RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo: gastrobar de futebol com drinks de Messi e CR7 fatura R$ 1,5 milhão em SP

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 03/06/2026 02:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Copa do Mundo: gastrobar de futebol com drinks de Messi e CR7 fatura R$ 1,5 milhão em SP Empreendedoras criaram gastrobar no Itaim Paulista, faturam R$ 1,5 milhão por ano e apostam na Copa do Mundo para ampliar público e abrir nova unidade. Por PEGN

Duas empreendedoras transformaram a paixão pelo futebol em um gastrobar temático no Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo. O negócio mistura clima de estádio com gastronomia mais sofisticada.

O bar surgiu após uma primeira experiência de Stefany Marques com uma balada temática de futebol. Depois da queda no movimento, ela se uniu à sócia Fernanda Tardochi para criar um novo modelo de negócio.

Hoje, o empreendimento conta com 25 funcionários, ticket médio de R$ 80 e faturamento anual de R$ 1,5 milhão. O cardápio inclui pratos e drinques inspirados em craques do futebol mundial.

Para a Copa do Mundo, as empresárias querem ampliar a capacidade do espaço de 120 para 200 clientes e planejam abrir uma nova unidade no centro de São Paulo.

Com grafites de jogadores nas paredes, telões espalhados pelo salão e pratos inspirados em craques do futebol mundial, um gastrobar na Zona Leste de São Paulo encontrou no esporte mais popular do país a fórmula para atrair clientes e crescer.

À frente do negócio estão as sócias Stefany Marques e Fernanda Tardochi, que transformaram a paixão pelo futebol em um empreendimento que hoje fatura cerca de R$ 1,5 milhão por ano.

O bar, localizado no Itaim Paulista, nasceu da vontade de Stefany de empreender em um segmento com o qual já tinha familiaridade. Filha de donos de restaurante, ela cresceu acompanhando a rotina da família no setor alimentício, mas decidiu apostar em um modelo próprio de negócio.

A primeira tentativa foi uma balada temática de futebol. Apesar do bom início, o formato perdeu força com o passar do tempo. “Balada tem uma durabilidade. Você abre, tem um ‘start’ de dois anos e depois acaba tendo uma caída”, afirma Stefany.

Copa do Mundo: gastrobar de futebol com drinks de Messi e CR7 fatura R$ 1,5 milhão em SP — Foto: Reprodução/PEGN

Foi nesse período que Fernanda entrou para a sociedade. O que começou como apoio durante a reforma do novo espaço virou parceria definitiva. Hoje, as duas dividem a gestão do negócio: Stefany cuida da área financeira e das compras, enquanto Fernanda lidera o marketing e a gestão da equipe.

A proposta do gastrobar foi unir o clima descontraído dos bares esportivos com pratos mais elaborados. Para isso, elas contrataram um chef que já havia trabalhado em restaurantes renomados da capital paulista.

A ideia era levar uma experiência gastronômica diferenciada para a região, evitando que moradores precisassem se deslocar até áreas centrais da cidade.

Hoje, o negócio conta com 25 funcionários e ticket médio de R$ 80. No cardápio, pratos e drinques levam nomes ligados ao universo do futebol, como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo.

Copa do Mundo: gastrobar de futebol com drinks de Messi e CR7 fatura R$ 1,5 milhão em SP — Foto: Reprodução/PEGN

Para a Copa do Mundo, as empresárias criaram ainda uma sobremesa inspirada nas cores da seleção brasileira. A expectativa é que o torneio impulsione ainda mais o movimento da casa.

As sócias planejam ampliar a capacidade do espaço de 120 para 200 clientes, investir em decoração temática, telões e apresentações musicais durante os jogos.

Além da movimentação esperada com a Copa, as empresárias já pensam nos próximos passos. O plano é abrir uma nova unidade na região central de São Paulo para atingir um público ainda maior.

“A nossa chance é conquistar os clientes enquanto eles estão aqui. Se tiverem um bom atendimento, boa comida e bons drinks, as chances de eles voltarem são altas”, diz Fernanda.

Copa do Mundo: gastrobar de futebol com drinks de Messi e CR7 fatura R$ 1,5 milhão em SP — Foto: Reprodução/PEGN

📍 Endereço: Rua Rafael Monteiro Valeiro 178 – Itaim Paulista São Paulo /SP – CEP: 08140-020📞 Telefone: (11) 94600-4577🌐 Site: https://livemenu.app/menu/65de1f76da37e20071ba67ee📧 E-mail: campinhogastrobar@gmail.com📸 Instagram: https://www.instagram.com/campinhogastrobar/?hl=pt-br

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EUA propõem sobretaxa a 60 países por falha no combate ao trabalho forçado; Brasil está na lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 00:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

A Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) determinou, nesta quarta-feira (3), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em impor e fiscalizar efetivamente a proibição de importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos vindos dessas economias.

A decisão se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para basear a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, entre elas estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção.

Segundo o relatório oficial, a prática desses países é considerada "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.

10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de Acordos de Comércio Recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador.

12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros.

"A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável", afirmou o embaixador Jamieson Greer. "Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais essa disparidade."

Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado.

De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.

Portanto, a conduta do Brasil foi classificada como irracional e prejudicial ao comércio norte-americano.

O relatório também detalha estudos de caso setoriais, apontando o risco de trabalho forçado na produção de arroz em Myanmar e de tabaco no Malaui. Além disso, países europeus como Polônia e Espanha são citados como mercados de destino para exportações que concorrem diretamente com os produtos americanos.

O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, falam à imprensa após negociações comerciais com a China em Genebra — Foto: Martial Trezzini/Handout via Reuters

A medida ainda passará por um período de consulta pública antes de ser implementada. O governo americano receberá comentários por escrito até o dia 6 de julho de 2026. No dia seguinte, 7 de julho, o USTR realizará audiências públicas para discutir as ações propostas.

A investigação concluiu que a entrada desses produtos nos mercados globais não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir que mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos circulem livremente.

África do SulArgéliaAngolaArgentinaAustráliaBahamasBahreinBangladeshBrasilCambojaCanadáCatarCazaquistãoChileChina (República Popular da China)ColômbiaCoreia do SulCosta RicaEgitoEl SalvadorEmirados Árabes UnidosEquadorFilipinasGuatemalaGuianaHondurasHong Kong, ChinaÍndiaIndonésiaIraqueIsraelJapãoJordâniaKuwaitLíbiaMalásiaMarrocosMéxicoNicaráguaNigériaNoruegaNova ZelândiaOmãPaquistãoPeruReino UnidoRepública DominicanaRússiaArábia SauditaSingapuraSri LankaSuíçaTaiwanTailândiaTrinidad e TobagoTurquia União EuropeiaUruguaiVenezuelaVietnã

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Vai trabalhar no Corpus Christi? Veja quando dá para emendar e quais são seus direitos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 00:56

Trabalho e Carreira Vai trabalhar no Corpus Christi? Veja quando dá para emendar e quais são seus direitos Data é ponto facultativo nacional, mas pode virar feriado em estados e municípios; trabalhador escalado pode ter direito a pagamento em dobro ou folga compensatória. Por Redação g1 — São Paulo

O Corpus Christi, celebrado na próxima quinta-feira (4), pode render um “feriadão” de até quatro dias para parte dos trabalhadores brasileiros. A data é considerada ponto facultativo nacional.

Estados e municípios podem transformar a celebração em feriado religioso por meio de regulamentação local, o que permite a emenda e prolonga o descanso em algumas cidades.

Quem conseguir folga na sexta-feira (5) e não trabalhar aos fins de semana poderá descansar de quinta a domingo.

Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, trabalhadores escalados têm direito a pagamento em dobro ou folga compensatória.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado “feriadão” de Corpus Christi, celebrado na próxima quinta-feira (4).

A data é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso. (veja em quais capitais a data garante folga)

Como a celebração cai em uma quinta-feira, o descanso pode chegar a quatro dias seguidos para quem conseguir folga na sexta-feira (5) e não trabalhar aos fins de semana. Veja como fica o calendário:

4 de junho: Corpus Christi (ponto facultativo);5 de junho: ponto facultativo;6 de junho (sábado): folga para quem não trabalha aos fins de semana;7 de junho (domingo): folga para quem não trabalha aos fins de semana.

Nas cidades onde Corpus Christi é considerado feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Ainda assim, a legislação permite o funcionamento de atividades consideradas essenciais. (confira quais abaixo)

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou um dia de folga compensatória.

🤔 Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?⚖️ Quais são os meus direitos?💰 Remuneração em dobro ou folga? Quem define?❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa? ➡️ Quem pode emendar o feriado?⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?✍🏼 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?📆 Quais são os próximos feriados de 2026?

Corpus Christi: ruas do país ganham tapetes coloridos confeccionados por fiéis — Foto: Reprodução/TV Globo

Sim. Apesar de o artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores da indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários e atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho — acordo previamente firmado entre empregadores e sindicatos.

Para quem trabalha no feriado, a legislação garante o pagamento em dobro ou a compensação com folga em outro dia.

"Se houver banco de horas, também é possível lançar essas horas trabalhadas, nos termos do acordo individual ou coletivo", explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do AC Burlamaqui Consultores.

A definição do tipo de compensação — pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória — geralmente é determinada em acordo firmado entre empregador e sindicato.

Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação.

"O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório", afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados.

Depende. A ausência pode ser caracterizada como insubordinação — ou seja, desobediência a um superior hierárquico.

"Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada", afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista.

Assim, a demissão por justa causa geralmente resulta de um processo que inclui advertências formais e tentativas de correção de comportamento.

Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada.

""A falta injustificada deve ser repreendida. No entanto, para a caracterização de justa causa, outros fatores precisam ser analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função exercida pelo empregado", completa a advogada trabalhista Elisa Alonso.

Por cair em uma quinta-feira (4), o Corpus Christi abre a possibilidade de muitos trabalhadores “emendarem” a folga com o fim de semana, chegando a quatro dias seguidos de descanso.

Apesar disso, é importante destacar que a sexta-feira (5) não é feriado nacional, mas um dia normal de trabalho.

Assim, a possibilidade de emenda depende das regras de cada empresa, no caso do setor privado, e de decisões dos governos municipais, estaduais e federal, no caso dos servidores públicos. Veja abaixo:

Segundo a advogada trabalhista Vanessa Carvalho, a legislação não obriga o empregador a conceder a chamada “emenda de feriado” aos funcionários.

"No entanto, é possível — e bastante comum — que o tema seja objeto de negociação entre as partes, empregadores e empregados", completa a especialista.

Uma alternativa é a compensação das horas não trabalhadas por meio de banco de horas, trabalho em um sábado ou acréscimo de até duas horas na jornada diária ao longo da semana.

Também há empresas que concedem a folga espontaneamente. Nesses casos, o empregador não pode descontar o dia nem exigir compensação posterior.

Para os servidores federais, a sexta-feira (05) será ponto facultativo, conforme o calendário divulgado pelo governo no fim do ano passado.

Já para servidores estaduais e municipais, a adoção do ponto facultativo depende de decisão de cada administração local. Em São Paulo, por exemplo, a prefeitura determinou a suspensão do expediente, com compensação posterior das horas não trabalhadas.

Nesses casos, servidores, estagiários e residentes deverão repor as horas entre janeiro e setembro de 2026. A administração municipal também poderá instituir plantões, se necessário.

➡️ Vale lembrar que os serviços considerados essenciais continuam funcionando normalmente, sem alteração na jornada de trabalho.

As regras básicas sobre trabalho em feriados aplicam-se tanto a empregados fixos quanto temporários, incluindo o direito ao pagamento em dobro ou folga compensatória.

No entanto, trabalhadores contratados em regime temporário podem ter condições específicas previstas em contrato.

Para o trabalhador contratado em regime de trabalho intermitente — previsão legal incluída na CLT pela Reforma Trabalhista de 2017 —, o pagamento pelos dias trabalhados em feriados deve ser acordado no momento da contratação.

O contrato deve especificar o valor da hora trabalhada, que já precisa considerar os adicionais devidos por trabalho em feriados ou por horas extras.

Dessa forma, o trabalhador intermitente recebe exatamente o valor previamente combinado para os dias efetivamente trabalhados, incluindo feriados, explica o advogado Luís Nicoli.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).

Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.

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Tarifa de 25% dos EUA pode atingir aço, suco e máquinas; veja produtos fora da lista de isenção

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 03/06/2026 00:56

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

Apesar da lista de exceções divulgada pelos Estados Unidos, diversos produtos brasileiros ainda poderão ser atingidos pela tarifa de 25% proposta pelo país após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).

A medida foi anunciada na segunda-feira (1º) e tem como base a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. (entenda aqui como funciona)

Segundo o governo americano, a tarifa é uma resposta a práticas e políticas adotadas pelo Brasil que, na avaliação dos EUA, seriam "irrazoáveis" e prejudicariam o comércio norte-americano.

Apesar da sobretaxa, uma lista de exceções divulgada pelo USTR preserva alguns dos principais produtos exportados pelo Brasil ao mercado americano, como petróleo bruto, aeronaves, café e celulose.

Outros itens relevantes da pauta exportadora brasileira, porém, ficaram de fora das isenções e podem enfrentar a cobrança adicional.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram que os produtos semiacabados de ferro e aço foram o segundo item mais exportado pelo Brasil para os EUA em 2025, com vendas de US$ 3,36 bilhões, o equivalente a 8,92% do total embarcado.

Embora a Suprema Corte dos EUA tenha derrubado parte das tarifas impostas por Trump, as taxas aplicadas ao aço e ao alumínio permaneceram em vigor, inclusive para o Brasil.

Isso porque elas foram adotadas com base na Seção 232, que não foi afetada pela decisão judicial.

🔎 O ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, disse nesta terça-feira (2) que a nova proposta do governo de Donald Trump pode impactar 21% das exportações do Brasil para os Estados Unidos. De acordo com ele, cerca de 25% das mercadorias brasileiras já estão sujeitas a sobretaxas previstas na Seção 232, que inclui itens como aço, alumínio e autopeças. Outros 54% das exportações não são afetadas por tarifas.

Embora a lista de exceções contemple algumas categorias específicas ligadas ao setor siderúrgico, como ferroligas, produtos de redução direta e determinados tubos de aço utilizados na aviação, os produtos semiacabados, lingotes e formas primárias de aço não aparecem entre os itens isentos.

Outro segmento relevante é o de ferro-gusa, spiegel e ferro-esponja, que movimentou US$ 1,74 bilhão em exportações no ano passado, representando 4,63% da pauta brasileira para os EUA.

Parte dessa categoria pode ser beneficiada pelas exceções concedidas às ferroligas, mas outros produtos do grupo não foram mencionados na lista de isenções.

Entre os produtos agroindustriais, os sucos de frutas e vegetais aparecem entre os mais vulneráveis à nova tarifa. As exportações do setor somaram US$ 1,61 bilhão em 2025, correspondendo a 4,28% das vendas brasileiras para os Estados Unidos.

A lista de exceções inclui frutas frescas, secas, congeladas e até polpas, mas não contempla os sucos industrializados.

Também podem ser impactados os equipamentos e instalações utilizados em obras e projetos de engenharia civil. O segmento exportou US$ 1,38 bilhão para os EUA em 2025, o equivalente a 3,67% do total.

Embora algumas máquinas e equipamentos industriais tenham sido incluídos nas isenções, o benefício está restrito a produtos destinados ao setor aeronáutico, deixando de fora boa parte do maquinário empregado na construção civil e em projetos de infraestrutura.

Além dos principais produtos da pauta exportadora, outros itens com participação relevante também não aparecem entre as exceções anunciadas pelos EUA.

🧱 Cal, cimento e materiais de construção: US$ 794 milhões (2,11%). Não aparecem na lista de isenções.⚡ Máquinas de energia elétrica: US$ 660 milhões (1,75%). Isenções focam no setor aeroespacial, sem incluir máquinas de uso geral.🛞 Pneus de borracha: US$ 536 milhões (1,42%). Isenção restrita apenas a pneus para aeronaves.🧪 Alumina (óxido de alumínio): US$ 463 milhões (1,23%). O minério (bauxita) é isento, mas o produto processado não.🐄 Óleos e gorduras animais: US$ 450 milhões (1,19%). Não estão na lista de isenções.✈️ Motores de pistão e partes: US$ 435 milhões (1,15%). Isenção válida apenas quando destinados a aeronaves.🌳 Madeira (folheados, compensados e aglomerados): cerca de US$ 360 milhões (0,95%). Sem previsão de isenção.

No caso dos pneus, a isenção prevista pelos EUA se aplica apenas aos modelos destinados à aviação. Já para a madeira, as exceções contemplam apenas algumas espécies específicas, como teca, mogno, virola e balsa.

Por outro lado, alguns dos produtos mais importantes da pauta brasileira ficaram protegidos pela lista de isenções divulgada pelo USTR.

O petróleo bruto, principal item exportado pelo Brasil aos EUA em 2025, com vendas de US$ 4,7 bilhões e participação de 12,48%, está entre os produtos preservados. (veja aqui a lista completa)

🛢️ Petróleo bruto e derivados (óleos de petróleo crus e refinados, combustíveis e gás natural)✈️ Aeronaves, motores, peças e componentes aeronáuticos☕ Café (torrado, não torrado e descafeinado)🥩 Carne bovina (fresca, refrigerada, congelada, enlatada e processada)📄 Celulose e produtos de papel🧪 Produtos químicos industriais🌱 Fertilizantes (ureia, cloreto de potássio, nitrato de sódio e outros)💊 Medicamentos, vacinas e produtos farmacêuticos⛏️ Minério de ferro e outros minerais (manganês, cobre, níquel, alumínio, zinco, estanho, titânio, entre outros)🥭 Frutas e produtos agrícolas (laranja, manga, banana, abacaxi, coco, abacate, limão e outras)🥜 Castanhas (castanha-do-pará, castanha de caju e macadâmia)🍫 Cacau e derivados🌶️ Especiarias (pimenta, canela, gengibre, cúrcuma, baunilha e outras)🧉 Chás e erva-mate💻 Semicondutores, processadores e máquinas para fabricação de chips🪙 Ouro, prata e platina

Segundo documento divulgado pelo USTR, a investigação aberta pelo governo americano concluiu que o governo brasileiro adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os americanos. Entre elas estão o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção.

Quando a investigação foi aberta, em julho de 2025, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, já tinha afirmado que havia documentado "práticas comerciais desleais do Brasil que restringem o acesso de exportadores americanos ao seu mercado há décadas", mas não apresentou evidências para sustentar a acusação.

Com base nessas conclusões, os EUA propuseram a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre parte das importações brasileiras, embora tenham incluído uma lista de exceções para diversos produtos.

O processo ainda não é definitivo: haverá consultas públicas e audiência marcada para 6 de julho de 2026, e a decisão final deve ser tomada até 15 de julho de 2026.

Em fevereiro, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente impor tarifas de forma unilateral.

Com isso, foram anuladas todas as tarifas baseadas nesse instrumento, incluindo as tarifas “recíprocas” de 10% e uma sobretaxa de 40% sobre produtos brasileiros anunciada anteriormente.

Após a decisão, Trump passou a usar outro mecanismo legal para aplicar uma tarifa global de 10% para os produtos importados de todas as origens, com exceção daqueles já sujeitos às tarifas da Seção 232.

Diversos produtos passaram a ser atingidos pela alíquota adicional de 10%, incluindo máquinas e equipamentos, calçados, móveis, confecções, produtos químicos, madeira e derivados, rochas ornamentais, café solúvel, pescados e mel.

Já sob a Seção 232, continuam em vigor tarifas mais elevadas, de 25%, aplicadas principalmente sobre aço e alumínio, independentemente do país de origem.

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Mega-Sena, concurso 3014: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 21:51

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3014: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta terça-feira (2) era de R$ 14.6 milhões. Por Redação g1 — São Paulo

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 3014 da Mega-Sena, sorteado na noite desta terça-feira (2), em São Paulo. Com isso, o prêmio principal, estimado em R$ 14,6 milhões, acumulou e está previsto em R$ 32 milhões para o próximo sorteio.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Bancos defendem Pix e dizem que governo dos EUA tem informações incompletas sobre sistema

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

Governo Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) saiu em defesa do PIX nesta terça-feira (2) após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos que pode resultar em novas tarifas sobre produtos brasileiros.

Em nota, a entidade afirmou que o PIX não é um produto comercial, mas uma infraestrutura de pagamentos criada pelo Banco Central para ampliar a concorrência e facilitar transações financeiras. Segundo a federação, as avaliações do governo americano sobre o sistema carecem de esclarecimentos adicionais sobre seu funcionamento.

"O PIX é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e, consequentemente, da atividade econômica", afirmou a Febraban.

A nota foi divulgada após o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) divulgar as conclusões de uma investigação aberta em julho de 2025, por determinação do presidente Donald Trump. No relatório, o órgão classifica uma série de políticas brasileiras como capazes de restringir o comércio americano e cita o Pix entre as medidas analisadas.

Segundo a Febraban, o sistema brasileiro opera sob um modelo aberto e não discriminatório, permitindo a participação de bancos, fintechs e instituições financeiras nacionais e estrangeiras.

A entidade ressaltou que não há restrições à entrada de novos participantes, independentemente do porte ou da origem da instituição. Como o PIX é um meio de pagamento local e opera em reais, a única exigência é que as empresas atuem no Brasil e sigam as regras estabelecidas pelo Banco Central.

A federação também afirmou que espera que as contribuições apresentadas pelo Banco Central e por integrantes do sistema financeiro brasileiro durante o processo de consulta pública conduzido pelo USTR ajudem a esclarecer o funcionamento da ferramenta.

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"Temos boa expectativa de que as contribuições do Banco Central do Brasil e dos integrantes do sistema bancário brasileiro, incluindo os bancos americanos, vão ajudar no esclarecimento das conclusões do órgão americano de comércio", disse a entidade.

A Febraban destacou ainda que o PIX foi desenvolvido com participação dos bancos e demais instituições financeiras do país e funciona como uma plataforma acessível a brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, tanto pessoas físicas quanto empresas.

A entidade acrescentou que o serviço é gratuito para pessoas físicas, mas pode ser cobrado de empresas, sem diferenciação entre companhias nacionais e estrangeiras.

A investigação foi aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado pelos Estados Unidos para apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país.

Ao concluir a análise, o USTR afirmou que algumas políticas brasileiras poderiam representar barreiras ao comércio americano. Entre os pontos citados está o PIX, que, na avaliação do órgão, teria recebido tratamento que favoreceria sua expansão em detrimento de empresas privadas do setor de pagamentos.

As conclusões da investigação podem servir de base para a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o mercado americano, ampliando a pressão comercial entre os dois países.

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João Fonseca em Roland Garros: veja quanto o brasileiro faturou mesmo após eliminação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 18:57

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%MoedasDólar ComercialR$ 5,009-0,27%Dólar TurismoR$ 5,212-0,18%Euro ComercialR$ 5,826-0,27%Euro TurismoR$ 6,075-0,15%B3Ibovespa174.198 pts1,16%Oferecido por

João Fonseca é eliminado nas quartas de finais em Roland Garros. — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

O brasileiro João Fonseca foi derrotado nesta terça-feira (2) pelo tcheco Jakub Mensik nas quartas de final de Roland Garros. Apesar da eliminação, o tenista encerra sua participação no torneio com uma premiação de 470 mil euros (cerca de R$ 2,77 milhão na cotação atual).

João perdeu para Mensik por 3 sets a 0 na quadra Philippe-Chatrier, em Paris, na França. Mesmo com a derrota, o brasileiro alcançou sua melhor campanha em um torneio de Grand Slam com direito a vitória sobre o sérvio Novak Djokovic nas oitavas.

Caso tivesse avançado às semifinais, o brasileiro receberia 750 mil euros (cerca de R$ 4,43 milhões).

Entre os quatro torneios de Grand Slam, Roland Garros tem a terceira maior premiação ao campeão. Veja o ranking:

US Open — 4,3 milhões de euros (R$ 25,9 milhões)Wimbledon — 3,5 milhões de euros (R$ 20,6 milhões)Roland Garros — 2,8 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)Aberto da Austrália — 2,55 milhões de euros (R$ 15 milhões)

Campeão: 2,8 milhões de euros (R$ 16,52 milhões)Finalista: 1,4 milhão de euros (R$ 8,26 milhões)Semifinal: 750 mil euros (R$ 4,43 milhões)Quartas de final: 470 mil euros (R$ 2,77 milhões)Oitavas de final: 285 mil euros (R$ 1,68 milhão)Terceira rodada: 187 mil euros (cerca de R$ 1,1 milhão)Segunda rodada: 130 mil euros (cerca de R$ 767 mil)Primeira rodada: 87 mil euros (cerca de R$ 513 mil)

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Ford do Brasil faz recall de Maverick, Mustang, Bronco Sport e F-150 por falha em sensor

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 17:45

Carros Ford do Brasil faz recall de Maverick, Mustang, Bronco Sport e F-150 por falha em sensor Defeito não permite leitura correta de temperatura do ar no sistema de admissão e pode comprometer emissões de gases. Reparo é feito em atualização do módulo e leva 30 minutos. Por Redação g1

A Ford do Brasil anunciou nesta terça-feira (2) um recall para as picapes Maverick e F-150, além do utilitário esportivo Bronco Sport e do esportivo Mustang. O motivo, segundo a empresa, estaria no sensor de temperatura do ar de admissão do motor.

Se esse componente não estiver funcionando de maneira correta, o sistema de diagnóstico dos veículos poderá não identificar a temperatura correta do ar de admissão.

A consequência desse defeito, segundo a Ford, é que a luz de advertência do painel não vai se acender. Isso vai impedir a identificação sobre variações nos níveis de emissões de gases dos veículos.

A solução é a atualização do módulo de controle do motor. O serviço é gratuito e, de acordo com a Ford, são necessários 30 minutos para a conclusão do reparo.

Os proprietários dos veículos listados devem procurar um representante Ford para confirmar se estão envolvidos na campanha. O atendimento nas oficinas começa dia 11 de junho.

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BRB: governo do DF pede aval de distritais ao acordo com a União e ao empréstimo para salvar o banco

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 15:52

Distrito Federal BRB: governo do DF pede novo aval de distritais ao empréstimo bilionário para salvar o banco Distritais vão analisar acordo entre DF e União para usar até R$ 6,5 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos. Acordo prevê restrições para as contas do DF até a quitação. Por g1 — Brasília

A governadora Celina Leão enviou à Câmara Legislativa um projeto para ratificar o acordo de empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar o Banco de Brasília.

O banco público enfrenta a maior crise de sua história. A situação financeira se agravou após operações malsucedidas com o Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro.

A operação de crédito será realizada junto ao Fundo Garantidor de Crédito. O Distrito Federal oferecerá recursos do FPE e do FPM como contragarantia do empréstimo.

O Distrito Federal recorreu ao Supremo Tribunal Federal após receber nota C na Capacidade de Pagamento, classificação fiscal que impede a obtenção de garantias da União.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), enviou nesta terça-feira (2) à Câmara Legislativa um projeto de lei para ratificar o acordo com a União para destravar um empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar o Banco de Brasília (BRB).

O banco, que tem o governo do DF como acionista majoritário, vive a maior crise de sua história após operações malsucedidas com o Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro. O BRB tenta, há meses, recompor seu patrimônio e conter a crise de confiança na instituição.

que seja ratificado na íntegra o acordo firmado entre DF e governo federal na última quinta-feira (28), após duas reuniões mediadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux;que o DF seja autorizado a contratar bancos públicos ou privados, ou associações de bancos, como fiadores desse empréstimo;que, em caso de inadimplência, esses fiadores possam ser ressarcidos com repasses destinados ao DF do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

➡ As negociações ocorreram após o DF receber nota baixa na Capacidade de Pagamento (Capag), classificação fiscal usada pela União para autorizar operações de crédito com garantia federal (veja detalhes abaixo).

Segundo termo de acordo obtido pela TV Globo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal.

De acordo com o advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, não haverá transferência de recursos federais nem garantia da União.

A medida cria apenas condições para que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) faça uma operação de capitalização do BRB dentro dos limites previstos pela resolução do Senado Federal.

"Dá em torno de R$ 6,5 bilhões para a capitalização e isso vai depender de outros aportes do Distrito Federal”, explicou.

O BRB informou, em nota, que o acordo prevê uma operação com apoio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com participação de instituições financeiras e uso de recursos do próprio sistema bancário, respeitando os limites de endividamento do DF.

Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB — Foto: TV Globo

Pelo acordo, o empréstimo ao GDF será feito pelo FGC e terá garantia de um sindicato de bancos. Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O texto também prevê dispensa de limites e exigências fiscais normalmente aplicáveis a esse tipo de operação de crédito.

Segundo Roman, os recursos usados na operação não são públicos, mas pertencem às instituições financeiras que abastecem o FGC.

O Distrito Federal acionou o STF para tentar suspender os efeitos da nota “C” recebida pelo DF na Capacidade de Pagamento (Capag).

➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B. Em 2025, a nota do DF caiu para C na avaliação.

Na prática, a classificação impede que o Distrito Federal avance na operação de crédito para fazer um aporte no BRB.

O DF argumenta que a nota foi definida por uma diferença de 0,27 ponto percentual no indicador de “poupança corrente” e sustenta que a metodologia usada pelo Tesouro Nacional desconsidera medidas recentes de ajuste fiscal adotadas pelo DF.

O pedido de socorro ao BRB foi formalizado pelo Governo do DF junto ao governo federal em abril. Em ofício enviado ao Ministério da Fazenda, Celina Leão solicitou garantia da União para contratação de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Segundo o governo do DF, o objetivo da operação é reforçar o capital do banco público. A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à Operação Compliance Zero.

opera 25 programas sociais do DF;movimenta cerca de R$ 3 bilhões em benefícios;faz o pagamento de aproximadamente 210 mil servidores públicos;atende quase 440 mil beneficiários de programas distritais;já concedeu mais de R$ 32 bilhões em crédito.

O texto afirma ainda que o banco guarda “valores bilionários” de correntistas e depósitos judiciais.

“A inviabilização de suas atividades resultaria em graves consequências para todo o País”, diz a peça enviada ao Supremo.

O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, os indicadores medem o risco de inadimplência em operações de crédito.

➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B).

➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês.

"O BRB informa que foi firmado acordo entre a União e o Distrito Federal, com homologação no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de viabilizar condições para o fortalecimento de capital do Banco, dentro das regras do sistema financeiro e dos limites legais aplicáveis. O acordo não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União.

A solução construída permite a realização de uma operação no âmbito do Fundo Garantidor de Créditos, com participação de instituições financeiras, para apoiar a capitalização do BRB. Essa estrutura considera limites de endividamento do Distrito Federal e será conduzida conforme a governança do fundo, com utilização de recursos do próprio sistema bancário.

O modelo prevê a organização de um conjunto de bancos que poderão atuar como garantidores da operação, com contragarantias vinculadas ao fluxo dos fundos FPM e FPE do Distrito Federal. A eventual operação ainda dependerá da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos.

A instituição destaca o papel do ministro Luiz Fux na condução do processo, ao promover as audiências de conciliação e articular o entendimento entre as partes, permitindo a construção de uma solução consensual para a operação.

Por fim, o Banco esclarece que segue operando normalmente, com pleno atendimento a clientes e parceiros, e manterá o mercado informado sobre os desdobramentos das etapas previstas no acordo, em linha com as exigências regulatórias."

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Inteligência artificial, jornalismo e o futuro incerto da esfera pública

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/06/2026 14:52

Economia Midia e Marketing Inteligência artificial, jornalismo e o futuro incerto da esfera pública O publisher do jornal 'The New York Times', A.G. Sulzberger, alerta que as empresas de IA estão violando leis já consolidadas e pede que as organizações de notícias defendam seus direitos para garantir um futuro sustentável para o jornalismo. A.G. fez este discurso no Congresso Mundial de Mídia da WAN-IFRA. A seguir, o texto preparado para o evento. Por Arthur Gregg Sulzberger, The New York Times

A era da inteligência artificial anunciou sua chegada há menos de quatro anos, com o lançamento público do ChatGPT. Em poucos meses, o chatbot da OpenAI acumulou 100 milhões de usuários, tornando-se o produto de consumo de crescimento mais rápido da história. Hoje, ele é apenas um entre vários sistemas de IA cada vez mais poderosos, ao lado dos desenvolvidos por Anthropic, Google, Meta, Microsoft e X.

Há poucas dúvidas de que a inteligência artificial generativa representa a próxima grande revolução tecnológica — e ela traz consigo uma série vertiginosa de questões importantes. A IA vai impulsionar um salto de produtividade? Vai eliminar categorias inteiras de empregos? Vai desbloquear avanços médicos extraordinários? Ou facilitar ataques biológicos? É possível compreender plenamente as ações dos modelos e agentes de IA? É possível controlá-los?

Estou aqui hoje para falar de questões que são, reconheço, um pouco mais restritas. Mas elas importam muito para mim, para vocês e para a sociedade.

Como a IA vai mudar o jornalismo? Como essas mudanças vão afetar o ecossistema de informação que funciona como a esfera pública dos cidadãos engajados ao redor do mundo? E o que as pessoas presentes nesta sala podem fazer para garantir o futuro do jornalismo baseado em fatos e reportagens em primeira mão — essencial para a saúde das nossas democracias?

As empresas que lideram a IA, já entre as mais ricas e poderosas da história humana, estão consolidando um controle desproporcional sobre nossos dados e nossa atenção. Ao mesmo tempo, deixam de assumir uma responsabilidade fundamental que acompanha esse poder: garantir que o público tenha acesso a notícias e informações confiáveis.

Esse sequestro da esfera pública é viabilizado pelo pecado original que move seus produtos de IA — um roubo descarado de propriedade intelectual em uma escala sem precedentes. Os gigantes da tecnologia vasculham sites de notícias sem permissão e sem compensação. Reempacotam o material roubado como se fosse seu, desviando o público e a receita que deveriam ir para as organizações jornalísticas que criaram esse trabalho. E isso não acontece apenas uma vez, durante o processo de treinamento, mas incontáveis vezes, todos os dias.

Por isso, temo que estejamos caminhando rapidamente para um futuro com cada vez menos jornalistas capazes de fazer o trabalho caro e difícil da reportagem original — ir a lugares, conversar com pessoas, buscar informações, cobrir temas e eventos relevantes, oferecer contexto e análise, investigar os poderosos. Um futuro em que uma fonte essencial de uma sociedade saudável e de uma democracia estável — a verdade, a compreensão e a responsabilização proporcionadas pelo jornalismo original — continue a se esgotar.

Esse dano potencial vai muito além do jornalismo. As empresas de IA saquearam todo o conjunto de obras originais da civilização — um ato que também ameaça o futuro de livros, filmes, músicas, pesquisas científicas e uma série de outros campos. Nos Estados Unidos, essas indústrias representam não apenas o coração da vida cultural e intelectual do país, mas também um pilar de sua economia e uma de suas exportações mais influentes. Globalmente, as profissões criativas empregam mais de 50 milhões de pessoas e geram cerca de US$ 12 trilhões em valor econômico por ano.

As pessoas reunidas aqui hoje lideram organizações de notícias de mais de 60 países. Isso significa que já passaram por uma série de pressões que assolaram o jornalismo em todo o mundo — da queda de receitas à intermediação tecnológica e aos ataques crescentes à liberdade de imprensa. Mas diante da IA, precisamos fazer mais. Nossa profissão tem sido silenciosa demais, passiva demais e fragmentada demais diante dos abusos das empresas que lideram essa revolução.

Não podemos permitir que os entusiastas da IA dominem a conversa pública sem que nos posicionemos em defesa de um futuro sustentável para o jornalismo original. Não podemos assistir enquanto empresas de IA tentam desmantelar permanentemente os direitos que nos dão controle sobre o trabalho que criamos. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto esse trabalho é usado para construir produtos substitutos que minam nossa capacidade de conquistar o público e a receita necessários para continuar fazendo jornalismo.

Alguns líderes do setor tecnológico vão retratar meus comentários de hoje como sendo contra a IA. Como uma defesa do status quo. Como mais uma instituição engessada reagindo com raiva aos inovadores que impulsionam o progresso. E, para ser justo com nossos colegas do Vale do Silício, existe uma tradição de incumbentes estabelecidos — digamos, um jornal de 175 anos — reclamando de novas tecnologias e dos disruptores por trás delas.

Por isso, vale dizer claramente: a organização que lidero, o "The New York Times", tem um longo histórico de abraçar a tecnologia para avançar a missão do jornalismo independente. Temos uma história de parcerias respeitosas com empresas de tecnologia para levar esse jornalismo a novos leitores, de novas formas. Enfrentar as disrupções com curiosidade, abertura e capacidade de adaptação nos ajudou a atravessar o colapso do nosso negócio impresso e sairmos mais fortes do outro lado. Hoje, meus colegas usam tecnologia de IA — de forma responsável, ética e com humanos tomando as decisões — para melhorar a forma como reportamos, editamos, distribuímos e monetizamos nosso jornalismo. Manter uma tecnologia nova e poderosa à distância é uma receita para o fracasso.

E acredito plenamente que a IA tem o poder de fazer muito bem no mundo. Não estou chamando a IA — nem os gigantes tecnológicos que controlam essa tecnologia — de inerentemente ruins ou malignos. Estou alertando que as empresas de IA estão fazendo escolhas que violam leis já consolidadas, ameaçam a viabilidade do trabalho criativo e parecem destinadas a causar danos desnecessários e graves.

As organizações de notícias deveriam querer os benefícios que a IA pode trazer. Mas as empresas de tecnologia deveriam também querer apoiar o fluxo saudável e sustentável de informações, ideias e criatividade que alimenta a própria IA — para garantir que suas ações não nos levem a uma tragédia dos bens comuns cívicos.

O primeiro é o talento — as pessoas que desenvolvem os algoritmos. O segundo é o que as empresas de tecnologia chamam de "computação": a infraestrutura por trás da IA, como chips e data centers. O terceiro é a energia — a eletricidade necessária para alimentar esses produtos tão consumidores de recursos. O quarto é o que as empresas de tecnologia chamam de "dados". A própria palavra parece quase projetada para fazer o trabalho criativo e expressivo soar trivial, como uma commodity abundante. Mas "dados" é frequentemente usado, entre outras coisas, como sinônimo de livros, filmes, músicas e jornalismo — o que poderia ser descrito com mais precisão como "conteúdo protegido por direitos autorais".

Talento, computação, energia e dados são todos essenciais para o sucesso da IA e, portanto, para o sucesso dos gigantes tecnológicos.

Os três primeiros são pagos — porque é claro que são. Nenhum CEO de tecnologia ousaria sugerir que os engenheiros mais talentosos trabalhem de graça. Pelo contrário, eles regularmente oferecem pacotes de remuneração que chegam a dezenas ou até centenas de milhões de dólares. Tampouco considerariam roubar chips de uma fábrica da Nvidia ou fazer uma ligação ilegal em uma linha de energia. Os investidores consideram que as recompensas financeiras potenciais da IA são tão grandes que estão aceitando prejuízos na casa dos centenas de bilhões de dólares para construir data centers e usinas de energia.

Em contraste, as empresas de IA tomam os "dados" sem consentimento nem compensação. As justificativas para o roubo mudam o tempo todo. Dizem que a inovação exige isso. Insistem que estão apenas usando fatos, que ninguém pode possuir. Reclamam que os acordos demoram demais e custam caro demais. Alegam que a doutrina do "uso justo" permite que tomem conteúdo de graça de qualquer jeito. Às vezes chegam até a invocar a segurança nacional — alertam que, se as empresas de IA forem obrigadas a pagar, os Estados Unidos perderão a corrida tecnológica para a China.

Nenhum desses argumentos resiste ao escrutínio. Um chatbot só consegue reproduzir "fatos" porque copiou ilegalmente artigos jornalísticos inteiros, o que lhe permite tomar emprestado com a mesma liberdade a linguagem protegida e o estilo da escrita. Construir data centers e usinas de energia é muito mais caro e demorado do que contratar advogados para redigir acordos de licenciamento com organizações de notícias. O uso justo não permite esse tipo de cópia, retenção e regurgitação prejudicial e substitutiva de uma obra — quanto menos de tudo o que a humanidade já produziu. Na competição com a China, os Estados Unidos se enfraquecem ao abandonar as proteções de propriedade intelectual que alimentam a inovação e sustentam as empresas criativas americanas.

A avaliação combinada das seis principais empresas de IA é de US$ 11 trilhões — mais de três vezes o PIB da França. O investimento privado em IA nos Estados Unidos chegou a quase US$ 350 bilhões em 2025 e está acelerando em 2026. Portanto, o roubo de propriedade intelectual certamente não ocorre por falta de dinheiro para pagá-la. Embora os acordos de licenciamento com editores não sejam públicos, com base no tamanho dos poucos acordos que foram divulgados, estima-se que menos de meio por cento desse investimento esteja indo para compensar as pessoas e empresas que criam os dados que alimentam a IA.

Embora existam muitas fontes de dados, os próprios executivos de IA reconheceram que conteúdo original e de alta qualidade é particularmente valioso para a eficácia e confiabilidade da tecnologia. Cinco dos dez principais sites usados para treinar alguns dos modelos de linguagem mais populares pertencem a editoras de notícias. A OpenAI confessou que seria "impossível treinar os modelos de IA líderes de hoje sem usar materiais protegidos por direitos autorais". Um engenheiro da empresa escreveu que o sucesso dos modelos "não é determinado pela arquitetura, hiperparâmetros ou escolhas de otimização. É determinado pelo seu conjunto de dados, nada mais". Em outras palavras: você é o que você come.

Vamos olhar de perto a experiência do "The New York Times" para entender como isso funciona.

Se você quer respostas abrangentes e precisas no seu chatbot de IA, é difícil imaginar uma fonte de dados melhor do que uma organização jornalística que, por 175 anos, empregou jornalistas profissionais experientes e bem remunerados para descobrir novas informações, narrar eventos em andamento e avaliar desenvolvimentos em política, negócios, cultura, esportes, ciência e assuntos globais. Esse trabalho original é valioso para as empresas de tecnologia em grande parte porque foi cuidadosamente escrito e editado, verificado de forma independente, submetido aos mais altos padrões de justiça e precisão, e apresentado de forma distintiva e envolvente.

Só no ano passado, o "The New York Times" publicou quase meio milhão dessas obras — de artigos a fotos, vídeos e podcasts —, a um custo de mais de US$ 2 bilhões. Temos jornalistas em todos os 50 estados americanos e em 155 países, e esses profissionais não raramente enfrentam situações de risco de vida. Na Ucrânia, por exemplo, tivemos mais de 70 jornalistas e equipe de apoio em campo. Tudo isso apenas em 2025. Some essas contribuições ao longo de 175 anos e 20 milhões de obras originais, e você terá uma ideia mais clara do que nossa redação contribuiu para a compreensão pública do mundo.

O valor distintivo do jornalismo do "Times" — assim como o de outras fontes de jornalismo de qualidade — foi repetidamente reafirmado pela preferência que as empresas de IA demonstram por ele. Embora a maioria das empresas de IA oculte suas fontes de treinamento, o "Times" foi a maior fonte individual de dados proprietários em um conjunto de dados importante usado para treinar vários modelos diferentes, seguido por outras organizações jornalísticas, como "The Guardian" e "Los Angeles Times". As empresas de IA consideram a extração de informações de organizações jornalísticas de qualidade como um dos sinais mais confiáveis de que seus produtos estão funcionando corretamente. Como disse um vice-presidente da Microsoft: "Conteúdo premium melhora significativamente a qualidade das respostas".

No entanto, os gigantes tecnológicos argumentaram de forma consistente que não deveriam ser obrigados a pedir permissão para usar — muito menos pagar por — esse tipo de propriedade intelectual. Seu argumento, como mostram suas ações, é que têm direito a ela. A Meta treinou seu modelo em um banco de dados notório de livros pirateados ilegalmente. A Perplexity desafiou abertamente a norma consolidada de que sites não podem ser rastreados às escondidas, contrariando suas objeções explícitas. A OpenAI fez lobby junto ao governo americano para obter imunidade legal pelo confisco de obras alheias. Até mesmo a Anthropic, frequentemente citada por seu compromisso com o desenvolvimento ético da IA, se recusou a pagar pelo jornalismo de alta qualidade que usa em seus produtos.

Ações como essas levaram o "Times" a processar a OpenAI, sua parceira, a Microsoft e, posteriormente, a Perplexity, por violações flagrantes de nossos direitos de propriedade intelectual protegidos pela lei de direitos autorais dos Estados Unidos — tanto no treinamento de seus modelos quanto no uso contínuo de nosso trabalho em seus produtos. Assim como outras organizações jornalísticas que entraram com ações semelhantes, acreditamos que essas violações ameaçam a capacidade de longo prazo das organizações de notícias de continuar produzindo jornalismo original e confiável, do qual o público — e, como se vê, os próprios modelos de IA — depende. Mas processos judiciais são lentos e caros — o nosso já se estende por dois anos e meio e custou mais de US$ 20 milhões. Como as empresas de IA certamente sabem, a maioria das organizações jornalísticas não tem recursos para ir a tribunal defender seus direitos.

Mesmo antes da chegada da IA, o setor global de notícias lutava para sobreviver às ondas de mudança desencadeadas pela internet, pelo smartphone e pelas redes sociais.

Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos perderam, segundo algumas estimativas, 75% de seus jornalistas e mais de 3.000 jornais. Um novo jornal fecha a cada três dias. Os veículos digitais não preencheram nem uma fração desse vazio. Grandes regiões dos Estados Unidos já não têm um único repórter fazendo perguntas na câmara municipal, cobrindo as escolas locais ou conectando sua comunidade com um conjunto comum de fatos. E quando se olha para as formas mais caras e desafiadoras de jornalismo — investigar irregularidades ou ir às linhas de frente de conflitos — percebe-se que o número de jornalistas fazendo esse trabalho caiu de forma ainda mais dramática.

A disrupção provocada pela IA promete ser ainda mais devastadora. Antes da IA, havia uma troca de valor real — ainda que desequilibrada — entre as plataformas de tecnologia e os criadores de conteúdo digital, como as organizações de notícias. Esse era o pacto da chamada web aberta. As empresas de tecnologia — principalmente as plataformas de busca e redes sociais — ficavam com uma fatia crescente das receitas publicitárias que antes iam para as organizações de notícias, mas, em contrapartida, entregavam um público muito maior.

Na próxima fase da disrupção, as empresas de tecnologia, ao se apropriar do próprio jornalismo, também estão tomando uma parcela crescente do público que ele conquista.

Veja o caso do Google. O objetivo dos mecanismos de busca sempre foi identificar os sites mais úteis e enviar as pessoas para eles. As pessoas iam ao Google, pesquisavam um assunto e clicavam em um link para sites como o "Financial Times", "Le Monde" ou "El País" para ler a matéria. O Google ficava com a grande maioria das receitas publicitárias. Mas também enviava tráfego significativo para as organizações de notícias por meio de links, permitindo que os editores ganhassem dinheiro exibindo anúncios ou vendendo assinaturas.

Na era da IA, o Google usa cada vez mais o conteúdo das organizações de notícias e de outros sites para responder às perguntas diretamente. Como resultado, fazer com que um usuário do Google clique em um link é, segundo pesquisas do setor, dez vezes mais difícil hoje do que era uma década atrás. Ainda assim, o Google mantém o padrão mais elevado em termos de envio de leitores para os editores, e só podemos esperar que esse compromisso continue. Os modelos de IA concorrentes enviam tráfego de referência a uma taxa 96% menor do que a busca do Google, segundo um estudo.

Os gigantes tecnológicos têm plena consciência das implicações dessa mudança sobre os modelos de negócios já frágeis das organizações de notícias. Como escreveu o chefe de monetização de IA da Microsoft: "A web aberta foi construída sobre uma troca de valor implícita, em que os editores tornavam o conteúdo acessível e os canais de distribuição — como a busca — ajudavam as pessoas a encontrá-lo. Esse modelo não se traduz de forma limpa para um mundo orientado pela IA." Ele acrescentou: "Os editores precisam de formas sustentáveis e transparentes de controlar como seu conteúdo premium é usado." Um sentimento digno. Mas basta olhar para uma página de lançamento recente do próprio mecanismo de busca com IA da Microsoft para encontrar uma postura bem diferente: "Olá do Bing! Em vez de clicar em links, podemos conversar sobre tudo o que você quiser saber."

Essa dinâmica fez, evidentemente, o tráfego para os sites de notícias despencar. Os maiores jornais acompanhados pelo Comscore registraram quedas de mais de 45%, em média, à medida que a corrida pela IA se intensificou nos últimos quatro anos. Editores de notícias globais consultados pelo "Reuters Institute" se preparam para que as quedas de tráfego significativas continuem nos próximos anos.

A fonte de receita com a qual alguns esperam compensar essas perdas é o dinheiro das próprias empresas de IA, por meio de licenciamento de conteúdo ou micropagamentos. Algumas organizações de notícias maiores, incluindo o "Times", assinaram acordos de licenciamento. Outras adotaram micropagamentos das empresas de IA para cada uso individual do jornalismo. Mas há boas razões para questionar se qualquer um desses modelos será suficiente para compensar a receita e os leitores perdidos para produtos de IA concorrentes. Enquanto isso, muitas organizações de notícias menores, cujo trabalho também foi tomado e usado por modelos de IA, não receberam nenhuma compensação, e a grande maioria dos editores diz não esperar receitas significativas das plataformas de IA.

De forma preocupante, mesmo enquanto essas empresas de tecnologia tentam divulgar acordos e outras ações que sinalizam que valorizam o jornalismo, simultaneamente argumentam em tribunal, junto a legisladores e agências federais, que não têm nenhuma obrigação com os criadores da propriedade intelectual que usam para alimentar seus produtos.

Para ser claro: não estou levantando essas preocupações porque as organizações de notícias deveriam temer a concorrência. Se as empresas de tecnologia estivessem destinando recursos reais para colocar seus próprios repórteres em campo para produzir jornalismo original, eu daria boas-vindas a isso. Mas não é isso que está acontecendo. As plataformas tecnológicas nunca fizeram tentativas sérias de criar o trabalho original e de base — como reportagem local, jornalismo investigativo ou testes rigorosos de produtos — do qual seus usuários, plataformas e produtos de IA dependem. E agora vão um passo além, simplesmente tomando as reportagens e coberturas de outros, muitas vezes até apresentando-as como suas. Um estudo descobriu que a OpenAI creditou as organizações de notícias que desenterraram as informações citadas em apenas 1% de suas respostas.

Os líderes das transições tecnológicas anteriores pelo menos tentavam argumentar que suas plataformas seriam simbióticas com os criadores. O Spotify, por exemplo — que tem seus críticos na indústria musical — destaca os pagamentos que envia aos artistas. As empresas de IA, em contraste, adotaram uma postura mais abertamente parasitária, mais próxima à do Napster, a antiga plataforma de música pirata. Um pesquisador sênior da Microsoft escreveu que uma das "promessas centrais dos LLMs" é sua capacidade de usar "seus dados de treinamento para substituir o trabalho pago daqueles que criaram esses dados". De forma mais evocativa, a escritora de ficção científica Margaret Atwood comparou essa dinâmica a ser "assassinada pela minha réplica".

É uma aposta segura que tais ações dos gigantes tecnológicos vão alimentar tendências destrutivas que já estão tensionando a sociedade. Uma queda contínua no jornalismo original. Uma onda crescente de desinformação, propaganda, teorias conspiratórias, deepfakes e lixo gerado por computador. Um público que continua a ser radicalizado por algoritmos que amplificam o medo, a raiva e a divisão.

Os repórteres são os responsáveis por enriquecer o registro público com informações até então desconhecidas. Aquele fato surpreendente. Aquele detalhe revelador. Aquela citação da testemunha ocular. Aquele documento secreto. Aquela análise do especialista. Aquela foto, vídeo, gravação de áudio. Em termos simples, o jornalismo original é muitas vezes a forma como você sabe o que sabe. Os produtos de IA não conseguem fazer esse tipo de reportagem original. Eles extraem o registro público, mas têm dificuldade de acrescentar algo a ele.

Mesmo a extração tem sido problemática. Uma pesquisa da "European Broadcasting Union" descobriu que os principais assistentes de IA distorceram significativamente as notícias em quase metade de todas as respostas. Tanto o Google quanto a Apple, por exemplo, cometeram erros graves ao usar ferramentas de IA para reescrever manchetes e alertas de notícias de organizações jornalísticas que aparecem em seus produtos. Como a IA tende a ser ruim em expressar incerteza, ela frequentemente não está apenas errada — está errada com confiança. E, ao contrário das organizações de notícias das quais roubam, as empresas de IA não rastreiam nem corrigem esses erros, deixando seus usuários sem qualquer forma de saber quando foram induzidos a erro.

Isso importa em parte porque os produtos de IA provavelmente não vão apenas suplementar, mas substituir as relações diretas com organizações de notícias para muitas pessoas. Pesquisas sugerem que essa mudança está acontecendo muito mais rapidamente do que a maioria imagina.

A Amazon Web Services, que trabalha com muitas empresas de IA, estima que a maioria do conteúdo online já é gerado por IA — um número que alguns especialistas esperam que chegue a mais de 90% nos próximos anos. Já hoje, o número de sites de notícias locais falsos é maior do que o de sites reais, pois a IA dificulta a sobrevivência dos sites verdadeiros e facilita a criação de sites falsos a baixo custo.

De forma reveladora, as empresas de IA não querem dizer que os resultados de seus produtos são confiáveis. Não querem dizer que são justos ou precisos. Isso se deve em parte ao fato de não serem. Quando o ativista político americano Charlie Kirk foi assassinado no ano passado, por exemplo, o bot da Perplexity sugeriu que a declaração da Casa Branca sobre a morte de Kirk havia sido fabricada, e o Grok, do X, insistia que ele estava vivo e bem. Mas tão importante quanto isso, as empresas de IA se recusam a ser responsáveis pelo que seus chatbots dizem aos usuários numa tentativa de escapar da responsabilidade legal. A Microsoft alertou ao lançar o Copilot: "Apenas para fins de entretenimento. Pode cometer erros e pode não funcionar como pretendido. Não confie no Copilot para aconselhamento importante. Use o Copilot por sua conta e risco."

Em algum nível, o público entende que isso não será bom para ele. Dois terços dos americanos estão muito preocupados com a disseminação de informações imprecisas pela IA, segundo o Pew Research Center. Mas uma porcentagem crescente de pessoas recorre à IA para notícias, informações e orientações — e algumas a consideram mais confiável do que as organizações de notícias das quais ela depende para suas respostas.

Tudo isso vai agravar o alarmante declínio da saúde social e cívica. Evidências mostram que, quando uma organização de notícias local desaparece, as pessoas de uma comunidade começam a confiar menos umas nas outras e a se odiar mais. Tornam-se mais isoladas e menos tolerantes. O engajamento cívico diminui e a corrupção pública aumenta.

E imagine o que acontece quando a abordagem das empresas de tecnologia em relação ao setor jornalístico chega à sua conclusão lógica. Apesar da importância do jornalismo para a tecnologia mais valiosa do mundo, as ações das empresas de tecnologia estão comprometendo sua mais importante fonte de novas notícias, novas informações, novas análises. Isso tornaria os próprios produtos de IA menos úteis e menos confiáveis — mais uma vítima desnecessária de escolhas desnecessárias e prejudiciais.

Um setor jornalístico em declínio pode parecer impotente diante de algumas das empresas mais ricas que o mundo já viu. E o caminho à frente não é facilitado pela realidade de que precisamos continuar operando em um ecossistema de informação controlado de forma desproporcional por esses gigantes tecnológicos. Mas ainda há ações que podemos tomar — tanto para nos posicionar contra os abusos das empresas de IA quanto para preparar nossas próprias organizações para ter sucesso nessa nova era. Compartilharei algumas ideias para cada uma dessas frentes, com a convicção de que ideias melhores e mais numerosas surgirão das pessoas presentes nesta sala.

No que diz respeito a defender seu trabalho das empresas de tecnologia, tenho quatro reflexões centrais:

Defenda seus direitos. Os direitos de propriedade intelectual precisam ser mantidos se nossa profissão quiser ter um caminho à frente. No meu país, esses direitos estão ancorados na Constituição e sustentados por séculos de precedentes. Eles também são compatíveis com um entendimento ético básico de que roubar é errado. Mas seus direitos só serão mantidos se você insistir em que sejam respeitados e resistir quando não forem. Isso exigirá coragem — e às vezes recursos, que escasseiam — mas o caminho alternativo de tolerar silenciosamente o roubo sistemático do seu trabalho acabará por minar sua capacidade de continuar fazendo jornalismo.

Negocie com cuidado. Organizações de notícias que assinam acordos para licenciar conteúdo para empresas de IA estão fazendo algo razoável. Mas aconselho a avaliar a viabilidade de longo prazo de cada acordo. Os gigantes tecnológicos têm uma posição de força extraordinária: já tomaram seu conteúdo e pretendem usá-lo de qualquer forma. Ainda assim, antes de aceitar uma oferta, vale perguntar se o pagamento reflete algo próximo ao valor justo — e se você está retendo algum controle significativo sobre como seu trabalho será usado.

Pressione seus legisladores. A IA é cada vez mais impopular entre o público. À medida que os legisladores consideram como reagir, nossa indústria precisa se unir em torno de um conjunto pequeno e claro de pedidos. Algumas ideias iniciais: garantir que as proteções já robustas de propriedade intelectual sejam reforçadas — e não enfraquecidas — para a era da IA. Exigir que bots se identifiquem e limitar sua capacidade de vasculhar sites sem permissão. Exigir transparência para que as organizações de notícias saibam quando e como seu trabalho é usado pela IA. Garantir que as empresas de IA sejam legalmente responsáveis pelo conteúdo difamatório que geram.

Una-se aos outros. Enfrentamos empresas de IA que gastam quantias inimagináveis em marketing, lobby e doações políticas para persuadir o público e cooptar políticos. A firma de capital de risco por trás de muitos investimentos em IA é hoje o maior doador político dos Estados Unidos. O único caminho da indústria jornalística para contrabalançar essa influência é trabalhar em conjunto e, igualmente importante, com outras indústrias criativas. Participe de briefs de amicus curiae e seja ativo em suas associações profissionais. Estude como nossos colegas da música e de outras profissões atravessaram seus momentos "Napster".

Há também coisas que podemos fazer para tornar nossas próprias organizações de notícias mais resilientes enquanto enfrentamos esse desafio. Mais quatro ideias:

Use a IA do jeito certo. As redações devem criar padrões cuidadosos para o uso responsável da IA. E então devem ser agressivas e criativas para colocar a tecnologia a serviço da melhoria do seu jornalismo e do fortalecimento de seus negócios. A IA pode trazer valor real às organizações que encontrarem as formas certas de adotá-la, e uma mudança dessa magnitude vai destruir qualquer organização que se recuse a evoluir. Não há nada de inerentemente ruim na tecnologia de IA — são as ações das empresas por trás dela que precisam ser reformadas.

Seja um destino, antes de tudo. Um mundo cada vez mais intermediado por plataformas de IA deixaria as organizações de notícias ainda mais à mercê dos gigantes tecnológicos para compartilhar tráfego, crédito e dinheiro. O caminho mais claro para sustentar um jornalismo de qualidade será por meio de relações diretas com o público. Ser um destino não significa ignorar a internet mais ampla. Você ainda precisa criar novas relações onde as pessoas estão, que geralmente é uma plataforma tecnológica. Mas para aprofundar essas relações — torná-las leais, habituais e valiosas — seu público precisa aprender que é melhor se engajar diretamente com você do que por meio de um intermediário.

Foque no jornalismo original. Muitas organizações de notícias se enfraqueceram e se tornaram commodities ao tentar alimentar as preferências em constante mudança dos algoritmos de busca e redes sociais com clickbait, agregação e opiniões fáceis. A economia dessa abordagem vai piorar ainda mais. Para ser um destino em um mundo intermediado pela IA, você vai precisar de um jornalismo tão diferenciado que tenha sua própria gravidade. O coração disso é o jornalismo original. O público não tem outra fonte para esse trabalho. E a IA tampouco.

Explique por que o jornalismo importa. As empresas de IA têm megafones gigantescos e têm comunicado com muito cuidado — e de forma seletiva — os benefícios de seu trabalho, ao mesmo tempo em que minimizam os danos. A indústria jornalística precisa, por sua vez, mostrar que o jornalismo original é um ingrediente essencial nas sociedades saudáveis, nas nações seguras e nas democracias fortes — e demonstrar como as ações dos gigantes tecnológicos estão colocando tudo isso em risco.

Na última transição digital, as organizações de notícias — incluindo o "Times", por um bom tempo — compraram a afirmação repetida do Vale do Silício de que "a informação quer ser livre". Muitos nem sabiam que a citação original, do filósofo da tecnologia Stewart Brand, tinha outra parte: "A informação quer ser cara, porque é muito valiosa — a informação certa no lugar certo simplesmente transforma sua vida."

Não podemos ser tão ingênuos desta vez. As organizações de notícias são coletivamente menores e mais fracas do que há duas décadas. Os gigantes tecnológicos são maiores e mais fortes — e muito mais dispostos a usar seu tamanho e poder. Enquanto isso, a própria onda da IA pode ser maior e mais veloz, à medida que a tecnologia continua a melhorar. Mesmo que as coisas pareçam estar bem por enquanto, lembre-se: essas primeiras ondas anunciam um tsunami que se aproxima.

A internet já está sobrecarregada de bots e lixo digital. Está cada vez mais difícil saber de onde as coisas vieram e se são verdadeiras. Isso criou uma sensação crescente de que nada pode ser confiado, exigindo de todos uma vigilância quase paranoica sobre tudo — ou, pior, um mergulho no niilismo. O efeito não é apenas que as pessoas acreditam em coisas falsas: é que deixam de acreditar em coisas verdadeiras. Essa combinação tóxica já está levando mais pessoas a se desengajarem completamente. As empresas de tecnologia acenam para essas tendências e dizem "não é culpa nossa" e, de forma ainda mais reveladora, "não é nosso problema".

As organizações de notícias deveriam se posicionar como a alternativa confiável nesse caos. Notícias e informações em que se pode confiar são mais raras e mais necessárias do que nunca. O tipo produzido por equipes de profissionais experientes, apoiados por processos e padrões rigorosos. Segundo pesquisas, quando alguém quer verificar algo que encontrou e que acha que pode ser falso, a opção preferida é "uma fonte de notícias em que confio". Em último lugar na lista? Um chatbot de IA.

Continuo convicto do valor criado por organizações de notícias de qualidade dedicadas ao trabalho difícil e caro do jornalismo original — para os leitores, para as comunidades, para a sociedade como um todo. E, sim, até para os modelos de IA.

Quem mais irá aos lugares onde os eventos estão se desdobrando? Quem nos trará relatos em primeira mão das linhas de frente de uma guerra? Quem nos equipará com informações confiáveis em uma crise de saúde pública? Quem vai expor a empresa de sucesso ou a carreira política construídas sobre uma mentira? Quem vai garantir que os debates sobre políticas econômicas sejam informados por seus impactos sobre pessoas reais? Quem mais pode enriquecer todo esse trabalho com conhecimento especializado duramente conquistado, que acrescenta perspectiva e contexto, e com compromissos profissionais profundamente enraizados de tornar cada matéria tão justa e precisa quanto possível?

A questão é se esse valor será sugado pelos gigantes tecnológicos — ou se voltará para as organizações de notícias, permitindo que continuem esse trabalho essencial.

Espero que todos vocês levem essa questão a sério. Acredito que o futuro das nossas organizações de notícias e a saúde da esfera pública dependem de como responderemos. Obrigado.

Texto original disponível em: https://www.nytco.com/press/a-i-journalism-and-the-uncertain-future-of-the-public-square/

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