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Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Carros Ford faz recall no Brasil, mas defeito em Mustang só será consertado em 2027 Falha pode comprometer o funcionamento dos limpadores e do esguicho de água em temperaturas de 0°C ou inferiores. Proprietários terão de esperar até 2027 pela solução. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (21) um recall para o Mustang por falha nos limpadores do para-brisa. Os modelos envolvidos foram fabricados entre 2024 e 2026.

Segundo a marca, existe o risco de o esguicho de água e os limpadores não funcionarem e, por isso, pode haver a diminuição ou perda de visibilidade.

De acordo com a Ford, esta condição acaba “aumentando o risco de acidente com possíveis danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”.

O motivo do possível defeito é uma falha na programação que pode afetar o funcionamento do motor do limpador quando a temperatura atinge 0 grau Celsius ou menos.

“Nessa condição, os limpadores podem funcionar apenas na velocidade alta, e o esguicho de água do para-brisa pode não funcionar, sem aviso prévio ao condutor”, diz a Ford em nota.

A Ford só vai começar a atender este recall no segundo trimestre de 2027. Segundo o comunicado, a solução para o problema só vai estar disponível nesta data.

A reportagem do g1 entrou em contato com a Ford para entender a razão da demora em arrumar os modelos. Também foi perguntado se os Mustang envolvidos no recall podem trafegar sem a solução do recall.

Mustang – Modelo 2024 – Chassis: de R5433555 até R5434492.Mustang – Modelo 2025 – Chassis: de S5405308 até S5504022.Mustang – Modelo 2026 – Chassis: de T5501127 até T5501731.

Em junho deste ano, a Ford já havia feito um outro recall e pediu para os proprietários não conduzirem os veículos envolvidos no recall.

Os modelos Bronco Sport, fabricados entre 2021 e 2025, e Maverick, produzidos entre 2022 e 2025, poderiam apresentar um problema na fixação do braço inferior da suspensão dianteira. Segundo a Ford, 237 unidades dos dois veículos fazem parte deste recall.

A montadora, na ocasião, recomendou que os proprietários dos veículos afetados evitassem conduzir os carros até que o atendimento seja realizado em uma concessionária.

O chamado ocorreu devido a uma falha detectada no processo de montagem. Segundo a Ford, o braço inferior da suspensão dianteira, em ambos os lados dos veículos, poderia não estar fixado de maneira correta no suporte da roda dianteira.

Caso ocorra a falha de fixação, a peça poderá se soltar do suporte da roda. O defeito acarreta o risco de o motorista perder o controle do veículo em movimento, o que eleva a possibilidade de acidentes com danos físicos e riscos fatais aos ocupantes do automóvel e a terceiros.

O tempo estimado para a execução do serviço é de cerca de 20 minutos, embora o prazo possa variar segundo o fluxo da concessionária escolhida.

O atendimento aos proprietários do Bronco Sport e da Maverick já está aberto. Os clientes devem realizar o agendamento do serviço, disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 10:51

Vale do Paraíba e Região Embraer fecha acordo para vender até 45 aviões ao grupo controlador da Gol e da Avianca Acordo prevê a compra de 20 aeronaves E195-E2, além de opções e direitos de compra para outras 25. Fabricante também anunciou novos negócios com empresas da Espanha, Luxemburgo e Estados Unidos durante feira no Reino Unido. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) um acordo para vender até 45 aeronaves E195-E2 ao Grupo Abra. O negócio ocorreu na feira Farnborough Airshow, no Reino Unido.

O contrato prevê 20 compras firmes, 10 opções e 15 direitos de compra, com entregas a partir de 2027. O valor da transação não foi revelado pela fabricante.

Segundo o Grupo Abra, as aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota na América Latina. O modelo E195-E2 promete menor consumo de combustível e menos emissões.

Durante o evento, a Embraer também fechou acordos de vendas com as companhias Binter e Luxair, além de conversão de 30 cargueiros com a empresa Azorra.

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) a venda de até 45 aeronaves E195-E2 para o Grupo Abra, controlador das companhias aéreas Gol, Avianca e Wamos Air. O anúncio foi feito durante o Farnborough Airshow, uma das principais feiras de aviação do mundo, realizada no Reino Unido.

O acordo prevê a compra de 20 aeronaves, além de 10 opções de compra e 15 direitos de compra, o que pode elevar o negócio para até 45 aviões. O valor do acordo não foi revelado.

As primeiras entregas estão previstas para o quarto trimestre de 2027. Segundo a Embraer, o pedido será incluído na carteira de encomendas do terceiro trimestre de 2026 assim que o contrato for concluído.

De acordo com o Grupo Abra, as novas aeronaves vão ampliar a flexibilidade da frota, permitindo abrir novas rotas, aumentar a frequência de voos e atender a demanda de mercados domésticos e regionais da América Latina.

O E195-E2 é o maior avião comercial fabricado pela Embraer. O modelo é equipado com motores de nova geração, com redução das emissões de carbono e menos ruído em comparação com aeronaves da geração anterior.

Além da venda para o Grupo Abra, a Embraer anunciou outros três acordos durante a feira de Farnborough. A companhia aérea espanhola Binter encomendou mais cinco aeronaves E195-E2 e garantiu quatro direitos de compra.

A Luxair, companhia aérea de Luxemburgo, converteu direitos de compra em um pedido firme de três aeronaves E190-E2 e tem um novo direito de compra. A empresa já opera quatro aviões E195-E2 da Embraer e passará a contar com nove aeronaves da família E2 encomendadas.

Embraer anuncia acordo para venda de até 30 cargueiros à empresa dos EUA especializada em em aluguel de aeronaves — Foto: Divulgação/Embraer

Já a empresa norte-americana Azorra anunciou um acordo para converter até 30 aeronaves E190 de passageiros em cargueiros. O contrato inclui 20 pedidos firmes de conversão e outros 10 direitos de compra. Os cargueiros serão destinados ao mercado de transporte expresso de cargas.

Os anúncios reforçam a série de novos negócios fechados pela Embraer durante o Farnborough Airshow, um dos principais eventos da indústria aeronáutica mundial.

A Azorra já é cliente da Embraer. Em junho deste ano, a empresa anunciou a compra de 15 jatos E195-E2, com opção para adquirir outras 15 aeronaves do mesmo modelo.

Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

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Sabre de luz de Luke Skywalker é leiloado por US$ 3,75 milhões

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 09:53

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

Sabre de luz de Luke Skywalker, acompanhado de mão decepada, foi usado por Mark Hamill em "O Império Contra-Ataca". — Foto: Heritage Auctions

Um sabre de luz de Luke Skywalker acompanhado de uma mão decepada foi vendido por R$ 19 milhões (US$ 3,75 milhões) em um leilão da Heritage Auctions, em Dallas, no Texas, no dia 15 deste mês. O resultado só foi divulgado na segunda-feira (20).

O objeto foi usado por Mark Hamill na cena do duelo final entre Luke Skywalker e Darth Vader em "O Império Contra-Ataca" (1980), segundo filme da saga "Star Wars". É nesse momento que Vader revela a icônica frase "Eu sou seu pai" e corta a mão de Luke.

Segundo a Heritage, esse foi o maior valor já pago por um objeto de cena utilizado em um filme da franquia "Star Wars", destacou a agência de notícias Associated Press.

A venda fez parte do leilão Hollywood & Entertainment Signature, que também reuniu outros itens icônicos do cinema.

Um chapéu da Bruxa Má do Oeste, usado pela atriz Margaret Hamilton em "O Mágico de Oz" (1939), foi vendido por US$ 550 mil. Já a cartola marrom usada por Gene Wilder em "A Fantástica Fábrica de Chocolate" (1971) foi arrematada por US$ 350 mil.

O baú de Daenerys Targaryen, com os ovos de dragão em seu interior, usado na primeira temporada de "Game of Thrones", foi vendido por US$ 312,5 mil.

O ator Mark Hamill, conhecido pelo papel de Luke Skywalker, na pré-estreia em Hollywood de 'Star Wars: Episódio VII – O despertar da força' nesta segunda-feira (14) — Foto: Mario Anzuoni/Reuters

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EUA podem perder para o Brasil o papel de maior exportador agrícola do mundo, diz Financial Times

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 08:55

Agro EUA podem perder para o Brasil o papel de maior exportador agrícola do mundo, diz Financial Times China, um dos maiores compradores do mundo, reduziu importações dos americanos depois que Donald Trump impôs tarifas ao país, o que, segundo jornal, beneficiou o Brasil. Por BBC

Uma reportagem publicada nesta terça-feira (21) pelo Financial Times afirma que os EUA correm o risco de perder para o Brasil o posto de maior exportador agrícola mundial.

No ano passado, a diferença nas exportações agrícolas de EUA e Brasil foi de apenas US$ 2 bilhões. Em 2021, essa distância era de US$ 56 bilhões.

Analistas apontam as tarifas impostas por Donald Trump em 2018 como principal causa. A China reduziu importações americanas e aumentou a compra de soja do Brasil.

O crescimento do Brasil também reflete décadas de investimento em terras baratas e genética. No entanto, o setor enfrenta desafios como juros altos e encarecimento de fertilizantes.

Uma reportagem publicada nesta terça-feira (21/7) no britânico Financial Times, um dois principais jornais de finanças do mundo, afirma que os Estados Unidos correm o risco de perder para o Brasil o posto de maior exportador agrícola do mundo.

Segundo o Departamento de Agricultura americano e o Ministério da Agricultura brasileiro, os EUA exportaram US$ 171 bilhões em produtos agrícolas no ano passado, apenas US$ 2 bilhões a mais do que o Brasil. Em 2021, essa diferença foi de US$ 56 bilhões.

O texto diz que as exportações brasileiras no agro cresceram 6% no primeiro semestre de 2026, atingindo um recorde de US$ 87 bilhões, graças não só ao seu papel de maior produtor mundial de soja e das carnes bovina e avícola, mas também do sucesso de cultivos como o algodão, que tinha os EUA como seu principal exportador, mas que foi ultrapassado pelo Brasil.

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Para os analistas ouvidos pela reportagem britânica, que esteve nos Estados de Iowa, nos EUA, e em Mato Grosso, no Brasil, a principal razão por trás desta mudança está nas "perturbações comerciais desencadeadas pelas tarifas impostas pelo presidente Donald Trump".

Isso porque a China, um dos maiores compradores do mundo, reduziu significativamente suas importações dos americanos depois que o republicano impôs tarifas ao país em 2018, ainda durante seu primeiro mandato na Casa Branca.

Um gráfico que acompanha a reportagem mostra que, em 2016, a China comprava volumes semelhantes de soja do Brasil e dos EUA. As exportações brasileiras já cresciam, mas em ritmo mais moderado.

Com a retaliação de Pequim às tarifas de Washington em 2018, porém, esse crescimento se acelerou. Em 2025, o Brasil exportou mais de 80 milhões de toneladas de soja para a China, enquanto os EUA não chegaram à casa das dezenas de milhões de toneladas.

Os dados são do UN Comtrade (United Nations Commodity Trade Statistics Database), considerado o maior e mais abrangente repositório público de estatísticas de comércio internacional.

Última visita de Trump a China, em maio de 2026, foi definida mais por uma retórica simbolista do que por anúncios concretos — Foto: Getty Images via BBC

O Financial Times diz que, embora os EUA sigam capazes de produzir "safras extraordinárias", "as margens de lucro estão desaparecendo à medida que as tensões comerciais e os preços baixos deixam sua marca no Meio-Oeste".

Segundo a reportagem, a estimativa da American Farm Bureau Federation, a maior organização e grupo de lobby de agricultores e pecuaristas dos EUA, é de que o setor tenha no próximo ano prejuízos de US$ 138 por acre para a soja, US$ 167 para o milho, US$ 145 para o trigo e US$ 406 para o algodão.

O Financial Times lembra que "a força do setor agrícola do Brasil não é apenas consequência da política comercial americana", mas é algo que vem sendo construído ao longo das últimas décadas.

A reportagem conta que o Brasil, hoje líder ainda na exportação de café, cana-de-açúcar e suco de laranja, dependia de importações para alimentar sua população até os anos 1970. A situação mudou quando o país passou a tirar vantagem de seu território, capaz de gerar duas ou até três safras no mesmo ano.

Isso se deve, em parte, à disponibilidade e ao baixo custo da terra, principalmente nas regiões de fronteira, mas também à expansão da produção para áreas antes consideradas inférteis ou de difícil cultivo, que ganharam sobrevida com "o tratamento de solos pobres em nutrientes e o desenvolvimento genético de culturas adaptada ao clima".

"Esse modelo de produção contínua ajuda a diluir os custos fixos e, normalmente, melhora as margens das propriedades rurais", explicou Raphael Bulascoschi, analista da corretora de commodities StoneX, ao periódico britânico.

Mas o Brasil, acrescentam os especialistas ouvidos pelo Financial Times, também se prepara para cenários menos favoráveis, diante das altas taxas de juros internas, da queda nos preços das commodities e, após a guerra entre Irã e Israel, da alta no preço dos fertilizantes, que vêm, em sua vasta maioria, de fora.

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Embraer anuncia venda de dois aviões ao Japão e parceria para integrar míssil ao cargueiro C-390

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 08:55

Vale do Paraíba e Região Embraer anuncia venda de dois aviões ao Japão e parceria para integrar míssil ao cargueiro C-390 Anúncios foram feitos nesta terça-feira (21) pela fabricante de aeronaves. Entregas devem ocorrer em 2027 e 2028. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) a venda de 2 aviões E175 ao Japão e parceria para integrar mísseis ao cargueiro C-390.

As aeronaves E175 serão entregues em 2027 e 2028 para a Fuji Dream Airlines. Elas terão capacidade de 84 passageiros e atuarão na malha regional japonesa.

O acordo com a norte-americana Anduril prevê integrar o míssil Barracuda-500M ao C-390 Millennium. O armamento será lançado por sistemas paletizados instalados no cargueiro militar.

O C-390 é o maior projeto militar da Embraer e já foi adquirido por diversos países. O míssil Barracuda-500M realiza testes de voo desde 2024.

A Embraer anunciou nesta terça-feira (21) que recebeu uma encomenda firme de duas aeronaves E175 da companhia aérea japonesa Fuji Dream Airlines (FDA). O anúncio foi feito durante o Farnborough International Airshow, no Reino Unido.

Com a nova compra, a Fuji Dream Airlines ampliará sua frota, formada exclusivamente por aviões da Embraer. Atualmente, a companhia opera 15 aeronaves da fabricante, sendo dois modelos E170 e 13 E175.

Os novos jatos terão configuração de classe única, com capacidade para 84 passageiros, e serão utilizados na expansão da malha regional da empresa no Japão.

Segundo a Embraer, o E175 é voltado para operações de alta frequência e rotas de menor distância, características que atendem ao perfil da companhia japonesa.

Também durante o Farnborough Airshow, a Embraer anunciou a assinatura de um memorando de entendimento com a empresa norte-americana Anduril para estudar a integração do míssil de cruzeiro Barracuda-500M ao cargueiro militar C-390 Millennium.

O projeto prevê que o armamento possa ser lançado por meio de sistemas paletizados instalados na aeronave, permitindo o emprego simultâneo de diversas munições em operações militares.

Segundo as empresas, a parceria busca ampliar as capacidades operacionais do C-390, tornando a aeronave apta a executar missões com armamentos de longo alcance, além das funções que já desempenha atualmente, como transporte de tropas e cargas, evacuação médica, missões humanitárias, combate a incêndios e busca e salvamento.

O C-390 Millennium é o maior projeto militar da Embraer e já foi adquirido pela Força Aérea Brasileira (FAB) e por países como Portugal, Hungria, Coreia do Sul, Holanda, Áustria, República Tcheca, Uzbequistão, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Eslováquia e Lituânia.

O Barracuda-500M teve seu primeiro teste de voo em 2024 e, desde então, vem sendo submetido a uma série de avaliações para validar seu desempenho e ampliar as possibilidades de emprego pelas forças armadas dos Estados Unidos e de países aliados.

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Trump prepara novas tarifas contra dezenas de países, diz Financial Times

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 07:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante um pronunciamento à nação no Salão Leste da Casa Branca, em Washington — Foto: SAUL LOEB/Pool via REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve anunciar novas tarifas sobre dezenas de países já nesta semana, informou o Financial Times nesta terça-feira. A tarifa global temporária de 10% está prevista para expirar na sexta-feira (24).

Segundo o jornal, as novas taxas devem ficar em nível semelhante à atual taxa de 10%, mas o governo americano também trabalha em outras investigações que podem dar base legal para propor alíquotas mais altas.

Na quarta-feira (15), Trump anunciou uma nova tarifa de 25% para produtos brasileiros, com uma extensa lista de exceções, como carnes, café, petróleo, aronaves, sucos de laranja. Cinco dias depois, na segunda, foi a vez do Canadá, que foi taxado em 50%.

As novas tarifas vêm após a Suprema Corte ter derrubado, em fevereiro, as taxas recíprocas anunciadas em abril de 2025. Após a decisão, os EUA anunciaram uma taxa global de 10%, que expira na sexta-feira.

Segundo o Financial Times, autoridades de alto escalão têm aconselhado Trump a preservar a estabilidade nas relações com os parceiros comerciais e a respeitar os acordos firmados por Washington para reduzir tarifas em 2025.

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‘Piratinha’, ‘hemorroida’ e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 04:52

Trabalho e Carreira 'Piratinha', 'hemorroida' e outros: a linha entre humor e assédio que leva apelidos no trabalho a indenizações Vídeos de apelidos no trabalho ganham milhões de visualizações, mas situações semelhantes já terminaram em processos e decisões judiciais. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Apelidos no trabalho podem parecer apenas brincadeiras, mas passam a ser um problema quando geram constrangimento, exposição ou atingem vulnerabilidades pessoais.

Casos na Justiça mostram que a diferença entre humor e assédio moral depende do contexto, da frequência e do impacto causado na pessoa.

De “piratinha” a “hemorroida”, apelidos usados no ambiente profissional já chegaram aos tribunais e resultaram em decisões diferentes.

Nem toda brincadeira gera indenização, mas empresas podem ser responsabilizadas quando permitem situações de humilhação no trabalho.

Com a popularização de vídeos nas redes sociais, apelidos entre colegas ganharam visibilidade e também podem se tornar provas em processos trabalhistas.

"Pano de pia. 8h da manhã e já está fedendo", "Buzina de avião. Não serve para nada", "Cesta básica. Tem tudo, menos carne", "Tartaruga Ninja. Tartaruga para chegar e ninja para sair".

Em vídeos curtos que viralizam nas redes sociais, colegas de trabalho trocam esse tipo de apelido para debochar de comportamentos do dia a dia. É uma piada fácil de entender, e o público logo reconhece alguém que "se encaixa" na descrição.

O perfil de Cleitinho Ramalho e Maria das Neves viralizou com um vídeo nesse estilo, que acumulou quase 300 milhões de visualizações no TikTok. Nos comentários, usuários entram na brincadeira e criam novos rótulos, como "Cólica. Nenhuma mulher gosta", "Sensor. Só trabalha quando o chefe aparece", entre outros.

Mas o que parece piada levanta uma discussão importante: até que ponto apelidar colegas é uma brincadeira e quando isso ultrapassa o limite?

O assunto não é novidade para a Justiça do Trabalho. Há diversos casos em que apelidos deram origem a processos, e nem todos tiveram o mesmo desfecho.

Um dos casos mais conhecidos envolve uma trabalhadora de Belo Horizonte (MG), que atuava como analista de suporte comercial e era chamada de "piratinha" por colegas e gerentes, em referência ao fato de ser cega de um olho.

Testemunhas confirmaram que o apelido era recorrente e que a funcionária demonstrava incômodo. Mesmo assim, o comportamento continuou.

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais entendeu que o apelido configurava uma ofensa direta à dignidade da trabalhadora por destacar uma deficiência física. A empresa foi condenada a pagar R$ 15 mil por danos morais.

Por outro lado, um julgamento do TRT da 15ª Região, em Campinas (SP), analisou o caso de um operador de máquinas que alegou ter sido humilhado ao ser chamado de "hemorroida". O pedido foi negado.

A decisão considerou que o próprio trabalhador havia dado origem ao apelido ao mostrar uma foto de sua condição de saúde aos colegas. Também ficou comprovado que o empregador não utilizava o apelido nem incentivava a prática.

Sem a participação ou omissão da empresa, o tribunal entendeu que não havia nexo para responsabilizá-la. Por isso, concluiu que não houve ato ilícito capaz de gerar dano indenizável.

Não existe uma regra automática. Situações semelhantes podem ter desfechos diferentes, dependendo do contexto, das provas e da interpretação sobre o impacto, explicam especialistas ouvidos pelo g1.

O que define um apelido como pejorativoQuando vira assédio moralTodo mundo riuA responsabilidade das empresasE quando isso vai parar nas redes?Como provar que houve abuso

Com a popularização de vídeos nas redes sociais, apelidos entre colegas ganharam visibilidade e também podem se tornar provas em processos trabalhistas. — Foto: TikTok/ Reprodução

No ambiente de trabalho, apelidos não são proibidos. O que os torna problemáticos é o conteúdo que carregam e a forma como são utilizados.

A advogada Fernanda Garcez explica que a questão central não é a presença de humor, mas a existência de exposição vexatória, ou "brincadeiras" que reforçam estereótipos ou fragilidades pessoais.

“Os critérios que mais pesam na análise são: o apelido ressalta uma característica física, uma condição de saúde, uma deficiência ou outra vulnerabilidade pessoal? Ele foi repetido ao longo do tempo? A pessoa demonstrou desconforto, mesmo sem fazer reclamação formal? Quem utilizava o apelido, apenas colegas ou também superiores? Quanto mais respostas ‘sim’ a essas perguntas, maior a probabilidade de o caso ser enquadrado como assédio moral. A jurisprudência é clara nessa direção”, explica a advogada.

O professor de Direito do Trabalho Platon Neto reforça o mesmo ponto: quando o apelido atinge uma fragilidade da pessoa, a tendência é que a Justiça o considere pejorativo, mesmo que não tenha havido essa intenção.

O assédio moral ocorre quando alguém é submetido a situações repetidas que causam constrangimento ou humilhação no trabalho.

Nem todo apelido configura assédio automaticamente. No entanto, ele pode passar a configurar quando faz parte de uma dinâmica mais ampla.

se o apelido é usado repetidamente, e não apenas de forma pontual;se expõe um aspecto sensível da pessoa;se há demonstração de incômodo;se líderes ou gestores participam da prática.

Quanto mais esses elementos aparecem juntos, maior a chance de que a situação seja considerada assédio.

Os vídeos que viralizam nas redes sociais trazem um elemento que pode confundir essa análise: muitas vezes, todos parecem estar se divertindo. Mas essa reação não encerra o debate.

Especialistas apontam que, no ambiente profissional, o riso pode ser uma forma de adaptação. Muitas pessoas evitam se posicionar para não gerar conflito, comprometer relações ou até por receio de prejudicar o próprio emprego.

Por isso, a Justiça do Trabalho já reconhece que a ausência de reclamação formal não elimina a possibilidade de assédio. Da mesma forma, o fato de alguém participar da brincadeira não significa, necessariamente, que esteja confortável com ela.

Por outro lado, quando há provas de que o próprio trabalhador incentivava o apelido ou não demonstrava qualquer incômodo, esse comportamento pode influenciar a decisão, como ocorreu no caso de Campinas.

As empresas têm o dever de garantir um ambiente de trabalho respeitoso. Isso inclui agir diante de situações de constrangimento.

Se o apelido circula livremente e não há qualquer ação, pode haver omissão, que ocorre quando a empresa deixa de agir diante de um problema que deveria resolver, explica Platon Neto.

Se chefes ou gestores utilizam o apelido, a situação se torna ainda mais grave, pois o trabalhador pode se sentir pressionado a aceitar.

“Se o apelido circulava apenas entre colegas, sem chegar ao conhecimento da gestão, a responsabilidade é menor. Mas, se era usado pelos próprios supervisores, se era notório no ambiente e a empresa não tomou providências, a responsabilidade é direta”, afirma o advogado.

As gravações podem ser utilizadas como prova em processos trabalhistas. Elas ajudam a demonstrar não apenas a existência do apelido, mas também o contexto, a frequência e a participação de diferentes níveis hierárquicos.

Para o trabalhador, isso pode fortalecer uma ação. Para a empresa, representa um risco significativo, já que a prova é pública e difícil de contestar.

Além disso, a exposição nas redes sociais amplia o dano. O apelido deixa de ser restrito ao ambiente interno e pode afetar a imagem do trabalhador em um espaço muito mais amplo, segundo Platon Neto e Fernanda Garcez.

testemunhas que presenciaram o uso do apelido e possam confirmar que a vítima demonstrava incômodo;registros escritos, como e-mails, mensagens de WhatsApp ou comunicações internas;vídeos ou fotos;e qualquer comunicação em que o trabalhador tenha manifestado, mesmo informalmente, que não queria ser chamado daquela forma.

"Quando há prova efetiva da prática, em geral a condenação ocorre. Existem exceções, a depender dos fatos, especialmente quando o próprio empregado deu origem e incentivou a conduta, como no caso citado do TRT da 15ª Região", conclui Fernanda Garcez.

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Excesso de cautela com defeso eleitoral gera apagão de dados públicos que compromete acesso à informação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 03:52

Tecnologia Excesso de cautela com defeso eleitoral gera apagão de dados públicos que compromete acesso à informação Na última semana, pesquisadores que procuraram, em sites oficiais, dados sobre desmatamento ou mortalidade infantil, por exemplo, encontraram uma mensagem inesperada: "conteúdo restrito". Por Rodrigo Borges Valadão

Aviso usado nas páginas do governo federal bloqueadas em função do defeso: fenômeno causado por cautela excessiva com legislação eleitoral prejudica desnecessariamente quem trabalha com pesquisa de dados públicos. — Foto: Reprodução

Notícias do Ibama sobre a queda do desmatamento, reportagem da Agência Brasil sobre a menor taxa de mortalidade infantil em 34 anos e o portal de notícias do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estão inacessíveis, assim como vários outros portais relevantes. Não se trata de falha técnica, mas de falha jurídica.

Desde 4 de julho de 2026 vigora o chamado "defeso eleitoral", um período de três meses que antecede o pleito em que a legislação eleitoral impõe uma série de condutas vedadas aos agentes públicos.

O fenômeno não é pontual. O Arquivo Nacional, por exemplo, restringiu o acesso a todas as notícias publicadas em seu portal antes de 3 de julho deste ano. A plataforma Brasil Participativo ocultou processos participativos já encerrados.

Alguns estados anunciaram a suspensão integral de sites e redes sociais oficiais até 25 de outubro. Em julho de 2026, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) chegou a retirar do ar cerca de 146 mil matérias jornalísticas sob a mesma justificativa.

O resultado é um apagão temporário de dados que atinge quem pesquisa, quem informa e quem depende dessas informações para trabalhar.

O objetivo é legítimo: impedir que a máquina pública seja usada para promover governantes-candidatos, o que romperia a igualdade de oportunidades entre os concorrentes.

Deste modo, a inserção de conteúdo meramente informativo em sítio oficial "não tem a potencialidade de propaganda" que a lei coíbe.

Publicidade não é sinônimo de informação. Conteúdos meramente informativos e técnicos não se confundem com promoção da gestão. As próprias orientações do Poder Executivo federal para 2026 fazem essa distinção.

O que elas exigem é apenas a adequação das páginas: remoção de nomes, símbolos, slogans e elementos de enaltecimento pessoal ou governamental.

O que pode caracterizar ilícito eleitoral é a finalidade promocional que eventualmente acompanha esses conteúdos. Este deveria ser o real escopo da restrição legal.

A retirada indiscriminada de conteúdo decorre de uma interpretação ampliativa movida mais pelo receio de sanções do que pela determinação da norma. Na dúvida, o gestor suprime tudo.

Este é o fenômeno, já identificado pela literatura especializada, chamado "apagão das canetas".

O fenômeno gera paralisia decisória que consiste na recusa, hesitação ou omissão de autoridades e gestores públicos em tomar decisões. Essa inércia decorre de uma autodefesa corporativa: o medo paralisante de sofrer responsabilização pessoal.

A Lei nº 13.848/2019 (Lei Geral das Agências Reguladoras) determina que os relatórios de consultas públicas permaneçam disponíveis nos sites das agências.

Não há na legislação eleitoral qualquer dispositivo que suspenda esses deveres durante o período eleitoral.

O paradoxo é evidente. Para evitar uma conduta que potencialmente viola a lei eleitoral, órgãos públicos passam a violar efetivamente deveres legais gerais e específicos de transparência que regem a sua atuação.

Para a pesquisa científica, os efeitos são imediatos. Séries históricas de dados ambientais e sanitários ficam temporariamente inacessíveis justamente no segundo semestre, quando boa parte dos artigos, dissertações e teses precisa ser fechada.

Quem depende de transparência ativa, isto é, de dados publicados espontaneamente na internet, passa a ter de recorrer a pedidos formais pela Lei de Acesso à Informação para obter documentos que já estavam públicos. Os prazos de resposta podem inviabilizar cronogramas inteiros de pesquisa.

Para as políticas públicas, o dano é análogo. Gestores estaduais e municipais, conselhos de políticas públicas e organizações da sociedade civil, que precisam desses dados no planejamento e no controle social, ficam sem acesso.

Um apagão de quase quatro meses, repetido a cada dois anos por força do calendário eleitoral brasileiro, cria lacunas recorrentes de memória institucional.

A situação seria irônica, se não fosse triste: o período eleitoral é exatamente o momento em que o eleitor mais precisa de informação qualificada sobre o desempenho dos governos. Mal aplicada, a regra criada para proteger a igualdade eleitoral empobrece o debate público que deveria proteger.

Período eleitoral é o momento em que o eleitor mais precisa de informação qualificada — Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE/Divulgação

O problema vem sendo documentado desde 2022 pelo Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas e pela Transparência Brasil, que apresentaram ao TSE sugestões para que as resoluções eleitorais garantam expressamente o cumprimento da Lei de Acesso à Informação durante o período vedado.

Há também um caminho administrativo. Controladoria-Geral da União, Tribunais de Contas e Ministério Público podem fiscalizar a supressão indevida de informações públicas como violação dos deveres de transparência, e não apenas a manutenção indevida de propaganda.

Por fim, existe uma solução técnica, relacionada ao desenho institucional da comunicação oficial dos órgãos públicos. Sites públicos podem separar, desde a origem, a camada de comunicação promocional (marcas de gestão, slogans, balanços laudatórios) da camada de dados e serviços. Com essa arquitetura, o defeso eleitoral exigiria apenas desativar a primeira camada, sem tocar na segunda.

A experiência de 2026 mostra que a solução oposta, apagar tudo por precaução, é flagrantemente desproporcional e juridicamente insustentável.

Entre a propaganda que a lei proíbe e o dado que a Constituição manda publicar há uma linha razoavelmente clara.

A legislação eleitoral existe para impedir o abuso da máquina pública, não para restringir o acesso da sociedade às informações que documentam a atuação do Estado e servem de subsídio para diversas atividades relevantes de interesse público.

É preciso que a Justiça Eleitoral, a Administração Pública e os demais órgãos de controle definam, com precisão, as situações em que a divulgação de dados e informações públicas se dê com finalidade, explícita ou implícita, de propaganda eleitoral.

O apagão de dados nesta eleição já é um fato consumado. Devemos nos mobilizar para que isso não se repita nos próximos pleitos.

Rodrigo Borges Valadão não presta consultoria, trabalha, possui ações ou recebe financiamento de qualquer empresa ou organização que poderia se beneficiar com a publicação deste artigo e não revelou nenhum vínculo relevante além de seu cargo acadêmico.

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Petróleo cai após sinal de mediação entre EUA e Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 21/07/2026 02:52

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%MoedasDólar ComercialR$ 5,089-0,43%Dólar TurismoR$ 5,295-0,41%Euro ComercialR$ 5,810-0,65%Euro TurismoR$ 6,058-0,63%B3Ibovespa173.371 pts-0,2%Oferecido por

Os preços do petróleo recuaram nesta terça-feira (21) após surgirem sinais de uma possível mediação entre Estados Unidos e Irã para tentar conter a escalada da guerra. Mesmo com novos ataques registrados nas últimas horas, investidores reagiram à informação de que mediadores apresentaram uma proposta de cessar-fogo de dez dias entre os dois países.

Durante a madrugada, o petróleo Brent, referência global, caía 0,9%, para US$ 88,44 por barril (cerca de R$ 450,05). Nos Estados Unidos, o WTI, usado como referência no país, recuava 0,9%, para US$ 82,50 por barril (cerca de R$ 419,82).

Segundo a Reuters, uma autoridade iraniana afirmou que Teerã recebeu uma proposta de cessar-fogo temporário de dez dias, em uma tentativa de preservar o memorando de entendimento assinado em 17 de junho. O acordo provisório tinha como objetivo abrir caminho para um entendimento mais amplo que encerrasse a guerra iniciada em 28 de fevereiro.

Analistas do ING ouvidos pela Reuters afirmaram que o mercado vê com cautela, mas também com esperança, a possibilidade de uma desescalada do conflito. No entanto, destacaram que persistem diferenças significativas entre Washington e Teerã e que as negociações devem enfrentar obstáculos. O banco também lembrou que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu retaliar após a morte de militares americanos em ataques recentes.

Os esforços diplomáticos ocorrem em meio à continuidade dos confrontos. Durante a noite, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques. A Guarda Revolucionária iraniana realizou novas ações contra ativos militares americanos na região, enquanto o Comando Central dos EUA (Centcom) anunciou o início de uma nova rodada de bombardeios contra alvos iranianos.

O mercado também acompanha os riscos ao transporte marítimo. Nesta terça, uma embarcação que navegava pelo Estreito de Ormuz relatou ter sido atingida por um projétil de origem desconhecida. Segundo a agência britânica UKMTO, a tripulação abandonou o navio e se refugiou em um bote salva-vidas.

Além disso, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz voltou a cair diante do aumento da cautela após os ataques entre Estados Unidos e Irã. A região é considerada uma das principais rotas para o comércio global de petróleo.

Outro fator de preocupação foi a declaração dos rebeldes houthis do Iêmen, alinhados ao Irã. O grupo afirmou na segunda-feira (20) que pretende impor um bloqueio naval à Arábia Saudita, o que pode abrir uma nova frente de tensão e elevar os riscos para o fornecimento mundial de energia.

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Máscaras, RPG e magia: cultura nerd deixa de ser hobby e vira negócio com experiências geek

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 21/07/2026 02:52

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Máscaras, RPG e magia: cultura nerd deixa de ser hobby e vira negócio com experiências geek De máscaras artesanais a restaurantes temáticos e lojas de RPG, empreendedores brasileiros apostam na paixão por games, fantasia e cultura pop para criar negócios lucrativos. Por PEGN

Empreendedores brasileiros estão transformando a paixão pela cultura nerd em negócios lucrativos, apostando em experiências ligadas a games, fantasia, RPG e cultura pop.

Em Natal, uma artista plástica cria máscaras artesanais inspiradas no universo geek e fatura cerca de R$ 8 mil por mês com peças que chegam a custar R$ 500.

No Rio Grande do Sul, uma loja temática de RPG e jogos de tabuleiro virou ponto de encontro da comunidade nerd e movimenta cerca de R$ 300 mil por ano.

Já em São Paulo, uma hamburgueria inspirada no universo de magia aposta em cenografia imersiva, “poções” e experiências temáticas para atrair fãs de fantasia.

Quadrinhos, animes, jogos de tabuleiro, RPG, filmes de fantasia e colecionáveis. O universo nerd, antes visto como um nicho restrito, se transformou em um mercado capaz de movimentar negócios em diferentes regiões do país.

Aproveitando o crescimento da cultura geek, empreendedores brasileiros vêm transformando hobbies e paixões pessoais em fonte de renda.

Em Natal (RN), a artista plástica Marina Souza encontrou no artesanato inspirado em personagens e cenários da cultura pop um caminho para empreender.

O negócio começou ainda na adolescência, quando ela produzia peças pequenas, como chaveiros, até evoluir para máscaras artesanais personalizadas voltadas ao público nerd. Hoje, os produtos custam entre R$ 230 e R$ 500.

Autodidata, Marina desenvolveu técnicas próprias de textura e acabamento que fazem as peças parecerem feitas de madeira.

Em 2025, produziu cerca de 30 máscaras e alcançou faturamento mensal de R$ 8 mil. Apesar de pensar em expandir o negócio, ela afirma que não abre mão da produção artesanal.

Empreendedores transformam cultura nerd em negócio e lucram com experiências geek — Foto: Reprodução/PEGN

Já em Porto Alegre (RS), uma loja especializada em RPG, card games e jogos de tabuleiro aposta na experiência imersiva para conquistar clientes.

O espaço foi montado como um castelo medieval e reúne desde colecionadores até iniciantes curiosos pelo universo geek. O empreendimento, criado há mais de três décadas, hoje movimenta cerca de R$ 300 mil por ano.

Além da venda de produtos, como livros, jogos e canecas, a estratégia do negócio está nos eventos promovidos pela loja.

Parte deles é gratuita e voltada para fortalecer a comunidade de jogadores; outros ajudam a aumentar o consumo no espaço, que vende bebidas, comidas e produtos temáticos durante os encontros.

Empreendedores transformam cultura nerd em negócio e lucram com experiências geek — Foto: Reprodução/PEGN

Em São Paulo, a paixão pela fantasia virou restaurante temático. Inspirado no universo de magia e bruxaria, o empresário Alexandre Silva criou uma hamburgueria imersiva que aposta em cenografia, bebidas que mudam de cor e pratos apresentados como “poções” e “feitiços”.

O negócio nasceu após quatro anos de planejamento e um investimento inicial de R$ 100 mil. Segundo Alexandre, o público nerd é exigente e valoriza experiências completas.

Por isso, o restaurante aposta em detalhes cenográficos, cardápios lúdicos e ambientes pensados para transportar os clientes para um universo de fantasia. Hoje, a marca já abriu novas unidades, ampliou o cardápio e expandiu o modelo por franquias.

Empreendedores transformam cultura nerd em negócio e lucram com experiências geek — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Shopping Parque da Cidade – Endereço: Av. Nações Unidas, 14.401 – 1° Piso, Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP – CEP: 04794-000📞Telefone: (11) 99833-3039🌐 Site: https://www.vassouraquebrada.com.br/📧E-mail: mkt@vassouraquebrada.com.br📘Facebook: https://www.facebook.com/VassouraQuebrada📸Instagram: https://www.instagram.com/vassouraquebrada

📍 Endereço: Rua Sarmento Leite, 627 – Porto Alegre/RS – CEP: 90050-170📞Telefone: (51)30281426🌐 Site: www.jojanerdz.com.br📧 E-mail: Sac@lojanerdz.com.br📘Facebook: https://www.facebook.com/Nerdz.etc/📸 Instagram: https://www.instagram.com/lojanerdz

📍 Endereço: R. Francisco Pignataro, 1854 capim macio – Natal/RN – CEP: 59082070📞Telefone: (84) 98122-2851📧 E-mail: poouqstore@gmail.com 📸Instagram: https://www.instagram.com/poouq

📍 Endereço: Rua Girassol, 925, Vila Madalena – São Paulo📞Telefone comercial: (11) 3819-4001📞 WhatsApp Comercial: (11) 3819-4001🌐 Site: arenapixel.com.br📸 Instagram: instagram.com/arenapixel📘 Facebook: facebook.com/arenapixelbrasil

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