RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Estrela pede recuperação judicial; relembre brinquedos históricos da marca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 12:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,008-0,67%Dólar TurismoR$ 5,220-0,43%Euro ComercialR$ 5,823-0,48%Euro TurismoR$ 6,076-0,36%B3Ibovespa176.788 pts1,44%Oferecido por

A Estrela, marca de brinquedos que atravessou a infância de gerações de brasileiros, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20/5).

A Estrela surgiu em 1937 como uma fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e, ao longo do século 20, tornou-se uma gigante do setor, rivalizando com as maiores marcas mundiais.

Ao longo de suas quase nove décadas, a Estrela levou às prateleiras brinquedos incontornáveis para qualquer criança brasileira, como o Banco Imobiliário e o Autorama.

A Estrela prometeu manter sua operação, da fabricação à comercialização dos produtos, durante o processo.

A Estrela, marca de brinquedos que atravessou a infância de gerações de brasileiros, entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (20/5). A empresa prometeu manter sua operação, da fabricação à comercialização dos produtos, durante o processo.

A Estrela surgiu em 1937 como uma fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira e, ao longo do século 20, tornou-se uma gigante do setor, rivalizando com as maiores marcas mundiais.

A decisão, segundo comunicado da empresa a acionistas, deve-se a "pressões econômicas e setoriais relevantes, incluindo, entre outros fatores: aumento do custo de capital e restrição de crédito; mudanças no comportamento de consumo, com maior competição de alternativas digitais; e impactos acumulados ao longo dos últimos anos sobre a estrutura financeira".

Ao longo de suas quase nove décadas, a Estrela levou às prateleiras brinquedos incontornáveis para qualquer criança brasileira, como o Banco Imobiliário e o Autorama.

O jogador usa botões para movimentar argolas dentro de um recipiente de água, tentando encaixá-las em pinos.

Tabuleiro que desafia os participantes a comprar terrenos, construir propriedades e administrar seu dinheiro para levar os adversários à falência.

Os participantes precisam retirar as varetas de uma estrutura sem deixar que elas caiam, com precisão e calma.

O jogador tenta descobrir qual personagem seu adversário escolheu, fazendo perguntas sobre suas características e aparência.

Jogo baseado em perguntas e desafios no qual os participantes precisam escapar de armadilhas e responder corretamente para avançar na disputa.

Os jogadores investigam um crime, reunindo pistas sobre suspeitos, locais e armas usadas no caso, na tentativa de revelar a identidade do assassino.

Bonequinha conhecida por suas roupas coloridas e sua proposta de ser carregada facilmente em bolsos e bolsas.

Jogo eletrônico de memória em que os jogadores precisam repetir sequências de luzes e sons, cada vez mais rápidas e complexas, testando sua concentração.

Os jogadores simulam a trajetória de uma vida adulta, com escolhas ligadas a elementos como carreira, relacionamentos, filhos e finanças.

Montado em um cavalinho, o jogador tem o desafio de montar e pular pela casa ou pelo quintal, estimulando sua coordenação motora e seu equilíbrio.

A criança encaixa os pés em um disco, preso a uma bola inflável, e usa a estrutura para pular sem parar.

Os participantes lançam macacos em uma árvore cheia de galhos. Vence quem conseguir prender mais macaquinhos sem derrubar os demais.

Os participantes puxam batatas ou peças conectadas sem derrubar o restante da estrutura, em uma combinação de sorte e coordenação motora.

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Brasil pode ser o próximo fornecedor global de terras raras?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 11:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%MoedasDólar ComercialR$ 5,019-0,44%Dólar TurismoR$ 5,227-0,3%Euro ComercialR$ 5,833-0,32%Euro TurismoR$ 6,080-0,3%B3Ibovespa176.788 pts1,44%Oferecido por

O país possui mais de 20 milhões de toneladas de elementos de terras raras, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

O país exportou 20 toneladas em 2024, uma fração ínfima da produção global estimada naquele ano em 390 mil toneladas pelo USGS.

Os Estados Unidos encontraram no Brasil uma oportunidade para desafiar a posição dominante da China no mercado de terras raras.

Amostra de argila com compostos de terras raras retiradas na caldeira vulcânica de Poços de Caldas, MG — Foto: Viridis/Divulgação

Escondidos sob o solo brasileiro, milhões de toneladas de terras raras despertam o interesse global, com os Estados Unidos na vanguarda. No entanto, embora representem o novo ouro brasileiro para alguns, o boom parece distante.

Essenciais para fabricar desde carros elétricos a mísseis, esses 17 elementos são abundantes na terra — mas a China detém as maiores reservas e a tecnologia para processá-los.

Hoje, a produção brasileira é insignificante, enquanto o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta incentivar seu desenvolvimento e manter o controle sobre essa fonte de renda inesperada.

O Brasil pode se tornar um novo fornecedor global de terras raras? Aqui estão algumas respostas importantes.

O Brasil possui mais de 20 milhões de toneladas de elementos de terras raras, segundo estimativas do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). É a segunda maior reserva mundial, atrás da China e muito à frente da terceira maior: a Índia, com 6,9 milhões de toneladas.

Mas as exportações são marginais. O país exportou 20 toneladas em 2024, uma fração ínfima da produção global estimada naquele ano em 390 mil toneladas pelo USGS.

Elementos de terras raras, como o neodímio e o praseodímio, aparecem em areias, argilas e rochas, juntamente com dezenas de outros compostos, e precisam ser separados por meio de um processo custoso.

"Na transição entre o que a gente tira da terra e o óxido (de terras raras), por exemplo, que seria 99,9999% de pureza, você tem pelo menos 400 processos industriais", explicou Pablo Cesario, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as principais empresas do setor.

"A gente consegue fazer isso em escala laboratorial. O que nós não temos e quase ninguém no mundo tem é essa tecnologia de processamento em escala industrial", detalhou Cesario em uma coletiva de imprensa virtual.

Portanto, são necessárias "infraestrutura", "pesquisa tecnológica" e um fornecimento de energia mais barato e abundante, antecipou Julio Nery, diretor de assuntos de mineração do Ibram.

Os Estados Unidos encontraram no Brasil uma oportunidade para desafiar a posição dominante da China no mercado de terras raras.

"A gente está olhando para o Brasil como um lugar que tem potencial de bilhões em investimentos dos Estados Unidos. A gente já está neste caminho com mais de US$ 600 milhões investidos (cerca de R$ 3 bilhões)", disse um porta-voz da embaixada dos EUA, sob condição de anonimato, à imprensa durante um evento para investidores em março.

Durante o encontro, Washington assinou um memorando de entendimento com o estado de Goiás para incentivar a mineração de terras raras.

Em abril, a empresa americana USA Rare Earth adquiriu a Serra Verde, empresa que opera a única mina em produção no Brasil, localizada em Goiás, por aproximadamente US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões).

A Austrália também está presente no Brasil por meio da empresa Foxfire Metals, enquanto a China possui participação em um projeto na Amazônia, segundo o Ibram.

O presidente Lula expressou sua disposição de "fazer acordos com todos os países", mas enfatizou que "ninguém, a não ser o Brasil, será dono da nossa riqueza".

Esta semana, Lula estendeu a mão ao presidente americano, Donald Trump, convidando-o a se "associar" com o Brasil na exploração de terras raras, dias após se reunir com o americano na Casa Branca. A relação entre os dois tem sido marcada por altos e baixos.

Enquanto isso, a Câmara dos Deputados aprovou neste mês um projeto de lei que oferece incentivos fiscais ao setor privado para explorar esse setor, ao mesmo tempo em que reforça o controle estatal.

O texto concede ao Executivo poder de veto sobre acordos com empresas estrangeiras por razões de "segurança econômica ou geopolítica", uma medida que irritou o setor privado.

"O que está escrito ali é que o governo tem a última palavra em tudo. E isso é uma preocupação", disse Pablo Cesario.

"A expectativa é que esse texto mude lá no Senado", onde será debatido em data ainda a ser definida, acrescentou.

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Meta demite 8 mil funcionários para priorizar gastos com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 11:56

Tecnologia Meta demite 8 mil funcionários para priorizar gastos com IA Funcionários começaram a receber notificações de demissão nesta quarta-feira (20), após semanas de tensão interna na empresa. Por Darlan Helder, g1

A Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp) começou a demitir cerca de 8 mil funcionários nesta quarta-feira (20) como parte de uma reestruturação para priorizar investimentos em IA, segundo a agência Bloomberg.

A informação também foi confirmada ao g1 por um funcionário da Meta que pediu para não ser identificado. Segundo ele, desta vez, seu cargo não foi afetado. O g1 entrou em contato com a Meta para obter mais detalhes e aguarda retorno.

A big tech tinha 78.865 funcionários em dezembro de 2025, segundo a agência France Presse. Os desligamentos anunciados nesta quarta representam cerca de 10% da força total de trabalho da empresa.

De acordo com a Bloomberg, as notificações de demissão começaram a ser enviadas a funcionários da Ásia a partir das 4h no horário de Singapura. Segundo um memorando interno, trabalhadores dos Estados Unidos também seriam informados na sequência.

Na segunda-feira (18), a Meta já havia informado que cerca de 7 mil funcionários seriam realocados para iniciativas ligadas à inteligência artificial. A informação também foi confirmada anteriormente ao g1 pelo mesmo funcionário da empresa, que afirmou que a mudança não era opcional.

Segundo ele, o clima na empresa já era ruim, já que a Meta havia avisado internamente que faria desligamentos nas próximas semanas, o que acabou se concretizando agora.

Em nota interna, a diretora de recursos humanos, Janelle Gale, afirmou que a decisão faz parte dos esforços da Meta para “gerir a empresa de forma mais eficiente e compensar os investimentos” do grupo na corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial.

A Meta planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões (cerca de R$ 570 bilhões a R$ 670 bilhões) em 2026, principalmente para garantir infraestrutura para IA de chips a centros de dados.

No fim de fevereiro, a Meta anunciou um acordo com a AMD para a compra de milhões de chips por ao menos 60 bilhões de dólares (R$ 297 bilhões).

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Há 2 horas São Paulo De ‘não há um único centavo’ a ‘meu irmão’: Frias se contradizHá 2 horasCaiado diz que quem está ‘contaminado’ não pode sentar na cadeira de presidenteHá 2 horasEscudo antimíssilRússia e China criticam plano de Trump para Domo de Ouro

Há 3 horas Mundo Putin e Xi assinam 20 acordos em encontro em PequimHá 3 horasHavana sob pressãoVÍDEO: em espanhol, secretário de Estado de Trump propõe uma ‘nova Cuba’

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Brasil tem menor taxa de bebês não registrados no ano em que nasceu, mostra IBGE

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 10:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%MoedasDólar ComercialR$ 5,0530,24%Dólar TurismoR$ 5,2440,02%Euro ComercialR$ 5,8570,11%Euro TurismoR$ 6,094-0,06%B3Ibovespa174.776 pts0,29%Oferecido por

Levantamento indica que o percentual de crianças que deixaram de ser registradas no ano de nascimento atingiu o índice de 0,95%.

Local de ocorrência do parto influencia diretamente na documentação: enquanto o sub-registro em hospitais é de 0,83%, os nascimentos domiciliares apresentam taxa de 19,35% de falta de registro civil no mesmo período.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (20) os dados das Estimativas de Sub-registro de Nascimentos e Óbitos para o ano de 2024. O levantamento indica que o percentual de crianças que deixaram de ser registradas no ano de nascimento atingiu o índice de 0,95%, o menor valor da série histórica iniciada em 2015.

O dado representa uma redução de 3,26 pontos percentuais em relação a 2015, quando a taxa era de 4,21%. No mesmo período, a subnotificação de nascimentos no sistema de saúde recuou para 0,39%.

Os dados se baseiam nos registros dos cartórios de Registro Civil e dos sistemas de informação do Ministério da Saúde.

📋👶Sub-registro de nascidos vivos (IBGE): nascimentos que não foram registrados em cartório dentro do prazo legal considerado (março do ano seguinte ao nascimento);🏥👶Subnotificação de nascidos vivos (Ministério da Saúde): nascimentos que não foram informados ao sistema de saúde, especialmente ao SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos).

Segundo o IBGE, o local do parto influencia diretamente na documentação: enquanto o sub-registro em hospitais é de 0,83%, os nascimentos domiciliares apresentam taxa de 19,35% de falta de registro civil no mesmo período.

Os resultados aproximam o país da meta de cobertura universal de registro de nascimentos prevista nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em outubro de 2025, o Brasil alcançou o status de "Produzido", ou seja, indica que o Brasil deixou de apenas realizar estudos experimentais ou estimativas indiretas para fornecer dados oficiais, regulares e de alta confiabilidade sobre as estatísticas vitais no país.

Apesar da redução nacional, persistem diferenças entre as regiões do país. O Norte apresenta a maior taxa de sub-registro (3,53%), seguido pelo Nordeste (1,34%). Em contraste, as regiões Sul (0,16%) e Sudeste (0,25%) possuem os menores índices de invisibilidade documental.

Os dez maiores índices de sub-registro são de municípios do Norte e do Nordeste do país. Desses, quatro tem percentual maior que 50%, ou seja, mais da metade dos nascidos vivos em 2024 não foram registrados no período legal nessas cidades. São eles:

Junco do Maranhão (MA): 70,2% de sub-registro;Alto Alegre (RR): 67,9%;Amajari (RR): 60,1%;Uiramutã (RR): 55,6%;Lagoa de Velhos (RN): 41,9%;Boqueirão do Piauí (PI): 39,2%;Lagoa do Barro do Piauí (PI): 38,5%;Pedra Branca do Amapari (AP): 36,7%;Bom Jesus do Tocantins (PA): 36,2%;Luís Domingues (MA): 35,0%.

Os dados também revelam uma concentração de sub-registro em grupos etários específicos. No caso de mães menores de 15 anos na Região Norte, o índice de falta de registro civil chega a 39,35% em Roraima, 22,31% no Amapá e 14,63% no Amazonas. Em seis das sete unidades da federação dessa região, as taxas para essa faixa etária materna situam-se acima de 10%.

Quanto aos óbitos, o sub-registro estimado pelo IBGE para 2024 foi de 3,40%, uma redução frente aos 4,89% registrados em 2015. A subnotificação no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) foi de 1%.

📋Sub-registro de óbitos: é a proporção de mortes que não foram registradas oficialmente em cartório. Esse indicador costuma ser estimado pelo IBGE com base em métodos demográficos e comparação entre diferentes bases de dados. (Exemplo: uma pessoa falece em uma área remota e a família não faz o registro civil do óbito).🏥Subnotificação de óbitos: é a proporção de mortes que não foram informadas ao sistema de saúde, especialmente ao SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade). O Ministério da Saúde estima isso usando hospitais, declarações de óbito e vigilância epidemiológica.

A cobertura dos registros de óbitos é menor entre a população infantil. O sub-registro de óbitos de crianças com menos de 1 ano foi de 10,8% em 2024, valor 3,2 vezes superior à média nacional de óbitos totais. Na região Norte, este índice chega a 26,6%. As menores taxas de ausência de registros de óbitos infantis estão no Sudeste (2,67%) e no Sul (2,96%).

Miguel Calmon (BA): 71,2%Jordão (AC): 46,7%Porto do Mangue (RN): 37,5%Porto do Mangue (RN): 37,5%Matões do Norte (MA): 35,2%Umburanas (BA): 33,8%Pedrinhas Paulista (SP): 33,3%Miraselva (PR): 33,3%Presidente Médici (MA): 32,8%Bonfim (MG): 31,2%

Chapada de Areia (TO): 83,4%Bom Jesus do Tocantins (PA): 77,9%Junco do Maranhão (MA): 73,5%Amajari (RR): 70,9%Lagoa de Velhos (RN): 66,9%Porto Rico do Maranhão (MA): 57,9%Alto Alegre (RR): 57,3%Cutias (AP): 57,3%Bernardo do Mearim (MA): 56,7%Bacurituba (MA): 55,2%

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Três superpetroleiros cruzam o Estreito de Ormuz com 6 milhões de barris após meses de bloqueio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 09:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

Três superpetroleiros começaram a cruzar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (20), após mais de dois meses de espera no Golfo Pérsico.

As embarcações transportam um total de seis milhões de barris de petróleo bruto do Oriente Médio para os mercados asiáticos.

Os dados de navegação são da LSEG e da Kpler. Os navios estão no grupo de superpetroleiros que saíram do Golfo neste mês por uma rota alternativa indicada pelo Irã.

Antes do início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz era, em média, de 125 a 140 passagens diárias.

Os navios-tanque de petróleo, no entanto, ainda representam uma parcela pequena das embarcações que passam pelo Estreito, segundo análise da Reuters baseada em dados de rastreamento.

O petroleiro Seaprincess ao largo do Golfo de Fos-sur-Mer, em Port-de-Bouc. — Foto: Manon Cruz/Reuters

Três superpetroleiros começaram a cruzar o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira (20), após mais de dois meses de espera no Golfo Pérsico em razão da guerra no Irã. As embarcações transportam um total de seis milhões de barris de petróleo bruto do Oriente Médio para os mercados asiáticos.

Os dados de navegação são da LSEG e da Kpler. Os navios estão no grupo de superpetroleiros que saíram do Golfo neste mês por uma rota alternativa indicada pelo Irã.

Antes do início da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz era, em média, de 125 a 140 passagens diárias — volume que caiu para cerca de 10 embarcações últimos dias, incluindo navios de carga e outros tipos.

Os navios-tanque de petróleo, no entanto, ainda representam uma parcela pequena das embarcações que passam pelo Estreito, segundo análise da Reuters baseada em dados de rastreamento. Desde o início do conflito, cerca de 20 mil tripulantes permanecem presos no Golfo, a bordo de centenas de navios.

"O ambiente operacional permanece de alto risco, devido aos recentes ataques a navios na região", afirmou o Centro Conjunto de Informações Marítimas, liderado pela Marinha dos Estados Unidos, em nota divulgada na terça-feira (19).

Nesta quarta-feira, associações do setor de transporte marítimo emitiram novas orientações a embarcações que pretendem navegar pelo estreito, apontando diversos riscos — entre eles, ataques, ameaças de drones e minas, congestionamento imprevisível do tráfego e “supervisão militar reduzida”.

"Centenas de embarcações continuam impossibilitadas de transitar pelo Estreito de Ormuz e, em caso de retorno a condições mais normais de navegação, o movimento simultâneo dessas embarcações no local pode representar um risco considerável", disseram as associações na orientação.

A restrição na passagem do Estreito de Ormuz tem preocupado os mercados globais, em meio ao receio de que uma oferta mais restrita de petróleo continue a pressionar os preços pelo mundo.

Em meio a incertezas sobre as negociações de paz entre os EUA e o Irã, os preços do petróleo recuam nesta quarta-feira (20). Perto das 10h, o barril do Brent (referência internacional) tinha queda de 2,23%, cotado a US$ 108,80. Já o West Texas Intermediate (WTI), do mercado americano, caía 0,82% no mesmo horário, a US$ 107,77.

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Fabricante de brinquedos Estrela entra com pedido de recuperação judicial

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 08:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

A fabricante de brinquedos Estrela informou nesta quarta-feira (20) que entrou com pedido de recuperação judicial, em conjunto com empresas de seu grupo.

O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve oito empresas do Grupo Estrela, incluindo a própria Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos.

Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a recuperação judicial tem como objetivo reorganizar o endividamento e preservar a continuidade das operações, além de manter empregos e a geração de valor para clientes, fornecedores e acionistas.

Segundo a empresa, o cenário econômico dos últimos anos pressionou a estrutura financeira do grupo.

Entre os motivos apontados pela empresa estão os juros altos, a maior dificuldade para conseguir empréstimos e a mudança nos hábitos dos consumidores, que passaram a gastar mais com opções digitais, como jogos e entretenimento online.

A fabricante de brinquedos Estrela informou nesta quarta-feira (20) que entrou com pedido de recuperação judicial, em conjunto com empresas de seu grupo, diante de dificuldades financeiras agravadas pelo aumento do custo de crédito, mudanças no consumo e pressão competitiva do mercado digital.

O pedido foi protocolado na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e envolve oito empresas do Grupo Estrela, incluindo a própria Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos.

🔎A recuperação judicial é um mecanismo usado por empresas com dificuldades financeiras para renegociar dívidas e evitar a falência. Durante o processo, a companhia apresenta um plano de reestruturação para continuar operando, manter empregos e organizar os pagamentos aos credores.

Em comunicado ao mercado, a companhia afirmou que a recuperação judicial tem como objetivo reorganizar o endividamento e preservar a continuidade das operações, além de manter empregos e a geração de valor para clientes, fornecedores e acionistas.

Segundo a empresa, o cenário econômico dos últimos anos pressionou a estrutura financeira do grupo.

Entre os motivos apontados pela empresa estão os juros altos, a maior dificuldade para conseguir empréstimos e a mudança nos hábitos dos consumidores, que passaram a gastar mais com opções digitais, como jogos e entretenimento online.

Pela legislação brasileira, a administração da empresa permanece à frente das atividades enquanto o plano de recuperação é elaborado e submetido aos credores.

A companhia informou ainda que apresentará futuramente um Plano de Recuperação Judicial, que precisará ser aprovado pelos credores para viabilizar a reestruturação financeira do grupo.

Disputa entre Estrela e Hasbro agora se limita a direitos do Banco Imobiliário — Foto: Divulgação

Fundada em 1937, a fabricante de brinquedos Estrela se consolidou como uma das marcas mais conhecidas do setor no Brasil, com produtos que marcaram diferentes gerações de consumidores.

A empresa começou como uma pequena fábrica de bonecas de pano e carrinhos de madeira. Ao longo das décadas, ampliou sua linha de produtos e lançou brinquedos que se tornaram populares no país, como Banco Imobiliário, Autorama, Falcon, Genius, Susi, Comandos em Ação e Super Massa.

Nos anos 1940, a companhia lançou o Banco Imobiliário, que se transformou em um dos jogos de tabuleiro mais conhecidos do mercado brasileiro.

Em 1944, também se tornou uma das primeiras empresas do país a abrir capital na bolsa. Nas décadas seguintes, fortaleceu sua presença no setor com bonecas, brinquedos eletrônicos e carrinhos de controle remoto, acompanhando tendências do entretenimento infantil e da cultura popular.

Um dos episódios mais marcantes da trajetória da empresa ocorreu no fim dos anos 1990, com o encerramento da parceria com a fabricante americana Mattel.

Durante cerca de 30 anos, a Estrela produziu e vendeu a boneca Barbie no Brasil. Após o fim do acordo, a companhia relançou a boneca Susi, que estava fora do mercado havia mais de dez anos, em uma tentativa de recuperar espaço entre os consumidores brasileiros.

A empresa também enfrenta há anos uma disputa judicial com a americana Hasbro. A multinacional cobra royalties relacionados à venda de cerca de 20 brinquedos no Brasil, entre eles o tradicional Banco Imobiliário.

Atualmente, a Estrela mantém operações industriais em São Paulo, Minas Gerais e Sergipe, além de um escritório central na capital paulista.

Nos últimos anos, porém, a companhia passou a enfrentar dificuldades financeiras em meio às mudanças no mercado de brinquedos, pressionado pelo avanço dos jogos digitais e pela transformação dos hábitos de consumo das crianças.

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UE fecha acordo comercial provisório com EUA sob pressão de Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 08:48

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Layen, discursa durante a 56ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça — Foto: Reuters

Representantes do Parlamento Europeu e dos 27 países da União Europeia fecharam, após uma noite de negociações em Estrasburgo, um acordo provisório para implementar o pacto comercial com os Estados Unidos, anunciado nesta quarta-feira (20) pela presidência cipriota da UE.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comemorou o compromisso e disse esperar que ele ajude a encerrar rapidamente um período turbulento nas relações entre os dois lados.

“Isso significa que em breve cumpriremos nossa parte do compromisso assumido” com os Estados Unidos, escreveu ela na rede social X. Von der Leyen também pediu que o processo seja “finalizado” o mais rápido possível. “Juntos, podemos garantir um comércio transatlântico estável, previsível, equilibrado e mutuamente benéfico”, acrescentou.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, também reagiu positivamente ao compromisso firmado pela UE para implementar o acordo comercial fechado no ano passado com os Estados Unidos.

“Conseguimos chegar a um acordo sobre a implementação do acordo tarifário UE-Estados Unidos. A Europa cumpre seus compromissos”, escreveu Merz.

O presidente dos EUA, Donald Trump, havia dado aos europeus até 4 de julho para ratificar o acordo negociado no verão de 2025 em Turnberry, na Escócia.

Ao afirmar que os compromissos dos EUA foram rapidamente colocados em prática, Trump ameaçou elevar de 15% para 25% as tarifas sobre carros e caminhões europeus caso a UE não cumprisse sua parte do acordo.

No pacto com Washington, a União Europeia se comprometeu a eliminar tarifas aplicadas à maioria das importações vindas dos Estados Unidos, em troca de um teto de 15% para as tarifas impostas por Trump sobre produtos europeus.

No entanto, o Parlamento Europeu havia exigido no mês passado uma série de salvaguardas consideradas difíceis de serem aceitas pelos Estados-membros, preocupados em evitar uma nova reação negativa da Casa Branca.

Vários economistas já classificaram o acordo negociado entre Bruxelas e Washington como uma “capitulação” dos europeus às exigências do governo americano.

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Senado analisa indicados para autarquia que regula fundos de investimento nesta quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 07:56

Política Senado analisa indicados para autarquia que regula fundos de investimento nesta quarta Se aprovado, Otto Lobo não terá um mandato de cinco anos, como acontece em novas nomeações. Ele cumprirá um mandato tampão até julho de 2027, por conta da saída do ex-presidente. Por Caetano Tonet, g1 — Brasília

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado vai analisar nesta quarta-feira (20) a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

Ele cumprirá um mandato tampão até julho de 2027, complementando o período restante do mandato de João Pedro Nascimento, ex-presidente que deixou o cargo em julho do ano passado.

Na segunda-feira (18), o relator da indicação de Lobo, senador Eduardo Braga (MDB-AM), publicou parecer favorável à indicação do Palácio do Planalto.

Além de Lobo, o colegiado também irá deliberar a indicação de Igor Muniz para uma diretoria do órgão.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado vai analisar nesta quarta-feira (20) a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

🔎A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, que tem como principal função regular fundos de investimento.

Se aprovado, Lobo não terá um mandato de cinco anos, como acontece em novas nomeações. Ele cumprirá um mandato tampão até julho de 2027, complementando o período restante do mandato de João Pedro Nascimento, ex-presidente que deixou o cargo em julho do ano passado.

Na segunda-feira (18), o relator da indicação de Lobo, senador Eduardo Braga (MDB-AM), publicou parecer favorável à indicação do Palácio do Planalto.

“Consta ainda na mensagem encaminhada, afirmação do Ministério da Fazenda de ser o indicado detentor de idoneidade moral e reputação ilibada, bem como de ter perfil profissional ou formação acadêmica compatível com o cargo ou a função para a qual foi indicado”, diz o parecer de Eduardo Braga.

Antes de apresentar o relatório, Braga conversou com o presidente Lula para confirmar a indicação para o comando da CVM.

A indicação de Lobo dividiu setores do governo, com o ministério da Fazenda, à época comandado por Fernando Haddad, contrário à indicação. A posição é seguida pelo atual chefe da pasta, Dario Durigan, mas segundo fontes a par das conversas, Lula reforçou a Braga a escolha por Lobo.

O nome do advogado também foi mal recebido no mercado financeiro em função de decisões favoráveis ao Banco Master enquanto presidiu a CVM de forma interina.

Sabatina de indicados para a diretoria do BC na CAE do Senado – imagem de arquivo — Foto: Marcela Cunha

O Ministério Público chegou a solicitar ao Tribunal de Contas da União (TCU) a suspensão da sabatina de Lobo no Senado, mas o processo foi arquivado pela corte de contas.

Em uma das decisões questionadas pelo TCU, o voto de qualidade de Lobo dispensou a Ambipar — empresa de gestão de resíduos que realizou diversas transações com o Master — de realizar uma oferta pública de ações (OPA).

A posição de Lobo contrariou a área técnica da CVM que apontou uma ação orquestrada entre os empresários Nelson Tanure e Tércio Bolenghi e do Banco Master para inflar o preço das ações da empresa.

Em outubro de 2025, dias antes da liquidação do banco de Daniel Vorcaro, a Ambipar teve sua recuperação judicial aprovada.

A indicação de Lobo para o comando da CVM é atribuída a empresários e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Após Lula formalizar a escolha, Alcolumbre negou ser padrinho do indicado.

Além de Lobo, o colegiado também irá deliberar a indicação de Igor Muniz para uma diretoria do órgão. A expectativa é que os nomes também sejam votados no plenário nesta quarta-feira.

➡️Atualmente, só duas cadeiras estão ocupadas, deixando a autarquia com três vagas abertas no colegiado.

➡️Apesar do cenário de desfalque, apenas as indicações de Lobo e Muniz foram encaminhadas pelo Executivo.

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China anuncia negociação com EUA para reduzir tarifas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 07:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

Negociação prevê redução de tarifas que afetam dezenas de bilhões de dólares em produtos de ambos os lados.

China vai restabelecer os registros de alguns exportadores de carne bovina dos Estados Unidos, que haviam expirado no ano passado.

O presidente dos EUA, Donald Trump (à esquerda), posa para fotos com o presidente da China, Xi Jinping, durante uma visita ao Jardim Zhongnanhai, em Pequim, em 15 de maio de 2026. — Foto: Evan Vucci / Pool / AFP

A China concordou em trabalhar com os Estados Unidos para reduzir tarifas que afetam dezenas de bilhões de dólares em produtos de ambos os lados, segundo comunicado do governo chinês divulgado nesta quarta-feira (20), poucos dias após a visita do presidente Donald Trump a Pequim.

As duas maiores economias do mundo passaram boa parte de 2025 envolvidas em uma intensa guerra comercial, até que Trump e Xi Jinping firmaram uma trégua de um ano durante um encontro na Coreia do Sul, em outubro.

Como resultado da reunião da semana passada, os países criaram um conselho comercial no qual “as partes concordaram, em princípio, em discutir um acordo-quadro para a redução recíproca de tarifas sobre produtos de valor equivalente”, segundo o comunicado do Ministério do Comércio da China.

Os cortes tarifários previstos devem atingir mercadorias avaliadas em “US$ 30 mil ou mais para cada parte”, acrescenta o documento publicado na internet e atribuído a um funcionário que não foi identificado.

A China afirmou esperar que “a parte americana cumpra o compromisso” assumido na recente rodada de negociações e pediu a prorrogação dos acordos de trégua comercial firmados no ano passado.

O Ministério do Comércio também informou que o país vai restabelecer os registros de alguns exportadores de carne bovina dos Estados Unidos, que haviam expirado no ano passado, no momento de maior tensão com Washington.

Ao confirmar outro resultado do encontro entre Xi e Trump, o ministério afirmou que a China comprará 200 aeronaves da Boeing, sem detalhar os modelos.

Nos últimos meses, a imprensa americana noticiou que Pequim estava prestes a fazer um grande pedido à Boeing, que poderia incluir até 500 aviões 737 MAX, além de quase 100 unidades dos modelos 787 Dreamliner e 777.

Sobre as terras raras — setor estratégico dominado pela China e alvo de restrições às exportações no ano passado — o comunicado não trouxe detalhes adicionais.

“As partes trabalharão juntas para estudar e resolver preocupações legítimas e legais de ambos os lados”, afirmou o texto.

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O ranking dos países mais caros para se comprar uma camisa da Copa do Mundo — e a posição do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 20/05/2026 06:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,0400,85%Dólar TurismoR$ 5,2430,7%Euro ComercialR$ 5,8500,45%Euro TurismoR$ 6,0980,37%B3Ibovespa174.279 pts-1,52%Oferecido por

Neymar em jogo que eliminou o Brasil da Copa do Mundo, no Catar, em 2022; uniforme de 2026 ainda não entrou em campo — Foto: Suhaib Salem/Reuters

Vendida por R$ 749,99 nas lojas oficiais, a camisa do Brasil para a Copa do Mundo é a que mais pesa no bolso dos torcedores entre os oito países que já venceram o torneio.

A BBC News Brasil comparou o preço dos uniformes oficiais com a renda média da população de Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Espanha, Argentina e Uruguai.

No Brasil, o valor corresponde a cerca de 17,5% da renda média mensal per capita, segundo o Banco Mundial, calculada em US$ 859 — o equivalente hoje a R$ 4.289. O cálculo considera o Produto Interno Bruto (PIB) do país convertido em dólares e dividido pelo número de habitantes.

O valor adotado pelo Banco Mundial é superior ao calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, que leva em conta a renda líquida.

Segundo o IBGE, a renda média mensal da população brasileira é de R$ 3.367, cenário em que a compra da camisa da seleção comprometeria 22,2% da renda.

Mas os dados do Banco Mundial foram adotados pela reportagem para garantir uma base única de comparação entre os países.

Se o cálculo levasse em conta o salário mínimo, por exemplo, o preço da camisa equivaleria, no Brasil, a 46,3% do valor total recebido por mês.

Essa comparação, porém, teria limitações. Enquanto no Brasil cerca de um terço dos trabalhadores recebem salário mínimo, na Alemanha apenas 6% da população ganha o piso salarial legal do país. Por isso, o indicador não funciona como um bom termômetro da renda média da população em cada território.

Modelo veste uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, vendida pela Nike por R$ 749,99 — Foto: Reprodução/Divulgação

Entre os países que já conquistaram o troféu, os preços mais altos proporcionalmente à renda estão nos três sul-americanos da lista.

Nas nações europeias, os torcedores não precisam desembolsar mais do que 5,9% da renda média mensal para comprar uma camisa oficial.

3,7% da renda mensal na Alemanha;4% na Inglaterra;4,8% na França;5,2% na Itália;5,9% na Espanha;9,2% na Argentina;9,9% no Uruguai;17,5% no Brasil.

Embora os percentuais nos países da América do Sul sejam bem mais altos do que os registrados na Europa, ainda ficam cerca de 8% abaixo do valor no Brasil.

Modelo veste uniforme da Alemanha para a Copa do Mundo de 2026, vendida por € 150 pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação

Ao converter euros, reais e pesos para dólares nas cotações desta terça-feira (19/5), o preço absoluto da camisa brasileira aparece como o segundo mais barato da lista (US$ 149,1), à frente apenas da Argentina (US$ 107,5). No entanto, quando a comparação leva em conta a renda da população, o Brasil dispara como o país mais caro para adquirir a peça.

As comparações foram feitas pela BBC News Brasil a partir do cruzamento de dados do Banco Mundial com informações das lojas oficiais da Nike e da Adidas, marcas responsáveis pela comercialização dos uniformes dessas seleções.

Os valores se referem às chamadas camisas de jogador. No caso da Nike, responsável pelo uniforme brasileiro, a empresa afirma que a peça utiliza uma tecnologia que permite a circulação de ar na pele, ajudando o corpo a se manter fresco em temperaturas elevadas e deixando o material mais leve.

Segundo as fabricantes, essas seriam as mesmas peças usadas pelos atletas em campo. A comparação considerou esse modelo porque, embora existam versões mais baratas no Brasil — como uma camiseta branca simples estampada apenas com o logo da CBF, vendida por R$ 149,90 —, nem todos os países oferecem alternativas equivalentes, já que alguns comercializam apenas os chamados modelos de jogador.

Até a publicação desta reportagem, a Nike não respondeu aos questionamentos da BBC News Brasil sobre quais fatores impactam a precificação da camisa.

Modelo veste o uniforme da Argentina para a Copa do Mundo de 2026, vendido pela Adidas por $ 219.999 pesos argentinos — Foto: Reprodução/Divulgação

O preço pago por uma camisa da seleção sempre foi considerado alto no Brasil. Em 1998, às vésperas da Copa do Mundo da França, a peça custava R$ 84. O valor representava 64,6% do salário mínimo da época, de R$ 130 — percentual superior ao atual, de 46,3%. Foi naquele ano que a Nike assumiu a produção dos uniformes oficiais em parceria com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Ainda assim, a valorização da camisa desde então ficou acima da inflação. Se fosse corrigido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), indicador oficial do IBGE para medir a variação do custo de vida, o valor de R$ 84 em 1998 equivaleria hoje a R$ 438 — isto é, R$ 312 a menos do que o cobrado nesta Copa.

Os reajustes entre uma Copa e outra variaram bastante ao longo do tempo. Entre os Mundiais de 2014, no Brasil, e de 2018, na Rússia, o aumento foi de 36,7%.

Já entre a Copa da Rússia e a do Catar, em 2022, a alta chegou a 55,6%, quando o preço saltou de R$ 449,90 para R$ 699,99. Foi um aumento de 55,6%, enquanto o IPCA acumulado foi mais baixo, de 29,1% — pela inflação, portanto, a camisa deveria ter custado até R$ 581.

Para a próxima edição, sediada por Canadá, Estados Unidos e México a partir do dia 11 de junho, o aumento foi menor: 7,1%, com o preço passando de R$ 699,99 para R$ 749,99. Ainda assim, a variação ficou acima da inflação acumulada no período, segundo a qual a peça deveria custar, no máximo, R$ 735.

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