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CEO do Fórum Econômico Mundial renuncia após investigação sobre ligações com Epstein

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

A renúncia de Borge Brende, CEO do Fórum Econômico Mundial, seguiu revelações de três jantares e contatos com Jeffrey Epstein.

Uma investigação independente do Fórum concluiu que não há problemas adicionais além dos já divulgados.

Alois Zwinggi foi nomeado CEO interino, com o Conselho de Curadores buscando um sucessor definitivo para a entidade.

O presidente e CEO do Fórum Econômico Mundial Borge Brende, afirmou nesta quinta-feira (26) que está deixando o cargo, poucas semanas depois de o fórum ter iniciado uma investigação independente sobre seu relacionamento com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

Brende, que assumiu a presidência do fórum em 2017, anunciou a decisão em comunicado divulgado após revelações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicarem que o norueguês participou de três jantares de negócios com Jeffrey Epstein e manteve contato com o financista por e-mail e mensagens de texto.

“Após cuidadosa reflexão, decidi renunciar ao cargo de presidente e CEO do Fórum Econômico Mundial. Meu período aqui, ao longo de oito anos e meio, foi profundamente gratificante”, afirmou Brende.

“Sou grato pela excelente colaboração com colegas, parceiros e membros, e acredito que este é o momento adequado para que o Fórum continue seu trabalho sem distrações”, acrescentou o ex-ministro das Relações Exteriores da Noruega. Ele não citou Epstein.

Em nota separada, Andre Hoffmann e Larry Fink, copresidentes da entidade com sede em Genebra e responsável pela cúpula anual de Davos, informaram que foi concluída a revisão independente conduzida por consultores externos sobre os vínculos de Brende com Epstein.

Segundo o relatório, as conclusões não apontaram novas irregularidades além das já reveladas, que envolviam encontros presenciais e trocas de mensagens entre Brende e Jeffrey Epstein.

Os copresidentes anunciaram ainda que Alois Zwinggi assumirá o cargo de presidente e CEO interino. O Conselho de Curadores do Fórum ficará responsável por supervisionar a transição e organizar o processo de escolha de um sucessor definitivo.

Fundado em 1971 e com sede na Suíça, o Fórum Econômico Mundial é uma organização internacional sem fins lucrativos que reúne líderes políticos, empresários e especialistas para debater os principais temas da economia e da política global, tendo como principal evento anual o Fórum de Davos.

O evento funciona como um espaço de articulação entre governos e grandes empresas, ajuda a definir agendas globais — como clima, tecnologia e crescimento econômico — e influencia decisões ao colocar, no mesmo ambiente, quem tem poder político e financeiro.

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Vai trazer comida do exterior? Veja quando e como pedir autorização

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 05:45

Agro Vai trazer comida do exterior? Veja quando e como pedir autorização Produtos só podem entrar no país após a emissão de documentação sanitária. Itens irregulares podem ser apreendidos e destruídos no aeroporto. Por Vivian Souza

O Ministério da Agricultura atualizou as regras que definem quais alimentos podem entrar no Brasil na bagagem de viajantes e como funciona a autorização para produtos com restrições.

O ovo, por exemplo, não estava na lista de proibições de 2025, mas passou a integrá-la neste ano, informou o Ministério da Agricultura ao g1.

A regra vale mesmo quando o produto está na embalagem original, rotulada e lacrada, segundo o ministério.

O Ministério da Agricultura afirma que os itens proibidos podem trazer pragas e doenças para o país, com risco para plantações, animais e até para a saúde humana.

Todo mundo gosta de trazer lembrancinhas quando volta de viagem, mas sabia que nem todo alimento pode entrar no Brasil?

Desde o dia 4 de fevereiro, novas regras do Ministério da Agricultura passaram a definir quais alimentos podem entrar no país na bagagem de viajantes e quais exigem autorização.

O ovo, por exemplo, não estava na lista de proibições de 2025, mas passa a integrá-la este ano, informou o Ministério da Agricultura ao g1.

O Ministério explica que os itens proibidos podem trazer pragas e doenças para o país, com risco para plantações, animais e até para a saúde humana.

A carne de porco, por exemplo, só entra no Brasil com autorização porque pode trazer a peste suína africana. A doença é causada por um vírus, é fatal para os porcos e não tem vacina nem tratamento.

Hoje, essa doença não existe no Brasil, mas está presente em mais de 50 países da África, Europa, Ásia e das Américas. A Espanha, por exemplo, tem casos confirmados. O país é o terceiro maior produtor de carne de porco do mundo.

Além destes produtos, o Ministério avisa que podem haver bloqueios relacionados a produtos oriundos de países específicos, com incidência de doenças. Por exemplo, em casos da gripe aviária, da peste suína africana e a dermatose nodular contagiosa.

A instituição pontua também que não somente os vegetais frescos, mas parte deles que possam conter doenças podem ser confiscados. É o caso de folhas secas para chá, em que o processo de secagem não é conhecido.

Para entrar no país com esses alimentos, é preciso fazer um registro na Declaração Eletrônica e Bens do Viajante (e-DBV).

Depois, é necessário ir até a unidade do Vigiagro, no controle aduaneiro, para finalizar o processo.

Além disso, quando o Ministério da Agricultura entender que é o caso de um controle mais rigoroso, pode ser solicitada adicionalmente uma Autorização Prévia de Importação.

a descrição dos bens agropecuários que serão importados, incluindo a quantidade, a forma de acondicionamento e o país de origem e de procedência;o modal de transporte, podendo ser aéreo, marítimo, fluvial, lacustre (por lago), rodoviário e ferroviário;a via de transporte autorizada, especificada como bagagem acompanhada;o local de ingresso no território nacional;a identificação do viajante que transportará os bens agropecuários, contendo nome completo, CPF e número do passaporte;o prazo de validade da autorização de importação.

Neste caso, a autorização deverá ser encaminhada eletronicamente pelo Serviço Técnico emissor às Unidades do Vigiagro nos locais de ingresso.

Segundo o Ministério, dois procedimentos são feitos para a destruição: a autoclavagem (o produto é submetido a temperatura de 133° C e pressão de 3 bar por 20 minutos) e a incineração. Os procedimentos são responsabilidade do administrador do aeroporto.

A norma que regula o tema prevê outras medidas, mas não detalha quais. O g1 questionou o Ministério da Agricultura, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Leia também: Após pressão do agro, governo suspende temporariamente lista que considerava tilápia espécie invasora

Mesmo quando não há exigência de documentação, o produto deve estar na embalagem original, com rótulo, lacre e sem sinais de violação.

extratos ou concentrados de carnes e pescados, de todas as espécies, exceto suínos.carnes (exceto suína) e pescados defumados, dessecados, salgados ou desidratados;derivados de suínos enlatados;gelatinas;leite pasteurizado ou esterilizado, incluindo o creme de leite;doce de leite;leite em pó ou soro;manteiga, manteiga clarificada (ghee) e pasta de espalhar de produtos provenientes do leite;iogurtes, quefir, coalhadas e outras bebidas láctea fermentadas;hidrolisado de proteína do leite e lactose;queijos e requeijão, excluindo os produtos lácteos feitos com leite de bovinos e bubalinos dos países com notificação de dermatose nodular contagiosa (caso da Argélia, Camboja, França, Itália, Tunísia, Espanha);bolos, biscoitos, bolachas, petit fours, tortas doces e salgadas, waffles, doces em massa folhadas, pastéis de confeitaria, doces e quitutes;amêndoas torradas e salgadas;bebidas destiladas e fermentadas;vinagres;sucos;óleos vegetais;geleias, conservas;demais produtos industrialmente esterilizados, pasteurizados, fermentados, sulfitados, liofilizados, cozidos, carbonizados, parboilizados, moídos, polidos, tostados ou secos ao forno.

Presunto Ibérico: carne de porco só entra no Brasil com autorização, exceto se for enlatada — Foto: Foto de Hawksbill.24

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‘O dinheiro está todo sequestrado’: o drama de clientes do Will Bank após a liquidação pelo BC

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

A liquidação extrajudicial do Will Bank pelo Banco Central afetou cerca de 12 milhões de clientes, principalmente de baixa renda no Nordeste.

Milhões de correntistas tiveram seus saldos bloqueados, sem previsão de acesso, impactando despesas essenciais como alimentação e moradia.

Enquanto investimentos em CDBs e LCIs/LCAs têm cobertura do FGC, contas de pagamento não, mas seus valores devem ser restituídos integralmente pelo Banco Central.

A devolução dos recursos para clientes de contas de pagamento depende da finalização da lista de credores pelo liquidante, sem prazo definido.

O banco operava sob Regime Especial desde novembro de 2025, e sua liquidação foi decretada após a falha na venda e acúmulo de dívidas.

O efeito cascata da liquidação extrajudicial do Banco Master parece não ter fim. Entre corretoras, gestoras de recursos e outros bancos ligados ao grupo de Daniel Vorcaro, sete instituições já foram encerradas desde novembro.

O caso mais dramático, porém, é o do Will Bank. A liquidação do banco digital deixou clientes mais vulneráveis, de renda média e baixa, com todo o dinheiro bloqueado e sem prazo definido para reembolso.

O banco afirmava ter cerca de 12 milhões de clientes, dos quais 60% estavam no Nordeste, em sua maioria em cidades pequenas.

Clientes ouvidos pelo g1 afirmam que o saldo depositado no Will seria usado para despesas básicas, como alimentação, aluguel, medicamentos e contas de luz. Sem esse dinheiro, dizem que ficarão inadimplentes.

Investidores em CDBs e letras de crédito (LCIs e LCAs) do Will Bank estão cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O fundo funciona como um tipo de seguro e cobre perdas de até R$ 250 mil por instituição.

Já os clientes comuns utilizavam contas de pagamento, que não têm cobertura do FGC. Ainda assim, pela lei, os valores são mantidos no Banco Central — ou seja, o dinheiro fica separado do patrimônio do Will Bank e deverá ser devolvido integralmente, sem limite por pessoa.

A questão é que a devolução só deve começar após o liquidante do banco, nomeado pelo Banco Central, concluir a lista oficial de credores — o que ainda não ocorreu nem tem prazo para acontecer. (entenda mais abaixo)

No dia 13 de fevereiro, o FGC antecipou pagamentos para clientes com até R$ 1 mil a receber, numa tentativa de reduzir a espera de cerca de 6 milhões de pessoas. Mas quem tinha valores mais altos ou investiu por meio de corretoras ficou de fora.

🔎 Este é o primeiro texto da série especial do g1 sobre o caso Banco Master e seus desdobramentos. Nesta reportagem, a apuração analisa as consequências da liquidação do Will Bank, outra instituição do grupo financeiro de Daniel Vorcaro, e o impacto direto sobre correntistas comuns.

Felipe Candido, 50 anos, tem R$ 6 mil no Will Bank; dinheiro seria usado para despesas básicas — Foto: Arquivo Pessoal

O servidor público Felipe Cândido, de 50 anos, precisou se afastar do trabalho para acompanhar a esposa durante o tratamento contra um câncer de mama. Ela faleceu no início deste ano.

Ele viu a renda diminuir e passou a ser responsável por quatro filhos — entre eles, gêmeas de 9 anos — e por uma neta de 2 anos. “Eu sofri um combo bem azarado. Foi uma coisa muito triste”, afirmou.

A morte da esposa levou a um novo afastamento do trabalho por questões de saúde mental. Em janeiro, ele depositou todas as economias no Will Bank. Os cerca de R$ 6 mil seriam usados para pagar a mudança de casa e a matrícula de uma das filhas na escola.

Como o valor ultrapassa R$ 1 mil, Felipe não foi incluído na antecipação do FGC e continua sem acesso ao dinheiro. Ele já teve o fornecimento de energia elétrica cortado em casa e passou a depender da ajuda de vizinhos para manter aparelhos básicos funcionando.

“Estou com uma extensão ligada na casa da vizinha. Daqui sai energia para a geladeira, a televisão e o ventilador das crianças. Não tem como ficar sem luz”, contou.

Deise Juliana, também de 50 anos, está desempregada e afirma que usava a conta do Will Bank para guardar o dinheiro obtido com a venda de salgados e sacolés. Segundo ela, o valor representava quase tudo o que tinha disponível naquele momento.

“Era pouco o que eu tinha na conta, mas era meu”, disse. “Para minha surpresa, quando abri o aplicativo, apareceu a mensagem de liquidação”, relatou. Ela foi uma das correntistas com saldo de até R$ 1 mil que conseguiram acesso antecipado.

Felipe e Deise não sabiam, mas, desde novembro de 2025, o Will Bank operava sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet), uma medida para tentar viabilizar a venda da instituição após a liquidação do Master, que era seu controlador.

🔎 Quando uma instituição está em Raet, o Banco Central assume temporariamente o controle para evitar que a situação piore e cause perdas maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

Seria uma última alternativa para tentar salvá-lo. Como a venda a um novo investidor não se concretizou e houve acúmulo de dívidas, o BC constatou que não restaram alternativas viáveis de reestruturação, tornando inevitável a liquidação do Will Bank.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estima desembolsar cerca de R$ 6,3 bilhões com a liquidação do Will Bank. Segundo o fundo, os pagamentos devem começar entre 30 e 60 dias após o envio da lista de credores.

O procedimento é totalmente digital: pessoas físicas fazem a solicitação pelo aplicativo do FGC, enquanto empresas utilizam o site. Após a conferência dos dados, o valor é depositado em até 48 horas úteis.

Quem mantinha recursos em conta digital do Will Bank — público mais vulnerável — também precisa aguardar a lista de credores. Contas correntes tradicionais têm cobertura do FGC, mas a instituição não tinha licença bancária e oferecia contas de pagamento.

A conta corrente bancária é uma conta tradicional de banco, usada para receber salário, pagar contas, fazer transferências, ter cheque especial e empréstimos. Está ligada a uma instituição com licença bancária e regras mais rígidas, e os depósitos costumam ser cobertos pelo FGC.Já a conta de pagamentos é oferecida por fintechs e instituições de pagamento; serve para movimentar dinheiro, fazer PIX, pagar boletos e usar cartão, mas não é um banco. Não tem licença bancária, normalmente não oferece crédito (como cheque especial) e o saldo não é coberto pelo FGC, porque a empresa não empresta esse dinheiro.

Sem a cobertura do FGC, os valores mantidos em contas de pagamento não seguem o mesmo rito de ressarcimento aplicado a depósitos bancários ou investimentos.

Nesses casos, os recursos não entram na fila comum de credores da massa em liquidação, pois a legislação determina que fiquem separados do patrimônio da instituição.

Na prática, isso significa que o dinheiro deve ser devolvido diretamente ao cliente, após a identificação e a conferência dos saldos pela administração da liquidação. O prazo, no entanto, depende da velocidade desse processo e da apuração dos valores devidos, sem um calendário pré-definido.

“Em tese, esses recursos devem ser devolvidos diretamente ao cliente, fora da disputa entre credores. Porém, o tempo para a restituição depende dos procedimentos da liquidação e da conferência dos saldos”, afirma Danielle Peniche, advogada de mercado de capitais do SouzaOkawa.

O liquidante será responsável por divulgar as datas e as orientações para o reembolso pelos canais oficiais do banco, mas antes precisa fazer um verdadeiro raio-x da instituição.

“Identificar ativos, obrigações, recebíveis e passivos, além de definir o que entra na ordem de pagamentos”, explica o advogado Renato Scardoa, especialista em Direito Comercial.

“A devolução depende da conclusão desse trabalho inicial de verificação. Não existe um prazo fechado em lei, mas, em situações organizadas, algo entre 40 e 60 dias costuma ser considerado razoável”, afirma o advogado Scardoa.

🔎 O prazo pode variar conforme o tamanho da instituição, a qualidade dos registros e a existência de problemas adicionais, como inconsistências contábeis ou suspeitas de irregularidades.

Nesse tempo, o aplicativo do banco costuma permanecer acessível apenas para consulta, sem permitir movimentações. Nessa fase, o liquidante geralmente solicita que os clientes informem uma conta em outra instituição para receber os valores quando forem liberados.

Enquanto o processo não avança, parcelas de empréstimos e faturas de cartão continuam válidas, e as chaves PIX vinculadas ao Will Bank foram desativadas.

A liquidação, porém, não extingue automaticamente as dívidas: valores já lançados na fatura do cartão continuam sendo devidos e podem ser cobrados, inclusive com juros e eventual inclusão do nome em cadastros de inadimplentes.

Apesar da liquidação, o aplicativo do Will Bank ainda permite visualizar saldos, limites e valores a pagar. No entanto, operações como transferências, PIX e pagamentos não são concluídas.

Advogados ouvidos pelo g1 orientam os clientes a guardar extratos, comprovantes de saldo e registros das movimentações na data da liquidação, além de acompanhar as comunicações do Banco Central, do liquidante e do FGC.

Em situações de urgência, como a falta de recursos para despesas básicas, também é possível recorrer à Justiça.

Segundo Scardoa, ações individuais podem ser uma alternativa quando há demora excessiva ou falta de resposta do liquidante, inclusive com pedidos dirigidos à administração da liquidação.

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Governo volta a adiar regra que restringe trabalho em feriados; entenda o que está em jogo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 00:48

Trabalho e Carreira Governo volta a adiar regra que restringe trabalho em feriados; entenda o que está em jogo A regra, que já foi adiada pelo menos cinco vezes, impacta 12 atividades econômicas, exigindo negociação prévia entre empregadores e trabalhadores para autorizar o trabalho em feriados. Por g1

Para abrir em feriados, vários tipos de comércio vinham se apoiando em portaria do governo Bolsonaro, que deve ser anulada — Foto: Getty Images via BBC

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) decidiu, mais uma vez, adiar a entrada em vigor da portaria que estabelece as regras para o funcionamento do comércio em feriados. Agora, a entrada em vigor fica prevista para o final de maio deste ano.

Com o adiamento, o governo amplia o prazo para que trabalhadores e empregadores avancem nas negociações. O MTE defende que a prorrogação reforça o compromisso com o diálogo social e com a valorização da negociação coletiva.

A norma — que já foi postergada ao menos cinco vezes — enfrentou forte pressão de empresários e parlamentares. O último adiamento havia movido a entrada em vigor para 1º de março deste ano.

O grupo será assessorado pelo ministério e terá a missão de discutir as regras para o trabalho em feriados no comércio, buscando construir um consenso. As entidades terão cinco dias para indicar os nomes ao MTE.

Publicada originalmente em novembro de 2023, a portaria reforça a exigência de convenção coletiva entre empregadores e empregados para autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a Lei nº 10.101/2000, atualizada pela Lei nº 11.603/2007. Além disso, é preciso seguir as normas da legislação municipal.

O texto revoga a Portaria nº 671/2021, editada no governo anterior, que autorizava o trabalho em feriados sem necessidade de acordo coletivo.

Com a mudança, o MTE afirma que restabelece a legalidade e valoriza a negociação coletiva como instrumento de equilíbrio entre os interesses de empregadores e trabalhadores.

A texto publicada pelo MTE do governo Lula não muda totalmente a medida da gestão Bolsonaro, afetando apenas 12 das 122 atividades cujo funcionamento foi liberado pelo governo anterior. (Confira abaixo)

varejistas de peixe;varejistas de carnes frescas e caça;varejistas de frutas e verduras;varejistas de produtos farmacêuticos (farmácias, inclusive manipulação de receituário);mercados, comércio varejista de supermercados e hipermercados, cuja atividade preponderante seja a venda de alimentos, inclusive os transportes a eles inerentes;comércio de artigos regionais nas estâncias hidrominerais;comércio em portos, aeroportos, estradas, estações rodoviárias e ferroviárias;comércio em hotéis;comércio em geral;atacadistas e distribuidores de produtos industrializados;revendedores de tratores, caminhões, automóveis e veículos similarescomércio varejista em geral.

Conforme a Portaria nº 3.665/2023, empresas dos setores mencionados acima só poderão funcionar em feriados se houver uma convenção coletiva de trabalho firmada entre empregadores e sindicatos de trabalhadores.

Ou seja, a decisão do empregador não será mais suficiente para abrir nesses feriados — será necessário que trabalhadores e empresas negociem e firmem um acordo formal.

Essa convenção deve definir as condições para o trabalho nesses dias, como pagamento em dobro, folgas compensatórias ou benefícios extras, por exemplo.

A medida anula parcialmente uma regra anterior, de 2021 (gestão Bolsonaro), que liberava o funcionamento do comércio nos feriados sem necessidade de negociação coletiva. Mas a nova regra não vale para todos os setores: apenas 12 atividades comerciais seriam afetadas.

Segundo o governo, o objetivo da mudança é fortalecer o papel das negociações coletivas, oferecer mais garantias aos trabalhadores e alinhar a portaria à Lei Federal nº 10.101/2000, que determina que o trabalho em feriados no comércio só pode ocorrer mediante acordo entre as partes.

⚠️ Caso a portaria entre em vigor e haja descumprimento das regras, os patrões podem ser punidos com multas administrativas.

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Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões nesta quinta-feira

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/02/2026 00:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões nesta quinta-feira Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 2.977 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 130 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (26), em São Paulo.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Haddad diz que data de saída da Fazenda depende de reunião com Lula e viagem aos EUA; ministro se encontra com presidente nesta quinta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 21:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a definição sobre a data de saída dele do cargo depende de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prevista para esta quinta-feira (25).

Segundo o ministro, está pendente a confirmação se ele acompanhará ou não o presidente na viagem que fará aos Estados Unidos em março para se encontrar com o Donald Trump.

"Se eu for para os Estados Unidos, é uma data. Se eu não for, é uma outra data", afirmou o Haddad. Ainda de acordo com Haddad, a viagem de Lula deve ocorrer entre os dias 15 e 20 de março.

O ministro tem resistido a ser candidato nas eleições deste ano e sido pressionado a aceitar disputar o governo de São Paulo. Haddad já externou publicamente que sua vontade é participar da coordenação da campanha de Lula à reeleição.

No encontro com o presidente Trump, Lula pretende negociar as tarifas que ainda afetam produtos brasileiros e discutir termos de exploração de minerais críticos e terras raras, medidas de combate ao crime organizado e a situação na América Latina.

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Haddad defende aumento de imposto sobre importações de mais de mil produtos: ‘proteger a produção nacional’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 20:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta quarta-feira (25) o aumento no imposto aplicado sobre mais de mil produtos importados, incluindo smartphones.

O aumento – decidido no início do mês e divulgado com exclusividade pelo g1 – para os produtos incluídos na medida pode chegar a até 7,2 pontos percentuais, afetando setores e consumidores que recorrem a compras internacionais.

Entre os itens afetados estão, além dos smartphones, máquinas e equipamentos, como caldeiras, geradores, turbinas e fornos industriais.

Em entrevista, o ministro disse que a medida tem objetivo regulatório e que buscar "proteger a produção nacional."

"Mais de 90% desses produtos são produzidos no Brasil, ou seja, seguem a lei brasileira, não tem nada a ver com essa medida (…) para proteger a produção nacional que essa medida está sendo tomada", afirmou.

"Agora uma empresa asiática, de qualquer país que faz um similar e está jogando o seu produto aqui abaixo do custo porque não está conseguindo vender na Europa e Estados Unidos, aí não estamos falando: pera lá, aí não.  Ou você vem para cá produzir aqui, e aí a gente produz tudo aqui, ou você não vai poder concorrer nessa base de preço", exemplificou.

Questionado sobre a possibilidade de revogar o aumento na tarifa – criticado pela oposição –, o ministro disse que a medida protege o país contra o "comércio internacional desleal" e permite que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) faça ajustes, inclusive zerando a tarifa, se necessário.

"Qual é o objetivo? Trazer essa empresa para o território nacional. Então não tem impacto, a não ser na proteção da produção nacional, não tem impacto em preço", defendeu.

No caso dos smartphones, o MDIC informou que a medida não atinge os aparelhos produzidos no Brasil, que representam 95% dos equipamentos no país em 2025. Apenas os outros 5% são importados.

A decisão também garante tarifa zero de imposto de importação para todo componente usado pela indústria que não seja produzido no país (ou seja, que não tenha produção nacional similar).

Parte dos aumentos anunciados pelo governo já entrou em vigor, o restante começa em março. Entre os produtos que tiveram as tarifas elevadas, estão:

Torres e pórticosReatores nuclearesCaldeirasGeradores de gás de arTurbinas para embarcaçõesMotores para aviaçãoBombas para distribuição de combustíveis ou lubrificantesFornos industriaisCongeladores (freezers)Centrifugadores para laboratórios de análises, ensaios ou pesquisas científicasMáquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar, capsular ou rotular garrafasEmpilhadeirasRobôs industriaisMáquinas de comprimir ou de compactarDistribuidores de adubos (fertilizantes)Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, açúcar e cervejeiraMáquinas para fabricação de sacos ou de envelopesMáquinas e aparelhos de impressãoCartuchos de tintaDescaroçadeiras e deslintadeiras de algodãoMáquinas para fiação de matérias têxteisMáquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçadoMáquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçadoMartelosCircuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montadosMáquinas de cortar o cabeloPainéis indicadores com LCD ou LEDControladores de ediçãoTratoresTransatlânticos, barcos de excursão e embarcações semelhantesPlataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveisNavios de guerraCâmeras fotográficas para fotografia submarina ou aérea, para exame médico de órgãos internos ou para laboratórios de medicina legal ou de investigação judicialAparelhos de diagnóstico de imagem por ressonância magnéticaAparelhos dentáriosAparelhos de tomografia computadorizada

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Alcolumbre não pauta tributação especial para data centers; Haddad fala em ‘soberania’ e que há solução se o Congresso quiser

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 20:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta quarta-feira (25) que o regime especial de tributação para atrair data centers para o Brasil, aprovado pela Câmara dos Deputados, é uma questão de "soberania digital" e que precisa entender com o presidente do Senado a razão de o projeto não ter sido votado.

"Nesse momento deixa de ter vigor, de ter vigência. Mas se o Congresso quiser,  nós vamos encontrar um caminho  de reestabelecer, mas, enfim, precisa ter uma vontade política  do Senado em apreciar a matéria", disse Haddad. "Não é um caminho jurídico simples. Mas nós temos uma equipe que vai trabalhar o assunto. Já falei com alguns senadores, expliquei a delicadeza do tema", afirmou.

A proposta precisava ser votada ainda nesta quarta para continuar valendo. A razão é que projeto substituia um benefício concedido por meio de uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2025, que perde validade nesta quarta.

Caso o projeto de lei que institucionalizava o benefício fosse aprovado até esta quarta, a concessão de benefício ia poder entrar em vigor porque a MP foi editada antes da entrada em vigor de uma outra lei, aprovada no ano passado, que limitou a possibilidade de concessão de benefícios fiscais.

"Vamos ter que falar com os presidentes das duas casas, porque a Câmara votou, né? E vamos ter que entender ou se há uma negociação possível para  nós aprovarmos um projeto que vai trazer bilhões de reais para o Brasil", disse Fernando Haddad.

🔎 O data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e os de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos.

"Os dados da Receita Federal tem o data center nacional, não vai para lugar nenhum. Mas tem muito dado sensível que vai para o exterior, que deveria estar sendo processado no Brasil. Então, para nós, o redata é muito importante em função da soberania nacional e da segurança nacional", afirmou o ministro.

"Nós não queremos abrir brecha também para que outras medidas sejam aprovadas ao arrepio do objetivo nosso, que é restringir benefícios na forma da lei de responsabilidade fiscal. Então, nós temos que ter cuidado com a lei fiscal. Mas, enfim, tem um time aqui estudando como restabelecer o programa sem ferir esse princípio de respeito à lei de responsabilidade fiscal", disse Haddad.

Data centers regionais ganham força na era da inteligência artificial e do 5G – Crédito: Divulgação — Foto: Data centers regionais ganham força na era da inteligência artificial e do 5G – Crédito: Divulgação

Caso a proposta tivesse aprovada, as empresas teriam um Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (REDATA) para ter acesso aos benefícios tributários.

O projeto, apresentado pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), cujo estado natal seria um dos mais beneficiados com a medida. A proposta tem como objetivo atrair empresas de data centers para o país, um mercado em expansão em todo o mundo.

fornecer para o mercado interno ao menos 10% do processamento;investir ao menos 2% do valor dos produtos adquiridos no mercado interno ou no exterior, com as isenções previstas no REDATA, em projetos de pesquisa e de inovação da indústria digital.

Um dos pilares do programa também é a sustentabilidade. As empresas que entrarem no programa deverão publicar relatórios de sustentabilidade de suas instalações.

Os relatórios deverão conter o Índice de Eficiência Hídrica (WUE) e as fontes de energia elétrica utilizadas para atender a totalidade da sua demanda.

O REDATA também exige que apenas fontes limpas ou renováveis de energia sejam utilizadas para o fornecimento de energia elétrica dos data centers.

Data centers são grandes consumidores de energia por conta da necessidade de refrigeração constante desses locais, que esquentam mais diante do alto volume de processamento de dados realizados por seus aparelhos.

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Nubank tem lucro líquido de US$ 894,8 milhões no 4º trimestre, alta de 50% para o período

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 19:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%MoedasDólar ComercialR$ 5,125-0,6%Dólar TurismoR$ 5,324-0,56%Euro ComercialR$ 6,050-0,36%Euro TurismoR$ 6,300-0,3%B3Ibovespa191.211 pts-0,15%Oferecido por

O banco digital Nubank alcançou 131 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, com planos de expansão para o mercado norte-americano.

A receita total do Nubank no quarto trimestre atingiu US$ 4,86 bilhões, representando um crescimento anual de 45%.

O diretor financeiro Guilherme Lago afirmou que o lucro foi impulsionado pelo crescimento da base de clientes e estabilidade nos custos de atendimento.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) da empresa subiu para 33%, enquanto a carteira de crédito expandiu 40%.

A taxa de inadimplência acima de 90 dias registrou uma leve queda de 0,1 ponto percentual, fixando-se em 6,6%.

O Nubank divulgou nesta quarta-feira (25) um aumento de 50% no lucro líquido do quarto trimestre, na comparação com o mesmo período de 2024, para US$ 894,8 milhões.

O banco, que tem 131 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia e se prepara para entrar no mercado norte-americano, informou crescimento de 45% na receita total no trimestre de outubro a dezembro, na comparação anual, para US$ 4,86 bilhões.

O diretor financeiro do Nubank, Guilherme Lago, disse à Reuters que o aumento do lucro foi impulsionado pelo crescimento da base de clientes, pela alta da receita por cliente ativo e pela estabilidade nos custos de atendimento.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) ficou em 33%, ante 29% no mesmo período do ano anterior.

O Nubank expandiu a carteira de crédito em 40% na comparação anual, para US$ 32,7 bilhões. Já a taxa de inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,6%, queda de 0,1 ponto percentual.

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Acordo Mercosul-UE: governo projeta ganhos para exportações e aposta em trunfo eleitoral

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/02/2026 19:47

Política Acordo Mercosul-UE: governo projeta ganhos para exportações e aposta em trunfo eleitoral Câmara aprovou termos do acordo no plenário. Texto segue para aprovação do Congresso. Todos os países deve aprovar internamente as cláusulas do tratado antes que ele entre em vigor. Por Kellen Barreto, Isabella Calzolari, g1 — Brasília

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) os termos do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE).

Com a aprovação, o texto segue para o Senado, onde deve receber o último aval antes da conclusão do processo de ratificação interna no Brasil.

Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

A medida foi celebrada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A expectativa interna é que o tratado pode contribuir para:

ampliar exportações;atrair investimentos;fortalecer a inserção internacional do Brasil ao facilitar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu; e reduzir tarifas comerciais.

A avaliação da área internacional do governo é que o tratado pode ampliar o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu, sobretudo do agronegócio, além de reduzir tarifas e facilitar a entrada do país em cadeias globais de produção.

O acordo também deve trazer maior segurança jurídica para investimentos, abertura de compras públicas e estímulo à modernização da indústria brasileira.

No campo político, a gestão Lula vê o tratado como estratégico para diversificar parceiros comerciais, reforçar a presença internacional do Brasil e ampliar a cooperação com países europeus em temas ambientais e de desenvolvimento sustentável.

Cúpula do Mercosul tem divergências entre Lula e Milei sobre Venezuela e acordo com UE — Foto: Reprodução/Jornal Nacional

No plano político, Lula pode explorar o avanço do acordo como um ativo eleitoral, ao apresentar o tratado como resultado da retomada da diplomacia brasileira e da reaproximação com parceiros estratégicos.

Apesar de o anúncio final do acordo ter ocorrido durante a presidência do Uruguai no Mercosul, a maior parte das negociações foi conduzida ao longo do período em que o Brasil esteve à frente do bloco, com forte atuação da diplomacia brasileira.

Integrantes do governo afirmam que o resultado é fruto do trabalho técnico do Itamaraty e da prioridade dada pelo presidente Lula à retomada das negociações internacionais. O argumento deve ser explorado politicamente como demonstração de capacidade de articulação externa do país.

geração de empregosabertura de mercados para o agronegócio e a indústriafortalecimento da imagem do Brasil no exteriorcrescimento econômicoprotagonismo internacional e capacidade de negociação

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as projeções de benefícios do acordo Mercosul-União Europeia se concentram sobretudo em comércio, investimentos e competitividade.

Segundo estimativas do governo, o acordo pode gerar impacto positivo de cerca de 0,34% no PIB brasileiro, o equivalente a aproximadamente R$ 37 bilhões, além de elevar o investimento em 0,76% (cerca de R$ 13,6 bilhões) no longo prazo.

O governo também projeta redução média de preços ao consumidor e aumento da competitividade da economia, impulsionado pela queda de tarifas e maior integração comercial com o mercado europeu.

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