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Inadimplência recorde e a operação resgate do governo – O Assunto #1702

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 01:00

Podcasts O Assunto Inadimplência recorde e a operação resgate do governo – O Assunto #1702 O número de brasileiros que não consegue pagar suas dívidas disparou nos últimos dez anos: hoje, mais da metade dos adultos está com o CPF negativado. Por Natuza Nery — São Paulo

De acordo com o Mapa da Inadimplência, o número de brasileiros que não consegue pagar suas dívidas disparou nos últimos dez anos: hoje, mais da metade dos adultos está com o CPF negativado. A dificuldade para sanar as contas contamina a percepção sobre a economia e sobre o governo. Com uma eleição no horizonte, o Palácio do Planalto decidiu agir e prevê um pacote de medidas emergenciais para enfrentar a inadimplência generalizada, incluindo uma nova edição do programa Desenrola, para renegociar dívidas, a liberação de recursos do FGTS e a antecipação do 13º do INSS para injetar R$ 78 bilhões no mercado até maio.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com Daniel Sousa para analisar as causas da inadimplência recorde no país. Daniel também explica por que o Brasil tem juros tão altos e alerta para o risco de uma crise sistêmica de endividamentos.

Convidado: Daniel Sousa, comentarista da GloboNews, criador do podcast Petit Journal e professor de economia do Ibmec.

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O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Colaborou neste episódio Janize Colaço. Apresentação: Natuza Nery.

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

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Bolsa Família 2026: pagamentos de abril começam nesta quinta; veja se vai receber

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 01:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

Os pagamentos de abril do Bolsa Família 2026 começaram nesta quinta-feira (16) pela Caixa Econômica Federal. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 16/4Final do NIS: 2 – pagamento em 17/4Final do NIS: 3 – pagamento em 20/4Final do NIS: 4 – pagamento em 22/4Final do NIS: 5 – pagamento em 23/4Final do NIS: 6 – pagamento em 24/4Final do NIS: 7 – pagamento em 27/4Final do NIS: 8 – pagamento em 28/4Final do NIS: 9 – pagamento em 29/4Final do NIS: 0 – pagamento em 30/4

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

Maio: de 18/5 a 29/5;Junho: de 17/6 a 30/6;Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

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Minha Casa, Minha Vida: como as novas mudanças no programa favorecem a classe média

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/04/2026 01:00

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) facilitam o acesso da classe média brasileira à compra de imóveis maiores ou melhor localizados.

As mudanças se concentram na ampliação do teto de renda e do valor máximo dos imóveis enquadrados em cada faixa do programa.

Na prática, as novas regras ampliam a variedade de unidades disponíveis, com juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Especialistas ouvidas pelo g1 afirmam que as alterações devem permitir que uma parcela significativa das famílias volte a buscar imóveis e consiga financiar a compra.

Antes, esse grupo enfrentava restrições maiores, devido aos juros elevados e às limitações do MCMV.

As novas regras do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), publicadas pelo Ministério das Cidades no Diário Oficial da União (DOU), facilitam o acesso da classe média brasileira à compra de imóveis maiores ou melhor localizados.

As mudanças se concentram na ampliação do teto de renda e do valor máximo dos imóveis enquadrados em cada faixa do programa. Na prática, as novas regras ampliam a variedade de unidades disponíveis, com juros mais baixos do que os praticados no mercado.

Especialistas ouvidas pelo g1 afirmam que as alterações devem permitir que uma parcela significativa das famílias volte a buscar imóveis e consiga financiar a compra. Antes, esse grupo enfrentava restrições maiores, devido aos juros elevados e às limitações do MCMV. (Leia mais abaixo)

Segundo o governo federal, ao menos 87,5 mil famílias brasileiras devem ser beneficiadas com taxas mais baixas. Apesar da publicação no DOU, ainda não há data definida para o início das operações pela Caixa Econômica Federal. A previsão, porém, é de que elas comecem até o fim deste mês.

Faixa 1: de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: de R$ 12.000 para até R$ 13.000

📌 Os juros cobrados nos financiamentos dentro do programa aumentam gradualmente conforme a faixa de renda. Dessa forma, a ampliação dos limites beneficiou diretamente famílias que estavam próximas das faixas de corte e que passam a ter acesso a juros menores.

🏠 EXEMPLO 1: De acordo com as últimas atualizações divulgadas pelo governo, quem tinha renda entre R$ 4.700,01 e R$ 5.000 e se enquadrava na faixa 3 passa agora para a faixa 2. Esse grupo tinha acesso a juros de até 8,16% ao ano. Agora, passa a ter taxas de até 5,50% ao ano.

🏘️ EXEMPLO 2: Já quem tinha renda entre R$ 8.600,01 e R$ 9.600 e se enquadrava na faixa 4 passa agora para a faixa 3. Esse grupo tinha acesso a juros de cerca de 10% ao ano e passa a ter taxas de até 7,66% ao ano.

Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, dependendo da localidade.Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 milFaixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil

📌 O valor máximo dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida também aumentou, o que permite o acesso a unidades maiores ou melhor localizadas.

🏠 EXEMPLO 1: Quem se enquadra na faixa 3 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 400 mil dentro do programa, um aumento de R$ 50 mil em relação ao limite anterior. Na prática, isso amplia o leque de opções a uma nova prateleira de imóveis.

🏘️ EXEMPLO 2: Quem se enquadra na faixa 4 passa a ter acesso a imóveis de até R$ 600 mil dentro do MCMV, um acréscimo de R$ 100 mil em comparação com o limite anterior. O efeito, nesse caso, é semelhante: amplia o acesso a imóveis de padrão mais elevado.

Na prática, as novas regras ampliam a capacidade de compra das famílias, afirma a advogada Daniele Akamine. Antes da atualização, os limites não acompanhavam a alta dos preços dos imóveis.

“Com o mesmo salário, é possível adquirir um imóvel melhor ou exigir uma entrada menor, já que o crédito ficou mais acessível e as taxas dentro do programa são mais baixas", diz.

Segundo o governo, a atualização das faixas inclui cerca de 31,3 mil famílias na faixa 3 do programa e outras 8,2 mil na faixa 4.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção do FGV Ibre, afirma que o movimento ocorre em meio a um cenário desafiador para parte da classe média.

🔎 Sem acesso ao MCMV, essas famílias passaram a enfrentar juros elevados no financiamento imobiliário, diante de uma taxa básica (Selic) que permaneceu na casa dos 15% durante boa parte do ano passado. A taxa está agora em 14,75%.

“Pessoas que estavam logo acima da faixa de corte do programa agora passam a ser incluídas, ampliando o acesso da classe média à casa própria”, afirma a especialista.

Até abril de 2025, o MCMV alcançava, no máximo, famílias da faixa 3, com renda de até R$ 8 mil — limite ampliado para R$ 8,6 mil naquele mês. Em maio, foi criada a faixa 4, estendendo o programa a famílias com renda de até R$ 12 mil, com juros mais altos, mas ainda abaixo dos praticados no mercado.

As mudanças de abril de 2026 ampliaram o alcance do MCMV para rendas de até R$ 13 mil. Na prática, o teto de acesso ao programa saltou de R$ 8 mil para R$ 13 mil em menos de um ano.

Ana Castelo, do FGV Ibre, lembra que o MCMV atingiu um novo recorde de contratações em 2025. "Quem realmente sustentou o setor de construção no ano passado foi o programa", diz.

"Vivemos um contexto particularmente difícil para a classe média fora do programa. Foi um ano de bom desempenho nas pontas: no Minha Casa, Minha Vida e no nicho de imóveis de alto padrão — que não depende de financiamento", explica.

"No entanto, a renda média fora do programa sofreu bastante, porque as taxas de financiamento ficaram mais altas."

Dados do Ministério das Cidades, compilados por Ana Castelo, mostram que as contratações da faixa 3 dispararam nos últimos anos e ganharam mais relevância dentro do programa.Veja abaixo:

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EUA anunciam novas sanções contra o petróleo do Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou nesta quarta-feira (15) medidas contra a infraestrutura de transporte de petróleo do Irã.

A ação faz parte da campanha de “pressão econômica máxima” contra o regime iraniano, informou o governo do presidente Donald Trump.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro afirma que as sanções têm como alvo uma rede ligada ao magnata iraniano do transporte de petróleo Mohammad Hossein Shamkhani.

Ele é filho de Ali Shamkhani, figura-chave nas áreas de segurança e política nuclear do Irã, morto em ataques dos EUA e de Israel contra Teerã em 28 de fevereiro.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (15) medidas contra a infraestrutura de transporte de petróleo do Irã, ao impor sanções a mais de 20 pessoas, empresas e embarcações.

A ação faz parte da campanha de “pressão econômica máxima” contra o regime iraniano, informou o governo do presidente Donald Trump. As medidas entram em vigor já nesta quarta.

Em comunicado, o Departamento do Tesouro afirma que as sanções têm como alvo uma rede ligada ao magnata iraniano do transporte de petróleo Mohammad Hossein Shamkhani.

Ele é filho de Ali Shamkhani, figura-chave nas áreas de segurança e política nuclear do Irã, morto em ataques dos Estados Unidos e de Israel contra Teerã em 28 de fevereiro.

“O Tesouro está agindo de forma agressiva com a Operação Fúria Econômica, ao mirar elites do regime, como a família Shamkhani, que tentam lucrar às custas do povo iraniano”, disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em comunicado.

O Departamento do Tesouro também sancionou o cidadão iraniano Seyed Naiemaei Badroddin Moosavi, que, segundo o órgão, atua como financiador do Hezbollah, além de três empresas ligadas a um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo a venda de petróleo iraniano em troca de ouro venezuelano.

O Comando Militar conjunto do Irã afirmou nesta quarta-feira que as Forças Armadas do país agirão para bloquear o fluxo comercial no Mar Vermelho caso o bloqueio dos EUA contra embarcações iranianas persista.

A Guarda Revolucionária iraniana afirmou que não permitirá importações e exportações no Golfo Pérsico e no Mar de Omã.

O Irã também questionou a efetividade da medida ameracana, afirmando que duas embarcações iranianas conseguiram furar o bloqueio marítimo e atravessaram o Estreito de Ormuz.

Segundo a agência estatal Fars, um petroleiro de grande porte, capaz de carregar 2 milhões de barris de petróleo, atravessou o estreito rumo ao Golfo Pérsico e, depois, um navio graneleiro carregando produtos alimentícios fez o mesmo.

O bloqueio naval dos EUA está sendo realizado principalmente no Golfo de Omã e no Mar Arábico, a sudeste do Estreito de Ormuz, e não em cima do estreito propriamente dito. Washington afirmou que a costa e os portos iranianos também estão bloqueados.

De acordo com a agência de notícias Mehr, o Irã irá utilizar portos alternativos no sul para contornar o bloqueio.

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TCU determina que governo elabore plano para reformular regras do uso de aviões da FAB por autoridades

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a Casa Civil, Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica elaborem um plano de ação conjunto para reformular a estrutura regulatória do emprego de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de autoridades em 30 dias.

De acordo com o TCU, as medidas que estarão no plano deverão ser adotadas no prazo de até 180 dias.

Algumas das determinações que os órgãos deverão estabelecer critérios objetivos que deverão ser seguidos nos pedidos de uso de aeronaves da FAB.

As medidas são fruto de uma fiscalização cujo objetivo foi o de avaliar a legalidade, economicidade e eficiência no uso das aeronaves da FAB para atendimento de necessidades de deslocamento de autoridades.

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a Casa Civil, Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica elaborem um plano de ação conjunto para reformular a estrutura regulatória do emprego de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de autoridades em 30 dias.

De acordo com o TCU, as medidas que estarão no plano deverão ser adotadas no prazo de até 180 dias.

Algumas das determinações que os órgãos deverão estabelecer critérios objetivos que deverão ser seguidos nos pedidos de uso de aeronaves da FAB:

demonstrar a efetiva necessidade do emprego da FAB e não da aviação comercial;demonstração da necessidade de presença dos membros da comitiva para o cumprimento da agenda da autoridade;identificação dos passageiros, com descrição dos cargos e CPF;demonstração do risco para a segurança da autoridade em voo comercial.

As medidas são fruto de uma fiscalização cujo objetivo foi o de avaliar a legalidade, economicidade e eficiência no uso das aeronaves da FAB para atendimento de necessidades de deslocamento de autoridades.

O caso chegou ao TCU por solicitação de parlamentares. Com isso, foi realizada uma auditoria operacional que abrangeu o período de março de 2020 a julho de 2024.

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Governo estima salário mínimo de R$ 1.717 em 2027

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 17:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%MoedasDólar ComercialR$ 4,992-0,03%Dólar TurismoR$ 5,185-0,17%Euro ComercialR$ 5,8900,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,11%B3Ibovespa197.738 pts-0,46%Oferecido por

O governo federal estima que o salário mínimo suba para R$ 1.717 em janeiro de 2027, com pagamento a partir de fevereiro.

A projeção está no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, que será enviado nesta quarta-feira (15) ao Congresso Nacional.

🔎A LDO é a norma que define as metas e prioridades do governo para o ano seguinte. Ela precisa ser aprovada pelo Congresso e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que representa o Orçamento do ano.

Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.621, após um reajuste de 6,79% concedido neste ano.Com isso, o reajuste do salário mínimo em 2026, se confirmada a projeção da área econômica, será 5,92%, o equivalente a R$ 96.

O valor, entretanto, ainda pode mudar. O salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro.

a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro – como prevê a Constituição;o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. No caso de 2027, vale o PIB de 2025 — que somou 2,3%.

No governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, a correção do salário mínimo se dava apenas pela inflação do ano anterior, sem aumento real.

No início do terceiro mandato do governo Lula, o salário mínimo passou a ser corrigido pela soma da inflação do ano anterior com a variaçã do PIB de dois anos antes (modelo do governo petista de Dilma Rousseff).

Em 2024, porém, o governo propôs, e o Congresso aprovou, uma limitação do aumento real (acima da inflação) a um teto 2,5% (o mesmo do arcabouço fiscal para as demais despesas).

A medida tem como objetivo adequar o crescimento do piso salarial do país aos limites definidos pelo novo arcabouço fiscal. O teto valerá até 2030.

O reajuste do salário mínimo em 2026, se confirmada a projeção da área econômica, será 5,92%, o equivalente a R$ 96. — Foto: Natalia Filippin/G1

De acordo com informações divulgadas em maio pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 61,94 milhões de pessoas no Brasil.

Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo.

"O peso relativo da massa de benefícios equivalentes a até um salário mínimo é de 46% e corresponde a 70,8% do total de beneficiários, segundo o Boletim Estatístico da Previdência de setembro de 2025", informou o Dieese, em janeiro deste ano.

O Dieese calcula que 29,27 milhões de beneficiários do INSS têm seus rendimentos atrelados ao salário mínimo — Foto: Reprodução

Instituído em janeiro de 1936 no governo Getúlio Vargas por meio da lei 185, o salário mínimo completou 90 anos de existência no começo deste ano.

"Embora definido em 1936 com base nas necessidades alimentares do trabalhador e da trabalhadora, logo se percebeu que a legislação precisava especificar que o salário mínimo deveria ser aplicado a homens e a mulheres, e mais tarde que deveria considerar as necessidades das famílias trabalhadoras. Ao longo dos anos, porém, seu valor veio sendo corroído, atendendo cada vez menos às necessidades básicas do trabalhador e da trabalhadora", avaliou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em publicação do Dieese sobre o tema.

O próprio Dieese calcula que o salário mínimo mínimo mensal necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.425,99, ou 4,58 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.621.

O cálculo leva em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Economistas ponderam, entretanto, que o reajuste real do salário mínimo, ou seja, acima da inflação do ano anterior, é um fator de forte aumento de gastos públicos — o que pressiona para cima a taxa de juros da economia e prejudica o crescimento sustentado do país.

A recomendação de alguns analistas é de que o governo volte a adotar o formato anterior, do governo Bolsonaro, sem alta acima da inflação, ou seja, "desindexe" a correção do salário mínimo do PIB.

Somente a limitação do aumento real do salário mínimo a 2,5%, proposta da equipe econômica do governo Lula no fim de 2024, por exemplo, gerou uma redução de gastos com pagamento de benefícios previdenciários e assistenciais de R$ 110 bilhões entre 2025 e 2030.

Estudo do consultor de Orçamento da Câmara, Paulo Bijos, ex-secretário de Orçamento Federal, estima uma redução de gastos acima de R$ 1 trilhão em dez anos com a correção do salário mínimo apenas pela inflação do ano anterior.

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Escala 6×1: entenda principais pontos e diferenças entre textos do Congresso e do governo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Política Escala 6×1: entenda principais pontos e diferenças entre textos do Congresso e do governo Propostas do Congresso exigem maior tempo de análise e um quórum de aprovação maior. Texto do governo, em formato de projeto de lei, tem tramitação mais simples e foi enviado em regime de urgência. Por Alexandro Martello, Gustavo Garcia, g1 — Brasília

Relator na CCJ lê parecer favorável a PECs que acabam com escala 6×1; pedido de vista da oposição adia votação

O deputado federal Paulo Azi (União-BA) apresentou nesta quarta-feira (15) relatório favorável ao avanço, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada semanal de trabalho no Brasil.

Após a leitura do relatório, o deputado da oposição Lucas Redecker (PSD-RS), que é crítico ao fim da escala 6×1, apresentou um pedido de vista – mais tempo para análise do relatório –, que foi aceito pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA). Com isso, a votação deve ocorrer em até 15 dias.

👷🏽👩🏽‍🏭Ao todo, são três textos de diferentes autorias tramitando sobre o mesmo tema, e que têm como objetivo central abolir o modelo de seis dias de trabalho para um de descanso, a chamada "Escala 6×1".

uma PEC proposta pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) no ano passado, que prevê a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana, com prazo de 360 dias para entrada em vigor da nova regra;a segunda PEC é de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e foi apresentada em 2019. O texto reduz a jornada de trabalho a 36 horas semanais, com prazo de 10 anos para entrada da norma em vigor.Há ainda um projeto de lei (PL) enviado pelo governo Lula nessa terça-feira (14) sobre o mesmo assunto. O texto do Executivo tramita sob urgência constitucional (entenda mais abaixo).

Representantes do setor produtivo consideram que a redução da jornada de trabalho implica aumento de custos para o empregador, com prejuízos à competitividade das empresas e impactos sobre a geração de novas vagas.

Na avaliação de economistas, o debate no governo federal e no Congresso Nacional precisa ser acompanhado de discussões sobre ganhos de produtividade que, segundo eles, virão principalmente com o aumento da qualificação dos trabalhadores, inovação e investimentos em melhorias em infraestrutura e logística.

Deputado federal Paulo Azi (União-BA), relator das PECs que preveem o fim da escala 6×1, na CCJ da Câmara — Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

➡️Do Congresso: as propostas de Erika Hilton e de Reginaldo Lopes alteram a Constituição e estão em tramitação há mais tempo no Congresso.

O processo para se alterar um dispositivo constitucional é mais rígido, exige maior tempo de análise e um quórum de votação mais amplo, de três quintos, na comparação com um projeto de lei, que precisa de maioria simples para ser aprovado.

➡️Do governo Lula: o PL encaminhado pelo governo, por sua vez, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e outras legislações infraconstitucionais.

Ou seja, para ser aprovado, o projeto precisa dos votos da maioria simples da duas Casas do Congresso. O texto foi enviado com regime de urgência.

🔎A chamada urgência constitucional limita a até 45 dias o prazo máximo de tramitação em cada Casa Legislativa. Além disso, prevê mais 10 dias, caso o texto seja alterado na Casa revisora. Depois, disso, se não retirada a urgência, o projeto passa a trancar a pauta.

➡️A CCJ da Câmara dos Deputados analisa dois textos apresentados por parlamentares de esquerda, que preveem uma jornada não superior a 36 horas semanais e o direito do trabalhador a três dias de folga.

➡️A discussão dessas propostas é diferente, portanto, da contida no projeto de lei apresentado nesta terça (14) pelo governo Lula, que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal para 40 horas e reduz a escala de 6 para 5 dias de trabalho, com dois dias de descanso remunerado.

Os textos do Congresso já começaram a ser analisados pela CCJ nesta quarta (15)— um passo à frente do projeto enviado pelo governo na terça-feira (14). No entanto, seguem um rito de tramitação diferente.

Nesta quarta (15), o relator dos textos na CCJ apresentou seu parecer. Nesta fase, o relatório de Paulo Azi se limita a analisar a compatibilidade das propostas com a Constituição – a chamada admissibilidade. Para o parlamentar, os textos preenchem os requisitos constitucionais para avançar no Congresso.

O debate sobre o mérito das PECs, ou seja, os conteúdos das propostas, só será feito após a aprovação dos textos na CCJ, em uma comissão especial.

A votação foi adiada por um pedido de vistas coletivo. O tema deve ser retomado em 15 dias, quando será concluída a votação e os parlamentares da comissão vão decidir se aprovam, ou não, o texto.

Caso ele seja aprovado, segue para uma comissão especial para tratar do assunto. Caso seja rejeitado, o trâmite tradicional é que ele seja arquivado.

➡️Em seu relatório, feito após debates públicos com representantes da sociedade civil e com o setor produtivo, o relator fez recomendações de mudanças no texto, e indicou o caminho que os debates podem tomar — resultando em alterações na proposta original.

Embora os textos das PECs considerados nesta quarta-feira pela CCJ prevejam uma jornada máxima de até 36 horas, o direito do trabalhador a três dias de folga, o relator indicou que a jornada máxima deve ser maior, de 40 horas — em linha com a proposta do governo federal.

"As audiências públicas evidenciaram, de forma reiterada, que os atores sociais defendem a adoção da escala 5×2, mas sem prejuízo da garantia da manutenção da negociação coletiva como instrumento eficaz para a sua implementação, como forma de se considerar na normatização a particularidade de cada setor", diz o texto do relator.

Diz, ainda, que diversos países de alta renda e membros da OCDE têm convergido para uma jornada padrão de 40 horas, sendo que em muitos casos a jornada efetiva é ainda menor devido a acordos coletivos setoriais que priorizam o bem-estar.

No documento, o relator também diz que a experiência internacional "joga algumas luzes sobre o que pode ser feito no Brasil para mitigar eventuais efeitos negativos trazidos pela medida".

E sugere "fortemente" que a comissão especial a sobre o assunto "investigue cuidadosamente as medidas de compensação fiscal realizadas na Europa, de forma a avaliar possíveis adaptações para o contexto brasileiro"

"A reestruturação da jornada de trabalho possui potenciais impactos que extrapolam a esfera trabalhista, alcançando o financiamento da Seguridade Social e suscitando debates sobre eventuais medidas de compensação econômica, como a redução de contribuições previdenciárias patronais", propõe o relator.

Diz, ainda, que a adoção de "instrumentos mitigatórios demanda análise cautelosa", com base em estudos de impacto financeiro e atuarial, especialmente quanto à sua focalização setorial, a fim de "evitar distorções e efeitos adversos sobre as contas públicas".

"Adicionalmente, considera-se a possibilidade de efeitos indiretos sobre o mercado de trabalho, como alterações nos custos de contratação e eventuais reflexos nos níveis de formalização, fatores que podem influenciar a base de financiamento do Regime Geral de Previdência Social e sua sustentabilidade no médio e longo prazo", acrescenta.

Em seu parecer, o relator Paulo Azi também cita a proposta de uma transição para a implementação de uma escala menor de trabalho, ou seja, uma redução gradual do teto da jornada semanal dos trabalhadores.

"Ademais, acerca da necessidade de se discutir regras de progressividade ou transição, o comparativo internacional evidencia que diversas reformas (como no Chile, na Colômbia e no México) foram implementadas de forma gradual, com exemplos de redução de jornada implementada em duas etapas, com prazo diferenciado conforme o porte da empresa, bem como de adoção de cronogramas escalonados com reduções anuais sucessivas", diz o documento.

Ele recomenda que essa possibilidade seja avaliada "com rigor, nos debates subsequentes, a necessidade de incorporar ao texto aprovado um regime de transição que compatibilize a efetividade da reforma com a capacidade de absorção dos distintos setores econômicos".

Em seu relatório, Azi avalia, ainda, que a redução da jornada de trabalho pode se apresentar como um mecanismo normativo para a preservação da saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores, promovendo o devido equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o dedicado à vida pessoal.

"Nesse ponto, vale ressaltar que longas jornadas de trabalho podem representar uma grave ameaça à saúde física e mental dos trabalhadores, bem como à sua segurança ocupacional. Para além de uma variável de produtividade econômica, o tempo excessivo dedicado ao trabalho pode ser um fator de risco determinante para uma série de adoecimentos agudos e crônicos", avaliou.

Afirmou, também, que a atual organização da jornada de trabalho no Brasil "atinge as mulheres de forma especialmente desproporcional, impactando seu tempo de vida, perpetuando a desigualdade salarial e punindo a maternidade".

"No regime de escala 6×1, o único dia designado ao repouso é, em termos práticos, absorvido por um acúmulo de demandas domésticas não atendidas durante o período semanal", afirmou.

"Já para os trabalhadores de baixa renda, historicamente mais sujeitos a jornadas extensas, a reorganização do tempo de trabalho pode promover melhores condições de vida, maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e, potencialmente, melhores perspectivas de mobilidade social", diz o texto.

Por um lado, diz ele, a universalização da rede de comunicações possibilitou o surgimento de novas formas de prestação de trabalho, incluindo o teletrabalho e a prestação de serviço intermediado por plataformas, por exemplo.

"Mais recentemente, tem-se debatido os impactos da inteligência artificial, tecnologia inovadora que simula operações humanas de forma extremamente efetiva. Todas essas transformações do ambiente de trabalho tornam fundamental a discussão sobre a modernização do trabalho em sentido amplo, incluindo a possibilidade de que as tecnologias venham a ser implementadas como forma de mitigar a própria necessidade de atenção constante do trabalhador", avaliou o relator.

Por fim, o relator observa que estudo da Fecomércio calcula que R$ 158 bilhões será o custo sobre a folha de pagamentos de empresas do país, em um cenário conservador, caso o projeto de reduzir a jornada legal de trabalho das atuais horas para 40 horas seja aprovado.

"Quem sofreria os maiores impactos do aumento de custos seriam os pequenos negócios. O setor de serviços, por ser o mais intensivo em mão de obra, seria mais impactado, com elevação de quase R$ 80 bilhões na sua folha de pagamentos. A indústria (R$ 35 bi) e varejo (R$ 30,4 bi) também seriam substancialmente afetados pela mudança. Naturalmente, este incremento de custos geraria incremento de preços para os consumidores", acrescenta.

O relator avalia que preliminarmente, no curtíssimo prazo, a depender da sazonalidade do negócio, é possível um breve incremento de emprego resultante da necessidade de aumentar o número de homens-horas para fazer frente às encomendas existentes que antes eram viabilizadas por um número menor de trabalhadores em mais horas.

"Mas como essa nova contratação torna o fator trabalho mais caro, haverá ajustes de preços que diminuirão essas encomendas e, por conseguinte, a necessidade de mais pessoas trabalhando. Seria um típico 'voo de galinha' na expansão do emprego. O efeito de médio e longo prazos será dispensar os trabalhadores que ficaram com salários reais superiores à produção por trabalhador em função de se trabalharem menos horas", diz o texto.

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Dona do Snapchat vai demitir 1.000 funcionários e cita eficiência com IA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Tecnologia Dona do Snapchat vai demitir 1.000 funcionários e cita eficiência com IA Empresa cita ganhos com IA e pressão de investidor para cortar custos; plano prevê economia de mais de US$ 500 milhões Por Reuters

A Snap, dona do Snapchat, anunciou nesta quarta-feira (15) que vai demitir cerca de 1.000 funcionários, o equivalente a 16% da equipe total. Segundo a empresa, a decisão está ligada, entre outros fatores, aos ganhos de eficiência com o uso de inteligência artificial.

A medida também inclui o fechamento de mais de 300 vagas em aberto e ocorre semanas após a pressão da Irenic Capital Management, investidora com cerca de 2,5% de participação na companhia, para que a Snap otimize seu portfólio e melhore o desempenho.

A empresa afirmou que os avanços em IA têm permitido simplificar operações e trabalhar com equipes menores. De acordo com a Snap, mais de 65% do novo código já é gerado com auxílio da tecnologia, enquanto tarefas críticas são direcionadas a equipes mais enxutas e a agentes de IA.

Por volta das 10h58 (horário de Brasília), as ações da empresa subiam cerca de 8%, mas ainda acumulavam queda próxima de 30% no ano.

A Snap também tem investido em sua divisão de óculos de realidade aumentada, os Specs, que devem ser lançados ainda este ano.

A Irenic Capital, no entanto, defende que a empresa avalie desmembrar ou encerrar a operação, citando investimentos superiores a US$ 3,5 bilhões e perdas anuais próximas de US$ 500 milhões. O fundo também pediu cortes mais amplos de custos.

Segundo o presidente-executivo da Snap, Evan Spiegel, a empresa espera economizar mais de US$ 500 milhões em despesas anualizadas até o segundo semestre com as demissões, como parte de um plano mais amplo de redução de custos operacionais e de remuneração baseada em ações.

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FMI fecha acordo com a Argentina para liberar US$ 1 bilhão em novos fundos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 14:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%MoedasDólar ComercialR$ 4,9960,06%Dólar TurismoR$ 5,187-0,12%Euro ComercialR$ 5,8930,08%Euro TurismoR$ 6,132-0,1%B3Ibovespa197.230 pts-0,72%Oferecido por

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta quarta-feira (15) que chegou a um novo acordo com a Argentina e vai liberar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,9 bilhões) ao país.

Esse valor faz parte de um programa maior, de US$ 20 bilhões (quase R$ 100 bilhões), criado para ajudar a economia argentina a se recuperar.

Esse acordo, que tem duração de quatro anos, foi fechado há cerca de um ano para substituir um empréstimo anterior ainda maior, de US$ 44 bilhões.

🔎Na prática, o dinheiro serve para dar fôlego ao governo do presidente Javier Milei, permitindo reorganizar as contas do país e desmontar restrições antigas ao uso de dólares, conhecidas como controle cambial.

A Argentina tem um longo histórico com o FMI — este é o 23º acordo com o organismo internacional, que tem sede em Washington. Isso mostra a dificuldade recorrente do país em equilibrar sua economia e evitar crises.

Segundo o próprio FMI, as medidas adotadas pelo governo ganharam força nos últimos meses. O órgão destacou que Milei conseguiu mais apoio político para implementar mudanças e avançou em áreas importantes, como o controle da inflação e da taxa de câmbio.

Esses avanços começaram a ajudar o país a recompor suas reservas internacionais, que funcionam como uma “poupança” em moeda estrangeira.

Essas reservas são fundamentais porque garantem que a Argentina consiga pagar dívidas e manter a estabilidade da economia. Por isso, investidores e analistas acompanham de perto se o país está conseguindo aumentar esse caixa.

Quando aprovou a primeira etapa do programa, em julho do ano passado, o FMI chegou a reduzir a meta de reservas, já que a Argentina não conseguiu cumprir o objetivo inicial.

Ainda assim, nos últimos meses, o Banco Central argentino voltou a comprar dólares no mercado para reforçar suas reservas e pagar compromissos da dívida.

Só em 2026, essas compras já somam mais de US$ 5,5 bilhões. Mesmo assim, o nível total de reservas ainda é considerado baixo, porque o país continua usando parte desse dinheiro para quitar dívidas.

Esse novo repasse do FMI acontece em um contexto mais amplo de ajuda internacional. Em 2025, por exemplo, a Argentina recebeu uma primeira parcela de US$ 12 bilhões dentro desse mesmo acordo, e o total de apoio de organismos internacionais chega a cerca de US$ 42 bilhões.

Na ocasião, o governo conseguiu flexibilizar o controle sobre o dólar, que existia há anos. Agora, a moeda americana pode variar dentro de uma faixa de valores, o que dá mais liberdade ao mercado e facilita transações, como importações, exportações e envio de lucros para o exterior.

Ainda assim, o sucesso do plano depende justamente da capacidade do país de continuar fortalecendo suas reservas e manter a confiança de investidores.

A inflação na Argentina ficou em 3,4% em março, acelerando em relação aos 2,9% de fevereiro e atingindo o maior nível mensal em um ano. Apesar disso, no acumulado de 12 meses, o índice desacelerou levemente para 32,6%.

Os maiores aumentos de preços vieram de educação, transporte e serviços básicos como energia e habitação, além de alimentos.

Após uma melhora ao longo de 2024, a inflação voltou a mostrar resistência em 2025, mantendo-se entre 2% e 3% ao mês e voltando a subir gradualmente.

O controle da inflação é um dos principais objetivos do governo, que busca mantê-la abaixo de 2% ao mês para avançar na flexibilização do mercado de câmbio e consolidar a recuperação econômica do país.

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SUV elétrico GAC Hyptec HT 2027 chega ao Brasil com carregamento ultrarrápido e 340 cv de potência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 15/04/2026 12:45

Carros SUV elétrico GAC Hyptec HT 2027 chega ao Brasil com carregamento ultrarrápido e 340 cv de potência Utilitário esportivo usa baterias de íon fosfato de lítio e pode subir de 30% até 80% de carga em só 15 minutos em conectores com 280 kW. Autonomia é de 431 km com carga total. Por Redação g1

A GAC lançou nesta quarta-feira (15) o Hyptec HT 2027. O SUV utiliza bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 83 kWh. O modelo suporta carregamento rápido de até 280 kW em corrente contínua, com recarga de 30% a 80% em cerca de 15 minutos.

Em corrente alternada de um wallbox, por exemplo, o carregamento é de 6,6 kW Aí o tempo de recarga é de 6 horas e 40 minutos.

A autonomia é de até 431 km no ciclo Inmetro o modelo é equipado com motor elétrico de 340 cv (250 kW) e 43,8 kgfm de torque, com aceleração de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos.

O Hyptec HT 2027 será vendido no Brasil em duas versões: Elite, por R$ 314.990, e Ultra, por R$ 369.990.

O veículo mede 4.935 mm de comprimento, 1.920 mm de largura e 2.935 mm de entre-eixos. As rodas são de 20 polegadas, com pneus 245/50R20.

O porta-malas traseiro tem capacidade de 670 litros, com compartimento adicional de 80 litros sob o assoalho e 55 litros no compartimento dianteiro.

A suspensão é double wishbone na dianteira e multilink na traseira. O modelo tem tração traseira.

O interior conta com tela multimídia de 14,6 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, e painel digital de 8,9 polegadas. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos, memória, aquecimento, ventilação e massagem.

O modelo possui ar-condicionado automático, iluminação interna configurável e sistema de som com alto-falantes integrados ao banco do motorista e outros itens.

O sistema de assistência à condução é de nível 2, com 11 funções, incluindo assistência de faixa, controle de cruzeiro adaptativo e monitoramento de tráfego.

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