RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

De Senna à Marília Mendonça: relembre coberturas marcantes do Plantão da Globo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

Quando a vinheta do Plantão da Globo interrompe a programação, o Brasil para. É o sinal de que algo importante aconteceu.

Nos últimos 35 anos, a trilha sonora e os microfones girando invadiram a tela para anunciar guerras, acidentes, atentados e decisões que mudaram o país e o mundo.

O Plantão da Globo estreou em 21 de maio de 1991, durante o intervalo da “Sessão da Tarde”. Do estúdio do Jornal Nacional, o apresentador Marcos Hummel informou a morte do ex-primeiro-ministro da Índia Rajiv Gandhi, vítima de um atentado.

O primeiro boletim extraordinário da emissora surgiu no início da década de 1970, com uma vinheta que exibia uma mão aberta e a palavra “Atenção”. A criação teve uma origem curiosa: a necessidade de transmitir um recado para uma autoridade durante o Carnaval, em plena ditadura militar.

O então vice-presidente de Operações da Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, precisava falar com o presidente da Riotur, empresa de turismo do Rio de Janeiro, Aníbal Uzeda de Oliveira, para resolver assuntos ligados ao Carnaval.

“Ele havia sumido. Não queria atender a Globo, estava atendendo só a TV Tupi na época. Então, a primeira ‘mão’ que foi para o ar dizia: ‘Coronel Uzeda, onde o senhor estiver, entre em contato com a TV Globo’. E essa ‘mão’, depois, virou o primeiro Plantão”, lembra Boni.

Com o tempo, o formato evoluiu. Ainda nos anos 1970, virou “JN Extra”. Na década de 1980, a identidade se fragmentou, e cada telejornal ganhou sua própria versão: “Plantão do Bom Dia Brasil”, “Plantão do Jornal Hoje”, “Plantão do Jornal Nacional”, “Plantão do Jornal da Globo” e “Plantão do Fantástico”.

Antes mesmo da estreia do formato atual, o jornalista William Bonner já comandava os antigos boletins extraordinários. Foram pelo menos 10 edições entre o fim da década de 1980 e o começo da década de 1990.

Bonner considera um deles o mais desafiador da carreira. Na noite de 17 de janeiro de 1991, o “Plantão JN” interrompeu a novela “Meu Bem, Meu Mal” para anunciar o início da Guerra do Golfo.

“O editor Aníbal Ribeiro viu um alerta da agência espanhola EFE no terminal dele e gritou. O editor Geneton Moraes Neto me mandou dar o plantão. Cumpri o ritual: saí correndo da redação até o controle mestre da rede, que ficava no mesmo andar. Ao entrar, anunciei que colocaríamos um plantão no ar”, lembra Bonner.

“Tão logo me posicionei na cabine de locução, o operador interrompeu a programação para que eu desse a notícia de que Bagdá estava sob bombardeio. Ao retornar à redação, Geneton me mandou para o estúdio, onde faríamos uma entrada adicional com áudio e vídeo. Era para durar um ou dois minutos. Ficamos no ar por horas.”

O plantão se transformou em uma cobertura ao vivo que durou toda a madrugada, em uma edição especial do Jornal da Globo.

O último “Plantão JN” da história foi comandado por Bonner em 26 de abril daquele mesmo ano, para noticiar a prisão do jogador argentino Diego Maradona, em Buenos Aires, acusado de posse e consumo de cocaína.

O jornalista só apareceria no novo formato do Plantão da Globo em 19 de agosto de 1991, na segunda vez em que a vinheta foi usada, para anunciar a tentativa de golpe de Estado na União Soviética contra o presidente Mikhail Gorbachev.

Como o formato ainda era novidade, a decisão de interromper a programação gerava dúvidas. O então vice-presidente de Operações da Globo precisou intervir.

“O coordenador Valério Fernandes me ligou para confirmar se a notícia justificava a interrupção. Eu já havia determinado por memorando que o critério era exclusivamente do jornalismo, mas, dessa vez, tive que autorizar”, conta Boni.

Bonner diz que o sentimento é parecido com o do telespectador: adrenalina em alta o tempo todo. Ele é um dos apresentadores que mais comandaram o boletim extraordinário no formato atual, com pelo menos 45 edições.

“Como jornalista da Globo há 40 anos, é natural que eu tenha sido tantas vezes o responsável por anunciar notícias urgentíssimas. E me orgulho muito do trabalho das nossas equipes, que nos permitem cumprir nossa missão com extrema agilidade e absoluta correção”, diz Bonner.

Houve situações em que não havia tempo para preparar o estúdio. Até 2008, em vários momentos, o Plantão entrou no ar apenas com o selo na tela e a narração em off de um apresentador. O importante era não deixar a notícia esperar.

Hoje, esse formato não é mais necessário. Com a cobertura 24 horas da GloboNews, o canal mantém a informação no ar ao vivo até que o apresentador do próximo telejornal esteja pronto para entrar em rede.

Ao longo de mais de três décadas, o Plantão entrou no ar centenas de vezes para mostrar a história em tempo real.

Um dos mais lembrados foi ao ar em 1º de maio de 1994, quando o Brasil parou nove vezes em um único dia para acompanhar as notícias sobre o acidente e, mais tarde, a confirmação da morte do piloto Ayrton Senna durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália. Foi o recorde de exibições do boletim em 24 horas.

O repórter Roberto Cabrini comandou a apuração. Ele estava no autódromo e seguiu para o hospital em Bolonha, para onde Senna havia sido levado. De lá, por meio de um telefone celular, Cabrini atualizava o Brasil em boletins sucessivos na programação. A morte do piloto foi anunciada às 13h40.

A morte dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, em 1996, foi outra cobertura de grande comoção nacional. O acidente aéreo na Serra da Cantareira, em São Paulo, interrompeu o auge da carreira do grupo, que era um fenômeno de popularidade, especialmente entre o público infantil.

O primeiro Plantão foi ao ar no início da manhã de 2 de março, com imagens ao vivo do Globocop sobrevoando o local do acidente.

No ano seguinte, em 1997, Sandra Annenberg anunciou a morte da princesa Diana depois de um acidente de carro em Paris.

Naquela noite de sábado, ela estava de plantão no Jornal Nacional e se preparava para sair de férias na segunda-feira. Depois de apresentar o JN, Sandra foi jantar com o marido, o jornalista Ernesto Paglia. Quando os pratos foram servidos, o telefone tocou. Era o chefe dela, com um pedido urgente.

“Ele falou: ‘acho melhor você vir já, porque a princesa Diana teve um acidente e a gente está acompanhando, e parece que é grave. A gente vai ficar entrando com plantões ao longo da noite’”, contou a jornalista durante participação no programa “Que História É Essa, Porchat?”, no canal GNT.

A primeira reação foi pedir para terminar o jantar antes de voltar, mas o chefe aconselhou que ela fosse imediatamente para a redação.

Foram diversos boletins ao longo da noite para atualizar as informações. Por volta de 0h47 de domingo, o Plantão da Globo interrompeu o Supercine, e Sandra anunciou em primeira mão no Brasil a morte da princesa Diana.

Na segunda-feira, ela embarcou para as férias já programadas em Londres, onde acabou testemunhando a comoção mundial e o funeral da princesa.

Em 2001, o Plantão da Globo interrompeu os desenhos da manhã para transmitir, ao vivo, o maior atentado da história: o choque dos aviões contra as torres do World Trade Center, em Nova York. O ataque terrorista deixou milhares de mortos e mudou os rumos da história contemporânea.

Naquele dia, a principal pauta da redação de São Paulo era o assassinato do prefeito de Campinas, Toninho do PT.

No Rio, o então diretor-executivo de Jornalismo, Ali Kamel, recém-chegado à emissora, viu em um dos monitores da sala a imagem da primeira torre do World Trade Center em chamas. A informação inicial, ainda equivocada, era de um acidente com um avião bimotor.

Kamel correu para a sala do diretor da Central Globo de Jornalismo, Carlos Henrique Schroder. Ao ver a imagem, Schroder ligou imediatamente para o diretor-executivo de Jornalismo em São Paulo, Amauri Soares, com uma ordem direta: “Põe no ar o plantão, Amauri! O World Trade Center está pegando fogo! Põe no ar!”.

O que Schroder não sabia era que, em São Paulo, Amauri já havia visto as imagens em um canal de notícias americano e corria para colocar o Plantão no ar no exato momento em que o telefone tocou.

O boletim foi comandado por Carlos Nascimento. Quatro minutos depois, no entanto, a transmissão foi encerrada. Às 10h02, a vinheta do Plantão interrompeu novamente a programação, e Carlos Nascimento continuou a narração.

A Globo transmitiu ao vivo o choque do segundo avião contra a outra torre, em uma imagem que marcou o mundo.

A cobertura do 11 de setembro também gerou uma curiosidade que dura até hoje nas redes sociais: qual desenho foi interrompido pelo Plantão da Globo? A resposta, apurada pelo g1, você pode conferir aqui.

Em 2005, a cobertura da morte do papa João Paulo II uniu o estúdio e a rua. Enquanto Fátima Bernardes comandava o Plantão que anunciou a notícia, William Bonner, que havia desembarcado em Roma poucas horas antes, já estava no centro do acontecimento.

A notícia veio depois de dias de agravamento da saúde do pontífice, acompanhados por milhões de católicos. Da Praça de São Pedro, Bonner mostrou, naquela noite, no Jornal Nacional, a comoção entre peregrinos e turistas que já acampavam no local.

A cobertura do acidente com o voo 1907 da Gol, em 2006, é um exemplo da responsabilidade editorial por trás da vinheta.

Os primeiros rumores sobre o desaparecimento do avião, que levava 154 pessoas, chegaram à redação durante o Jornal Nacional. A decisão da chefia, no entanto, foi segurar a informação. A prioridade era confirmar a rota e o número exato do voo para não gerar pânico com dados imprecisos.

A confirmação oficial só veio depois do fim do telejornal. Foi então que um Plantão interrompeu a programação para noticiar o desaparecimento.

A informação completa sobre a colisão com um jato Legacy e a queda na Floresta Amazônica, que não deixou sobreviventes, foi dada em um novo Plantão minutos depois, no que era, até então, o maior acidente da aviação brasileira.

Em 2007, Bonner apresentou o Plantão sobre o acidente do voo 3054 da TAM, em Congonhas, que deixou 199 mortos.

Menos de 20 minutos depois da queda, a Globo colocou no ar o boletim extraordinário com imagens ao vivo do local. A princípio, Bonner hesitou diante da incerteza das informações. A dúvida, porém, durou pouco. Ao ver a dimensão do incêndio, ele voltou atrás e começou a gritar na redação: “Plantão! Plantão!”.

Quase 10 anos depois dos atentados de 11 de setembro, a morte de Osama Bin Laden, em 2011, foi noticiada pelo Plantão. A cobertura foi comandada pelos apresentadores do Fantástico na época, Patrícia Poeta e Zeca Camargo.

Já passava da meia-noite quando os dois jornalistas entraram no ar para confirmar a informação e, em seguida, transmitir ao vivo o pronunciamento do presidente americano Barack Obama, com tradução simultânea feita pela dupla.

Anos depois, em 2016, a programação foi interrompida na madrugada para anunciar a queda do avião que levava o time da Chapecoense para a Colômbia, em um acidente que deixou 71 mortos.

O Plantão entrou no ar por volta das 4h10 da madrugada, com a apresentadora do Hora Um na época, Monalisa Perrone. As informações, naquele momento, ainda eram desencontradas.

Em 2020, o Plantão da Globo foi usado como uma ferramenta de compromisso com a informação e também como um ato de resistência jornalística.

“Na pandemia, no dia em que o governo Bolsonaro passou a retardar os dados sobre novos casos e mortes por Covid, encerramos o JN sem esses números. Mas interrompemos a novela das 9 assim que os obtivemos, cumprindo nosso compromisso de informar e deixando claro que não desistiríamos de fazê-lo”, conta Bonner.

Dez minutos depois do fim do Jornal Nacional, a vinheta entrou no ar para divulgar os números atualizados da Covid-19.

A cobertura da morte de Marília Mendonça, no fim de 2021, também é um exemplo dos desafios da notícia em tempo real, marcada pela incerteza e pelas informações desencontradas nas primeiras horas.

O Plantão da Globo, apresentado por Ana Paula Araújo, interrompeu o intervalo de Vale a Pena Ver de Novo para informar que a cantora havia sido resgatada com vida depois de um acidente aéreo no interior de Minas Gerais, com base em informações preliminares repassadas pelo empresário da artista.

A informação mudou drasticamente quando o repórter da afiliada da Globo chegou ao local do acidente. As imagens ao vivo mostraram que havia corpos sendo retirados, o que contradizia a nota divulgada pela assessoria da artista.

“Começou como um plantão de um acidente de avião envolvendo uma cantora queridíssima, mas que até então a gente achava que era um acidente em que todos tinham sobrevivido. E depois a gente descobriu ali, no ar, durante a transmissão, que era uma tragédia absurda, que ninguém tinha sobrevivido”, conta Ana Paula.

A confirmação da morte de Marília Mendonça e de outras quatro pessoas só ocorreu em um boletim exibido mais tarde na programação.

A morte de Pelé, em 2022, mobilizou uma das maiores e mais longas operações da história do Plantão.

Comandado por Renata Vasconcellos no estúdio do Jornal Nacional, o boletim interrompeu a “Sessão da Tarde” e se estendeu por horas, cancelando a exibição de novelas.

A cobertura se destacou pela ampla rede de repórteres, com entradas ao vivo do hospital em São Paulo, da Vila Belmiro, em Santos, e de diversas capitais do mundo, para mostrar a repercussão global.

Ao final, houve uma homenagem: a vinheta tradicional foi substituída por um selo especial dedicado ao “Rei do Futebol”, marcando a importância do momento.

Até a publicação desta reportagem, a exibição mais recente do Plantão da Globo havia ocorrido na tarde de 17 de abril de 2026. Às 16h54, o boletim apresentado por César Tralli interrompeu a Sessão da Tarde para noticiar a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, um dos maiores ícones do esporte brasileiro.

* Colaboração de Ana Chagas, Fábio Lucio, Leonni Pissurno e Luciano Cesário, pesquisadores do Acervo da TV Globo.

Há 9 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 9 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 9 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 11 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 11 horasFraude bancáriaApós 6 meses da liquidação do Master, R$ 2 bilhões ainda não foram resgatados

Há 59 minutos Jornal Nacional Defesa pede ao STF que Vorcaro seja transferido para a PapudinhaHá 59 minutosIdentificação de golpistasBig techs terão de guardar por 1 ano dados de quem faz anúncio online

Há 3 horas Política 🎧 PodcastO ASSUNTO: casamento infantil e o horror das mulheres afegãs sob o Talibã

Há 2 horas O Assunto 35 anos da vinheta 📺De Senna à Marília Mendonça: as coberturas marcantes do Plantão da Globo

Há 4 horas libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 4 horasPreço dinâmico e inflacionadoCopa vai ter ingresso de até R$ 55 mil na final e já é a mais cara da história

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Datafolha: 68% dos endividados acham que vão se beneficiar do Desenrola 2.0

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 01:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

A pesquisa Datafolha divulgou na quinta-feira (21) um novo panorama sobre o endividamento dos brasileiros: 68% dos endividados dizem acreditam que vão se beneficiar do Desenrola 2.0. Além disso, a pesquisa apontou que 82% enxergam que o programa tem impacto positivo para a economia como um todo.

Os dois índices ficam bem acima daqueles 31% endividados que avaliam o governo como ótimo ou bom entre os endividados ou os 46% que aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre os não endividados, 39% veem benefícios para suas finanças pessoais e 73% para a economia como um todo. No caso dos não endividados, os índices também ficam acima dos 30% que veem o governo como ótimo e bom e dos 45% que aprovam o trabalho do atual presidente.

A pesquisa também demonstra que os mais otimistas com o programa são os jovens, moradores do Nordeste e eleitores de Lula.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que mais de um milhão de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola 2.0.

Nos dias 12 e 13 de maio, o Datafolha ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais. Na amostra total, a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Já entre os não alinhados, a margem é de quatro pontos percentuais.

Em 18 de abril, o Datafolha divulgou uma pesquisa que mostrou o cenário dos endividados no Brasil. De cada três brasileiros, dois têm dívidas financeiras. E não é só em relação a bancos: 41% dos que pegaram empréstimo com conhecidos, como amigos e familiares, não devolveram o dinheiro.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, distribuídas proporcionalmente entre todas as regiões do Brasil, entre 8 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.

Considerando só os endividados, 29% estão inadimplentes nos parcelamentos de cartão de crédito , 26% não quitaram os empréstimos no banco, e 25% têm pendências em carnês de lojas.

Entre os entrevistados, 27% utilizam o crédito rotativo, ainda que com frequências distintas. Desse total, apenas 5% recorrem à modalidade habitualmente, enquanto 22% o fazem de forma ocasional ou rara. Vale lembrar que o rotativo é ativado automaticamente quando o cliente paga apenas o mínimo da fatura, incidindo juros altos sobre o valor restante.

O levantamento também mapeou a inadimplência em contas de consumo e serviços, revelando que 28% dos entrevistados têm débitos em atraso. Entre as contas mais citadas pelos inadimplentes, destacam-se:

A sensação de "aperto financeiro" é uma realidade para grande parte dos brasileiros, segundo o levantamento do Datafolha.

A partir de um índice que mensura oito tipos de restrições orçamentárias — como cortes de consumo e inadimplência —, a pesquisa revelou que 45% da população vive sob forte pressão econômica: 27% em situação "apertada" e 18% em condição "severa". Outros 36% enfrentam uma situação moderada, enquanto apenas 19% são considerados isentos ou com restrições leves.

Para equilibrar as contas, as estratégias de sobrevivência são variadas. O lazer foi o primeiro item sacrificado (64%), seguido pela redução das refeições fora de casa (60%) e a troca de marcas por opções mais baratas (60%).

Há claro impacto no consumo básico: 52% reduziram a compra de alimentos, e metade dos entrevistados (50%) cortou gastos com água, luz e gás. No campo das obrigações, 40% deixaram contas vencerem, e 38% suspenderam o pagamento de dívidas ou a compra de remédios.

Esse sufoco reflete-se nas preocupações imediatas: ao serem questionados espontaneamente sobre seu maior problema pessoal, 37% dos brasileiros apontaram fatores financeiros, citando a baixa renda, o endividamento e o alto custo de vida.

Há 6 horas Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 7 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 7 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 7 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 8 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 8 horasIdentificação de golpistasBig techs terão de guardar por 1 ano dados de quem faz anúncio online

Há 4 horas Jornal Nacional LibertadoresCorinthians empata com Peñarol e garante 1º lugar do grupo na Libertadores

Há 2 horas libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 2 horasAbalo sísmicoTremor de magnitude 3,3 é registrado no litoral do Rio de Janeiro

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Kevin Warsh, indicado por Trump, assume o comando do Fed: o que esperar e impactos para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 00:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

Kevin Warsh assume a liderança do Fed em um cenário de alta inflação, exacerbada pelos preços de energia e o conflito no Oriente Médio. A nomeação ocorre em meio à preocupação com a independência do banco central.

Apesar de ter sido indicado por Trump, Warsh é considerado técnico por sua experiência prévia como diretor do Fed. Essa percepção atenua parte da desconfiança do mercado sobre sua gestão.

Especialistas debatem se Warsh adotará uma postura mais rígida contra a inflação ou se considerará a IA para conter preços. Sua visão sobre produtividade tecnológica gera incerteza sobre a taxa de juros.

Espera-se que Warsh adote uma comunicação mais discreta, diminuindo indicações futuras sobre os juros. Isso pode aumentar a flexibilidade do Fed, mas também a incerteza nos mercados a curto prazo.

As decisões do Fed sob Warsh influenciarão diretamente os fluxos de investimento globais. Juros nos EUA impactam o real e a entrada de capital em países emergentes, como o Brasil.

O economista Kevin Warsh assume nesta sexta-feira (22) a presidência do Federal Reserve (Fed). Indicado por Donald Trump, o novo chefe do banco central dos Estados Unidos toma posse em um cenário de inflação pressionada pelos preços de energia, devido à guerra no Oriente Médio. A cerimônia ocorre às 12h (horário de Brasília).

A atenção do mercado em relação ao novo comandante do banco central americano cresceu diante da forte pressão exercida por Donald Trump sobre Jerome Powell, ex-presidente do Fed, a partir de 2025. Powell deixou a chefia do BC na última sexta (15), mas segue como diretor.

Veterano na máquina pública americana, Kevin Warsh já foi diretor do Fed e, agora, passa a liderar o comitê responsável pela política monetária dos EUA — ou seja, o grupo que decide a taxa básica de juros do país, hoje na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

Há um cenário de desconfiança em relação a Warsh por causa das críticas frequentes de Trump ao Fed e, especialmente, a Powell, em meio à pressão do presidente por cortes nos juros. Nesse contexto, o principal receio do mercado é uma possível interferência do republicano nas decisões da instituição, que atua com independência.

🔎 Mudanças no comando do banco central dos EUA podem influenciar diretamente os rumos dos juros no país — com reflexos também no Brasil. Os impactos costumam ser sentidos na taxa básica de juros, a Selic, na cotação do dólar e na bolsa de valores. (leia mais abaixo)

Para especialistas ouvidos pelo g1, apesar do fator político envolvendo Trump, Warsh também é visto como um nome técnico por já ter passado pelo Fed. Ele atuou como diretor na instituição durante o governo de George W. Bush, entre 2006 e 2011.

"Warsh não é visto como um nome totalmente político. Isso pode reduzir parte do receio do mercado", afirma Tales Barros, líder de renda variável da W1 Capital.

O economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, tem a mesma leitura. Segundo ele, Warsh sempre adotou uma postura mais rígida no combate à inflação, defendendo juros mais altos quando necessário para controlar os preços.

“Por isso, a expectativa é que ele mantenha essa linha e não ceda às pressões políticas de Donald Trump por cortes nos juros. Acredito que, pela trajetória dele, essa deve ser a postura adotada”, afirma.

De forma geral, a avaliação é que os temores iniciais de interferência de Trump diminuíram, mas não foram eliminados por completo. Por isso, agentes do mercado global vão monitorar de perto a postura do Fed nas primeiras decisões sobre os juros sob o comando de Warsh.

O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Para isso, usa principalmente a taxa de juros.

🔎 Quando os preços sobem muito, o banco central eleva as taxas para frear o consumo e o crédito. Já em momentos de desaceleração econômica, reduz os juros para estimular a atividade.

Plínio Zanini, diretor de risco da Ciano Investimentos, afirma que ainda é cedo para saber qual será a postura predominante de Warsh no comando do Fed.

Segundo ele, o mercado tenta entender se o novo presidente manterá uma linha mais rígida no combate à inflação ou se adotará uma postura mais favorável à redução dos juros.

Parte dessa dúvida vem das declarações de Warsh sobre os ganhos de produtividade gerados pela Inteligência Artificial (IA). Na visão do novo chefe do Fed, o avanço da tecnologia pode ajudar a conter a inflação naturalmente, sem a necessidade de juros tão altos.

“A grande ambiguidade hoje é entender qual Warsh vai aparecer: o que defendia juros altos para controlar a inflação ou o que pode apostar menos na taxa para conter os preços”, diz Zanini.

A escalada das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo passaram a ser o principal obstáculo para uma eventual redução dos juros nos EUA. O avanço dos preços dos combustíveis pressionou a inflação americana e mudou as expectativas do mercado.

Segundo Marco Saravalle, estrategista-chefe da Krivo Capital, a guerra alterou rapidamente o cenário. O mercado, que antes esperava cortes nas taxas, agora já discute a possibilidade de juros mais altos por mais tempo para conter a inflação.

“O grande assunto no curto prazo continua sendo o petróleo”, afirma o estrategista, acrescentando que a alta da commodity aumenta a pressão inflacionária e dificulta um alívio nos juros pelo banco central americano.

A expectativa do mercado é que Kevin Warsh adote uma comunicação mais discreta no comando da instituição, reduzindo indicações antecipadas sobre os próximos passos dos juros — prática conhecida como “forward guidance”.

“Warsh é crítico ao modelo atual de comunicação do Fed”, afirma Marco Saravalle, da Krivo Capital.

Plínio Zanini, da Ciano Investimentos, avalia que essa postura pode dar mais flexibilidade ao banco central, ao permitir mudanças de trajetória sem compromissos públicos tão claros. Por outro lado, diminui a previsibilidade.

Segundo analistas, Warsh também pode reduzir a frequência de coletivas de imprensa, o que tende a aumentar a incerteza e a volatilidade nos mercados no curto prazo.

As decisões do Fed afetam diretamente o Brasil porque influenciam o movimento global de investimentos.

“Nós temos um fluxo de capitais dividido entre países emergentes e os EUA. Se o juro sobe lá, os recursos tendem a ir para o mercado americano, e a moeda brasileira sofre um pouco”, explica Alex Agostini, da Austin Rating.

🔎 Taxas elevadas nos EUA também reduzem o espaço para cortes na Selic, a taxa básica brasileira. Isso acontece porque o ambiente externo mais pressionado fortalece o dólar e exige que países emergentes mantenham juros altos para atrair capital e para conter a inflação.

Uma eventual redução dos juros tende a favorecer a entrada de investimentos no Brasil. Se isso acontecer por pressão de Trump, no entanto, a leitura será de perda de independência do Fed — o que pode gerar o efeito contrário.

Se o mercado enxergar uma perda de credibilidade no combate à inflação, a curva de juros futura dos EUA pode subir, fortalecendo o dólar e reduzindo o fluxo para países emergentes, explica Tales Barros, da W1 Capital.

Há 5 horas Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 5 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 5 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 5 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 7 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 7 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Jornal Nacional LibertadoresCorinthians empata com Peñarol e garante 1º lugar do grupo na Libertadores

Há 45 minutos libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 45 minutosPrevisão do tempo 🥶❄️Frente fria mantém temperaturas baixas no Sul e em SP até o fim de semana

Há 19 minutos Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidade hojeHá 19 minutosComo bilhetinhos em prisão levaram à investigação sobre Deolane

Há 2 horas Jornal Nacional Advogada e influenciadora é levada para penitenciária na Zona Norte de SPHá 2 horasDinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e abre espaço para parlamentar dar verba a cidades em período eleitoral

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quem é Kevin Warsh, indicado por Trump e que assume o comando do Fed nesta sexta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 22/05/2026 00:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%MoedasDólar ComercialR$ 5,001-0,06%Dólar TurismoR$ 5,2040,03%Euro ComercialR$ 5,812-0,1%Euro TurismoR$ 6,058-0,1%B3Ibovespa177.650 pts0,17%Oferecido por

Indicado por Donald Trump, o economista americano Kevin Warsh assume nesta sexta-feira (21) a presidência do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Warsh é ex-diretor do Fed, tem 56 anos e possui longa trajetória no sistema financeiro, no governo dos EUA e na condução da política monetária — ou seja, nas decisões sobre os juros do país.

Além de economista, o novo presidente do Fed também é jurista. Ele nasceu em Albany, capital do estado de Nova York, e é formado em políticas públicas pela Universidade de Stanford, com ênfase em economia e estatística.

🔎Especialista em política de juros e mercados financeiros globais, Warsh construiu uma carreira nas áreas de economia e finanças, participação ativa na gestão de crises econômicas e experiência entre cargos no governo, além de atividades acadêmicas e no setor privado.

Em seguida, concluiu o curso de direito na Universidade Harvard, onde se especializou na relação entre direito, economia e regulação.

Também realizou estudos complementares em economia de mercado e mercados de capitais na Harvard Business School e no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Sua carreira começou no setor financeiro, no banco americano Morgan Stanley, onde atuou na área de fusões e aquisições.

Nesse período, assessorou empresas de diferentes setores, como indústria, tecnologia e serviços, além de participar da estruturação de operações no mercado de capitais.

Em 2002, Warsh deixou o setor privado para integrar o governo do então presidente George W. Bush (2001–2009). Na Casa Branca, ocupou os cargos de assistente especial para política econômica e secretário executivo do Conselho Econômico Nacional.

Nessa função, aconselhava diretamente o presidente sobre temas ligados à economia dos EUA, mercados financeiros, sistema bancário e seguros.

Em 2006, foi indicado por Bush para o Conselho de Governadores do Fed, como diretor, tornando-se o mais jovem membro da história da instituição, aos 35 anos.

Durante seu mandato, representou o banco central americano no G20 — grupo das principais economias do mundo —, e atuou como emissário para economias da Ásia, além de exercer a função de governador administrativo, responsável pela gestão interna da instituição.

🔎 Warsh teve papel relevante na condução da política monetária durante a crise financeira de 2008 e ficou conhecido por discursos sobre o período, como “The End of History?” ('O fim da história?', em português) e “The Federal Funds Rate in Extraordinary Times” ('A taxa dos fundos federais em tempos extraordinários', em tradução livre), nos quais abordou os desafios do sistema financeiro e da política de juros.

Desde que deixou o Fed, em 2011, Warsh atua no meio acadêmico e no mercado financeiro. É pesquisador visitante em economia no Instituto Hoover, da Universidade de Stanford, e professor na Escola de Negócios da mesma instituição.

Também é sócio-consultor da gestora de investimentos Duquesne Family Office, ligada ao bilionário americano Stanley Druckenmiller.

Além disso, integra conselhos de administração de empresas como a United Parcel Service, uma das maiores empresas de logística do mundo, e a varejista americana de tecnologia Coupang.

Warsh também participa de fóruns de discussão econômica, como o G30 — conselho global independente que reúne líderes econômicos e financeiros —-, e o painel de consultores econômicos do Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA.

O anúncio de Warsh como novo indicado para presidir o Fed foi feito pelo presidente Donald Trump em janeiro. A nomeação foi aprovada pelo Senado americano em 13 de maio.

“Tenho o prazer de anunciar que estou nomeando Kevin Warsh para presidir o Conselho de Governadores do Federal Reserve”, escreveu, na época, Trump em uma publicação nas redes sociais.

Publicação do presidente dos EUA Donald Trump sobre o enfermeiro morto em Minneapolis após divulgação de vídeo de briga com agentes do ICE — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Warsh substitui Jerome Powell, cujo mandato terminou em 15 de maio. Ao longo do atual mandato de Trump, Powell foi alvo de críticas frequentes do presidente, que defende cortes mais rápidos nos juros para impulsionar a economia. (leia mais aqui)

Warsh, por sua vez, é visto como favorável a juros mais baixos. Ele defende reduzir a atuação do Fed na economia americana, o que indica uma postura mais cautelosa em relação a estímulos mais fortes.

Há 5 horas Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 5 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 5 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 5 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 7 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 7 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Jornal Nacional LibertadoresCorinthians empata com Peñarol e garante 1º lugar do grupo na Libertadores

Há 42 minutos libertadores Previsão do tempo 🥶❄️Frente fria mantém temperaturas baixas no Sul e em SP até o fim de semana

Há 17 minutos Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidade hojeHá 17 minutosComo bilhetinhos em prisão levaram à investigação sobre Deolane

Há 2 horas Jornal Nacional Advogada e influenciadora é levada para penitenciária na Zona Norte de SPHá 2 horasDinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e abre espaço para parlamentar dar verba a cidades em período eleitoral

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Imposto de Renda 2026: ficou de fora do 1º lote da restituição? Veja o calendário dos próximos

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 22/05/2026 00:50

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: ficou de fora do 1º lote da restituição? Veja o calendário dos próximos Prazo para entrega da declaração vai de 23 de março a 29 de maio. Expectativa da Receita é de que cerca de 44 milhões de declarações sejam entregues neste ano. Por Redação g1 — São Paulo

Os contribuintes poderão fazer a consulta ao 1º lote de restituições do Imposto de Renda 2026 a partir desta sexta-feira (22).

Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 16 bilhões. Este é o maior valor já pago pela Receita Federal em um lote de restituição do IRPF.

Diferentemente de anos anteriores, as restituições de 2026 serão pagas em quatro lotes. Segundo a Receita Federal, cerca de 80% dos pagamentos devem ser feitos nos dois primeiros lotes, ou seja, até o fim de junho.

A Receita prioriza a data de entrega da declaração, mas também segue uma fila de prioridades para alguns grupos, que recebem a restituição antes dos demais — mesmo que tenham enviado o documento nos últimos dias do prazo.

Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do calendário de restituições.

Quem é obrigado a declarar?Como baixar o programa?Até quando vai o prazo de declaração do Imposto de Renda 2026?Quando vou poder fazer a declaração pré-preenchida?A isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil já está valendo?Quem tem prioridade para receber a restituição?Quais os documentos necessários para fazer a declaração?O que é o 'cashback' anunciado pelo Fisco?Quais são os limites para dedução?

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

O contribuinte poderá baixar os programas do Windows, Multiplataforma (zip) e Outros (Mac, Linux, Solaris). O programa estará disponível no próprio site da Receita Federal a partir de sexta-feira (20).

Acesse o site da Receita Federal e clique na opção "Baixar programa" para baixar a versão para Windows ou escolher uma das demais opções;Depois que o computador fizer o download do programa de instalação, uma caixa de introdução será aberta. Nessa aba, a orientação da Receita é que você finalize todos os programas em execução antes de prosseguir. Feito isso, basta clicar em "Avançar";Em seguida, selecione a pasta onde pretende instalar o programa no seu computador. Você também tem a opção de criar uma pasta própria para o download, se quiser. Depois, clique em "Avançar" novamente;Confirme as configurações para a pasta de destino. Para facilitar, selecione a opção de "criar atalho na área de trabalho" — dessa forma, um ícone para o programa será criado. Em seguida, clique em "Avançar";Pronto! A Instalação está concluída. Agora, basta clicar em "Terminar".

Os contribuintes que preferirem fazer a declaração por dispositivos móveis precisarão baixar o aplicativo da Receita Federal.

▶️ ATENÇÃO: Essa opção não pode ser usada, entre outros, por contribuintes que tenham recebido rendimento:

de rendimentos tributáveis recebidos do exterior;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos;que tenham ganhos de capital na alienação de bens ou direitos adquiridos em moeda estrangeira;que tenham ganhos de capital na alienação de moeda estrangeira em espécie; entre outros. Para ver todos os limites da declaração online e por aplicativo, clique aqui.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo fixado está sujeito a uma multa, que varia de um valor mínimo de R$ 165,74 até um montante máximo, que corresponde a 20% do imposto devido.

De acordo com a Receita Federal, a declaração pré-preenchida estará disponível desde o primeiro dia do prazo de entrega, em 23 de março.

🔎 Na declaração pré-preenchida, a Receita Federal apresenta ao contribuinte informações sobre rendimentos, deduções, bens e direitos, além de dívidas e ônus reais — dados que são carregados automaticamente, sem necessidade de digitação.

Neste ano, além das informações já disponibilizadas em anos anteriores, a declaração pré-preenchida também passará a informar:

recuperação das informações de pagamento (DARFs);informações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) de renda variável (comum e day-trade);informações do eSocial – empregados domésticos;otimização na recuperação das informações dos dependentes (núcleo familiar).

Para optar pela declaração pré-preenchida, o contribuinte precisa ter uma conta de nível prata ou ouro no gov.br.

Não. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês foi aprovada pelo governo no final do ano passado. A medida também prevê um desconto progressivamente menor para rendas de até R$ 7.350 mensais.

Apesar de entrar em vigor a partir de janeiro deste ano, as novas regras só serão declaradas no ano que vem. Isso porque a declaração deste ano se refere aos rendimentos recebidos em 2025.

"Rendimentos que estão sendo recebidos neste ano vão estar sujeitos a ajustes, confirmação, na declaração do ano que vem. Na declaração deste ano, o contribuinte tem que considerar aquilo recebido no ano passado", explicou o supervisor do Imposto de Renda da Receita Federal, José Carlos da Fonseca.

idosos acima de 80 anos;idosos entre 60 e 79 anos;contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX;contribuintes que adotarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber a restituição via PIX.

Você precisará ter em mãos informes de rendimentos da empresa em que trabalha, de instituições financeiras e de outras rendas recebidas no ano passado.

Informes de rendimentos de instituições financeiras, inclusive corretora de valores;Informes de rendimentos de salários, pró-labore, distribuição de lucros, aposentadoria, pensões etc.;Informes de rendimentos de aluguéis de bens móveis e imóveis recebidos de jurídicas etc.;Informações e documentos de outras rendas recebidas, tais como doações, heranças, dentre outras;Livro Caixa e DARFs de Carnê-Leão;Informes de rendimentos de participações de programas fiscais (Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Paulistana, dentre outros).

Documentos que comprovem a compra e venda de bens e direitos ocorridas no ano-calendário;Cópia da matrícula do imóvel e/ou escritura de compra e venda;Boleto do IPTU;Documentos que comprovem a posição acionária de cada empresa, se houver.

Controle de compra e venda de ações, inclusive com a apuração mensal de imposto (indispensável para o cálculo do Imposto de Renda sobre Renda Variável);DARFs de Renda Variável;Informes de rendimento auferido em renda variável.

Recibos de pagamentos de plano de saúde (com CNPJ da empresa emissora);Despesas médicas e odontológicas em geral (com CNPJ da empresa emissora);Comprovantes de despesas com educação (com CNPJ da empresa emissora, com a indicação do aluno);Comprovante de pagamento de previdência social e privada (com CNPJ da empresa emissora);Recibos de doações efetuadas;Recibos de empregada doméstica (apenas uma), contendo número NIT;Recibos de pagamentos efetuados a prestadores de serviços.

Nome, CPF, grau de parentesco e data de nascimento dos dependentes;Endereços atualizados;Cópia completa da última Declaração de Imposto de Renda Pessoas Física entregue;Dados da conta para restituição ou débitos das cotas de imposto apurado, caso haja;Atividade profissional exercida atualmente.

O contribuinte também pode precisar incluir informações complementares sobre alguns tipos de bens — como imóveis e veículos, por exemplo —, além de dados de conta-corrente e aplicações financeiras.

Imóveis: data de aquisição, área do imóvel, Inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e registro no cartório de Imóveis;Veículo, aeronaves e embarcações: número do Renavam e/ou registro no correspondente órgão fiscalizador;Contas correntes e aplicações financeiras: CNPJ da instituição financeira.

Segundo o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, haverá um tipo de "cashback" do Imposto de Renda 2026, voltado para contribuintes específicos.

não precisa declarar neste ano de forma obrigatória (por estar fora da faixa de renda) e que, por isso, não enviará a declaração;teve alguma retenção na fonte em 2025; eque teria direito à restituição do IR.

Sem o envio da declaração de ajuste no prazo legal, essas pessoas normalmente ficariam sem a restituição. Neste ano, porém, a Receita depositará os valores automaticamente, em um lote no mês de julho.

Segundo a Receita Federal, os contribuintes podem optar por dois modelos na entrega do documento: o simplificado ou o completo, que têm limites para dedução.

A regra para fazer a declaração simplificada continua a mesma. Quem optar por ela terá um desconto "padrão" de 20% na renda tributável.

Este abatimento substitui todas as deduções legais da declaração completa, entre elas aquelas de gastos com educação e saúde.

Quem teve gastos altos em 2025 com dependentes e saúde, por exemplo, pode optar por fazer a declaração completa do Imposto de Renda, pois esses gastos são dedutíveis.

Dependentes: o valor máximo é de R$ 2.275,08 por dependente, o mesmo do ano passado.Educação: nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite de dedução permaneceu em R$ 3.561,50 por dependente.Despesas médicas: as deduções continuam sem limite, ou seja, o contribuinte pode declarar todo o valor gasto e deduzi-lo do Imposto de Renda.

Há 5 horas Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 5 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 5 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 5 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 7 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 7 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Jornal Nacional LibertadoresCorinthians empata com Peñarol e garante 1º lugar do grupo na Libertadores

Há 45 minutos libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 45 minutosPrevisão do tempo 🥶❄️Frente fria mantém temperaturas baixas no Sul e em SP até o fim de semana

Há 19 minutos Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidade hojeHá 19 minutosComo bilhetinhos em prisão levaram à investigação sobre Deolane

Há 2 horas Jornal Nacional Advogada e influenciadora é levada para penitenciária na Zona Norte de SPHá 2 horasDinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e abre espaço para parlamentar dar verba a cidades em período eleitoral

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 1º lote de restituição, o maior da história; veja como fazer

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 22/05/2026 00:50

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: Receita abre consulta ao 1º lote de restituição, o maior da história; veja como fazer Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 16 bilhões. Por Redação g1 — São Paulo

Os contribuintes poderão fazer a consulta ao 1º lote de restituições do Imposto de Renda 2026 a partir desta sexta-feira (22). A consulta será aberta às 10h.

Este é o maior valor já pago pela Receita Federal em um lote de restituição do IRPF, e contempla também restituições residuais de exercícios anteriores.

Os pagamentos serão feitos a partir de 29 de maio — mesmo dia em que se encerra o prazo para declaração.

Ao todo, mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados, com um valor total de crédito de R$ 16 bilhões. O lote também inclui restituições residuais de exercícios anteriores.

Do total, aproximadamente R$ 8,64 bilhões serão destinados aos contribuintes prioritários. São eles:

256.697 idosos acima de 80 anos2.256.975 contribuintes entre 60 e 79 anos222.100 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave1.054.789 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério4.959.431 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem por receber a restituição via PIX.

Os pagamentos das restituições do IRPF 2026 serão feitos em quatro lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 23 de março.

Assim que a consulta estiver disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção "Meu Imposto de Renda". Em seguida, basta clicar em "Consultar a Restituição".

A página oferece orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo uma consulta simplificada ou completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Caso identifique alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações.

A Receita Federal disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Em nota oficial, o Fisco afirma que "assume o compromisso de realizar pagamento de restituições apenas em conta bancária de titularidade do contribuinte". Assim, vale destacar que as rotinas de segurança da Receita impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino.

"Para não haver prejuízo ao contribuinte, a Receita oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil pelo prazo de até um ano da primeira tentativa de crédito. Assim, o contribuinte poderá corrigir os dados bancários para uma conta de sua titularidade", afirma a nota.

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones:

4004-0001 (capitais)0800-729-0001 (demais localidades)0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)

Ao utilizar esse serviço o contribuinte deve informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração. Depois, é só aguardar a nova tentativa de crédito. Caso o contribuinte não resgate sua restituição dentro do prazo, precisará fazer um requerimento pelo Portal e-CAC.

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada "malha fina".

Para saber a situação de sua declaração do IR, o trabalhador deve buscar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal na internet.

Acesso se dá mediante o uso da conta gov.br, nos níveis prata ou ouro.Contribuinte deve procurar, no serviço, por "declarações e demonstrativos".Em seguida deve buscar o "Meu Imposto de Renda", e consultar a declaração de 2026.

No caso de haver pendência, isso quer dizer que a declaração caiu na malha fina do leão, ou seja, foi retida por conta de divergências de dados com aqueles que o Fisco possui sobre o contribuinte.

Nesse caso, a inconsistência pode ser resultado de uma informação errada informada pelo próprio contribuinte, pela empresa na qual trabalha (fonte pagadora) ou até mesmo terceiros (prestadores de serviços).

Ao entrar no Centro Virtual de Atendimento, a Receita Federal informará qual a divergência na declaração retida em malha fina, e como resolver o problema.

No caso de o trabalhador ter informado um dado errado, ele deve enviar uma declaração retificadora para corrigir a informação. Assim que a isso for feito pelo trabalhador, sua declaração sai da malha fina.No caso de a fonte pagadora, ou de uma prestadora de serviços (da qual o contribuinte incluiu uma nota fiscal em sua declaração) ter errado, o contribuinte deve aguardar a retificação da informação.

quem recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 35.584,00 no ano passado;contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 200 mil no ano passado;quem obteve, em qualquer mês de 2025, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas cuja soma foi superior a R$ 40 mil, ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto;quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;quem teve, em 2025, receita bruta em valor superior a R$ 177.920,00 em atividade rural;quem tinha, até 31 de dezembro de 2025, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 800 mil;quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro de 2025;quem optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física;quem possui trust (acordo para que outra pessoa administre seus bens) no exterior;quem atualizou bens imóveis pagando ganho de capital diferenciado em dezembro/2025 (Lei nº 14.973/2024);quem auferiu rendimentos no exterior de aplicações financeiras e de lucros e dividendos;deseja atualizar bens no exterior;quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

Há 5 horas Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 5 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 5 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 5 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 7 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 7 horasLoterias 🍀🍀🍀

Há 3 horas Jornal Nacional LibertadoresCorinthians empata com Peñarol e garante 1º lugar do grupo na Libertadores

Há 45 minutos libertadores Conmebol dá vitória para o Flamengo em jogo interrompido por confusão Há 45 minutosPrevisão do tempo 🥶❄️Frente fria mantém temperaturas baixas no Sul e em SP até o fim de semana

Há 19 minutos Meio Ambiente Veja a previsão na sua cidade hojeHá 19 minutosComo bilhetinhos em prisão levaram à investigação sobre Deolane

Há 2 horas Jornal Nacional Advogada e influenciadora é levada para penitenciária na Zona Norte de SPHá 2 horasDinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e abre espaço para parlamentar dar verba a cidades em período eleitoral

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX adia para sexta 12º voo da Starship; entenda o que interrompeu lançamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 21:44

Inovação SpaceX adia para sexta 12º voo da Starship; entenda o que interrompeu lançamento Nova missão usa uma versão mais avançada da Starship, projetada para voos mais longos. Por Redação g1

A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, adiou a tentativa de realizar um novo voo da Starship, nave mais poderosa do mundo.

O lançamento estava marcado para esta quinta-feira (21), a partir da Starbase, no estado americano do Texas, mas não foi realizado devido a uma falha na torre de lançamento. "O pino hidráulico que mantém o braço da torre no lugar não se retraiu", afirmou Musk.

A empresa redesenhou a nave, o propulsor e a plataforma de lançamento usadas em missões da Starship e pretende usar esta missão para testar os novos componentes.

Segundo Musk, haverá uma nova tentativa de lançamento na sexta-feira (22) se o problema com a plataforma puder ser resolvido.

Durante a transmissão, o gerente de comunicações da SpaceX, Daniel Huot, afirmou que a equipe da empresa tentaria verificar se era possível manter o lançamento.

"O desviador de água embaixo do sistema acionou uma interrupção. Isso basicamente dá a equipe a chance de analisar, ver se é algo que precisamos investigar nos dados ou se podemos retomar", disse Huot.

A nova geração da Starship teve seu sistema de propulsão completamente redesenhado e seu tanque de combustível ampliado. A nave também ganhou sistemas para missões mais longas, incluindo um mecanismo para transferir combustível no espaço.

A SpaceX protocolou um pedido de oferta pública de ações, quando uma empresa abre seu capital e passa a ter ações negociadas na bolsa de valores.

Musk vinha sinalizando ao mercado que a SpaceX poderia ser avaliada em US$ 1,75 trilhão. O valor é muito superior ao faturamento anual da empresa, que ficou em US$ 18,5 bilhões em 2025.

A avaliação projetada por Musk equivale a quase 100 vezes a receita da companhia, bem acima do observado em gigantes de tecnologia como Apple e Nvidia.

O primeiro lançamento, em abril de 2023, a Starship explodiu quando ainda estava acoplada ao Super Heavy. Uma falha nos motores fez a empresa ativar um sistema de destruição para explodir o foguete.

No segundo teste, em novembro de 2023, o Super Heavy explodiu, mas logo após se separar da nave. A Administração Federal de Avião dos EUA (FAA, na sigla em inglês) investigou o acidente e afirmou que a SpaceX identificou a necessidade de realizar 17 correções na nave.

O terceiro voo aconteceu em março de 2024 e durou 50 minutos. A Starship foi destruída, mas a empresa considerou o teste um avanço porque nunca havia ido tão longe nesse tipo de missão.

O quarto teste ocorreu em junho de 2024 e foi o primeiro considerado bem-sucedido. A Starship conseguiu pousar no Oceano Índico e o Super Heavy, no Golfo do México, como planejado.

Na quinta missão, em outubro de 2024, a empresa conseguiu pela primeira vez trazer o Super Heavy de volta com uma captura no ar feita pelos “braços da plataforma”, além do pouso da Starship no Oceano Índico. A cápsula explodiu, como já era esperado, segundo a companhia.

A manobra de retorno do foguete para a base de lançamento pode tornar os voos espaciais mais baratos.

No sexto teste, em novembro de 2024, a SpaceX não conseguiu fazer com que o foguete Super Heavy retornasse para a plataforma de lançamento, como aconteceu no mês anterior.

O foguete acabou pousando no Golfo do México poucos minutos depois do lançamento, como previsto para casos em que não houvesse condições ou autorização do diretor da missão para repetir a manobra. A nave pousou no Oceano Índico cerca de uma hora após a decolagem.

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, assistiu à missão no local do lançamento, ao lado de Elon Musk.

Trump já havia anunciado que o bilionário lideraria o novo Departamento de Eficiência Governamental durante seu mandato.

No sétimo voo, em janeiro de 2025, a empresa de Musk conseguiu repetir a manobra em que o foguete Super Heavy é levado de volta à plataforma de lançamento.

Mas a SpaceX perdeu o contato com a nave pouco antes do pouso, algo que já havia acontecido em outros testes.

Na ocasião, um vídeo registrou destroços da Starship cruzando o céu no Haiti. Por segurança, voos comerciais que passavam pela região do Caribe foram obrigados a desviar de suas rotas.

No oitavo voo da Starship, no início de março, a SpaceX perdeu novamente o contato com a nave cerca de dez minutos após o lançamento.

Vídeos registraram os destroços da nave no céu na região das Bahamas (veja abaixo). Segundo o governo dos EUA, 240 voos no país foram prejudicados pela explosão.

Apesar disso, pela terceira vez, a empresa conseguiu “capturar” no ar o foguete que transportou a nave pouco antes do pouso e colocá-lo de volta na plataforma de decolagem.

Na nona missão, que aconteceu em maio, a SpaceX perdeu o controle da nave 40 minutos após o lançamento. Ela deveria pousar no Oceano Índico.

Além disso, a nave não conseguiu abrir a porta para lançar a carga — oito simuladores de satélites da Starlink, braço da SpaceX no setor de internet. E, apesar de conseguir reaproveitar o foguete propulsor Super Heavy pela primeira vez, a empresa perdeu o contato com o equipamento durante a descida.

No décimo voo, em agosto, a Starship conseguiu lançar carga no espaço pela primeira vez: um conjunto de oito simuladores de satélites da Starlink. A nave também conseguiu reacender o motor no espaço e pousou no Oceano Índico.

O 11º voo da Starship, de Elon Musk, ocorreu em outubro de 2025 e foi considerado bem-sucedido, já que tanto o foguete quanto a cápsula pousaram com sucesso no oceano.

Há 1 hora Política Fala no SenadoApós esconder relação com Vorcaro, Flávio diz que não tem ‘nada a esconder’; VÍDEO

Há 2 horas Política Moraes arquiva investigação contra Motta e Ciro por bagagens não fiscalizadasHá 2 horasPressionado por senadores, Alcolumbre se nega a abrir CPI do Banco MasterHá 2 horasAntes cotado para vice, Ciro não defende Flávio: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 4 horas Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 4 horasDinheiro públicoCongresso derruba vetos de Lula e abre espaço para parlamentar dar verba a cidades em período eleitoral

Há 4 horas Política Câmara aprova redução de floresta no Pará em 40%; entenda projetoHá 4 horasTrabalhoMais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração do IR; veja prazo

Há 5 horas Guia do Empreendedor Maior nave do mundoSpaceX adia para sexta 12º voo da Starship; entenda o que interrompeu lançamento

Há 41 minutos Inovação Musk só receberá bônus se conseguir colonizar MarteHá 41 minutosGoiásVÍDEO: Estudante morta em acidente implorou para motorista parar carro

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Meta fecha acordo nos EUA por custos escolares associados ao vício em redes sociais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 18:58

Tecnologia Meta fecha acordo nos EUA por custos escolares associados ao vício em redes sociais Processos se multiplicam após condenações que associam redes sociais ao agravamento de depressão e ideação suicida. Por Redação g1, g1 — São Paulo

A Meta, dona do Facebook e do Instagram, chegou nesta quinta-feira (21) a um acordo judicial nos Estados Unidos em um caso que buscava obrigar plataformas a cobrir custos de escolas com uma crise de saúde mental causada por redes sociais.

Pelo acordo, que segue outros semelhantes com YouTube e Snapchat, as empresas responsáveis pelas redes sociais vão assumir despesas que vinham sendo pagas por escolas do condado de Breathitt, no estado do Kentucky.

A ação pedia mais de US$ 60 milhões para cobrir esses custos, mas o acordo encerrou o julgamento que estava marcado para 15 de junho em um tribunal federal de Oakland, na Califórnia.

“Resolvemos este caso de forma amigável e seguimos focados em nosso trabalho de longa data para criar proteções como as Contas para Adolescentes, que ajudam os jovens a permanecer seguros online, ao mesmo tempo em que dão aos pais controles simples para apoiar suas famílias", disse um representante da Meta à agência de notícias Reuters.

Segundo a agência, outros 1,2 mil distritos escolares buscam solução semelhante para o mesmo problema: o vício em redes sociais.

Em março, um júri de Los Angeles, nos Estados Unidos, considerou Google (da Alphabet) e Meta responsáveis por contribuir para uma crise de saúde mental entre adolescentes por meio do Instagram e do YouTube, em um processo histórico sobre vício em redes sociais.

O júri condenou a Meta a pagar indenizações de US$ 4,2 milhões (R$ 22 milhões) e o Google, de US$ 1,8 milhão (R$ 9,4 milhões).

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que afirmou ter desenvolvido vício nas plataformas ainda menor de idade, por causa dos recursos dos aplicativos, que incentivam o uso contínuo. Ela afirma que o uso intensivo agravou sua depressão e gerou pensamentos suicidas. Por isso, pediu que as empresas sejam responsabilizadas.

Snapchat e TikTok também eram réus no processo. Ambos fizeram um acordo com a autora antes do início do julgamento.

Nos últimos 10 anos, as grandes empresas de tecnologia dos EUA enfrentam críticas crescentes sobre a segurança de crianças e adolescentes.

O debate agora chegou aos tribunais e aos governos estaduais. O Congresso americano, porém, não aprovou uma legislação abrangente para regular as redes sociais.

Pelo menos 20 estados americanos aprovaram leis no ano passado sobre o uso de redes sociais por crianças, segundo a Conferência Nacional de Legislaturas Estaduais (NCSL), organização apartidária que monitora legislações estaduais.

As leis incluem regras sobre o uso de celulares nas escolas e exigem que usuários comprovem a idade para abrir contas em redes sociais. A NetChoice, associação apoiada por empresas como Meta e Google, tenta derrubar na Justiça as exigências de verificação de idade.

Outro julgamento estadual está previsto para começar em julho, em Los Angeles, disse Matthew Bergman, um dos advogados que lideram os casos. O caso envolverá Instagram, YouTube, TikTok e Snapchat.

Em outro caso, um júri do Novo México considerou, na terça-feira, que a Meta violou a lei estadual em um processo movido pelo procurador-geral. A acusação é de que a empresa enganou usuários sobre a segurança de Facebook, Instagram e WhatsApp e permitiu exploração sexual infantil nessas plataformas.

Há 2 horas Política Câmara aprova redução de floresta no Pará em 40%; entenda projetoHá 2 horasTrabalhoMais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração do IR; veja prazo

Há 2 horas Guia do Empreendedor Antes cotado para vice, Ciro não defende Flávio no caso Master: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’

Há 1 hora Piauí Fundo ligado à Refit pagou R$ 14,2 milhões para empresa da família de Ciro, diz PFHá 1 horaBlog do Valdo CruzTrump convidou Flávio Bolsonaro para reunião nos EUA, dizem aliados

Há 15 minutos Blog do Valdo Cruz VALDO: equipe de Lula quer Flávio ‘ferido’, mas ainda candidatoHá 15 minutosCiro Nogueira evita defender Flávio ao comentar caso Master: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’Há 15 minutosImpasse Cobrado por senadores, Alcolumbre se nega a ler pedido para criar CPI do Master

Há 5 horas Política SADI: PGR ainda avalia delação de Vorcaro; PF e entorno de Mendonça veem ‘vexame’Há 5 horasSítio no Ceará’Por enquanto, só tivemos custos’, diz família que achou poço de petróleo

Há 1 hora Ceará Líquido em sítio é mesmo petróleo cru, e agora? Agricultor pode vender?Há 1 horaApós confirmação, ANP avalia tamanho da reserva e extraçãoHá 1 horaDeolane é levada para penitenciária na Zona Norte de SP

Há 2 horas São Paulo Influenciadora é classificada como integrante do PCC pela políciaHá 2 horasInvestigação aponta esquema de lavagem com transportadoraHá 2 horasBreve carreiraInfluencer se aventurou na música com rap para MC Kevin e funk com as irmãs

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX tenta nesta quinta o 12º voo da Starship, maior nave do mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/05/2026 16:53

Inovação Ao vivo Encerrada Especial Publicitário SpaceX tenta nesta quinta o 12º voo da Starship, maior nave do mundo Lançamento marcado para as 19h30 (horário de Brasília) pretende testar versão mais avançada da nave, com foco em futuras missões para a Lua e Marte. Carregando

Últimos destaques Resumo Starship, nave da SpaceX, em foto divulgada em 21 de maio de 2026 (Foto: Divulgação/SpaceX)

Atualizado há 30 minutos porRedação G1A SpaceX, do bilionário Elon Musk, tenta realizar o 12º voo da Starship, nave mais poderosa do mundo. A decolagem está marcada para esta quinta-feira (21), às 19h30 (horário de Brasília).

O objetivo da missão é testar a versão mais avançada do veículo espacial. Segundo a empresa, ele agora está mais preparado para realizar voos de longa duração.

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; veja prazo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 21/05/2026 16:53

Empreendedorismo Guia do empreendedor Mais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração à Receita; veja prazo Prazo para envio da declaração anual termina em 31 de maio; atraso pode gerar multa e até problemas no CNPJ. Por Rafaela Zem — São Paulo

Mais de 9 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) ainda não entregaram a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI).

O envio da DASN-SIMEI é necessário para manter o CNPJ regular e comprovar que o MEI está dentro das regras do regime, que permite faturamento anual de até R$ 81 mil.

Quem perder o prazo pode pagar multa e até ter o CNPJ cancelado em casos de inadimplência prolongada.

Mais de 9,4 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs) ainda não acertaram as contas com a Receita Federal.

Dos 16,7 milhões de registros ativos no país, apenas 7,26 milhões entregaram a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), o equivalente a 43,3% do total. Os dados foram divulgados pela Receita Federal ao g1 e extraídos do painel oficial da instituição nesta quinta-feira (21).

O envio é obrigatório e deve ser feito até 31 de maio no Portal do Empreendedor. Mesmo quem não teve faturamento em 2025 precisa preencher a declaração.

A DASN-SIMEI reúne informações sobre o faturamento do MEI ao longo de 2025 e indica se houve contratação de empregado no período.

O documento deve ser apresentado anualmente à Receita Federal para manter o CNPJ regular e comprovar que a empresa atua dentro das regras do regime, cujo limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano.

O não envio pode gerar multas e até o cancelamento do CNPJ. O registro também pode ser cancelado definitivamente caso o MEI fique dois anos sem pagar as contribuições mensais obrigatórias.

Para facilitar o preenchimento, o MEI pode utilizar o Relatório Mensal de Receitas Brutas, onde registra os valores obtidos a cada mês. O controle também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI💻 Quem deve declarar? 📅 E se eu perder o prazo. O que acontece? 💵 Ultrapassei o limite de faturamento. E agora? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2025.

A entrega fora do prazo da DASN-SIMEI gera uma multa de 2% a cada mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos devidos, ou mínimo de R$ 50.

O MEI também pode ter o CNPJ cancelado definitivamente, caso não tenha pagado nenhuma contribuição mensal durante os últimos dois anos.

O limite de faturamento anual do MEI em 2025 foi de R$ 81 mil, o que dá uma média de R$ 6.750 ao mês (ou um valor proporcional de acordo com o mês de abertura).

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2025, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar acima de 20% do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

Vale lembrar que no regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

Senador diz que pagamento ocorreu após venda de terreno e que, à época da transação, tinha participação inferior a 1%.

Há 4 horas Política Blog do Valdo CruzTrump convidou Flávio Bolsonaro para reunião nos EUA, dizem aliados

Há 3 horas Blog do Valdo Cruz VALDO: equipe de Lula quer Flávio ‘ferido’, mas ainda candidatoHá 3 horasCiro Nogueira evita defender Flávio ao comentar caso Master: ‘Não estou aqui para defender nem acusar’Há 3 horasImpasse Cobrado por senadores, Alcolumbre se nega a ler pedido para criar CPI do Master

Há 3 horas Política SADI: PGR ainda avalia delação de Vorcaro; PF e entorno de Mendonça veem ‘vexame’Há 3 horasInfluenciadora presaDeolane atuava como ‘caixa do crime organizado’ para lavar dinheiro do PCC, diz investigação

Há 2 horas São Paulo Como bilhetinhos apreendidos acabaram com a prisão da advogada e influencerHá 2 horas’Justiça vai ser feita’, diz Deolane após ser presaHá 2 horasDeolane é classificada como integrante do PCC pela polícia

Há 3 minutos São Paulo Investigação aponta esquema de lavagem com transportadoraHá 3 minutosBreve carreiraInfluencer se aventurou na música com rap para MC Kevin e funk com as irmãs

Há 4 horas Música Advogada, viúva de MC Kevin, luxo nas redes: quem é DeolaneHá 4 horasRelembre os imbróglios de Deolane na JustiçaHá 4 horasTrabalhoMais de 9 milhões de MEIs ainda não entregaram declaração do IR; veja prazo

Há 1 minuto Guia do Empreendedor Correção: ONG de produtora de filme de Bolsonaro apresentou R$ 4 milhões em notas canceladas ou para si própria à Prefeitura de SP

0

PREVIOUS POSTSPage 138 of 314NEXT POSTS