RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Nissan Versa ganha novo design e chega ao Brasil em 2026

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 17:44

Carros Nissan Versa ganha novo design e chega ao Brasil em 2026 Produzido no México, modelo muda radicalmente o visual e fica com traços próximos ao SUV Kait. Preço do sedã atualmente vendido no Brasil parte de R$ 117.990. Por Redação g1 — São Paulo

A Nissan do México iniciou a produção do novo Versa, modelo que é exportado em sua segunda geração para o Brasil desde 2020.

O sedã compacto adotou um visual mais vincado, com faróis menores, aproximando-se do design do Kicks.

A traseira do veículo apresenta lanternas conectadas por um elemento em preto brilhante, seguindo uma tendência atual de mercado.

Não foram confirmadas alterações mecânicas, devendo manter o motor 1.6 aspirado flex de 113 cv e câmbio CVT.

Em 2025, o Versa emplacou 9.261 unidades no Brasil, um volume inferior ao do Honda City no mesmo período.

A Nissan do México anunciou nesta terça-feira (24) que iniciou a produção do novo Nissan Versa. A atual geração do modelo é exportada de lá para o Brasil desde 2020. Ainda não há data confirmada de lançamento no país, mas o sedã deve chegar em 2026.

O sedã compacto abandonou os faróis maiores e adotou um visual mais vincado. Fica evidente a escolha dos designers de aproximar o modelo ao Kicks.

A traseira também traz novidades. As lanternas são ligadas por um elemento em preto brilhante, recurso que tem se tornado comum em lançamentos recentes. Ainda não foram divulgadas imagens do interior.

A fábrica não confirmou mudanças mecânicas. Por se tratar de uma atualização visual, o Versa deve manter o motor 1.6 aspirado flex, com 113 cv de potência e 15,2 kgfm de torque quando abastecido com etanol. O câmbio deve continuar sendo o automático CVT.

Em 2025, a Nissan emplacou 9.261 unidades do Versa no Brasil, número bem acanhado em comparação às 17.782 unidades do Honda City vendidas no mesmo período.

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Fábrica da GWM no ES terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano e vai gerar 10 mil empregos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 17:44

Espírito Santo Fábrica da GWM no ES terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano e vai gerar 10 mil empregos Fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados, em Aracruz, Norte do Espírito Santo. Apenas a etapa de construção da unidade deverá empregar cerca de 3.500 pessoas. Por Julia Camim, Paulo Ricardo Sobral, g1 ES e TV Gazeta

A montadora chinesa GWM deverá produzir cerca de 200 mil carros por ano na nova unidade que será instalada em Aracruz, no Espírito Santo.

A fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados e, em operação, deverá gerar cerca de 10 mil empregos diretos.

A GWM planeja usar matéria-prima capixaba para peças, visando maior competitividade e redução de impostos em mercados vizinhos.

A inauguração da fábrica ainda não tem prazo definido, e ainda depende de desapropriação de terras da Suzano e do licenciamento ambiental.

Esta será a segunda fábrica da GWM no Brasil, após a unidade de Iracemápolis (SP), que já recebeu R$ 4 bilhões em investimentos.

Área onde será construída a fábrica da GWM (Great Wall Motors) em Aracruz, Norte do Espírito Santo, com 1,7 milhão de metros quadrados — Foto: Reprodução

A montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) tem a expectativa de produzir até 200 mil carros por ano em sua segunda unidade no Brasil, que será instalada em Aracruz, no Norte do Espírito Santo. A fábrica vai ocupar uma área de 1,7 milhão de metros quadrados e, em operação, poderá empregar até 10 mil pessoas.

A construção, anunciada em janeiro deste ano com a assinatura do termo de compromisso, será na zona industrial de Barra do Riacho, região próxima ao Porto da Imetame e de outras fábricas, e deverá gerar cerca de 3.500 empregos diretos apenas nessa fase de obras.

Os anúncios foram feitos na manhã desta terça-feira (24), no Palácio Anchieta, sede do governo estadual, em Vitória. No evento, o governador Renato Casagrande (PSB) afirmou que a chegada da construtora representa um avanço da atividade industrial no estado:

"Pode trazer tecnologias novas e, especialmente, vai gerar emprego, renda, atividade econômica e vai atrair outros fornecedores, porque as indústrias que fornecem para essa atividade também vão poder se instalar no Espírito Santo. É uma nova vertente do desenvolvimento do nosso estado".

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Apesar das expectativas, ainda não há prazo para a inauguração da fábrica. Segundo o chefe do Executivo, é necessário negociar a desapropriação de parte da área pertencente à Suzano e também realizar o licenciamento ambiental.

Os veículos de Aracruz vão abastecer os mercados interno e externo e, para isso, a GWM também vai contar com matéria-prima capixaba para produzir peças e componentes. Ou seja, no longo prazo, a unidade não será apenas uma montadora de veículos.

Segundo Ricardo Bastos, executivo da GWM no Brasil, esta é uma estratégia para garantir que os automóveis sejam mais competitivos do que os importados de outros países, como a própria China. Ter componentes locais faz com que a marca pague menos impostos ao entrar em mercados vizinhos, como a Argentina.

"Queremos ser muito competitivos, queremos brigar em termos de competitividade com a nossa matriz", disse Bastos.

Atualmente, a GWM possui apenas uma fábrica nas Américas e no Hemisfério Sul. A unidade foi inaugurada em agosto de 2025, em Iracemápolis, no interior de São Paulo, e utilizou R$ 4 bilhões do total de R$ 10 bilhões de investimentos previstos pela marca no Brasil, ao longo de dez anos.

Na segunda fase do plano, entre 2027 e 2032, a previsão é que a GWM invista mais de R$ 6 bilhões no país.

As negociações do estado com a GWM começaram em 2023, quando a marca começou a importar carros pelo Espírito Santo. Dois anos depois, aconteceu uma primeira reunião para trabalhar a possibilidade da construção da fábrica em Aracruz.

"A partir daí, montamos um time multidisciplinar para acompanhar as demandas, as necessidades, o que estava alinhado ou desalinhado com o que o estado tinha pronto para entregar", explicou o secretário de desenvolvimento do Espírito Santo, Rogério Salume.

Em seguida, o estado passou a disputar a instalação da montadora e foi escolhido para sediar a segunda fábrica da marca. Conforme o executivo da GWM no Brasil, as políticas do estado influenciaram na decisão da marca:

"Olhamos o Brasil inteiro. E o Espírito Santo ofereceu condições espetaculares. A escolha passou por critérios técnicos, muitas análises, questões de competitividade", completou Ricardo Bastos.

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Acordo UE-Mercosul: agro pressiona governo por decreto para proteger setor antes de votação na Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 16:47

Agro Acordo UE-Mercosul: agro pressiona governo por decreto para proteger setor antes de votação na Câmara Embora seja favorável ao acordo comercial, o agro sustenta que é necessário criar mecanismos de proteção para preservar a competitividade dos produtos brasileiros. Por Maria Ferreira, GloboNews

O setor agropecuário pressiona o governo federal para emitir um decreto de salvaguardas antes da votação do acordo UE-Mercosul.

A União Europeia aprovou regras mais rígidas, permitindo investigação se importações agrícolas brasileiras crescerem 5%.

Produtos como milho, carne e açúcar, com crescimentos anuais de até 95%, seriam impactados pela nova regra de 5%.

O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou a preparação do decreto, enquanto a Câmara planeja votar o acordo ainda esta semana.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, posa para uma foto com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o comissário europeu de Comércio e Segurança Econômica, Maroš Šefčovič, no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, Brasil, em 16 de janeiro. — Foto: Ricardo Moraes/Reuters

O governo federal negocia com o setor agropecuário o envio, nos próximos dias, de um decreto que estabeleça salvaguardas para produtos agrícolas brasileiros no âmbito do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.

A medida voltou ao centro das discussões durante reunião da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com o relator do acordo na Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP).

Na semana passada, o vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou que o governo prepara o decreto e deve encaminhá-lo para análise da Casa Civil nos próximos dias.

O setor, porém, defende um envio mais célere, diante da sinalização do presidente da Câmara, Hugo Motta, de que o texto pode ser levado ao plenário ainda nesta semana.

Embora seja favorável ao acordo comercial, o agro sustenta que é necessário criar mecanismos de proteção para preservar a competitividade dos produtos brasileiros.

A preocupação aumentou após o Parlamento Europeu aprovar, no fim do ano passado, regras mais rígidas para importações agrícolas vinculadas ao acordo com o Mercosul.

Uma das medidas estabelece que, se as importações de um produto agrícola considerado sensível crescerem 5%, na média de três anos, a União Europeia poderá abrir investigação para avaliar eventual suspensão dos benefícios tarifários. Na proposta original da Comissão Europeia, o gatilho era de 10%.

Durante a reunião, o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), afirmou que a adoção de salvaguardas brasileiras é urgente. Segundo ele, caso outro país integrante aprove o texto provisório do acordo, as regras passam a valer imediatamente, o que poderia deixar as exportações brasileiras sem mecanismos de proteção equivalentes.

“O que nos preocupa é que qualquer parlamento aprovando, como é o caso da Argentina, que já aprovou na Câmara , tem que ir pro Senado agora, a União Europeia pode aplicar. E se não tiver nenhum tipo de salvaguarda, passando dos 5% eles podem abrir uma investigação.”

“Colocar uma régua de 5% no crescimento das exportações do agro brasileiro gera um impedimento muito claro. Se formos analisar alguns produtos que têm sido objeto de estudo entre 2024 e 2025, só o milho teve aumento de 95% de um ano para o outro. A carne bovina, 75%; o açúcar, 73%. São vários os produtos que ultrapassam os 5% e que não podem simplesmente ser impedidos. Num acordo de livre comércio, não dá para um lado ganhar e o outro perder”, disse.

O relator do acordo UE-Mercosul na Câmara, deputado Marcos Pereira, disse que o presidente Hugo Motta pretende pautar a matéria até a próxima quinta-feira (26). Os dois devem se reunir ainda hoje com o vice-presidente Geraldo Alckmin pra discutir a votação do acordo e as salvaguardas, a pedido do setor agro.

Segundo apuração da GloboNews, Marcos Pereira já afirmou que o texto do acordo não deve ser mudado, já que “acordos internacionais o parlamento ratifica ou não ratifica.” Pereira acrescentou, no entanto, que vai fazer recomendações a partir de articulações que estão sendo feitas com os setores interessados.

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Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Carros Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão no Pará O crime ocorreu na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia. A montadora foi condenada ao pagamento de R$ 165 milhões. Por André Fogaça

Em julgamento realizado nesta terça-feira (24), a Justiça manteve uma condenação da Volkswagen por trabalho análogo à escravidão. O caso ocorreu entre as décadas de 1970 e 1980, no Pará.

A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região manteve todos os termos da condenação da Volkswagen, proferida em agosto do ano passado. Pela decisão, a montadora deverá pagar R$ 165 milhões por dano moral coletivo, em razão de trabalho análogo à escravidão.

O valor será destinado ao Fundo Estadual de Promoção do Trabalho Digno e de Erradicação do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo no Pará (Funtrad/PA).

Além da indenização, a decisão determinou a adoção de uma política de garantias para evitar a repetição das violações.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, uma das medidas prevê a “a aprovação e divulgação de uma Política de Direitos Humanos e Trabalho Decente com cláusula de “tolerância zero” ao trabalho escravo e tráfico de pessoas”

O crime ocorreu entre 1974 e 1986 na Fazenda Vale do Rio Cristalino, também conhecida como Fazenda Volkswagen, localizada em Santana do Araguaia, no sudeste do Pará.

Procurada pelo g1, a Volkswagen informou que irá recorrer da decisão. Confira, a seguir, o posicionamento da montadora:

A Volkswagen do Brasil informa que seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário Brasileiro. Com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país. A empresa repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável.

No despacho do ano passado, o juiz Otavio Bruno da Silva Ferreira, da Vara do Trabalho de Redenção (PA) afirma que "relatórios oficiais, testemunhos de trabalhadores e documentos de órgãos públicos evidenciam que o modelo de produção adotado incluía práticas de servidão por dívida, violência e submissão a condições degradantes, configurando o núcleo do trabalho escravo contemporâneo".

O MPT argumentou que centenas de trabalhadores da Fazenda Vale do Rio Cristalino foram submetidos a essas condições, que incluíam também vigilância armada, alojamentos precários, alimentação insuficiente e ausência de assistência médica, especialmente aos acometidos por malária.

A decisão da Justiça foi tomada em ação civil pública ajuizada pelo MPT em dezembro de 2024, baseada em denúncias da Comissão Pastoral da Terra com base em relatório apresentado pelo padre Ricardo Rezende Figueira. O MPT afirma ter obtido acesso a ações judiciais, inquéritos policiais e certidões e depoimentos prestados em cartório que comprovariam a ocorrência dos fatos denunciados.

A fazenda de produção agropecuária contava com 300 empregados diretos, como pessoal administrativo, vigilantes e vaqueiros. As violações de direitos humanos foram cometidas, segundo a denúncia, principalmente contra lavradores ou peões, responsáveis por derrubar a floresta para transformá-la em pasto.

Eles eram aliciados em pequenos povoados, sobretudo em Mato Grosso, Goiás e no atual Tocantins por empreiteiros conhecidos como "gatos". Na entrada da fazenda havia uma guarita com seguranças armados para controlar a entrada e saída dos trabalhadores. Ao chegarem ao local, as pessoas aliciadas tinham que comprar utensílios em uma cantina, como lona para o barraco onde dormiriam e comida.

Ao longo da investigação, diversos casos vieram à tona de funcionários que contraíam dívidas ao comprar os itens e, depois, não podiam deixar a fazenda, mesmo que doentes, segundo o MPT.

O empreendimento agropecuário da Volkswagen teve financiamento público da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) no período da ditadura militar (1964-1985).

A Fazenda Volkswagen tinha 139 mil hectares, quase o tamanho da cidade de São Paulo. A empresa chegou à Amazônia para derrubar a vegetação nativa e criar gado, impulsionada pela política dos governos militares de ocupação e exploração da floresta.

Em 2020, a Volkswagen assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MPT e com os ministérios públicos Federal e de São Paulo em outro caso envolvendo a ditadura militar. A empresa se comprometeu a destinar R$ 36,3 milhões a ex-trabalhadores presos, perseguidos ou torturados em São Bernardo do Campo (SP).

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‘EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim’, diz secretário do governo Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 15:46

Mundo 'EUA querem relações estáveis ​​com a China, mas não confiam em Pequim', diz secretário do governo Trump Declaração foi feita por Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, em audiência no Congresso dos Estados Unidos. Donald Trump irá visitar o presidente chinês nas próximas semanas. Por Redação g1

O governo Trump deseja "relações estáveis ​​com a China, mas não confia" no país: assim definiu um alto funcionário do Departamento de Estado ao falar da atual situação entre Washington e Pequim durante uma audiência no Congresso nesta terça-feira (24).

Jacob Helberg, subsecretário de Estado para Assuntos Econômicos, atua como comissário da Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China.

A declaração ocorre semanas antes da visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China. O republicano estará em Pequim entre os dias 31 de março e 2 de abril, onde se encontrará com o presidente chinês, Xi Jinping.

A China solicitou aos Estados Unidos a suspensão das tarifas de importações que sofreram um aumento a mando do presidente Donald Trump no sábado (21).

Em nota, o Ministério do Comércio chinês acrescentou que as taxas "violam as regras do comércio internacional e a legislação interna dos EUA, e não são do interesse de nenhuma das partes".

O presidente norte-americano anunciou o aumento das taxas após a Suprema Corte decidir que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais dos EUA.

O anúncio do aumento das taxas foi feito em uma postagem em sua rede social Truth Social, menos de 24h após informar que usaria um novo instrumento legal para aplicar a tarifa de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato. Agora, o percentual aumentou.

Segundo Trump, a medida tem o objetivo de corrigir “décadas de práticas comerciais injustas” que, na sua avaliação, prejudicaram a economia americana.

No comunicado, Trump afirma que, após “uma análise completa e detalhada” de uma decisão recente da Suprema Corte dos EUA contrária a parte de sua política tarifária, decidiu elevar imediatamente a tarifa mundial de 10% para 15%.

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Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 14:45

Campinas e Região Rota Mogiana: leilão bilionário recebe 4 propostas em SP Concessão prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos e impacta nove cidades da região de Campinas; disputa será definida na sexta (27), na B3. Por g1 Campinas e Região

A concessão da Rota Mogiana prevê R$ 9,3 bilhões em investimentos para modernizar 520 km de rodovias estaduais.

O leilão ocorrerá nesta sexta-feira (27), às 14h, na B3, onde a maior oferta definirá a empresa vencedora.

A empresa vencedora administrará as rodovias por 30 anos, realizando duplicações e instalando novos dispositivos de segurança.

Leilão daconcessão do Lote Rota Mogiana recebe 4 propostas e acontece nesta sexta (27) na sede da B3. — Foto: Divulgação

O leilão da concessão da Rota Mogiana, do estado de São Paulo, recebeu quatro propostas, conforme apurou o g1. A entrega dos envelopes aconteceu na manhã desta terça-feira (24). Confira abaixo as empresas que estão concorrendo.

🔎 O projeto prevê que 520 quilômetros de rodovias estaduais passem à iniciativa privada por 30 anos. A estimativa é de R$ 9,3 bilhões em investimentos para ampliar, modernizar e manter as estradas. Ao todo, nove cidades da região de Campinas serão impactadas.

Nesta etapa de entrega e abertura de envelopes, ainda não há definição da vencedora, apenas entrega da documentação e conferência das garantias exigidas no edital.

O leilão será realizado nesta sexta-feira (27), às 14h, na sede da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo).Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias.

De acordo com pessoas que participaram do processo, as prospostas foram apresentadas nesta terça (24), nos formatos presencial e online, pelas seguintes empresas:

Motiva (ex-CCR);MC Brazil Concessões Rodoviárias, do fundo Mubadala;EPR Participações;e o Consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos.

Segundo o governo estadual, as melhorias previstas incluem a duplicação de trechos das rodovias SP-350, SP-344 e SP-215, a instalação de novos dispositivos de segurança, passarelas e iluminação em áreas urbanas e implementação do Sistema Automático Livre (Free Flow).

Nesta terça (24), as empresas interessadas entregaram os documentos exigidos no edital, que incluem: credenciamento, garantia de proposta, proposta de preço e documentação de habilitação.

Apenas as empresas habilitadas participarão da sessão pública de abertura das propostas de preço, no leilão do dia 27, a partir das 14h.

Vence o leilão a empresa que oferecer o maior valor para pagar ao governo pelo direito de administrar as rodovias. Essa proposta é chamada de “outorga fixa”.

Depois de apresentar o maior valor, a empresa ainda precisa comprovar que tem capacidade financeira, técnica e jurídica para assumir a concessão. Se não cumprir essas exigências, o governo chama a segunda colocada, e assim por diante.

Artur NogueiraCampinasEspírito Santo do PinhalEstiva GerbiHolambraJaguariúnaMogi GuaçuMogi MirimSanto Antônio de Posse

SPA-050/215 – km 0 ao km 4,1SPA-279/340 – km 0 ao km 2,4SPA-280/340 – km 0 ao km 1;SP-338 – km 268,3 ao km 310,96SP-333 – km 0 ao km 20,4SPA-015/333 – km 0 ao km 0,5SPA-002/333 – km 0 ao km 0,68SPA-309/338 – km 0 ao km 0,86SP-133 – km 0,5 ao km 15,1SP-350 – km 272,100 ao km 296,70SPA-127/340 – km 0 ao km 2,930SPA-179/340 – km 0 ao km 2,5SP-225 – km 0 ao km 6,50SPA-228/344 – km 0 ao km 3,55SPA-238/344 – km 0 ao km 16SPA-225/340 – km 0 ao km 2

SP-215 – km 29,600 ao km 49,840SP-344 – km 200,700 ao km 241,600SP-340 – km 114,10 ao km 279,609SP-350 – km 238,410 ao km 272,100SP-342 – km 171,500 ao km 251,150SPI-225/342 – km 0 ao km 1,97

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Trump faz hoje discurso do ‘Estado da União’ no Congresso dos EUA; g1 vai transmitir ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

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Mega Sena da Virada bilionária rendeu quase R$ 500 milhões aos cofres públicos em impostos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 13:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%MoedasDólar ComercialR$ 5,144-0,48%Dólar TurismoR$ 5,358-0,17%Euro ComercialR$ 6,063-0,51%Euro TurismoR$ 6,325-0,3%B3Ibovespa188.853 pts1,35%Oferecido por

O Imposto de Renda retido diretamente na fonte sobre o prêmio bilionário pago pela Mega da Virada de 2025 rendeu quase meio bilhão de reais ao governo federal.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (24) pela Receita Federal. Segundo o órgão, o prêmio pago de R$ 1,09 bilhão foi o valor líquido, ou seja, após o recolhimento de impostos. O valor total arrecadado pela Caixa Econômica Federal, operadora do sorteio, foi de R$ 1,56 bilhão.

Os números sorteados na Mega da Virada foram 9 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59. Seis apostas dividiram o prêmio de R$ 1,09 bilhão, o maior da história.

Além dos vencedores do prêmio principal, 3.921 apostas acertaram a quina e levaram R$ 11.931,42 cada. Já os 308.315 ganhadores da quadra embolsaram R$ 216,76 cada um.

Sorteio da Mega da Virada 2025 pagou o maior prêmio da história — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O valor recolhido com a Mega da Virada ajudou a turbinar a arrecadação do governo com apostas online e exploração de atividades de jogos de azar – que totalizou R$ 1,5 bilhão em janeiro.

Ao todo, o governo federal arrecadou R$ 325,8 bilhões em janeiro deste ano, com alta real (descontada a inflação) de 3,56%. Foi a maior arrecadação de toda a história.

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Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 12:44

Política Comissão aprova acordo Mercosul-UE; texto segue para plenário da Câmara Acordo pretende criar a maior zona de livre comércio do mundo. Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) afirmou que texto pode ser votado ainda nesta semana. Por Marcela Cunha, g1 — Brasília

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul aprovou nesta terça-feira (24) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Na prática, o tratado pode criar a maior zona de livre comércio do mundo.

Com a aprovação, o texto seguirá para o Plenário da Câmara. No último sábado (21), o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a proposta deve ser votada pelos deputados nesta semana (entenda mais sobre a tramitação abaixo).

"Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE para a próxima semana", disse nas redes sociais na ocasião.

🌍O tratado assinado em 17 de janeiro no Paraguai prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.

Em seu parecer, o relator da proposta, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirma que o acordo dará melhores condições ao Brasil para defender e desenvolver os setores produtivos.

"O Acordo expande nossas oportunidades de inovação, com a importação de bens de capital e as possibilidades abertas por novas técnicas e tecnologias produtivas que podem encaminhar um novo ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico sustentável para a economia brasileira".

Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.

O tratado criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.

A expectativa é que o acordo comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, reduza tarifas e amplie o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.

Apesar da investida de legisladores da União Europeia, que impuseram um revés ao acordo comercial ao encaminhá-lo ao Tribunal de Justiça da União Europeia — movimento que pode atrasar a implementação em até dois anos —, a expectativa de diplomatas é que o documento passe a ser aplicado de forma provisória já em março.

O processo de internalização do Acordo Mercosul-UE começa com o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, que foi realizado em 2 de fevereiro.

O texto do acordo foi recebido pela Câmara dos Deputados e analisado pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul. Agora que foi provado na comissão, o texto segue para o Plenário da Câmara.

Após a deliberação pela Câmara, o texto é encaminhado ao Senado Federal, onde também será discutido e votado.

Além da tramitação no Brasil, o acordo Mercosul-União Europeia precisa ser aprovado internamente por cada país do Mercosul, de acordo com seus próprios ritos legislativos.

Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado aprovou a criação de um grupo de trabalho para acompanhar a tramitação do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia.

Segundo o presidente da Comissão, senador Nelsinho Trad (PAD-MS), o grupo de trabalho terá como foco os desdobramentos da implantação do acordo entre os blocos.

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Warner Bros avalia nova oferta da Paramount e reabre disputa com a Netflix

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 11:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%MoedasDólar ComercialR$ 5,1700,03%Dólar TurismoR$ 5,3760,15%Euro ComercialR$ 6,086-0,14%Euro TurismoR$ 6,343-0,01%B3Ibovespa189.913 pts0,56%Oferecido por

A Warner Bros informou nesta terça-feira (24) que recebeu uma nova proposta de aquisição da Paramount Skydance, apresentada dentro do prazo de uma semana concedido para a entrega de sua “melhor e última oferta”, encerrado na segunda-feira (23).

Em comunicado, o conselho afirmou que a proposta está sendo analisada com o apoio de assessores financeiros e jurídicos. A empresa ressaltou, porém, que o acordo de fusão já firmado com a Netflix permanece em vigor e continua sendo recomendado aos acionistas.

O valor da nova proposta não foi divulgado. Em dezembro do ano passado, a Paramount havia oferecido US$ 30 por ação, em dinheiro, diretamente aos acionistas da Warner.

Neste mês, acrescentou um bônus de US$ 0,25 por ação a cada três meses, caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026, além de se comprometer a assumir a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar em caso de rompimento do contrato com a Netflix.

A empresa também tenta responder a críticas feitas em negociações anteriores, como a necessidade de maior garantia de financiamento.

No mês passado, a Netflix revisou sua proposta e passou a oferecer US$ 27,75 (R$ 143) por ação, em pagamento integral em dinheiro, totalizando US$ 82,7 bilhões (R$ 427 bilhões). A nova estrutura recebeu apoio unânime do conselho da Warner, controladora da HBO.

A extensão do prazo para a Paramount foi autorizada pela Netflix por meio de uma isenção temporária, conhecida como "limited waiver", que suspende provisoriamente determinadas obrigações contratuais.

Pelos termos do acordo, se o conselho da Warner considerar a nova oferta superior à da Netflix, a plataforma de streaming terá quatro dias para apresentar uma contraproposta.

A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa.

Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação.

Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro.

Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix.

🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming.

No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix.

A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix.

Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos.

A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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