RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Rio de Janeiro já tentou implantar placas com bandeira do estado, mas ministério foi contra; relembre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Carros Rio de Janeiro já tentou implantar placas com bandeira do estado, mas ministério foi contra; relembre Em 2018, durante a implementação do novo modelo, o estado usava a bandeira do RJ e o brasão do município onde acontecia o emplacamento. Ministério das Cidades derrubou medida para reduzir custos. Por Redação g1

Projeto de lei quer recolocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

Em 2018, durante a implantação das placas Mercosul, o Rio de Janeiro tentou colocar a bandeira do estado, além do brasão do município, mas o Ministério das Cidades foi contrário.

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estados e municípios nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A medida é uma proposta do senador Esperidião Amin (PP-SC).

Em 2018, durante a implantação das placas Mercosul, o Rio de Janeiro tentou colocar a bandeira do estado, além do brasão dos municípios, mas o Ministério das Cidades foi contrário.

A medida, segundo a pasta, tinha como objetivo reduzir custos, mas manteria outros itens de segurança na placa.

"Após análise técnica de viabilidade e impacto, decidimos retirar os brasões das novas Placas Padrão Mercosul. Com isso, evitaremos qualquer despesa extra aos condutores de nosso país, embora o objetivo tenha sido desde o início apenas adotar um modelo mundial de identificação veicular e proporcionar mais agilidade por parte da polícia e segurança a todos", afirmou o então ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

A projeto atual foi aprovado na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o autor do projeto, a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”.

Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional.

A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como:

combinação de letras e números em um novo formato;aumento da quantidade de combinações possíveis;uso de QR Code para consulta de dados.

À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis.

Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

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Preço do petróleo cai 10% após reabertura do Estreito de Ormuz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

O preço do petróleo caiu 10%, nesta sexta-feira (17), após a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a agência France-Presse.

Por volta das 10h10 no horário de Brasília, o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, a US$ 89,03.

Já o equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, recuava 11,11%, a US$ 84,17.

Embarcação no Estreito de Ormuz, ao largo da costa da província de Musandam, Omã, 12 de abril de 2026. — Foto: Reuters

O preço do petróleo caiu 10%, nesta sexta-feira (17), após a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a agência France-Presse.

Por volta das 10h10 no horário de Brasília, o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, a US$ 89,03. Já o equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, recuava 11,11%, a US$ 84,17.

Mais cedo, o Irã anunciou a reabertura total da passagem para embarcações nquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos.

Todos os navios poderão circular livremente pela passagem pelo período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22).

"De acordo com o cessar-fogo no Líbano, a passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura.

Após o anúncio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu o Irã pela abertura total do Estreito de Ormuz.

"O Irã acaba de anunciar que o Estreito do Irã está totalmente aberto e pronto para a livre passagem. Obrigado!", disse na Truth Social.

A reabertura do Estreito de Ormuz ocorre em meio a uma tentativa de redução das tensões no Oriente Médio, após o anúncio de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O acordo envolve indiretamente o Hezbollah, apoiado pelo Irã, e ainda enfrenta incertezas sobre sua implementação.

Nesse cenário, a liberação da principal rota de escoamento de petróleo do mundo sinaliza um alívio temporário nas preocupações com o fornecimento global de energia.

Nos últimos dias, restrições e tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos haviam elevado o risco de interrupções no tráfego marítimo, afetando diretamente os mercados internacionais de petróleo.

A passagem de um primeiro petroleiro pelo estreito desde o início do bloqueio reforça a percepção de normalização parcial das operações, embora analistas apontem que a situação permanece frágil e dependente da manutenção da trégua na região.

O Estreito de Ormuz é uma faixa estreita de mar que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã — e, consequentemente, ao oceano aberto.

Ele é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do mundo porque por ali passa uma grande parte do petróleo exportado por países do Oriente Médio, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos.

A região funciona como um “corredor” obrigatório para navios petroleiros: qualquer bloqueio ou tensão na região pode afetar diretamente o preço do petróleo e a economia global.

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Quer produzir mirtilo? Veja dicas que podem te ajudar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

GLOBO RURAL Quer produzir mirtilo? Veja dicas que podem te ajudar Material gratuito reúne orientações sobre os diferentes tipos de mirtileiro, os principais tratos culturais, além de cuidados importantes na colheita e na comercialização da fruta. Por Globo Rural

Neste domingo, o Globo Rural atende a um pedido internacional. O Maximiliano, da província de Misiones, na Argentina, entrou em contato com o programa em busca de ajuda com a produção de mirtilo.

A nossa recomendação é uma cartilha elaborada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).

O material reúne orientações práticas e técnicas sobre os diferentes tipos de mirtileiro, os principais tratos culturais, além de cuidados importantes na colheita e na comercialização da fruta.

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Europa pode ter combustível de aviação só para as próximas semanas, e companhias começam a cancelar voos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

A Europa tem combustível suficiente para abastecer aviões por "talvez mais seis semanas", alertou o chefe da Agência Internacional de Energia (AIE).

Os estoques podem atingir um ponto crítico em junho se a região não conseguir substituir pelo menos metade de suas importações do Oriente Médio, afirmou a organização em um relatório divulgado nesta semana.

O estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o combustível de aviação que sai do Golfo Pérsico, está efetivamente fechado pelo Irã há mais de seis semanas em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, o que fez os preços dispararem e gerou temores de escassez.

O diretor executivo da AIE, Fatih Birol, disse em entrevista concedida na quinta-feira (16/04) à agência de notícias Associated Press que poderia haver cancelamentos de voos em breve se o fornecimento continuar bloqueado.

Até esta sexta-feira (17/04), duas grandes companhias europeias anunciaram cancelamentos: a alemã Lufthansa e a holandesa KLM.

A alemã Lufthansa anunciou que sua subsidiária regional, Lufthansa CityLine, suspenderá as operações de suas 27 aeronaves a partir de sábado (18/04).

"Em vista do aumento significativo dos preços do querosene, que mais que dobraram em comparação com o período anterior à guerra com o Irã, bem como do aumento dos encargos adicionais decorrentes de conflitos trabalhistas, a implementação da estratégia corporativa está sendo parcialmente acelerada."

"Como primeira medida de efeito imediato, a partir de depois de amanhã, as 27 aeronaves operacionais da Lufthansa Cityline serão permanentemente retiradas de serviço para reduzir ainda mais os prejuízos da companhia aérea deficitária", anunciou a Lufthansa na quinta-feira.

Além da crise do combustível, a Lufthansa tem enfrentado greves recorrentes, incluindo cinco dias consecutivos de paralisações de membros das tripulações de cabine e pilotos nesta semana.

Já a companhia aérea holandesa KLM cancelou 160 voos para o próximo mês, mas afirmou que isso afetará menos de 1% de sua programação.

A empresa insiste que não há escassez de combustível de aviação, alegando que a medida se deve exclusivamente ao aumento vertiginoso dos custos.

Um porta-voz da KLM declarou: "Os passageiros afetados por essas mudanças serão realocados para o próximo voo disponível".

"A KLM espera um período de férias de maio movimentado e está garantindo que os passageiros possam viajar para seus destinos de férias conforme planejado."

Em março, a companhia Scandinavian Airlines (SAS) já havia anunciado que cancelaria ao menos mil voos no mês de abril diante da crise.

O CEO da empresa, Anko van der Werff, também alertou que poderia haver aumento de preços se a crise se prolongasse. "Estamos cancelando algumas centenas de voos durante o mês de março, mas estamos tentando proteger nosso tráfego o máximo possível", disse ele ao jornal sueco Dagens Industri em março.

Em uma atualização comercial divulgada na quinta-feira, a companhia aérea britânica de baixo custo (low-cost), EasyJet, afirmou que teve um custo adicional de combustível de 25 milhões de libras (cerca de R$ 168 milhões) em março devido ao conflito no Oriente Médio.

Isso ocorreu apesar de a empresa ter garantido mais de três quartos de seu combustível de aviação a um preço fixo antes que os custos aumentassem devido ao conflito atual — um processo conhecido como hedge.

A empresa afirmou que o conflito gerou "incerteza de curto prazo em relação aos custos de combustível e à demanda do cliente".

Em seu relatório mensal sobre o mercado de petróleo, a AIE — que assessora 32 países membros em questões de abastecimento e segurança energética — afirmou que as exportações da região do Golfo são a maior fonte de combustível de aviação para o mercado global.

Refinarias em outros grandes países exportadores, como Coreia do Sul, Índia e China, também são altamente dependentes das importações de petróleo bruto do Oriente Médio.

Como resultado, a crise "atrapalhou significativamente o funcionamento interno dos mercados de combustível de aviação", afirmou a agência.

No passado, a Europa dependia do Oriente Médio para cerca de 75% de suas importações de combustível de aviação, observou a AIE.

No momento, os países europeus estão se esforçando para substituir o fornecimento do Golfo por importações de outros lugares. Segundo analistas, os carregamentos alternativos vêm principalmente dos EUA e da Nigéria.

A AIE afirmou que houve uma rápida aceleração nas exportações de combustível de aviação dos EUA nas últimas semanas.

No entanto, alertou em seu relatório que, mesmo que esses carregamentos fossem todos destinados à Europa, eles substituiriam apenas um pouco mais da metade do fornecimento perdido.

Analisando diferentes cenários, a agência afirmou que, se a Europa não conseguisse substituir mais de 50% de suas importações do Oriente Médio, "escassez física poderia surgir em aeroportos selecionados, resultando em cancelamentos de voos e destruição da demanda".

Se três quartos do fornecimento pudessem ser substituídos, a mesma situação ainda poderia ocorrer, mas não antes de agosto.

"Consequentemente, por enquanto, parece que os mercados europeus precisarão se esforçar mais para atrair mais cargas de reposição de outros lugares, se quiserem manter estoques suficientes durante os meses de verão", diz a AIE.

No Reino Unido, um porta-voz disse à BBC que está trabalhando com fornecedores de combustível e companhias aéreas para "garantir que as pessoas continuem se deslocando e que as empresas recebam apoio".

"As companhias aéreas do Reino Unido deixaram claro que não estão enfrentando interrupções no fornecimento", disseram.

A Airlines UK, que representa o setor, afirmou que, embora não esteja enfrentando interrupções no fornecimento de combustível de aviação no Reino Unido, está conversando com o governo sobre "medidas cruciais" que seriam necessárias para apoiar o setor de aviação em caso de interrupção no fornecimento de combustível, "incluindo a redução da burocracia, para proteger os consumidores, o comércio e a competitividade do Reino Unido".

Amaar Khan, chefe de preços de combustível de aviação europeu da Argus Media, uma editora independente de notícias do setor energético, acredita que, mesmo que o fornecimento do Golfo seja retomado em breve, ainda poderá haver escassez no período que antecede o pico de viagens do verão europeu, geralmente entre junho e agosto.

"Não é uma certeza, mas ainda assim, parece cada vez mais provável que haja alguma escassez em algumas áreas da Europa", diz.

"É claro que um aeroporto como Heathrow [em Londres] provavelmente terá prioridade sobre outros aeroportos menores ou centros de demanda menores. Mas sim, mesmo que esse fornecimento seja restabelecido, levará de cinco a seis semanas", disse ele.

Muitas companhias aéreas em todo o mundo tiveram que tomar medidas de emergência para combater o aumento do custo do combustível, que normalmente representa de 20 a 40% de seus custos operacionais.

O preço de referência do combustível de aviação europeu atingiu um recorde histórico de US$ 1.838 (R$ 9.180) por tonelada no início de abril, em comparação com US$ 831 (R$ 4.150) antes do início da guerra.

No início desta semana, a Comissão Europeia afirmou que "não havia evidências de escassez de combustível" na União Europeia, mas reconheceu que poderia haver problemas de abastecimento "em um futuro próximo".

Um porta-voz disse em uma coletiva de imprensa que o fornecimento de petróleo bruto para refinarias da UE estava "estável, sem necessidade de liberações adicionais de estoque no momento".

A Comissão disse que os grupos de coordenação de petróleo e gás estavam se reunindo semanalmente e que as medidas energéticas seriam anunciadas pelo presidente da Comissão na próxima semana.

Na semana passada, a associação comercial de aeroportos europeus, o Conselho Internacional de Aeroportos, escreveu à Comissão alertando que o continente poderia sofrer com a escassez de querosene de aviação se o estreito de Ormuz não for reaberto nas próximas três semanas.

A associação do setor aéreo Airlines for Europe pediu à UE que esclareça suas regras de compensação de passageiros para garantir que a escassez de combustível ou o fechamento do espaço aéreo resultantes do conflito sejam tratados como "circunstâncias extraordinárias".

Isso significaria que, quando resultarem em cancelamentos, as companhias aéreas não teriam que fazer pagamentos de compensação significativos.

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Com envelhecimento da população, número de brasileiros que vivem sozinhos mais que dobra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

Viver sozinho deixou de ser um arranjo isolado no Brasil e vem ganhando espaço de forma consistente. Em 2025, quase um em cada cinco domicílios do país (19,7%) tinha apenas um morador, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (17).

O avanço é expressivo quando se observa a última década. Em 2012, os lares unipessoais representavam 12,2% das residências brasileiras. Em números absolutos, passaram de 7,5 milhões para 15,6 milhões, um crescimento de 109,8% no período.

Para o analista do IBGE William Kratochwill, a expansão acompanha transformações demográficas e familiares que vêm se consolidando no país, sendo o principal motor dessa mudança o envelhecimento da população.

"À medida que a expectativa de vida aumenta e as famílias passam por reconfigurações, cresce o número de pessoas que passam a viver sozinhas em etapas mais avançadas da vida", afirma.

Além disso, fatores como a saída dos filhos de casa e a viuvez tornam-se mais frequentes em uma sociedade que envelhece, ampliando esse tipo de arranjo residencial.

Entre as pessoas que vivem sozinhas, os homens ainda são maioria. Em 2025, eles representavam 54,9% dos moradores de domicílios unipessoais.

De acordo com o analista do IBGE William Kratochwill, entre os homens esse tipo de arranjo costuma estar associado a separações — quando os filhos permanecem com a mãe — ou a deslocamentos motivados pelo trabalho, especialmente em centros urbanos mais dinâmicos.

♀️ Entre as mulheres, o perfil é diferente: mais da metade das mulheres que viviam sozinhas em 2025 (56,5%) tinha 60 anos ou mais.

Kratochwill explica que esse padrão está relacionado sobretudo à maior longevidade feminina, à viuvez e a separações em idade mais avançada, além da escolha de muitas mulheres por manter autonomia residencial.

🤝 Nos domicílios nucleares, formados por casais com ou sem filhos, a participação entre homens e mulheres é mais equilibrada. 👩‍👩‍👧‍👦 Já nos domicílios estendidos, que incluem parentes além do núcleo familiar, as mulheres são maioria entre os responsáveis.

Mesmo com o avanço das moradias individuais, o arranjo nuclear segue predominante no país. Em 2025, esse formato ainda representava 65,6% dos domicílios brasileiros, embora sua participação venha diminuindo ao longo do tempo.

A presença de domicílios unipessoais é mais elevada nas regiões mais envelhecidas e urbanizadas do país.

Em 2025, o Sudeste concentrava 20,9% dos lares formados por apenas uma pessoa, seguido pelo Centro-Oeste, com 20%. No outro extremo, o Norte registrava 15,1%.

Nas capitais, porém, a proporção é ainda maior. Em Florianópolis, por exemplo, 30,5% dos domicílios tinham apenas um morador, a maior participação entre as capitais analisadas.

Segundo Kratochwill, esses resultados refletem uma combinação de fatores, como envelhecimento populacional, maior urbanização e o papel de grandes cidades como polos de trabalho e estudo.

Apesar disso, o crescimento mais acelerado desde 2012 ocorreu justamente nas regiões Norte e Nordeste, onde o número de domicílios unipessoais aumentou 131% no período.

As mudanças nos arranjos familiares ocorrem em paralelo a uma transformação mais ampla na estrutura demográfica brasileira.

Em 2025, a população do país chegou a 212,7 milhões de pessoas. No mesmo período, a participação de idosos cresceu de forma significativa: a parcela de brasileiros com 60 anos ou mais passou de 11,3%, em 2012, para 16,6%.

No sentido oposto, o número de brasileiros com menos de 30 anos diminuiu 10,4% em termos absolutos desde 2012, refletindo a queda da fecundidade e a redução do número de nascimentos ao longo dos últimos anos.

Segundo Kratochwill, a pirâmide etária brasileira revela um país em transição demográfica. A base da estrutura populacional — formada pelas crianças e jovens — está mais estreita, enquanto as faixas etárias adultas e idosas se tornam proporcionalmente maiores.

Os dados mostram que os grupos de idade até cerca de 20 anos perderam participação na população, enquanto as faixas acima dos 40 anos ganharam peso relativo ao longo do período.

O analista destaca ainda que até mesmo o grupo de 30 a 39 anos, que apresentava crescimento no início da série histórica, passou a registrar retração a partir de 2017.

A taxa anual de expansão, que era de 0,78% em 2013, passou a girar em torno de 0,40% nos últimos quatro anos, indicando um processo gradual de estabilização demográfica.

Outro reflexo aparece na distribuição por sexo nas idades mais avançadas. A partir dos 60 anos, há 78,9 homens para cada 100 mulheres, resultado da mortalidade masculina historicamente mais elevada no país.

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Carta Pokémon de milhões de libras: valorização gera onda de crimes com roubos e furtos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 17/04/2026 11:04

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%MoedasDólar ComercialR$ 4,963-0,6%Dólar TurismoR$ 5,161-0,48%Euro ComercialR$ 5,872-0,18%Euro TurismoR$ 6,111-0,19%B3Ibovespa197.645 pts0,42%Oferecido por

As cartas de Pokémon se tornaram cada vez mais populares e valiosas nos últimos anos — Foto: Getty Images via BBC

Uma série de furtos do tipo smash and grab (algo como quebrar uma vitrine e pegar rápido o que tiver à frente) em lojas de cartas de Pokémon tem chamado atenção no Reino Unido, à medida que esses itens colecionáveis, cada vez mais populares, disparam de valor. Pokémon é um dos fenômenos culturais japoneses mais famosos ao redor do mundo.

A loja Celestial Collectables, em Warrington, no condado de Cheshire, no Reino Unido, é uma das mais recentes lojas alvo de criminosos. Casos similares foram registrados nas últimas semanas em cidades como Rugby, Bristol, Bournemouth, Peterborough e Nottingham.

As lojas relataram o furto de estoques avaliados em dezenas de milhares de libras. A polícia de Cheshire informou à BBC que está em contato com forças policiais do noroeste do país e de outras regiões do Reino Unido para lidar com o problema.

As cartas de Pokémon são colecionadas e negociadas há 30 anos, mas ganharam ainda mais destaque na internet desde a pandemia de Covid-19, com algumas das mais raras alcançando valores elevados.

Um leilão recente da casa especializada Stanley Gibbons Baldwins movimentou mais de 1,5 milhão de libras (cerca de R$ 9,4 milhões) em "ativos de Pokémon".

Embora a maioria das cartas não atinja milhares de libras, vendas de alto perfil dos itens mais raros têm impulsionado o interesse tanto de colecionadores quanto de investidores.

No início deste ano, o youtuber e lutador Logan Paul leiloou uma carta ultrarrara de Pikachu, em excelente estado, por um valor recorde de US$ 16,5 milhões (cerca de R$ 81 milhões).

"Alguns desses ladrões não sabem exatamente o que estão levando", disse Roy Raftery, especialista em cartas colecionáveis da Stanley Gibbons Baldwins.

Ele já intermediou vendas de Pokémon que somam mais de 2 milhões de libras (cerca de R$ 12,8 milhões), incluindo uma carta Pokémon Trainer vendida por 84 mil libras (cerca de R$ 537 mil), um Charizard por 442,8 mil libras (cerca de R$ 2,8 milhões) e um Pikachu Illustrator por 832 mil libras (cerca de R$ 5,3 milhões).

Segundo ele, "os ladrões sabem que Pokémon é lucrativo, sabem que vale a pena roubá-las agora. E acreditam que é um alvo mais fácil do que assaltar um banco ou uma joalheria".

Nesta semana, a polícia do condado de Wiltshire informou que uma loja na cidade de Trowbridge havia sido arrombada, "durante o qual uma quantidade substancial de cartas de Pokémon e outros itens foram roubados".

Infelizmente, Chris Grundy tem experiência própria com esse tipo de crime por ser proprietário da loja Celestial Collectables, na cidade de Warrington. "Eles pararam em frente à loja com uma van, levantaram as câmeras com vassouras e quebraram o vidro", relatou.

Ladrões reviraram a loja Celestial Collectables, em Warrington, no Reino Unido — Foto: Celestial Collectables via BBC

Ele descobriu que o seu negócio era o mais recente alvo de um roubo a lojas de cartas de Pokémon quando um cliente ligou tarde da noite para avisar que a vitrine havia sido quebrada.

"A maior parte do que levaram eram cartas autenticadas e precificadas, várias cartas avulsas e diversos pacotes lacrados com acabamento foil. Caixas de coleção que variam de 40 a 300 libras (cerca de R$ 285 a R$ 2.140)."

No total, Grundy estima que cerca de 60 mil libras (aproximadamente R$ 370 mil) em estoque tenham sido levados.

A Trove UK, em Bournemouth, no sul da Inglaterra, teve 30 mil libras (cerca de R$ 186 mil) em produtos levados em um roubo semelhante.

A Full Fire TCG, em Gloucester, no oeste da Inglaterra, perdeu mercadorias avaliadas em 25 mil libras (cerca de R$ 155 mil). Outro comerciante, em Peterborough, no leste da Inglaterra, informou ter perdido cerca de 80 mil libras (cerca de R$ 496 mil) em cartas e itens colecionáveis.

O detetive inspetor Liam Keenan, da polícia de Cheshire, no noroeste da Inglaterra, afirmou que o roubo em Warrington é apenas um de uma série de ataques semelhantes.

"Embora tenhamos registrado apenas um caso aqui em Cheshire, sabemos de outros e estamos em contato com forças policiais do noroeste do país, além de unidades de outras regiões", disse à BBC.

Embora seja uma história de pequenos comerciantes sendo alvo de criminosos dispostos a destruir suas lojas para roubar cartas, é também uma história de comunidade.

Nos dias seguintes ao arrombamento, a Celestial Collectables recebeu doações de estoque de lojas de cartas colecionáveis próximas e até de crianças que levaram as suas próprias coleções para contribuir.

Grundy afirmou: "Recebemos pessoas doando cartas, montando móveis e ajudando na limpeza. Algumas crianças mais novas vieram com suas cartas, que talvez valessem apenas 3 libras (cerca de R$ 21), mas para nós significou muito, fez uma diferença enorme. Foi incrível!".

Um fator que torna esses roubos ainda mais impactantes é que muitos desses varejistas são, antes de tudo, movidos pela paixão, criados e mantidos por pessoas com um interesse genuíno por cartas colecionáveis como as de Pokémon.

Ladrões invadiram a Card Catcher Shop no domingo de Páscoa, segundo o proprietário Sam Jackway — Foto: Card Catcher Shop via BBC

"Tivemos sorte de apenas cerca de 2.000 libras (aproximadamente R$ 12 mil) terem sido levados da nossa loja", disse Sam Jackway, proprietário da Card Catcher Shop, em Bristol, no sudeste da Inglaterra.

"Mas o sofrimento e os problemas de saúde mental para mim e para os funcionários foram bastante sérios."

"Na verdade, vi a invasão ao vivo, quando o sistema de câmeras me enviou um alerta indicando movimento na loja. Temos alarme sonoro, holofotes e câmeras que avisam sobre qualquer problema", disse Jackway.

"[Eles] ficaram apenas cinco minutos recolhendo itens e se assustaram com os outros sistemas de segurança. A polícia e eu chegamos poucos minutos depois que eles saíram."

Grundy afirmou que já reforçou a segurança da Celestial Collectables e alertou outros lojistas e até colecionadores particulares de cartas sobre a necessidade de proteger melhor os seus itens.

"Reforçamos muito a segurança, com equipamentos diferentes, detectores de movimento, tudo. Hoje, isso é essencial", disse. "Foi devastador, mas, como empresa e como comunidade, vamos nos recuperar. Nós amamos Pokémon."

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Petrobras compra fatia e será operadora de bloco offshore em São Tomé e Príncipe

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 10:09

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

Petrobras compra fatia e será operadora de bloco offshore em São Tomé e Príncipe — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (17) que celebrou contrato para comprar uma participação da petrolífera Oranto e assumir como operadora do bloco 3, no offshore de São Tomé e Príncipe, na África.

Em comunicado, a estatal afirmou que está adquirindo 75% e, com a conclusão da transação, o consórcio passará a ser composto pela Petrobras (operadora), Oranto (15%) e Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (ANP-STP) (10%).

A estatal brasileira afirmou que desde 2024 retomou sua atuação no continente africano e já possui participação em blocos em São Tomé e Príncipe.

"A operação reforça a atividade exploratória no continente africano, com o propósito de diversificação de portfólio e está alinhada à estratégia de longo prazo da companhia, visando à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras e atuação em parceria", disse, em comunicado.

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Após a morte do fundador, OnlyFans busca novo investidor em acordo bilionário

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 17/04/2026 10:09

Tecnologia Após a morte do fundador, OnlyFans busca novo investidor em acordo bilionário A plataforma de conteúdo adulto está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões. Por Redação g1 — São Paulo

OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões.

A companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco.

A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky.

A plataforma de conteúdo adulto OnlyFans está em negociações avançadas para vender uma participação minoritária que pode avaliar a empresa em mais de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões).

Segundo o Financial Times, a companhia, sediada em Londres, discute a venda de menos de 20% para a Architect Capital, gestora de investimentos com sede em São Francisco.

A estratégia de vender uma fatia minoritária é vista como uma forma de garantir estabilidade ao negócio após a morte de seu fundador, Leonid Radvinsky. O empresário ucraniano-americano, bilionário, faleceu no mês passado, aos 43 anos, vítima de câncer.

De acordo com a reportagem, o interesse do OnlyFans na Architect Capital está ligado à experiência da gestora no setor de serviços financeiros.

A plataforma britânica avalia ampliar sua atuação e oferecer produtos bancários aos criadores de conteúdo por conta das dificuldades para acessar serviços tradicionais devido à natureza de seu trabalho.

🔎O OnlyFans mantém uma política rígida de acesso, restrita a maiores de 18 anos. Dados mais recentes da Felix International, empresa controladora da plataforma, indicam que o site conta com cerca de 4,6 milhões de criadores cadastrados, que recebem 80% das receitas geradas por assinaturas, enquanto a empresa fica com 20%.

A ascensão do OnlyFans começou com um modelo genérico de assinaturas, mas a plataforma ganhou escala ao focar no conteúdo adulto e oferecer comissões mais atrativas — 80% da receita fica com os criadores.

O formato atraiu influenciadores e acelerou o crescimento, especialmente durante a pandemia, quando aumentou a busca por renda online.

Em poucos anos, a base de usuários saltou de milhões para centenas de milhões, atingindo 377 milhões de fãs e 4,6 milhões de criadores em 2024.

O sucesso do modelo também influenciou outras redes sociais, como Instagram e X, a adotarem ferramentas de conteúdo pago.

Hoje, a plataforma movimenta bilhões em assinaturas e permite que usuários comprem conteúdos e interajam diretamente com os criadores.

No ano encerrado em 30 de novembro de 2024, a empresa registrou receita de US$ 1,4 bilhão e lucro antes de impostos de US$ 684 milhões, alta de 4% na comparação anual. No mesmo período, os pagamentos aos criadores somaram US$ 7,2 bilhões, avanço de quase 10%.

Caso avance a negociação para venda de uma participação minoritária, o controle da empresa deve permanecer com o fundo familiar que detém as ações de Leonid Radvinsky.

Há 1 hora Mundo O ASSUNTO: a tragédia humanitária no Líbano e o cessar-fogo Há 1 horaMilhões em propinasMaster: esquema com imóveis usava empresas-fantasma e cunhado ‘laranja’

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Imposto de Renda 2026: como declarar renda de MEI, autônomos e informais

Fonte: G1 Imposto de Renda | Publicado em: 17/04/2026 04:45

Economia Imposto de renda Imposto de Renda 2026: como declarar renda de MEI, autônomos e informais Entenda quem entra na regra, como calcular a renda tributável e quais cuidados ajudam a evitar problemas com a Receita Federal. Por Redação g1 — São Paulo

Profissionais autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e trabalhadores informais que tiveram rendimento tributável acima de R$ 35.584,00 no ano passado precisam entregar a declaração do Imposto de Renda 2026.

O prazo se estende até 29 de maio. A entrega após essa data implica multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Além disso, contribuintes que deixarem de enviar a declaração podem ter o acesso ao crédito dificultado e o CPF classificado como irregular pela Receita Federal.

receberam rendimentos isentos ou não tributáveis acima de R$ 200 mil;tiveram ganho de capital na venda de bens ou direitos;realizaram operações na bolsa acima de R$ 40 mil ou tiveram lucro tributável;possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2025;tiveram receita da atividade rural acima de R$ 177.920,00 ou querem compensar prejuízos;passaram a morar no Brasil em 2025;tiveram rendimentos ou investimentos no exterior.

⚠️ Independentemente da forma de pagamento — PIX, transferência ou dinheiro — toda renda precisa ser informada à Receita Federal.

Microempreendedores individuais que cumprem obrigações como CNPJ também podem ser obrigados a entregar a declaração do Imposto de Renda como pessoa física.

“A Declaração Anual do Simples Nacional para o MEI (DASN-SimeI) informa o faturamento do CNPJ, enquanto o IRPF reúne a renda e o patrimônio da pessoa física, somando tudo o que ela ganhou ao longo do ano”, explica Marcus Reis, analista de atendimento ao cliente do Sebrae.

Assim, o MEI pode ser obrigado a entregar a declaração do Imposto de Renda da pessoa física, a depender do nível de renda tributável alcançado no ano.

Isso ocorre porque nem todo o faturamento do MEI é tributado da mesma forma, e parte dele pode ser considerada isenta. Ainda assim, quando o lucro tributável ultrapassa o limite definido pela Receita Federal, a entrega da declaração se torna obrigatória.

“O MEI com débitos no IRPF pode enfrentar dificuldades para obter certidões negativas de débitos, essenciais para participar de licitações públicas, acessar financiamentos, entre outros”, afirma a head de contabilidade da plataforma MaisMei, Kályta Caetano.

Para saber se precisa declarar, é necessário olhar além do faturamento total e separar o que é isento do que é tributável.

8% do faturamento para comércio, indústria e transporte de cargas;16% para transporte de passageiros;32% para prestação de serviços.

Depois disso, ainda é possível descontar despesas do negócio. O valor restante é considerado lucro tributável.

Na prática, a lógica é simples: nem todo o dinheiro que entra no MEI é automaticamente considerado renda tributável para o Imposto de Renda.

A parcela isenta deve ser declarada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Já o valor tributável deve ser informado em “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”.

Se o resultado final ficar abaixo do limite de obrigatoriedade e não houver outras fontes de renda, o MEI pode ficar dispensado da entrega da declaração.

Assim como no caso do MEI, quem trabalha por conta própria sem vínculo formal também entra nas regras do Imposto de Renda. É o caso dos autônomos e trabalhadores informais, que muitas vezes lidam com rendas variáveis e diferentes formas de recebimento ao longo do ano.

Nesse grupo estão profissionais como motoristas, pedreiros, pintores, designers, consultores, professores particulares e outros prestadores de serviço que atuam de forma independente.

Apesar da diversidade de atividades, a regra não muda: toda renda recebida precisa ser informada à Receita Federal, independentemente da forma de pagamento ou da regularidade dos ganhos.

Na prática, o que muda para quem trabalha por conta própria é a forma de organizar e declarar os rendimentos, que varia conforme quem fez o pagamento.

Quando o serviço é prestado para empresas, o processo tende a ser mais estruturado. A própria empresa é responsável por fornecer um informe de rendimentos com todos os valores pagos ao longo do ano, além de eventuais retenções de Imposto de Renda e INSS.

Esses dados são informados na ficha de rendimentos tributáveis recebidos de pessoa jurídica, com identificação do CNPJ da fonte pagadora.

Já quando o pagamento vem de pessoas físicas, a regra exige mais atenção do contribuinte. Nesses casos, é obrigatório o uso do Carnê-Leão, sistema em que os rendimentos são registrados mês a mês.

A partir dessas informações, a Receita Federal calcula o imposto devido com base na tabela progressiva, e o pagamento deve ser feito até o mês seguinte ao recebimento. No fim do ano, os dados são importados automaticamente para a declaração anual, que também exige a identificação do CPF de cada pagador.

Dentro do universo dos trabalhadores autônomos, os profissionais do transporte têm regras próprias de tributação, que diferenciam parte da receita como isenta.

No transporte de passageiros, 40% da receita é considerada isenta, enquanto 60% é tributável. Já no transporte de cargas, o percentual isento é maior: 90% da receita não entra na base de tributação, e apenas 10% é considerado tributável.

Mesmo com essas regras diferenciadas, o Carnê-Leão continua sendo obrigatório para o controle mensal da renda. E um ponto importante: nessas atividades, não é permitido deduzir despesas operacionais.

Se o imposto não for pago ao longo do ano, ele acaba sendo cobrado na declaração anual, com acréscimos de juros e multa.

Embora a tributação siga regras fixas, há formas legais de reduzir o valor do imposto ao longo do ano por meio da dedução de despesas relacionadas à atividade profissional.

Mas, para que essas despesas sejam aceitas, é fundamental comprovar os gastos. Por isso, especialistas recomendam organização constante, com guarda de recibos e uso de controle financeiro como o livro-caixa.

Antes de enviar a declaração, o ideal é reunir toda a documentação com antecedência. Isso ajuda a evitar erros e reduz o risco de cair na malha fina.

Entre os principais documentos estão dados pessoais, informes de rendimentos, registros do Carnê-Leão, livro-caixa, comprovantes de despesas dedutíveis, documentos de bens e direitos e informações bancárias para restituição ou débito automático.

Para MEIs, autônomos e trabalhadores informais, comprovar renda pode ser um desafio em situações como pedidos de crédito ou financiamentos.

Nesses casos, alguns documentos ajudam a demonstrar a regularidade dos ganhos, como extratos bancários, declaração do Imposto de Renda, recibos de prestação de serviços, a Decore emitida por contador e, no caso de MEI, a declaração anual DASN-SIMEI.

A Receita Federal segue ampliando o uso da declaração pré-preenchida, que reúne dados enviados por empresas, bancos e outras instituições financeiras, facilitando o preenchimento e reduzindo erros.

O envio da declaração pode ser feito pelo programa do Imposto de Renda, pelo aplicativo Meu Imposto de Renda ou pelo portal e-CAC.

Quem não cumprir a obrigação pode ter o CPF irregular, enfrentar restrições de crédito e ainda pagar multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido.

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Como policiais recuperam conversas e arquivos do celular e da nuvem de investigados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 03:18

Tecnologia Como policiais recuperam conversas e arquivos do celular e da nuvem de investigados Peritos podem solicitar dados a empresas de serviço na nuvem, como Apple e Google. Em alguns casos, a investigação recorre a programas de extração e análise de grandes volumes de dados. Por Victor Hugo Silva, g1

Policiais podem recuperar conversas e arquivos apagados de celulares de investigados por meio de análises em serviços na nuvem e de programas que extraem informações de aparelhos.

A megaoperação de quarta-feira (15) que revelou um esquema suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão começou com a análise de arquivos no iCloud.

A análise de arquivos em serviços como iCloud e Google Drive pode acontecer diretamente no celular do investigado, caso o aparelho esteja desbloqueado, ou por meio de ordem judicial para plataformas compartilharem o material.

Os programas conseguem acessar o histórico de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram. E, em alguns casos, recuperam dados apagados pelo dono do aparelho.

Programas como Cellebrite UFED e Magnet Greykey são capazes de extrair muitas informações de celulares — Foto: Altieres Rohr/G1

Policiais podem recuperar conversas e arquivos apagados de celulares de investigados por meio de análises em serviços na nuvem e de programas que extraem informações de aparelhos.

A megaoperação de quarta-feira (15) que revelou um esquema suspeito de lavar R$ 1,6 bilhão começou com a análise de arquivos no iCloud. Ela permitiu cruzar informações como extratos, conversas e documentos financeiros, segundo a Polícia Federal.

Em outra investigação, a PF identificou mensagens do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, segundo o blog da Andréia Sadi. Costa foi preso pela PF na quinta-feira (16).

Prisão de MCs Ryan SP e Poze do Rodo: o que o iCloud armazena e como ele pode revelar a rotina do usuário

A análise de arquivos em serviços como iCloud e Google Drive pode acontecer diretamente no celular do investigado, caso o aparelho esteja desbloqueado, ou por meio de ordem judicial para plataformas compartilharem o material.

Autoridades fizeram 38.290 pedidos de informações de usuários do Google de janeiro a junho de 2025, segundo dados mais recentes divulgados pela empresa. Os dados foram fornecidos em 77% dos casos.

No mesmo período, a Apple recebeu 7.592 pedidos por dados em aparelhos e forneceu informações em 79% dos casos. Houve ainda 3.678 pedidos por dados na nuvem, com informações fornecidas em 81% dos casos.

Policiais com acesso aos celulares também podem usar programas como o israelense Cellebrite UFED e o americano Magnet Greykey, que têm uso restrito e são capazes de contornar mecanismos de bloqueio e extrair muitas informações do dispositivo.

Os programas conseguem acessar o histórico de mensagens em aplicativos como WhatsApp e Telegram. E, em alguns casos, recuperam dados apagados pelo dono do aparelho.

Isso porque as ferramentas não analisam apenas o que está visível para usuários. Elas se concentram, na verdade, em bancos de dados e outros registros presentes na memória do dispositivo.

A primeira etapa é desbloquear o celular caso ele seja protegido por senha. Isso pode ser simples, se o dono do aparelho fornecer o código, ou exigir o uso de programas de perícia que buscam contornar o bloqueio para extrair os dados.

Caso o programa entre em ação, ele tentará explorar brechas de segurança específicas do modelo de celular. Essas falhas levam tempo para serem descobertas, o que dificulta o processo em aparelhos recentes, explicou Marcos Monteiro, presidente da Associação Nacional dos Peritos em Computação Forense (Apecof).

"Esse mecanismo de desbloqueio funciona literalmente como hackear o celular. Mas o Cellebrite ainda não tem uma forma automatizada de quebrar a senha de um iPhone 17, por exemplo", afirmou ao g1, em referência ao modelo lançado em 2025 pela Apple.

As ferramentas que contornam o bloqueio de celulares são limitadas a especialistas forenses e têm licenças que chegam a custar US$ 50 mil por ano (cerca de R$ 250 mil, na cotação de 16 de abril).

Os programas de extração dos dados costumam rodar em dispositivos que se conectam ao celular por meio de uma conexão USB e identificam o melhor método para obter as informações.

As ferramentas atuam em um nível mais profundo no aparelho, explorando vulnerabilidades em sistemas, e não nos aplicativos.

Cellebrite UFED é o dispositivo que se conecta ao celular para extrair informações como arquivos e mensagens — Foto: Divulgação/Cellebrite

"O tipo de extração vai permitir definir o nível de dados que pode ser organizado", disse Monteiro, da associação de peritos.

extração lógica, que usa o nível do sistema operacional para obter dados como contatos, registros de chamadas e fotos visíveis, por exemplo; extração lógica avançada, que usa privilégios do sistema para extrair ainda mais dados, incluindo bancos de dados de aplicativos e informações temporárias; extração em sistema de arquivos, que alcança arquivos ocultos e registros em código – ela nem sempre pode ser feita porque exige contornar mecanismos de segurança; extração física, que recupera uma quantidade maior de dados, inclusive os que permanecem na memória porque não foram substituídos por informações novas.

"O mesmo celular pode ser submetido a mais de uma extração, isso não é incomum. É importante", disse Monteiro. "Na hora da análise, pode ser que um tipo de extração não tenha trazido a informação que você quer, mas há outro tipo que trouxe".

O ideal é que a extração seja feita o quanto antes porque alguns registros são temporários, explicou ao g1 Wanderson Castilho, perito em segurança digital, em uma reportagem de janeiro de 2026.

"Com algumas ferramentas, é possível 'quebrar' essa senha de um jeito muito mais fácil. Se desligar e ligar, fica mais difícil de quebrar", afirmou.

Com o material bruto, investigadores podem recorrer a programas voltados à análise desse material. A ideia é exibir arquivos ilegíveis em um primeiro momento e organizar grandes volumes de informações.

Um dos mais conhecidos é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), criado por peritos da PF em 2012. Ele permite buscar informações em registros de WhatsApp e Telegram, bem como em outros bancos de dados do aparelho.

O programa pode buscar padrões, como números de CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações.

"O IPED não ignora nada que está no aparelho celular. Ele organiza algumas coisas e, nas que não são organizadas, permite fazer uma consulta um pouco mais avançada", explicou Monteiro.

Ainda segundo o perito, há programas que recuperam mensagens de visualização única. "Para isso, é preciso ler o banco de dados do WhatsApp ou do Telegram, e não acessar o aplicativo no aparelho de celular".

As conversas no WhatsApp têm criptografia de ponta a ponta desde 2016 para impedir interceptações durante o envio de mensagens.

"Antes de uma mensagem sair do seu dispositivo, ela é protegida com um cadeado de criptografia e apenas o destinatário da conversa tem as chaves para abri-lo", explica o aplicativo, em seu site.

O Telegram também oferece essa proteção, mas, por padrão, armazena as conversas em seu servidor. O serviço afirmou ao g1 que, embora faça o melhor para proteger usuários, é impossível garantir a segurança em um dispositivo comprometido.

"Uma vez que a segurança do sistema operacional subjacente é contornada, o invasor essencialmente obtém o mesmo acesso que o proprietário do aparelho", disse o Telegram.

Montagem com os aplicativos de mensagem concorrentes WhatsApp e Telegram — Foto: Divulgação e Carlos Henrique Dias/g1

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