RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Empreendedora cria marca que transforma guarda-chuva quebrado em moda e fatura R$ 200 mil por ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empreendedora cria marca que transforma guarda-chuva quebrado em moda e fatura R$ 200 mil por ano Marca de Petrópolis, no Rio de Janeiro, transforma resíduos em moda consciente e gera renda. Ideia surgiu na faculdade, começou com R$ 400, atualmente produz 150 peças por mês e aposta em moda circular. Por PEGN

A designer Juliana Pinto criou uma marca que transforma guarda-chuvas descartados em jaquetas corta-vento, bolsas e acessórios exclusivos.

O que antes iria para o lixo hoje vira peça única, vendida online para um público jovem e engajado.

A história começou em 2017, quando Juliana cursava Design de Moda e recebeu o desafio de criar uma marca sustentável do zero.

Em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, sair com guarda-chuva mesmo em dia de sol não é exagero. No verão, a chuva é frequente — e foi justamente essa realidade que inspirou uma ideia inovadora de moda consciente.

A designer Juliana Pinto criou uma marca que transforma guarda-chuvas descartados em jaquetas corta-vento, bolsas e acessórios exclusivos, unindo sustentabilidade, design autoral e geração de renda.

O que antes iria para o lixo hoje vira peça única, vendida online para um público jovem e engajado.

A história começou em 2017, quando Juliana cursava Design de Moda e recebeu o desafio de criar uma marca sustentável do zero. Sem saber por onde começar, recorreu à mãe, Mara Pereira, que sempre teve afinidade com reciclagem.

“Ela tinha capas de chuva e tecidos de guarda-chuva sem a ferragem. Pensei: por que não fazer um casaco com esse material?”, conta Juliana.

Moradora de Petrópolis, cidade onde guarda-chuvas quebrados são facilmente encontrados após temporais, a designer viu ali uma oportunidade. O primeiro modelo surgiu como trabalho acadêmico — e chamou tanta atenção que professores e colegas começaram a pedir novas peças.

Com R$ 400 de investimento inicial, Juliana produziu alguns casacos para testar a aceitação. Levou as peças para uma feira local e o resultado foi imediato: tudo foi vendido no mesmo dia.

“Eu fazia faculdade, estagiava e ainda conseguia produzir um casaco por dia. Levei para a feira num domingo e voltei sem nenhuma peça”, lembra.

Pouco depois, a mãe entrou oficialmente no negócio. Hoje, Mara é responsável por cortar, costurar, lavar, desmontar e preparar os tecidos reutilizados.

Cada jaqueta pode usar até quatro guarda-chuvas, dependendo do tamanho e da combinação de cores. Nada é padronizado — e isso virou um diferencial.

“São peças que não têm ninguém igual no mundo usando. Isso agrega valor e aumenta o ticket médio”, explica Juliana.

A marca lança coleções a cada dois meses, produz cerca de 150 casacos por mês e vende exclusivamente pela internet, usando ensaios fotográficos e redes sociais para divulgar os produtos.

O público é formado, principalmente, por jovens que gostam de arte, moda e sustentabilidade — e que buscam algo diferente.

“Todo mundo pergunta de onde veio a peça. Chama muita atenção”, conta o modelo Eli Tavares, que participa dos ensaios da marca.

Parte dos guarda-chuvas usados na produção vem da Coleta Seletiva de Petrópolis, em parceria com a Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (COMDEP).

Segundo a presidente da companhia, Fernanda Ferreira, a cidade recolhe entre 100 e 120 toneladas de resíduos por mês. Desse total, cerca de 200 guarda-chuvas são doados mensalmente para a marca.

“O que não serve para um vira geração de trabalho e renda para outras pessoas. É um trabalho muito rico”, afirma.

Após a coleta, os guarda-chuvas passam por triagem, lavagem, desmontagem e seleção de tecidos. A costura final é feita por profissionais parceiras, como Sheila Regina, que destaca o caráter artesanal do processo.

“Não é produção em larga escala. É um trabalho delicado, que mostra que muita coisa pode ser reaproveitada”, diz.

A iniciativa ganha ainda mais relevância em um setor conhecido pelo alto impacto ambiental. A indústria da moda é considerada a segunda mais poluente do mundo, segundo organismos internacionais.

“A gente pega algo que iria para o lixo e transforma em uma nova peça. Tudo já está aqui, só precisamos mudar o olhar”, resume Juliana.

Hoje, a marca fatura cerca de R$ 200 mil por ano — e os planos são ambiciosos. “Não quero fama. Quero que a marca cresça e se espalhe pelo mundo. A gente precisa de uma moda mais consciente", completa.

Em Petrópolis, guarda-chuvas quebrados ganharam uma segunda chance — e provaram que criatividade, sustentabilidade e empreendedorismo podem caminhar juntos.

Mais do que moda, o trabalho de Juliana costura consciência ambiental, afeto e novos futuros, mostrando que pequenas mudanças podem, sim, gerar grandes impactos.

📍 Petrópolis/Rio de janeiro📞 Telefone: (24) 99944-9883 / (24) 988311816📩 E-mail: contato@relevostore.com.br🛜 Site: www.relevostore.com.br📲 Instagram: https://www.instagram.com/relevostore/📘 Facebook: https://www.facebook.com/relevostore

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Da praia à pista de skate: reciclagem de bitucas de cigarro faz lixo virar negócio de R$ 3 milhões

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Da praia à pista de skate: reciclagem de bitucas de cigarro faz lixo virar negócio de R$ 3 milhões Empresa criada em Ubatuba investe em tecnologia para transformar um dos resíduos mais poluentes do mundo em matéria-prima e faturamento dentro da economia circular. Por PEGN

Marcos Poiato comanda uma empresa especializada na reciclagem de bitucas de cigarro em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.

O projeto começou há cerca de 16 anos, depois de muita pesquisa e investimento, e hoje alia sustentabilidade, educação ambiental e geração de renda.

As bitucas podem levar até 15 anos para se decompor e, nesse período, liberam substâncias tóxicas que contaminam o solo, a água e afetam a vida marinha.

Depois de tratadas, as bitucas se transformam em uma massa de celulose — um material versátil, sem odor e livre de toxinas.

Pequenas, quase invisíveis na areia ou no asfalto, as bitucas de cigarro estão entre os resíduos mais comuns — e mais poluentes — do mundo.

No litoral norte de São Paulo, um empreendedor decidiu olhar para esse problema de outra forma: transformando o descarte em matéria-prima, inovação e negócio.

O projeto começou há cerca de 16 anos, depois de muita pesquisa e investimento, e hoje alia sustentabilidade, educação ambiental e geração de renda.

“Eu descrevo a minha empresa como uma empresa de conceito inovador. A gente trabalha com um resíduo que é complexo e que, por hábito, as pessoas descartam indevidamente no chão”, explica Marcos.

Como a reciclagem de bitucas de cigarro virou um negócio milionário no litoral de São Paulo — Foto: Reprodução/PEGN

As bitucas podem levar até 15 anos para se decompor e, nesse período, liberam substâncias tóxicas que contaminam o solo, a água e afetam a vida marinha.

Com experiência anterior na indústria farmacêutica, Marcos percebeu que poderia aplicar conhecimento técnico para enfrentar o problema ambiental.

O primeiro desafio foi a coleta. O empreendedor começou instalando cerca de 150 coletores na cidade onde o projeto teve início.

Hoje, a rede cresceu: são cerca de 9 mil pontos de coleta espalhados por diferentes estados brasileiros, muitos deles em praias, espaços públicos e áreas de grande circulação. Mas recolher era só o começo. A grande pergunta era como tratar o material.

A resposta veio após Marcos conhecer uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Brasília (UNB), que resultou em uma tecnologia capaz de eliminar as toxinas presentes nas bitucas e reaproveitar o resíduo com segurança.

“Foi quando fechamos o ciclo”, resume Thérèse Hofmann, pesquisadora da Universidade de Brasília (UNB), ao explicar a parceria de licenciamento da tecnologia.

Como a reciclagem de bitucas de cigarro virou um negócio milionário no litoral de São Paulo — Foto: Reprodução/PEGN

Entre o desenvolvimento do processo e a viabilização do negócio, Marcos investiu cerca de R$ 1 milhão ao longo de seis anos. O esforço deu resultado. Em 2025, a empresa faturou aproximadamente R$ 3 milhões.

Depois de tratadas, as bitucas se transformam em uma massa de celulose — um material versátil, sem odor e livre de toxinas. “Aqui é o resultado da reciclagem. A bituca deixa de ser um plástico poluente e vira celulose, pronta para ser reaproveitada”, explica o empreendedor.

Essa massa é destinada a artesãos, artistas e projetos sociais, que usam o material para criar produtos e gerar renda.

Também ganha aplicações menos óbvias, como na construção civil. Em Ubatuba, uma pista de skate sustentável foi construída com a celulose reciclada misturada ao concreto.

“O custo final da pista caiu entre 30% e 40%, e ainda reduzimos o impacto ambiental”, conta o pesquisador e skatista George Rotatori, que acompanha o desempenho do material. “É incrível andar de skate sabendo que aquilo poderia estar poluindo praias, ruas e bueiros.”

Como a reciclagem de bitucas de cigarro virou um negócio milionário no litoral de São Paulo — Foto: Reprodução/PEGN

Além da reciclagem, a empresa investe em educação ambiental. Em parceria com prefeituras, ONGs e associações de bairro, promove palestras, oficinas de arte e ações educativas para conscientizar a população sobre o descarte correto das bitucas.

Para a bióloga e educadora Paula Borges, o projeto une sustentabilidade e economia de forma prática. “Quando a gente transforma um resíduo tão poluente em matéria-prima, reduz custos, gera trabalho e cria produtos, estamos falando de sustentabilidade real”, afirma.

Para Marcos, os resultados são fruto de persistência. “Alguns negócios demoram um, dois anos para vingar. O nosso demorou mais. Mas tivemos resiliência, calma e a certeza de que o resultado viria”, diz. “Talvez muita coisa ainda aconteça depois de mim, mas eu sei que o caminho já está trilhado.”

📍Rua Domingos Arruda Ferraz, 51 – Parque Jataí – Votorantim /SP – CEP: 18.117-236📞Telefone: (15) 3242-6140📧Email: contato@poiatorecicla.com.br🌐Site: www.poiatorecicla.com.br📸Instagram: https://www.instagram.com/poiatorecicla/

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Do açaí rosa ao bolo vulcão: carrinhos viram sucesso nas praias e faturam até R$ 7 mil por mês no verão

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Do açaí rosa ao bolo vulcão: carrinhos viram sucesso nas praias e faturam até R$ 7 mil por mês no verão De Ubatuba a Maceió, empreendedores apostam em carrinhos personalizados, receitas autorais e presença nas redes sociais para transformar produtos simples em negócios lucrativos. Por PEGN

Carrinhos de comida com identidade visual forte, cardápios criativos e presença nas redes sociais estão atraindo filas de clientes e garantindo faturamento acima da média para pequenos empreendedores.

Em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, um carrinho de açaí totalmente rosa chama atenção de quem passa pela Praia Grande. O roxo tradicional da fruta deu lugar ao pink — nos copos, colheres, guardanapos e até no visual do negócio.

Na orla de Maceió, em Alagoas, outro carrinho também virou atração. O “vulcão de bolos” chama atenção pelas caldas que escorrem sobre bolos decorados na hora, em um verdadeiro espetáculo visual.

O verão transforma as praias brasileiras — e também os negócios à beira-mar. Em cidades turísticas, carrinhos de comida com identidade visual forte, cardápios criativos e presença nas redes sociais estão atraindo filas de clientes e garantindo faturamento acima da média para pequenos empreendedores.

Em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, um carrinho de açaí totalmente rosa chama atenção de quem passa pela Praia Grande. O roxo tradicional da fruta deu lugar ao pink — nos copos, colheres, guardanapos e até no visual do negócio.

“Todo mundo vendia açaí igual. Eu queria ser diferente”, conta Simone Silva, dona do carrinho. A ideia de personalizar tudo surgiu logo no início, ainda com um carrinho pequeno, mas o resultado foi imediato. “Deu muito certo.”

Carrinhos de açaí e bolos viram febre no verão e formam filas de até 1 hora em praias brasileiras — Foto: Reprodução/PEGN

Natural de Três Corações (MG), Simone se mudou para Ubatuba depois de trabalhar por anos em uma rede de supermercados. No começo, tentou vender marmitas na praia. A renda ajudou a sobreviver à primeira temporada e a comprar o primeiro carrinho de açaí.

Hoje, ela tem dois carrinhos, trabalha com os três filhos e fatura, em média, R$ 7 mil por mês por carrinho. Os copos variam de 300 ml a 1 litro, com preços entre R$ 20 e R$ 40 — acima da média da concorrência. Mesmo assim, nos fins de semana, a fila pode chegar a uma hora de espera.

“Não quero que meus clientes me procurem pelo preço, mas pela qualidade”, diz Simone. O diferencial está nos acompanhamentos, nas frutas sempre frescas e na constante inovação do cardápio. “Toda semana tem uma surpresa.”

Clientes fiéis confirmam. “A barraca chama atenção, é bonita, bem decorada. A gente provou e voltou”, conta a turista Vitória da Silva.

O negócio é hoje a única fonte de renda da empreendedora. “Eu sobrevivo disso aqui. Em termos de pobre… hoje eu sou rica”, diz, emocionada. Para este verão, a expectativa é crescer ainda mais. “Se antes tinha fila de 30, 40 pessoas, agora eu quero 100, 200, 300.”

Carrinhos de açaí e bolos viram febre no verão e formam filas de até 1 hora em praias brasileiras — Foto: Reprodução/PEGN

Na orla de Maceió, em Alagoas, outro carrinho também virou atração. O “vulcão de bolos”, comandado por Larissa Barbosa e Willian Soares, chama atenção pelas caldas que escorrem sobre bolos decorados na hora, em um verdadeiro espetáculo visual.

O casal chegou à capital alagoana em lua de mel, mas decidiu ficar de vez. Vindos de São Paulo, investiram no novo negócio em 2025, após perceberem o sucesso dos bolos que Larissa fazia em casa.

“Começou numa madrugada, de vontade de comer bolo. Fiz, ele gostou, distribuímos para os vizinhos e o retorno foi imediato”, conta Larissa.

O investimento inicial foi baixo: R$ 150 em alimentos, além de uma fritadeira elétrica, uma geladeira e R$ 4,5 mil no carrinho. No começo, vendiam sete bolos por dia. Hoje, chegam a 300 unidades diárias.

Os bolos custam R$ 10 e podem ser de baunilha, chocolate ou misto, com diversas coberturas e confeitos. Larissa assa tudo em casa e finaliza no carrinho, de acordo com o gosto do cliente.

A explosão nas vendas veio com a internet. Vídeos gravados por amigos começaram a circular nas redes sociais, mostrando as filas e as reações dos clientes. “Viralizou, e a gente precisou se reinventar também no digital”, conta Willian.

Hoje, muitos clientes chegam após ver os vídeos. “O que é bom tem que espalhar”, diz a cliente Rosana Marinho, que compra bolos para a família e para presentear.

Carrinhos de açaí e bolos viram febre no verão e formam filas de até 1 hora em praias brasileiras — Foto: Reprodução/PEGN

Os dois exemplos mostram que, no verão, criatividade, identidade visual e bom atendimento fazem a diferença — mesmo em negócios simples. Carrinhos que apostam em experiência, qualidade e divulgação conseguem se destacar em meio à concorrência e transformar a alta temporada em oportunidade de crescimento.

📞 Telefone: (11) 98353-7063📧 E-mail: willian_barbosa2017@icloud.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/orladocemcz/

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Lojas podem limitar compra de itens em promoção? O que vale quando preço está errado? Veja seus direitos

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Empreendedorismo Lojas podem limitar compra de itens em promoção? O que vale quando preço está errado? Veja seus direitos Especialistas respondem às principais dúvidas sobre erros de preço, obrigações dos comerciantes e direitos do consumidor. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Uma promoção chamativa, um preço que parece irrecusável e um caixa que confirma o valor. A combinação deveria significar compra concluída, mas muitas vezes abre espaço para discussões, recusa de venda e até casos de polícia.

Em períodos de liquidações, quando as etiquetas mudam rápido e os sistemas nem sempre acompanham, as dúvidas se multiplicam: o comércio precisa cumprir o que anunciou? E o que acontece quando ele alega erro?

O debate voltou ao centro das atenções depois do caso que viralizou em Boa Vista (RR). Um supermercado se recusou a entregar mais de R$ 16 mil em cervejas compradas por um cliente, mesmo com o preço exibido em cartaz, conferência no leitor eletrônico e pagamento aprovado no caixa.

A discussão terminou com a gerente detida e levada à delegacia. O episódio reacendeu uma pergunta que aparece sempre que o consumidor encontra um desconto bom demais ou uma diferença de valores entre prateleira e caixa: afinal, qual preço vale? 🤔

➡️ Abaixo, advogados especialistas em direito do consumidor — que também atuam para empresas — explicam quando a oferta vira obrigação, o que é “erro grosseiro”, em quais situações a loja pode limitar a quantidade por cliente e por que uma etiqueta em moeda estrangeira, sem conversão, pode gerar punições.

A regra geral no direito do consumidor é simples: o que o fornecedor anuncia integra a oferta e deve ser cumprido. O fundamento está no artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Uma oferta costuma ser considerada válida quando traz elementos essenciais. O consumidor precisa conseguir identificar o produto, o preço e as condições de pagamento. Isso vale para cartaz na loja, etiqueta na gôndola, anúncio em encarte, vitrine, site ou aplicativo.

“Em geral, o fornecedor é obrigado a cumprir o valor que anunciou. A oferta não é apenas uma promessa. Ela tem força contratual”, afirma Maria Eduarda Costa, advogada do Lopes Muniz Advogados.

A advogada Betânia Miguel segue a mesma linha. Ela lembra que a informação divulgada ao consumidor, quando clara, vincula o fornecedor. Por isso, quando há divergência de valores no mesmo ambiente de compra, a orientação mais comum é que prevaleça o menor preço anunciado.

Pode, mas só em situações específicas. A principal é o chamado erro grosseiro, também conhecido como erro crasso. Ele ocorre quando o valor anunciado é tão fora do padrão que qualquer pessoa perceberia que houve equívoco.

🔎 Um produto que custa milhares de reais e aparece por um valor baixo entra nessa categoria. Nesse cenário, a Justiça costuma afastar a obrigação de cumprir o preço, porque o CDC não serve para justificar enriquecimento sem causa.

“Quando o erro é gritante, a Justiça entende que o comércio não é obrigado a cumprir a oferta”, diz Maria Eduarda.

Betânia reforça que a recusa só tende a se sustentar quando o erro é evidente. Mesmo assim, o fornecedor precisa demonstrar que houve uma falha justificável e que o consumidor não foi levado ao erro por uma estratégia de venda.

A diferença central está em o valor ser compatível com a realidade. Promoções existem e podem ser bem fortes. Queimas de estoque também. Ou seja, se o preço anunciado parece compatível com uma promoção real, o argumento do erro perde força.

Outra dúvida comum aparece em promoções com grande desconto. A loja pode limitar a quantidade por CPF? Pode exigir “uma unidade por cliente”? Pode impedir a compra de um volume maior?

Segundo Maria Eduarda, a limitação na compra de itens é permitida, desde que exista uma justificativa e aviso prévio ao consumidor. Ela ressalta que o princípio da transparência exige que as regras estejam claras antes da compra.

A base citada pela advogada está no artigo 39 do CDC. A norma veda, entre outras práticas, condicionar o fornecimento, “sem justa causa”, a limites quantitativos. Por isso, se o consumidor é surpreendido por uma restrição não informada ou sem justificativa plausível, a prática pode ser considerada abusiva.

Restrições, como limite por CPF em oferta, precisam estar expostas de forma clara junto ao produto. A regra também precisa ser compreensível. O consumidor deve ver o limite antes de decidir colocar o item no carrinho.

Betânia acrescenta que a quantidade comprada não invalida a oferta por si só. A restrição só se sustenta quando houver forte indício de má-fé. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando há tentativa de comprar um grande volume diante de um erro de preço notório e grosseiro.

O CDC permite que o fornecedor recuse atendimento a demandas “manifestamente excessivas”. Essa previsão aparece no artigo 39, inciso IX, e costuma ser usada para proteger o estoque e evitar que um cliente compre tudo e deixe os demais sem acesso.

Esse argumento aparece com frequência em casos envolvendo revenda. Se a compra descaracteriza o consumo final, a discussão muda de natureza. O fornecedor pode sustentar que não se trata de uma relação típica de consumo e que a compra tem finalidade comercial.

Mesmo assim, o contexto é decisivo. Se a loja recebeu o pagamento e autorizou a venda, ela enfraquece a própria justificativa.

✅ Para as especialistas, o caminho correto é definir limites antes, com aviso claro. A empresa não deve usar a quantidade como justificativa depois que a transação foi concluída.

Não. O consumidor não tem direito de pagar o valor nominal em moeda estrangeira como se fosse real. Se o produto está marcado como “US$ 100”, não vira automaticamente “R$ 100”.

O que existe, segundo Maria Eduarda, é infração administrativa quando o comércio informa preço em moeda estrangeira sem conversão para real, com destaque adequado. Ela cita o dever de informação clara previsto no CDC e aponta que o preço deve ser expresso em moeda corrente nacional.

A Lei 10.962/2004 trata da forma de exibição de preços. A Lei 10.192/2001 proíbe estipular pagamento em moeda estrangeira em território nacional. E o Decreto 5.903/2006 considera infração informar preços em moeda estrangeira sem conversão para real em caracteres de igual ou maior destaque.

Se houver divergência entre dois preços anunciados, a orientação é que o consumidor pague o menor valor. Para buscar esse direito, as advogadas sugerem documentar a etiqueta irregular com foto ou vídeo e registrar a recusa do estabelecimento quando ela ocorrer.

Outro ponto importante é separar erro justificável de propaganda enganosa. Eles podem parecer semelhantes, mas não são.

No erro justificável, a falha costuma ser pontual. Ela pode ocorrer por digitação, troca de etiqueta, problema no sistema ou falta de sincronização entre o preço da gôndola e o do caixa. Não há intenção de atrair o consumidor com um valor falso. A loja erra, identifica e corrige.Já a propaganda enganosa, prevista no artigo 37 do CDC, ocorre quando o fornecedor usa informação falsa ou omite dado essencial e, com isso, induz o consumidor ao erro. Esse cenário é comum quando o preço vira isca para atrair público e, depois, o estabelecimento cria obstáculos para não cumprir o que divulgou.

“Propaganda enganosa é a conduta deliberada ou negligente que induz o consumidor ao erro”, explica Betânia.

O comportamento do fornecedor pesa nessa análise. Persistir no erro, manter o anúncio incorreto mesmo após perceber a falha ou tentar “consertar” a situação com justificativas contraditórias pode agravar o caso.

Aqui está uma das maiores confusões. Muita gente só descobre o problema depois que o cartão aprova e o comprovante é emitido. O que acontece, então?

As especialistas explicam que, quando o pagamento foi aceito e processado, a compra se conclui. A relação de consumo se consolida. A partir desse ponto, como regra geral, a loja não pode cancelar unilateralmente.

A conduta pode ser considerada abusiva, principalmente se não houver erro grosseiro evidente ou indício de má-fé.

“Se o pagamento foi autorizado e a venda finalizada, a relação de consumo se consolidou. A partir daí, o fornecedor não pode simplesmente voltar atrás”, afirma Maria Eduarda.

Betânia aponta que, em situações em que a loja insiste no cancelamento sem justificativa consistente, o consumidor pode buscar o cumprimento da oferta ou reparação. Ela lembra que o CDC prevê consequências quando há cobrança indevida, inclusive com possibilidade de restituição em dobro em determinadas situações.

As especialistas defendem um procedimento simples e rápido. Ele reduz conflitos e diminui o risco de problemas legais.

Retirar o anúncio ou a etiqueta incorreta: a correção precisa ser imediata e visível.Corrigir o sistema e alinhar os pontos de venda: etiqueta, leitor e caixa precisam mostrar o mesmo valor.Comunicar de forma clara: um aviso no local do produto e orientação ao time do caixa ajudam a evitar surpresa.Agir com boa-fé com quem já foi impactado: se o erro não for grosseiro e o consumidor já estiver no caixa, muitas vezes o mais seguro é honrar o preço para aquele caso e corrigir para os próximos, segundo as advogadas.

Betânia também recomenda que o comércio registre internamente o ocorrido. Foto, relatório e histórico de alterações ajudam na checagem e na prevenção de novos casos.

O preço errado costuma ser o início do problema. A forma como o estabelecimento reage pode levar o caso a um nível mais grave.

Em alguns casos, a discussão pode avançar para apuração de crime contra as relações de consumo, além de multa administrativa.

O caminho mais comum é a via administrativa, com multas aplicadas por órgãos de defesa do consumidor, como o Procon. Também pode haver obrigação de cumprir a oferta, indenização por dano material e, em alguns casos, dano moral.

Quando há conduta mais grave, como propaganda enganosa, o tema pode chegar à esfera criminal. Betânia lembra que, a depender do enquadramento, a empresa e os responsáveis pela decisão no momento podem ser responsabilizados.

As duas advogadas repetem um conselho básico: sem prova, a discussão vira palavra contra palavra. Com prova, o caminho fica mais objetivo.

Tire foto da etiqueta, do cartaz e da gôndola.Faça print de anúncio no app ou no site, com data e hora.Guarde nota fiscal e comprovante de pagamento.Peça registro da reclamação no atendimento ou na gerência.Se a recusa persistir, procure Procon ou Juizado Especial.

Elas também sugerem bom senso quando o erro for gritante. Se o valor é irreal e qualquer pessoa perceberia, aumenta a chance de o comércio ter respaldo para não cumprir.

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A crescente demanda por ‘acompanhantes de saúde’ em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Empreendedorismo A crescente demanda por 'acompanhantes de saúde' em um Brasil com famílias mais enxutas e cada vez mais velho Auxiliares de enfermagem e cuidadores de idosos encontram uma renda extra ajudando até quem é jovem a agendar exames, buscar remédios ou em consultas médicas. Tarefas costumam ser combinadas por aplicativos e têm contratação informal. Por BBC

O envelhecimento da população brasileira e as famílias cada vez mais enxutas com a redução do número de filhos tornaram a presença de um cuidador de idosos mais comum em muitas casas.

Mas os profissionais desse ramo também têm sido contratados, inclusive por pessoas mais jovens, para ajudar em outras atividades do dia a dia.

Por meio de plataformas online como Cronoshare e GetNinja, clientes procuram por auxiliares para determinadas funções, especificando suas demandas.

A contratação é informal, sem assinatura de contratos de trabalho, assim como o pagamento, que costuma ocorrer via Pix.

Uma lei que regulamenta especificamente a profissão de cuidador de idosos tramita atualmente na Câmara dos Deputados.

O envelhecimento da população brasileira e as famílias cada vez mais enxutas com a redução do número de filhos tornaram a presença de um cuidador de idosos mais comum em muitas casas — e levam o Congresso a discutir a regulamentação dessa profissão.

Mas os profissionais desse ramo também têm sido contratados, inclusive por pessoas mais jovens, para ajudar em outras atividades do dia a dia — por exemplo, como acompanhantes em exames e procedimentos hospitalares e agendando consultas para clientes.

Por meio de plataformas online como Cronoshare e GetNinja, clientes procuram por auxiliares para determinadas funções, especificando suas demandas. Quando um trabalhador se interessa, entra em contato com que fez o pedido.

A contratação é informal, sem assinatura de contratos de trabalho, assim como o pagamento, que costuma ocorrer via Pix.

Girlaine Ferreira, de 56 anos, tem clientes assim com frequência, mas diz que essa função ainda é pouco conhecida. Ela trabalha como cuidadora há seis anos e tem um trabalho fixo, mas atua como acompanhante para fazer uma renda extra.

Cobra R$ 220 no mínimo por acompanhamento, incluindo seu deslocamento — muitas vezes com transporte público. Se a duração do serviço chega a 12h, o valor sobe um pouco: R$ 250 durante a semana e R$ 300 nos finais de semana e feriados. Dessa forma, ela diz que consegue ganhar 35% a mais todo mês.

Segundo Girlaine, que atende na região metropolitana de São Paulo, os clientes costumam ser de classe média ou alta, e ela apontar algumas razões para isso.

"Para uma pessoa que vive somente com um salário mínimo, é mais difícil [contratar esse tipo de serviço]", diz ela.

"Mas, além da parte financeira, não existe ainda muita informação sobre esse trabalho, e não é todo mundo que entende quem presta esse tipo de serviço. Quanto menor for a instrução, menos a pessoa sabe que isso existe."

Girlaine conta que já desempenhou funções variadas. Para uma brasileira que mora na França, foi sua acompanhante em um exame. A mãe da cliente já era idosa, não podia ir com ela, e o marido não estava no Brasil, por isso ela a procurou.

"Ela devia ter uns 38, 40 anos. Acompanhei, esperei finalizar o procedimento, comprei os remédios e, quando já estava bem, ela me liberou."

Com formação no cuidado de idosos, Girlaine conta que não é necessário ter um curso como acompanhante de saúde ou em áreas relacionadas à enfermagem, por exemplo.

Assim como o cliente expõe suas demandas, o profissional também esclarece nas plataformas o que pode ou não fazer como parte do serviço. Além de consultas e exames, ela já acompanhou pacientes internados por longos períodos em hospitais.

A auxiliar de enfermagem Edineusa Matos, 40 anos, também viu neste tipo de acompanhamento uma oportunidade de ganhar mais. Ela trabalha há seis anos como acompanhante na capital e no ABC paulistas.

"Como trabalho como auxiliar de enfermagem em um turno de 12 horas e descanso por 36 horas, muitas vezes consigo fazer esses trabalhos à parte".

"No começo, eu não sabia como me 'vender'. É preciso pensar como se projetar na plataforma. Hoje, eu tenho uma avaliação cinco estrelas, mas não foi fácil."

Um atendimento que chamou sua atenção foi o de uma mãe que precisava levar o filho autista para o médico. A cliente queria ir de carro, mas tinha medo de dirigir — e não queria usar aplicativos de transporte.

Edineusa não costuma fazer as vezes de motorista, mas viu o serviço como uma gentileza para a mãe.

"Ela tinha especificado tudo isso no anúncio na hora de contratar, e o filho dela era autista nível três [considerado o mais grave]. Dirigi para ela e fui com ela ao médico", lembra.

Edineusa conta também já foi retirar remédios de alto custo em um posto público e auxiliou um paciente com bolsa de nefrostomia (usada para coletar urina diretamente de um rim), entre outros serviços. Atualmente, ela acompanha um paciente idoso na hemodiálise aos finais de semana.

Ela ganha R$ 2,6 mil por mês como auxiliar de enfermagem e conta que têm conseguido aumentar sua renda como acompanhante — em alguns meses, ganha com isso até mais do que como o emprego oficial.

Com a renda extra, Edineusa diz que financiou a compra de um apartamento e que pretende se mudar da comunidade onde mora.

Ela cobra por diária, de no mínimo de quatro horas: "O mínimo é R$ 130 o dia, dependendo do procedimento. Quando há um esforço maior do meu trabalho, pode chegar a R$ 260".

O trabalho de cuidador tradicional é previsto na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) como "cuidador de idosos" e "cuidador em saúde" — o que permite uma contratação com carteira assinada.

Esse profissional pode acompanhar uma pessoa em consultas e exames, auxiliar em exercícios leves e administrar medicamentos por via oral, desde que prescritos por um médico.

O papel do cuidador é observar sintomas, identificar sinais de emergência e acionar ajuda especializada — sem diagnosticar doenças e receitar medicamentos.

No mercado, é comum que seja exigido do trabalhador um curso de cuidador de idosos e pessoas, que normalmente mínima tem carga de 360 horas.

Mas a categoria ainda não tem um sindicato nacional unificado, apenas entidades regionais e sindicatos de categorias próximas, como de trabalhadores de saúde e de empregados domésticos.

Uma lei que regulamenta especificamente a profissão de cuidador de idosos tramita atualmente na Câmara dos Deputados.

Para a advogada trabalhista Patrícia Schüler Fava, serviços esporádicos, como acompanhar um paciente em exames e consultas, se enquadram como prestação de serviço eventual.

Mas a situação muda quando a prestação do serviço vira rotina. O contratante passa a ter obrigações formais como registro em carteira, controle de jornada e cumprimento de todos os direitos trabalhistas previstos para a categoria.

"Pela legislação, comparecer à residência pelo menos três vezes por semana, mesmo que por poucas horas, já caracteriza a relação como trabalho doméstico", diz Fava.

A BBC News Brasil procurou a Cronoshare e GetNinja para abordar a questão da formalização dos profissionais que oferecem serviços deste tipo oferecidos nestas plataformas, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

A maior longevidade e a queda da fecundidade no Brasil ajudam a explicar a maior demanda pelos serviços oferecidos por Edineusa e Girlaine, segundo especialistas entrevistados pela BBC News Brasil.

"Há 30 ou 40 anos, era comum ver babás em pracinhas, mas era raro encontrar cuidadores de idosos. Hoje, em 2025, acontece o contrário", diz a médica Roberta França, especialista em longevidade consciente e saúde mental e membro da Sociedade Brasileira de Neuropsiquiatria Geriátrica.

"Envelhecemos em 30 anos o que a Europa levou mais de 100. Mas, diferentemente da Europa, não enriquecemos antes de envelhecer e não nos preparamos para esse processo."

Márcio Minamiguchi, demógrafo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), afirma que a geração que hoje tem cerca de 80 anos já demanda mais esse tipo de cuidado como efeito de terem tido menos filhos e sua rede familiar ser mais reduzida do que era comum no passado.

Segundo Minamiguchi, neste cenário, o cuidado familiar tende a perder força, abrindo espaço para a contratação de profissionais e de instituições de longa permanência para idosos (ILPI) — popularmente conhecidos como "asilos" ou "casas de repouso".

"São mudanças rápidas e profundas, que tendem a expandir a oferta desses serviços, mas que também enfrenta o desafio da disponibilidade de mão de obra."

A antropóloga Valquíria Renk lembra, porém, que muitos brasileiros não têm condições financeiras de contratar serviços de cuidado profissionais, o que faz com que esse trabalho acabe recaindo sobre familiares — geralmente mulheres, sem receber remuneração — ou sobre amigos e vizinhos.

Para quem tem maior poder aquisitivo, o dinheiro pode não ser o maior problema, mas sim a falta de tempo, por conta de jornadas longas de trabalho, por exemplo.

Contratar alguém para cuidar de uma pessoa em tempo integral ou acompanhá-la no médico ou outros serviços tem se tornado uma saída em casos assim, diz Renk.

"Pessoas com mais recursos conseguem montar equipes multidisciplinares, garantir fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento médico contínuo", aponta a antropóloga, que é professora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

"Esses serviços têm custos elevados e muitas vezes não são cobertos pelo sistema público de saúde."

Renk afirma que a Política Nacional do Cuidado busca ampliar o reconhecimento social desse tipo de atividade e ampliar a qualificação na área, mas ainda é pouco eficaz.

Essa política foi proposta pelo governo federal, aprovada pelo Congresso e sancionada no final de 2024. Ela reconhece o cuidado como um direito universal e uma responsabilidade compartilhada entre Estado, famílias, sociedade e setor privado, dando diretrizes para isso.

O objetivo é distribuir responsabilidades e garantir uma estrutura mínima para que famílias consigam cuidar adequadamente de idosos, crianças, pessoas com deficiência ou indivíduos com doenças crônicas.

Mas, para França, a política está longe de produzir efeitos concretos — sem trazer ações obrigatórias, ela depende de regulamentação, orçamento e implementação.

Essa distância entre o que diz a lei e a realidade cotidiana deixa grande parte das famílias sem apoio.

"O que vemos no Brasil inteiro são famílias cuidando de idosos com demência ou doenças graves sem qualquer auxílio. Esse cuidado recai sobre uma única pessoa, normalmente uma mulher, que trabalha por longas jornadas, muitas vezes sem remuneração."

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Eles criaram blocos para bebês e idosos e faturam até R$ 70 mil no carnaval

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Eles criaram blocos para bebês e idosos e faturam até R$ 70 mil no carnaval Empreendedores em São Paulo e no interior do Rio adaptaram a folia para públicos específicos e transformaram inclusão em oportunidade de negócio. Por PEGN

Quando o carnaval toma as ruas, cada folião encontra seu ritmo — e, nos últimos anos, até quem ainda nem anda e quem já viveu muitas décadas ganhou espaço na festa.

De um lado, um berço adaptado desfilando no meio da multidão. Do outro, idosos abrindo alas com energia de quem não quer ficar de fora da folia. Em comum, a mesma ideia: com cuidado e estrutura, todo mundo pode participar — e isso também virou oportunidade de negócio.

Em São Paulo, o bloco criado pelo empresário Diogo Rios surgiu depois que ele adaptou um berço para levar o filho de 11 meses ao carnaval. O vídeo viralizou e impulsionou a criação de um bloco estruturado para crianças na primeira infância.

Hoje, o evento reúne cerca de 10 mil pessoas e oferece fraldário, espaço de amamentação, controle de volume do som, pulseirinhas de identificação e escolha de locais com sombra.

O investimento inicial foi de R$ 150 mil. A receita vem da venda de cotas de patrocínio e parcerias com empresas do setor infantil. No mês de carnaval, o bloco chega a faturar R$ 70 mil.

O evento gratuito também funciona como porta de entrada para outros projetos infantis pagos ao longo do ano.

Em Nova Friburgo (RJ), a psicopedagoga e geronmotricista Beatriz Rimes criou um bloco dedicado ao público idoso, iniciativa que nasceu após seu trabalho com estimulação cognitiva em uma instituição de longa permanência.

A primeira edição, em 2025, destacou o protagonismo dos idosos, que levaram suas famílias para o desfile.

O bloco conta com voluntários para auxiliar a locomoção, pontos de água filtrada, áreas de descanso e trajeto planejado para evitar desgaste. A ILPI parceira acompanha o evento com uma van.

Depois do desfile, a clínica de Beatriz registrou aumento de cerca de 150% no faturamento, com mais procura por atividades de estimulação cognitiva e serviços focados em envelhecimento saudável.

No “esquenta” realizado na instituição parceira, as histórias se misturam: uma participante de 64 anos diz que “envelhecer é obrigatório, mas ficar velho é opcional”.

Psicopedagoga e geronmotricista Beatriz Rimes criou um bloco dedicado ao público idoso — Foto: Globo/ Pegn

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Buquês com dinheiro: por que o Quênia proibiu essa ‘moda romântica’ após viral?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor Buquês com dinheiro: por que o Quênia proibiu essa 'moda romântica' após viral? Após viralizar nas redes no Valentine’s Day, prática passou a ser alvo de alerta oficial do Banco Central por danos às notas. Por g1 — São Paulo

O Banco Central do Quênia (CBK) emitiu um alerta contra a crescente tendência de buquês feitos com notas do xelim queniano.

O CBK argumenta que a manipulação das cédulas compromete sua integridade e as torna impróprias para circulação.

Em meio à folia do Carnaval no Brasil, boa parte do mundo volta as atenções neste sábado (14) para outra celebração: o Valentine's Day, data dedicada ao amor e aos relacionamentos em países da Europa, da África e dos Estados Unidos.

Por aqui, a comemoração equivalente, o Dia dos Namorados, ficou para 12 de junho. Mas, fora do calendário brasileiro, o 14 de fevereiro movimenta o comércio e, neste ano, trouxe uma tendência inusitada que virou debate econômico: buquês feitos com notas de dinheiro.

A prática substitui flores tradicionais por cédulas dobradas, enroladas ou moldadas em formato de pétalas.

Os arranjos, divulgados em vídeos que acumulam milhões de visualizações nas redes sociais, variam de pequenas quantias a valores mais elevados e são vendidos como um presente que une romantismo e utilidade.

Mas a moda não passou despercebida pelas autoridades monetárias no Quênia. Em um comunicado oficial, o Central Bank of Kenya (CBK) alertou contra essa prática, detalhando os riscos econômicos e legais envolvidos.

Na nota, o banco afirma ter observado "um crescimento na tendência de uso de cédulas do xelim queniano para fins decorativos e comemorativos, incluindo a preparação de buquês de dinheiro, exibições ornamentais e arranjos semelhantes".

O comunicado descreve ainda como as notas vêm sendo manipuladas: "as cédulas são dobradas, enroladas, coladas, presas com fita adesiva, grampeadas, perfuradas ou fixadas com materiais adesivos e de fixação".

Segundo o CBK, "tais práticas comprometem a integridade das notas do xelim queniano e as tornam inadequadas para circulação".

De acordo com a autoridade monetária, esse tipo de dano interfere no funcionamento de caixas eletrônicos e máquinas de contagem e triagem, além de antecipar a retirada das notas de circulação, gerando custos adicionais ao sistema financeiro.

“Embora o Banco Central do Quênia não se oponha ao uso de dinheiro como presente, tal uso não deve envolver qualquer ação que altere, danifique ou desfigure as cédulas”, diz o texto.

A nota também cita a legislação local. Segundo o comunicado, "a Seção 367 do Código Penal (Cap. 63, Leis do Quênia) estabelece que qualquer pessoa que deliberadamente desfigure, mutile ou de qualquer forma prejudique uma cédula emitida por autoridade legal comete uma infração".

Na prática, isso significa que a mutilação intencional de notas pode resultar em responsabilização legal.

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Em vez de fechar, restaurante troca marmitas por espetinhos para aproveitar movimento do Carnaval

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Em vez de fechar, restaurante troca marmitas por espetinhos para aproveitar movimento do Carnaval De olho no fluxo de foliões em São Luís, dono de restaurante adapta cardápio, aposta em vendas rápidas e transforma a maior festa do país em estratégia de crescimento. Por PEGN

João Vitor Martins é dono de um restaurante e de um delivery de marmitas em São Luís, no Maranhão.

Ele viu no Carnaval uma oportunidade de negócio e resolveu adaptar o cardápio, o espaço e a estratégia de vendas para aproveitar o movimento intenso de foliões.

Em vez das marmitas tradicionais, João Vitor decidiu mudar o cardápio durante os dias de folia. Saem as refeições completas e entram os espetinhos, vinagrete e pratos rápidos.

Para João Vitor, o Carnaval vai além de um pico de vendas. É uma forma de divulgar o negócio, atrair novos públicos e testar produtos que podem, no futuro, virar parte fixa do cardápio.

Quando o Carnaval se aproxima, muitos empreendedores optam por fechar as portas ou reduzir o ritmo. Em São Luís, no Maranhão, João Vitor Martins decidiu fazer o oposto.

Dono de um restaurante e de um delivery de marmitas, ele viu na maior festa do país uma oportunidade de negócio e resolveu adaptar o cardápio, o espaço e a estratégia de vendas para aproveitar o movimento intenso de foliões.

“Essa questão do empreendedorismo eu sempre tive comigo. Eu sempre quis trabalhar para mim mesmo”, conta João Vitor.

O negócio começou de forma simples. As primeiras marmitas eram preparadas na cozinha do próprio apartamento e vendidas como renda extra, enquanto ele trabalhava em bares e restaurantes da cidade.

Aos poucos, o projeto foi crescendo.“Eu fui comprando o que eu podia, investindo no que eu podia e fui fazendo as marmitas”, lembra.

Carnaval no cardápio: como um restaurante de São Luís lucra com a folia — Foto: Reprodução/PEGN

O salto veio com a ajuda das redes sociais. Foi ali que João Vitor encontrou um canal direto com os clientes, usando vídeos curtos e postagens frequentes para divulgar o cardápio e o dia a dia da produção.

Os pedidos chegavam principalmente por aplicativos de mensagem, mas era no Instagram que a marca ganhava visibilidade e conquistava novos consumidores.

“Eu vendia pelos aplicativos de mensagem, onde recebia os pedidos, mas a divulgação vinha mais das redes sociais. Cada vídeo novo que eu postava, cada história, era isso que atraía os clientes, e eles iam atrás da minha comida”, explica.

Com o aumento da demanda no delivery, o empreendedor conseguiu dar um novo passo: abriu um restaurante físico, com seis mesas, em uma das avenidas mais movimentadas de São Luís.

Hoje, o negócio serve, em média, de 80 a 100 refeições por dia, com preço médio de R$ 25. A inauguração do ponto fixo marcou uma nova fase: além de atender quem já comprava pela internet, o espaço passou a receber clientes que buscam comer no local e conhecer a operação de perto.

“Antes era tudo virtual, tudo por delivery. Agora, com a loja física, os clientes estão conhecendo a nossa nova localização e vindo conhecer o espaço”, diz.

Carnaval no cardápio: como um restaurante de São Luís lucra com a folia — Foto: Reprodução/PEGN

A chegada do Carnaval trouxe um novo desafio — e também uma nova chance de faturar. Em vez das marmitas tradicionais, João Vitor decidiu mudar o cardápio durante os dias de folia.

Saem as refeições completas e entram os espetinhos, o vinagrete e os pratos rápidos, pensados para quem está entre um bloco e outro.

“A ideia é justamente não atrapalhar o folião. Ele chega, pega o churrasquinho dele, a gente monta, atende rápido e ele segue para a folia”, explica.

Além do cardápio, o restaurante também ganha decoração especial e uma churrasqueira posicionada para a rua. Quem passa pela calçada sente o cheiro da carne, do frango ou do peixe assando, um convite para uma parada rápida.

Para João Vitor, a estratégia vai além das vendas imediatas. “Acaba sendo uma divulgação do nosso espaço, para que as pessoas entrem, conheçam. Então, tudo é estratégia”, resume.

Carnaval no cardápio: como um restaurante de São Luís lucra com a folia — Foto: Reprodução/PEGN

Para João Vitor, o Carnaval vai além de um pico de vendas. É uma forma de divulgar o negócio, atrair novos públicos e testar produtos que podem, no futuro, virar parte fixa do cardápio. A movimentação antes mesmo do início oficial da festa já indica que a aposta deve dar certo.

“As pessoas já têm parado, já têm escolhido o espeto, já têm comprado para levar”, observa o empreendedor. A expectativa é alta. “Se antes do Carnaval já está dando certo, com certeza o Carnaval vai bombar”, aposta.

O caso mostra como planejamento, leitura de comportamento do consumidor e presença digital podem transformar uma data sazonal em oportunidade de crescimento.

Em vez de esperar a festa passar, João Vitor decidiu trabalhar com ela — e usar o Carnaval como vitrine para fortalecer o negócio ao longo do ano.

Carnaval no cardápio: como um restaurante de São Luís lucra com a folia — Foto: Reprodução/PEGN

📍Avenida Hilton Rodrigues,14 , A, Olho D Água São Luís/MA – CEP: 65067-170📞Telefone: (98) 98336-2682🌐Site: https://vitormarmitex.saipos.com📧E-mail: joaovitor.17.martins@gmail.com📸Instagram: https://www.instagram.com/vitor_marmitex

Há 4 horas Meio Ambiente VÍDEO: temporal alaga unidades de saúde em CuiabáHá 4 horas’El Mencho’México segue em alerta após morte de traficante; presidente pede calma

Há 60 minutos Economia Trump volta a criticar a Suprema Corte por decisão sobre tarifasHá 60 minutosAlfândega dos EUA suspenderá cobrança de tarifas barradas a partir de amanhãHá 60 minutosBlog do Valdo CruzCúpula da PF não gostou de decisão de Mendonça sobre dados do caso Master

Há 2 horas Blog do Valdo Cruz Ministro do STF faz reunião com a PF para discutir próximos passosHá 2 horasANA FLOR: PF transfere dados sigilosos do Master para CPI do INSSHá 2 horasMutirão de renegociaçãoFeirão Limpa Nome começa hoje com descontos de até 99% em dívidas

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Cadeiras de praia por R$ 1,2 mil: como professora fatura até R$ 200 mil por ano com item popular

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Cadeiras de praia por R$ 1,2 mil: como professora fatura até R$ 200 mil por ano com item popular Com apenas R$ 300, empreendedora do ES criou marca de cadeiras artesanais vendidas online e em lojas físicas. Por PEGN

Kênia Lyra, do Espírito Santo, cria cadeiras de praia artesanais que unem design, memória afetiva e identidade autoral.

As primeiras cadeiras chamaram atenção quase por acaso. Em uma postagem nas redes sociais, o foco era outro elemento de decoração, mas as cadeiras acabaram roubando a cena.

Hoje, a marca trabalha com oito modelos diferentes e cerca de 200 padrões de trama. Cada cadeira leva de quatro a seis horas para ficar pronta.

O que antes era apenas um objeto comum das praias brasileiras ganhou status de peça artística e de decoração nas mãos da artista plástica Kênia Lyra, do Espírito Santo.

Utilizando fio náutico — material usado em embarcações — e técnicas manuais aprendidas ainda na infância, ela cria cadeiras de praia artesanais que unem design, memória afetiva e identidade autoral.

Cada cadeira é trançada à mão, em um processo que lembra o funcionamento de um tear. De perto, os fios coloridos se entrelaçam com precisão; de longe, formam padrões vibrantes que remetem ao mar, à brisa e às paisagens litorâneas capixabas.

“A minha relação com o mar é muito forte, faz parte da minha essência”, conta Kênia. Nascida e criada no Espírito Santo, ela cresceu em uma família que valorizava o fazer manual.

Redes de pesca, marcenaria artesanal, crochê, bordado e costura sempre fizeram parte da rotina — referências que hoje aparecem no seu trabalho.

Formada em Artes Plásticas, Kênia atuou por anos na área cultural e chegou a dar aulas na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Foi a partir do olhar atento para os detalhes — característica que ela diz ter herdado da família — que surgiu a ideia de transformar a cadeira de praia em um objeto estético.

“Eu comecei a me perguntar: por que não pensar nesse objeto como algo de valor artístico? Por que não trazer personalidade, criatividade e transformar a cadeira em um item de decoração e arte?”, relembra.

Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo — Foto: Reprodução/PEGN

As primeiras cadeiras chamaram atenção quase por acaso. Em uma postagem nas redes sociais, o foco era outro elemento de decoração, mas as cadeiras acabaram roubando a cena.

Amigos começaram a pedir peças, um pedido levou a outro e, quando percebeu, Kênia já estava produzindo por encomenda.

O investimento inicial foi baixo: cerca de R$ 300, usados para comprar fios, algumas estruturas de cadeira e começar as primeiras personalizações. “Dali não paramos mais”, diz.

A artista montou um ateliê e passou a unir os saberes herdados da família com a formação acadêmica para desenvolver uma linguagem própria. O crescimento aconteceu de forma orgânica, mas trouxe desafios típicos de quem transforma arte em negócio.

“Eu não tinha a pretensão de chegar onde cheguei. As oportunidades foram aparecendo e eu precisei aprender muito sobre gestão, vendas e empreendedorismo”, afirma.

Hoje, a marca trabalha com oito modelos diferentes e cerca de 200 padrões de trama. Cada cadeira leva de quatro a seis horas para ficar pronta.

A produção mensal chega a aproximadamente 60 unidades, vendidas principalmente pela internet, mas também em pontos físicos em Vitória e em São Paulo.

Além do fio náutico — resistente ao sol, à água e com tratamento UV —, as cadeiras ganharam outro diferencial: braços de madeira com design próprio, desenvolvidos para reforçar a identidade da marca.

“A gente faz uma pesquisa artística, desenvolve os desenhos, pensa nas cores e só depois parte para a aplicação prática da trama”, explica Kênia.

Os preços variam de R$ 399 a R$ 1.200, dependendo do modelo e da complexidade do trabalho. As redes sociais são o principal canal de divulgação e venda, com lançamentos e campanhas sazonais.

“Desde o início, eu quis ter um canal próprio de vendas. Criei a marca já como e-commerce. Mas vender na internet é bem diferente do varejo físico, então investi muito em conhecimento para aprender a fazer campanhas eficientes”, conta.

Como uma artista do Espírito Santo transformou cadeiras de praia em um negócio lucrativo — Foto: Reprodução/PEGN

O resultado veio com o tempo. Em 2021, o faturamento anual era de cerca de R$ 15 mil. Para 2025, a previsão é chegar a R$ 200 mil.

No caminho, um dos maiores desafios foi a precificação. “Quando você trabalha com um produto criativo e manual, precisa considerar tempo, equipe, gestão, estoque. Se errar nisso, compromete todo o negócio”, afirma.

Hoje, Kênia aposta em controle de gestão, estratégias de venda e também em parcerias. No ateliê, ela expõe bolsas de crochê feitas em colaboração com uma prima, que combinam com as cadeiras e reforçam o trabalho autoral.

“As parcerias ajudam a ampliar a visibilidade, fortalecer a marca e trazer inovação, desde que conversem com os mesmos valores”, diz.

Com o verão se aproximando, o espaço físico do ateliê já começa a ficar pequeno para tantas cadeiras — e planos. O objetivo agora é consolidar ainda mais a identidade da marca.

“Quero que as pessoas olhem para o produto e reconheçam: isso é da Kênia Lyra. Que o fazer manual, a história e a alma estejam cada vez mais presentes”, afirma.

Sentada em uma de suas cadeiras, de frente para o mar que inspira cada trama, a empreendedora resume o diferencial do negócio: transformar o simples em arte — e a arte em sustento.

📍 Rua Sete de Setembro, nº 245. Centro – Vitória/ES – CEP: 29.015-000🌐 Site: https://www.bacutias.com.br/📧 E-mail: studiokenialyra@gmail.com📘Facebook: https://www.facebook.com/lojabacutias/📸 Instagram: https://www.instagram.com/bacutias/📞 Telefone: (27) 99993-5321

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A desorganização que virou um negócio de R$ 320 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 15:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios A desorganização que virou um negócio de R$ 320 mil por mês Criada em Florianópolis, plataforma automatiza a gestão, atende 1,2 mil escolas no país e usa o ecossistema de inovação catarinense para escalar o negócio. Por PEGN — São Paulo

Plataforma de gestão foi desenvolvida para automatizar processos e modernizar a administração de escolas de música.

Sistema organiza desde matrículas e cobranças até a comunicação entre alunos, professores e gestores.

Ideia surgiu de forma quase informal. O primeiro protótipo foi criado pelo pai de Matheus, que já trabalhava com tecnologia, para ajudar um amigo da família que tinha uma escola de música em Cuiabá, no Mato Grosso.

Hoje, a plataforma atende cerca de 1.200 escolas de música em todo o país, que somam aproximadamente 120 mil alunos e mais de 15 mil professores.

Empreender não é apenas ter uma boa ideia. É também lidar com rotinas que poucos gostam: agenda, cobranças, relatórios, burocracia.

Em uma escola de música, onde professores, alunos, horários e pagamentos precisam funcionar em harmonia, qualquer desorganização pode comprometer o negócio inteiro. Foi a partir desse desafio que nasceu uma startup que hoje atende escolas em todo o país.

Criada por Matheus Valim, a plataforma de gestão foi desenvolvida para automatizar processos e modernizar a administração de escolas de música.

O sistema organiza desde matrículas e cobranças até a comunicação entre alunos, professores e gestores, funcionando como uma “secretaria digital” na palma da mão.

“É um sistema feito para ajudar a escola a se organizar, automatizar processos e deixar o negócio mais moderno”, resume o empreendedor.

A ideia surgiu de forma quase informal. O primeiro protótipo foi criado pelo pai de Matheus, que já trabalhava com tecnologia, para ajudar um amigo da família que tinha uma escola de música em Cuiabá, no Mato Grosso.

A instituição enfrentava dificuldades de gestão, e a solução simples, desenvolvida em um fim de semana, começou a mostrar resultados rapidamente. Anos depois, a família se mudou para Florianópolis, em busca de oportunidades acadêmicas e profissionais.

Foi na capital catarinense, conhecida pelo ecossistema de inovação e tecnologia, que Matheus decidiu transformar a ferramenta em negócio. Músico de formação e vindo de uma família ligada à música, ele percebeu que o problema enfrentado pelo amigo se repetia em dezenas de escolas pelo Brasil.

“Quando surgiu a oportunidade de empreender, a gente pensou: será que esse sistema não pode ajudar outras escolas também?”, conta.

A resposta veio com o crescimento da base de clientes. Hoje, a plataforma atende cerca de 1.200 escolas de música em todo o país, que somam aproximadamente 120 mil alunos e mais de 15 mil professores.

A empresa opera a partir de Florianópolis e está incubada em um hub de tecnologia ligado à Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), ambiente que ajudou a estruturar o negócio.

“Foi uma virada de chave para a empresa. A gente começou a ter mais visão de negócio e recebeu apoio de outros empreendedores, mentorias e programas de capacitação”, diz Matheus.

Um dos diferenciais da startup está no modelo de precificação. A mensalidade é proporcional ao número de alunos atendidos pela escola, o que torna o serviço acessível para instituições pequenas e escalável para as maiores.

Segundo o empreendedor, escolas que adotam o sistema registram, em média, crescimento de 44% no faturamento no primeiro ano, impulsionado pela organização e pela automação dos processos.

“O professor fica mais organizado, o aluno acompanha aulas e materiais, e a gestão ganha tempo para focar no crescimento”, explica.

Na prática, o impacto é sentido no dia a dia. Em São Paulo, uma das clientes trocou planilhas e anotações manuais por poucos cliques. “Eu levava dias para fechar o mês. Agora, em cinco minutos, está tudo pronto”, relata a dona de uma escola de música na zona sul da capital.

O sistema também melhora a rotina dos professores, que passam a ter acesso organizado à agenda, conteúdos e histórico dos alunos. “A gente consegue focar em dar aula e preparar o conteúdo. Isso otimiza muito o tempo”, avalia um professor que utiliza a plataforma.

Com faturamento médio mensal de cerca de R$ 320 mil, a startup mostra como tecnologia, nicho bem definido e entendimento profundo do cliente podem transformar um problema cotidiano em um negócio escalável. Para Matheus, mais do que números, o projeto carrega um propósito.

“A música é uma forma de desenvolvimento pessoal. E empreender dessa forma é também desenvolver as pessoas ao nosso redor”, afirma.

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