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Mega-Sena, concurso 2.979: uma aposta vence e leva sozinha mais de R$ 158 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 22:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.979: uma aposta vence e leva sozinha mais de R$ 158 milhões Veja os números sorteados: 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53. Quina teve 128 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 38.728,95. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.979 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (28), em São Paulo. Uma aposta de Eusébio, no Ceará, acertou as seis dezenas e levou sozinha o prêmio de R$ 158.039.482,14.

6 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 158.039.482,14;5 acertos: 128 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 38.728,95;4 acertos: 7.902 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.034,09.

O próximo sorteio da Mega será na quinta-feira (5). O prêmio previsto para o concurso 2.980 é de R$ 45 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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EUA dizem ter afundado 17 barcos do Irã: ‘Não há uma única embarcação iraniana no Golfo Arábico, de Omã e no Estreito de Ormuz’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 22:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

Os EUA afirmam ter afundado 17 barcos iranianos e que "não há nenhuma embarcação iraniana em operação no Golfo Arábico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã".

Donald Trump declarou que os EUA estão prontos para agir se o Estreito de Ormuz for ameaçado e determinou seguro contra risco para o comércio marítimo na região.

O Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz e atacar navios, mas autoridades dos EUA afirmam que a via marítima "não está oficialmente bloqueada".

A escalada de tensões fez os preços do petróleo dispararem, refletindo o temor de interrupção na rota vital que transporta cerca de um quinto do consumo global.

O exército dos Estados Unidos afirmou nesta terça-feira (3) que afundou 17 barcos do Irã desde o início da guerra no sábado (28).

O exército afirmou ainda que "não há nenhuma embarcação iraniana em operação no Golfo Arábico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã".

Ainda segundo as forças norte-americanas, mais de 2 mil alvos foram atingidos no Irã. A informação foi divulgada por um comandante do Comando Central dos EUA em um vídeo publicado no X.

"Os EUA degradaram severamente as defesas aéreas do Irã e destruíram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones", disse.

O comandante afirmou ainda que o Irã já lançou mais de 500 mísseis balísticos e mais de 2 mil drones em ataques retaliatórios.

Mais cedo, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado.

Em publicação na rede Truth Social, o republicano declarou que, se necessário, a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região.

“Se necessário, a Marinha dos Estados Unidos começará a escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz o mais rápido possível. Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO”, escreveu.

A manifestação ocorre após declarações da Guarda Revolucionária do Irã de que a passagem não seria segura. Na segunda-feira (2), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e afirmou que poderá atacar embarcações que tentem atravessar a rota.

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de uma cerimônia de entrega da Medalha de Honra na Casa Branca, em Washington — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Apesar da ameaça, autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram que a via marítima não está oficialmente bloqueada. O impasse elevou a tensão em uma das áreas mais sensíveis para o abastecimento global de energia.

No texto publicado, Trump também informou que determinou, “com efeito imediato”, que a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC) ofereça seguro contra risco político e garantias financeiras para todo o comércio marítimo que transite pelo Golfo, especialmente o transporte de energia.

Segundo ele, as medidas estarão disponíveis a todas as companhias de navegação e terão custo “muito razoável”.

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), refletindo o temor de que a guerra no Oriente Médio se prolongue, que o estreito seja efetivamente fechado e que ataques atinjam instalações do setor de energia.

Durante a manhã, o barril do Brent para entrega em maio subia 8,43%, cotado a US$ 84,29. Mais tarde, às 15h, a alta desacelerava para 7,04%, com o preço em US$ 83,21. Já o petróleo americano West Texas Intermediate (WTI), com vencimento em abril, avançava 8,79%, negociado a US$ 77,49.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Ele conecta os grandes produtores do Golfo — como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos — ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

Estima-se que cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo passe por essa faixa estreita de mar.

Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países.

Por isso, as declarações de autoridades iranianas e americanas foram acompanhadas de perto por investidores e governos, em meio ao receio de que o conflito ganhe novas dimensões e afete diretamente o mercado internacional de energia.

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Caso Master: Banco Central decide mudar regra do compulsório para pagar conta do FGC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 19:06

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

O Banco Central (BC) publicou nesta terça-feira (3) resolução que permite que os bancos direcionem para o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) o recolhimento dos depósitos à vista e a prazo dos chamados compulsórios, os recursos que os bancos não podem, pelas regras do sistema financeiro, movimentar.

🔎O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição enfrente alguma crise ou dificuldade.

O FGC deve desembolsar cerca de R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados pela liquidação extrajudicial dos bancos Master, Will Bank e Banco Pleno. O valor tem como base estimativas feitas pelo próprio fundo.

Antes da liquidação do Banco Master, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.

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Trump desafia Irã e diz que EUA vão escoltar navios no Estreito de Ormuz ‘se necessário’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 17:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.956 pts-3,36%Oferecido por

O presidente Donald Trump afirmou nesta terça-feira (3) que os Estados Unidos estão preparados para agir caso o tráfego de navios petroleiros pelo Estreito de Ormuz seja ameaçado.

Em publicação na rede Truth Social, o republicano declarou que, se necessário, a Marinha norte-americana poderá escoltar embarcações que transportam petróleo pela região.

“Se necessário, a Marinha dos Estados Unidos começará a escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz o mais rápido possível. Aconteça o que acontecer, os Estados Unidos garantirão o LIVRE FLUXO DE ENERGIA para o MUNDO”, escreveu.

O presidente também destacou que o poder econômico e militar americano é “o maior da Terra” e afirmou que novas ações poderão ser anunciadas.

A manifestação ocorre após declarações da Guarda Revolucionária do Irã de que a passagem não seria segura. Na segunda-feira (2), o governo iraniano anunciou o fechamento do estreito e afirmou que poderá atacar embarcações que tentem atravessar a rota.

O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de uma cerimônia de entrega da Medalha de Honra na Casa Branca, em Washington — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Apesar da ameaça, autoridades militares dos Estados Unidos afirmaram que a via marítima não está oficialmente bloqueada. O impasse elevou a tensão em uma das áreas mais sensíveis para o abastecimento global de energia.

No texto publicado, Trump também informou que determinou, “com efeito imediato”, que a Corporação Financeira de Desenvolvimento dos Estados Unidos (DFC) ofereça seguro contra risco político e garantias financeiras para todo o comércio marítimo que transite pelo Golfo, especialmente o transporte de energia.

Segundo ele, as medidas estarão disponíveis a todas as companhias de navegação e terão custo “muito razoável”.

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), refletindo o temor de que a guerra no Oriente Médio se prolongue, que o estreito seja efetivamente fechado e que ataques atinjam instalações do setor de energia.

Durante a manhã, o barril do Brent para entrega em maio subia 8,43%, cotado a US$ 84,29. Mais tarde, às 15h, a alta desacelerava para 7,04%, com o preço em US$ 83,21. Já o petróleo americano West Texas Intermediate (WTI), com vencimento em abril, avançava 8,79%, negociado a US$ 77,49.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Ele conecta os grandes produtores do Golfo — como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos — ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.

Estima-se que cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo passe por essa faixa estreita de mar.

Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países.

Por isso, as declarações de autoridades iranianas e americanas foram acompanhadas de perto por investidores e governos, em meio ao receio de que o conflito ganhe novas dimensões e afete diretamente o mercado internacional de energia.

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Escala 6×1: governo pode mandar novo projeto com urgência ao Congresso caso tema não avance na ‘velocidade desejada’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 13:25

Política Escala 6×1: governo pode mandar novo projeto com urgência ao Congresso caso tema não avance na 'velocidade desejada' Informação foi divulgada pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Projetos com urgência trancam pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O ministro do Trabalho e do Emprego, Luiz Marinho, informou nesta terça-feira (3) que o governo pode enviar um projeto de lei com urgência ao Congresso Nacional, sobre o fim da jornada 6 por 1, se julgar que o tema não está caminhando com a "velocidade desejada" nos textos em análise pelo Legislativo.

🔎Projetos com urgência de autoria do presidente da República trancam a pauta do Congresso caso não seja analisado em até 45 dias pela a Câmara e, posteriormente, em até 45 dias pelo Senado.

"Motta [presidente da Câmara dos Deputados] se comprometeu a tocar as PECs que estavam lá, mas que trabalharia também os projetos de lei vigentes. PL pode ter uma velocidade maior do que as PECs. Mas o governo não descarta, a depender da conversa com o Hugo Motta e Alcolumbre [presidente do Senado], mandar um projeto de lei com urgência se perceber que as coisas não irão caminhar na velocidade desejada", disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho.

Principal bandeira de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na economia em sua busca por uma nova reeleição no fim deste ano, o projeto que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sofre resistência do setor produtivo. O principal argumento é que haverá aumento de custos, o que tende a ser repassado ao consumidor.

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.

De acordo com o ministro Luiz Marinho, o debate sobre a redução da jornada de trabalho é uma necessidade cobrada pela sociedade brasileira. Ele afirmou, porém, que já há empresas que vem antecipando esse debate, reduzindo voluntariamente a jornada de seus trabalhadores.

Segundo ele, há necessidade de enquadramento das empresas que não desejam. "Aí é lei, não haverá um acordo coletivo que leve à redução da jornada máxima. A partir da jornada máxima, empresas podem fazer adequações para menos, mas não podem para mais", explicou.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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Guerra e divergências na agenda podem deixar encontro Lula‑Trump para abril

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 11:46

Economia Blog da Ana Flor Guerra e divergências na agenda podem deixar encontro Lula‑Trump para abril Por Ana Flor, Túlio Amâncio, g1 e GloboNews — Brasília

A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Washington, inicialmente prevista para março, deve ser adiada em algumas semanas.

Segundo interlocutores do Planalto e auxiliares do presidente, o encontro entre Lula e Donald Trump tende a ficar para abril, em meio ao agravamento da guerra no Oriente Médio e às dificuldades para fechar a pauta bilateral.

Trump, na última sexta, voltou a afirmar, segundo agências internacionais, que quer receber a visita de Lula na Casa Branca. Tudo mudou com a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciada no sábado.

Nesta segunda, o blog chegou a trazer a visão de auxiliares do presidente brasileiro de que a guerra deveria atrasar o encontro, em uma provável visita oficial de Estado.

De sua parte, os Estados Unidos querem chegar à reunião com um plano estruturado para a exploração de minerais críticos no Brasil, área considerada estratégica por Washington.

Fontes da diplomacia norte‑americana afirmam que é prioridade definir parâmetros, salvaguardas e projetos com potencial de financiamento antes do encontro entre os presidentes.

Pelo lado brasileiro, o foco é avançar na agenda de segurança e no combate ao crime organizado — tema considerado prioritário também na conjuntura eleitoral do Brasil.

Essa diferença de prioridades tem prolongado as negociações. Além disso, o governo quer mais tempo para negociar o capítulo dos minerais críticos, e diplomatas afirmam que não faz sentido ir a Washington sem algum tipo de acordo fechado.

Enquanto isso, uma etapa importante ocorrerá antes da viagem. No dia 18 de março, a Embaixada dos EUA, em parceria com o setor privado, organiza em São Paulo um fórum sobre minerais críticos. A ideia é apresentar projetos brasileiros, discutir financiamento e destravar negociações.

Integrantes do governo dos Estados Unidos devem vir ao país para participar das reuniões ligadas ao evento, reforçando a centralidade do tema para Washington.

Em novembro, Trump já havia retirado tarifas de 40% sobre diversos produtos brasileiros, após negociação direta com Lula. — Foto: Getty Images

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Brasil cria 112,3 mil empregos formais em janeiro; com forte queda de 27% frente ao mesmo mês de 2025

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 11:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%MoedasDólar ComercialR$ 5,2852,3%Dólar TurismoR$ 5,4671,87%Euro ComercialR$ 6,1211,15%Euro TurismoR$ 6,3490,89%B3Ibovespa182.306 pts-3,7%Oferecido por

A economia brasileira gerou 112,3 mil empregos formais em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (3) o Ministério do Trabalho e do Emprego.

📈 O resultado representa recuo de 27,2% em relação a janeiro do ano passado, quando foram criados cerca de 154,4 mil empregos com carteira assinada.

👉🏽 Esse também foi o pior resultado para meses de janeiro desde 2023. Veja os resultados para os meses de outubro:

2020: 112,1 mil vagas fechadas;2021: 254,5 mil empregos criados;2022: 167,4 mil vagas abertas;2023: 90,09 mil vagas abertas;2024: 173,1 mil empregos criados.

A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia.

Ao fim de janeiro de 2026, ainda conforme os dados oficiais, o Brasil tinha saldo de 48,57 milhões de empregos com carteira assinada.O resultado representa aumento na comparação com dezembro do ano passado (48,46 milhões) e com relação a janeiro de 2025 (47,35 milhões).

Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro de 2026 mostram que foram criados empregos formais em quatro dos cinco setores da economia.

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 2.428,67 em janeiro deste ano, o que representa alta real (descontada a inflação) em relação a dezembro de 2025 (R$ 2.346,16).

Na comparação com janeiro do ano passado, houve também aumento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.347,46.

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Irã proíbe exportações de alimentos devido à guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 10:46

Agro Irã proíbe exportação de alimentos devido à guerra; maiores compras do Brasil são de pistache e uva passa Irã acionou plano de emergência após EUA e Israel lançaram ataque contra o país. Brasil não importa alimentos essenciais do país. Por Redação g1

O governo iraniano anunciou nesta terça-feira (3) a proibição da exportação de alimentos e produtos agrícolas devido ao conflito com Israel e os Estados Unidos.

"A exportação de todos os alimentos e produtos agrícolas está proibida até segunda ordem", informou a agência de notícias Tasnim, citando um comunicado do governo.

"O governo está priorizando o fornecimento de bens essenciais à população", acrescentou.

O Irã acionou um plano de emergência no sábado, dia em que os Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra a República Islâmica, que resultou na morte do líder supremo do país, Ali Khamenei, e de vários oficiais militares de alta patente.

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Petróleo dispara mais de 7% após Irã anunciar fechamento do Estreito de Ormuz e ameaçar incendiar navios

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 07:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%MoedasDólar ComercialR$ 5,1660,62%Dólar TurismoR$ 5,3670,42%Euro ComercialR$ 6,050-0,3%Euro TurismoR$ 6,292-0,51%B3Ibovespa189.222 pts0,23%Oferecido por

Os preços do petróleo dispararam nesta terça-feira (3), impulsionados pelo temor do mercado de uma prorrogação da guerra no Oriente Médio, pelo fechamento de fato do Estreito de Ormuz e pelas infraestruturas do setor de energia sob ataque.

Às 7h34, a cotação do Brent do Mar do Norte para entrega em maio subia 6,70%, cotado a US$ 82,95 por barril. Já o

5,45%, a 81,98 dólares por barril. O West Texas Intermediate (WTI) americano, para entrega em abril, avançava 7,30%, a US$ 76,43.

O Irã anunciou nesta segunda-feira (2) que o Estreito de Ormuz está fechado e que incendiará qualquer navio que tentar passar pelo local, informou a mídia iraniana.

O comunicado, feito em nome do comandante da Guarda Revolucionária do país na mídia estatal, foi o aviso mais explícito do Irã desde que comunicou aos navios, no sábado (28), o fechamento da rota. A medida é uma retaliação pela morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

"O estreito (de Ormuz) está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiarão esses navios", disse Ebrahim Jabari, um dos principais assessores do comandante.

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Seu carro bebe muito ou pouco? Veja o consumo de todos os carros zero km do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/03/2026 03:10

Carros Seu carro bebe muito ou pouco? Veja o consumo de todos os carros zero km do Brasil Levantamento oficial do Inmetro permite comparar consumo na cidade, na estrada e autonomia antes da compra de carros a combustão, híbridos ou 100% elétricos. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O Inmetro atualizou nesta segunda-feira (2) o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), que reúne informações sobre todos os carros zero km vendidos no Brasil.

A planilha traz informações como tipo de transmissão, motorização e tipo de combustível, além de um dado essencial para muitos brasileiros na escolha de um carro novo: o consumo na cidade e na estrada. Para os carros elétricos, é informada a autonomia com uma carga completa da bateria.

100% elétricos: 146 modelos;Híbridos plug-in: 94 modelos;Híbridos (leves ou plenos): 94 modelos;Flex: 246 modelos;Gasolina: 273 modelos;Diesel: 121 modelos.

O g1 preparou uma tabela para facilitar a busca pelo seu carro — ou por aquele que você pretende comprar. Nela, é possível visualizar todos os modelos ou procurar um específico ao digitar o nome ou a versão no campo de busca.

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