RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Itaú tem lucro líquido de R$ 12,3 bilhões no 1º trimestre, alta de 10,4%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 22:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

O Itaú Unibanco reportou nesta terça-feira lucro líquido recorrente de R$ 12,28 bilhões no primeiro trimestre, alta de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas queda de 0,3% na comparação trimestral.

O presidente-executivo do banco, Milton Maluhy, destacou que o ano começou com um cenário que exige disciplina no crédito.

A margem financeira cresceu 4% na comparação anual, para R$ 32,3 bilhões. Já o retorno sobre o patrimônio líquido médio consolidado (ROE) ficou em 24,8%, acima dos 22,5% registrados um ano antes e dos 24,4% do quarto trimestre de 2025.

O resultado do chamado “produto bancário” — que reúne a margem financeira, as receitas de prestação de serviços e os segmentos de seguros, previdência e capitalização, antes das despesas com sinistros e comercialização — totalizou R$ 46,8 bilhões, alta de 4,5% na comparação anual e queda de 1,7% no trimestre.

A carteira de crédito atingiu R$ 1,48 trilhão ao final de março, alta de 7,2% em relação ao ano anterior e queda de 0,5% na comparação trimestral.

O Itaú Unibanco reportou nesta terça-feira lucro líquido recorrente de R$ 12,28 bilhões no primeiro trimestre, alta de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas queda de 0,3% na comparação trimestral. O presidente-executivo do banco, Milton Maluhy, destacou que o ano começou com um cenário que exige disciplina no crédito.

A margem financeira cresceu 4% na comparação anual, para R$ 32,3 bilhões. Já o retorno sobre o patrimônio líquido médio consolidado (ROE) ficou em 24,8%, acima dos 22,5% registrados um ano antes e dos 24,4% do quarto trimestre de 2025. No Brasil, o ROE foi de 26,4%. Estimativas de analistas compiladas pela LSEG indicavam lucro de R$ 12,5 bilhões e ROE de 24,29%.

O resultado do chamado “produto bancário” — que reúne a margem financeira, as receitas de prestação de serviços e os segmentos de seguros, previdência e capitalização, antes das despesas com sinistros e comercialização — totalizou R$ 46,8 bilhões, alta de 4,5% na comparação anual e queda de 1,7% no trimestre.

A carteira de crédito atingiu R$ 1,48 trilhão ao final de março, alta de 7,2% em relação ao ano anterior e queda de 0,5% na comparação trimestral. Excluindo o efeito da variação cambial, o crescimento foi de 9% no ano e de 1,2% no trimestre.

Na comparação anual, o portfólio de pessoas físicas cresceu 6,8%; o de micro, pequenas e médias empresas avançou 10,9%; e o de grandes empresas teve alta de 6,9%. No trimestre, essas carteiras registraram variação de 1,1%, queda de 0,1% e recuo de 0,2%, respectivamente.

O custo do crédito do banco aumentou 4,5% na comparação anual e 2,5% no trimestre, totalizando R$ 9,95 bilhões. O índice de inadimplência acima de 90 dias permaneceu em 1,9%, estável tanto no trimestre quanto na comparação anual. Já o índice de inadimplência entre 15 e 90 dias encerrou o trimestre em 1,7%, ante 1,6% no quarto trimestre e 1,8% um ano antes.

O banco ressaltou que seu indicador de NPL Creation — saldo das operações de crédito que se tornaram inadimplentes acima de 90 dias no trimestre — em relação à carteira de crédito manteve-se em 0,7%, com relativa estabilidade em todos os segmentos. Com isso, acrescentou, o NPL Creation caiu na comparação trimestral e encerrou o período em R$ 9,69 bilhões.

"Começamos 2026 em um cenário que exige cautela e disciplina no crédito", afirmou Maluhy, em comunicado à imprensa sobre o resultado.

"Nos últimos ciclos, antecipamos ajustes para proteger nossos clientes nos momentos mais complexos. É essa visão preventiva que nos dá segurança hoje para seguir apoiando famílias e empresas, mantendo um crescimento sustentável e oferecendo o suporte necessário em qualquer fase do ciclo econômico", acrescentou.

Na véspera, o governo lançou o Novo Desenrola, programa de renegociação de dívidas para famílias, micro e pequenas empresas e agricultores familiares, em resposta aos altos níveis de endividamento da população.

O Itaú reiterou previsão de expansão de 5,5% a 9,5% da sua carteira de crédito total — e de 6,5% a 10,5% no portfólio do Brasil — em 2026, bem como de custo de crédito de R$38,5 bilhões a R$ 43,5 bilhões, entre outras estimativas divulgadas em fevereiro.

O banco também fechou o primeiro trimestre com quase R$ 3,2 trilhões em ativos, índice de Basileia de 14,8% e índice de capital principal de 12%. O índice de eficiência ficou em 37,1%, de 37% um ano antes.

Ao final de março, o Itaú tinha 2.367 agências e pontos de atendimento bancário, de 2.529 no final de dezembro e de 2.795 no mesmo período de 2025.

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Mega-Sena, concurso 3.004: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 21:45

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3.004: resultado Veja os números sorteados:01 – 05 – 07 -22 – 50 – 59. Prêmio é de R$ 7.078.285,80 Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3.004 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça-feira (5), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 7.078.285,80

O g1 passou a transmitir, desde abril deste ano, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Parlamentares discutem em evento em Brasília PEC que propõe desonerar folha de pagamento

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 20:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Parlamentares defenderam, em evento promovido pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo nesta terça-feira (5), em Brasília, o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que substitui a contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários por uma alíquota única de 1,4% sobre a receita bruta de todas as empresas do país, independente do setor ou do tamanho da companhia.

A proposta, de autoria do senador Laércio Oliveira (PP-SE) e que vem sendo chamada de "PEC do Emprego", está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Se aprovada, a mudança passaria a valer a partir de 2027.

O sistema tributário atual exige que as empresas paguem ao INSS uma alíquota calculada sobre o valor total gasto com salários e demais remunerações dos trabalhadores.

A PEC pretende acabar com essa exigência e trocá-la por uma contribuição baseada no faturamento da empresa, sem considerar a quantidade de empregados.

Segundo Laércio Oliveira (PP-SE), a alíquota universal de 1,4% partiu de uma consulta formal ao Ministério da Fazenda. "A PEC coloca todos no mesmo lugar. Coloca quem gera emprego e quem não gera no mesmo ambiente", afirmou o relator.

"É justo que quem gera emprego, quem faz folha de pagamento todos os meses, inclusive empresas com grande potencial de geração de emprego, paguem na Previdência Social, e aquelas empresas de alta tecnologia que têm um número reduzido de funcionários pague menos previdência social? Por outro lado, tem um faturamento muitas vezes 20, 30 ou 40 vezes superior a empresas com forte intensidade de mão de obra. Não é justo", acrescentou Laércio Oliveira.

Lei aprovada em 2024 prevê a reoneração gradual da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia que mais empregam no Brasil. Segundo o texto, a desoneração deve ser totalmente eliminada até 2028.

Pelas regras em vigor até então, as empresas podiam substituir a contribuição previdenciária (20% sobre os salários dos empregados) por uma alíquota sobre a receita bruta do empreendimento (entre 1% a 4,5%, de acordo com o setor e serviço prestado).

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Desenrola 2.0: Febraban diz que sistema será liberado hoje e bancos podem começar renegociações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 18:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse nesta terça-feira (5) que o setor financeiro está pronto para oferecer o Novo Desenrola Brasil e que a liberação dos sistemas pelo Ministério da Fazenda deve ocorrer ainda hoje. Segundo a entidade, a previsão do ministério era de que a infraestrutura do fundo fosse liberada a partir das 18h.

Segundo a Febraban, o setor financeiro está "em estágio avançado de mapeamento" para oferecer o programa a clientes elegíveis, e os bancos já estão aptos a disponibilizar as condições de renegociação em canais digitais.

A entidade afirma que algumas instituições já oferecem as condições, enquanto outras coletam pedidos de adesão. Também afirma que as instituições financeiras realizaram testes de conexão com o Fundo Garantidor de Operações (FGO) durante o fim de semana.

"Os testes realizados foram, em sua maioria, bem-sucedidos, tendo sido registradas intercorrências pontuais, prontamente identificadas pelas equipes técnicas envolvidas, normais em iniciativas dessa magnitude e complexidade", disse a Febraban.

"Os aprendizados obtidos nessa etapa foram aproveitados para a calibragem da nova versão, contribuindo para um lançamento mais robusto, ágil e seguro. O programa encontra-se agora cumprindo as etapas finais do processo para seu funcionamento integral (…)."

A Febraban afirmou que, durante o período de adesão, todos os clientes elegíveis terão a oportunidade de renegociar suas dívidas dentro das condições do programa.

O g1 mostrou, contudo, que nenhum banco consultado ao longo desta terça-feira (5) confirmou uma data para iniciar as renegociações. As instituições financeiras aguardavam a publicação das regras do novo Desenrola pelo Ministério da Fazenda, o que ocorreu apenas na tarde desta terça-feira.

Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses — Foto: Ministério da Fazenda

O programa Novo Desenrola Brasil, conduzido pelo Ministério da Fazenda, é uma iniciativa de abrangência nacional com potencial para alcançar a repactuação de R$ 100 bilhões em dívidas e 27 milhões de brasileiros em atraso.

O setor financeiro encontra-se em estágio avançado de mapeamento em suas bases de dados, para garantir a oferta a todos os clientes elegíveis e os bancos estão em condições operacionais para se conectar ao programa e disponibilizá-lo em seus canais digitais.

O processo de negociação, inclusive, já se iniciou: algumas instituições já estão ofertando as condições de repactuação e outras coletando pedidos de seus clientes para participar do Novo Desenrola Brasil. O programa ganhará celeridade gradual na sua execução, mesmo considerando a dimensão e a complexidade operacional.

O novo Desenrola Brasil foi construído a várias mãos, inclusive com a participação da Febraban e outras entidades do setor financeiro. A construção iniciou-se com o desenho e a definição das condições financeiras, como faixas de descontos, prazos e taxas de juros, bem como das regras necessárias para o correto e sustentável funcionamento da iniciativa, em um trabalho técnico cuidadoso que buscou conciliar o alcance social do programa com a sua viabilidade econômica e operacional.

Após o consenso entre o setor e o Ministério da Fazenda, as instituições financeiras avançaram nas etapas de desenvolvimento técnico para operacionalização do programa, mobilizando equipes multidisciplinares e garantindo a integração dos seus sistemas internos às infraestruturas do fundo garantidor.

No último fim de semana, as instituições financeiras realizaram testes de conexão com o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que foram realizados na infraestrutura original do Desenrola, que serviu de base para a construção da nova edição do programa. Os testes realizados foram, em sua maioria, bem-sucedidos, tendo sido registradas intercorrências pontuais, prontamente identificadas pelas equipes técnicas envolvidas, normais em iniciativas dessa magnitude e complexidade. Os aprendizados obtidos nessa etapa foram aproveitados para a calibragem da nova versão, contribuindo para um lançamento mais robusto, ágil e seguro.

O programa encontra-se agora cumprindo as etapas finais do processo para seu funcionamento integral, incluindo algumas formalidades: publicação dos normativos do Ministério da Fazenda, realização da assembleia geral do FGO, publicação do edital e ajustes em seu regimento. O Ministério da Fazenda comunicou à Febraban que a previsão é de que a liberação da infraestrutura do FGO, para registro das operações, ocorrerá ainda hoje, a partir das 18hs.

A Febraban reitera seu compromisso de que, no prazo de adesão, todos os clientes elegíveis terão a oportunidade de renegociar suas dívidas nas condições do Novo Desenrola. A entidade segue à disposição do Governo Federal e da sociedade para colaborar com o pleno êxito desta importante iniciativa de recuperação financeira da população brasileira.

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Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 17:55

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 8 milhões nesta terça-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.004 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 8 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta terça-feira (5), em São Paulo.

O g1 passou a transmitir, desde todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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‘Desenrola 2.0’: bancos têm 30 dias para limpar nome de quem deve até R$ 100

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 17:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,112-1,14%Euro ComercialR$ 5,745-1,12%Euro TurismoR$ 5,992-1,1%B3Ibovespa186.754 pts0,62%Oferecido por

Os bancos participantes do "Novo Desenrola Brasil", lançado nesta segunda-feira (4), têm 30 dias para desnegativar devedores com dívidas de até R$ 100.

A medida não exclui a dívida. Ou seja, o devedor não estará mais com o "nome sujo", mas ainda deverá pagar o que deve.

O "Novo Desenrola Brasil", também chamado de "Desenrola 2.0", consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

Os bancos participantes do "Novo Desenrola Brasil" têm 30 dias para limpar nomes de pessoas com dívidas de até R$ 100. O prazo foi estabelecido em portaria publicada nesta terça-feira (5) pelo Ministério da Fazenda.

➡️O programa, lançado nesta segunda-feira (4), foi lançado com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e reorganizar o acesso ao crédito no país.

Como anunciado pelo governo federal nesta segunda (4), uma contrapartida para as instituições financeiras é retirar, de forma permanente, o nome dos devedores de listas de inadimplências.

A medida não exclui a dívida. Ou seja, o devedor não estará mais com o "nome sujo", mas ainda deverá pagar o que deve.

Destinar à educação financeira o equivalente a 1% do valor que for renegociado;Proibir o envio de recursos a casas de apostas via cartão de crédito, crédito parcelado, pix crédito e pix parcelado.

O "Novo Desenrola Brasil", também chamado de "Desenrola 2.0", consiste em um pacote de medidas para reduzir o endividamento da população brasileira — que está em níveis historicamente elevados.

Uma delas é a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar suas dívidas.

O programa tem como público-alvo os brasileiros que ganham até cinco salários-mínimos, ou seja, R$ 8.105.

A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta manhã, com previsão de publicação ainda nesta segunda em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

Pelas regras, será possível usar até 20% do saldo disponível do FGTS, ou até R$ 1 mil (o que for maior), para pagar débitos.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi dividido em quatro categorias voltadas para:

"Desenrola família é a principal linha, com simplificação. Quem tem renda até cinco salários mínimos vai ter acesso franqueado. Seja do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, procure seu banco", afirmou o ministro.

💰 Para garantir que os recursos serão mesmo usados para quitar dívidas, a Caixa deverá transferir o dinheiro do FGTS direto para o banco em que o trabalhador tem débitos.

Será possível negociar dívidas do cartão de crédito, cheque especial, rotativo, crédito pessoal e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), adiantou, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

➡️Os juros serão de, no máximo, 1,99% ao mês, com descontos de 30% a 90% no valor principal da dívida. Os descontos variarão de acordo com a linha de crédito e com o prazo. Será disponibilizada uma calculadora para os trabalhadores saberem o desconto.

O governo pretende usar um fundo com recursos públicos para oferecer garantias às instituições financeiras, ou seja, o dinheiro da União vai cobrir eventual calote dos tomadores de crédito.

Para formar esse fundo, o governo buscará de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em recursos esquecidos pelos trabalhadores nos bancos. Também será realizado um novo aporte de até R$ 5 bilhões pelo governo.

Também ficou definido que quem renegociar a dívida dentro do programa ficará impedido de fazer apostas em jogos online por um ano.

"É maravilhoso que a gente queira comprar alguma coisa, mas é importante que façam suas dividas mas não percam de vista suas condições de pagamento", afirmou Lula durante coletiva.

"Estamos  tentando corrigir, e já fizemos outras vezes. Esse país vem se endividando há muito tempo, a Covid também fez as pessoas se endividarem por necessidade mesmo. Estamos tentando uma fórmula de tirar a corda do pescoço dessa gente, para respirar normal, voltar a sonhar, e ter o nome limpo na praça", prosseguiu o presidente.

Estudo mostra que primeira edição do Desenrola reduziu inadimplência das famílias de baixa renda de forma relevante, mas efeito se dissipou após 18 meses — Foto: Ministério da Fazenda

O detalhamento do programa ocorre em um momento em que o governo federal busca reforçar agendas de impacto direto no cotidiano da população em meio a um cenário político adverso no Congresso e à aproximação das eleições de 2026.

Após uma sequência de derrotas no Legislativo e com dificuldades para avançar em pautas estruturais, a estratégia do Planalto tem sido apostar em medidas econômicas de execução mais rápida e com efeito perceptível sobre renda, crédito e consumo.

Programas voltados à renegociação de dívidas e à retirada de restrições no CPF são avaliados internamente como instrumentos capazes de recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento, reduzir a dependência de negociações no Parlamento e fortalecer a narrativa de reconstrução econômica e social que o governo pretende apresentar no ciclo eleitoral.

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Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Agro Exportação de carne bovina do Brasil pode cair 10% em 2026 com restrição da China, diz Abiec Setor prevê aumento do consumo interno e admite dificuldade para redirecionar volumes hoje destinados ao principal comprador do produto brasileiro. Por Reuters

As exportações de carne bovina do Brasil, maior exportador mundial, podem cair cerca de 10% em 2026 em comparação com 2025, devido a restrições tarifárias impostas pela China, afirmou nesta terça-feira (5) o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Perosa.

Em conversa com jornalistas, Perosa afirmou também que a produção de carne bovina voltada ao mercado chinês deve ser interrompida por volta de junho, em razão da tarifa. Segundo ele, será necessário aumentar o consumo interno para compensar o volume que deixará de ser exportado ao país asiático.

A China, principal destino da carne bovina brasileira, adotou neste ano uma cota de 1,1 milhão de tonelada isenta da tarifa mais elevada, de 55%, como forma de proteger sua produção interna.

Esse volume está perto de ser atingido, pois as empresas aceleraram os embarques para a China a fim de evitar a tarifa mais alta. O total inclui ainda cargas enviadas no fim de 2025 e que chegaram ao país asiático no início de 2026.

Em 2025, o Brasil exportou 3,5 milhões de toneladas de carne bovina, das quais 1,7 milhão de toneladas tiveram a China como destino, segundo dados da Abiec.

No início do ano, a Abiec trabalhava com um cenário mais otimista, prevendo relativa estabilidade nas exportações, com base na possível abertura de novos mercados e no redirecionamento das vendas para outros destinos.

Segundo Perosa, havia expectativa em relação à abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne bovina brasileira, o que não deve mais ocorrer em 2026.

Perosa disse ainda manter expectativa quanto à possível abertura do mercado japonês, que poderia ajudar a reduzir o impacto da queda nos embarques para a China.

Sobre a possível abertura do mercado da Turquia, que também poderia impulsionar as exportações, Perosa afirmou que o avanço depende de um “convencimento técnico”. Segundo ele, as autoridades turcas exigem testes em toda a carne brasileira, o que tornaria o processo inviável. O Brasil, por sua vez, negocia para que as análises sejam feitas por lotes.

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Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Política Fim da escala 6×1: relator propõe plano de trabalho e prevê votação de parecer em 26 de maio Comissão especial fará audiências terças e quartas em Brasília e reuniões externas às quintas-feiras. Após análise no colegiado, PEC irá ao plenário, onde precisará de 308 votos. Por Luiz Felipe Barbiéri

O relator da PEC que propõe a redução da jornada de trabalho, deputado Léo Prates (Republicanos-BA), apresentou nesta terça-feira (5) um plano de trabalho que prevê a votação do parecer sobre o fim da escala 6×1 na comissão especial no dia 26 de maio.

A PEC já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e agora tramita em uma comissão especial, destinada a discutir o conteúdo do texto. Após a análise no colegiado, a etapa seguinte será a votação no plenário.

“Os objetivos principais são estudar impactos socioeconômicos, sociais e jurídicos, ouvir trabalhadores, comparar experiências internacionais e buscar consensos”, afirmou o relator.

Prates planejou o trabalho da comissão em 11 reuniões, com encontros às terças e quartas em Brasília e audiências nos estados às quintas. O primeiro estado a ser visitado será a Paraíba, reduto do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“A ideia é votar nesta comissão no dia 26 de maio. No dia 27 de maio é compromisso do presidente Hugo Motta colocar para votação no plenário”, afirmou.

diagnósticos sobre o uso do tempo para o trabalho;aspectos econômicos sobre a redução da jornada de trabalho;aspectos sociais e a importância do diálogo social para a redução da jornada de trabalho no Brasil;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva dos empregadores;limites e possibilidades para a redução da jornada de trabalho – perspectiva da classe trabalhadora.

A apresentação e a leitura do relatório está prevista para o dia 20 de maio. Também está no cronograma a realização de seminários em Belo Horizonte e São Paulo.

“O Brasil do futuro não é mais o meu Brasil. É o Brasil de quem tem 16, 17 e 18 anos. Precisamos entender o valor sociológico que essas pessoas carregam. O que eles esperam do nosso país. O maior luxo que eles consideram hoje é o tempo”, afirmou o relator.

um proposto pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.

🔎Paralelamente, o governo Lula apresentou um projeto de lei — instrumento diferente de uma PEC e que não altera a Constituição – que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

🔎Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que uma redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, por exemplo, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. Isso equivale a um acréscimo de até 7% na folha de pagamentos, diz a entidade.

Um estudo de fevereiro deste ano do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que o fim da escala 6×1 aumentará em 7,84% o custo médio do trabalho celetista, no caso de uma jornada de 40 horas semanais.

Na indústria e no comércio, o efeito estimado é inferior a 1% do custo operacional total, segundo a pesquisa.

O governo estima que 37,2 milhões de trabalhadores no Brasil têm jornadas acima de 40 horas semanais, ou seja, 74% dos profissionais com carteira assinada. E que, em 2024, o Brasil registrou 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho — o que gera gastos para a Previdência.

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

Apresentação do plano de trabalho e votação de requerimentos. Dep. Leo Prates — Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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Mark Zuckerberg ‘autorizou pessoalmente’ violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 15:48

Tecnologia Mark Zuckerberg 'autorizou pessoalmente' violação de direitos autorais da Meta, dizem editoras Processo nos EUA acusa a empresa de usar livros e artigos sem autorização para treinar IA. Meta nega irregularidades e diz que prática pode ser considerada “uso justo”, ampliando disputa com editoras. Por Associated Press

Cinco editoras e o autor Scott Turow processam a Meta por uso sem autorização de livros e artigos no treinamento da IA Llama, em ação apresentada em tribunal federal nos Estados Unidos.

Processo abre nova frente de disputa entre setor editorial e empresas de tecnologia sobre uso de conteúdos protegidos para desenvolver sistemas de inteligência artificial.

Autores acusam a empresa de usar obras sem permissão e sem pagamento, afirmando que Zuckerberg teria autorizado e incentivado a prática dentro da companhia.

A ação reúne escritores ligados a grandes editoras e inclui nomes premiados, enquanto a Meta afirma que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

Casos semelhantes têm crescido nos últimos anos, e a própria Meta já fechou acordo em disputa anterior; decisão final desse processo deve sair na próxima semana.

Cinco editoras e o autor Scott Turow processaram a Meta e seu CEO nesta terça-feira (5). Eles acusam a empresa de usar, sem autorização, milhões de livros e artigos protegidos por direitos autorais para treinar seu sistema de inteligência artificial, o Llama.

A ação foi apresentada em um tribunal federal em Manhattan e abre uma nova frente na disputa entre o setor editorial e empresas de tecnologia que desenvolvem ferramentas de IA.

Segundo os autores, Zuckerberg e a Meta seguiram o lema “agir rápido e quebrar coisas” ao utilizar um grande volume de obras sem permissão para alimentar o sistema.

Além disso, eles afirmam que o uso desse material ocorreu sem pagamento ou autorização dos criadores.

“Os réus reproduziram e distribuíram milhões de obras protegidas por direitos autorais sem autorização, sem oferecer qualquer compensação a autores ou editoras e com pleno conhecimento de que sua conduta violava a lei”, diz um trecho da ação. “O próprio Zuckerberg autorizou pessoalmente e incentivou ativamente a infração.”

Entre os autores publicados pelas editoras que movem a ação — Elsevier, Cengage, Hachette Book Group, Macmillan e McGraw Hill — estão nomes como Scott Turow, Donna Tartt e também Yiyun Li e Amanda Vaill, vencedoras do Prêmio Pulitzer de 2026.

Em nota divulgada na segunda-feira, a Meta afirmou que pretende “defender-se vigorosamente” das acusações.

“A inteligência artificial está impulsionando inovações transformadoras, produtividade e criatividade para indivíduos e empresas, e tribunais têm reconhecido que o treinamento de IA com material protegido por direitos autorais pode se enquadrar como uso justo”, diz parte do comunicado.

Nos últimos anos, disputas desse tipo têm se tornado mais frequentes. Autores e editoras passaram a acionar a Justiça para contestar o uso de suas obras no treinamento de sistemas de inteligência artificial.

Em 2025, a própria Meta concordou em encerrar uma ação coletiva movida por escritores, e a decisão final desse acordo deve ser analisada na próxima semana.

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Ex-CEO da Fox pode comprar a revista New York, diz jornal

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 05/05/2026 14:02

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%MoedasDólar ComercialR$ 4,912-1,12%Dólar TurismoR$ 5,117-1,03%Euro ComercialR$ 5,747-1,07%Euro TurismoR$ 6,002-0,94%B3Ibovespa186.887 pts0,69%Oferecido por

James Murdoch negocia a compra da revista New York e dos podcasts da Vox Media, segundo o “Wall Street Journal”.

O negócio ocorre em meio a dificuldades no setor de mídia digital, com queda de receitas e maior concorrência.

James Murdoch, um dos filhos do fundador do conglomerado de mídia Fox, estaria perto de comprar a revista "New York", segundo reportagem do "Wall Street Journal". O jornal também afirma que o empresário tem interesse nos podcasts do grupo.

Apesar disso, fontes ligadas ao assunto afirmam que a negociação ainda está longe de ser concluída. Segundo as informações, a aquisição está sendo tratada por meio da Lupa Systems, empresa de investimentos fundada por Murdoch em 2019.

Caso avance, a operação ampliará o portfólio de ativos de mídia do empresário e de sua esposa, Kathryn Murdoch, que já inclui participações em iniciativas culturais e jornalísticas.

A possível venda ocorre em um momento desafiador para empresas de mídia digital nos Estados Unidos, que enfrentam pressão crescente no setor.

A negociação envolve dois ativos específicos: a revista "New York" e a divisão de podcasts da empresa. Fundada em 1968, a publicação foi adquirida pela Vox em 2019 e mantém uma edição impressa quinzenal, além de uma forte presença digital.

O título reúne marcas conhecidas, como "The Cut", "Vulture" e "Grub Street", que ajudaram a expandir seu alcance online.

Já a área de podcasts concentra produções apresentadas por jornalistas, acadêmicos e outras figuras públicas, em um formato que ganhou espaço nos últimos anos. O interesse por esse tipo de conteúdo tem crescido, mesmo diante de um ambiente mais difícil para empresas de mídia.

A Vox Media, por sua vez, deve manter outros veículos relevantes em seu portfólio, como "The Verge", "SB Nation" e "Thrillist", que não fazem parte da negociação.

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