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Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Trabalho e Carreira Sexta-feira Santa é feriado nacional? Ganho em dobro se trabalhar? Tire suas dúvidas Quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados, como pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

Legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

Domingo de Páscoa, no dia 20, não é feriado nacional. Estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado "feriadão" prolongado que chega nesta sexta-feira (3): a Paixão de Cristo, também chamada de Sexta-feira Santa. A data, declarada como feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

Já mais para o final do mês, outro feriado aparece no horizonte: o Dia de Tiradentes, que cai na terça-feira, 21 de abril.

Mas enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros continuarão suas atividades normalmente. Isso porque a legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em alguns setores que são classificados como essenciais. (confira abaixo)

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados. O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Abaixo, você vai descobrir:

👩‍⚖️ Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?🐰 Como funciona no domingo de Páscoa? 🥱 Tenho direito a faltar algum dia? 🚫 O que acontece se eu faltar ao trabalho?🤔 As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? 📅 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?

Depende. Segundo o calendário oficial do governo, a data é feriado nacional. Porém, alguns serviços seguem funcionando normalmente.

É que, apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.

Assim, se o trabalhador for convocado para trabalhar, ele tem direito ao pagamento em dobro pelo dia ou a uma folga compensatória.

O domingo de Páscoa, no dia 5, não é feriado nacional. Nesse caso, os estados e municípios podem decidir se o dia será feriado ou ponto facultativo. Se não decidirem, aplicam-se as regras gerais de trabalho aos domingos.

A folga ou pagamento em dobro depende de como isso está descrito nos contratos individuais ou do setor em que o empregado trabalha.

Vale a pena verificar se existem acordos ou convenções coletivas daquela categoria, que regulam as escalas de trabalho das empresas.

De qualquer forma, se o trabalho aos domingos resultar em horas extras, a Constituição Federal e a CLT garantem que esse serviço seja remunerado com pelo menos 50% a mais do valor da hora normal.

Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, se ele precisar faltar, a ausência precisa ser justificada, com comprovações válidas que expliquem por que o empregado não pode realizar as atividades.

Se não justificar, o empregado pode ser penalizado com advertência, suspensão e até ser demitido por justa causa.

Se, de alguma forma, ele for surpreendido aproveitando a Páscoa na praia, por exemplo, sanções como desconto na remuneração, advertências e demissão por justa causa podem ser aplicadas.

Se forem contratos com carteira assinada, as regras para empregados fixos e temporários são as mesmas, já que ambos têm seus direitos garantidos pela legislação trabalhista em relação à jornada de trabalho, horas extras e folgas.

Empregados temporários podem ter regras específicas estipuladas em contratos por prazo determinado, e essa análise deve ser feita caso a caso.

No caso do trabalhador intermitente, que tem uma forma de contratação flexível em que o empregador o chama conforme a necessidade, a remuneração é calculada com base nas horas trabalhadas.

Se o empregado for convocado para trabalhar em feriados, ele também tem direito ao adicional correspondente, conforme a legislação vigente. Em muitos casos, a legislação prevê um adicional de 100%, o que resulta na dobra do pagamento pelo dia trabalhado.

A convocação do trabalhador deve ocorrer até 72 horas de antecedência e o empregado tem até 24 horas para aceitar ou recusar a convocação.

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Preço das passagens aéreas pode subir até 20% com alta do querosene de aviação, dizem especialistas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras a partir deste mês.

A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que, o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Os preços das passagens aéreas podem subir até 20% com a alta do querosene de aviação (QAV), segundo especialistas ouvidos pelo g1.

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (1º) um aumento de mais de 50% no preço médio do combustível vendido às distribuidoras a partir deste mês, o que impacta diretamente os custos de operação das companhias aéreas.

A medida reflete o avanço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Oriente Médio, que envolve Estados Unidos e Israel contra o Irã.

"Os gastos para transportar um passageiro por quilômetro vão aumentar aproximadamente 20%. Como quase metade das despesas das companhias aéreas é com o QAV, o custo operacional deve subir nessa proporção", afirma Andre Castelini, sócio da Bain&Company.

Segundo o especialista, ainda não é possível dizer se os repasses serão imediatos ou ocorrerão de forma gradual, já que o processo depende da ocupação dos voos e da avaliação de cada companhia aérea.

“Talvez elas tenham que cortar voos que não sejam rentáveis, porque o passageiro não consegue absorver esse aumento. Com isso, o número de passageiros pode cair, e aí passa a fazer sentido reduzir a oferta”, acrescenta.

🔎 Para suavizar os efeitos do aumento e, possivelmente, conter os preços ao consumidor, a Petrobras anunciou um mecanismo de parcelamento dos pagamentos das distribuidoras. Além disso, o governo avalia outras medidas para reduzir os impactos. (leia mais abaixo)

Maurício França, sócio da L.E.K. Consulting, projeta que, o impacto sobre as passagens aéreas pode ficar na faixa de 10% a 20%, sendo “algo próximo de 15%” o cenário mais provável.

“Esse é um movimento relevante porque, quando o preço das passagens sobe, a demanda tende a recuar. Para cada 1% de aumento no preço, a demanda tende a cair em magnitude semelhante, embora isso varie conforme o perfil do passageiro”, afirma.

França acrescenta que, em viagens de lazer, a sensibilidade ao preço costuma ser um pouco maior, enquanto nas viagens de negócios, um pouco menor.

"Em um cenário de alta de cerca de 15% nas passagens, é razoável esperar também uma retração da demanda em torno de 15%, o que seria bastante significativo para as empresas do setor", avalia.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta quarta-feira que o reajuste no preço do querosene de aviação pode gerar “consequências severas” para o setor — sem mencionar eventual aumento nos preços das passagens.

Segundo a entidade, a nova alta, somada ao reajuste de 9,4% aplicado desde 1º de março, faz com que o combustível passe a representar 45% dos custos operacionais das companhias aéreas. Até então, a fatia superava 30%.

"A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo", diz, em nota, a Abear.

A declaração ocorreu poucas horas após a confirmação oficial de que a Petrobras elevaria os preços às distribuidoras. Os ajustes do QAV ocorrem no início de cada mês, conforme previsto em contrato.

Ao todo, mais de 80% do querosene de aviação consumido no Brasil é produzido no país. Ainda assim, os preços seguem a paridade internacional, o que amplia os efeitos das oscilações do barril de petróleo.

Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 115.Nesta quarta-feira, o preço do barril Brent caía 0,35%, a US$ 100,23. Ontem, o combustível fechou em US$ 103,97.

Embora a Abear tenha citado os impactos dos choques externos sobre os custos das companhias aéreas, a associação não mencionou diretamente a possibilidade de um aumento nos preços das passagens aos consumidores.

"A Abear tem defendido a implementação de mecanismos que permitam diminuir os impactos do aumento do QAV, garantindo o desenvolvimento do transporte aéreo, a conectividade nacional e a sustentabilidade econômica das operações", conclui a nota.

A Petrobras, por sua vez, anunciou em comunicado uma iniciativa para suavizar os efeitos do reajuste do querosene de aviação.

A estatal afirmou que, em abril, as distribuidoras pagarão alta equivalente a 18%. A diferença até os cerca de 54% previstos em contrato será parcelada em seis vezes, a partir de julho.

"Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado", informou a Petrobras.

Diante do cenário, o Ministério de Portos e Aeroportos enviou ao Ministério da Fazenda uma proposta com sugestões para reduzir a pressão sobre o setor aéreo.

redução temporária de tributos sobre o querosene de aviação (QAV);redução do IOF sobre operações financeiras das empresas aéreas;redução do Imposto de Renda sobre operações de leasing de aeronaves.

Na avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, as medidas preservariam a competitividade das empresas, evitariam repasses excessivos ao consumidor e manteriam a conectividade aérea do país.

O g1 apurou que outra medida em estudo é a criação de uma nova linha do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para compra de QAV, em caráter temporário.

Questionado pelo g1, o Ministério da Fazenda informou que acompanha de “forma permanente a evolução do cenário internacional, incluindo os desdobramentos do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a economia brasileira”.

"A pasta mantém monitoramento contínuo de variáveis relevantes, a fim de avaliar eventuais efeitos sobre o Brasil", disse.

"Sendo assim, ressalta que eventuais medidas serão analisadas com responsabilidade, à luz das evidências, e sempre em conformidade com os marcos fiscais vigentes", acrescentou.

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Governo Trump diz que Pix cria ‘desvantagem’ para gigantes de cartão de crédito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 01:25

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

Um relatório divulgado pela Casa Branca nesta quarta-feira (1º) ressaltou novamente o Pix como um sistema prejudicial às gigantes de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

"O Banco Central criou e regula o Pix; stakeholders dos EUA temem que o BC [Banco Central] dê tratamento preferencial ao sistema, prejudicando fornecedores americanos de serviços de pagamentos eletrônicos. O uso do Pix é obrigatório para instituições com mais de 500.000 contas."

Esta não é a primeira vez que o governo Trump cita o Pix como um risco a empresas americanas. Em julho de 2025, o sistema brasileiro de pagamento instantâneo entrou na mira do governo dos Estados Unidos.

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA na época.

O Relatório de Estimativa do Comércio Nacional de 2026, do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, ainda cita:

Mineração ilegal de ouro no BrasilExtração ilegal de madeiraLeis trabalhistas brasileirasPL dos Mercados DigitaisRegulamentação da Lei Geral de Proteção de DadosTaxa de uso de redeSatélites

Sobre a mineração ilegal de ouro no Brasil, o relatório narra preocupação com a competição desleal que as mepresas americanas, 'que seguem padrões ambientais e trabalhistas', estão sujeitas. "Relatórios indicam que o ouro ilícito representa 28% da atividade de mineração total no país".

Em relação a extração ilegal de madeira, o relatório extima que quase '50% da madeira colhida no Brasil — e 90% da madeira da Amazônia brasileira — seja ilegal'. O relatório cita o enfraquecimento da fiscalização, produção agrícola e corrupção como principais fatores que permitem as práticas ilegais. "Espécies de alto valor como o ipê e o mogno são as principais afetadas."

A falta de uma 'proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado' também vulnerabiliza a competitividade de empresas dos EUA, diz o relatório.

O projeto que trata da regulação econômica dos mercados digitais, conhecido como 'PL dos Mercados Digitais', também é visto como um risco à concorrência. Apesar do projeto ainda não ter avançado no Congresso, o relatório ressalta que 'os critérios de designação afetariam desproporcionalmente empresas dos EUA e permitiriam multas de até 20% do faturamento global.'

O relatório expressa preocupação com o atraso da implementação de uma regulação da LGPD. "Desde agosto de 2025, empresas dos EUA que lidam com dados brasileiros devem ter contratos atualizados e um Encarregado de Dados (DPO) nomeado."

Ainda nas páginas destinadas ao Brasil, o documento fala de consultas da Anatel sobre a regulação de 'serviços de valor adicionado' e plataformas digitais, incluindo obrigações de remuneração. "Em novembro de 2024, o Ministério das Comunicações anunciou que o governo desistiria da abordagem de taxas de rede", diz o relatório.

Já sobre os satélites, o relatório da Casa Branca expõe que operadores estrangeiros de satélite precisam pagar taxas anuias de exploraçãos mais altas que empresas brasileiras. "O Brasil permite que entidades brasileiras adquiram o direito exclusivo de operar satélites e frequências. No entanto, operadores estrangeiros obtêm apenas um direito não exclusivo (direito de exploração) por no máximo 15 anos, devendo readquiri-lo posteriormente."

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Barril de petróleo ultrapassa US$ 105 após discurso de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 23:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

O preço do petróleo Brent alcançou US$ 105 (cerca de R$ 541,80) nesta quarta-feira (1º) após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio.

Um barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, subiu para US$ 103 (cerca de R$531,48).

Esse não é o maior preço registrado durante o conflito. Na semana passada, um barril de WTI subiu 3,50 %, para US$ 103,13. Enquanto o preço do petróleo Brent alcançou US$ 115 (cerca de R$ 602,2).

Durante o discurso desta quarta, Trump comentou a questão da alta dos preços de petróleo, e da gasolina no mercado americano, dizendo que o aumento acontece "no curto prazo".

O preço do petróleo Brent alcançou US$ 105 (cerca de R$ 541,80) nesta quarta-feira (1º) após discurso de Donald Trump sobre a guerra no Oriente Médio. Um barril de West Texas Intermediate (WTI), a referência dos EUA, subiu para US$ 103 (cerca de R$531,48).

Esse não é o maior preço registrado durante o conflito. Na semana passada, um barril de WTI subiu 3,50 %, para US$ 103,13. Enquanto o preço do petróleo Brent alcançou US$ 115 (cerca de R$ 602,2).

Durante o discurso desta quarta, Trump comentou a questão da alta dos preços de petróleo, e da gasolina no mercado americano, dizendo que o aumento acontece "no curto prazo". Entretanto, ele prometeu continuar com os ataques, o que pode ter influenciado a reação imediata do mercado.

Trump ameaça atacar usinas de eletricidade no Irã se não houver acordoTrump diz em discurso que objetivos da guerra contra o Irã estão próximos de serem atingidos: 'Nós vamos terminar o trabalho logo'

"Agora somos totalmente independentes do Oriente Médio, e ainda assim, estamos lá para ajudar. Não precisamos. Não precisamos do petróleo deles, não precisamos de nada, eles têm tudo, estamos lá para ajudar nossos aliados", ele disse, em referência à escassez de petróleo no mercado devido ao fechamento do Estreito de Ormuz.

Trump e seus assessores têm oferecido explicações e cronogramas variáveis para o conflito, agora em sua quinta semana.

Se ele convencer os eleitores de que a guerra tem prazo limitado e está perto do fim, isso poderá ajudar a aliviar as preocupações crescentes entre os norte-americanos, a maioria dos quais se opõe ao conflito e muitos dos quais estão frustrados com o aumento dos preços da gasolina devido a interrupções no fornecimento global de petróleo.

Segundo o presidente dos EUA, objetivo dos EUA era destruir a capacidade de Teerã realizar um ataque contra o país e impossibilitar que o regime exercesse seu poder militar fora de seu território.Trump também declarou que vai atacar alvos da infra-estrutura de energia iraniana daqui pra frente:

"Vamos atacá-los com extrema força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram", afirmou o republicano.

Ao comentar sobre o Estreito de Ormuz, importante corredor que escoa o petróleo do Golfo Pérsico fechado pelo Irã, Trump foi evasivo. Ele sugeriu que a reabertura interessa mais aos países europeus do que a Washington.

"Os Estados Unidos praticamente não importam petróleo pelo Estreito de Ormuz, e não vamos importar nada no futuro. Não precisamos disso. Os países do mundo que recebem riqueza pelo Estreito de Ormuz devem cuidar dessa passagem", disse o presidente americano.

Em entrevista à Reuters mais cedo, Trump disse que também expressaria seu descontentamento com a OTAN pelo que ele considera a falta de apoio da aliança aos objetivos dos EUA no Irã.

Um racha transatlântico durante o segundo mandato de Trump se aprofundou depois que os aliados europeus rejeitaram seu pedido para ajudar a manter a passagem segura do tráfego de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Ele disse que estava "absolutamente" considerando retirar os EUA da Otan, uma organização cujo tratado foi ratificado pelo Senado dos EUA em 1949.

Trump acrescentou que, embora os EUA saíssem do Irã "muito rapidamente", os militares poderiam retornar para "ataques pontuais", conforme necessário.

As pesquisas de opinião pública mostram que a guerra é amplamente impopular, principalmente entre os eleitores independentes, e aliados de Trump têm pedido que o governo apresente aos eleitores uma justificativa mais clara e consistente para o conflito.

Enquanto isso, Trump flertou com opções tanto para aumentar quanto para diminuir a escalada do conflito e seus próximos passos não estão claros, mesmo para alguns assessores próximos.

Autoridades do governo cogitaram uma operação ousada para confiscar fisicamente os estoques restantes de urânio altamente enriquecido do Irã, bem como operações terrestres para controlar pedaços estratégicos de terra — incluindo partes do litoral do Irã e a Ilha de Kharg, por onde o Irã exporta a maior parte de seu petróleo.

Milhares de soldados adicionais continuam a navegar em direção à região do Golfo, indicando que o presidente quer manter suas opções militares em aberto.

Ao mesmo tempo, Trump sugeriu que pode se afastar do conflito, mesmo que o Irã se recuse a reabrir o Estreito de Ormuz.

Na manhã desta quarta-feira, Trump visitou a Suprema Corte dos EUA para assistir aos argumentos sobre a legalidade de uma política que ele considera crucial para sua abordagem linha-dura em relação à imigração: uma diretriz que ele assinou no ano passado que limitaria a cidadania por nascimento. Foi a primeira vez que um presidente em exercício assistiu a uma discussão oral na Suprema Corte.

De volta à Casa Branca para um almoço de Páscoa, Trump disse, em referência à guerra contra o Irã, que o governo estava "praticamente encerrando o assunto".

Uma autoridade da Casa Branca disse que o vice-presidente JD Vance havia se comunicado com intermediários do Paquistão sobre o conflito com o Irã ainda na terça-feira, em meio a esforços incipientes para buscar um acordo negociado.

Trump disse que essas negociações estão indo bem, enquanto Teerã disse que não há nenhuma discussão direta em andamento.

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OpenAI, criadora do ChatGPT, capta US$ 122 bilhões em rodada de financiamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 22:48

Tecnologia OpenAI, criadora do ChatGPT, capta US$ 122 bilhões em rodada de financiamento Arrecadação ocorre em meio a dúvidas sobre como as empresas de inteligência artificial vão conseguir gerar receita suficiente para cobrir seus gastos. Por France Presse — São Paulo

A OpenAI anunciou nesta terça-feira (31) que foi avaliada em US$ 852 bilhões (R$ 4,4 trilhões) em uma rodada de financiamento concluída recentemente.

A captação ocorre em meio a dúvidas sobre como as empresas de inteligência artificial (IA) vão conseguir gerar receita suficiente para cobrir seus gastos.

A criadora do ChatGPT destacou que sua receita mensal, de US$ 2 bilhões (R$ 10,3 bilhões), vem crescendo rapidamente.

A rodada de financiamento contou com um conjunto diversificado de investidores, entre eles Amazon, Microsoft, Nvidia e SoftBank, informou a empresa.

A OpenAI anunciou nesta terça-feira (31) que foi avaliada em US$ 852 bilhões (R$ 4,4 trilhões) em uma rodada de financiamento concluída recentemente, na qual captou US$ 122 bilhões (R$ 633 bilhões).

O valor superou as estimativas, refletindo o aumento dos custos de capacidade computacional. A captação ocorre em meio a dúvidas sobre como as empresas de inteligência artificial (IA) vão conseguir gerar receita suficiente para cobrir seus gastos.

"O capital investido hoje está ajudando a construir a camada de infraestrutura para a própria inteligência", publicou a OpenAI. "Com o tempo, esse valor vai retornar para a economia, para as empresas, para as comunidades e, cada vez mais, para os indivíduos."

A criadora do ChatGPT destacou que sua receita mensal, de US$ 2 bilhões (R$ 10,3 bilhões), vem crescendo rapidamente.

A rodada de financiamento contou com um conjunto diversificado de investidores, entre eles Amazon, Microsoft, Nvidia e SoftBank, informou a empresa. Em um movimento incomum, cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,6 bilhões) teriam sido captados junto a investidores individuais.

O uso do mecanismo de busca on-line do ChatGPT triplicou em um ano, informou a startup, sediada em San Francisco, nos Estados Unidos. “Não se trata apenas de marcos de crescimento, mas mostra que a IA de ponta está se tornando parte do cotidiano de pessoas em todo o mundo.”

No mês passado, a empresa começou a inserir anúncios em sua versão gratuita para aumentar a receita. A OpenAI também anunciou o desenvolvimento de um “superapp”, que reunirá o ChatGPT, navegação na web, uma ferramenta de programação chamada Codex e recursos que permitirão que assistentes digitais executem tarefas de forma autônoma.

A empresa deve abrir seu capital este ano, em meio ao aumento da concorrência no setor de inteligência artificial.

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TCU investiga possível uso indevido da máquina pública e desvio de finalidade em desfile na Sapucaí que homenageou Lula

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 19:01

Política TCU investiga possível uso indevido da máquina pública e desvio de finalidade em desfile na Sapucaí que homenageou Lula A apuração foi motivada por representação apresentada por parlamentares do partido Novo. No documento, eles solicitam que o tribunal investigue o caso. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O TCU abriu uma investigação para apurar um "suposto desvio de finalidade" e o "uso indevido da máquina pública" pelo governo federal no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula.

A apuração foi motivada por representação apresentada por parlamentares do partido Novo. No documento, eles solicitam que o tribunal investigue o caso.

Os parlamentares afirmam que pode ter ocorrido a “utilização da estrutura estatal para organização logística, articulação institucional e apoio material” ao carro alegórico intitulado “Amigos do Lula”, no qual a primeira-dama, Janja da Silva, desfilaria como destaque.

A primeira-dama, no entanto, não participou do desfile. O presidente Lula e ministros de Estado acompanharam a apresentação em um camarote no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Lula vai até à avenida do Sambódromo e cumprimenta mestre-sala e porta-bandeira da Acadêmicos de Niterói

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma investigação para apurar um "suposto desvio de finalidade" e o "uso indevido da máquina pública" pelo governo federal no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A apuração foi motivada por representação apresentada por parlamentares do partido Novo. No documento, eles solicitam que o tribunal investigue o caso.

Os parlamentares afirmam que pode ter ocorrido a “utilização da estrutura estatal para organização logística, articulação institucional e apoio material” ao carro alegórico intitulado “Amigos do Lula”, no qual a primeira-dama, Janja da Silva, desfilaria como destaque.

A primeira-dama, no entanto, não participou do desfile. O presidente Lula e ministros de Estado acompanharam a apresentação em um camarote no Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

a relação nominal de servidores deslocados para o evento, incluindo funções e período de deslocamento;os custos totais com diárias, passagens, hospedagem e horas extras;que o governo se manifeste sobre a suposta utilização de servidores do cerimonial da Presidência da República para o envio de convites, controle de lista de presença e coleta de medidas corporais de convidados para a confecção de fantasias, esclarecendo, de forma fundamentada, o amparo normativo para a prática de tais atos.

Em fevereiro, o agora ministro aposentado Aroldo Cedraz rejeitou um pedido cautelar de suspensão do repasse de R$ 1 milhão da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) à escola de samba Acadêmicos de Niterói.

Segundo o ministro, todas as escolas do o Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro receberam a mesma quantia, o que mostra que a divisão dos recursos seguiu um critério objetivo e isonômico.

Dessa forma, Cedraz avaliou que não havia qualquer elemento que indique favorecimento da Acadêmicos de Niterói em relação às demais escolas do Grupo Especial, nem indícios mínimos de que os repasses tenham sido realizados em razão de uma eventual homenagem pessoal ao presidente da República.

O tema ganhou destaque após um parecer da área técnica do TCU sugerir que o governo federal deixasse de pagar o valor de R$ 1 milhão previsto no acordo de cooperação firmado entre a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) à Acadêmicos de Niterói.

A recomendação atende a um pedido de seis deputados federais do partido Novo, que alegam desvio de finalidade no uso de recursos públicos.

Os parlamentares pediram que o TCU impedisse a apresentação do samba ou exija a devolução dos valores repassados pela Embratur, caso a escola mantenha o desfile com recursos próprios.

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Aeroporto de Cachoeiro é entregue e pode receber até 9 aviões ao mesmo tempo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 19:01

Espírito Santo SUL E SERRANA Aeroporto de Cachoeiro é entregue e pode receber até 9 aviões ao mesmo tempo Expectativa é de que a nova pista, com 1.200 metros, e o terminal ampliado atraiam voos comerciais e coloquem a cidade na rota da aviação regional. Por Mariana Couto, g1 ES e TV Gazeta

O aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, foi entregue oficialmente na manhã desta quarta-feira (1º) após mais de um ano de obras.

A expectativa é que a nova pista e o terminal ampliado atraiam voos comerciais e coloquem a cidade na rota da aviação regional.

O aeroporto passa a ter capacidade para receber até nove aeronaves ao mesmo tempo e a pista, de 1.200 metros, conta com iluminação para operações noturnas.

O aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, foi entregue oficialmente na manhã desta quarta-feira (1º), após mais de um ano de obras. O investimento no projeto de reforma foi de R$ 76 milhões.

A expectativa é de que a nova pista e o terminal ampliado atraiam voos comerciais e coloquem a cidade na rota da aviação regional.

Com a estrutura modernizada, o aeroporto passa a ter capacidade para receber até nove aeronaves ao mesmo tempo. A pista, com 1.200 metros, agora também conta com iluminação para operações noturnas.

A inauguração contou com a presença do governador Renato Casagrande. Segundo ele, a entrega "grandiosa" "ajuda muito no desenvolvimento do estado, no turismo e também (serve de) base de apoio para a Defesa Civil estadual. É uma alegria".

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Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população — Foto: Reprodução/TV Gazeta

A proposta do governo é transformar o aeroporto em um polo estratégico para importação e nacionalização de aeronaves, além de atrair novos investimentos para a cidade.

Para o prefeito da cidade do Sul capixaba, Theodorico Feaço (PP), o terminal representa "uma obra muito importante para o progresso e o desenvolvimento" da região e uma oportunidade de viabilizar a produção de aparelhos para aeronaves e helicópteros na cidade".

Também é esperado que o aeroporto facilite o acesso à região e fortaleça a economia local, especialmente setores como o comércio.

Um dos segmentos que podem ser beneficiados é o de rochas ornamentais, um dos principais da economia da região, que vê no aeroporto uma oportunidade de crescimento.

"Vai facilitar o acesso dos nossos clientes diretamente a Cachoeiro, movimentando ainda mais o setor. Isso tudo contempla o desejo antigo do setor de se conectar aos grandes centros", explicou o empresário Edson Martins.

Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Depois da entrega da nova estrutura, o principal desafio passa a ser atrair companhias aéreas para operar voos comerciais no local.

Diferente de outros aeroportos regionais, a administração será feita pela prefeitura. No entanto, a operação depende do interesse das empresas aéreas.

"Aqui é possível receber aviões que transportam até 72 pessoas. Então, qualquer empresa que faz voos comerciais pode analisar a demanda de serviço aqui em Cachoeiro. A infraestrutura está entregue para que elas possam fazer toda essa análise e, daqui a pouco, ter voos comerciais aqui", defendeu o governador.

Aeroporto de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, é entregue à população — Foto: Reprodução/TV Gazeta

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

TCU dá aval à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro; decisão final é do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 19:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval, nesta quarta-feira (01), à renovação da concessão da Light.

Segundo o ministro relator, Bruno Dantas, o ponto mais sensível da análise referiu-se ao critério de eficiência econômico-financeira, visto o histórico de desafios financeiros da concessionária.

A distribuidora, porém, argumentou que os efeitos do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ), homologado em 2024, deveriam ser considerados para sanar a inadimplência de 2023.

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval, nesta quarta-feira (01), à renovação da concessão da Light no Rio de Janeiro. A decisão sobre a continuidade da renovação é do Ministério de Minas e Energia (MME).

Segundo o ministro relator, Bruno Dantas, o ponto mais sensível da análise referiu-se ao critério de eficiência econômico-financeira, visto o histórico de desafios financeiros da concessionária.

"A Light havia falhado em 2022, registrando Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Lajida) negativo, o que impedia juridicamente a reversão da inadimplência via aporte de capital, dada a inexistência de geração de caixa operacional", explicou o relator.

"Como apresentava indicadores preliminares negativos para 2023, sua elegibilidade para a renovação dependia diretamente da validação dos resultados desse último ano", complementou ele.

A distribuidora, porém, argumentou que os efeitos do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ), homologado em 2024, deveriam ser considerados para sanar a inadimplência de 2023.

De acordo com a Aneel, a reestruturação financeira da empresa conseguiu compatibilizar a dívida com a geração de caixa e garantir a sustentabilidade da concessão.

"Forçar um aporte em dinheiro quando a dívida já havia sido reduzida contabilmente foi considerado desnecessário e contrário à autonomia gerencial da empresa. Com a aceitação desses efeitos financeiros como equivalentes a aportes de capital, a Aneel recalculou os indicadores e concluiu que a Light cumpriu o critério para o ano de 2023, evitando que a empresa acumulasse dois anos consecutivos de descumprimento, o que poderia inviabilizar a renovação do contrato", escreveu Dantas.

Equipes da Light atuam no reparo de problema que levou a apagão em Copacabana e Leme, na Zona Sul do Rio — Foto: Diógenes Melquíades/ TV Globo

Dessa forma, Dantas considerou que as obrigações previstas no plano de recuperação, aliadas às novas cláusulas de governança e restrição de dividendos, são aptas a mitigar os riscos inerentes à continuidade da prestação do serviço público.

A área de concessão da Light atende aproximadamente 3,9 milhões de unidades consumidoras, em 37 municípios do Rio de Janeiro, alcançando uma população estimada de quase 11 milhões de habitantes.

O faturamento anual atinge cerca de R$ 19,8 bilhões, tendo o valor acumulado de quase R$ 600 bilhões para o período de vigência contratual.

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Dona da Fiat, Jeep e Peugeot anuncia recall de 700 mil carros híbridos por risco de incêndio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 19:01

Carros Dona da Fiat, Jeep e Peugeot anuncia recall de 700 mil carros híbridos por risco de incêndio O problema encontrado afeta modelos híbridos equipados com motor elétrico de 48 volts, que neste momento não está presente em veículos vendidos no Brasil. Por France Presse

O grupo Stellantis, dono da Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Dodge, DS, Fiat, Jeep, Lancia, Maserati, Opel, Peugeot, Ram e Vauxhall está organizando um recall de 700 mil carros híbridos em todo o mundo por causa de um risco de incêndio.

A medida afeta, principalmente, veículos das marcas Peugeot, Citroën, Fiat, Alfa Romeo e Jeep, segundo informações publicadas no site da Autoridade Federal de Transportes Motorizados da Alemanha (KBA)

De acordo com a Stellantis, o recall foi decidido após o registro de 36 incidentes relacionados ao problema em todo o mundo, incluindo 12 casos iniciais de incêndio.

Na França, a medida atinge 212 mil carros fabricados entre 2023 e 2026, sendo metade deles da marca Peugeot. A Stellantis, no entanto, não confirmou o número total de veículos afetados em todo o mundo citado pela KBA.

Peugeot 208 e 2008: 295 mil unidades; Citroën C3, C4 e C3 Aircross: 126 mil;Fiat Grande Panda: 124 mil unidades;Alfa Romeo Junior: 44 mil unidades;Jeep Avenger: 88 mil do Jeep Avenger.

O problema afeta carros híbridos de pequeno porte, nos quais o motor a combustão e o motor elétrico ficam muito próximos um do outro.

Em situações de alta umidade, o contato entre o tubo do filtro de partículas e a tampa de proteção do motor de partida pode gerar uma faísca e dar início a um incêndio.

Segundo a empresa, o problema pode ser resolvido em cerca de 30 minutos em uma oficina, com a instalação de uma tampa de proteção maior.

O caso representa mais um revés técnico para a Stellantis, após problemas identificados nos motores PureTech e nos airbags da marca Takata, que também levaram a grandes campanhas de recall.

O problema técnico não está relacionado ao motor híbrido 1.2 turbo de 48 volts — que substituiu o PureTech —, mas ao espaço que ele ocupa dentro do veículo.

No Brasil, apenas o Jeep Renegade utiliza um sistema híbrido de 48 volts. Procurada, a Stellantis do Brasil informou que a plataforma do modelo vendido no país utiliza um sistema diferente do adotado na Europa e, por isso, não é afetada pelo recall europeu.

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TCU aprova novo leilão para a concessão do Aeroporto de Brasília

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 17:48

Distrito Federal TCU aprova novo leilão para a concessão do Aeroporto de Brasília Nova concorrência será feita ainda este ano; Inframerica, atual administradora, é obrigada a participar. Infraero deixará sociedade; processo inclui novo cronograma de investimentos. Por Mariana Assis, g1 — Brasília

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (1º) a repactuação do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek.

O novo acordo prevê a realização de um processo competitivo simplificado, com a inclusão de novas obrigações contratuais, a conversão de parte da outorga fixa em variável e a incorporação de dez aeroportos regionais ao contrato.

A Inframerica informou ao g1 que irá se manifestar sobre o tema apenas após a publicação do acórdão.

Também está previsto um volume de investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão no aeroporto brasiliense ao longo da vigência da nova concessão.

a construção de uma nova via de acesso ao aeroporto;a implantação de um edifício-garagem;a aquisição de equipamentos de segurança e inspeção de passageiros e bagagens.

A concorrência terá lance mínimo fixado em 5,9% da receita bruta da concessão. A Inframerica, atual administradora do aeroporto, é obrigada a participar do leilão.

A estatal será indenizada pela concessionária em função de sua participação de 49% na concessão vigente.

O novo ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, avalia que a repactuação "agrega práticas de sucesso para promover o desenvolvimento de aeroportos regionais pelo parceiro privado".

"Essa medida traz segurança para novos investimentos, melhora o serviço para os usuários e leva o modelo de concessões a novos aeroportos, uma inovação que trará benefícios para outras cidades”, comentou.

Quem vencer o novo leilão terá que investir, como contrapartida, em 10 aeroportos regionais espalhados pelo centro-sul do Brasil.

A futura concessionária deverá aportar cerca de R$ 660 milhões na ampliação, manutenção e operação dos terminais de:

Juína, Cáceres e Tangará da Serra (MT); Alto Paraíso e São Miguel do Araguaia (GO); Bonito, Dourados e Três Lagoas (MS); Ponta Grossa (PR);Barreiras (BA).

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