RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fechamento do Estreito de Ormuz piora após EUA atingirem navio de guerra iraniano; petroleiros ficam presos pelo quinto dia seguido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 12:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,211-1,03%Dólar TurismoR$ 5,411-1%Euro ComercialR$ 6,058-0,92%Euro TurismoR$ 6,304-0,91%B3Ibovespa183.874 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 5,211-1,03%Dólar TurismoR$ 5,411-1%Euro ComercialR$ 6,058-0,92%Euro TurismoR$ 6,304-0,91%B3Ibovespa183.874 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 5,211-1,03%Dólar TurismoR$ 5,411-1%Euro ComercialR$ 6,058-0,92%Euro TurismoR$ 6,304-0,91%B3Ibovespa183.874 pts0,42%Oferecido por

Ataque dos EUA a navio iraniano agrava guerra e paralisa Estreito de Ormuz pelo 5º dia, afetando fluxo de petróleo e gás e pressionando preços globais.

Conflito entre EUA e Irã deixa ao menos 200 navios ancorados no Golfo. Bloqueio em Ormuz interrompe rota vital para 20% do petróleo mundial.

Submarino dos EUA atinge navio iraniano perto do Sri Lanka; transporte marítimo trava e países do Golfo enfrentam dificuldades para exportar energia.

Guerra amplia crise energética: Catar suspende produção de gás, Iraque reduz petróleo e centenas de embarcações ficam presas fora de Ormuz.

Ataques e insegurança no Golfo danificam navios, esvaziam estoques e forçam EUA a prometer escolta naval para conter disparada dos preços.

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã se intensificou nesta quarta-feira, depois que um ataque norte-americano atingiu um navio de guerra iraniano ao largo do Sri Lanka, aprofundando uma crise que paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz pelo quinto dia consecutivo e interrompeu o fluxo vital de petróleo e gás do Oriente Médio.

O ataque do submarino norte-americano ao navio iraniano ocorreu no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu fornecer seguro e escolta naval aos navios que exportam petróleo e gás do Oriente Médio, em uma tentativa de conter a alta dos preços da energia.

Pelo menos 200 navios, incluindo petroleiros e navios-tanque de gás natural liquefeito, bem como navios de carga, permaneceram ancorados em águas abertas ao largo da costa dos principais produtores do Golfo, incluindo Iraque, Arábia Saudita e Catar, de acordo com estimativas da Reuters baseadas em dados de rastreamento de navios da plataforma MarineTraffic.

Centenas de outras embarcações permaneceram fora de Ormuz, sem conseguir chegar aos portos, segundo dados de transporte marítimo. A hidrovia é uma artéria fundamental para cerca de um quinto do abastecimento mundial de petróleo e GNL.

O navio porta-contêiner Safeen Prestige, com bandeira de Malta, também foi danificado por um projétil enquanto navegava em direção ao extremo norte do Estreito de Ormuz, levando a tripulação a abandonar o navio, segundo fontes do setor de transporte marítimo.

O Catar suspendeu sua produção de gás e o Iraque reduziu sua produção de petróleo, pois ambos ficaram sem espaço para armazenamento. A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Kuweit também estavam com dificuldades para carregar petróleo, mas ainda não estava claro se eles reduziram a produção.

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BYD Song Plus ganha turbo e mantém preço da versão anterior, de R$ 249.990

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 12:56

Carros BYD Song Plus ganha turbo e mantém preço da versão anterior, de R$ 249.990 Com motor turbo e bateria maior, híbrido plug-in tenta reduzir a vantagem do GWM Haval H6 em autonomia elétrica. Rival ultrapassa os 115 km rodando apenas no modo elétrico. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O BYD Song Plus foi atualizado com motor turbo e bateria maior, mantendo o preço de R$ 249.990 da versão anterior.

O novo motor 1.5 turbo e a bateria de 26,3 kWh ampliam o desempenho e a autonomia elétrica para 99 km (Inmetro).

A recarga da bateria agora é mais rápida, levando apenas 55 minutos para carga completa com o novo carregador rápido.

O SUV híbrido será montado na fábrica da BYD em Camaçari (BA), tornando-se o quarto modelo da marca produzido no Brasil.

O Song Plus mira o GWM Haval H6 e outros rivais, consolidando sua posição como um dos híbridos mais vendidos.

A BYD renovou o Song Plus, segundo híbrido mais vendido do Brasil em 2025. Por fora, quase nada muda, mas o modelo evoluiu em eficiência e reforça a disputa com seu principal rival, o GWM Haval H6 PHEV.

A principal novidade está no conjunto mecânico: o motor 1.5 aspirado, usado desde o lançamento do Song Plus no Brasil, em 2022, foi substituído por um propulsor turbo. Ele trabalha em conjunto com o motor elétrico, ampliando desempenho e eficiência.

A bateria também aumentou, passando de 18,3 kWh para 26,3 kWh. Com essa nova capacidade, o SUV médio consegue andar 99 km com uma carga e reduz a diferença em autonomia quando comparado aos modelos que mais rodam no modo 100% elétrico, segundo o Inmetro:

Com a nova bateria, a BYD promete alcance combinado de até 1.150 km, somando energia elétrica e combustível. O valor chama atenção, mas fica abaixo dos 1.200 km declarados para o BYD Song Plus sem motor turbo.

Para facilitar a recarga da bateria, o BYD Song Plus passou a contar com carregador rápido, que permite carga completa em 55 minutos — antes, o processo levava cerca de três horas na tomada.

Com isso, fica claro que a BYD teve como principal alvo o GWM Haval H6 ao decidir atualizar o Song Plus no Brasil. O Wey 07 foca em um público mais abastado ao custar consideravelmente mais: R$ 429 mil.

Além das novidades técnicas do SUV médio, a BYD já havia confirmado que o Song Plus está entre os modelos que serão montados na fábrica de Camaçari (BA), onde antes operava a planta da Ford responsável por veículos como o EcoSport.

A meta da BYD é alcançar uma produção anual de 600 mil veículos, volume superior ao registrado por concorrentes com grandes fábricas no Brasil, como o grupo Stellantis na unidade de Betim (MG), que produziu 525 mil unidades em 2025.

As demais fábricas do grupo, responsável por marcas como Fiat, Peugeot e Jeep, colocaram 317 mil veículos no mercado: 250 mil produzidos em Goiana (PE) e outros 67 mil em Porto Real (RJ).

Quando chegou ao Brasil, em 2022, o BYD Song Plus encontrou um mercado praticamente sem concorrentes com sistema híbrido plug-in. A GWM ainda não atuava no país, e as marcas já presentes demonstravam pouco interesse nesse tipo de tecnologia.

Estes foram os 10 carros híbridos plug-in mais vendidos em 2022, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE):

Caoa Chery Tiggo 8: 1.941 emplacamentos;Volvo XC60: 1.879 emplacamentos;BMW X5: 1.003 emplacamentos;Land Rover Discovery: 935 emplacamentos;Volvo XC90: 879 emplacamentos;Porsche Cayenne: 787 emplacamentos;BMW X3: 759 emplacamentos;BMW 330e: 609 emplacamentos;Land Rover Range Rover: 537 emplacamentos;Audi Q5: 437 emplacamentos.

Esse cenário favorável levou o modelo à segunda colocação no ranking dos veículos eletrificados mais vendidos do Brasil já no ano seguinte.

O Song Plus ficou atrás apenas do Toyota Corolla Cross XRX Hybrid, que somou 10.283 emplacamentos, contra 7.669 unidades vendidas da versão GS do SUV da BYD.

Na comparação com o líder de 2022 no segmento de híbridos plug-in, o Song Plus registrou um volume de vendas quase quatro vezes maior.

Em 2024, o Song Plus superou o Corolla Cross no ranking geral de eletrificados e manteve essa posição em 2025. No entanto, perdeu a liderança para outros modelos da própria BYD, como o Dolphin Mini GS e o Song Pro GS.

Hoje, o Song Plus enfrenta concorrentes diretos que vão além do Haval H6, com preço circulando na mesma faixa de preço. Um deles é o Jaecoo 7, que adota visual mais aventureiro e aposta em uma autonomia combinada de até 1.200 km, com bateria carregada e tanque cheio.

O preço sugerido do Jaecoo 7 parte de R$ 234.990 e chega a R$ 256.990, a depender da versão escolhida.

Outro concorrente recente é o Leapmotor C10, que aposta em um visual mais arredondado. Ele não promete a mesma autonomia total dos rivais, mas se destaca por ser o primeiro híbrido do tipo REEV vendido no Brasil.

Nesse tipo de veículo, o motor a combustão funciona apenas como gerador de energia para as baterias. Elas alimentam os motores elétricos, que são os únicos responsáveis pela tração do SUV. No Brasil, o C10 híbrido custa R$ 219.990.

Apesar de compartilharem o mesmo nome, diferenciados apenas pelo sufixo, Song Plus e Song Pro são modelos distintos e com preços em patamares diferentes:

Enquanto no iPhone a versão Pro é mais completa e cara que a Plus, nos Song Plus essa lógica é invertida.

De forma resumida: o BYD Song Pro é uma versão mais comprida, só que com menos espaço no porta-malas, acabamento com menor quantidade de áreas com toque macio e menos equipada que o Plus. Ambos compartilham o mesmo sistema híbrido DM-i com motor 1.5 a gasolina, mudando a capacidade da bateria — menor no Pro.

Há ainda uma segunda variação do Song Plus, chamada Song Plus Premium. Entre os diferenciais estão a tração integral, mais alto-falantes distribuídos pela cabine e um carregador adicional de celular por indução. Essa versão também estreou o motor 1.5 turbo, agora adotado no Song Plus sem sufixo.

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ANJ repudia ameaças de Vorcaro contra Lauro Jardim e vê ataque à liberdade de imprensa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 12:56

Economia Midia e Marketing ANJ repudia ameaças de Vorcaro contra Lauro Jardim e vê ataque à liberdade de imprensa Entidade classifica plano atribuído ao ex-controlador do Banco Master como “ataque inaceitável à liberdade de expressão”, elogia atuação da Polícia Federal e diz que métodos são incompatíveis com o Estado de Direito. Por Redação g1 — São Paulo

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou nesta quarta-feira (4) uma nota em que manifesta solidariedade ao jornal "O Globo" e ao colunista Lauro Jardim, após a revelação de um plano para atacá-lo.

Segundo a entidade, trata-se de um episódio grave que atinge não apenas o profissional, mas a própria liberdade de imprensa.

"A tentativa de intimidar um profissional de imprensa por meio de violência constitui ataque inaceitável à liberdade de expressão. Métodos dessa natureza, próprios de práticas mafiosas, são incompatíveis com o Estado de Direito e merecem a mais firme rejeição da sociedade brasileira."

No texto, a ANJ afirma que expressa “veemente repúdio às intenções criminosas que, segundo decisão do ministro André Mendonça, tinham por objetivo ‘calar a voz da imprensa que ousasse emitir opinião contrária aos seus interesses privados’”.

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A manifestação faz referência à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou a existência de um plano do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para simular um assalto com o objetivo de “prejudicar violentamente” o jornalista.

De acordo com as investigações da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, mensagens trocadas por WhatsApp indicam que Vorcaro teria ordenado um ataque contra Lauro Jardim após a publicação de reportagens contrárias a seus interesses.

"Quero mandar dar um pau nele. Quebrar todos os dentes. Num assalto”, diz Vorcaro em uma das mensagens.

A investigação também aponta a existência de uma estrutura chamada “A Turma”, voltada à intimidação e ao monitoramento ilegal de opositores.

Na nota, a ANJ classifica a tentativa de intimidar um jornalista por meio de violência como um “ataque inaceitável à liberdade de expressão”.

A entidade acrescenta que “métodos dessa natureza, próprios de práticas mafiosas, são incompatíveis com o Estado de Direito e merecem a mais firme rejeição da sociedade brasileira”.

Além de prestar solidariedade ao veículo e ao colunista, a associação também destacou o trabalho das autoridades.

A ANJ cumprimentou a Polícia Federal pela descoberta das ameaças e o ministro André Mendonça “pelas providências adotadas para salvaguardar o livre exercício da atividade jornalística”.

O próprio jornal "O Globo" também divulgou nota repudiando as ameaças e afirmando que seus profissionais “não se intimidarão” e seguirão acompanhando o caso. A reportagem está em atualização.

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Petróleo sobe pelo 3º dia com guerra no Oriente Médio e tensão em Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 09:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

Os preços do petróleo se mantém em alta nesta quarta-feira (4), impulsionados pelo temor de que a guerra no Oriente Médio se prolongue, pelo fechamento efetivo do Estreito de Ormuz e pelos ataques a instalações do setor de energia.

Por volta das 9h (horário de Brasília), o Brent, referência internacional, avançava 0,93% e era negociado a US$ 83,07 por barril, acumulando o terceiro dia consecutivo de alta, embora abaixo da máxima registrada na véspera. O movimento reflete a preocupação com possíveis interrupções no fornecimento.

Após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a Marinha americana poderia escoltar petroleiros pelo Estreito de Ormuz, se necessário, os ganhos da commodity perderam parte da força.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas mais importantes do mundo para a exportação de petróleo, o, conectando os maiores produtores de petróleo do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, com o Golfo de Omã e o Mar Arábico.

Seu fechamento ameaça interromper um quinto do fluxo global do produto e elevar drasticamente os preços do petróleo bruto.

Um navio da marinha é visto navegando no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo e gás do mundo, em 1º de março de 2026. — Foto: SAHAR AL ATTAR / AFP

O fechamento do Estreito de Ormuz após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã elevou o risco para o abastecimento global de petróleo e acendeu o alerta nos mercados.

A passagem, localizada entre Omã e o Irã, é responsável pelo transporte de cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo e é considerada vital para a economia global.

Com a escalada do conflito no Oriente Médio, países da região interromperam preventivamente a produção de petróleo e gás, o que provocou forte alta nos preços da energia.

No domingo, dia seguinte ao conflito, o petróleo disparou cerca de 13% e superou US$ 82 por barril, o maior nível desde janeiro de 2025.

Além do petróleo, o fornecimento de gás natural também foi afetado. O Catar suspendeu a produção após ataques a instalações, a Arábia Saudita fechou temporariamente sua maior refinaria, e campos de gás em Israel foram paralisados. No Irã, explosões atingiram áreas próximas ao principal terminal de exportação do país.

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Imposto de Renda 2026: prazo começa em março e se estende até 29 de maio

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 04/03/2026 09:57

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: prazo começa em março e se estende até 29 de maio Início da entrega ainda será definida pelo Fisco. Ideia é que declaração pré-preenchida esteja disponível logo no início do prazo de declaração. Especialista recomenda que contribuintes comecem a separar documentos para receber restituição nos primeiros lotes. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal está fechando os últimos detalhes da declaração anual de ajuste do Imposto de Renda das Pessoas Físicas de 2026, ano-base 2025.

Assim como no ano passado, prazo terá início em meados de março, mas a data ainda não foi definida, e terminará em 29 de maio. Serão cerca de dois meses e meio para o contribuinte acertar as contas com o Leão.

O Fisco deve bater o martelo na próxima semana sobre a data de abertura do prazo. A ideia é que a declaração pré-preenchida, modelo em que as informações são inseridas automaticamente no sistema, sem a necessidade de digitação, já esteja disponível logo no início do prazo de entrega.

Os detalhes da declaração de ajuste do IR serão divulgados na segunda-feira (16) pela Receita Federal, com a publicação das regras no Diário Oficial da União e, também, com a tradicional entrevista coletiva para a imprensa.

Os últimos dados da Receita Federal mostram que 45,64 milhões de pessoas físicas enviaram as declarações do IR em 2025 (ano-base 2024), o equivalente a 41% da população economicamente ativa (PEA), que somou, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 110,7 milhões de pessoas em fevereiro do ano passado.

De acordo com cálculos do diretor tributário da Confirp Contabilidade, Welinton Mota, deverá ser obrigado a declarar, em 2026, quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 em 2025. Esse valor ainda é uma estimativa, a ser confirmada posteriormente pela Receita Federal.

Em 2025, foi obrigado a declarar quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024.

➡️Veja outras regras de obrigatoriedade que valeram em 2025, mas que também ainda são passíveis de confirmação, pelo Fisco, para este ano:

contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2024, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2024, receita bruta em valor superior a R$ 169.440,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2024, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2024;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;Possui trust no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;Deseja atualizar bens no exterior.

Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, recomendou que os contribuintes se antecipem e comece a separar os documentos antecipadamente. Quem entrega mais cedo, sem erros ou omissões, também recebe a restituição do Imposto de Renda nos primeiros lotes (após os grupos prioritários).

"Nos dias que antecedem a abertura do prazo é importante mobilizar-se para reunir documentos e solicitar segundas vias do que estiver faltando. Também é fundamental cobrar os informes de rendimentos das fontes pagadoras, instituições financeiras e demais comprovantes necessários", informou Richard Domingos, da Confirp.

De acordo com a consultoria, a organização antecipada reduz riscos de inconsistências, facilita a análise de possíveis deduções legais e permite planejamento tributário mais eficiente.

➡️Parte das informações buscadas pelo Fisco podem ser importadas da declaração do IR de 2025, ano-calendário 2024, caso o contribuinte tenha enviado o documento.

Veja os documentos necessários, segundo a Confirp, considerando titular, dependentes, cônjuge ou companheiro, quando aplicável:

Bancos e instituições financeiras, inclusive corretoras de valoresSaláriosPró-laboreDistribuição de lucrosPensãoAposentadoriaAluguéis de bens móveis e imóveis recebidosProgramas fiscais como Nota Fiscal Paulista e similaresJuros sobre Capital PróprioPrevidência privada

DoaçõesHerançasLivro Caixa e DARFs de Carnê-LeãoResgate de Fundo de Garantia por Tempo de ServiçoSeguro de vidaIndenizaçõesAcordos com redução de dívidas

Assistência médicaAssistência odontológicaSeguro saúde (médico e odontológico)Reembolsos realizados por seguro saúde e/ou odontológicoDespesas com educação (creche, pré-escola, ensino fundamental, médio, superior, pós-graduação, mestrado, doutorado etc.)Previdência privada

Na ausência dos informes, será necessário reunir todos os comprovantes de pagamento, como notas fiscais, recibos e boletos.

Comprovantes de Pagamentos e Deduções EfetuadasComprovante de pagamento de previdência socialRecibos de doações efetuadasRecibos de pagamentos realizados a prestadores de serviços, pessoas físicas ou jurídicasComprovantes de gastos com profissionais da área da saúde: médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogosExames laboratoriais e radiológicosAparelhos e próteses ortopédicasPróteses dentáriasCadeiras de rodas e andadores ortopédicosDespesas com internações e cirurgias, inclusive estéticas

Notas fiscais ou recibos de venda, compra e permuta de bens como automóveis, motocicletas, aeronaves, embarcações e imóveisDocumentos que comprovem construção, reforma ou ampliação de bensContratos de empréstimos concedidos a terceiros com saldo em 31/12/2024 e 31/12/2025Demonstrativo de saldo de ações por ativo em 31/12/2025 apurados a custo médioDemonstrativo de saldo de criptoativos por ativo em 31/12/2025 apurados a custo médioDemonstrativo de saldo de ETFs por ativo em 31/12/2025 apurados a custo médioDemonstrativo de saldo de moedas estrangeiras por moeda em 31/12/2025 apurados a custo médio

Documentos comprobatórios da aquisição de dívidas e ônus com indicação do saldo em 31/12/2024 e 31/12/2025

Operações comuns em mercado à vista, opções e derivativosOperações day tradeMemória de cálculo do Imposto de Renda sobre renda variávelOperações com fundos imobiliáriosMemória de cálculo do imposto referente a fundos imobiliários

Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentesEndereço atualizadoCópia completa da última Declaração de Imposto de Renda entregueDados bancários para restituição ou débito das cotas do impostoAtividade profissional exercida atualmente

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Café: projeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP em fevereiro; aponta USP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 08:52

Piracicaba e Região Café: projeção de safra com colheita recorde pressiona preço médio do arábica em SP em fevereiro; aponta USP Depois de reação positiva em janeiro, o preço médio do grão registrou o menor patamar desde julho do ano passado em São Paulo, com recuo de mais de 14% nas cotações em São Paulo. Por Claudia Assencio, g1 Piracicaba e Região

O preço médio do café arábica em São Paulo caiu 14,3% em fevereiro, atingindo o menor patamar desde julho do ano passado, segundo a USP.

A queda é influenciada pela projeção de safra recorde para 2026, estimada em 66,2 milhões de sacas, um aumento de 17,1%.

Apesar da desvalorização recente, o patamar de negociação do arábica em fevereiro ainda é o terceiro maior para o mês desde 1996.

As vendas de café aqueceram em janeiro de 2026, pois "alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa", segundo o Cepea.

A seca e altas temperaturas em dezembro de 2025 preocupam o setor, pois podem "comprometer a formação dos grãos" da safra 2026/2027.

As estimativas de safra com colheita recorde impactaram nas cotações domésticas do café arábica, o mais consumido no Brasil, em fevereiro de 2026.

Depois de reação positiva em janeiro, o preço médio do grão registrou o menor patamar desde julho do ano passado em São Paulo, com recuo de mais de 14% nas cotações em São Paulo, segundo análise do Centro de Estudos em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Cepea-Esalq), o campus da USP em Piracicaba (SP), divulgada nesta quarta-feira (4).

📉Preços: em fevereiro, o Indicador Cepea/Esalq do arábica no posto na capital paulista teve média de R$ 1.864,51 saca de 60 quilos, com queda de R$ 311,31 por saca. A marca representa queda de 14,3% em relação a de janeiro.

"A pressão veio, sobretudo, de projeções indicando possibilidade de colheita recorde no Brasil na safra 2026/27, fato que não ocorre desde 2021. O patamar de fevereiro ficou 66,32 reais acima do preço da saca do registrado em julho de 2025, em termos reais com os valores deflacionados pelo IGP-DI, período em que o Brasil passava pelo pico da colheita da safra 2025/26", detalhou o boletim do Cepea.

Segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no início de fevereiro, a primeira estimativa para a produção de café em 2026 aponta para uma produção de 66,2 milhões de sacas. O volume equivale a aumento de 17,1% em relação ao registrado no ciclo do ano anterior.

"Em ano de bienalidade positiva, o crescimento previsto é influenciado pelo incremento de 4,1% na área em produção em relação a 2025, estimada em 1,9 milhão de hectares na atual temporada, algo esperado para o ciclo", detalha a Conab.

Em São Paulo, outro importante produtor de arábica, a expectativa é de uma safra de 5,5 milhões de sacas, impulsionada pela bienalidade positiva e pela recuperação de áreas afetadas no ciclo anterior.

O Centro de Estudos da Esalq-USP analisa que, apesar das recentes desvalorizações da variedade, o atual patamar de negociação do arábica ainda é relativamente elevado.

A média de fevereiro do arábica, por exemplo, é a terceira maior para o mês, em termos reais, atrás apenas da registrada há um ano e no mesmo mês de 1997, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em setembro de 1996.

Após um período de negociações restritas, com ausências de vendedores e compradores ativos no mercado doméstico, as vendas do setor cafeeiro voltaram a aquecer na primeira quinzena de janeiro de 2026, conforme análise do Cepea.

Agentes consultados pelo Cepea indicam que, com a virada do ano, alguns agricultores tinham necessidade de fazer caixa, o que colaborou para o aumento da liquidez no período.

As cotações dos cafés robusta e arábica, o mais consumido no Brasil, fecharam a R$ 1,2 mil e R$ 2,2 mil a saca, respectivamente. Os valores são considerados positivos e atendem os patamares desejáveis pelos produtores, segundo o Cepea.

Segundo o centro, o movimento de alta se intensificou a partir de 6 de janeiro, quando os contratos futuros (de março de 2026) registraram aumento de 1.450 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures). O movimento na bolsa de valores aumentou o volume comercializado no mercado brasileiro.

Embora o mercado tenha esteja em viés de retomada, o cenário de pouca chuva em importantes regiões produtoras do Brasil preocupa agentes do setor cafeeiro em relação à safra 2026/2027, segundo o boletim divulgado pelo Cepea.

"Dezembro foi marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, condição que pode comprometer a formação dos grãos, resultando em cafés chochos", analisa o Cepea.

O poder de compra de fertilizantes pelos produtores de café de São Paulo aumentou nos últimos meses de 2025.

Os preços da saca de 60 kg do café arábica operou em cerca de R$ 2,2 mil em outubro. Os valores do café robusta fecharam em torno dos R$ 1.350 a saca.

Com as cotações nesse patamar, os produtores de São Paulo precisavam de 1,16 saca de arábica do tipo 6 para adquirir uma tonelada do adubo em 2025.

💰Em outubro de 2024, era preciso 1,44 saca de café para compra de fertilizante. Desde o início dos levantamentos feitos pelo Cepea, em 2011, a média histórica indica a necessidade de 2,6 sacas de café para pagar uma tonelada de fertilizante.

"O poder de compra dos agricultores frente a importantes fertilizantes é considerado bom neste ano. Pesquisadores ressaltam que a retomada das chuvas nas regiões produtoras de café tende a viabilizar a realização de adubações nas lavouras, visando um bom desenvolvimento da safra 2025/26", detalham.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CDBs irreais e carteiras de crédito falsas: entenda a crise que derrubou o Banco Master e levou Vorcaro à prisão

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 08:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

A liquidação do Banco Master pelo Banco Central, em novembro do ano passado, e a nova prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição, marcam mais um capítulo de uma crise que já vinha se desenhando há meses e que também levou à liquidação do Will Bank e do Banco Pleno, integrantes do mesmo grupo.

Vorcaro foi preso novamente nesta quarta-feira (4), em São Paulo, pela Polícia Federal, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos atribuídos a uma organização criminosa.

O banco operava sob risco elevado de insolvência, pressionado pelo alto custo de captação e pela exposição a investimentos considerados arriscados, com juros muito acima do padrão de mercado.

Tentativas de venda, como a proposta do Banco de Brasília (BRB), não avançaram. Todas foram interrompidas por questionamentos de órgãos de controle, falta de transparência, pressões políticas e menções ao Master em investigações.

O g1 explica a polêmica envolvendo o banco e os fatores que levaram à sua liquidação, além das prisões de investigados por fraude ao sistema financeiro.

Banco Central determina a liquidação extrajudicial do Banco MasterSAIBA MAIS: Como ficam correntistas e investidores após a liquidação pelo BC?ENTENDA: O que é FGC e qual seu papel no caso do Banco Master?PASSO A PASSO: Tem investimento no Master? Saiba como reaver seu dinheiro

O Banco Master surgiu em 1974, inicialmente como Máxima Corretora de Valores e Títulos Mobiliários. Ao longo das décadas, a empresa passou por expansões e alterações societárias até se tornar o conglomerado financeiro conhecido atualmente como Banco Master.

Nos anos 2000 e 2010, o grupo expandiu sua atuação para áreas como crédito, investimentos, gestão de recursos e outras operações. Nos anos mais recentes, ganhou destaque ao oferecer produtos com rendimentos muito acima do mercado, atraindo milhares de investidores.

A partir de 2022, começaram a surgir dúvidas sobre a saúde financeira do banco, diante da captação cara, da exposição a ativos de risco e das negociações de venda que não avançavam.

O Banco Master voltou ao centro das atenções em março do ano passado, quando avançou nas negociações para vender 58% do capital ao Banco de Brasília (BRB) por cerca de R$ 2 bilhões.

A operação, que formaria um conglomerado com cerca de R$ 100 bilhões em ativos, passou a ser monitorada por órgãos de controle, como o Ministério Público do Distrito Federal e o Ministério Público de Contas, que pediram esclarecimentos sobre as condições da compra.

O processo se arrastou enquanto o Master enfrentava dificuldades de caixa. Em maio, o banco obteve uma linha de crédito emergencial de R$ 4 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), renovada duas vezes. Ao mesmo tempo, buscava compradores para o Will Bank, seu braço digital.

Na véspera da liquidação, a instituição recebeu outra oferta: a holding Fictor e um consórcio de investidores dos Emirados Árabes Unidos propuseram um aporte imediato de R$ 3 bilhões e a compra das ações do fundador Daniel Vorcaro, excluindo o Will Bank e o Master Investimentos.

O sinal de alerta no mercado ficou mais evidente quando o banco passou a oferecer produtos financeiros com remunerações muito acima do padrão. O principal deles eram os CDBs emitidos pela instituição.

🔎 O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um investimento de renda fixa em que o investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros em troca. Essa remuneração pode ser pré-fixada (definida no momento da aplicação) ou pós-fixada (atrelada a indicadores como o CDI).

Segundo o planejador financeiro e especialista em investimentos Jeff Patzlaff, o problema não era o CDB em si, mas o que justificava taxas tão elevadas.

“No mercado financeiro, bancos saudáveis conseguem captar dinheiro barato, pagando algo entre 100% e 105% do CDI. Quando você via o Banco Master oferecendo 130%, 150% ou até 180% do CDI, isso não era generosidade — era um pedido de socorro”, diz o planejador.

Segundo o especialista, esse movimento foi uma tentativa de captar dinheiro rapidamente após o banco perder acesso a crédito barato de grandes instituições financeiras. Esses investidores já haviam interrompido os repasses porque os números do Master não fechavam havia algum tempo.

Sem acesso a crédito barato, o banco recorreu ao investidor pessoa física, oferecendo taxas "irresistíveis" para captar recursos rapidamente e tentar cobrir rombos operacionais.

O risco também estava na qualidade dos ativos utilizados pelo banco: “Para pagar 150% do CDI, o banco precisaria emprestar a 200% ou 300% para ter lucro. Isso só é possível quando você empresta para quem ninguém mais quer, como projetos duvidosos ou precatórios judiciais incertos.”

“As investigações indicam que o banco mantinha ativos ruins registrados como se fossem de boa qualidade e utilizava o dinheiro de novos investidores — captado por meio de CDBs com juros elevados — para pagar investidores antigos e manter a operação funcionando. Era uma dinâmica insustentável a longo prazo sem uma injeção real de capital, que nunca veio”, afirma Patzlaff.

Após o Banco Central vetar a compra do Banco Master pelo BRB, o mercado passou a desconfiar (ainda mais) da situação do banco. Isso levou muitos investidores a tentar vender, no mercado secundário, seus CDBs do Master para evitar ficar “presos” ao título até o vencimento.

Com a corrida por vendas, quase não havia compradores. Para atrair interessados, as taxas dos CDBs precisaram subir muito — chegando a 177% do CDI, ante os cerca de 120% praticados antes da crise.

O banco já vinha pagando taxas muito altas para captar recursos, e decisões ruins sobre o uso desse dinheiro deixaram a instituição perto do calote e da falência.

Quando os clientes tentaram se desfazer dos títulos, muitos não conseguiram vendê-los ou tiveram de aceitar descontos para encontrar compradores.

Segundo a Polícia Federal, as investigações envolvendo o Banco Master começaram em 2024, após uma requisição do Ministério Público Federal. O objetivo era apurar a possível "fabricação" de carteiras de crédito falsas por uma instituição financeira.

🔎 Esses títulos teriam sido repassados a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem a devida avaliação técnica.

Durante audiência na CPI do Crime Organizado, no Senado, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que o esquema de fraudes financeiras que levou à prisão do presidente do Banco Master e de quatro diretores pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões.

Segundo Rodrigues, apenas na casa de um dos investigados da operação Compliance Zero foram encontrados R$ 1,6 milhão em dinheiro. Ele explicou aos parlamentares que a PF atua em conjunto com o Banco Central e o Coaf na apuração de crimes relacionados ao sistema financeiro.

"Eu não sei quanto que nós vamos conseguir bloquear. Eu sei já que, em dinheiro, apreendemos na residência de um investigado R$ 1,6 milhão em dinheiro nessa operação de hoje", acrescentou o diretor na CPI do Crime Organizado.

O Banco Master emitiu R$ 50 bilhões em certificados de depósito bancário (CDBs) prometendo juros acima das taxas de mercado e sem comprovar que tinha liquidez, ou seja, que conseguiria pagar esses títulos no futuro.Ao comprar um CDB, o cliente empresta o dinheiro ao banco e recebe juros em troca.Para reforçar essa impressão de liquidez, o Master aplicou parte desses R$ 50 bilhões em ativos que não existem, comprando créditos de uma empresa chamada Tirreno.O Master não pagou nada por essa compra, mas logo em seguida vendeu esses mesmos créditos ao BRB — que pagou R$ 12,2 bilhões, sem documentação, para "socorrer" o caixa do Banco Master.Essas transações aconteceram no mesmo período em que o BRB tentava comprar o próprio Banco Master — e convencer os órgãos de fiscalização de que a transação era viável e não geraria risco aos acionistas do BRB, incluindo o governo do DF.

Com a liquidação extrajudicial, todas as operações do Banco Master foram encerradas de imediato. A diretoria foi afastada e o Banco Central nomeou um liquidante, que passou a controlar a instituição.

Todas as obrigações do banco vencem antecipadamente e o FGC foi acionado para ressarcir correntistas e investidores dentro do limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Além disso, o BC também abriu uma investigação própria para apurar as causas da quebra e possíveis irregularidades.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deverá pagar cerca de R$ 51 bilhões para ressarcir clientes de Master, Will Bank e Banco Pleno, que entraram em liquidação desde novembro. Até agora, já foram pagos R$ 37,2 bilhões, beneficiando 653 mil credores do Master (84% do total).

Os casos ainda pendentes envolvem empresas, menores de idade e inventários, que exigem mais documentação. Os pagamentos do Will e do Pleno ainda não começaram porque as listas de credores não foram concluídas.

Com a forte redução do caixa — que antes superava R$ 140 bilhões —, o FGC estuda medidas para recompor recursos, como antecipar contribuições dos bancos, criar cobranças extras e negociar com o Banco Central o uso de parte do compulsório.

🔎 O g1 preparou uma série especial de reportagens que investiga as repercussões do caso do Banco Master e seus desdobramentos. A apuração analisa as causas da liquidação, o funcionamento e limites do FGC, bem como os efeitos que vão além das perdas imediatas.

‘O dinheiro está todo sequestrado’: o drama de clientes do Will Bank após a liquidação pelo BC‘Prejuízo Master’: o que o colapso do banco mostrou sobre os limites da garantia do FGC

De acordo com advogados consultados pelo g1, com a liquidação extrajudicial, o Master fica “congelado”. Ou seja, nada entra ou sai até que o liquidante nomeado pelo Banco Central organize ativos e credores.

Segundo Adilson Bolico, sócio do Mortari Bolico Advogados, é como se o banco “fechasse as portas para fazer um balanço”.

CDBs, LCIs, LCAs, poupança, depósitos à vista e letras de câmbio estão protegidos pelo FGC até R$ 250 mil por CPF, incluindo rendimento até a data da liquidação.

Quem tinha valores acima desse limite entra na lista de credores — que, conforme a advogada Patricia Maia, sócia do Barbosa Maia Advogados, deve ser publicada em até 30 dias — e só recebe pela massa falida, um processo mais demorado.

Fundos de investimento não dependem do FGC, pois o patrimônio é separado; apenas trocam de administrador.

Saques e transferências ficam suspensos imediatamente. Pagamentos e débitos originados no Master deixam de ser executados até orientação do liquidante.

Já parcelas de empréstimos e financiamentos devem continuar sendo pagas normalmente, porque, como explica Patricia Maia, “bancos em liquidação podem continuar recebendo valores de tomadores”.

Quem deve ao Master continua responsável pelo pagamento — a liquidação não extingue obrigações. A rentabilidade dos investimentos só conta até o dia da decretação. Também vale lembrar o teto global do FGC: quem já recebeu garantias em outros bancos nos últimos 4 anos tem limite de R$ 1 milhão no total.

Fachada do Banco Master na cidade de Ssão Paulo, nesta terça-feira, 18 de novembro de 2025. — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

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Quem é Daniel Vorcaro, dono do Banco Master preso em nova operação da PF

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 08:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foi preso em São Paulo na Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e corrupção.

A operação da PF, com apoio do Banco Central e mandados do STF, bloqueou R$ 22 bilhões em bens e cumpre mais prisões e buscas em SP e MG.

A Polícia Federal apura operações do Banco Master com o BRB e a origem dos recursos de Vorcaro na SAF do Atlético-MG, por possível ligação com o PCC.

Dono e principal controlador do Banco Master, liquidado em novembro do ano passado pelo Banco Central (BC), Daniel Vorcaro, de 42 anos, voltou a ser alvo da Polícia Federal em uma investigação que apura um esquema de fraudes financeiras.

Ele foi preso nesta quarta-feira (4), em São Paulo, durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, atribuídos a uma organização criminosa.

Além da prisão de Vorcaro, a Polícia Federal cumpre outros três mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A apuração conta com apoio técnico do Banco Central do Brasil.

A Justiça também determinou o afastamento de investigados de cargos públicos e o bloqueio e sequestro de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões, com o objetivo de impedir a movimentação de recursos ligados ao grupo e preservar valores possivelmente associados às irregularidades.

Nascido em 6 de outubro de 1983, em Belo Horizonte, Vorcaro integra uma geração de empresários que expandiu seus negócios para os setores financeiro, tecnológico e corporativo.

Formado em Economia, com MBA em Business/Managerial Economics pelo Ibmec, ele ganhou projeção nacional após o Banco Master firmar operações de grande porte com o governo do Distrito Federal por meio do Banco de Brasília (BRB).

O BRB adquiriu títulos de crédito emitidos pelo Banco Master — operações que estão no centro das investigações da Polícia Federal.

Vorcaro também é acionista da Sociedade Anônima do Futebol do Atlético-MG. Ele detém 20,2% da SAF do clube por meio do fundo Galo Forte Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia (FIP). A origem dos recursos usados na operação é apurada por possível ligação com o PCC.

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Como o Brasil pode virar ‘inesperado beneficiado’ da crise no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/03/2026 08:29

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%MoedasDólar ComercialR$ 5,2641,91%Dólar TurismoR$ 5,4661,85%Euro ComercialR$ 6,1141,05%Euro TurismoR$ 6,3621,11%B3Ibovespa182.710 pts-3,48%Oferecido por

Distante mais de 10 mil quilômetros de Teerã, a capital do Irã, o Brasil pode se transformar em um dos potenciais "beneficiários" do conflito iniciado no Oriente Médio depois que os Estados Unidos e Israel realizaram ataques ao Irã, no sábado (28/2).

Segundo analistas ouvidos pela BBC News Brasil, isso aconteceria porque, na segunda-feira (2/03), o Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde estima-se que passe aproximadamente 20% da produção global de petróleo.

Neste cenário, países da Europa e da Ásia, entre eles a China, Índia e Japão, teriam que buscar novas fontes de petróleo bruto para suprir a queda no fluxo do produto represado no Golfo Pérsico e isso poderia alavancar as exportações de petróleo do Brasil, que desde 2024 se tornou o principal item da pauta de exportação do Brasil, superando a soja e o minério de ferro.

Os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil avaliam que o Brasil estaria bem posicionado para atender uma eventual demanda resultante do agravamento da crise no Oriente Médio, uma vez que o Brasil já tem uma rede estruturada de portos e oleodutos voltados para a exportação de petróleo e porque a rota entre o país e esses mercados não passa por pontos sensíveis como o Estreito de Ormuz.

Eles avaliam, no entanto, que o Brasil só deverá se beneficiar desse cenário se a situação se prolongar pelas próximas quatro semanas ou mais e se o Brasil conseguir ampliar sua produção para além dos patamares atuais.

A atual crise no Oriente Médio começou no sábado (28/2), depois que os Estados Unidos e Israel iniciaram uma série de ataques a alvos iranianos.

Os ataques atingiram prédios oficiais e alvos civis e mataram o então líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Além dele, pelo menos outros três oficiais do alto comando do governo iraniano também teriam sido mortos.

O presidente norte-americano, Donald Trump, alegou que os ataques tinham o objetivo de eliminar "ameaças iminentes do regime iraniano", que o Irã teria tentado reconstruir o seu programa nuclear e continuaria a desenvolver um programa de mísseis de longo alcance capaz de ameaçar países europeus e, futuramente, os Estados Unidos.

Em resposta aos ataques dos Estados Unidos e Israel, o Irã disparou uma série de mísseis em direção a Israel e a instalações norte-americanas localizadas em países do Golfo Pérsico como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar e Kuwait.

Na tarde de segunda-feira, um porta-voz da Guarda Revolucionária do Irã anunciou que o país fecharia o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz.

Essa passagem tem cerca de 33 quilômetros de largura e recebe um fluxo intenso de navios petroleiros que transportam o óleo produzido por diversos países árabes, além do Iraque e do Irã.

Matt Smith é consultor da empresa Kpler, uma das maiores firmas de análise de dados de navegação do mundo.

Ele diz à BBC News Brasil que os maiores compradores do petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz são os países asiáticos como China, Índia e Japão.

"A China, sozinha, consome metade de todo o petróleo produzido no Oriente Médio e uma parte significativa disso é escoada pelo Estreito de Ormuz. Se a situação se prolongar, a China, por mais que tenha estoques, vai ter que procurar alternativas de suprimento. E o Brasil está bem posicionado para atender essa nova demanda e pode se tornar uma opção viável", explica.

Dados do governo brasileiro apontam que a China já é o principal destino do petróleo exportado pelo Brasil. Em 2025, o Brasil exportou US$ 44 bilhões em petróleo bruto para o mundo todo. Desse total, US$ 20 bilhões (45%) foram para a China.

O presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Roberto Ardenghy, diz à BBC News Brasil que ainda é cedo para estimar se a crise no Irã vai beneficiar a indústria do petróleo brasileira.

Ele afirma, porém, que se o cenário se agravar ou se mantiver nos níveis atuais, a tendência é de que o Brasil, possa, sim, ser um dos potenciais beneficiados.

"Nós não sabemos quanto tempo durarão os estoques estratégicos dos principais países. Calculamos algo em torno de três ou quatro meses. Se as coisas continuarem assim, com a queda dos estoques, países como o Brasil, Argentina, Nigéria e Guiné Equatorial vão despontar como fornecedores alternativos para o petróleo represado do Golfo Pérsico", diz Ardenghy.

Smith afirma que outros países também poderiam procurar o Brasil buscando substituir, ao menos temporariamente, o petróleo que passa por Ormuz.

"Quanto mais a crise se prolongar, mais preocupados os consumidores da Ásia e da Europa vão ficar e eles terão que procurar novas alternativas. O Brasil, portanto, não se beneficiaria apenas vendendo para a China, mas também para a Europa".

Ardenghy alerta para um outro fator que pode limitar o quanto o Brasil pode se beneficiar ou não de uma mudança, ainda que temporária, da cadeia global de petróleo: a capacidade de produção brasileira.

Segundo ele, o Brasil produz, em média, 3,6 milhões de barris de petróleo por dia e exporta 1,6 milhão. O restante, é consumido pelo próprio mercado interno.

Ele estima que, até 2029, o Brasil conseguiria aumentar sua produção para 4,2 milhões de barris apenas com base nos projetos em andamento, o que poderia levar o Brasil a chegar ao posto de sexto maior produtor mundial de petróleo.

Ardenghy pondera, no entanto, que na atual conjuntura, o Brasil teria dificuldades para suprir demandas adicionais de petróleo imediatamente.

"Não tem como aumentar a exportação no curto prazo. A curva de crescimento da produção é gradual, podendo levar alguns meses ou anos para que tenhamos mais produção e um impacto positivo sobre a exportação", diz.

O potencial aumento do preço e da procura por petróleo brasileiro já se refletiu nos valores das ações da Petrobras e de outras petroleiras brasileiras.

As ações preferenciais da Petrobras, por exemplo, subiram 3,57% entre sexta-feira e terça-feira, acompanhando movimentos similares de petroleiras ao redor do mundo.

A expectativa entre os investidores é de que o aumento do preço do petróleo no mercado internacional eleve as margens de lucro dessas companhias.

Os analistas e o governo brasileiro avaliam que a crise no Irã e o seu impacto sobre a indústria do petróleo podem gerar efeitos mistos sobre o Brasil.

Para o governo, por um lado, o aumento no preço do petróleo pode aumentar a quantidade de dividendos que ele recebe da Petrobras, já que o governo federal é o principal acionista da companhia.

Em 2024 (último ano cujos dados estão disponíveis), o governo recebeu R$ 28,8 bilhões em dividendos pagos pela companhia, um valor que ajudou a fechar as contas públicas.

Além disso, o aumento no preço ou nas exportações de petróleo pode aumentar, também, a arrecadação de tributos.

"O governo vai passar a arrecadar mais dinheiro por conta do pagamento de royalties do petróleo, participações especiais e com a própria arrecadação de tributos", explica Ardenghy.

Ao portal UOL, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que a crise no Irã pode ter esse efeito positivo sobre a economia brasileira.

Ele porém, avalia que esse aumento no preço do petróleo pode ter efeitos negativos como pressão inflacionária.

"O Brasil exporta petróleo, mas importa gasolina e diesel. Quando você tem uma mudança no patamar do preço do petróleo, isso afeta a cadeia petroquímica. Isso vai fazer com que a refinaria aumente o preço dos seus produtos e isso pode ter um impacto sobre outros setores da economia", afirma.

Tanto Smith quanto Ardenghy ponderam que o aumento da procura pelo petróleo brasileiro só deverá se concretizar se a crise no Oriente Médio demorar a ser solucionada.

"É preciso que a instabilidade se mantenha por pelo menos quatro semanas para que a gente veja uma mudança no fluxo de compra do petróleo. Se o Estreito de Ormuz, por exemplo, for reaberto logo, talvez a gente não veja essa busca por parceiros alternativos neste momento", diz Smith.

O analista diz, ainda, que o fechamento de Ormuz pode ser visto como um movimento de desespero do governo iraniano, mas que, no longo prazo, tende a prejudicar o próprio país.

"A maior parte das exportações de petróleo do Irã também passa por lá. Fechar o Estreito de Ormuz acaba prejudicando a economia do Irã, cuja principal fonte de renda é, justamente, o petróleo".

Ele destaca que mesmo em meio à instabilidade da região, do ponto de vista logístico, o petróleo do Oriente Médio é mais competitivo que o brasileiro por conta da distância. Em média, um petroleiro pode levar um mês e meio para chegar à China, enquanto um navio leva em torno de 20 dias para sair do Golfo Pérsico e chegar ao país asiático.

Ardenghy diz, também, que um fechamento do Estreito de Ormuz por muito tempo é uma situação sem precedentes e que não ocorrerá sem reações ou pressões geopolíticas.

"Há um interesse estratégico das superpotências para manter a navegabilidade do Estreito de Ormuz e um dos principais interessados é a China que vai exercer algum tipo de pressão para que a situação se resolva", diz.

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De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/03/2026 04:54

Pequenas Empresas & Grandes Negócios De professora a empresária: como um chapéu virou negócio de R$ 100 mil por mês em Goiás Ao identificar uma tendência e apostar em diferenciação, empreendedora transformou um acessório típico do campo em produto de moda vendido no Brasil e no exterior. Por PEGN

A ex-professora Merope Papadellis começou vendendo roupas, e um post de Andressa Suita gerou mais de mil pedidos, forçando-a a criar um site.

A ideia de vender chapéus surgiu após Merope ver um modelo em um show, transformando um detalhe em uma nova e promissora oportunidade de negócio.

Para diferenciar-se da concorrência, Merope investiu cerca de R$ 8 mil em testes, descartando 50 chapéus até aperfeiçoar a customização com brilho.

Com faturamento mensal de R$ 100 mil, a empresa produz cerca de 300 chapéus, vendendo para Brasil, Europa e EUA, com preços até R$ 2 mil.

A trajetória de Merope Papadellis no empreendedorismo começou longe da moda. Professora em Goiânia, ela buscava uma forma de complementar a renda quando decidiu vender roupas no interior de Goiás.

Na época, comprava peças em polos comerciais da região, colocava tudo no porta-malas do carro e saía pelas cidades oferecendo os produtos diretamente às clientes. Em pouco tempo, percebeu que havia demanda — e que o negócio podia crescer.

A primeira grande virada veio pelas redes sociais. Uma publicação feita por Andressa Suita, esposa do cantor sertanejo Gusttavo Lima, usando uma das peças vendidas por Merope fez os pedidos dispararem.

Em poucas horas, mais de mil mensagens chegaram ao celular da empreendedora. Sem estrutura para responder ou vender naquele volume, ela precisou agir rápido para não perder vendas. A solução foi criar um site às pressas e direcionar os clientes para o ambiente digital.

Foi nesse momento que Merope entendeu que empreender exigiria decisões rápidas, adaptação e disposição para correr riscos. Mas a mudança mais importante ainda estava por vir.

Em 2018, durante um show, ela viu uma mulher usando um chapéu rosa — um item pouco comum naquele momento. Pediu o acessório emprestado, tirou fotos e publicou nas redes sociais.

A reação foi imediata: começaram a surgir pedidos de clientes interessadas em chapéus iguais. O que era apenas um detalhe virou oportunidade de negócio.

A pandemia e a retomada dos shows ampliaram ainda mais a procura, mas também trouxeram concorrência. Chapéus semelhantes passaram a ser vendidos por preços mais baixos, pressionando o negócio.

“Eu comecei a vender na porta dos shows e, quando o vídeo bombou, a concorrência cresceu muito. Muita gente resolveu vender chapéu também. Aí eu pensei: preciso fazer alguma coisa”, conta.

Para não competir apenas por preço, Merope decidiu apostar na diferenciação. Passou a customizar os chapéus com pedrarias, brilho e novos acabamentos. O processo, porém, foi marcado por tentativa e erro.

“Eu fui, peguei pedra e comecei a colar no chapéu. Só que a cola não funcionava, a pedra não dava certo. Nada era simples”, diz.

Foram cerca de 50 chapéus descartados, testes com materiais que não funcionaram e um investimento de aproximadamente R$ 8 mil até chegar ao modelo final. “Eu não chamo de prejuízo. Foi investimento para entender o meu produto”, afirma.

A estratégia deu certo. A produção mensal saltou de cerca de 10 chapéus para aproximadamente 300. Hoje, a empresa trabalha com fábricas parceiras, faz a customização das peças, emprega bordadeiras e conta com revendedoras espalhadas pelo país.

O faturamento mensal gira em torno de R$ 100 mil, com vendas para o Brasil, Europa e Estados Unidos. Os preços variam de R$ 100 a R$ 2 mil. “Eu precisei me reinventar para não competir só por preço. Quando o produto tem identidade, o cliente entende o valor”, diz.

O crescimento também foi impulsionado pela visibilidade entre artistas do meio sertanejo. Em um show, um dos chapéus chamou a atenção da cantora Paula Fernandes, que notou o brilho do acessório ainda da plateia.

“Ela falou: ‘eu quero esse chapéu aí’. No fim do show, fui chamada ao camarim”, conta. Depois disso, outros artistas passaram a procurar o produto. “Vieram Mayara e Maraisa, Claudia Leitte, Simone Mendes, Wesley Safadão, Hugo & Guilherme”, afirma.

“É o hype. A gente precisa aproveitar o momento da novela, das cantoras, do que está na moda no mundo inteiro. Não é só no Brasil”, completa. Outro diferencial do negócio está no relacionamento com o público.

Mesmo com o crescimento, Merope faz questão de manter o atendimento próximo, muitas vezes falando diretamente com as clientes. Para ela, a construção da marca passa pela confiança e pela experiência, não apenas pelo volume de vendas.

De um acessório tradicional do campo, ela criou um negócio conectado a tendências, comportamento e consumo — e ainda em plena expansão.

A história de Merope Papadellis resume um dos principais aprendizados do Pequenas Empresas & Grandes Negócios: empreender é identificar oportunidades, errar rápido, aprender com o mercado e ajustar o caminho.

📍 Endereço: Av. Jataí, Qd 16 – Lote 10, Sala 11 – Sitios Santa Luzia Aparecida de Goiânia/GO – CEP: 74810-030📞 Telefone: (62) 99161-0714 / (62) 98621-1718📧 E-mail: meropepapadellisshowroom@gmail.com🌐 Site: https://www.meropepapadellis.com.br/📸 Instagram: https://www.instagram.com/meropepapadellis📘 Facebook: https://www.facebook.com/share/1QwhgktrAH/?mibextid=wwXIfr

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