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‘Nojento e desolador’: a mulher que recebe R$ 10 por hora para ajudar no engajamento do OnlyFans

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 15:50

Trabalho e Carreira 'Nojento e desolador': a mulher que recebe R$ 10 por hora para ajudar no engajamento do OnlyFans Trabalhadores são contratados para fingir ser criadores de conteúdo e conversar com assinantes da plataforma. Por BBC

"Não é nada agradável, sabe? Você começa a se questionar. Sua moralidade, até mesmo a sua consciência", disse à BBC uma "chatter" — Foto: Getty Images

Uma mulher nas Filipinas descreveu como é "desolador" ganhar menos de US$ 2 (cerca de R$ 10) por hora fingindo, em chats online, ser modelos da plataforma OnlyFans muito mais bem pagas do que ela.

O OnlyFans funciona conectando criadores de conteúdo explícito a usuários que pagam uma assinatura para acessar o material desses criadores e supostamente conversar online com eles.

No entanto, embora criadores de grande destaque possam ganhar bastante dinheiro, o trabalho de interagir com os fãs e tentar vender a eles imagens e vídeos muitas vezes é feito por pessoas mal remuneradas, empregadas por terceiros, como a pessoa entrevistada pela BBC.

Um sindicato que representa esses trabalhadores — conhecidos como "chatters" — disse à BBC News que está preocupado com a "natureza em grande parte não regulamentada desse tipo de trabalho online".

O OnlyFans, que gerou US$ 7,2 bilhões (cerca de R$ 36 bilhões) em receita em 2024, não quis responder aos questionamentos da BBC. Segundo os termos de serviço da plataforma, a relação comercial do OnlyFans é exclusivamente com o criador de conteúdo.

A BBC não identificará nesta reportagem a mulher com quem conversou a fim de proteger sua identidade.

Empregada por uma agência usada pela modelo que ela fingia ser, ela disse que começou nesse tipo de trabalho para sustentar a família durante um período de renda mais baixa, ganhando menos de US$ 2 por hora e trabalhando em turnos de oito horas, cinco dias por semana.

Durante seu turno, ela recebia metas para gerar para a modelo centenas de dólares em vendas de fotos e vídeos.

Recentemente, uma nova agência ofereceu melhores condições e remuneração para o mesmo trabalho de "chatter", embora ainda inferior a US$ 4 por hora (cerca de R$ 20).

Ela disse que sabia que o trabalho envolveria conteúdo explícito, mas, ainda assim, fazer "sexting" (troca de mensagens de teor sexual) era desagradável para ela.

"É meio nojento quando você pensa nisso, porque você precisa fazer esse tipo de conversa muitas vezes, várias vezes por hora, porque está falando com vários fãs ao mesmo tempo."

Segundo ela, as pessoas com quem conversava muitas vezes pareciam "muito gentis", mas claramente solitárias, o que tornava todo o processo triste, especialmente porque ela não era a pessoa que fingia ser.

"Tecnicamente, estou enganando essas pessoas, porque envio todas aquelas fotos e vídeos para elas e meu único objetivo é a venda", disse.

"Tecnicamente, estou enganando essas pessoas, porque envio todas aquelas fotos e vídeos para elas e meu único objetivo é a venda". — Foto: Jonathan Raa/NurPhoto via Getty Images

De fato, o uso de "chatters" levou a ações judiciais contra o OnlyFans e contra as agências que os empregam, movidas por usuários e escritórios de advocacia que consideram a prática enganosa. Até agora, nenhuma teve sucesso.

Segundo ela, alguns fãs pediam "coisas realmente estranhas, fetiches ou preferências sexuais", que ela geralmente conseguia tolerar, mas nem sempre.

"Há dias em que penso: 'que diabos estou fazendo aqui?', porque há dias em que isso realmente pesa."

Questionada se se sentia explorada, ela disse que aceitar um pagamento inferior a US$ 2 por hora "não foi seu melhor momento".

"Não é nada agradável, sabe? Você começa a se questionar. Sua moralidade, até mesmo a sua consciência", disse à BBC. "É realmente de partir o coração, especialmente sabendo que a agência ganha muito mais."

A "chatter" também relatou preocupação com possíveis riscos legais ao aceitar esse tipo de trabalho, devido às leis relativamente rígidas contra pornografia nas Filipinas.

📎 A BPO Industry Employee' Network (BIEN) é um sindicato independente que representa trabalhadores do setor de terceirização de processos de negócios nas Filipinas.

Mylene Cabalona, presidente do sindicato, disse à BBC que "embora as Filipinas tenham leis relativamente rígidas em relação à pornografia, nossa principal preocupação como sindicato é a natureza em grande parte não regulamentada desse tipo de trabalho online".

Segundo Cabalona, isso levanta sérias preocupações sobre a exposição de trabalhadores a "conteúdo potencialmente prejudicial ou abusivo, além da falta de diretrizes claras sobre segurança, responsabilização e proteção trabalhista".

Ainda assim, há vantagens nos empregos digitais terceirizados, incluindo o trabalho de chat, que, segundo Cabalona, podem permitir que trabalhadores obtenham renda de casa, enquanto dão suporte a clientes ou plataformas no exterior.

"Esses empregos também podem oferecer maior potencial de renda em comparação com alguns trabalhos locais de nível inicial e proporcionar oportunidades para desenvolver habilidades em trabalho digital", observou.

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Trump diz que petroleiras ‘devem’ usar estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 15:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,13%Dólar TurismoR$ 5,3590,05%Euro ComercialR$ 5,974-0,25%Euro TurismoR$ 6,2380,08%B3Ibovespa183.051 pts-0,22%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que empresas de petróleo devem continuar utilizando o estreito de Ormuz.

Nesta terça (10), a inteligência dos EUA identificou sinais de que o Irã planeja instalar minas navais no estreito, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo.

A presença de minas no Estreito de Ormuz colocaria em risco qualquer navio que tentasse atravessar a região. O Irã afirma que a rota está fechada desde a semana passada.

Após a publicação das reportagens Trump exigiu que o Irã desistisse de instalar minas na região ou removesse qualquer explosivo que tenha sido colocado na rota marítima.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afrmou nesta quarta-feira (11) que empresas de petróleo devem continuar utilizando o estreito de Ormuz. Quando questionado por repórteres se as companhias devem circular pela região, trump respondeu: "Acho que deveriam".

Nesta terça (10), a inteligência dos EUA identificou sinais de que o Irã planeja instalar minas navais no estreito, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo transportado no mundo. A informação foi publicada pela CBS News com base em relatos de autoridades americanas.

Segundo a emissora, o Irã estaria usando embarcações pequenas para posicionar minas navais na rota marítima. A estimativa é que o governo iraniano tenha um estoque de até 6 mil unidades. Já a CNN Internacional informou que a instalação das minas já teria começado.

🔎 Minas navais são explosivos colocados no mar que detonam quando entram em contato com navios. São usadas para bloquear ou dificultar a passagem de embarcações por uma rota marítima.

A presença de minas no Estreito de Ormuz colocaria em risco qualquer navio que tentasse atravessar a região. O Irã afirma que a rota está fechada desde a semana passada. A área é estratégica e fica entre o território iraniano e a Península Arábica.

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa no Trump National Doral Miami — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Após a publicação das reportagens Trump exigiu que o Irã desistisse de instalar minas na região ou removesse qualquer explosivo que tenha sido colocado na rota marítima.

“Se, por qualquer motivo, minas foram colocadas e não forem removidas imediatamente, as consequências militares para o Irã serão de uma magnitude sem precedentes”, afirmou.

Trump disse ainda que os Estados Unidos monitoram a região e vão destruir qualquer embarcação usada para minar o Estreito de Ormuz.

Na sequência, o presidente fez uma nova publicação afirmando que os Estados Unidos destruíram 10 barcos usados para lançar minas. Segundo ele, as embarcações estavam inativas.

Na segunda-feira (9), Trump já havia ameaçado o Irã com ataques “vinte vezes mais fortes” caso o país tentasse bloquear o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Em entrevista, o presidente disse que avaliava assumir o controle da região.

“Se fizerem qualquer coisa errada, será o fim do Irã e vocês nunca mais ouvirão esse nome novamente”, afirmou.

As ameaças ocorrem em meio à pressão do mercado e à alta do barril de petróleo, que se aproximou de US$ 120 na segunda-feira. Os preços podem impactar diretamente a economia americana e influenciar as eleições de novembro nos EUA.

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Foto mostra uma lancha da Guarda Revolucionária do Irã movendo-se em torno do petroleiro Stena Impero, que foi apreendido no Estreito de Ormuz — Foto: Agência de Notícias Morteza Akhoondi/Tasnim via AP

Localizada entre Omã e o Irã, a passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para navios que saem da região produtora rumo à Ásia, à Europa e às Américas.

A história do Estreito de Ormuz é marcada por sua importância como corredor comercial e, mais recentemente, como ponto estratégico para a energia mundial.

Desde a Antiguidade, a passagem conectava a Pérsia, a Mesopotâmia e a Índia ao Oceano Índico. Nos séculos XVI e XVII, potências europeias disputaram o controle da região para proteger suas rotas marítimas.

No século XX, a descoberta de grandes reservas de petróleo no Golfo Pérsico ampliou a relevância do estreito. Após a Segunda Guerra Mundial, ele se consolidou como via essencial para o transporte de petróleo do Oriente Médio para outros continentes.

Durante a guerra entre Irã e Iraque (1980-1988), navios petroleiros foram atacados, e os EUA passaram a escoltar embarcações na região.

Desde então, o estreito é um dos principais focos de tensão geopolítica. O Irã já ameaçou fechá-lo em resposta a sanções e conflitos com os EUA e Israel, embora nunca tenha interrompido a navegação por longos períodos.

Atualmente, uma fatia expressiva do petróleo consumido no mundo passa por Ormuz, além de grande parte do gás exportado pelo Catar, o que faz com que qualquer conflito na região impacte os preços da energia e os mercados globais.

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Banco Central anuncia liquidação da fintech Dank Sociedade de Crédito

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,04%Dólar TurismoR$ 5,3740,33%Euro ComercialR$ 5,970-0,34%Euro TurismoR$ 6,232-0,01%B3Ibovespa183.266 pts-0,1%Oferecido por

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, determinou nesta quarta-feira (11) a liquidação extrajudicial da fintech Dank Sociedade de Crédito Direto por conta "grave comprometimento da situação econômico-financeira e as graves violações às normas legais".

Com isso, foi interrompido o funcionamento da instituição e houve sua retirada do sistema financeiro. Essa solução é adotada quando ocorrer situação de insolvência irrecuperável ou quando forem cometidas graves infrações às normas que regulam sua atividade, entre outros.

🔎 As "fintechs", que reúnem milhões de clientes, são empresas que oferecem produtos financeiros inovadores, como novos meios de pagamento e cartões de crédito.

No modelo conhecido como SCD, utilizado pela Dank, era a autorizada a concessão de operações de crédito, por meio de plataforma eletrônica, com recursos próprios. Esse tipo de instituição não pode fazer captação de recursos do público.

As SCDs também podem prestar os serviços de análise de crédito para terceiros; cobrança de crédito de terceiros; distribuição de seguro relacionado com as operações por ela concedidas por meio de plataforma eletrônica e emissão de moeda eletrônica.

Com sede em Jaraguá do Sul (SC), a Dank Sociedade de Crédito Direto, que havia recebido autorização de funcionamento em 2022, possuía um passivo (dívidas e obrigações) de R$ 43,8 milhões em setembro do ano passado (último dado disponível), e um patrimônio líquido de R$ 975 mil.

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Irã diz ao mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 12:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%MoedasDólar ComercialR$ 5,150-0,15%Dólar TurismoR$ 5,3680,22%Euro ComercialR$ 5,959-0,52%Euro TurismoR$ 6,231-0,04%B3Ibovespa184.136 pts0,38%Oferecido por

O comando militar do Irã afirmou nesta quarta-feira, após o ataque a mais três navios mercantes no Golfo Pérsico, que o mundo deve se preparar para o petróleo atingir US$ 200 por barril.

O Irã lançou ataques contra Israel e outros alvos no Oriente Médio nesta quarta-feira, mostrando que ainda consegue reagir e afetar o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono classificou como os bombardeios mais intensos já realizados pelos EUA e por Israel até agora.

Os preços do petróleo, que haviam disparado no início da semana, recuaram, e os mercados de ações se recuperaram. Por enquanto, investidores apostam que o presidente dos EUA, Donald Trump, encontrará uma forma rápida de encerrar a guerra iniciada ao lado de Israel há quase duas semanas.

No entanto, até agora não houve trégua em terra nem sinais de que os navios possam voltar a navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Trata-se da pior interrupção no fornecimento de energia desde as crises do petróleo da década de 1970.

Após escritórios de um banco em Teerã serem atingidos durante a noite, Zolfaqari afirmou que o Irã responderá com ataques a bancos que mantenham negócios com os Estados Unidos ou Israel. Ele também recomendou que pessoas em todo o Oriente Médio se afastem dessas instituições.

O comando militar do Irã afirmou nesta quarta-feira (11), após o ataque a mais três navios mercantes no Golfo Pérsico, que o mundo deve se preparar para o petróleo atingir US$ 200 por barril.

O Irã lançou ataques contra Israel e outros alvos no Oriente Médio nesta quarta-feira, mostrando que ainda consegue reagir e afetar o fornecimento de energia, apesar do que o Pentágono classificou como os bombardeios mais intensos já realizados pelos EUA e por Israel até agora.

Os preços do petróleo, que haviam disparado no início da semana, recuaram, e os mercados de ações se recuperaram. Por enquanto, investidores apostam que o presidente dos EUA, Donald Trump, encontrará uma forma rápida de encerrar a guerra iniciada ao lado de Israel há quase duas semanas.

No entanto, até agora não houve trégua em terra nem sinais de que os navios possam voltar a navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Trata-se da pior interrupção no fornecimento de energia desde as crises do petróleo da década de 1970.

"Preparem-se para o petróleo chegar a US$ 200 por barril, porque o preço depende da segurança regional que vocês desestabilizaram", disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando militar do Irã, em declaração dirigida aos Estados Unidos.

Após escritórios de um banco em Teerã serem atingidos durante a noite, Zolfaqari afirmou que o Irã responderá com ataques a bancos que mantenham negócios com os Estados Unidos ou Israel. Ele também recomendou que pessoas em todo o Oriente Médio se afastem dessas instituições.

Uma autoridade israelense de alto escalão disse à Reuters que os líderes do país já admitem, em privado, que o governo iraniano pode sobreviver à guerra. Outras duas autoridades afirmaram que não há sinais de que Washington esteja perto de encerrar a ofensiva.

Irã diz ao mundo para se preparar para petróleo a US$ 200 o barril — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Em mais uma demonstração pública de desafio, grandes multidões foram às ruas nesta quarta-feira para os funerais de comandantes mortos em ataques aéreos. As pessoas carregavam caixões, bandeiras e retratos do líder supremo morto, aiatolá Ali Khamenei, e de seu filho e sucessor, Mojtaba.

Uma autoridade iraniana disse à Reuters que Mojtaba Khamenei sofreu ferimentos leves no início da guerra, quando ataques aéreos mataram seu pai, sua mãe, sua esposa e um filho. Desde então, ele não apareceu em público nem divulgou mensagens.

Os militares iranianos informaram na terça-feira que lançaram mísseis contra uma base dos EUA no norte do Iraque, contra o quartel-general naval norte-americano no Bahrein e contra alvos no centro de Israel.

Explosões foram ouvidas no Bahrein, e em Dubai quatro pessoas ficaram feridas após a queda de dois drones perto do aeroporto.

O Departamento de Aviação Civil do Bahrein informou que várias aeronaves da Gulf Air sem passageiros e alguns aviões de carga foram deslocados para outros aeroportos para "garantir a continuidade e a eficiência das operações aéreas" durante a crise.

Em Teerã, moradores relataram estar se acostumando aos ataques aéreos noturnos, que levaram centenas de milhares de pessoas a deixar a cidade e cobriram a capital com fumaça escura provocada por incêndios ligados ao petróleo.

"Houve bombardeios ontem à noite, mas não fiquei tão assustado como antes. A vida continua", disse Farshid, de 52 anos, à Reuters por telefone.

Mais três navios mercantes foram atingidos no Golfo Pérsico por projéteis ainda não identificados, segundo agências que monitoram a segurança marítima. Com isso, sobe para 14 o número de embarcações atingidas desde o início da guerra.

A tripulação foi retirada de um cargueiro de bandeira tailandesa após uma explosão provocar incêndio a bordo. Um navio de contêineres de bandeira japonesa e outro cargueiro registrado nas Ilhas Marshall também sofreram danos.

Os preços do petróleo, que chegaram perto de US$ 120 por barril na segunda-feira, recuaram para cerca de US$ 90. O movimento indica que investidores ainda apostam que Trump conseguirá interromper a guerra e reabrir o estreito em breve.

Autoridades dos Estados Unidos e de Israel afirmam que o objetivo é reduzir a capacidade do Irã de atuar além de suas fronteiras e destruir seu programa nuclear. Ao mesmo tempo, também incentivaram a população iraniana a derrubar o governo clerical.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira que a operação "continuará sem limite de tempo, pelo tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e vencermos a campanha".

Quanto mais a guerra durar, maior tende a ser o impacto sobre a economia global. Se o conflito terminar com a permanência do governo clerical no poder, Teerã deverá declarar vitória.

Mais de 1.300 civis iranianos morreram desde o início dos ataques aéreos dos EUA e de Israel, em 28 de fevereiro, segundo o embaixador do Irã na ONU, Amir Saeid Iravani. Também há registros de mortes em ataques israelenses no Líbano.

Os ataques iranianos contra Israel mataram pelo menos 11 pessoas, e dois soldados israelenses morreram no Líbano. Washington afirma que sete militares norte-americanos morreram e cerca de 140 ficaram feridos.

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Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 11:58

Trabalho e Carreira Fim da escala 6×1: presidente da Fiesp aponta possíveis impactos caso projeto avance Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf afirmou que é preciso considerar as diferenças entre os setores, comparar a medida com outros países e avaliar os possíveis impactos na economia e no mercado de trabalho. Por Redação g1 — São Paulo

Um estudo divulgado nesta terça-feira (10) pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em parceria com a Tendências Consultoria, alerta para possíveis efeitos negativos da proposta de redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Em entrevista ao Conexão GloboNews, Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), repercutiu o levantamento e destacou alguns pontos negativos da mudança em discussão no Congresso — que pode reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais e acabar com a escala 6×1.

“Quando se trata da escala, as realidades variam muito de setor para setor. Em geral, ela está diretamente ligada à natureza das funções. A realidade da saúde é diferente da do transporte, da indústria e do comércio. Há segmentos que necessitam do modelo 6×1 e nos quais esse formato de trabalho se encaixa”, afirma.

Outro ponto citado pelo presidente da Fiesp é a necessidade de analisar os impactos na economia, no desemprego e na informalidade no mercado de trabalho. Skaf também defende a livre negociação entre trabalhadores e empregadores e afirma que “é um erro a interferência governamental em algo que poderá atrapalhar os setores e trabalhador”.

Para o presidente, o foco deveria ser na população que atuar em reduzir informalidade – que atualmente passa dos está em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores informais – e não mexer em algo que está dando certo.

Skaf também comparou a situação com a de países vizinhos, como o Chile, onde houve aumento do desemprego e da informalidade. “Quando a natureza de um segmento exige uma escala de trabalho, mas são impostas regras sem dar liberdade para as partes negociarem, isso acaba levando à informalidade. As atividades continuam acontecendo, mas de forma ilegal”, afirmou.

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Raízen e Grupo Pão de Açúcar pedem recuperação extrajudicial; entenda as diferenças entre os processos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 11:08

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,1570,02%Dólar TurismoR$ 5,3730,32%Euro ComercialR$ 5,983-0,08%Euro TurismoR$ 6,226-0,11%B3Ibovespa184.904 pts0,79%Oferecido por

As duas empresas recorreram ao mecanismo com o objetivo de renegociar dívidas com credores, reestruturar passivos e reforçar o caixa.

Embora atuem em setores diferentes, os casos chamam atenção pelo porte das companhias e pelo volume de dívidas envolvido.

A recuperação extrajudicial é um mecanismo legal que permite à empresa em crise financeira renegociar uma parte específica de suas dívidas.

No intervalo de dois dias, duas grandes empresas brasileiras entraram com pedidos de recuperação extrajudicial: o Grupo Pão de Açúcar (GPA) e a Raízen, companhia líder na produção de açúcar e etanol no Brasil e fruto de uma parceria entre o grupo Cosan e a Shell.

As duas empresas recorreram ao mecanismo com o objetivo de renegociar dívidas com credores, reestruturar passivos e reforçar o caixa. Embora atuem em setores diferentes, os casos chamam atenção pelo porte das companhias e pelo volume de dívidas envolvido.

🔎 A recuperação extrajudicial é um acordo no qual a empresa renegocia parte das dívidas diretamente com alguns credores, fora da Justiça. O objetivo é obter mais prazo ou melhores condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas mais graves, como o risco de falência.

A Raízen anunciou nesta quarta-feira (11) que entrou com pedido de recuperação extrajudicial na Comarca da Capital de São Paulo, em meio às negociações com credores para reestruturar suas dívidas e reforçar o caixa.

Segundo a empresa, o plano foi estruturado em acordo com seus principais credores quirografários – aqueles que têm valores a receber, mas não possuem garantias específicas, como imóveis ou outros bens dados como garantia da dívida.

O objetivo é criar um ambiente jurídico mais seguro para reorganizar as dívidas financeiras do grupo, que somam cerca de R$ 65,1 bilhões, além de valores devidos entre empresas da própria companhia.

De acordo com a Raízen, o plano já conta com a adesão de credores que representam mais de 47% das dívidas financeiras sem garantia, percentual suficiente para protocolar o pedido de recuperação extrajudicial.

A partir de agora, a empresa terá até 90 dias para ampliar a adesão de credores ao plano e alcançar o percentual mínimo exigido para que a Justiça homologue a proposta. Com a homologação, o plano passa a valer para todos os titulares dos créditos incluídos na negociação.

Entre as medidas previstas estão injeção de recursos pelos acionistas, conversão de parte das dívidas em ações, alongamento de prazos de pagamento e eventual venda de ativos.

A companhia afirmou ainda que o processo tem escopo apenas financeiro e não inclui dívidas com clientes, fornecedores, revendedores ou outros parceiros comerciais, que continuarão sendo pagos normalmente.

A empresa de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis enfrenta pressão financeira após ver sua receita diminuir e a dívida líquida atingir R$ 55,3 bilhões no fim de dezembro, segundo dados divulgados anteriormente.

Nos últimos dias, a controladora Cosan já indicava que uma solução para a situação da companhia poderia ser anunciada em breve, segundo informações da Reuters.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou na terça-feira (10) que fechou um acordo com seus principais credores e apresentou um plano de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas.

Nesse tipo de processo, as operações continuam funcionando normalmente. A empresa optou por renegociar os débitos sem recorrer à recuperação judicial – procedimento que tramita na Justiça, envolve todos os credores e costuma ser mais longo e complexo.

Segundo o GPA, o plano foi aprovado por unanimidade pelo conselho de administração e já conta com o apoio de credores que representam 46% do valor das dívidas incluídas no acordo, cerca de R$ 2,1 bilhões – percentual acima do mínimo exigido pela lei.

O acordo prevê a suspensão temporária dos pagamentos dessas dívidas enquanto a empresa negocia novas condições com os credores. A medida tem efeito imediato e prazo inicial de 90 dias. Dívidas com fornecedores, parceiros, clientes e obrigações trabalhistas não entram no processo.

Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a iniciativa busca melhorar o perfil da dívida e reforçar o caixa, enquanto as operações seguem normalmente e os pagamentos a fornecedores permanecem em dia.

O grupo registra prejuízos anuais desde 2022, pressionado por fatores como a queda no consumo, o aumento dos juros – que encareceu o custo das dívidas –, despesas com mudanças na gestão e perdas com lojas de baixo desempenho.

No balanço mais recente, a companhia também alertou para incertezas sobre sua continuidade operacional. Segundo a empresa, havia um déficit de cerca de R$ 1,2 bilhão no fim de 2025, ligado principalmente a empréstimos e títulos com vencimento em 2026.

Para enfrentar a situação, o grupo afirmou que vem adotando medidas como negociar prazos de dívidas com credores, reduzir despesas financeiras e converter créditos tributários em recursos para reforçar o caixa.

O processo é diferente de uma recuperação judicial, em que a companhia em crise financeira recorre à Justiça para entrar em um acordo com todos os seus credores. Na recuperação extrajudicial, a renegociação é feita diretamente com os principais credores para, depois, ser homologada pelo judiciário.

"A recuperação extrajudicial é um instrumento em que a empresa começa a ter dificuldades em relação a um número restrito de credores, com o pagamento de só algumas dívidas. E aí, ela usa a recuperação extrajudicial, geralmente, quando há uma concentração no valor dessa dívida", destaca Nelson Bandeira, advogado especialista em finanças corporativas da Magma.

Em outras palavras, a recuperação extrajudicial é um mecanismo legal que permite à empresa em crise financeira renegociar uma parte específica de suas dívidas, em um primeiro momento, apenas com seus credores mais estratégicos, afirma Bandeira.

O especialista explica que a empresa pode negociar em sigilo com esses credores mais estratégicos, até chegar a uma condição que seja benéfica para ambas as partes, e só depois tornar o processo conhecido.

Isso porque, para que um processo desse tipo avance, é necessário que credores detentores de pelo menos 51% dos créditos da empresa aprovem a proposta.

precisa estar em crise financeira comprovada;não ter nenhum sócio, controlador ou administrado condenado por práticas corporativas ilegais;não pode ter falido anteriormente, nem ter passado por recuperação judicial por, pelo menos, cinco anos.

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Japão e Alemanha devem liberar reservas de petróleo para conter alta do preço da gasolina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 10:04

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Japão e Alemanha anunciaram, nesta quarta-feira (11), que vão liberar parte de suas reservas de petróleo para conter a alta do preço da gasolina e de outros combustíveis devido à guerra no Oriente Médio.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz, uma rota de trânsito crucial por onde passa 20% do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos em todo o mundo.

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Na manhã desta quarta-feira, o barril de West Texas Intermediate (WTI) era negociado a quase 88 dólares, uma alta de cerca de 6%, e o Brent do Mar do Norte tinha cotação de pouco mais de 92 dólares (+5%).

"Sem esperar por uma decisão oficial da AIE (Agência Internacional de Energia) sobre uma liberação coordenada das reservas internacionais, o Japão decidiu tomar a iniciativa de aliviar a oferta e a demanda no mercado internacional de energia, liberando suas reservas estratégicas a partir de 16 de março", declarou à imprensa a primeira-ministra Sanae Takaichi.

Uma fonte do governo da Alemanha indicou à AFP que Berlim adotará uma medida similar, sem revelar mais detalhes.

O ministro francês da Economia, Roland Lescure, destacou que as decisões são parte, "sem nenhuma dúvida, de uma reflexão extremamente coordenada".

Alemanha e Japão são membros do G7. Os chefes de Estado e de Governo do grupo devem abordar a questão das reservas de energia em uma videoconferência prevista para esta quarta-feira.

Segundo o Wall Street Journal, a AIE propôs a maior liberação de reservas de petróleo de sua história para conter a escalada dos preços.

A injeção de petróleo bruto superaria os 182 milhões de barris que os países membros da organização disponibilizaram ao mercado em 2022, após a invasão russa da Ucrânia, segundo o WSJ.

A proposta foi apresentada em uma reunião de emergência na terça-feira entre funcionários de alto escalão do setor de energia dos 32 países membros da AIE. Uma decisão deve ser anunciada nesta quarta-feira.

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Petróleo opera em alta e Bolsas em queda com incerteza provocada pela guerra no Oriente Médio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 08:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11) e as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em um cenário de incerteza persistente provocada pela guerra no Oriente Médio.

Às 6h40 de Brasília, o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.

Nas Bolsas de Valores, os principais índices europeus abriram o dia em terreno negativo: Paris recuava 0,63%, Frankfurt 1,15%, Londres 0,73%, Madri 0,71% e Milão 0,75%.

Na Ásia, Hong Kong perdeu 0,2% e Xangai 0,3%. Tóquio, por sua vez, fechou a sessão em alta de 1,4%.

Os preços do petróleo voltaram a subir nesta quarta-feira (11) e as Bolsas europeias e asiáticas registraram quedas, em um cenário de incerteza persistente provocada pela guerra no Oriente Médio.

"Os acontecimentos vinculados à guerra no Irã continuam acelerando e são muito difíceis de prever", destacou Andreas Lipkow, analista da CMC Market.

Às 9h40 GMT (6h40 de Brasília), o barril de West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.

Nas Bolsas de Valores, os principais índices europeus abriram o dia em terreno negativo: Paris recuava 0,63%, Frankfurt 1,15%, Londres 0,73%, Madri 0,71% e Milão 0,75%.

Na Ásia, Hong Kong perdeu 0,2% e Xangai 0,3%. Tóquio, por sua vez, fechou a sessão em alta de 1,4%.

O mercado se movimenta ao ritmo da guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro com os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã e as posteriores represálias de Teerã contra vários países da região.

Na terça-feira, as Bolsas registraram altas expressivas e as cotações do petróleo caíram depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na segunda-feira que o conflito terminaria "em breve".

Desde o início do conflito, os preços do petróleo operam em alta e se aproximaram dos 120 dólares por barril no início da semana, devido às perturbações no Estreito de Ormuz, por onde, em períodos normais, transita 20% da produção mundial.

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"O presidente Trump tentou acalmar os mercados, mas os investidores esperam agora evidências concretas e um retorno à calma no Estreito de Ormuz", disse John Plassard, diretor de estratégia de investimentos no Cité Gestion Private Bank.

O cenário, no entanto, continua incerto: vários navios foram atacados com projéteis nas últimas horas.

O mercado também aguarda o anúncio da Agência Internacional de Energia (AIE), que, segundo o Wall Street Journal, planeja sua maior liberação de reservas de petróleo bruto para acalmar os mercados.

Os ministros de Energia do G7 afirmaram, em um comunicado conjunto, que estão "dispostos" a adotar "todas as medidas necessárias", incluindo recorrer às reservas estratégicas, em coordenação com a AIE.

Os chefes de Estado e de Governo das sete economias mais industrializadas do planeta debaterão o tema à tarde.

A injeção de petróleo no mercado seria superior aos 182 milhões de barris que os países membros da AIE disponibilizaram ao mercado em 2022, após a invasão russa da Ucrânia, segundo o WSJ.

O planeta consome quase 100 milhões de barris de petróleo por dia. Os membros da AIE dispõem de "mais de 1,2 bilhão de barris em reservas públicas de emergência, além de cerca de 600 milhões de barris adicionais em reservas industriais", segundo a agência.

Pelo segundo dia seguido, 7 das maiores economias do mundo se reúnem para discutir risco de novo choque do petróleo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

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Porsche anuncia desconto de R$ 660 mil no 911 Turbo S na Argentina após corte de impostos; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 04:57

Carros Porsche anuncia desconto de R$ 660 mil no 911 Turbo S na Argentina após corte de impostos; entenda Política promovida pelo presidente argentino Javier Milei faz com que modelos luxuosos tenham descontos médios de 15%. Medida foi aprovada junto com a reforma trabalhista neste mês. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A explicação está no fim de parte do imposto interno aplicado a veículos, embarcações, aviões e outros itens de maior valor.

A iniciativa foi aprovada no Senado argentino junto com uma polêmica reforma trabalhista no fim de fevereiro.

Apelidado de “imposto do luxo”, essa alíquota de 18% atingia carros que ultrapassavam 79 milhões de pesos argentinos (R$ 290 mil). Na prática, porém, a taxa chegava a 21,95%.

O mercado argentino de automóveis enfrenta baixas vendas desde o fim de 2025. Isso até afetou a produção de carros no Brasil, que viu a Argentina diminuir a demanda por carros brasileiros.

Porsche 911 Turbo S tem desconto de R$ 667 mil na Argentina após corte de impostos — Foto: Divulgação / Porsche

Na Argentina, a Porsche anunciou um desconto de US$ 128 mil (R$ 667 mil, em conversão direta) no preço do 911 Turbo S. Como mostrou o g1 nesta terça-feira, a explicação está no fim de parte do imposto interno aplicado a veículos, embarcações, aviões e outros itens de maior valor no país vizinho.

Apelidado de “imposto do luxo”, essa alíquota de 18% atingia carros que ultrapassavam 79 milhões de pesos argentinos (R$ 290 mil). Na prática, porém, a taxa chegava a 21,95% por causa da incidência conjunta com outros tributos.

O imposto era aplicado sobre o valor do carro ao chegar à loja, e não sobre o preço final ao cliente. Após a inclusão das margens da concessionária, ele acabava incidindo, na prática, sobre veículos vendidos por mais de 105 milhões de pesos (R$ 385 mil).

A iniciativa foi aprovada no Senado argentino junto com uma polêmica reforma trabalhista no fim de fevereiro. Outras marcas também anunciaram descontos.

A Audi reduziu em US$ 37 mil (R$ 192 mil, em conversão direta) o preço do RS Q8, que agora custa US$ 250 mil (R$ 1,3 milhão). A Ford passou a vender o Mustang GT por US$ 65 mil (R$ 338 mil). Antes, o preço de tabela no mercado argentino era de US$ 90 mil (R$ 470 mil), uma diferença de US$ 25 mil (R$ 132 mil). Já o Mustang Dark Horse, mesma versão vendida no Brasil, custa US$ 75 mil (R$ 390 mil). Antes, essa configuração saía por US$ 97 mil (R$ 505 mil) na Argentina. Carros da Toyota, Lexus e Mercedes também têm descontos consideráveis, em média de 15%.

Em fevereiro de 2025, um decreto do presidente Javier Milei já havia reduzido impostos internos sobre carros do segmento médio.

“Esse imposto foi usado como ferramenta de política monetária quando havia uma diferença muito grande entre a cotação do dólar oficial e a do dólar paralelo”, explica Sebastián M. Domínguez, contador especializado em tributação da SDC Assessores, na Argentina.

Segundo Domínguez, durante o governo da presidente Cristina Kirchner as alíquotas subiram com a justificativa de proteger o mercado. Em alguns casos, a taxa de 35% podia chegar a 50% devido à diferença entre as cotações, afirma.

“Havia receio de fuga de dólares, mas hoje já não existe essa diferença tão grande”, diz Domínguez.

O mercado argentino de automóveis enfrenta baixas vendas desde o fim de 2025. Isso até afetou a produção de carros no Brasil, que viu a Argentina diminuir a demanda por carros brasileiros.

Parte da explicação para esse cenário é o reajuste dos impostos internos promovido por Milei. Há expectativa de ajuste nos preços em cadeia por causa dos grandes descontos, além de mudanças no mercado de usados.

A isenção do imposto, segundo a legislação argentina, passa a valer em 1º de abril. Mesmo assim, várias marcas já anunciam seu portfólio com novos preços e entregas a partir do mês seguinte.

“Aconteceu uma mescla de iniciativas. Algumas marcas já anunciaram descontos ainda maiores, pois se beneficiam também de acordos recentes da Argentina com os Estados Unidos”, explica o tributarista.

Foi o caso dos modelos importados da Ford. Até o fechamento desta reportagem, Alfa Romeo, BMW, Land Rover e Volvo ainda não haviam divulgado novos preços para o mercado argentino.

Sobre uma eventual queda na arrecadação, Domínguez argumenta que o aquecimento da economia pode compensar. “A ideia é que esse corte nos preços estimule as vendas e, com isso, a economia como um todo ganhe”, explica.

A associação de fabricantes de automóveis da Argentina (Adefa) informou em nota que a eliminação definitiva do imposto interno representa um avanço para o setor. Segundo a entidade, a medida corrige distorções acumuladas na formação de preços, ajuda a reorganizar o sistema tributário e devolve previsibilidade às montadoras e a toda a cadeia produtiva.

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‘Caso ela diga não’: como redes sociais expõem usuários a ‘níveis chocantes de misoginia’, segundo pesquisa global

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 04:09

Tecnologia 'Caso ela diga não': como redes sociais expõem usuários a 'níveis chocantes de misoginia', segundo pesquisa global Pesquisa mostra que homens da geração Z tem visões mais conservadoras do que gerações anteriores. Especialistas veem papel relevante das redes sociais nessa mudança de opinião. Por Malu Cursino, Grace Dean

A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar a divulgação nas redes sociais da trend "Caso ela diga não", que incita a violência contra mulheres.

Os vídeos, que viralizaram no TikTok, mostram jovens ensinando como responder uma mulher diante de uma rejeição, como a recusa de um pedido de namoro, por exemplo.

As publicações vieram à tona dias depois de um outro caso gerar revolta no país: uma adolescente denunciou ter sido vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro.

Um estudo da empresa de pesquisas Ipsos e do King"s College de Londres mostra que homens da geração Z têm mais propensão a acreditar que esposas devem "obedecer" seus maridos.

A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar a divulgação nas redes sociais da trend "Caso ela diga não", que incita a violência contra mulheres.

Os vídeos, que viralizaram no TikTok, mostram jovens ensinando como responder uma mulher diante de uma rejeição, como a recusa de um pedido de namoro, por exemplo. Eles aparecem dando socos e chutes em manequins que representariam mulheres.

Segundo a PF, a remoção dos conteúdos já foi solicitada à plataforma. O TikTok afirmou que os conteúdos violam as regras da plataforma e que foram removidos após serem identificados.

As publicações vieram à tona dias depois de um outro caso gerar revolta no país: uma adolescente de 17 anos denunciou ter sido vítima de um estupro coletivo no Rio de Janeiro.

De acordo com a denúncia, o ataque ocorreu em 31 de janeiro, em um apartamento em Copacabana, e foi classificado pela polícia como "emboscada planejada".

Segundo as investigações, a adolescente foi convidada por mensagem pelo ex-namorado para ir à casa de um amigo. Ao chegarem ao prédio, ele teria insinuado que fariam "algo diferente", proposta recusada por ela.

De acordo com a adolescente, enquanto mantinham uma relação sexual consensual, outros quatro rapazes entraram no quarto, cometendo violências sexuais e físicas contra ela.

Imagens exibidas pelo Fantástico, da TV Globo, mostraram os cinco jovens acusados de envolvimento no estupro comemorando o acontecido e debochando da vítima.

Nas imagens, eles aparecem rindo e conversando no elevador, após deixar o apartamento. "A mãe de alguém teve que chorar hoje, porque as nossas mães…"

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro jovens. Um menor foi apreendido. Os réus negam o crime.

Ao se apresentar na delegacia na última semana, um dos investigados por participar do estupro, Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, usava uma camisa com a frase em inglês "regret nothing" ("não me arrependo de nada", na tradução para o português).

A expressão é frequentemente associada a grupos da chamada "machosfera", comunidades online que propagam misoginia e subjulgação das mulheres.

Nos últimos anos, essas comunidades ganharam visibilidade ao promover narrativas que culpabilizam mulheres por relações afetivas frustradas, defendem hierarquias de gênero e, em alguns casos, incentivam comportamentos violentos.

Esse fenômeno preocupa pesquisadores, que identificam uma reversão nas atitudes dos homens mais jovens em relação às mulheres — e apontam as redes sociais como motor dessa mudança.

Segundo um estudo global realizado pela empresa de pesquisas Ipsos e pelo King's College de Londres, os homens da geração Z — nascidos entre 1996 e 2012 — têm mais propensão do que os baby boomers — nascidos entre 1945 e 1965 — a acreditar que as esposas devem "obedecer" seus maridos.

O estudo envolveu 23 mil pessoas de 29 países e demonstrou que até 31% dos homens adolescentes e na casa dos 20 anos de idade acreditam que "a esposa deve sempre obedecer seu marido", enquanto 13% dos homens mais velhos, com 60 anos ou mais, concordam com esta mesma afirmação.

Em entrevista à BBC News, a professora Heejung Chung, que dirige o Instituto Global para a Liderança das Mulheres do King's College de Londres, disse não há dúvidas que as redes sociais desempenham "enorme papel" na mudança de opinião.

Isso ocorre, segundo ela, porque os influenciadores e políticos "exploram as reclamações das pessoas" e "tentam recapturar parte do sentimento de serem enfraquecidos pela geração mais jovem".

Eles fazem isso sugerindo que os homens precisam reafirmar sua dominância e seu papel de protetores e provedores, explica Chung, que é uma das autoras do estudo.

"As pessoas estão imitando o que veem nas redes sociais sem realmente compreender o que aquilo significa."

Penny East, executiva-chefe da Sociedade Fawcett — uma organização de defesa dos direitos das mulheres com sede no Reino Unido — concorda. Para ela, os "níveis chocantes de misoginia, online e offline", a que os meninos são expostos contribuem para essas atitudes.

"É quase surpreendente que os meninos possam não assumir esse comportamento misógino, considerando o conteúdo oferecido a eles diariamente em termos do que eles consomem na internet", afirmou.

O número de mulheres mais jovens que acreditam que as esposas devem obedecer aos seus maridos foi menor que o de homens na pesquisa, mas esta proporção ainda era mais alta que a dos homens da geração baby boomer.

"Da mesma forma que os homens jovens são ensinados que o caminho para a felicidade é o dinheiro, carros, garotas e força física, existem mulheres sendo ensinadas que o caminho para a felicidade é a ideia tradicional de feminilidade", explica ela.

"Parte disso é o conteúdo esteticamente agradável que mostra a 'esposa tradicional', que fica na cozinha. Mas existe um lado mais sombrio, que se refere à subserviência… Se o homem é o provedor, ele, por isso, manda na casa?", pergunta ela, retoricamente.

"Parece simplesmente que tudo está indo na direção errada", lamenta East. "E está afetando os jovens, homens e mulheres."

Montagem mostra exemplos de vídeos da trend “treinando caso ela diga não”, em que criadores simulam reações violentas após rejeição a pedidos de namoro ou casamento — Foto: Reprodução/TikTok

Outras indicações da pesquisa demonstram que, globalmente, 44% das pessoas concordam que "fomos longe demais ao promover a igualdade das mulheres e passamos a discriminar os homens".

Segundo o organismo de defesa dos direitos das mulheres das Nações Unidas, nenhum país atingiu plena igualdade legal para mulheres e meninas.

As mulheres detêm globalmente 64% dos direitos legais dos homens, "o que as expõem à discriminação, violência e exclusão em todas as fases da vida", declarou a UN Women.

Penny East afirma que existe um "fenômeno crescente na percepção do público, de que a igualdade das mulheres já fez o necessário".

Mas esta postura, segundo ela, "ignora as estatísticas nacionais que demonstram, infelizmente, que as mulheres ainda sofrem abusos nas suas próprias casas, continuam sendo importunadas sexualmente nas ruas e ainda ganham menos, em comparação com os homens".

Em meio ao debate sobre misoginia e violência contra mulheres nas redes sociais, parlamentares têm apresentado propostas no Congresso Nacional para ampliar os instrumentos legais de enfrentamento a esse tipo de conteúdo.

Na Câmara dos Deputados, a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) é autora de um projeto de lei que propõe a criminalização da misoginia e da disseminação de conteúdos associados à chamada cultura "red pill" na internet.

A iniciativa busca responsabilizar publicações digitais que promovam ódio, violência, humilhação ou inferiorização das mulheres, sobretudo em redes sociais, fóruns e comunidades online que difundem ideologias misóginas.

No exterior, vídeos com pessoas simulando golpes em resposta a uma rejeição feminina também viralizaram. — Foto: Reprodução/TikTok

No Senado, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) deve analisar nos próximos dias um projeto que inclui a misoginia na Lei do Racismo (Lei nº 7.716/1989) e tipifica a prática como crime de discriminação.

A proposta, apresentada pela senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), define misoginia como atos que manifestem ódio ou aversão às mulheres com base na ideia de supremacia masculina.

Se aprovado, o texto prevê que a Lei do Racismo passe a punir também crimes praticados em razão de misoginia, ampliando o alcance da legislação atualmente aplicada a casos de discriminação por raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

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