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Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar ‘maior choque petrolífero da história’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 04:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Por que crise desencadeada pela guerra no Irã pode se tornar 'maior choque petrolífero da história'. — Foto: AFP via Getty Images via BBC

Quando, em 1973, os países árabes produtores de petróleo responderam com um embargo petrolífero ao apoio dos Estados Unidos a Israel na guerra do Yom Kippur, os preços do petróleo quadruplicaram, abalando a economia mundial.

Mais de meio século depois, a relação entre conflitos no Oriente Médio e o preço do petróleo continua sacudindo a economia global.

Desde que Donald Trump e Benjamin Netanyahu ordenaram ataques contra o Irã, em 28 de fevereiro, e Teerã respondeu ampliando o conflito na região e fechando o Estreito de Ormuz, os preços do barril de petróleo dispararam de US$ 60 para quase US$ 120 na segunda-feira (9/3) — a maior alta já registrada em um único dia. Em seguida, voltaram a cair, estabilizando-se em torno de US$ 90.

Nesta semana, o mundo assistiu ao dia mais volátil da história do mercado de petróleo, provocando pânico nos mercados e — diante da improvisada intervenção do próprio Trump, que afirmou que a guerra está "praticamente concluída" — também nos gabinetes.

Em uma aparente tentativa de acalmar os ânimos, o presidente americano telefonou para jornalistas. Mas, como explica o correspondente da BBC nos Estados Unidos, Anthony Zurcher, suas explicações estavam longe de ser claras.

"Tenho um plano para tudo, certo?", disse a um repórter do New York Post quando foi questionado sobre a alta do petróleo. "Tenho um plano para tudo. Você ficará muito feliz."

À emissora CBS, ele afirmou que a guerra "está praticamente terminada". Mas, quando perguntado se a operação poderia acabar em breve, respondeu: "Não sei, depende. A conclusão está na minha mente, na de mais ninguém".

Trump também disse coisas como "já vencemos em muitos aspectos, mas ainda não vencemos o suficiente" e afirmou que seu governo estava "longe" de tomar uma decisão sobre enviar tropas americanas ao Irã.

Seu frenesi de telefonemas, somado a uma reunião de ministros das Finanças do G7 (grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), na qual surgiu o rumor de que poderiam liberar 300 milhões de barris de reservas de emergência, ajudou a acalmar os mercados e conter a escalada dos preços.

Mas, como o próprio Trump admitiu, ninguém sabe exatamente o que se passa em sua mente. Por isso, a situação, como observa o editor de economia da BBC, Faisal Islam, "tem potencial para se tornar o maior choque petrolífero da história".

Por enquanto, a guerra não terminou, e tampouco o grande gargalo que fez esta crise saltar das bombas para os mercados: o bloqueio do Estreito de Ormuz.

Dezenas de navios permanecem atracados no porto por causa do fechamento do estreito de Ormuz, como estes em Mascate, Omã. — Foto: Reuters via BBC

Embora o petróleo tenha hoje menos peso na produção e no consumo mundiais do que tinha na década de 1970, ele continua sendo um dos principais motores da economia global. E as consequências da interrupção no fornecimento — a maior da história — já começam a ser sentidas no bolso de milhões de pessoas.

Setores como transporte e petroquímica são particularmente sensíveis às altas do petróleo, que também afetam a indústria pesada e o setor agroalimentar. Uma interrupção prolongada pode ter consequências graves para economias dependentes do petróleo do Golfo Pérsico, especialmente na Ásia.

Se a inflação subir, as repercussões políticas da guerra — inclusive para o próprio Trump, que enfrentará eleições legislativas em novembro — também podem aparecer nas urnas.

O mundo "atravessa a crise energética mais grave em décadas e, potencialmente, a mais séria desde os grandes choques petrolíferos dos anos 1970", afirma Rafael Pampillón, professor de economia da IE Business School.

Aquelas crises — especialmente a provocada pelo embargo petrolífero árabe de 1973 e pela revolução iraniana de 1979 — combinaram interrupções físicas no fornecimento, fortes aumentos de preços e um contexto geopolítico extremamente instável, explica o professor à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.

"O Estreito de Ormuz é o maior gargalo energético do planeta", explica Rafael Pampillón à BBC Mundo.

Por ali, passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo e 25% do que é transportado por via marítima. Também transitam por suas águas cerca de 30% do gás natural liquefeito (GNL). A guerra interrompeu esse fluxo.

Até 27 de fevereiro, cerca de 37 petroleiros atravessavam diariamente Ormuz. Poucos dias depois do início do conflito, esse número caiu praticamente a zero.

A instabilidade e a incerteza já influenciam os preços do petróleo, mas o bloqueio desse corredor estratégico — que pode obrigar países produtores a interromper a extração porque os navios carregados não conseguem sair e os estoques se esgotam — afeta "diretamente os preços globais da energia", afirma Pampillón.

E por que fechar temporariamente os poços não é uma boa opção? Porque, ao contrário do que ocorre com uma torneira de água, os poços de petróleo não são fáceis de fechar e, sobretudo, de reabrir. Além das dificuldades técnicas, eles podem perder pressão e nunca recuperar o nível original de produção.

A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que não permitirá a passagem de "nem um único litro" por essa rota marítima enquanto Israel e os Estados Unidos continuarem seus ataques. Trump, por sua vez, prometeu que "morte, fogo e fúria" cairão sobre o Irã caso o fluxo de petróleo seja interrompido.

Diversos países já adotaram medidas emergenciais diante da "maior crise" já enfrentada pela indústria energética da região, nas palavras do diretor da Saudi Aramco, a petrolífera estatal da Arábia Saudita e maior exportadora de petróleo do mundo.

Segundo Amin Nasser, haverá "consequências catastróficas" para o mercado global de petróleo se o conflito continuar interrompendo o tráfego marítimo no estreito de Ormuz.

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que navios militares de seu país poderiam escoltar petroleiros e embarcações comerciais pelo estreito de Ormuz quando a intensidade dos ataques diminuir. — Foto: Getty Images via BBC

O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que irá enviar uma dezena de navios de guerra para a região, com o objetivo de escoltar navios comerciais pelo Estreito de Ormuz, "assim que a fase mais intensa do conflito terminar", declarou ele no Chipre na segunda-feira.

Foi o que os Estados Unidos e outras potências tiveram de fazer nos anos 1980 durante a guerra entre Irã e Iraque, quando vários navios mercantes e petroleiros foram atacados no Golfo Pérsico.

"O Irã parece estar explorando uma forma clássica de coerção assimétrica: como não consegue igualar os EUA e Israel em capacidade militar convencional, tenta transformar o sistema energético regional em um multiplicador de custos", explica à BBC News Mundo Omar Rachedi, economista e senior fellow da EsadeGeo, o centro de economia global e geopolítica dessa universidade espanhola.

Embora pareça incapaz de vencer no campo militar, Teerã está demonstrando que tem capacidade de afetar o sistema energético mundial, elevando o custo econômico e político de qualquer conflito que o ameace.

Em termos de teoria estratégica, afirma o economista, o Irã "está tentando transformar uma inferioridade militar relativa em poder de negociação por meio de um gargalo global".

Ao atacar instalações, terminais, refinarias e o tráfego marítimo, o país encarece a guerra para Washington, seus aliados do Golfo e os grandes consumidores de energia na Ásia e na Europa, buscando pressioná-los por um cessar-fogo ou por uma contenção da escalada.

Mas esse não é o único objetivo, segundo especialistas. "Também se trata de enviar uma mensagem de dissuasão regional", afirma Pampillón.

Com esses ataques, Teerã sinaliza aos seus vizinhos do Golfo que qualquer envolvimento direto no conflito poderá trazer consequências econômicas graves — e também demonstra que eles não podem ser totalmente protegidos.

Essa aposta, no entanto, pode acabar se voltando contra o próprio Irã. "Atacar a infraestrutura energética de seus vizinhos pode reforçar — e não enfraquecer — o alinhamento do Golfo com Washington. É uma estratégia racional dentro da lógica da coerção, mas extremamente arriscada em seus efeitos indiretos", avalia Rachedi.

O impacto desta crise energética, cujo alcance ainda é impossível prever, se espalha em cascata por toda a economia mundial. Alguns setores e regiões, porém, são especialmente vulneráveis.

Em primeiro lugar, os setores "intensivos em combustíveis líquidos e aqueles que dependem do Golfo como corredor físico", explica o economista da EsadeGeo.

O transporte, especialmente a aviação, é talvez o exemplo mais evidente: o combustível para aviões disparou 72% em Singapura, atingindo um recorde, e desde o fim de fevereiro cerca de 37 mil voos foram cancelados, lembra Rachedi.

Quando o preço do petróleo sobe, esses setores veem seus custos operacionais aumentarem imediatamente, o que costuma se traduzir em passagens mais caras e tarifas logísticas mais elevadas.

A indústria petroquímica também é diretamente afetada, já que muitas matérias-primas industriais, como plásticos, fertilizantes, produtos químicos e fibras sintéticas, derivam do petróleo ou do gás natural, lembra Pampillón.

O mesmo ocorre com a indústria pesada: aço, cimento e alumínio são altamente intensivos em energia.

O diretor da maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, alertou para "consequências catastróficas" para o mercado global de petróleo se o fechamento do estreito de Ormuz se prolongar. — Foto: Reuters via BBC

Já há sinais disso em diferentes setores. Segundo Rachedi, começam a surgir tensões no mercado de fertilizantes na Índia, além de cortes de produção ou paralisações em refinarias e complexos petroquímicos na Ásia.

"Em outras palavras: o choque começa na energia e na logística, mas acaba se espalhando para a indústria, os alimentos e os preços ao consumidor", resume o economista.

Para começar, as economias produtoras de petróleo do Golfo, com o Iraque como seu caso mais extremo: sua produção caiu cerca de 70%, de cerca de 4,3 para 1,3 milhão de barris por dia em um país em que mais de 90% das receitas públicas dependem do petróleo.

Outros países, como a Arábia Saudita, começaram a reduzir a produção e a redirecioná-la por um oleoduto que leva o petróleo até o porto de Yanbu, no mar Vermelho, evitando assim os riscos do estreito de Ormuz.

Essa rota alternativa, porém, não tem capacidade para absorver toda a produção do reino — o que ajuda a explicar o tom alarmista das declarações do diretor da Aramco.

China, Índia, Japão e Coreia do Sul estão entre os maiores importadores de petróleo do mundo — e uma parcela significativa desse petróleo chega da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos, do Kuwait e do Iraque, passando justamente pelo estreito de Ormuz.

Pequim comprou em 2025 mais de 80% do petróleo iraniano, apesar das sanções internacionais. Ao mesmo tempo, nos últimos anos desenvolveu algumas vantagens estratégicas que podem amortecer o impacto de uma crise energética global: diversificou fornecedores, acumulou grandes reservas estratégicas e possui um vasto setor de refino, explica Pampillón.

No curto prazo, dizem especialistas, a China está relativamente protegida. Mas, se a crise se prolongar, seu impacto poderá atingir também a economia chinesa.

A Europa, cada vez mais dependente do gás natural liquefeito (GNL), especialmente desde o início da guerra na Ucrânia, também pode sentir os efeitos, assim como economias emergentes dependentes da importação de combustíveis e com moedas mais frágeis.

Os Estados Unidos, que sofreram duramente com o embargo petrolífero dos países árabes nos anos 1970, hoje dispõem, segundo Rachedi, de mais instrumentos para amortecer o impacto, embora não para neutralizá-lo completamente.

O país é atualmente o maior produtor mundial de petróleo e gás, o que reduz sua dependência de importações.

Além disso, possui um dos maiores estoques emergenciais de petróleo do mundo: a Reserva Estratégica de Petróleo, que pode ser utilizada para estabilizar o mercado ou compensar interrupções temporárias no fornecimento.

Mesmo assim, o mercado de petróleo é global. "Se o preço internacional do petróleo subir de forma significativa, os consumidores americanos também sentirão o impacto no preço da gasolina e do diesel", afirma Pampillón.

Nos Estados Unidos, o preço dos combustíveis é um dos indicadores econômicos mais visíveis para os eleitores, pois afeta diretamente o orçamento cotidiano das famílias.

Para muitos americanos, o preço da gasolina resume o custo de vida: quando sobe, aumenta o preço do transporte, dos alimentos e de muitos bens de consumo, reduzindo o poder de compra.

Se a crise energética se prolongar, poderá trazer consequências graves para Donald Trump nas eleições legislativas de meio de mandato que os Estados Unidos realizarão em novembro. — Foto: Reuters via BBC

No caso de Trump, que enfrenta eleições em novembro e estabeleceu como prioridade reduzir a inflação e baixar as taxas de juros, a alta do petróleo ameaça diretamente sua narrativa econômica.

Estudos comparativos sobre choques petrolíferos anteriores mostram, lembra Rachedi, que aumentos no preço do petróleo reduzem sistematicamente as chances de candidatos que buscam a reeleição.

Se a crise continuar durante o verão e o outono no Hemisfério Norte, "o impacto eleitoral para os republicanos em novembro provavelmente será negativo e nada desprezível".

Na América Latina, o impacto de uma crise energética depende muito do perfil energético de cada país.

Segundo especialistas, os principais beneficiados tendem a ser exportadores líquidos de petróleo, como Brasil, Guiana, Argentina e, com algumas ressalvas, Colômbia.

Especialistas acreditam que os principais beneficiados serão os exportadores de petróleo bruto, como o Brasil, a Guiana, a Argentina e, com algumas nuances, a Colômbia.

A Argentina ganha "porque Vaca Muerta continua melhorando seu saldo energético externo", em referência à região produtora de petróleo do país. Já na Colômbia, "preços mais altos podem aumentar o caixa e a capacidade de investimento da Ecopetrol", afirma Rachedi.

No caso do México, embora o país continue sendo produtor de petróleo, "sua produção caiu nas últimas décadas e ele importa grandes volumes de gasolina e outros combustíveis refinados, o que torna o efeito líquido de preços altos mais complexo", acrescenta Pampillón.

Os mais prejudicados, segundo os economistas, tendem a ser os importadores de combustíveis do Caribe e de parte da América Central, além de países como Chile e Peru.

Também entram nessa lista países como a Bolívia, que mantêm subsídios aos combustíveis, o que se torna particularmente pesado para as contas públicas quando o preço do petróleo sobe.

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Menus de R$ 7 mil, estrelas Michelin e abusos: chef premiado é denunciado por agressões e humilhações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 04:09

Empreendedorismo Guia do empreendedor Menus de R$ 7 mil, estrelas Michelin e abusos: chef premiado é denunciado por agressões e humilhações Reportagem do jornal 'The New York Times' ouviu 35 ex-funcionários que relatam agressões com utensílios de cozinha, constrangimentos públicos, jornadas de até 16 horas e uso de estagiários mal remunerados. Por Redação g1, g1 — São Paulo

Noma, comandado pelo chef dinamarquês René Redzepi, se tornou um dos nomes mais celebrados da alta gastronomia internacional. — Foto: Noma/ Divulgação

Três estrelas Michelin, menus de R$ 7 mil por pessoa e uma reputação construída ao longo de duas décadas. Foi assim que o Noma, comandado pelo chef dinamarquês René Redzepi, se tornou um dos nomes mais celebrados da alta gastronomia internacional.

Mas essa imagem de excelência começou a ruir depois que ex-funcionários vieram a público denunciar uma cultura de abusos dentro da cozinha do restaurante.

Uma reportagem do jornal "The New York Times" reuniu relatos de agressões físicas e constrangimentos públicos. Cerca de 35 ex-funcionários que trabalharam no Noma entre 2009 e 2017 foram ouvidos pelo jornal.

“Ele batia, cutucava e empurrava funcionários por erros pequenos e às vezes chegava a socar alguém quando perdia a paciência”, relatou um ex-trabalhador ao veículo.

Os relatos também descrevem jornadas de trabalho extremamente longas dentro da cozinha, muitas vezes ultrapassando 12 ou até 16 horas por dia durante os períodos mais intensos do restaurante.

Ex-funcionários disseram ainda que parte significativa da equipe era formada por estagiários estrangeiros que recebiam pouca ou nenhuma remuneração pelo trabalho, apesar da carga pesada de tarefas.

As denúncias já tiveram consequências imediatas. Dois patrocinadores desistiram de apoiar uma temporada de jantares — conhecidos como "pop-ups", quando restaurantes operam por um período limitado em outra cidade — que o Noma estava prestes a iniciar em Los Angeles.

A American Express e a startup de hospitalidade Blackbird anunciaram que retiraram o apoio ao evento, que teria ingressos de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 7,7 mil ) por pessoa e estava com todas as reservas esgotadas.

As duas empresas afirmaram que vão reembolsar clientes que haviam comprado ingressos por meio delas e doar o dinheiro arrecadado a organizações que defendem trabalhadores do setor de restaurantes.

“As práticas passadas de René, segundo ele próprio admitiu, eram inaceitáveis e abomináveis”, afirmou Ben Leventhal, fundador da Blackbird, em comunicado.

“Não podemos simplesmente nos apoiar no tempo decorrido e em alegações de reabilitação quando essas coisas ressurgem.”

Uma porta-voz da Resy, plataforma de reservas da American Express, afirmou que a empresa também decidiu se afastar do patrocínio do evento e que os recursos envolvidos serão redirecionados para iniciativas em apoio aos trabalhadores do setor de hospitalidade em Los Angeles.

“Nossa prioridade é apoiar a comunidade gastronômica e não permitir que essa decisão prejudique as muitas pessoas que trabalharam arduamente para dar vida a este projeto, desde agricultores locais até fornecedores e outros profissionais envolvidos”, afirmou a empresa.

Considerado um dos restaurantes mais influentes da gastronomia contemporânea, o Noma ajudou a redefinir a culinária moderna com pratos experimentais e forte uso de ingredientes locais, sazonais e muitas vezes colhidos diretamente na natureza.

Localizado em Copenhagen, capital da Dinamarca, o restaurante foi eleito cinco vezes o melhor do mundo pela lista The World’s 50 Best Restaurants e acumula três estrelas no Michelin Guide.

Redzepi também recebeu reconhecimento internacional ao longo da carreira. A revista Time já o descreveu como um “Deus da Gastronomia”, e o chef foi nomeado cavaleiro por suas contribuições à cultura dinamarquesa.

Segundo os relatos reunidos pelo The New York Times, no entanto, o ambiente dentro da cozinha do restaurante era marcado por pressão extrema e episódios frequentes de agressividade.

Ex-funcionários disseram ao jornal que Redzepi reagia com violência a erros considerados pequenos. Alguns relataram empurrões e tapas durante o serviço; outros afirmaram que o chef chegou a arremessar objetos ou usar utensílios de cozinha para atingir funcionários.

Além da violência física, trabalhadores também disseram ter sido alvo de humilhações públicas diante de colegas.

Em alguns casos, segundo os depoimentos, o chef teria ameaçado funcionários estrangeiros com deportação ou com a possibilidade de nunca mais conseguirem emprego em restaurantes de prestígio.

O The New York Times também descreve uma cultura de trabalho extremamente exigente, com equipes frequentemente submetidas a longos turnos e forte pressão para manter o padrão de excelência do restaurante.

Em alguns períodos, segundo os relatos, estagiários representavam uma parcela significativa da força de trabalho na cozinha — muitos deles vindos de outros países para ganhar experiência em um restaurante de prestígio, mas recebendo pouca ou nenhuma remuneração.

As acusações começaram a ganhar visibilidade nas últimas semanas, quando um ex-funcionário do restaurante, Jason Ignacio White, passou a publicar nas redes sociais relatos sobre episódios de abuso ocorridos durante o período em que trabalhou no local.

Após a publicação da reportagem do The New York Times, organizações de defesa de trabalhadores também passaram a pressionar o restaurante.

O grupo One Fair Wage anunciou que pretende realizar um protesto em frente ao restaurante temporário do Noma no bairro de Silver Lake.

A organização pede compensação para funcionários que trabalharam no restaurante e mudanças nas políticas de trabalho da empresa.

Procurado pelo The New York Times, o Noma não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário sobre as denúncias.

Uma porta-voz do restaurante afirmou ao jornal que, nos últimos anos, a empresa implementou mudanças internas, incluindo a criação de estruturas formais de recursos humanos, treinamento para gestores e maior flexibilidade nos horários de trabalho.

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Mega-Sena completa 30 anos com R$ 43,8 bilhões em prêmios e 980 bilhetes milionários

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/03/2026 00:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

Segundo a Caixa Econômica Federal, as apostas movimentaram R$ 115,2 bilhões desde o primeiro sorteio, realizado em 11 de março de 1996.

Só em prêmios, o total pago chega a R$ 43,8 bilhões — pouco menos que os R$ 46 bilhões destinados a repasses sociais a partir da arrecadação com as apostas.

Ao todo, 980 apostas da Mega-Sena já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria, afirma o diretor-presidente da Caixa Loterias, Renato Siqueira.

O maior prêmio já pago em um concurso regular da Mega-Sena — ou seja, sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em 1º de outubro de 2022.

A caminhada de muitos brasileiros até as casas lotéricas em cidades de todo o país teve uma motivação frequente nas últimas três décadas: apostar na Mega-Sena.

A loteria mais famosa do Brasil completa 30 anos neste dia 11 com um balanço bilionário. Segundo a Caixa Econômica Federal, as apostas movimentaram R$ 115,2 bilhões desde o primeiro sorteio, realizado em 11 de março de 1996.

Só em prêmios, o total pago chega a R$ 43,8 bilhões — pouco menos que os R$ 46 bilhões destinados a repasses sociais a partir da arrecadação com as apostas.

🔎 Além dos valores pagos aos vencedores, parte da arrecadação das loterias financia áreas como saúde, segurança, educação, cultura e esporte. Segundo a Caixa, esses repasses somam mais de 56% do total, enquanto o prêmio bruto corresponde a 43,79%.

Ao todo, 980 apostas da Mega-Sena já receberam prêmios milionários desde a criação da loteria, afirma o diretor-presidente da Caixa Loterias, Renato Siqueira.

O maior prêmio já pago em um concurso regular da Mega-Sena — ou seja, sem considerar a Mega da Virada — foi de R$ 317,8 milhões, em 1º de outubro de 2022.

O primeiro sorteio da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 1,2 milhão, foi realizado em 11 de março de 1996.

As seis dezenas sorteadas foram 04, 05, 30, 33, 41 e 52 — e nenhum apostador acertou. Com isso, o prêmio acumulou em R$ 1,7 milhão.

A arrecadação da Mega-Sena cresceu de forma expressiva nas últimas décadas. No início dos anos 2000, os sorteios movimentavam "poucos milhões" de reais — como o concurso 500, que arrecadou R$ 3,9 milhões em 2003.

Dez anos depois, as apostas já superavam R$ 40 milhões e, em 2025, concursos regulares passaram a ultrapassar R$ 50 milhões, segundo a Caixa.

Os concursos especiais da Mega da Virada pagaram, de longe, os maiores prêmios da história da loteria. Em 2025, a arrecadação recorde fez o prêmio superar, pela primeira vez, a marca de R$ 1 bilhão. Veja abaixo os maiores valores já pagos como prêmio principal:

2025: R$ 1,09 bilhão2024: R$ 635,4 milhões2023: R$ 588,8 milhões2022: R$ 541,9 milhões2021: R$ 378,1 milhões2020: R$ 325,2 milhões2017: R$ 306,7 milhões2019: R$ 304,2 milhões2018: R$ 302,5 milhões2014: R$ 263,2 milhões

A “sorte” — tanto na Mega-Sena quanto na Mega da Virada — varia conforme a quantidade de números escolhidos. Em uma aposta simples, com seis dezenas, a probabilidade de acertar o prêmio máximo é de uma em mais de 50 milhões, segundo a Caixa.

Com 20 números, as chances aumentam para uma em 1.292. O preço, porém, também dispara: esse tipo de aposta custa R$ 232,5 mil.

O número 10 é o mais sorteado da história da Mega-Sena, com 352 aparições. Em seguida vem o 53, que já saiu 340 vezes, segundo a Caixa. Veja abaixo as dez dezenas mais frequentes:

10 – 352 vezes53 – 340 vezes37 – 325 vezes5 – 323 vezes34 – 321 vezes33 – 319 vezes38 – 319 vezes27 – 318 vezes32 – 317 vezes46 – 315 vezes

Estados do Sudeste do país concentram o maior número de prêmios máximos da Mega-Sena, segundo a Caixa Econômica Federal.

O levantamento — que também inclui os sorteios da Mega da Virada — coloca São Paulo na liderança, com 312 bilhetes premiados. Veja os dez maiores:

São Paulo: 312Rio de Janeiro: 156Minas Gerais: 146Paraná: 112Distrito Federal: 61Rio Grande do Sul: 60Bahia: 59Goiás: 54Santa Catarina: 38Pernambuco: 36

Em maio de 2024, um sorteio da Mega-Sena chamou a atenção de fãs da série "Lost". Cinco dos seis números usados pelo personagem Hugo “Hurley” em uma loteria na trama apareceram no concurso 2.720 da Mega.

As dezenas sorteadas foram 08, 15, 16, 23, 42 e 43. Na série, Hurley aposta em 4, 8, 15, 16, 23 e 42 — e leva o prêmio. Apesar da coincidência, ninguém acertou as seis dezenas na vida real e o prêmio acumulou.

Em 'Lost', Hugo 'Hurley' Heyes (Jorge Garcia) ficou milionário após ganhar na loteria — Foto: Divulgação

As apostas para a Mega-Sena podem ser feitas pelo aplicativo Loterias Caixa, pelo portal Loterias Caixa ou em qualquer lotérica do país. Clientes do banco também podem fazer suas apostas pelo internet banking.

Para jogar, basta marcar de 6 a 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes ou deixar que o sistema escolha as dezenas, por meio da Surpresinha. A aposta simples custa R$ 6.

Quem aposta também pode escolher participar do concurso por meio de bolões, preenchendo o campo específico no volante.

Além disso, o jogador pode adquirir cotas de bolões organizados pelas unidades lotéricas. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.

O sortudo poderá receber o prêmio nas agências da Caixa. Pelas regras, valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis após o ganhador se apresentar em uma agência.

Os documentos necessários são o bilhete premiado ou o comprovante da aposta, além de documento pessoal com foto e CPF.

A Caixa lembra que, se o bilhete foi emitido na lotérica, é importante que o ganhador se identifique no verso do bilhete premiado antes mesmo de sair de casa.

As informações necessárias são: nome completo, número do documento de identificação e CPF. Dessa forma, diz a instituição, o apostador garante que ninguém mais retire o prêmio.

O ganhador tem até 90 dias corridos, a partir da data do sorteio, para receber. Passado esse período, o prêmio prescreve e o valor é repassado ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES).

No caso de prêmios de até R$ 2.112,00, como em outros concursos, os valores podem ser recebidos nas casas lotéricas.

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Mega-Sena, concurso 2.982: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.982: prêmio acumula e vai a R$ 65 milhões Veja os números sorteados: 02 – 35 – 41 – 46 – 49 – 58. Quina teve 27 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 87.399,64. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.982 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (10), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 65 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Política Senado aprova criação de novos cargos no Poder Executivo; impacto é de R$ 5,3 bilhões Texto segue para sanção presidencial. Projeto também reajusta remuneração de médicos e médicos veterinários, auditores fiscais e altera cargos na Cultura. Por Sara Curcino, Mariana Assis, Ana Clara Alves, TV Globo e g1 — Brasília

O Senado aprovou nesta terça-feira (10) projeto que cria 17,8 mil cargos nos Ministérios da Educação (MEC) e no da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

O senador afirmou que o texto beneficiará 270 mil servidores e que o montante que será gasto já está previsto na lei orçamentária deste ano e terá de ser incorporado no balanço dos próximos anos.

O Ministério da Gestão afirmou que, apesar de estarem previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, os valores "não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da realização ou finalização dos concursos".

O Senado aprovou nesta terça-feira (10) projeto que cria 17,8 mil cargos nos Ministérios da Educação (MEC) e no da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). A matéria segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), antes de virar lei.

O texto, apresentado pelo governo federal, terá impacto de R$ 5,3 bilhões em 2026 – valor confirmado pelo MGI e pelo líder do governo no Congresso e relator da proposta, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

O senador afirmou que o texto beneficiará 270 mil servidores e que o montante que será gasto já está previsto na lei orçamentária deste ano e terá de ser incorporado no balanço dos próximos anos.

O Ministério da Gestão afirmou que, apesar de estarem previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, os valores "não necessariamente serão executados integralmente no ano porque eles dependem da implantação dos Institutos Federais de Educação e da realização ou finalização dos concursos".

criação dos 17,8 mil cargos no MEC, incluídas as instituições federais, e no MGI: R$ 1,1 bilhão;criação de um plano especial para os cargos do MEC: R$ 91,2 milhões;reajuste das carreiras do Executivo: R$ 4,2 bilhões.

O projeto cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano, a partir de um desmembramento do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), patrocinou esta medida e acompanhou nesta terça a votação do texto no Senado.

O texto muda as regras para incentivar a qualificação, por exemplo, de professores que atuam em instituições federais- de escolas básicas e universidades. O incentivo, por meio do aumento da remuneração, acontece à medida que o servidor obtém uma formação acadêmica acima daquela exigida pelo concurso que o selecionou.

Pelo projeto, o novo programa vai incluir servidores com fundamental incompleto e considerar fatores como:

participação em grupos de trabalho e projetos de apoio à pesquisa;recebimento de premiação;assumir função de direção;produção de conhecimento científico.

cria a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE). Com isso, servidores de funções de nível superior, de diferentes áreas, vão ser classificados por essa nova classificação, com objetivo de "unificar as carreiras" e "simplificar a gestão". O salário do nível mais alto dessa carreira vai pular de R$ 4.620,50 para R$ 9.716,48 a partir de abril deste ano;reajusta a remuneração para os cargos de médico e médico veterinário, que são técnicos administrativos em Educação;reajusta também o salário das carreiras tributária e aduaneira da Receita Federal e de auditoria fiscal do Trabalho;transforma cargos de nível superior e médio, da Cultura, em analista em atividades culturais e assistente técnico administrativo;reorganização a carreira de perito federal territorial, que passará a ser supervisionada pelo MGI; cria uma gratificação temporária de apoio a atividades técnicas, para servidores que exerçam funções no Poder Executivo, mas que façam parte de cargos sem um plano de carreira ainda estruturado.

A instituição sem partido República.org avalia que apesar de a revisão de carreiras ser "essencial para a modernização da gestão pública", é necessário "reduzir as desigualdades entre elas". "Algumas carreiras chegam a ganhar 150% a mais que outras, com as mesmas atribuições", apontou a entidade.

"Em nota, a República.org afirma que esses ajustes dentro do funcionalismo público devem sempre mirar a melhor organização das carreiras, já que hoje a administração pública federal tem cerca de 290 tabelas salariais diferentes. É preciso mirar uma reestruturação ampla de todas as carreiras para garantir regras mais simples", afirmou.

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Ministério Público junto ao TCU pede afastamento do presidente do IBGE, Marcio Pochmann

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 21:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,15%Dólar TurismoR$ 5,356-1,03%Euro ComercialR$ 5,989-0,12%Euro TurismoR$ 6,233-0,84%B3Ibovespa183.447 pts1,4%Oferecido por

O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu o afastamento do presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcio Pochmann. O g1 entrou em contato com o IBGE e aguarda posicionamento do órgão.

Segundo o MP, há supostas irregularidades na condução do órgão. De acordo com o procurador, as medidas do presidente do IBGE que estão sendo questionadas estão sucessivas substituições de servidores de carreira em cargos técnicos por recém-ingressos até a tentativa de criação da Fundação IBGE+.

No documento, o procurador menciona sucessivas exonerações e substituições de servidores de carreira por ocupantes de funções técnicas estratégicas no âmbito do IBGE, como nomeação de servidores recém admitidos e ainda em estágio probatório em funções de "elevada complexidade técnica".

Isso, segundo o procurador, revela um "quadro institucional preocupante". Oliveira também menciona a tentativa de criação da Fundação IBGE+ que, dentre outros fatores, poderia extrapolar as atribuições legais do órgão.

"Ainda que se trate fundação de direito privado vinculada ao IBGE, a utilização da estrutura, da marca institucional, do corpo técnico ou de competências legalmente atribuídas ao Instituto exigiria autorização legislativa expressa, sob pena de violação ao princípio da legalidade estrita", diz o procurador.

"A criação de entidade paralela, com possível captação de recursos próprios e atuação em áreas sensíveis de produção e tratamento de dados oficiais, não pode decorrer de ato meramente administrativo da Presidência", diz o documento.

Em outro trecho, o procurador destaca, ainda, atos de gestão que poderiam fragilizar a autonomia técnica e a credibilidade dos dados oficiais, como o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB).

"Nesse cenário, a eventual manipulação indevida — ainda que indireta — de parâmetros metodológicos, premissas técnicas ou processos de validação interna, com o objetivo de influenciar resultados conjunturais, configuraria violação grave aos princípios constitucionais da legalidade, da moralidade e da eficiência", destaca o procurador.

"O resultado do PIB influencia diretamente expectativas de crescimento, decisões de investimento, comportamento do mercado financeiro, formulação da política fiscal e monetária, além de impactar classificações de risco soberano", complementa o membro do MPTCU.

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Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 16:50

Tecnologia Meta compra Moltbook, rede social voltada a agentes de IA Plataforma chamou atenção por ter sido criada para que apenas agentes de IA interajam entre si. Movimento da dona do WhatsApp, Instagram e Facebook ocorre em meio à corrida global por inteligência artificial. Por Akash Sriram

A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta terça-feira (10) a compra da Moltbook, uma plataforma de rede social criada para agentes de inteligência artificial.

Movimento da dona do WhatsApp, Instagram e Facebook ocorre em meio à corrida global por inteligência artificial.

O acordo trará os co-fundadores da Moltbook, Matt Schlicht e Ben Parr, para o Meta Superintelligence Labs, a unidade liderada pelo ex presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang.

O Moltbook, um site semelhante ao Reddit, no qual bots de IA parecem trocar códigos e fazer fofocas sobre seus proprietários humanos, foi iniciado como um experimento de nicho no final de janeiro.

A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta terça-feira (10) a compra da Moltbook, uma plataforma de rede social criada para agentes de inteligência artificial, trazendo os fundadores da empresa para sua divisão de pesquisa de IA.

🔎 O que são agentes de IA? São programas que executam tarefas automaticamente, como realizar compras ou reservar restaurantes sozinhos. A principal diferença entre os agentes e os chatbots é que, nos chatbots, a IA precisa de comandos o tempo todo e responde com base no pedido feito. O agente, por outro lado, não apenas responde, mas também pensa e executa ações de forma autônoma.

O desenvolvimento sinaliza uma intensa corrida entre os gigantes da tecnologia para adquirir talentos e tecnologia de IA, à medida que os agentes autônomos capazes de executar tarefas do mundo real deixam de ser novidade e passam a ser a próxima fronteira do setor.

O acordo trará os co-fundadores da Moltbook, Matt Schlicht e Ben Parr, para o Meta Superintelligence Labs, a unidade liderada pelo ex presidente-executivo da Scale AI, Alexandr Wang.

Schlicht e Parr vão começar a trabalhar na Meta Superintelligence Labs em 16 de março, de acordo com a Axios.

Moltbook: rede social foi criada apenas para agentes de IA interagirem — Foto: Reprodução/Moltbook

O Moltbook, um site semelhante ao Reddit, no qual bots de IA parecem trocar códigos e fazer fofocas sobre seus proprietários humanos, foi iniciado como um experimento de nicho no final de janeiro.

Desde então, ele se tornou o centro de um debate crescente sobre o quanto os computadores estão próximos de possuir inteligência semelhante à humana.

O presidente-executivo da OpenAI, Sam Altman, minimizou o site como uma provável moda passageira, mas disse que sua tecnologia oferece um vislumbre do futuro.

No mês passado, a OpenAI contratou Peter Steinberger, criador do OpenClaw, um bot de código aberto anteriormente conhecido como Clawdbot ou Moltbot, que está apoiando o projeto de código aberto.

Mike Krieger, diretor de produtos da Anthropic, disse que a maioria das pessoas ainda não está pronta para dar à IA total autonomia sobre seus computadores.

Schlicht defendeu a programação do Moltbook, que ele afirma que foi criada com ajuda de IA, afirmando que "não escreveu uma única linha de código" para o site.

Schlicht criou o Moltbook usando principalmente seu próprio assistente pessoal de IA, Clawd Clawderberg.

A ascensão do Moltbook também trouxe riscos. A empresa de segurança eletrônica Wiz disse que a abordagem deixou uma grande falha que expôs mensagens privadas, mais de 6.000 endereços de email e mais de um milhão de credenciais.

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Qual é o tamanho do patrimônio de Donald Trump, segundo a Forbes

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 10/03/2026 15:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,151-0,27%Dólar TurismoR$ 5,350-1,15%Euro ComercialR$ 5,991-0,1%Euro TurismoR$ 6,239-0,74%B3Ibovespa184.299 pts1,87%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em evento em Mar-a-Lago, em 16 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

O patrimônio de Donald Trump cresceu US$ 1,4 bilhão no último ano. Segundo a lista de bilionários da Forbes, ele agora tem US$ 6,5 bilhões.

Trump também subiu no ranking mundial: passou da 700ª para a 645ª posição entre os 3.428 nomes citados. A maior parte do avanço veio de negócios ligados a moedas digitais.

Trump e seus parceiros venderam 49% da World Liberty Financial à Aryam Investments, empresa apoiada por Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, consultor de segurança nacional e membro da família real dos Emirados Árabes Unidos. A operação rendeu US$ 200 milhões.

Trump surpreendeu ao se tornar um dos grandes apoiadores do Bitcoin em seu segundo mandato — Foto: Ian Maule/AFP/Getty Images via DW

No ano passado, a World Liberty Financial também vendeu ativos digitais e registrou receita de US$ 550 milhões. A participação de 38% que Trump mantém na empresa é avaliada em cerca de US$ 240 milhões.

Trump também mantém reservas de moedas digitais, tanto da World Liberty Financial quanto de sua própria moeda virtual, a $Trump. Segundo a Forbes, esses ativos somam US$ 570 milhões.

O presidente também obteve uma decisão favorável na Justiça. Após analisar um recurso, o tribunal o desobrigou de pagar uma multa de US$ 517 milhões. O caso de fraude foi julgado em Nova York, e a procuradora-geral Letitia James deve recorrer. Por enquanto, esse risco sobre o patrimônio dele está suspenso.

Os dois mandatos de Trump também aumentaram o valor de seus imóveis. O resort Mar-a-Lago, em Palm Beach, triplicou de preço desde 2018 e hoje é avaliado em US$ 560 milhões, segundo a Forbes.

Além disso, seus 10 campos de golfe tiveram alta de receita e valorização. Atualmente, o conjunto é estimado em US$ 550 milhões, acima dos US$ 340 milhões registrados no ano anterior.

Apesar do crescimento do patrimônio, alguns fatores limitaram ganhos mais expressivos. A recente queda no mercado de moedas digitais reduziu em 64% o valor dos 15 milhões de ativos emitidos pela World Liberty Financial.

A participação de Trump na Trump Media and Technology Group (TMTG) também perdeu valor. O preço de mercado de sua fatia caiu de US$ 2,6 bilhões para US$ 1,2 bilhão. A desvalorização das ações está relacionada ao momento negativo do setor de moedas digitais.

Nem o anúncio da fusão de US$ 6 bilhões entre a TMTG e a TAE, empresa da Califórnia que planeja lançar a primeira usina de energia por fusão nuclear dos EUA até 2031, foi suficiente para animar os investidores.

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X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 15:51

Tecnologia X Money: Elon Musk diz que lançará sistema de pagamentos do X em abril Anúncio faz parte do plano do bilionário de transformar a rede social X em um 'aplicativo completo'. Por Reuters

O bilionário Elon Musk anunciou nesta terça-feira (10) que lançará em abril o X Money, um sistema de pagamento digital do X.

O anúncio faz parte do plano de Musk de transformar o X em um "aplicativo completo", e não apenas uma rede social.

A rede social de Musk fez uma parceria com a Visa no ano passado para oferecer serviços de pagamento direto aos clientes do aplicativo de mídia social.

Musk comprou o Twitter em 2022 por US$ 44 bilhões (R$ 227 bilhões, na cotação atual) e passou a chamar a plataforma de X.

Desde a aquisição, o bilionário divulgou o plano de expandir a área de atuação da empresa, com o objetivo de oferecer streaming, mensagens, imagens, vídeos e pagamentos, por exemplo.

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Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/03/2026 14:44

Distrito Federal Ibaneis sanciona lei que autoriza o uso de nove imóveis públicos para salvar o BRB Autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF nesta terça-feira (10). Confira a lista de imóveis. Por Mateus Rodrigues, Ygor Wolf, g1 DF — Brasília

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro.

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou "obscuro".

O governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta terça-feira (10), a lei que autoriza o uso dos nove imóveis públicos para salvar o BRB. A autorização saiu em edição extra do Diário Oficial do DF.

O projeto de lei foi aprovado pela Câmara Legislativa do DF com 14 votos a favor e 10 contra, nos dois turnos, no último dia 3. Os imóveis servirão para lastrear uma captação de até R$ 6,6 bilhões no mercado financeiro (veja lista abaixo).

Desde que o escândalo do Banco Master foi revelado pela operação Compliance Zero, no fim do ano passado, o futuro do Banco de Brasília (BRB) se tornou incerto.

Isso, porque o BRB e o governo do Distrito Federal – seu acionista controlador – passaram 2024 e 2025 tentando comprar a maior parte do Banco Master. O banco distrital injetou R$ 16,7 bilhões no Master – e agora, sabe-se que pelo menos R$ 12,2 bilhões desse aporte estão sob suspeita de irregularidades.O Banco Central barrou a compra do Master pelo BRB e, dias depois, definiu a liquidação extrajudicial do Master. Com isso, os ativos que seriam transferidos ao patrimônio do BRB ficaram "congelados" nas mãos do liquidante.

As transações fragilizaram o patrimônio do BRB e deixaram o banco sob risco de descumprir as regras prudenciais do sistema bancário – as normas que exigem uma solidez mínima de cada banco para evitar dano aos correntistas e investidores.

Desde então, o BRB e o governo do DF vêm atuando em múltiplas frentes para tentar recompor o caixa do banco, seja recuperando o dinheiro investido no Master ou encontrando novos aportes.

A Câmara do DF aprovou o projeto de lei que repassa nove imóveis públicos da capital federal ao patrimônio do Banco de Brasília (BRB). Entenda a cronologia:

➡️O presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, se reuniu com os deputados na segunda (2) para explicar a situação patrimonial do banco.

➡️Na terça (3), os deputados se reuniram a portas fechadas para debater o tema e decidir se levava o projeto à votação em plenário.

➡️ No mesmo dia, os parlamentares aprovaram o projeto por 14 votos a favor e 10 contra nos dois turnos. Agora, o texto vai à sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB).

A proposta sancionada nesta terça-feira (10) cria um "menu" para permitir ao GDF aportar dinheiro ou bens no BRB. As opções podem ser usadas em conjunto ou separadamente.

O governo poderá colocar dinheiro diretamente no capital social do banco, integralizar capital com bens móveis ou imóveis e fazer aportes patrimoniais de outras formas previstas em lei.A lei também autoriza a venda de bens públicos para levantar recursos. Esses bens podem ser do próprio GDF, inclusive os da Terracap, da Novacap, da CEB ou da Caesb. O dinheiro obtido poderá ser destinado ao reforço patrimonial do BRB.Além disso, o GDF poderá contratar operações de crédito, inclusive com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou outras instituições financeiras.O limite máximo de empréstimos será de R$ 6,6 bilhões. Essa trava foi adicionada após reunião com os deputados distritais no último dia 2.

transferência de imóveis ao BRBaumentar o capital do bancoconstituição de garantiascessão de direitosalienação (venda) direta ou via licitaçãopermutaquitar uma dívidaestruturação por meio de veículos societários oufundos de investimento.

Também prevê a criação de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), medida defendida pelo presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, securitização e operações estruturadas.

O que determinava que o Instituto de Previdência dos Servidores (Iprev-DF) deveria receber ao menos 20% do valor dos bens do DF usados nas operaçõesO que definia que o BRB deveria publicar um relatório trimestral no Diário Oficial do DF com a identificação dos imóveis, o valor da venda, a identificação de quem comprou e o demonstrativo de aplicação dos recursosO que determinava a realização de um plano com a estimativa de retorno financeiro ao DF, prazo máximo para recomposição dos valores, mecanismos de compensação, metas de desempenho econômico do BRB e demonstração do benefício para a sociedade.

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb): R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote G: R$ 632 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote I: R$ 364 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote H: R$ 361 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB: R$ 547 milhões;SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap: R$ 1,02 bilhão;Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década: R$ 491 milhões;"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – parte da Serrinha do Paranoá, trecho verde que abriga centenas de nascentes: R$ 2,2 bilhões;Setor de Áreas Isoladas Norte SAIN (antigo lote da PM): R$ 239 milhões.

usar dinheiro e imóveis para ajudar o BRBvender terrenos públicospegar empréstimos de até R$ 6,6 bilhõescriar fundos imobiliáriosfazer ajustes no orçamento para que tudo isso funcione

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