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ECA Digital: redes sociais terão novas regras para alertar crimes contra crianças na internet

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 04:45

Tecnologia ECA Digital: redes sociais terão novas regras para alertar crimes contra crianças na internet Nova lei obrigou plataformas a comunicarem suspeitas de crimes contra menores de idade. Agora, autoridades querem definir padrões de denúncias para acelerar investigações. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) obrigou redes sociais a comunicarem para autoridades casos suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.

As exigências serão incluídas em uma portaria que o Ministério da Justiça e Segurança Pública espera publicar até julho.

O objetivo é que as regras do documento ajudem a facilitar a análise dos materiais e acelerar investigações contra redes de exploração sexual infantil.

O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) obrigou redes sociais a comunicarem para autoridades casos suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes. Agora, uma regulamentação deverá detalhar como as notificações precisam ser feitas.

As exigências serão incluídas em uma portaria que o Ministério da Justiça e Segurança Pública espera publicar em julho. O objetivo é que as regras do documento ajudem a facilitar a análise dos materiais e acelerar investigações contra redes de exploração sexual infantil.

Os dados ficarão reunidos no Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, ligado à Polícia Federal. Ele foi criado em março por meio de um decreto presidencial que regulamentou o ECA Digital.

O centro é responsável por fazer a triagem de informações e encaminhar os dados para investigações de órgãos competentes. A PF defendeu que o modelo permite o tratamento massivo de dados, o cruzamento de informações e a atuação integrada entre diferentes órgãos.

A portaria definirá padrões e prazos para as notificações enviadas pelas redes sociais, adiantou ao g1 Victor Fernandes, secretário nacional de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

"Nós temos buscado agora nesse período para a elaboração da portaria, um diálogo com autoridades policiais estrangeiras para definir qual vai ser o padrão desses relatórios", afirmou.

"Definir como devem ser os relatórios das plataformas não é trivial porque o volume de informações é muito grande. Hoje, recebemos algo em torno de 2 mil relatórios por dia", afirmou.

O número inclui principalmente os alertas de redes sociais ligadas ao Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas (NCMEC), entidade sem fins lucrativos que atua nos Estados Unidos e compartilha dados com autoridades brasileiras.

O Brasil recebeu 950 mil denúncias de abuso sexual infantil, aliciamento de crianças ou tráfico sexual infantil enviadas pelas redes sociais em 2025, segundo dados mais recentes do NCMEC. O número representa um aumento de 60% em relação a 2024.

O país é o 6º com mais notificações de crimes digitais contra menores de idade identificados pelas redes sociais, segundo o NCMEC. Os Estados Unidos aparecem no topo, com 2 milhões de alertas em 2025.

Com o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, autoridades brasileiras passam a ter um sistema próprio, sem depender de dados enviados por entidades de outros países.

"A ideia é que o centro funcione com o compartilhamento de relatórios para autoridades policiais locais. A portaria que está sendo elaborada vai organizar a estrutura do centro, dizendo como as unidades dentro dele vão funcionar", disse Fernandes.

O NCMEC, órgão americano que serve de referência para o novo centro de denúncias, foi criado em 1984 pelo Congresso americano após uma onda de sequestros de crianças. Com a chegada da internet, ele passou a combater crimes digitais contra menores de idade.

Uma das frentes de atuação do NCMEC é a CyberTipline, criada em 1998 para receber denúncias de suspeita de exploração sexual infantil enviadas por cidadãos e plataformas digitais. Casos urgentes são encaminhados para autoridades policiais.

Cerca de 23,3 milhões de denúncias de compartilhamento de material de abuso sexual infantil foram enviadas por plataformas à CyberTipline em 2025, o que representou um aumento de 10% em relação ao ano anterior.

As notificações são enviadas por plataformas americanas como Instagram, Facebook e Google, obrigadas por lei a relatarem suspeitas de material de abuso sexual infantil, aliciamento online de crianças ou tráfico sexual infantil em seus servidores.

O novo centro de denúncias no Brasil tem um alcance ainda maior por impactar mais empresas e ter uma relação maior de crimes que devem ser notificados. Por isso, a expectativa é de que autoridades recebam ainda mais alertas.

"O decreto do ECA Digital fala de crimes contra crianças e adolescentes de uma maneira mais ampla, não se restringindo ao abuso e à exploração sexual infantil. O escopo é mais amplo do que a gente tem no NCMEC", afirmou Fernandes, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net), que representa as redes sociais, afirmou que o novo centro "pode contribuir para o aprimoramento da articulação institucional e do encaminhamento de denúncias relacionadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital".

A entidade, que tem empresas como Google, Meta e TikTok entre as associadas, afirmou ainda que as plataformas "já contam com ferramentas de denúncia, recursos de controle parental, mecanismos de moderação e canais de apoio voltados à promoção de uma experiência digital mais segura".

Em nota, a associação declarou ainda que "o ECA Digital é um marco importante para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente online" e que "acompanha as discussões relacionadas à implementação da regulamentação".

"A efetividade das medidas depende de responsabilidade compartilhada entre empresas, famílias, educadores, sociedade civil e poder público, com destaque ao diálogo técnico-institucional na construção de mecanismos efetivos quanto à implementação da regulamentação", disse, em nota ao g1.

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Empreendedor cria protetor solar resistente à água e ao suor; veja como ele funciona

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 09/06/2026 04:45

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empreendedor cria protetor solar resistente à água e ao suor; veja como ele funciona Produto desenvolvido por surfista e ex-salva-vidas aposta em alta resistência à água e ao suor para conquistar praticantes de esportes ao ar livre. Por PEGN

Um surfista brasileiro transformou a própria necessidade em negócio ao criar um protetor solar com maior resistência à água e ao suor, inspirado em produtos que conheceu durante um intercâmbio na Austrália.

Formado em odontologia, Juliano Lima investiu cerca de R$ 170 mil para lançar a marca voltada principalmente para atletas e praticantes de esportes ao ar livre.

Para divulgar o produto, a estratégia inicial foi distribuir amostras para surfistas e skatistas e vender em lojas esportivas, em vez de disputar espaço nas farmácias.

Hoje, a empresa busca se consolidar como referência em proteção solar para esportes de ação, apostando no feedback de atletas para desenvolver novos produtos.

Sol, praia, skate e esportes ao ar livre fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Mas foi justamente dessa exposição intensa ao sol que nasceu a ideia de um negócio voltado para atletas e praticantes de atividades outdoor – que são realizadas ao ar livre.

Inspirado por uma experiência vivida na Austrália, o empreendedor Juliano Lima decidiu criar um protetor solar físico com maior resistência à água e ao suor.

Surfista desde criança, Juliano morou na Austrália, onde atuou como salva-vidas e teve contato com um tipo de protetor solar diferente dos tradicionais vendidos no Brasil.

O produto chamou atenção por não escorrer nos olhos, resistir por mais tempo na pele e deixar uma camada visível, indicando que a proteção ainda estava ativa.

Ao voltar para o Brasil, ele percebeu que não encontrava um produto nacional semelhante e enxergou uma oportunidade para empreender. Mesmo formado em odontologia, decidiu investir no novo negócio e colocou cerca de R$ 170 mil no projeto inicial.

A marca começou apostando em um nicho específico: atletas expostos ao sol durante longos períodos, como surfistas e skatistas.

Em vez de disputar espaço diretamente nas farmácias, a estratégia foi vender o produto em lojas esportivas e distribuir amostras para atletas pelo país.

“Era um produto que estava faltando no mercado do esporte”, afirma Juliano. Segundo ele, o retorno positivo de surfistas e skatistas ajudou a consolidar a marca e abrir mercado logo nos primeiros anos.

O skatista João Censani é um dos consumidores que aprovaram o produto. Ele conta que conheceu o protetor na praia, por indicação de amigos, e nunca mais deixou de usar. “Pra mim é bem melhor do que esses líquidos. Você passa e ele não fica escorrendo”, relata.

Hoje, Juliano divide a rotina entre Curitiba e Florianópolis e segue usando a convivência com atletas como forma de desenvolver novos produtos. A meta é transformar a marca em referência entre praticantes de esportes de ação no Brasil.

📞Telefone: (48) 98804-7377📧E-mail: juliano@protetorbrazinco.com.br🌐 Site: www.protetorbrazinco.com.br

📍 Endereço: Av dos Imares, 255 – Moema São Paulo/SP – CEP:04085-000📞Telefone: (11) 5041-0341📧E-mail: surftripmoema@stk.com.br🌐Site: www.surftrip.com.br📸Instagram: https://www.instagram.com/surftrip_moema📘Facebook: https://www.facebook.com/surftrip.moema?mibextid=wwXIfr&mibextid=wwXIf

📍 Endereço: Rua Paul Garfunkel, 455 Curitiba/PR – CEP: 81460-040📞Telefone: (41) 99134-0166📧 E-mail: vendas@bayonne.com.br🌐 Site: bayonne@bayonne.com.br

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Saúde mental já custa US$ 5 trilhões por ano e valor pode triplicar até 2030, diz estudo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 03:44

Trabalho e Carreira Saúde mental já custa US$ 5 trilhões por ano e valor pode triplicar até 2030, diz estudo Pesquisa da Sodexo aponta impacto bilionário dos transtornos mentais e reforça papel da NR-1 na prevenção de riscos psicossociais nas empresas. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Problemas de saúde mental já custam US$ 5 trilhões por ano à economia global e podem ultrapassar US$ 16 trilhões até 2030, segundo estudo da Sodexo.

Depressão e ansiedade geram perdas de US$ 1 trilhão em produtividade e provocam 12 bilhões de dias de trabalho perdidos anualmente.

Especialistas apontam que o ambiente corporativo tem papel central na prevenção dos transtornos mentais, tema que ganhou força com a atualização da NR-1 sobre riscos psicossociais no trabalho.

O estudo defende medidas como melhora do ambiente físico, incentivo ao descanso, conexões sociais e gestão do estresse, além de destacar que investir em saúde mental também traz retorno financeiro às empresas.

As condições de saúde mental e distúrbios cerebrais já custam cerca de US$ 5 trilhões por ano à economia global — valor que pode ultrapassar US$ 16 trilhões até 2030 caso não haja intervenções efetivas.

É o que aponta o estudo "Creating Workplace Environments that Support Brain Health" ("Criando ambientes de trabalho que apoiam a saúde cerebral"), desenvolvido pela Sodexo em parceria com a Social Impact Partners e a Global Brain Health Initiative.

Segundo o levantamento, depressão e ansiedade, sozinhas, são responsáveis por US$ 1 trilhão anuais em perda de produtividade e por 12 bilhões de dias de trabalho perdidos todos os anos.

O estudo destaca ainda que funcionários desengajados geram prejuízos estimados em US$ 8,8 trilhões no mundo, o equivalente a 9% do PIB global.

Nesse contexto, especialistas apontam que o ambiente corporativo passou a ocupar papel central na reversão desse quadro. Isso porque os trabalhadores passam, em média, 90 mil horas ao longo da vida no trabalho, o que torna esse espaço estratégico para promover o cuidado com a saúde mental.

“A forma como o trabalho é organizado, como as lideranças se relacionam e como as pessoas descansam e convivem influenciam diretamente na saúde mental. O cuidado precisa estar incorporado ao dia a dia”, afirma Ana Menegotto, vice-presidente de pessoas, comunicação e ESG da Sodexo Brasil.

A executiva destaca que a segurança psicológica não pode ser tratada como uma iniciativa isolada, mas como resultado do design do ambiente e da cultura organizacional.

O debate ganha ainda mais força com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1), em vigor desde maio, que ampliou a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores. (entenda o que mudou)

Assédio moral no trabalho pode causar consequências na saúde mental e física da vítima — Foto: Freepik

O estudo propõe uma abordagem integrada para a saúde mental, considerando fatores como alimentação, sono, atividade física, ambiente físico, conexões sociais, propósito, gestão do estresse, aptidão mental e cuidado preventivo.

A publicação reúne evidências científicas que mostram como esses elementos influenciam diretamente a saúde cognitiva, a produtividade e a capacidade de adaptação das pessoas. Entre os destaques está a defesa de ambientes de trabalho mais saudáveis.

O relatório aponta que fatores como iluminação natural, qualidade do ar, redução de ruídos, espaços de convivência e incentivo ao descanso podem melhorar significativamente o desempenho cognitivo e reduzir o estresse.

Um dos estudos citados mostra que trabalhadores em prédios com melhor ventilação e menor concentração de poluentes tiveram desempenho até 61% superior em testes cognitivos.

A pesquisa também ressalta a importância das relações sociais no ambiente corporativo. Dados reunidos no documento mostram que a solidão aumenta em 31% o risco de demência e está associada a maiores índices de ansiedade, depressão e esgotamento mental.

Além do impacto humano, especialistas defendem que investir em saúde mental também gera retorno financeiro. Segundo o relatório, iniciativas voltadas à saúde cerebral podem adicionar US$ 6,2 trilhões ao PIB global até 2050, com redução de afastamentos, aumento do engajamento e melhora da produtividade.

Para os autores, o avanço dos transtornos mentais exige que as empresas deixem de tratar o tema apenas como benefício corporativo e passem a enxergá-lo como parte da estratégia de negócio.

Nesse cenário, o local de trabalho deixa de ser um fator de risco e passa a atuar como agente de proteção — indicando que cuidar da saúde mental já não é apenas uma responsabilidade social, mas uma condição para a sustentabilidade das organizações.

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O erro cerebral que faz você comprar na alta e perder dinheiro em investimentos; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 03:44

g1 explica O erro cerebral que faz você comprar na alta e perder dinheiro em investimentos; entenda No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Seguir as decisões da maioria é um comportamento comum e, na economia, recebe o nome de comportamento de manada. A tendência faz com que muitas pessoas invistam em determinado ativo apenas porque ele está atraindo cada vez mais investidores.

Esse movimento costuma ganhar força em momentos de alta dos mercados. Com mais compradores, os preços sobem, reforçando a percepção de que o investimento é uma aposta segura, mesmo quando a valorização não reflete o valor real do ativo.

Episódios como a bolha das tulipas na Holanda, a crise das empresas de tecnologia e a crise financeira de 2008 mostram os riscos desse comportamento. Especialistas alertam que consenso não é garantia de acerto e que o entusiasmo coletivo pode aumentar a exposição a perdas.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Instagram agora permite reorganizar posts no perfil; veja como fazer

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 02:55

Tecnologia Instagram agora permite reorganizar posts no perfil; veja como fazer Novo recurso dá mais liberdade para usuários destacaram conteúdos específicos e renovarem a aparência da grade de seu perfil sem precisar apagar nada. Por Redação g1 — São Paulo

O Instagram liberou na segunda-feira (8) uma função que permite reorganizar a ordem dos posts exibidos no perfil.

A novidade dá mais liberdade para usuários destacaram conteúdos específicos e renovarem a aparência da grade de seu perfil sem precisar apagar e republicar fotos e vídeos.

Os posts e reels fixados continuarão aparecendo no topo da página, independentemente da nova ordem escolhida para as demais publicações.

Abra o seu perfil no Instagram;Pressione e segure qualquer publicação da grade;Aguarde a aparição do menu de opções;Toque em "Reordenar grade";Arraste os posts para as posições desejadas;Confirme as alterações.

O novo recurso chega um pouco depois do Instagram Plus, a versão paga da rede social. Ela começou a ser liberada no Brasil nesta quinta-feira (4). O serviço oferece recursos exclusivos para usuários que pagam R$ 10 por mês.

A assinatura dá mais prioridade aos stories, aumentando as chances de eles serem vistos por mais seguidores. Também permite que as publicações fiquem no ar por 48 horas, em vez das 24 horas atuais.

Ela oferece ainda a opção de criar listas de seguidores parecidas com a de melhores amigos. A ideia é permitir que os stories sejam compartilhados exatamente com o grupo que você quiser.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 00:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3,5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.016 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3,5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (9), em São Paulo.

Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

No concurso do último sábado (6), uma única aposta simples de 6 números levou o prêmio de R$ 30 milhões. A aposta ganhadora foi feita pelos canais digitais no Distrito Federal, em Brasília. Veja os números sorteados: 09 – 18 – 26 – 31 – 53 – 58.

O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/06/2026 00:44

Tecnologia EUA acusam Baidu, Alibaba, BYD e outras de colaborar com Exército chinês Lista do Departamento de Guerra dos Estados Unidos agora inclui 188 empresas. Segundo a lei americana, o órgão não poderá contratar diretamente delas a partir do final de junho. Por Redação g1 — São Paulo

Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 — Foto: Reuters/Maxim Shemetov

O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou na segunda-feira (8) a relação de empresas que, segundo o governo americano, colaboram com militares chineses. A nova versão da lista tem 188 empresas e incluiu mais nomes do setor de tecnologia.

Entre elas, estão o buscador Baidu, as fabricantes de robôs Unitree e Robosense Technology, a gigante do comércio eletrônico Alibaba e as fabricantes de chips CXMT e YMTC.

O documento passou a apresentar ainda a montadora BYD, a empresa de biotecnologia WuXi AppTec e a fabricante de equipamentos de telecomunicações Baicells.

Por conta de uma lei recente, a partir do final de junho, o Departamento de Guerra não poderá contratar diretamente de empresas presentes no documento. E, a partir de 2027, o órgão não poderá comprar seus produtos e serviços por meio de terceiros.

No documento, o Departamento de Guerra afirmou que as empresas "se qualificam para a designação de 'empresas militares chinesas'" e operam nos EUA. Elas poderão pedir a remoção da lista, segundo o órgão.

Embora o documento não imponha sanções formais às companhias chinesas, elas poderão sofrer danos concretos com a decisão. A inclusão na lista também dá uma mensagem prejudicial sobre essas companhias para fornecedores do governo americano.

A Embaixada da China nos Estados Unidos disse que o governo chinês se opõe à "criação de listas discriminatórias para perseguir empresas chinesas" e que elas cumprem leis e regulações locais.

"Os EUA devem cessar essa prática errônea e criar um ambiente justo, equitativo e não discriminatório para as empresas chinesas", afirmou a embaixada em nota, segundo a Reuters.

O Alibaba afirmou à Reuters que não há fundamento para sua inclusão na lista. Em nota, a empresa disse que "não é uma companhia militar chinesa nem faz parte de qualquer estratégia de fusão entre setores civil e militar" e que adotará as medidas legais disponíveis para contestar a classificação.

A WuXi AppTec também contestou a decisão e disse que sua inclusão na lista é equivocada. A empresa afirmou que tomará medidas imediatas para reverter a designação.

Já a Baidu rejeitou "categoricamente" sua inclusão. Em declaração à Reuters, a companhia disse que a alegação de que seria uma empresa militar é "totalmente infundada" e disse que utilizará todos os recursos disponíveis para ser retirada da relação.

Até a última atualização desta reportagem, as outras empresas não tinham respondido aos pedidos de posicionamento feitos pela Reuters.

A decisão atualiza uma lista do início de 2025 e é anunciada menos de um mês após o presidente americano Donald Trump se encontrar com seu correspondente chinês Xi Jinping em Pequim.

O encontro teve troca de elogios, mas terminou com impasses em temas sensíveis como Taiwan, considerado pela China como parte de seu território.

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Alckmin diz que Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira: ‘Trabalho será feito’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 18:50

Bahia Alckmin diz que Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira: 'Trabalho será feito' Afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show, evento em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Por g1 BA

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, afirmou que o presidente Lula atua para reverter veto da União Europeia à carne brasileira.

Afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show.

O vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que o presidente Lula (PT) atua para reverter a decisão da União Europeia em proibir a importação de carnes produzidas no Brasil. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (8), durante a visita do vice-presidente na Bahia Farm Show, evento em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.

"O trabalho será feito para retirar esse embargo tanto do frango, quanto do porco, quanto dos bovinos", explicou.

O veto da União Europeia à carne do Brasil foi publicado na sexta-feira (5) e, com isso, o país fica proibido de exportar carne a partir de 3 de setembro deste ano.

Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, na abertura da Bahia Farm Show 2026, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. — Foto: Amanda Ercília/GOVBA

Segundo o documento publicado na sexta-feira, o Brasil foi excluído por não ter apresentado à Comissão Europeia as informações necessárias para comprovar que sua produção atende às exigências da UE sobre o uso de antimicrobianos.

➡️ Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem funcionar como promotores de crescimento.

Na lista anterior, de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel.

Segundo Alckmin, apesar do veto da UE, em outros países houve avança na negociação acerca da carne brasileira.

"A boa notícia é que a China reconheceu o Brasil como isento de febre aftosa sem vacinação. E a outra os Estados Unidos, a carne está totalmente fora de qualquer tarifa", disse.

Além de Alckmin, participaram do evento o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e o senador Jaques Wagner (PT).

O vice-presidente Geraldo Alckmin aproveitou sua participação na 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, para anunciar ampliações em programas de incentivo à produção no campo, como o Brasil Soberano e Move Agrícola. Segundo Alckmin, o Governo federal lançou um pacote de crédito que amplia o acesso para empresas exportadoras, setor agrícola e transporte, com condições mais favoráveis de financiamento.

Uma das principais novidades é o programa Brasil Soberano 2, que contará com R$ 15 bilhões em crédito. O acesso foi facilitado: antes, era necessário que a empresa tivesse ao menos 5% do faturamento impactado por exportações. Agora, com a mudança anunciada pelo presidente Lula, esse percentual caiu para 1%.

"Então quem tiver 1% atingido na sua exportação, ou fornecedor para empresa que exporte, tem acesso ao crédito. Pode ser capital de giro, bens de capital ou investimento, são R$ 15 bilhões", explicou.

Outro destaque está no Move Agrícola, com R$ 14 bilhões disponíveis para o setor (antes eram R$ 10 bilhões). A linha terá juros em torno de 9% ao ano, considerados competitivos. A expectativa é estimular a modernização do campo e aumentar produtividade.

Segundo o vice-presidente, a medida visa renovar veículos, reduzir custos logísticos e melhorar eficiência operacional.

"No Move Agrícola os juros vão ser de 9,2%, praticamente 9%, para compra de tratores, implementos agrícolas, plantadeiras, colheitadeiras. Já pode procurar o sistema bancário. Muita gente também compra caminhão, então foi lançado um programa de renovação de frota de R$ 21,1 bilhões; R$ 2 bilhões para ônibus e R$ 19,1 bilhões para caminhões. Hoje o Finame está bem mais de 20% (os juros), vai ser a 12%, que é um programa de renovação de frota também de caminhões e implementos rodoviários", reforçou.

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Claro é processada por compartilhamento irregular de dados de clientes com a Serasa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 18:50

Tecnologia ANPD abre processo administrativo contra a Claro por compartilhamento irregular de dados de clientes com a Serasa A Agência Nacional de Proteção de Dados notificou empresas ao identificar problemas no compartilhamento de informações pessoais de consumidores. Multa pode chegar a R$ 50 milhões. Por Redação g1

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) notificou a Claro e a Serasa após identificar indícios de problemas no compartilhamento de informações pessoais de clientes da operadora.

Por causa disso, a Claro será submetida a um processo administrativo sancionador, enquanto a Serasa passará por um procedimento de fiscalização.

A medida contra a Claro teve origem em uma fiscalização que analisou uma parceria firmada entre as duas empresas. Havia sinais de descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Pelo acordo, a operadora fornecia dados de seus clientes à Serasa para o desenvolvimento de métodos de análise de crédito e para avaliações de condições de mercado.

Entre as violações apontadas pela ANPD contra a Claro estão o compartilhamento de dados de consumidores de forma considerada irregular, a falta de clareza nas informações prestadas aos clientes e dificuldades de acesso ao responsável de proteção de dados da empresa.

Se as irregularidades forem confirmadas, a operadora poderá ser penalizada com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As sanções podem incluir multa de até R$ 50 milhões por infração e multa de até 2% do faturamento da companhia.

A ANPD também emitiu orientações à Claro que deverão ser observadas nos contratos de compartilhamento de dados já existentes e nos que vierem a ser firmados.

Segundo o superintendente de Fiscalização da ANPD, Fabrício Guimarães, mais de 100 informações de cada cliente foram compartilhadas pela Claro com a Serasa.

"Existe um limite para esse compartilhamento, que não deve ser excessivo e precisa respeitar o princípio da necessidade, da relevância. Além disso, o compartilhamento de dados precisa ser transparente; os clientes têm que ser informados. Identificamos esses e vários outros problemas na parceria, pedimos várias informações às empresas e elas encerraram o contrato", disse Guimarães.

Em relação à Serasa, a ANPD vai analisar o nível de transparência oferecido aos titulares dos dados e as ferramentas disponibilizadas para o exercício dos direitos previstos na LGPD.

Também vai verificar se a política de privacidade da empresa esclarece quais entidades compartilham informações com a companhia e com quais terceiros esses dados são compartilhados.

Se forem identificadas irregularidades, o caso da Serasa poderá avançar para uma etapa de sanções.

De acordo com o ciclo mais recente de monitoramento da ANPD, no período entre o segundo semestre de 2023 e o primeiro semestre de 2025, a Serasa lidera o número de denúncias recebidas pela agência.

Sobre os prazos de defesa, Claro e Serasa têm 10 dias úteis, contados a partir do recebimento da notificação, para apresentar suas manifestações. O não envio de resposta dentro do prazo poderá ser interpretado como obstrução.

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Guia g1 #3: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 08/06/2026 15:44

Podcasts Guia g1 Guia g1 #3: vale a pena comprar um carro novo que vai sair de linha? Neste episódio, Reinaldo Domingos explica os riscos, benefícios, custos de manutenção e como identificar quando um carro prestes a ser descontinuado pode — ou não — ser um bom negócio. Por Vinicius Montoia, g1 — São Paulo

O Renault Clio, carro novo mais barato do Brasil, custa atualmente R$ 78.690. Por esse preço, muita gente considera migrar para um seminovo ou usado. Mas, dependendo do momento, é possível encontrar descontos significativos em modelos zero quilômetro que estão prestes a sair de linha.

As promoções em veículos próximos da descontinuação podem variar de R$ 30 mil a até R$ 60 mil, como foi o caso da Volkswagen Amarok: em 2014 unidades do modelo antigo chegaram a ter R$ 60 mil de desconto em concessionárias, por conta da chegada de uma nova geração.

No entanto, esse tipo de oferta sempre levanta dúvidas: vale a pena comprar um carro que vai deixar de ser produzido? Quais são os cuidados necessários antes de fechar negócio?

Neste episódio do podcast Guia g1, o especialista Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, explica o que muda quando um carro é descontinuado — e quando essa compra pode fazer sentido.

Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito.

Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel.

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