RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 13:45

Agro Veto à carne brasileira expõe diferenças importantes na forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana Por The Conversation Brasil

União Europeia impôs novas restrições à importação de carne bovina brasileira, alegando falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal.

Medida afeta um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do Brasil e expõe tensões estruturais no Acordo de Associação Mercosul-União Europeia.

Decisão ocorre em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

No longo prazo, a solução estrutural mais importante passa por reformas no Mercosul, com a adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória.

Maior exportador de carne bovina do Mercosul e um dos mais competitivos do mundo no setor, o Brasil passou a ser o principal alvo de barreiras sanitárias europeias após a entrada em vigor provisória do Acordo de Associação Mercosul-União Europeia, em 1º de maio de 2026.

Poucos dias depois, em 12 de maio, a Comissão Europeia anunciou restrições à importação de carne bovina brasileira.

A medida, justificada por alegadas falhas sanitárias e problemas de rastreabilidade animal, não atinge apenas um dos setores mais estratégicos da pauta de exportações do país. Ela também expõe uma tensão estrutural do acordo: a diferença entre a forma como a União Europeia e o Mercosul tomam decisões e exercem o poder regulatório.

A decisão ocorreu em um contexto de crescente pressão política e econômica dentro da Europa para proteger produtores rurais europeus diante da competitividade agrícola sul-americana.

Ao mesmo tempo em que a União Europeia apresenta o Acordo como instrumento de fortalecimento do multilateralismo, da sustentabilidade e da integração econômica entre democracias, governos europeus enfrentam oposição doméstica.

Essa oposição vem, sobretudo, de setores agrícolas preocupados com a entrada de produtos agropecuários mais baratos e competitivos vindos do Mercosul.

Nesse cenário, mecanismos sanitários e fitossanitários passaram a funcionar também como instrumentos de proteção econômica e acomodação política interna. Esse movimento se intensifica especialmente em períodos pré-eleitorais em alguns países europeus e em um momento de incertezas internacionais.

O Acordo Mercosul-União Europeia foi concluído durante a 65ª Cúpula do Mercosul, em Montevidéu, em dezembro de 2024, após mais de um quarto de século de negociações.

Em vigor provisório desde 1º de maio de 2026, o pacto reúne aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) combinado de cerca de US$ 22,4 trilhões.

Em termos comparativos, esse valor supera o PIB da China, estimado em US$ 19,5 trilhões, e fica abaixo apenas dos Estados Unidos, em torno de US$ 30,3 trilhões, configurando uma potência geoeconômica de escala global.

Como consequência, a parceria tem capacidade multifatorial de impactar a arquitetura geopolítica global. Ela promove um pacto entre democracias em contraposição ao avanço de regimes autocráticos, em um momento de incertezas internacionais.

O acordo não tem foco somente em ganhos econômicos, mas, a partir deles, pretende assentar valores democráticos domésticos, desenvolvimento sustentável, autonomia digital e a recuperação do multilateralismo como plataforma de inserção dos países do Mercosul e da UE no mundo. Os avanços macroestratégicos são evidentes.

Entretanto, não há ganhos sem custos. O sucesso da empreitada deveu-se à incorporação das demandas da União Europeia nas áreas ambiental, sanitária, agrícola e compras governamentais.

Essas medidas visam assegurar um equilíbrio fino entre desenvolvimento industrial, sustentabilidade ambiental e políticas públicas setoriais sensíveis, tais como inovação, saúde, segurança e educação.

Em troca, o Mercosul demandou e obteve a promessa de ampla liberalização tarifária, especialmente no setor agrícola, ainda que com a existência de salvaguardas europeias.

Além disso, o bloco garantiu cooperação em temas sensíveis como desenvolvimento sustentável, inteligência artificial, minerais críticos e tecnologia industrial.

Claramente, os avanços macroestratégicos do acordo vieram acompanhados de concessões mútuas relevantes, o que é natural em parcerias internacionais dessa envergadura. Agora, o avanço do acordo depende da consonância decisória entre as partes.

A crise envolvendo a carne brasileira evidencia um paradoxo institucional no funcionamento do próprio acordo. Enquanto o Mercosul opera como uma agência política intergovernamental, dependente de negociações internas e da aprovação nacional das normas acordadas, a UE segue outra lógica.

Neste caso, trata-se de uma estrutura supranacional, na qual instituições comunitárias podem legislar diretamente sobre os países-membros e, por meio de salvaguardas, abrir espaço para o questionamento de acordos internacionais.

Isso torna a UE mais ágil, coordenada e eficiente para defender interesses econômicos sensíveis de seus membros.

Na prática, a Comissão Europeia utiliza salvaguardas sanitárias e mecanismos regulatórios como instrumentos simultaneamente técnicos, comerciais e políticos.

Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul

Ao alegar que o Brasil usa agentes antimicrobianos para engorda animal e apresenta falhas na rastreabilidade sanitária, a UE restringe exportações brasileiras sem romper formalmente nem deixar de respeitar as regras do Acordo Mercosul-União Europeia.

Assim, a Comissão Europeia neutraliza o poder de mercado da carne brasileira, cuja competitividade se baseia em custos menores de produção. Também protege produtores rurais europeus e utiliza a lógica da supranacionalidade para facilitar reeleições de políticos ligados ao mundo rural europeu.

Além disso, ao não aplicar sanções equivalentes aos demais países do Mercosul, a decisão fragmenta os interesses regionais e dificulta a construção de uma resposta conjunta sul-americana. O Brasil acaba isolado em uma disputa que afeta diretamente um dos setores mais estratégicos de sua pauta exportadora.

Esse quadro se insere em um contexto internacional marcado pela aproximação geopolítica entre China e Estados Unidos e pela ampliação das compras chinesas de carne norte-americana. Nessa conjuntura, as perdas econômicas brasileiras podem ultrapassar US$ 2 bilhões.

O episódio também demonstra como a supranacionalidade europeia fortalece a capacidade da UE de utilizar regulações sanitárias, ambientais e fitossanitárias como instrumentos de política econômica externa.

As decisões comunitárias produzem efeitos rápidos e relativamente uniformes sobre todo o mercado europeu, ampliando o poder de negociação do bloco e reduzindo custos políticos internos.

A primeira frente de reação brasileira envolve a atuação diplomática e jurídica dentro da própria estrutura institucional europeia. O Brasil pode contestar tecnicamente as medidas junto ao Tribunal de Justiça da União Europeia.

Para isso, busca demonstrar a higidez do sistema nacional de rastreabilidade animal e comprovar que o uso responsável de agentes antimicrobianos não contamina a carne exportada. Caso consiga anular a decisão contrária ao interesse exportador agropecuário nacional, a diplomacia brasileira poderá reduzir os impactos econômicos e políticos da medida.

Entretanto, a solução estrutural mais importante passa por reformas no próprio Mercosul. A adoção de mecanismos supranacionais de harmonização regulatória poderia reduzir a vulnerabilidade dos países do bloco diante de barreiras técnicas aplicadas individualmente pela União Europeia.

Regras sanitárias comuns e estruturas decisórias mais integradas ampliariam a capacidade de coordenação regional e dificultariam o uso seletivo de salvaguardas contra apenas um país-membro.

Nesse cenário, medidas europeias contra um único integrante do Mercosul tenderiam a produzir impactos mais amplos sobre toda a cadeia regional de exportação agrícola, correndo-se, assim, riscos de aumento de preços e inflação na Europa.

Isso reduziria incentivos políticos para o uso estratégico de barreiras fitossanitárias como mecanismo indireto de proteção comercial e eleitoral.

No limite, o risco é que o acordo produza uma assimetria permanente: a União Europeia preserva seus ganhos no setor industrial, enquanto o Mercosul vê parte de suas vantagens agrícolas ser bloqueada por salvaguardas sanitárias, ambientais e fitossanitárias.

A carne brasileira não seria um caso isolado, mas o primeiro exemplo paradigmático de uma nova realidade em que a abertura comercial prometida pelo acordo convive com mecanismos regulatórios capazes de neutralizar alguns dos principais benefícios econômicos esperados pelos países sul-americanos.

Mais importante: uma reforma supranacional do Mercosul poderia ampliar os benefícios efetivos do próprio Acordo Mercosul-União Europeia.

Sem mecanismos regionais mais integrados, há o risco de que a liberalização favoreça de forma assimétrica os ganhos industriais europeus, enquanto as vantagens agrícolas do Mercosul sejam progressivamente limitadas por barreiras técnicas e sanitárias.

A perspectiva é de que a diplomacia brasileira venha a solucionar esse problema utilizando argumentos técnicos e os próprios avanços macroestratégicos do acordo para reduzir resistências europeias.

Isso exigirá esforço diplomático contínuo na região e na Europa se a lição de casa (a reforma do processo decisório do Mercosul) não for feita no sentido da adoção de mecanismos supranacionais mais robustos.

Marcelo Fernandes de Oliveira não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 11:55

Carros Ferrari apresenta seu 1º carro elétrico: as reações após montadora italiana voltar atrás em seus planos Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design". Por BBC

Espera-se que a Ferrari Luce, que é completamente elétrica, esteja disponível ainda este ano — Foto: Ferrari

A fabricante de carros esportivos de luxo Ferrari lançou na segunda-feira (25/05) seu primeiro carro totalmente elétrico — o Luce — que custará US$ 640 mil (R$ 3,2 milhões).

O novo modelo se afasta do visual típico da Ferrari por ser o primeiro carro de cinco lugares da marca italiana, criado em colaboração com a agência LoveFrom, fundada pelo ex-chefe de design da Apple, Jony Ive.

Algumas reações nas redes sociais ao lançamento foram extremas — de "direto para o ferro-velho" a "uma verdadeira aula de design".

Rivais do segmento de supercarros, como Lamborghini e Porsche, reduziram seus planos de produzir veículos elétricos devido à baixa demanda e à intensa concorrência de marcas chinesas.

O diretor-executivo da Ferrari, Benedetto Vigna, disse em Roma que o Luce, que significa "luz" em italiano, levou meia década para ser desenvolvido.

A Ferrari planeja lançar o veículo elétrico após ter inicialmente descartado essa ideia, optando por fabricar carros híbridos movidos tanto a gasolina quanto a eletricidade.

O Luce funciona com um motor elétrico fabricado pela Ferrari em cada roda, ajudando o carro a atingir 96 km/h em cerca de 2,5 segundos.

A empresa afirmou que todos os componentes são feitos internamente, de modo que o carro possa ser reparado pela própria companhia no futuro, protegendo o valor de revenda do Luce.

A mudança das gigantes da indústria automotiva para veículos elétricos vem enfrentando grandes obstáculos nos últimos anos.

Montadoras, incluindo Ford e Volkswagen, reforçaram sua aposta em carros a gasolina, especialmente nos EUA, devido à baixa demanda e a mudanças regulatórias sob o presidente Donald Trump, que reduziu incentivos para compradores de veículos elétricos.

O lançamento do carro-conceito elétrico da Jaguar foi duramente criticado por abandonar o estilo clássico da marca britânica.

Uma pessoa disse no X: “A Ferrari acabou de matar sua marca, assim como a Jaguar. Isso vai direto para o ferro-velho.”

“O que está acontecendo com os fabricantes europeus de carros de luxo? Primeiro Jaguar e agora Ferrari”, postou outra pessoa.

Mas nem todos tiveram opiniões negativas sobre o novo carro. Em uma postagem, uma pessoa disse: “Uma verdadeira aula de design. A Ferrari acaba de revelar o impressionante conceito LUCE, que é um divisor de águas.”

O diretor de design da Ferrari, Flavio Manzoni, disse em uma entrevista à YouTuber Cleo Abram que os críticos fazem parte do processo de inovação.

Ele reconheceu que o conceito de uma Ferrari elétrica com novo design é "polarizador", mas acredita que as pessoas irão apreciá-la nos próximos meses.

A Ferrari também disse que continuará oferecendo carros a gasolina e híbridos junto com seu veículo totalmente elétrico.

A Lamborghini abandonou seus planos de lançar carros totalmente elétricos, optando por modelos híbridos, citando a baixa demanda por veículos elétricos de luxo de alto padrão.

A Porsche, da Alemanha, reduziu seus planos para veículos elétricos devido à fraca demanda, pressionada por vendas baixas na China e tarifas nos EUA.

Montadoras ocidentais também enfrentaram intensa concorrência de fabricantes chinesas, que conseguem produzir veículos mais rapidamente e a custos mais baixos.

A Ferrari é a fabricante de carros mais valiosa da Europa. Ela depende da venda de carros altamente exclusivos — uma estratégia que ajudou a proteger a Ferrari de grande parte da pressão enfrentada pelos concorrentes.

No entanto, as ações da Ferrari caíram mais de 25% no ano passado, refletindo uma queda maior nas marcas de luxo, já que a inflação em todo o mundo afetou a demanda por produtos de alto padrão.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).

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Imposto de Renda 2026: faltando 4 dias para prazo final, quase 11 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 09:55

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: faltando 4 dias para prazo final, quase 11 milhões de pessoas ainda não enviaram declaração Entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta terça-feira (26), 33,2 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando quatro dias para o fim do prazo de entrega, quase 11 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:.

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu, até a manhã desta terça-feira (26), 33,2 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026, ano-base 2025.

O prazo de entrega começou em 23 de março e se estende até 29 de maio, e a expectativa do Fisco é de receber 44 milhões de documentos neste ano.

Deste modo, faltando quatro dias para o fim do prazo de entrega, quase 11 milhões de contribuintes ainda têm de enviar sua declaração anual de ajuste do Imposto de Renda.

➡️A entrega da declaração depois do prazo legal terá uma multa mínima de atraso de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do imposto sobre a renda devido.

Segundo a Receita Federal, a declaração de Imposto de Renda pode ser feita por meio das seguintes plataformas:

Programa Gerador da Declaração (PGD) relativo ao exercício de 2026, disponível para download no site da Secretaria Especial da Receita Federal na internet,serviço "Meu Imposto de Renda", observado o disposto no art. 5º, disponível:site da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil na internet;aplicativo da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil para dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguida de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;quem deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 04:47

GLOBO RURAL O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar Indústria classifica ovos por peso, que varia conforme a idade da ave, alimentação e condições de produção nas granjas. Por Globo Rural

Uma mesma granja pode produzir ovos de diversos tamanhos, indo do médio (o menor) até o jumbo. Na indústria, os produtos são separados a partir do peso.

"A ave que está iniciando a produção, ela tá crescendo. Então, ela não tem estrutura óssea para botar ovos jumbo. Conforme a franga vai ficando mais velha, ela vai tendo abertura da pélvis maior, onde vai passar esse ovo", explica o veterinário Tarcísio Agostinho.

As aves produzem ovos desde as 18 até as 90 semanas de vida. A partir de 50 semanas, elas já conseguem colocar ovos jumbo.

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NR-1: Como saber se você está em um ambiente de trabalho tóxico? Faça o QUIZ e descubra como denunciar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 04:47

Trabalho e Carreira NR-1: Como saber se você está em um ambiente de trabalho tóxico? Faça o QUIZ e descubra como denunciar Nova regra da NR-1 entra em vigor nesta terça e amplia a obrigação das empresas sobre riscos à saúde mental no trabalho. País teve recorde de afastamentos em 2025. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A atualização da NR-1 entra em vigor em 26 de maio e amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

A norma obriga companhias a identificar e prevenir riscos psicossociais, como pressão excessiva, metas abusivas, jornadas longas e assédio moral.

A medida foi anunciada em 2024, adiada após pressão de empresas e voltou a ser alvo de pedidos de prorrogação, mas o governo afirma que não pretende adiar novamente.

Em parceria com a ABRH, o g1 preparou um quiz para ajudar trabalhadores a identificar sinais de um ambiente profissional tóxico e entender como denunciar situações de risco.

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que entra em vigor nesta terça-feira (26), amplia a responsabilidade das empresas sobre a saúde mental dos trabalhadores.

Anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, a medida estava inicialmente prevista para valer em maio de 2025 — ano em que, como revelou o g1, o Brasil bateu recorde no número de afastamentos por transtornos mentais.

Após pressão de sindicatos patronais e empresas, o governo decidiu adiar a entrada em vigor da norma por um ano. Mais recentemente, diante de novos pedidos de prorrogação, um segundo adiamento chegou a ser discutido pelo Ministério do Trabalho.

O ministro Luiz Marinho, no entanto, afirmou que não pretende voltar atrás novamente. Segundo especialistas, a exposição contínua a situações de risco no ambiente profissional está entre as principais causas de adoecimento mental e afastamentos do trabalho.

Em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), o g1 preparou uma sequência de perguntas para ajudar você a identificar sinais de um ambiente de trabalho que pode estar prejudicando a saúde mental dos trabalhadores.

Segundo a coordenadora-geral de Fiscalização em Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, Viviane Forte, existem diversas situações e indícios que levam um ambiente de trabalho a ser considerado tóxico.

metas excessivasjornadas extensasausência de suporteassédio moralconflitos interpessoaisfalta de autonomia no trabalhocondições precárias de trabalho

Segundo Thatiana Cappellano, pesquisadora sobre os transtornos mentais no contexto do trabalho, um dos principais gatilhos que causam o adoecimento mental do trabalhador é a intensificação da jornada, pressão excessiva por meta, e a precarização dos empregos.

“Boa parte das pessoas hoje seguem tendo que fazer atividade de três pessoas, mas em uma só função. Se as pessoas continuarem trabalhando no ritmo que elas trabalham, elas vão continuar adoecendo mentalmente”, explica.

Já segundo Luana Carvalho, Diretora de Comunicação da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), afirma que é essencial encontrar um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, além de priorizar os cuidados com a saúde mental.

Existem diversos canais para denúncias trabalhistas nos casos de empregados que estão passando por situações de riscos psicossociais. São eles:

Canal de Denúncias para Inspeção do Trabalho: canal online do Ministério do Trabalho para denúncias trabalhistas;Fala.br: plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação da Controladoria-Geral da União;Central Alô Trabalho: o número 158 funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h (horário de Brasília). A ligação gratuita de qualquer telefone fixo, mas chamadas por celular serão cobradas;Superintendências Regionais do Trabalho: são responsáveis por executar, supervisionar e monitorar ações relacionadas a políticas públicas de trabalho nos estados;Canal do Ministério Público do Trabalho: O MPT tem um canal de denúncias e atua para combater o assédio moral nas relações de trabalho;Disque 100: Serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, o disque 100 recebe denúncias de violações de direitos humanos, inclusive assédio moral no trabalho.

O denunciante não precisa se identificar, basta acessar um dos sistemas e inserir o maior número possível de informações.

A ideia é que os órgãos possam, a partir dessas informações do denunciante, analisar se o caso de fato configura em assédio moral e realizar as verificações no local de trabalho.

Assédio moral no trabalho pode causar consequências na saúde mental e física da vítima — Foto: Freepik

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Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 03:51

g1 explica Seu cérebro pode estar sabotando suas finanças; entenda o ‘viés do presente’ No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

A economia comportamental explica um hábito que se vê muito por aí: decidir economizar e, pouco depois, parcelar uma compra. O comportamento é chamado de “viés do presente”, quando o cérebro dá mais valor ao benefício imediato do que a ganhos maiores no futuro.

Na prática, muita gente prefere receber R$ 100 hoje a esperar um mês para ganhar R$ 120. Mas, quando a decisão é deixada para o futuro, esperar se torna mais fácil. Segundo especialistas, o problema não está no valor, mas na distância do tempo.

O mecanismo ajuda a explicar decisões como entrar no rotativo do cartão, parcelar compras sem necessidade e adiar escolhas importantes. O prazer imediato costuma pesar mais do que o custo futuro.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 26/05/2026 03:51

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês Empreendedores começaram com um único ponto de venda, ampliaram a operação e hoje comandam fábrica, trailers e barracas de pastel na Grande São Paulo. Por PEGN

Dora Alcantara e Claudemir Moreira transformaram uma barraca de pastel em um negócio familiar com fábrica, trailers e pontos de venda em feiras da Grande São Paulo.

O casal começou no ramo há mais de 30 anos e deu o primeiro passo no empreendedorismo após comprar um ponto de pastelaria em 1995.

Hoje, a empresa produz cerca de 4,5 mil pastéis e 9 mil salgadinhos por semana, com faturamento mensal em torno de R$ 270 mil.

Além de envolver os filhos e a família na operação, os empreendedores agora sonham em expandir o negócio e até exportar os pastéis para fora do Brasil.

O pastel, um dos símbolos mais tradicionais das feiras livres brasileiras, foi também o responsável por unir Dora Alcantara e Claudemir Moreira.

Há mais de 30 anos juntos, o casal transformou o trabalho nas feiras em um negócio familiar que hoje movimenta milhares de salgados por semana na região de Mauá, na Grande São Paulo.

Claudemir começou trabalhando em uma barraca de pastel ao lado do cunhado de Dora. Foi a família quem apresentou os dois. “Ele é muito trabalhador”, relembra Dora sobre o conselho que ouviu antes do primeiro encontro.

O relacionamento evoluiu junto com o sonho de ter um negócio próprio. A oportunidade surgiu em 1995, quando o dono da pastelaria onde Claudemir trabalhava decidiu vender o ponto.

Incentivado pela experiência que já tinha no ramo, ele resolveu comprar o primeiro espaço de vendas. Dora passou a ajudar na produção dos recheios nos fins de semana e, aos poucos, o casal expandiu a operação.

Casal transforma barraca de pastel em negócio que fatura R$ 270 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Hoje, além das barracas e trailers espalhados pelas feiras da região, o casal mantém uma fábrica responsável pela produção de cerca de 4,5 mil pastéis e 9 mil salgadinhos por semana.

O negócio começou com investimento inicial de R$ 11 mil e atualmente registra faturamento mensal de aproximadamente R$ 270 mil.

A empresa também virou um negócio de família. Os três filhos participam da operação, além de noras e funcionários contratados. “Acabou virando negócio da família”, resume Dora.

Mesmo após décadas no setor, o casal ainda pensa grande. O próximo sonho é levar o produto para fora do país. “Eu sempre pensei em exportar o meu pastel”, afirma Claudemir.

📍 Endereço: R. João Brancalion, 458 – Parque Sao Vicente Mauá/SP – CEP: 09371-480📞Telefone: (11)99609-2766📧 E-mail: dorane.maria75@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/pastel_dora_claudemir/📘 Facebook: https://www.facebook.com/p/Pastel-Dora-e-Claudemir-100063733231125/?locale=pt_BR

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Imposto de Renda 2026: como declarar pensão alimentícia sem cair na malha fina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 00:48

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: como declarar pensão alimentícia sem cair na malha fina Quem paga ou recebe pensão precisa informar os valores à Receita Federal. Veja quais campos preencher, o que pode ser deduzido e os erros que devem ser evitados. Por André Catto, g1 — São Paulo

Quem paga pensão alimentícia deve redobrar a atenção ao declarar o Imposto de Renda 2026 para evitar erros que podem levar à malha fina.

Tanto quem paga a pensão (alimentante) quanto quem recebe (alimentando) devem informar os valores à Receita.

Desde 2023, a pensão alimentícia deixou de ser tributada para quem recebe o valor. Ainda assim, é obrigatório informar à Receita quanto foi recebido ao longo do ano-calendário, que, na declaração atual, se refere a 2025.

Quem paga pensão alimentícia pode abater os valores da declaração do Imposto de Renda, reduzindo a renda sobre a qual o imposto é calculado.

Só podem ser deduzidos os valores de pensão definidos pela Justiça, em acordo homologado judicialmente ou formalizados em escritura pública.

O contribuinte que paga pensão alimentícia deve redobrar a atenção ao declarar o Imposto de Renda 2026 para evitar erros que podem levar à malha fina.

⚠️ O prazo para envio da declaração termina nesta sexta-feira (29). Quem não entregar os dados à Receita Federal até a data estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

Antonio Gil, sócio de Impostos da EY, explica que tanto quem paga a pensão (alimentante) quanto quem recebe (alimentando) devem informar os valores à Receita.

No caso de quem paga a pensão, os valores devem ser declarados na ficha “Pagamentos Efetuados”. O código pode variar entre 30 e 34, dependendo do caso, explica Gil Franco.Já para quem recebe a pensão, os dados devem ser informados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, sob o código 28. Também é necessário preencher o CPF e o nome de quem fez o pagamento.

Desde 2023, a pensão alimentícia deixou de ser tributada para quem recebe o valor. Ainda assim, é obrigatório informar à Receita quanto foi recebido ao longo do ano-calendário — que, na declaração atual, se refere a 2025, explica Gil.

Antes da mudança, a pensão era considerada rendimento tributável e podia gerar recolhimento mensal de IR por meio do Carnê-Leão.

🔎 No carnê, é feito o recolhimento mensal obrigatório do IR para quem recebe rendimentos de pessoas físicas ou do exterior sem desconto automático na fonte.

Sim. Quem paga pensão alimentícia pode abater os valores da declaração do Imposto de Renda, reduzindo a renda sobre a qual o imposto é calculado.

🚨 Antonio Gil, da EY, alerta para uma regra importante: só podem ser deduzidos os valores de pensão definidos pela Justiça, em acordo homologado judicialmente ou formalizados em escritura pública.

"Significa que valores pagos fora do que foi acordado não podem ser abatidos. Esse erro é relativamente comum e pode gerar problemas para o alimentante", diz.

"Isso porque, caso seja necessário comprovar, com documentos, a base do valor abatido, ele não conseguirá justificar o total ou parte dele em situações de pagamentos acima do que foi acordado", acrescenta.

Mesmo quem optar pela declaração simplificada — e não usar a dedução da pensão alimentícia — deve informar os valores pagos na ficha “Pagamentos Efetuados”, já que os pagamentos foram feitos a uma pessoa física.No caso de separação ou divórcio ao longo de 2025, existe uma exceção: tanto quem paga a pensão quanto o ex-cônjuge podem incluir o alimentando como dependente na declaração referente ao ano. Isso ocorre porque a mudança na relação de dependência aconteceu no decorrer do ano-calendário.A pensão alimentícia não se limita à transferência de dinheiro e também pode ser considerada no pagamento direto de despesas do alimentando, como escola e plano de saúde. Nesses casos, os valores podem ser deduzidos pelo alimentante na ficha “Pagamentos Efetuados”.Por outro lado, gastos como aluguel, condomínio, transporte e previdência complementar, mesmo quando previstos em decisão judicial, não podem ser deduzidos no IR.Mesmo quando a pensão é paga com recursos provenientes de rendimentos isentos, o alimentante pode deduzir esses valores dos rendimentos tributáveis que possuir, desde que informe corretamente os pagamentos na ficha “Pagamentos Efetuados”.Nos casos em que a pensão foi determinada por uma decisão judicial no exterior, a sentença precisa ser homologada no Brasil pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que os valores possam ser deduzidos na declaração do Imposto de Renda.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

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Mega-Sena pode pagar R$ 3.5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/05/2026 00:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 3.5 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.011 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3.5 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (25), em São Paulo.

Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

O g1 passou a transmitir todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Governo publica decreto que fixa em R$ 0,44 subsídio por litro da gasolina

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 25/05/2026 23:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,19%Dólar TurismoR$ 5,212-0,28%Euro ComercialR$ 5,8420,11%Euro TurismoR$ 6,081-0,02%B3Ibovespa177.816 pts0,91%Oferecido por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta segunda-feira (25) decreto que estabelece um subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina para tentar conter os efeitos da alta do preço dos combustíveis.

O subsídio será pago diretamente aos produtores e importadores de gasolina, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Nesta sexta-feira (22), o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, adiantou que o valor do subsídio para a gasolina ficaria em 0,44 centavos por litro.

“Chegamos à conclusão de que R$ 0,44 é hoje o valor por litro mais apropriado para a subvenção e deve ser suficiente para amortecer o choque de preços que tivemos na gasolina porque foi menor que teve no diesel”, disse.

A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, travou o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz — corredor marítimo no Golfo Pérsico por onde passa cerca de 20% do petróleo global. Com isso, o barril do petróleo, principal matéria-prima dos combustíveis, voltou a superar os US$ 100.

Apesar da disparada nos preços internacionais, a Petrobras ainda não reajustou a gasolina vendida às distribuidoras.

Em abril deste ano, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédio para o setor aéreo.

A subvenção ao diesel prevê um desconto de R$ 1,20 por litro de diesel importado (R$ 0,60 de subsídio federal e R$ 0,60 estadual). Somada ao subsídio anterior concedido pela União, de R$ 0,32, a subvenção total chega a R$ 1,52.

No início deste mês, o governo federal editou uma medida provisória (MP) com ações para conter a alta dos combustíveis, mais especificamente a gasolina e o diesel, produzidos no Brasil ou importados.

A MP prevê um benefício tributário na Cide e do PIS/Cofins, tributos federais que incidem sobre os combustíveis. A nova subvenção terá início pela gasolina, que ainda não foi alvo de nenhuma medida para conter o aumento de preço, mas, de acordo com o governo, pode se estender ao diesel.

O desconto no imposto não poderá ultrapassar o teto dos tributos federais. Atualmente, esses valores são:

R$ 0,89 por litro na gasolina, o que inclui PIS/Cofins e Cide; eR$ 0,35 de PIS/Cofins por litro de óleo diesel, que já teve sua tributação suspensa em março por uma outra MP. A medida pode valer para o diesel quando a MP de março, com duração prevista para abril e maio, deixar de ser aplicada.

A iniciativa ocorre em meio à paralisação, na Câmara dos Deputados, da tramitação do projeto de lei complementar que autoriza o uso de receitas extraordinárias do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis. A proposta foi encaminhada pelo Executivo ao Congresso em abril.

O projeto que está parado estabelece a possibilidade de reduzir impostos sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel sempre que houver aumento extraordinário da arrecadação decorrente da alta nas cotações internacionais do petróleo.

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