RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

UE obriga Google a abrir serviços para OpenAI e outras concorrentes; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Tecnologia UE obriga Google a abrir serviços para OpenAI e outras concorrentes; entenda Nova regra da União Europeia obriga a empresa a facilitar o acesso de rivais a recursos do Android e a determinados dados de busca para reduzir o poder das grandes plataformas digitais. Por Reuters

O Google, controlado pela Alphabet, terá de permitir que a OpenAI, outras empresas de inteligência artificial (IA) e concorrentes do mercado de buscas online acessem alguns de seus serviços. A medida faz parte das regras da União Europeia (UE) para limitar o poder das gigantes de tecnologia, detalhadas na última quarta-feira (15) pelos reguladores do bloco.

A medida da Comissão Europeia, responsável por fiscalizar a concorrência no bloco, foi anunciada seis meses após a abertura de um processo para definir como o Google deveria se adequar à Lei dos Mercados Digitais (DMA, na sigla em inglês).

De acordo com a decisão, a empresa terá de abrir o acesso a 11 funcionalidades do sistema operacional Android para que concorrentes de IA possam utilizar esses recursos e competir em melhores condições com o Gemini, ferramenta de inteligência artificial da empresa.

Na prática, isso permitirá que os usuários ativem assistentes de IA de empresas concorrentes por comandos de voz semelhantes ao tradicional "Ok Google", para tarefas como pedir um táxi ou buscar informações sobre locais. As mudanças devem chegar aos usuários a partir de julho de 2027, com uma futura atualização do Android.

"As decisões anunciadas hoje podem comprometer proteções essenciais de privacidade e segurança para milhões de europeus", afirmou o advogado do Google, Kent Walker, em comunicado enviado por e-mail.

"Temos apresentado repetidamente soluções para proteger os usuários e, ao mesmo tempo, atender aos objetivos da DMA, mas essas decisões ignoram evidências significativas dos possíveis impactos negativos para os usuários", acrescentou.

A Comissão Europeia afirmou que as medidas incluem mecanismos para proteger a privacidade dos usuários e a segurança dos dispositivos. Segundo o órgão, o Google só será obrigado a disponibilizar os recursos a empresas que cumpram critérios de segurança e proteção de dados.

A decisão também determina que a empresacompartilhe, de forma anonimizada, dados usados para aprimorar seus serviços de busca com a OpenAI e outras empresas que operam chatbots de IA com ferramentas de pesquisa.

O Google poderá avaliar se os concorrentes representam riscos à segurança cibernética ou à proteção de dados antes de conceder acesso às informações. A medida, que começa a ser aplicada em janeiro do próximo ano, também prevê uma metodologia para calcular quanto deverá ser pago pelo compartilhamento desses dados.

"Com essas medidas, esperamos estimular o surgimento de alternativas ao Google Search e a serviços de IA da empresa, como o Gemini, ampliando as opções disponíveis para os usuários da União Europeia", afirmou a chefe de tecnologia do bloco, Henna Virkkunen, em comunicado.

Há 2 horas Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 2 horasPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 1 hora Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 1 horaFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 44 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 44 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 44 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 44 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 7 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 7 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 7 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 30 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 30 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Latino-americano frustrado’, ‘passa pano para Maduro’: relembre as trocas de farpas entre Lula e Marco Rubio

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 09:46

Mundo 'Latino-americano frustrado', 'passa pano para Maduro': relembre as trocas de farpas entre Lula e Marco Rubio Argumentos do secretário de Estado dos Estados Unidos contratam com o que dizem as autoridades do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Por Redação g1

Após os Estados Unidos confirmarem a aplicação de tarifas 25% sobre produtos brasileiros, o secretário de Estado dos Estados Unidos indicou que a motivação da medida é política. Nas redes sociais, Marco Rubio disse que as políticas econômicas do governo de Lula são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros".

Em publicação nas redes sociais, Rubio também acusou Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"Para que não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociariam com os EUA de boa-fé", escreveu o secretário. Rubio também disse achara que o presidente brasileiro colocou "o próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro" e que "as tarifas são o preço por isso".

Secretário de estado dos Estados Unidos deixa claro que as motivações do tarifaço partem de uma análise política. — Foto: Reprodução / X

👉 As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político. No entanto, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço, rejeitou o argumento.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR negou que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

"Eu rejeito isso totalmente. Não se trata de gostar ou não das decisões políticas de outro país", respondeu o representante americano ao ser questionado pela TV Globo sobre o caráter político da decisão.

Ainda de acordo com a autoridade, as conversas com o governo brasileiro permaneceram abertas durante todo o processo e ocorreram em tom cordial.

"Temos conversas bastante cordiais com nossos interlocutores brasileiros. Na verdade, são as únicas pessoas com quem converso. Não estou mantendo discussões com outras pessoas no Brasil", afirmou.

O governo brasileiro alegou que o Brasil manteve diálogo com o governo de Donald Trump e fez várias tentativas de reuniões para evitar o tarifaço.

Em maio de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos EUA, Donald Trump, reuniram-se na Casa Branca para debater a agenda comercial. Dias após o encontro, o Representante Comercial dos Estados Unidos realizou uma reunião virtual com o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, Márcio Fernando Elias Rosa.

Em julho, durante as audiências do USTR para discutir se aplicaria o tarifaço ao Brasil, o governo brasileiro enviou representantes aos encontros.

O USTR divulgou nas redes sociais uma longa lista de argumentos para justificar a medida. Segundo o órgão, o Brasil adota há décadas práticas que prejudicam empresas americanas, favorecem produtores brasileiros e restringem o acesso de exportadores dos EUA ao mercado brasileiro.

Entre as críticas apresentadas estão o desmatamento ilegal na Amazônia, decisões judiciais envolvendo plataformas digitais americanas, tarifas preferenciais concedidas a países como México e Índia, falhas na proteção da propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o funcionamento do sistema de pagamentos PIX.

Na área ambiental, o órgão afirmou que a exploração ilegal de madeira na Amazônia contribui para reduzir os preços internacionais do produto e prejudica a competitividade da indústria madeireira americana. O USTR também alegou que algumas esferas de governo no Brasil têm reduzido incentivos voltados ao combate ao desmatamento.

Em relação ao comércio digital, os americanos criticaram decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos de plataformas como X, Meta e Google, além da suspensão de contas e da aplicação de multas em caso de descumprimento das ordens judiciais.

O governo americano também afirma que o Brasil oferece tratamento tarifário preferencial a países como México e Índia em centenas de produtos, com alíquotas inferiores às aplicadas aos exportadores dos Estados Unidos.

Outro ponto citado foi a proteção à propriedade intelectual. O USTR lembra que o Brasil permanece desde 2007 na chamada "Watch List" do relatório Special 301, documento anual que monitora países considerados problemáticos na proteção de patentes, marcas e direitos autorais.

O representante do USTR também afirmou que Washington continua disposto a negociar, mas indicou que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderiam provocar novas respostas dos Estados Unidos.

"Continuamos abertos ao diálogo. Creio que, se houver retaliação, seremos solicitados a possivelmente modificar nossa ação para contrapor essa retaliação", disse.

"Não prevejo retaliação. Se o Brasil optar por isso, provavelmente haverá novas medidas da nossa parte."

Questionado sobre o fato de os Estados Unidos manterem superávit comercial na relação bilateral com o Brasil, o representante do USTR disse que esse aspecto não foi central para a investigação.

Segundo ele, o foco esteve em temas considerados problemáticos pelos americanos, como propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal, acesso ao mercado de etanol e regras aplicadas a serviços digitais.

"Quanto ao superávit relacionado à nossa relação comercial, para ser sincero, se resolvêssemos essas outras questões, provavelmente teríamos um superávit maior com o Brasil", afirmou.

Um dos temas destacados foi o acesso de produtores americanos ao mercado de etanol. Segundo o representante, os EUA defendem tratamento equivalente ao concedido pelo Brasil a outros parceiros comerciais.

Com a disparada do petróleo, governo aprova aumento da mistura de etanol na gasolina — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Eles possuem acordos tarifários preferenciais com a Índia e o México, e gostaríamos de ter esse mesmo tipo de acesso", afirmou.

O argumento também foi reforçado pelo USTR nas redes sociais. Segundo o órgão, o Brasil deixou de oferecer um tratamento tarifário equilibrado ao etanol americano e não retribui as condições preferenciais concedidas pelos EUA ao combustível brasileiro.

De acordo com o governo americano, as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil caíram de US$ 761 milhões em 2018 para US$ 96 milhões em 2025.

Sobre o PIX, um dos pontos mais sensíveis da disputa, o governo americano negou que esteja pedindo o fim do sistema de pagamentos brasileiro.

Governo Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A posição oficial é que empresas americanas do setor financeiro não sejam prejudicadas ou submetidas a condições consideradas desiguais.

"Queremos que o PIX concorra com as empresas americanas em pé de igualdade comercial", disse a autoridade.

Nas publicações divulgadas após o anúncio da tarifa, o USTR afirmou que o Banco Central atua simultaneamente como regulador e operador do PIX e que regras como a gratuidade para pessoas físicas e a limitação de tarifas cobradas das empresas favoreceriam o sistema brasileiro em relação a competidores privados americanos.

EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros; veja itens que serão afetados ou isentosApós EUA anunciarem novas taxas ao Brasil, governo diz que decisão é 'marco lastimável' nas relações entre os dois países

Há 1 hora Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 1 horaPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 44 minutos Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 44 minutosFlávio compartilha post de Rubio sobre tarifaço e volta a criticar Lula

Há 25 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 25 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 25 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 25 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 50 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 50 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 50 minutos8 gols e 4 assistênciasMessi deixa Mbappé para trás e lidera a disputa pela Chuteira de Ouro da Copa

Há 2 horas Hora 1 Agora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 minutos Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 minutosÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Flávio volta a criticar Lula ao comentar post de Rubio que indica tarifaço como ato político

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 08:47

Política Flávio volta a criticar Lula ao comentar post de Rubio que indica tarifaço como ato político Pré-candidato à Presidência não comentou diretamente as tarifas impostas, mas repostou o comentário de Marco Rubio sobre o caso. Rubio é aliado da família Bolsonaro e recebeu Flávio durante visita dele aos Estados Unidos no mês passado. Por Redação g1 — Brasília

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e responsabilizá-lo pela decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretarifa de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada nessa quarta-feira (15).

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou a proposta de um novo "tarifaço" com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

🔎A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

Nas redes sociais, Flávio comentou a decisão e culpou o presidente Lula pela sanção norte-americana. Também chegou a compará-lo com o ex-presidente Joe Biden.

"Lula não tem mais condições de ser o presidente do Brasil. Estamos num avião sem piloto. O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação", afirmou o senador.

Ele prosseguiu: "Quem olha pro Lula não enxerga futuro. Enxerga passado, atraso, incerteza, desconfiança, corrupção, incompetência, vingança… Chega! O Brasil tem futuro, mas não tem mais tempo a perder!".

Pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) em live em 13 de julho de 2026 — Foto: Reprodução

Governo prevê impacto reduzido de possíveis novas taxas do EUA sobre o Brasil; exportações já mostraram 'resiliência'Rubio é 'anti-América Latina' e não gosta do Brasil, diz Lula sobre secretário de Trump

O senador respondeu a uma publicação nas redes sociais do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, na qual o norte-americano defende que as políticas adotadas pelo governo brasileiro são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros" e acusa Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso", escreveu Rubio.

O atual secretário de Estado mantém relações com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A aproximação começou em 2018 e, no mês passado, Rubio recebeu os filhos de Bolsonaro nos EUA.

As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político.

A interpretação, porém, contrasta com a versão oficialmente apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR rejeitou a ideia de que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) (c), faz um pronunciamento na tarde desta terça-feira, 19 de maio de 2026, na sede de seu partido em Brasí­lia (DF). — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Na ocasião, Flávio afirmou que durante o encontro foi discutida a possibilidade de os Estados Unidos designarem as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O senador afirmou que o secretário é favorável à medida.

Dois dias depois, o Departamento de Estado dos EUA – chefiado por Rubio – anunciou que iria classificar as facções como organizações terroristas. Em comunicado naquele dia, Rubio afirmou que "o CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil".

Em nota divulgada após o anúncio, o governo classificou a decisão como um "marco lastimável" na relação entre os dois países, e "repudia a decisão" anunciada nessa quarta-feira. O presidente Lula também afirmou que vai acionar a lei da reciprocidade.

"Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil".

Segundo a nota, "Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil".

Também defenderam que as críticas ao Pix, à regulação de plataformas digitais são "descabidas", assim como "são absurdas as acusações sobre desmatamento".

Há 32 minutos Agronegócios Aeronaves e produtos farmacêuticos também ficam de foraHá 32 minutosPIX, corrupção e ações contra big techs: o que os EUA alegam para novas taxas

Há 2 minutos Mundo Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 2 minutosFlávio critica Lula ao comentar post de Rubio que indica taxa como ato político

Há 21 minutos Política Rubio acusa Lula de não negociar: ‘Colocou ego à frente de acordo’Há 21 minutosQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra LulaHá 21 minutosPara 58%, Flávio não tem força para convencer Trump a rever tarifas, diz QuaestHá 21 minutos🎧PodcastO ASSUNTO: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 33 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 33 minutosEfeito do El Niño ⛈️☔RS entra em alerta para tempestades severas e risco de tornado

Há 8 minutos Rio Grande do Sul Sudeste e Centro-Oeste terão dias secos e tardes mais quentesHá 8 minutosRio registra recorde de frio pelo segundo dia seguido: 10,5ºCHá 8 minutosAgora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 horasÉ #FAKE❗Vídeo de caos em Paris NÃO tem relação com a eliminação da França

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Rubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou o próprio ego à frente de um acordo’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 07:48

Mundo Rubio acusa Lula de não negociar tarifas: 'Colocou o próprio ego à frente de um acordo' Argumentos do secretário de Estado dos Estados Unidos contratam com o que dizem as autoridades do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). Por Redação g1, Raquel Krähenbühl

Após os Estados Unidos confirmarem a aplicação de tarifas 25% sobre produtos brasileiros, o secretário de Estado dos Estados Unidos indicou que a motivação da medida é política. Nas redes sociais, Marco Rubio diz que as políticas econômicas do governo de Lula são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros".

Em publicação nas redes sociais, Rubio disse que as políticas adotadas pelo governo brasileiro são "ruins para os americanos e ruins para os brasileiros" e acusou Lula de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

"Para que não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociariam com os EUA de boa-fé", escreveu o secretário.

Rubio elevou o tom ao afirmar que o presidente brasileiro colocou "o próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro" e que "as tarifas são o preço por isso".

Secretário de estado dos Estados Unidos deixa claro que as motivações do tarifaço partem de uma análise política. — Foto: Reprodução / X

As declarações reforçam a leitura, já defendida por integrantes do governo brasileiro, de que a decisão tem um componente político. A interpretação, porém, contrasta com a versão oficialmente apresentada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que resultou no tarifaço.

Em entrevista coletiva após a divulgação da medida, uma autoridade do USTR rejeitou a ideia de que a sobretaxa tenha sido motivada por divergências políticas com o governo Lula.

"Eu rejeito isso totalmente. Não se trata de gostar ou não das decisões políticas de outro país", respondeu o representante americano ao ser questionado pela TV Globo sobre o caráter político da decisão.

Segundo a autoridade, as conversas com o governo brasileiro permaneceram abertas durante todo o processo e ocorreram em tom cordial.

"Temos conversas bastante cordiais com nossos interlocutores brasileiros. Na verdade, são as únicas pessoas com quem converso. Não estou mantendo discussões com outras pessoas no Brasil", afirmou.

O USTR divulgou nas redes sociais uma longa lista de argumentos para justificar a medida. Segundo o órgão, o Brasil adota há décadas práticas que prejudicam empresas americanas, favorecem produtores brasileiros e restringem o acesso de exportadores dos EUA ao mercado brasileiro.

Entre as críticas apresentadas estão o desmatamento ilegal na Amazônia, decisões judiciais envolvendo plataformas digitais americanas, tarifas preferenciais concedidas a países como México e Índia, falhas na proteção da propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o funcionamento do sistema de pagamentos PIX.

Na área ambiental, o órgão afirmou que a exploração ilegal de madeira na Amazônia contribui para reduzir os preços internacionais do produto e prejudica a competitividade da indústria madeireira americana. O USTR também alegou que algumas esferas de governo no Brasil têm reduzido incentivos voltados ao combate ao desmatamento.

Em relação ao comércio digital, os americanos criticaram decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos de plataformas como X, Meta e Google, além da suspensão de contas e da aplicação de multas em caso de descumprimento das ordens judiciais.

O governo americano também afirma que o Brasil oferece tratamento tarifário preferencial a países como México e Índia em centenas de produtos, com alíquotas inferiores às aplicadas aos exportadores dos Estados Unidos.

Outro ponto citado foi a proteção à propriedade intelectual. O USTR lembra que o Brasil permanece desde 2007 na chamada "Watch List" do relatório Special 301, documento anual que monitora países considerados problemáticos na proteção de patentes, marcas e direitos autorais.

O representante do USTR também afirmou que Washington continua disposto a negociar, mas indicou que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderiam provocar novas respostas dos Estados Unidos.

"Continuamos abertos ao diálogo. Creio que, se houver retaliação, seremos solicitados a possivelmente modificar nossa ação para contrapor essa retaliação", disse.

"Não prevejo retaliação. Se o Brasil optar por isso, provavelmente haverá novas medidas da nossa parte."

Questionado sobre o fato de os Estados Unidos manterem superávit comercial na relação bilateral com o Brasil, o representante do USTR disse que esse aspecto não foi central para a investigação.

Segundo ele, o foco esteve em temas considerados problemáticos pelos americanos, como propriedade intelectual, combate à corrupção, desmatamento ilegal, acesso ao mercado de etanol e regras aplicadas a serviços digitais.

"Quanto ao superávit relacionado à nossa relação comercial, para ser sincero, se resolvêssemos essas outras questões, provavelmente teríamos um superávit maior com o Brasil", afirmou.

Um dos temas destacados foi o acesso de produtores americanos ao mercado de etanol. Segundo o representante, os EUA defendem tratamento equivalente ao concedido pelo Brasil a outros parceiros comerciais.

Com a disparada do petróleo, governo aprova aumento da mistura de etanol na gasolina — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

"Eles possuem acordos tarifários preferenciais com a Índia e o México, e gostaríamos de ter esse mesmo tipo de acesso", afirmou.

O argumento também foi reforçado pelo USTR nas redes sociais. Segundo o órgão, o Brasil deixou de oferecer um tratamento tarifário equilibrado ao etanol americano e não retribui as condições preferenciais concedidas pelos EUA ao combustível brasileiro.

De acordo com o governo americano, as exportações de etanol dos Estados Unidos para o Brasil caíram de US$ 761 milhões em 2018 para US$ 96 milhões em 2025.

Sobre o PIX, um dos pontos mais sensíveis da disputa, o governo americano negou que esteja pedindo o fim do sistema de pagamentos brasileiro.

Governo Trump conclui que PIX é 'injusto': por que sistema brasileiro incomoda tanto os EUA e o que pode acontecer com ele agora? — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A posição oficial é que empresas americanas do setor financeiro não sejam prejudicadas ou submetidas a condições consideradas desiguais.

"Queremos que o PIX concorra com as empresas americanas em pé de igualdade comercial", disse a autoridade.

Nas publicações divulgadas após o anúncio da tarifa, o USTR afirmou que o Banco Central atua simultaneamente como regulador e operador do PIX e que regras como a gratuidade para pessoas físicas e a limitação de tarifas cobradas das empresas favoreceriam o sistema brasileiro em relação a competidores privados americanos.

EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros; veja itens que serão afetados ou isentosApós EUA anunciarem novas taxas ao Brasil, governo diz que decisão é 'marco lastimável' nas relações entre os dois países

Há 53 minutos Agronegócios Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 53 minutos’Crescente ruptura’: como a imprensa internacional repercutiu o novo tarifaçoHá 53 minutosSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 6 horas Mundo PIX, corrupção e até desmatamento: os argumentos dos EUAHá 6 horasPesquisaQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula

Há 43 minutos Política 🎧PodcastO ASSUNTO: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 22 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 22 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no estreito cruza ‘linha vermelha’; SIGA

Há 1 hora Mundo Estreito de Bab-el-Mandeb: país ameaça fechar outra rotaHá 1 horaVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio

Há 1 hora Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 1 horaAgora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 horasÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Tarifaço de Trump: veja a lista de produtos que ficaram isento da nova tarifa de 25%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 07:48

Agro Tarifaço de Trump: veja a lista de produtos que ficaram isento da nova tarifa de 25% Tarifaço anunciada nesta quarta-feira (15), após o governo americano encerrar uma investigação comercial de cerca de um ano. Nova tarifa exclui uma extensa lista de produtos, como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou nesta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho.

A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países.

No processo, o governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria. (leia mais abaixo)

Mesmo com as acusações, itens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram fora da nova cobrança. A lista inclui produtos considerados sensíveis para a economia americana, seja pelo potencial impacto sobre preços, seja pela ausência de produção doméstica suficiente.

Pelo lado do Brasil, boa parte dos produtos mais importantes da pauta exportadora não será taxado pela nova medida.

O presidente dos EUA, Donald Trump, reage enquanto fala com a imprensa no dia da cúpula de líderes da OTAN em Ancara, Turquia, em 8 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Umit Bektas

A investigação foi encerrada pelo órgão comercial após análises e negociações entre os governos Lula (PT) e Trump. Também participaram representantes de diferentes setores da economia por meio de audiências públicas realizadas neste mês, como parte da reta final do processo.

Segundo o USTR, o governo Trump tentou negociar com o Brasil ao longo do último ano, mas não obteve sucesso em derrubar as práticas que considera injustas. (veja o resumo das reclamações abaixo)

Integrantes do governo brasileiro afirmam que três temas concentraram os principais impasses nas tratativas: o PIX, a ampliação do acesso do etanol americano ao mercado brasileiro e uma proposta de moratória de quatro anos para isentar plataformas digitais do pagamento de tributos e multas.

Ouvidos pelo blog do Valdo Cruz antes da publicação da decisão pelo USTR, interlocutores do governo Lula afirmaram que esses pontos apresentados pelos americanos são considerados inegociáveis pelo Brasil. A avaliação também é de que a aplicação da nova tarifa se trata de uma decisão política.

As autoridades americanas, por sua vez, negam que a represália esteja sendo usada com esse objetivo. O governo americano diz que busca apenas reverter práticas comerciais que prejudicam a competitividade dos EUA.

Assim, entendem que as tarifas não buscam, por exemplo, o fim do PIX, mas alterações no funcionamento do sistema para evitar o que Washington considera condições desleais para empresas americanas de pagamentos eletrônicos.

Conforme já mostrou o g1, especialistas apontam que não há razões consistentes para questionar o sistema de pagamento instantâneo brasileiro.

A tarifa de 25% entrará em vigor em 22 de julho, mas não será aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil em direção aos EUA.

Apesar da decisão, o governo americano afirmou que a medida poderá ser modificada ou suspensa caso o Brasil elimine as práticas questionadas.

Em um processo paralelo, conduzido com base na mesma legislação, a gestão Trump prevê a aplicação de uma taxa adicional de 12,5% para 60 economias, incluindo o Brasil.

A justificativa é que essas nações não adotaram medidas consideradas suficientes para impedir a circulação de produtos fabricados com trabalho forçado. A adoção desta taxa ainda está em análise.

O Escritório do Representante de Comércio dos EUA concluiu em junho a investigação que tem com base na Seção 301 da Lei de Comércio.

No relatório final, o órgão afirmou que algumas políticas brasileiras seriam "irracionais" ou "restritivas" e poderiam prejudicar empresas e exportadores dos EUA. E apontou ainda as seguintes práticas do governo brasileiro "oneram ou restringem" o comércio com os EUA:

PIX e serviços de pagamento: o USTR afirma que o sistema brasileiro favorece o PIX em detrimento de empresas americanas.Regulação de plataformas digitais: o órgão questiona decisões judiciais brasileiras envolvendo redes sociais e empresas de tecnologia dos EUA. Acordos comerciais: os americanos criticam tarifas preferenciais concedidas pelo Brasil a parceiros como México e Índia.Desmatamento ilegal: o relatório aponta falhas na fiscalização ambiental.Mercado de etanol: os EUA alegam falta de reciprocidade no acesso ao mercado brasileiro.Propriedade intelectual: o documento cita problemas no combate à pirataria e demora na análise de patentes.Combate à corrupção: o USTR critica medidas adotadas pelo Brasil e cita decisões relacionadas à Operação Lava Jato.

PIX, STF, redes sociais: entenda as críticas dos EUA para propor tarifa de 25%Investigação dos EUA contra o PIX expõe disputa global por controle dos pagamentos digitais

Paralelamente, os EUA concluíram uma investigação sobre produtos fabricados com trabalho forçado e incluíram o Brasil entre os países que, segundo o governo americano, não fiscalizariam adequadamente a entrada dessas mercadorias.

Na avaliação do governo brasileiro, as duas medidas podem ser aplicadas de forma cumulativa, levando a uma tarifa total de até 37,5% sobre parte das exportações brasileiras aos EUA.

A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 permite ao governo dos EUA investigar políticas e práticas de outros países que possam prejudicar empresas ou exportadores americanos.

🔎 O mecanismo dá ao Escritório do Representante Comercial dos EUA poder para apurar possíveis barreiras comerciais e, caso conclua que elas existem, recomendar medidas de retaliação, como tarifas sobre produtos importados.

O processo envolve investigação, análise técnica, consulta pública e, só depois, uma decisão sobre a aplicação das medidas. O instrumento já foi usado em disputas comerciais, principalmente contra a China, durante o primeiro governo de Donald Trump.

A Seção 301 se diferencia de mecanismos como a Seção 232, usada com justificativa de segurança nacional. Enquanto a 232 mira riscos à indústria americana, a 301 é voltada a práticas consideradas comerciais desleais.

Antes disso, Trump tentou impor tarifas ao Brasil usando a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), com sobretaxa de até 50% sobre produtos brasileiros. A medida foi derrubada pela Suprema Corte dos EUA, que decidiu que a lei não autorizava o presidente a criar tarifas de importação.

Antes da decisão final, o governo americano abriu uma consulta pública para receber manifestações sobre a proposta de tarifas.

O cronograma previu inscrições para as audiências até 22 de junho, envio de contribuições por escrito até 1º de julho e a realização das audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho. As manifestações passaram a integrar a análise que embasou a decisão final.

As audiências do USTR reuniram representantes da indústria, do agronegócio e de outros setores brasileiros que tentaram evitar a aplicação da tarifa adicional de 25% sobre produtos exportados aos EUA.

O principal argumento foi que a medida elevaria custos não apenas para empresas brasileiras, mas também para consumidores e cadeias produtivas americanas.

💰 Entre os principais argumentos apresentados estiveram a integração das economias dos dois países, a ausência de práticas comerciais desleais e o risco de aumento de custos para empresas dos EUA que dependem de produtos brasileiros. (leia os argumentos da indústria)

Entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e representantes dos setores de café, mel, pescados e ferro-gusa defenderam negociações em vez da adoção de novas barreiras comerciais.

O senador Flávio Bolsonaro também participou da audiência por iniciativa própria. Em seu discurso, afirmou que a aplicação das tarifas naquele momento seria "o pior momento possível" e pediu que os EUA adiassem a medida para permitir novas negociações.

A participação dele ocorreu de forma independente, sem representar o governo brasileiro, que enviou observadores ao encontro e manteve as negociações por canais diplomáticos e técnicos.

O governo brasileiro adotou uma estratégia em duas frentes para tentar evitar a aplicação das tarifas propostas pelos EUA:

Em resposta à investigação, o Itamaraty afirmou que as acusações americanas não comprovam que políticas brasileiras prejudiquem empresas dos Estados Unidos ou criem barreiras ao comércio.

O governo argumenta que temas como o PIX, a regulação de plataformas digitais e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) estão relacionados a escolhas internas do país e não podem ser usados como justificativa para medidas comerciais.

No documento enviado ao USTR, o Brasil rebateu ponto a ponto as críticas americanas. Sobre o PIX, afirmou que o sistema é uma infraestrutura pública aberta a empresas nacionais e estrangeiras e citou a atuação de companhias americanas no mercado brasileiro.

Em relação às redes sociais, defendeu que as decisões judiciais seguem as leis brasileiras e se aplicam igualmente a empresas nacionais e estrangeiras.

O governo também argumentou que os acordos comerciais firmados pelo Brasil com outros países seguem regras internacionais, que as políticas de combate ao desmatamento e à corrupção foram fortalecidas nos últimos anos e que o país possui mecanismos de fiscalização contra o trabalho análogo à escravidão.

Além da defesa formal, o Brasil buscou articulação com empresas e entidades dos dois países. O governo identificou manifestações de companhias americanas contrárias às tarifas.

Como o g1 mostrou, empresas americanas que dependem de importações brasileiras pressionaram Washington a retirar produtos do Brasil da lista de sobretaxas.

🔎 Em manifestações enviadas ao USTR, companhias e entidades de setores como construção, mineração, pisos, educação e habitação afirmaram que muitos produtos brasileiros não têm substitutos equivalentes e alertaram que a medida aumentaria os custos para empresas e consumidores dos EUA, sem fortalecer a produção doméstica.

Após as audiências, o governo passou a trabalhar com a possibilidade de as tarifas entrarem em vigor, mas ainda avaliava a chance de mudanças no texto final, como a ampliação da lista de produtos isentos da sobretaxa.

Segundo integrantes do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que o Brasil mantivesse as negociações até o fim do prazo, sem aceitar as justificativas apresentadas pelos EUA para impor as tarifas.

Agora, o governo pretende analisar a lista final de produtos atingidos para definir os próximos passos, incluindo a continuidade das negociações ou a eventual adoção de medidas previstas na Lei de Reciprocidade Econômica, que permite responder a barreiras comerciais impostas por outros países.

Há 54 minutos Agronegócios Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 54 minutos’Crescente ruptura’: como a imprensa internacional repercutiu o novo tarifaçoHá 54 minutosSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 6 horas Mundo PIX, corrupção e até desmatamento: os argumentos dos EUAHá 6 horasPesquisaQuaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula

Há 44 minutos Política 🎧PodcastO ASSUNTO: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 23 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 23 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no estreito cruza ‘linha vermelha’; SIGA

Há 1 hora Mundo Estreito de Bab-el-Mandeb: país ameaça fechar outra rotaHá 1 horaVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio

Há 1 hora Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 1 horaAgora é decisãoArgentina e Espanha vão jogar a grande final no domingo; onde assistir

Há 11 horas Mundo França e Inglaterra vão disputar o 3º lugar; veja os detalhesHá 11 horasÚltimos dias da Copa ⚽🏆⏳

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

PIX, corrupção, ações contra big techs e até desmatamento: os argumentos do governo Trump para novo tarifaço contra o Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 06:48

Mundo PIX, corrupção, ações contra big techs e até desmatamento: os argumentos do governo Trump para novo tarifaço contra o Brasil Representante Comercial dos EUA listou uma série de fatores em amplos setores para justificar a nova tarifa de 25% imposta nesta quinta (16) contra os produtos brasileiros. Por Redação g1

O presidente dos EUA, Donald Trump, na Cúpula de Defesa e Inovação da Pensilvânia, na Escola de Guerra do Exército dos Estados Unidos, em Carlisle, Pensilvânia, EUA, em 15 de julho de 2026. — Foto: Reuters/Kylie Cooper

O governo Trump utilizou uma série de argumentos para aplicar o novo tarifaço de 25% contra o Brasil nesta quinta-feira (16). Os fatores indicados pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) variam entre os aspectos econômico, jurídico e até ambiental.

A tarifa adicional contra os produtos brasileiros foi confirmada na madrugada desta quinta-feira, e a medida entrará em vigor em 22 de julho. Veja os itens afetados e os isentos. Segundo o USTR, o tarifaço é resultado de uma investigação que concluiu que "várias práticas do Brasil são consideradas injustificáveis e discriminatórias, restringindo a competitividade de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos".

PIX;Corrupção no Brasil;Ações do STF contra as big techs;Tratamento injusto na política de tarifas brasileira;Proteção inadequada à propriedade intelectual;Tarifas sobre o etanol;Desmatamento.

Apesar do tarifaço ser uma medida econômica, o governo Trump tem indicado que a medida tem caráter político. Isso pode ser visto tanto na gama de argumentos utilizados pelo USTR, que não envolvem apenas fatores econômicos, quanto uma acusação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, de que o governo Lula de "não negociar de boa-fé".

O presidente Lula repudiou a nova tarifa aplicada pelos EUA e afirmou que aplicará a Lei de Reciprocidade em resposta. Leia aqui como funciona essa lei.

Sobre o PIX, o USTR afirmou que o banco central brasileiro "desfavoreceu provedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA, ao mesmo tempo em que favorece seu sistema nacional".

Entre as críticas apresentadas estão o desmatamento ilegal na Amazônia, decisões judiciais envolvendo plataformas digitais americanas, tarifas preferenciais concedidas a países como México e Índia, falhas na proteção da propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o funcionamento do sistema de pagamentos PIX.

Na área ambiental, o órgão afirmou que a exploração ilegal de madeira na Amazônia contribui para reduzir os preços internacionais do produto e prejudica a competitividade da indústria madeireira americana. O USTR também alegou que algumas esferas de governo no Brasil têm reduzido incentivos voltados ao combate ao desmatamento.

Em relação ao comércio digital, os americanos criticaram decisões de tribunais brasileiros que determinaram a remoção de conteúdos de plataformas como X, Meta e Google, além da suspensão de contas e da aplicação de multas em caso de descumprimento das ordens judiciais.

O governo americano também afirma que o Brasil oferece tratamento tarifário preferencial a países como México e Índia em centenas de produtos, com alíquotas inferiores às aplicadas aos exportadores dos Estados Unidos.

Outro ponto citado foi a proteção à propriedade intelectual. O USTR lembra que o Brasil permanece desde 2007 na chamada "Watch List" do relatório Special 301, documento anual que monitora países considerados problemáticos na proteção de patentes, marcas e direitos autorais.

Há 6 horas Agronegócios Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 6 horasSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 5 horas Mundo 🎧O AssuntoPesquisa Quaest: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 12 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 12 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no estreito cruza ‘linha vermelha’; SIGA

Há 26 minutos Mundo Estreito de Bab-el-Mandeb: país ameaça fechar outra rotaHá 26 minutosVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio

Há 23 minutos Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 23 minutosMovimentação de R$ 20 milhõesPF encontra lista na casa do bicheiro Adilsinho com 61 políticos do RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Olho por olho, dente por dente?’ O que diz a Lei de Reciprocidade que Lula quer usar contra novo tarifaço dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 06:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%MoedasDólar ComercialR$ 5,0780,01%Dólar TurismoR$ 5,2800,02%Euro ComercialR$ 5,8210,4%Euro TurismoR$ 6,0670,4%B3Ibovespa176.011 pts-0,36%Oferecido por

O governo brasileiro anunciou nesta quinta-feira (16) que usará a Lei de Reciprocidade Econômica contra tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil.

Aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2025, a lei foi sancionada em julho do mesmo ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A legislação estabelece critérios para suspender concessões comerciais, de investimentos e de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais que prejudiquem a competitividade do Brasil.

O principal mecanismo de resposta do decreto é a imposição de tarifas adicionais a bens e serviços importados para torná-los menos competitivos no mercado brasileiro.

O presidente Lula assinou em 2025 o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica — Foto: Reuters

O governo brasileiro disse nesta quinta-feira (16/07) que pretende usar a Lei da Reciprocidade Econômica contra um novo tarifaço que foi anunciado pelo governo dos Estados Unidos contra o Brasil.

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) anunciou o fim da investigação sobre práticas comerciais brasileiras consideradas injustas pelo governo americano e a aplicação de tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros exportados aos EUA.

A decisão é chancelada pelo presidente americano, Donald Trump, e entrará em vigor em 22 de julho. A tarifa foi justificada alegando práticas como favorecimento ao Pix, acesso ao mercado de etanol e problemas relacionados à corrupção e desmatamento.

Em nota, o governo brasileiro repudiou a decisão anunciada e disse que iniciará os trâmites para acionar a Lei de Reciprocidade aprovada pelo Congresso Nacional junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

A Lei de Reciprocidade Econômica é um instrumento novo aprovado pelo Congresso em abril de 2025 e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho do mesmo ano — na mesma semana em que Donald Trump havia anunciado tarifas de 50% sobre produtos brasileiros.

O decreto estabelece em que casos e de que forma o governo brasileiro pode retaliar medidas como as impostas por Trump.

O texto detalha os "critérios para suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira".

A elaboração do decreto que regulamenta a lei foi um dos primeiros passos tomados pelo governo brasileiro após o anúncio das tarifas de Trump.

A Lei da Reciprocidade Econômica foi aprovada por ampla maioria no Congresso Nacional, num movimento inusitado das bancadas governistas e de oposição que, nos últimos anos, têm votado cada vez mais raramente na mesma direção.

Na terça-feira (14/07), antes do anúncio oficial das novas tarifas americanas, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo brasileiro poderia adotar a reciprocidade caso os Estados Unidos confirmassem um novo tarifaço contra o Brasil.

"A gente chegou a suspender a tramitação do processo de reciprocidade, seguindo a lei do Congresso Nacional, quando houve uma espécie de volta atrás no tarifaço. Com isso agora, acho que é provável que a gente, uma vez consultado o presidente Lula, retome o processo de reciprocidade. Tudo isso dentro de um cenário de avaliação cautelosa", afirmou a jornalistas.

O anúncio já era esperado por diplomatas ouvidos em caráter reservado pela BBC News Brasil e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa.

Em entrevista concedida há duas semanas à BBC News Brasil, o ministro afirmou que o governo brasileiro ainda tentava negociar um acordo de última hora com Washington, mas já admitia a possibilidade de um desfecho desfavorável para o país.

Segundo o projeto aprovado no Congresso e sancionado pelo presidente, a Lei de Reciprocidade Econômica pode ser utilizada em três circunstâncias.

A primeira ocorre quando um país ou bloco econômico ameaçar ou impuser, de forma unilateral, barreiras comerciais, financeiras ou de investimentos com o objetivo de interferir em decisões "soberanas" do Brasil.

A segunda possibilidade de utilização da lei é se um país ou bloco econômico violar termos de um acordo comercial com o Brasil, prejudicando o país e as empresas brasileiras.

A terceira possibilidade é a imposição de medidas comerciais baseadas em exigências ambientais que sejam mais restritivas que as previstas pela lei brasileira.

Um exemplo prático seria impedir a compra de commodities agrícolas brasileiras produzidas no Cerrado ou na Amazônia de acordo com as normas ambientais brasileiras sob o argumento de normas ambientais do país ou bloco comprador teriam sido violadas pelos produtores brasileiros.

Se essa exigência for unilateral e não baseada em acordos multilaterais, e tiver um impacto negativo na exportação de produtos brasileiros, o Brasil poderia considerá-la uma medida passível de retaliação sob esta lei.

Governo anunciou em nota que dará início a trâmites da Lei de Reciprocidade para retaliar novo tarifaço de Trump — Foto: EPA/SHUTTERSTOCK

A principal ferramenta é a imposição de tarifas a bens ou serviços importados do país que iniciou a guerra tarifária.

Pelo decreto, o Brasil pode aplicar tarifas adicionais ou sobretaxas a produtos específicos. A ideia é torná-los mais caros e, consequentemente, menos competitivos no mercado brasileiro.

Outro mecanismo é a possibilidade de o Brasil deixar de cumprir termos de acordos comerciais firmados com o país ou bloco "agressor".

Isso teria impacto em cotas de importação ou de exportação previamente acordadas entre as partes.

Regulamentação da lei estabelece as regras para a aplicação de contramedidas sobre taxas que podem prejudicar exportações brasileiras — Foto: Reuters

Apesar de ter sido batizada como "Lei de Reciprocidade Econômica", o decreto que regulamentou o texto manteve a ideia de que a sua aplicação não deverá atender lógica do "olho por olho, dente por dente" de forma irrestrita.

A lei, por exemplo, estipula que a imposição de medidas de retaliação deverá "minimizar o impacto sobre a atividade econômica e evitar ônus e custos administrativos".

Essa determinação é resultado da preocupação do governo e do Congresso de que tarifas contra determinados produtos importados possam acabar prejudicando cadeias produtivas já instaladas no Brasil que dependam desses insumos para a produção de bens ou serviços no país.

A primeira será a formação de comitês para avaliar o caso e a realização de consultas públicas com representantes das partes interessadas.

Na prática, o governo já deu início a essa fase ao montar uma comissão com empresários de diferentes setores para discutir a resposta do governo.

No decreto assinado pelo presidente Lula, o grupo que avalia o caso é chamado de "Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais".

Ele é presidido pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (o também vice-presidente Geraldo Alckmin), e conta com a participação dos ministérios da Casa Civil, da Fazenda e das Relações Exteriores.

As contramedidas brasileiras também são avaliadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), onde haverá a participação de representantes da administração pública e de setores privados da economia.

A segunda etapa envolve estipular prazos para análise das demandas enviadas pelos setores consultados.

O terceiro passo é a sugestão e a implementação das medidas, com eventuais consultas diplomáticas e negociações.

O decreto também estipula que o Poder Executivo fica autorizado a adotar retaliação de forma provisória enquanto o governo realiza as etapas anteriores.

O texto também prevê que o governo deverá montar uma comissão de monitoramento das retaliações e que poderá revogá-las ou alterá-las com base nas negociações diplomáticas em curso.

Há 6 horas Agronegócios Indústria diz que taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 6 horasSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 5 horas Mundo 🎧O AssuntoPesquisa Quaest: Lula, Flávio e a direita na pausa para a hidratação

Há 12 minutos O Assunto 5 pontos sobre a Quaest divulgada após briga no clã BolsonaroHá 12 minutosGuerra no Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no estreito cruza ‘linha vermelha’; SIGA

Há 26 minutos Mundo Estreito de Bab-el-Mandeb: país ameaça fechar outra rotaHá 26 minutosVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio

Há 23 minutos Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 23 minutosMovimentação de R$ 20 milhõesPF encontra lista na casa do bicheiro Adilsinho com 61 políticos do RJ

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Produtor colhe mamão de quase 8 kg no interior de São Paulo; veja vídeo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 04:46

GLOBO RURAL Produtor colhe mamão de quase 8 kg no interior de São Paulo; veja vídeo Peso normal da variedade comercial, a formosa, é de 1 a 3 quilos. Por Globo Rural

O agrônomo acredita que o mamoeiro provavelmente foi gerado depois da seleção de frutas maiores. Isso porque o tamanho está relacionado à genética da planta.

Segundo o agrônomo Chukichi Kurozawa, o alimento pesa mais que o dobro das variedades comerciais. O mamão formosa, por exemplo, costuma ter entre 1 e 3 quilos.

O agrônomo acredita que o mamoeiro provavelmente foi gerado depois da seleção de frutas maiores. Isso porque o tamanho está relacionado à genética da planta.

Após promessas, supermercados seguem sem ampliar venda de ovos livres de gaiolas, diz estudoCafé: da bebida 'do diabo' aos best-sellers de autoajuda cristã

Há 4 horas Agronegócios Indústria diz que novas taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 4 horasSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 3 horas Mundo Oriente MédioIrã diz que interferência dos EUA no Estreito de Ormuz cruza ‘linha vermelha’

Há 1 hora Mundo País ameaça fechar outra rota, por onde passam 12% do comércio marítimoHá 1 horaGuerra no Oriente MédioVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio no Irã

Há 7 horas Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 7 horasControvérsia do secretário de GuerraEUA dizem que militares serão testados para ver se caiu a testosterona

Há 11 horas Mundo Trump contradiz o próprio governo ao manter blitzes do ICEHá 11 horasMovimentação de R$ 20 milhõesPF encontra lista na casa do bicheiro Adilsinho com 61 políticos do RJ

Há 7 horas Rio de Janeiro Cantor de hit que embalou a seleçãoLíder do Oasis, Liam Gallagher critica técnico da Inglaterra após eliminação

Há 7 horas Pop & Arte ⚔️🪖💣’As Malvinas são argentinas’: entenda a provocação de faixa exibida em campo

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

SpaceX tenta novo voo da supernave Starship nesta quinta; veja o que esperar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 01:48

Tecnologia SpaceX tenta novo voo da supernave Starship nesta quinta; veja o que esperar Este será o primeiro teste da nave mais poderosa do mundo desde maio, quando os voos foram suspensos por conta de uma queda busca do propulsor. Veículo é projetado para futuras missões para a Lua e Marte. Por Redação g1 — São Paulo

Estágio superior da Starship antes de 12º voo de teste, em foto de 19 de maio de 2026 — Foto: Reuters/Steve Nesius

A SpaceX, empresa de foguetes do bilionário Elon Musk, tentará um novo voo de teste de sua Starship, a nave mais poderosa do mundo. O lançamento está marcado para esta quinta-feira (16), às 19h45 (horário de Brasília).

Este será o 13º lançamento de uma Starship, projetada para futuras missões à Lua e Marte. Como nos outros experimentos, não haverá passageiros a bordo e o cronograma poderá ser alterado por falhas na nave e fatores climáticos, por exemplo.

O último lançamento da supernave aconteceu maio e terminou com uma queda brusca do propulsor, Super Heavy, o estágio inferior, que deveria fazer um pouso controlado no Golfo do México. Não houve relatos de feridos ou danos materiais.

A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) suspendeu os voos temporariamente até que as investigações fossem concluídas. O órgão encerrou sua análise na última segunda-feira (13) e abriu caminho para o novo teste.

A SpaceX informou que o que causou o incidente em maio foram problemas de acionamento em 5 de 33 motores do Super Heavy, o que fez a manobra de retorno ser interrompida antes da hora.

Os objetivos da empresa para o novo lançamento são parecidos com o teste feito em maio, quando ela estreou a terceira geração da Starship e do Super Heavy.

Na ocasião, a companhia buscava demonstrar na prática o funcionamento das novas peças da V3, como é chamada a nova geração da nave, projetada para missões de maior duração, e lançar no espaço dois satélites reais do seu serviço de internet Starlink.

Agora, a nave tentará pela primeira vez liberar 20 unidades da terceira geração de satélites da Starlink. Eles tentarão se conectar com a rede que já opera no espaço, mas deverão ser destruídos em sua reentrada na atmosfera, que acontecerá cerca de 20 minutos após deixarem a nave.

Entre as novidades estão mudanças na estrutura e no sistema do propulsor para solucionar problemas do voo anterior. A configuração de partida dos motores, por exemplo, teve ajustes para oferecer mais confiabilidade e fazer com que mudanças de direção do veículo sejam mais estáveis.

O estágio superior também recebeu alterações em seu sistema de propulsão. Apesar de ter concluído o voo anterior, a cápsula perdeu um de seus três motores logo após se separar do propulsor, o que exigiu as mudanças.

A SpaceX testará ainda o escudo térmico da Starship, proteção necessária para a nave não ser tomada por chamadas no retorno à Terra. Segundo a empresa, o foco é avançar em um projeto de reutilização rápida da nave.

Há 57 minutos Política Aço e alumínio continuam com tarifas de 50%Carne bovina, café, sucos de laranja; veja itens que serão afetados ou isentos

Há 45 minutos Agronegócios Indústria diz que novas taxas ampliam as dificuldades para exportadoresHá 45 minutosSecretário de Estado dos EUARubio acusa Lula de não negociar tarifas: ‘Colocou ego à frente de acordo’

Há 25 minutos Mundo Guerra no Oriente MédioVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio no Irã

Há 4 horas Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 4 horasEstreito de Bab-el-MandebIrã ameaça fechar outra rota, por onde passam 12% do comércio marítimo

Há 4 horas Jornal Nacional Trump quer destruir montanha no Irã e bomba de 14 toneladas pode ser crucialHá 4 horasControvérsia do secretário de GuerraEUA dizem que militares serão testados para ver se caiu a testosterona

Há 8 horas Mundo Trump contradiz o próprio governo ao manter blitzes do ICEHá 8 horasMovimentação de R$ 20 milhõesPF encontra lista na casa do bicheiro Adilsinho com 61 políticos do RJ

Há 4 horas Rio de Janeiro Cantor de hit que embalou a seleçãoLíder do Oasis, Liam Gallagher critica técnico da Inglaterra após eliminação

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena pode pagar R$ 30 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 16/07/2026 00:47

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 30 milhões nesta quinta-feira; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.031 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 30 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h desta quinta-feira (16), em São Paulo.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Agora Agronegócios Guerra no Oriente MédioVÍDEO: EUA disparam mísseis contra navio que tentou furar bloqueio no Irã

Há 3 horas Mundo Trump diz que Irã libertou cidadã americana presa desde 2024Há 3 horasEstreito de Bab-el-MandebIrã ameaça fechar outra rota, por onde passam 12% do comércio marítimo

Há 3 horas Jornal Nacional Trump quer destruir montanha no Irã e bomba de 14 toneladas pode ser crucialHá 3 horasControvérsia do secretário de GuerraEUA dizem que militares serão testados para ver se caiu a testosterona

Há 7 horas Mundo Trump contradiz o próprio governo ao manter blitzes do ICEHá 7 horasMovimentação de R$ 20 milhõesPF encontra lista na casa do bicheiro Adilsinho com 61 políticos do RJ

Há 3 horas Rio de Janeiro Cantor de hit que embalou a seleçãoLíder do Oasis, Liam Gallagher critica técnico da Inglaterra após eliminação

Há 3 horas Pop & Arte ⚔️🪖💣’As Malvinas são argentinas’: entenda a provocação de faixa exibida em campo

Há 4 horas Mundo Espanha chegará à final com a melhor defesa do MundialHá 4 horasEspanha e Argentina vão jogar a grande final; veja quando e onde assistir

0

PREVIOUS POSTSPage 38 of 308NEXT POSTS