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Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso cupim casqueirado

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 07:57

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Receita Nosso Campo: aprenda a fazer um delicioso cupim casqueirado Programa deste domingo (19) ensina a preparar um delicioso cupim casqueirado. Por Nosso Campo, TV TEM

Limpe a peça, retirando a capa de pele mais dura ;Em uma churrasqueira, com o fogo alto, leve o cupim, no espeto, para a brasa, com a peça mais afastada do fogo;Quando a peça estiver levemente assada, a aproxime mais do fogo;Asse a peça até que esteja bem dourada, levando em torno de 15 minutos;Jogue sal por cima;Com uma faca bem amolada, corte a peça em fatias bem finas: Sirva com mandioca, vinagrete, salada, farinha e molho de tomate com cebola e cheiro verde.

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Pane geral? Facebook e Instagram apresentam instabilidade em vários países neste domingo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 06:54

Tecnologia Pane geral? Facebook e Instagram apresentam instabilidade em vários países neste domingo Usuários relataram problemas de acesso aos serviços da Meta. A falha ganhou repercussão na imprensa internacional, com diferentes países enfrentando dificuldades em acessar sites e aplicativos. A Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Por Redação g1 — São Paulo

As redes sociais Instagram e Facebook, da Meta, apresentaram uma instabilidade global neste domingo (19). Usuários de diferentes países relataram problemas tanto nos aplicativos quanto nas versões web das plataformas.

No Brasil, segundo o DownDetector, plataforma que monitora interrupções em serviços online, o Instagram registrava mais de 500 reclamações por volta das 6h. Já o Facebook acumulava mais de 100 relatos de problemas.

Ainda de acordo com o site, a instabilidade nas duas plataformas atingiu diversos países. Até as 4h46 (horário de Brasília), mais de 4 mil reclamações haviam sido registradas nos Estados Unidos relacionadas ao Facebook. Desse total, 63% dos usuários relatavam dificuldades para acessar a plataforma.

O Instagram, por sua vez, acumulava mais de 2,8 mil relatos de falhas nos Estados Unidos por volta das 5h20. Segundo a Reuters, o acesso às duas plataformas também apresentava intermitências em Singapura.

No X, internautas de diferentes países relataram problemas de acesso às plataformas. A falha também ganhou repercussão na imprensa internacional, com veículos da Índia, do Reino Unido, do Catar, da Grécia e de Israel, por exemplo, noticiando episódios de instabilidade.

Nas redes sociais, internautas de vários países relatavam problemas. Veja algumas das publicações:

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Mesmo sem o Brasil, final da Copa deve lotar bares e impulsionar faturamento em até 45%

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 19/07/2026 05:48

Empreendedorismo Mesmo sem o Brasil, final da Copa deve lotar bares e impulsionar faturamento em até 45% Segundo a Abrasel, a final representa mais uma oportunidade para bares e restaurantes impulsionarem as vendas com promoções e ações voltadas aos clientes que pretendem acompanhar a decisão. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O Brasil ficou fora da decisão da Copa do Mundo, mas os torcedores não deixaram de acompanhar o torneio. Bares e restaurantes que vão transmitir a final neste domingo (19) esperam registrar aumento de até 45% no faturamento em relação a um domingo comum, além de lotação máxima nos espaços preparados para a transmissão.

Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), mesmo após a eliminação da seleção brasileira, o interesse do público em assistir aos jogos fora de casa se manteve, o que deve garantir um saldo positivo para o setor ao fim do Mundial.

Uma pesquisa realizada pela entidade no mês passado mostrou que 59% dos estabelecimentos pretendiam transmitir partidas envolvendo outras seleções, mesmo sem o Brasil na disputa.

Para a Abrasel, a final representa mais uma oportunidade para bares e restaurantes impulsionarem as vendas com promoções e ações voltadas aos clientes que pretendem acompanhar a decisão.

"O saldo da Copa para bares e restaurantes foi positivo do início ao fim. (…) O setor manteve bom desempenho ao longo de todo o torneio, e a expectativa é encerrar esse ciclo com a final reforçando ainda mais esse resultado", afirma o presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci.

Para ampliar o faturamento, a estratégia precisa ser criativa. Os donos dos estabelecimentos costumam combinar ambiente, serviço e oferta de produtos.

transmissão com telões e som de qualidade;criação de combos e promoções temáticas;cardápios inspirados nos jogos ou nas seleções;planejamento de entregas antes do início das partidas.

A lógica é simples: atrair o cliente antes do apito inicial e mantê-lo consumindo ao longo do jogo.

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Trabalhar de aplicativo vale a pena? Estudo do TST revela impacto da jornada, custos e direitos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Trabalho e Carreira Trabalhar de aplicativo vale a pena? Estudo do TST revela impacto da jornada, custos e direitos Apesar da renda mensal próxima à média, ganhos são menores quando se leva em conta a jornada e as despesas da atividade. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Estudo do TST mostra que motoristas de aplicativo podem ter renda mensal próxima à média dos trabalhadores, mas ganham menos por hora devido à jornada mais longa.

A pesquisa aponta que a atividade envolve altos custos, como combustível e manutenção, que reduzem o valor que realmente sobra para o motorista.

Apesar da promessa de autonomia, o levantamento indica que os aplicativos mantêm forte controle sobre preços, corridas e avaliações dos trabalhadores.

O estudo revela ainda que milhões de trabalhadores enfrentam endividamento e pouca proteção social.

Estudo do TST mostra que motoristas de aplicativo podem ter renda mensal próxima à média dos trabalhadores, mas ganham menos por hora — Foto: Freepik

O motorista de aplicativo pode até olhar o valor depositado na conta no fim do mês e achar que ganhou mais do que outros trabalhadores. Mas, quando o cálculo considera o tempo dedicado ao trabalho, o cenário é outro.

Um estudo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que a renda desses profissionais é pressionada por jornadas mais longas, custos elevados para manter a atividade e um modelo em que grande parte dos riscos recai sobre o próprio motorista.

Segundo a pesquisa, o ganho médio mensal dos motoristas de aplicativo chega a R$ 2.996. O valor fica acima do salário mínimo federal, que atualmente é de R$ 1.621, mas ainda abaixo da renda média dos brasileiros considerando todas as fontes de rendimento, que alcançou R$ 3.367 em 2025.

Enquanto a jornada média dos trabalhadores em geral é de 39,3 horas por semana, motoristas de aplicativo trabalham cerca de 44,8 horas. Com isso, o rendimento por hora fica 8,3% menor do que o de quem atua fora das plataformas.

O levantamento faz parte de um diagnóstico mais amplo sobre o trabalho por aplicativos no Brasil, especialmente no transporte de passageiros, que concentra a maior parcela desses profissionais.

Atualmente, cerca de 1,7 milhão de pessoas trabalham por plataformas digitais no país. Quase 60% delas atuam no transporte de passageiros.

🔎 O levantamento do TST combinou dados oficiais de órgãos como IBGE, OIT, Ipea e Dieese, além de estudos empíricos que acompanharam o trabalho de motoristas na prática. A partir dessa base, foram calculadas despesas reais da atividade, faturamento e jornadas.

A ideia de que esse modelo garante liberdade e flexibilidade, um dos principais argumentos das empresas, é questionada pelo estudo. Na prática, esses trabalhadores têm pouca influência sobre decisões relevantes da atividade, aponta o TST.

🔎 Os aplicativos definem o valor das corridas, distribuem as chamadas e podem até bloquear motoristas. Mais de 90% afirmam não ter controle sobre o preço cobrado pelas viagens.

O estudo aponta que o controle não desapareceu, apenas mudou de forma. Em vez de um chefe supervisionando de perto, entram em cena sistemas de avaliação, notas e rankings.

Esses mecanismos podem influenciar diretamente a quantidade de corridas recebidas e, consequentemente, a renda. Motoristas que recusam muitas viagens ou recebem avaliações baixas podem ter menos oportunidades na plataforma.

Outro ponto destacado pelo TST é que praticamente todos os custos da atividade ficam com o trabalhador. Combustível, manutenção do carro, seguro, impostos, alimentação e até a internet utilizada no trabalho saem do próprio bolso.

🔎 Quando essas despesas entram no cálculo, o ganho real diminui. O estudo estima que os custos mensais podem ultrapassar R$ 5.500.

Segundo a pesquisa, a falta de clareza sobre esses gastos pode criar uma percepção equivocada sobre a renda gerada pela atividade.

O impacto aparece também no endividamento. Dados citados no levantamento indicam que 92% dos trabalhadores de plataformas estão endividados.

Em alguns casos, as próprias empresas oferecem linhas de crédito aos motoristas. Assim, o trabalhador passa a depender do aplicativo não apenas para gerar renda, mas também para quitar dívidas que podem ser descontadas diretamente dos seus ganhos.

A falta de proteção trabalhista é outro ponto destacado pelo estudo. A maioria desses profissionais não tem acesso a direitos como férias, 13º salário, seguro-desemprego ou aposentadoria garantida.

🔎 Mais de 60% não contribuem para a Previdência Social. Entre os motivos estão a instabilidade da renda e a dificuldade de manter pagamentos regulares.

Sem essa proteção, qualquer imprevisto pode interromper a fonte de renda, explica o TST. Uma doença, um acidente ou até um problema mecânico no carro pode deixar o trabalhador sem ganhos, já que as plataformas não oferecem uma rede de proteção equivalente.

Além disso, motoristas estão expostos diariamente a riscos como acidentes de trânsito e violência urbana, sem garantias de assistência em situações desse tipo.

A pesquisa também destaca a dificuldade de organização coletiva dos trabalhadores. A comunicação com as plataformas costuma ocorrer por canais automatizados, como chatbots, e decisões como bloqueios nem sempre oferecem espaço para contestação.

Para os autores do estudo, o modelo atual de trabalho por aplicativos transfere custos, riscos e responsabilidades aos trabalhadores.

O TST destaca que a discussão precisa ir além da existência ou não de vínculo empregatício e incluir medidas que garantam condições mínimas de trabalho, remuneração adequada e proteção para esses profissionais.

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GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Carros GWM Haval H9 ameaça o reinado do Toyota SW4; veja os pontos fortes e fracos do SUV chinês Com preço até R$ 90 mil menor, mais equipamentos e visual robusto, o chinês já supera o japonês em alguns meses de 2026 e encostou no líder do segmento. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

É raro ver um ícone balançar no pedestal. O Toyota SW4 reinava sozinho numa categoria de clientes fiéis e com bolsos cheios.

A versão mais barata do SUV da marca japonesa custa mais de R$ 424 mil e vende bem mais do que o Chevrolet Trailblazer, que custa a partir de R$ 422 mil.

A GWM vem tentando construir no Brasil uma imagem de modernidade. Os carros híbridos do seu portfólio têm desenho requintado. Os elétricos apostam em carrocerias arredondadas e simpáticas.

E, no meio dessa turma, um jipão sisudo com motor diesel e arquitetura de carroceria sobre chassi. Difícil imaginar que ele faria sucesso.

E é justamente o H9 que vem cutucando o líder SW4 em 2026. O modelo chinês ficou à frente do Toyota em emplacamentos em março e maio. No acumulado entre janeiro e junho, o GWM tem 5.942 unidades vendidas e o SW4 tem 6.780 unidades.

Ao analisar a tabela, é impossível desconsiderar os R$ 89 mil de diferença entre H9 e SW4. E a prática da GWM de não dar descontos e ter apenas duas versões, bem próximas em preço, permite que o SUV não tenha distorções no mercado de seminovos.

O H9 Exclusive custa R$ 335 mil e a versão Selection sai por R$ 339 mil. Os R$ 4 mil extras são para um pacote visual com grade preta, rodas escurecidas e outros itens que não mudam o pacote de equipamentos do GWM.

O Toyota tem preço inicial de R$ 417.590 na versão SRX Platinum, porém, essa configuração vem com cinco lugares. Nesta reportagem foi considerada a SRX Platinum com sete assentos, que custa R$ 424.590.

Com isso, até a manutenção ligeiramente mais cara do GWM não faz nem cócegas. O detalhe é que o H9 tem revisões programadas a cada 12 mil km, enquanto o Toyota é revisado a cada 10 mil km.

Dessa maneira, o GWM até a 4ª revisão tem o custo total de R$ 9.126 e já está em 48 mil km, bem próximo dos 50 mil km que o SW4 marca na 5ª revisão. Detalhe que ambos oferecem garantias de 10 anos, desde que o cliente siga a manutenção, com disciplina, dentro da rede de concessionárias.

O argumento do preço fica ainda mais forte ao analisar as listas de equipamentos. O GWM não deve nada em relação ao Toyota. Pode-se dizer até que o H9 ganha o duelo.

No modelo chinês, a tela do multimídia é maior e a lógica do software é mais amigável. Bancos dianteiros do GWM têm aquecimento e massagem, os do Toyota só resfriamento. Na 2ª fileira de bancos, só o H9 tem resfriamento.

Seguindo os itens de tecnologia e segurança, o GWM tem assistente de permanência em faixa, enquanto o Toyota apenas conta com alerta.

Ambos têm câmeras ao redor do veículo, mas o Haval consegue criar um efeito de “transparência” e entrega um visual melhor.

A função Auto-Hold e o Stop&Go, que estão no H9, ajudam no anda e para do trânsito. Junto com o controle adaptativo de velocidade de cruzeiro, é possível acompanhar o engarrafamento sem precisar ficar apertando o pedal de freio constantemente.

Um quesito importante quando se fala desses SUVs a diesel com chassi sobre carroceria é o porte. O cliente que está disposto a gastar esse valor busca um carro imponente, espaçoso e que também transmita essa sensação visualmente.

Pela ficha técnica, é possível perceber que o H9 é maior do que o SW4 em largura, comprimento e, por isso, é mais pesado.

Na prática, quando os dois modelos estão lado a lado, a percepção (ainda que psicológica) é de que o comprador está levando “mais” ao optar pelo modelo da GWM.

No design, um aspecto naturalmente subjetivo, a GWM também seguiu um caminho que tende a agradar esse público. O H9 não se parece com outros modelos da marca vendidos no Brasil, como os da linha Ora ou o H6.

A proposta dos designers foi criar um visual que remete a modelos como o Land Rover Defender e o Mercedes-Benz Classe G, combinando a carroceria de linhas quadradas com elementos levemente arredondados, além de faróis e grade dianteira de presença marcante.

O resultado é um visual com forte apelo para quem procura um utilitário com aparência de verdadeiro jipe, ainda que ele nunca saia do asfalto e seja usado apenas para ir ao shopping.

Essa percepção também é influenciada pela evolução do SW4 ao longo dos últimos anos. Nas atualizações mais recentes, a Toyota foi deixando o SUV derivado da picape Hilux cada vez mais sofisticado e com menos aparência de um veículo voltado ao fora de estrada.

Isso não significa que o SW4 tenha perdido capacidade para enfrentar terrenos difíceis. Ele continua capaz de fazer isso muito bem. Mas, do ponto de vista do design, o modelo seguiu uma linha mais próxima de um SUV de luxo, enquanto o H9 aposta na aparência robusta e bruta de um jipão, característica que tem apelo junto aos consumidores.

Os números da ficha técnica indicam vantagem para o Toyota em desempenho. Embora a marca japonesa não divulgue oficialmente dados de velocidade máxima e aceleração, ao volante fica claro que o SW4, por ser mais leve e ter maior potência, entrega respostas mais ágeis no trânsito.

Já quem entra no H9 pode imaginar que encontrará um carro desajeitado por causa do porte e do visual robusto. No entanto, durante os testes do g1 no trânsito intenso e apertado da capital paulista, o SUV da GWM não demonstrou esse comportamento em nenhum momento.

É verdade que conduzir um veículo desse tamanho entre faixas e motocicletas exige atenção, mas o H9 não passou a sensação de ser um carro difícil ou intimidador de manobrar nas avenidas movimentadas de São Paulo.

A GWM também acertou no conjunto de suspensão e direção. Considerando o contexto de um SUV grande com chassi sobre carroceria, a dirigibilidade agrada e cumpre bem sua proposta.

Esse pode ser um dos motivos para o sucesso do H9: quem já está acostumado a dirigir veículos desse tipo encontrará uma receita bem executada, sem exageros, capaz de entregar a robustez esperada de um SUV preparado para enfrentar trilhas, mas também de se movimentar com facilidade pela selva de pedra.

Ao entrar no SW4, quem já é consumidor do modelo há muitos anos provavelmente encontrará uma sensação de familiaridade, mas também poderá sentir falta de novidades. O interior mantém uma proposta conhecida e pouco ousada, algo que, até agora, parecia não fazer diferença para o público desse segmento.

Com a chegada do H9, porém, surge a possibilidade de levar um SUV que oferece uma central multimídia maior, painel de instrumentos totalmente digital e uma experiência a bordo com maior foco em tecnologia, sem renunciar às características esperadas de um utilitário desse porte, como motor a diesel, câmbio automático e tração 4×4 com reduzida.

Além disso, os comandos e acionamentos do H9 são diferentes, mas não exigem um período de adaptação complicado nem prejudicam o uso no dia a dia.

Em alguns casos, marcas chinesas ou fabricantes que buscam se reinventar acabam apostando em soluções criativas até para funções básicas, tornando a experiência mais confusa para o usuário. No H9, esse não é o caso.

A vida a bordo do SW4 continua sendo satisfatória, mas o H9 entrega uma experiência diferente e mais atual, o que pode ser um dos fatores capazes de atrair consumidores que antes sequer consideravam um modelo da GWM.

A conclusão é que, quando existe uma diferença tão grande de preço dentro de um mesmo segmento e o desafiante consegue igualar o líder em diversos aspectos, além de superá-lo em outros, é natural que o domínio absoluto de um modelo como o Toyota SW4 passe a ser questionado.

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Apicultores usam áreas de preservação ambiental para produzir mel e gerar renda em Aracruz

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 04:48

Espírito Santo Agronegócios Apicultores usam áreas de preservação ambiental para produzir mel e gerar renda em Aracruz Programa Apicultura Sustentável atua de forma integrada para impulsionar o desenvolvimento local. Apicultores conseguiram um espaço nas dependências da indústria de celulose para montar os apiários. Por Viviane Maciel, g1 ES e TV Gazeta

Apicultores conseguiram espaço nas dependências de uma indústria de celulose em Aracruz, no Espírito Santo, para montar apiários.

A iniciativa surgiu no programa Apicultura Sustentável, que tem objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do mel no estado.

Lançado em 2005 no Brasil e em 2014 no Espírito Santo, o programa contempla a organização e a gestão de associações e oferece suporte técnico e administrativo.

Apicultor há mais de 50 anos, Sebastião Grazziotti tem cerca de 30 apiários, com 20 colmeias cada, dentro das áreas de mata.

O programa apoia seis associações de apicultores, com um total de 1.170 colmeias. A produção média é de quase 35 kg cada, ou aproximadamente 40,9 toneladas de mel.

Em meio às áreas de preservação de Aracruz, no Norte do Espírito Santo, a criação de abelhas virou fonte de renda para dezenas de famílias e garantiu a posição da cidade entre as maiores produtoras de mel do estado.

Os apicultores conseguiram um espaço nas dependências de uma indústria de celulose para montar os apiários. A iniciativa surgiu no programa Apicultura Sustentável, que tem objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do mel no estado.

Lançado em 2005 no Brasil e em 2014 no Espírito Santo, o programa contempla a organização e a gestão de associações e oferece suporte técnico e administrativo.

Apicultor há mais de 50 anos, Sebastião Grazziotti tem cerca de 30 apiários, com 20 colmeias cada, dentro das áreas de mata. Ele viu no local uma oportunidade para os produtores.

"A preservação aqui é bem cuidada. É o único lugar que a gente encontra uma preservação cuidada, com bastante recursos naturais, porque outras áreas não tem", disse.

Apicultores recebem apoio com o Programa Apicultura Sustentável em Aracruz, Espírito Santo — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL: Café agroecológico ganha espaço no ES com grãos de mais saborCARRAPITO: Conheça doce artesanal centenário feito no ESACHACHAIRU: conheça fruta agridoce de origem boliviana que ajuda a controlar a pressão

O programa apoia seis associações de apicultores, com um total de 1.170 colmeias. A produção média é de quase 35 kg cada, resultando em, aproximadamente, 40,9 toneladas de mel por colheita, realizada duas vezes por ano. Para entrar no projeto, é necessário fazer parte de uma das associações.

O programa trouxe também a solução para o maior problema de muitos apicultores: a falta de espaço para criar abelhas, como era o caso de Domingos Alburghetti.

"A maior parte dos apicultores não tem propriedade rural própria, então eles dependem do parceiro. Como eles têm áreas de preservação, que são bastante protegidas, ali é o lugar onde a gente consegue instalar as colmeias e elas [as abelhas] terem alimento em volta para sua subsistência", explicou.

Produtores de mel recebem capacitações, acesso a insumos, tecnologias e equipamentos relacionados à apicultura — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

O programa também incentiva a capacitação dos apicultores. Rafaela Cavalcanti, consultora de desenvolvimento social da empresa, destacou que, para além da cessão do espaço, é oferecido também o acesso a insumos, tecnologias e equipamentos relacionados à apicultura.

“Nós trabalhamos com eles a questão para tirar a carteirinha de apicultor, que é extremamente importante para a profissionalização e para que eles possam comercializar o produto com maior segurança”, ressaltou.

Além da geração de renda, a apicultura e a meliponicultura, que é a criação de abelhas com e sem ferrão, respectivamente, desempenham papel fundamental para o equilíbrio do meio ambiente.

"As abelhas prestam um serviço que não tem preço para toda a humanidade, por todo o planeta, por meio da polinização", disse. Uma maneira que permite o ciclo completo de muitas espécies na natureza.

Área de preservação é utilizada para produção de mel em Aracruz, Espírito Santo — Foto: Douglas Abreu / TV Gazeta

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Espírito Santo produziu 846 mil quilos de mel em 2024, um aumento de 55% em relação a 2016, quando o volume era de 544 mil quilos.

O valor da produção de mel mais que dobrou no estado, passando de R$ 6,2 milhões em 2016 para R$ 12,3 milhões em 2024.

Entre os destaques, Aracruz lidera o ranking estadual, responsável por 10,6% da produção, seguido de Fundão (9,7%) e Marechal Floriano (9,5%).

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Emprego dos sonhos? Eles ganharam mais de R$ 250 mil para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 03:46

Trabalho e Carreira Emprego dos sonhos? Eles ganharam mais de R$ 250 mil para assistir a todos os jogos da Copa do Mundo Dupla de torcedores passou mais de um mês acompanhando todas as partidas da competição em uma estrutura montada no coração de Nova York. Por Reuters

Os observadores-chefes da Copa do Mundo, Kevin Akoto e Austin Franklin, comemoram um gol durante a partida semifinal da Copa do Mundo FIFA entre Inglaterra e Argentina — Foto: REUTERS/John Sibley

Os fanáticos por Copa do Mundo Kevin Akoto e Austin Franklin realizaram neste ano o sonho de qualquer torcedor de futebol: assistir a todas as partidas do torneio do início ao fim — e ainda receber por isso.

Os “chefes de observação” da emissora norte-americana Fox One vão acrescentar uma experiência inusitada aos seus currículos quando soar o apito final da partida de domingo entre Espanha e Argentina. Eles acompanharam os 104 jogos do torneio, um dos maiores eventos esportivos do mundo, realizado a cada quatro anos.

“Meu pai ganha a vida limpando vazamentos de petróleo”, disse Franklin, influenciador digital que mora em Los Angeles. “Eu fico aqui com meu amigo Kevin, assisto a todos esses jogos e ainda tenho a oportunidade de interagir com os torcedores.”

A dupla passa os dias de partidas sentada dentro de um cubo de vidro na Times Square. A atração funciona quase como um aquário humano: quem passa pelo local costuma parar para observá-los e, em alguns casos, até arrasta cadeiras para acompanhar os jogos exibidos nas TVs instaladas no espaço.

Ao longo da Copa, Akoto e Franklin também produziram conteúdo para as redes sociais, comentando as partidas e interagindo com os seguidores.

“Se aprendemos alguma coisa com esta Copa do Mundo, é que as pessoas estão consumindo esportes cada vez mais pelas redes sociais”, afirmou Akoto, que deixou o emprego de cozinheiro na Flórida para assumir a função.

“O que mais chama atenção nos bastidores é a forma como as pessoas estão consumindo conteúdo esportivo.”

Akoto e Franklin afirmam que aceitariam o trabalho novamente — mesmo que a Copa do Mundo passe de 48 para 64 seleções, uma possibilidade que a Fifa pretende discutir após o torneio.

“Acho que ainda não estamos cansados de assistir futebol”, disse Franklin. “Quantos jogos quiserem nos dar, nós assistiremos.”

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Da indicação no Orçamento ao dinheiro na conta: veja as fases de execução de uma emenda parlamentar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 00:47

Política Da indicação no Orçamento ao dinheiro na conta: veja as fases de execução de uma emenda parlamentar Orçamento de 2026 tem R$61 bilhões em emendas parlamentares, das quais R$37,8 bilhões são de pagamento obrigatório. Transparência na destinação de verbas é investigada no STF. Por Luiz Felipe Barbiéri, g1 — Brasília

O Orçamento da União de 2026 reserva cerca de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. O montante é indicado por deputados e senadores para estados e municípios.

As emendas impositivas somam R$ 37,8 bilhões, sendo R$ 26,6 bilhões em emendas individuais e R$ 11,2 bilhões em emendas de bancada.

As emendas de comissão somam R$ 12,1 bilhões e passam por investigações do STF sobre transparência. Líderes partidários assinam as indicações, ocultando o autor real.

Nas emendas PIX, os recursos são transferidos diretamente sem a exigência de projetos. A falta de destinação detalhada motivou investigações de irregularidades pela PF.

A execução ocorre com o empenho, que reserva a verba após análise técnica. O pagamento é liberado em parcelas ou depositado diretamente aos beneficiados.

O Orçamento da União de 2026 tem cerca de R$61 bilhões para serem executados conforme indicação de deputados e senadores por meio das chamadas emendas parlamentares.

🔎As emendas parlamentares são um montante do Orçamento reservado para serem executados conforme a indicação dos congressistas.

🏗️Por meio delas, os deputados e senadores podem direcionar verbas para obras, compra de equipamentos, custeio de serviços e investimentos em estados e municípios de suas bases eleitorais.

📄A primeira etapa envolve o envio do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) pelo Executivo. As indicações dos parlamentares têm início durante a tramitação da proposta no Congresso.

As emendas individuais são impositivas, ou seja, o governo é obrigado a pagar. Elas são indicadas por cada parlamentar. Neste ano, o montante reservado para esta rubrica é de R$ 26,6 bilhões.

🧑🏻‍💼Cada deputado pode indicar cerca de R$ 40 milhões em emendas individuais, e cada senador, R$ 74 milhões.

💰O Orçamento reservou neste ano um total de R$ 11,2 bilhões para esta rubrica, ou seja, R$ 415 milhões para cada bancada.

Dessa forma, as emendas impositivas, aquelas que o governo é obrigado a pagar, somam R$ 37,8 bilhões.

Já as emendas de comissão não são de execução obrigatória. Em 2026, o montante total desta rubrica é de R$ 12,1 bilhões.

Esse total, porém, não é dividido igualmente entre as comissões. As comissões de Saúde da Câmara e do Senado concentram os maiores valores, enquanto alguns colegiados não receberam verba.

🧑🏻‍⚖️As emendas de comissão estão no centro de investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca da transparência na execução.

Isso porque o real autor da emenda fica “escondido” atrás do líder partidário, que assina a emenda. Este é um mecanismo parecido com o que já era usado nas emendas de relator.

📘Um estudo da Organização Transparência Brasil afirma que, em 2025, a Câmara dos Deputados registrou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão em nome de líderes partidários sem identificar os parlamentares que efetivamente indicaram os beneficiários dos recursos.

🕵🏻‍♀️Segundo a organização, o montante representa 16% das indicações feitas pelas comissões da Casa no ano e reproduz a lógica do extinto "orçamento secreto".

Além desses três tipo de emendas que, somadas, chegam a R$ 49,9 bilhões, o Orçamento prevê R$ 11,1 bilhões como parcelas adicionais, para despesas discricionárias e para projetos selecionados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

As indicações para execução da verba feita pelos parlamentares precisam respeitar as regras constitucionais e ser compatíveis com o Plano Plurianual (PPA) e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Depois de elaborado o texto final do PLOA, a proposta é votada na Comissão Mista de Orçamento (CMO) e pelo Congresso. As emendas aprovadas passam a integrar a Lei Orçamentária sancionada pelo presidente da República.

📄Dependendo do tipo de emenda, o parlamentar indica o município, estado, entidade pública ou organização que receberá os recursos.

🏥Nas emendas com finalidade definida, é necessário especificar o objeto financiado, como construção de uma unidade de saúde, compra de ambulâncias, pavimentação de vias ou custeio de serviços hospitalares.

Já nas chamadas transferências especiais, conhecidas como "emendas PIX", os recursos são transferidos diretamente ao ente, que define como aplicar o recurso.

Esta modalidade de emenda já foi alvo de operações da Polícia Federal (PF) com o objetivo de apurar uso irregular de recursos públicos.

🔎Essas emendas foram criadas em 2019 e ficaram conhecidas assim pela dificuldade na fiscalização dos recursos, uma vez que os valores são transferidos por parlamentares diretamente para estados ou municípios sem a necessidade de apresentação de projeto, convênio ou justificativa – por isso, não há como fiscalizar qual função o dinheiro terá na ponta.

Após a indicação de quem vai receber a emenda, os ministérios fazem uma análise técnica e avalia aspectos como:

a regularidade do município ou da entidade beneficiada;documentação exigida;impedimentos técnicos;compatibilidade da emenda com o projeto proposto para sua aplicação.

O próximo passo é celebrar convênios ou outros instrumentos de transferência para permitir a correta aplicação da verba.

É nesta fase que o município ou entidade apresenta um plano de trabalho com o cronograma para a execução das verbas, metas e estimativas de custos.

Depois de avaliados os critérios e a documentação regularizada, a emenda é empenhada. Essa é a primeira fase da execução da despesa no Orçamento.

O empenho é uma espécie de “reserva” do recurso. É quando o governo assume formalmente o compromisso de efetuar aquele gasto.

💵Após o empenho e a fase da liquidação, que avalia o cumprimento das condições exigidas, ocorre a transferência dos recursos. Nos convênios tradicionais, o pagamento costuma ocorrer em parcelas, de acordo com o andamento do projeto.

💸Nas transferências especiais, os valores são depositados diretamente na conta do estado ou município beneficiado.

📃Encerrada a execução, o município precisa demonstrar como os recursos foram utilizados. A prestação de contas inclui documentação financeira, comprovação das despesas realizadas e evidências do cumprimento das metas estabelecidas.

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Quanto ganha o campeão da Copa do Mundo 2026? Veja premiação

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 19/07/2026 00:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%MoedasDólar ComercialR$ 5,1140,29%Dólar TurismoR$ 5,3220,31%Euro ComercialR$ 5,8480,26%Euro TurismoR$ 6,0980,27%B3Ibovespa173.825 pts-1,24%Oferecido por

Neste domingo acontece a grande final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina. Para além do prestígio de atingir o degrau mais alto do futebol mundial e entrar para a história, espanhóis e argentinos também estarão disputando uma premiação milionária.

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A Fifa distribui valores progressivos de acordo com a campanha de cada seleção no Mundial, com as equipes que avançam às fases decisivas acumulando quantias cada vez maiores. O campeão da Copa do Mundo de 2026 receberá US$ 51,5 milhões (cerca de R$ 263,5 milhões), a maior premiação da competição.

Já o vice-campeão ficará com US$ 34,5 milhões (R$ 176,5 milhões). A disputa pelo terceiro lugar também vale cifras expressivas: o vencedor do duelo entre França e Inglaterra receberá US$ 30,5 milhões (R$ 156 milhões), enquanto o quarto colocado embolsará US$ 28,5 milhões (R$ 146 milhões).

Antes mesmo da decisão, as seleções eliminadas nas quartas de final já haviam garantido os maiores valores entre os times que não chegaram às semifinais. Noruega, Bélgica, Marrocos e Suíça receberam US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões) cada pela campanha no torneio.

As equipes que se despediram nas oitavas de final ficaram com US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões). Foi o caso do Brasil, eliminado pela Noruega por 2 a 1, além de Paraguai, Egito, Canadá, Portugal, Estados Unidos, Colômbia e México.

Nas fases anteriores, a Fifa pagou US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões) para as seleções eliminadas nos 16 avos de final e US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões) para aquelas que não conseguiram avançar da fase de grupos.

Dessa forma, além da taça e da chance de eternizar seus nomes na história do futebol, Espanha e Argentina entram em campo sabendo que o título mundial também representa a maior recompensa financeira oferecida pela Fifa na competição.

1 – US$ 51,5 milhões (R$ 263,5 milhões)2 – US$ 34,5 milhões (R$ 176,5 milhões)3 – US$ 30,5 milhões (R$ 156 milhões)4 – US$ 28,5 milhões (R$ 146 milhões)

5 – Noruega – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)6 – Bélgica – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)7 – Marrocos – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)7 (empate) – Suíça – US$ 20,5 milhões (R$ 105 milhões)

9 – México – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)10 – Colômbia – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)11 – Brasil – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)12 – EUA – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)13 – Portugal – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)14 – Canadá – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)15 – Egito – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)16 – Paraguai – US$ 16,5 milhões (R$ 84 milhões)

17 – Holanda – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)18 – Alemanha – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)19 – Costa do Marfim – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)20 – Croácia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)21 – Japão – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)22 – Austrália – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)23 – RD Congo – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)24 – Gana – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)25 – Equador – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)25 (empate) – África do Sul – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)27 – Suécia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)28 – Áustria – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)29 – Bósnia e Herzegovina – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)30 – Argélia – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)31 – Senegal – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)32 – Cabo Verde – US$ 12,5 milhões (R$ 64 milhões)

33 – Irã – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)34 – Coreia do Sul – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)35 – Turquia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)36 – Escócia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)37 – Uruguai – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)38 – Arábia Saudita – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)39 – República Tcheca – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)40 – Nova Zelândia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)41 – Qatar – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)42 – Curaçao – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)43 – Panamá – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)44 – Jordânia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)45 – Haiti – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)46 – Uzbequistão – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)47 – Tunísia – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)48 – Iraque – US$ 10,5 milhões (R$ 54 milhões)

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Por que estrangeiros estão comprando tantos imóveis no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 18/07/2026 16:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3170,23%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0970,24%B3Ibovespa173.714 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3170,23%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0970,24%B3Ibovespa173.714 pts-0,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,1110,25%Dólar TurismoR$ 5,3170,23%Euro ComercialR$ 5,8480,27%Euro TurismoR$ 6,0970,24%B3Ibovespa173.714 pts-0,06%Oferecido por

O Brasil "estar na moda" já tem reflexos no mercado imobiliário do país. Regiões como a Zona Sul do Rio de Janeiro e o litoral de Santa Catarina registram têm registrado um aumento robusto na busca de imóveis por estrangeiros nos últimos anos.

O interesse vai além de uma mera busca por um lugar onde se hospedar e tem sido encarado por vários compradores como um investimento. Mas o fenômeno também tem gerado efeitos indesejados, ajudando a alimentar uma alta do preço de aluguéis, o que deve elevar a pressão por regulações.

Em 2025, o Brasil registrou um recorde de 9,2 milhões de visitantes estrangeiros. E os cinco primeiros meses de 2026 já somaram 4,9 milhões.

Em cidades como Rio de Janeiro e Florianópolis, o período foi marcado por uma maior busca de imóveis por profissionais trabalhando em home office e os chamados nômades digitais. No caso carioca, a prefeitura local chegou a lançar em 2021 um programa visando atrair esse tipo de profissional.

"Os avanços nas vendas são identificados principalmente nos imóveis compactos recém-lançados. Em Ipanema e no Leblon, pesquisas mostram que 30% dessas unidades foram comercializadas para estrangeiros", afirma o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Claudio Hermolin.

O diretor regional de relações internacionais do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC), Marco Aurélio Lievore, apontou que, num levantamento de uma imobiliária em Florianópolis, 83% das vendas foram para clientes argentinos buscando apartamentos na planta.

"Os empreendimentos buscados em sua grande maioria são estúdios. Há muitos estrangeiros que passam férias aqui e depois vem procurar um lugar para morar ou investir", conta.

Entre as nacionalidades, americanos e argentinos se destacam entre os investimentos. Europeus de uma série de países, como França e Suíça, aparecem também entre os principais compradores, enquanto há registro ainda de um interesse crescente de cidadãos dos Emirados Árabes Unidos.

Plataformas também tornaram mais atrativa a ideia de comprar um imóvel em outro país e obter renda à distância. Além disso, empresas vêm focando na oferta de serviços para o público externo, como na gestão destas propriedades.

A Lobie, empresa especializada na área, aponta que a participação de estrangeiros em sua carteira passou de cerca de 2% para 18% em três anos. Hoje, a companhia administra aproximadamente 1.620 estúdios de investidores de fora do Brasil.

"A vantagem desse tipo de imóvel para o comprador estrangeiro é a atratividade da cidade: ele pode utilizá-lo em períodos de férias e grandes eventos e, quando não for utilizado pelo próprio comprador, é um imóvel de grande procura", aponta Hermolin. "A receita obtida certamente paga a manutenção e deixa algum lucro", afirma.

Em países como a Argentina, imóveis são normalmente negociados em dólar, o que torna transações em reais no Brasil mais atrativas. Além disso, o diretor aponta grande potencial de valorização do mercado brasileiro, especialmente quando em comparação com regiões litorâneas mais saturadas no mundo, como Miami, nos Estados Unidos, e o Algarve, em Portugal.

Há ainda a facilidade nos trâmites na comparação com outros países. "O Brasil é um país fácil de conseguir residência, é algo que ajuda muito", aponta Lievore. No caso catarinense, ele aponta um fluxo recente de russos, que se intensificou após a guerra na Ucrânia, e que visam especialmente obter um passaporte brasileiro.

Uma resolução do Conselho Nacional de Imigração (CNIg) permite aos estrangeiros que comprarem imóveis no Brasil solicitar autorização de residência. Pessoas físicas devem comprar um imóvel no valor mínimo de R$ 1 milhão e com recursos próprios de origem externa.

O mercado brasileiro também já é o terceiro do mundo com mais anúncios de Airbnb, atrás somente de Estados Unidos e França, mas com um dos crescimentos mais acelerados nos últimos anos.

Desde 2022, cidades como Rio de Janeiro e Florianópolis tiveram suas ofertas de anúncios mais do que dobradas no Airbnb. No caso carioca, a plataforma AirDNA registra mais de 60 mil, enquanto a capital catarinense conta com 36 mil. Como comparação, em Barcelona, onde a modalidade será proibida a partir de 2028 pelos efeitos negativos no mercado imobiliário local, existem 26 mil anúncios.

"O Brasil vem registrando um crescimento nos anúncios acima do resto do mundo", resume Sofia Morais de Sousa, executiva de contas do AirDNA. Além dos municípios citados, São Paulo também se destaca em números absolutos, com mais de 61 mil anúncios.

Cidades no litoral catarinense exibem números comparativamente mais robustos. O AirDNA registra mais de 10 mil anúncios em Bombinhas, no Estado de Santa Catarina, que tem uma população de cerca de 25 mil habitantes.

Num levantamento publicado este ano, a plataforma Inside Airbnb listou a cidade no topo do ranking de concentração de anúncios no Brasil, com 210,3 por km2. Em seguida vem Balneário Camboriú, com 138,8 por km2 e mais de 10 mil anúncios ativos.

Neste caso, a região vem ainda se notabilizando pelos lançamentos de luxo, que são outra fonte de atração de estrangeiros. Segundo a construtora do Senna Tower, projeto que planejado para ser o prédio residencial mais alto do mundo, 16% dos apartamentos já vendidos foram para estrangeiros.

Há certa mudança no perfil dos turistas no país. Em 2021, o AirDNA registrava menos de 10% de estrangeiros como hóspedes no Brasil. No último ano, o número ficou acima de 20%. Ainda assim, segue bem diferente da Europa, onde o mercado doméstico costuma ser menos relevante. No caso da Espanha, 80% dos hóspedes são estrangeiros na plataforma, enquanto na Alemanha essa porcentagem é de 45%.

Ao redor do mundo, os efeitos do avanço das estadas de curta temporada vêm sendo acompanhados por pressões regulatórias. Além de impactos negativos nos preços dos aluguéis de longo prazo para habitantes locais, vizinhos costumam questionar mudanças no ambiente dos condomínios, incluindo hóspedes que não cumprem regras de convivência.

Em maio, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a locação de imóveis residenciais em condomínios para estadias depende de autorização em assembleia com aprovação de pelo menos dois terços dos condôminos.

Por sua vez, a medida não é vista como suficiente para alterar o cenário da pressão imobiliária. Moradores já apontam aumento no custo dos aluguéis em certas cidades, como no caso de Florianópolis, que teve alta de 9% no último ano. "É o momento de entender o que está acontecendo, e a pressão no aluguel muda essa percepção", aponta Aline Cruviel, diretora de pesquisa e comunidade no Inside Airbnb.

"O discurso geral é de que é uma oportunidade de renda extra aos proprietários, mas na prática é um grupo restrito que consegue gerar renda, enquanto o todo acaba pagando os custos com a alta do aluguel", aponta. Cruviel destaca ainda empresas estrangeiras que observaram o mercado da América Latina como uma possiblidade de investimento.

Um destes casos é o da multinacional Blueground, que anuncia mais de 20 mil propriedades ao redor do mundo. No Brasil, a empresa adquiriu em 2023 a Tabas, que oferta aluguéis de curta temporada voltados principalmente para estrangeiros em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo.

Na avaliação de Cruviel, "há uma postura de autoridades de atração de investimentos, mas que não se avalia muito o outro lado e as consequências disso".

"A tendência é de regulamentos, especialmente quando os aluguéis começam a subir", aponta Morais de Sousa. Ao redor do mundo, medidas como a limitação de número de moradias disponíveis para aluguel de curta duração em certas regiões vêm sendo tomadas.

Em Nova York, parte das regulamentações visa limitar a concentração de muitas hospedagens com os mesmos anunciantes, algo que avança no Brasil. A Seazone, empresa que atua como uma das maiores anfitriãs do Airbnb no país, divulga que possui mais de 3600 imóveis.

Pelo lado das compras por estrangeiros, o Canadá baniu em 2023 a aquisição de propriedades no país por cidadãos de outras nacionalidades por dois anos, medida que foi renovada em 2025 e deve vigorar até 2027. "Durante anos, o capital estrangeiro tem entrado no Canadá para comprar imóveis residenciais, aumentando as preocupações com a acessibilidade à habitação", argumentou o governo.

Em sentido semelhante, a Espanha avalia restrições que, nestes casos, se aplicariam a cidadãos de fora da União Europeia. Uma proposta é a imposição de impostos de até 100% nestas transações. Em Portugal, o chamado "visto de ouro" para estrangeiros que comprassem imóveis no país esteve em vigor por anos visando abrir portas para residência, no entanto, o programa foi limitado em 2023 em razão das pressões no mercado imobiliário.

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