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CEO da Microsoft diz estar ‘muito orgulhoso’ de investimento na OpenAI em julgamento de Elon Musk

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 23:35

Tecnologia CEO da Microsoft diz estar 'muito orgulhoso' de investimento na OpenAI em julgamento de Elon Musk Segundo o site The Information, a Microsfot agora estaria limitada a receber US$ 38 bilhões dos lucros da OpenAI em novo acordo fechado entre as empresas. Por Redação g1

O diretor‑executivo da Microsoft, Satya Nadella, disse que estava "muito orgulhoso" do investimento inicial lucrativo de sua empresa na gigante de IA por trás do ChatGPT.

Nadella declarou que o investimento da Microsoft, que hoje detém cerca de um quarto da OpenAI Group PBC, contribuiu para criar "uma das maiores e melhor financiadas organizações sem fins lucrativos do mundo".

A defesa de Musk alega que documentos internos da Microsoft demonstravam que a companhia na realidade tinha o foco nos lucros, e não em ajudar a fomentar um serviço de IA filantrópico.

O diretor‑executivo da Microsoft, Satya Nadella, disse que estava "muito orgulhoso" do investimento inicial lucrativo de sua empresa na gigante de IA por trás do ChatGPT. A fala ocorreu durante o depoimento do CEO no julgamento movido por Elon Musk contra a OpenAI.

Nadella declarou que o investimento da Microsoft, que hoje detém cerca de um quarto da OpenAI Group PBC, contribuiu para criar "uma das maiores e melhor financiadas organizações sem fins lucrativos do mundo".

A defesa de Musk alega que documentos internos da Microsoft demonstravam que a companhia na realidade tinha o foco nos lucros, e não em ajudar a fomentar um serviço de IA filantrópico. Isso depois de ver seu investimento inicial de US$ 13 bilhões (R$ 63,53 bilhões, na cotação atual) disparar para US$ 92 bilhões (R$ 449,59 bilhões) quatro anos mais tarde. A participação do grupo agora é avaliada em US$ 135 bilhões (R$ 659,72 bilhões).

"Se o bolo ficasse maior, obviamente a organização sem fins lucrativos também se beneficiaria em sua missão, e foi exatamente isso que se comprovou", afirmou Nadella.

Os advogados de Musk sugerem que a Microsoft foi fundamental na guinada da OpenAI rumo a uma empresa comercial, citando uma frase de Nadella em 2023: "Temos as pessoas, temos poder de computação, temos os dados, temos tudo."

Naquele ano, quando o fundador da OpenAI, Sam Altman, foi demitido, Nadella interveio para apoiá‑lo. "Eu também tentaria garantir que Sam e Greg [Brockman, seu cofundador] não criassem uma empresa concorrente e que se juntassem à Microsoft", disse Nadella.

No dia seguinte à saída de Altman, a Microsoft já havia criado uma subsidiária para recebê‑los e adquirir as ações dos funcionários que decidissem segui‑los, uma medida que um dos cofundadores calculou que teria custado aproximadamente US$ 25 bilhões (R$ 122,17 bilhões). Dias depois, Altman voltou a seu cargo na OpenAI.

Segundo o site The Information, a OpenAI fechou um novo acordo com a Microsoft para limitar a participação desta nos lucros da IA. De acordo com a reportagem, a Microsfot agora estaria limitada a receber US$ 38 bilhões e isso permitiria uma economia de até US$ 97 bilhões até 2030 para a OpenAI.

Elon Musk processou a OpenAI, acusando a empresa de trair sua missão original e de desviar suas doações, de 38 milhões de dólares (R$ 188,9 milhões), para construir um império avaliado em mais de 850 bilhões de dólares (R$ 4,23 trilhões).

O processo expôs disputas internas entre engenheiros, investidores e executivos do Vale do Silício nos anos anteriores ao lançamento do ChatGPT, em 2022.

O fundador da Tesla e da SpaceX exige que a OpenAI retorne a seu status original de organização sem fins lucrativos. Se isso acontecer, a medida afetaria sua posição na corrida global de inteligência artificial contra Anthropic, Google e a chinesa DeepSeek.

A OpenAI afirma que Musk se retirou voluntariamente após não conseguir o controle majoritário da empresa. Depois, ele se tornou concorrente direto da companhia por meio da xAI, com a qual desenvolveu a IA Grok.

A juíza Yvonne González Rogers dará a decisão definitiva sobre a responsabilidade e eventuais indenizações, após o veredicto de um júri "consultivo". Se ela decidir a favor de Musk, a abertura de capital da OpenAI, planejada para este ano, ficaria em dúvida.

No julgamento desta segunda, os advogados de Musk tentaram convencer o júri de que a Microsoft, ao investir na OpenAI em 2019, sabia que contribuía para desviar uma fundação sem fins lucrativos de seu propósito original.

Para isso, eles usarão e-mails da Microsoft de 2018, revelados recentemente, para demonstrar que a gigante de tecnologia só investiu quando vislumbrou a possibilidade de obter retornos.

Nos e-mails, Nadella consultou seus executivos sobre um desconto concedido à OpenAI para usar a potência computacional do Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft.

"Em geral, não sei que pesquisa eles estão conduzindo nem como, se a compartilhassem conosco, ela poderia nos ajudar a avançar", escreveu Nadella.

Sam Altman, então CEO da OpenAI, e Satya Nadella, CEO da Microsoft, durante a conferência OpenAI DevDay, em 6 de novembro de 2023 — Foto: AP Photo/Barbara Ortutay

Naquele momento predominava o ceticismo, e o diretor de tecnologia da Microsoft, Kevin Scott, temia que a OpenAI pudesse "ir irritada para a Amazon".

Em 2019, um ano e meio depois de ter virado as costas para a startup, a Microsoft finalmente investiu 1 bilhão de dólares (R$ 4,97 bilhões).

No fim, injetaria um total de 13 bilhões de dólares (R$ 64,62 bilhões), uma participação agora avaliada em 228 bilhões de dólares (R$ 1,13 trilhão).

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Petrobras tem lucro líquido de R$ 32,7 bilhões no 1° trimestre, queda de 7,2%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 20:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%MoedasDólar ComercialR$ 4,891-0,06%Dólar TurismoR$ 5,092-0,05%Euro ComercialR$ 5,761-0,08%Euro TurismoR$ 6,010-0,07%B3Ibovespa181.909 pts-1,19%Oferecido por

A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 32,7 bilhões no primeiro trimestre, queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior, informou a companhia nesta segunda-feira (11).

O Ebitda ajustado da estatal somou R$ 59,6 bilhões entre janeiro e março, recuo de 2,4% na comparação com um ano antes.

O conselho de administração da Petrobras aprovou o pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas, equivalente a R$ 0,70 por ação ordinária e preferencial.

A aprovação, com base no resultado do primeiro trimestre, é uma antecipação da remuneração de 2026, informou a companhia em fato relevante nesta segunda-feira.

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OpenAI é processada após ChatGPT ser acusado de orientar ataque nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 14:59

Tecnologia OpenAI é processada após ChatGPT ser acusado de orientar ataque nos EUA Viúva de vítima afirma que chatbot indicou local, horário e tipo de arma para ataque em universidade da Flórida; empresa nega responsabilidade. Por Associated Press

A viúva de uma vítima do tiroteio na Universidade Estadual da Flórida processa a OpenAI, alegando que o ChatGPT ajudou o autor do ataque.

Segundo promotores, o chatbot teria dado orientações sobre local, horário, armas e munição para maximizar o número de vítimas.

A OpenAI nega responsabilidade e afirma que o ChatGPT apenas forneceu informações públicas disponíveis na internet, sem incentivar violência.

O caso se soma a outros processos contra empresas de tecnologia e IA por supostos impactos de plataformas digitais na segurança e saúde mental.

O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT — Foto: AP/Michael Dwyer, Arquivo

A viúva de um homem morto em um tiroteio em massa ocorrido no ano passado na Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, está processando a OpenAI, criadora do ChatGPT, acusando o chatbot de inteligência artificial de ter contribuído para a tragédia.

Segundo os promotores, o ChatGPT teria aconselhado Phoenix Ikner sobre qual local e horário do dia permitiriam fazer o maior número possível de vítimas, além de indicar qual tipo de arma e munição usar e se uma arma seria eficaz em curta distância.

“A OpenAI sabia que isso aconteceria. Já aconteceu antes e era apenas uma questão de tempo até acontecer de novo”, afirmou Vandana Joshi em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11). O marido dela, Tiru Chabba, foi uma das duas pessoas mortas no ataque, que também deixou outras seis feridas.

Drew Pusateri, porta-voz da OpenAI, negou qualquer responsabilidade da empresa “nesse crime terrível”.

“Neste caso, o ChatGPT forneceu respostas factuais a perguntas com informações amplamente disponíveis em fontes públicas na internet e não incentivou nem promoveu atividade ilegal ou prejudicial”, disse Pusateri em um e-mail enviado à Associated Press nesta segunda-feira (11).

Phoenix Ikner responde por duas acusações de homicídio em primeiro grau e várias acusações de tentativa de homicídio pelo ataque ocorrido em abril de 2025 no campus da universidade, em Tallahassee, capital da Flórida.

Separadamente, em abril, a procuradora-geral da Flórida informou que havia uma rara investigação criminal envolvendo o ChatGPT para apurar se o aplicativo ofereceu orientações a Ikner.

Em comunicado divulgado por seu advogado, Joshi afirmou que a OpenAI “colocou seus lucros acima da nossa segurança, e isso matou meu marido. Eles precisam ser responsabilizados antes que outra família passe por isso”.

Diversos processos civis já pediram indenizações contra empresas de tecnologia e inteligência artificial pelo impacto de chatbots e redes sociais na saúde mental de usuários.

Em março, um júri em Los Angeles considerou a Meta e o YouTube responsáveis por danos causados a crianças que utilizavam seus serviços.

Já no Novo México, um júri concluiu que a Meta prejudicou conscientemente a saúde mental de crianças e ocultou o que sabia sobre exploração sexual infantil em suas plataformas.

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Ministro da Fazenda diz que reavaliar constantemente os preços de combustíveis é tarefa da Petrobras, não do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 14:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8970,07%Dólar TurismoR$ 5,0970,05%Euro ComercialR$ 5,7680,05%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa181.964 pts-1,16%MoedasDólar ComercialR$ 4,8970,07%Dólar TurismoR$ 5,0970,05%Euro ComercialR$ 5,7680,05%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa181.964 pts-1,16%MoedasDólar ComercialR$ 4,8970,07%Dólar TurismoR$ 5,0970,05%Euro ComercialR$ 5,7680,05%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa181.964 pts-1,16%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, admitiu nesta segunda-feira (11) que, diante da disparada do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio, há uma necessidade da Petrobras reavaliar continuamente os preços dos combustíveis no Brasil.

A declaração foi dada após encontro em Brasília com a presidente da empresa, Magda Chambriard. O governo é o controlador da Petrobras, que também tem ações negociadas na Bolsa de Valores.

Questionado se seria possível a estatal segurar por mais tempo a defasagem de 30% no diesel e de 65% na gasolina em relação aos preços internacionais dos produtos, conforme cálculo da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Durigan afirmou que esse é um "tema da Petrobras".

"Eu não discuto isso com a Petrobras. O que eu tenho sentido é que há uma necessidade da Petrobras ir reavaliando esses preços. E do lado do Estado, a gente ter esses mecanismos adicionais. Então, para além de cumprir dentro da gestão da Petrobras a política de preço, o que o Estado tem que fazer é, na medida em que a gente vê a guerra aumentando o custo no país, aumentando os preços, tem que se preparar, porque o Brasil não quer ser sócio da guerra", declarou o ministro da Fazenda.

O ministro pediu que o Congresso Nacional vote ainda nesta semana o projeto de lei complementar que abre a possibilidade de converter aumento de receita extraordinária de petróleo em redução de tributos sobre combustíveis.

Com esse projeto, o governo pode baixar impostos sobre combustíveis sem ter a necessidade de elevar outros tributos para compensar a queda de arrecadação.

"O meu pedido, a expectativa do governo é que a gente vote o quanto antes. Então, se for possível sim: que vote essa semana na Câmara e no Senado, tanto melhor para o governo", afirmou Durigan.

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Lula sanciona lei que endurece regras para a fabricação de chocolate; veja o que muda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 14:59

Agro Lula sanciona lei que endurece regras para a fabricação de chocolate; veja o que muda Texto determina porcentagens mínimas de cacau para que o produto possa levar o nome do doce na embalagem. Por Vivian Souza, Lara Castelo, g1 — São Paulo

O presidente Lula sancionou nesta segunda-feira (11) a lei que altera a quantidade de cacau no chocolate e define porcentagens mínimas para cada variação do produto.

Apesar das mudanças, a nova lei não deve trazer impactos para a indústria, afirmaram especialista ao ao g1 em abril, após o Projeto de Lei foi aprovado na Câmara dos Deputados.

Isso por duas razões: a maioria das empresas já usa teores mais elevados de cacau e o aumento do consumo de amêndoas deve ser pequeno.

Na legislação anterior, que era de 2022, apenas dois chocolates recebem definição: o chocolate e o chocolate branco.

O presidente Lula sancionou a lei endurece as regras para a fabricação de chocolate. O texto altera a quantidade de cacau e define porcentagens mínimas para cada variação do produto, por exemplo, o ao leite e o branco, segundo publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11).

Na legislação anterior, os diferentes tipos do doce não eram definidos e apenas dois eram mencionados: "chocolate" e "chocolate branco".

Apesar das mudanças, a nova lei não deve trazer impactos para a indústria, afirmaram especialista ao ao g1 em abril, após o Projeto de Lei foi aprovado na Câmara dos Deputados. Isso por duas razões:

muitas fabricantes já usam mais cacau do que o mínimo exigido, para atender consumidores mais exigentes;tem se popularizado no país um novo tipo de produto, o "sabor chocolate", que usa teores mais baixos de cacau.

Mesmo assim, parte do setor criticou a proposta na ocasião. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) disse em nota que os conceitos "restringem pesquisa e inovação, bem como novas categorias para parâmetros já previstos em normas técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)".

Na legislação anterior, que era de 2022, apenas dois chocolates recebiam definição. Confira abaixo:

🍫 Chocolate: é obtido a partir da mistura de derivados de cacau, como massa, pasta, liquor, pó ou manteiga, com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Além disso, deve ter, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau.

🍫 Chocolate branco: é obtido a partir da mistura de manteiga de cacau com outros ingredientes, podendo apresentar recheio, cobertura, formato e consistência variados. Deve ser constituído de, no mínimo, 20% de sólidos totais de manteiga de cacau.

🍫 Chocolate: produto obtido a partir da mistura de massa de cacau, cacau em pó ou manteiga de cacau com outros ingredientes, contendo o mínimo de 35% de sólidos totais de cacau, dos quais ao menos 18% devem ser manteiga de cacau e 14% devem ser isentos de gordura. O texto que havia sido aprovado no Senado mencionava "chocolate amargo ou meio amargo", mas a definição foi alterada na Câmara.

🍫 Chocolate em pó: produto obtido pela mistura de açúcar ou edulcorante ou outros ingredientes com cacau em pó, contendo o mínimo de 32% de sólidos totais de cacau.

🍫 Chocolate ao leite: produto composto por sólidos de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 25% de sólidos totais de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite ou seus derivados;

🍫 Chocolate branco: produto isento de matérias corantes, composto por manteiga de cacau e outros ingredientes, contendo o mínimo de 20% de manteiga de cacau e o mínimo de 14% de sólidos totais de leite.

🍫 Chocolate doce: produto composto de sólidos de cacau e de outros ingredientes, que contém, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau, sendo que pelo menos 18% tem que ser de manteiga de cacau e 12% isentos de gordura.

🍫 Achocolatado, chocolate fantasia, chocolate composto, cobertura sabor chocolate ou cobertura sabor chocolate branco: deve ser preparado com mistura de cacau, adicionado ou não de leite e de outros ingredientes. Deve ter, no mínimo, 15% de sólidos de cacau ou de manteiga de cacau.

Além disso, o texto também define como deve ser a composição de outros subprodutos do cacau, como manteiga, licor, bombom, mas não estabelece quantidade mínima de cacau para esses itens.

Quando o produto vendido não se enquadrar nas descrições da Lei, a embalagem não poderá conter imagens ou termos que façam induzam o consumidor ao erro.

Para Bruno Lasevicius, presidente da Associação Bean to Bar Brasil, de fabricantes de chocolate fino, a aprovação da lei não vai causar, necessariamente, uma melhora no produto no mercado. Isso porque existem diferentes segmentos de chocolate, cada um voltado a um tipo de público.

🍫 Chocolates finos: como os da associação Been to Bar, a amêndoa é selecionada diretamente de produtores. Entre os associados, o chocolate já usa de 70% a 80% de sólidos de cacau para fazer o amargo e pelo menos 50% para o ao leite, por exemplo.

🍫 Chocolates industriais premium: segundo Lasevicius, algumas marcas mais caras de chocolate industrializado também já usam teores mais elevados de sólidos de cacau, variando entre 50% e 70%.

🍫 Chocolates industriais populares: esse setor já usa os teores mínimos de chocolate, de acordo com o levantamento da associação. Além disso, os preços elevados do cacau nos últimos anos fizeram com que fossem lançados doces que são "sabor chocolate" (e não "chocolate"), para poder baixar ainda mais a quantidade do fruto, aponta Lasevicius.

"Eu acho que está havendo uma aceitação por parte do público dos menores teores. Boa parte da população não tem poder aquisitivo para comprar um chocolate com um alto valor agregado", afirma.

O presidente explica ainda que, em alguns casos, é usada apenas a casca da amêndoa, que possui um resquício do sabor do chocolate.

Mais cacau no chocolate também pode não significar um aumento significativo das vendas da amêndoa, aponta Marcos Silveira Bernardes, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e produtor de cacau.

Isto porque, segundo cálculos do pesquisador, o consumo das amêndoas deve aumentar em cerca de 5% pela indústria. Considerando que o Brasil representa cerca de 4% do mercado mundial, o crescimento das compras em nível global deve ser de 0,15%.

Já para o presidente da Associação Been To Bar, a nova lei não deve aumentar a demanda para os produtores brasileiros. A razão é que a indústria tem preferência pelas amêndoas importadas, que possuem o mecanismo de drawback, ou seja, são isentas de impostos, por se tratar de matéria-prima.

Por outro lado, produtores dizem que o Brasil tem oferta suficiente para atender a uma possível nova demanda, diz Lasevicius.

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Trump quer suspender imposto federal sobre gasolina nos EUA para conter preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 14:59

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,02%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,01%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa182.115 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,02%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,01%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa182.115 pts-1,08%MoedasDólar ComercialR$ 4,8960,02%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,01%Euro TurismoR$ 6,0170,05%B3Ibovespa182.115 pts-1,08%Oferecido por

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento na Casa Branca em 11 de maio de 2026. — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (11) que pretende suspender o imposto federal sobre a gasolina "por um período de tempo", em uma medida destinada a reduzir a alta dos preços da energia provocada pela guerra com o Irã.

"Vamos retirar o imposto sobre a gasolina por um período e, quando o preço da gasolina cair, deixaremos que ele volte gradualmente", disse Trump à CBS News.

A suspensão desse imposto depende do Congresso, onde o Partido Republicano tem uma maioria apertada nas duas câmaras.

O senador Josh Hawley afirmou que apresentaria um projeto de lei nesta segunda-feira. Na Câmara dos Representantes, a republicana Anna Paulina Luna anunciou uma proposta semelhante para "esta semana".

Os impostos federais americanos sobre a gasolina somam 18,4 centavos de dólar por galão de gasolina e 24,4 centavos por galão de diesel, segundo a Administração de Informação Energética dos Estados Unidos (EIA, na sigla em inglês).

Os preços dos combustíveis nos Estados Unidos dispararam desde que Trump lançou a guerra contra o Irã, com a gasolina e o diesel acumulando alta de cerca de 50% desde o fim de fevereiro.

Nesta segunda-feira (11), o preço médio de um galão de gasolina comum (3,8 litros) nos Estados Unidos era de 4,52 dólares (R$ 22,47), e o do diesel, de 5,64 dólares (R$ 28,04), segundo a federação de clubes automobilísticos AAA.

O conflito no Oriente Médio bloqueia grande parte das exportações de hidrocarbonetos do Golfo, por onde passa um quinto do petróleo e do gás natural do mundo.

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Elon Musk e Tim Cook devem se juntar a Trump na Cúpula com Xi, na China, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 12:50

Tecnologia Elon Musk e Tim Cook devem se juntar a Trump na Cúpula com Xi, na China, diz agência Encontro tem objetivo de fechar uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países. Outros empresários do setor de tecnologia também devem comparecer. Por Redação g1

A Casa Branca convidou Elon Musk, da Tesla, e Tim Cook, da Apple, para acompanharem o presidente Donald Trump em sua viagem à China esta semana, informou a Bloomberg News na segunda-feira (11), citando uma fonte oficial.

O grupo de mais de uma dúzia de executivos de alto escalão acompanhará Trump em uma visita que o presidente americano espera que desbloqueie uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países.

Segundo a Bloomberg, estarão lá David Solomon, do Goldman Sachs Group, Stephen Schwarzman, da Blackstone, Larry Fink, da BlackRock, Jane Fraser, do Citigroup, e Dina Powell McCormick, da Meta Platforms.

A China informou que Trump fará uma visita de Estado de 13 a 15 de maio, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

A Casa Branca convidou Elon Musk, da Tesla, e Tim Cook, da Apple, para acompanharem o presidente Donald Trump em sua viagem à China esta semana, informou a Bloomberg News na segunda-feira (11), citando uma fonte oficial.

O grupo de mais de uma dúzia de executivos de alto escalão acompanhará Trump em uma visita que o presidente americano espera que desbloqueie uma série de acordos comerciais e contratos de compra entre os dois países, informou a reportagem.

Outros nomes também foram citados para compor a delegação de Trump durante o encontro com Xi Jinping. Segundo a Bloomberg, estarão lá:

David Solomon, do Goldman Sachs Group;Stephen Schwarzman, da Blackstone;Larry Fink, da BlackRock; Jane Fraser, do Citigroup;Dina Powell McCormick, da Meta;Larry Culp, da General Electric Co;Brian Sikes, da Cargill;Chuck Robbins, da Cisco;Sanjay Mehrotra, da Micron Technology;Cristiano Amon, da Qualcomm;Ryan McInerney, da Visa;Michael Miebach, do Mastercard;Jacob Thaysen, da Illumina;Jim Anderson, da Coherent.

A China informou que Trump fará uma visita de Estado de 13 a 15 de maio, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

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Tesouro Reserva: veja as vantagens do novo título e o que considerar antes de investir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,01%Dólar TurismoR$ 5,0960,04%Euro ComercialR$ 5,7670,02%Euro TurismoR$ 6,013-0,02%B3Ibovespa182.681 pts-0,78%Oferecido por

Aplicação mínima é de R$ 1, com possibilidade de investir e resgatar recursos a qualquer hora, todos os dias da semana, inclusive via PIX.

Por ser um título público, o Tesouro Reserva é visto como uma das alternativas mais seguras da renda fixa.

Investimentos privados podem pagar mais em juros altos, mas costumam exigir prazos maiores ou aceitar mais condições.

Custos ainda não estão totalmente definidos e oscilações no valor do extrato exigem atenção de quem pretende usar o dinheiro em breve.

Tesouro Reserva: Tesouro Nacional lança novo investimento que poderá ser negociado 24 horas por dia

O lançamento do Tesouro Reserva reacende uma dúvida comum entre investidores conservadores: vale mais a pena investir em títulos públicos ou em produtos oferecidos por bancos e plataformas digitais?

Apresentado como uma alternativa à poupança, aos CDBs e às chamadas “caixinhas”, o novo título do Tesouro Direto chama a atenção não apenas pela rentabilidade, mas principalmente pela forma como combina segurança com praticidade — dois fatores decisivos para quem busca aplicações de curto prazo.

Um dos principais diferenciais do Tesouro Reserva está na facilidade de uso. O investidor pode aplicar a partir de R$ 1, resgatar o dinheiro a qualquer momento e contar com transferências via PIX, todos os dias da semana.

A ideia, segundo o governo, é tornar o acesso aos títulos públicos tão simples quanto o dos produtos mais populares dos aplicativos bancários.

“Isso aproxima o Tesouro Direto da experiência que hoje o investidor já encontra nas fintechs [bancos e plataformas digitais]”, avalia Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.

Do ponto de vista da segurança, o Tesouro Reserva segue a lógica dos demais títulos públicos. Ao investir nesse tipo de aplicação, o poupador “emprestará” dinheiro ao governo federal.

🔎 Por isso, o risco de não receber de volta o valor aplicado é considerado mais baixo do que em produtos emitidos por instituições financeiras privadas.

Essa característica, somada à possibilidade de resgatar os recursos rapidamente, faz do novo título uma alternativa especialmente interessante para a reserva de emergência — o dinheiro guardado para cobrir despesas inesperadas, como problemas de saúde, consertos ou perda de renda.

Para Marcos Praça, essa combinação é justamente o principal atrativo do produto. Segundo ele, o Tesouro Reserva tende a ser uma opção competitiva para esse tipo de objetivo, por reunir segurança, rapidez no saque e previsibilidade.

“Em um ambiente de juros ainda altos no Brasil, produtos atrelados à Selic continuam muito atrativos para o investidor conservador”, afirma.

Como o rendimento acompanha a taxa básica de juros, o investidor consegue ter uma referência mais clara de como o dinheiro tende a evoluir ao longo do tempo, sem precisar acompanhar oscilações mais complexas do mercado.

Apesar dessas vantagens, o Tesouro Reserva ele não necessariamente será a aplicação com maior rentabilidade disponível no mercado.

Com a taxa Selic em 14,5% ao ano, o Brasil vive um período de juros elevados, cenário em que as aplicações de renda fixa tendem a se tornar mais atrativas.

Nesse contexto, bancos e corretoras costumam aumentar a remuneração de produtos como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) para atrair o dinheiro dos investidores.

🛡️ Esses investimentos privados contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assegura até R$ 250 mil por CPF e por instituição em caso de problemas com o banco emissor. 🏛️ Diferentemente deles, os títulos do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva, não têm cobertura do FGC, pois não são produtos bancários. Nesse caso, a garantia vem do próprio governo federal.

Na prática, isso significa que algumas aplicações privadas podem, sim, render mais do que os títulos do Tesouro.

“O desafio será competir com o retorno de CDBs, LCIs e LCAs, que muitas vezes são mais atrativos e não têm taxas”, afirma Edson Mendes, sócio-fundador da Private Investimentos.

Por outro lado, esse retorno maior dos títulos privados costuma vir acompanhado de exigências adicionais.

Em muitos casos, o investidor precisa aceitar prazos mais longos para resgatar o dinheiro ou lidar com regras mais restritas, o que exige atenção antes de aplicar.

“Em relação aos custos, a B3 ainda não divulgou qual será a taxa. Atualmente, os títulos do Tesouro Direto têm taxa próxima de 0,20% ao ano, cobrada em duas parcelas semestrais. No caso do Tesouro Reserva, isso ainda não está claro”, acrescenta Mendes.

Isso significa que o investidor precisará comparar não apenas quanto cada aplicação promete render, mas também os custos envolvidos e a facilidade para acessar o dinheiro quando necessário.

Como qualquer investimento do Tesouro Direto, o Tesouro Reserva também está sujeito à tabela regressiva do Imposto de Renda aplicada aos investimentos de renda fixa.

Nesse modelo, a alíquota começa em 22,5% para aplicações de até 180 dias e cai gradualmente até 15% para investimentos mantidos por mais de dois anos. Junto ao IR, também há cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em caso de resgate nos primeiros 30 dias da aplicação. Após esse período, o imposto deixa de ser aplicado.

Em termos simples, isso significa que o valor mostrado no extrato pode variar ao longo do tempo, mesmo que o investimento continue seguindo normalmente.

Governo lança o Tesouro Reserva, novo investimento com aplicação a partir de R$ 1 — Foto: Cacá Trovó/EPTV

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Piqué é multado em 200 mil euros na Espanha por uso de informação privilegiada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%Oferecido por

O regulador do mercado financeiro da Espanha, a Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), multou o ex-jogador Gerard Piqué por usar informações confidenciais para lucrar na bolsa de valores.

Segundo a investigação, Piqué recebeu antecipadamente a informação de que a empresa Atrys Health, empresa espanhola da área de saúde e tecnologia médica, planejava comprar a Aspy Global Services, outra empresa do setor.

Esse tipo de dado costuma influenciar o preço das ações, mas ainda não havia sido divulgado ao mercado.

Sngundo informações da Reuters, antes da notícia se tornar pública, Piqué comprou mais de 100 mil ações da Aspy.

Dois dias depois, quando a negociação foi anunciada oficialmente, os papéis da empresa subiram de valor. Com isso, ele vendeu as ações e teria obtido um lucro estimado em cerca de 45,8 mil euros (cerca de R$ 264 mil).

🔎Para o regulador espanhol, isso configura uso de informação privilegiada — prática considerada ilegal porque dá vantagem a quem negocia ações com base em dados que o restante do mercado ainda desconhece.

O empresário Francisco José Elias, apontado como responsável por compartilhar a informação confidencial, também foi punido.

Piqué recebeu multa de 200 mil euros, enquanto Elias foi multado em 100 mil euros. Apesar da decisão administrativa ser definitiva, ambos ainda podem recorrer à Justiça espanhola.

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Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Agro Volkswagen Especial Publicitário Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo Com design sofisticado e o motor mais potente da história do modelo no país, o novo Tiguan combina conforto, tecnologia, segurança e performance para elevar a experiência ao dirigir Por Volkswagen

O que você faria se tivesse um SUV à sua altura? É essa a provocação que faz o novo Tiguan, que chega ao Brasil em maio de 2026, como uma das principais apostas da Volkswagen no segmento de SUVs premium.

Com uma proposta que combina sofisticação, tecnologia e desempenho, o modelo foi desenvolvido para acompanhar diferentes momentos do dia a dia: da rotina nas cidades às viagens em estrada.

E quando o assunto é performance, o modelo vai além. São 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque, aliados à tração integral 4Motion, que garantem uma condução estável, eficiente e adaptada a diferentes condições de uso.

Além disso, o modelo se destaca pelo design renovado, e pelo pacote tecnológico voltado à assistência, à condução e às facilidades no dia a dia. O resultado é um SUV pensado para quem busca uma experiência mais completa ao dirigir, com soluções que tornam cada trajeto mais simples, confortável e intuitivo.

O novo Tiguan traz um visual atualizado, com linhas mais marcantes e uma identidade luminosa que reforça sua presença nas ruas. As rodas aro 19”, os faróis full LED Matrix e a assinatura em LED na dianteira e na traseira contribuem não só para a estética, mas também para uma condução mais segura e eficiente em diferentes condições.

Equipado com o motor 350 TSI 2.0 Turbo, o Tiguan entrega 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque: números que reforçam sua posição como o modelo mais potente da história da linha no Brasil. A tração integral 4Motion e a suspensão Multilink completam o conjunto, oferecendo estabilidade, controle e desempenho tanto na cidade quanto na estrada.

A tração, com sistema Haldex, trabalha de forma independente, reconhecendo o terreno e adaptando a entrega de potência de acordo com o escorregamento das rodas, sem a necessidade de ação do motorista. Isso permite que o Novo Tiguan também ofereça o Assistente de Descidas, que utiliza um sistema para descida de ladeiras íngremes de forma segura e controlada.

Além disso, a forma como o carro se comporta pode ser configurada entre seis modos de condução disponíveis: Eco, Normal, Sport, Individual, Snow e Off-road. O modo Off-road recebe ainda uma visualização a mais na central multimídia com altitude, ângulo das rodas e inclinação para maior controle em trilhas ou situações fora de estrada mais severas.

Assim como toda a família de SUVs da Volkswagen, o Novo Tiguan é cinco estrelas nos testes do Latin NCAP e entrega mais de 12 sistemas ativos de ADAS.

O modelo reúne sistemas avançados de assistência à condução que ampliam a segurança e facilitam o dia a dia ao volante. Entre os destaques estão o Park Assist Plus, que pode assumir direção, aceleração e frenagem em manobras, o Travel Assist e o ACC Stop & Go, além do detector de ponto cego e do Exit Warning System.

A central multimídia de 15” e o painel digital de 10,25” criam um ambiente tecnológico e intuitivo, com informações acessíveis e personalizáveis. Recursos como o Kessy Advanced, que reconhece a aproximação da chave para destravar o veículo, reforçam a proposta de uma experiência fluida e sem fricções.

Inédito em um Tiguan, a alavanca de câmbio agora cede espaço no console para o Seletor de Experiências, que permite o controle do volume, a troca dos modos de condução e as novas experiências da cabine. A troca de marchas passa a ser feita pela manopla atrás do volante, assim como nos modelos ID. da Volkswagen.

O interior do Tiguan foi projetado para oferecer bem-estar em todos os detalhes. Os bancos com ventilação e função de massagem, o ar-condicionado de três zonas e o acabamento refinado elevam o nível de conforto.

Da cabine, também é possível controlar a abertura do teto solar panorâmico pelos controles sensíveis ao toque no plafon de teto e a abertura da tampa elétrica do porta-malas com função Easy Open & Close, passando o pé na parte interior do para-choque traseiro pelo botão posicionado na porta do motorista.

Além dos sistemas de assistência, o modelo também contará com condições especiais para blindagem, ampliando as possibilidades para quem busca ainda mais proteção no dia a dia, sem abrir mão da experiência premium.

O novo Tiguan chega ao mercado brasileiro como um modelo pensado para quem busca mais praticidade no dia a dia, sem abrir mão de uma experiência sofisticada ao dirigir. Conheça mais sobre o SUV à altura da sua história.

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