RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 17:44

Carros Fiat Strada é o veículo mais vendido no Brasil no primeiro semestre de 2026; veja a lista Picape acumula 83.032 emplacamentos e fica à frente dos Volkswagen Polo e T-Cross. Venda de carros elétricos é três vezes maior em 2026 se comparada a 2025. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O primeiro semestre de 2026 fechou com a Fiat Strada como veículo mais vendido do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A picape alcançou a marca de 83.032 emplacamentos e ficou bem à frente do vice-líder Volkswagen Polo. O hatch, nos seis primeiros meses do ano, chegou a 54.091 unidades vendidas, e foi seguido pelo ‘irmão’ T-Cross, que teve 48.048 emplacamentos.

Fiat Strada: 83.032 unidades;Volkswagen Polo: 54.091 unidades;Volkswagen T-Cross: 48.048 unidades;Fiat Argo: 46.029 unidades;Chevrolet Onix: 45.109 unidades;Volkswagen Tera: 41.420 unidades;Hyundai HB20: 38.930 unidades;Hyundai Creta: 35.925 unidades;BYD Dolphin Mini: 35.669 unidades;Fiat Mobi: 33.492 unidades.

A ordem do pódio de mais vendidos em junho é a mesma do semestre. As diferenças são que o Volkswagen Tera aparece à frente do Chevrolet Onix no mês passado, mas está atrás no acumulado.

E, nos primeiros seis meses de 2026, só o BYD Dolphin Mini aparece como eletrificado na lista dos 10 mais vendidos. Já em junho ele aparece atrás do BYD Song.

Fiat Strada: 14.303 unidades;Volkswagen T-Cross: 11.753 unidades;Volkswagen Polo: 10.939 unidades;Fiat Argo: 9.831 unidades;Volkswagen Tera: 9.289 unidades;Chevrolet Onix: 7.972 unidades;Hyundai HB20: 6.914 unidades;BYD Song: 6.632 unidades;BYD Dolphin Mini: 6.457 unidades;Hyundai Creta: 5.533 unidades.

No primeiro semestre, a BYD lidera como a queridinha nos segmentos de híbridos e de elétricos. Nas vendas de híbridos, ela é seguida por Toyota e GWM. Já entre os elétricos, aparecem Geely e GM entre os principais concorrentes.

No acumulado do ano, a BYD mantém liderança expressiva no segmento de elétricos, com 64,45% de participação no mercado.

Entre janeiro e junho de 2026, foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país.

Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.

Há 2 horas Política Lula critica Flávio e diz que não há motivo para tarifaço antes ou depois das eleições

Há 5 minutos Política Blog da Ana FlorMulheres de direita falam em ir à Justiça nos EUA após ataques de bolsonaristas

Há 23 minutos Blog Ana Flor Valdemar diz que Michelle não quer atuar na campanha de FlávioHá 23 minutosOperação Unha e CarnePF acha lista com nomes e apura se Adilsinho pagava ‘mesada’ a políticos

Há 2 horas RJ1 Pastor Márcio Poncio é preso em operação que mira máfia do cigarroHá 2 horasDeputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 2 horasBlog do Octavio GuedesBacellar aparece em lista como ‘Barba’ e tendo recebido R$ 4 milhões de bicheiro

Há 13 minutos Blog do Octavio Guedes OCTAVIO GUEDES: Nome de Cláudio Castro aparece em listaHá 13 minutosQuartas de final bem quente 🥵🔥Sensação térmica do jogo do Brasil e Noruega poderá chegar a quase 40ºC

Há 57 minutos Jornal Hoje Copa tem 5 duelos das oitavas definidos; veja quem já se classificouHá 57 minutosVídeos curtos do g1

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Grupo de mulheres de direita ameaça acionar justiça dos EUA contra ataques nas redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 16:46

Um grupo de mulheres conservadoras que atuam na política avaliam entrar com uma ação nos Estados Unidos contra indivíduos que elas afirmam fazerem parte de um "gabinete do ódio" que vem disseminando ataques nas redes sociais.

Os ataques engrossaram os motivos para Michelle Bolsonaro gravar o vídeo divulgado na semana passada em que também critica o enteado, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No vídeo, Michelle chega a citar ataques que recebeu nas redes de pessoas que estão no exterior. A ex-primeira-dama cita um “grupo de maledicência coordenada a partir de quem está no exterior continua agindo e me atacando todos os dias. Alguns deles até continuam aparecendo em fotos com o Flávio”.

O blog ouviu duas integrantes de partidos de direita que confirmam que um advogado nos EUA já foi contactado. Elas reuniram diversos posts em redes sociais diferentes, com ataques a mulheres que atuam na política ou se posicionam publicamente sobre temas sociais.

Elas alegam que os autores são brasileiros ligados ao bolsonarismo. Um nome citado por elas é do influencer Allan dos Santos, seguidor de Olavo de Carvalho e foragido da justiça brasileira.

Os conteúdos caracterizariam calúnia, difamação e injúria, segundo elas, que podem ser considerados crimes também nos Estados Unidos.

Além de Michelle, os alvos mais frequentes são a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. Mas não apenas.

O grupo avalia incluir ataques a mulheres de esquerda também, vindas dos mesmos perfis fora do Brasil.

A reclamação já chegou ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e ao pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.

As cobranças já ultrapassaram o universo feminino. Nesta quarta-feira (1º), o deputado Marcos Feliciano fez uma postagem na rede social 'X' pedindo que Flávio Bolsonaro "coloque os galos de rinha dentro da caixa", ou perderia apoio dos evangélicos também.

Há 54 minutos Política Eleições 2006Valdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 5 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 5 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 5 horasOperação Unha e CarnePF apura se Adilsinho pagava ‘mesada’ a políticos após achar lista com nomes

Há 1 hora RJ1 OCTAVIO GUEDES: nome de Cláudio Castro aparece na listaHá 1 horaPastor Márcio Poncio é preso em operação que mira máfia do cigarroHá 1 horaDeputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 1 horaPróximo desafio 🥵🔥Sensação térmica do jogo do Brasil e Noruega pode chegar a quase 40ºC

Há 53 minutos Mundo VÍDEO: socorristas salvam venezuelano soterrado após 8 diasHá 53 minutosBlog da Sandra Cohen Venezuela impõe cerco militar em zona de desastre e intimida voluntários

Há 4 horas Blog da Sandra Cohen Postagem polêmicaTrump posta vídeo de IA em que aparece como médico ‘curando’ opositores

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ministro diz que ‘atropelos’ atrapalham negociações com EUA sobre tarifas, mas que ‘corre contra o tempo’ por consenso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 15:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,207-0,05%Dólar TurismoR$ 5,410-0,17%Euro ComercialR$ 5,9530,43%Euro TurismoR$ 6,2010,34%B3Ibovespa172.224 pts0,31%Oferecido por

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta quinta-feira (2) que alguns “atropelos” provocados por terceiros têm atrapalhado as negociações entre o Brasil e os Estados Unidos em torno do tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump.

Mas acrescentou que a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é que o governo “nunca” abandone a mesa de negociação, deixando questões ideológicas de lado.

Elias Rosa deu a declaração durante entrevista no Rio de Janeiro, onde cumpriu agenda. Ele foi questionado sobre uma conversa que teve nesta quinta com o representante do escritório comercial da Casa Branca, Jamieson Greer, para tentar reverter o tarifaço.


O prazo dado pela Casa Branca é 15 de julho, por isso, avaliou o ministro, o governo brasileiro “corre contra o tempo” para tentar um consenso com os norte-americanos.

“Todas as vezes em que nós caminhamos positivamente parece que surge algum empecilho ou atropelo e nós precisamos superar. […] O presidente Lula esteve com o presidente Trump na Malásia, depois daquele encontro na ONU, depois tivemos seguidos encontros, vários telefonemas, e sempre foram muito positivos”, declarou o ministro.

“Os exemplos podem ser a ordem executiva de julho do ano passado, que anuncia a necessidade de interferir no julgamento do Supremo Tribunal Federal, sob pena de imposição de tarifa de 40% mais aquela de 10%; a publicação, por quem estava nos Estados Unidos, um ex-deputado federal se dizendo autor ou patrocinador do tarifaço de encomenda. Ao mesmo tempo, aqui no Brasil, alguém celebrando nas redes sociais o fato de ter sido imposta. Essas pessoas sempre dificultam muito o trabalho”, afirmou.

O governo Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O presidente, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "traidores da pátria".

No ano passado, quando a gestão Trump estabeleceu uma tarifa de 50% contra produtos brasileiros, Eduardo Bolsonaro agradeceu publicamente o presidente dos EUA pela medida.

Para o ministro, esses comportamentos citados por ele na entrevista “poluem o diálogo” entre os negociadores do Brasil e dos Estados Unidos porque levam “à mesa” de negociação “questões que não deveriam estar”.

“Não cabem na mesa de negociação da economia, do comércio bilateral, questões ideológicas, eleitoreiras, pessoalmente oportunistas, isso não tem cabimento”, disse o ministro.

“Então, a gente também tem que enfrentar essa questão. Estamos enfrentando com a serenidade que o tema exige. Em cada uma dessas reuniões, temos avançado um pouco. Mas volto a dizer, o tempo conspira contra. Temos que chegar até 15 de julho com um acordo”, acrescentou Márcio Elias Rosa.

Sob reserva, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizem que não acreditam mais em uma reversão completa do tarifaço.

Afirmam que o governo vai tentar esgotar as negociações, como tem orientado o presidente Lula, mostrando os números do comércio entre os dois países e apresentando argumentos técnicos.

Mas a avaliação é que a decisão do USTR tem motivações políticas e não técnicas, assim, dizem avaliar que, no máximo, pode haver alguma exceção ou eventual redução de taxa, mas não a reversão completa da medida.

Segundo esses integrantes do Palácio do Planalto, há uma "linha de diálogo" entre os dois governo, que deve ser mantida, com reuniões entre representantes dos presidentes Lula e Donald Trump.

No Ministério das Relações Exteriores, integrantes da diplomacia brasileira dizem que os documentos do USTR demonstram como a investigação com base na seção 301 tem caráter político e não técnico nem comercial.

Segundo relatos à GloboNews, os documentos recebidos pelo Itamaraty relativos à alegações iniciais, de julho de 2025, são "praticamente iguais" aos da recomendação final, de junho de 2026.

Isso mostra, para integrantes do Itamaraty, que todos os argumentos técnicos apresentados aos EUA ao longo do último ano pelos negociadores brasileiros foram desconsiderados, como os números que demonstram a queda no desmatamento no governo Lula em comparação com o governo Bolsonaro.

Uma delegação brasileira, formada por integrantes das áreas econômica e ambiental do Itamaraty, por exemplo, chegou a ir a Washington para apresentar esses dados, e o entendimento da diplomacia é que todos os questionamentos foram respondidos com dados, mas acabaram ignorados.

Márcio Fernando Elias Rosa, atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) — Foto: Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços / Divulgação

Há 53 minutos Política PIX, redes… O que o Brasil respondeu ao governo Trump para evitar taxação

Há 5 horas Política Brasil nega que PIX favoreça empresas americanasHá 5 horasValdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 4 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 4 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 4 horasVídeos curtos do g1

Há 4 horas Rio Grande do Norte Voz marcante do forró passou por diversas bandasHá 4 horasBandas e artistas prestam homenagens a Neto AraújoHá 4 horas20 hits em 20 anos 🎶🗓️’Lepo Lepo’: o hino contra o capitalismo que desafiou a era da ostentação

Há 22 minutos Música Postagem polêmicaTrump posta vídeo de IA em que aparece como médico ‘curando’ opositores

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Flávio vê fortalecimento de Lula em ano eleitoral e pede aos EUA adiamento de tarifas contra Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 15:45

Política Flávio vê fortalecimento de Lula em ano eleitoral e pede aos EUA adiamento de tarifas contra Brasil Sugestão de adiamento das taxas para depois das eleições foi enviada ao Escritório de Comércio dos EUA. Em 2025, Eduardo Bolsonaro agradeceu a Trump após o tarifaço. Para Flávio, Lula cresce politicamente com o embate travado com autoridades norte-americanas. Por Ana Clara Alves, Gustavo Garcia, TV Globo e g1 — Brasília

O senador Flávio Bolsonaro pediu ao governo dos Estados Unidos o adiamento, por 180 dias, de novas tarifas de 25% sobre exportações brasileiras.

No documento enviado nesta quarta-feira (1º), o parlamentar argumenta que as tarifas podem fortalecer politicamente o governo Lula no ano eleitoral.

O governo brasileiro também enviou resposta aos Estados Unidos nesta quarta-feira (1º). Mauro Vieira afirmou que as práticas do país não são discriminatórias.

Enquanto Lula atribui as ameaças à família Bolsonaro, um grupo de trabalho governamental participou de negociações nesta quinta-feira (2).

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou uma manifestação ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) em que pede o adiamento, por 180 dias, da aplicação, por parte do governo norte-americano, de novas tarifas contra exportações brasileiras. Flávio pede, portanto, um adiamento das taxas de 25% para depois das eleições presidenciais no Brasil.

No documento de 86 páginas, o político do PL diz que o tarifaço aplicado pelos Estados Unidos anteriormente não surtiu efeitos positivos e não mudou o comportamento das autoridades brasileiras.

Para o senador, as investidas tarifárias da gestão Trump contra o Brasil tem, ao contrário, fortalecido politicamente, em um ano eleitoral, o governo Lula, que tem enquadrado as ações no campo econômico como ataques à soberania nacional.

"Pesquisas de opinião pública brasileiras mostram que a posição eleitoral do atual governo se fortaleceu precisamente durante os períodos em que a pressão tarifária dos EUA foi mais evidente", afirma um trecho do documento de Flávio.

"As tarifas propostas recompensariam o atual governo brasileiro pela própria estratégia que tem adotado: obstruir negociações sérias, provocar retaliações e, em seguida, converter essa retaliação em uma vitória política interna. Pior ainda, os custos recairiam sobre a economia americana e sobre os brasileiros mais comprometidos com o relacionamento construtivo com os EUA", diz outra parte da carta.

O presidente Lula tem atribuído as ameaças tarifárias dos EUA a articulações da família Bolsonaro, sobretudo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, contra instituições brasileiras. O petista, inclusive, já chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "traidores da pátria".

No ano passado, quando a gestão Trump estabeleceu uma tarifa de 50% contra produtos brasileiros, Eduardo Bolsonaro agradeceu publicamente o presidente dos EUA pela medida.

"Obrigado, presidente Donald J. Trump. Espero que as autoridades brasileiras agora tratem esses assuntos com a seriedade que merecem. O Brasil não pode — e não vai — se tornar outra Venezuela, Cuba ou Nicarágua. Deus abençoe os Estados Unidos, Deus abençoe o Brasil", escreveu Eduardo em julho de 2025.

No documento, encaminhado nesta quarta-feira (1º), Flávio se apresenta como pré-candidato do PL à Presidência da República e lembra que se reuniu recentemente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e como o secretário de Estado, Marco Rubio, para tratar das tarifas.

Na carta, o parlamentar se refere à investigação "Seção 301" da Lei de Comércio de 1974, sobre atos e práticas do Brasil relacionados a comércio digital (PIX), tarifas, corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento.

Com base nessa investigação, o USTR propôs novas tarifas contra produtos brasileiros a serem aplicadas nas próximas semanas.

🔎Essa legislação permite a adoção de medidas comerciais quando um país considera que práticas de outro governo são injustas e prejudicam empresas americanas.

Em outra frente, o governo do presidente Lula também enviou nesta quarta uma resposta à investigação dos norte-americanos.

No documento, assinado pelo ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores), o Brasil afirma que o USTR não comprovou que atos, políticas ou práticas brasileiras sejam discriminatórios ou imponham barreiras ao comércio dos Estados Unidos.

Para o pré-candidato do PL ao Palácio do Planalto, uma saída para o impasse entre os dois países poderia ser a suspensão, com um prazo de 180 dias, extensível por mais 90 dias caso haja progresso nas negociações, com o retorno automático das tarifas caso o governo brasileiro não se engaje, de boa-fé, nas negociações.

"O governo atual teria esse período para se engajar em negociações de boa-fé, sem a perspectiva de dividendos eleitorais, ou enfrentaria as consequências da retomada dessas ações. Esse mesmo período daria à oposição no Congresso o tempo e a legitimidade para pressionar o governo atual a intensificar seus próprios esforços de negociação de boa-fé", afirma Flávio.

"No caso de uma vitória da oposição, o presidente eleito nomearia imediatamente um negociador para conduzir as negociações adiante, também de boa-fé", completa o parlamentar.

Apesar das afirmações do senador do PL, o governo brasileiro montou um grupo, composto por políticos, economistas e diplomatas, para tratar das tarifas com autoridades dos Estados Unidos.

Esse grupo de trabalho já participou de quatro rodadas de negociações com os norte-americanos. A reunião mais recente ocorreu nesta quinta-feira (2).

Flávio também apresenta outros argumentos para defender a suspensão da aplicação de novas tarifas contra produtos brasileiros, como:

custos para os EUA: o senador aponta que as tarifas prejudicam a economia americana, citando que os EUA possuem um superávit comercial com o Brasil, que empresas americanas são os maiores investidores estrangeiros no país e que a retaliação brasileira afetaria exportadores e consumidores americanos. outras alternativas: Flávio sugere que, em vez de tarifas generalizadas, os EUA possuem ferramentas mais eficazes e direcionadas, como sanções financeiras e restrições de visto baseadas na estrutura da Lei Magnitsky para alcançar os responsáveis específicos pelas práticas contestadas pelos norte-americanos, sem punir a população e o setor produtivo brasileiro como um todo. Para Flávio, a sociedade e o setor produtivo do Brasil não apoiam, em sua maioria, a postura do governo Lula em relação aos Estados Unidos. remédio inadequado: o parlamentar diz reconhecer preocupações legítimas dos EUA em alguns pontos, mas contesta a ideia de tarifas "cegas" como remédio adequado para a resolução desses problemas.

Flávio Bolsonaro se encontrou com Trump na Casa Branca no final de maio — Foto: Reprodução/Instagram/@FlavioBolsonaro via BBC

Há 1 hora Política Eleições 2006Valdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 4 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 4 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 4 horasOperação Unha e CarnePF apura se Adilsinho pagava ‘mesada’ a políticos após achar lista com nomes

Há 7 minutos RJ1 OCTAVIO GUEDES: nome de Cláudio Castro aparece na listaHá 7 minutosPastor Márcio Poncio é preso em operação que mira máfia do cigarroHá 7 minutosDeputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 7 minutosR$ 20 mil em jogoMPT vai apurar reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio

Há 4 horas Trabalho e Carreira Caça na privada e prêmio de R$ 20 mil: como é reality criado pela ex-BBBHá 4 horasVídeos curtos do g1

Há 3 minutos Mundo VÍDEO: socorristas salvam venezuelano soterrado após 8 diasHá 3 minutosSANDRA COHEN: Venezuela impõe cerco militar em zona de desastre e intimida voluntáriosHá 3 minutosÍcone dos anos 80 e 90Ator de ‘Jaspion’ morre aos 64 anos, diz site; colegas lamentam

Há 4 horas Pop & Arte Hit nos anos 80 e 90, Jaspion está no streaming; vejaHá 4 horasBrasil tem 53 pessoas chamadas JaspionHá 4 horasLuto na músicaMorre Neto Araújo, ex-Cavaleiros do Forró e vocalista da Collo de Menina

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Venda de carros elétricos no Brasil é três vezes maior em 2026 quando comparada a 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 14:46

Carros Venda de carros elétricos no Brasil é três vezes maior em 2026 quando comparada a 2025 Mercado brasileiro saltou de 30 mil carros elétricos nos primeiros seis meses de 2025 para mais de 90 mil neste ano. Venda de híbridos cresceu 85% na mesma comparação. Por Redação g1

Entre janeiro e junho de 2026, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados no Brasil 90.470 carros elétricos. Um aumento de 196% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidos 30.534 elétricos no país.

Comparado ao mês anterior, junho de 2026 mostrou um aumento de 0,84% nos emplacamentos de veículos 100% elétricos. Comparado ao mesmo mês de 2025, o aumento este ano foi de 258%.

Embora os volumes ainda não sejam tão grandes quanto os demais, os elétricos vêm ampliando sua participação no mercado interno, de forma consistente”, analisa Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.

Os veículos híbridos também mostram crescimento. Nos primeiros seis meses de 2026 foram vendidos no Brasil 154.472 veículos híbridos, um salto de 85% ante os 83.468 híbridos vendidos no primeiro semestre de 2025.

Em relação a maio, o mês de junho deste ano mostrou aumento de 8,9% nas vendas de híbridos. Em relação a junho de 2025, os emplacamentos aumentaram 116%.

“Os carros híbridos têm tido uma aceitação expressiva no mercado nacional e representam o maior volume entre os eletrificados”, disse Arcelio Junior.

Há 4 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 4 horasEleições 2026Flávio pede aos EUA adiamento de tarifaço dizendo que Lula está fortalecido

Há 4 horas Política Brasil nega que PIX favoreça empresas americanasHá 4 horasValdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 3 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 3 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 3 horasR$ 20 mil em jogoMPT vai apurar reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio

Há 3 horas Trabalho e Carreira Postagem polêmicaTrump posta vídeo de IA em que aparece como médico ‘curando’ opositores

Há 56 minutos Mundo De onde vieram os mais de US$ 1 bilhão declarados por TrumpHá 56 minutosCrime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo deve elevar projeção de inflação em 2026 sob impacto do El Niño, diz secretária

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2140,08%Dólar TurismoR$ 5,415-0,08%Euro ComercialR$ 5,9640,61%Euro TurismoR$ 6,2090,46%B3Ibovespa172.295 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,2140,08%Dólar TurismoR$ 5,415-0,08%Euro ComercialR$ 5,9640,61%Euro TurismoR$ 6,2090,46%B3Ibovespa172.295 pts0,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,2140,08%Dólar TurismoR$ 5,415-0,08%Euro ComercialR$ 5,9640,61%Euro TurismoR$ 6,2090,46%B3Ibovespa172.295 pts0,35%Oferecido por

O Ministério da Fazenda deve aumentar sua previsão oficial para a inflação de 2026. A expectativa é que os preços subam mais do que o estimado em maio, quando a projeção era de 4,5%, principalmente por causa dos efeitos do fenômeno climático El Niño. A informação foi dada nesta quarta-feira (2) pela secretária de Política Econômica da pasta, Débora Freire.

Em entrevista ao portal Jota, a secretária afirmou que o governo agora tem mais certeza de que o El Niño será intenso. Com isso, a desaceleração da inflação esperada para o segundo semestre deste ano deve ser menor do que o previsto.

"A gente já esperava um El Niño mais agressivo, mas agora esse cenário está se consolidando de forma mais robusta. Então, devido a isso, a gente entende que há um risco, há um vetor altista para a inflação neste ano", disse.

Segundo Freire, a nova projeção deve ficar acima do teto da meta de inflação do Banco Central, de 4,5%, mas ainda abaixo da estimativa do mercado. Nesta semana, o boletim Focus do Banco Central apontou uma expectativa de inflação de 5,33% para 2026.

A secretária também disse que a Fazenda, por enquanto, mantém a previsão de crescimento da economia brasileira neste ano. A projeção divulgada em maio é de alta de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede tudo o que o país produz em bens e serviços.

Ela ressaltou, no entanto, que os números ainda estão sendo revisados e poderão ser ajustados antes da divulgação oficial, prevista para este mês.

Freire acrescentou que os juros mais altos nas principais economias do mundo tornam mais difícil o crescimento da economia brasileira em 2027. Segundo ela, a expectativa de uma taxa Selic maior do que a prevista anteriormente também pode reduzir o ritmo da atividade econômica.

Sobre as contas públicas, a secretária afirmou que o arcabouço fiscal, conjunto de regras que limita o crescimento dos gastos do governo, está cumprindo seu papel de melhorar as finanças públicas de forma gradual.

"Nossa expectativa é que o arcabouço fiscal faça a convergência da dívida pública no médio prazo, não no próximo ano", afirmou.

Ela reconheceu, porém, que ainda há desafios. Entre eles, citou a necessidade de controlar o crescimento das despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios, dentro do limite de aumento real de 2,5% ao ano previsto pelo arcabouço fiscal. Também destacou a importância de ampliar a formalização dos trabalhadores, o que aumenta a arrecadação de contribuições para a Previdência.

Há 3 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 3 horasEleições 2026Valdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 2 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 2 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 2 horasChapa Caiado-Kassab não tem apoio do PSD nos 4 maiores colégios eleitorais

Há 8 horas Eleições 2026 Renan Santos anuncia Aroldo Medina como viceHá 8 horasVeja presidenciáveis que ainda não definiram viceHá 8 horasR$ 20 mil em jogoMPT vai apurar reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio

Há 2 horas Trabalho e Carreira Ponto a pontoPIX, redes… O que o Brasil respondeu aos EUA para evitar tarifaço de 25%

Há 3 horas Política Brasil nega que PIX favoreça prejudique empresas americanasHá 3 horasCrime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

Há 7 horas Minas Gerais Mulher roubou relógios, braceletes de ouro e celulares das vítimasHá 7 horasSuspeita acumulava dívidas com apostasHá 7 horasZona Leste de SPSuspeito de participação em ataque a PM irmão de Eloá é morto pela polícia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Café dos Perdedores’: cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 13:46

Mundo 'Café dos Perdedores': cafeteria oferece bebida grátis para consolar torcedores de seleções eliminadas da Copa do Mundo Ação criada na Cidade do México, uma das sedes do mundial de 2026, aposta no bom humor para amenizar a frustração da derrota. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas". Por Reuters

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Enquanto milhares de mexicanos comemoravam a classificação da seleção para as oitavas de final da Copa do Mundo, uma cafeteria na Cidade do México seguia na contramão da festa. Na porta, a bandeira do Equador permanecia hasteada como forma de receber justamente quem deixou o Mundial pelo caminho.

O Losers Cafe ("Café dos Perdedores", em tradução livre), no bairro de Condesa, foi criado para acolher torcedores das seleções eliminadas. A proposta é simples: quem aparece vestindo a camisa de um time derrotado ganha uma bebida gratuita e encontra um ambiente pensado para transformar a frustração em bom humor.

Todos os dias, pequenas bandeiras das seleções que deram adeus ao torneio são colocadas na entrada da cafeteria. No interior do estabelecimento, até os guardanapos entram na brincadeira, com a mensagem: "seque suas lágrimas".

Foi ali que a fotógrafa Monse Aguilar, de 24 anos, torcedora da África do Sul, encontrou um pouco de conforto depois da derrota por 1 a 0 para o Canadá, resultado que eliminou sua seleção da Copa.

"É como um abraço para o coração depois de perder", disse ela enquanto tomava a bebida oferecida pela casa.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

A iniciativa surgiu de uma campanha da marca sueca de alternativas lácteas Oatly, que convidou Ian Infante, proprietário do tradicional Compay Café, para transformar temporariamente o estabelecimento no Losers Cafe durante a Copa do Mundo.

Como imigrante, afirmou compreender o sentimento deixado por uma derrota esportiva e viu na ideia uma forma de criar um espaço de acolhimento para torcedores que, muitas vezes, deixam de fazer parte da festa após a eliminação de suas seleções.

"As pessoas diziam: 'Eu não sou um perdedor'. Mas, quando explicávamos o conceito, elas passavam a enxergar a iniciativa com humor e se sentiam mais conectadas umas às outras", contou.

Cafeteria na Cidade do México se torna refúgio para quem sofreu com Copa do Mundo — Foto: Reuters

Segundo Rocio de la Cuadra Diaz, desenvolvedora de mercado da Oatly no México, a campanha foi lançada na capital mexicana — e não em cidades dos Estados Unidos ou do Canadá, que também recebem partidas da Copa — por causa do crescimento da marca na América Latina e do senso de humor dos mexicanos.

"A ideia de criar um café para perdedores no México fez sentido porque quase sempre perdemos", afirmou.

A brincadeira, porém, ganhou um novo contexto. Depois de conquistar sua primeira vitória em um mata-mata de Copa do Mundo em 40 anos, o México voltou a sonhar alto no torneio.

Agora, os torcedores do El Tri esperam repetir o feito diante da Inglaterra nas oitavas de final. E, se a eliminação vier, eles já sabem onde encontrar um café — e um pouco de consolo.

Simulador da Copa do Mundo 2026Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogosRESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo

Há 3 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e diz que o pai é inocenteHá 3 horasEleições 2026Valdemar diz que Michelle não quer participar da campanha de Flávio e pode desistir do Senado

Há 2 horas Eleições 2026 no Rio Grande do Sul VALDO: Ao sair da defensiva, Michelle vence guerra do engajamentoHá 2 horas🎧 O ASSUNTO: o lugar da mulher na política bolsonarista e no PLHá 2 horasChapa Caiado-Kassab não tem apoio do PSD nos 4 maiores colégios eleitorais

Há 8 horas Eleições 2026 Renan Santos anuncia Aroldo Medina como viceHá 8 horasVeja presidenciáveis que ainda não definiram viceHá 8 horasR$ 20 mil em jogoMPT vai apurar reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio

Há 2 horas Trabalho e Carreira Ponto a pontoPIX, redes… O que o Brasil respondeu aos EUA para evitar tarifaço de 25%

Há 3 horas Política Brasil nega que PIX favoreça prejudique empresas americanasHá 3 horasCrime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

Há 7 horas Minas Gerais Mulher roubou relógios, braceletes de ouro e celulares das vítimasHá 7 horasSuspeita acumulava dívidas com apostasHá 7 horasZona Leste de SPSuspeito de participação em ataque a PM irmão de Eloá é morto pela polícia

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Adolescente acusa redes sociais de causar depressão; TikTok fecha acordo antes do julgamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 12:46

Mundo Adolescente acusa redes sociais de causar depressão; TikTok fecha acordo antes do julgamento O adolescente afirma que anos de uso compulsivo das plataformas contribuíram para depressão, ansiedade e pensamentos suicidas. O caso pode influenciar milhares de processos semelhantes nos Estados Unidos. Por France Presse — São Francisco

O TikTok fez um acordo para encerrar uma ação movida por um adolescente poucas semanas antes de a empresa enfrentar um julgamento considerado importante para definir a responsabilidade das redes sociais por danos à saúde mental causados pela dependência de suas plataformas.

O adolescente de 15 anos, da Flórida, identificado apenas pelas iniciais R.K.C., acusa quatro empresas de terem prejudicado sua saúde mental. Em 23 de junho, ele já havia chegado a um acordo com o YouTube. Já a Meta e o Snapchat continuam como rés no processo, cujo julgamento está previsto para começar em 27 de julho.

"Podemos confirmar que foi alcançado um acordo em princípio com o TikTok", informou nesta quarta-feira (1º) à AFP o escritório Morgan & Morgan, que representa o adolescente. Os termos do acordo não foram divulgados.

O TikTok também já havia encerrado, em janeiro, outro processo semelhante – o primeiro desse tipo envolvendo a empresa.

O julgamento, que será realizado em um tribunal de Los Angeles, é considerado mais um marco para definir como poderão evoluir milhares de ações relacionadas à dependência de redes sociais nos Estados Unidos.

Segundo a ação, anos de uso compulsivo das plataformas contribuíram para que o adolescente desenvolvesse graves problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e pensamentos suicidas. Ele afirma que ainda está em tratamento.

Após o acordo com o YouTube, os advogados do Morgan & Morgan afirmaram que as empresas de redes sociais "vêm há anos elaborando estratégias para fisgar crianças desde cedo e maximizar seu uso, por meio de recursos como reprodução automática e rolagem infinita, tudo com o objetivo de aumentar seus lucros às custas da saúde mental de nossos jovens".

Em março, um júri de Los Angeles determinou que a Meta e o Google, controlador do YouTube, pagassem US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,23 milhões) a outra jovem. Na ocasião, TikTok e Snap também encerraram o caso por meio de acordos antes do julgamento, sem admitir responsabilidade.

Em maio, Meta, Snap, TikTok e YouTube aceitaram pagar cerca de US$ 27 milhões (R$ 140,55 milhões) a um distrito escolar de Kentucky para evitar outro julgamento. O processo é considerado um teste para cerca de 1.200 ações semelhantes movidas por distritos escolares em todo o país.

Além disso, em outro processo que pode ir a julgamento em agosto, em Oakland, mais de 30 estados norte-americanos processam a Meta por acusações semelhantes.

Há 7 horas Eleições 2026 Renan Santos anuncia Aroldo Medina como viceHá 7 horasVeja presidenciáveis que ainda não definiram viceHá 7 horas150 horas de resgateVÍDEO: socorristas salvam venezuelano soterrado havia 8 dias após terremotos

Há 2 horas Mundo Quanto tempo é possível sobreviver sob os escombros?Há 2 horasBlog da Sandra Cohen Venezuela impõe cerco militar em área de terremoto e dificulta ajuda

Há 2 minutos Blog da Sandra Cohen Trabalho e CarreiraMPT abre apuração sobre reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio de R$ 20 mil

Ministério do Trabalho também abriu procedimento para apurar se houve infração à lei trabalhista.

Há 41 minutos Trabalho e Carreira Ponto a pontoPIX, redes… O que o Brasil respondeu aos EUA para evitar tarifaço de 25%

Há 2 horas Política Brasil nega que PIX favoreça prejudique empresas americanasHá 2 horasOperação Unha e CarnePastor Márcio Poncio é preso em operação que mira a Máfia do Cigarro

Há 2 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e garante que o pai é inocenteHá 2 horasBlog do Octavio GuedesPF acha lista que cita doação de R$ 3,2 milhões de Adilsinho a Castro

Há 4 minutos Blog do Octavio Guedes Crime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pilotos de F1 vão acelerar karts de Lego em Silverstone; veja como carrinhos foram montados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 12:46

Carros Pilotos de F1 vão acelerar karts de Lego em Silverstone; veja como carrinhos foram montados Cada kart foi feito com mais de 28 mil peças e pesa cerca de 280 kg, sendo 65 kg somente de blocos de montar. Os 22 carrinhos têm motor elétrico e bateria e têm velocidade máxima de 25 km/h. Por Redação g1

Pilotos de F1 vão acelerar karts de Lego antes do GP de Silverstone 2026 — Foto: Divulgação / Lego

A Lego montou 22 karts para o desfile dos pilotos de Fórmula 1 no GP de Silverstone no próximo domingo (5). Cada um dos carrinhos usa 28 mil peças e tem motor elétrico para chegar até 25 km/h.

"Sempre ouvimos nossos fãs, e ficou claro, durante o desfile dos pilotos no Grande Prêmio de Miami de 2025, que tanto os fãs quanto os pilotos queriam mais", afirmou Julia Goldin, diretora de Produto e Marketing do Grupo Lego.

Se carros de corrida são conhecidos pela leveza, o mesmo não dá para dizer sobre os karts feitos de Lego. Cada carrinho pesa 280 kg, sendo que 65 kg são só de peças do brinquedo de montar.

Os karts foram criados por 20 especialistas em design e precisaram de 6.400 horas de mão de obra para serem concluídos. Cada kart usa as cores e desenhos inspirados nas carrocerias dos modelos de F1.

Recentemente outro carro Lego mais complexo chamou a atenção. Uma réplica em tamanho real do Koenigsegg Sadair's Spear, com carroceria construída inteiramente com peças de Lego, atingiu a velocidade de 111 km/h. O veículo pesa 1.800 kg e registrou na pista de Goodwood, Inglaterra, o recorde de modelo montável mais rápido já feito pela empresa de brinquedos dinamarquesa.

O projeto foi executado pela equipe de modelistas da Lego em Kladno, na República Tcheca, e precisou de mais de 9,4 mil horas de mão de obra para ser concluído.

O veículo foi feito com cerca de 327 mil peças da linha Technic, que correspondem a 400 kg do veículo, e montado sobre um chassi de metal customizado com gaiola de proteção nos padrões de segurança da Federação Internacional do Automóvel (FIA).

A construção utiliza rodas de fibra de carbono originais da Koenigsegg, pneus da Pirelli, suspensão real e freios a disco de competição.

Koenigsegg Sadair’s Spear feito de Lego na escala 1:1 bate recorde de velocidade — Foto: Divulgação / Lego

Para alcançar a velocidade recorde e superar os modelos anteriores da marca, o veículo foi equipado com um motor elétrico que traciona as rodas traseiras, substituindo o motor V8 biturbo original de 1.603 cavalos do modelo real.

A réplica também inclui o sistema automatizado da montadora sueca, que permite abrir simultaneamente as portas, o capô e a tampa do motor. Essa forma de acessar o carro é algo característico da Koenigsegg.

Diversas partes do veículo foram adaptadas com peças incomuns da marca, como componentes de naves de Star Wars nos faróis dianteiros, janelas de trens de brinquedo nas lanternas traseiras e aros de rodas da linha Ninjago para simular os amortecedores do carro real.

O lançamento do megacarro em tamanho real ocorreu em conjunto com o anúncio de uma versão comercial menor do Koenigsegg Sadair's Spear em escala 1:8.

O kit voltado para o público adulto possui 4.104 peças e reproduz as funções mecânicas do veículo original, incluindo o motor de pistões V8 funcionais e a transmissão de nove marchas.

Há 7 horas Eleições 2026 Renan Santos anuncia Aroldo Medina como viceHá 7 horasVeja presidenciáveis que ainda não definiram viceHá 7 horas150 horas de resgateVÍDEO: socorristas salvam venezuelano soterrado havia 8 dias após terremotos

Há 2 horas Mundo Quanto tempo é possível sobreviver sob os escombros?Há 2 horasBlog da Sandra Cohen Venezuela impõe cerco militar em área de terremoto e dificulta ajuda

Há 2 minutos Blog da Sandra Cohen Trabalho e CarreiraMPT abre apuração sobre reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio de R$ 20 mil

Ministério do Trabalho também abriu procedimento para apurar se houve infração à lei trabalhista.

Há 41 minutos Trabalho e Carreira Ponto a pontoPIX, redes… O que o Brasil respondeu aos EUA para evitar tarifaço de 25%

Há 2 horas Política Brasil nega que PIX favoreça prejudique empresas americanasHá 2 horasOperação Unha e CarnePastor Márcio Poncio é preso em operação que mira a Máfia do Cigarro

Há 2 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e garante que o pai é inocenteHá 2 horasBlog do Octavio GuedesPF acha lista que cita doação de R$ 3,2 milhões de Adilsinho a Castro

Há 4 minutos Blog do Octavio Guedes Crime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Reality de Viih Tube que daria R$ 20 mil a funcionário vira alvo do MPT; veja os direitos dos trabalhadores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/07/2026 12:46

Trabalho e Carreira Reality de Viih Tube que daria R$ 20 mil a funcionário vira alvo do MPT; veja os direitos dos trabalhadores Especialistas explicam quando um empregador pode usar a imagem de funcionários, se a participação pode ser recusada e quais são os limites previstos na legislação trabalhista. Programa saiu do ar. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Reality "As Patroas", de Viih Tube e Eliezer, em que 11 funcionários disputariam R$ 20 mil, foi retirado do ar após críticas nas redes sociais e virou alvo de um procedimento do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Especialistas afirmam que transformar a relação entre empregador e empregado em conteúdo de entretenimento pode gerar discussões sobre uso de imagem, voluntariedade, jornada de trabalho, assédio moral e danos morais.

Segundo advogada ouvida pelo g1, a participação dos funcionários deve ser voluntária, remunerada e prevista em contrato específico, separado do vínculo empregatício.

O trabalhador pode recusar ou desistir da participação sem sofrer prejuízos na relação de trabalho. Caso haja exposição vexatória ou abusiva, o empregador pode ser responsabilizado judicialmente.

"Esse é o reality, literalmente, da nossa casa." Foi assim que Viih Tube anunciou, nas redes sociais, o reality "As Patroas", programa em que 11 funcionários da influenciadora e ex-BBB e de seu marido, Eliezer, disputariam um prêmio de R$ 20 mil.

O primeiro episódio foi publicado na terça-feira (30) no canal da influenciadora no YouTube e nas redes sociais do casal. Menos de 24 horas depois, o conteúdo foi retirado do ar após uma série de críticas relacionadas à exposição da relação entre empregadores e empregados.

A repercussão levou o Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo a abrir um procedimento para apurar o caso. Em nota enviada ao g1, o órgão informou que "tomou conhecimento da atividade anunciada pela influenciadora por meio da imprensa e abriu procedimento para apurar os fatos".

O caso também motivou uma manifestação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Sem citar diretamente os influenciadores, o tribunal publicou nas redes sociais que expor trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes ou constrangedoras pode caracterizar assédio moral.

"A Constituição Federal protege a dignidade da pessoa humana, e a Justiça do Trabalho reconhece a responsabilização por condutas abusivas. Humilhação não é entretenimento. No ambiente de trabalho, inclusive no doméstico, respeito é dever", afirmou o TST.

O g1 procurou Viih Tube e Eliezer para pedir um posicionamento sobre o caso, mas não havia recebido resposta até a publicação desta reportagem.

A reportagem também entrou em contato com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para saber se o órgão recebeu alguma denúncia relacionada ao programa ou se pretende analisar o caso sob a ótica da legislação trabalhista. Não houve retorno.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) também foi procurado. O g1 questionou se a Justiça do Trabalho já analisou ações envolvendo situações semelhantes, em que a relação de trabalho é transformada em conteúdo de entretenimento, e qual é o entendimento do tribunal sobre esse tipo de iniciativa. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.

A repercussão do reality levantou uma discussão sobre os limites legais quando a relação de trabalho se transforma em entretenimento.

Afinal, até onde um empregador pode expor seus funcionários? É possível exigir a participação? Um termo de uso de imagem é suficiente? E se o trabalhador desistir das gravações?

Para a advogada trabalhista Paula Borges, especialista em Direito do Trabalho do Ferraz dos Passos Advocacia e Consultoria, o caso envolve duas relações distintas: o contrato de trabalho e a participação em um produto de entretenimento.

Segundo ela, o vínculo empregatício, por si só, não autoriza a exploração comercial da imagem do trabalhador.

De acordo com a especialista, um simples termo de autorização de uso de imagem não é suficiente para viabilizar esse tipo de iniciativa.

Segundo ela, seria necessário um contrato específico, separado do vínculo empregatício, prevendo a participação no reality, remuneração pelo uso da imagem, consentimento livre e informado do trabalhador e o cumprimento das regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Além disso, a participação deve ser efetivamente voluntária. "A atividade não faz parte das funções para as quais o trabalhador foi contratado. Por isso, a recusa não pode gerar punições, perda de benefícios ou até uma demissão. Qualquer consequência negativa na relação de emprego é ilegal", afirma.

Na avaliação da advogada, esse é justamente um dos pontos mais delicados do caso. "Na relação de trabalho, o funcionário pode sentir que precisa aceitar o convite por medo de desagradar o empregador ou sofrer alguma consequência, mesmo que ninguém faça uma ameaça direta. Por isso, a decisão de participar precisa ser realmente livre e sem qualquer tipo de pressão", completa.

Paula Borges afirma que o trabalhador pode desistir da participação a qualquer momento, já que o direito à imagem é um direito da personalidade e sua autorização pode ser revogada. Ela acrescenta que, caso o conteúdo exponha o funcionário a situações humilhantes ou constrangedoras, o empregador poderá responder judicialmente.

"A Justiça do Trabalho já possui entendimento consolidado de que obrigar empregados a participar de vídeos, brincadeiras ou situações potencialmente vexatórias extrapola os limites do poder diretivo do empregador e pode gerar indenização por danos morais", afirma.

A advogada também chama atenção para o tempo dedicado às gravações. Se a participação ocorrer fora da jornada de trabalho e houver controle do empregador ou obrigatoriedade de comparecimento, esse período poderá ser considerado tempo à disposição da empresa e deverá ser remunerado.

Segundo ela, o empregador também pode ser responsabilizado pelos impactos decorrentes da exposição pública dos trabalhadores, como ataques nas redes sociais.

"Ao expor o empregado para um público amplo com finalidade comercial, o empregador assume um risco previsível. Se essa exposição causar danos à imagem ou à dignidade do trabalhador, pode haver responsabilização civil", explica.

Antes de aceitar participar de um reality promovido pelo próprio empregador, a especialista recomenda que o trabalhador saiba que pode recusar o convite sem sofrer qualquer prejuízo na relação de trabalho, exigir um contrato específico para a exploração de sua imagem, receber remuneração pela participação e desistir a qualquer momento.

A especialista ressalta ainda que a assinatura de um termo de uso de imagem não impede um eventual pedido de indenização caso a exposição seja considerada abusiva ou vexatória.

Há 7 horas Eleições 2026 Renan Santos anuncia Aroldo Medina como viceHá 7 horasVeja presidenciáveis que ainda não definiram viceHá 7 horas150 horas de resgateVÍDEO: socorristas salvam venezuelano soterrado havia 8 dias após terremotos

Há 2 horas Mundo Quanto tempo é possível sobreviver sob os escombros?Há 2 horasBlog da Sandra Cohen Venezuela impõe cerco militar em área de terremoto e dificulta ajuda

Há 2 minutos Blog da Sandra Cohen Trabalho e CarreiraMPT abre apuração sobre reality de Viih Tube em que funcionários disputam prêmio de R$ 20 mil

Ministério do Trabalho também abriu procedimento para apurar se houve infração à lei trabalhista.

Há 41 minutos Trabalho e Carreira Ponto a pontoPIX, redes… O que o Brasil respondeu aos EUA para evitar tarifaço de 25%

Há 2 horas Política Brasil nega que PIX favoreça prejudique empresas americanasHá 2 horasOperação Unha e CarnePastor Márcio Poncio é preso em operação que mira a Máfia do Cigarro

Há 2 horas Rio de Janeiro Deputada Sarah Poncio desabafa e garante que o pai é inocenteHá 2 horasBlog do Octavio GuedesPF acha lista que cita doação de R$ 3,2 milhões de Adilsinho a Castro

Há 4 minutos Blog do Octavio Guedes Crime em MGDiarista suspeita de matar casal de idosos a facadas em BH é presa

0

PREVIOUS POSTSPage 88 of 425NEXT POSTS