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Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Carros Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará O crime ocorreu na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia. A montadora foi condenada ao pagamento de R$ 165 milhões. Por André Fogaça

Em julgamento realizado nesta terça-feira (24), a Justiça manteve uma condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão. O caso ocorreu entre as décadas de 1970 e 1980, no Pará.

A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região manteve todos os termos da condenação da Volkswagen, proferida em agosto do ano passado. Pela decisão, a montadora deverá pagar R$ 165 milhões por dano moral coletivo, em razão de trabalho análogo à escravidão.

O valor será destinado ao Fundo Estadual de Promoção do Trabalho Digno e de Erradicação do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo no Pará (Funtrad/PA).

Além da indenização, a decisão determinou a adoção de uma política de garantias para evitar a repetição das violações.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, uma das medidas prevê a “a aprovação e divulgação de uma Política de Direitos Humanos e Trabalho Decente com cláusula de “tolerância zero” ao trabalho escravo e tráfico de pessoas”

O crime ocorreu entre 1974 e 1986 na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará.

Procurada pelo g1, a Volkswagen informou que irá recorrer da decisão. Confira, a seguir, o posicionamento da montadora:

A Volkswagen do Brasil informa que seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário Brasileiro. Com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país. A empresa repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável.

No despacho do ano passado, o juiz Otavio Bruno da Silva Ferreira, da Vara do Trabalho de Redenção (PA) afirma que "relatórios oficiais, testemunhos de trabalhadores e documentos de órgãos públicos evidenciam que o modelo de produção adotado incluía práticas de servidão por dívida, violência e submissão a condições degradantes, configurando o núcleo do trabalho escravo contemporâneo".

O MPT argumentou que centenas de trabalhadores da Fazenda Vale do Rio Cristalino foram submetidos a essas condições, que incluíam também vigilância armada, alojamentos precários, alimentação insuficiente e ausência de assistência médica, especialmente aos acometidos por malária.

A decisão da Justiça foi tomada em ação civil pública ajuizada pelo MPT em dezembro de 2024, baseada em denúncias da Comissão Pastoral da Terra com base em relatório apresentado pelo padre Ricardo Rezende Figueira. O MPT afirma ter obtido acesso a ações judiciais, inquéritos policiais e certidões e depoimentos prestados em cartório que comprovariam a ocorrência dos fatos denunciados.

A fazenda de produção agropecuária contava com 300 empregados diretos, como pessoal administrativo, vigilantes e vaqueiros. As violações de direitos humanos foram cometidas, segundo a denúncia, principalmente contra lavradores ou peões, responsáveis por derrubar a floresta para transformá-la em pasto.

Eles eram aliciados em pequenos povoados, sobretudo em Mato Grosso, Goiás e no atual Tocantins por empreiteiros conhecidos como "gatos". Na entrada da fazenda havia uma guarita com seguranças armados para controlar a entrada e saída dos trabalhadores. Ao chegarem ao local, as pessoas aliciadas tinham que comprar utensílios em uma cantina, como lona para o barraco onde dormiriam e comida.

Ao longo da investigação, diversos casos vieram à tona de funcionários que contraíam dívidas ao comprar os itens e, depois, não podiam deixar a fazenda, mesmo que doentes, segundo o MPT.

O empreendimento agropecuário da Volkswagen teve financiamento público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) no período da ditadura militar (1964-1985).

A Fazenda Volkswagen tinha 139 mil hectares, quase o tamanho da cidade de São Paulo. A empresa chegou à Amazônia para derrubar a vegetação nativa e criar gado, impulsionada pela política dos governos militares de ocupação e exploração da floresta.

Em 2020, a Volkswagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e com os ministérios públicos Federal e de São Paulo em outro caso envolvendo a ditadura militar. A empresa se comprometeu a destinar R$ 36,3 milhões a ex-trabalhadores presos, perseguidos ou torturados em São Bernardo do Campo (SP).

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‘EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim’, diz secretário do governo Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Mundo 'EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim', diz secretário do governo Trump Declaração foi feita por Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, em audiência no Congresso dos Estados Unidos. Donald Trump irá visitar o presidente chinês nas próximas semanas. Por Redação g1

O governo Trump deseja "relações estáveis ​​com a China, mas não confia" no país: assim definiu um alto funcionário do Departamento de Estado ao falar da atual situação entre Washington e Pequim durante uma audiência no Congresso nesta terça-feira (24).

Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, atua como comissário da Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China.

A declaração ocorre semanas antes da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China. O republicano estará em Pequim entre os dias 31 de março e 2 de abril, onde se encontrará com o presidente chinês, Xi Jinping.

A China solicitou aos Estados Unidos a suspensão das tarifas de importações que sofreram um aumento a mando do presidente Donald Trump no sábado (21).

Em nota, o Ministério do Comércio chinês acrescentou que as taxas "violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não são do interesse de nenhuma das partes".

O presidente norte-americano anunciou o aumento das taxas após a Suprema Corte decidir que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

O anúncio do aumento das taxas foi feito em uma postagem em sua rede social Truth Social, menos de 24h após informar que usaria um novo instrumento legal para aplicar a tarifa de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato. Agora, o percentual aumentou.

Segundo Trump, a medida tem o objetivo de corrigir “décadas de práticas comerciais injustas” que, na sua avaliação, prejudicaram a economia americana.

No comunicado, Trump afirma que, após “uma análise completa e detalhada” de uma decisão recente da Suprema Corte dos EUA contrária a parte de sua política tarifária, decidiu elevar imediatamente a tarifa mundial de 10% para 15%.

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Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 14:45

Campinas e Região Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP Concessão prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos e impacta nove cidades da região de Campinas; disputa será definida na sexta (27), na B3. Por g1 Campinas e Região

A concessão da Rota Mogiana prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos para modernizar 520 km de rodovias estaduais.

O leilão ocorrerá nesta sexta-feira (27), às 14h, na B3, onde a maior oferta definirá a empresa vencedora.

A empresa vencedora administrará as rodovias por 30 anos, realizando duplicações e instalando novos dispositivos de segurança.

Leilão daconcessão do Lote Rota Mogiana recebe 4 propostas e acontece nesta sexta (27) na sede da B3. — Foto: Divulgação

O leilão da concessão da Rota Mogiana, do estado de São Paulo, recebeu quatro propostas, conforme apurou o g1. A entrega dos envelopes aconteceu na manhã desta terça-feira (24). Confira abaixo as empresas que estão concorrendo.

🔎 O projeto prevê que 520 quilômetros de rodovias estaduais passem à iniciativa privada por 30 anos. A estimativa é de R$ 9,3 bilhões em investimentos para ampliar, modernizar e manter as estradas. Ao todo, nove cidades da região de Campinas serão impactadas.

Nesta etapa de entrega e abertura de envelopes, ainda não há definição da vencedora, apenas entrega da documentação e conferência das garantias exigidas no edital.

O leilão será realizado nesta sexta-feira (27), às 14h, na sede da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo).Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias.

De acordo com pessoas que participaram do processo, as prospostas foram apresentadas nesta terça (24), nos formatos presencial e online, pelas seguintes empresas:

Motiva (ex-CCR);MC Brazil Concessões Rodoviárias, do fundo Mubadala;EPR Participações;e o Consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos.

Segundo o governo estadual, as melhorias previstas incluem a duplicação de trechos das rodovias SP-350, SP-344 e SP-215, a instalação de novos dispositivos de segurança, passarelas e iluminação em áreas urbanas e implementação do Sistema Automático Livre (Free Flow).

Nesta terça (24), as empresas interessadas entregaram os documentos exigidos no edital, que incluem: credenciamento, garantia de proposta, proposta de preço e documentação de habilitação.

Apenas as empresas habilitadas participarão da sessão pública de abertura das propostas de preço, no leilão do dia 27, a partir das 14h.

Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias. Essa proposta é chamada de “outorga fixa”.

Depois de apresentar o maior valor, a empresa ainda precisa comprovar que tem capacidade financeira, técnica e jurídica para assumir a concessão. Se não cumprir essas exigências, o governo chama a segunda colocada, e assim por diante.

Artur NogueiraCampinasEspírito Santo do PinhalEstiva GerbiHolambraJaguariúnaMogi GuaçuMogi MirimSanto Antônio de Posse

SPA-050/215 – km 0 ao km 4,1SPA-279/340 – km 0 ao km 2,4SPA-280/340 – km 0 ao km 1;SP-338 – km 268,3 ao km 310,96SP-333 – km 0 ao km 20,4SPA-015/333 – km 0 ao km 0,5SPA-002/333 – km 0 ao km 0,68SPA-309/338 – km 0 ao km 0,86SP-133 – km 0,5 ao km 15,1SP-350 – km 272,100 ao km 296,70SPA-127/340 – km 0 ao km 2,930SPA-179/340 – km 0 ao km 2,5SP-225 – km 0 ao km 6,50SPA-228/344 – km 0 ao km 3,55SPA-238/344 – km 0 ao km 16SPA-225/340 – km 0 ao km 2

SP-215 – km 29,600 ao km 49,840SP-344 – km 200,700 ao km 241,600SP-340 – km 114,10 ao km 279,609SP-350 – km 238,410 ao km 272,100SP-342 – km 171,500 ao km 251,150SPI-225/342 – km 0 ao km 1,97

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Mega Sena da Virada bilionária rendeu quase R$ 500 milhões aos cofres públicos em impostos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%Oferecido por

O Imposto de Renda retido diretamente na fonte sobre o prêmio bilionário pago pela Mega da Virada de 2025 rendeu quase meio bilhão de reais ao governo federal.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (24) pela Receita Federal. Segundo o órgão, o prêmio pago de R$ 1,09 bilhão foi o valor líquido, ou seja, após o recolhimento de impostos. O valor total arrecadado pela Caixa Econômica Federal, operadora do sorteio, foi de R$ 1,56 bilhão.

Os números sorteados na Mega da Virada foram 9 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. Seis apostas dividiram o prêmio de R$ 1,09 bilhão, o maior da história.

Além dos vencedores do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e levaram R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra embolsaram R$ 216,76 cada um.

Sorteio da Mega da Virada 2025 pagou o maior prêmio da história — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O valor recolhido com a Mega da Virada ajudou a turbinar a arrecadação do governo com apostas online e exploração de atividades de jogos de azar – que totalizou R$ 1,5 bilhão em janeiro.

Ao todo, o governo federal arrecadou R$ 325,8 bilhões em janeiro deste ano, com alta real (descontada a inflação) de 3,56%. Foi a maior arrecadação de toda a história.

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Trump faz hoje discurso do ‘Estado da União’ no Congresso dos EUA; g1 vai transmitir ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

Mundo Ao vivo Encerrada Especial Publicitário Trump faz hoje discurso do ‘Estado da União’ no Congresso dos EUA; g1 vai transmitir ao vivo No radar estão pressões internas por causa de operações contra a imigração, além de decisão da Suprema Corte que derrubou tarifas. Carregando

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Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 12:44

Política Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara Acordo pretende criar a maior zona de livre comércio do mundo. Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) afirmou que texto pode ser votado ainda nesta semana. Por Marcela Cunha, g1 — Brasília

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul aprovou nesta terça-feira (24) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Na prática, o tratado pode criar a maior zona de livre comércio do mundo.

Com a aprovação, o texto seguirá para o Plenário da Câmara. No último sábado (21), o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a proposta deve ser votada pelos deputados nesta semana (entenda mais sobre a tramitação abaixo).

"Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE para a próxima semana", disse nas redes sociais na ocasião.

🌍O tratado assinado em 17 de janeiro no Paraguai prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Em seu parecer, o relator da proposta, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirma que o acordo dará melhores condições ao Brasil para defender e desenvolver os setores produtivos.

"O Acordo expande nossas oportunidades de inovação, com a importação de bens de capital e as possibilidades abertas por novas técnicas e tecnologias produtivas que podem encaminhar um novo ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico sustentável para a economia brasileira".

Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

O tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

A expectativa é que o acordo comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, reduza tarifas e amplie o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.

Apesar da investida de legisladores da União Europeia, que impuseram um revés ao acordo comercial ao encaminhá-lo ao Tribunal de Justiça da União Europeia — movimento que pode atrasar a implementação em até dois anos —, a expectativa de diplomatas é que o documento passe a ser aplicado de forma provisória já em março.

O processo de internalização do Acordo Mercosul-UE começa com o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, que foi realizado em 2 de fevereiro.

O texto do acordo foi recebido pela Câmara dos Deputados e analisado pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Agora que foi provado na comissão, o texto segue para o Plenário da Câmara.

Após a deliberação pela Câmara, o texto é encaminhado ao Senado Federal, onde também será discutido e votado.

Além da tramitação no Brasil, o acordo Mercosul-União Europeia precisa ser aprovado internamente por cada país do Mercosul, de acordo com seus próprios ritos legislativos.

Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a tramitação do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia.

Segundo o presidente da Comissão, senador Nelsinho Trad (PAD-MS), o grupo de trabalho terá como foco os desdobramentos da implantação do acordo entre os blocos.

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Warner Bros avalia nova oferta da Paramount e reabre disputa com a Netflix

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%Oferecido por

A Warner Bros informou nesta terça-feira (24) que recebeu uma nova proposta de aquisição da Paramount Skydance, apresentada dentro do prazo de uma semana concedido para a entrega de sua “melhor e última oferta”, encerrado na segunda-feira (23).

Em comunicado, o conselho afirmou que a proposta está sendo analisada com o apoio de assessores financeiros e jurídicos. A empresa ressaltou, porém, que o acordo de fusão já firmado com a Netflix permanece em vigor e continua sendo recomendado aos acionistas.

O valor da nova proposta não foi divulgado. Em dezembro do ano passado, a Paramount havia oferecido US$ 30 por ação, em dinheiro, diretamente aos acionistas da Warner.

Neste mês, acrescentou um bônus de US$ 0,25 por ação a cada três meses, caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026, além de se comprometer a assumir a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar em caso de rompimento do contrato com a Netflix.

A empresa também tenta responder a críticas feitas em negociações anteriores, como a necessidade de maior garantia de financiamento.

No mês passado, a Netflix revisou sua proposta e passou a oferecer US$ 27,75 (R$ 143) por ação, em pagamento integral em dinheiro, totalizando US$ 82,7 bilhões (R$ 427 bilhões). A nova estrutura recebeu apoio unânime do conselho da Warner, controladora da HBO.

A extensão do prazo para a Paramount foi autorizada pela Netflix por meio de uma isenção temporária, conhecida como "limited waiver", que suspende provisoriamente determinadas obrigações contratuais.

Pelos termos do acordo, se o conselho da Warner considerar a nova oferta superior à da Netflix, a plataforma de streaming terá quatro dias para apresentar uma contraproposta.

A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa.

Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação.

Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro.

Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix.

🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming.

No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix.

A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix.

Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos.

A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Governo suspende temporariamente importação de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor para o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 11:48

Agro Governo suspende temporariamente importação de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor para o Brasil Ministério da Agricultura adotou medida após avaliação que apontou risco fitossanitário e possibilidade de mistura de grãos de países vizinhos nas cargas destinadas ao Brasil. Por Redação g1

O Ministério da Agricultura decidiu suspender, de forma imediata e temporária, as importações de amêndoas fermentadas e secas de cacau da Costa do Marfim, maior fornecedor do produto para o Brasil.

A medida foi adotada com base em avaliação técnica que apontou risco fitossanitário nas cargas destinadas ao Brasil.

Segundo o Ministério da Agricultura, o elevado fluxo de grãos provenientes de países vizinhos para o território marfinense pode permitir a mistura de amêndoas de diferentes origens nas cargas exportadas ao Brasil.

Parte desses países possui status fitossanitário desconhecido para a cultura do cacau ou não tem autorização para vender o produto ao mercado brasileiro, diz o governo.

O ato determina ainda que a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais e a Secretaria de Defesa Agropecuária adotem procedimentos para investigar possíveis casos de triangulação comercial, diante da suspeita de que amêndoas originárias de países vizinhos — como Gana, Guiné e Libéria — estejam sendo incorporadas a lotes declarados como marfinenses.

A suspensão das importações será mantida até que o governo da Costa do Marfim apresente manifestação formal e garantias de que os envios destinados ao Brasil não contenham cacau produzido em países sem autorização sanitária.

A decisão ocorre após uma agenda articulada pelo governador do Pará, Helder Barbalho, em Brasília. O estado é o maior produtor de cacau do país.

Barbalho se reuniu com o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e demais autoridades para defender interesses estratégicos dos produtores de cacau paraenses e brasileiros.

“Isso foi uma reivindicação dos produtores rurais. [….] Isso vai permitir com que os produtos nacionais sejam valorizados, com que a produção de cacau no Brasil possa melhorar o preço e possa fortalecer aqueles que produzem”, destacou o governador.

A decisão do Ministério atende a demandas das associações de cacaicultores e lideranças estaduais, que vinham alertando sobre riscos sanitários e impactos competitivos decorrentes do ingresso de produtos importados que poderiam agravar a situação das lavouras brasileiras e pressionar os preços internos, destacou o governo do estado, em nota.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Arrecadação federal bate recorde histórico e soma R$ 325,8 bilhões em janeiro, maior valor em 32 anos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 10:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 5,1750,13%Dólar TurismoR$ 5,3780,2%Euro ComercialR$ 6,0940,000%Euro TurismoR$ 6,3470,05%B3Ibovespa190.157 pts0,69%Oferecido por

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 325,8 bilhões em janeiro deste ano, informou nesta terça-feira (24) a Receita Federal.

O resultado representa um aumento real de 3,56% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 314,54 bilhões (valor corrigido pela inflação).

▶️Esse também foi a maior arrecadação já registrada em todos os meses desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, ou seja, em 32 anos.

▶️O recorde na arrecadação em janeiro deste ano está relacionado com o crescimento da economia brasileira e, também, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O IRRF-Rendimentos do Capital apresentou uma arrecadação de R$ 14,68 bilhões, com alta real de 32,56%. "Destaca-se, adicionalmente, o crescimento da arrecadação decorrente da tributação de Juros sobre o Capital Próprio", informou a Receita Federal.O Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), que também foi elevado no ano passado, apresentou uma arrecadação de R$ 8 bilhões em janeiro, com crescimento real de 49,05%. O governo também arrecadou R$ 1,5 bilhão com a taxação de apostas online e exploração de atividades de jogos de azar. A tributação das chamadas "bets" também foi elevada no fim de 2025.A arrecadação previdenciária totalizou R$ 63,45 bilhões, com alta real de 5,48%, por conta do crescimento de real na massa salarial, pelo aumento na arrecadação do Simples Nacional e pela alta de 17,02% no montante das compensações tributárias.O PIS/Pasep e a Cofins apresentaram uma arrecadação de R$ 56 bilhões, com aumento real de 4,35%. "Esse desempenho pode ser explicado pelo aumento de 2,84% no volume de vendas (PMC-IBGE) e de 3,45% no volume de serviços (PMS-IBGE) entre dezembro de 2025 e dezembro de 2024", diz a Receita.

▶️O governo também contou com o aumento de outros tributos, efetuados nos últimos anos, para melhorar a arrecadação em janeiro de 2026. São eles:

Tributação de fundos exclusivos, os "offshores";Mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;Retomada da tributação de combustíveis;Imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);Reoneração gradual da folha de pagamentos;Fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).

Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.

Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.

De acordo com o arcabouço fiscal, aprovado em 2023, há um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual em relação à meta central.Ou seja: a meta será considerada formalmente cumprida se o governo tiver saldo zero, ou se chegar a um superávit de R$ 68,6 bilhões.

Com crescimento da economia e alta de impostos, arrecadação bate novo recorde histórico em janeiro — Foto: Reprodução/Pixabay

O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).

Na prática, portanto, a previsão é de que o governo tenha um rombo de R$ 23,3 bilhões nos cofres públicos em 2026 – mesmo que, para o cálculo oficial da meta, apresente um resultado positivo.Se os números se confirmarem, as contas do governo devem ficar negativas durante todo o terceiro mandato do presidente Lula.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Novas tarifas dos EUA entram em vigor com taxa mais baixa de 10%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 07:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Os Estados Unidos passaram a aplicar, a partir desta terça-feira, uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos que não estejam cobertos por isenções.

A medida foi informada em um aviso da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) e corresponde à taxa inicialmente anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira — e não aos 15% mencionados por ele no dia seguinte.

Após a decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anteriores, justificadas por motivos de emergência, Trump anunciou uma nova taxa global temporária de 10%. No sábado (21), afirmou que elevaria esse percentual para 15%.

Em comunicado destinado a “fornecer orientações sobre a Proclamação Presidencial de 20 de fevereiro de 2026”, a CBP informou que, exceto os produtos listados como isentos, as importações “estarão sujeitas a uma tarifa adicional de 10%”.

A decisão ampliou a incerteza em torno da política comercial dos EUA, sem esclarecer por que foi adotado o percentual mais baixo. O Financial Times citou um funcionário da Casa Branca segundo o qual o aumento para 15% ocorrerá posteriormente com uma ordem formal. A Reuters informou que não conseguiu confirmar essa informação de imediato.

A cobrança das novas tarifas começou à meia-noite, enquanto a aplicação das taxas anuladas pela Suprema Corte foi suspensa. Essas tarifas anteriores variavam de 10% a 50%.

A chamada Seção 122 da legislação americana autoriza o presidente a impor tarifas por até 150 dias a todos os países, com o objetivo de enfrentar déficits considerados “grandes e graves” na balança de pagamentos e problemas estruturais no sistema de pagamentos internacionais.

Na ordem tarifária, Trump argumenta que há um desequilíbrio significativo nas contas externas dos EUA, refletido em um déficit comercial anual de US$ 1,2 trilhão em bens, um déficit em conta corrente equivalente a 4% do PIB e a reversão do superávit de renda primária.

Na segunda-feira, o presidente advertiu que países não devem recuar de acordos comerciais recentemente firmados com os EUA. Segundo ele, eventuais recuos resultarão na adoção de tarifas ainda mais elevadas, com base em outras leis comerciais.

O Japão informou nesta terça-feira que pediu aos Estados Unidos garantias de que será tratado, no novo regime tarifário, de forma tão favorável quanto no acordo atual. A União Europeia e o Reino Unido também sinalizaram que desejam preservar os acordos já firmados.

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