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SpaceX reúne 21 bancos para mega IPO com codinome Projeto Apex

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%MoedasDólar ComercialR$ 5,179-1,31%Dólar TurismoR$ 5,387-1,24%Euro ComercialR$ 5,985-0,46%Euro TurismoR$ 6,237-0,4%B3Ibovespa187.462 pts2,71%Oferecido por

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31).

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street.

A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta.

A SpaceX está trabalhando com pelo menos 21 bancos em sua aguardada oferta pública inicial, disseram fontes familiarizadas com o assunto na terça-feira (31), formando um dos maiores grupos de subscrição dos últimos anos.

A listagem, cujo codinome interno é Projeto Apex, deve ser uma das estreias mais acompanhadas do mercado de ações em Wall Street. A expectativa é que a oferta pública, prevista para junho, avalie a empresa de foguetes controlada pelo fundador e presidente-executivo Elon Musk em US$ 1,75 trilhão.

Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup atuam como coordenadores principais da oferta — ou seja, são os bancos responsáveis por liderar a operação —, segundo as fontes, que pediram anonimato porque o processo não é público.

Cerca de metade dos bancos envolvidos ainda não havia sido divulgada. O tamanho do grupo destaca a dimensão e a complexidade da oferta planejada.

Allen & Co Barclays BTG Pactual do Brasil Deutsche Bank ING Groep, da Holanda Macquarie Mizuho Needham & Co Raymond James Royal Bank of Canada Société Générale Banco Santander Stifel UBS Wells Fargo William Blair

Espera-se que os bancos atuem junto a investidores institucionais, clientes de alta renda e varejo, além de operarem em diferentes regiões geográficas, informou a Reuters anteriormente.

A SpaceX, sediada no Texas, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário. Bank of America, Barclays, Deutsche Bank, Goldman Sachs, JPMorgan, Mizuho, Santander e Wells Fargo não quiseram comentar. Os demais bancos também não responderam aos pedidos.

Nos últimos anos, grandes consórcios em ofertas públicas iniciais tornaram-se mais comuns em operações de grande porte.

A fabricante de chips ARM Holdings trabalhou com cerca de 30 bancos em sua listagem de 2023, enquanto o Alibaba Group reuniu um grupo de tamanho semelhante de instituições para sua estreia recorde em 2014.

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O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas A Finlândia, o 'país mais feliz do mundo', quer contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas. Mas o que é preciso para trabalhar lá? Por Pedro Martins — Londres

Torcedor da Finlândia em jogo de tênis na cidade espanhola de Málaga, em 2024 — Foto: Clive Brunskill/Getty Images for ITF

Se todos os brasileiros que vivem na Finlândia se reunissem, não encheriam uma única arquibancada de um estádio de futebol — são, afinal, 2.611 pessoas, segundo o Ministério das Relações Exteriores. Mas, daqui a alguns anos, talvez lotem um estádio inteiro.

O governo finlandês diz que as empresas do país planejam contratar 140 mil trabalhadores até 2035 para a área de tecnologia, e os brasileiros estão entre os principais alvos dessas vagas, ao lado de indianos e vietnamitas.

Para isso, a Finlândia pretende agilizar a concessão de vistos, reduzindo o prazo de emissão para até duas semanas, caso o estrangeiro tenha uma proposta de trabalho, e negocia com o Brasil um acordo bilateral de previdência social.

Na prática, isso permitiria que os brasileiros que trabalharem na Finlândia, que lidera o ranking dos países mais felizes do mundo, mantenham o direito à aposentadoria no Brasil caso decidam retornar.

A expectativa de preencher 140 mil vagas, com brasileiros entre os profissionais visados, se ancora em duas mudanças profundas no mercado de trabalho finlandês.

A primeira é o crescimento do setor de tecnologia no país, com o surgimento de startups ligadas a pesquisadores recém-formados e também de empresas que buscam uma alternativa ao alto custo de operação em outras partes da Europa.

A segunda é a dificuldade de contratar e manter trabalhadores da Rússia e da Ucrânia, que eram parte importante da mão de obra estrangeira na Finlândia, em razão da guerra que já dura quatro anos e não tem previsão de término.

Quem diz isso é Laura Lindemann, diretora do Work in Finland, órgão governamental voltado à promoção do mercado finlandês e à atração de estrangeiros, ao explicar por que os brasileiros passaram a ser buscados.

"Avaliamos diferentes países sob a perspectiva das empresas finlandesas e da internacionalização — onde elas estão, para onde exportam ou querem exportar — e também onde há grande oferta de profissionais", afirma Lindemann.

"Também foi considerado o fato de a Finlândia já estar presente no país, com escritório da Business Finland, uma embaixada, ou seja, não é preciso começar tudo do zero. As conexões entre Finlândia e Brasil já existem."

Biblioteca Central de Helsinque Oodi, em Helsinque, capital da Finlândia — Foto: Kimmo Brandt/EPA/Shutterstock

Mas há ainda um terceiro fator — e, talvez, o mais importante: a Finlândia depende da imigração para evitar o encolhimento populacional, afirma a executiva, amparando-se em dados do Statistics Finland, órgão que tem como seu equivalente no Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Hoje, nove em cada dez municípios finlandeses registram mais mortes do que nascimentos. "A Finlândia está envelhecendo, e não pode haver um gargalo para o crescimento do país por falta de talentos", diz Lindemann.

"Estimamos que, nos próximos anos, 1 milhão de finlandeses vão se aposentar. É um número enorme para um país com pouco menos de 6 milhões de habitantes."

Auroras boreais em Rovaniemi, na Lapônia, um dos maiores atrativos turísticos da Finlândia — Foto: Alexander Kuznetsov/Handout via Reuters

Atualmente, há quase 800 vagas abertas, segundo o Work in Finland. A instituição reúne grande parte das oportunidades em seu portal, mas há posições oferecidas apenas nos sites das empresas — por isso, os interessados devem ampliar a busca.

As oportunidades envolvem formações em diversos campos, segundo Lindemann. "Todas as áreas das ciências naturais são necessárias — matemática, física, química —, porque são importantes para o setor de deep tech, que concentra os novos negócios na Finlândia."

"Deep tech significa que há pesquisa e, a partir dela, surgem inovações que são comercializadas. Inteligência artificial, computação quântica, semicondutores, microchips, tecnologia voltada à saúde — estamos falando desse campo", diz a executiva.

"Empresas como a IQM, a Bluefors e a SemiQon trabalham com isso e estão se expandindo rapidamente."

É preciso, portanto, ter interesse em pesquisa. No país, aliás, pesquisadores que estão fazendo um doutorado são tratados como profissionais e, em sua maioria, são funcionários das universidades.

"Nossas universidades e empresas trabalham muito próximas, e o setor público também atua bastante com elas, financiando a pesquisa e o desenvolvimento desses ecossistemas", diz Lindemann.

Ela acrescenta que o setor de desenvolvimento de software, embora também seja valorizado, está em profunda transformação por causa do avanço da inteligência artificial.

"Então, nesta área, não basta ter apenas habilidades básicas. É preciso ter algo a mais."

Todas as posições requerem domínio do inglês. Para obter um visto de trabalho, não há exigência de um nível mínimo padronizado de proficiência, como ocorre no Reino Unido, por exemplo. Mas é preciso saber se comunicar com fluidez.

Lindemann diz que o finlandês e o sueco — línguas oficiais do país, a depender da região — são diferenciais importantes, mas não obrigatórios.

Espera-se, contudo, que o profissional tenha interesse em aprender ao menos o finlandês após se mudar, principalmente se tiver interesse em assumir posições de liderança no futuro.

Lindemann pontua que a Finlândia enfrenta uma taxa de desemprego de quase 11%, bem mais alta do que a do Brasil, por exemplo.

Mas afirma que trabalhadores estrangeiros, com competências diferentes das disponíveis localmente, podem ajudar o país a superar esses desafios.

"Especialmente em uma situação como esta, de alto desemprego, precisamos de crescimento — e é por isso que precisamos dos melhores talentos para gerá-lo", diz a executiva.

Ela acrescenta que muitas das pessoas hoje sem trabalho não podem ser contratadas para as vagas abertas porque não atendem aos requisitos.

Com o envelhecimento da população, muitos não têm formação em áreas mais contemporâneas, como computação quântica, hoje entre as mais aquecidas no país.

"Os empregadores precisam primeiro verificar se há talentos disponíveis na Finlândia ou na União Europeia. Somente se não encontrarem ninguém é que podem contratar fora", diz Lindemann.

"Mas, quando se trata de pesquisadores, não há esse tipo de restrição, porque essas empresas dependem essencialmente de talentos internacionais. Elas precisam dos melhores do mundo em suas áreas."

A Finlândia não espera que os brasileiros deixem seu país sem dar nada em troca, diz a diretora do Work in Finland.

Lindemann lista algumas diferenças entre os dois países no que diz respeito ao mercado de trabalho, que, em sua avaliação, proporcionam um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional.

A começar pela jornada de trabalho, em geral de 37,5 horas semanais, contra as 44 do Brasil. Há ainda de 25 a 30 dias úteis de férias, e não 30 dias corridos — o que, na prática, significa mais descanso.

Mas talvez a maior diferença esteja na licença parental. Para as mães, é de cerca de dez meses e meio, contra quatro meses no Brasil; para os pais, são cerca de cinco meses, ante os atuais cinco dias úteis no Brasil (recentemente ampliados para 10 dias a partir do próximo ano e progressivamente ampliados até chegar a 20 dias a partir de 2029).

Não é raro ver um brasileiro se surpreender ao descobrir que a Finlândia está no topo do ranking dos países mais felizes do mundo, enquanto o Brasil, tão associado à alegria, hoje ocupa a 32ª posição.

É importante, diz a diretora do Work in Finland, saber o que esperar do país antes de decidir se mudar para lá.

Trata-se de um lugar frio, onde as temperaturas podem chegar a -20°C, e, no inverno, a noite pode durar quase o dia todo.

Isso acontece porque o ranking da felicidade se baseia em uma única pergunta, em que os entrevistados avaliam suas vidas com notas de zero a dez.

Eles são instigados a imaginar uma escada, em que o topo representa a melhor vida possível, e a base, a pior. Então, respondem em que degrau consideram estar hoje.

São feitos ainda questionamentos sobre liberdade e emoções, que não são usados para ordenar os países, mas para entender por que cada um ocupa determinada posição e o que puxa sua nota para cima ou para baixo.

Não é, portanto, uma pesquisa que pergunta se alguém se sente alegre ou se sorri com frequência, mas algo que busca avaliar a qualidade de vida. Em geral, são entrevistadas cerca de mil pessoas por país a cada ano.

"Um dos motivos pelos quais os brasileiros deveriam se mudar para a Finlândia é a alegria que poderiam trazer, somada à felicidade finlandesa", diz Lindemann.

"Também temos alegria, mas seria positivo ter esse tipo de atitude diante da vida que os brasileiros têm. Seria uma combinação perfeita."

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Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 08:53

Trabalho e Carreira Quando cai o quinto dia útil de abril? Confira as datas de pagamento dos trabalhadores CLT Regra trabalhista define prazo máximo para o depósito e considera sábados na contagem dos dias úteis. Por Redação g1 — São Paulo

Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados.

A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária.

Um novo mês começa e, como de costume, muitos trabalhadores já enxergam no horizonte o pagamento de seus salários. Muitas empresas mantêm o costume de fazer o depósito nos primeiros dias de cada mês — mas quando cai o quinto dia útil de abril neste ano?

Neste mês, a data será no dia 7, terça-feira. Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados. A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.

1° dia útil: 1º de abril, quarta-feira;2° dia útil: 2 de abril, quinta-feira;3 de abril, sexta-feira — FERIADO;3° dia útil: 4 de abril, sábado;4° dia útil: 6 de abril, segunda-feira5° dia útil: 7 de abril, terça-feira.

Neste ano, a maioria das datas de pagamento para trabalhadores com carteira assinada cai em dias úteis da semana. Veja abaixo:

Abril: Terça-feira, dia 7Maio: Quinta-feira, dia 7Junho: Sexta-feira, dia 5Julho: Segunda-feira, dia 6Agosto: Quinta-feira, dia 6Setembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)Outubro: Terça-feira, dia 6Novembro: Sexta-feira, dia 6 (5º dia útil no sábado)Dezembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado)

De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento deve ser feito até o quinto dia útil do mês seguinte. Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária. O sindicato também pode entrar com ação contra o empregador.

Em casos de atrasos recorrentes, a Justiça do Trabalho entende que há descumprimento do contrato, o que pode justificar a rescisão indireta — quando o funcionário deixa o emprego com direito às verbas de uma demissão sem justa causa.

Além disso, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com multa por trabalhador prejudicado, e ainda ser alvo de investigação pelo Ministério Público do Trabalho.

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Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/04/2026 06:58

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Buquês comestíveis, gigantes ou de açúcar: empreendedores inovam com presente clássico e faturam até R$ 1,4 milhão De flores feitas de açúcar a arranjos gigantes com mil rosas e buquês de cupcakes, empreendedores em São Paulo, Brasília e Salvador mostram como a criatividade pode transformar um presente tradicional em um negócio lucrativo — e cheio de significado. Por PEGN

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, os três empreendedores têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Conheça negócios inovadores que reinventaram buquê com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing. Empresários estão provando que esse presente pode ir muito além do tradicional.

Dar flores é um gesto clássico em datas especiais, mas alguns empreendedores brasileiros estão provando que o buquê pode ir muito além do tradicional. Em três cidades do país, negócios inovadores reinventaram esse presente com ideias que misturam arte, gastronomia e marketing.

Em São Paulo, flores que parecem naturais são, na verdade, feitas de açúcar. Em Brasília, buquês gigantes com até mil rosas viraram sensação nas redes sociais.

Já em Salvador, cupcakes decorados substituem flores em arranjos comestíveis. Apesar das diferenças, todos têm algo em comum: criatividade e empreendedorismo.

Na capital paulista, a empreendedora Rossana Schrappe transformou a delicadeza das flores em uma forma de arte comestível. No ateliê, ela cria buquês feitos de açúcar, modelados manualmente para imitar flores naturais.

“Quem é que não gosta de uma flor? Agora, quando a pessoa descobre que ela é feita de açúcar, fica encantada. Tem o apelo visual e também o da doçura”, diz a empreendedora.

O negócio começou quando Rossana decidiu buscar uma nova atividade profissional e fez cursos de bolos decorados. A habilidade manual e o interesse pela estética das flores acabaram definindo o caminho do empreendimento.

A ideia do buquê surgiu quase por acaso, quando uma amiga pediu um presente diferente para alguém hospitalizado. Rossana criou então o primeiro arranjo de flores de açúcar — e percebeu o potencial do produto.

Com investimento inicial de cerca de R$ 200 mil, ela abriu um ateliê especializado em bolos decorados e buquês artísticos. As peças são feitas com açúcar impalpável e outros ingredientes que garantem resistência e acabamento delicado.

Os buquês podem custar a partir de R$ 2 mil, já que cada flor é feita manualmente e exige horas de trabalho e estudo botânico para reproduzir cores e formatos com fidelidade.

“Eu virei uma espécie de botânica. Estudo flores, desmonto pétalas, observo cores. Meu diferencial é a delicadeza e a similaridade com a flor natural”, afirma.

Em Brasília, a estratégia foi oposta: em vez da delicadeza minuciosa, a aposta foi no impacto visual. Os empreendedores Camilla Cauhi e Matheus Fonseca criaram uma floricultura que ficou conhecida pelos buquês gigantes, que podem chegar a mil rosas.

Matheus cresceu em meio ao universo das flores, já que seus pais têm uma floricultura há mais de quatro décadas na capital federal. Camilla, por sua vez, sempre trabalhou com vendas. Ao unirem as habilidades, decidiram abrir um negócio próprio.

No começo, a operação era totalmente online. Mas os primeiros passos foram difíceis. “A gente errou muito no início. Perdemos dinheiro e tivemos problemas de logística”, conta Camilla.

Em um dos episódios, o casal chegou a perder R$ 8 mil após um investimento mal planejado em equipamentos. Com o tempo, os empreendedores reorganizaram a operação e decidiram apostar em um diferencial: buquês cada vez maiores.

Hoje, os arranjos variam bastante de tamanho. Um buquê com 50 rosas custa cerca de R$ 900, enquanto um com 100 rosas chega a R$ 1.800. Já as versões gigantes, com mil rosas, podem custar até R$ 18 mil.

O marketing digital teve papel fundamental no crescimento do negócio. Vídeos bem-humorados e bastidores do trabalho nas redes sociais ajudaram a atrair seguidores e clientes. A estratégia deu resultado: a empresa hoje registra faturamento anual de cerca de R$ 1,4 milhão.

Em Salvador, a empreendedora Patrícia Seixas encontrou inspiração nas redes sociais para criar um negócio diferente: buquês feitos de cupcakes. A ideia surgiu quando ela viu na internet uma noiva segurando um arranjo de bolinhos decorados.

Na época, Patrícia trabalhava como executiva de contas e viajava constantemente pela Bahia e Sergipe. O novo projeto começou como uma renda extra.

“Eu vi aquele buquê de cupcakes e me encantei. Pensei que poderia ser uma alternativa de renda”, conta.

O investimento inicial foi pequeno: cerca de R$ 2 mil. Mas empreender na capital baiana trouxe um desafio inesperado: o calor. As primeiras receitas derretiam rapidamente, o que exigiu testes e adaptações.

Patrícia passou a desenvolver uma massa e cobertura mais resistentes ao clima local, além de buscar cursos de confeitaria para aperfeiçoar a decoração dos cupcakes.

Hoje, os buquês custam em média R$ 140, e o negócio gera faturamento anual de cerca de R$ 72 mil. Mais do que vender doces, ela diz que o produto entrega emoção.

“Eu não vendo apenas um bolo. Eu vendo uma experiência. Não é só vender, é emocionar”, afirma.

📍 Endereço: Rua Odilon Dorea 249 – Brotas Salvador/ BA – CEP 40.285.450📞 Telefone: (71)99965-7354📧 E-mail: patriciavss71@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/bukecake

📍 Endereço: QRSW 4 lote 1 – comercio local – Sudoeste / Octogonal / Cruzeiro – Sudoeste Brasília/DF – CEP: 70675-400📞 Telefone: (61) 98164-1195📧 E-mail: millacauhi.fonseca25@gmail.com🌐 Site: www.floriculturabrasilia.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/flores_em_brasilia/

📍 Endereço: Rua Peixoto Gomide 1677 studio 4 -Jardim Paulista – São Paulo/SP – CEP: 01409-003📧 E-mail: homemadecakes@homemadecakes.com.br📸 Instagram: https://www.instagram.com/homemadecakes/📘 Facebook: https://www.facebook.com/homemadeflowersbyrossana?locale=pt_BR

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Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 06:15

Trabalho e Carreira Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias Mudança sancionada pelo presidente Lula tem uma regra de transição e entra em vigor de forma escalonada até 2029. Nova lei também cria o salário‑paternidade e amplia o acesso ao benefício. Por Redação g1 — São Paulo

A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias, sancionada nesta terça-feira (31) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não entra em vigor de uma só vez.

A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029.

Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.

A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década e encerra uma espera de 38 anos pela regulamentação de um direito previsto na Constituição de 1988.

O texto sancionado cria o chamado salário‑paternidade, incorpora o benefício às regras da Previdência Social e amplia o número de trabalhadores que poderão ter acesso ao afastamento remunerado.

A lei que amplia a licença-paternidade de cinco para até 20 dias, sancionada nesta terça-feira (31) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não entra em vigor de uma só vez.

A mudança será implementada de forma gradual, com regras de transição que começam a valer em 2027 e só atingem o prazo máximo em 2029. Até lá, pais de recém-nascidos, crianças adotadas ou sob guarda precisam ficar atentos ao cronograma, às situações em que o benefício pode ser ampliado e às novas garantias previstas na legislação.

A ampliação da licença-paternidade era discutida no Congresso Nacional há mais de uma década e encerra uma espera de 38 anos pela regulamentação de um direito previsto na Constituição de 1988.

O texto sancionado cria o chamado salário‑paternidade, incorpora o benefício às regras da Previdência Social e amplia o número de trabalhadores que poderão ter acesso ao afastamento remunerado.

10 dias, a partir de 1º de janeiro de 2027;15 dias, a partir de 1º de janeiro de 2028;20 dias, a partir de 1º de janeiro de 2029.

➡️ Até o início de 2027, permanece válida a regra atual, que garante cinco dias corridos de licença-paternidade, pagos pela empresa.

A transição, segundo parlamentares e especialistas, foi desenhada para permitir a adaptação gradual das empresas e do sistema previdenciário ao novo modelo.

Quem paga durante a fase de transição?Quem terá direito à licença-paternidade ampliada?Em que situações o benefício pode ser negado?Como fica em casais homoafetivos?O trabalhador terá estabilidade?Como fica o Programa Empresa Cidadã?Avanço histórico

Uma das principais mudanças trazidas pela nova lei é a criação do salário‑paternidade, que passa a ter natureza de benefício previdenciário, nos moldes do salário‑maternidade.

Na prática, a empresa continuará pagando o salário do trabalhador durante o período de afastamento e, depois, será reembolsada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O empregado terá direito à remuneração integral ou ao valor equivalente à média dos últimos seis salários de contribuição.

A regra também permite que a licença seja emendada às férias, mas não autoriza a divisão do período.

Outra mudança relevante é a ampliação do número de trabalhadores que passam a ter acesso ao benefício. Além dos empregados com carteira assinada, a nova lei inclui:

trabalhadores autônomos;empregados domésticos;microempreendedores individuais (MEIs);demais segurados do INSS.

Pela nova lei, o benefício poderá ser negado ou suspenso em casos de violência doméstica ou familiar, além de situações de abandono material — quando o pai deixa de prestar assistência financeira à criança.

O salário-paternidade também poderá ser suspenso caso o trabalhador não se afaste efetivamente de suas atividades durante o período da licença.

Falecimento da mãe: O pai ou companheiro passa a ter direito ao período da licença-maternidade, que varia de 120 a 180 dias.Criança com deficiência: Caso o recém-nascido — ou a criança ou adolescente adotado — tenha deficiência, a licença-paternidade será ampliada em um terço. Na prática, isso pode representar cerca de 13, 20 ou aproximadamente 27 dias, dependendo da fase de implementação da nova regra.Adoção ou guarda unilateral: Quando o pai adota sozinho a criança ou obtém a guarda sem a participação da mãe ou de um companheiro, ele também terá direito ao período equivalente ao da licença-maternidade.Parto antecipado: A licença-paternidade também será estendida e garantida nesses casos, independente do motivo para atencipação do parto.Internação da mãe ou do recém-nascido: O início da licença poderá ser adiado e passará a contar apenas após a alta hospitalar da mãe ou da criança.Ausência do nome da mãe no registro civil: Se no registro de nascimento não constar o nome da mãe, o pai terá direito a uma licença equivalente à licença-maternidade de 120 dias, além da estabilidade no emprego prevista nesses casos.

O Supremo Tribunal Federal já decidiu, em casos específicos, pela concessão de licença-maternidade em casais homoafetivos. No entanto, a aplicação das regras para casais formados por dois homens ainda depende de análise caso a caso.

De acordo com a nova lei, um dos integrantes do casal poderá receber a equiparação à licença e ao salário-maternidade.

O texto também estabelece que, em casos de adoção por casais homoafetivos, uma pessoa poderá usufruir do período referente à licença-maternidade, enquanto a outra terá direito ao período vinculado à licença-paternidade.

Assim como ocorre com as trabalhadoras grávidas, o projeto cria uma proteção contra demissão sem justa causa.

A proposta proíbe a demissão arbitrária durante o período da licença e também por até 30 dias após o retorno ao trabalho.

Caso o trabalhador seja dispensado nesse período, poderá ter direito à reintegração ao emprego ou a uma indenização equivalente ao dobro da remuneração referente ao período de estabilidade.

Empresas participantes do Programa Empresa Cidadã poderão continuar ampliando a licença-paternidade em 15 dias adicionais em troca de deduções no Imposto de Renda.

Com a nova lei, porém, esses 15 dias passarão a ser somados aos 20 dias previstos na legislação, e não mais aos cinco dias atualmente garantidos.

Para a Coalizão Licença-Paternidade (CoPai), a sanção do projeto representa “uma grande vitória da sociedade” e um passo fundamental para incentivar a cultura do cuidado compartilhado.

“O Brasil vive um cenário em que milhões de crianças crescem sem a presença cotidiana do pai. Hoje, cerca de 6 milhões de crianças não têm o nome do pai na certidão de nascimento”, afirma a entidade.

Especialistas, porém, avaliam que a mudança ainda é limitada. Para a advogada Ana Gabriela Burlamaqui, o país segue distante de modelos adotados em países como Suécia, Noruega e Islândia, que avançaram para sistemas de licença parental compartilhada.

"A ampliação para 20 dias representa um avanço, mas ainda é tímida. O cuidado com o recém-nascido continua concentrado quase exclusivamente na mulher", diz.

O debate, avaliam especialistas, está longe de se encerrar, mas a nova lei inaugura uma mudança estrutural ao reconhecer, pela primeira vez, a paternidade como um direito social com proteção própria.

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Por que o ovo de Páscoa continua caro mesmo com a queda do preço do cacau

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 04:46

Agro Por que o ovo de Páscoa continua caro mesmo com a queda do preço do cacau Chocolates vendidos agora foram produzidos com amêndoa comprada meses atrás, quando as cotações batiam recordes de alta. Por Paula Salati, g1 — São Paulo

O preço do cacau está despencando no Brasil e nas bolsas de valores internacionais, mas o consumidor continua pagando caro pelo chocolate nesta Páscoa.

Até a metade de março, a inflação do chocolate em barra e do bombom subiu 24,8% em 12 meses, segundo o IBGE.

No campo, o movimento é inverso. Produtores de cacau da Bahia, por exemplo, recebem em média R$ 167 por arroba — menos de um quarto do valor registrado em março do ano passado (R$ 718).

O descompasso entre os preços ocorre porque as amêndoas usadas na produção dos chocolates desta Páscoa foram compradas quando o cacau ainda atingia recordes no mercado internacional.

Enquanto o produtor recebe menos pelo cacau e o consumidor paga mais pelo chocolate, a indústria tem aproveitado esse momento para aumentar os seus lucros.

O preço do cacau despencou no Brasil e nas bolsas internacionais, mas o consumidor continua pagando caro pelo chocolate nesta Páscoa. Até a metade de março, a inflação do chocolate em barra e dos bombons subiu 24,8% em 12 meses, segundo o IBGE.

No campo, o movimento é o oposto. Produtores de cacau da Bahia, por exemplo, estão recebendo, em média, R$ 167 por arroba — menos de um quarto do valor registrado em março do ano passado (R$ 718), segundo a consultoria Mercado do Cacau.

No Pará, a queda também foi acentuada: hoje, indústria e comerciantes pagam apenas R$ 9,50 pelo quilo do cacau ao produtor, contra R$ 44 no mesmo período do ano passado.

O descompasso entre os preços ocorre porque as amêndoas usadas na produção dos chocolates desta Páscoa foram compradas quando o cacau ainda atingia valores recordes no mercado internacional, explica o analista de mercado da StoneX Brasil, Lucca Bezzon.

🔎 Atualmente, o cacau é negociado na Bolsa de Nova York a cerca de US$ 3 mil por tonelada. Há um ano, a cotação chegava a US$ 8 mil.

Bezzon explica que a indústria trabalha com compras antecipadas de matéria-prima. "As fabricantes de chocolate compram a manteiga e o pó de cacau das moageiras (processadoras) com antecedência de 6 a 12 meses", diz o analista.

“Para a produção dos chocolates desta Páscoa, a indústria chegou a pagar entre US$ 6 mil e US$ 10 mil por tonelada pelos subprodutos do cacau. Hoje, esse valor caiu para cerca de US$ 3 mil.”

Enquanto o produtor recebe menos pelo cacau e o consumidor paga mais pelo chocolate, a indústria tem aproveitado esse momento para aumentar seus lucros.

"A indústria de chocolate passou anos com margens apertadas devido ao déficit global de cacau e agora prioriza a recuperação dessas margens antes de repassar qualquer redução ao consumidor", diz o sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo.

Bezzon, da StoneX Brasil, tem avaliação semelhante. "Se os preços internacionais e domésticos do cacau se mantiverem baixos, haverá uma normalização gradual ao longo do ano", diz.

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O preço alto do chocolate nas prateleiras ainda é resultado de uma forte queda na colheita de cacau no Brasil e nos principais produtores africanos, como Costa do Marfim e Gana, em 2024.

Os países sofreram com o El Niño, que provocou secas e excesso de chuvas no momento errado, além de pragas e doenças.

A indústria brasileira usa principalmente amêndoas nacionais na produção de chocolate, mas importa parte da matéria-prima, sobretudo de países africanos, para complementar a demanda. Em média, 80% é nacional e 20% vem do exterior.

"Sem essas duas fontes de fornecimento, os preços domésticos subiram muito rápido", diz Bezzon.

"As regiões de maior poder aquisitivo, como Europa e Estados Unidos, competiram pelo pouco cacau africano disponível, agravando a escassez em outros mercados", destaca.

Ainda no ano passado, os preços do cacau começaram a cair para o produtor, principalmente após julho, puxados pela recuperação das colheitas no Brasil e em países africanos, diz Cogo.

Segundo o Itaú BBA, a produção mundial cresceu 11% na safra 2024/25, impulsionada por condições climáticas favoráveis na África e na América do Sul. A tendência é de nova alta na colheita deste ano.

“Após três safras consecutivas de déficit, algo que não ocorria desde o fim da década de 1960, o mercado iniciou um processo de normalização”, afirma o banco, em relatório.

Cogo destaca que outro fator que contribuiu para a queda dos preços no campo foi o aumento das importações, impulsionado pela queda do dólar.

Já o analista da StoneX Brasil afirma que a queda dos preços no campo se explica "muito mais por falta de demanda do que por uma recuperação da produção".

"A alta excessiva do preço do cacau gerou uma mudança nas fórmulas dos chocolates: as indústrias reduziram o tamanho das barras e substituíram a manteiga de cacau por outras gorduras e óleos", afirma.

"Como as indústrias de confeitaria diminuíram a compra de subprodutos [do cacau], as moageiras também reduziram a compra de amêndoas, o que fez os preços no Brasil despencarem", destaca.

A queda dos preços no campo gerou protestos em regiões produtoras. Em fevereiro, por exemplo, agricultores interditaram a BR 101 em Ibirapitanga, no sul da Bahia, contra a importação e os baixos preços do cacau, exigindo do governo maior controle sanitário sobre a amêndoa que vem de outros países.

A resposta veio seis dias depois, quando o Ministério da Agricultura suspendeu temporariamente a importação de cacau da Costa do Marfim, alegando riscos de introdução de pragas e doenças.

Segundo o governo, esse risco existe porque há a "possibilidade" de que grãos de cacau da Libéria e de Guiné — que não têm autorização para exportar para o Brasil — estejam sendo misturados aos lotes da Costa do Marfim importados pela indústria nacional.

Na época, o analista Carlos Cogo disse que a decisão do governo "deve ser respeitada", mas interpretou a medida como uma resposta à forte pressão do setor produtivo para conter a queda dos preços no país.

Bezzon, da StoneX Brasil, afirma que atualmente há excesso de cacau na Costa do Marfim, que também enfrenta dificuldades para escoar a própria produção.

“Hoje, não há incentivo financeiro para que a Costa do Marfim compre cacau de países vizinhos para revendê-lo ao Brasil”, ressalta.

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Volvo EX30 Ultra Twin Motor: como anda o SUV mais rápido já registrado pela marca no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 04:46

Carros Volvo EX30 Ultra Twin Motor: como anda o SUV mais rápido já registrado pela marca no Brasil O modelo traz um motor elétrico adicional e ultrapassa os 400 cv, entregando a agilidade de um esportivo compacto, como o Golf GTI. Ainda assim, é um dos veículos mais 'baratos' da marca. Por André Fogaça, g1 — Piracicaba (SP)

O Volvo EX30 Ultra Twin Motor quebra uma lógica comum do mercado automotivo: a de que os carros mais rápidos também são, necessariamente, os mais caros da marca.

Muito longe de ser barato, o valor é menos da metade do imponente EX90, o modelo mais caro da Volvo, que custa R$ 849.950 e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.

A pergunta é: por que apimentar logo o modelo mais barato da marca? A aposta da Volvo é fazer o EX30 ir além do papel de porta de entrada e ser uma experiência cativante para quem gosta de performance.

O Volvo EX30 Ultra Twin Motor quebra uma lógica comum do mercado automotivo: a de que os carros mais rápidos também são, necessariamente, os mais caros da marca. O modelo acelera de 0 a 100 km/h em míseros 3,6 segundos, custando nem tão míseros R$ 309.950.

Muito longe de ser barato, o valor é menos da metade do imponente EX90, o modelo mais caro da Volvo, que custa R$ 849.950 e acelera de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. Esse EX30 "turbinado" também custa menos que os R$ 329.950 do EX40.

A pergunta é: por que apimentar logo o modelo mais barato da marca? A aposta da Volvo é fazer o EX30 ir além do papel de porta de entrada e oferecer uma experiência atraente para quem gosta de desempenho.

O novo modelo tem dois motores, um em cada eixo, que juntos entregam 428 cv de potência. São 156 cv a mais que a versão tradicional do EX30. Agora, cada eixo traciona um par de rodas, formando um sistema de tração integral, em vez da tração traseira do modelo mais simples.

O g1 dirigiu o novo EX30 em trechos urbanos e de estrada. Em ambos os cenários, foi fácil perceber o desempenho do novo conjunto.

Pisou, o EX30 responde imediatamente em qualquer situação. O modelo não teve dificuldade em ultrapassagens ou arrancadas, o que ficou evidente nas saídas de pedágio ao longo do test-drive. O maior cuidado era conter a empolgação até o limite de 120 km/h da rodovia.

A performance é superior ao clássico Golf GTI, por exemplo — e o modelo ainda é mais barato. O hatch esportivo da Volkswagen custa R$ 430 mil e leva 6,1 segundos para ir de 0 a 100 km/h, quase o dobro do tempo.

A pegada esportiva deixa a suspensão do EX30 um pouco rígida, e uma calibração mais macia seria bem-vinda no uso urbano. Na estrada, o acerto funciona muito bem.

Nas curvas mais rápidas, a tração integral e os sistemas de assistência ao motorista garantem a segurança esperada de um Volvo. Ao longo do trajeto, não houve sensação de perda de controle em condições normais de condução.

Esse limite só é ultrapassado se o motorista insistir muito, já que sistemas como controle de estabilidade e distribuição de torque entram em ação para manter o carro sob controle.

A sensação ao dirigir lembra a de um kart: posição de condução mais baixa, carro curto e respostas rápidas.

No design, é quase impossível distinguir a nova versão das demais do EX30, exceto pelo tamanho das rodas: no Ultra Twin Motor, elas são de 20 polegadas, enquanto no modelo de entrada são de 19.

Mesmo com foco em desempenho, o Volvo EX30 Ultra Twin Motor mantém porte de SUV compacto, com dimensões próximas às de modelos conhecidos do mercado, como:

Volkswagen Tera: o EX30 é 8 centímetros mais comprido;Honda WR-V: o EX30 é 9 centímetros mais curto;Jeep Renegade: o EX30 é 3 centímetros mais curto.

Não há informações exibidas à frente do motorista, já que o painel de instrumentos simplesmente não existe;Tudo fica concentrado na central multimídia, que oferece amplo espaço para informações em sua tela de 12,3 polegadas;“Tudo” é literal: velocímetro, indicadores de luzes e sistemas de assistência à condução ficam ali. Para conferir a velocidade, é necessário desviar o olhar para a tela lateral;Ao olhar para a velocidade, o sistema alerta que é preciso manter a atenção na estrada;Os ajustes dos retrovisores também ficam na central, e não em botões na porta. Para subir ou descer o espelho, é preciso acessar o menu, selecionar a função e usar os comandos do volante;Até a abertura do porta-luvas é feita apenas pela tela.

Todo esse minimalismo, aliado à menor carroceria já oferecida pela Volvo no Brasil e à ausência de itens presentes em modelos maiores — como o sensor a laser do EX90, usado para ampliar a percepção do ambiente no trânsito —, contribui para que o carro tenha um preço mais baixo.

Há uma curva de aprendizado para se adaptar aos comandos concentrados na tela. No teste, foi necessário passar algum tempo com o carro antes da viagem para memorizar onde ficam funções básicas, como o acesso ao porta-luvas.

A ausência de botões físicos para o ar-condicionado já parece uma tendência consolidada, mas a falta de comandos dedicados para o porta-luvas e os retrovisores ainda incomoda. Nada, porém, pesa tanto quanto o velocímetro no centro da tela — que nem sequer aparece com números grandes, como nos modelos da Mini.

Em testes desse tipo, realizados durante lançamentos, raramente há tempo para explorar o sistema de som dos carros. Com o Volvo EX30, porém, isso foi possível, e a soundbar frontal chamou a atenção pela fidelidade sonora.

Foram ouvidas músicas de rock e eletrônica, com forte presença de sintetizadores. Nas faixas com instrumentos acústicos, o chimbal e os vocais se mostraram nítidos e mantiveram a definição, mesmo com graves bem presentes.

Nas faixas de synthwave, que combinam instrumentos eletrônicos com saxofone, a experiência se aproximou da de um show ou de um ambiente com caixas de som de alta fidelidade.

Considerando as limitações naturais de um carro — como o ruído externo, que ainda chega à cabine mesmo com bom isolamento —, a impressão é a de um sistema de som muito competente.

Recentemente, o EX30 passou por uma crise de imagem após a Volvo comunicar um amplo programa de recall do carro por risco de incêndio.

⚠️ De forma resumida: a Volvo identificou um problema na fabricação do conjunto de baterias do EX30. Segundo o comunicado de recall, as células internas podem entrar em curto-circuito, o que provoca superaquecimento e pode evoluir para incêndio.

Na segunda quinzena de fevereiro, a Volvo afirmou que são 40.323 os modelos envolvidos no recall e que a troca da bateria, única solução para o problema, vai custar cerca de US$ 200 milhões à companhia.

O g1 questionou a Volvo se o novo modelo já chega ao mercado dentro do programa de recall, já que ele tem a mesma capacidade de bateria da versão com dois motores.

“Trocamos o fornecedor. O antigo fornecedor trabalhou para lotes específicos e o problema foi nesse lote. Agora já é outro fornecedor e não tem o mesmo problema", disse Marcelo Godoy, presidente da Volvo no Brasil.

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Do avião ao ovo: por que o petróleo afeta o preço de tudo?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 04:46

Do avião ao ovo: por que o petróleo afeta o preço de tudo? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Uma guerra no Oriente Médio pode impactar o bolso dos brasileiros porque a região concentra grandes reservas de petróleo. E petróleo mais caro encarece combustíveis como gasolina e diesel, e aumenta o custo do transporte em um país onde quase tudo circula por caminhões.

Esse efeito em cascata chega aos preços de alimentos, produtos industriais e ao agronegócio, já que o petróleo também é matéria-prima de embalagens, plásticos e fertilizantes, pressionando a inflação e até as decisões sobre juros.

Neste vídeo, você vai entender quais são os efeitos da forte alta do petróleo para o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Eles mentiram no currículo e conseguiram emprego — mas o preço veio depois

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 03:55

Trabalho e Carreira Eles mentiram no currículo e conseguiram emprego — mas o preço veio depois De habilidades infladas a experiências exageradas, relatos viralizam nas redes, enquanto especialistas explicam como recrutadores identificam inconsistências e quais são as consequências. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Influenciadores leem histórias enviadas por seguidores que misturam humor, improviso e risco calculado no universo corporativo.

Em comum, a ideia de que uma "mentirinha" no currículo ou na entrevista pode ser o empurrão que faltava para entrar no mercado.

Um levantamento da consultoria Robert Half mostra que 58% dos recrutadores já eliminaram candidatos por inconsistências no currículo logo nas primeiras etapas da seleção.

Segundo o estudo, as cinco mentiras mais comuns são: experiência profissional, habilidades técnicas, formação acadêmica, idiomas e referências profissionais.

"Menti que tinha uma pós-graduação. Fui contratada e acabei tendo que começar uma ‘pós’ que odeio".

"Falei que tinha Excel avançado (…) quando a chefe pedia as coisas, eu ia ao banheiro assistir vídeos para aprender 🥺".

"Coloquei no currículo que eu era pontual. Cheguei atrasada à entrevista e ao treinamento 😂".

Relatos como esses, que poderiam soar como exceções constrangedoras, viraram conteúdo viral. Em vídeos que somam milhares de curtidas no TikTok, influenciadores leem histórias enviadas por seguidores que misturam humor, improviso e risco calculado no universo corporativo.

Em comum, a ideia de que uma "mentirinha" no currículo ou na entrevista pode ser o empurrão que faltava para entrar no mercado.

No perfil da influenciadora Tais Pitanga, conhecida por ler histórias enviadas por seguidores, um dos vídeos mais populares resume bem esse espírito: "Minta no currículo. Minta na entrevista. Minta pros colegas de trabalho".

Já no vídeo do criador Dennis Sloboda, o debate surge a partir da pergunta: 'Você já foi contratado depois de mentir no currículo?".

As respostas vão de exageros técnicos a situações que beiram o absurdo, como inventar uma pós-graduação ou cadastrar o próprio número de telefone como referência profissional — mudando a voz quando o RH ligou.

Influenciadores de conteúdo, como Taís Pitanga e Dennis Sloboda, fazem sucesso com relatos de pessoas que mentiram em processos seletivos. — Foto: TikTok/ Reprodução

Por trás do tom de humor, no entanto, existe uma percepção comum: a de que dizer toda a verdade pode tornar o candidato menos competitivo em uma disputa por vaga.

O que aparece nas redes não está distante da realidade dos processos seletivos. Um levantamento da consultoria Robert Half mostra que 58% dos recrutadores já eliminaram candidatos por inconsistências no currículo logo nas primeiras etapas da seleção.

🛠️ Habilidades técnicas exageradas, que não se sustentam na prática;📈 Experiência profissional inflada, com cargos ou responsabilidades ampliadas;🌍 Proficiência em idiomas acima do nível real;🎭 Motivos suavizados para desligamentos anteriores;🏆 Conquistas e resultados descritos de forma mais grandiosa do que foram.

Cerca de 74% dos profissionais afirmam nunca ter mentido em processos seletivos. Mesmo assim, 15% admitem já ter ajustado o currículo, e outros 10% dizem ter considerado essa possibilidade em algum momento.

Para Giovanna De Meo, mais cedo ou mais tarde, suas habilidades serão testadas no trabalho — Foto: Arquivo Pessoal

A designer Giovanna de Meo é um exemplo disso. Em 2006, recém-formada, ela enfrentava dificuldades para se inserir na própria área de formação. Depois de uma passagem frustrada por um banco, surgiu a chance de disputar uma vaga em Brasília.

A entrevista foi feita online, e a conversa fluía bem até surgir a pergunta: Você já está se mudando para a cidade?

A resposta honesta seria não. Giovanna não tinha casa, plano nem dinheiro sobrando. Tinha cerca de R$ 3 mil guardados e nenhuma estrutura montada. Ainda assim, respondeu que sim — e foi além.

“Falei: ‘Sexta-feira me mudo’. Era terça-feira. Ele respondeu: ‘Então te espero sexta, às três’. Se eu dissesse que precisava de mais tempo, provavelmente sairia da lista.”

A mentira rapidamente virou ação. Em poucos dias, ela fez três malas, comprou uma passagem de ônibus e embarcou sem ter onde morar. Chegou a Brasília de madrugada e foi direto para a entrevista presencial.

"No começo, me arrependi muito (…) com o tempo, a experiência ganhou outro significado. Me adaptei, construí vínculos e aprendi rápido".

Anos depois, já com mais intimidade, Giovanna contou a verdade ao chefe. A reação foi de riso. O episódio virou piada interna e nunca comprometeu sua credibilidade.

Hoje, designer faz questão de não romantizar a situação. Chama o episódio de "mentira leve" e reforça: "Mais cedo ou mais tarde, você será testada naquilo".

Para a psicóloga e headhunter Taís Targa, o que mais aparece no mercado não são mentiras elaboradas, mas exageros.

"O mais comum é inflar competências técnicas no currículo. Em alguns casos, a pessoa realmente acredita que sabe mais do que sabe. Em outros, tenta sustentar algo que não consegue defender na entrevista".

⚠️ Testes práticos, perguntas mais aprofundadas e pedidos de exemplos concretos costumam desmontar esse tipo de discurso rapidamente. Mas o risco vai além da perda de uma vaga.

"Quem mente ou apresenta incoerências acaba ficando marcado. O mercado é pequeno, as pessoas conversam", afirma.

Em casos mais graves, como falsificação de diplomas ou de experiências profissionais, o resultado pode ser demissão por justa causa.

Há ainda um tipo mais silencioso de distorção: a omissão estratégica. Segundo Targa, alguns profissionais deixam de mencionar mestrado ou doutorado para não parecer “qualificados demais” e serem eliminados antes mesmo da entrevista.

Ela lembra ainda que recrutadores já identificam sinais claros de uso excessivo de ferramentas de inteligência artificial, como respostas mecânicas, inconsistências entre currículo e fala, dificuldade de sair de roteiros prontos e pouca profundidade ao explicar experiências.

Um levantamento da Robert Half identificou os principais indícios percebidos por recrutadores no uso inadequado de IA em processos seletivos:

Respostas muito padronizadas (69%): falas estruturadas demais e pouco naturais;Inconsistências entre currículo e entrevista (65%);Dificuldade de sustentar respostas fora do roteiro (51%);Falta de profundidade ao descrever experiências (51%);Incapacidade de explicar decisões técnicas (39%);Linguagem excessivamente formal (36%);Resultados irreais, sem falhas ou desafios (33%);Respostas muito semelhantes a modelos de IA (30%);Perda de fluidez ao entrar em detalhes (28%);Desconhecimento sobre atividades descritas no próprio currículo (26%).

Marcela Esteves, diretora da Robert Half, explica que as ferramentas de IA podem ajudar na organização de ideias e na estrutura do currículo, mas não substituem a experiência real do profissional.

“Quando o documento se distancia demais da trajetória do candidato, isso aparece rapidamente nas entrevistas e pode, sim, prejudicar sua reputação”, conclui.

Para a CEO da consultoria CNP, Marcela Zidem, o limite é claro: "Currículo bem feito não é currículo enfeitado. Currículo não é peça publicitária. É um documento de credibilidade".

Ela pondera, no entanto, que processos seletivos superficiais, baseados apenas em palavras-chave, acabam estimulando esse tipo de comportamento. Não justificam a mentira, mas ajudam a explicar por que ela surge.

Ainda segundo as especialistas ouvidas pelo g1, as histórias que viralizam costumam mostrar o lado que deu certo. Mas nem todas têm o mesmo desfecho.

Elas ajudam a expor o fenômeno, mas revelam apenas parte dele. Algumas terminam em promoção. Outras, em constrangimento.

Estudo revela as mentiras mais comuns no currículo — e como elas são descobertas — Foto: Freepik

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Apple faz 50 anos após revolucionar a tecnologia — e agora precisa provar seu papel na era da IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/04/2026 01:36

Tecnologia Apple faz 50 anos após revolucionar a tecnologia — e agora precisa provar seu papel na era da IA De computadores pessoais ao iPhone, empresa criada na garagem de Steve Jobs revolucionou a relação das pessoas com a tecnologia. Meio século depois, tenta mostrar que ainda pode liderar a próxima grande transformação digital. Por France Presse

A Apple comemora seu 50º aniversário em um momento em que a inteligência artificial (IA) desafia a empresa a mostrar que ainda é capaz de lançar uma inovação com potencial de provocar uma transformação cultural.

Steve Jobs, um gênio do marketing, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, revolucionaram a forma como as pessoas utilizam a tecnologia na era da internet e construíram uma empresa que hoje vale mais de US$ 3,6 trilhões (aproximadamente R$ 18,8 trilhões).

Os dois universitários mudaram a forma como as pessoas usam computadores, ouvem música e se comunicam, dando origem a estilos de vida que giram em torno de aplicativos de smartphones.

Os principais produtos da Apple — o Mac, o iPhone, o Apple Watch e o iPad — mantêm uma base fiel de usuários, décadas após o início da empresa, em 1º de abril de 1976, na garagem de Jobs, em Cupertino, na Califórnia.

A Apple vendeu mais de 3,1 bilhões de iPhones desde o lançamento, em 2007, gerando uma receita de cerca de US$ 2,3 trilhões (aproximadamente R$ 12 trilhões), segundo dados da Counterpoint Research.

A Apple comemora seu 50º aniversário em um momento em que a inteligência artificial (IA) desafia a empresa a mostrar que ainda é capaz de lançar uma inovação com potencial de provocar uma transformação cultural.

Steve Jobs, um gênio do marketing, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, revolucionaram a forma como as pessoas utilizam a tecnologia na era da internet e construíram uma empresa que hoje vale mais de US$ 3,6 trilhões (aproximadamente R$ 18,8 trilhões).

Os dois universitários mudaram a forma como as pessoas usam computadores, ouvem música e se comunicam, dando origem a estilos de vida que giram em torno de aplicativos de smartphones.

Os principais produtos da Apple — o Mac, o iPhone, o Apple Watch e o iPad — mantêm uma base fiel de usuários, décadas após o início da empresa, em 1º de abril de 1976, na garagem de Jobs, em Cupertino, na Califórnia.

A Apple vendeu mais de 3,1 bilhões de iPhones desde o lançamento, em 2007, gerando uma receita de cerca de US$ 2,3 trilhões (aproximadamente R$ 12 trilhões), segundo dados da Counterpoint Research.

Para o analista da Counterpoint Yang Wang, o iPhone é o produto eletrônico de consumo mais bem-sucedido da história: reformulou a comunicação humana e se tornou "um símbolo global de moda e status".

Antes do iPhone, a Apple já havia abalado o setor da informática doméstica com o Macintosh de 1984, cuja interface baseada em ícones e o uso do mouse tornaram a computação mais acessível, além de impulsionar a rivalidade entre Jobs e Bill Gates, da Microsoft.

"A Apple foi fundada sobre a ideia de que a tecnologia deveria ser pessoal, e essa crença — radical para a época — mudou tudo", afirmou o diretor-executivo da empresa, Tim Cook, em carta comemorativa publicada online.

A Apple transformou o mercado musical com o iPod e o iTunes, tornou o smartphone um produto de consumo de massa com o iPhone e levou os tablets ao grande público com o iPad.

O Apple Watch rapidamente assumiu a liderança do mercado de relógios inteligentes, apesar de ter sido lançado depois dos concorrentes.

Embora não fosse engenheiro, Jobs — que morreu em 2011, aos 56 anos — ficou conhecido por sua determinação em unir tecnologia e design para criar produtos intuitivos e simples de usar.

A Apple promoveu o Macintosh como o "computador para o resto de nós", mas foi o iPhone que realmente cumpriu essa promessa, destacou David Pogue, autor do livro "Apple: The First 50 Years".

O domínio do iPhone transformou o modelo de negócios da Apple. Como o mercado de smartphones premium é considerado saturado, Cook passou a apostar cada vez mais na venda de serviços e conteúdo digital para a base de usuários da empresa.

Um elemento central dessa estratégia é a App Store, que a Apple transformou na principal porta de entrada para softwares em seus dispositivos, cobrando comissão sobre transações, o que gerou acusações de abuso de posição dominante, investigações na Europa e decisões judiciais nos Estados Unidos para abrir a plataforma.

Nenhum país foi tão importante para a ascensão da Apple — nem tão desafiador para seu futuro — quanto a China, uma superpotência com a qual Cook estreitou laços por meio de visitas frequentes a lojas da Apple e compromissos oficiais.

Cook liderou a estratégia que transformou a China na principal base de produção dos dispositivos da Apple, onde a grande maioria dos iPhones é montada pela Foxconn e por outros fornecedores em fábricas no país.

No entanto, a empresa enfrenta pressão crescente nessas duas frentes: as tensões comerciais e as tarifas aceleraram a busca por diversificar a produção para países como Índia e Vietnã, enquanto a concorrência de rivais locais, como a Huawei, reduziu a fatia de mercado da Apple na China.

Os investidores demonstram preocupação porque a Apple parece avançar com cautela excessiva na área de inteligência artificial generativa, enquanto concorrentes como Google, Microsoft e OpenAI avançam rapidamente.

Uma atualização prometida para a assistente digital Siri sofreu atraso, algo incomum para a empresa. Além disso, em vez de apostar apenas em seus próprios engenheiros, a Apple recorreu ao Google para incorporar recursos de inteligência artificial.

Ainda assim, o foco da Apple na privacidade do usuário, aliado ao seu hardware avançado, pode ajudar a popularizar a inteligência artificial personalizada e torná-la rentável — um objetivo que ainda parece distante para boa parte do setor.

Os fones de ouvido AirPods já vêm sendo aprimorados com sensores e softwares mais inteligentes, e as lições dos óculos de realidade virtual Vision Pro podem ser aplicadas ao desenvolvimento de dispositivos com IA capazes de competir com os da Meta.

Uma pessoa usa um telefone para fotografar iPhones em exposição durante o evento da Apple. — Foto: Manuel Orbegozo/Arquivo/Reuters

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