RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Piqué é multado em 200 mil euros na Espanha por uso de informação privilegiada

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 4,889-0,12%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,763-0,06%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa182.648 pts-0,79%Oferecido por

O regulador do mercado financeiro da Espanha, a Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), multou o ex-jogador Gerard Piqué por usar informações confidenciais para lucrar na bolsa de valores.

Segundo a investigação, Piqué recebeu antecipadamente a informação de que a empresa Atrys Health, empresa espanhola da área de saúde e tecnologia médica, planejava comprar a Aspy Global Services, outra empresa do setor.

Esse tipo de dado costuma influenciar o preço das ações, mas ainda não havia sido divulgado ao mercado.

Sngundo informações da Reuters, antes da notícia se tornar pública, Piqué comprou mais de 100 mil ações da Aspy.

Dois dias depois, quando a negociação foi anunciada oficialmente, os papéis da empresa subiram de valor. Com isso, ele vendeu as ações e teria obtido um lucro estimado em cerca de 45,8 mil euros (cerca de R$ 264 mil).

🔎Para o regulador espanhol, isso configura uso de informação privilegiada — prática considerada ilegal porque dá vantagem a quem negocia ações com base em dados que o restante do mercado ainda desconhece.

O empresário Francisco José Elias, apontado como responsável por compartilhar a informação confidencial, também foi punido.

Piqué recebeu multa de 200 mil euros, enquanto Elias foi multado em 100 mil euros. Apesar da decisão administrativa ser definitiva, ambos ainda podem recorrer à Justiça espanhola.

Há 36 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 36 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 53 minutos Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 53 minutosConflito no Oriente MédioComo a guerra enriquece o mais novo petroestado, vizinho do Brasil

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasNegociação entre EUA e Irã trava de novo; veja o que cada um propõe

Há 32 minutos Mundo Netanyahu diz que Israel não previa crise em Ormuz com a guerraHá 32 minutosInterior de SPGuarda municipal é preso por matar esposa no dia do casamento

Há 32 minutos Campinas e Região ‘Quem diria que um dia ia me casar’: vítima comemorou uniãoHá 32 minutosTarifa de importaçãoArrecadação com taxa das blusinhas sobe 25% e bate recorde

Há 40 minutos Economia Seu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 5 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 5 horasEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 3 horas São Paulo Crime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:50

Agro Volkswagen Especial Publicitário Novo Tiguan: tudo que você precisa saber sobre a terceira geração do SUV mais vendido da VW no mundo Com design sofisticado e o motor mais potente da história do modelo no país, o novo Tiguan combina conforto, tecnologia, segurança e performance para elevar a experiência ao dirigir Por Volkswagen

O que você faria se tivesse um SUV à sua altura? É essa a provocação que faz o novo Tiguan, que chega ao Brasil em maio de 2026, como uma das principais apostas da Volkswagen no segmento de SUVs premium.

Com uma proposta que combina sofisticação, tecnologia e desempenho, o modelo foi desenvolvido para acompanhar diferentes momentos do dia a dia: da rotina nas cidades às viagens em estrada.

E quando o assunto é performance, o modelo vai além. São 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque, aliados à tração integral 4Motion, que garantem uma condução estável, eficiente e adaptada a diferentes condições de uso.

Além disso, o modelo se destaca pelo design renovado, e pelo pacote tecnológico voltado à assistência, à condução e às facilidades no dia a dia. O resultado é um SUV pensado para quem busca uma experiência mais completa ao dirigir, com soluções que tornam cada trajeto mais simples, confortável e intuitivo.

O novo Tiguan traz um visual atualizado, com linhas mais marcantes e uma identidade luminosa que reforça sua presença nas ruas. As rodas aro 19”, os faróis full LED Matrix e a assinatura em LED na dianteira e na traseira contribuem não só para a estética, mas também para uma condução mais segura e eficiente em diferentes condições.

Equipado com o motor 350 TSI 2.0 Turbo, o Tiguan entrega 272 cv de potência e 35,7 kgfm de torque: números que reforçam sua posição como o modelo mais potente da história da linha no Brasil. A tração integral 4Motion e a suspensão Multilink completam o conjunto, oferecendo estabilidade, controle e desempenho tanto na cidade quanto na estrada.

A tração, com sistema Haldex, trabalha de forma independente, reconhecendo o terreno e adaptando a entrega de potência de acordo com o escorregamento das rodas, sem a necessidade de ação do motorista. Isso permite que o Novo Tiguan também ofereça o Assistente de Descidas, que utiliza um sistema para descida de ladeiras íngremes de forma segura e controlada.

Além disso, a forma como o carro se comporta pode ser configurada entre seis modos de condução disponíveis: Eco, Normal, Sport, Individual, Snow e Off-road. O modo Off-road recebe ainda uma visualização a mais na central multimídia com altitude, ângulo das rodas e inclinação para maior controle em trilhas ou situações fora de estrada mais severas.

Assim como toda a família de SUVs da Volkswagen, o Novo Tiguan é cinco estrelas nos testes do Latin NCAP e entrega mais de 12 sistemas ativos de ADAS.

O modelo reúne sistemas avançados de assistência à condução que ampliam a segurança e facilitam o dia a dia ao volante. Entre os destaques estão o Park Assist Plus, que pode assumir direção, aceleração e frenagem em manobras, o Travel Assist e o ACC Stop & Go, além do detector de ponto cego e do Exit Warning System.

A central multimídia de 15” e o painel digital de 10,25” criam um ambiente tecnológico e intuitivo, com informações acessíveis e personalizáveis. Recursos como o Kessy Advanced, que reconhece a aproximação da chave para destravar o veículo, reforçam a proposta de uma experiência fluida e sem fricções.

Inédito em um Tiguan, a alavanca de câmbio agora cede espaço no console para o Seletor de Experiências, que permite o controle do volume, a troca dos modos de condução e as novas experiências da cabine. A troca de marchas passa a ser feita pela manopla atrás do volante, assim como nos modelos ID. da Volkswagen.

O interior do Tiguan foi projetado para oferecer bem-estar em todos os detalhes. Os bancos com ventilação e função de massagem, o ar-condicionado de três zonas e o acabamento refinado elevam o nível de conforto.

Da cabine, também é possível controlar a abertura do teto solar panorâmico pelos controles sensíveis ao toque no plafon de teto e a abertura da tampa elétrica do porta-malas com função Easy Open & Close, passando o pé na parte interior do para-choque traseiro pelo botão posicionado na porta do motorista.

Além dos sistemas de assistência, o modelo também contará com condições especiais para blindagem, ampliando as possibilidades para quem busca ainda mais proteção no dia a dia, sem abrir mão da experiência premium.

O novo Tiguan chega ao mercado brasileiro como um modelo pensado para quem busca mais praticidade no dia a dia, sem abrir mão de uma experiência sofisticada ao dirigir. Conheça mais sobre o SUV à altura da sua história.

Há 40 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 40 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 57 minutos Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 57 minutosConflito no Oriente MédioComo a guerra enriquece o mais novo petroestado, vizinho do Brasil

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasNegociação entre EUA e Irã trava de novo; veja o que cada um propõe

Há 36 minutos Mundo Netanyahu diz que Israel não previa crise em Ormuz com a guerraHá 36 minutosInterior de SPGuarda municipal é preso por matar esposa no dia do casamento

Há 36 minutos Campinas e Região ‘Quem diria que um dia ia me casar’: vítima comemorou uniãoHá 36 minutosTarifa de importaçãoArrecadação com taxa das blusinhas sobe 25% e bate recorde

Há 44 minutos Economia Seu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 5 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 5 horasEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 3 horas São Paulo Crime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Exclusivo: g1 testou o Chevrolet Sonic; SUV custa R$ 129.990 e mostra força para brigar com Volkswagen Nivus

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Carros Exclusivo: g1 testou o Chevrolet Sonic; SUV custa R$ 129.990 e mostra força para brigar com Volkswagen Nivus Reportagem do g1 já dirigiu o lançamento da Chevrolet; motor 1.0 turbo de 115 cv com injeção direta já conta com correia banhada a óleo atualizada. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

Repórter do g1 faz teste do Chevrolet Sonic em concessionária de São Paulo — Foto: Carlos Cereijo / g1

O g1 já testou o novo Chevrolet Sonic na versão RS. O SUV é o lançamento mais importante da marca em 2026 e chega com preço promocional de R$ 129.990 pela versão Premier e R$ 135.990 pela RS.

O motor é 1.0 turbo com injeção direta de combustível, com 115 cv e torque de 18,9 kgfm. Disponível somente nas versões topo de linha Premier e RS, o Sonic vem de série com câmbio automático de seis marchas.

O Sonic usa a mesma plataforma do Onix, mas será que ele é só um hatch disfarçado de utilitário esportivo? O espaço interno é bom? Os novos equipamentos de segurança ajudam? E a correia banhada a óleo ainda é um problema? O g1 foi o primeiro a testar o Sonic e traz todas as respostas.

O motor três cilindros em linha 1.0 tem a mesma calibração do Tracker. Porém, o Sonic é mais leve, com 1.139 kg, o SUV "irmão" tem 100 kg a mais. Portanto, a sensação nas retomadas é mais ágil.

O Sonic dá uma sensação mais esportiva ao conjunto. E, mesmo assim, todos os números de consumo do Sonic são melhores se comparados ao Tracker 1.0 turbo.

Claro, seria mais interessante a versão RS contar com o motor 1.2 turbo de 139 cv. Mas fica claro que a Chevrolet quer trabalhar o argumento do preço neste momento, e uma versão com este motor ficaria encavalada com outras configurações do Tracker.

Sim, a correia banhada a óleo continua. Desde 2025, no entanto, o componente recebeu atenção especial da General Motors. A correia passou a ser feita com materiais de maior resistência, segundo a GM, para não sofrer tanto se tiver contato com óleos de baixa qualidade. O Sonic já vem com essa evolução da correia.

Aliás, essa é uma das explicações que a montadora dá para a polêmica com a peça: carros com plano de manutenção falho e óleo fora das especificações. O próprio site da marca diz que 20% dos óleos ofertados no Brasil são falsos ou adulterados. O óleo indicado é o sintético 0W-20 com certificação Dexos, que tem aditivos específicos.

Segundo a Chevrolet, seguindo o plano de revisões, a correia pode durar até 20 anos de uso. A fábrica dá garantia de 240 mil ao componente.

Dirigir o novo Sonic pelas ruas de São Paulo foi uma grata surpresa. Em um primeiro momento, as rodas de 17 polegadas poderiam sugerir um acerto firme, daqueles que transmitem vibrações em excesso para a cabine e comprometem o conforto no uso urbano. Mas, na prática, acontece justamente o contrário.

Mesmo com rodas maiores, o Sonic consegue filtrar bem o asfalto castigado da capital paulista, absorvendo irregularidades com competência. O conjunto de suspensão revela um equilíbrio interessante entre conforto e estabilidade, mostrando um acerto muito mais próximo ao de um hatch grande do que ao de um SUV compacto.

Nas curvas e acelerações, o carro transmite segurança sem abrir mão de suavidade. Outro ponto positivo está no isolamento acústico. Em baixas rotações, o som do motor dentro da cabine é bastante discreto, enquanto em giros mais altos surge um ronco agradável, presente na medida certa, sem se tornar incômodo.

O ruído de vento também parece bem controlado nesse primeiro contato, indicando que viagens mais longas não devem transformar o barulho do ar passando pela carroceria em fonte de cansaço. Durante a avaliação, também foi possível experimentar rapidamente o sistema de som, que surpreende de forma positiva.

Para um veículo que não é do segmento premium, a qualidade sonora é bastante competente, com boa presença de médios e graves, entregando uma experiência acima da expectativa. Apesar deste contato inicial ter acontecido apenas em circuito urbano, já foi possível perceber que a direção elétrica não chega a ser anestesiada.

Ainda existe alguma comunicação com o motorista, o que ajuda a reforçar a proposta mais dinâmica do Sonic. No fim das contas, o Sonic consegue entregar visual e sensação esportiva superiores aos de Onix e Tracker, mas sem sacrificar o conforto.

É justamente esse equilíbrio entre desempenho e praticidade que torna o modelo uma proposta bastante interessante no segmento.

O Sonic é 5 cm mais comprido que o Onix, quase 2 cm mais largo e 6 cm mais alto. A única medida exatamente igual entre os modelos é o entre-eixos de 2,55 m. Com essa fórmula, o SUV consegue um porta-malas mais generoso de 392 litros (o Onix tem só 303 litros).

O preço pelo mesmo entre-eixos aparece no espaço mais justo para as pernas no banco traseiro. A cabeça de quem tem mais de 1,80 m também roça no forro do teto. Então, se isso for um fator imprescindível, é melhor partir para um Tracker.

O banco do motorista tem ajuste de altura. O volante pode ser reposicionado em profundidade e também para cima e para baixo. A posição do motorista pode ficar agradável para quem gosta de uma sensação mais alta. E, ao mesmo tempo, é possível acertar uma posição mais baixa.

Ao volante, o Sonic agrada por não obrigar o motorista a “artificialmente” parecer alto com um banco elevado acima da média. Alguns compactos fazem isso para dar a sensação de carro altinho sem mexer realmente na altura. O resultado é que parece que se está dentro de uma empilhadeira; isso não acontece no Sonic.

O cluster de instrumentos é uma tela de 8 polegadas que está integrada numa mesma peça com o multimídia de 11 polegadas. A Chevrolet chama de Virtual Cockpit System e no teste do g1 o conceito se mostrou prático.

É fácil identificar as informações no cluster, e o tema escuro do multimídia combina com o acabamento em preto brilhante.

Há carregador por indução e conexão sem fio para Android Auto e Apple Car Play. O serviço OnStar no plano de entrada, chamado de Basics, vem de série por 8 anos. Com ele há diagnósticos remotos, comandos remotos via app no celular de ar-condicionado, portas, vidros e motor.

Durante o teste, o g1 pode falar com um atendente do OnStar. Ele explicou os recursos do plano Protect, que é contratado à parte e adiciona serviços de segurança e emergência, além de um acesso de Wi-fi com pacote de dados próprio. A GM oferece uma cortesia de 3 meses grátis do serviço, a depender da ativação por parte do cliente.

No OnStar Protect, a ligação com o atendente acontece com um toque de botão. A comunicação é clara. No teste, o funcionário da GM explica que o serviço oferece respostas automáticas em caso de acidentes e aciona as autoridades de emergência. Há ainda um localizador e rastreador em caso de furto do Sonic, que pode até descalerar o carro e facilitar sua recuperação.

Os materiais da cabine do Sonic seguem o padrão encontrado no Tracker. A iluminação com filetes de LED é opcional e dá mais requinte ao lançamento da Chevrolet. Na versão RS, testada pelo g1, os acabamentos em vermelho carmim quebram o ar sisudo do cinza e preto. Os cintos de segurança vermelhos, também da versão RS, ajudam a alegrar a cabine.

Como divulgado no lançamento, a lista de itens das duas versões é próxima. Há poucos equipamentos que só estão disponíveis na versão RS.

São o farol alto adaptativo, que detecta outros carros e baixa o farol para não ofuscar, e o sensor de estacionamento traseiro, lateral e dianteiro. O Sonic Premier só tem sensor traseiro.

O restante dos itens que diferenciam Premier e RS são estéticos e, a depender do gosto de cada pessoa, podem não justificar os R$ 5 mil extras.

O Sonic estreia uma nova geração do Chevrolet Intelligent Driving. O sistema utiliza uma câmera frontal de alta definição que, segundo a General Motors, entrega 40% mais área de cobertura. Na prática, isso amplia significativamente a capacidade de monitoramento e resposta do veículo em diferentes situações.

Com essa evolução, o sistema de frenagem automática de emergência atua em uma faixa mais ampla, entre 8 e 130 km/h. Além disso, a tecnologia consegue diferenciar o asfalto das áreas laterais da pista, como trechos de grama. Isso permite ao Sonic atuar de maneira mais precisa na manutenção ativa do carro dentro da faixa de rodagem.

Durante o teste realizado pelo g1, essa tecnologia mostrou na prática como pode ser útil. Em determinado momento, o veículo à frente realizou uma frenagem mais brusca, e o Sonic imediatamente emitiu alertas sonoros e uma luz refletida no para-brisa para chamar a atenção do motorista. Antes mesmo de qualquer intervenção automática nos freios, o sistema já havia cumprido um papel importante de prevenção.

Entre os demais recursos de segurança, o modelo oferece assistente de permanência em faixa com correção ativa, alerta de ponto cego e seis airbags de série.

Nas manobras de estacionamento, ambas as versões contam com câmera de ré, garantindo praticidade. Já a versão RS amplia esse pacote com sensores adicionais e traz como diferencial exclusivo o sistema Easy Park.

Esse recurso permite que o próprio veículo auxilie em manobras de estacionamento em vagas paralelas ou perpendiculares. Basta ao motorista acionar a função, identificar o espaço disponível e soltar o volante. A partir daí, o condutor controla apenas acelerador, freio e seleção de marchas, enquanto o Sonic assume automaticamente os movimentos de direção para estacionar.

A conclusão é que, em um primeiro momento, o Sonic poderia parecer ter poucos argumentos para brigar diretamente com o Nivus, apontado inicialmente como seu principal rival.

Porém, o posicionamento de preço adotado pela GM muda esse cenário. Na prática, o Sonic acaba entrando em uma faixa de disputa mais próxima das versões do Volkswagen Tera.

Com isso, o modelo da Chevrolet ganha força competitiva. Ele se posiciona como uma opção mais barata que o Nivus, ao mesmo tempo em que oferece atributos considerados atrativos quando comparado ao Tera.

A questão é que esse cenário depende diretamente da manutenção do preço promocional de lançamento. Segundo a informação repassada pela concessionária durante o teste realizado pelo g1, essa condição especial deve valer apenas para os primeiros 3 mil Sonic vendidos.

Depois disso, a versão RS passa para mais de R$ 140 mil. Nesse novo patamar, será fundamental avaliar se o pacote de equipamentos, proposta e atributos do Sonic continuarão fazendo sentido diante da concorrência.

Também será necessário observar como Fiat e Volkswagen irão reagir. A resposta dessas marcas vai definir o real impacto do Sonic dentro dessa disputa.

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasSeu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 4 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 4 horasCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 11 horas Fantástico Governo deve lançar programa contra crime organizadoHá 11 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: Ciro Nogueira muda advogados após ser alvo da PF

Há 9 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 9 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 9 minutos Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 9 minutosEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 2 horas São Paulo Interior de SPGuarda é preso por matar esposa no dia do casamento; veja quem é

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Enjoei decide descontinuar plataforma Elo7

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,888-0,14%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,760-0,1%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa184.313 pts0,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,888-0,14%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,760-0,1%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa184.313 pts0,11%MoedasDólar ComercialR$ 4,888-0,14%Dólar TurismoR$ 5,093-0,03%Euro ComercialR$ 5,760-0,1%Euro TurismoR$ 6,011-0,05%B3Ibovespa184.313 pts0,11%Oferecido por

A Enjoei anunciou nesta segunda-feira (11) que seu conselho de administração aprovou a descontinuidade das operações da plataforma de marketplace de produtos artesanais Elo7.

"A partir desta data, a plataforma Elo7 deixará de receber novos pedidos", afirmou a companhia em fato relevante ao mercado, destacando que assegura o cumprimento de todas as obrigações perante clientes e vendedores com transações já em curso.

"A decisão fundamenta-se num rigoroso processo de revisão estratégica e alocação de capital", justificou. A plataforma era detida pela subsidiária integral da companhia Elo7 Serviços de Informática Ltda.

"Desde a sua integração, o Elo7 enfrentou um cenário competitivo distinto, caracterizado pela forte expansão de grandes empresas multinacionais de e-commerce. Este novo contexto elevou substancialmente os custos de aquisição de clientes e impôs barreiras de escala que comprometeram a viabilidade econômica da unidade face ao atual custo de capital", acrescentou a Enjoei.

A companhia disse que realizou diversos esforços para elevar a eficiência operacional e promover ajustes estruturais visando reduzir a dependência de mídias pagas para otimizar o negócio, mas que tais medidas não foram suficientes para reverter a perda de escala, evidenciada pela queda de 39,5% na receita líquida no quarto trimestre do ano passado em relação ao mesmo período de 2024.

De acordo com a Enjoei, os impactos contábeis e financeiros desta decisão serão detalhados nas divulgações trimestrais de resultado.

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasSeu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 4 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 4 horasInsegurança41% dos brasileiros convive com facções e milícias no bairro, diz pesquisa

Há 1 hora Política Medo de violência política atinge 6 a cada 10 brasileirosHá 1 horaGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 1 horaCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 11 horas Fantástico Governo deve lançar programa contra crime organizadoHá 11 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: Ciro Nogueira muda advogados após ser alvo da PF

Há 3 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 3 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 3 minutos Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 3 minutosEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 2 horas São Paulo Interior de SPGuarda é preso por matar esposa no dia do casamento; veja quem é

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

CEO da Microsoft vai depor sobre seu papel na fundação da OpenAI

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Tecnologia CEO da Microsoft vai depor sobre seu papel na fundação da OpenAI Bilionário acusa a OpenAI de abandonar missão sem fins lucrativos; julgamento pode impactar planos de abertura de capital da empresa e corrida global da IA. Por France Presse

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, depôs nesta segunda-feira (11) em um julgamento nos EUA que envolve a OpenAI e o bilionário Elon Musk.

Musk acusa a OpenAI de abandonar sua missão original sem fins lucrativos após receber bilhões de dólares em investimentos da Microsoft.

Os advogados de Musk tentam provar que a Microsoft sabia que ajudaria a transformar a startup em um negócio altamente lucrativo ao investir US$ 1 bilhão em 2019.

O caso pode afetar os planos de abertura de capital da OpenAI e impactar a disputa global por liderança em inteligência artificial contra empresas como Google e Anthropic.

Sam Altman, então CEO da OpenAI, e Satya Nadella, CEO da Microsoft, durante a conferência OpenAI DevDay, em 6 de novembro de 2023 — Foto: AP Photo/Barbara Ortutay

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, foi convocado a depor nesta segunda-feira (11) no julgamento nos Estados Unidos contra a OpenAI e a explicar se sua empresa financiou a transformação da desenvolvedora do ChatGPT em uma gigante da inteligência artificial com fins lucrativos.

O depoimento de Nadella precederá o do CEO da OpenAI, Sam Altman, cujo interrogatório – provavelmente na terça-feira ou na quarta-feira – será uma das etapas finais de um julgamento diante de um júri federal na Califórnia.

Elon Musk processou a OpenAI, acusando a empresa de trair sua missão original e de desviar suas doações, de 38 milhões de dólares (R$ 188,9 milhões), para construir um império avaliado em mais de 850 bilhões de dólares (R$ 4,23 trilhões).

O processo expôs disputas internas entre engenheiros, investidores e executivos do Vale do Silício nos anos anteriores ao lançamento do ChatGPT, em 2022.

O fundador da Tesla e da SpaceX exige que a OpenAI retorne a seu status original de organização sem fins lucrativos. Se isso acontecer, a medida afetaria sua posição na corrida global de inteligência artificial contra Anthropic, Google e a chinesa DeepSeek.

A OpenAI afirma que Musk se retirou voluntariamente após não conseguir o controle majoritário da empresa. Depois, ele se tornou concorrente direto da companhia por meio da xAI, com a qual desenvolveu a IA Grok.

A juíza Yvonne González Rogers dará a decisão definitiva sobre a responsabilidade e eventuais indenizações, após o veredicto de um júri "consultivo". Se ela decidir a favor de Musk, a abertura de capital da OpenAI, planejada para este ano, ficaria em dúvida.

Nesta segunda-feira, os advogados de Musk tentarão convencer o júri de que a Microsoft, ao investir na OpenAI em 2019, sabia que contribuía para desviar uma fundação sem fins lucrativos de seu propósito original.

Para isso, eles usarão e-mails da Microsoft de 2018, revelados recentemente, para demonstrar que a gigante de tecnologia só investiu quando vislumbrou a possibilidade de obter retornos.

Nos e-mails, Nadella consultou seus executivos sobre um desconto concedido à OpenAI para usar a potência computacional do Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft.

"Em geral, não sei que pesquisa eles estão conduzindo nem como, se a compartilhassem conosco, ela poderia nos ajudar a avançar", escreveu Nadella.

Naquele momento predominava o ceticismo, e o diretor de tecnologia da Microsoft, Kevin Scott, temia que a OpenAI pudesse "ir irritada para a Amazon".

Em 2019, um ano e meio depois de ter virado as costas para a startup, a Microsoft finalmente investiu 1 bilhão de dólares (R$ 4,97 bilhões).

No fim, injetaria um total de 13 bilhões de dólares (R$ 64,62 bilhões), uma participação agora avaliada em 228 bilhões de dólares (R$ 1,13 trilhão).

Há 2 horas Mundo Netanyahu diz que Israel não previa crise em Ormuz com a guerraHá 2 horasComo a guerra enriquece o mais novo petroestado, vizinho do Brasil

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasSeu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 4 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 4 horasCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 11 horas Fantástico Governo deve lançar programa contra crime organizadoHá 11 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: Ciro Nogueira muda advogados após ser alvo da PF

Há 10 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 10 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 9 minutos Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 9 minutosEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 2 horas São Paulo Interior de SPGuarda é preso por matar esposa no dia do casamento; veja quem é

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Brasil atinge metade da cota de carne bovina para a China e deve enfrentar taxação maior em breve

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Agro Brasil atinge metade da cota de carne bovina para a China e deve enfrentar taxação maior em breve Desde 1º de janeiro, a China passou a aplicar tarifa de 55% sobre a carne brasileira quando o volume exportado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas. Taxa dentro da cota é de 12%. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O governo chinês informou no sábado (9) que o Brasil atingiu metade da cota de exportação de carne bovina que pode entrar no país asiático com tarifa reduzida, de 12%.

Quando o volume embarcado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas – o que deve acontecer em breve –, a carne brasileira será taxada em 55%.

A decisão de limitar as exportações de carne do Brasil e de outros países foi anunciada pelo governo chinês no último dia de 2025, e entrou em vigor já em 1º de janeiro deste ano.

A China lidera as compras de carne bovina do Brasil, que é o maior fornecedor do produto aos chineses, além de ser o maior exportador mundial.

O governo chinês informou no sábado (9) que o Brasil atingiu metade da cota de exportação de carne bovina que pode entrar no país asiático com tarifa reduzida, de 12%. Quando o volume embarcado ultrapassar 1,1 milhão de toneladas – o que deve acontecer em breve –, a carne brasileira será taxada em 55%.

A decisão de limitar as exportações de carne do Brasil e de outros países foi anunciada pelo governo chinês no último dia de 2025, e entrou em vigor já em 1º de janeiro deste ano. O objetivo é proteger a pecuária local.

➡️ A China lidera as compras de carne bovina do Brasil, que é o maior fornecedor do produto aos chineses, além de ser o maior exportador mundial.

O volume está perto de ser atingido porque as empresas brasileiras aceleraram os embarques para evitar a taxação maior.

No último dia 5, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Roberto Perosa, disse que a decisão da China deve provocar uma queda de 10% nas exportações brasileiras de carne bovina em 2026, na comparação com 2025.

Ele disse ainda que a produção voltada ao mercado chinês deve ser interrompida por volta de junho, em razão da tarifa. Segundo ele, será necessário aumentar o consumo interno para compensar o volume que deixará de ser exportado ao país asiático.

Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, das quais 1,7 milhão de toneladas tiveram a China como destino, segundo dados da Abiec.

No início do ano, a Abiec trabalhava com um cenário mais otimista, prevendo relativa estabilidade nas exportações, com base na possível abertura de novos mercados e no redirecionamento das vendas para outros destinos.

Segundo Perosa, havia expectativa em relação à abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne bovina brasileira, o que não deve mais ocorrer em 2026.

Perosa disse ainda manter expectativa quanto à possível abertura do mercado japonês, que poderia ajudar a reduzir o impacto da queda nos embarques para a China.

Há 2 horas Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 2 horasSeu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 4 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 4 horasInsegurança41% dos brasileiros convive com facções e milícias no bairro, diz pesquisa

Há 1 hora Política Medo de violência política atinge 6 a cada 10 brasileirosHá 1 horaGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 1 horaCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 11 horas Fantástico Governo deve lançar programa contra crime organizadoHá 11 horasCaso MasterCAMILA BOMFIM: Ciro Nogueira muda defesa após ser alvo da PF

Há 2 minutos Blog da Camila Bomfim SADI: Kakay diz que decisão foi ‘de comum acordo’Há 2 minutosInvestigação sanitáriaO que inspeção na fábrica da Ypê no interior de SP flagrou; veja

Há 1 minuto Fantástico Ypê diz que inspeção recente não identificou contaminaçãoHá 1 minutoEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 2 horas São Paulo Interior de SPGuarda é preso por matar esposa no dia do casamento; veja quem é

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bloqueio de fertilizantes em Ormuz pode desencadear ‘grande crise humanitária’, diz funcionário da ONU

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 11:01

Agro Bloqueio de fertilizantes em Ormuz pode desencadear 'grande crise humanitária', diz funcionário da ONU Chefe de grupo da ONU alerta que bloqueios no Estreito de Ormuz podem interromper o transporte global de fertilizantes e agravar a insegurança alimentar em diversos países. Por France Presse

Navios parados no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, no Irã — Foto: Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA

Dezenas de milhões de pessoas podem enfrentar fome e inanição se os carregamentos de fertilizantes forem bloqueados na travessia do Estreito de Ormuz "dentro de algumas semanas", disse à AFP, nesta segunda-feira (11), o chefe de um grupo de trabalho da ONU.

"Temos algumas semanas para evitar o que provavelmente será uma grande crise humanitária", disse Jorge Moreira da Silva, diretor executivo do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e líder do grupo de trabalho encarregado de evitar uma crise humanitária iminente, em entrevista à AFP.

"Poderíamos presenciar uma crise que mergulharia mais 45 milhões de pessoas na fome e na inanição", acrescentou.

Há 1 hora Economia Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e IrãHá 1 horaSeu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 4 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 4 horasInsegurança41% dos brasileiros convive com facções e milícias no bairro, diz pesquisa

Há 1 hora Política Medo de violência política atinge 6 a cada 10 brasileirosHá 1 horaGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 1 horaCrime organizadoO destino turístico vigiado 24 horas por câmeras instaladas por facção

Há 11 horas Fantástico Governo deve lançar programa contra crime organizadoHá 11 horasEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 2 horas São Paulo Trama golpistaVALDO: Moraes acerta ao suspender Lei da Dosimetria, mas STF tem de julgar rápido

Há 1 hora Blog do Valdo Cruz Interior de SPGuarda é preso por matar esposa no dia do casamento; veja quem é

Há 1 minuto Campinas e Região ‘Quem diria que um dia ia me casar’: vítima comemorou uniãoHá 1 minutoTragédia em AlexâniaNo Dia das Mães, mulher perde 4 filhos após carro cair em represa de Goiás

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Shein acusa Temu de violar direitos autorais em ‘escala industrial’ no Reino Unido

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 09:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

A plataforma online de fast-fashion Shein acusou a Temu de violação de direitos autorais “em escala industrial”, enquanto a Temu respondeu afirmando que a Shein está usando processos judiciais para sufocar a concorrência, no início de um julgamento no Tribunal Superior de Londres nesta segunda-feira (11).

O caso faz parte de uma batalha judicial global entre as rivais de rápido crescimento, com possíveis implicações para práticas das plataformas, relações com fornecedores e aplicação de direitos de propriedade intelectual no comércio eletrônico global.

A Shein alega que a Temu utilizou milhares de suas fotos para anunciar cópias de roupas de marca própria da Shein em seu site, “pegando carona” em uma concorrente mais consolidada.

“Esta foi uma tentativa de ganhar vantagem sobre um participante já existente no mercado, e a Temu buscou obter, segundo argumentamos, uma vantagem injusta”, afirmou Benet Brandreth, advogado da Shein. A Temu nega as acusações.

Brandreth afirmou ao tribunal que a Temu abandonou sua defesa contra as acusações de violação de direitos autorais da Shein relacionadas a quase 2.300 fotos tiradas por funcionários da Shein, comparando a situação a “o réu esperar para ver se as testemunhas aparecerão antes de se declarar culpado”.

A Temu — pertencente à PDD Holdings — apresentou uma ação reconvencional, buscando indenização após ter sido obrigada a remover milhares de anúncios de produtos quando a Shein conseguiu uma liminar judicial.

A empresa também acusa a Shein de violar leis de concorrência ao vincular fornecedores de moda rápida a acordos de exclusividade. Essa parte do caso deverá ir a julgamento no próximo ano.

Os advogados da Temu argumentam que o processo da Shein não é uma tentativa legítima de impedir infrações de direitos autorais, mas sim uma estratégia para garantir vantagem competitiva.

O julgamento de duas semanas em Londres é mais um capítulo da disputa judicial entre as rivais, que também processam uma à outra nos Estados Unidos, e ocorre em meio ao aumento do escrutínio regulatório.

Shein e Temu expandiram rapidamente suas operações em mercados internacionais com roupas, acessórios e gadgets de baixo custo.

No entanto, o fim da isenção alfandegária dos EUA para pequenos pacotes de comércio eletrônico no ano passado — medida que a União Europeia pretende seguir em julho — pode prejudicar o crescimento das empresas.

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

Há 24 minutos Economia Seu bolso 💵Aplicação a partir de R$ 1: conheça novo Tesouro Reserva lançado hoje

Há 3 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 3 horasInsegurança41% dos brasileiros convive com facções e milícias no bairro, diz pesquisa

Há 15 minutos Política Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileirosHá 15 minutosGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 15 minutosEsquema de corrupçãoFast Shop recebe multa recorde de R$ 1 bilhão por fraudes no ICMS

Há 55 minutos São Paulo Trama golpistaVALDO: Moraes acerta ao suspender Lei da Dosimetria, mas STF tem de julgar rápido

Há 20 minutos Blog do Valdo Cruz Tragédia em AlexâniaNo Dia das Mães, mulher perde 4 filhos após carro cair em represa de Goiás

Há 6 minutos Goiás Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petróleo sobe com impasse nas negociações entre EUA e Irã e tensão no Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%MoedasDólar ComercialR$ 4,894-0,59%Dólar TurismoR$ 5,094-0,58%Euro ComercialR$ 5,765-0,23%Euro TurismoR$ 6,014-0,28%B3Ibovespa184.108 pts0,49%Oferecido por

O Irã divulgou no domingo (10) uma resposta centrada no fim da guerra em todas as frentes, especialmente no Líbano.

O governo iraniano também exigiu compensações pelos danos causados pela guerra e reforçou sua soberania sobre o Estreito de Ormuz.

Os EUA defendem o fim dos combates antes do início de negociações sobre temas mais sensíveis, como o programa nuclear iraniano.

A guerra é impopular entre os eleitores americanos, que enfrentam preços mais altos dos combustíveis a menos de seis meses das eleições.

A rápida rejeição do presidente Donald Trump à resposta do Irã a uma proposta de paz dos Estados Unidos provocou alta nos preços do petróleo nesta segunda-feira (11), em meio a temores de que o conflito, que já dura dez semanas, se prolongue e mantenha comprometido o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz.

🔎Por volta das 7h30 (horário de Brasília), o Brent, referência internacional para entrega em julho, subia 2,69%, para US$ 103,52 por barril. Seu equivalente americano, o West Texas Intermediate, avançava 2,19%, para US$ 97,51 por barril.

Dias depois de os EUA apresentarem uma proposta para tentar retomar as negociações, o Irã divulgou no domingo (10) uma resposta centrada no fim da guerra em todas as frentes, especialmente no Líbano, onde Israel, aliado dos EUA, combate militantes do Hezbollah apoiados por Teerã.

O governo iraniano também exigiu compensações pelos danos causados pela guerra e reforçou sua soberania sobre o Estreito de Ormuz, segundo a TV estatal iraniana.

Além disso, pediu aos EUA o fim do bloqueio naval, garantias de que não haverá novos ataques, a suspensão das sanções e a revogação da proibição imposta à venda de petróleo iraniano, informou a agência semioficial Tasnim.

“Não gosto disso — TOTALMENTE INACEITÁVEL”, escreveu na plataforma Truth Social, sem dar mais detalhes.

Os EUA defendem o fim dos combates antes do início de negociações sobre temas mais sensíveis, como o programa nuclear iraniano.

Após a reação de Trump, Teerã afirmou nesta segunda-feira que considera sua proposta para encerrar a guerra “generosa e responsável”.

“Nossa demanda é legítima: exigir o fim da guerra, suspender o bloqueio (dos EUA) e liberar os ativos iranianos congelados devido à pressão americana”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei.

“A passagem segura pelo Estreito de Ormuz e o fortalecimento da segurança na região e no Líbano também fazem parte das exigências do Irã”, acrescentou.

Antes do início da guerra, em 28 de fevereiro, a via marítima era responsável pelo transporte de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo, tornando-se um dos principais pontos de pressão do conflito.

Embora o tráfego no Estreito de Ormuz siga reduzido em relação ao período anterior à guerra, dados das empresas Kpler e LSEG mostram que três navios-tanque carregados com petróleo bruto deixaram a região na semana passada com os rastreadores desligados, em uma tentativa de evitar ataques iranianos.

Confrontos esporádicos ao redor do estreito nos últimos dias colocaram à prova o cessar-fogo que interrompeu a guerra em larga escala desde o início de abril.

Pesquisas indicam que a guerra é impopular entre os eleitores americanos, que enfrentam preços mais altos dos combustíveis a menos de seis meses das eleições que definirão se o Partido Republicano manterá o controle do Congresso dos EUA.

Os EUA também têm encontrado pouca adesão internacional. Aliados da Otan recusaram pedidos para enviar navios ao Estreito de Ormuz sem um acordo de paz amplo e uma missão com mandato internacional.

Trump deve chegar a Pequim na quarta-feira (13). Diante da pressão crescente pelo fim da guerra e da crise energética global provocada pelo conflito, o Irã está entre os temas que devem ser discutidos pelo presidente americano e pelo presidente chinês, Xi Jinping.

Ao comentar o fim das operações militares contra o Irã, Trump afirmou no domingo: “Eles foram derrotados, mas isso não significa que tenham acabado”.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra ainda não terminou porque há “mais trabalho a ser feito” para eliminar o urânio enriquecido iraniano, desmontar instalações nucleares e enfrentar grupos aliados do Irã e seu arsenal de mísseis balísticos.

Netanyahu disse, em entrevista exibida no domingo no programa 60 Minutes, da CBS News, que a melhor forma de remover o urânio enriquecido seria por meio da diplomacia, mas não descartou o uso da força.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou em uma publicação nas redes sociais que o Irã “jamais se curvará ao inimigo” e que defenderá “os interesses nacionais com firmeza”.

Apesar dos esforços diplomáticos para destravar as negociações, os riscos às rotas marítimas e às economias da região continuam elevados.

No domingo, os Emirados Árabes Unidos disseram ter interceptado dois drones vindos do Irã, enquanto o Catar condenou um ataque com drones que atingiu um navio de carga vindo de Abu Dhabi em suas águas territoriais.

O Kuwait informou que suas defesas aéreas interceptaram drones hostis que entraram em seu espaço aéreo.

Os confrontos também continuaram no sul do Líbano entre Israel e o Hezbollah, apesar do cessar-fogo mediado pelos EUA e anunciado em 16 de abril.

Netanyahu afirmou ainda, na entrevista ao “60 Minutes”, que o fim das hostilidades com o Irã não significaria necessariamente o encerramento da guerra no Líbano. Segundo ele, autoridades israelenses subestimaram inicialmente a capacidade iraniana de afetar o tráfego no Estreito de Ormuz.

Iraniana caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026 — Foto: Majid Asgaripour/Wana/Reuters

Há 2 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 2 horas’Gatilhos da insegurança’Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileiros, diz pesquisa

Há 10 horas Política 41% convivem o crime organizado no bairro onde moramHá 10 horasGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 10 horasTragédia em Alexânia6 pessoas morrem após carro cair em lago de Goiás

Há 34 minutos Goiás Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

Há 9 horas Fantástico Entrevista ao g1Quem é Paulinho da Costa, o 1º nascido no Brasil na Calçada da Fama de Hollywood

Há 43 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: nova estratégia econômica da China desafia o Brasil

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O barista é humano, mas um agente de IA comanda café experimental na Suécia

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 11/05/2026 08:44

Inovação O barista é humano, mas um agente de IA comanda café experimental na Suécia Cafeteria em Estocolmo é administrada por um agente de IA responsável por contratações, estoque e operação — mas experimento já enfrenta falhas e levanta debates éticos. Por James Brooks — Estocolmo

Uma cafeteria experimental em Estocolmo, na Suécia, está sendo administrada por um agente de inteligência artificial chamado “Mona”, criado pela startup Andon Labs. Os baristas continuam humanos, mas a IA cuida da gestão do negócio.

A inteligência artificial é responsável por tarefas como contratação de funcionários, controle de estoque, pedidos a fornecedores e comunicação com a equipe. Clientes também podem interagir com a IA por telefone dentro da cafeteria.

O experimento, porém, já apresentou falhas. A IA fez compras exageradas de itens como guardanapos e luvas, além de esquecer pedidos anteriores e errar encomendas de alimentos.

Especialistas alertam para questões éticas e riscos de colocar sistemas de IA no comando de empresas, como problemas de responsabilidade em casos de falhas ou prejuízos.

Hanna Petersson, membro da equipe técnica da Andon Labs, usa um telefone para falar com a agente de IA "Mona" do Andon Café em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

O café pode até ser servido por mãos humanas, mas, por trás do balcão, algo muito menos tradicional está no comando de um café experimental em Estocolmo, Suécia

A startup americana Andon Labs, sediada em San Francisco, colocou um agente de inteligência artificial apelidado de “Mona” para administrar o Andon Café, na capital sueca.

Enquanto os baristas humanos continuam preparando o café e atendendo os clientes, a IA — alimentada pelo Gemini, do Google — supervisiona praticamente todos os outros aspectos do negócio, desde a contratação de funcionários até o gerenciamento do estoque.

Ainda não está claro quanto tempo o experimento vai durar, mas o agente de IA parece enfrentar dificuldades para obter lucro no competitivo mercado de cafeterias de Estocolmo.

Desde a inauguração, em meados de abril, o café faturou mais de US$ 5,7 mil, mas restam menos de US$ 5 mil do orçamento inicial, superior a US$ 21 mil. Grande parte do dinheiro foi gasta em custos de instalação, e a expectativa é que a operação eventualmente se estabilize e passe a gerar lucro.

Muitos clientes têm achado divertido visitar um estabelecimento administrado por inteligência artificial. Dentro da cafeteria, há um telefone pelo qual os consumidores podem fazer perguntas diretamente ao agente.

“É interessante ver o que acontece quando se ultrapassam os limites”, disse a cliente Kajsa Norin. “A bebida estava boa.”

Vista geral da entrada do Andon Café no bairro de Vasastan, em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

Especialistas afirmam que existem diversas preocupações éticas, desde o papel da tecnologia no futuro da humanidade até o uso da IA em entrevistas de emprego e avaliações de desempenho.

Emrah Karakaya, professor associado de economia industrial do Instituto Real de Tecnologia KTH, em Estocolmo, comparou o experimento a “abrir a caixa de Pandora” e disse que colocar a IA no comando pode causar vários problemas. O que aconteceria, questiona ele, se um cliente sofresse intoxicação alimentar? Quem seria responsabilizado?

“Se você não tiver a infraestrutura organizacional necessária ao redor disso e ignorar esses erros, isso pode causar danos às pessoas, à sociedade, ao meio ambiente e aos negócios”, afirmou Karakaya. “A questão é: nós nos importamos com esse impacto negativo?”

Fundada em 2023, a Andon Labs é uma startup de pesquisa e segurança em IA que afirma se concentrar em “testar os limites” dos agentes de inteligência artificial no mundo real, oferecendo a eles “ferramentas reais e dinheiro real”.

A empresa já trabalhou com OpenAI, Anthropic, Google DeepMind e xAI, de Elon Musk, e afirma estar se preparando para um futuro em que “organizações serão administradas autonomamente por IA”.

A cafeteria na Suécia é apresentada como um “experimento controlado” para explorar como a inteligência artificial poderá ser utilizada no futuro.

“A IA será uma grande parte da sociedade no futuro, e por isso queremos fazer este experimento para entender quais questões éticas surgem quando temos uma IA empregando pessoas e administrando um negócio”, disse Hanna Petersson, integrante da equipe técnica da Andon Labs.

Antes disso, o laboratório já havia realizado testes colocando a IA Claude, da Anthropic, no comando de uma máquina de vendas automáticas e de uma loja de presentes em San Francisco. O experimento revelou comportamentos preocupantes: o agente prometia reembolsos aos clientes, mas não os realizava, além de mentir propositalmente para fornecedores sobre preços da concorrência para obter vantagens.

O barista Kajetan Grzelczak prepara um café no Andon Café, no bairro de Vasastan, em Estocolmo, Suécia. — Foto: AP/James Brooks

Segundo Petersson, Mona começou a trabalhar após receber instruções básicas. A equipe pediu que ela tentasse administrar a cafeteria de forma lucrativa, mantendo um tom amigável e descontraído, além de resolver os detalhes operacionais sozinha e solicitar novas ferramentas quando necessário.

A partir disso, a IA firmou contratos de energia elétrica e internet, obteve permissões para manipulação de alimentos e mesas ao ar livre, anunciou vagas de emprego no LinkedIn e no Indeed e criou contas comerciais com fornecedores de pão e produtos de padaria.

Ela também se comunica com os baristas pelo Slack, frequentemente enviando mensagens fora do horário de expediente — algo malvisto na cultura de trabalho sueca. Outros problemas surgiram, especialmente relacionados ao estoque.

O agente de IA fez pedidos de 6 mil guardanapos, quatro kits de primeiros socorros e 3 mil luvas de borracha para a pequena cafeteria — além de tomates enlatados que nem fazem parte do cardápio.

E há também o problema do pão. Em alguns dias, a IA pede quantidade excessiva; em outros, perde o horário limite das padarias para encomendas, obrigando os funcionários a retirar sanduíches do menu.

Petersson afirmou que os problemas nos pedidos provavelmente estão relacionados à “janela limitada de contexto” da IA.

“Quando a memória antiga sobre os pedidos sai da janela de contexto, ela simplesmente esquece completamente o que já havia pedido antes”, explicou.

O barista Kajetan Grzelczak disse não estar preocupado em ser substituído pela inteligência artificial tão cedo.

“Todos os trabalhadores estão praticamente seguros”, afirmou. “Quem deveria se preocupar com o emprego são os chefes intermediários, as pessoas da gestão.”

Há 2 horas Economia Dívida alta? Veja dicas para negociar, reduzir juros e se recuperar Há 2 horas’Gatilhos da insegurança’Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileiros, diz pesquisa

Há 10 horas Política 41% convivem o crime organizado no bairro onde moramHá 10 horasGolpes digitais preocupam 83% da populaçãoHá 10 horasTragédia em Alexânia6 pessoas morrem após carro cair em lago de Goiás

Há 34 minutos Goiás Entrevista ao FantásticoTorturada pela patroa conta que foi aterrorizada: ‘Achei que não sairia viva’

Há 9 horas Fantástico Entrevista ao g1Quem é Paulinho da Costa, o 1º nascido no Brasil na Calçada da Fama de Hollywood

Há 43 minutos Rio de Janeiro 🎧 PodcastO ASSUNTO: nova estratégia econômica da China desafia o Brasil

0

PREVIOUS POSTSPage 159 of 316NEXT POSTS