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Dúzia de ovos a R$ 4 na China e até R$ 50 nos EUA: veja contraste nos preços de alimentos e comparação com o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 11:49

Fantástico Dúzia de ovos a R$ 4 na China e até R$ 50 nos EUA: veja contraste nos preços de alimentos e comparação com o Brasil A série “Entre Dois Mundos”, do Fantástico, revela um contraste profundo entre os países quando o assunto é alimentação — especialmente no bolso do consumidor. Por Fantástico

A série “Entre Dois Mundos”, do Fantástico, revela um contraste profundo entre China, Estados Unidos e Brasil quando o assunto é alimentação — especialmente no bolso do consumidor.

Uma comparação de itens básicos mostra o contraste. Na China, uma dúzia de ovos custa cerca de R$ 4,75. No Brasil, o mesmo produto sai por aproximadamente R$ 12. Já nos Estados Unidos, o preço pode chegar a R$ 50.

O impacto desses preços aparece também no prato. Cada chinês consome, em média, mais de 400 quilos de vegetais frescos por ano. Nos Estados Unidos, o número cai para cerca de 130 quilos.

O modelo chinês combina forte atuação do Estado com incentivo à produção local. Em grandes cidades como Xangai, alimentos frescos são vendidos em feiras e pequenas barracas próximas às casas — muitas vezes com aluguel subsidiado pelo governo para manter os preços baixos.

A série “Entre Dois Mundos”, do Fantástico, revela um contraste profundo entre China, Estados Unidos e Brasil quando o assunto é alimentação — especialmente no bolso do consumidor.

Uma comparação de itens básicos mostra o contraste. Na China, uma dúzia de ovos custa cerca de R$ 4,75. No Brasil, o mesmo produto sai por aproximadamente R$ 12. Já nos Estados Unidos, o preço pode chegar a R$ 50.

Arroz: o quilo na China está R$ 5, valor semelhante ao Brasil, e até R$ 14 nos EUA Tomate: R$ 5 na China, R$ 10 no Brasil e R$ 14 nos EUA Peixe: R$ 18 na China, R$ 40 no Brasil e R$ 60 nos EUA

O impacto desses preços aparece também no prato. Cada chinês consome, em média, mais de 400 quilos de vegetais frescos por ano. Nos Estados Unidos, o número cai para cerca de 130 quilos.

Além disso, em um almoço farto para várias pessoas em Xangai, a conta surpreende: cerca de R$ 50 por pessoa, com sobra de comida.

Segurança alimentar: um desafio de estratégia e sobrevivência entre EUA e China — Foto: Reprodução/TV Globo

O modelo chinês combina forte atuação do Estado com incentivo à produção local. Em grandes cidades como Xangai, alimentos frescos são vendidos em feiras e pequenas barracas próximas às casas — muitas vezes com aluguel subsidiado pelo governo para manter os preços baixos.

Além disso, há investimento pesado em tecnologia agrícola, subsídios à produção e controle indireto de preços. O país também mantém estoques estratégicos de alimentos e políticas para equilibrar oferta e demanda, o que ajuda a evitar oscilações bruscas.

Outro fator é a logística: a cadeia é mais curta, com menos intermediários. A margem de lucro de atacadistas gira em torno de 3%, bem abaixo dos cerca de 15% nos Estados Unidos.

Do outro lado, os Estados Unidos enfrentam um cenário oposto. Milhões de pessoas vivem nos chamados “desertos alimentares”, áreas onde é preciso dirigir pelo menos meia hora para encontrar comida fresca. O que sobra, muitas vezes, são produtos ultraprocessados.

A preocupação com o custo de vida domina o debate político. Programas como o SNAP (os “vales-alimentação”) ajudam cerca de 40 milhões de americanos, mas consomem cifras muito maiores do que programas similares no Brasil — e ainda assim não impedem a escalada dos preços.

O Brasil aparece como um ponto de equilíbrio nessa comparação. Em vários itens básicos, os preços brasileiros ficam entre China e Estados Unidos. O país é um dos maiores produtores de alimentos do mundo, mas enfrenta gargalos históricos de logística, desigualdade e renda.

Enquanto a China atua fortemente na origem — produção, transporte e oferta —, Brasil e EUA concentram esforços no consumo, com programas de transferência de renda para garantir acesso à comida. No Brasil, o Bolsa Família atende cerca de 50 milhões de pessoas.

Ao mesmo tempo, o país ganha espaço no tabuleiro global: com a guerra comercial entre China e Estados Unidos, a soja brasileira avançou, tornando-se ainda mais estratégica para alimentar o mercado chinês.

Segurança alimentar: um desafio de estratégia e sobrevivência entre EUA e Chin — Foto: Reprodução/TV Globo

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Instagram passa a identificar contas que criam conteúdo com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 10:55

Tecnologia Instagram passa a identificar contas que criam conteúdo com IA Em fase de testes, selo pode ser ativado pelos próprios criadores e também aplicado automaticamente pela plataforma em contas que usam IA com frequência. Por Redação g1

O Instagram anunciou nesta segunda-feira (4) que está lançando a etiqueta "Criador de conteúdo de IA", para sinalizar aos usuários quando uma conta cria conteúdos com inteligência artificial.

A empresa explica que o novo rótulo começa a ser disponibilizado hoje, em fase de teste, e deve chegar a mais pessoas nas "próximas semanas".

Criadores que optarem por ativar a etiqueta terão a mensagem "Criador de conteúdo de IA" exibida no perfil, no feed, nos Reels e na aba Explorar.

O Instagram diz também que passará a rotular automaticamente contas que usam com frequência ferramentas de IA no processo de criação.

A rede social admite que mais usuários veem, pela primeira vez, conteúdos gerados por IA, enquanto outros recorrem à tecnologia para "expressar sua criatividade".

"Sabemos que as pessoas querem mais transparência sobre quem ou o que está por trás do que veem e, por isso, estamos tomando medidas para elevar o padrão de transparência sobre IA no Instagram e ajudar as pessoas a reconhecer quando algo foi criado com IA", afirma a empresa.

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Recall: Ford Bronco Sport e Maverick podem ter defeito em sensor e não ativar airbag de passageiro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 10:55

Carros Recall: Ford Bronco Sport e Maverick podem ter defeito em sensor e não ativar airbag de passageiro Unidades no Brasil têm sensor que não detecta passageiro e, por isso, desativa airbag dianteiro. Reparo só será feito no fim do ano, pois Ford não conta com solução no Brasil. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou um recall para Bronco Sport e Maverick nas versões Tremor, Black e Hybrid.

A Ford do Brasil anunciou um recall para Bronco Sport e Maverick nas versões Tremor, Black e Hybrid. Segundo a empresa, o sensor de detecção de passageiro dianteiro pode apresentar defeito.

“Em caso de colisão, o não acionamento do airbag aumenta o risco de danos físicos e até mesmo fatais ao passageiro dianteiro”, explica em nota a Ford.

De acordo com a montadora, o sensor apresenta defeito por uma falha no processo de fabricação. “O motorista será avisado pela luz de advertência no painel de instrumentos e pela indicação do airbag do passageiro desligado”, diz o comunicado da Ford.

A solução é substituição do componente, que será gratuita. Os clientes só poderão fazer o reparo no último trimestre de 2026, pois a solução ainda não está disponível nas concessionárias Ford.

3FMCR9DA9SRF14826 – produzido em 29 de julho de 2025.3FMCR9DAXSRF14799 e 3FMCR9DA5SRF15519 – produzidos em 5 de agosto de 2025.

Esta não é a primeira campanha de reparo que a Ford faz para os modelos Bronco e Maverick. Em março, a empresa anunciou o recall de Ford Bronco Sport 2025 e Ford Maverick Black e Tremor 2025 por um problema na válvula de recirculação de gases do escape (EGR).

Segundo a montadora, o componente pode não funcionar corretamente em razão de uma falha no processo de fabricação.

De acordo com a Ford, o defeito pode provocar aceleração fraca, vibração do motor, dificuldade na partida, acendimento da luz de aviso de mau funcionamento do motor e perda de força motriz, especialmente em baixas velocidades, de até 20 km/h.

Nessas condições, há aumento do risco de acidentes, com possibilidade de danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros.

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Tribunal russo bloqueia bens de bilionário do agro no país, dizem agências locais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 10:55

Mundo Tribunal russo bloqueia bens de bilionário do agro no país, dizem agências locais Desde o início da campanha militar na Ucrânia, em 2022, o Estado russo já confiscou mais de US$ 50 bilhões em propriedades privadas. Por Reuters

Promotores calculam que só a transferência de ativos para o governo russo soma US$ 29 bilhões, o maior movimento do tipo desde as privatizações dos anos 1990. — Foto: REUTERS/Marina Lystseva

Um tribunal da Rússia determinou o bloqueio dos bens de Vadim Moshkovich, fundador bilionário da gigante agrícola Vadim Moshkovich, segundo a mídia local. A decisão inclui uma participação de 49% na empresa, avaliada em 49 bilhões de rublos (R$ 3 bilhões).

Moshkovich foi preso em março de 2025 e é acusado de desviar 30 bilhões de rublos (cerca de R$ 2 bilhões). Ele se declarou inocente.

Promotores pediram à Justiça, em 1º de maio, a apreensão dos bens. O tribunal informou que realizou nesta segunda-feira os “preparativos” para uma audiência marcada para 5 de maio.

Segundo uma fonte ouvida por agências russas, foi imposto um bloqueio cautelar sobre bens móveis e imóveis de Moshkovich, além de 100% das ações de várias empresas, incluindo a Rusagro. A decisão abrange todas as ações da companhia pertencentes ao empresário.

Desde o início da campanha militar na Ucrânia, em 2022, o Estado russo já confiscou mais de US$ 50 bilhões em propriedades privadas, incluindo ativos de empresas estrangeiras que deixaram o país. A estimativa é de um escritório de advocacia de Moscou. Promotores calculam que só a transferência de ativos soma US$ 29 bilhões — o maior movimento do tipo desde as privatizações dos anos 1990.

A prisão de Moshkovich, que já foi deputado e construiu um dos maiores grupos agrícolas da Rússia após começar vendendo computadores no período pós-soviético, causou forte reação no meio empresarial.

Este é o caso mais relevante envolvendo um empresário russo desde a prisão, em 2018, de Ziyavudin Magomedov, fundador do grupo Summa, e da detenção domiciliar, em 2014, de Vladimir Yevtushenkov, acionista do AFK Sistema.

A Rusagro, única grande empresa agrícola russa listada em bolsa, afirmou anteriormente que segue operando normalmente apesar da prisão do fundador. A companhia é uma grande produtora de açúcar, carne suína e óleos vegetais, e exporta para 23 países, incluindo China, Turquia e Irã.

As ações da Rusagro caíam 1,4% nesta segunda-feira e acumulam perda de cerca de 7% desde que começaram a ser negociadas na Bolsa de Moscou, em julho do ano passado.

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Por que a China tem comida fresca e barata, enquanto os EUA enfrentam alta de preços e consumo de alimentos industrializados?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 10:07

Fantástico Por que a China tem comida fresca e barata, enquanto os EUA enfrentam alta de preços e consumo de alimentos industrializados? O segundo episódio da série “Entre Dois Mundos” mostra como subsídios, tecnologia e logística moldam o preço e a qualidade da comida nos dois países. Por Fantástico

A diferença entre a comida fresca e barata da China e os alimentos caros e empacotados dos Estados Unidos foi o tema do segundo episódio da série “Entre Dois Mundos”, exibida pelo Fantástico.

A reportagem investigou como o país asiático conseguiu garantir segurança alimentar para mais de 1,4 bilhão de pessoas, enquanto os americanos enfrentam inflação nos alimentos, desertos alimentares e uma dieta cada vez mais baseada em produtos ultraprocessados.

A China tem apenas 10% das terras aráveis do planeta, mas precisa sustentar cerca de 20% da população mundial. O país promoveu reformas econômicas, devolveu poder de decisão aos produtores rurais e passou a tratar a comida como uma questão estratégica de Estado.

Hoje, esta é a primeira vez na história em que a China consegue alimentar toda a sua população com estabilidade.

A diferença entre a comida fresca e barata da China e os alimentos caros e empacotados dos Estados Unidos foi o tema do segundo episódio da série “Entre Dois Mundos”, exibida pelo Fantástico. A reportagem investigou como o país asiático conseguiu garantir segurança alimentar para mais de 1,4 bilhão de pessoas, enquanto os americanos enfrentam inflação nos alimentos, desertos alimentares e uma dieta cada vez mais baseada em produtos ultraprocessados.

Alimentar 1,4 bilhão de pessoas nunca foi simples. A China tem apenas 10% das terras aráveis do planeta, mas precisa sustentar cerca de 20% da população mundial. O desafio carrega um peso histórico: entre 1959 e 1962, durante o episódio conhecido como Grande Salto Adiante, uma combinação de políticas fracassadas e retirada de agricultores do campo levou a uma das maiores fomes da história, com a morte de até 50 milhões de pessoas.

O trauma virou projeto. A partir do fim dos anos 1970, o país promoveu reformas econômicas, devolveu poder de decisão aos produtores rurais e passou a tratar a comida como uma questão estratégica de Estado.

Hoje, esta é a primeira vez na história em que a China consegue alimentar toda a sua população com estabilidade.

Em Xangai, uma das maiores metrópoles do mundo, plantações convivem com arranha-céus. Por decisão do governo, cerca de 20% da área urbana da cidade deve ser destinada à produção de alimentos. Estufas inteligentes, algumas com mais de 100 mil metros quadrados, produzem verduras, legumes e até frutas como banana — tradicionalmente importada de países tropicais.

Sensores monitoram nível de água, gás carbônico e oxigênio. Drones aplicam fertilizantes e ajudam na colheita. Cada nova tecnologia ou alimento cultivado localmente rende subsídios estatais aos produtores.

O objetivo é simples: encurtar o caminho entre o campo e a mesa. A comida sai da terra, vai direto para a geladeira do consumidor — muitas vezes entregue por caminhões sem pedágio ou até por drones.

Apesar da forte presença do Estado, os preços nos mercados chineses não são oficialmente tabelados. O controle acontece de forma indireta. O país mantém enormes estoques reguladores: em 2024, a colheita de grãos bateu recorde histórico, chegando a cerca de 700 milhões de toneladas. Mais da metade é comprada pelo governo.

Existe um sistema que compara o preço do porco e do arroz. Se o preço do porco cai demais, o governo compra. Se sobe, vende parte das reservas. Quanto mais oferta no mercado, mais barato fica o alimento.

Outro fator decisivo é a margem de lucro. Atacadistas chineses operam com ganhos em torno de 3%. Nos Estados Unidos, essa margem chega a 15%.

Uma refeição completa em Xangai, com várias entradas, pratos quentes e sobremesa, pode custar o equivalente a R$ 50 por pessoa — e ainda sobra comida. Não é exceção: o chinês médio consome mais de 400 quilos de vegetais frescos por ano.

Nos Estados Unidos, esse número é muito menor. Milhões de americanos vivem nos chamados desertos alimentares, regiões onde só é possível comprar comida fresca depois de dirigir por longos minutos. O resultado aparece nas estatísticas: maior consumo de ultraprocessados, mais casos de diabetes tipo 2 e expectativa de vida até cinco anos menor nessas áreas.

A alta do custo de vida virou tema central na política americana. O preço da comida já foi decisivo nas últimas eleições presidenciais e voltou ao debate em campanhas mais recentes. Em Nova York, um novo prefeito surpreendeu ao defender a criação de mercados populares em terrenos públicos, com subsídios para manter os preços baixos — uma ideia inspirada, em parte, no modelo chinês.

Enquanto isso, agricultores dos EUA enfrentam custos crescentes de fertilizantes e combustível, agravados por conflitos internacionais que afetam rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz.

Na China, produtos importados contam outra história. Um vinho californiano pode custar mais de três vezes o preço praticado nos Estados Unidos, por causa de tarifas de importação, imposto sobre luxo e IVA. O chamado “imposto do burguês” torna esses produtos inacessíveis para a maioria da população.

Essa política fechou uma porta para os americanos — mas abriu outra para o Brasil. Com a guerra tarifária, a venda de soja brasileira para a China cresceu significativamente. O país asiático é hoje o principal cliente do Brasil no setor, impulsionado pela maior renda da população chinesa e pelo aumento no consumo de carne.

Segurança alimentar: um desafio de estratégia e sobrevivência entre EUA e China — Foto: Reprodução/TV Globo

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Petróleo sobe após relato de que navio de guerra dos EUA foi atingido por mísseis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 10:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,29%Dólar TurismoR$ 5,2000,35%Euro ComercialR$ 5,8460,22%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa188.619 pts-0,51%Oferecido por

Os preços do petróleo subiam nesta segunda-feira (4) após a agência iraniana Fars relatar um incidente envolvendo um navio de guerra dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz.

A notícia aumentou o temor de uma interrupção prolongada em uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.

🔎Por volta das 8h25 (horário de Brasília), o petróleo Brent avançava US$ 3,74, ou 3,46%, a US$ 111,88 por barril, depois de ter recuado US$ 2,23 na sexta-feira. Já o petróleo dos Estados Unidos (WTI) subia US$ 3,43, ou 3,36%, a US$ 105,36 por barril, após queda de US$ 3,13 na sessão anterior.

Segundo a Fars, um navio de guerra americano que tentava atravessar o Estreito de Ormuz foi forçado a recuar após ignorar um aviso do Irã. A agência, citando fontes locais, afirmou ainda que dois mísseis teriam atingido a embarcação perto da região de Jask.

A Marinha iraniana também declarou que impediu a entrada de navios militares dos EUA na área. As informações, porém, não puderam ser confirmadas de forma independente. Não houve resposta imediata dos Estados Unidos, mas o site Axios citou uma autoridade americana negando que qualquer navio tenha sido atingido.

Mesmo antes dos relatos, os preços do petróleo já operavam em alta, pressionados pelas interrupções no fluxo da commodity pelo estreito.

“A tendência dos preços segue de alta enquanto a passagem pelo estreito continuar limitada”, afirmou Giovanni Staunovo, analista do UBS.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o país pretende ajudar embarcações retidas na região. Ainda assim, os preços permaneceram acima de US$ 100 por barril, diante da ausência de um acordo de paz e das restrições ao tráfego marítimo.

Em resposta, militares iranianos alertaram nesta segunda-feira que reagirão com firmeza a qualquer presença considerada ameaçadora no estreito.

No domingo, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) informou que vai aumentar a produção em 188 mil barris por dia em junho para sete países, marcando o terceiro mês seguido de elevação.

O ajuste repete o volume acordado para maio, sem a participação dos Emirados Árabes Unidos, que deixaram a Opep em 1º de maio. Ainda assim, a expectativa é de que boa parte desse aumento não se concretize, já que o conflito envolvendo o Irã continua afetando o fornecimento de petróleo na região.

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Marfrig e BRF criam Sadia Halal e preparam IPO na Arábia Saudita

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Agro Marfrig e BRF criam Sadia Halal e preparam IPO na Arábia Saudita Acordo prevê um investimento inicial de US$ 24,3 milhões. Por Reuters

A Marfrig e a BRF anunciaram no domingo que concluíram a criação da Sadia Halal, uma joint venture entre a subsidiária integral BRF GmbH e a Halal Products Development Company.

Conforme o documento, as empresas estão começando a preparar listagem da nova empresa, que conta com um enterprise value de US$2,07 bilhões, na bolsa de valores de Riade.

A joint venture é controlada principalmente pela subsidiária da BRF, que detém 90% do capital da Sadia Halal, enquanto a HPDC, subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita Public Investment Fund, possui os 10% restantes.

A Marfrig e a BRF anunciaram no domingo (3) que concluíram a criação da Sadia Halal, uma joint venture entre a subsidiária integral BRF GmbH e a Halal Products Development Company, para reunir a produção na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.

Conforme o documento, as empresas estão começando a preparar listagem da nova empresa, que conta com um enterprise value de US$2,07 bilhões, na bolsa de valores de Riade.

A joint venture é controlada principalmente pela subsidiária da BRF, que detém 90% do capital da Sadia Halal, enquanto a HPDC, subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita Public Investment Fund, possui os 10% restantes.

O acordo prevê um investimento inicial da HPDC de US$ 24,3 milhões e uma contribuição complementar de US$ 73,1 milhões em transação primária até o fim do ano.

Além disso, BRF celebrou um acordo de fornecimento de produtos com uma subsidiária da Sadia Halal por 10 anos renováveis. O fornecimento será realizado a partir de suas unidades no Brasil, acrescentou.

De acordo com o documento, a Sadia Halal é constituída como uma das "maiores plataformas de produção e distribuição de proteínas halal do mundo", com acesso a uma base de consumidores de mais de 350 milhões de pessoas em 14 países islâmicos.

Um produto halal é qualquer produto que está em conformidade com as leis islâmicas, tornando-o permitido para consumo ou uso por muçulmanos.

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O que pesquisador descobriu pedalando como entregador de apps por 6 meses: ‘É terra de ninguém, risco de vida o tempo todo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Trabalho e Carreira O que pesquisador descobriu pedalando como entregador de apps por 6 meses: 'É terra de ninguém, risco de vida o tempo todo' Experiência revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que prazos curtos forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida; já as empresas dizem investir em segurança e desencorajar comportamentos de risco. Por BBC

Douglas Alexandre Santos trabalhou como cicloentregador no iFood por seis meses entre 2023 e 2024, como parte da sua pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo (USP).

A experiência etnográfica revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que o algoritmo não perdoa a prudência.

Pelo contrário, ele diz que os prazos curtos do aplicativo forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida no trânsito, se quiserem garantir a entrega.

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores, incluindo ciclistas.

Segundo a empresa, os tempos de deslocamento definidos pelo aplicativo levam em conta dados de navegação e incluem uma margem adicional.

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores. — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images/BBC

A notificação do celular anuncia mais uma corrida. Na tela, o mapa mostra a distância a ser percorrida em 12 minutos para que Douglas Alexandre Santos pedale até um McDonald's na cidade de São Paulo.

Para fugir do trânsito, ele decide subir na calçada com a bicicleta alugada. A corrente estoura, e ele quase sofre uma queda. Mas, enquanto tenta solucionar o problema, ele perde a entrega. O pedido é repassado a outro entregador.

Santos, na verdade, é um sociólogo que trabalhou como cicloentregador no iFood por seis meses entre 2023 e 2024, como parte da sua pesquisa de mestrado na Universidade de São Paulo (USP). O trabalho foi premiado como melhor dissertação de 2025 do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da instituição.

A experiência etnográfica revelou, segundo o pesquisador, um sistema de trabalho em que o algoritmo não perdoa a prudência. Pelo contrário, ele diz que os prazos curtos do aplicativo forçam os entregadores a cometerem infrações e arriscarem a própria vida no trânsito, se quiserem garantir a entrega.

"É um trabalho muito perigoso. E as plataformas não têm nenhum tipo de concernimento sobre a segurança do trabalho, sobre a integridade das pessoas e dos jovens negros que exercem essas ocupações", afirma.

"Eles não usam capacetes, não usam EPI [Equipamento de Proteção Individual]. Eles não têm nenhum tipo de conscientização que parte das plataformas para preservar a própria vida e a própria integridade física."

Procurado pela reportagem, o iFood afirmou que não incentiva comportamentos de risco e que adota medidas para aumentar a segurança dos entregadores, incluindo ciclistas.

Segundo a empresa, os tempos de deslocamento definidos pelo aplicativo levam em conta dados de navegação e incluem uma margem adicional (leia mais sobre o posicionamento da empresa abaixo).

Douglas Alexandre Santos trabalhou como entregador ciclista no iFood por seis meses entre 2023 e 2024 — Foto: Douglas Alexandre Santos via BBC

Como pesquisador, Santos estabeleceu um limite para a sua segurança: ele não atravessaria sinais vermelhos e não se arriscaria no trânsito perigoso. Ele preferia ir pelas calçadas quando o fluxo de carros era grande e só cruzava a rua quando o sinal estava verde para pedestres.

A postura cautelosa teve um preço: respeitar as leis de trânsito significou mais perdas de entregas. "O tempo estipulado pela plataforma para as entregas simplesmente ignora engarrafamentos, semáforos fechados ou acidentes."

"Esse é o tempo que você tem e você faz o que for necessário para cumprir. Pedalar entre os carros, subir nas calçadas, atravessar cruzamentos, atravessar sinais vermelhos, colocar a própria vida em risco o tempo todo", diz.

No caso da entrega perdida do McDonald's, ele relata que acessou o aplicativo para informar o imprevisto, esperando ganhar alguns minutos para trocar a bicicleta alugada em uma estação próxima.

Segundo Santos, a resposta da inteligência artificial foi automática: além da perda da entrega, a plataforma aplicou um bloqueio temporário de 15 minutos, sem possibilidade de receber novos pedidos.

"Fica evidente que o trabalhador arca com todos os custos e riscos da infraestrutura, enquanto a plataforma pune qualquer desvio de produtividade. Seja usando uma bicicleta própria ou alugada, o desgaste físico e material é totalmente transferido para o ciclista."

Com seis meses de pesquisa de campo, o pesquisador avaliou que já havia coletado informações suficientes. Mas também decidiu parar para não se arriscar mais. "A sensação de ter a vida em risco no trânsito de São Paulo era constante."

O trabalho por aplicativos segue em expansão no Brasil. Em 2024, eram 1,7 milhão de pessoas nessa modalidade, segundo o IBGE, o equivalente a 1,9% dos ocupados no setor privado. Em dois anos, houve um crescimento de 25,4%, com a entrada de mais 335 mil trabalhadores.

A maioria atua no transporte de passageiros: são 58,3% (964 mil). Já os entregadores representam 29,3%. Ou seja, são 485 mil.

Mas o grupo não é homogêneo. Os trabalhadores que atuam em entregas se dividem principalmente pela idade e pelo veículo utilizado pelos profissionais, pontua o pesquisador.

De um lado, estão os motoboys. Douglas explica que esse grupo é formado por homens adultos, geralmente acima dos 30 anos, que são pais de família e principais provedores de seus lares.

"Entre eles, existe muito a figura do pai de família, o homem que tem o seu próprio núcleo familiar e que precisa participar da manutenção de um lar", diz.

Do outro lado, estão os entregadores que trabalham com a bicicleta, o foco da sua tese. São jovens, majoritariamente negros e moradores de periferias. A maioria tem entre 18 e 24 anos e nunca trabalhou com carteira assinada.

"Esses jovens entregadores que baixam o aplicativo com 18 anos já têm uma trajetória ocupacional muito longa", diz o pesquisador.

"Eles começam a trabalhar muito cedo, na informalidade, na ilegalidade, em todo tipo de ocupação que você imaginar. Então, o referencial que eles têm, por exemplo, para avaliar a ocupação com os aplicativos é muito difícil", continua.

Um dos entregadores acompanhados relatou que começou a trabalhar aos 13 anos, carregando sacolas pesadas em uma ladeira íngreme em troca de gorjetas. Para esses jovens, o aplicativo aparece como uma libertação, já que elimina a figura do patrão tradicional e oferece uma sensação de autonomia, diz o pesquisador.

Esses jovens demonstram, no geral, forte antipatia por movimentos políticos e sindicais — diferentemente de parte dos motoboys, que têm se organizado em torno da regularização do trabalho nas plataformas, em discussão no Congresso Nacional.

Segundo o pesquisador, como o aplicativo pressiona por velocidade e pune os atrasos da corrida, os jovens abraçam o perigo como estilo de vida.

"Percebi que tinha um componente que estava fugindo um pouco aos olhos dos sociólogos, que estão sempre atentos às dinâmicas de mobilização, de formalização da relação empregatícia, por exemplo, que é uma dinâmica que tem a ver com a constituição da identidade de gênero desses jovens periféricos e, ao mesmo tempo, da identidade profissional deles", afirma.

"Observei dois fenômenos acontecendo ao mesmo tempo: a consolidação da identidade profissional e a consolidação da identidade de gênero. Essas coisas se construindo mutuamente."

Lucas, de 19 anos, contou ao pesquisador que, apesar do medo constante da mãe, seus pais sentiam muito orgulho dele porque, ao garantir seu dinheiro de forma independente no trânsito, ele estava "virando homem".

Passar cruzamentos no sinal vermelho, ignorar a ciclofaixa e costurar entre ônibus não são atitudes vistas por eles apenas como necessidades financeiras, mas como verdadeiras provas de masculinidade.

Nos relatos de campo, os acidentes são contados com risadas. Rafael, um entregador de 20 anos, era famoso entre os colegas por sua ousadia e velocidade extremas.

Ele já havia quebrado a perna, operado o pescoço e perdido o movimento de um dedo do pé em acidentes. Mesmo assim, vangloriava-se de parar o trânsito com a própria bicicleta. Com firmeza, Rafael afirmou diretamente ao pesquisador: "Pra gente não tem regra. Quem faz a regra é nóis!".

Os jovens transformam o medo em coragem e adrenalina. Ao assumir uma postura destemida, o entregador ganha status no grupo, eleva sua autoestima e passa a se sentir invencível.

Mas existe um custo físico dessa coragem. Santos acompanhou Wesley, um jovem que relatou ter pedalado tanto em um único dia que, ao chegar em casa e tirar os sapatos, viu que suas meias estavam manchadas de sangue. Fred, outro entregador veterano, resumiu a brutalidade da rotina dizendo que suas pernas já não sentiam mais dor. "Calejado é pouco."

Empresas do setor afirmam que não incentivam comportamentos de risco e que adotam medidas para aumentar a segurança dos entregadores — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg via Getty Images/BBC

Motoristas e entregadores de plataformas digitais estão hoje em uma "zona cinzenta", em que não são empregados formais pela CLT, mas profissionais autônomos que dependem de regulamentação específica.

A regulamentação do trabalho intermediado por plataformas vem sendo debatida no Congresso Nacional e ganhou tração no governo Lula — mas tem sido difícil encontrar consenso entre empresas do setor, representantes dos trabalhadores e governo.

Além da remuneração, um dos principais debates é em relação ao tipo de vínculo e a inclusão previdenciária dos trabalhadores do setor.

Santos adverte que os projetos de lei para regulamentar os aplicativos no Brasil se centralizam, basicamente, na categoria dos motoboys.

"O trabalho dos motoboys já é regulado pelas leis de trânsito. Já para o ciclista, é como se fosse uma terra de ninguém. Ele pode estar descalço, ele pode trabalhar sem nada e pode trabalhar com uma bolsa térmica velha, sem capacete, com celular antigo, seja lá qual for. E ninguém está olhando isso."

Santos defende que, muito além de negociar centavos na taxa de entrega por quilômetro, as empresas de delivery precisam fornecer equipamentos de segurança individual (EPIs) e água, além de criar, urgentemente, campanhas de proteção à vida para seus entregadores.

"O mais dramático nessa situação é que são vidas, integridade física, jovens se acidentando, ossos quebrados. É muito comum."

Procuradas pela reportagem, empresas e representantes do setor afirmam que não incentivam comportamentos de risco e que adotam medidas para aumentar a segurança dos entregadores.

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que reúne plataformas como iFood, Uber e 99, disse que os tempos e trajetos das entregas são definidos por algoritmos que consideram dados como histórico de tráfego, velocidade das vias, volume de pedidos e condições em tempo real.

Segundo a entidade, os prazos são dinâmicos e podem ser ampliados automaticamente em situações como chuva ou horários de pico, com o objetivo de reduzir a pressão sobre os trabalhadores.

Em casos de imprevistos, como problemas mecânicos ou vias bloqueadas, a associação afirma que os entregadores podem acionar canais de suporte nos aplicativos para reportar atrasos sem sofrer penalidades automáticas. Nesses casos, o sistema pode redistribuir o pedido ou atualizar o cliente.

As empresas também dizem investir em campanhas de segurança, cursos de direção defensiva e ferramentas tecnológicas que monitoram o comportamento dos condutores, com alertas de excesso de velocidade.

O iFood, principal empresa do setor no país, afirma que não incentiva corridas contra o tempo e que os prazos de entrega incluem uma margem adicional em relação ao tempo estimado de deslocamento.

"Não tem nenhum incentivo para que ele corra", disse Johnny Borges, diretor de Impacto Social da empresa.

Segundo ele, entregas feitas por bicicleta são limitadas a trajetos mais curtos, de até quatro quilômetros, e concentradas em áreas com maior infraestrutura urbana. A empresa afirma ainda que evita direcionar ciclistas para regiões com relevo mais acentuado.

Borges disse que a plataforma pode reatribuir pedidos antes da retirada no restaurante, caso identifique desvios de rota ou imprevistos, mas afirma que não há bloqueio por atraso na entrega ao cliente.

Sobre segurança, o iFood afirma que oferece treinamentos, distribui equipamentos e mantém um seguro contra acidentes para todos os entregadores. Segundo o executivo, o uso de itens como capacete é incentivado, mas não obrigatório. "Eles não gostam de usar capacete", disse.

O representante reconhece que o uso simultâneo de múltiplos aplicativos, uma prática comum entre entregadores, pode aumentar a pressão por tempo e influenciar comportamentos de risco.

Já a Keeta, empresa chinesa que entrou recentemente no mercado brasileiro, afirmou que a segurança dos entregadores é prioridade e que investe em tecnologia para reduzir riscos na operação.

Segundo a empresa, sistemas próprios de inteligência artificial permitem otimizar rotas, reduzir o tempo de espera e aumentar a produtividade sem exigir que os trabalhadores ultrapassem limites de velocidade.

A Keeta afirma ainda que mantém uma central de suporte para entregadores, desenvolve iniciativas de orientação e atua em parceria com autoridades públicas e especialistas em mobilidade para aprimorar políticas de segurança.

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GameStop faz oferta bilionária para comprar eBay e mira rivalizar com a Amazon

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 04/05/2026 07:55

Tecnologia GameStop faz oferta bilionária para comprar eBay e mira rivalizar com a Amazon Proposta de US$ 55,5 bilhões inclui dinheiro e ações; empresa já tem 5% do eBay e plano envolve corte de custos e uso de lojas físicas para expandir operação. Por Redação g1 — São Paulo

A GameStop, rede americana de lojas de videogames, fez uma proposta bilionária para comprar o site de comércio eletrônico eBay.

A oferta é de cerca de US$ 55,5 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões), com pagamento dividido entre dinheiro e ações.

A empresa informou que já vinha se movimentando antes da proposta: desde 4 de fevereiro, passou a comprar ações do eBay e hoje já tem quase 5% de participação, incluindo papéis e derivativos.

O valor oferecido é de US$ 125 por ação. Dependendo da base de comparação, isso representa um prêmio cerca de 46% acima do preço médio desde o início das compras e cerca de 20% em relação ao fechamento mais recente do mercado.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO da GameStop, Ryan Cohen, disse que vê potencial para aumentar muito o valor do eBay.

A GameStop, rede americana de lojas de videogames, fez uma proposta bilionária para comprar o site de comércio eletrônico eBay. A oferta é de cerca de US$ 55,5 bilhões (aproximadamente R$ 275 bilhões), com pagamento dividido entre dinheiro e ações.

A empresa informou que já vinha se movimentando antes da proposta: desde 4 de fevereiro, passou a comprar ações do eBay e hoje já tem quase 5% de participação, incluindo papéis e derivativos.

O valor oferecido é de US$ 125 por ação. Dependendo da base de comparação, isso representa um prêmio cerca de 46% acima do preço médio desde o início das compras e cerca de 20% em relação ao fechamento mais recente do mercado.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO da GameStop, Ryan Cohen, disse que vê potencial para aumentar muito o valor do eBay.

Segundo ele, a empresa poderia chegar a “centenas de bilhões de dólares” e se tornar uma concorrente direta da Amazon.

A estratégia, de acordo com Cohen, inclui cortar cerca de US$ 2 bilhões em custos anuais já no primeiro ano após a aquisição, o que ajudaria a aumentar os lucros.

Outro ponto central do plano é usar as cerca de 1.600 lojas físicas da GameStop nos Estados Unidos como apoio ao eBay — funcionando como pontos de retirada, envio, autenticação de produtos e até integração com o varejo físico.

Mesmo assim, a proposta é considerada ousada. O eBay tem valor de mercado quase quatro vezes maior que o da GameStop, o que torna incomum uma tentativa de compra desse tipo. Negócios assim normalmente dependem de alto nível de endividamento e da expectativa de ganhos futuros para se sustentarem.

Para viabilizar a operação, Cohen afirmou que já garantiu apoio financeiro, incluindo uma carta de compromisso de cerca de US$ 20 bilhões em dívida.

A GameStop também tinha cerca de US$ 9,4 bilhões em caixa e investimentos no fim de janeiro e pode buscar recursos adicionais com investidores externos, incluindo fundos soberanos.

Cohen ainda disse que está preparado para levar a proposta diretamente aos acionistas, caso o conselho do eBay não se mostre aberto à negociação. Se o acordo avançar, ele pretende assumir como CEO da empresa combinada.

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Casas ecológicas a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 04/05/2026 03:58

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casas ecológicas a partir de R$ 60 mil: você sabe o que é um domo? Um casal de Belém apostou na construção de domos com materiais sustentáveis e transformou a ideia em um negócio de hospedagem que cresce com a demanda da COP 30. Por Pegn

Domos geodésicos são construções sustentáveis em formato de cúpula, feitas com materiais reciclados.

Em Belém (PA), a arquiteta Tuane Costa e o administrador Thales Barca criaram uma empresa especializada em construções modulares.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação.

🌠Imagine viver ou se hospedar em uma casa redonda, com paredes feitas de materiais reciclados, vista para o céu e estrutura pensada para se integrar à natureza 🌳. Esse é o conceito dos domos geodésicos, construções sustentáveis que estão ganhando espaço no Brasil.

Em Belém (PA), esse tipo de moradia virou negócio nas mãos da arquiteta Tuane Costa e do administrador Thales Barca. Os dois criaram uma empresa especializada em construções modulares e sustentáveis.

Os domos fabricados por eles custam a partir de R$ 60 mil e possuem acabamento ecológico e automação. A visibilidade trazida pela COP30, realizada na cidade em novembro do ano passado, impulsionou a procura — e a demanda segue aquecida mesmo após o evento.

📎 O domo geodésico é uma construção em formato de cúpula, formada por vários triângulos que se encaixam de maneira precisa. A estrutura lembra um iglu, mas com toques de inovação tecnológica e design sustentável.

Feitos com madeira, plástico reciclado e outros materiais reaproveitados, os domos têm isolamento acústico e térmico e aproveitam recursos locais, como o uso de ladrilhos com temas regionais e móveis feitos com madeira de manejo florestal.

Nas paredes, é possível ver resíduos de açaí prensados, plásticos reciclados com textura lunar e outros materiais reaproveitados.

Além da forma inusitada, o domo é pensado para ser funcional. A parte elétrica e hidráulica já sai pronta da fábrica.

A montagem é rápida, e o interior, aconchegante. Há modelos com isolamento acústico, comando de voz e até fechadura digital.

Com a visibilidade trazida pela COP 30, os Tuane e Thales querem levar seus domos para outras partes do Brasil.

"Quando se está determinado dentro de um projeto, o céu acaba sendo o limite. Colocar energia naquilo que a gente acredita. Não é nada à toa. Não aconteceu em dois anos. É um processo que vem lá de traz e que a gente está começando a colher, mas a gente vai muito longe".

Parede de vidro permite observar o céu de dentro do domo, que conta com isolamento térmico e acústico — Foto: Amazônia Domos

Banheiro tem ladrilhos com estampas regionais, criados por artesãos locais — Foto: Amazônia Domos

📍 Av. Municipalidade, 985 – Umarizal, Belém/PA – CEP: 66050-350📞 Telefone: (91) 98149-2136✉️ E-mail: contato@amazoniadomos.com.br🌐 Site: amazoniadomos.com.br📱 Instagram: @amazoniadomoseciaof

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