RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Uruguai se torna o 1º país a ratificar o acordo entre Mercosul e União Europeia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0660,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.737 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0660,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.737 pts-0,27%MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0660,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.737 pts-0,27%Oferecido por

A Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou o acordo Mercosul-UE por 91 votos a 2, após o aval unânime do Senado.

Argentina também deve ratificar o tratado nesta quinta-feira, com Brasil e Paraguai concluindo o processo em breve.

A França encaminhou o documento à Justiça europeia, suspendendo sua aplicação formal devido a preocupações agrícolas.

O tratado permitirá à UE exportar automóveis e vinhos, enquanto o Mercosul terá maior acesso para carne, açúcar e soja.

O Uruguai tornou-se nesta quinta-feira (26) o primeiro país a ratificar o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, após a aprovação pelo Congresso.

A Câmara dos Deputados uruguaia aprovou o texto por 91 votos a 2, um dia depois de o Senado ter dado aval por unanimidade. A Argentina também deve ratificar o acordo nesta quinta-feira. O tratado foi assinado em janeiro, em Assunção, após mais de 25 anos de negociações.

Brasil e Paraguai, os outros dois membros plenos do bloco sul-americano, também devem concluir a ratificação do acordo nos próximos dias. No Brasil, a Câmara dos Deputados aprovou o texto nesta quarta-feira (25), e a proposta segue agora para o Senado, onde passará pela última etapa antes de entrar em vigor.

“É histórico” e “um sinal para a Europa”, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Mario Lubetkin, após a votação.

O acordo provocou forte reação em países europeus, especialmente na França, que encaminhou o documento à Justiça europeia em janeiro, suspendendo sua aplicação formal. Ainda assim, a União Europeia pode optar por implementá-lo de forma provisória.

A principal preocupação de franceses e de outros governos europeus é o impacto da criação de uma ampla zona de livre comércio sobre os setores agrícola e pecuário.

No Mercosul, o tratado conta com apoio majoritário, apesar das ressalvas de alguns segmentos industriais, como o setor vinícola.

Persistem dúvidas sobre as cotas de exportação, que ainda serão definidas em negociações internas entre os dois blocos. Mesmo assim, os quatro países sul-americanos devem concluir a tramitação legislativa nos próximos dias.

Quando entrar em vigor, o acordo formará a maior área de livre comércio do mundo, ao prever a redução gradual de tarifas e a ampliação das cotas de exportação de bens e serviços entre os 27 países da União Europeia e os quatro membros fundadores do Mercosul, abrangendo um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

O tratado permitirá que a União Europeia exporte com mais vantagens produtos como automóveis, máquinas, vinhos e bebidas alcoólicas para o Mercosul.

Em contrapartida, os países sul-americanos terão maior acesso ao mercado europeu para itens como carne, açúcar, arroz, mel e soja, entre outros.

Cúpula do Mercosul. Da esquerda para a direita: o presidente do Panamá, José Raúl Mulino; o presidente da Argentina, Javier Milei; o presidente do Paraguai, Santiago Peña; o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi; e o ministro das Relações Exteriores da Bolívia, Fernando Aramayo. Foz do Iguaçu (PR), no Brasil, em 20 de dezembro de 2025. — Foto: EVARISTO SA/AFP

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Argentina ratifica acordo UE-Mercosul após aprovação no Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0650,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.791 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0650,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.791 pts-0,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1430,36%Dólar TurismoR$ 5,3410,32%Euro ComercialR$ 6,0650,24%Euro TurismoR$ 6,3090,14%B3Ibovespa190.791 pts-0,24%Oferecido por

A Argentina se tornou o segundo país do Mercosul a ratificar o acordo de livre comércio com a União Europeia, após aprovação no Senado.

O tratado visa criar a maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo 27 nações europeias e os quatro membros fundadores do Mercosul.

A ratificação argentina, com 69 votos favoráveis, prevê a eliminação de tarifas em mais de 90% do comércio entre os blocos.

Enquanto Brasil e Paraguai iniciam seus processos de ratificação, o Parlamento Europeu suspendeu a aprovação para análise legal.

A tramitação na Europa enfrenta forte resistência do setor agropecuário, que teme o impacto da entrada de produtos sul-americanos no mercado.

Deputados são vistos após a votação que aprovou o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul no Congresso argentino, em 26 de fevereiro de 2026. — Foto: Juan Mabromata/AFP

A Argentina ratificou nesta quinta-feira (26) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, após a aprovação do texto pelo Senado. O país é o segundo, depois do Uruguai, a concluir o processo.

O tratado cria a maior zona de livre comércio do mundo, envolvendo os 27 países da União Europeia e os membros fundadores do Mercosul: Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai.

Com 69 votos a favor, 3 contrários e nenhuma abstenção, o Senado concluiu a ratificação parlamentar do tratado, assinado em 17 de janeiro, em Assunção.

O tratado eliminará tarifas sobre mais de 90% do comércio entre os dois blocos, que juntos respondem por cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial e somam mais de 700 milhões de consumidores.

Brasil e Paraguai já iniciaram os procedimentos necessários para que seus parlamentos ratifiquem o tratado nos próximos dias.

Enquanto o tratado avança nos trâmites formais nos países do Mercosul, o Parlamento Europeu suspendeu a própria ratificação por tempo indeterminado em 21 de janeiro. Na ocasião, os eurodeputados enviaram o texto ao Tribunal de Justiça da União Europeia para avaliar sua legalidade.

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia presidido por Ursula von der Leyen, pode decidir implementar o tratado de forma provisória. Até o momento, porém, não tomou uma decisão.

A tramitação no Parlamento Europeu enfrenta forte resistência e protestos do setor agropecuário, que teme o impacto de uma entrada massiva de carne, arroz, mel e soja sul-americanos no mercado europeu, em troca da ampliação das exportações de veículos, máquinas, queijos e vinhos do bloco para o Mercosul.

A Comissão Europeia adotou uma série de salvaguardas para proteger setores considerados sensíveis.

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Stellantis erra na estratégia de carros elétricos e tem prejuízo de R$ 153,9 bilhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 16:47

Carros Stellantis erra na estratégia de carros elétricos e tem prejuízo de R$ 153,9 bilhões Grupo registrou perdas ao rever as expectativas para o mercado de carros eletrificados. Mesmo assim, a Stellantis conseguiu aumentar as entregas de veículos em 11% no mesmo período. Por Reuters

O prejuízo bilionário da Stellantis em 2025 foi impulsionado por despesas elevadas na revisão de suas projeções para veículos elétricos, devido ao crescimento mais lento do mercado.

A montadora registrou 25,4 bilhões de euros em baixas contábeis ao longo de 2025, refletindo perdas no valor de ativos e pressionando suas ações.

O CEO Carlos Tavares afirmou que 2026 será focado em "corrigir falhas na execução e acelerar o retorno ao crescimento com lucro".

Analistas do Citi classificaram os resultados como um "ponto baixo evidente", sugerindo que outras montadoras europeias e americanas oferecem menos riscos.

Apesar do crescimento de 10% na receita do segundo semestre, a Stellantis projeta que o fluxo de caixa livre só voltará a ser positivo em 2027.

A Stellantis, grupo dono de marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram, Chrysler e Leapmotor, informou que teve prejuízo líquido de 25,4 bilhões de euros em 2025 (R$ 153,9 bilhões na cotação atual).

O resultado negativo se concentrou no segundo semestre, principalmente porque a empresa registrou despesas elevadas para rever suas projeções para carros elétricos, já que o crescimento desse mercado está mais lento do que o esperado.

O prejuízo já era esperado, pois a empresa havia divulgado estimativas preliminares três semanas antes.

O caso da Stellantis mostra como montadoras no mundo todo enfrentam dificuldades na transição dos carros a combustão para os elétricos, especialmente após Estados Unidos e Europa reduzirem metas para esse tipo de veículo.

“Nossos resultados completos de 2025 refletem o custo de superestimar o ritmo da transição energética e a necessidade de reorientar o negócio, garantindo aos clientes a liberdade de escolher entre tecnologias elétricas, híbridas e a combustão”, afirma em nota Antonio Filosa, CEO da Stellantis.

Segundo o executivo, na segunda metade do ano a empresa viu sinais iniciais de progresso, com os primeiros resultados dos esforços para melhorar a qualidade, fortalecer lançamentos e retomar o crescimento da receita.

“Em 2026, nosso foco será corrigir falhas na execução e acelerar o retorno ao crescimento com lucro”, declara Filosa.

Ao longo de 2025, a Stellantis registrou 25,4 bilhões de euros (R$ 154 bilhões) em baixas contábeis, que representam perdas no valor de ativos. Só no segundo semestre foram 22,2 bilhões de euros (R$ 134,5 bilhões), o que pressionou as ações da montadora.

No mesmo período, a empresa registrou prejuízo operacional ajustado de 1,38 bilhão de euros (R$ 8,4 bilhões), resultado que também já havia sido antecipado. Esse indicador mostra o desempenho das operações, sem considerar eventos extraordinários, como o fechamento de uma fábrica.

Apesar disso, a receita da companhia cresceu 10% e somou 79,25 bilhões de euros (R$ 480,3 bilhões) entre julho e dezembro, com alta de 11% nas entregas de veículos.

Segundo analistas do Citi, esse conjunto de resultados representa um “ponto baixo evidente” para a Stellantis. Eles avaliam que pode haver recuperação à frente, mas consideram que outras montadoras da Europa e dos Estados Unidos oferecem menos riscos no momento.

As ações da Stellantis em Milão caíam 0,3% e, desde o anúncio das perdas com carros elétricos, acumulam queda de cerca de 20%. O papel atingiu seu nível mais baixo em 6 de fevereiro e recua 30% no ano.

A empresa manteve as projeções para 2026: espera crescimento moderado da receita e margem operacional baixa, mas positiva. No entanto, prevê que o fluxo de caixa livre — o dinheiro que sobra após os investimentos — só voltará a ficar positivo em 2027.

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BRB quer elevar capital em R$ 8,8 bilhões e emitir até 1,67 bilhão de ações para reforçar patrimônio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 12:45

Distrito Federal BRB quer elevar capital em R$ 8,8 bilhões e emitir até 1,67 bilhão de ações para reforçar patrimônio Números constam em proposta que será levada à assembleia de acionistas no mês que vem. Enquanto isso, governo do DF tenta aprovar entrega de nove imóveis públicos ao banco. Por Cláudia Bomtempo, Mateus Rodrigues, TV Globo e g1 — Brasília

O Banco de Brasília (BRB) planeja emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias para captar recursos no mercado financeiro.

A meta é aumentar o capital social do BRB em até R$ 8,86 bilhões, elevando o valor total para R$ 11,2 bilhões.

A proposta será submetida à Assembleia Geral Extraordinária de acionistas, marcada para o dia 16 de março.

O governo do DF busca reforçar o patrimônio do banco com a entrega de nove imóveis públicos, avaliados em R$ 6,6 bilhões.

O Banco de Brasília (BRB) pretende emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias, nas próximas semanas, para captar dinheiro no mercado e reforçar o patrimônio da instituição.

Com essa emissão, o BRB espera aumentar o próprio capital social do banco em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões. Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões – cifra quase quatro vezes maior que o valor atual.

➡️Todos esses números constam na proposta que será levada pelo banco à Assembleia Geral Extraordinária de acionistas, convocada para o dia 16 de março.

➡️Ou seja: todo esse plano ainda precisa ser aprovado pelos investidores do banco – incluindo o governo do Distrito Federal, que é acionista controlador e detém 71,92% do capital do banco do BRB.

Governo do DF apresenta novo projeto para tentar socorrer o BRB, investigado no caso Master — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Saiba o que o BRB poderá fazer com os imóveis oferecidos por IbaneisDistritais acionam MP e governo do DF para barrar Daniel Vorcaro em reunião de acionistas do BRBBRB precisa de até R$ 6,6 bilhões em empréstimos, indica governo do DF ao oferecer lotes como garantia

Enquanto isso, o governo do DF também tenta reforçar o patrimônio do BRB com outra medida: a entrega de nove imóveis públicos de grande porte, que poderiam ser vendidos ou usados como garantia em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.

Essa mecânica ainda precisa ser aprovada pela Câmara Legislativa do DF, mas vem enfrentando resistência da oposição ao governo Ibaneis Rocha (MDB) e até de aliados do governador.

O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas, segundo apurou o g1.

O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado. Ou seja: evitar abalos à credibilidade do BRB.

⬆️ Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.

⬇️ Em compensação, caso não consigam honrar o empréstimo no futuro, o BRB e o governo do DF podem se ver obrigados a alienar (vender) esses imóveis para pagar o compromisso assumido.

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)SIA, Trecho Serviço Público, Lote GSIA, Trecho Serviço Público, Lote ISIA, Trecho Serviço Público, Lote HSIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB;SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap;Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década;"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – o documento não diz o endereço com precisão.

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Como a inteligência artificial mudou a forma de ganhar dinheiro na internet

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 26/02/2026 12:45

Empreendedorismo Como a inteligência artificial mudou a forma de ganhar dinheiro na internet Pesquisa aponta que tecnologia virou infraestrutura da Creator Economy e transformou a forma de criar, vender e escalar negócios digitais Por Rafaela Zem, g1

A inteligência artificial já provoca mudanças concretas no mercado digital. É o que aponta o estudo “O Impacto da Inteligência Artificial na Creator Economy”, divulgado nesta quinta-feira (26) pela Hotmart.

📎A Creator Economy representa o mercado formado por pessoas que criam e vendem produtos digitais, como cursos, mentorias e conteúdos online.

Segundo o levantamento, produtos digitais voltados ao ensino de IA movimentaram mais de R$ 140 milhões em 2025 na plataforma. Em dois anos, o crescimento acumulado foi de 700%.

Para a empresa, a tecnologia deixou de ser apenas apoio e passou a ocupar o centro do modelo de negócios.

Hoje, a IA atua em três frentes ao mesmo tempo: como tema de ensino, como produto comercializável e como infraestrutura que sustenta vendas, cobrança e atendimento.

A demanda acompanha o avanço da oferta. Em 2025, mais de 340 mil compradores adquiriram cursos e soluções ligadas à inteligência artificial. O número representa alta de 326% desde 2023.

No mesmo período, cerca de 4 mil empreendedores passaram a ensinar IA na plataforma, crescimento de 260%.

O interesse é puxado por quem quer ganhar produtividade, melhorar o currículo e aplicar a tecnologia no trabalho. A formação tradicional não acompanha o ritmo.

Dados reunidos no estudo mostram que 66% da população global já usa IA, mas só 39% receberam treinamento formal nas empresas. No Brasil, 93% afirmam utilizar ferramentas do tipo, embora muitos digam não dominar totalmente o conceito.

Para a Hotmart, essa diferença entre uso e qualificação abriu espaço para criadores independentes oferecerem capacitação prática e direta ao ponto.

Apresentação do estudo “O Impacto da Inteligência Artificial na Creator Economy” da Hotmart — Foto: g1

A novidade mais recente é a venda de agentes de IA treinados com o método de cada produtor. Esses agentes interagem com o aluno, executam tarefas e ajudam na aplicação do conteúdo no dia a dia.

Nos primeiros dois meses após o lançamento do formato, quase 30 mil pessoas compraram um agente. O volume já soma cerca de 400 mil interações na plataforma.

Um dos casos citados é o da agente SofIA, criada para apoiar a produção de roteiros para vídeos. A ferramenta superou 42 mil interações logo após o lançamento, dentro de uma campanha promocional.

O Agente de Vendas conversa automaticamente com interessados que abandonam o carrinho e negocia condições de pagamento pelo WhatsApp. Em quatro meses, recuperou R$ 16,6 milhões em vendas. Em média, um a cada oito carrinhos é convertido.

Já o Agente de Cobrança envia lembretes antes do vencimento e conduz negociações após atraso. Entre abril e novembro de 2025, a solução preservou mais de R$ 220 milhões em receitas e ajudou 11 mil empreendedores a regularizar pagamentos.

No pós-venda, o Tutor com IA responde dúvidas 24 horas por dia com base no conteúdo do curso. Segundo a empresa, o volume de perguntas direcionadas ao produtor pode cair até 50%. Alunos permanecem mais tempo ativos, o que aumenta engajamento e retenção.

automação de tarefas e processos;criação de conteúdo em escala;organização de estudos e aprendizado personalizado.

A empresa também mapeia a evolução recente. Em 2023, a IA impulsionou produtividade na criação de páginas e campanhas. Em 2024, reforçou o suporte ao aluno. Em 2025, passou a estruturar vendas, cobrança e novos formatos de monetização.

Para a Hotmart, essa é a maior mudança na Creator Economy desde a popularização do vídeo. A tecnologia reduz o custo da execução e amplia a capacidade de quem cria.

O desafio agora é integrar IA ao método de cada produtor sem perder identidade e conexão com o público.

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Ford faz recall de 4,3 milhões de veículos por falha em freio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 11:45

Carros Ford faz recall de 4,3 milhões de veículos por falha em freio Software defeituoso pode causar falha no sistema de freio e afetar iluminação externa. Picapes Maverick, F-150 e Ranger estão entre modelos atingidos nos EUA. Por Redação g1 — São Paulo

A Ford vai fazer um recall de 4,3 milhões de veículos nos Estados Unidos, segundo a agência Reuters. Um problema de software pode causar falhas nos freios e também afetar as luzes externas dos veículos.

O problema pode ocorrer ao rebocar um trailer. O módulo de reboque pode perder comunicação com o veículo, o que pode causar a perda das luzes de freio e de seta, ou a perda da função de frenagem. Segundo a Reuters, a Ford vai resolver o problema por meio de uma atualização de software.

Entre os modelos afetados estão alguns também vendidos no Brasil. As picapes Maverick, F-150, Ranger e a van E-Transit. O recall também inclui F-250, Lincoln Navigator, Expedition nos Estados Unidos. Todos produzidos entre 2021 e 2026.

O g1 consultou a Ford do Brasil para confirmar se as unidades vendidas no país fazem parte do recall. A empresa ainda não divulgou uma posição oficial. Assim que isso acontecer, esta notícia será atualizada.

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México aprova projeto que reduz jornada de trabalho para 40 horas até 2030

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 11:45

Trabalho e Carreira México aprova projeto que reduz jornada de trabalho para 40 horas até 2030 A proposta prevê redução gradual da jornada de 48 para 40 horas até 2030, mas enfrenta críticas por ampliar horas extras e manter apenas um dia de descanso semanal. Por Diego Oré, Aida Pelaez-Fernandez

O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados prevê uma redução gradual de duas horas anuais na jornada de trabalho.

O México registra a pior relação entre vida profissional e pessoal na OCDE, com mais de 2.226 horas trabalhadas por ano.

A oposição critica o aumento do limite de horas extras para 12 semanais e a manutenção de apenas um dia de descanso.

A primeira etapa da redução da jornada, em janeiro de 2027, beneficiará cerca de 13,4 milhões de trabalhadores.

Trabalhador manuseia refrigerantes em mercado de Monterrey, no México, em janeiro de 2026. — Foto: REUTERS/Daniel Becerril/Foto de arquivo

O México aprovou um projeto de lei para reduzir gradualmente a jornada de trabalho de 48 para 40 horas semanais. No entanto, a reforma, que deve começar a ser implementada no próximo ano, amplia o limite semanal de horas extras e mantém apenas um dia de descanso para cada seis dias trabalhados.

Com mais de 2.226 horas de trabalho por pessoa ao ano, a segunda maior economia da América Latina apresenta o pior equilíbrio entre vida profissional e pessoal entre os países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O país, onde cerca de 55% dos trabalhadores estão na informalidade, também registra a menor produtividade do trabalho e os salários mais baixos entre os 38 membros do grupo.

A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto na noite de terça-feira (24), com apoio unânime dos 469 parlamentares presentes na Casa, que tem 500 cadeiras. Nenhum deputado votou contra.

Em seguida, os deputados analisaram os pontos específicos da proposta, aprovados com 411 votos favoráveis. A oposição criticou duramente a reforma durante cerca de 10 horas de debate.

Já o partido governista celebrou a aprovação, que ocorre após anos de idas e vindas nas negociações com empresários.

“Produtividade não se mede pelo esgotamento. Ela se constrói com dignidade”, afirmou o deputado governista Pedro Haces, que também é secretário-geral da Confederação Autônoma de Trabalhadores e Empregados do México.

A oposição argumenta que o projeto não representa uma redução real da jornada de trabalho, pois aumenta o limite semanal de horas extras de nove para 12 e não estabelece a obrigatoriedade de dois dias de descanso para cada cinco trabalhados.

“A ideia da reforma não é ruim, mas ela é incompleta e foi feita às pressas”, disse Alex Domínguez, deputado do oposicionista Partido Revolucionário Institucional (PRI).

A proposta já havia sido aprovada neste mês pelo Senado, onde o partido governista Morena possui ampla maioria.

“Depois de mais de 100 anos sem mudanças, o México começará a eliminar gradualmente a jornada de 48 horas semanais”, afirmou o Ministério do Trabalho em publicação na rede social X, na madrugada de quarta-feira (25).

A presidente Claudia Sheinbaum apresentou a proposta em dezembro. O plano prevê a redução da jornada em duas horas por ano até 2030, beneficiando cerca de 13,4 milhões de trabalhadores.

Caso a lei seja aprovada por mais da metade das assembleias legislativas estaduais — como é esperado —, a primeira redução de duas horas entraria em vigor em janeiro de 2027.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Alta na tarifa de importação pode arrecadar até R$ 20 bilhões neste ano e troca por produtos nacionais é ‘incerta’, diz órgão do Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 11:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1470,45%Dólar TurismoR$ 5,3360,21%Euro ComercialR$ 6,0800,49%Euro TurismoR$ 6,3130,21%B3Ibovespa190.862 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,1470,45%Dólar TurismoR$ 5,3360,21%Euro ComercialR$ 6,0800,49%Euro TurismoR$ 6,3130,21%B3Ibovespa190.862 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,1470,45%Dólar TurismoR$ 5,3360,21%Euro ComercialR$ 6,0800,49%Euro TurismoR$ 6,3130,21%B3Ibovespa190.862 pts-0,2%Oferecido por

Governo sobretaxou mais de mil produtos importados para defender a indústria nacional — Foto: Bruno Leão/Sedecti

O aumento no imposto de importação de mais de mil produtos, adotado pelo governo no começo deste mês, pode gerar arrecadação de até R$ 20 bilhões neste ano, estimou a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal. Com isso, a receita pode superar os R$ 14 bilhões esperados pelo Ministério da Fazenda.

Além disso, a estratégia anunciada pelo governo, de diminuir as importações e substituí-las por produção nacional, é "controversa e os resultados incertos", acrescentou a IFI, no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de fevereiro, divulgado nesta quinta-feira (26).

Entre os itens afetados, estão os telefones inteligentes (smartphones), freezers e painéis indicadores com LCD ou LED. Veja outros exemplos no fim desta reportagem.

A decisão do governo, que engloba bens de capital, ou seja, máquinas e equipamentos para a produção, além de bens de informática e telecomunicação, elevou a taxação desses produtos importados em até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países.

➡️O aumento das tarifas de importação anunciado pela equipe econômica ajudará o governo federal a cumprir a meta de superávit nas suas contas neste ano. Desde o início de seu terceiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou uma série de impostos para tentar reequilibrar as contas públicas.

A IFI lembrou que, assim como o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) — que foi elevado no ano passado pelo governo brasileiro — o Imposto de Importação (II) tem "natureza regulatória", ou seja, em tese não deveria ser utilizado para aumentar a arrecadação, mas sim para intervir na economia e influenciar o comportamento de empresas e consumidores.

O órgão pontuou que integrantes do governo têm dito que a medida adotada visa proteger a indústria nacional frente a concorrência estrangeira e induzir uma parcial substituição de importações por produção doméstica. E que o foco, portanto, não seria fiscal, com o aumento da arrecadação.

"Ocorre que o efeito arrecadatório é imediato, já a substituição de produtos e insumos importados por produção nacional, se ocorrer, se dará a médio e longo prazos", acrescentou a IFI, em seu relatório.

➡️A medida do governo foi criticada por importadores e por parlamentares da oposição, que veem impacto na competitividade e na inflação, e defendida pelo governo brasileiro — que busca proteger a indústria nacional. Também vem repercutindo negativamente nas redes sociais.

Nesta quarta-feira (25), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou a jornalistas que mais de 90% desses produtos são produzidos no Brasil e que empresas de outros países, com produção similar, estariam "jogando" o seu produto aqui abaixo do custo porque não está conseguindo vender na Europa e Estados Unidos.

"Qual é o objetivo? Trazer essa empresa para o território nacional. Então não tem impacto, a não ser na proteção da produção nacional, não tem impacto em preço", afirmou o ministro Haddad, nesta quarta-feira.

A Instituição Fiscal Independente observa que o embasamento do governo é ancorado em preocupações com o desequilíbrio da balança comercial nestes setores e a expectativa é diminuir as importações e substituí-las por produção nacional. Mas pondera que essa "estratégia é controversa e os resultados incertos".

"O efeito industrializante de medidas protecionistas, via tarifas de importação, ao longo da história econômica brasileira, é ponto controverso na literatura especializada e contradita evidências empíricas recentes, como os resultados iniciais do tarifaço adotado pelo governo do presidente Donald Trump alcançados pela economia americana", acrescentou a IFI.

Parte dos aumentos anunciados pelo governo já entrou em vigor, o restante começa em março. Entre os produtos que tiveram as tarifas elevadas, estão:

Telefones inteligentes (smartphones)Torres e pórticosReatores nuclearesCaldeirasGeradores de gás de arTurbinas para embarcaçõesMotores para aviaçãoBombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantesFornos industriaisCongeladores (freezers)Centrifugadores para laboratórios de análises, ensaios ou pesquisas científicasMáquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular garrafasEmpilhadeirasRobôs industriaisMáquinas de comprimir ou de compactarDistribuidores de adubos (fertilizantes)Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, açúcar e cervejeiraMáquinas para fabricação de sacos ou de envelopesMáquinas e aparelhos de impressãoCartuchos de tintaDescaroçadeiras e deslintadeiras de algodãoMáquinas para fiação de matérias têxteisMáquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçadoMartelosCircuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montadosMáquinas de cortar o cabeloPainéis indicadores com LCD ou LEDControladores de ediçãoTratoresTransatlânticos, barcos de excursão e embarcações semelhantesPlataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveisNavios de guerraCâmeras fotográficas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos ou para laboratórios de medicina legal ou de investigação judicialAparelhos de diagnóstico de imagem por ressonância magnéticaAparelhos dentáriosAparelhos de tomografia computadorizada

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Fictor Alimentos pede inclusão em recuperação judicial da controladora

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%MoedasDólar ComercialR$ 5,1350,19%Dólar TurismoR$ 5,3290,08%Euro ComercialR$ 6,0620,18%Euro TurismoR$ 6,3050,08%B3Ibovespa190.764 pts-0,25%Oferecido por

A Fictor Alimentos informou nesta quinta-feira (26) que pediu para ser incluída no processo de recuperação judicial da Fictor Holding, controladora do grupo.

O requerimento foi protocolado na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo e amplia o alcance do pedido apresentado pela holding no início de fevereiro.

De acordo com a empresa, a decisão foi motivada pelos impactos negativos no ambiente de negócios após a divulgação da recuperação judicial da controladora.

Entre os efeitos mencionados estão a dificuldade de acesso a crédito, a revisão de limites por bancos e problemas nas relações comerciais, fatores que, segundo a companhia, afetam sua capacidade financeira e operacional.

Em comunicado ao mercado, a Fictor Alimentos afirmou que a entrada no processo busca preservar suas atividades e criar um cenário mais organizado para a renegociação de dívidas.

A inclusão de outras empresas do grupo na mesma recuperação judicial também deve facilitar negociações conjuntas com credores e aumentar a transparência e a previsibilidade para investidores, fornecedores e demais envolvidos, de acordo com a companhia.

No início deste mês, a Justiça de São Paulo determinou a suspensão, por 30 dias, de processos de execução e de novos bloqueios de bens contra duas empresas do Grupo Fictor — a Fictor Holding e a Fictor Invest.

🔎 Na prática, a decisão antecipa o chamado stay period, fase em que a Justiça suspende cobranças contra empresas que pedem recuperação judicial. Em regra, esse período é de 180 dias, mas o juiz pode reduzir o prazo ou aplicar a medida antes da aceitação formal do pedido, como ocorre no caso da Fictor.

O objetivo da recuperação judicial, segundo a companhia, é “equilibrar a operação e assegurar o pagamento dos compromissos financeiros”, que somam mais de R$ 4,2 bilhões.

De acordo com a empresa, haveria risco de paralisação das atividades em razão das ordens judiciais em curso. Para isso, foram apresentados os documentos exigidos pela Lei de Recuperação Judicial.

Apesar da suspensão temporária de novas cobranças, o juiz afirmou que a decisão vale apenas para atos futuros. Assim, bens e valores já bloqueados continuam retidos e só poderão ser liberados após a conclusão de uma perícia que apure a situação das empresas e eventuais indícios de fraude.

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Brasil, Uruguai e Argentina aceleram ratificação do acordo UE-Mercosul

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,1330,16%Dólar TurismoR$ 5,3280,07%Euro ComercialR$ 6,0640,24%Euro TurismoR$ 6,3070,11%B3Ibovespa191.936 pts0,36%Oferecido por

A Câmara dos Deputados do Brasil aprovou o tratado UE-Mercosul, que agora segue para análise e votação no Senado.

A votação acelerada no Brasil ocorreu após o anúncio dos EUA de aumentar as tarifas globais de importação de 10% para 15%.

A Argentina, que já aprovou na Câmara, antecipa a votação no Senado para garantir acesso prioritário às cotas de exportação agropecuárias.

Na Europa, o acordo enfrenta resistência política de países como França e Polônia, devido à pressão de agricultores e ambientalistas.

O acordo prevê a redução gradual de tarifas e a criação de uma das maiores áreas de livre comércio, com mais de 700 milhões de pessoas.

Em Brasília, a Câmara dos Deputados aprovou o tratado entre o Mercosul e a União Europeia na noite de quarta-feira (25). O texto segue agora para análise no Senado. O relator, Marcos Pereira, articulou a votação com o vice-presidente Geraldo Alckmin e com o presidente da Câmara, Hugo Motta.

O governo deve publicar nos próximos dias um decreto com medidas de proteção ao agronegócio, uma demanda antiga do setor, antes da apreciação pelos senadores.

A Câmara acelerou a pauta após o nervosismo causado pelo anúncio do presidente Donald Trump de aumentar de 10% para 15% as tarifas globais de importação dos Estados Unidos.

“Chegou a hora de o Brasil confirmar sua vocação exportadora”, afirmou o presidente da Casa, Hugo Motta, que disse ver no país “o grande protagonista” da implementação do acordo. A proposta foi aprovada por ampla maioria, apesar da oposição de alguns parlamentares de esquerda.

No Uruguai, o Senado aprovou por unanimidade, na quarta, o projeto de lei que ratifica o acordo comercial assinado em 17 de janeiro no Paraguai, após 25 anos de negociações. A matéria segue agora para a Câmara dos Deputados, onde a votação final está prevista para esta quinta-feira (26).

A Argentina, que já havia se antecipado aos demais parceiros ao aprovar o texto na Câmara dos Deputados em 12 de fevereiro, decidiu também antecipar para esta quinta-feira a votação definitiva no Senado.

O governo de Javier Milei quer garantir que o país seja o primeiro a acessar as cotas de exportação de produtos agropecuários previstas no acordo, o que daria vantagem competitiva sobre o Brasil.

Líderes da União Europeia e do Mercosul celebram em Assunção a assinatura do acordo de livre comércio que encerra mais de 25 anos de negociações. — Foto: REUTERS/Cesar Olmedo

Na Europa, embora o Parlamento Europeu tenha enviado o tratado para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia – processo que pode levar até dois anos –, o capítulo comercial pode ser aplicado provisoriamente pela Comissão Europeia.

O órgão tem autoridade para avançar com a implementação interina enquanto aguarda o parecer jurídico da Corte.

Entretanto, a tramitação continua enfrentando resistência política em vários países europeus. França, Polônia, Irlanda e Áustria permanecem contrárias ao acordo, sobretudo devido à forte pressão de seus agricultores, que temem a concorrência de produtos sul-americanos mais baratos.

Além do setor agrícola, representantes do agronegócio europeu e organizações ambientalistas também manifestam críticas, argumentando que o tratado poderia incentivar práticas consideradas prejudiciais ao meio ambiente e à produção local.

Por outro lado, Alemanha, Espanha e Portugal veem mais oportunidades do que perdas no estreitamento do comércio entre os dois blocos.

O acordo prevê redução gradual de tarifas, regras comuns para o comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, que reunirá um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

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