PM em Passo Fundo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 33 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/07/2026 00:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 33 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.027 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 33 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (4), em São Paulo.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 10 minutos Eleições 2026 Antes da restrição eleitoral, Lula fez 47 agendas em dois mesesHá 10 minutosPróxima fase ⚔️Veja todos confrontos das oitavas de final da Copa

Há 4 minutos Jornal Nacional Colômbia supera a Gana e conquista última vaga nas oitavasHá 4 minutos’Brasil’ vira ‘sutiã’ no ranking da Fifa traduzido para o português; entenda

Há 5 horas Tecnologia Sobe e desce do termômetro 🌡️Sul pode registrar até -6°C; frio também derruba temperaturas no Sudeste

Há 23 minutos Meio Ambiente Em evento no Palácio do PlanaltoLula mostra dedo do meio ao rebater que ‘pobre não gosta de coisa boa’

Há 3 horas Política Crime durante cumprimento de mandadoPresidente lamenta morte de delegado da PF baleado por PM em Passo Fundo

Há 1 hora Rio Grande do Sul ‘Tenho que mandar R$ 100 mil pro Fabio Caipira’Investigado por ligação com PCC citou pagamento a diretor da Polícia Civil de SP, diz PF

Há 3 horas São Paulo Sanção dos EUA atrapalhou prisão de suspeito de elo com PCC, diz PFHá 3 horas PF apreende grande quantidade de dinheiro em operaçãoHá 3 horasBlog do Octavio GuedesNome de Ramagem aparece em lista de pagamentos do bicheiro Adilsinho

Planilha apreendida pela PF cita quatro depósitos para o ‘cliente’ identificado como ‘DEP RAMAGEM’ e ‘DEP ALEXANDRE RAMAGEM’.

0

PREVIOUS POSTSPage 84 of 425NEXT POSTS