RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês Afroempreendedores atingem renda média recorde de R$ 2,4 mil por mês Por Sebrae

Para Bárbara Aguiar, empreender é libertar. Apoiar o afroempreendedorismo? É fortalecer. — Foto: Acervo de Bárbara Aguiar

Afroempreendedorismo é representatividade. É valorização. É comunidade. Dele vem o conceito de black money, um movimento que propõe algo simples, mas revolucionário: fazer o dinheiro circular entre pessoas negras e fortalecer suas iniciativas. Segundo o Sebrae, estima-se que o empreendedorismo negro movimente quase R$ 2 trilhões por ano em todo o país.

A pesquisa “O novo retrato do negro empreendedor brasileiro sob a ótica da PNAD Contínua” (2025) mostra que esse impacto só tende a crescer. O número de afroempreendedores com CNPJ vem aumentando e alcançou 24,7% dos negócios formalizados no último trimestre de 2024. Nesse período, o grupo atingiu seu valor recorde de rendimento médio na série histórica: R$ 2.477.

No entanto, os desafios permanecem. Esse valor ainda é 46,5% menor do que o rendimento médio dos brancos donos de negócio (R$ 4.607). Além disso, apenas 29,1% contribuem para a Previdência, quase a metade do número observado entre brancos, e somente 10,1% atuam como empregadores, já que a maioria trabalha por conta própria.

Mesmo diante dos obstáculos, o afroempreendedorismo segue se fortalecendo como um movimento de transformação, ascensão e potência coletiva. E é nessa construção que o Sebrae atua junto aos empreendedores, abrindo caminhos para capacitar e apoiar negócios, assim como foi com a Bárbara.

A empreendedora Bárbara Diana da Silva Aguiar, 44 anos, nasceu em Salvador (BA). Ela começou a trançar cabelos afro aos seis anos. Todos os penteados e cuidados eram feitos no salão de beleza da mãe, Bárbara Ramos, em um espaço improvisado na varanda da casa da avó, Hildete. E isso sempre a deixou pensativa.

"Eu via grandes salões nos shoppings sempre bem estruturados, com equipes grandes. Já os cuidados com cabelos cacheados e crespos, de mulheres pretas para mulheres pretas, aconteciam na cozinha à beira do fogão, no chão da sala… Isso me incomodou por muitos anos. Foi quando decidi: quero aprender como ter um salão digno para mulheres pretas. Então fui estudar administração", conta.

Bárbara cresceu em um ambiente voltado à valorização negra, fortalecida por sua tia Ana Meire, integrante do primeiro bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê, que transmitia à família o orgulho das raízes e da cultura afro-brasileira. “Recebi uma educação racial desde a infância, que ensina a reconhecer quem você é e amar quem você é, com seu cabelo crespo, com seus lábios grossos, com seu nariz grande e sua pele preta", relembra.

Por um tempo, Bárbara atuava com a mãe, fazendo permanentes e alisamentos. Até ser questionada pela mesma tia: “É você que está alisando os cabelos dos pretos?”. A pergunta, aparentemente simples, fez Bárbara relembrar os ensinamentos que ouviu e se reconectar à sua ancestralidade.

Em 2008, prestes a realizar sua formatura, Bárbara encontrou um braço parceiro para sua jornada empreendedora. "Minha turma não tinha recursos para pagar um espaço. Foi quando mandamos um ofício para o prédio do Sebrae, explicando que era uma turma de administração, e cederam o espaço para nossa colação de grau. Desde então, criei uma ligação com a instituição e fiz diversos cursos", lembra.

Um ano se passou e Bárbara abriu seu primeiro negócio no bairro do Tororó: o salão Yalodê. "No culto africano, Yalodê é o título dado à representante feminina. Nós nascemos com o intuito de ser um salão de estilização de cabelos crespos e cacheados, representando a identidade dessas mulheres, valorizadas por seus cabelos naturais", explica a empreendedora. Dali em diante, alisamento nenhum entrou em seu salão.

Com especialidade em cortes a seco e de máquina e em estilizações como tranças, dreads, megahair, penteados afro, apliques, próteses capilares, tratamentos personalizados e cronograma capilar, ali a valorização da beleza não significaria fugir das origens.

Mergulhando em aprendizado, Bárbara abraçou o Sebrae e não soltou mais. Fez cursos de atendimento, gestão de pessoas, participou de mentorias e do programa Sebrae Delas. Em cada capacitação, aprendeu mais sobre ampliação do negócio e liderança. “A faculdade me ensinou educação financeira para o meu negócio, mas a parte de estrutura, de se manter no mercado e desenvolver cada processo de gestão, de estratégia e de planejamento, quem me deu foi o Sebrae”, conta. Com o apoio da instituição, também criou site e panfletos do salão, além de começar a desenvolver um infoproduto para expandir o alcance do Yalodê.

Mas o caminho nem sempre foi fácil. Entre burocracias para formalizar o negócio, negativas de crédito e a falta de capital de giro, Bárbara precisou enfrentar vários "nãos". “Eu ia aos bancos tentar financiamento e sempre ouvia que precisava de movimentação na conta ou de sócios. Mas como movimentar uma conta se eu ainda estava começando?”, lembra. Mesmo com o salão já de pé e seis pessoas contratadas, o dinheiro não era suficiente para manter tudo funcionando.

Foi aí que entrou em modo de sobrevivência: trabalhou como promotora de eventos, panfletou em praias e sinaleiras e vendeu o próprio carro para cobrir as despesas. Também contou com o apoio de amigas, que emprestaram dinheiro, e do namorado, que pediu rescisão do emprego para ajudar a pagar o primeiro aluguel. A persistência deu frutos: em cerca de um ano, o Yalodê se reergueu e cresceu “de forma majestosa”, como ela mesma diz.

O acesso ao crédito no Brasil ainda reflete desigualdades raciais. Segundo Eraldo Ricardo dos Santos, gerente adjunto de diversidade e inclusão do Sebrae Nacional, instituições financeiras consideram garantias e o CEP da residência ao avaliar pedidos. Como grande parte da população negra não possui imóveis e vive em áreas consideradas vulneráveis, suas pontuações tendem a ser mais baixas. Esse cenário ajuda a explicar por que obstáculos enfrentados por empreendedores negros, como Bárbara em 2009, continuam presentes. A pesquisa “O financiamento nos pequenos negócios no Brasil 2025” aponta que 46% das pessoas negras que solicitaram empréstimo não obtiveram aprovação, enquanto 12% ainda aguardam resposta. Os números evidenciam o desafio de obter recursos, reforçando a determinação de quem segue empreendendo apesar das barreiras.

Inspirada pela avó Hildete, que dizia “No quintal de casa tem tudo o que o seu cabelo precisa para se fortalecer”, Bárbara aprendeu que cada fio precisa de um cuidado diferente. Essa sabedoria guiou seu caminho e se tornou a base do salão, que herdou esse conhecimento para desenvolver tratamentos específicos e produtos. Assim, desenvolveu dois cremes de pentear, um ativador de cachos e o seu carro-chefe: o tratamento Espuma Black. Esse método hidrata, modela e nutre cabelos crespos e cacheados sem química, reduzindo o frizz e estimulando o crescimento.

"O propósito do Instituto Yalodê é transformar", diz empreendedora. — Foto: Acervo de Bárbara Aguiar

Foi nesse momento de aprendizado e construção que a maternidade trouxe novos desafios: em 2014 seu filho Akani recebeu o diagnóstico de autismo. Isso a fez repensar a vida e o negócio. “Eu não sabia o que era neurodivergência, e o preconceito que eu pensava que meu filho ia sentir me dava muito medo”, lembra. Por um tempo cogitou deixar o salão, mas o conselho do pai, que trabalhava com pessoas com deficiência, mudou sua perspectiva: “Não esconda seu filho da sociedade”. Foi assim que entendeu que tinha dois filhos que precisavam de cuidado: o biológico, Akani, e o Yalodê, seu sonho.

Transformando dor em força, Bárbara ressignificou o salão. Ao todo, o Yalodê percorreu três endereços em Salvador e sobreviveu a crises, incluindo violência urbana. No pós-pandemia, floresceu no Pelourinho, firmando raízes em um território histórico. Evoluiu de salão Yalodê para o Instituto Yalodê em 2025. Hoje, o Instituto oferece produtos, serviços e capacitação para cuidados de cabelos crespos e cacheados, com cursos voltados a mulheres negras, mulheres surdas e pessoas LGBTQIA+, atendendo cerca de 35 a 40 clientes por mês e turmas de 25 a 30 alunas.

Guiada pelo princípio africano Sankofa, que ensina a olhar para o passado para construir o futuro, Bárbara celebra o local: “Eu vejo o meu povo, vejo a ancestralidade, a arte, a cultura. É o lugar certo”. O Instituto conta com uma equipe diversa, formada por seis profissionais permanentes e oito mentores que ministram os cursos, mantendo o compromisso de transformar vidas por meio da estética afro.

O portfólio do Yalodê também cresce: Bárbara lança em poucos dias uma linha completa de shampoo, condicionador e máscara, produtos liberados, enriquecidos com biotina, colágeno e filtro solar. Todo o trabalho do Instituto Yalodê rendeu reconhecimentos importantes, como o Certificado de Diversidade da Prefeitura de Salvador e o terceiro lugar no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025, na fase regional.

Mas, acima dos prêmios, o que move Bárbara é maior: "O propósito do Yalodê é que em cada salão de beleza tenha pelo menos uma especialista em cabelo crespos e cacheados. É formar especialistas em estética afro, seja no nosso estado ou fora dele", finaliza.

Equidade e inovação são as premissas do aplicativo de Milena, Páginas Pretas Classificados. — Foto: Acervo de Milena de Sá

O propósito de fortalecer o afroempreendedorismo segue vivo em outras iniciativas. Inspirada pela mesma visão de dar espaço e visibilidade a talentos negros, Milena dos Santos de Sá, 41 anos, natural do Rio de Janeiro, fundou o aplicativo Páginas Pretas Classificados. A plataforma conecta clientes e empresas aos empreendedores negros por meio de anúncios e nas redes sociais, criando um ecossistema que promove o desenvolvimento econômico.

"Sou da época do Páginas Amarelas. No classificado não aparecia os rostos dos profissionais, exatamente como acontecia com as pessoas negras na década de 80. Cresci vendo poucas referências negras na TV. O Páginas Pretas Classificados é o oposto! Mostramos em nossos canais de comunicação quem são os profissionais que fazem parte da nossa rede", explica a empreendedora.

Milena cursou Relações Internacionais e trabalhou por 11 anos com comércio exterior, importação e exportação, mas a correria do dia a dia a fez refletir sobre a falta de tempo para acompanhar seu filho. Em 2020, começou a divulgar seu trabalho como tradutora freelance em grupos nas redes sociais. Por ali, percebeu que muitos profissionais negros faziam o mesmo. Inspirada por experiências pessoais, como quando foi barrada em um restaurante na Gávea por ser negra, criou uma solução que começou como uma simples planilha compartilhada, e hoje é app com geolocalização, compra, contratação e curadoria para valorizar empreendimentos liderados por pessoas negras.

Em parceria com Gabriel da Veiga, desenvolvedor de software, Milena criou o aplicativo, que, depois de aproximadamente um ano de desenvolvimento, passou a funcionar oficialmente em 5 de setembro de 2021. Hoje a plataforma conta com 433 profissionais e negócios cadastrados, com cerca de 10 novos cadastros por mês e reúne todos os gêneros, classes sociais, idades e níveis de experiência.

O acesso é gratuito e permite contato direto com os profissionais via aplicativo de mensagens, potencializando oportunidades e conexões. “70% dos empreendimentos cadastrados são de mulheres, muitas responsáveis pelo sustento da família. O comentário geral da experiência dos usuários é de conseguir realizar o seu trabalho com orgulho, ser visto e respeitado", ressalta Milena.

Para realizar o cadastro no aplicativo é simples. O profissional ou negócio interessado deve fornecer nome, telefone, e-mail, CPF, CNPJ (caso possua), nome do empreendimento e dados dos produtos e/ou serviços.

Embora Milena não tenha enfrentado dificuldades para conseguir emprego devido a um bom networking, ela observa que muitos profissionais negros enfrentam barreiras na contratação. “É importante que as empresas de RH focadas em empregabilidade dos profissionais negros garantam a equidade no mercado de trabalho. Uma das maiores queixas é a desconfiança na capacitação do profissional apenas pelo fato de ser negro", enfatiza.

Enquanto desenvolvia o aplicativo, Milena conheceu o Sebrae por meio do programa Empreendedoras Tech, que foi um diferencial para o desenvolvimento do Páginas Pretas Classificados. “Tive a oportunidade de estruturar o negócio com estratégia e tranquilidade, pois tinha acesso à bolsa de estudos. Isso faz toda a diferença para quem atua com um empreendimento de impacto, porque permite dedicar-se às metodologias, testá-las e aprimorar. Sem recursos, você precisa focar primeiro em levantar fundos para se manter”, explica.

Desde então, Milena participou de diversas iniciativas e mentorias, como o Projeto Sebrae Afroempreendedorismo, a Maratona de Ciências Comportamentais e atualmente acompanha o Sebrae Startups. Toda essa visão inspirou Milena a também impulsionar o crescimento do Páginas Pretas Classificados. Dessa forma, a plataforma oferece mentorias com especialistas nas áreas de gestão de negócios, contabilidade, marketing, finanças, jurídico e inteligência artificial. Ela também promove palestras sobre letramento racial, saúde e bem-estar, experiências com massoterapia, eventos culturais e serviços de catering, unindo diversidade e inclusão às estratégias de ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das empresas parceiras.

Milena também promove eventos culturais com os empreendedores da rede de seu aplicativo. — Foto: Acervo de Milena de Sá

Segundo a empreendedora, a maior carência dos profissionais que atendem é em gestão de negócios e marketing. “Um dos principais motivos de mortalidade dos negócios está relacionado às dificuldades com gestão. É o que mais gera dúvidas entre empreendedores e exige atenção constante, adaptação e acompanhamento diário”, observa. Para ampliar trocas de conhecimento, ela criou um grupo de networking on-line, onde empreendedores podem fazer parcerias, trocar ideias e compartilhar oportunidades.

Nos últimos anos, Milena tem colecionado reconhecimentos e oportunidades que fortalecem o Páginas Pretas Classificados. O negócio foi destaque em eventos como o Web Summit Rio, Rio Innovation Week e Expo Favela, além de participar de programas de aceleração e impacto, como Dima Ventures, Afropreneurs Djassi Africa, Impact Hub, MDIC, IBMEC e Ciências Comportamentais do MGI.

Mais recentemente, a plataforma foi convidada a ser embaixadora do Festival Cria Brasil, encontro de economia criativa e inovação realizado no Museu do Amanhã. E neste ano, Milena foi premiada. “Esse reconhecimento é a prova de que o esforço e a dedicação dos últimos quatro anos, entre os desafios de ser mãe e empreendedora, têm gerado impacto real na valorização do empreendedorismo negro e na construção de uma sociedade mais equitativa e diversa", comenta sobre o terceiro lugar na etapa estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025.

Assim como Milena foi a conexão entre pessoas negras e oportunidades de trabalho, o Sebrae fez o mesmo ao se unir ao Movimento pela Equidade Racial (Mover) no projeto Mover Mais Negócios. "O projeto busca conectar os afroempreendedores às empresas que fazem parte do Grupo Mover, criando pontes reais de oportunidade dentro das cadeias de fornecimento", explica Fau Ferreira, gerente nacional de Afroempreendedorismo do Sebrae.

As formações dentro do projeto são gratuitas e se dividem em três jornadas: para quem está começando, para MEIs e para microempresários. Os temas abrangem gestão, inovação, sustentabilidade, planejamento estratégico, finanças, comunicação em vendas e até o uso da inteligência artificial. Além das trilhas, o programa também promove oportunidades de conexão por meio das rodadas de negócios, reduzindo as distâncias entre empreendedores negros e grandes corporações. Conheça mais dessa iniciativa aqui.

O Sebrae acredita que apoiar o empreendedorismo negro é impulsionar o desenvolvimento do país de forma mais justa. “Ao apoiar negócios comandados por pessoas negras, estamos criando oportunidades e construindo um futuro mais inclusivo. A atuação está centrada em promover a igualdade e o crescimento para uma parcela significativa da população", destaca o presidente Décio Lima.

Cada unidade do Sebrae atua de forma próxima às comunidades, adaptando suas metodologias às realidades de cada estado brasileiro. Com esse propósito, o Sebrae tem fortalecido ações voltadas a empreendedores pretos, oferecendo capacitação, informações estratégicas e apoio para que seus negócios cresçam de forma sustentável.

E-book gratuito, produzido pelo Sebrae Rio, traz informações estratégicas para micro e pequenas empresas sobre diversos setores da economia brasileira.

Vídeo sobre estruturação de negócios e formas de gestão para apoiar empreendedores negros a ocuparem seus espaços de forma competitiva.

Artigo que analisa o contexto histórico e atual do afroempreendedorismo e suas principais portas e obstáculos.

E-book gratuito que explica o movimento afroempreendedor e seu impacto na reconstrução de narrativas culturais, políticas e socioeconômicas.

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Sem recepção e 100% digital: como funcionam os hotéis autônomos que chegam ao Brasil

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Sem recepção e 100% digital: como funcionam os hotéis autônomos que chegam ao Brasil Franquias oferecem quartos prontos em até 45 dias e operação 100% automatizada para quem viaja pelo país, com diárias de R$ 119. Por Pegn — São Paulo

Quem procura um lugar seguro para descansar depois de horas de viagem ao volante, pode se surpreender ao encontrar um hotel autônomo nas estradas brasileiras.

Sem recepção ou equipe fixa e com uma operação completamente digital, a ideia é simples: oferecer hospedagem rápida, acessível, segura e tecnológica para quem precisa de um descanso antes de seguir viagem.

📲 Tudo é feito pelo celular: o motorista acessa o site ou aplicativo do hotel, escolhe a unidade, faz o pagamento online e recebe uma senha para abrir a porta do quarto. Ao chegar, basta digitar o código na fechadura eletrônica. Não há contato humano.

“Eu estava abastecendo no posto e já pensando em parar. Vi a placa do hotel, entrei no site, fiz o cadastro e pronto. Cheguei com a senha, entrei e estava tudo arrumado”, conta Eduardo Puscar, que pagou R$119 pela diária.

A ideia surgiu da experiência de Anderson Souza, que passou anos viajando a trabalho. "Eu sempre viajei muito e nunca encontrei um local para dormir na rodovia, sem sair da rota", explica o empresário.

Para validar o modelo, Anderson investiu cerca de R$ 700 mil e chegou a morar seis meses à beira da estrada para entender todos os detalhes da operação. Hoje, ele lidera uma rede que com nove franquias em funcionamento nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Paraná.

🤔 E a segurança? Anderson garante que as unidades ficam em locais com infraestrutura 24 horas, monitoramento e pátio seguro. Além disso, cada hotel tem câmeras externas.

Essa estrutura permite que o hóspede tenha tranquilidade mesmo sem a presença física de funcionários no local.

Para abrir uma franquia com cinco quartos, o investimento é de R$ 270 mil. A taxa média de ocupação gira em torno de 70%, com faturamento mensal próximo de R$ 21 mil. A margem de lucro chega a 50%, já que não há custos com recepção ou equipe fixa.

"Até 2026, queremos estar presentes em 70% dos estados brasileiros”. E não é só pelo negócio — o objetivo é também reduzir acidentes causados pelo sono nas estradas.

🚨 O cansaço é uma das principais causas de acidentes no Brasil. Oferecer pontos seguros para descanso pode salvar vidas.

A empresa aposta em rodovias e cidades pequenas, onde há demanda reprimida. Hoje, 80% dos municípios brasileiros têm menos de 90 mil habitantes e carecem de hotéis.

Unidades são instaladas em locais com infraestrutura 24 horas, possuem câmeras externas e fechaduras eletrônicas. — Foto: Hotelinbox

As estruturas dos quartos chegam prontas ou em kits que lembram brinquedos de encaixar. Em até 45 dias, o franqueado prepara a base e inicia a operação.

As paredes são feitas com placa cimentícia, lã de rocha e gesso, garantindo isolamento térmico e acústico. Essa solução facilita transporte e montagem, reduzindo custos e tempo de implantação.

"Com tecnologia, segurança e praticidade, os hotéis autônomos prometem mudar a forma como viajamos pelas estradas brasileiras", conclui Anderson.

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Ex-alcoólatra vira gari e fatura mais de R$ 7 mil por mês ao reciclar garrafas PET

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 17:48

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ex-alcoólatra vira gari e fatura mais de R$ 7 mil por mês ao reciclar garrafas PET Giorggio Abrantes teve a ideia de negócio quando estava internado em uma clínica de reabilitação na Paraíba. Ele fabrica vassouras ecológicas e cordas de varal. Por Pegn — São Paulo

O gari Giorggio Abrantes transformou a luta contra o alcoolismo em inspiração para criar um negócio sustentável.

Ele fatura cerca de R$ 7,5 mil por mês com uma máquina feita por ele mesmo para reciclar garrafas PET.

Com o equipamento, o “gari ecológico” fabrica vassouras e cordas de varal com material reciclado.

A ideia surgiu enquanto ele estava internado em uma clínica de reabilitação para tratar o alcoolismo.

Além de empreender, Giorggio também compartilha o conhecimento. No YouTube, ele ensina passo a passo como construir e usar as máquinas.

Morador de Aparecida, no alto sertão da Paraíba, o gari Giorggio Abrantes transformou a luta contra o alcoolismo em inspiração para criar um negócio sustentável e hoje fatura cerca de R$ 7,5 mil por mês com uma máquina feita por ele mesmo para reciclar garrafas PET.

Com o equipamento, o “gari ecológico”, como ficou conhecido nas redes sociais, fabrica vassouras e cordas de varal com material reciclado.

Os produtos custam entre R$ 10 e R$ 35 e, além de ajudar no sustento da família, ainda incentivam o reaproveitamento de resíduos nas ruas que ele mesmo ajuda a manter limpas.

“Eu trabalho varrendo a rua e encontro muitas garrafas diariamente. Então resolvi aproveitar o que eu achava e fabricar algo bom, sustentável”, conta Giorggio.

A ideia surgiu enquanto ele estava internado em uma clínica de reabilitação para tratar o alcoolismo. Ao sair, decidiu pôr o plano em prática.

Reuniu R$ 14 mil por meio de uma vaquinha online e doações, comprou ferramentas, aprendeu a soldar e começou a construir as primeiras máquinas.

O sucesso veio quando ele passou a postar vídeos mostrando o processo nas redes sociais. Os comentários se multiplicaram e, com eles, os pedidos para comprar o equipamento. Foi aí que Giorggio percebeu que poderia transformar o talento em negócio.

“De tanto o pessoal perguntar onde conseguia as máquinas, resolvi aprender a soldar e fazer eu mesmo para vender”, lembra.

Hoje, ele vende cada máquina por cerca de R$ 354 e já enviou encomendas para diversos estados, além de países como Itália e Moçambique.

Os fios produzidos com a reciclagem das garrafas ainda viraram matéria-prima para artesãos que criam bolsas, chapéus e outros acessórios.

Além de empreender, Giorggio também compartilha o conhecimento. No YouTube, ele ensina passo a passo como construir e usar as máquinas — e já soma mais de 1 milhão de inscritos.

“Tem um ditado que diz que ‘a mãe da invenção é a necessidade’. Tudo que fiz veio da vontade de superar as dificuldades e seguir em frente”, resume o gari que virou exemplo de reinvenção.

Giorggio Abrantes usou profissão de gari para empreender na Paraíba — Foto: TV Globo/Reprodução

Endereço: Rua João Júnior Alves de Oliveira, s/n Aparecida/PB – CEP: 58823-000Telefone: (83) 98114-5480E-mail: gariecologico@gmail.comFacebook: https://www.facebook.com/gariecologicoInstagram: https://www.instagram.com/giorggio_gariecologico

Giorggio Abrantes teve a ideia de negócio quando estava internado em uma clínica de reabilitação na Paraíba. — Foto: Giorggio Abrantes

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Empreendedor transforma rancho familiar em negócio sustentável

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Empreendedor transforma rancho familiar em negócio sustentável Planejamento, consultorias e propósito impulsionam o Rancho Quindins em Paty do Alferes–RJ; faturamento em 2025 deve fechar em R$ 4,5 milhões. Por Sebrae

Rudá Bernardes contou com a ajuda do Sebrae para criar o Rancho Quindins. — Foto: Acervo Rudá Bernardes

Quando o sol surge em Paty do Alferes, no Vale do Café, a rotina do Rancho Quindins já está a todo vapor. Cabritinhos mamam no curral, a equipe prepara a caça aos ovos e novas mudas vão para a terra na horta. Cada detalhe do dia vai sendo afinado. Então, com a chegada das famílias e o burburinho das crianças, a fazendinha ganha vida completa: atividades, risadas, refeições, fotos, descobertas.

A cena pode parecer natural e espontânea, mas nasce de um processo bem mais profundo. Por trás da experiência rural que encanta visitantes e viraliza nas redes, existe algo menos visível, porém determinante: o planejamento.

Esse é o cenário da história de Rudá Teixeira Pinheiro Bernardes, médico veterinário que veio da cidade para transformar a fazenda da família em um destino de lazer que recebe centenas de visitantes por fim de semana. Um negócio que nasceu do afeto, cresceu com estrutura e hoje mira a expansão.

"A ideia de criar o negócio foi justamente poder proporcionar a outras pessoas, principalmente famílias que vivem nos grandes centros, a experiência do que ainda conseguimos viver no interior, desconectar do mundo digital, conhecer um estilo de vida que ainda passa mais devagar e com mais qualidade", conta Rudá.

As terras da família já haviam abrigado o primeiro hotel-fazenda do estado do Rio de Janeiro, que pertencia ao bisavô de Rudá, porém havia fechado as portas há mais de 20 anos. Conforme Rudá foi notando que carros paravam à beira da estrada para fotografar seus cavalos, bois, ovelhas e cabritos, ele percebeu o potencial turístico latente que ainda existia ali. A demanda permanecia, mas faltava transformá-la em negócio.

A decisão de empreender, em sociedade com sua mãe, Jeanne Bernardes, trouxe junto um choque de realidade. "O primeiro passo foi buscar ajuda de profissionais", revela Rudá. Foi quando ele encontrou o Sebrae. Mesmo antes da abertura oficial, Rudá iniciou uma consultoria de estudo de viabilidade que avaliou custos, projeções, público, potencial de retorno e necessidade de investimento. Esse diagnóstico inicial, segundo ele, foi determinante para evitar erros e estruturar o futuro. E o restaurante, que também faria parte do empreendimento, precisava de uma atenção especial. "Tivemos uma consultoria com um chef de cozinha, para conhecer um pouco sobre o universo dos restaurantes e decidir qual linha seguir", conta.

O Sebrae seguiu presente nas fases seguintes, com orientação e cursos diversos: roteirização turística, marketing, atendimento ao cliente, gestão financeira e processos na cozinha. “Com certeza, sem o Sebrae não seria possível entregar a qualidade do serviço que entregamos atualmente”, diz Rudá. Essa combinação de propósito, conhecimento técnico e planejamento criou a base do Rancho Quindins.

O negócio começou a crescer antes mesmo de ser formalizado, mas o grande salto veio com a pandemia. Famílias passaram a buscar espaços ao ar livre, ambientes acolhedores e experiências significativas com as crianças. O que Rudá oferecia se tornou desejo coletivo.

O momento foi decisivo: escalar com estrutura ou perder a oportunidade. Novamente, o planejamento fez diferença.

Apesar de ter surgido em uma fazenda histórica da família, o Rancho Quindins foi se moldando. Primeiro, com a pequena estrutura de cocheiras e pista de equitação que Rudá construiu à beira da estrada. Depois, com a chegada dos primeiros visitantes curiosos, até se transformar no espaço atual, que oferece experiências como dar de mamar aos cabritinhos, ordenhar vacas, caça aos ovos, plantio na horta, passeio a cavalo, pesque e solte, pedalinho, brinquedos infláveis, além de um restaurante completo.

As possibilidades cresceram, mas o aumento do público mostrou outro lado da equação: fluxo de caixa, sazonalidade, despesas variáveis, expansão de equipe, compras recorrentes e manutenção. É no controle financeiro que um empreendimento mostra se um sonho se sustenta. Rudá percebeu isso cedo e reforçou a gestão financeira com orientação do Sebrae.

De acordo com a entidade, o planejamento estratégico permite ao pequeno empreendedor avaliar seu ambiente de negócios, usar indicadores para reduzir riscos e antecipar oportunidades, além de apoiar decisões sobre crédito, expansão ou diversificação.

Outro ponto favorável destacado pelo Sebrae, em um balanço do governo, foram as ações de apoio e recuperação do microcrédito, que têm criado um ambiente mais seguro para pequenos negócios. Além disso, a projeção da inflação no país em 2025 é de 4,46%, isto é, abaixo da meta fiscal de 4,5%, o que é excelente para os pequenos negócios. "Isso é reflexo de uma economia que está dando certo, que fortalece o ambiente para pequenos empreendimentos, reduz os riscos de surpresas, aumenta o consumo e gera mais empregos e renda", afirma Décio Lima, presidente do Sebrae.

Essas e outras análises fazem com que o rancho deixe de ser apenas uma inspiração e se torne um negócio sustentável. Rudá não dá nenhum passo relevante sem antes ter clareza de custos, retorno esperado, capacidade operacional e impacto no atendimento.

Com fluxo crescente aos fins de semana e feriados, o rancho precisou organizar o atendimento do restaurante, implantar processos na cozinha, definir padrões de experiência e estruturar o controle de demanda. Tudo isso mantendo a essência afetiva do lugar. “O coração do rancho são os animais, mas o coração financeiro é o restaurante”, explica Rudá.

Processos claros, estabelecidos com consultorias do Sebrae, ajudaram a equipe a lidar com picos de público sem perder qualidade. A cozinha ganhou método, o atendimento ficou mais estável e o espaço se tornou referência regional para famílias que buscam lazer fora dos grandes centros. Segundo o consultor do Sebrae DF , Aldo Câmara, as melhorias pontuadas por Rudá estão presentes no Modelo de Excelência em Gestão (MEG). "Uma vez que uma empresa tem uma liderança que sabe onde deseja ir, por meio de estratégias e planos, consegue envolver as pessoas através dos processos, ela gera resultados tanto para a sociedade quanto para o empreendedor", destaca o consultor.

A pesquisa do DataSebrae, Pulso dos Pequenos Negócios, aponta que empreendedores que planejavam de forma estruturada tiveram desempenho superior em 2024 e 2025, com melhor controle de caixa e menos vulnerabilidade a mudanças econômicas.

Em 2024, o rancho faturou mais de R$ 3 milhões e tem a meta de fechar 2025 com R$ 4,5 milhões em faturamento. Mas ainda tem muito mais por vir, como revela Rudá: “Nós estamos em constante expansão. Para 2026 pretendemos ampliar o funcionamento e a produção do vinhedo, iniciar a construção de um hotel e um condomínio, dentro da mesma propriedade. Também planejamos adquirir novos animais e oferecer novas atividades para as crianças dentro da fazendinha.”

Para avançar, Rudá segue em consultoria contínua com o Sebrae, agora focada em expansão responsável. Sua trajetória deixa um recado claro: planejamento não engessa, liberta. Dá segurança para arriscar, luz para decidir e base para crescer.

O caso do Rancho Quindins simboliza essa transição do improviso para a estratégia. O que começou com visitantes curiosos virou um modelo que inspira e prova que, com orientação certa, pequenos negócios podem fazer grandes movimentos. E recado deixa um recado para quem quer empreender:

“O conselho que eu dou pra quem quer empreender é começar, desde que você acredite no que vai oferecer para o seu público, coloque verdade e propósito. Depois disso, com o tempo, e, principalmente, com a ajuda de profissionais qualificados, vai melhorando e expandido." E ele completa: "É preciso estar com a cabeça aberta para aprender. A cada dia seguimos um novo aprendizado”.

A jornada de Rudá combina paixão, propósito e método. Com 2026 se aproximando, seu exemplo deixa um recado direto para quem também quer empreender: planejar é o primeiro passo para o sucesso.

PN Box: plataforma para criar planos de negócios, totalmente digital, com 14 ferramentas para usar como e onde quiser.

Curso Planejamento Estratégico para Empreendedores: aprenda a definir objetivos claros e a aplicar ações estratégicas para garantir o sucesso da sua empresa; descubra técnicas essenciais de planejamento estratégico, metodologias e etapas fundamentais para elaborar um plano de ação eficaz.

Missão Empresarial Sebrae: viagens organizadas pelo Sebrae MS com o propósito de levar empresários a buscarem novos conhecimentos em feiras, eventos de negócios, empresas ou entidades de outros estados ou países.

Empretec: o principal programa de formação de empreendedores do mundo, um seminário intensivo criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), promovido em 40 países e exclusivo do Sebrae no Brasil.

Consultorias Sebrae: um serviço oferecido a empresários com o propósito de levantar as necessidades da empresa, identificar soluções e recomendar ações de melhoria através de diagnóstico.

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O lucrativo negócio dos caçadores de meteoritos

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Empreendedorismo O lucrativo negócio dos caçadores de meteoritos Nos últimos anos, surgiu um mercado de colecionadores ávidos por pedras vindas do espaço, que não está livre de controvérsias. Por BBC

Além do evidente interesse científico, surgiu nos últimos anos um mercado lucrativo em torno das rochas extraterrestres.

A disposição de colecionadores particulares em pagar bastante dinheiro por um pedaço de material espacial tem atraído pessoas como Roberto Vargas, um americano filho de porto-riquenhos, que em 2021 largou o emprego para se dedicar à busca de meteoritos ao redor do mundo.

O trabalho complexo de encontrar fragmentos de rochas vindas do espaço não faria sentido sem pessoas como Darryl Pitt, fotógrafo musical que se tornou comerciante de meteoritos.

Na década de 1990, ele organizou o primeiro leilão de meteoritos. Desde então, os preços só aumentaram, em grande parte devido ao crescente número de colecionadores.

🌠 "Dinheiro não cai do céu." Existe no mundo hoje um grupo pequeno, mas em expansão, que contesta essa expressão popular: os caçadores de meteoritos, pessoas que percorrem o planeta em busca de pedras vindas do espaço.

Além do evidente interesse científico, surgiu nos últimos anos um mercado lucrativo em torno das rochas extraterrestres.

A disposição de colecionadores particulares em pagar bastante dinheiro por um pedaço de material espacial tem atraído pessoas como Roberto Vargas, um americano filho de porto-riquenhos, que em 2021 largou o emprego para se dedicar à busca de meteoritos ao redor do mundo.

"Assim que algo cai, é hora de sair a campo", disse Vargas ao The Documentary Podcast, do Serviço Mundial da BBC.

"Por algum motivo, eu achava que uma pessoa comum não podia possuir meteoritos. Então, quando segurei um nas mãos, fiquei extremamente empolgado", explicou. A partir daí, ele passou a colecioná-los.

Então, ele decidiu colocá-los à venda para bancar parte da aventura, e o resultado superou todas as suas expectativas.

"Na primeira viagem à Costa Rica, voltei numa sexta-feira e, na segunda, já tinha vendido meteoritos e ganhado mais de US$ 40.000 (cerca de R$ 200 mil). Então, foi uma experiência que mudou a minha vida", afirmou.

Alguns anos depois, Vargas deixou o emprego como terapeuta na área de saúde mental, no qual ganhava entre US$ 50.000 e US$ 60.000 por ano (aproximadamente entre R$ 250 mil e R$ 300 mil), para se dedicar exclusivamente a rastrear rochas espaciais que chegam à Terra.

Roberto Vargas deixou o trabalho como terapeuta de saúde mental para viajar pelo mundo em busca de meteoritos — Foto: BBC/ Reprodução

Mas o trabalho complexo de encontrar fragmentos de rochas vindas do espaço não faria sentido sem pessoas como Darryl Pitt, fotógrafo musical que se tornou comerciante de meteoritos.

"Eu estava no Newport Folk Festival e alguém me disse: 'Vamos a um show de rock'. Eu não sabia que era literalmente um show de pedras (rock, em inglês), de gemas e minerais; achei que fosse algo musical", contou Pitt, que se interessou por rochas espaciais ainda na infância, quando viu a cratera deixada por um meteorito que caiu no Arizona (EUA) há milhares de anos.

"Fomos ao evento e havia um sujeito vendendo um pedaço de meteorito da cratera do Arizona, o mesmo lugar que visitei quando criança. Eu comprei, e foi assim que tudo começou", relatou.

"Eu queria compartilhar minha fascinação com o mundo, mas também queria ganhar dinheiro. E percebi que o mais importante era apresentá-los ao mundo dos leilões", acrescentou.

Enquanto a maioria das pessoas se limita a contemplar o espetáculo produzido pelos meteoritos, um grupo vai atrás deles — Foto: GETTY IMAGES

Na década de 1990, ele organizou o primeiro leilão de meteoritos. Desde então, os preços só aumentaram, em grande parte devido ao crescente número de colecionadores.

🤔 Por que o interesse nesses fragmentos de rocha? E como se define seu valor? Antes de responder a essas perguntas, vale esclarecer o que exatamente está sendo vendido.

"Um meteorito é uma rocha que chegou à superfície da Terra", explicou a professora Sarah Russell, do Museu de História Natural de Londres (Reino Unido), à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC).

A especialista lembrou que, antes disso, enquanto cruzam a atmosfera como "bolas de fogo brilhantes", essas rochas são chamadas de meteoros.

"Um meteorito (…) pode vir de qualquer lugar. Acreditamos que a maioria venha de asteroides, mas alguns vêm da Lua, outros de Marte, e há ainda aqueles cuja origem desconhecemos. Mas todos são rochas do espaço", afirmou Russell.

Fatores como o tamanho da rocha, se é um fragmento inteiro, se colidiu com algum objeto artificial, a raridade de sua composição, sua classificação e sua procedência influenciam na definição do valor.

"É possível comprar um meteorito por apenas 20 ou 30 centavos de dólar o grama" (cerca de R$ 1 a R$ 1,50), afirmou Pitt, que alertou, no entanto, para a existência de muitas falsificações em sites como o eBay.

Por peças incomuns, no entanto, podem ser pagos milhões de dólares. Foi o caso de um meteorito marciano de 24 quilos, vendido por US$ 4,3 milhões (cerca de R$ 21,5 milhões) pela casa de leilões Sotheby's, em Nova York (Estados Unidos), em julho passado.

"Quando um meteorito atravessa a atmosfera, sua parte externa derrete e forma uma fina crosta milimétrica chamada crosta de fusão, que é muito singular", explicou Russell.

Além disso, segundo a especialista, eles também podem ser mais pesados do que uma rocha terrestre. Ainda assim, é necessário testá-las para determinar sua composição química.

Existem três tipos de meteoritos: de pedra, metálicos (de ferro) ou uma combinação dos dois, detalhou Russell.

Vargas começou como colecionador e se tornou caçador de meteoritos depois de descobrir que havia pessoas dispostas a pagar milhares de dólares por uma rocha espacial — Foto: BBC/ Reprodução

A rocha foi encontrada no Níger (África Ocidental) em novembro de 2023 por um caçador anônimo. Depois que a venda veio a público, autoridades do país africano e acadêmicos passaram a questionar a legalidade da transação.

"Precisamos aguardar as orientações dadas aos diferentes ministérios para esclarecer esse assunto e saber como o meteorito saiu do país, quem o retirou e se sua extração foi autorizada. Quem concedeu a autorização? Só quando tivermos todos esses detalhes poderemos fazer um julgamento", disse o professor Idi Umuru Amadou, diretor do Departamento de Arqueologia da Universidade Abdu Mouni (Níger), à BBC News Mundo.

Nos últimos anos, mais pessoas passaram a querer ter um meteorito, em vez de apenas vê-lo em um museu — Foto: GETTY IMAGES

O Níger não possui uma legislação específica sobre objetos extraterrestres, mas conta com normas relativas a minerais e bens patrimoniais.

"Normalmente, objetos como esse, bens culturais que deixam o país, precisam estar acompanhados de uma autorização administrativa, dependendo da região a que pertencem. É preciso solicitá-la e, uma vez concedida, o objeto pode sair legalmente do país. Caso contrário, configura roubo ou saque", alertou o especialista.

O leilão do meteorito marciano encontrado no Níger e a controvérsia que se seguiu chamaram atenção para a comercialização de rochas espaciais e para a questão de quem é seu proprietário quando elas caem na Terra.

"Por exemplo, na Austrália não é permitida a exportação de meteoritos, e há leis e políticas muito rígidas, enquanto no Reino Unido não existem leis específicas sobre o tema", explicou.

Cientistas afirmam que os meteoritos podem ajudar a entender não apenas nossa origem, mas também o que nos cerca no espaço — Foto: GETTY IMAGES

Mas não existem apenas caçadores interessados em localizar meteoritos para vendê-los a colecionadores e ganhar dinheiro. Há também quem busque garantir que esses objetos cheguem a instituições científicas.

Um desses grupos está na América Latina e é formado por mulheres. São as Meteoríticas, uma organização de cientistas brasileiras que não hesitam em viajar para desertos, cidades ou florestas quando recebem informação sobre um impacto.

"Deixamos o que estamos fazendo e partimos em busca desse novo meteorito. Porque ser as primeiras faz diferença", disse a meteorologista Amanda Tosi, uma das integrantes das Meteoríticas, à BBC News Mundo.

A especialista não condena a comercialização das rochas espaciais, mas defende que ela seja regulamentada.

"Não queremos proibir a compra e a venda, porque quando há comércio em torno dos meteoritos, as pessoas se sentem estimuladas a procurá-los, e acabam encontrando exemplares importantes", argumentou.

"Se for proibido, teremos menos material para estudar. Mas precisamos de um equilíbrio para proteger o meteorito como patrimônio cultural e científico e garantir que haja amostras suficientes para pesquisa. É por isso que precisamos de uma lei", acrescentou.

No entanto, as normas nem sempre são suficientes. Um exemplo é a Argentina que, apesar de contar com legislação sobre o assunto, tem visto nos últimos anos seu vasto patrimônio de meteoritos se tornar alvo de contrabandistas.

Nesse país sul-americano fica o Campo del Cielo, um dos maiores campos de meteoritos do mundo, localizado a cerca de 1.000 quilômetros a noroeste de Buenos Aires (Capital da Argentina).

Em julho, um meteorito marciano descoberto no Níger foi leiloado por cerca de R$ 21,5 milhões em Nova York — Foto: GETTY IMAGES

"Quando são encontradas amostras realmente únicas, elas podem nos abrir uma porta para uma parte do sistema solar que ainda não conseguimos explorar. E, se não tivermos a oportunidade de obter essa rocha, não poderemos aprender tanto sobre o espaço ao nosso redor, o que tem impacto, por exemplo, no planejamento de futuras missões espaciais e na indústria espacial como um todo", explicou.

"Diante do grande interesse por meteoritos também no setor privado, os preços disparam e, às vezes, fica mais difícil para museus e outras instituições científicas adquiri-los, especialmente os mais valiosos", acrescentou.

"Sim, temos motivação econômica, mas também científica. Queremos que essas rochas estejam nas mãos de cientistas, e que sejam protegidas, cuidadas e estudadas", afirmou.

O número de colecionadores de meteoritos aumentou, o que dificulta o acesso dos cientistas a essas rochas — Foto: GETTY IMAGES

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‘Brincademia’: veja como funciona a academia feita para crianças — e como ela ajuda os pais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios 'Brincademia': veja como funciona a academia feita para crianças — e como ela ajuda os pais Um casal de Recife (PE) investiu R$ 100 mil para abrir uma academia infantil equipada com circuitos funcionais e tatames. Por Pegn — São Paulo

Uma academia está chamando atenção em Recife (PE). A proposta é diferente: unir atividade física e desenvolvimento emocional com diversão e muitas brincadeiras — tudo voltado exclusivamente para o público infantil.

O espaço, conhecido como "brincademia", nasceu da experiência pessoal do casal Marcelo e Karina Lessa, que precisou pensar em alternativas diferentes para ajudar o seu filho, Lucas, que enfrentava dificuldades para se adaptar a esportes tradicionais.

Hiperativo e cheio de energia, Lucas não conseguia se concentrar nas atividades físicas convencionais. Foi então que Marcelo, inicialmente formado em engenharia, decidiu criar circuitos funcionais personalizados para o filho — e percebeu que funcionava.

“Eu treinei meu treino tranquilo e de olho, e ele fez tudo. Aí veio o estalo: a gente tem outros pais com a mesma necessidade”, conta Marcelo.

A experiência pessoal virou propósito. Enquanto Marcelo buscou uma nova formação em educação física, Karina — que também é engenheira e já tinha um histórico profissional em gestão de empresas e ensino de administração — decidiu se especializar em psicomotricidade, ciência que estuda a relação entre os movimentos físicos e a mente.

“Não pode começar uma empresa apenas de uma ideia. É preciso estudo de mercado, projeto financeiro, definição de processos e público-alvo”, explica Karina.

Juntos, criaram um plano de negócios robusto e investiram R$ 100 mil para tirar o projeto do papel. Atualmente, a academia infantil atende cerca de 100 alunos.

A proposta é clara: oferecer um esporte lúdico que desenvolva habilidades motoras e cognitivas das crianças. As aulas são pensadas como brincadeiras, mas com objetivos bem definidos.

Marcelo e Karina Lessa são os empreendedores por trás da academia infantil — Foto: TV Globo/ Reprodução

Cada circuito é adaptado à faixa etária e ao nível de desenvolvimento dos pequenos, com elementos como bolas, carrinhos e obstáculos coloridos.

“A gente cria uma história, um contexto. A criança precisa querer fazer o movimento, e isso envolve também o emocional”, diz Karina.

O espaço é todo revestido com tatame, tem quinas protegidas e equipamentos seguros. Os circuitos mudam semanalmente para manter o interesse dos alunos. E o resultado é visível: crianças mais ativas, menos ansiosas e com melhor rendimento escolar.

“Eu faço tudo, tudo, tudo… e quando termina tem um tempinho de brincadeira. Tomo minha aguinha, espero minha mãe e vou pra casa jantar e dormir.”

Os pais também notam os benefícios. Alice Nóbrega, mãe de uma aluna, destaca o impacto positivo na memória, atenção e disposição da filha. Já Júlio Simões, pai de outro aluno, reforça que a academia ajuda a controlar a ansiedade e estimula o cérebro.

📍 Rua Sebastião Alves, 45 – Tamarineira – Recife/PE – CEP: 52060-100📞 (81) 98889-5163 | (81) 3268-6987📧 contato@growhappy.com.br🌐 growhappy.com.br📁 Instagram: @growhappyacademia📘 Facebook: facebook.com/growhappyacademia

2 vídeos 2 de 2 Marcelo e Karina Lessa são os empreendedores por trás da academia infantil — Foto: Globo/ Reprodução Marcelo e Karina Lessa são os empreendedores por trás da academia infantil — Foto: Globo/ Reprodução

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Ela começou vendendo pamonha de porta em porta — hoje o negócio fatura R$ 250 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Ela começou vendendo pamonha de porta em porta — hoje o negócio fatura R$ 250 mil por mês Fábrica está localizada em Serrania (MG). Mais de 85% das pamonhas são congeladas e embaladas a vácuo para permitir venda em outros estados no país. Por Redação g1, g1

Negócio de milhões: família fatura R$ 250 mil por mês com pamonhas e atrai clientes até em quadra de beach tennis

Uma receita tradicional da culinária brasileira se transformou em um negócio de sucesso para uma família do Sul de Minas Gerais: a pamonha🌽.

💰 Atualmente, o empreendimento fatura R$ 250 mil por mês, comercializa para diversos estados e até atrai clientes com partidas de beach tennis ao lado da fábrica.

Tudo começou em 2007, quando Tereza Moreira Miguel, aposentada e mãe de cinco filhos, decidiu preparar pamonhas para ajudar no sustento da família.

"Eu via minha mãe fazer na fazenda. Quando a situação apertou, comecei a vender de porta em porta", lembra Tereza.

A virada no negócio veio com o genro, Ildeu Vieira. “Conversei com minha sogra: ‘Vamos abrir uma pamonharia?’. Ela achou que eu estava ficando louco”, recorda.

Apesar da desconfiança inicial, o genro conseguiu convencer a sogra e a esposa, Nádia Miguel, a embarcarem na ideia. Juntos, investiram R$ 150 mil para transformar a pamonha em um negócio profissional.

Nos primeiros anos, a família chegou a cultivar todo o milho utilizado na produção, garantindo o fornecimento da matéria-prima. Com o tempo, a produção aumentou e, atualmente, a pamonharia conta com produtores parceiros.

Uma receita tradicional da culinária brasileira se transformou em um negócio de sucesso para uma família do Sul de Minas Gerais: a pamonha — Foto: TV Globo/Reprodução

Combinar tradição com tecnologia foi o que faltava para o negócio crescer. Para aumentar a durabilidade do produto, Ildeu teve a ideia de esterilizar a palha que envolve as pamonhas.

🔎 Essa técnica, aliada ao uso de máquinas de embalagem a vácuo e ao congelamento de 85% da produção, permite que o produto seja transportado para outras regiões. Atualmente, a marca vende para cidades de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador.

A empresa também apostou na sustentabilidade: utiliza energia solar e transforma os resíduos do milho em ração animal.

Com o crescimento do negócio, os netos de dona Tereza também passaram a atuar na gestão e trouxeram uma novidade que se tornou um diferencial: construíram uma quadra de beach tennis ao lado da fábrica🎾 . A iniciativa atrai visitantes e aumentou em 30% o movimento no local.

"As pessoas jogam, experimentam a pamonha e acabam divulgando para outras. É a melhor forma de propaganda", comenta Everton.

Além das pamonhas, o cardápio foi ampliado: a fábrica oferece curau, bolo de milho e sucos, e já produz 1,5 mil pamonhas por dia, além de dezenas de porções e bebidas para os clientes que passam pela estrada.

"Hoje temos 12 sabores de pamonha e continuamos inovando. A base é a mesma receita da minha mãe, mas o sonho foi crescendo", conta Nádia, emocionada.

"Agradeço à pamonha por tudo o que conquistei. Consegui minha liberdade, eduquei meus filhos. Venci!".

Tereza Moreira Miguel decidiu preparar pamonhas para ajudar no sustento da família — Foto: Pamonharia Cabocla Tereza

📍 Rodovia Valdemar Miguel, KM 0, s/n – Serrania/MG – CEP: 37143-000📞 (35) 3284-1227📧 contato.caboclatereza@hotmail.com📱 Instagram🔗 Facebook

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Do laboratório ao viveiro: como uma tecnologia criada no RN fez produtores de camarão ganharem mais

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Do laboratório ao viveiro: como uma tecnologia criada no RN fez produtores de camarão ganharem mais Inovação torna a genética aplicada à criação de camarões mais acessível, melhora a produtividade no campo e abre portas para o mercado internacional. Por PEGN

Três empreendedores potiguares criaram uma tecnologia 100% nacional para identificar as melhores famílias de camarões para cultivo.

O investimento inicial foi de R$ 700 mil. Com apoio da empresa onde trabalhavam e recursos públicos, o trio abriu seu próprio laboratório, com aporte total de R$ 2 milhões.

Hoje, a empresa atende produtores do Brasil, México e Arábia Saudita, com faturamento anual de R$ 390 mil.

A tecnologia permite que produtores como Hailton cultivem camarões maiores e mais saudáveis. Em sua propriedade, ele produz 3 mil quilos por mês, com custo de R$ 30 mil e lucro líquido de R$ 6 mil mensais.

Às margens da Lagoa de Guaraíras, em Tibau do Sul (RN), tradição e inovação caminham lado a lado. A região, conhecida pela forte produção de camarão, agora também se destaca pelo uso de tecnologia genética que está transformando a vida de pequenos produtores.

O Hailton Alves Marinho é um dos 28 produtores familiares que cultivam camarões na região. Ele viu a produção evoluir com a chegada de uma tecnologia desenvolvida por três empreendedores potiguares: Roseli Pimentel, Luciana Menollilanza e Daniel Lanza.

Roseli, que já coordenou o programa de melhoramento genético da maior produtora de camarão do Brasil, percebeu que os testes genéticos só eram feitos no exterior – e com alto custo.

Junto com Daniel, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e Luciana, ela criou uma tecnologia 100% nacional para identificar as melhores famílias de camarões para cultivo.

“Com essa tecnologia, conseguimos selecionar os animais mais resistentes e produtivos, o que representa mais lucro para o produtor”, explica Daniel.

O investimento inicial foi de R$ 700 mil. Com apoio da empresa onde trabalhavam e recursos públicos, o trio abriu seu próprio laboratório, com aporte total de R$ 2 milhões. Hoje, a empresa atende produtores do Brasil, México e Arábia Saudita, com faturamento anual de R$ 390 mil.

Do laboratório ao viveiro: startup nordestina leva ciência ao agronegócio e fatura com camarão no RN — Foto: Reprodução/Tv Globo

A tecnologia permite que produtores como Hailton cultivem camarões maiores e mais saudáveis. Em sua propriedade, ele produz 3 mil quilos por mês, com custo de R$ 30 mil e lucro líquido de R$ 6 mil mensais.

“Hoje eu produzo menos e ganho mais. O camarão maior tem mais valor no mercado”, afirma o produtor, que também investe em energia solar e controle rigoroso da qualidade da água.

O Rio Grande do Norte é responsável por 80% da produção nacional de camarão em viveiros familiares, movimentando cerca de R$ 450 milhões por ano. A biotecnologia desenvolvida no estado fortalece esse setor e contribui para uma produção mais sustentável e eficiente.

“A tecnologia só agrega. Ela direciona o conhecimento para decisões mais assertivas”, diz Roseli. Para o professor Daniel, o futuro da aquicultura está na informação: “É assim que vamos melhorar a produtividade e a vida de quem vive do campo.”

Do laboratório ao viveiro: startup nordestina leva ciência ao agronegócio e fatura com camarão no RN — Foto: Reprodução/Tv Globo

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Como a demora para pedir uma cerveja na praia virou um negócio de R$ 60 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Como a demora para pedir uma cerveja na praia virou um negócio de R$ 60 mil por mês Carlos Eduardo Ernanny descobriu que, em média, os clientes levavam 13 minutos para conseguir fazer um pedido nas barracas. Por PEGN

Empresário Carlos Eduardo Ernanny teve a ideia de criar um aplicativo para agilizar o atendimento em quiosques e barracas à beira-mar após enfrentar dificuldades para fazer pedidos em um dia comum de praia no Rio de Janeiro.

Ele percorreu quase 40 quilômetros de praias cariocas fazendo pedidos e cronometrando o tempo de espera, constatando que, em média, os clientes levavam 13 minutos para conseguir ser atendidos.

Com a ajuda de amigos, ele levantou R$ 300 mil e desenvolveu uma plataforma simples e eficiente: os garçons registram os pedidos diretamente no celular, sem papel e sem erro.

O sistema ainda mostra o cardápio em tempo real, controla o estoque e avisa quando um produto está acabando.

O aplicativo já está presente em todas as praias do Rio, em Búzios, nos litorais norte e sul de São Paulo e também no Ceará.

Como demora no atendimento em quiosque de praia fez cliente frustrado faturar mais de R$ 60 mil por mês

Você já enfrentou dificuldades para fazer pedidos naqueles típicos quiosques à beira-mar? O sol forte, o movimento intenso e o garçom que parece nunca chegar. Foi exatamente dessa situação que nasceu uma ideia milionária.

Em um dia comum de praia no Rio de Janeiro, o empresário Carlos Eduardo Ernanny só queria uma cerveja gelada. O que ele ganhou, no entanto, foi inspiração para criar um negócio que hoje fatura R$ 60 mil por mês: um aplicativo que conecta banhistas e garçons, agilizando o atendimento nos quiosques e barracas à beira-mar.

“Eu estava ali, tentando pedir, e pensei: por que não usar tecnologia para resolver isso?”, lembra Eduardo.

A curiosidade virou projeto. Ele percorreu quase 40 quilômetros de praias cariocas fazendo pedidos e cronometrando o tempo de espera. O resultado chamou atenção: em média, os clientes levavam 13 minutos para conseguir ser atendidos.

“Em 13 minutos, alguém passa vendendo alguma coisa e você acaba comprando de quem está passando. O barraqueiro perde a venda”, explica.

Com a ajuda de amigos, ele levantou R$ 300 mil e desenvolveu uma plataforma simples e eficiente: os garçons registram os pedidos diretamente no celular, sem papel e sem erro.

O sistema ainda mostra o cardápio em tempo real, controla o estoque e avisa quando um produto está acabando.

O aplicativo já está presente em todas as praias do Rio, em Búzios, nos litorais norte e sul de São Paulo e também no Ceará.

Para empreendedoras como Jane Alves de Oliveira e Ana Paula Correa, que há 18 anos comandam barracas de praia, a tecnologia virou aliada indispensável.

“O atendimento ficou muito mais rápido. O faturamento dobrou e a gente parou de perder produto por falta de controle”, diz Jane.

Carlos Eduardo Ernanny criou um app que conecta banhistas a barracas de praia e facilita atendimento — Foto: TV Globo/ Reprodução

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Sem açúcar, glúten e lactose: ele criou doces para diabéticos — hoje fatura R$ 45 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 16:46

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Sem açúcar, glúten e lactose: ele criou doces para diabéticos — hoje fatura R$ 45 mil por mês Produtos feitos sem glúten, lactose e açúcar atraem público com restrições alimentares e impulsionam faturamento de uma confeitaria em Pernambuco. Por PEGN

A história dele começa em Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, onde uma barraca de feira virou ponto de encontro nos fins de semana.

Ali, tortinhas coloridas, bolos altos e doces com cara de confeitaria francesa chamam a atenção pela beleza — mas principalmente pelo que não têm: trigo, leite e açúcar.

São produtos feitos para pessoas com restrições alimentares, mas que priorizam sabor, textura e apresentação.

O chef explica que essa fibra age de forma parecida com o açúcar na estrutura e na textura das massas. O resultado são bolos, tortas e doces que entregam a experiência completa — sabor, equilíbrio, maciez — mas sem ingredientes restritivos.

🍬🚫Se você nunca ouviu falar em "doces inclusivos", provavelmente já esbarrou em alguém que não pode comer glúten, lactose ou açúcar e que vive em busca de sobremesas que não causem mal-estar.

É exatamente esse público, cada vez maior, que movimenta um tipo de confeitaria criada para incluir quem, por muito tempo, precisou ficar de fora do momento do docinho. E é nesse nicho que o chef pernambucano Ywri Rafael construiu um negócio que hoje fatura cerca de R$ 45 mil por mês.

A história dele começa em Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, onde uma barraca de feira virou ponto de encontro nos fins de semana. Ali, tortinhas coloridas, bolos altos e doces com cara de confeitaria francesa chamam a atenção pela beleza — mas principalmente pelo que não têm: trigo, leite e açúcar.

São produtos feitos para pessoas com restrições alimentares, mas que priorizam sabor, textura e apresentação.

Embora cada confeiteiro tenha sua linha de trabalho, a lógica é a mesma: adaptar receitas para que pessoas com alergias, intolerâncias ou doenças como diabetes possam comer sem medo.

No caso de Ywri, a transformação da receita parte da substituição dos ingredientes que formam a base da confeitaria tradicional.

No lugar da farinha de trigo, entra a farinha de mandioca. A doçura vem da fibra isolada da mandioca, um subproduto que se comporta como açúcar nas preparações, mas sem elevar a glicose no sangue.

O chef explica que essa fibra age de forma parecida com o açúcar na estrutura e na textura das massas. O resultado são bolos, tortas e doces que entregam a experiência completa — sabor, equilíbrio, maciez — mas sem ingredientes restritivos.

É essa combinação de técnica com ingredientes acessíveis que transforma o doce inclusivo em um produto que agrada tanto quem precisa evitar certos componentes quanto quem simplesmente busca uma alimentação mais cuidadosa.

A resposta passa por uma mistura de necessidade, estudo e oportunidade. A virada na vida do chef aconteceu quando ele descobriu que a mãe havia se tornado diabética, justamente enquanto ele estudava gastronomia no Paraná. Foi nesse momento que ele decidiu voltar para Pernambuco para pesquisar alternativas que permitissem que ela voltasse a comer doces de forma segura.

O que começou como um gesto familiar virou empreendimento. Com apenas R$ 70, Ywri assava bolo de macaxeira no forno de casa e vendia nas praias de Recife. Depois, migrou para as feiras, onde encontrou o público certo — pessoas que buscavam doces seguros, saborosos e que oferecessem confiança.

A mudança de ambiente foi decisiva. Nas feiras, o produto encontrava quem realmente precisava dele, e as vendas cresciam com a recomendação boca a boca.

Com o tempo, a produção deixou de ser artesanal e passou a ser estruturada: hoje são cerca de 140 kg de massa por semana, além de cerca de 200 doces prontos. O negócio ganhou forno profissional, máquinas e uma equipe para acompanhar a demanda.

O crescimento acelerado exigiu organização. Foi aí que o irmão do chef, Kauan Thiago, estudante de contabilidade, entrou como sócio. Ele assumiu a parte administrativa: planilhas, estoque, compras e controle financeiro.

Segundo ele, a regra é simples: toda compra, seja de ingredientes ou de equipamentos, precisa ser alinhada para evitar desperdício.

A chegada de Kauan trouxe estabilidade, planejamento e controle. Com essa divisão clara entre criação e administração, o negócio viu o faturamento estabilizar em torno de R$ 45 mil mensais.

O impacto do que Ywri produz aparece no rosto dos clientes. Muitos voltam depois de anos evitando doces, inseguros sobre o que podiam comer. Outros encontram na confeitaria uma alternativa para manter a alimentação equilibrada sem abrir mão do prazer do sabor.

Doces de confeitaria inclusiva não têm glúten, lactose e açúcar — Foto: Manuê Confeitaria Inclusiva

Com o negócio consolidado nas feiras e no delivery, a confeitaria chegou ao próximo passo: a abertura da primeira loja física.

O espaço foi planejado para ser acolhedor, com inspiração em casa de vó, e com uma cozinha de vidro para que os clientes vejam tudo sendo produzido — transparência que o chef considera fundamental para quem depende de confiança ao consumir.

A ideia é manter a proposta original: incluir, acolher e entregar doces bonitos, saborosos e seguros. E provar que, com técnica e propósito, é possível transformar desafios em oportunidade e transformar doces inclusivos em um negócio lucrativo.

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