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Delegado brasileiro que atua no ICE contribuiu para prisão de Ramagem nos EUA, diz PF

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 17:44

A Polícia Federal afirmou nesta segunda-feira (13) que um delegado da corporação que atua no Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) contribuiu para a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), em Orlando, cidade da Flórida, nos Estados Unidos.

Ao blog, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou a informação e disse que o trabalho do delegado brasileiro junto ao ICE faz parte de uma cooperação das autoridades brasileiras com agências norte-americanas.

Conforme Andrei Rodrigues, o delegado brasileiro atua em Miami, também na Flórida, e deu alertas sobre Ramagem, que auxiliaram na detenção dele.

Segundo informações preliminares, Ramagem foi preso em Orlando, na Flórida, e levado a um centro de detenção na cidade. Autoridades brasileiras foram informadas da prisão por volta de 12h (horário de Brasília).

O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido por questões migratórias, e o governo brasileiro aguarda mais informações sobre possível retorno ao Brasil.

Ramagem deixou o país após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a uma pena de 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele é acusado de integrar o núcleo crucial da trama golpista, que tinha como objetivo manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder.

Segundo as investigações da Polícia Federal, Ramagem deixou o Brasil de forma clandestina antes do término do julgamento, atravessando a fronteira de Roraima com a Guiana para evitar a prisão, seguindo depois para os Estados Unidos.

Em janeiro de 2026, o Ministério da Justiça informou ao STF que o pedido de extradição foi formalmente encaminhado ao governo norte-americano. A Embaixada do Brasil em Washington enviou a documentação ao Departamento de Estado dos EUA em 30 de dezembro de 2025.

Em 18 de dezembro de 2025, ele teve o mandato como deputado federal cassado pela Câmara dos Deputados;Em seguida, a Câmara cancelou o passaporte diplomático dele;Por determinação do STF, a Câmara também efetuou o bloqueio dos seus vencimentos parlamentares.

Interrogatório de Alexandre Ramagem ao STF em julgamento sobre trama golpista — Foto: Fellipe Sampaio/STF

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Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 16:44

Tecnologia Por que gigantes de tecnologia estão investindo em energia nuclear Meta, Amazon e Google já anunciaram acordos para financiar a construção de pequenos reatores modulares em meio à corrida das big techs para ampliar a oferta de energia. Por Reuters

Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas de energia para acelerar a criação de pequenos reatores nucleares.

O interesse no setor cresceu devido à busca das empresas para ampliar a oferta de eletricidade aos data centers de inteligência artificial.

Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA.

O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA).

Imagem de conceito de pequeno reator modular (SMR) da agência pública americana Energy Northwest — Foto: Divulgação/Energy Northwest

Gigantes de tecnologia estão investindo em empresas americanas de energia para acelerar a criação de reatores menores, mais avançados e mais escaláveis do que usinas nucleares convencionais.

O interesse nos chamados pequenos reatores modulares (SMRs, na sigla em inglês) cresceu devido à busca de empresas para ampliar a oferta de eletricidade aos data centers de inteligência artificial.

❓ Um data center ("centro de dados", em inglês) é um local que armazena e processa informações. Entre os tipos, estão os de nuvem (cloud), que operam serviços online, e de inteligência artificial, que treinam modelos de linguagem complexos.

Os data centers estão na mira de projetos que buscam proibir a construção desses empreendimentos nos EUA. Alguns estados americanos já discutem suspender temporariamente a construção desses espaços.

Em janeiro, a Meta fez um acordo para financiar a criação de duas unidades nucleares da Terrapower capazes de fornecer até 690 megawatts de potência.

A dona de Instagram, Facebook e WhatsApp fez ainda um acordo com a Oklo para criar um campus de energia nuclear de 1,2 gigawatts nos EUA.

A Amazon, por sua vez, está trabalhando com a X-energy para colocar em operação pequenos reatores nucleares nos Estados Unidos que somarão 5 GW de potência até 2039.

E o Google anunciou um compromisso com a Kairos Power para colocar seu primeiro pequeno reator nuclear modular em operação até 2030.

Nenhuma geradora de energia nuclear nos EUA começou a produzir eletricidade de forma comercial porque os projetos enfrentam restrições de financiamento e riscos por serem os primeiros do tipo.

Mas a corrida por energia adequada para alimentar data centers em meio à crescente demanda da IA dá um novo impulso ao setor.

Os acordos com big techs dão às geradoras de energia "a certeza de receita que os bancos comerciais exigirão para a dívida de construção" de projetos de energia nuclear, disse Shioly Dong, analista da BMI, uma unidade da Fitch Solutions, em entrevista à Reuters.

O uso de eletricidade nos EUA deve aumentar 1% este ano e 3% no próximo, segundo a Administração de Informação Energética (EIA), impulsionado principalmente pela demanda de data centers.

Diante desse cenário, pequenos reatores modulares estão surgindo como alternativas nucleares mais fáceis de serem financiadas.

Isso porque eles têm uma escala modular e cronogramas de construção mais curtos que reduzem a exposição ao capital inicial, disse Tim Winter, gerente de portfólio do Gabelli Utilities Fund (GABUX) da empresa de investimentos Gabelli Funds.

"O setor precisa de alguém que assuma os riscos de custos excedentes e atrasos. O grau em que os hiperescaladores estiverem dispostos a fazer isso determinará o quanto de impulso (esses acordos dão ao setor)", acrescentou.

A demanda por IA está levando os clientes a firmarem contratos de longo prazo que possam apoiar o desenvolvimento de projetos, disse Bonita Chester, porta-voz da Oklo.

O acordo da empresa com a Meta, por exemplo, inclui financiamento para garantir combustível nuclear e avançar na primeira fase do projeto em Ohio.

O interesse de compradores de energia de longo prazo também atrai alguns investidores institucionais para o setor, que historicamente depende de apoio governamental e financiamento de capital de risco.

"Começamos a ouvir que os bancos estão ficando animados e interessados em fazer negócios nessa área, o que seria um grande desenvolvimento – ainda não tínhamos visto isso", disse Tess Carter, diretora associada da prática de energia e clima do Rhodium Group.

Mas esses investidores institucionais ainda não estão fazendo aportes de larga escala. Isso porque o setor, descrito como "nuclear avançado", ainda tem obstáculos incluindo altos riscos de construção e tecnologia.

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Uber enfrenta novo julgamento por agressão sexual após indenização de US$ 8,5 milhões

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 13/04/2026 15:11

Economia Negócios Uber enfrenta novo julgamento por agressão sexual após indenização de US$ 8,5 milhões Alvo de críticas recorrentes sobre segurança, plataforma não nega que o incidente tenha ocorrido. Em documentos judiciais, porém, sustenta que é uma empresa de software, e não uma "transportadora pública", categoria que inclui táxis. Por Reuters

Após o revés em um julgamento recente com júri federal, nos Estados Unidos, a Uber voltará ao tribunal na terça-feira (14) para enfrentar as acusações de uma segunda mulher que afirma ter sido agredida sexualmente por um motorista chamado pelo aplicativo.

O julgamento ocorrerá no tribunal federal de Charlotte, na Carolina do Norte, e deve durar cerca de três semanas. O caso pode indicar se o veredicto recente de US$ 8,5 milhões no Arizona foi um episódio isolado ou um sinal de problemas maiores para a Uber, que enfrenta mais de 3,3 mil ações semelhantes reunidas no mesmo tribunal federal.

Os dois processos são tratados como casos “pioneiros” — ações usadas como referência para orientar o andamento do restante do litígio.

As decisões desses julgamentos podem ajudar a definir o valor das demais ações em eventuais acordos ou em uma solução coletiva.

No processo que será analisado agora, a autora — que não teve o nome divulgado — afirma que o episódio ocorreu em março de 2019, pouco antes das 2h da manhã, ao chegar ao destino em Raleigh, na Carolina do Norte.

Segundo a ação, o motorista teria agarrado a parte interna de sua coxa e perguntado se poderia "ficar com ela". A mulher afirma que deixou o veículo imediatamente.

A Uber, que já enfrentou outras controvérsias relacionadas à segurança, não nega que o episódio tenha ocorrido.

Nos documentos apresentados à Justiça, porém, a empresa afirma que atua como uma companhia de software, e não como uma "transportadora pública", categoria que inclui serviços de táxi e que, pela lei da Carolina do Norte, tem obrigação legal de proteger passageiros.

A empresa também argumenta que os motoristas que usam a plataforma são contratados independentes. Por esse motivo, segundo a defesa, a Uber não poderia ser responsabilizada pelas ações individuais desses profissionais.

▶️ A discussão sobre se os motoristas devem ser considerados funcionários ou prestadores independentes acompanha a empresa desde o início de suas operações, tanto nos EUA quanto em outros países. O tema já motivou diversos processos judiciais e debates entre legisladores, mas ainda não há consenso.

O julgamento na Carolina do Norte será conduzido pelo juiz distrital dos Estados Unidos Charles Breyer. Ele normalmente atua em San Francisco e também supervisiona o conjunto de processos movidos contra a Uber.

Em comunicado divulgado na sexta-feira (10), um porta-voz da empresa afirmou que o episódio discutido nesse julgamento nunca havia sido relatado à Uber nem às autoridades policiais e só se tornou conhecido quando a ação judicial foi apresentada.

"A agressão sexual é um crime horrível que levamos extremamente a sério. Continuamos focados em investir em tecnologia, políticas e parcerias que fortaleçam a segurança, ajudem a prevenir danos e apoiem as vítimas", disse o porta-voz.

No caso do Arizona, que resultou em condenação recente, a autora — moradora de Oklahoma — afirmou que um motorista da Uber a assediou e depois a estuprou durante uma corrida em 2023.

Em fevereiro, um júri concluiu que o motorista atuava como agente da Uber e responsabilizou a empresa por suas ações. A mulher recebeu US$ 8,5 milhões por danos morais, mas o júri rejeitou o pedido de indenização punitiva.

Os advogados da autora haviam solicitado mais de US$ 140 milhões. A Uber pediu ao juiz Breyer, que também presidiu esse julgamento, que anulasse o veredicto ou determinasse um novo julgamento.

Além desses casos, a empresa enfrenta mais de 500 processos com acusações semelhantes em tribunais estaduais da Califórnia. Até agora, apenas um deles foi levado a julgamento.

Em setembro, o júri concluiu que a Uber não havia adotado medidas para proteger a segurança da autora, mas decidiu que essa falha não foi um fator determinante para os danos alegados.

Passageira com aplicativo da Uber aberto no celular, em foto ilustrativa. — Foto: BRUNO FERNANDES/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Carros Fiat Toro tem recall no Brasil por risco de incêndio Problema na instalação do chicote elétrico da picape pode danificar fios e, em casos mais graves, provocar mau funcionamento do motor e princípio de chamas. Por Redação g1

A Stellantis, dona da marca Fiat, anunciou um recall para a Toro no Brasil por problemas na instalação do chicote elétrico. A campanha é para unidades com motor diesel do modelo 2026.

Segundo a Fiat, existe a possibilidade de contato entre o suporte da caixa de transmissão e o chicote elétrico. Isso pode provocar danos aos fios e, por consequência, acender luzes de aviso no painel e prejudicar o funcionamento do motor.

Em casos mais severos, esse contato dos fios pode causar o desligamento do motor ou até gerar um princípio de incêndio.

A solução para o problema, segundo a empresa, é a instalação de uma proteção no chicote elétrico dianteiro e, caso necessário, a reparação do componente.

O serviço pode ser agendado a partir desta segunda-feira (13) em concessionárias da Fiat. O cliente não paga nada pelo reparo, que leva aproximadamente duas horas para ser concluído. Veja os números de chassi envolvidos na campanha.

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Com quase 130 milhões de pessoas com débitos bancários, BC avalia que superendividamento é ‘problema crescente’ no Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

O Banco Central (BC) avaliou nesta segunda-feira (13), por meio do Relatório de Cidadania Financeira, que o superendividamento é um problema crescente no Brasil, afetando milhões de pessoas.

No fim de 2024, segundo o documento, quase 130 milhões de pessoas tinham alguma dívida com instituições financeiras, cerca de 74% da população com relacionamento bancário.

"Em quatro anos, 32 milhões a mais de pessoas passaram a ter acesso a estes produtos, um crescimento de 34%", informou o Banco Central.

A avaliação é divulgada em um momento no qual o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia novas medidas para reduzir o endividamento da população, em um ano eleitoral (leia mais abaixo).

A estratégia envolve unificar as dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal em uma só, que seria refinanciada com descontos que iriam de 30% a 80% nos juros, com possibilidade de os bancos chegarem a um desconto de até 90%.

Dentro do mesmo programa de refinanciamento de dívidas, o governo analisa autorizar o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de dívidas, mas com limites para evitar uma sangria dos recursos.

Maquininhas de cartão de crédito e débito são essenciais para o comércio. — Foto: Divulgação

No Relatório de Cidadania Financeira, o BC observou que, nos últimos anos, houve "expansão expressiva de modalidades de crédito sem garantia", ou seja, com juros maiores.

"O número de brasileiros com empréstimo pessoal mais que triplicou desde 2020 – 214% de crescimento no período, atingindo 41,7 milhões de clientes. Um segundo ponto de destaque foi o crescimento do número de clientes com dívidas no cartão (ou seja, uso do rotativo ou parcelado), de 55% entre 2020-2024, totalizando cerca de 53 milhões de pessoas em 2024", diz o Banco Central.

Considerado vilão no endividamento do brasileiro, o uso do cartão de crédito cresceu de forma expressiva após a pandemia da Covid-19. No ano passado, os empréstimos somaram quase R$ 400 bilhões, os maiores da série histórica do BC.

O BC destacou que, entre as outras modalidades, tanto o cheque especial como o crédito consignado são usados por cerca de 24 milhões de clientes e cresceram na faixa de 20% no período.

"Os financiamentos com garantia de alienação fiduciária (imobiliário e automotivo) alcançaram pouco menos de 10 milhões de clientes cada. O financiamento automotivo, entretanto, teve crescimento de apenas 3% no período, enquanto o imobiliário cresceu 23%", informa o BC.

Segundo o a autoridade monetária, a alta no endividamento tem causado "impacto psicológico profundo e abrangente" na vida dos brasileiros.

"Estudos mostram que o endividamento excessivo está associado a altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A preocupação constante com as contas a pagar e a sensação de impotência diante das dívidas podem levar a problemas de sono, baixa autoestima e até mesmo a conflitos familiares", informou o BC.

A instituição avaliou que a facilidade de acesso ao crédito, sem uma oferta responsável e adequada ao perfil do cliente por parte das instituições, sem proteção ao consumidor e educação financeira, leva muitos brasileiros a contraírem dívidas que não conseguem pagar.

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Volta à Lua custa bilhões — mas o que os EUA ganham com isso?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Algumas coisas são difíceis de calcular em dólares e centavos. Os programas espaciais da Nasa definitivamente se enquadram nessa categoria. A agência espacial americana tem um orçamento anual enorme, e seu portfólio inclui espaçonaves poderosas, telescópios e sistemas de previsão meteorológica e de asteroides.

É difícil medir os ganhos científicos e materiais que chegaram ao cotidiano desenvolvidos após suas pesquisas básicas, como material viscoelástico, lentes resistentes a riscos ou purificadores de ar domésticos.

Mas, embora a missão Artemis 2 tenha feito história ao levar a cápsula Orion com quatro astronautas mais longe da Terra do que qualquer ser humano jamais esteve, muitos questionaram o custo e o real sentido das viagens espaciais.

O custo da exploração espacial — Foto: Nasa, ESA, Novaspace | Todos os valores em dólar, 2024 | Orçamentos estimados da CNSA, ISRO e Roscosmos

Durante sua missão de dez dias, muita atenção se concentrou no banheiro a bordo da Artemis 2. Além de ter apresentado falhas, ele custou, segundo relatos, 23 milhões de dólares (R$ 115,5 milhões).

Como em projetos anteriores, a Artemis 2 foi projetada pela Nasa, mas montada por empresas aeroespaciais como Boeing, Northrop Grumman e Lockheed Martin.

Construir e lançar uma única cápsula tripulada Orion custa cerca de 1 bilhão de dólares (R$ 5 bilhões), de acordo com um relatório do inspetor-geral da Nasa publicado em novembro de 2021. A isso se somam-se 300 milhões de dólares (R$ 1,5 bilhão) para o "módulo de serviço", que fornece energia e suporte à vida e foi fornecido pela Agência Espacial Europeia (ESA).

O veículo de lançamento, incluindo seus propulsores, custa cerca de 2,2 bilhões de dólares (R$ 11 bilhões), além da infraestrutura terrestre necessária, incluindo plataformas móveis de lançamento, cujo custo estimado é de 570 milhões de dólares (R$ 2,86 bilhões).

Isso significa que cada voo das missões Artemis 1 a 4 custou cerca de 4,1 bilhões de dólares (R$ 20,6 bilhões). O relatório criticou a agência por sua falta de contabilidade confiável, mas ainda assim estimou o custo do programa Artemis até 2025 em 93 bilhões de dólares (R$ 467,2 bilhões).

A Nasa é a agência espacial mais famosa do mundo e já viveu altos e baixos espetaculares. Desde 1958, quando foi fundada, recebeu mais de 1,9 trilhão de dólares (R$ 9,5 trilhões) em financiamento acumulado, ajustado pela inflação.

Em seu primeiro mandato, o presidente Donald Trump pressionou para levar a Nasa de volta à Lua. Mas, em seu segundo mandato, propôs cortar o orçamento de 2026 em quase 25%, embora a maioria desses pedidos tenha sido rejeitada pelo Congresso.

Ao mesmo tempo, a agência foi afetada pelos cortes do Departamento de Eficiência Governamental (Doge). Cerca de 4 mil funcionários deixaram ou deixarão a agência em breve, aproximadamente um quinto de sua antiga força de trabalho.

Em dezembro, Trump redobrou a aposta em seu esforço para retornar à Lua e assinou uma ordem executiva para expandir a presença dos EUA no espaço. O plano prevê levar americanos de volta à Lua até 2028 e estabelecer um posto lunar permanente até 2030 – incluindo reatores nucleares – para servir como trampolim para missões humanas a Marte.

Os americanos, em geral, apoiam a Nasa, mas são mais céticos quando se trata de missões tripuladas ao espaço. A maioria dos políticos dos EUA, por outro lado, é há muito tempo entusiasta.No início da era espacial, muitos no Congresso viam como um dever vencer a União Soviética.

Hoje, muitos veem a necessidade de os EUA assumirem a liderança na exploração planetária e na órbita baixa da Terra, onde milhares de satélites e a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) se deslocam silenciosamente.

Lançamento da missão Artemis 2, da Nasa, no Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral, Flórida, em 1º de abril de 2026.Lançamento da missão Artemis 2, da Nasa, no Centro Espacial Kennedy em Cabo Canaveral, Flórida, em 1º de abril de 2026.

"Não se enganem, estamos em uma nova corrida espacial com a China", alertou o senador Ted Cruz em uma audiência de comissão do Senado no segundo semestre de 2025. "A China não faz segredo de seus objetivos. "Ela está investindo pesadamente em suas capacidades espaciais, mantendo uma presença permanente na órbita baixa da Terra com sua estação Tiangong e trabalhando para fincar sua bandeira na Lua até 2030."

Para financiar essa "nova corrida espacial", o Congresso americano destinou à Nasa 24,4 bilhões de dólares (R$ 122,6 bilhões) para 2026, o que representa cerca de 0,35% de todos os gastos federais. O pedido de orçamento da agência para 2027 é um valor bem menor, de 18,8 bilhões de dólares (R$ 94,4 bilhões), e representa a segunda tentativa do governo Trump de cortar o financiamento em quase 25%.

O plano prevê cortes na pesquisa científica e na Estação Espacial Internacional, e um grande aumento para exploração, o que se alinha ao foco na Lua e em Marte. A maioria dos observadores do setor acredita que o Congresso manterá o financiamento no mesmo nível.

Não são apenas governos que estão de olho no céu. O crescimento de empresas espaciais comerciais como SpaceX e Blue Origin, ou a discussão sobre centros de dados no espaço, indica que uma economia espacial maior está se consolidando.

A SpaceX terá um papel importante em futuras missões à Lua. Sua divisão Starlink é responsável por muitos dos cerca de 10 mil satélites estimados atualmente em órbita. Detritos espaciais fora de controle são uma preocupação crescente.

A Orion capturou esta selfie de alta resolução no espaço com uma câmera montada em uma de suas asas do painel solar durante uma inspeção externa de rotina da espaçonave no segundo dia da missão Artemis 2.A Orion capturou esta selfie de alta resolução no espaço com uma câmera montada em uma de suas asas do painel solar durante uma inspeção externa de rotina da espaçonave no segundo dia da missão Artemis 2.

"O espaço mudou completamente nos últimos anos", disse Joseph Aschbacher, diretor-geral da ESA, em entrevista à DW no Fórum Econômico Mundial, em janeiro. Atores comerciais fortes e governos estão percebendo o quão importante o espaço é, acrescentou. Autonomia e independência são mais importantes do que nunca e exigem mais investimentos em defesa e segurança.

O espaço se tornou tão estratégico, tão importante, tão interessante do ponto de vista comercial que precisamos realmente mudar de marcha e trabalhar de forma muito diferente", disse Aschbacher.

Conciliar esses interesses e investimentos gigantescos será um desafio. Convencer governos, empresas e contribuintes a embarcar pode exigir um esforço extraordinário.

A tripulação da missão Artemis II, composta posa no palco um dia após o pouso no Oceano Pacífico, na Base Aérea Conjunta de Ellington Field, em Houston, Texas, EUA, em 11 de abril de 2026 — Foto: REUTERS/Lexi Parra

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Novo Volkswagen Tiguan aposta em desempenho para enfrentar SUVs chineses, mas preço amarga; VÍDEO

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Carros Novo Volkswagen Tiguan aposta em desempenho para enfrentar SUVs chineses, mas preço amarga; VÍDEO Utilitário esportivo aposta em motor 2.0 turbo de 272 cv, prazer ao dirigir e nova cabine para conquistar clientes. Preço salgado de R$ 299 mil pode ser um desafio. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

O mercado brasileiro tem cada vez mais privilegiado SUVs híbridos, em especial os de marcas chinesas. Mesmo assim, a Volkswagen decidiu seguir outro caminho com o novo Tiguan.

Desde 2009, quando o veículo chegou no país importado da Alemanha, a Volks já errou e acertou na receita do Tiguan, frequentemente ajustando os ingredientes do SUV para adaptá-lo ao concorrido mercado dos utilitários esportivos.

De lá pra cá, o Tiguan teve versões com motores menos potentes e tração limitada às rodas dianteiras, viu as vendas serem interrompidas em 2021 e perdeu espaço para modelos concorrentes.

Agora em sua terceira geração, o SUV alemão sai do forno com receita nova e ingredientes revisados, e chega aos cliente em maio.

Apesar de repetir parte da receita de 2009 — com versão R-Line, tração integral e motor 2.0 turbo como a única opção disponível — a terceira geração do Tiguan chega como a mais potente já feita pela Volkswagen, com 272 cv e 35,7 kgfm de torque.

O câmbio é automático de oito marchas e o sistema Haldex distribui a força pelas rodas para equilibrar o gigante de 1.820 kg.

Visualmente, a dianteira tem novo design e iluminação, com grades aumentadas e desenho renovado no para-choque. As rodas de 19 polegadas combinam bem com as linhas carroceria. Na traseira, a linha de iluminação de LED corta a tampa traseira.

Por dentro, o SUV também trouxe inovações. Fugindo do padrão da própria Volkswagen, que é conhecida por manter uma filosofia muito estrita no design de suas cabines, o Tiguan trouxe uma nova experiência no interior, recheado com detalhes em madeira, acabamentos em preto brilhante e tela multimídia ao estilo flutuante.

O modelo também conta com cluster de instrumentos digital, uma boa escolha de materiais e botão colorido com minitela. Nele é possível escolher o clima para a cabine, que controla cores da iluminação, modos de condução e volume do sistema de som.

A alavanca de câmbio na coluna de direção deixa o console livre para porta-copos e nichos. O volante tem botões com tamanho certo e a Volkswagen já começou a se livrar dos comandos sensíveis ao toque — o que traz alívio para os amantes dos botões físicos.

A decisão da VW de substituir os botões táteis pelos botões físicos vem lá de cima. Thomas Shäfer, CEO da Volkswagen já deu declarações públicas de que os botões e lógica dos carros precisa ser amigável. O executivo já vinha dizendo desde que assumiu o cargo em 2022 que maçanetas e botões eram "inegóciaveis", não poderia usar controles táteis.

O espaço no banco traseiro é bom, mas quem gostava da opção de sete lugares vai ficar na vontade com a nova geração. Na mesma faixa de preço há concorrentes que oferecem os assentos extras. Porta-malas parece grande, mas tem 423 litros pela metodologia VDA e 459 litros de volume teórico máximo.

Se compararmos com o líder do segmento, o GWM Havel H6 PHEV 19, vemos que o modelo chinês tem 560 litros na ficha técnica. Portanto, o Tiguan não conta mais com sete lugares e não ganhou espaço de bagagem.

O SUV também conta com 12 sistemas ativos para aumentar a segurança. Vale falar do controle de cruzeiro adaptativo, assistente de faixa e alerta e frenagem de emergência. São cinco estrelas no teste de colisão e sete airbags. Veja mais itens de segurança na ficha técnica.

Quem já dirigiu um GWM ou BYD e gostou do silêncio e da suspensão mole, vai estranhar o novo Tiguan.

Isso porque a sinfonia do motor 2.0 invade a cabine nas acelerações mais vigorosas. Algo que é legal para quem gosta dessa trilha sonora ao dirigir. Pois existe uma diferença entre barulho na cabine e som esportivo; o Tiguan está no segundo exemplo.

Se você dirige o GWM Haval H6, a última coisa que você quer ouvir é o motor 1.5. A missão dos engenheiros nesse caso é fazer o carro rodar em modo elétrico e filtrar os outros sons que entram na cabine. Portanto, são perfis diferentes de cliente.

A eletrônica do VW nas retomadas só se preocupa em gerar força e despejá-la pelas quatro rodas. Nada de gerenciar bateria e consumo. É um comportamento mais linear, tradicional.

A suspensão consegue manejar curvas de alta e curvas de média sem sacolejar. A sensação ao volante tem gosto de carro bem nascido, graças à já consagrada plataforma MQB. Várias marcas usam essa estratégia de compartilhar uma arquitetura.

Plataforma MQB da Volkswagen apresentada em 2017 em evento no Brasil — Foto: divulgação / Volkswagen

Imagine o esqueleto de um carro, com o assoalho, suspensão e pontos de ancoragem para motor a combustão, câmbio e (se houver) motores elétricos. É um ponto de partida em comum para a marca criar desde um compacto como o Polo até um SUV como o Tiguan.

Isso economiza tempo de desenvolvimento, permite compartilhamento de componentes e possibilita que vários carros diferentes sejam montados na mesma fábrica.

O novo Volkswagen Tiguan é feito para quem quer um SUV potente acertado para quem gosta de dirigir. E esse público é cada vez menor.

Quem busca um novo SUV, no entanto, vai sentir um preço salgado ao procurar o Tiguan, que custa R$ 51 mil a mais que o GWM Haval H6 PHEV19, um dos campeões do segmento. O concorrente chinês tem aceleração parecida, tamanho e lista de equipamentos próxima e ainda queima menos gasolina.

A Volkswagen acertou a receita do novo Tiguan, mas a maioria do público brasileiro parece que mudou de paladar.

Motor: 2.0 turbo, quatro cilindros em linha, gasolinaPotência: 272 cavalosTorque: 35,7 kgfmTanque de combustível: 59 litrosCâmbio: automático 8 marchasTração: 4x4Suspensão: McPherson (dianteira), multibraços (traseira)Direção: ElétricaFreios: Discos ventilados (dianteira e traseira)Consumo gasolina: 8,9 km/l (cidade) e 12,1 km/l (estrada)0 a 100 km/h: 7,4 segundosComprimento: 4,69 mLargura: 1,87 mAltura: 1,67 mEntre-eixos: 2,79 mPorta-malas: 423 litros (VDA)Peso: 1.820 kg

ACC Stop & Go – Controle adaptivo de velocidade e distância com assistente de trânsito intensoAEB – Frenagem autônoma de emergência com monitoramento de pedestre e ciclista6 AirbagsApple Carplay e Android AutoAr-condicionado digital "Climatronic" com ajuste de temperatura de 3 zonas Assistente de arranque em subidasAssistente de descidasAssistente de estacionamento "Park Assist Plus"Assistente de tráfego cruzado traseiro Banco do motorista e do passageiro dianteiro com ajuste lombarBanco traseiro com encosto bipartido, rebatível e descança-braço centralBancos dianteiros com ajustes elétricos e memóriaBancos dianteiros com ventilação, aquecimento e massagemCâmera multifuncionalCâmera traseira para auxílio de estacionamentoComando automático do farol e função "Coming & Leaving Home" com animaçãoComando de voz nativoControle eletrônico de estabilidade (ESC) e servofreio eletromecânicoDetector de ponto cego (Side Assist)Direção elétricaEmergency Assist – Assistente de monitoramento do motorista para situações de emergênciaEspelhos retrovisores externos com iluminação periférica e projeção do logo VolkswagenEspelhos retrovisores externos e maçanetas externas das portas na cor do veículoEspelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis, rebatíveis, com aquecimento, memória e função tilt down do lado direitoFaixas de luz em LED na dianteira e traseira com os logos Volkswagen iluminadosFaróis em LED "Matrix" com ajuste de altura dinâmico e luz de curva dinâmica (IQ.Light)Faróis em LED "Matrix" com luz de condução diurna e indicadores de direção dinâmicos (IQ.Light)Freio de estacionamento eletrônicoIluminação ambiente dianteira e traseira com 30 opcões de coresLane Assist – Assistente de permanência na faixaLanternas traseiras em LED com indicadores de direção dinâmicosLimitador de velocidadePainel de instrumentos digital de 10,25"Pedaleiras esportivasPontos de ancoragem ISOFIX para 2 assentos de criançaPortas USB tipo C (2 dianteiras e 2 traseiras)Rack de teto longitudinal na cor prataRegulagem dinâmica do farol alto (Dynamic Light Assist)Revestimento dos bancos parcialmente em couroRevestimento interno do teto escurecidoRodas de liga leve diamantadas de 19"Seleção do perfil de conduçãoSeletor de experiência de conduçãoSensor de chuvaSensores de estacionamento dianteiros e traseirosSistema de alarmeSistema de controle da pressão dos pneusSistema de travamento / destravamento e de partida com chave presencialSistema detector de fadiga do motoristaSistema multimídia touchscreen com tela de 15"Sistema Start-Stop com regeneração da energia de frenagemTampa do porta-malas com abertura / fechamento elétrico e sensor de presença (Easy Open & Close)Teto solar panorâmicoTomada de 12 Volts no console central e no porta-malasTração 4×4 (4Motion)Transmissão automática de 8 velocidadesTravel Assist – Assistente de condução para permanência na faixa e controle adaptivo de velocidade e distânciaVolante multifuncional em couro com aquecimento e shift paddles

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

BC diz que PIX permitiu inclusão financeira dos mais pobres; ferramenta está na mira dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 11:47

Economia PIX BC diz que PIX permitiu inclusão financeira dos mais pobres; ferramenta está na mira dos EUA Investigado pela gestão Trump desde 2025 por configurar possível 'prática desleal', o PIX voltou a ser criticado em relatório recente do Representante de Comércio dos EUA. Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

O Banco Central divulgou o Relatório de Cidadania Financeira, que destaca a importância do PIX para a inclusão financeira da população de baixa renda no Brasil.

A defesa do mecanismo de pagamentos pelo Banco Central ocorre em um momento em que o PIX está na mira dos Estados Unidos.

O PIX é um meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central que permite realizar transferências e pagamentos de forma direta entre contas.

De acordo com dados do BC, em dezembro de 2023 – três anos após o lançamento do PIX –, 74% dos adultos inscritos no CadÚnico haviam registrado ao menos uma chave.

O lançamento e a "rápida disseminação" do PIX "contribuíram de forma expressiva para a inclusão financeira da população de baixa renda no Brasil", diz o Relatório de Cidadania Financeira divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

A defesa do mecanismo de pagamentos pelo Banco Central ocorre em um momento em que o PIX está na mira dos Estados Unidos, que chegou a abrir uma investigação sobre a ferramenta (leia mais aqui).

"Os dados de dezembro de 2023 evidenciam o sucesso da plataforma em ampliar tanto o acesso quanto o uso de serviços de pagamento entre os adultos inscritos no CadÚnico. À medida que o PIX se consolida, ele não apenas amplia a participação econômica desse público, mas também transforma seus hábitos financeiros, viabilizando transações mais frequentes e de menor valor, adequadas às necessidades cotidianas", diz o Banco Central.

🔎O PIX é um meio de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central que permite realizar transferências e pagamentos de forma direta entre contas em poucos segundos.

🔎🔎Disponível 24 horas por dia, ele funciona por meio de chaves, como CPF, celular ou e-mail, ou QR codes, eliminando a necessidade de digitar todos os dados bancários e servindo como uma alternativa gratuita e ágil aos antigos modelos de DOC e TED.

De acordo com dados do BC, em dezembro de 2023 – três anos após o lançamento do PIX –, 74% dos adultos inscritos no CadÚnico haviam registrado ao menos uma chave PIX, evidenciando a ampla penetração do sistema entre a população de baixa renda.

"Além disso, 72% desses indivíduos realizaram pelo menos um pagamento via PIX ao ano, demonstrando seu uso expressivo nas transações do dia a dia. A diferença entre acesso (registro da chave) e uso efetivo caiu de 7 pontos percentuais em 2022 para apenas 2 pontos em 2023, indicando maior engajamento e confiança no sistema. O PIX consolidou-se como parte da rotina financeira desse público", acrescentou o Banco Central.

Investigado pelos Estados Unidos desde o ano passado por configurar possível "prática desleal", o PIX voltou a ser criticado em relatório recente do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).

No documento, o USTR relembra que o Banco Central criou, detém, opera e regula o PIX, plataforma de pagamentos instantâneos.

"Partes interessadas americanas expressaram preocupação com o fato de o Banco Central do Brasil conceder tratamento preferencial ao PIX, o que prejudica os fornecedores americanos de serviços de pagamento eletrônico. O Banco Central exige o uso da PIX por instituições financeiras com mais de 500.000 contas", diz o documento do USTR, divulgado no fim de março.

Orientado pelo ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu prontamente ao relatório norte-americano e disse que "ninguém" vai fazer o governo brasileiro mudar o PIX.

"O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O PIX é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o PIX pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira", disse Lula, no começo deste mês.

Após bater recorde de transferências em 2025, com R$ 35,36 trilhões movimentados, o Banco Central segue trabalhando em novidades para o PIX neste ano e em 2027. Veja abaixo:

Cobrança Híbrida: inserção no regulamento do PIX da possibilidade de pagamento, por meio do QR code, de uma cobrança que também apresenta a possibilidade de pagamento por meio do arranjo de boleto. Isso já é oferecido de forma facultativa, mas a previsão é de que seja obrigatória a partir de novembro deste ano.Duplicata: funcionalidade para permitir o pagamento de duplicatas escriturais (títulos de crédito) via PIX, facilitando a antecipação de recebíveis, com informações atualizadas em tempo real, reduzindo custos operacionais. Objetivo é que sirva de alternativa aos boletos bancários.Split tributário: adequar a ferramenta, até o fim do ano, ao sistema de pagamento de impostos em tempo real que vem sendo desenvolvido pela Receita Federal no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. De 2027 em diante, a CBS (tributo federal sobre o consumo) será paga no ato da compra, desde que seja feita por meio eletrônico.

PIX internacional: modalidade que já é aceita em alguns países, como Argentina, Estados Unidos (Miami e Orlando) e Portugal (Lisboa), entre outros. O BC avalia que o formato atual de utilização do PIX, em outros países, é "parcial", focada em estabelecimentos específicos. A ideia é que os pagamentos transfronteiriços possam ser feitos de forma definitiva, entre países, no futuro. O objetivo é interligar sistemas de pagamento instantâneos.PIX em garantia: será um tipo crédito consignado para trabalhadores autônomos e empreendedores do setor privado. A proposta é que esses trabalhadores possam dar, em garantia de empréstimos bancários, "recebíveis futuros", ou seja, transferências que irão receber por meio do PIX — possibilitando a liberação dos recursos e juros mais acessíveis.PIX por aproximação (modelo offline): ideia é permitir o pagamento por aproximação mesmo que o usuário não esteja com seu dispositivo conectado, ou seja, ligado à rede por Wi-Fi ou 5G.

➡️Ao mesmo tempo, o Banco Central segue discutindo o lançamento, no futuro, das regras para o chamado PIX Parcelado, que será uma alternativa para 60 milhões de pessoas que atualmente não têm acesso ao cartão de crédito.

💵O parcelamento por meio do PIX já é ofertado por várias instituições financeiras, uma linha de crédito formal, mas o BC quer padronizar as regras — o que tende a favorecer a competição entre os bancos e queda dos juros. Essa padronização não tem prazo definido.

Pix se tornou referência internacional de sistema de pagamento digital — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo via BBC

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Banco Mundial alerta para crise iminente de empregos mesmo após fim da guerra

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Trabalho e Carreira Banco Mundial alerta para crise global de empregos mesmo após fim da guerra no Oriente Médio Países em desenvolvimento devem gerar cerca de 400 milhões de empregos nos próximos 10 a 15 anos, bem abaixo da demanda de 1,2 bilhão de pessoas que entrarão no mercado de trabalho, disse o presidente do Banco Mundial. Por Reuters

A guerra no Oriente Médio deve dominar as discussões das autoridades financeiras globais nesta semana em Washington.

Ainda assim, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, alertou para um desafio que considera ainda maior no horizonte: a falta de empregos para cerca de 1,2 bilhão de pessoas que chegarão à idade de trabalhar nos países em desenvolvimento nos próximos 10 a 15 anos.

Segundo Banga, se as tendências atuais se mantiverem, essas economias criarão apenas cerca de 400 milhões de postos de trabalho nesse período. Isso deixaria um déficit de aproximadamente 800 milhões de vagas, disse ele à Reuters.

O ex-presidente-executivo da Mastercard reconhece que discutir desafios de longo prazo pode parecer difícil diante da sequência de choques recentes que têm atingido a economia global desde a pandemia de Covid-19 — o mais recente deles, a guerra no Oriente Médio.

Mesmo assim, ele afirma estar determinado a manter as autoridades financeiras concentradas em temas estruturais, como a criação de empregos, a ampliação do acesso à eletricidade e a garantia de água potável.

"Temos de andar e mascar chiclete ao mesmo tempo. O que estamos vivendo agora é um ciclo de curto prazo de ritmo acelerado. No prazo mais longo, o ritmo está ligado a essa situação do emprego ou da água", disse Banga em uma entrevista gravada na sexta-feira.

Milhares de autoridades financeiras de todo o mundo se reunirão em Washington nesta semana para as reuniões de primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. O encontro ocorre em meio à guerra entre EUA e Israel contra o Irã, que ameaça desacelerar o crescimento global e pressionar a inflação.

O tamanho do impacto na economia dependerá da duração de um cessar-fogo de duas semanas anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada, poucas horas antes dos ataques que, segundo ele, destruiriam a civilização do Irã.

O cessar-fogo interrompeu a maior parte dos ataques, mas não encerrou o bloqueio efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã. A medida provocou a maior interrupção já registrada no fornecimento global de energia e também não reduziu as tensões em outro front do conflito: os confrontos entre Israel e o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, no Líbano.

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Petróleo sobe mais de 7% e supera US$102 antes de bloqueio dos EUA ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 13/04/2026 09:58

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,099-1,08%Dólar TurismoR$ 5,287-1,36%Euro ComercialR$ 5,960-0,3%Euro TurismoR$ 6,198-0,41%B3Ibovespa188.259 pts0,05%Oferecido por

Os preços do petróleo voltaram a superar US$ 100 por barril nesta segunda-feira (13), enquanto a Marinha dos Estados Unidos se preparava para bloquear a passagem de navios de e para o Irã pelo Estreito de Ormuz.

A medida pode restringir as exportações de petróleo iraniano e ocorre após Washington e Teerã não conseguirem chegar a um acordo para encerrar a guerra.

Por volta das 8h29 (horário de Brasília), os contratos futuros do petróleo Brent subiam US$6,81, ou 7,2%, para US$102,01 por barril, depois de terem caído 0,75% na sexta-feira. Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava US$7,50, ou 7,8%, para US$104,07, após uma perda de 1,33% na sessão anterior.

No domingo, o presidente Donald Trump disse que a Marinha norte-americana iniciaria o bloqueio do Estreito de Ormuz, aumentando a tensão depois que uma maratona de negociações com o Irã terminou sem acordo para encerrar a guerra. O impasse também coloca em risco um cessar-fogo de duas semanas.

Trump acrescentou que os preços do petróleo e da gasolina podem permanecer elevados até as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, em novembro, em um raro reconhecimento das possíveis consequências políticas de sua decisão de atacar o Irã há seis semanas.

"O bloqueio anunciado pelos EUA marca uma admissão de que a premissa central do cessar-fogo — ao menos conforme interpretado pelos EUA –, que era a reabertura do Estreito, é insustentável por enquanto", disse Erik Meyersson, analista do banco nórdico SEB.

O Comando Central dos Estados Unidos afirmou que as forças norte-americanas começariam a aplicar nesta segunda-feira o bloqueio ao tráfego marítimo que entra e sai dos portos iranianos.

Segundo o comando, o bloqueio seria "aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrassem ou saíssem dos portos e áreas costeiras do Irã, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Arábico e no Golfo de Omã", de acordo com comunicado publicado na rede social X.

O texto acrescenta que as forças dos EUA não impedirão a navegação de embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz com destino a portos que não sejam iranianos.

No domingo, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que qualquer embarcação militar que tente se aproximar do Estreito de Ormuz será considerada uma violação do cessar-fogo e será tratada de forma severa e decisiva.

No mercado físico, o petróleo está sendo negociado com prêmios elevados em relação aos contratos futuros, e alguns tipos já atingem cerca de US$150 por barril.

"[Se] o presidente Trump de fato apoiar sua ameaça de bloqueio com barcos reais, uma convergência entre os mercados físico e de papel poderá ocorrer em breve", disse Helima Croft, analista da RBC Capital Markets.

Dados de navegação indicam que petroleiros estão se afastando do Estreito de Ormuz antes do início do bloqueio norte-americano ao Irã.

Mesmo assim, três superpetroleiros totalmente carregados de petróleo atravessaram o estreito no sábado. Segundo dados de navegação, eles parecem ter sido os primeiros navios a deixar o Golfo desde que o acordo de cessar-fogo foi fechado na semana passada.

Bombas de extração abandonadas e danificadas ao longo do tempo em um campo da estatal de petróleo PDVSA no Lago de Maracaibo, em Cabimas, na Venezuela. — Foto: Reuters

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