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Com a cabeça no feriado? Veja as regras para quem trabalha no Dia de Tiradentes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Trabalho e Carreira Com a cabeça no feriado? Veja as regras para quem trabalha no Dia de Tiradentes Data cai em uma terça-feira e pode render até quatro dias de folga. Atividades essenciais podem funcionar; veja os direitos. Por Redação g1 — São Paulo

O feriado de Tiradentes, na próxima terça-feira (21), pode render um “feriadão” de até quatro dias para quem conseguir folga na segunda (20).

Como a data cai em uma terça, quem não trabalha aos fins de semana pode emendar de sábado a terça; para servidores federais, a segunda será ponto facultativo.

Muitos trabalhadores já estão de olho no tão esperado “feriadão” prolongado com o Dia de Tiradentes, na próxima terça-feira (21). A data, declarada feriado nacional pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garante aos funcionários um dia de descanso.

Como cai em uma terça-feira, quem conseguir folga na segunda-feira (20) pode emendar e ter até quatro dias seguidos de descanso — de sábado a terça, para quem não trabalha aos fins de semana. Para servidores federais, a data será ponto facultativo.

18 de abril (sábado): folga para quem não trabalha aos fins de semana19 de abril (domingo): folga para quem não trabalha aos fins de semanas20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais)21 de abril (terça-feira): Tiradentes

Apesar de ser um feriado nacional, nem todos os trabalhadores são beneficiados. A legislação autoriza o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais. (Confira quais abaixo)

⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como remuneração em dobro ou um dia de folga compensatória.

🤔 Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado?⚖️ Quais são os meus direitos?💰 Remuneração em dobro ou folga? Quem define?❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa? ➡️ Quem pode emendar o feriado?⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário?✍🏼 Como funciona no caso do trabalhador intermitente?📆 Quais são os próximos feriados de 2026?

Sim. Apesar de o artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores da indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários e atividades ligadas à segurança, entre outros.

Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho — acordo previamente firmado entre empregadores e sindicatos.

Para quem trabalha no feriado, a legislação garante o pagamento em dobro ou a compensação com folga em outro dia.

"Se houver banco de horas, também é possível lançar essas horas trabalhadas, nos termos do acordo individual ou coletivo", explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do AC Burlamaqui Consultores.

A definição do tipo de compensação — pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória — geralmente é determinada em acordo firmado entre empregador e sindicato.

Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação.

"O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório", afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados.

Depende. A ausência pode ser caracterizada como insubordinação — ou seja, desobediência a um superior hierárquico.

"Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada", afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista.

Assim, a demissão por justa causa geralmente resulta de um processo que inclui advertências formais e tentativas de correção de comportamento.

Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada.

""A falta injustificada deve ser repreendida. No entanto, para a caracterização de justa causa, outros fatores precisam ser analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função exercida pelo empregado", completa a advogada trabalhista Elisa Alonso.

Por cair em uma terça-feira (21), o Dia de Tiradentes abre a possibilidade de que muitos trabalhadores "emendem" o feriado com o fim de semana, somando quatro dias seguidos de folga.

Apesar disso, é importante destacar que a segunda-feira (20) não é feriado e, sim, um dia de trabalho regular.

Assim, essa possibilidade de "emenda" não é uma realidade para todos os trabalhadores: ela depende das políticas de cada empresa, no caso do setor privado, e de decisões dos governos municipal, estadual ou federal, no caso dos servidores públicos. Veja:

Segundo a advogada trabalhista Vanessa Carvalho, não há, na legislação, obrigatoriedade de o empregador conceder a chamada "emenda de feriado" aos seus empregados.

"No entanto, é possível — e bastante comum — que o tema seja objeto de negociação entre as partes, empregadores e empregados", completa a especialista.

Uma alternativa para o empregador é pedir a compensação do dia da emenda por meio de banco de horas, trabalho em um sábado ou acréscimo de até duas horas na jornada diária durante a semana.

Há também empresas que concedem a folga na emenda do feriado de forma espontânea. Nesses casos, não é permitido descontar o dia não trabalhado nem exigir compensação posterior.

Para os servidores federais, a segunda-feira (20) será ponto facultativo, conforme o calendário divulgado pelo governo no fim do ano passado.

Para servidores municipais e estaduais, a adoção do ponto facultativo depende de decisão de cada governo local. Em São Paulo, por exemplo, a prefeitura determinou a suspensão do expediente, com compensação posterior das horas não trabalhadas.

Nesses casos, servidores, estagiários e residentes deverão repor as horas entre janeiro e setembro de 2026. A administração municipal também pode instituir plantões, se necessário.

➡️ Vale lembrar que os serviços essenciais continuam funcionando normalmente, sem alteração na jornada de trabalho.

As regras básicas sobre trabalho em feriados aplicam-se tanto a empregados fixos quanto temporários, incluindo o direito ao pagamento em dobro ou folga compensatória.

No entanto, trabalhadores contratados em regime temporário podem ter condições específicas previstas em contrato.

Para o trabalhador contratado em regime de trabalho intermitente — previsão legal incluída na CLT pela Reforma Trabalhista de 2017 —, o pagamento pelos dias trabalhados em feriados deve ser acordado no momento da contratação.

O contrato deve especificar o valor da hora trabalhada, que já precisa considerar os adicionais devidos por trabalho em feriados ou por horas extras.

Dessa forma, o trabalhador intermitente recebe exatamente o valor previamente combinado para os dias efetivamente trabalhados, incluindo feriados, explica o advogado Luís Nicoli.

Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana.

Outra possibilidade de folga prolongada é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Isso significa que cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que exista regulamentação local.

Nas localidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso haja necessidade de trabalho, o empregado tem direito ao pagamento em dobro ou à concessão de folga compensatória.

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Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Carros Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil Argumento de senador é que informações ajudariam agentes de segurança. Deputado diz que mudança facilita a percepção pelos locais quando se tratar de veículo ‘de fora’. Por Redação g1

Projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo.

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”.

Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional.

A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como:

combinação de letras e números em um novo formato;aumento da quantidade de combinações possíveis;uso de QR Code para consulta de dados.

À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis.

Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

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Imóveis de até R$ 600 mil e renda de até R$ 13 mil: financiamento do Minha Casa, Minha Vida com novas regras começa na próxima quarta

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,9930,02%Dólar TurismoR$ 5,1860,02%Euro ComercialR$ 5,882-0,13%Euro TurismoR$ 6,123-0,14%B3Ibovespa196.819 pts-0,46%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal informou que começa, na próxima quarta-feira (22), a operar o financiamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) com as novas regras.

As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e famílias com renda de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa.

Com isso, facilitam a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as mudanças devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis.

A Caixa Econômica Federal informou que começa a operar o financiamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) com as novas regras na próxima quarta-feira (22). As mudanças ampliam o alcance do programa para imóveis de até R$ 600 mil e para famílias com renda mensal de até R$ 13 mil.

Na prática, também elevam os limites de renda e de valor dos imóveis em todas as faixas do programa, facilitando a compra de unidades maiores ou melhor localizadas, com juros abaixo dos praticados no mercado.

Especialistas consultadas pelo g1 afirmam que as novas regras devem favorecer principalmente a classe média, permitindo que uma parcela significativa volte a buscar e financiar imóveis. Até então, esse grupo enfrentava restrições maiores, diante de juros elevados e das limitações do MCMV. (leia mais abaixo)

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas.

Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000

📌 Os juros cobrados nos financiamentos dentro do programa aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Dessa forma, a ampliação dos limites beneficiou diretamente famílias que estavam próximas das faixas de corte e que passam a ter acesso a juros menores.

🏠 EXEMPLO 1: Quem tinha renda entre R$ 4.700,01 e R$ 5 mil e se enquadrava na faixa 3 passa agora para a faixa 2. Esse grupo tinha acesso a juros de 8,16% ao ano. Agora, passa a ter taxas de 7% ao ano, explica a advogada Daniele Akamine, especialista em mercado imobiliário.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem tinha renda entre R$ 8.600,01 e R$ 9.600 e se enquadrava na faixa 4 passa agora para a faixa 3. Esse grupo tinha acesso a juros de cerca de 10% ao ano. Agora, passa a ter taxas de até 8,16% ao ano.

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, a depender da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

📌 O valor máximo dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou, o que permite o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas.

🏠 EXEMPLO 1: Quem se enquadra na faixa 3 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 400 mil dentro do programa, um aumento de R$ 50 mil em relação ao limite anterior. Na prática, isso amplia o leque de opções a uma nova prateleira de imóveis.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem se enquadra na faixa 4 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 600 mil dentro do MCMV, um acréscimo de R$ 100 mil em comparação com o limite anterior. O efeito, nesse caso, é semelhante: amplia o acesso a imóveis de padrão mais elevado.

Na prática, as novas regras ampliam a capacidade de compra das famílias, afirma a advogada Daniele Akamine. Antes da atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços dos imóveis.

“Com o mesmo salário, é possível adquirir um imóvel melhor ou exigir uma entrada menor, já que o crédito ficou mais acessível e as taxas dentro do programa são mais baixas", diz.

Segundo o governo, a atualização das faixas inclui cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, afirma que o movimento ocorre em meio a um cenário desafiador para parte da classe média.

🔎 Sem acesso ao MCMV, essas famílias passaram a enfrentar juros elevados no financiamento imobiliário, diante de uma taxa básica (Selic) que permaneceu na casa dos 15% durante boa parte do ano passado. A taxa está agora em 14,75%.

“Pessoas que estavam logo acima da faixa de corte do programa agora passam a ser incluídas, ampliando o acesso da classe média à casa própria”, afirma a especialista.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava, no máximo, famílias da faixa 3, com renda de até R$ 8 mil — limite ampliado para R$ 8,6 mil naquele mês. Em maio, foi criada a faixa 4, estendendo o programa a famílias com renda de até R$ 12 mil, com juros mais altos, mas ainda abaixo dos praticados no mercado.

As mudanças de abril de 2026 ampliaram o alcance do MCMV para rendas de até R$ 13 mil. Na prática, o teto de acesso ao programa saltou de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano.

Ana Castelo, do FGV Ibre, lembra que o MCMV atingiu um novo recorde de contratações em 2025. "Quem realmente sustentou o setor de construção no ano passado foi o programa", diz.

"Vivemos um contexto particularmente difícil para a classe média fora do programa. Foi um ano de bom desempenho nas pontas: no Minha Casa, Minha Vida e no nicho de imóveis de alto padrão — que não depende de financiamento", explica.

"No entanto, a renda média fora do programa sofreu bastante, porque as taxas de financiamento ficaram mais altas."

Dados do Ministério das Cidades, compilados por Ana Castelo, mostram que as contratações da faixa 3 dispararam nos últimos anos e ganharam mais relevância dentro do programa. Veja abaixo:

Condomínio de prédios do programa Minha Casa, Minha Vida em Manaus — Foto: Clóvis Miranda/Semcom/Prefeitura de Manaus/Divulgação

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Antes de deixar cargo, procurador do DF fez duras ressalvas a empréstimo do governo para salvar BRB; leia trechos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 17/04/2026 00:43

Distrito Federal Antes de deixar cargo, procurador do DF fez duras ressalvas a empréstimo do governo para salvar BRB; leia trechos Dias após documento, Márcio Wanderley pediu exoneração. Parecer aponta possível infração à Lei de Responsabilidade Fiscal e 'confusão' entre papel do BRB e do governo. Por Isabela Camargo, Mateus Rodrigues, TV Globo e g1 DF

O procurador-geral do Distrito Federal, Márcio Wanderley, assinou um duro parecer com uma lista de ressalvas à ideia do governo de pegar um empréstimo bilionário com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para socorrer a crise patrimonial do Banco de Brasília (BRB).

Dias após assinar o documento, Márcio Wanderley pediu para deixar o cargo, como revelou o g1 nesta quarta-feira (15). O parecer teria sido mal recebido pela governadora do DF, Celina Leão (PP), que confrontou o teor das conclusões do órgão.

O g1 e a TV Globo tiveram acesso ao parecer. Nele, a Procuradoria-Geral do DF aponta, entre outros problemas:

risco de infração a pelo menos dois artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF);uma possível "confusão" entre o patrimônio do BRB e o do governo do DF, seu acionista controlador.

➡️ A Câmara Legislativa do Distrito Federal autorizou o governo a usar imóveis públicos como garantia para um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões. Esses imóveis devem compor um fundo imobiliário, que até agora não foi oficializado.

➡️ O governo enviou um pedido inicial ao FGC de R$ 4 bilhões – valor que seria completado com outras ações. Nesta semana, o governo já passou a falar em um empréstimo de R$ 6,6 bilhões. Investidores estimam que o aporte necessário pode ser ainda maior.

O g1 questionou o governo do Distrito Federal sobre o parecer e sobre a saída de Márcio Wanderley, mas não recebeu retorno.

O parecer da Procuradoria-Geral do DF responde a uma consulta feita pelo BRB – que pediu a "análise jurídica" do órgão e a "adoção de providências cabíveis" para formalizar o pedido de empréstimo ao FGC.

Na resposta, a equipe de Márcio Wanderley questionou até a própria legitimidade do BRB para pedir essa análise – já que o banco tem consultoria jurídica própria e não é parte da administração direta.

Em dado momento, o parecer afirma que, se o governo do DF de fato quiser assumir a obrigação contratual de quitar o empréstimo, deverá fazer isso "de forma clara, com indicação dos fundamentos normativos e societários pertinentes".

"[…] recomendando-se, inclusive, a análise meritória sobre a própria capacidade operacional para a celebração da operação de crédito, em atenção aos arts. 32 e 42, ambos da Lei de Responsabilidade Fiscal".

O artigo 32 da Lei de Responsabilidade Fiscal trata dos critérios para que um governo (municipal, distrital, estadual ou federal) contrate um empréstimo. Diz, por exemplo, que é preciso demonstrar o custo-benefício da operação, comprovar interesse econômico e social e atender aos limites legais de envididamento.

➡️ Como o g1 já mostrou, o DF está com nota baixa em gestão fiscal. Dos critérios avaliados, o pior é a "poupança corrente", ou seja, o espaço livre no caixa do governo para fazer investimentos ou pagar empréstimos.

Já o artigo 42 da LRF estabelece uma proibição: os governantes não podem contratar empréstimos nos últimos oito meses do mandato e deixar a fatura para o mandato seguinte.

Ou seja: se celebrar o empréstimo com o FGC a partir de 1º de maio, a legislação determina que Celina Leão deverá quitar a dívida ainda em 2026. Ou, pelo menos, deixar dinheiro suficiente em caixa para a quitação no ano que vem.

➡️ O desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal pode gerar punições ao DF (proibição de celebrar convênios, transferências ou contratos) e aos servidores e gestores envolvidos (que podem ser denunciados por crime de responsabilidade e por improbidade administrativa).

O parecer da Procuradoria-Geral do DF diz ainda que, com base nos documentos enviados pelo BRB, parece haver uma confusão entre o patrimônio e a responsabilidade do banco e o papel do governo do DF como acionista majoritário.

Segundo a análise, não fica claro "quem será, afinal, o sujeito contratante e o efetivo responsável econômico pela despesa".

A PGDF diz que o estatuto do Fundo Garantidor de Créditos até prevê que um empréstimo seja contratado pelo acionista controlador do banco, mas "não autoriza presumir" que o governo "possa figurar, por si só, como requerente, contratante ou responsável direto pelas obrigações acessórias da operação".

O órgão segue indicando ressalvas. Questiona, por exemplo, a contratação de uma "assessoria jurídica" para respaldar a negociação — e a falta de clareza sobre quem pagará esse contrato (BRB ou governo).

"A circunstância de o Distrito Federal deter posição acionária relevante não autoriza, por si só, a confusão entre a esfera patrimonial da companhia e a do ente controlador. Eventual transferência do ônus ao Distrito Federal exigiria base jurídica autônoma, motivação específica, demonstração de interesse público primário, compatibilidade com a disciplina societária, financeira e orçamentária aplicável, além de deliberação institucional idônea. Nada disso consta dos autos."

Frente a tantas inconsistências, a Procuradoria-Geral do DF nem sequer chega a definir uma posição sobre a regularidade do pedido de empréstimo já enviado ao FGC.

"Qualquer pronunciamento desta PGDF […] incorreria em elevado grau de abstração e insegurança, dissociando-se da base fático-documental mínima necessária ao exercício da atividade consultiva", diz o documento.

Nesta quinta-feira (16), o governo Celina Leão anunciou a indicação de Diana de Almeida Ramos como nova chefe da Procuradoria-Geral do DF.

Diana é servidora de carreira do órgão e uma das atuais subprocuradoras-gerais. É, também, próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do irmão dela, Eduardo Torres.

O g1 perguntou ao governo se a indicação de Diana veio da família Bolsonaro, de quem Celina se diz "amiga pessoal", mas não obteve resposta.

A indicação deve ser publicada nesta sexta (17) no Diário Oficial do DF, mas ainda não há data para que Diana Ramos assuma o posto.

Isso, porque o rito prevê que ela passe por sabatina e tenha o nome aprovado no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Com o feriado na próxima terça (22), é possível que esse trâmite só seja concluído no começo de maio.

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Mega-Sena, concurso 2.997: resultado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 21:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 2.997: resultado Veja os números sorteados: 14 – 20 – 32 – 37 – 39 – 42. Prêmio é de R$ 51.745.849,62. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 2.997 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (16), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertarem as seis dezenas é de R$ 51.745.849,62.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Carros Comissão aprova projeto que recoloca estado e município nas placas de veículos no Brasil Argumento de senador é que informações ajudariam agentes de segurança. Deputado diz que mudança facilita a percepção pelos locais quando se tratar de veículo ‘de fora’. Por Redação g1

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo.

A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos ‘de fora’”, afirmou Leal.

Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e, depois, ser sancionado pela Presidência da República.

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Patrimônio milionário do indicado à presidência do Banco Central dos EUA acende alerta no Senado americano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 14:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,0030,21%Dólar TurismoR$ 5,2000,3%Euro ComercialR$ 5,8900,000%Euro TurismoR$ 6,1350,06%B3Ibovespa196.637 pts-0,56%Oferecido por

A indicação de Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ganhou novos obstáculos após a divulgação de seu patrimônio superior a US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 500 milhões).

A principal crítica é que parte relevante dos ativos não foi detalhada por conta de acordos de confidencialidade, o que, segundo parlamentares, impede uma avaliação adequada das ligações financeiras do indicado.

A senadora democrata Elizabeth Warren afirmou que as inconsistências não atendem às regras éticas e defendeu o adiamento da audiência de confirmação, marcada para a próxima terça-feira (21).

A preocupação central é que, sem transparência total, não é possível identificar eventuais conflitos de interesse — nem garantir que eles sejam eliminados antes de uma eventual posse.

O governo Donald Trump pretende confirmar Warsh no comando do banco central americano até 15 de maio, quando termina o mandato de Powell na presidência do Fed.

A indicação de Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) ganhou novos obstáculos após a divulgação de seu patrimônio superior a US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 500 milhões) — marcada por lacunas e informações incompletas que levantaram dúvidas no Senado sobre possíveis conflitos de interesse.

A principal crítica é que parte relevante dos ativos não foi detalhada por conta de acordos de confidencialidade, o que, segundo parlamentares, impede uma avaliação adequada das ligações financeiras do indicado, segundo informações divulgadas pela agência Reuters.

A senadora democrata Elizabeth Warren afirmou que as inconsistências não atendem às regras éticas e defendeu o adiamento da audiência de confirmação, marcada para a próxima terça-feira (21).

“Essa audiência não deveria avançar até que essas divulgações financeiras sejam resolvidas e ele esteja em conformidade com as regras de ética”, disse Warren após reunião com Warsh.

A preocupação central é que, sem transparência total, não é possível identificar eventuais conflitos de interesse — nem garantir que eles sejam eliminados antes de uma eventual posse.

“O objetivo da divulgação é entender essas relações e verificar se foram desfeitas”, afirmou a senadora, citando ainda que o Fed já enfrentou escândalos recentes ligados a conflitos de interesse.

A documentação entregue por Warsh, com 69 páginas, mostra um patrimônio robusto, mas de difícil mensuração precisa.

Entre os principais ativos estão dois investimentos superiores a US$ 50 milhões no fundo Juggernaut Fund LP, além de US$ 10,2 milhões recebidos em consultorias para o investidor Stanley Druckenmiller.

Parte desses investimentos, no entanto, aparece sem detalhamento dos ativos subjacentes, justamente por cláusulas de confidencialidade — o que reforçou as críticas no Congresso. Warsh afirmou que pretende se desfazer desses ativos caso seja confirmado.

🔎 As regras de ética do Fed, que se tornaram mais rígidas em 2022, proíbem autoridades de manter certos tipos de investimento, como ações de bancos e ativos ligados a criptomoedas. Mesmo assim, as declarações indicam exposição a empresas do setor, como plataformas relacionadas ao Ethereum e serviços financeiros digitais.

Além disso, o documento lista dezenas de participações em áreas como inteligência artificial e tecnologia, muitas sem valores especificados. Há também ativos ligados à esposa de Warsh, Jane Lauder, herdeira da marca de cosméticos Estée Lauder, com patrimônio estimado em cerca de US$ 1,9 bilhão.

Especialistas apontam que a complexidade e o volume dos investimentos podem dificultar o processo de verificação no Senado. Em entrevista à Reuters, a professora Kathryn Judge, da Columbia Law School, disse que “o mais impressionante são os acordos que não foram totalmente divulgados”, o que pode exigir mais esclarecimentos durante a sabatina.

No Congresso, a resistência não vem apenas dos democratas. O senador republicano Thom Tillis afirmou que só votará a favor da confirmação após o encerramento de uma investigação do Departamento de Justiça envolvendo o atual presidente do Fed, Jerome Powell — movimento que, na prática, trava o avanço da indicação.

Paralelamente, todos os democratas do Comitê Bancário pediram o adiamento da audiência enquanto houver investigações em curso envolvendo membros do Fed, vistas por eles como tentativa de pressionar a política de juros da instituição.

O governo Donald Trump pretende confirmar Warsh no comando do banco central americano até 15 de maio, quando termina o mandato de Powell na presidência do Fed. No entanto, diante das lacunas nas declarações e da necessidade de eventual desinvestimento de ativos complexos, o cronograma é considerado desafiador.

Caso não seja confirmado a tempo, Powell pode permanecer interinamente no comando do Fed e seguir como diretor da instituição até 2028.

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Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir à concorrência chinesa

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 13:45

Carros Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir à concorrência chinesa Declaração assinada na Automechanika de Buenos Aires prevê integração produtiva, atração de investimentos e novas regras até 2029. Por Redação g1

Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses.

O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires", foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina.

O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor.

De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação.

A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos.

Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses. (Entenda mais abaixo)

O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires", foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina.

O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor.

De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação.

Pelo lado do Brasil, o acordo foi firmado por Anfavea e Sindipeças; já pelo lado argentino, por Adefa e Afac.

A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos.

Segundo dados divulgados no evento, o setor automotivo responde por cerca de 20% do PIB industrial brasileiro e 8,4% do argentino, empregando conjuntamente mais de 1,9 milhão de pessoas, direta e indiretamente.

O objetivo é ampliar o intercâmbio comercial e fortalecer as cadeias de valor regionais. O documento também prevê processos de investimento equilibrados e sustentáveis entre os dois países.

A agenda proposta inclui ainda a coordenação de políticas para incentivar o desenvolvimento de tecnologias automotivas regionais. Também há foco na produção de sistemas de autopeças de maior complexidade, como tecnologias de motores híbridos e elétricos.

O documento também prevê avanços na padronização de regulamentos técnicos automotivos, inclusive aqueles aplicáveis ao mercado de reposição de peças.

Outro ponto destacado é a necessidade de tornar mais fluidos os processos aduaneiros nas fronteiras, como forma de reduzir custos e aumentar a eficiência logística do comércio entre Brasil e Argentina.

A medida ocorre no momento em que os mercados do Brasil e da Argentina sentem o avanço agressivo de marcas chinesas.

O tema tem sido o centro das atenções do setor automotivo há anos e chegou a gerar tensões no Brasil em 2025, quando diversas montadoras passaram a pressionar o governo federal para impedir a concessão de imposto para a importação sobre carros em estado semi-pronto.

Em fevereiro deste ano, o presidente da Nissan para as Américas também defendeu a taxação de carros chineses, reiterando que o governo deveria adotar medidas para proteger a indústria nacional.

Representantes de entidades do setor automotivo Brasil e Argentina assinam declaração na Automechanika 2026 — Foto: Divulgação / Automechanika Buenos Aires

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Guerra no Oriente Médio deve elevar salário mínimo perto de R$ 1.730 em 2027, diz órgão do Senado; governo prevê mínimo em R$ 1.717

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 12:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%MoedasDólar ComercialR$ 5,0050,26%Dólar TurismoR$ 5,2020,33%Euro ComercialR$ 5,8960,08%Euro TurismoR$ 6,1390,12%B3Ibovespa196.936 pts-0,41%Oferecido por

A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, estimou nesta quinta-feira (16) que a guerra no Oriente Médio deve impulsionar o valor do salário mínimo em 2027, que deverá ficar próximo da marca de R$ 1.730.

Este valor supera os R$ 1.717 projetados pelo governo federal no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), divulgado nesta quarta-feira (15).

A explicação é que o conflito tem pressionado o preço do petróleo, que opera próximo de US$ 100 por barril nesta semana, impulsionando a inflação brasileira devido ao reajuste dos preços dos combustíveis. Em março, por exemplo, a inflação já foi impactada por este fator.

a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro – como prevê a Constituição;o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. No caso de 2027, vale o PIB de 2025 — que somou 2,3%.

Deste modo, uma pressão inflacionária maior neste ano também resultará em um salário mínimo mais alto em 2027.

Na projeção do governo para o salário mínimo em 2027, de R$ 1.717, o governo considerou a expansão do PIB em 2025, de 2,3%, mais uma estimativa para o INPC, em doze meses até novembro deste ano, abaixo de 3,6%.

Já a IFI, do Senado Federal, estimou que o INPC, em doze meses até novembro deste ano, deverá ser bem maior: de 4,17%, no caso de um choque transitório do petróleo, e de 4,47% com um choque persistente. Considerando as projeções da IFI, o salário mínimo ficaria seria de R$ 1.727 (choque transitório) ou de R$ 1.732 em 2027 (choque persistente).

O valor definitivo do salário mínimo em 2027, entretanto, só será conhecido pela população em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro.

De acordo com informações divulgadas em maio pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 61,94 milhões de pessoas no Brasil.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo.

"O peso relativo da massa de benefícios equivalentes a até um salário mínimo é de 46% e corresponde a 70,8% do total de beneficiários, segundo o Boletim Estatístico da Previdência de setembro de 2025", informou o Dieese, em janeiro deste ano.

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Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026, diz associação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 12:48

Agro Brasil deve bater recorde de exportação e produção de soja em 2026, diz associação Mesmo com safra e exportação recordes previstas, receita do setor deve cair em 2026 devido à queda nos preços internacionais e aumento da oferta global, aponta Abiove. Por Reuters

O Brasil deverá exportar um recorde de soja de 113,6 milhões de toneladas em 2026, estimou nesta quinta-feira a associação de tradings e processadoras Abiove, ao elevar sua projeção mensal em mais de 2 milhões de toneladas, no momento em que o país está na fase final de sua colheita da oleaginosa, prevista também em máxima histórica.

Se a previsão for confirmada, o maior produtor e exportador de soja do mundo verá seus embarques para o exterior crescerem 5,4 milhões de toneladas na comparação com 2025, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que reúne companhias como a ADM, Amaggi, Bunge, Cargill, Cofco e Louis Dreyfus.

A associação manteve a previsão de produção de soja do Brasil 2025/26 em 177,85 milhões de toneladas, alta de 3,7% na comparação com o ciclo passado, com o país contando com avanço de área e produtividades favorecidas pelo clima benéfico, de forma geral.

Além do recorde da produção brasileira, a oferta global está abundante com grandes safras em outros países, o que levou a Abiove a reduzir sua projeção de preços da commodity para o ano e consequentemente as receitas previstas com a exportação em 2026, que ficarão abaixo das registradas em 2025.

A receita projetada com as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) do Brasil foi reduzida nesta quinta-feira para US$51,18 bilhões em 2026, ante US$58,17 bilhões na previsão do mês anterior. A previsão deixaria o faturamento abaixo do visto em 2025 (US$52,9 bilhões).

A soja, um dos principais produtos de exportação do Brasil, ao lado do petróleo e do minério de ferro, teve sozinha a receita estimada em US$42 bilhões, ante US$49 bilhões na previsão do mês passado, com a Abiove projetando agora o preço médio da exportação do grão em 2026 em US$370/tonelada, ante US$440/tonelada na projeção do mês anterior.

A Abiove explicou que a reavaliação de valores se deve ao aumento da oferta e dos estoques de passagem globais –as cotações médias são projetadas considerando as exportações realizadas e os preços e prêmios futuros dos meses seguintes.

A Abiove também aumentou a previsão de esmagamento de soja no Brasil em 2026 para 62,2 milhões de toneladas, também um recorde, ante 61,5 milhões na estimativa do mês anterior. A projeção representa um aumento anual de 3,5 milhões de toneladas.

"O ajuste positivo nas expectativas de processamento evidencia a resiliência do setor frente à safra recorde. A conversão da matéria-prima em produtos de maior valor agregado fortalece os pilares da matriz energética e do suprimento alimentar brasileiro", disse o diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, em nota.

Com a alta no processamento, a Abiove elevou a previsão de produção de farelo de soja do Brasil em 2026 para 47,9 milhões de toneladas, 500 mil toneladas acima da previsão de março, contra 44,85 milhões em 2025.

A Abiove não alterou a projeção de embarques de farelo para o exterior, estimados em 24,6 milhões de toneladas.

Por outro lado, a Abiove aumentou ligeiramente a previsão de exportação de óleo de soja do Brasil em 2026 para 1,55 milhão de toneladas, versus 1,36 milhão em 2025.

A associação agora vê a produção de óleo de soja do Brasil em 2026 em 12,5 milhões de toneladas, ante 12,35 milhões na estimativa anterior, versus 11,9 milhões em 2025.

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