RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Apesar do juro alto, famílias recorrem mais ao rotativo do cartão de crédito; empréstimos somam R$ 110 bi no 1º trimestre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

O uso do cartão de crédito rotativo, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, somou R$ 109,65 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (27).

Com isso, houve um aumento de 9,7% na comparação com o mesmo período do ano passado — quando as concessões dessa modalidade somaram R$ R$ 99,9 bilhões.

A modalidade é considerada um dos vilões do alto nível de endividamento da população brasileira. Em março, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito somou 428,3% ao ano.

Em um ano eleitoral, o governo do presidente Luiz Luiz Inácio Lula da Silva se movimenta para reduzir os débitos da população e facilitar a tomada de crédito pelas pessoas (veja mais abaixo nessa reportagem).

➡️Segundo a autoridade monetária, 101 milhões de pessoas no Brasil têm cartão de crédito no país, ou seja, quase a metade do povo brasileiro.

➡️De acordo com dados do Banco Central, cerca de 40 milhões de brasileiros estavam com dívida no cartão de crédito rotativo em janeiro deste ano.

➡️Com juros elevados, a taxa de inadimplência dessa linha de crédito somou 63,5%, ou seja, mais de R$ 60 em R$ 100 emprestados não foram honrados.

O crédito rotativo do cartão de crédito é acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento.Segundo analistas, essa forma de crédito deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.Em janeiro de 2024, o Congresso e o governo limitaram o endividamento do cartão de crédito rotativo. Desde então, ficou determinado que o valor do débito não pode exceder o valor original da dívida.Se a dívida for de R$ 100, por exemplo, a dívida total, com a cobrança de juros e encargos, não poderá exceder R$ 200.

Juro médio cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito era de 428,3% ao ano em março, segundo dados do Banco Central — Foto: Getty Images via BBC Brasil

No mês passado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais, como o rotativo do cartão de crédito, como parte de sua renda, e isso deveria ser alvo de uma "discussão estrutural".

"Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele", disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo.

De acordo com Galípolo, a ideia é tentar "produzir arranjos mais saudáveis para quem está buscando crédito", ou seja, linhas de crédito mais adequadas.

Para facilitar a concessão do crédito com taxas menores, o governo lançou, no ano passado, o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com mais de R$ 80 bilhões liberados em um ano.

A regulamentação do uso do saldo do FGTS dos trabalhadores como garantia aos empréstimos, algo prometido pelo governo como um diferencial da modalidade, uma forma de baixar os juros aos trabalhadores, porém, ainda não saiu do papel.

O governo brasileiro trabalha, neste momento, em um ano eleitoral, em um novo programa para reduzir o nível de endividamento da população.

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do FGTS para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos.

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China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 10:12

Fantástico China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York Enquanto grandes obras levam décadas e bilhões de dólares para sair do papel em Nova York, Xangai ergue estações, aeroportos e linhas de trem em poucos anos — e por uma fração do custo. A diferença revela dois modelos urbanos e políticos opostos. Por Fantástico

A série especial Entre Dois Mundos, do Fantástico, coloca frente a frente os modelos de desenvolvimento da China e dos Estados Unidos. A reportagem mostrou que a comparação entre Xangai e Nova York vai além do contraste visual entre arranha-céus. Os números escancaram diferenças profundas em tempo, custo e forma de execução das obras — e ajudam a entender como cada cidade projeta seu crescimento.

De um lado, Nova York acumula projetos que levam décadas para sair do papel e consomem bilhões de dólares. Do outro, Xangai avança com obras concluídas em poucos anos e com custos significativamente menores.

Um dos exemplos mais emblemáticos está na conexão entre aeroporto e centro urbano. Em Nova York, um trecho de cerca de 13 quilômetros até o aeroporto exigiu anos de planejamento, custou cerca de US$ 2 bilhões e ainda assim não oferece alta velocidade. Na prática, o deslocamento completo pode ultrapassar uma hora.

Já em Xangai, o trem de levitação magnética — considerado o mais rápido do mundo — foi construído em apenas três anos, custou aproximadamente metade desse valor e faz o percurso em pouco mais de sete minutos.

China ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série estreia mostrando as diferenças entre Xangai e Nova York

A diferença também aparece em grandes estações de transporte. Em Nova York, uma nova entrada da Penn Station custou cerca de US$ 1,6 bilhão e levou décadas desde a concepção até a entrega.

Em Xangai, a estação central foi construída em apenas três anos, por cerca de US$ 300 milhões — menos de um quinto do valor americano.

Além disso, a expansão da rede de metrô mostra ritmos distintos: embora tenha começado quase um século depois, o sistema de Xangai já supera o de Nova York em extensão e número de estações.

Especialistas apontam três palavras-chave para entender esse contraste: velocidade, escala e planejamento.

Na China, grandes projetos são padronizados e replicados em diferentes cidades, como “peças de Lego”, o que reduz custos por unidade.

Além disso, o planejamento centralizado permite que decisões sejam tomadas e executadas rapidamente, sem longos processos políticos ou disputas locais.

Outro ponto é a velocidade: quanto mais rápido uma obra é concluída, menor tende a ser o custo final — algo difícil de alcançar em sistemas com múltiplas etapas de aprovação.

Na China, o mesmo partido está no poder há quase 80 anos, o que permite pensar e executar obras de longo prazo sem interrupções eleitorais. Decisões são centralizadas e, quando o governo define uma área como prioritária, a execução é imediata — mesmo que isso signifique realocar bairros inteiros.

Em democracias como a americana, o processo é mais fragmentado. Cada obra precisa atravessar debates públicos, disputas políticas, interesses imobiliários e resistências locais. O resultado é um ciclo de atrasos, que encarece projetos e limita intervenções estruturais. Em alguns casos, a modernização necessária em cinco anos pode levar 50 anos para acontecer.

A comparação entre as duas cidades revela mais do que números: mostra como decisões políticas e econômicas impactam diretamente o bolso e o tempo das obras.

De um lado, Nova York enfrenta custos altos e prazos longos, influenciados por disputas políticas, interesses econômicos e participação social.

Do outro, Xangai avança com rapidez e menor custo, sustentada por planejamento centralizado e execução em larga escala.

No fim, a pergunta não é apenas quem constrói mais rápido ou mais barato — mas que tipo de cidade e de sociedade cada modelo está disposto a sustentar.

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Musk e dona do ChatGPT se enfrentam na Justiça a partir desta segunda; entenda a treta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Tecnologia Musk e dona do ChatGPT se enfrentam na Justiça a partir desta segunda; entenda a treta Bilionário Elon Musk acusa a OpenAI de abandonar sua missão humanitária para focar no lucro; julgamento na Califórnia deve ouvir nomes de peso do Vale do Silício. Por Redação g1

Começa nesta segunda-feira (27), no tribunal federal de Oakland, na Califórnia, o julgamento que coloca em lados opostos o bilionário Elon Musk e a OpenAI, criadora do ChatGPT.

A disputa judicial, iniciada por Musk em 2024, foca na alegação de que a organização traiu sua missão original de ser uma entidade sem fins lucrativos.

A seleção do júri está prevista para hoje, e as alegações iniciais devem ocorrer nesta terça-feira. Entre os nomes esperados para depor pessoalmente estão o próprio Musk, o CEO da OpenAI, Sam Altman, e o CEO da Microsoft, Satya Nadella.

Um dos cofundadores originais da OpenAI, Musk afirma que a empresa, liderada por Sam Altman e Greg Brockman, abandonou o foco no benefício da humanidade para se tornar uma "máquina de riqueza".

Musk pede US$ 150 bilhões em danos da OpenAI e da Microsoft. Segundo pessoas ligadas ao caso, o valor seria destinado ao braço filantrópico da OpenAI.

Além do valor financeiro, o bilionário quer que a OpenAI volte a ser estritamente sem fins lucrativos e que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos executivos.

O empresário sustenta que foi mantido no escuro sobre a criação de uma estrutura comercial em 2019 e que seu nome e apoio financeiro foram usados indevidamente para atrair investidores. Musk investiu cerca de US$ 38 milhões na OpenAI entre 2016 e 2020.

Os advogados da OpenAI rebatem as acusações afirmando que Musk é motivado pelo desejo de controle e pelo interesse em impulsionar sua própria empresa de inteligência artificial, a xAI, fundada por ele em 2023.

A empresa afirma que Musk participou das discussões para a mudança de estrutura e que ele mesmo exigiu ser o CEO na época. A Microsoft, também ré no processo, nega qualquer conspiração e afirma que sua parceria com a OpenAI só ocorreu após a saída de Musk do conselho da empresa.

Documentos internos revelados no processo oferecem detalhes sobre a evolução da empresa, que nasceu em um laboratório de pesquisa no apartamento de Greg Brockman e hoje é avaliada em mais de US$ 850 bilhões.

Altman apresentou a ideia a Musk em 2015, descrevendo-a como o "Projeto Manhattan da IA". O apoio de Musk foi fundamental para atrair cientistas de elite.

Em 2017, tensões surgiram quando Musk questionou a viabilidade do projeto e tentou assumir o controle como CEO. Na mesma época, anotações do diário de Brockman revelavam o desejo de "se livrar" de Musk, chamando-o de "líder glorioso" de forma irônica.

Musk deixou o conselho em 2018, prevendo que a OpenAI fracassaria diante do Google. Em 2019, a empresa se reestruturou para aceitar investimentos externos, e o lançamento do ChatGPT no fim de 2022 consolidou seu sucesso global.

O desfecho do caso ocorre em um momento crítico. A OpenAI prepara uma possível abertura de capital que pode elevar seu valor de mercado para US$ 1 trilhão.

Do outro lado, a xAI de Musk tenta diminuir a distância tecnológica para o ChatGPT, enquanto a SpaceX também planeja seu IPO (oferta pública de ações).

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Aperto no orçamento leva brasileiros a buscar renda extra, e maioria diz não conseguir pagar contas, aponta Datafolha

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 08:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%MoedasDólar ComercialR$ 4,998-0,1%Dólar TurismoR$ 5,2030,09%Euro ComercialR$ 5,8570,18%Euro TurismoR$ 6,1100,33%B3Ibovespa190.745 pts-0,33%Oferecido por

Quase metade da população buscou alguma fonte extra de dinheiro diante do orçamento apertado, segundo levantamento do Datafolha lançado nesta domingo (26).

Ao mesmo tempo, a maioria afirma que o que ganha hoje não é suficiente para cobrir despesas básicas.

Os dados indicam que 59% dos entrevistados sentem que a renda familiar não dá conta do dia a dia, enquanto cerca de 45% recorreram a trabalhos adicionais — formais ou informais — para complementar o orçamento.

O movimento é mais intenso entre famílias de baixa renda. Entre quem ganha até dois salários mínimos, a percepção de insuficiência chega a aproximadamente 73%.

A dificuldade de pagar as contas tem empurrado brasileiros para fora da renda principal. Nos últimos meses, quase metade da população buscou alguma fonte extra de dinheiro diante do orçamento apertado, segundo levantamento do Datafolha lançado neste domingo (26).

Ao mesmo tempo, a maioria afirma que o que ganha hoje não é suficiente para cobrir despesas básicas.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas em 117 municípios nos dias 8 e 9 de abril. Os dados indicam que 59% dos entrevistados sentem que a renda familiar é insuficiente para pagar despesas, enquanto cerca de 45% recorreram a trabalhos adicionais — formais ou informais — para complementar o orçamento.

O movimento é mais intenso entre famílias de baixa renda. Entre quem ganha até dois salários mínimos, a percepção de insuficiência chega a aproximadamente 73%.

Esse grupo também aparece com maior pressão para buscar alternativas, como serviços temporários, vendas informais e atividades por conta própria.

O levantamento também mostra deterioração recente nos ganhos, com cerca de 40% dos entrevistados relatando queda na renda familiar nos últimos meses.

A perda é mais frequente entre pessoas de 35 a 44 anos, faixa etária em que quase metade (49%) afirma ter visto o orçamento encolher.

Segundo a pesquisa, isso ocorre porque esses grupos tendem a estar mais inseridos no mercado de trabalho e, portanto, têm mais oportunidades — ainda que muitas vezes precárias — de ampliar os ganhos.

Dados do Datafolha indicam que as mulheres lidam com mais dificuldade para fechar as contas e têm uma percepção mais negativa sobre a própria situação econômica.

As mulheres aparecem com maior frequência entre quem afirma que a renda não cobre despesas básicas e também lideram entre os que classificam a vida financeira como ruim ou péssima.

O impacto desse cenário vai além do bolso: elas relatam mais insegurança, desânimo e preocupação com dinheiro do que os homens.

Os números reforçam essa diferença. Cerca de 44% das mulheres dizem ter humor financeiro ruim ou péssimo, ante 36% dos homens. No geral, quatro em cada dez brasileiros demonstram algum nível de insatisfação com suas finanças.

Parte dessa desigualdade está ligada à renda. Mulheres seguem mais concentradas nas faixas salariais mais baixas e, em média, ganham menos — com diferenças que podem chegar a cerca de 30% em cargos de liderança. Além disso, têm menor participação no mercado de trabalho, o que reduz as possibilidades de ampliar ganhos.

O endividamento também pesa mais. Um percentual maior de mulheres afirma estar negativado, sinalizando maior dificuldade para manter as contas em dia.

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PIS/Pasep: Caixa libera novo lote do dinheiro esquecido nesta segunda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 01:10

Trabalho e Carreira PIS/Pasep: Caixa libera novo lote do dinheiro esquecido nesta segunda Veja quem recebe nesta rodada, como consultar os valores esquecidos e o calendário para os próximos pagamentos. Por Redação g1 — São Paulo

Um novo lote de pagamento relativos ao dinheiro esquecido no antigo fundo PIS/Pasep será pago nesta segunda-feira (27). Dessa vez, o dinheiro destinado a quem solicitou o ressarcimento até 31 de março.

Já quem pedir o ressarcimento até quinta-feira (30) receberá o dinheiro em 25 de maio, conforme o calendário divulgado pelo governo. (Veja abaixo como consultar, pedir o ressarcimento e quando receber)

🔎 O antigo fundo PIS/Pasep era usado para incrementar a renda de trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos entre 1971 e 1988. Ele é diferente do abono salarial PIS/Pasep pago atualmente.

O trabalhador pode checar se tem valores a receber por meio do site Repis Cidadão ou pelo aplicativo do FGTS.

Segundo o governo, o saldo médio disponível para saque é de R$ 2,8 mil por pessoa, mas o montante varia conforme o tempo trabalhado e o salário recebido na época. Os valores estão corrigidos pela inflação.

A plataforma Repis Cidadão também ensina o procedimento para retirar o dinheiro, inclusive com orientações específicas para herdeiros, no caso de falecimento do beneficiário. Para acessá-la, é necessário ter conta gov.br nos níveis prata ou ouro.

Se o ressarcimento não for solicitado até setembro de 2028, os valores serão definitivamente incorporados ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de saque.

Como consultar se tenho dinheiro esquecido?Como saber o número do PIS/NIS?Como pedir o ressarcimento dos valores?Quando vou receber?O que é o antigo PIS/Pasep?

REPIS Cidadão, site lançado pelo Ministério da Fazenda para facilitar consulta e saque do antigo PIS/Pasep — Foto: Reprodução

Acesse o site http://repiscidadao.fazenda.gov.br/;Clique em "entrar com gov.br". Se você não tiver uma conta no sistema do governo federal, veja aqui como fazer;Faça login com seu CPF e senha, e clique em "autorizar";Informe o NIS (Número de Identificação Social) do beneficiário. O número é o mesmo do PIS e pode ser encontrado em vários lugares (leia mais abaixo); Clique em "pesquisar". E, se você tiver valores a receber, o site vai orientá-lo sobre as próximas etapas.

NIS é a sigla para Número de Identificação Social. O documento é uma sequência de 11 dígitos disponibilizada pela Caixa Econômica Federal.

Esse cadastro é necessário tanto para quem trabalha com carteira assinada como para quem quer ter acesso a programas sociais, como o Bolsa Família.

Os números do NIS e do PIS (Programa de Integração Social) são os mesmos. A diferença está na origem deles: enquanto o NIS é gerado no momento em que alguém passa a usar benefícios sociais, o PIS é gerado quando a carteira de trabalho é assinada pela primeira vez.

O NIS pode ser consultado tanto de forma física quanto digital em diversos canais do governo. Veja a seguir:

Extrato do FGTS: é possível conferir o número do PIS dentro de um dos contratos registrados no aplicativo.Cartão Cidadão: o número do NIS está identificado logo abaixo do nome do beneficiário e acima da data de emissão do cartão.Meu INSS: no site, o número do NIS aparece como NIT, na parte dos dados cadastrais. A consulta também pode ser feita pelo telefone da Previdência Social (135), de segunda a sábado, das 7h às 22h.CadÚnico: é possível encontrar o NIS após preencher informações pessoais no site CadÚnico ou pelo aplicativo.

O trabalhador pode protocolar o pedido de ressarcimento em uma agência da Caixa Econômica Federal ou fazer a solicitação pelo aplicativo do FGTS.

Ele vai precisar fazer login no app, acessar a opção "mais", "ressarcimento PIS/Pasep" e seguir as orientações para anexar os documentos exigidos.

Se o pedido for feito pelo próprio beneficiário, basta que ele tenha em mãos um documento de identidade oficial.

Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

Após a solicitação, a Caixa vai analisar o pedido e enviar as informações ao Ministério da Fazenda. O pagamento será realizado diretamente na conta bancária do interessado na Caixa ou por meio de conta poupança social digital, de acordo com o calendário a seguir.

O Programa de Integração Social (PIS) foi criado em 1970 para incrementar a poupança individual dos trabalhadores do setor privado.

Logo depois, o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) foi lançado para servidores públicos civis e militares, inspirado no mesmo princípio.

Em 1975, os recursos dos dois programas foram transferidos para um único fundo: o Fundo PIS-Pasep, que parou de funcionar 1988, quando foi substituído pelo abono salarial atual.

Em 2020, as cotas do fundo que não haviam sido sacadas foram transferidas para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, três anos depois, para uma conta única do Tesouro Nacional.

Desde então, a Caixa abriu para que os trabalhadores com dinheiro esquecido na conta peçam o ressarcimento dos valores.

▶️ O abono salarial atual — uma espécie de 14º salário, no valor de até um salário mínimo — é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada e servidores públicos que atendem aos requisitos do programa.

Neste ano, têm direito ao abono pessoas que trabalharam durante pelo menos 30 dias em 2023 e receberam até dois salários-mínimos por mês. Veja aqui todas as regras e o calendário de pagamentos.

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Dia do Trabalhador: 1º de maio é feriado? Ganho em dobro se trabalhar? Saiba o que diz a lei

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/04/2026 01:10

Trabalho e Carreira Dia do Trabalhador: 1º de maio é feriado? Ganho em dobro se trabalhar? Saiba o que diz a lei Quem for escalado para trabalhar na data tem alguns direitos assegurados, como pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

O Dia do Trabalhador, em 1º de maio, é feriado nacional e pode garantir um “feriadão” prolongado para quem folga aos fins de semana.

A data tem origem em uma greve nos Estados Unidos, que reivindicava jornada de 8 horas e melhores condições de trabalho.

Quem for escalado para trabalhar tem direito a pagamento em dobro ou folga compensatória, conforme a lei.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado “feriadão” prolongado que chega na próxima sexta-feira (1º): o Dia do Trabalhador. A data, considerada feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

O Dia do Trabalhador entrou para a história após uma greve operária nos Estados Unidos, durante a Revolução Industrial, que reivindicava a jornada de 8 horas diárias e melhores condições de trabalho.

Como a data cai em uma sexta-feira, quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo.

Enquanto alguns terão a oportunidade de aproveitar o tempo livre, outros seguirão trabalhando normalmente. A legislação trabalhista autoriza o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais (veja quais abaixo).

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar no feriado tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória. O g1 conversou com especialistas em direito trabalhista para explicar como funcionam as regras.

🤔 Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?⚖️ Quais são os meus direitos?💰 Remuneração em dobro ou folga? Quem define?❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa?⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?✍🏼 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?📆 Quais são os próximos feriados de 2026?

Sim. Apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos.

Para quem é obrigado a trabalhar no feriado, a legislação garante o pagamento da remuneração em dobro ou compensação com folga em outro dia.

" Havendo banco de horas também poderão ser lançadas estas horas de trabalho, nos termos do acordo individual ou coletivo", explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do A. C Burlamaqui Consultores.

A definição do tipo de compensação (seja através do pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória) geralmente é determinada durante o acordo que feito entre empregador e sindicato.

Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação.

"O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório", afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados.

"Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada", afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista.

Com isso, a demissão por justa causa geralmente segue um processo que deve incluir uma soma de advertências escritas e tentativas de correção de comportamento.

Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada.

"A falta injustificada deve ser repreendida, no entanto, para fins de justa causa necessário que outros sejam analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função desempenhada pelo empregado, por exemplo", completa a advogada trabalhista Elisa Alonso.

As regras básicas sobre trabalho em feriados aplicam-se tanto a empregados fixos quanto temporários, incluindo o direito ao pagamento em dobro ou folga compensatória.

No entanto, contratados por meio de vínculo de trabalho temporário podem ter pré-condições específicas.

Para o trabalhador que é contratado em regime de trabalho intermitente (previsão legal inserida na CLT pela Reforma Trabalhista de 2017), o pagamento em feriados deve ser acordado no momento da admissão.

O contrato deve especificar o valor da hora de trabalho, que já deve considerar os adicionais devidos por trabalho em feriados ou horas extras.

Dessa forma, o trabalhador intermitente receberá o valor que foi combinado para os dias trabalhados, incluindo feriados, aponta o advogado Luís Nicoli.

Depois de abril, a próxima possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local.

Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou a uma folga compensatória.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

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Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 08:22

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP Lobo-guará que enfrentava quadro grave de sarna se recupera após ser resgatado pela Mata Ciliar, em Jundiaí (SP). Por Nosso Campo, TV TEM

Após o resgate, os animais contaminados passam por isolamento em quarentena para evitar a transmissão da doença a outros bichos atendidos no local.

Casos de sarna em animais silvestres crescem 700% nos últimos oito anos no interior de SP — Foto: TV TEM

Os casos de sarna em animais silvestres cresceram 700% em São Paulo nos últimos oito anos, segundo a associação Mata Ciliar, em Jundiaí. O aumento preocupa especialistas.

Um dos casos recentes é o de um lobo-guará resgatado em Pedreira (SP), em dezembro. O animal estava debilitado e com sarna. Ele passou por cirurgia e tratamento intensivo.

Segundo o veterinário Lucas Pereira de Jesus, a aproximação dos animais silvestres das áreas urbanas favorece o avanço da doença.

Equipes usam armadilhas fotográficas para identificar animais contaminados. Os principais sinais da sarna são queda de pelos e dificuldade para andar.

Depois do resgate, os animais ficam em quarentena para evitar a transmissão da doença a outros atendidos.

O lobo-guará de Pedreira é considerado um caso de sucesso. Ele passa por exames antes da última etapa da reabilitação. Segundo os veterinários, o trabalho em equipe e o uso da tecnologia foram essenciais para a recuperação.

Após o tratamento, os animais vão para áreas de adaptação gradual, onde recebem estímulos para voltar à natureza.

O lobo-guará está ameaçado de extinção e é essencial para o equilíbrio ambiental. Conhecido como “semeador da natureza”, ajuda na regeneração do cerrado ao espalhar sementes pelas fezes.

Especialistas alertam que o avanço de doenças urbanas sobre áreas de mata torna o combate à sarna em animais silvestres cada vez mais urgente.

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Salão de Pequim: marca de luxo da BYD mostra supercarro elétrico mais veloz que Ferrari; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 08:22

Carros Salão de Pequim: marca de luxo da BYD mostra supercarro elétrico mais veloz que Ferrari; VÍDEO O modelo está previsto para chegar ao Brasil ainda em 2026 e é compatível com um sistema de recarga capaz de levar a bateria de 10% a 97% em apenas 9 minutos. Por André Fogaça, g1 — Pequim, China

A Denza, marca de luxo da BYD, apresentou o Denza Z no Salão do Automóvel de Pequim. O supercarro entrega mais de 1.000 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em menos de dois segundos.

Embora seja um modelo chinês, o Denza Z carrega forte influência alemã. O projeto é assinado pelo designer Wolfgang Egger, ex-Audi, e essa herança europeia aparece em vários detalhes do carro.

Isso fica evidente no visual, que lembra uma mistura de modelos da Maserati e da Ferrari, e também no volante, que remete aos carros da Porsche.

Exibido na cor verde-claro durante o salão, o modelo pode ser conversível ou cupê e também conta com uma configuração voltada para uso em pistas.

Sob a carroceria, o Denza Z reúne o que há de mais avançado na eletrificação da chinesa. São três motores elétricos, que garantem tração integral e somam mais de 1.000 cv de potência, permitindo acelerações extremamente rápidas — a BYD não divulgou a potência exata.

A BYD não informa o tempo exato, mas o fato de a aceleração ser inferior a 2 segundos já coloca o Denza Z à frente da Ferrari SF90 Stradale, que até então era considerada a mais rápida da marca italiana, com 0 a 100 km/h em 2,5 segundos.

O modelo tem quatro bancos e acabamento em fibra de carbono, material que também está presente no console central elevado.

A identidade chinesa também se revela na central multimídia, que tem aspecto flutuante e dimensões generosas, semelhantes às vistas em modelos da BYD.

O Denza Z é equipado com a suspensão magnética DiSus-M, a versão mais avançada do sistema de direção semi-autônoma da BYD e um conjunto de baterias compatível com o carregamento mais rápido oferecido pela marca.

Apesar de ter sido apresentado no Salão do Automóvel de Pequim, o lançamento mundial do supercarro está marcado para julho, na Inglaterra, durante o Goodwood Festival of Speed.

Só depois o Denza Z será lançado na China. Segundo a BYD, o supercarro chegará ao Brasil no segundo semestre de 2026.

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O que são os sites de ‘apostas sobre tudo’ que têm irritado bets esportivas no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 05:50

Tecnologia O que são os sites de 'apostas sobre tudo' que têm irritado bets esportivas no Brasil Plataformas como Kalshi e Polymarket, que permitem apostar na probabilidade de quase qualquer evento, de eleições a preços de ativos financeiros, crescem, desafiam a regulação e geram disputa com casas de apostas. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

Plataformas de mercados de previsão permitem apostar na probabilidade de eventos diversos e crescem no Brasil, incomodando casas de apostas esportivas.

Diferente das bets, funcionam com compra e venda de contratos entre usuários, com preços baseados na chance de um evento ocorrer.

O setor ainda não é regulamentado no país, mas é tema de estudos do governo. Casas de apostas defendem que essas plataformas sigam as mesmas regras da lei das bets.

Advogados avaliam que os mercados de previsão não se enquadram na lei de bets e que, para obrigá-los a seguir as mesmas regras, será necessário alterar a legislação.

Quem será a pessoa mais rica do mundo no final do ano? Por quanto tempo Nicolás Maduro seguirá preso? O regime do Irã cairá em duas semanas? Estas são algumas das perguntas apresentadas em sites que permitem especular sobre praticamente tudo.

Esportes, economia, política e até clima: os chamados mercados de previsão têm várias opções para usuários tentarem ganhar dinheiro apostando na probabilidade de um evento acontecer.

❓ Um mercado de previsão é uma plataforma de compra e venda de contratos baseados em palpites sobre eventos futuros. Cada contrato tem um preço baseado na chance de o evento acontecer e paga um valor caso ele se concretize. Quanto menor a probabilidade, menor o preço e maior o retorno para quem acertar.

As casas de apostas que atuam no Brasil alegam que os mercados de previsão devem seguir as regras previstas pela lei de bets, que exige, entre outros pontos, uma licença de R$ 30 milhões para operar no país.

Os mercados de previsão mais conhecidos são a Kalshi, avaliada em US$ 11 bilhões, e a Polymarket, que vale US$ 9 bilhões.

A Kalshi se tornou mais conhecida no Brasil após sua cofundadora, a mineira Luana Lopes Lara, virar a bilionária mais jovem do mundo a construir sua própria fortuna. Ela tem 12% da empresa e fortuna de US$ 1,3 bilhão, segundo a Forbes.

O Ministério da Fazenda afirmou ao g1 que, pela lei, as empresas se enquadram como plataformas de mercado de previsão e que o setor é tema de estudos preliminares de sua Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).

"Cabe citar que, no momento, não há empresas brasileiras formalmente autorizadas pela SPA a atuar nesse segmento", disse o ministério.

"Quaisquer outras avaliações regulatórias sobre o assunto dependem da conclusão das análises técnicas em curso e serão conduzidas em articulação com os órgãos competentes, entre eles a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no intuito de análise acerca de eventuais interfaces regulatórias", completou.

Nesta semana, o Banco Central do Brasil tornou pública uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe a oferta e a negociação, no país, de apostas de previsões atreladas a eventos esportivos, jogos on-line e temas políticos, eleitorais, sociais, culturais ou de entretenimento.

Na prática, a regra impede Kalshi e Polymarket de oferecer apostas que não sejam ligados à economia — o que restringe bastante a amplitude do mercado de previsões.

As plataformas de mercados de previsão têm sites parecidos, em que perguntas e suas probabilidades para cada desfecho são destacadas logo na página inicial.

Ao clicar em uma pergunta, o usuário é direcionado para uma nova página com as opções de aposta — por exemplo, o barril do petróleo atingirá US$ 200 (cerca de R$ 1.000) até o final de abril?

A partir da escolha de "sim" ou "não", a plataforma indica quanto pagará caso o palpite esteja certo. O pagamento é feito pela carteira digital da conta, que pode ter saldo com transferências bancárias ou criptomoedas.

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável, que representa as bets, disse ter feito um pedido formal para mercados de previsão serem classificados como apostas.

A entidade defende que empresas como Kalshi e Polymarket fiquem sob a regulação coordenada de SPA, CVM, Banco Central, Secretaria Nacional do Consumidor e Conar, que faz a autorregulação do mercado publicitário.

"Apostas em desdobramentos esportivos são apostas independentemente do formato. Se um mercado de previsão quer comercializar apostas esportivas, ele tem que aplicar para uma licença na SPA. Senão, está fora do enquadramento nacional, está cometendo um crime", defendeu André Gelfi, presidente do IBJR.

O g1 entrou em contato com a Kalshi e a Polymarket, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

Na avaliação de Gelfi, os mercados de previsão operam sem qualquer tipo de controle no Brasil. "Tem pesquisa eleitoral sendo feita de forma velada, gente apostando em desgraça. Do ponto de vista ético, é no mínimo polêmico o modelo de negócios dos mercados de previsão".

Brasileiros gastam até R$ 30 bilhões por mês em bets, segundo o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em uma audiência da CPI das Apostas Esportivas, em abril de 2025.

Um terço dos apostadores brasileiros têm perfil de jogo de risco ou problemático, de acordo com um estudo publicado em abril de 2025 pela Universidade Federal de São Paulo, em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O vício em apostas online atinge milhões de brasileiros e já é considerado problema de saúde pública. — Foto: Reprodução/TV Verdes Mares

Os mercados de previsão não se enquadram na definição de casas de apostas prevista na lei de bets, aprovada em 2018 e regulamentada em 2023, segundo dois advogados ouvidos pelo g1.

Para exigir que empresas como Kalshi e Polymarket sigam as mesmas regras para bets, seria preciso fazer ajustes na lei, explicou Hélio Ferreira Moraes, sócio da área digital do escritório PK Advogados.

"Quando você faz uma aposta contra a bet, ela tem as previsões e faz o pagamento. É o que chamamos de apostar contra a casa. Nos mercados de previsão, são contratos", afirmou.

"Os mercados de previsão funcionam como mercados descentralizados, onde o valor dos contratos emerge da interação entre os participantes, se aproximando do funcionamento de bolsas de valores", disse Moraes.

As plataformas de mercados de previsão estão em uma situação parecida com a das bets antes da lei para o setor no Brasil, analisou o advogado Gustavo Biglia, sócio do escritório Ambiel Advogados e especialista em regulação de apostas esportivas e jogos online.

"Como não tem regulamentação, a gente parte do pressuposto jurídico de que o que não é proibido, é permitido. A diferença é que elas estão atuando fora, sem qualquer tipo de fiscalização e sem pagar imposto no Brasil", disse Biglia.

"Outro conflito entre os dois mercados é identificar a legitimidade para colocar um contrato de opção dentro de uma aposta esportiva. O Brasil delimita quem pode vender esse tipo de produto".

Os mercados de previsão são parecidos com as bets esportivas, mas não são idênticos, argumenta a Kalshi em seu site. Segundo a empresa, uma das diferenças é que os seus usuários apostam entre si, enquanto, na bets, as apostas são contra a casa.

A plataforma alega ainda que os preços são definidos a partir da compra e venda de contratos. E que fatura a partir de taxas cobradas em cada uma dessas transações.

"Os preços refletem as crenças agregadas dos investidores com participação direta no mercado, atraindo pessoas com conhecimento genuíno do setor", diz a Kalshi, lançada no Brasil em março por meio de uma parceria com a empresa de investimentos XP.

A XP afirma que sua corretora Clear atua como facilitadora do acesso e que a criação, a operação, a precificação e a liquidação dos contratos são de responsabilidade da Kalshi.

O banco BTG Pactual lançou em março o BTG Trends, uma plataforma de mercado de previsões exclusiva a assuntos financeiros. E a B3 lançará em 27 de abril contratos de eventos baseados na variação de índices da bolsa de valores, do dólar e do bitcoin.

Os mercados de previsão foram usados recentemente para especular sobre ações militares no Irã e na Venezuela. Regras financeiras dos Estados Unidos proíbem contratos sobre guerra.

Um investidor anônimo ganhou R$ 2 milhões em janeiro por apostar na derrubada de Nicolás Maduro. O lucro foi alto porque o contrato foi feito antes mesmo da divulgação da operação militar dos EUA que levou a prisão do então presidente venezuelano.

Com preocupações sobre o uso de informações privilegiadas para apostar em eventos futuros, a Casa Branca orientou funcionários a não usarem discussões internas para especularem nas plataformas.

Nos Estados Unidos, eles estão sob supervisão da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), órgão nacional que se aproxima da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Mas lá também há polêmicas: em janeiro, um juiz de Massachusetts determinou que a Kalshi não pode oferecer contratos sobre eventos esportivos no estado por entender que a plataforma viola regras locais sobre jogos de azar.

Em março, a Justiça de Nevada determinou a suspensão da plataforma por concluir que ela não tem licença para operar atividades de aposta no estado.

O estado do Arizona foi outro que processou a empresa por argumentar que ela opera no mercado de apostas, proibido pela lei estadual. Mas a Justiça federal dos EUA derrubou a ação após concluir que a plataforma deve ser regulada nacionalmente pela CFTC.

A empresa disse que não é uma casa de apostas. "Estados como o Arizona querem regular individualmente uma bolsa de valores nacional e estão tentando todos os artifícios possíveis para conseguir isso", afirmou.

O presidente da CFTC, Mike Selig, demonstrou apoio à Kalshi. Nomeado ao cargo pelo presidente americano Donald Trump, ele afirmou que o estado do Arizona apresentou "um processo criminal totalmente inadequado".

Para Biglia, do escritório Ambiel Advogados, as plataformas oferecem uma porta para manipular apostas, o que as colocam em um mercado perigoso.

"Uma coisa é apostar no clima, se vai chover ou vai fazer sol. Outra é apostar quando Trump vai morrer. Você coloca a cabeça de alguém a prêmio por um determinado valor", afirmou.

Para Moraes, do PK Advogados, os riscos dos mercados de previsão são maiores por conta de sua área de atuação maior, o que exige o trabalho em conjunto de reguladores.

"Historicamente, essa coordenação no Brasil não é fácil. E esses temas multidisciplinares levantam essa dificuldade. Agora, o pior dos mundos é a gente não fazer regulação nenhuma", disse.

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‘Detox digital’: jovens ficam um mês sem smartphone e dizem se sentir melhor

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/04/2026 04:45

Tecnologia ‘Detox digital’: jovens ficam um mês sem smartphone e dizem se sentir melhor Jovens nos EUA passaram 30 dias com celulares simples e relatam mais foco, menos ansiedade e uma vida social mais ativa após a experiência. Por France Presse

Um grupo de jovens americanos trocou seus smartphones por celulares mais simples e mergulhou em uma desintoxicação digital.

A iniciativa faz parte de um movimento emergente entre jovens que buscam se libertar dos efeitos prejudiciais das redes sociais.

Antigos hábitos são difíceis de erradicar, e West – que trabalha como analista de dados para o sistema de metrô de Washington – comentou que frequentemente se flagrou enfiando a mão no bolso para pegar seu celular, apesar de não tê-lo trazido consigo.

Deslocar-se sem o Google Maps, deixar de deslizar o dedo no Instagram, guardar os fones de ouvido para ouvir o canto dos pássaros: durante um mês, um grupo de jovens americanos trocou seus smartphones por celulares mais simples e mergulhou em uma desintoxicação digital.

A iniciativa faz parte de um movimento emergente entre jovens que buscam se libertar dos efeitos prejudiciais das redes sociais.

"Estava esperando o ônibus e não sabia quando chegaria", lembrou Jay West, de 29 anos, que participou do desafio "Um mês offline", organizado por uma pequena startup, com o apoio de um grupo comunitário local.

Antigos hábitos são difíceis de erradicar, e West — que trabalha como analista de dados para o sistema de metrô de Washington — comentou que frequentemente se flagrava enfiando a mão no bolso para pegar o celular, apesar de não tê-lo trazido consigo.

"Às vezes me sentia entediado, e tudo bem!", lembrou, em uma tarde recente, em uma horta comunitária da cidade, onde os participantes da experiência se reuniram para compartilhar as dificuldades e as alegrias de se desconectarem. "Tudo bem ficar entediado", disse West.

Sentada ao seu lado estava Rachael Schultz, de 35 anos, que precisou pedir indicações a desconhecidos que passavam de bicicleta. Lizzie Benjamin, de 25 anos, tirou a poeira de antigos CDs que seu pai havia gravado para poder ouvir música sem recorrer ao Spotify.

Antes da desintoxicação, Bobby Loomis, de 25 anos, que trabalha no setor imobiliário, tinha dificuldades até mesmo para assistir a um episódio completo de uma série de TV sem checar o celular.

Há tempos, cientistas alertam que a dependência de celulares está associada à menor capacidade de atenção, a problemas de sono e à ansiedade.

Em uma decisão histórica no fim de março, um tribunal da Califórnia entendeu que Instagram e YouTube são responsáveis pela natureza viciante de suas plataformas.

Segundo pesquisa da YouGov realizada no ano passado, mais de dois terços das pessoas entre 18 e 29 anos gostariam de reduzir o tempo de uso de telas.

Há também novas ferramentas disponíveis: aplicativos, dispositivos para bloquear o aparelho e grupos — como o de Washington — que promovem a desintoxicação por um mês.

Nos campi universitários, popularizaram-se as "dietas" de redes sociais por várias semanas, e encontros sem telas entre amigos se tornaram tendência nas grandes cidades.

Prescindir do smartphone, ainda que por algumas semanas, leva a "maior bem-estar e melhor capacidade de manter a atenção", afirmou Kostadin Kushlev, pesquisador de psicologia da Universidade de Georgetown.

Josh Morin, um dos organizadores dos programas de desintoxicação em Washington, considera que simplesmente deixar de usar o telefone não é suficiente e que é essencial oferecer uma alternativa atraente.

O programa inclui uma sessão semanal de debate para os participantes em um bar de karaokê localizado em um bairro movimentado da capital americana.

"Para romper realmente com esse hábito, é preciso oferecer uma vida social, comunitária e enriquecedora", destacou Morin.

A iniciativa "Um mês offline" foi lançada há um ano por um grupo comunitário e agora é administrada pela empresa Dumb.co.

Participar custa cerca de US$ 100 (aproximadamente R$ 500) por pessoa, valor que cobre o empréstimo de um celular antigo pré-carregado com ferramentas essenciais — para chamadas telefônicas, mensagens de texto e o aplicativo Uber —, sincronizadas com o smartphone do usuário.

Até agora, a startup avançou a passos lentos e espera superar a marca de mil participantes em maio. Mas especialistas vislumbram uma tendência mais ampla.

Graham Burnett, professor de história na Universidade de Princeton, acredita que o movimento pode estar no "amanhecer de um movimento autêntico", semelhante ao surgimento da onda ecologista, na década de 1960, que levou a importantes leis de proteção ambiental.

Kendall Schrohe, de 23 anos, funcionária de uma organização de vigilância da privacidade digital, concluiu o programa de desintoxicação em Washington em janeiro.

Agora, ela consegue se orientar pelo bairro sem depender do Google Maps, eliminou a conta no Instagram e organizou o próprio grupo de "sobriedade digital".

"Adotei uma perspectiva otimista e sinto que realmente estamos diante do começo de algo importante", comentou.

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