RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após tarifaço de Trump, Lula discute acordo China-Mercosul com Xi Jinping

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 08:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%Oferecido por

O presidente Lula e o líder chinês, Xi Jinping, conversaram por telefone no domingo (26). Eles defenderam a cooperação bilateral e o acordo entre Mercosul e China.

O contato ocorreu dias após os Estados Unidos implementarem uma tarifa de 25% sobre exportações brasileiras e anunciarem uma nova taxa de 12,5%.

A China ressaltou que ambos devem se posicionar "firmemente do lado certo da história" e apoiar o Brasil na defesa de sua soberania.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da China, Xi Jinping, conversaram por telefone na noite de domingo (26) e defenderam o aprofundamento da cooperação bilateral em áreas estratégicas, além da aceleração das negociações para um acordo entre o Mercosul e a China.

Em nota, o governo brasileiro afirmou que a ligação durou mais de uma hora e tratou "da implementação das sinergias entre os projetos nacionais de desenvolvimento dos dois países".

"O presidente Lula ressaltou que seu governo segue comprometido com a diversificação de mercados e parceiros comerciais. Ambos coincidiram a respeito da importância de acelerar as tratativas para um acordo MERCOSUL-China, que contemple as necessárias flexibilidades", diz ainda o comunicado.

A ligação telefônica veio poucos dias após a entrada em vigor de uma nova tarifa de 25% implementada pelo governo de Donald Trump contra parte das exportações brasileiras.

Na semana passada, os Estados Unidos também anunciaram uma segunda tarifa, de 12,5%, contra 60 de seus parceiros comerciais — entre eles o Brasil —, sob a alegação de que teriam falhado em combater adequadamente o trabalho forçado.

A nota do Planalto não cita explicitamente o tarifaço como um dos temas discutidos na ligação entre Xi Jinping e Lula.

Em sua própria nota sobre a conversa, o governo chinês ressaltou que "diante de novas circunstâncias e desafios", Brasil e China devem se posicionar "firmemente do lado certo da história" e desempenhar um papel maior "na reforma e no aprimoramento do sistema de governança global, e na defesa da equidade e da justiça internacionais".

Ainda segundo Pequim, Xi teria afirmado na ligação que a China valoriza muito "o status internacional e a importante influência do Brasil", e apoia o país "na defesa de sua soberania e independência, na oposição à interferência externa e na contribuição para a manutenção da paz e da estabilidade regional e mundial".

"Xi Jinping afirmou que a China está pronta para fortalecer ainda mais a coordenação estratégica bilateral e multilateral com o Brasil, mantendo assim o ímpeto positivo na construção de uma comunidade China-Brasil com um futuro compartilhado", diz a nota.

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Petróleo cai mais de 6% após pausa nos ataques entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 08:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%MoedasDólar ComercialR$ 5,081-0,06%Dólar TurismoR$ 5,282-0,19%Euro ComercialR$ 5,777-0,13%Euro TurismoR$ 6,020-0,24%B3Ibovespa174.042 pts-1,52%Oferecido por

O preço do petróleo caiu nesta segunda-feira (27). A queda ocorre após Estados Unidos e Irã suspenderem temporariamente os ataques mútuos no fim de semana.

A pausa nos bombardeios reduziu as preocupações com o fornecimento global da commodity. O recuo das tensões também enfraqueceu o dólar perante outras moedas estrangeiras.

No domingo (26), o embaixador americano na ONU afirmou que Donald Trump dá espaço ao diálogo. Em resposta, o governo iraniano suspendeu seus bombardeios de retaliação.

Nesta segunda-feira (27), o Irã negou qualquer negociação em andamento com Washington. O porta-voz do país refutou que Teerã tenha solicitado conversas com o governo americano.

Apesar do alívio, a Guarda Revolucionária do Irã interceptou navios no Estreito de Ormuz. A passagem concentra cerca de 20% das exportações mundiais de petróleo.

Os preços do petróleo caem forte nesta segunda-feira (27), depois que Estados Unidos e Irã interromperam temporariamente a troca de ataques no fim de semana.

A pausa aumentou a expectativa de que os dois países possam evitar uma nova escalada do conflito, reduzindo o temor de problemas no fornecimento mundial de petróleo.

🔍 Por volta das 7h48 (horário de Brasília), o barril do petróleo Brent, referência internacional usada pelo Brasil, recuava cerca de 6,68%, sendo negociado perto de US$ 85. O petróleo WTI, referência nos Estados Unidos, também registrava queda superior a 6%, cotado a US$ 83,26.

Em Wall Street, os contratos futuros do S&P 500 subiam cerca de 1%, enquanto os do Nasdaq avançavam aproximadamente 1,6% e os do Dow Jones, 1%. Na Europa, o índice Stoxx 600 ganhava cerca de 0,7%, com destaque para ações de companhias aéreas e do setor de turismo, beneficiadas pela expectativa de combustíveis mais baratos. Em contrapartida, empresas de petróleo registravam perdas com a queda do preço do barril.

O euro avançava cerca de 0,3% em relação à moeda americana, enquanto o dólar recuava aproximadamente 0,2% frente ao iene japonês. A melhora no apetite por risco também reduziu a busca por ativos considerados mais seguros.

Na semana passada, o petróleo disparou com o agravamento do conflito entre EUA e Irã. O mercado temia que os confrontos afetassem a produção e o transporte da commodity, o que reduziria a oferta e faria os preços subirem.

Agora, a pausa nos ataques diminuiu parte dessa preocupação. Investidores passaram a apostar que o conflito pode ser resolvido por meio da diplomacia, ainda que não exista um acordo de paz.

No domingo (26), o embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, afirmou que o presidente Donald Trump está dando "algum espaço ao diálogo" com o Irã. Em resposta, o governo iraniano informou que também suspendeu seus ataques de retaliação enquanto os americanos mantiverem a pausa.

Apesar disso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta segunda-feira que não há negociações em andamento entre os dois países e negou que Teerã tenha solicitado conversas com Washington.

Mesmo com a redução das tensões, o mercado continua atento à situação no *Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo.

A passagem é responsável por cerca de 20% das exportações globais da commodity. Nas últimas 24 horas, segundo a imprensa estatal iraniana, seis navios foram impedidos pela Guarda Revolucionária de atravessar o estreito após tentarem utilizar uma rota considerada irregular.

No dia anterior, outros quatro navios também haviam sido interceptados. Apesar da pausa nos bombardeios, a circulação de petróleo na região ainda enfrenta restrições, o que mantém parte da incerteza no mercado.

Além disso, continuam as preocupações com ataques de rebeldes houthis, aliados do Irã, a instalações ligadas ao petróleo na região do Mar Vermelho.

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O fazendeiro que quis abandonar o narcotráfico na Colômbia, mas não pôde

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 04:53

Agro O fazendeiro que quis abandonar o narcotráfico na Colômbia, mas não pôde Colombianos que cultivam a matéria-prima da cocaína lamentam a falta de apoio para ajudá-los a mudar de cultura. Por BBC

O agricultor Perea e outros produtores voltaram a cultivar coca na Colômbia após atrasos no apoio governamental. O plantio no país atinge o recorde de 250 mil hectares.

Lançado em 2017 após o acordo de paz com as Farc, o programa PNIS prometeu apoio financeiro a cerca de 100 mil famílias em troca da erradicação.

A iniciativa perdeu força em 2018 sob Iván Duque. Apesar de atrasos, a agricultora Doralba Bejarano relatou melhorias após a posse de Gustavo Petro em 2022.

O pesquisador Michael Weintraub aponta que a demanda internacional por cocaína e a atuação de grupos armados rurais mantêm o cultivo ativo em território colombiano.

No ano passado, o governo iniciou o programa RenHacemos para corrigir falhas do PNIS. A nova estratégia prevê diversificar economias locais e melhorar a infraestrutura regional.

O agricultor de coca Perea diz que não recebeu o apoio financeiro necessário para deixar de cultivar a planta — Foto: BBC

Quando Perea parou de cultivar coca, a matéria-prima usada para produzir cocaína, ele jurou nunca mais plantá-la.

Ele arrancou os arbustos verdes de sua pequena propriedade em uma área remota da província de Meta, na Colômbia — acessível apenas por via fluvial — e os substituiu por culturas legais, como mandioca e banana.

Perea foi um dos milhares de agricultores que aderiram a um programa governamental de substituição de cultivos, criado para ajudá-los a abandonar o plantio de coca.

No entanto, grande parte da assistência prometida nunca chegou, e a falta de estradas, somada às inundações recorrentes, dificultava a venda de sua produção.

Em 2024, desiludido, ele voltou a cultivar coca. "É uma tragédia", diz Perea. "Mas, quando você tem filhos e não tem trabalho, que escolha lhe resta? Se a ajuda nunca chega, você volta a cultivar a planta."

A folha de coca é uma cultura ancestral tradicionalmente usada por comunidades indígenas em chás e medicamentos. No entanto, hoje, a maior parte dela é processada para a produção de cocaína. Estima-se que 70% da oferta global dessa droga ilegal provenha da Colômbia.

"A coca apresenta algumas vantagens importantes em relação a outras culturas", afirma Lucas Marín Llanes, pesquisador colombiano especializado na economia da coca e em estratégias de substituição de cultivos. "As colheitas são rápidas — os agricultores conseguem realizar três ou quatro por ano —, o transporte é mais fácil e eles sabem por qual preço venderão."

Pesquisas das quais Marín participou indicam que o cultivo de coca também pode impulsionar as economias locais, tendo elevado o PIB municipal em até 10% em algumas áreas entre 2014 e 2019.

Programas de substituição foram criados para ajudar os agricultores colombianos de coca a abandonar essa cultura e desenvolver meios de subsistência legais.

Contudo, atualmente, o plantio de coca atinge níveis recordes, ultrapassando 250 mil hectares, e muitos colombianos participantes desses programas relatam sentir-se decepcionados.

Elena Hernández mudou-se para a região de cultivo de coca de Guaviare durante o "boom" da década de 1990, atraída por uma remuneração melhor. "Havia mais dinheiro naquela época; via-se isso em toda parte", diz ela. "Consegui economizar e comprar uma casa pequena."

Mas a indústria da coca também trouxe violência e insegurança. Grupos armados disputavam o controle, enquanto o governo tentava conter a produção por meio da erradicação manual, fumigação aérea e prisões.

Esses esforços cortaram a renda das famílias, mas não conseguiram impedir o cultivo. Por isso, quando um programa nacional de substituição foi lançado pelo governo da época, em 2017, Hernández não hesitou em aderir, juntando-se a cerca de 100 mil famílias às quais foi prometido apoio financeiro em troca de abandonar o cultivo de coca.

Cada família deveria receber 36 milhões de pesos colombianos, hoje equivalentes a cerca de R$ 57 mil, pagos ao longo de dois anos.

"Da forma como nos foi apresentado, parecia muito promissor para o desenvolvimento do nosso território", diz Hernández.

Conhecida como Programa Nacional Integral de Substituição de Cultivos Ilícitos (PNIS), a iniciativa surgiu do acordo de paz de 2016 entre o governo e o maior grupo guerrilheiro da Colômbia, as FARC.

Em troca da erradicação de suas plantações de coca, os agricultores também receberiam apoio técnico — inclusive de agrônomos — e orientações sobre o manejo do solo.

Embora já existissem programas de substituição anteriormente, eles tinham alcance limitado. O PNIS foi a tentativa mais ambiciosa até o momento — e, a princípio, parecia estar funcionando.

Em partes do sul de Meta e em Guaviare, as plantações de coca foram substituídas por limoeiros, cultivos de banana e pequenas criações de animais. Muitos agricultores, como Hernández, mantiveram-se afastados da coca.

"O governo não estava muito comprometido conosco, agricultores. Fomos maltratados", explica Hernández, apontando problemas que surgiram logo no início.

Houve atrasos nos pagamentos e, com frequência, o apoio técnico não se concretizava. A presença estatal precária nas áreas rurais e a falta de coordenação entre os órgãos faziam com que o apoio muitas vezes não chegasse às comunidades.

O ímpeto do programa diminuiu à medida que as prioridades políticas mudaram. Iván Duque, que assumiu a presidência da Colômbia em 2018, redirecionou a abordagem do governo para estratégias de erradicação e segurança.

Quando o atual presidente, Gustavo Petro, assumiu o cargo em 2022, o PNIS estava atrasado e enfrentava dificuldades para chegar às comunidades.

Doralba Bejarano diz que tem tranquilidade após deixar de cultivar folhas de coca para a indústria da cocaína — Foto: BBC

Mas alguns agricultores relataram melhorias. Para Doralba Bejarano, de Puerto Rico, no sul de Meta, a situação melhorou à medida que o apoio, antes paralisado, começou a chegar.

"Antes do programa, vivíamos aterrorizados", diz ela. "Tínhamos que esconder a pasta de coca porque a polícia e os militares nos prendiam."

A pasta de coca é uma forma mais concentrada da planta, usada na produção de cocaína, o que permite aos produtores ganhar mais do que com a venda das folhas in natura.

Agora, ela diz ter tranquilidade: "Vou aonde quero. Não tenho motivos para me esconder." Conta que muitas pessoas de sua comunidade estão recebendo apoio do governo para promover e vender culturas que não são de coca, bem como outros produtos alimentícios.

Os desafios enfrentados pela substituição de cultivos também são impulsionados por forças que transcendem as fronteiras da Colômbia — a demanda contínua e enorme por cocaína nos EUA e na Europa, bem como o surgimento de novos mercados em outras regiões.

"Neste momento, há uma demanda crescente e, portanto, haverá oferta para atendê-la", afirma Michael Weintraub, codiretor do Centro de Estudos sobre Segurança e Drogas da Universidade dos Andes, sediado em Bogotá, a capital colombiana. "Isso significa que a Colômbia continuará cultivando coca em um futuro próximo."

Weintraub também descreve o cenário de segurança na Colômbia como "frágil", o que dificulta a atuação eficaz de programas de substituição em muitas áreas rurais.

Embora o acordo de paz de 2016 tenha levado à desmobilização de grande parte das FARC, outros grupos armados ocuparam o vácuo deixado, passando frequentemente a controlar rotas de tráfico e as economias locais.

O atual governo tem buscado enfrentar essa situação por meio de sua política de "Paz Total", que envolve negociações de paz com diversos grupos armados e facções criminosas. No entanto, analistas apontam que os avanços têm sido limitados.

No ano passado, o governo iniciou a implementação do RenHacemos — um programa de substituição que visa aproveitar a base do PNIS e, ao mesmo tempo, corrigir suas falhas — em áreas-piloto.

Além de oferecer apoio financeiro aos agricultores, o programa concentra-se na diversificação das economias locais, indo além da simples substituição da cultura agrícola. O suporte mais amplo incluirá melhorias na infraestrutura viária, acesso ao ensino superior, conectividade digital e melhores condições de moradia.

"A coca é um negócio", afirma Gloria Miranda, diretora do órgão governamental responsável pela substituição de cultivos ilícitos na Colômbia.

"É uma atividade criminosa, mas funciona como qualquer outro negócio. O RenHacemos visa substituir não apenas a planta de coca, mas toda a economia que a cerca — desde o processamento e a agroindústria até o transporte e a logística."

No entanto, para muitos analistas, persistem dúvidas sobre se tais abordagens podem gerar mudanças duradouras. Llanes afirma que o crescimento contínuo do cultivo de coca demonstra que as intervenções recorrentes não funcionaram.

Perea mostra-se cético quanto à possibilidade de receber, em breve, apoio do governo para abandonar o cultivo de coca — tanto ele quanto seus vizinhos.

"O Estado nos abandonou completamente", diz ele, em meio aos pés de coca que cercam seu barraco de madeira desgastada. "Vivemos um dia de cada vez; às vezes, até nos falta comida."

Por enquanto, ele diz que continuará cultivando coca — não por ser um criminoso, mas porque, segundo ele, essa é a sua única opção. "Nós não somos os traficantes; se eu fosse, não estaria vivendo como vivo."

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A inteligência artificial vai ajudar você no trabalho ou roubar seu emprego? Veja os cargos mais afetados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 03:51

Trabalho e Carreira A inteligência artificial vai ajudar você no trabalho ou roubar seu emprego? Veja os cargos mais afetados Empresas de IA fazem grandes promessas sobre substituir trabalhadores por suas ferramentas. Nossos gráficos mostram o que realmente está acontecendo. Por BBC

Empresas de inteligência artificial prometem substituir ou ampliar a mão de obra humana. Líderes globais investem quantias elevadas nessas ferramentas para economizar custos de pessoal.

Atualmente, grandes modelos de linguagem resolvem tarefas complexas de até 1 hora. Eles identificam falhas em contratos de criptomoedas e otimizam seus próprios sistemas.

Estudo de Stanford aponta queda de 2,7% no emprego de jovens após o ChatGPT. O índice atinge 12,8% em setores muito expostos, como finanças e software.

O consumo de tokens teve aumento impressionante em 2026 com uso de sistemas automáticos. Isso gerou contas astronômicas e racionamento do recurso.

Os custos elevados indicam limites para a automação do trabalho. Por isso, companhias migram para modelos chineses gratuitos e mais baratos.

Empresas de inteligência artificial (IA) estão fazendo grandes promessas sobre a capacidade de suas ferramentas de substituir a mão de obra humana. Alguns empregos serão automatizados, enquanto outros serão ampliados.

Os líderes das maiores empresas do mundo estão destinando quantias vultosas a essas ferramentas, em parte porque sabem que podem economizar com custos de pessoal.

"Estabilidade é a nova tendência de crescimento": é o que se diz sobre o tamanho das equipes, à medida que investidores questionam se as tarefas devem ser realizadas por novos contratados ou por exércitos de "agentes de IA" (trabalhadores virtuais encarregados de funções específicas, algumas das quais exigem qualificações consideráveis).

Se houver apenas um fundo de verdade nisso, todos seremos impactados, em diversos setores, e talvez isso aconteça mais cedo do que imaginamos.

Economistas ganhadores do Prêmio Nobel alertaram recentemente que o mundo "precisa agir agora" para garantir que a IA promova a elevação dos padrões de vida, em vez de causar o deslocamento de trabalhadores em larga escala.

Além disso, no mês passado, empresas de Londres relataram dificuldades em encontrar as competências necessárias, à medida que a IA transforma o mercado de trabalho. Ainda é cedo, mas já se observam alguns padrões notáveis ​​nos dados.

Este gráfico serve como referência no setor para avaliar como diversos modelos de IA conseguem realizar tarefas antes executadas por humanos — neste caso, envolvendo o uso e o desenvolvimento de software.

Essa métrica revelou que, há três anos, os grandes modelos de linguagem, chamados de LLMs, só conseguiam realizar com confiabilidade tarefas que humanos completavam em questão de segundos ou minutos. Atualmente, eles são capazes de executar tarefas bastante complexas que levam cerca de uma hora.

Hoje, alguns LLMs conseguem identificar falhas em contratos de criptomoedas e até mesmo desenvolver e otimizar o próprio modelo, atividades que exigiriam várias horas de trabalho humano.

A geração mais recente de modelos poderá começar a desenvolver a si mesma integralmente no próximo ano ou pouco depois.

Embora isso se restrinja à programação de software, observa-se um padrão semelhante — ainda em estágio inicial — em áreas como análise financeira, trabalhos jurídicos preliminares e até mesmo em algumas funções de nível inicial na indústria criativa.

As análises mais abrangentes disponíveis vêm dos Estados Unidos e utilizam dados de quatro anos sobre resultados de emprego por faixa etária em diversas ocupações — tanto nas mais expostas à IA (incluindo desenvolvedores de software e profissionais de atendimento ao cliente) quanto nas menos expostas (profissionais de saúde, cuidadores de crianças e cabeleireiros).

Uma análise da Universidade de Stanford, na Califórnia, aponta uma queda de 2,7% no nível de emprego entre jovens de 22 a 25 anos desde a popularização do ChatGPT. Esse índice chega a 12,8% nos setores mais expostos à IA, como finanças, software e indústrias criativas.

Nem todos os economistas concordam com essa conclusão, argumentando que outros fatores, como a alta das taxas de juros, podem explicar o fenômeno.

Há muitos outros fatores envolvidos, além das taxas de juros e até dos impostos. No entanto, vale destacar uma análise recente da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) sobre a diferença nas ofertas de emprego entre setores considerados altamente expostos (como telemarketing e serviços jurídicos) — segundo a metodologia específica da organização — e setores menos expostos (construção civil, limpeza e preparação de alimentos).

O Reino Unido foi significativamente afetado nessa métrica em um momento em que as taxas de juros estavam estáveis ​​ou sendo reduzidas.

O fenômeno também antecede o aumento da contribuição previdenciária, a chamada National Insurance, que aconteceu no ano passado.

Segundo a maioria dos indicadores internacionais, a concentração do setor de serviços no Reino Unido deixa o país exposto a possíveis perdas de empregos decorrentes da IA.

O uso de IA é medido em tokens, que são pequenos fragmentos de texto utilizados pelos sistemas de IA para compreender, analisar e gerar linguagem. Em média, um token equivale aproximadamente a três quartos de uma palavra em inglês.

Observou-se um aumento impressionante no uso de IA em 2026, e o crescimento no consumo de tokens superou amplamente a redução do custo por token.

As principais empresas do mundo que utilizam IA implementaram "rankings de consumo de tokens" para tentar fazer com que seus funcionários obtivessem o máximo possível de ganho de produtividade a partir dos modelos mais avançados.

Trilhões — e por vezes quadrilhões — de tokens foram consumidos nos últimos meses, principalmente em "uso de agentes", ou seja, por sistemas capazes de realizar tarefas automaticamente.

O problema é que isso gerou contas astronômicas, a ponto de muitas dessas empresas começarem a racionar o uso desses modelos.

Isso é importante. Pode indicar que existem limites para a quantidade de trabalho que pode ser automatizada. Os trabalhadores virtuais podem acabar saindo mais caros do que os humanos.

Tudo depende da tarefa. Um fator a ser observado, no entanto, é que muitas empresas — inclusive as ocidentais — estão migrando para formas de IA muito mais baratas, derivadas de modelos chineses disponibilizados gratuitamente no mercado.

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Empreendedora transforma paixão por cavalos em negócio itinerante que fatura R$ 60 mil por mês

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 27/07/2026 02:56

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Empreendedora transforma paixão por cavalos em negócio itinerante que fatura R$ 60 mil por mês Após criar uma escola de equitação com R$ 4 mil investidos, empreendedora transformou o negócio em cursos e imersões realizados em diferentes estados do país. Por PEGN

Após sonhar em ter um cavalo desde criança, a empreendedora abriu uma escola de equitação com R$ 4 mil e transformou a paixão em profissão.

Erros na gestão e na precificação marcaram o início da empresa, que foi profissionalizada com cursos e formação em gestão.

A procura de alunos de outros estados levou à mudança do modelo de negócio. Hoje, ela ministra cursos pelo Brasil e fatura, em média, R$ 60 mil por mês.

As imersões combinam técnicas de equitação e desenvolvimento pessoal, com foco no público feminino.

Quando criança, Maria Jordana ouviu dos pais que, para ter um cavalo, precisaria juntar dinheiro. A resposta não a desanimou. Com uma caixa de miçangas e linha de anzol, começou a produzir pulseiras para vender.

Era o primeiro passo de uma trajetória empreendedora que, anos depois, transformaria a paixão pelos animais em um negócio com faturamento médio mensal de R$ 60 mil. Natural de Goiás, Jordana construiu sua carreira em torno dos cavalos.

O sonho de infância se concretizou quando ganhou seu primeiro animal, o Silver. Mas logo veio uma das primeiras lições sobre escolhas e renúncias. Ao decidir competir na modalidade de três tambores, precisou vender o cavalo para comprar uma égua adequada às competições.

A decisão foi difícil, mas marcou uma filosofia que ela carrega até hoje. Anos depois, ao conquistar estabilidade financeira, conseguiu recomprar Silver e trazê-lo de volta para sua vida.

Empreendedora transforma paixão por cavalos em negócio itinerante que fatura R$ 60 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

O interesse pelos cavalos evoluiu para um projeto profissional. Com um investimento inicial de R$ 4 mil, valor acumulado a partir do estágio que fazia na época, Jordana abriu uma escola de equitação em Catalão (GO). O começo, no entanto, foi cheio de desafios.

Ela conta que precisou aprender na prática conceitos básicos de gestão, como precificação e administração financeira. Em vários momentos, cobrava abaixo do valor justo para conquistar clientes e acabava comprometendo a rentabilidade do negócio.

A virada aconteceu após um grave acidente. Durante um treinamento, um cavalo caiu sobre ela, causando uma fratura no quadril. O período de recuperação, que incluiu cadeira de rodas e meses de fisioterapia, tornou-se um momento de reflexão.

Enquanto estava afastada das atividades, começou a desenhar em um caderno o futuro da empresa. Ao voltar a caminhar, colocou em prática os planos para estruturar melhor a escola e investir na profissionalização do negócio.

A formação em Gestão de Empresas ajudou a consolidar esse processo. Paralelamente, Jordana buscou especializações na área equestre, incluindo cursos de gestão de centros equestres e estudos sobre horsemanship, método que busca compreender o comportamento dos cavalos e fortalecer a relação entre animal e cavaleiro sem o uso de técnicas coercitivas.

Empreendedora transforma paixão por cavalos em negócio itinerante que fatura R$ 60 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

Com o crescimento da escola, alunos de diferentes cidades passaram a procurá-la. O ponto de virada para um novo modelo de negócio aconteceu quando uma cliente do Mato Grosso a convidou para ministrar um curso a mais de 1.400 quilômetros de distância.

A experiência deu certo. O curso foi divulgado nas redes sociais e novas oportunidades surgiram em diferentes estados. Aos poucos, Jordana percebeu que poderia ampliar seu alcance transformando a escola física em uma operação itinerante.

Hoje, ela realiza imersões em parceria com centros equestres espalhados pelo Brasil. Os cursos, que duram três dias e custam entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil, combinam aulas práticas, manejo dos animais, técnicas de equitação e atividades voltadas ao desenvolvimento pessoal.

Entre os formatos oferecidos, um dos mais procurados é o "Só Para Elas", programa voltado exclusivamente ao público feminino.

A proposta vai além do aprendizado técnico. As participantes encontram nos cavalos uma ferramenta para trabalhar liderança, confiança, autoconhecimento e superação de desafios pessoais.

Os encontros costumam reunir mulheres de diferentes perfis, incluindo empresárias, executivas e profissionais em busca de novas experiências. Muitas relatam que as vivências com os animais ajudam a desenvolver competências que também são aplicadas no ambiente corporativo.

Para Jordana, esse é justamente o diferencial do negócio. Mais do que ensinar a montar ou conduzir um cavalo, ela busca criar conexões capazes de gerar transformações duradouras.

Hoje, ao olhar para a própria trajetória, a empreendedora vê a realização de um sonho que começou na infância. E acredita que o verdadeiro legado do negócio não está apenas nos números, mas no impacto que consegue deixar na vida das pessoas.

“Você precisa ter visão, ação e propósito. Ver uma oportunidade, agir para fazê-la acontecer e entender por que está fazendo aquilo. É isso que sustenta um negócio no longo prazo”, afirma.

Empreendedora transforma paixão por cavalos em negócio itinerante que fatura R$ 60 mil por mês — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Gustavo Leyser 301 D Centro Ipameri/ GO – CEP: 75780-000📞Telefone: (64) 98435-8308📧 E-mail: mariajordanacaldas.9@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/mariajordana.horsewoman

📍 Endereço: R. MP 12, s/n – Res. Mar Del Plata Goiânia – GO – CEP: 74766-186📞Telefone: (62) 98231-3996📸 Instagram: https://www.instagram.com/villa_cavalcare/🌐 Site: https://www.villacavalcare.com.br/

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Governo lança programa para financiar motos de entregadores e mototaxistas; veja regras e modelos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/07/2026 00:53

Carros Governo lança programa para financiar motos de entregadores e mototaxistas; veja regras e modelos Programa oferece financiamento de até 100% do valor de motos e bicicletas, com juros abaixo dos praticados pelo mercado. O g1 explica quem pode participar, os modelos aceitos e como fazer o cadastro. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

O governo federal lança nesta segunda-feira (27) o programa Move Brasil Entregadores e Motoapp, que facilita o financiamento de motocicletas e bicicletas, elétricas ou não, para entregadores de aplicativo e mototaxistas. As taxas de juros são inferiores à metade das normalmente praticadas no mercado.

A linha de crédito, operada pela Caixa Econômica Federal, tem juros subsidiados pelo governo por meio do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Os pedidos de financiamento já podem ser feitos pelo portal do programa, e o g1 reuniu abaixo os principais pontos da iniciativa.

Antes de conferir a lista, é necessário que a moto, o ciclomotor ou a bicicleta atendam aos seguintes critérios:

Motor de até 160 cilindradas ou até 7.500 watts no caso de modelos elétricos;Bicicletas elétricas de até 1.000 watts;Ser do tipo flex (modelos apenas a gasolina ou híbridos não são aceitos);Ser zero km, já que o programa não inclui veículos usados;A moto deve ser fabricada no Brasil ou ter projeto de produção nacional em andamento.

Honda Biz 125 EX: R$ 16.840;Honda CG 160 Cargo: R$ 18.390;Yamaha Factor: R$ 18.490;Yamaha Factor DX: R$ 18.990;Honda CG 160 Titan: R$ 20.590;Honda CG 160 Fan: R$ 20.590;Yamaha Fazer FZ15: R$ 21.190;Honda CG 160 50 anos: R$ 21.270;Honda NXR160 Bros CBS: R$ 22.400;Yamaha Crosser 150 S ABS: R$ 22.790;Yamaha Crosser 150 Z ABS: R$ 22.990;Honda NXR160 Bros ABS: R$ 23.390.

Shineray SE1: R$ 12.490;Shineray SE2: R$ 12.490;Watts W125: R$ 15.992;Shineray SHE-S: R$ 16.490;Yamaha Neos: R$ 25.990.

O que é o programa?Quem pode participar do programa?Quais veículos estão incluídos?Posso financiar motos de até qual valor?Quais são os juros do financiamento?Qual é o prazo do financiamento?Qual é a linha de crédito para carregadores e estações de bateria?Quais documentos são necessários?Como posso participar?Tenho nome sujo, e agora?Como sei se fui aprovado?Como contratar o financiamento?

O programa é uma linha de crédito criada pelo governo federal e que estará disponível a partir do dia 27 de julho, voltada para veículos de duas rodas utilizados em serviços de entrega e no transporte individual por aplicativo ou mototáxi.

Ele cria uma linha de crédito operada pela Caixa Econômica Federal, com subsídios do governo por meio do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO).

Além da compra de veículos novos, o programa também prevê apoio para que empresas ampliem redes de recarga ou de troca de baterias para modelos elétricos.

Para participar do programa, é necessário ser um profissional de aplicativo ou contratado no regime CLT.

Profissional de aplicativo: é preciso ter, no mínimo, 6 meses de cadastro na plataforma e pelo menos 100 corridas ou entregas realizadas.Profissional CLT: incluem-se ciclistas, motofretistas e mototaxistas com contrato formal (CLT), que tenham a carteira assinada há pelo menos 6 meses na mesma empresa.

Ciclomotores, motonetas e motocicletas flex de até 160 cilindradas e que sejam fabricadas no Brasil;Ciclomotores, motonetas, motocicletas e bicicletas elétricas com potência de até 7.500 watts, produzidos no Brasil ou com projeto de investimento para fabricação no país;Bicicletas elétricas com potência de até 1.000 watts.

O programa não estabelece limite de preço para os veículos, considerando apenas critérios como potência, tipo de combustível e fabricação nacional.

No entanto, devido à restrição a motos de até 160 cilindradas, os preços variam entre R$ 16.840 e R$ 23.990. No caso dos modelos elétricos, o valor é mais alto, a partir de R$ 25.990.

O financiamento cobre 100% do valor do veículo, sem necessidade de entrada. No programa, a taxa de juros é de 12,5% ao ano para homens e de 11,5% ao ano para mulheres.

Esse percentual corresponde a menos da metade da taxa de juros praticada pelo mercado. Segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF), o índice foi de 26,6% ao ano em abril de 2026.

Pessoa física: prazo fixo de 48 meses, com dois meses de carência;Pessoa jurídica (apenas para estrutura de recarga ou troca de baterias): prazo de até 48 meses, com dois meses de carência, durante os quais são cobrados apenas encargos financeiros.

Além da linha de crédito para o financiamento de motos, o programa também prevê a expansão de pontos de recarga ou de troca de baterias para motocicletas elétricas.

Nesses casos, podem ser financiadas itens da estrutura do local e as baterias, enquanto o capital de giro associado fica limitado a 30% do valor dos investimentos.

Para se cadastrar no programa, não é necessário apresentar documentos. Como o registro é feito pela conta gov.br, os dados do usuário já estão disponíveis, incluindo a CNH.

O cadastro para adesão ao programa deve ser feito pelo site gov.br/movebrasil. A resposta é enviada em até cinco dias úteis, mas só a partir do dia 27 de julho.

Ter o nome sem restrições não é uma exigência do programa, mas pode ser um critério adotado pelos bancos para aprovar o financiamento do veículo. Por isso, instituições financeiras e concessionárias podem recusar a venda a pessoas com pendências financeiras.

Após a análise do programa, os motoristas aprovados podem buscar o financiamento diretamente em uma concessionária ou no banco onde já possuem conta, para a análise de crédito e a contratação do financiamento.

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Mega-Sena, concurso 3036: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 11:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3036: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição deste domingo (26) seria de quase R$ 70 milhões. Mas ninguém acertou os 6 números e o valor estimado acumulou para R$ 78 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3036 da Mega-Sena foi realizado na manhã deste domingo (26), em São Paulo. O prêmio para a aposta que acertasse as seis dezenas seria de R$ 69.545.142,81 milhões. Mas ninguém levou a faixa principal e o valor estimado acumulou para R$ 78 milhões.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista Área de 33.845 hectares de Mata Atlântica, em Teodoro Sampaio (SP), é considerada o santuário do mico-leão-preto. Por Nosso Campo, TV TEM

Temporais com granizo e ventos fortes castigam as lavouras de café em Garça (SP). Os cafeicultores locais aceleram o trabalho para salvar a safra deste ano.

As fortes tempestades derrubam os grãos na terra úmida. O fenômeno reduz a qualidade da bebida e atrasa o andamento das atividades no campo.

O produtor José Carlos de Morais Filho relata que 40% de sua produção de 370 mil pés caiu no chão. O prejuízo dele é estimado em R$ 700 mil.

A cafeicultora Ellaritta Crude projeta uma perda semelhante de 40% em seus 450 hectares cultivados. O prejuízo estimado é de R$ 7 mil por hectare.

Para evitar perdas maiores com novas frentes frias, produtores intensificaram o uso de maquinário. A colheita manual emergencial também foi adotada para salvar os frutos.

Parque Estadual abriga maior remanescente de Mata Atlântica do interior paulista — Foto: Nosso Campo/TV TEM

Lar de espécies como onça-pintada, bugio e tamanduá, o Parque Estadual Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP), abriga 33.845 hectares de Mata Atlântica preservada, a maior do interior paulista.

Criada em 1941 para a conservação da floresta, a reserva é um verdadeiro santuário ecológico. Ériqui Inazaqui, gestor do parque, fala sobre a importância do bom estado de conservação do bioma para a fauna e a flora. Como exemplo, pode-se citar o mico-leão-preto, espécie dada como extinta na década de 1970 e redescoberta no Morro do Diabo.

A reserva possui a maior população do primata livre na natureza, com uma média de 1,2 mil indivíduos.

Mico-leão-preto é uma espécie dada como extinta na década de 1970 e que foi redescoberta no Morro do Diabo — Foto: Nosso Campo/TV TEM

Além da preservação, o parque é um grande polo ecoturístico no oeste paulista. As atrações diversas, como o ponto mais alto da região (uma torre de observação de 12 metros de altura), o montanhismo, as trilhas e as rotas de ciclismo, atraem mensalmente 2 mil visitantes.

Entre os visitantes, está Leonardo Nascimento Soares, professor de Geografia em uma escola de Presidente Epitácio (SP). Ele explica o valor do contato entre os alunos e o bioma ameaçado de extinção para estudos sobre conscientização e conservação ambiental.

Com um nome fora do convencional, o morro carrega diversas histórias sobre sua origem. A monitora ambiental Gabrielle Vilhena conta um pouco sobre três dessas lendas:

Devido às suas extremidades salientes, o morro formava o rosto do diabo quando visto de longe;Após massacrar uma aldeia indígena, um grupo de bandeirantes foi morto e pendurado no topo do morro por caçadores, para não amaldiçoar a terra. Quando um segundo grupo os avistou no topo, sem ninguém por perto, concluiu que havia sido "obra do diabo";Quando Teodoro Fernando Sampaio mapeou o Rio Paranapanema, em 1886, passou por uma correnteza nomeada "correnteza do diabo". Ao avistar o morro próximo do local, nomeou-o com o mesmo nome da correnteza.

De terça a domingo, a entrada no parque é gratuita e deve ser feita mediante agendamento via internet. Para o passeio pela trilha do Morro do Diabo, é necessária a compra de ingresso, com reserva on-line. A programação de férias vai até quarta-feira (29).

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Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma cuca de banana com doce de leite

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma cuca de banana com doce de leite Programa deste domingo (26) ensina a preparar uma cuca de banana com doce de leite. Por Nosso Campo, TV TEM

O programa Nosso Campo deste domingo (26) ensina a preparar uma receita de cuca de banana com doce de leite.

O prato conta com orientações específicas para a elaboração do recheio e de uma farofa crocante.

O Nosso Campo deste domingo (26) ensina a preparar uma deliciosa cuca de banana com doce de leite. Saiba como fazer:

3 ovos;1 xícara de chá de açúcar; 3 colheres de sopa de manteiga ou margarina; 1 xícara de leite;2 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo;1 colher de sopa de fermento em pó;1 pitada de sal para realçar o sabor.

1 colher de chá de canela em pó;1/2 xícara de açúcar; 1/2 xícara de farinha de trigo;2 colheres de sopa de manteiga gelada.

Em um liquidificador, coloque os ovos e a manteiga. Bata até ficar homogêneo;Após bater bem, acrescente o açúcar, a farinha de trigo e o leite aos poucos;Quando a massa estiver aerada, formando algumas bolhas, adicione o sal e o fermento.

Despeje a massa em uma forma untada com manteiga;Adicione as bananas cortadas em rodelas e o doce de leite ;Finalize cobrindo a massa com a farofa;Leve a cuca em um forno preaquecido a 180° por 45 minutos;Sirva sozinha ou com uma bola de sorvete.

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Dieta puro grão acelera ganho de peso de bezerros e pode aumentar lucro de produtores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/07/2026 07:54

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Dieta puro grão acelera ganho de peso de bezerros e pode aumentar lucro de produtores Experimento composto por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais aumenta valor dos bezerros. Por Nosso Campo, TV TEM

A dieta experimental "puro grão", desenvolvida pela CATI Regional de Jales (SP), acelera o ganho de peso de bezerros. O método visa aumentar os lucros dos produtores.

A ração mistura 85% de milho inteiro e 15% de nutrientes. Segundo o veterinário Ivan Vitorelli, a técnica reduz em 2 anos o tempo de abate.

Produzir a arroba custa de R$ 220 a R$ 250, com venda de até R$ 350. O produtor pode obter lucro de R$ 900 a R$ 1.000.

O método exige vacinação, vermifugação e controle de carrapatos. O produtor Danilo Monção aplicou o modelo e obteve ganho médio de 40 kg em 50 dias.

Ração é uma mistura composta por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais — Foto: Reprodução / TV TEM

A dieta experimental criada pela CATI Regional de Jales (SP) tem como objetivo aumentar a lucratividade com bezerros e encurtar o tempo de criação. A ração é uma mistura composta por 85% de milho inteiro e 15% de vitaminas, proteínas e minerais.

Em Urânia (SP), Ivan Vitorelli, veterinário da CATI, reproduz o método "puro grão" para 20 bezerros. De acordo com o veterinário, o modelo pode reduzir em dois anos o tempo para abater bezerros de origem leiteira, passando de três anos e meio para um ano e meio.

Em 60 dias, os 20 animais passaram de sete para mais de dez arrobas. Em dois meses, devem superar o peso de 14 arrobas, marca suficiente para o abate.

A aceleração do ganho de peso ajuda na valorização da venda. A arroba que custa entre R$ 220 e R$ 250 para ser produzida é vendida entre R$ 330 e R$ 350, gerando um lucro de R$ 900 a R$ 1.000 para o produtor e a possibilidade de uma nova fonte de renda.

A adoção da dieta "puro grão" exige protocolos sanitários prévios: vacinação, vermifugação e controle de carrapatos.

O produtor de leite Danilo Rodrigues Monção aplicou o modelo após assistir a uma palestra da CATI. Em 50 dias, dois bezerros de 130 kg ganharam em média 40 kg. Ao chegarem ao peso de 15 arrobas (em torno de 225 kg), os bezerros poderão ser vendidos pelo preço de boi.

Para quem tiver interesse na dieta "puro grão", é possível entrar em contato com a CATI de Jales pelo número (17) 3632-1909.

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