RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Após pedido de empresários, Itamaraty diz que segue ‘empenhado’ em negociações sobre tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 09:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) afirmou nesta sexta-feira (10) que segue “empenhado” nas negociações com autoridades dos Estados Unidos para tentar reverter o tarifaço proposto pelo escritório do representante comercial do país (USTR, na sigla em inglês) contra produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

O prazo para um acordo entre os dois países acaba em 15 de julho. A afirmação foi enviada à Globonews após entidades que representam empresários brasileiros e americanos terem pedido que haja uma nova rodada de negociação, e defenderem que os dois países cheguem a um acordo para evitar a aplicação da tarifa de 25% (leia detalhes mais abaixo).

“Agradecemos as sugestões do setor privado e continuamos empenhados na negociação e no diálogo com as autoridades norte-americanas, diálogo que já dura um ano, em defesa do interesse nacional”, informou o Ministério das Relações Exteriores.

Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam que cerca de 4,2 mil produtos brasileiros podem ser impactados caso o tarifaço entre em vigor, entre os quais ferro gusa, molduras de madeiras e álcool etílico.

Juntos, segundo a CNI, esses 4,2 mil produtos somam US$ 15 bilhões em exportações brasileiras para os EUA.

No Palácio do Planalto e no Ministério das Relações Exteriores, a percepção é que a decisão do USTR tem caráter político e desconsidera os argumentos apresentados ao longo do último ano sobre desmatamento e PIX, por exemplo.

Diante disso, a avaliação de momento do governo Lula é que o governo americano tem se mostrado “inflexível”, apresentado questões “inegociáveis”.

Nesta quinta (9), entidades que representam empresários brasileiros e americanos divulgaram uma carta conjunta para pedir que Brasil e Estados Unidos sigam em negociação.

Assinam a carta a CNI, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AmCham) e a U.S Chamber of Commerce.

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;Márcio Elias Rosa, ministro da Indústria e Comércio;Jamieson Greer, chefe do escritório comercial (USTR);Marco Rubio, secretário de Estado americano.

➡️dizem que a relação Brasil-EUA é estratégica nas áreas de comércio, investimentos, tecnologia, inovação;

➡️pedem que as negociações do tarifaço levem a resultados que reforcem a previsibilidade, ampliem oportunidades e e fortaleçam a confiança mútua.

"Encorajamos ambos os governos a alcançar entendimentos concretos no curto prazo, que contribuam para uma solução negociada no âmbito das investigações da Seção 301 envolvendo o Brasil e evitem a proposta de aplicação de tarifas adicionais sobre determinados produtos brasileiros”, afirma a carta.

“O avanço […] por meio da negociação, em vez da imposição de tarifas, tende a produzir resultados mais duradouros e evitar efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países”, concluíram as entidades.

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Shein avança com IPO em Hong Kong

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 08:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

Após tentativas frustradas de abrir capital nas bolsas de Londres e Nova York, a varejista de moda online Shein conseguiu avançar com a sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), com a aprovação de altos reguladores chineses para a sua abertura de capital em Hong Kong.

As informações foram publicadas nesta sexta-feira (10) no site da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC).

A varejista esperou um ano pela aprovação de Pequim — o pedido para o IPO em Hong Kong havia sido protocolado em julho do ano passado.

Segundo a Reuters, a demora aconteceu porque a abertura de capital da companhia precisava ser liberado pelos "mais altos escalões do Partido Comunista Chinês".

De acordo com a Bloomberg News, a expectativa é que a Shein e seus consultores tentem lançar o IPO já nos próximos meses. Segundo fontes informaram à agência de notícias, conversas recentes com o órgão regulador chinês têm apresentado sinais positivos.

A Bloomberg ainda informou que a empresa está considerando levantar alguns bilhões de dólares na oferta inicial de ações, mas que o valor final ainda dependerá da avaliação e que como ainda não há um cronograma oficial definido, a abertura de capital ainda pode ser adiada pela companhia.

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Como produzir biofertilizantes para nutrir o solo e as plantas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 07:53

GLOBO RURAL Como produzir biofertilizantes para nutrir o solo e as plantas Cartilha da Embrapa traz orientações sobre o tema. Por Globo Rural

Quem quer saber mais sobre biofertilizantes pode acessar gratuitamente uma cartilha da Embrapa com orientações sobre o tema.

O material reúne boas práticas para a produção e o uso desses insumos naturais, utilizados para nutrir o solo e as plantas.

A publicação explica como produzir e aplicar os biofertilizantes, além de apresentar os principais cuidados no manuseio dos produtos. Também mostra como eles podem contribuir para melhorar a fertilidade do solo e a saúde das plantas.

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Dia da Pizza: Brasil abre 13 pizzarias por dia, mas comprar uma pizza pesa cada vez mais no bolso

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

O Brasil abriu, em média, 13 novas pizzarias por dia em 2026 e registrou o menor número de fechamentos da década, enquanto comprar pizza ficou mais difícil para muitas famílias.

Em São Paulo, a renda média perdeu poder de compra: a mediana caiu de 131 para 120 pizzas por mês entre 2021 e 2025, porque os preços avançaram mais do que os salários.

A perda de poder de compra é maior nas periferias, onde a concorrência ocorre principalmente pelo preço e há menos espaço para diferenciação de produtos e serviços.

Enquanto bairros de maior renda comportam pizzas mais caras e estratégias variadas, regiões periféricas operam com margens menores para atender consumidores mais sensíveis ao preço.

Apesar do orçamento mais apertado das famílias, o setor segue em expansão, com mais de 40 mil pizzarias, interiorização do mercado e gestão mais profissionalizada.

Celebrado nesta sexta-feira (10), o Dia da Pizza convida a olhar para um contraste da economia brasileira: enquanto o país abre, em média, 13 novas pizzarias por dia, com o menor número de fechamentos da última década, comprar uma pizza pesa cada vez mais no orçamento de parte das famílias.

É o que mostra o Índice Mozarela, desenvolvido pela Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec) para medir o poder de compra das famílias paulistanas.

Em 2021, metade dos distritos da cidade conseguiu comprar pelo menos 131 pizzas por mês com sua renda familiar média. Em 2025, essa mediana caiu para 120.

🍕 Inspirado no Índice Big Mac, o indicador calcula quantas pizzas de muçarela — sabor clássico e de menor preço — a renda familiar média consegue comprar em cada distrito da cidade, considerando os valores praticados pelas pizzarias da própria região.

Embora o levantamento se restrinja à capital paulista, ele ajuda a retratar um dos principais mercados consumidores do país.

Isso porque, além de concentrar o maior número de pizzarias do Brasil, São Paulo é tradicionalmente considerada a capital nacional da pizza, o que faz da cidade um importante termômetro para acompanhar a relação entre preços, renda e consumo.

Segundo o estudo, a alta no preço das pizzas reflete, entre outros fatores, o aumento do custo dos insumos. O principal deles foi a muçarela, que acumulou alta de quase 40% entre 2021 e 2025 e é um dos ingredientes mais importantes do produto.

Ao mesmo tempo, os rendimentos do trabalho não acompanharam o aumento do custo de vida da população, observa Rodolfo Ribeiro, um dos pesquisadores responsáveis pelo Índice Mozarela.

"Vivemos um período de baixo crescimento econômico, e isso acaba pressionando o orçamento das famílias, sobretudo das que têm menor renda", explica.

Esse cenário aparece de forma bastante desigual entre os bairros da capital paulista. Em Alto de Pinheiros, a renda média permite comprar 313 pizzas por mês, o maior índice da cidade. Em Anhanguera, esse potencial de compra cai para 73 pizzas mensais.

📈 Pinheiros, Moema e Jardim Paulista concentram algumas das pizzas mais caras de São Paulo, com medianas de R$ 102,59, R$ 95,53 e R$ 93,49, respectivamente.📉 Já Pedreira, José Bonifácio e Vila Jacuí registram os menores valores, de R$ 39,74, R$ 40,93 e R$ 41,15.

Segundo os autores do levantamento, essa diferença está ligada às características de cada mercado local. Nas regiões periféricas, a concorrência acontece principalmente pelo preço.

Como precisam conciliar custos de produção elevados com consumidores de menor poder de compra, os empresários têm pouca margem para utilizar ingredientes mais caros ou investir em diferenciais no produto e no serviço.

"O orçamento das famílias é muito limitado, então o preço baixo é fundamental para a venda. Isso faz com que os preços entre diferentes pizzarias variem muito pouco entre si", destaca Ribeiro.

Nos bairros de maior renda, o cenário é diferente. O maior poder de compra dos consumidores amplia as possibilidades para os empresários diversificarem o cardápio, os ingredientes e a forma de comercializar seus produtos.

"O empreendedor possui mais 'grau de liberdade' para decidir que tipo de produto vai oferecer e como irá ofertá-lo. Isso permite que as empresas testem diferentes estratégias comerciais e nichos de mercado", completa o pesquisador.

A perda de poder de compra das famílias, no entanto, não impediu a expansão do setor. Enquanto o consumo ficou mais pressionado pelo orçamento, o mercado brasileiro de pizzarias continuou crescendo e alcançou, em 2025, seu maior tamanho já registrado.

Dados da Associação Pizzarias Unidas (Apubra) mostram que o Brasil encerrou o ano com 40.332 pizzarias ativas, alta de 10,29% em relação ao ano anterior. Foi também o período com o menor número de fechamentos da última década: 2.969 empresas encerraram as atividades, uma queda de 43,8% na comparação com 2024.

O ritmo permaneceu acelerado em 2026. Entre janeiro e maio, foram abertas 1.990 novas pizzarias, crescimento de 6,1% sobre o mesmo período do ano passado. Na prática, isso significa que o País passou a ganhar, em média, uma nova pizzaria a cada duas horas.

Segundo Gustavo Cardamoni, presidente da Apubra, os números mostram que o setor continua atraindo novos empreendedores e mantém um ritmo consistente de expansão, mesmo diante de um cenário econômico desafiador.

“Esse comportamento reforça a maturidade do segmento e a confiança dos empresários, que seguem investindo mesmo em um cenário econômico desafiador", explica.

Embora o Sudeste ainda reúna 51% das pizzarias brasileiras e São Paulo permaneça como principal polo do setor, cerca de três em cada quatro estabelecimentos inaugurados em 2026 abriram as portas fora do estado paulista.

📊 Norte e Nordeste lideram esse crescimento proporcional, indicando que a expansão do setor avança para além dos mercados tradicionalmente mais consolidados.

Na avaliação de Cardamoni, a tendência é que esse movimento continue nos próximos anos, mas acompanhado de um nível cada vez maior de profissionalização entre os empresários.

“Não se trata apenas de abrir novas unidades, mas de consolidar operações, tendo a diferenciação, a gestão eficiente e o profundo conhecimento do mercado local como fatores decisivos.”

Para a Apubra, a combinação entre a queda no número de fechamentos e o avanço das inaugurações indica um mercado mais maduro, em que a expansão vem acompanhada de maior capacidade de gestão e consolidação das operações.

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Dia da Pizza: com mais de 40 mil pizzarias, Brasil abre um novo negócio a cada 2h; veja os sabores preferidos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 10/07/2026 04:47

Empreendedorismo Dia da Pizza: com mais de 40 mil pizzarias, Brasil abre um novo negócio a cada 2h; veja os sabores preferidos Levantamentos mostram avanço do setor, mudanças no ranking dos sabores e crescimento do consumo fora dos grandes centros. Por Rafaela Zem, g1 — São Paulo

Do jantar de sexta-feira ao encontro de domingo com a família, a pizza segue presente na rotina dos brasileiros em volumes cada vez maiores. 🍕

Hoje, o Brasil produz cerca de 2,78 milhões de pizzas por dia, o equivalente a quase 116 mil unidades por hora. No delivery, o apetite também impressiona: somente no primeiro semestre de 2026, foram registrados 50 milhões de pedidos de pizza no iFood, uma média de 195 pedidos por minuto.

Esse forte consumo tem impulsionado a abertura de novos negócios no país. Um levantamento da Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra) mostra que o Brasil ganhou 1.990 pizzarias entre janeiro e maio deste ano. Isso equivale à inauguração de um novo estabelecimento a cada duas horas.

Os números indicam que a relação dos brasileiros com a pizza continua forte. Segundo o iFood, 62% dos pedidos são feitos entre sexta-feira e domingo, reforçando a tradição de associar a refeição a momentos de lazer. O sábado responde por mais de 21% de toda a demanda semanal registrada na plataforma.

➡️ Apesar disso, a forma de consumir pizza mudou: se antes a escolha costumava ficar restrita a um único sabor, hoje a personalização ganhou espaço. Cerca de 80% das pizzas vendidas no iFood são meio a meio ou customizadas.

As mudanças aparecem também no ranking dos sabores favoritos. A tradicional calabresa continua no topo da preferência nacional, mas os dados indicam alterações importantes no paladar dos consumidores.

Em levantamento da Apubra realizado em 2024, a muçarela ocupava a segunda posição, seguida pela portuguesa e pela marguerita. Já os dados mais recentes do iFood mostram uma mudança nesse comportamento.

A liderança da calabresa, porém, não é novidade. Dados divulgados anteriormente pela Apubra mostram que o sabor aparecia em 59% dos pedidos realizados no país em 2024.

Evento de encerramento do concurso SP8 Pizza irá premiar as pizzarias eleitas pelo público. — Foto: Divulgação

Segundo a Apubra, o número de pizzarias abertas entre janeiro e maio deste ano foi 6,1% maior que o registrado no mesmo período de 2025, quando foram inaugurados 1.875 estabelecimentos.

O resultado dá continuidade ao desempenho observado em 2025. Naquele ano, o Brasil registrou a abertura de 4.109 novas pizzarias, alta de 6,26% em relação a 2024, quando foram inaugurados 3.867 negócios.

Atualmente, o país possui mais de 40 mil pizzarias em operação. São Paulo concentra 32% dos estabelecimentos, seguido por Minas Gerais, com 8,71%.

📎 O levantamento da Apubra considera microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP) e companhias enquadradas como LTDA, que representam cerca de 89% do mercado nacional. Os microempreendedores individuais (MEIs) não foram incluídos na análise.

Além do aumento no número de empresas, a associação aponta sinais de amadurecimento do setor. Segundo a Apubra, houve redução no número de fechamentos, levando o mercado ao menor índice de pizzarias inativas da última década.

A entidade avalia que a tendência é de continuidade desse movimento, com menos encerramentos, crescimento sustentado e maior distribuição das pizzarias pelo território nacional, fortalecendo a profissionalização e a competitividade do setor.

Para Gustavo Cardamoni, presidente da Apubra, o desempenho registrado nos primeiros meses de 2026 mostra que o avanço não foi um movimento isolado.

"O mercado continua em expansão, mantém um ritmo consistente de abertura de novos negócios e demonstra que ainda há espaço para empreender no setor de pizzarias. Esse comportamento reforça a maturidade do segmento e a confiança dos empresários, que seguem investindo mesmo em um cenário econômico desafiador", disse.

Embora São Paulo continue sendo o maior consumidor de pizza por delivery do Brasil, com um volume de pedidos quase três vezes superior ao do Rio de Janeiro, os maiores avanços no consumo vêm sendo registrados fora dos mercados tradicionalmente mais fortes. As regiões Norte e Nordeste lideram esse crescimento.

O Amazonas registrou aumento de 31% nos pedidos de pizza no primeiro semestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Pará e Ceará aparecem na sequência, ambos com alta de 19%.

O comportamento também muda quando a compra é feita em supermercados e atacadistas dentro do aplicativo.

Enquanto nas pizzarias a média é de uma pizza por pedido, na categoria Mercado os consumidores costumam adquirir duas unidades por vez, em um hábito mais associado ao abastecimento doméstico.

Nesse segmento, que reúne produtos congelados e semiprontos, a muçarela lidera a preferência dos consumidores, e mais de 40% dos pedidos são realizados no horário do almoço.

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Mega-Sena, concurso 3029: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 21:46

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3029: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição desta quinta-feira é de quase R$ 43 milhões. Veja os números sorteados: 01 – 11 – 24 – 33 – 35 – 59. Por Redação g1 — São Paulo

A Caixa sorteou as dezenas 01, 11, 24, 33, 35 e 59 do concurso 3029 da Mega-Sena nesta terça-feira (28). O prêmio estimado acumulou em R$ 43.068.394,39.

O rateio do sorteio ainda não foi divulgado. O g1 transmite as rodadas das Loterias Caixa ao vivo no site e em seu canal do YouTube.

As apostas custam a partir de R$ 6 e podem ser feitas até as 20h. Para um jogo simples, a chance de vencer é de 1 em 50.063.860.

O sorteio do concurso 3029 da Mega-Sena foi realizado na noite desta terça (9), em São Paulo. Uma aposta simples em uma casa lotérica de Divinópolis (MG) acertou os seis números. O prêmio será de R$ 43.068.394,39.

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O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Morre Wally Funk, mulher mais velha a viajar ao espaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 20:49

Tecnologia Morre Wally Funk, mulher mais velha a viajar ao espaço Ela foi considerada uma pioneira do setor aeroespacial ao se tornar uma das primeiras mulheres a fazer treinamento de astronautas da Nasa. Em 2021, ela fez seu primeiro voo ao espaço em missão com Jeff Bezos. Por Redação g1 — São Paulo

Wally Funk após viagem espacial com Jeff Bezos em nave da Blue Origin — Foto: AP Photo/Tony Gutierrez

Morreu nesta quinta-feira (9) aos 87 anos Wally Funk, uma pioneira no setor aeroespacial. Ela ficou mais conhecida por ter se tornado em 2021 a mulher mais velha a fazer uma viagem espacial.

Wally faleceu no seu apartamento em uma instituição de repouso no Texas, Estados Unidos, depois de sofrer algumas quedas e contrair uma infecção na perna, informou a Associated Press.

Nos anos 1960, ela esteve entre as 13 mulheres que fizeram um treinamento de astronautas da Nasa. Elas não chegaram a participar de missões espaciais pela agência por serem mulheres.

Em 2021, Wally foi a "convidada de honra" no primeiro voo suborbital tripulado da Blue Origin, que também teve como passageiro o fundador da empresa, Jeff Bezos. (relembre abaixo)

Na ocasião, ela tinha 82 anos e se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço, marca superada mais tarde por William Shatner, ator que interpretou o Capitão Kirk em "Star Trek", e Ed Dwight, primeiro candidato negro a astronauta dos EUA. Os dois homens viajaram com 90 anos cada um.

Wally Funk foi pilota, instrutora de voo e a primeira mulher a se tornar inspetora da Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) e investigadora de segurança aérea do Conselho Nacional de Segurança do Transporte dos EUA (NTSB).

A Blue Origin chamou Wally de pioneira em cada sentido da palavra. "Estamos profundamente tristes com a morte de Wally Funk. Sentimo-nos honrados em fazer parte de sua jornada. Sua história continuará a inspirar gerações de futuros exploradores".

A cuidadora Duff O'Dell disse que Wally foi a pessoa mais otimista que ela conheceu. "Muitos homens disseram a ela: 'Não, você não pode fazer isso, você não pode fazer aquilo'. E ela nunca se irritou com isso. Ela simplesmente ficou mais determinada".

Imagem não datada mostra a pioneira de viagens espaciais Wally Funk, que viajou ao espaço com Jeff Bezos em 2021 — Foto: Blue Origin via AFP

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Entidades do setor produtivo do Brasil e dos EUA propõem nova rodada de negociação para evitar tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 20:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) e a U.S. Chamber of Commerce divulgaram nesta quinta-feira (9) uma nota conjunta em que pedem uma nova rodada de negociação para evitar a aplicação de tarifas ao produtos brasileiros.

Os Estados Unidos acusam o Brasil de adotar práticas que "oneram ou restringem" o comércio com o país e propõem uma tarifa adicional de 25% a produtos brasileiros.

As equipes do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) têm mantido conversas técnicas com representantes do governo de Dolnald Trump.

O ministro Márcio Elias Rosa, do Mdic, chegou a ter encontro virtual com o representante do escritório comercial da Casa Branca, Jamieson Greer. Segundo ele, a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é que o governo “nunca” abandone a mesa de negociação.

Em paralelo, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) promoveu audiências públicas para que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos.

O pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, pediu para participar e, em discurso, fez críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a Lula.

🔎 O USTR é o órgão é responsável por formular a política comercial dos Estados Unidos. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas.

As entidades dizem que esperam que as tratativas já em andamento levem a "resultados práticos e relevantes que reforcem a previsibilidade", sugerem, entretanto, uma "abordagem incremental, estruturada em duas etapas".

"Ao avançar, em um primeiro momento, as questões comerciais mais imediatas e, em seguida, ampliar a agenda para abarcar oportunidades estratégicas de longo prazo, ambos os governos poderão fortalecer a confiança, aumentar a competitividade e estabelecer bases mais sólidas para uma cooperação econômica duradoura", diz a declaração conjunta.

As organizações defendem que, no curto prazo, os governos dos dois países deveriam concentrar esforços para:

• ampliar o acesso a mercados para produtos voltados à segurança energética, ao desenvolvimento de data centers e à infraestrutura de inteligência artificial;

• aprofundar a cooperação regulatória para facilitar o acesso a mercados nos setores automotivo, farmacêutico, de saúde animal e de dispositivos médicos;

• acelerar o exame de patentes e reduzir o estoque de pedidos de patente no Brasil, especialmente nos setores de saúde e biofarmacêutico, bem como fortalecer o combate à pirataria;

Em um segundo momento, CNI, Amcham Brasil e a U.S. Chamber of Commerce sugerem incluir outras áreas de interesse dos países, tais como economia digital, descarbonização industrial e transportes.

"O avanço desses temas por meio da negociação, em vez da imposição de tarifas, tende a produzir resultados mais duradouros e evitar efeitos indesejados para empresas, trabalhadores e consumidores dos dois países", acrescenta a nota.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Presidente do Fed abre revisão do banco central americano e convoca grupo com Armínio Fraga

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 18:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,5%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,855-0,48%Euro TurismoR$ 6,105-0,43%B3Ibovespa172.742 pts1,22%Oferecido por

O presidente do Fed, Kevin Warsh, anunciou a criação de um grupo com 15 especialistas para revisar a instituição. O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, está entre os escolhidos.

A iniciativa foi apresentada após a reunião de política monetária nos dias 16 e 17 de junho. O objetivo é avaliar a gestão do balanço e impactos da inteligência artificial.

O grupo atuará de forma independente com apoio técnico do Fed. Eles apresentarão recomendações ao FOMC, que define a taxa de juros dos Estados Unidos.

Os integrantes incluem Raj Chetty, Marc Andreessen, Greg Mankiw e Thomas Sargent. As 5 forças-tarefa discutirão inflação, dados econômicos, produtividade, emprego, comunicação e balanço patrimonial.

Warsh espera receber as recomendações até o fim deste ano. Mudanças profundas na forma de atuação da autoridade monetária dependerão de aprovação e consenso entre os dirigentes.

O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Kevin Warsh, anunciou a criação de um grupo de especialistas externos para revisar diferentes áreas de atuação da instituição. Entre os 15 nomes escolhidos para liderar os trabalhos está o ex-presidente do Banco Central brasileiro Armínio Fraga.

A iniciativa foi apresentada após a primeira reunião de política monetária comandada por Warsh, realizada nos dias 16 e 17 de junho.

O objetivo é avaliar desde temas tradicionais, como a gestão do balanço patrimonial do Fed, até desafios mais recentes, como o impacto da inteligência artificial sobre a economia.

Segundo comunicado do banco central americano, os especialistas terão o apoio da equipe técnica do Fed, mas atuarão de forma independente.

"O objetivo é claro: garantir que o Fed esteja na melhor posição possível para alcançar nossos objetivos neste momento decisivo", afirmou Warsh em comunicado.

A missão será analisar evidências, oferecer avaliações críticas e apresentar recomendações ao Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), responsável por definir a política de juros dos Estados Unidos.

O grupo reúne economistas, ex-dirigentes de bancos centrais e representantes do setor privado com diferentes visões.

Além de Armínio Fraga, também participarão ex-presidentes dos bancos centrais da Inglaterra e da Índia. O economista Thomas Sargent, vencedor do Prêmio Nobel de Economia e professor da Universidade de Nova York, também integrará o grupo responsável por discutir inflação.

Ainda entre eles estão o professor de economia da Universidade Harvard Raj Chetty, que coordenará o grupo sobre dados econômicos, e o investidor de tecnologia Marc Andreessen, que ajudará a liderar os debates sobre produtividade e mercado de trabalho.

Também integra a lista Greg Mankiw, ex-presidente do Conselho de Assessores Econômicos no governo de George W. Bush, que ficará à frente da força-tarefa sobre inflação.

"A economia dos EUA mudou significativamente ao longo da última geração, e nunca tanto quanto agora. Cada força-tarefa avaliará cuidadosamente se os meios e métodos dos formuladores de políticas, as ferramentas analíticas e as abordagens políticas podem ser aprimorados", destacou Warsh.

O Fed não detalhou como os grupos irão trabalhar nem divulgou um cronograma oficial. Na primeira entrevista coletiva após assumir o comando da instituição, porém, Warsh afirmou esperar receber as recomendações até o fim deste ano.

As cinco forças-tarefa vão tratar de dados econômicos, inflação, produtividade e emprego, comunicação do banco central e gestão do balanço patrimonial — conjunto de ativos e passivos administrados pelo Fed, utilizado como instrumento para influenciar a economia.

A criação dos grupos também marca uma mudança na forma como o banco central conduz esse tipo de revisão. Em vez de depender principalmente de análises internas, Warsh optou por trazer especialistas de fora da instituição para avaliar áreas consideradas estratégicas.

Ex-diretor do Fed entre 2006 e 2011, Warsh vinha defendendo mudanças na atuação do banco central desde que deixou o cargo.

Entre suas críticas estavam o tamanho do balanço patrimonial da instituição, que permanece na casa dos trilhões de dólares, e o uso limitado de informações econômicas em tempo real para orientar as decisões de política monetária.

Nos últimos anos, ele também passou a defender que o Fed incorporasse com mais rapidez os possíveis efeitos da inteligência artificial sobre a produtividade e o mercado de trabalho.

Ainda não está definido qual será a participação dos sete diretores do Fed e dos 12 presidentes dos bancos regionais nas discussões conduzidas pelas forças-tarefa. O banco central destacou, porém, que os relatórios servirão como base para futuras decisões.

Mudanças mais relevantes na forma de atuação da instituição deverão depender da aprovação dos demais dirigentes e, como costuma ocorrer no Fed, de um amplo consenso interno.

O presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, discursa durante cerimônia de posse no Salão Leste da Casa Branca, em Washington, em 22 de maio de 2026. Foto de arquivo. — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

OpenAI lança ChatGPT Work, agente de IA criado para fazer suas tarefas do trabalho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 16:46

Tecnologia OpenAI lança ChatGPT Work, agente de IA criado para fazer suas tarefas do trabalho Agente se conecta ao serviços de e-mail e a programas como Excel e Teams para realizar tarefas. Ele é baseado no GPT-5.6, novo modelo de inteligência artificial da OpenAI. Por Redação g1 — São Paulo

A OpenAI lançou nesta quinta-feira (9) o ChatGPT Work, um agente de inteligência artificial criado para ajudar em tarefas do trabalho como planilhas e apresentações de slides.

Segundo a empresa, o ChatGPT Work precisa de apenas um comando para fazer todas as etapas de processos complexos. Isso é possível porque ele é capaz de dividir o trabalho em pequenas tarefas.

O agente analisa arquivos externos ao se integrar com serviços de e-mail, calendários e gerenciadores de projetos, além de programas como Excel, Teams, Slack e Notion.

A novidade é baseada no GPT-5.6, modelo de IA que também foi lançado nesta quinta e é dividido em três versões: Sol, para tarefas mais avançadas; Terra, capaz de balancear eficiência e custo; e Luna, a mais econômica.

O ChatGPT Work foi liberado para assinantes das versões Pro, Enterprise e Edu, e ficará disponível nos próximos dias para as versões Plus e Business. O GPT-5.6 também é exclusivo para versões pagas do ChatGPT e outros serviços da OpenAI.

A estreia do GPT-5.6 aconteceria em junho, mas foi adiada a pedido do governo dos Estados Unidos, que apontou preocupações com a segurança nacional e com o possível uso indevido de tecnologias de inteligência artificial de alta capacidade.

Segundo a OpenAI, o GPT-5.6 Sol tem desempenho parecido com o Mythos Preview, que foi criado pela Anthropic e também passou por uma extensa análise do governo americano.

A OpenAI afirmou que o ChatGPT Work pode fazer por conta própria todas as ações pedidas pelos usuários, mas destacou que também é possível controlar o processo, ao fazer perguntas, mudar orientações e revisar ações importantes.

O agente também pode assumir tarefas repetitivas, como monitorar sites e criar resumos, mesmo que o usuário não esteja online. As ações podem ser feitas em uma frequência determinada ou quando outro evento acontece.

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