RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Pix ameaçado? O que é investigação do governo Trump sobre práticas comerciais no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 07:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

Lula anunciou acordo no mês passado para negociar impasse sobre tarifas e investigação comercial americana — Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

Menos de um mês após os governos de Brasil e Estados Unidos terem chegado a um acordo para negociar um impasse envolvendo tarifas e uma investigação comercial americana, existe a expectativa de que a Casa Branca anuncie medidas que rompam esse acordo.

Segundo fontes ouvidas pela BBC News Brasil, o governo dos EUA estaria próximo de anunciar o resultado de uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado — na qual acusa o governo brasileiro de uma série de práticas comerciais desleais. As acusações serviram como base para o governo americano adotar uma série de tarifas contra produtos brasileiros.

Entre as acusações dos americanos estão tarifas preferenciais e injustas, proteção inadequada dos direitos de propriedade intelectual, falta de combate ao desmatamento ilegal e práticas que prejudicam a competitividade das empresas no setor de comércio digital e serviços de pagamento.

O amplo pacote de acusações vai de reclamações sobre o Pix, sistema de pagamentos do Banco Central, até queixas sobre o desmatamento ilegal.

No mês passado, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump discutiram o tema em reunião de mais de três horas na Casa Branca.

Após o encontro, Lula disse que equipes dos dois governos deveriam fechar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e a investigação comercial aberta pelos americanos contra o Brasil. Segundo Lula, os dois presidentes receberiam uma nova proposta para encerrar as desavenças em 30 dias — prazo que se encerraria no próximo domingo (07/06).

"Eu falei assim: 'Vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço [do Ministério] da Indústria e Comércio do Brasil, junto com o teu ministro do Comércio, sentem em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder bater o martelo'", disse Lula a jornalistas logo após o encontro.

Na semana passada, os governos dos EUA e Brasil voltaram a entrar em atrito após o governo americano anunciar que passará a classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A medida foi anunciada por Trump dois dias após um encontro no Salão Oval com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — pré-candidato à Presidência nas eleições de outubro e rival de Lula.

"Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula, sobre a decisão americana.

Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil na época em que a investigação foi lançada, a visão geral era a de que a investigação tem caráter político e de proteção a empresas americanas, ao mesmo tempo em que traz muitas alegações que são contraditórias e imprecisas — embora algumas das acusações comerciais façam sentido.

"Para mim é claro que o governo Trump está tentando dar motivação econômica para que as tarifas impostas contra o Brasil não sejam ilegais", disse na época Guilherme Klein Martins, professor da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

Segundo o economista, os argumentos apresentados pelo presidente americano na carta em que anunciou oficialmente a imposição da taxa de 50% às exportações brasileiras mostram claramente que seu descontentamento é com o fato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ter se tornado réu na ação que apura a tentativa de golpe de Estado e com outras decisões do Judiciário brasileiro. Bolsonaro acabou condenado em setembro do ano passado e está atualmente cumprindo pena de 27 anos, em prisão domiciliar.

A motivação puramente política, porém, "poderia gerar um problema interno nos Estados Unidos", diz Klein.

Lula disse na semana passada que Brasil não aceita "ser tratado como moleque", após anúncio da Casa Branca sobre classificação de facções criminosas como organizações terroristas — Foto: Ricardo Stuckert / PR

Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior dos primeiros governos Lula, afirma que o descontentamento americano com algumas das políticas comerciais brasileiras já existia há anos, mas foram usados no contexto atual para justificar uma investigação nos termos da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

Esse trecho da legislação americana permite que o USTR realize apurações sobre práticas que supostamente prejudicam o comércio internacional americano e determine se há ou não irregularidades. A intenção é punir ações consideradas discriminatórias contra empresas americanas com sanções aos países-alvo.

"A relevância econômica de algumas dessas reclamações é muito pequena e boa parte, se não a maior parte delas, não têm justificativa fática nenhuma", afirma Barral.

Ainda segundo o especialista em comércio exterior, Trump já argumentou no passado que as tarifas anunciadas por seu governo nos últimos meses contra diversos países seriam uma tentativa de combater o déficit comercial dos EUA com essas nações. No caso brasileiro, porém, a balança comercial é positiva para os americanos.

"Usar a seção 301 é uma forma dos EUA se garantirem ao aplicar essas tarifas contra o Brasil", diz.

No documento divulgado pelo USTR sobre a investigação comercial, uma das áreas apontadas como foco da apuração é a de mídia social e serviços de pagamento eletrônico.

Segundo o órgão, existem evidências de que o Brasil se envolve em diferentes "atos, políticas e práticas que podem prejudicar a competitividade das empresas norte-americanas envolvidas em comércio digital e serviços de pagamento eletrônico" no país.

O USTR cita um julgamento do STF sobre regulamentação das plataformas digitais no país como um exemplo.

Segundo a instituição, a corte votou para "tornar as empresas de redes sociais responsáveis por postagens ilegais de seus usuários, mesmo na ausência de uma ordem judicial para remover esse conteúdo". A mudança descrita se refere ao recurso julgado pelo STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet.

O trecho original da lei previa que as plataformas digitais só seriam responsabilizadas por danos causados por conteúdos ofensivos se, depois de uma ordem judicial específica, não tomassem providências para retirar o material do ar.

A nova decisão da corte não invalidou totalmente esse entendimento, mas definiu que em casos de crimes, atos ilícitos e contas inautênticas (criadas por robôs, por exemplo), as empresas de mídia social se tornam responsáveis se, após serem notificadas extrajudicialmente (pela vítima ou advogado), não removerem o conteúdo e a Justiça considerar o material ofensivo posteriormente.

STF decidiu que as empresas de mídia social podem ser responsabilizadas por conteúdos criminosos postados por terceiros — Foto: Getty Images via BBC

Mas em outros tipos de infração, como nos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), ainda é necessária uma ordem judicial para retirar o conteúdo do ar.

O USTR também afirma em seus documentos que a Justiça brasileira teria emitido "ordens secretas" instruindo companhias de mídia social americanas a "censurar centenas de postagens e retirar dezenas de críticos políticos, incluindo cidadãos dos EUA, de suas plataformas por discursos legais em solo americano".

A afirmação é uma referência à determinação do ministro Alexandre de Moraes para bloqueio de diversos perfis em redes sociais administrados por usuários acusados de atentar contra a democracia brasileira e o processo eleitoral, levando à invasão, em 8 de janeiro de 2023, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.

Para Bruna Martins dos Santos, gerente de políticas e advocacia da Witness, organização internacional sem fins lucrativos focada em tecnologia e direitos humanos, a União Europeia (UE) também enfrentou problemas semelhantes, quando o bloco também foi pressionado pelo governo Trump por suas regras digitais.

Desde que assumiu a Casa Branca pela segunda vez, o republicano repete que a regulação das big techs pela União Europeia é uma manobra para enfraquecer os negócios americanos nos 27 países do bloco.

"Vivemos em um momento de exportação de agenda doméstica dos EUA, de uma extrema proteção da atuação de empresas privadas e de relativização de obrigações que foram colocadas ao redor do mundo em torno da atuação desses atores", afirma Santos.

"Por isso mesmo esses os argumentos [apresentados na investigação] não têm sentido", opina. "Diversos países ao redor do mundo, enquanto nações soberanas, dedicaram anos à elaboração de regulações em torno do ambiente digital e de serviços digitais."

Ainda segundo a especialista, não houve censura na decisão judicial que determinou a retirada de postagens do ar e suspensão de contas nas redes sociais. Para Santos, os alvos das determinações eram reincidentes, possuíam seguidores fiéis envolvidos em incitação de violência e ameaçaram o próprio STF e seus ministros, levando à tomada de ações mais drásticas.

Ainda na área digital, o governo americano também colocou o Pix em sua mira, acusando o sistema de pagamentos desenvolvido pelo Banco Central de ser uma prática desleal, que prejudicaria empresas americanas que atuam no setor.

"O Brasil também parece envolver-se em uma série de práticas desleais em relação aos serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a promover seu serviço de pagamento eletrônico desenvolvido pelo governo", diz um trecho do documento que não elenca a quais práticas supostamente ilegais ele se refere.

Pix foi lançado em 2020 e entrou na mira de uma investigação do governo americano — Foto: Getty Images via BBC

Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a inclusão do Pix na investigação seria uma forma de proteger as big techs e serviços de pagamentos americanos, como Whatsapp Pay, Apple Pay e Google Pay.

"Estamos falando aqui de uma competição tecnológica, onde os EUA visam tirar qualquer tipo de tecnologia que possa oferecer algum tipo de inovação e que não esteja sendo gerida dentro do próprio país ou que não esteja sob controle dos EUA", diz Bruna Martins dos Santos.

"A gente sabe que o Pix é um método de pagamento extremamente inovador e relevante para o contexto brasileiro, com grandes níveis de adesão. De nenhuma maneira ele deveria ser visto como uma prática desleal de serviço de pagamento eletrônico."

E segundo Welber Barral, o argumento de que, por ser ligado ao Banco Central, o método de pagamento gera uma concorrência desleal, não é apropriado.

Segundo o ex-secretário, a Organização Mundial do Comércio (OMC) permite em suas normas que empresas públicas atuem em setores em que há falhas de mercado. "Temos uma população desbancarizada muito grande no Brasil. O Pix foi também uma forma de integrar essas pessoas no mercado financeiro", diz.

Além disso, afirma Barral, os EUA também possuem empresas públicas atuando para suprir falhas de mercado. "É o caso, por exemplo, do Serviço Postal dos Estados Unidos, que atua na área de correio. Mas isso não quer dizer que a UPS [empresa privada de transporte e logística] possa processar o governo americano", diz.

"E o Pix não proíbe a concorrência, quem quiser pode usar Apple Pay, PayPal, etc. Não há nenhuma proibição de concorrência."

O Escritório do Representante Comercial dos EUA também acusa o Brasil de reduzir tarifas de forma "injusta e preferencial" ao firmar acordos comerciais preferenciais de escopo parcial com parceiros comerciais globalmente competitivos, ao mesmo tempo em que aplica tarifas mais altas às importações americanas.

O órgão americano cita especialmente a Índia e o México como países que se beneficiariam dessas tarifas preferenciais.

"Este tratamento preferencial aplica-se a centenas de produtos em vários setores, como produtos agrícolas, veículos automotores e peças, minerais, produtos químicos e máquinas", diz o USTR.

Segundo o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral, o Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o México, focado nos setores automobilístico e químico.

Também existe, no âmbito do Mercosul, um tratado com a Índia. Em vigor desde 2009, ele prevê preferências tarifárias para 450 linhas tarifárias de cada lado.

Barral explica que, com essas tarifas preferenciais, produtos comprados do mesmo fabricante, mas originários de países distintos, podem ser taxados de forma totalmente diferente.

"Uma empresa como a Ford, por exemplo, tem fábricas tanto no México como nos Estados Unidos. Para exportar um modelo de carro para o Brasil, pode pagar tarifa zero se vier do México, e de 35% se vier dos Estados Unidos. É uma diferença grande", diz.

Produção de carros no México: Brasil tem, de fato, um acordo parcial com o país, focado nos setores automobilístico e químico — Foto: Getty Images via BBC

Outro ponto levantado pelo governo americano diz respeito ao combate à corrupção e à ideia de que empresas americanas poderiam estar em desvantagem em um ambiente com pouca transparência.

"As evidências indicam que a falta de aplicação de medidas anticorrupção e a falta de transparência no Brasil podem prejudicar empresas americanas envolvidas em comércio e investimentos no Brasil e levantam preocupações em relação às normas relativas ao combate ao suborno e à corrupção", diz a USTR.

O órgão ainda cita um protocolo de entendimento para comércio e cooperação econômica assinado por Brasil e Estados Unidos, assinado em 2021, que estabelece, entre outras coisas, que os dois países buscariam promover medidas anticorrupção.

Em 2024, o Brasil registrou sua pior nota e pior colocação na série histórica do Índice de Percepção da Corrupção da organização Transparência Internacional, considerado um dos principais indicadores de corrupção do mundo.

Segundo a organização, o Brasil estaria falhando em reverter a trajetória "de desmonte da luta contra a corrupção", levando a um "processo de captura do Estado pela corrupção" evidente principalmente por conta da presença "cada vez maior e explícita" do crime organizado nas instituições estatais.

Para Welber Barral, a ideia defendida pelos EUA em suas alegações "não está totalmente errada". O especialista afirma, porém, que a corrupção no Brasil não é uma questão que será resolvida com a aplicação de tarifas por Washington.

Os EUA ainda se queixam sobre o Brasil se envolver "em uma variedade de atos, políticas e práticas que aparentemente negam proteção e aplicação adequadas e eficazes dos direitos de propriedade intelectual".

O país se baseia principalmente na alegação de que o governo brasileiro estaria falhando em combater a venda de produtos falsificados e a pirataria em áreas como streamings e jogos eletrônicos.

O USTR cita também a rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, para criticar as supostas falhas na proteção e aplicação adequada e efetiva dos direitos de propriedade intelectual.

"O impacto da atual pendência média de pedidos de patente de quase 7 anos (e 9,5 anos para patentes farmacêuticas concedidas entre 2020 e 2024) é reduzir o prazo da patente", diz o órgão comercial americano.

Rua 25 de Março, tradicional polo de comércio popular no centro de São Paulo, também entrou na mira da investigação — Foto: Getty Images via BBC

Para Guilherme Klein Martins, da Universidade de Leeds, a inclusão das queixas sobre pirataria "servem muito mais como uma desculpa do que um fato" para sustentar as tarifas e a investigação.

"Pirataria e comércio ilegal são um problema do mundo inteiro, não apenas do Brasil", diz.

Um relatório de 2025 elaborado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sobre as tendências em torno da pirataria identifica China, Bangladesh, Líbano, Síria e Turquia como as principais fontes desses produtos ilícitos.

Sobre a demora para a análise dos pedidos de patentes, o vice-presidente Geraldo Alckmin — que no ano passado ocupava o ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços — afirmou que o Brasil estava se esforçando para se adequar ao padrão internacional.

No Brasil, o responsável pela concessão das patentes é o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O órgão tem sido alvo de críticas e reclamações nos últimos anos. Titulares de invenções passaram a ir ao Judiciário para, caso a caso, buscar uma recomposição de prazo quando ficam anos esperando a decisão do órgão.

Em maio de 2021, o STF declarou inconstitucional o parágrafo único do artigo 40 da Lei de Propriedade Industrial (LPI), que previa prazo mínimo de patentes de 10 anos da concessão, para compensar demora na análise do pedido de patente superior a 10 anos da data do depósito.

"O INPI estava levando sete anos para registrar uma patente. Nós reduzimos para seis, para cinco, para quatro. No final do ano deve chegar a três. E o ano que vem, dois anos, que é o padrão internacional", disse Alckmin no ano passado, após as alegações americanas.

Welber Barral afirma ainda que, apesar da demora ser uma realidade, não há discriminação contra os EUA, o que torna a queixa ilógica. "Um inventor brasileiro ou uma empresa suíça também passam por esse problema. Não é algo direcionado contra os EUA", diz.

Segundo o USTR, o Brasil abandonou o tratamento recíproco e virtualmente livre de impostos para o etanol, que promovia o comércio bilateral, e impôs tarifas de importação íngremes e injustas sobre o etanol dos EUA.

O órgão comercial americano diz também que as exportações de etanol dos EUA para o Brasil caíram significativamente devido a essas tarifas, indicando uma desvantagem considerável para os produtores norte-americanos.

"Essa é uma reclamação americana de muito tempo. Já houve muitas negociações, implementação de cota e postergação das decisões", diz Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior.

Segundo o especialista, as taxas do Brasil ao etanol americano são, de fato, muito mais elevadas do que as encontradas pelos produtores brasileiros nos EUA. E a principal razão para isso, diz, é a necessidade de proteger as usinas no nordeste do país.

"Entra muito etanol americano na região, onde a produção é menos eficiente do que nos EUA", explica.

As importações do biocombustível americano estão sujeitas a uma tarifa de 18%, que é comum para todos os países membros do Mercosul. Já os EUA impõem atualmente uma tarifa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro.

Durante as negociações, o Brasil chegou a propor que os EUA aumentassem a cota de importação de açúcar brasileiro para o país em troca de uma redução das tarifas ao etanol, de forma a recompensar os produtores brasileiros que fazem o etanol a partir da cana-de-açúcar. Mas o plano nunca foi considerado por Washington.

"Os EUA estão exigindo unilateralmente que o Brasil reduza a tarifa sem sequer responder à proposta brasileira", diz Barral.

Importações de etanol americano estão sujeitas à tarifa de 18% no Mercosul. Já os EUA impõem taxa de 2,5% sobre as importações de etanol brasileiro — Foto: Getty Images via BBC

Especialistas afirmam ainda que o etanol americano é resultado de uma produção viabilizada por subsídios ao milho, prática que influencia diretamente o preço do combustível.

Para alguns, portanto, a tarifa aplicada pelo Brasil ao etanol americano serviria como um mecanismo de defesa comercial.

"O Brasil também poderia alegar que se sente injustiçado porque o etanol nos EUA é produzido de uma maneira cheia de subsídios", avalia o economista Guilherme Klein Martins. "Isso abre espaço para uma discussão mais ampla sobre o que é uma tarifa justa ou injusta."

Os EUA também se queixam de que o Brasil não consegue aplicar suas próprias leis contra o desmatamento, prejudicando produtores agrícolas e de madeira americanos.

"A conversão de terras desmatadas ilegalmente para a produção agrícola proporciona uma vantagem competitiva injusta às exportações agrícolas, reduzindo custos e expandindo a disponibilidade de insumos agrícolas", alega o governo de Donald Trump, que ainda aponta o Brasil como grande concorrente dos EUA nas vendas globais de produtos agrícolas, "incluindo carne bovina, milho e soja".

O documento inicial da investigação comercial reconhece que "as taxas de desmatamento diminuíram nos últimos anos" no país, mas afirma que o patamar atual ainda é alto.

O Relatório Anual do Desmatamento (RAD 2024) do MapBiomas, divulgado em maio deste ano, revelou uma redução de 32,4% na área desmatada no Brasil em 2024 em comparação com 2023.

A área total desmatada no acumulado dos últimos seis anos (2019-2024), porém, atinge a marca alarmante de 9.880.551 hectares, uma área comparável ao tamanho da Coreia do Sul.

Para o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini, o combate ao desmatamento no país tem se mostrado instável ao longo dos últimos anos, a depender do governo. O especialista faz críticas contundentes às políticas ambientais do governo de Jair Bolsonaro, que segundo ele "era omisso em relação à questão" e "impulsionou o crime ambiental".

Segundo governo americano, dificuldade do Brasil em combater o desmatamento prejudica produtores agrícolas e de madeira americanos — Foto: Getty Images via BBC

"E Donald Trump, em seu primeiro mandato, manteve relações estreitas e de apoio com o governo Bolsonaro", aponta Astrini, que vê as acusações americanas neste momento como uma demonstração de hipocrisia.

O secretário do Observatório do Clima afirma ainda que a gestão do republicano abandonou qualquer tipo de ajuda ao controle do desmatamento na Amazônia, ao contrário de outros presidentes americanos, e que a forma como o tema está sendo tratado nesse momento pode ser entendida como uma ameaça à soberania.

"O combate ao desmatamento deve ser realizado única e exclusivamente pelo governo brasileiro de forma autônoma. Ajudas externas são bem-vindas, mas elas não devem ameaçar a soberania brasileira", opina ainda o especialista.

Para Guilherme Klein, da Universidade de Leeds, as alegações sobre desmatamento são as que mais poderiam fazer sentido entre todas apresentadas pelo USTR.

Segundo ele, aumentar tarifas de importação ou restringir a importação com base em deflorestamento ou emissões de carbono é uma tendência, com, por exemplo, a implementação de mecanismos pela União Europeia.

O chamado Mecanismo de Ajustamento de Carbono nas Fronteiras (CBAM) da UE estabelece um preço para o carbono emitido durante a produção de bens com elevado teor de carbono importados para o bloco.

O economista afirma, porém, que essas taxações ocorrem de maneira muito diferente da adotada pelos EUA com o Brasil. "Não cabe como justificativa para aumentar em 50% a tarifa de todas as importações", diz. "Está muito fora do tom."

'Tensão' sobre tarifas e surpresa em terras raras: os bastidores da reunião entre Lula e Trump na Casa BrancaGoverno Trump classifica CV e PCC como terroristas e Flávio Bolsonaro comemora: 'Grande dia''Crise de quê?': Flávio Bolsonaro aposta em Trump e debate sobre facções contra desgaste do caso Master

Há 2 horas Fantástico América do SulUltraconservador e esquerdista disputarão o 2º turno na Colômbia

Há 2 horas Mundo Atual presidente, Petro diz que não aceita contagem inicial de votosHá 2 horasSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

Há 11 horas Fantástico ‘Chocada’Ex de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 9 minutos Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: morte do jovem acende alertaHá 9 minutosPerdeu o Fantástico? Assista às reportagens

Há 43 minutos Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: o acordo político e o futuro da proposta do fim da escala 6×1

Há 5 horas O Assunto ‘Não mudei de opinião’Haddad defende a ‘taxa das blusinhas’ mesmo após recuo de Lula

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 06:45

Guia de Compras Lazer | Esporte Quanto custam as chuteiras dos jogadores da Seleção Brasileira? Preços vão de R$ 800 a R$ 2.300, mas nem todas as patrocinadoras dos jogadores anunciaram ainda seus modelos oficiais para a Copa de 2026. Por Henrique Martin, g1

As chuteiras podem ser o item mais caro da lista de quem quer montar um uniforme completo de jogador brasileiro na Copa do Mundo de 2026.

Os modelos mais baratos encontrados nas lojas da internet no final de maio saíam a partir de R$ 800 e chegavam até R$ 2.300.

Mas esses valores podem ficar ainda mais altos, já que essas chuteiras não são necessariamente as que os 26 convocados vão usar em campo.

A chuteira Nike Mercurial Vapor 16 Vini Jr, por exemplo, já é considerada um modelo "antigo". Em campo, o atacante vai usar uma nova da linha Elite, ainda indisponível no Brasil.

Casemiro, Raphinha e Luiz Henrique durante a goleada do Brasil por 6 a 2 contra o Panamá — Foto: Mauro Pimentel/AFP

Algumas fabricantes, como Adidas e Nike, ainda devem anunciar suas "coleções 2026" para a Copa nos próximos dias, o que pode deixar esses valores ainda maiores.

Apenas quatro marcas dominam os pés dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol: Nike (11 jogadores), Adidas (8), Puma (4) e New Balance (1).

No levantamento feito pelo Guia de Compras com os fabricantes, apenas dois atletas estão sem patrocínio de chuteiras. Por fotos em redes sociais, deu para perceber que Ibañez usa produtos da Adidas, e Igor Thiago, da Nike.

Veja a seguir as chuteiras usadas pelos convocados e alguns dos modelos disponíveis nas lojas on-line.

Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. 

Há 6 anos São Paulo São PauloMais de 50 PMs são presos por ameaça e lesão corporal em 3 anos em SP

Há 6 anos Economia 19 de fevereiro, quarta-feiraO que você precisa saber para começar o dia bem-informado

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Limpa-nome: esquema de fraude milionário envolve endereços fantasmas e até juízes

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 06:18

Fantástico Limpa-nome: esquema de fraude milionário envolve endereços fantasmas e até juízes Quase 83 milhões de brasileiros estão endividados, a metade da população adulta do país. E a taxa média de inadimplência atingiu o maior nível desde 2011. Por Fantástico

Uma investigação jornalística revela a "indústria do limpa-nome", esquema que usa liminares judiciais suspeitas para esconder temporariamente as dívidas de consumidores nos órgãos de proteção ao crédito.

Com quase 83 milhões de brasileiros inadimplentes, anúncios facilitados na internet prometem a retirada rápida do registro de restrição sem que as pendências financeiras sejam quitadas.

O esquema funciona por meio de associações de defesa do consumidor que acionam a Justiça para impedir que órgãos como Serasa e SPC divulguem as dívidas existentes.

Inicialmente concentradas em 3 estados do Nordeste em 2023, essas ações judiciais fraudulentas se espalharam para mais 6 estados brasileiros nos últimos 2 anos.

Os anúncios estão por toda parte e prometem limpar o nome de devedores em tempo recorde. Mas a dívida não é cancelada. Ela apenas some temporariamente dos registros dos órgãos de proteção ao crédito. Como isso é possível? Associações de defesa do consumidor, advogados e juízes estão sendo investigados. O esquema envolve a concessão de liminares suspeitas e se chama "indústria do limpa-nome". É o que mostra a reportagem especial de Mauricio Ferraz e Evandro Siqueira.

Uma pesquisa recente mostrou: quase 83 milhões de brasileiros estão endividados, a metade da população adulta do país. E a taxa média de inadimplência atingiu o maior nível desde 2011.

“A gente vai entrar com uma ação judicial. Você vai ter o poder novamente de empréstimo, financiamento, cartão.”

Com tanta gente endividada, anúncios com esse tipo de promessa viralizaram na internet. Mas como isso é possível? E, o principal: é tudo dentro da lei? O Fantástico foi ao Nordeste, uma das regiões que mais concentram ações judiciais coletivas de quem está negativado, em busca de informações sobre a chamada "indústria do limpa-nome".

“No começo, achávamos que era um movimento pontual, mas ele está se voltando quase que a um movimento sistêmico. Significa que ele acaba se replicando”, afirma Elias Sfer, presidente da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito.

As investigações mostram que essa "indústria" depende de associações que dizem defender os direitos dos consumidores. São elas que entram com as ações coletivas exigindo que órgãos de proteção ao crédito, como Serasa e SPC, não divulguem que a pessoa tem dívidas pendentes, que está com o nome sujo. Quando alguém consulta o cadastro, a resposta deve ser que "nada consta", não há nenhuma restrição.

“Um dos principais argumentos ali é de que eles não receberam a comunicação de negativação, que é uma obrigação legal, está no Código de Defesa do Consumidor”, diz o advogado Armin Lohbauer.

Mas as investigações revelam: a grande maioria recebeu, sim, a notificação da dívida e da negativação.

“Não tem fórmula mágica. Não caia nessa cilada de acreditar que uma dívida que realmente existe pode simplesmente ser camuflada e desaparecer da noite para o dia”, afirma André Gomes Netto, presidente da Associação dos Cartórios de Protesto do Brasil.

Limpa-nome: esquema de fraude milionário envolve endereços fantasmas e até juízes — Foto: Fantástico/ Reprodução

Quem aceita a proposta de anúncios como os que mostramos na reportagem tem o nome repassado para uma associação. São várias agindo da mesma forma.

“Havia uma comercialização de listas de nomes que a associação recebia. Inseria essas pessoas, esses nomes como associados para representá-los judicialmente nos processos", afirma Jamile Lemos, promotora de Justiça de PB.

"É uma comercialização de uma liminar. A gente está diante de um processo fraudulento, um processo falso, não autêntico. É um processo fake, feito para ganhar dinheiro”, diz o advogado Armin Lohbauer.

Em 2023, as ações judiciais de limpa-nome se concentravam no Piauí, Paraíba e Pernambuco. Dois anos depois, elas se espalharam para mais seis estados. As liminares – que chegam com frequência aos cartórios de protestos – proíbem a divulgação de que a pessoa está com nome sujo, mas não cancelam as dívidas. Elas continuam existindo até que sejam pagas ou negociadas. A soma das contas atrasadas de quem já se beneficiou dessas liminares dá um valor gigantesco.

“Ao longo de cinco anos, já se chegou a uma marca de aproximadamente R$ 130 bilhões em créditos que foram camuflados. Pessoas que têm dívidas e que estão se apresentando diante do mercado com o nome limpo e, com isso, contraindo novas dívidas", diz André Gomes Netto, presidente da Associação dos Cartórios de Protesto do Brasil.

O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Há 34 minutos Fantástico América do SulUltraconservador e esquerdista disputarão o 2º turno na Colômbia

Há 33 minutos Mundo Atual presidente, Petro diz que não aceita contagem inicial de votosHá 33 minutosSobrevivente de tentativa de feminicídio’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

Há 3 horas Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: o acordo político e o futuro da proposta do fim da escala 6×1

Há 3 horas O Assunto ‘Não mudei de opinião’Haddad defende a ‘taxa das blusinhas’ mesmo após recuo de Lula

Há 13 minutos Economia Rumo à 6ª estrela 🟡🟢Brasil goleia o Panamá em amistoso antes da Copa

Há 10 horas Copa do Mundo Pisantes do hexa 👟Quanto custam as chuteiras dos craques da seleção? Veja modelos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Por que anúncios de bets com Kane e Haaland foram vetados do Instagram: ‘Irresponsáveis’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 03:52

Harry Kane (à esquerda) e Erling Haaland em um jogo do Tottenham contra o Manchester City em 2023 — Foto: PA Media via BBC

A Advertising Standards Authority (ASA) disse que os anúncios, que eram de um site de apostas online, violaram o seu código porque Kane e Haaland têm um "forte apelo junto de menores de 18 anos".

A Oddschecker, que publicou as imagens, afirmou que elas eram "principalmente de natureza editorial, e não anúncios" e que havia configurado a conta para ser acessada apenas por maiores de 18 anos.

No entanto, a ASA disse que existe "um número significativo de crianças que não usam sua data real de nascimento ao se inscreverem" no Instagram.

Funcionário do Google é acusado de usar dados internos para lucrar US$ 1 milhão em site de apostasO que são os sites de 'apostas sobre tudo' que têm irritado bets no Brasil

A ASA investigou os anúncios em questão após uma queixa de um pesquisador da Universidade de Bristol.

Um deles mostrava uma imagem de Kane com a legenda: "Harry Kane é o jogador com mais apostas para vencer a Bola de Ouro em 2026 (32% das apostas)", com um emoji de troféu.

O outro mostrava Haaland e trazia a legenda: "Nas últimas 24 horas, a Noruega vencer a Copa do Mundo de 2026 é a aposta mais feita através do oddschecker."

A Cyan Blue Odds Ltd, empresa que opera a Oddschecker, disse reconhecer que exibir grandes jogadores de futebol pode atrair crianças e que havia configurado a conta para que apenas maiores de 18 anos pudessem visualizá-la.

Argumentou que as postagens não eram publicitárias, mas sim conteúdo “editorial” mais geral, razão pela qual não havia nenhum aviso de idade ou mensagem promovendo o jogo responsável.

A ASA rejeitou a defesa, considerando Kane e Haaland "como apresentando alto risco de forte apelo junto a menores de 18 anos".

Em outra investigação, a ASA concluiu que um outro anúncio no Instagram com um jogador de futebol não violou suas regras.

O anúncio da Betway mostrava uma foto do ex-atacante do Arsenal e agora analista Thierry Henry, mas a ASA disse que é improvável que ele atraia fortemente os menores de 18 anos e, portanto, não violou seu código.

Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês).

Há 8 horas Mundo Atual presidente diz que não aceita contagem inicial das eleiçõesHá 8 horasSobrevivente’Sempre com a faca no meu pescoço’, diz mulher jogada de penhasco por ex

Há 7 horas Fantástico 🎧 PodcastO ASSUNTO: o acordo político e o futuro da proposta do fim da escala 6×1

Há 7 horas Copa do Mundo ‘O gigante acordou’: veja memes da goleada da seleção brasileira Há 7 horasBrasileirão: confira os gols da 18ª rodada do campeonato

Há 3 horas Fantástico Roland Garros 🎾🎾João Fonseca faz história e leva o Brasil às quartas de final após 22 anos

Há 5 horas tênis Veja quanto o brasileiro faturou ao avançarHá 5 horas’Chocada’Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 6 horas Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: Morte do jovem acende alerta sobre anabolizantesHá 6 horasPaciente veio de UgandaFiocruz descarta ebola em homem internado no Rio

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Fim da escala 6×1: o acordo político e o futuro da proposta – O Assunto #1731

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 00:46

Podcasts O Assunto Fim da escala 6×1: o acordo político e o futuro da proposta – O Assunto #1731 O texto foi aprovado por ampla maioria na Câmara dos Deputados e, agora, vai ao Senado Federal – onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, irá pautar nova análise da matéria. Por Natuza Nery — São Paulo

Na noite da última quarta-feira (27), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos a Proposta de Emenda à Constituição que altera a escala de trabalho padrão de 6 dias trabalhados por 1 de folga para 5 por 2 e reduz a carga horária semanal de 44 para 40 horas. Construído a partir de uma PEC apresentada em 2019 e resultado de um acordo costurado entre o presidente Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta, o texto foi aprovado por ampla maioria e, agora, vai ao Senado Federal – onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, irá pautar nova análise da matéria.

Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Ana Flor, que acompanhou de perto os bastidores da construção do consenso em torno da aprovação da PEC. Ana Flor relata também o que ouviu de economistas e setores organizados da sociedade sobre os pontos positivos e negativos da proposta.

O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery.

Comissão da Câmara aprova texto-base da PEC que acaba com escala 6×1: como votaram os deputados e partidosFim da escala 6×1: ministro do Trabalho diz esperar aprovação de PEC no Senado no 1º semestreQuando começa a valer o fim da escala 6×1? Texto da PEC ainda precisa passar pelo SenadoEscala 6×1: entenda por que mudança não garante folgas fixas no sábado e domingoMaria Cristina Fernandes: Fim da escala 6×1 dá um nó no bolsonarismo

O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Há 5 horas Mundo Atual presidente diz que não aceita contagem inicial das eleiçõesHá 5 horasSobrevivente’Sempre com a faca no meu pescoço’, relata mulher jogada de penhasco por ex

Há 4 horas Copa do Mundo ‘O gigante acordou’: veja memes da goleada da seleção brasileira Há 4 horasBrasileirão: confira os gols da 18ª rodada do campeonato

Há 11 minutos Fantástico ‘Chocada’Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 3 horas Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: Morte do jovem acende alerta sobre anabolizantesHá 3 horasEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Quando cai Corpus Christi? Entenda por que a data muda todo ano

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 00:46

Trabalho e Carreira Quando cai Corpus Christi? Entenda por que a data muda todo ano Celebração católica não tem data fixa no calendário e é definida a partir da Páscoa; neste ano, Corpus Christi será celebrado na próxima quinta-feira, 4 de junho. Por Redação g1 — São Paulo

Corpus Christi é uma data móvel da Igreja Católica e, por isso, muda de dia todos os anos. O cálculo também influencia datas como carnaval e Páscoa.

A definição da data leva em conta fatores astronômicos, como as fases da Lua e a posição do Sol, usados para calcular o domingo de Páscoa.

O Corpus Christi é celebrado sempre 60 dias após a Páscoa, enquanto o carnaval acontece 47 dias antes da celebração cristã.

Em 2026, o Corpus Christi cai em 4 de junho, uma quinta-feira. A data é ponto facultativo nacional, mas pode virar feriado local conforme decisão de estados e municípios.

É uma dúvida comum entre quem quer comprar passagens ou programar viagens com antecedência: afinal, quando cai o Corpus Christi neste ano? 🤔

A pergunta faz sentido. A celebração da Igreja Católica é considerada uma “data móvel” — ou seja, não tem um dia fixo no calendário e muda a cada ano.

O mesmo acontece com outras datas religiosas, como o carnaval e a Páscoa. E isso não é coincidência: todas seguem um cálculo definido há séculos, que combina tradição religiosa e até fenômenos astronômicos.

Sim, a conta envolve elementos como as fases da Lua, a posição do Sol e o calendário lunar. Parece complicado, mas dá para entender seguindo um passo a passo.

🕊️ Primeiro, define-se a data da Páscoa: a celebração acontece sempre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio de março. (veja como é feito cálculo)✝️ Depois, basta contar 60 dias a partir do domingo de Páscoa para chegar ao Corpus Christi, celebrado sempre em uma quinta-feira.🎉 O carnaval também depende dessa lógica. A terça-feira de carnaval acontece 47 dias antes da Páscoa — ou, de forma mais precisa, 40 dias antes do Domingo de Ramos, que abre a Semana Santa.

A expressão vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. A data celebra, segundo a tradição católica, a presença de Jesus Cristo na eucaristia — representada pelo pão e pelo vinho.

De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a celebração marca a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”.

Neste ano, o Corpus Christi será celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira. A data é considerada ponto facultativo nacional.

Isso significa que estados e municípios podem transformá-la em feriado religioso por meio de regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso para quem também folga na sexta-feira ou no fim de semana.

Nas cidades onde o Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, ele tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.

Das 27 capitais brasileiras, 20 decretaram Corpus Christi como feriado, quatro adotaram ponto facultativo e três ainda não publicaram decretos sobre o assunto. (veja a lista abaixo)

Aracaju (SE)Belo Horizonte (MG)Boa Vista (RR)Brasília (DF)Campo Grande (MS)Cuiabá (MT)Curitiba (PR)Florianópolis (SC)Fortaleza (CE)Goiânia (GO)Macapá (AP)Maceió (AL)Manaus (AM)Natal (RN)Rio de Janeiro (RJ)Salvador (BA)São Luís (MA)São Paulo (SP)Teresina (PI)Vitória (ES)

Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. Essa medida costuma ser adotada em dias úteis que ficam entre feriados e fins de semana.

No setor privado, como a data é considerada ponto facultativo e não feriado, as empresas não são obrigadas a dispensar seus funcionários.

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).

Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.

7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)2 de novembro, Finados (segunda-feira)15 de novembro, Proclamação da República (domingo)20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)5 de junho (sexta-feira)28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

*Com colaboração de g1 Acre, g1 Alagoas, g1 Amapá, g1 Amazonas, g1 Bahia, g1 Ceará, g1 Distrito Federal, g1 Espírito Santo, g1 Goiás, g1 Maranhão, g1 Mato Grosso, g1 Mato Grosso do Sul, g1 Minas Gerais, g1 Pará, g1 Paraíba, g1 Paraná, g1 Pernambuco, g1 Piauí, g1 Rio de Janeiro, g1 Rio Grande do Norte, g1 Rio Grande do Sul, g1 Rondônia, g1 Roraima, g1 Santa Catarina, g1 São Paulo, g1 Sergipe e g1 Tocantins.

As melhores datas para tirar férias em 2026: veja como emendar feriados e ganhar até seis dias de descansoFeriados de 2026: quase todos caem em dias úteis e viram folga prolongada; veja como aproveitar

Há 5 horas Mundo Atual presidente diz que não aceita contagem inicial das eleiçõesHá 5 horasSobrevivente’Sempre com a faca no meu pescoço’, relata mulher jogada de penhasco por ex

Há 4 horas Copa do Mundo ‘O gigante acordou’: veja memes da goleada da seleção brasileira Há 4 horas’Chocada’Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 2 horas Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: Morte do jovem acende alerta sobre anabolizantesHá 2 horasEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

Há 3 horas Rio de Janeiro Limpeza voluntáriaVeja o antes e depois de casa que acumulou toneladas de lixo por 20 anos

Há 2 horas Fantástico Denúncia anônima’Não era a hora do meu pai’, diz filho de vítima de falso médico

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Bolsa Família 2026: veja calendário de pagamentos em junho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 01/06/2026 00:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa173.787 pts-0,73%Oferecido por

A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de junho do Bolsa Família no dia 17. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo)

O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados.

🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos.

Final do NIS: 1 – pagamento em 17/6Final do NIS: 2 – pagamento em 18/6Final do NIS: 3 – pagamento em 19/6Final do NIS: 4 – pagamento em 22/6Final do NIS: 5 – pagamento em 23/6Final do NIS: 6 – pagamento em 24/6Final do NIS: 7 – pagamento em 25/6Final do NIS: 8 – pagamento em 26/6Final do NIS: 9 – pagamento em 29/6Final do NIS: 0 – pagamento em 30/6

Julho: de 20/7 a 31/7;Agosto: de 18/8 a 31/8;Setembro: de 17/9 a 30/9;Outubro: de 19/10 a 30/10;Novembro: de 16/11 a 30/11;Dezembro: de 10/12 a 23/12.

Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família.

manter crianças e adolescentes na escola;fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes);manter as carteiras de vacinação atualizadas.

O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de:

R$ 150 por criança de até 6 anos;R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos;R$ 50 por bebê de até seis meses.

Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento.

Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada.

Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque.

Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito.

Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

Há 5 horas Mundo Atual presidente diz que não aceita contagem inicial das eleiçõesHá 5 horasSobrevivente’Sempre com a faca no meu pescoço’, relata mulher jogada de penhasco por ex

Há 4 horas Copa do Mundo ‘O gigante acordou’: veja memes da goleada da seleção brasileira Há 4 horasBrasileirão: confira os gols da 18ª rodada do campeonato

Há 11 minutos Fantástico ‘Chocada’Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 3 horas Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: Morte do jovem acende alerta sobre anabolizantesHá 3 horasEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizar

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 01/06/2026 00:46

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEI: perdeu o prazo da declaração anual? Veja como regularizar Prazo para enviar a DASN-SIMEI 2025 terminou no domingo (31). Quem não entregou a declaração deve regularizar a situação o quanto antes para evitar multa e risco de irregularidade no CNPJ. Por Redação g1 — São Paulo

O prazo para os Microempreendedores Individuais (MEIs) entregarem a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) terminou no último domingo (31).

Quem não entregou a declaração no prazo ainda pode regularizar a situação. No entanto, haverá multa de 2% ao mês sobre os tributos devidos, limitada a 20%, com valor mínimo de R$ 50,00.

A DASN-SIMEI reúne informações sobre o faturamento da empresa em 2025, contribuições e, se houver, dados de empregados. Mesmo sem faturamento, o MEI deve realizar a declaração.

O prazo para os Microempreendedores Individuais (MEIs) entregarem a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) terminou no último domingo (31). O envio é obrigatório e deve ser feito anualmente pelo Portal do Empreendedor.

Quem não entregou a declaração no prazo ainda pode regularizar a situação. No entanto, haverá multa de 2% ao mês sobre os tributos devidos, limitada a 20%, com valor mínimo de R$ 50.

Para evitar prejuízos ainda maiores, a orientação é que os empreendedores preencham o formulário on-line o quanto antes. A declaração exige apenas informações como o faturamento anual e a eventual contratação de empregados.

Acessar o Portal do Empreendedor;Entrar na área da “Declaração Anual de Faturamento” do Simples Nacional (DASN-SIMEI);Informar o CNPJ da empresa;Selecionar o ano da declaração em atraso;Preencher o faturamento bruto do período;Informar se houve contratação de empregado;Conferir os dados e enviar a declaração;Emitir o recibo de entrega e o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) da multa por atraso;Pagar a multa dentro do prazo para evitar juros adicionais.

Para facilitar a entrega da declaração, o MEI deve preencher mensalmente o Relatório Mensal das Receitas Brutas com o valor que obteve no mês anterior. Essa também é uma obrigação prevista em lei, segundo o governo federal.

🔎 A DASN-SIMEI reúne informações sobre o faturamento da empresa em 2025, contribuições e, se houver, dados de empregados. Mesmo sem faturamento, o MEI deve realizar a declaração.

A declaração deve ser apresentada anualmente à Receita Federal para informar os rendimentos do MEI e manter o CNPJ regular. O documento comprova que a empresa está operando dentro das regras do regime, cujo limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano.

O não preenchimento pode gerar multas e até o cancelamento do CNPJ. O MEI também pode ter o registro cancelado definitivamente caso fique dois anos sem pagar as contribuições mensais obrigatórias.

Até 30 de junho de 2026, se a baixa ocorreu entre 1º de janeiro e 30 de abril de 2025.Até o último dia do mês seguinte à baixa, nos demais casos.

🧮 Como fazer a declaração anual de MEI?💻 Quem deve declarar? 💵 Ultrapassei o limite de faturamento. E agora? 🤔 Errei alguma informação, e agora?

Na declaração anual, é necessário preencher o valor total da receita bruta obtida pelo MEI no ano anterior. Entram as vendas de mercadorias ou prestação de serviços, além de ser necessário indicar se houve ou não o registro de empregado.

Acessar o portal do empreendedor e selecionar a aba "Já sou MEI";Escolha a opção “Declaração Anual de Faturamento” e clique em entregar a declaração;O CNPJ do MEI será solicitado. Depois, o empreendedor deve escolher o ano que deseja declarar e preencher os dados com as receitas obtidas;Uma tela com o resumo dos valores dos impostos pagos naquele ano será aberta; Por último, é só clicar em transmitir. Nos casos de não movimentação ou faturamento, os campos de Receitas Brutas, Vendas e/ou Serviços devem ser preenchidos com o valor de R$ 0,00 – indicando que, de fato, não houve rendimentos.

A declaração deve ser feita por todos os microempreendedores individuais, incluindo aqueles que não obtiveram faturamento durante o ano de 2025.

O limite de faturamento anual do MEI em 2025 foi de R$ 81 mil, o que dá uma média de R$ 6.750 ao mês (ou um valor proporcional de acordo com o mês de abertura).

🔎 EXEMPLO: Se você formalizou a sua empresa em maio de 2025, o seu limite de faturamento até o final do ano a ser declarado é de R$ 54 mil.

Segundo Gabriel Santana Vieira, advogado especialista em direito tributário, existem duas possibilidades:

O MEI que fatura até 20% acima do limite (até R$ 97.200) será desenquadrado automaticamente a partir de 1º de janeiro do ano seguinte e deverá migrar para o regime de Microempresa (ME) no Simples Nacional.Já o empreendedor que faturar acima de 20% do limite (acima de R$ 97.200), o desenquadramento é retroativo a 1º de janeiro do ano em que o limite foi ultrapassado, gerando possíveis custos adicionais, como tributos, multas e juros.

"O empreendedor deve solicitar o desenquadramento no Portal do Simples Nacional e ajustar seu enquadramento como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), iniciando o pagamento dos tributos de acordo com o novo regime", afirma Vieira.

Vale lembrar que no regime de ME, os tributos são calculados com base no faturamento anual e nas tabelas do Simples Nacional, exigindo maior controle financeiro e, geralmente, o auxílio de um contador.

Ainda segundo o especialista, essas mudanças são importantes para manter a regularidade fiscal da empresa e evitar problemas com a Receita Federal.

Neste caso, o MEI terá de entrar na declaração e escolher o ano-exercício a ser corrigido. Após selecioná-lo, aparecerá a opção de retificadora em 'tipo de declaração'.

O microempreendedor altera o dado que precisa e transmite de novo a declaração. Uma recomendação é salvar ou imprimir o novo recibo de transmissão.

Há 5 horas Mundo Atual presidente diz que não aceita contagem inicial das eleiçõesHá 5 horasSobrevivente’Sempre com a faca no meu pescoço’, relata mulher jogada de penhasco por ex

Há 4 horas Copa do Mundo ‘O gigante acordou’: veja memes da goleada da seleção brasileira Há 4 horasBrasileirão: confira os gols da 18ª rodada do campeonato

Há 10 minutos Fantástico ‘Chocada’Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista

Há 3 horas Fantástico ‘Sem evidência de uso seguro’: Morte do jovem acende alerta sobre anabolizantesHá 3 horasEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

João Fonseca em Roland Garros: veja quanto o brasileiro faturou ao avançar às quartas de final

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 19:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

João Fonseca em Roland Garros contra o norueguês Casper Ruud. — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

O brasileiro João Fonseca venceu neste domingo (31) o norueguês Casper Ruud pelas oitavas de final de Roland Garros. Com a classificação para as quartas de final, o tenista garantiu uma premiação de 470 mil euros (cerca de R$ 2,77 milhões na cotação atual).

João derrotou Ruud por 3 sets a 1 na quadra Philippe-Chatrier, em Paris, na França. Com o resultado, ampliou sua melhor campanha em um torneio de Grand Slam. O brasileiro já havia alcançado seu melhor desempenho nesse tipo de competição ao superar o sérvio Novak Djokovic na fase anterior.

Agora, a jovem promessa do tênis brasileiro enfrentará Jakub Mensik, atual número 28 do ranking da ATP, em busca de uma vaga na semifinal.

Em busca da próxima fase, o valor do prêmio também pode servir de motivação para o brasileiro. Caso João avance para a semifinal, vai embolsar 750 mil euros (cerca de R$ 4,4 milhões).

Entre os quatro torneios de Grand Slam, Roland Garros tem a terceira maior premiação ao campeão. Veja o ranking:

US Open — 4,3 milhões de euros (R$ 25,9 milhões)Wimbledon — 3,5 milhões de euros (R$ 20,6 milhões)Roland Garros — 2,8 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)Aberto da Austrália — 2,55 milhões de euros (R$ 15 milhões)

Campeão: 2,8 milhões de euros (R$ 16,52 milhões)Finalista: 1,4 milhão de euros (R$ 8,26 milhões)Semifinal: 750 mil euros (R$ 4,43 milhões)Quartas de final: 470 mil euros (R$ 2,77 milhões)Oitavas de final: 285 mil euros (R$ 1,68 milhão)Terceira rodada: 187 mil euros (cerca de R$ 1,1 milhão)Segunda rodada: 130 mil euros (cerca de R$ 767 mil)Primeira rodada: 87 mil euros (cerca de R$ 513 mil)

Há 1 hora Copa do Mundo Roland Garros 🎾🎾Veja quanto João Fonseca faturou ao avançar às quartas de final

Há 6 minutos Economia Brasileiro vence Casper Ruud, nº 16 do mundo Há 6 minutosEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

Há 32 minutos Economia Crime na BahiaInvestigador da polícia mata companheira em restaurante na Bahia

Há 3 horas Feira de Santana e Região Em São Luís, mulher morre no hospital após levar 3 tirosHá 3 horas1 a cada 30 segundosJustiça concede número recorde de medidas protetivas a mulheres

Há 7 horas Política Jaboatão dos GuararapesMenino de 11 anos é mordido por tubarão em praia no Grande Recife

Há 4 horas Pernambuco Vídeos mostram resgate de criança Há 4 horasBrasil está entre países com mais ataques de tubarão; veja ranking

Há 3 horas Meio Ambiente Tragédia em rodoviaCasal morre após carro sair da pista e cair em barranco no Paraná

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Petrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 31/05/2026 19:55

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%MoedasDólar ComercialR$ 5,0420,21%Dólar TurismoR$ 5,2460,24%Euro ComercialR$ 5,8810,36%Euro TurismoR$ 6,1330,38%B3Ibovespa175.063 pts-0,39%Oferecido por

A Petrobras anunciou neste domingo (31) uma redução de 9,59% no litro do diesel A para as distribuidoras, o que levará o litro do combustível para R$ 3,30 ante os atuais R$ 3,65 a partir de segunda-feira, 1º de junho.

Em nota, a estatal disse que a redução se deveu à subvenção ao diesel anunciada pelo governo federal. No sábado (30), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prorrogou medidas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis em meio à continuidade da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.

Entre as medidas anunciadas no sábado estava uma subvenção de R$ 1,12 para o diesel rodoviário em substituição a duas outras subvenções que venceriam neste domingo.

Na nota em que anunciou a redução para as distribuidoras, a Petrobras disse que está avaliando os termos da nova subvenção.

"Qualquer decisão da companhia sobre esse tema será tempestivamente divulgada ao mercado nacional", afirmou na nota.

Pouco após o início da guerra, deflagrada em 28 de fevereiro, a Petrobras elevou, em meados de março, o preço do diesel A em suas refinarias em 11,6%, ou R$ 0,38 o litro, para uma média de R$ 3,65 por litro, em movimento que atenuava a defasagem do valor da estatal em relação ao mercado internacional, após a disparada do preço do petróleo em função do conflito.

A guerra levou ao fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passava 20% do fluxo global de petróleo antes do conflito, gerando uma alta nos preços internacionais da commodity.

Há 2 horas Copa do Mundo Roland Garros 🎾🎾Veja quanto João Fonseca faturou ao avançar às quartas de final

Há 8 minutos Economia Brasileiro vence Casper Ruud, nº 16 do mundo Há 8 minutosEconomiaPetrobras reduz em R$ 0,35 preço do diesel para distribuidoras

Há 33 minutos Economia Crime na BahiaInvestigador da polícia mata companheira em restaurante na Bahia

Há 3 horas Feira de Santana e Região Em São Luís, mulher morre no hospital após levar 3 tirosHá 3 horas1 a cada 30 segundosJustiça concede número recorde de medidas protetivas a mulheres

Há 7 horas Política Jaboatão dos GuararapesMenino de 11 anos é mordido por tubarão em praia no Grande Recife

Há 4 horas Pernambuco Vídeos mostram resgate de criança Há 4 horasBrasil está entre países com mais ataques de tubarão; veja ranking

Há 3 horas Meio Ambiente Tragédia em rodoviaCasal morre após carro sair da pista e cair em barranco no Paraná

0

PREVIOUS POSTSPage 34 of 227NEXT POSTS