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Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os Estados Unidos passaram a aplicar, a partir desta terça-feira, uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos que não estejam cobertos por isenções.

A medida foi informada em um aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) e corresponde à taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira — e não aos 15% mencionados por ele no dia seguinte.

Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas por motivos de emergência, Trump anunciou uma nova taxa global temporária de 10%. No sábado (21), afirmou que elevaria esse percentual para 15%.

Em comunicado destinado a “fornecer orientações sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026”, a CBP informou que, exceto os produtos listados como isentos, as importações “estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%”.

A decisão ampliou a incerteza em torno da política comercial dos EUA, sem esclarecer por que foi adotado o percentual mais baixo. O Financial Times citou um funcionário da Casa Branca segundo o qual o aumento para 15% ocorrerá posteriormente com uma ordem formal. A Reuters informou que não conseguiu confirmar essa informação de imediato.

A cobrança das novas tarifas começou à meia-noite, enquanto a aplicação das taxas anuladas pela Suprema Corte foi suspensa. Essas tarifas anteriores variavam de 10% a 50%.

A chamada Seção 122 da legislação americana autoriza o presidente a impor tarifas por até 150 dias a todos os países, com o objetivo de enfrentar déficits considerados “grandes e graves” na balança de pagamentos e problemas estruturais no sistema de pagamentos internacionais.

Na ordem tarifária, Trump argumenta que há um desequilíbrio significativo nas contas externas dos EUA, refletido em um déficit comercial anual de US$ 1,2 trilhão em bens, um déficit em conta corrente equivalente a 4% do PIB e a reversão do superávit de renda primária.

Na segunda-feira, o presidente advertiu que países não devem recuar de acordos comerciais recentemente firmados com os EUA. Segundo ele, eventuais recuos resultarão na adoção de tarifas ainda mais elevadas, com base em outras leis comerciais.

O Japão informou nesta terça-feira que pediu aos Estados Unidos garantias de que será tratado, no novo regime tarifário, de forma tão favorável quanto no acordo atual. A União Europeia e o Reino Unido também sinalizaram que desejam preservar os acordos já firmados.

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Banco Central anuncia novo liquidante para Banco Master

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 07:45

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Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025 — Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Banco Central (BC) designou um novo liquidante e um responsável técnico para assumir a função de administrador do Banco Master.

O comunicado foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (24) e anuncia a designação de Sebastião Marcio Monteiro para substituir a EFB Regimes Especiais de Empresas LTDA entre os dias 20 de fevereiro e 6 de março.

Nesse período, o responsável técnico será Sebastião Marcio Monteiro. A mudança se deve a problemas de saúde e necessidade de afastamento temporário do responsável técnico do liquidante original, Eduardo Felix Bianchini, da EFB.

Agora, o novo liquidante, ou seja, o responsável por gerenciar o encerramento das atividades do Master, assume as demandas referentes à liquidação das seguintes empresas que compõem o Banco Master Múltiplo S.A:

Banco Master S.A., Banco Master de Investimento S.A., Banco Letsbank S.A., Master S.A. Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários e Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento.

🔎 A liquidação extrajudicial ocorre quando o Banco Central encerra as atividades de um banco que não tem mais condições de operar. Um liquidante assume o controle, fecha as operações, vende os bens e paga os credores na ordem prevista em lei, até extinguir a instituição. Nessa fase, as operações são finalizadas e o banco deixa de integrar o sistema financeiro nacional.

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central (BC) em 18 de novembro de 2025, um dia depois de a Fictor Holding apresentar uma proposta de compra da instituição de Daniel Vorcaro — e pouco mais de dois meses depois de o BC rejeitar a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília).

Um dia antes da liquidação, a Polícia Federal (PF) prendeu o dono do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos durante a Operação Compliance Zero. O objetivo da operação, ainda em andamento, é combater a venda de títulos de crédito falsos.

A instituição emitia CDBs com a promessa de remunerar clientes com taxas muito superiores às praticadas pelo mercado, mas o pagamento não ocorria.

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Reforma tributária: estudos apontam que carga sobre vinhos e espumantes deve cair para 33%, diz Alckmin

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Política Reforma tributária: estudos apontam que carga sobre vinhos e espumantes deve cair para 33%, diz Alckmin Patamar atual é de cerca de 40,5%. Tema será abordado em projeto sobre o chamado imposto seletivo, ainda a ser enviado pelo governo ao Congresso. Por Mariana Assis, Isabella Calzolari, g1 — Brasília

O presidente em exercício e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta-feira (19) que estudos apontam que a carga tributária sobre vinhos e espumantes deve ficar em torno de 33% com a reforma tributária. O percentual seria inferior ao atual, de cerca de 40,5%.

No começo de janeiro, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse que a pasta poderia enviar o projeto de lei do imposto seletivo ao Congresso na volta do recesso legislativo, mas isso ainda não aconteceu.

🔎O Imposto Seletivo foi criado pela reforma tributária. O tributo é aplicado sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. Na prática, essa categoria terá uma tributação maior do que a alíquota padrão.

Segundo Alckmin, o governo acompanhará de perto a regulamentação do imposto seletivo sobre o setor.

Alckmin fez a fala durante a Festa do Vinho, que ocorre no Rio Grande do Sul. Antes do evento, ele conversou com o setor de produção de uvas e vinhos, que apresentou dúvidas também em relação ao acordo Mercosul União Europeia.

Sobre isso, o presidente em exercício disse que a desgravação tarifária para os vinhos se dará em oito anos, enquanto que para os espumantes, em 12 anos.

Presidente em exercício Geraldo Alckmin participa de Feira da Uva em Caxias do Sul (RS) — Foto: Cadu Gomes/VPR

Ele afirmou, ainda, que Lula vai regulamentar as salvaguardas por decreto. "No próprio acordo Mercosul-União Europeia, tem um capítulo voltado a salvaguardas. E o presidente Lula vai regulamentar a salvaguarda por decreto. Então, nós teremos a salvaguarda regulamentada", disse Alckmin.

🔎As salvaguardas definem em que situações o Brasil poderá suspender temporariamente as vantagens tarifárias concedidas no acordo.

"Qualquer problema, você pode suspender aquele item. Se tiver um aumento grande de imposto de exportação, a salvaguarda você pode imediatamente acioná-la", explicou o vice-presidente. 

O g1 apurou que o texto está sendo elaborado pelo MDIC e Itamaraty e a minuta deve seguir nos próximos dias para análise da Casa Civil.

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Greve geral na Argentina paralisa fábricas da Stellantis, VW, Ford, Toyota e Mercedes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Carros Greve geral na Argentina paralisa fábricas da Stellantis, VW, Ford, Toyota e Mercedes O Brasil importa quase 200 mil veículos do país vizinho por ano, o equivalente a aproximadamente 40% do total. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A greve geral na Argentina é uma resposta direta à reforma trabalhista de Javier Milei, que propõe mudanças em jornada e regras de férias.

A paralisação afeta a produção de veículos cruciais para o mercado brasileiro, como a Ford Ranger e a Toyota Hilux.

Em 2025, o Brasil importou 40% de seus veículos da Argentina, totalizando cerca de 200 mil unidades.

A Stellantis interrompeu a fabricação de Fiat Cronos e Titano em Córdoba, enquanto a fábrica de Palomar já tinha pausa agendada.

A Volkswagen informou que a produção será retomada nesta sexta-feira, sem previsão de atrasos nas entregas ao cliente final.

Uma greve geral paralisou nesta quinta-feira (19) diversas fábricas de automóveis na Argentina. O movimento é uma resposta à reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei, que prevê aumento da jornada de trabalho e regras mais duras para férias, indenizações, licenças médicas e negociações coletivas.

O país é um importante fornecedor do mercado automotivo brasileiro. Em 2025, o Brasil importou cerca de 200 mil veículos do país vizinho, o equivalente a aproximadamente 40% do total importado no ano.

Entre as montadoras impactadas estão as plantas argentinas da Ford, Volkswagen, Toyota, Stellantis e Mercedes-Benz. Ainda não há previsão de efeitos sobre o abastecimento em razão da paralisação.

A Ford produz em Pacheco a Ranger, que no ano passado vendeu mais de 34 mil unidades no Brasil. Ali perto, a Volkswagen monta a Amarok e, em Córdoba, a empresa alemã produz veículos pesados e transmissões que equipam alguns modelos do grupo.

Em Zárate, cidade a 90 km de Buenos Aires, a Toyota monta a Hilux e a SW4. A dupla faz sucesso no Brasil e, juntas, acumularam mais de 66 mil unidades vendidas em 2025. Na mesma fábrica, a Toyota também monta a Hiace, van lançada no Brasil no ano passado.

A Stellantis interrompeu a produção dos Fiat Cronos e Titano e da picape RAM Dakota em Córdoba por causa da greve. A fábrica de Palomar, que produz os Peugeot 208, 2008 e Partner, além do Citroën Berlingo, já tinha programado uma pausa para atualização da linha de montagem.

Segundo a empresa, nessa fábrica a produção será retomada integralmente em 2 de março. A fábrica da Renault em Santa Isabel também parou, mas a pausa técnica já estava agendada.

Segundo a Volkswagen, a fábrica ficará paralisada apenas nesta quinta-feira. A empresa informou que a produção deve ser retomada nesta sexta-feira e que a paralisação não deverá causar atrasos nas entregas ao cliente final. A VW afirma que não haverá impacto no estoque de veículos no Brasil.

A Stellantis Argentina diz que a greve geral é um fato que excede o âmbito da companhia e que a paralisação se encerra hoje.

A Ford confirma que a produção está parada, mas a previsão é que a produção retorne normalmente amanhã. A marca diz que há plena disponibilidade da Ranger nos estoques da rede e não há impactos previstos para o cliente final.

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O acordo bilionário da Bayer para indenizar usuários do glifosato

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Agro O acordo bilionário da Bayer para indenizar usuários do glifosato Milhares processam empresa alemã nos EUA e afirmam ter desenvolvido câncer com uso do agrotóxico Roundup. Acordo de até US$ 7,25 bilhões pretende encerrar litígios. Por Deutsche Welle

O acordo proposto pela Bayer visa resolver processos que alegam que o herbicida Roundup, à base de glifosato, causa linfoma não Hodgkin.

A proposta prevê um fundo de indenização de até US$ 7,25 bilhões, com pagamentos anuais por até 21 anos.

A Bayer não admite culpa ou irregularidades, e o acordo exige a participação mínima dos demandantes para prosseguir.

A Suprema Corte dos EUA analisará em abril a alegação da Bayer de que a aprovação da EPA deveria invalidar ações estaduais.

A incerteza sobre um acordo bilionário para encerrar processos envolvendo o agrotóxico Roundup, à base de glifosato, pressionou as ações da Bayer na quarta-feira (18). Os papéis chegaram a cair 12%, apagando os ganhos do dia anterior.

Na noite de terça-feira (17), a empresa alemã comunicou que sua subsidiária Monsanto havia chegado a um acordo de até 7,25 bilhões de dólares (R$ 37,91 bilhões) nos EUA para encerrar dezenas de milhares de processos judiciais, atuais e futuros, que alegam que o herbicida causa câncer.

A medida representa um passo importante para a empresa alemã, que passou anos lidando com os riscos legais relacionados ao Roundup, adquirido como parte da compra da agroquímica Monsanto por 63 bilhões de dólares em 2018.

"A incerteza causada por litígios tem atormentado a empresa por anos, e esse acordo oferece à empresa um caminho para a resolução do problema", disse o CEO da Bayer, Bill Anderson.

Analistas do banco JPMorgan disseram que o acordo foi um passo na direção certa, mas observaram que a Bayer não divulgou quantos demandantes precisam aderir para que ele prossiga. Também não estava claro se eles estavam dispostos a aceitá-lo.

"Ainda existem considerações a serem feitas, como a necessidade de aprovação judicial e a possibilidade de uma alta taxa de desistências", disseram.

Os analistas afirmam que muito ainda depende de uma decisão pendente da Suprema Corte dos EUA sobre o mérito geral dos processos.

A Suprema Corte se prepara para ouvir, em abril, os argumentos da Bayer sobre a alegação de que a aprovação do Roundup pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) sem um alerta sobre o risco de câncer deveria invalidar as ações judiciais movidas em tribunais estaduais.

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A Bayer argumenta que os consumidores não deveriam poder processá-la sob lei estadual por não alertar que o Roundup aumenta o risco de câncer, visto que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) não encontrou tal risco e não exige tal advertência.

A Bayer argumentou que a lei federal não permite que ela adicione qualquer advertência ao produto além da já aprovada pela EPA.

Um porta-voz da Bayer destacou um parecer jurídico do procurador-geral dos EUA em dezembro, que mostrou que o governo do presidente Donald Trump concorda com a interpretação da lei feita pela Bayer.

Esse caso não seria afetado pelo acordo apresentado nesta terça-feira, mas o acordo eliminaria parte dos riscos da decisão da Suprema Corte.

Os pacientes teriam a garantia de receber a indenização mesmo que a Suprema Corte decida a favor da Bayer, e a Bayer estaria protegida de custos potencialmente maiores caso a Suprema Corte decida contra ela.

A empresa enfrenta ações judiciais relacionadas ao Roundup em tribunais estaduais e federais dos EUA. Os autores das ações alegam ter desenvolvido linfoma não Hodgkin e outros tipos de câncer após o uso do herbicida, em casa ou no trabalho.

A Bayer contesta a alegação de que o principal ingrediente do Roundup, o glifosato, cause linfoma não Hodgkin. O acordo não exige que a Bayer admita culpa ou irregularidades.

A empresa alemã afirmou que a proposta de acordo nacional, apresentada nesta terça-feira num tribunal estadual em St. Louis, no Missouri, estabeleceria um programa de indenização financiado por pagamentos anuais para um fundo especial por até 21 anos, totalizando até 7,25 bilhões de dólares.

O valor pago aos indivíduos variaria dependendo de como eles usaram o Roundup, da idade em que foram diagnosticados e da gravidade do linfoma não Hodgkin.

Os demandantes podem receber até 198 mil dólares ou mais, de acordo com um advogado que participou das negociações.

Pelos termos do acordo proposto, um trabalhador agrícola, industrial ou de gramados exposto por longo período ao Roundup receberia em média 165 mil dólares se tiver sido diagnosticado com uma forma agressiva da doença antes dos 60 anos.

Já um usuário residencial do Roundup diagnosticado entre 60 e 77 anos com uma forma menos agressiva da doença receberia em média 20 mil dólares. E aqueles diagnosticados com 78 anos ou mais receberiam em média 10 mil dólares.

O advogado Matt Clement, que representa cerca de 280 demandantes do caso Roundup, disse estar surpreso com o acordo proposto e esperar que muitos de seus clientes optem por não participar. Os pagamentos propostos "são extremamente baixos”, disse.

O acordo requer a participação de um número mínimo de demandantes. Se muitos optarem por não participar, a Bayer disse que se reserva o direito de cancelá-lo, mas não especificou quantas desistências teriam que ocorrer.

Cerca de 200 mil ações judiciais relacionadas ao Roundup foram movidas contra a Bayer nos Estados Unidos. Isso inclui mais de 125 mil demandantes que entraram com processos desde 2015, de acordo com os documentos do acordo.

A empresa já pagou cerca de 10 bilhões de dólares para encerrar a maioria dos processos judiciais relacionados ao Roundup que estavam pendentes em 2020, mas não conseguiu, na época, um acordo que cobrisse casos futuros.

Seu histórico com os poucos casos que foram a julgamento é misto, com 13 vereditos a favor da Bayer e 11 a favor dos demandantes, incluindo uma indenização de 2,1 bilhões de dólares concedida por um júri da Geórgia em março de 2025.

Outros casos já foram resolvidos por meio de acordos separados, incluindo dois recentes que contemplariam cerca de 77 mil ações, segundo os documentos judiciais.

Os vereditos abalaram a confiança dos investidores e as esperanças da empresa de que o pior já havia passado, e pressionaram a Bayer a encontrar uma solução abrangente para os processos judiciais ainda pendentes relacionados ao Roundup, movidos por cerca de 65 mil pessoas em tribunais estaduais e federais dos EUA.

O novo acordo nacional visa abordar a maioria desses processos restantes, bem como quaisquer casos adicionais apresentados em até 21 anos por pessoas que foram expostas ao Roundup antes do dia 17 de fevereiro de 2026.

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Suprema Corte dos EUA pode decidir nesta sexta sobre legalidade do tarifaço de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

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A Suprema Corte dos EUA pode anunciar nesta sexta-feira (20) sua decisão sobre a legalidade do amplo aumento de tarifas imposto pelo presidente Donald Trump à importação de produtos de diversos países, entre eles o Brasil.

A instância máxima da Justiça americana indicou na última semana que pode divulgar hoje, em plenário, decisões de casos já julgados pelos juízes — o que pode incluir o tarifaço.

A análise das tarifas de Trump envolve um recurso do Departamento de Justiça contra uma decisão de instância inferior, que concluiu que o republicano extrapolou sua autoridade ao impor a maior parte das taxas globais com base em uma lei federal destinada a situações de emergência.

Na prática, a esperada decisão sobre o tarifaço deve definir os limites do poder do republicano para agir sem o aval do Congresso americano — e pode afetar medidas aplicadas contra o Brasil.

A Suprema Corte dos Estados Unidos pode anunciar nesta sexta-feira (20) sua decisão sobre a legalidade do amplo aumento de tarifas imposto pelo presidente Donald Trump à importação de produtos de diversos países, entre eles o Brasil.

A análise das tarifas de Trump envolve um recurso do Departamento de Justiça contra uma decisão de instância inferior, que concluiu que o republicano extrapolou sua autoridade ao impor a maior parte das taxas globais com base em uma lei federal destinada a situações de emergência. (leia mais abaixo)

Na prática, a esperada decisão sobre o tarifaço deve definir os limites do poder do republicano para agir sem o aval do Congresso americano — e pode afetar medidas aplicadas contra o Brasil. O processo judicial se arrasta desde o meio de 2025.

Além disso, a Suprema Corte pode estabelecer parâmetros para outros casos relevantes, definindo o alcance da autoridade de Trump. O republicano tem testado os poderes do poder Executivo ao adotar políticas de forma unilateral e interferir na dinâmica do comércio global.

A Suprema Corte dos EUA decidiu em setembro passado analisar a legalidade do tarifaço imposto por Donald Trump, após o governo recorrer da decisão de um tribunal de apelações, que concluiu que a maioria das tarifas não tem respaldo legal.

As ações contra as taxas foram apresentadas por empresas impactadas pelo tarifaço e por 12 estados americanos, a maioria administrada por democratas.

Além dos limites do poder de decisão de Trump, estão em jogo trilhões de dólares em tarifas alfandegárias ao longo da próxima década. O presidente americano já defendeu que as cobranças são um "remédio" necessário para a economia americana.

Em 5 de novembro, durante as sustentações orais do caso, os juízes da Suprema Corte levantaram dúvidas sobre a legalidade das tarifas impostas por Trump. O debate durou mais de 2h30.

O principal ponto das discussões foi avaliar se o presidente havia ultrapassado a competência do Congresso americano ao impor tarifas com base em uma lei de 1977, originalmente prevista para ser aplicada em situações de emergência nacional.

Segundo a agência Reuters, alguns juízes conservadores afirmaram que a Corte estava debatendo o poder "inerente" dos presidentes ao lidar com outros países — na prática, isso indica uma possível divisão sobre o resultado do caso. O tribunal possui maioria conservadora de 6 a 3.

Em agosto de 2025, Donald Trump criticou a decisão do tribunal de apelações, que declarou ilegais a maior parte das tarifas impostas por ele.

Na ocasião, o tribunal determinou que as tarifas continuassem em vigor até 14 de outubro, concedendo ao governo Trump a oportunidade de recorrer à Suprema Corte. Ao levar o caso à instância superior, o tarifaço permaneceu em vigor.

O republicano afirmou que o tribunal de apelações — que classificou como “altamente partidário” — errou ao determinar a suspensão das tarifas. Ele acrescentou que, “com a ajuda da Suprema Corte dos EUA”, pretende manter a taxação.

“Se essa decisão fosse mantida, ela literalmente destruiria os Estados Unidos. (…) Todos devemos lembrar que as TARIFAS são a melhor ferramenta para ajudar nossos trabalhadores e apoiar empresas que produzem excelentes produtos FEITOS NOS EUA”, publicou ele na Truth Social.

Na prática, Trump fez das tarifas um eixo de sua política externa no segundo mandato, usando-as para pressionar e renegociar acordos com países exportadores aos EUA. A estratégia permitiu obter concessões econômicas, mas aumentou a instabilidade nos mercados financeiros.

Balanço 2025: efeitos do tarifaço foram menores do que o esperado na economia; bolsa subiu e dólar recuou

Se a Suprema Corte declarar as tarifas ilegais, a estratégia comercial de Trump pode ser completamente alterada, incluindo o tarifaço anunciado em abril de 2025.

Além de derrubar as taxas, o governo americano também pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões de dólares arrecadados com as tarifas, que funcionam como impostos sobre importações.

"Esperamos que isso seja considerado ilegal, mas também estamos nos preparando para o caso de se elas se consolidarem", disse Bill Harris, cofundador da Cooperative Coffees, cooperativa sediada na Geórgia (EUA), à BBC.

A empresa, que importa café de mais de uma dezena de países, pagou cerca de US$ 1,3 milhão (R$ 7,4 milhões) em tarifas entre abril e novembro do ano passado.

Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total para 50%.

A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções, que deixou de fora da alíquota adicional de 40% itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A taxação entrou em vigor em 6 de agosto.

Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas. Meses antes da decisão, em discurso na ONU, o republicano afirmou ter tido uma “química excelente” com Lula.

Enquanto as discussões sobre o tarifaço perderam espaço no noticiário diante da prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por agentes americanos — e de outros fatores geopolíticos —, os rumos da política tarifária voltaram ao radar à espera da decisão da Suprema Corte dos EUA.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Ações da Azul despencam 36% com oferta bilionária para reestruturação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,56%Dólar TurismoR$ 5,365-0,22%Euro ComercialR$ 6,074-0,38%Euro TurismoR$ 6,340-0,14%B3Ibovespa189.532 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,56%Dólar TurismoR$ 5,365-0,22%Euro ComercialR$ 6,074-0,38%Euro TurismoR$ 6,340-0,14%B3Ibovespa189.532 pts-0,53%MoedasDólar ComercialR$ 5,147-0,56%Dólar TurismoR$ 5,365-0,22%Euro ComercialR$ 6,074-0,38%Euro TurismoR$ 6,340-0,14%B3Ibovespa189.532 pts-0,53%Oferecido por

A desvalorização das ações da Azul é resultado da conversão de dívidas em papéis, diluindo a participação dos acionistas atuais.

A companhia aérea anunciou uma captação de R$ 4,98 bilhões por meio de uma nova oferta de ações no mercado.

Um total de 45,48 trilhões de novas ações ordinárias serão negociadas na bolsa a partir da próxima segunda-feira (23).

O plano de reorganização da Azul foi aprovado pela Justiça americana em dezembro, concluindo uma fase do Chapter 11.

A empresa entrou com pedido de proteção sob o Chapter 11 em maio do ano passado, citando impactos da pandemia e pressões econômicas.

As ações da Azul despencaram 36,27% nesta quinta-feira (19), após a companhia aérea anunciar uma captação de R$ 4,98 bilhões por meio de uma nova oferta de papéis. A medida ocorre em meio ao processo de recuperação judicial da empresa nos Estados Unidos.

🔎 Diferentemente do que costuma ocorrer em quedas acentuadas na bolsa, o movimento não reflete uma crise operacional ou escândalo envolvendo a companhia. A desvalorização está ligada ao plano de reestruturação: parte das dívidas está sendo convertida em ações, o que reduz juros, mas dilui a participação dos atuais acionistas e pressiona os preços dos papéis.

As ações emitidas passam a ser negociadas na bolsa na próxima segunda-feira (23), conforme fato relevante divulgado pela companhia. A oferta envolve 45,48 trilhões de papéis ordinários, ao preço de R$ 0,0001096566 cada.

A emissão levou o capital social da Azul a R$ 21,76 bilhões, dividido em 54,7 trilhões de ações.

A Justiça americana aprovou o plano de reorganização da Azul em dezembro do ano passado, marcando a conclusão de mais uma etapa do processo de recuperação judicial da companhia.

“Essa decisão reforça a consistência geral da reestruturação proposta, permitindo que a companhia avance para as próximas fases de implementação”, disse a empresa em comunicado divulgado em 12 dezembro.

A Azul entrou com pedido de proteção sob o Capítulo 11 da Lei de Falências dos Estados Unidos, também conhecido como “Chapter 11”, em maio do ano passado. O mecanismo é semelhante ao processo de recuperação judicial adotado no Brasil.

O processo de reestruturação previsto no Chapter 11 estabelece os termos para a reorganização das obrigações financeiras e operacionais da companhia.

Segundo a empresa, a entrada no mecanismo de proteção ocorreu após a Azul enfrentar “efeitos profundos da pandemia de Covid‑19, combinados a pressões macroeconômicas e setoriais" que elevaram significativamente seu endividamento.

“Em meio à instabilidade econômica e política no Brasil, a companhia adotou diversas medidas de reestruturação e captação de recursos entre 2020 e 2025, culminando no protocolo do Chapter 11 em maio de 2025”, disse a empresa.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 2.974: prêmio acumula e vai a R$ 105 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.974: prêmio acumula e vai a R$ 105 milhões Veja os números sorteados: 03 – 10 – 12 – 19 – 37 – 40. Quina teve 108 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 27.143,02. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.974 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (19), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 105 milhões.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Policiais e manifestantes entram em confronto na Argentina enquanto Congresso discute reforma trabalhista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Mundo Policiais e manifestantes entram em confronto na Argentina enquanto Congresso discute reforma trabalhista Agentes lançaram gás lacrimogêneo e usaram canhões d'água em frente ao Congresso depois de, segundo a imprensa local, manifestantes contrários à reforma tentarem furar bloqueio que isola o prédio. Por Redação g1

Manifestantes empurram uma cerca enquanto um canhão de água tenta dispersá-los durante um protesto em frente ao prédio do Congresso em Buenos Aires, durante discussões da reforma trabalhista no país — Foto: TOMAS CUESTA / AFP

Policiais e manifestantes entraram em confronto em Buenos Aires nesta quinta-feira (19) em frente ao Congresso da Argentina em meio à discussão de um projeto de reforma trabalhista no país.

A Câmara dos Deputados da Argentina começou a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso. O Senado já aprovou o texto na semana passada (veja os principais pontos).

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Segundo a imprensa local, os policiais contiveram os manifestantes com gás lacrimogêneo e canhões d'água depois que eles tentaram furar os bloqueios que isolavam o prédio do Congresso, na região central da capital.

A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo.

A maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), realizou uma greve geral que afetou o transporte público no país. As ruas de Buenos Aires amanheceram vazias, e nem todos os comércios abriram. Diversos voos foram afetados, inclusive no Brasil.

Drone mostra o entorno da estação de trem Retiro, em Buenos Aires, vazia em 19 de fevereiro de 2026, dia de paralisação geral na Argentina em protesto contra o projeto de reforma trabalhista do presidente Javier Milei — Foto: Agustin Marcarian/Reuters

Estação de trem Constitución, em Buenos Aires, vazia em 19 de fevereiro de 2026, dia de paralisação geral na Argentina em protesto contra o projeto de reforma trabalhista do presidente Javier Milei — Foto: Alessia Maccioni/Reuters

O governo Milei havia determinado que a imprensa seguisse "medidas de segurança", o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de "risco" nos protestos esperados para os próximos dias.

"Diante de atos de violência, nossas forças agirão", diz o texto, que informa que os meios de comunicação terão uma "zona exclusiva" em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento.

Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de 30 detidos.

O texto ainda pode sofrer alterações na Câmara, mas já é considerado uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, ao revisar regras que, em sua maioria, remontam aos anos 1970.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a reforma é ampla, reúne dezenas de artigos e faz parte de um pacote maior de mudanças estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao emprego e ao investimento na Argentina.

Para garantir apoio político e acelerar a tramitação, o governo negociou cerca de 30 alterações no texto original. Entre as mudanças de última hora, Milei retirou o artigo que permitiria o pagamento de salários por meio de moeda estrangeira ou carteiras digitais, como as do Mercado Pago.

O projeto flexibiliza contratos de trabalho, modifica regras de férias e jornada, facilita demissões e impõe limites em greves, com o objetivo de reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização do emprego em um mercado onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade.

Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril);Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos;Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas;Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras;Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais;Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias);Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho;Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência.

No mercado digital, trabalhadores de plataformas passam a ser formalmente reconhecidos como independentes, com regras específicas e seguro de proteção, e o teletrabalho (home office) deixa de ter obrigações adicionais impostas durante a pandemia.

A reforma não se aplica aos servidores públicos nacionais, estaduais ou municipais, com exceção das regras sobre greve em serviços essenciais, que também alcançam áreas como saúde, transporte e segurança.

Segundo dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH), do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 6,6%.

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Reforma trabalhista de Milei é aprovada na Câmara com mudanças; texto volta ao Senado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 05:48

Trabalho e Carreira Reforma trabalhista de Milei é aprovada na Câmara com mudanças; texto volta ao Senado Câmara analisou texto aprovado pelo Senado em meio a greve geral. O governo negociou cerca de 30 alterações no texto original para garantir aprovação rápida na Câmara dos Deputados. Por Redação g1 — São Paulo

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, com mudanças, a reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei.

O texto precisará voltar ao Senado, onde havia sido aprovado na última quinta-feira, pois o governo precisou retirou um trecho que previa redução na indenização em casos de acidentes ocorridos fora do ambiente de trabalho.

Vista como uma das reformas mais amplas na legislação trabalhista argentina desde a redemocratização, a proposta pretende atualizar regras consideradas rígidas e defasadas, reduzir custos trabalhistas e incentivar a criação de empregos formais, segundo o governo.

Críticos dizem que as mudanças podem fragilizar as relações trabalhistas, aumentar a insegurança no emprego e enfraquecer os sindicatos, sobretudo entre trabalhadores menos qualificados.

O momento é um dos mais decisivos do governo Milei desde a posse, em dezembro de 2023. A medida faz parte de um pacote de reformas voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao investimento.

Entre as mudanças que permanecem, estão a flexibilização das férias e jornadas de trabalho de até 12 horas. A expectativa é aprovar o texto final até 1º de março. (veja abaixo as principais mudanças)

Parlamentares da oposição discutem com o presidente da Câmara dos Deputados da Argentina — Foto: REUTERS/Alessia Maccioni

A sessão começou às 14h (horário local), após solicitação enviada ao presidente da Casa, Martín Menem.

A sessão foi marcada por confusão e troca de provocações no plenário. O chefe do bloco União pela Pátria, Germán Martínez, criticou a condução dos trabalhos e chegou a provocar o presidente da Casa com a frase “Cresça, Sr. Presidente”, além de afirmar que os parlamentares “vão se arrepender” da decisão.

Mais para o fim da noite, por volta das 21h30, a deputada Marcela Mango, do partido União pela Pátria, solicitou uma questão de ordem, que foi negada, para que o projeto de reforma trabalhista retornasse à comissão.

Em contra ataque, a Silvana Myriam Giudici pediu uma questão de ordem para que a proposta fosse votada em meia hora. A moção foi aceita, mas depois a deputada retirou o pedido.

Manifestantes participam de um protesto em frente ao Congresso Nacional da Argentina no dia em que legisladores discutem as reformas trabalhistas propostas pelo governo libertário do presidente Javier Mile — Foto: REUTERS/Agustin Marcarian

A reforma foi aprovada pelo Senado na madrugada da última quinta-feira (12), com 42 votos favoráveis e 30 contrários, após uma sessão marcada pela polarização.

No dia anterior (11), milhares de manifestantes se reuniram nos arredores do Congresso, em Buenos Aires, para protestar contra a proposta. Os atos terminaram em confrontos com a polícia, e cerca de 30 pessoas foram detidas, segundo a agência de notícias France Presse.

Nesta quinta-feira, o Ministério da Segurança anunciou medidas extraordinárias para a imprensa e alertou para possíveis situações de risco.

A pasta recomendou que jornalistas evitem permanecer entre possíveis focos de confronto e as forças de segurança e informou que será criada uma “zona exclusiva” para a cobertura em ruas laterais à praça em frente ao Parlamento.

Entre as mudanças estão a flexibilização das férias — que poderão ser divididas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do intervalo tradicional — e a possibilidade de ampliar a jornada diária de oito para até 12 horas, desde que respeitado o descanso mínimo.

O governo negociou cerca de 30 alterações no texto original para garantir aprovação rápida na Câmara dos Deputados.

Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril);Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos;Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas;Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras;Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais;Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias);Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência.

No setor digital, trabalhadores de aplicativos passam a ser reconhecidos formalmente como autônomos, com regras próprias e um seguro de proteção. Já o teletrabalho deixa de seguir obrigações adicionais estabelecidas durante a pandemia.

Além do quesito mais polêmico de redução de salários, o governo também retirou o artigo que permitia pagar salários em moeda estrangeira ou por carteiras digitais — como as do Mercado Pago — por não oferecerem as mesmas garantias dos bancos tradicionais, supervisionados pelo Banco Central.

Dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH) do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, indicam que a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados — uma taxa de desocupação de 6,6%.

Entre os trabalhadores, 71,9% eram assalariados, mas apenas 63,3% tinham emprego formal com contribuição previdenciária. Somando os autônomos, a informalidade alcança cerca de 43% do mercado.

O setor de serviços reúne aproximadamente 70% dos postos de trabalho, seguido por indústria e construção (22%) e agropecuária (8%). Além disso, mais de um quarto dos ocupados trabalha mais de 45 horas por semana, indicando jornadas prolongadas.

Há 2 horas Política Viúva diz que julgamento pode servir de exemplo contra impunidadeHá 2 horasPGR afirma ter reunido provas para condenar acusados; veja argumentosHá 2 horasVeja quem já foi condenado pela execuçãoHá 2 horas4 anos de conflitoGuerra da Ucrânia: Rússia paga preço muito alto para ser vencedora, dizem analistas

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