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GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos do canal

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 16:46

Economia Midia e Marketing GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos do canal 'GloboNews Radar', com Camila Bomfim, estreia em 3 de agosto; canal também inaugura novo estúdio e faz mudanças no 'Em Ponto', 'Conexão GloboNews' e 'GloboNews Mais'. Por Redação g1

GloboNews lança novo telejornal e reformula programação em comemoração aos 30 anos — Foto: GloboNews

A GloboNews ganhará um novo telejornal nas manhãs a partir de 3 de agosto. A novidade faz parte das comemorações pelos 30 anos do canal, que também prepara a inauguração de um estúdio mais moderno e tecnológico.

O GloboNews Radar será apresentado por Camila Bomfim e exibido ao vivo do Rio de Janeiro, das 8h30 às 11h.

O telejornal acompanhará os principais acontecimentos do dia, com foco nas notícias mais relevantes para quem está começando a rotina. De São Paulo, o recém-contratado Fernando Nakagawa ficará responsável pelas análises econômicas.

Com a estreia do novo jornal, o Em Ponto, comandado por Mônica Waldvogel e Victor Boyadjian, passará a entrar no ar mais cedo, diretamente de São Paulo. A atração também ganhará uma nova bancada, projetada para tornar as conversas mais dinâmicas e ampliar a interação entre apresentadores, comentaristas e convidados.

Na sequência, o Conexão GloboNews será exibido logo após o GloboNews Radar, permanecendo no ar até as 13h. Rafael Colombo segue na apresentação, em São Paulo, e passa a dividir a ancoragem com Narayanna Borges, que estreia no telejornal diretamente do Rio de Janeiro.

Com a participação de comentaristas e repórteres, entre eles Valdo Cruz e Marina Franceschini, o programa continuará acompanhando de perto os desdobramentos da política em Brasília.

No segundo semestre, em razão da cobertura das eleições, Julia Duailibi passará a ancorar o GloboNews Mais, exibido das 16h às 18h, diretamente do novo estúdio.

Segundo a GloboNews, as mudanças reforçam o compromisso do canal com um jornalismo ágil e relevante, capaz de acompanhar os acontecimentos em tempo real e aprofundar a compreensão dos fatos por meio de análises e diferentes perspectivas.

A emissora afirma ainda que as novidades fazem parte de um processo de evolução contínua para atender às demandas do público.

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Anac publica regra que garante assentos para menores de 16 anos ao lado de responsáveis

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 15:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,55%Dólar TurismoR$ 5,327-0,48%Euro ComercialR$ 5,857-0,5%Euro TurismoR$ 6,104-0,44%B3Ibovespa172.562 pts1,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,55%Dólar TurismoR$ 5,327-0,48%Euro ComercialR$ 5,857-0,5%Euro TurismoR$ 6,104-0,44%B3Ibovespa172.562 pts1,12%MoedasDólar ComercialR$ 5,123-0,55%Dólar TurismoR$ 5,327-0,48%Euro ComercialR$ 5,857-0,5%Euro TurismoR$ 6,104-0,44%B3Ibovespa172.562 pts1,12%Oferecido por

Empresas aéreas poderão ser multadas caso cobrem pela marcação de assentos de passageiros menores de 16 anos que, por regra, podem viajar ao lado de seus responsáveis ou familiares sem custo adicional.

A decisão foi regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e atende a uma decisão judicial.

A regra garante que crianças e adolescentes menores de 16 anos sejam acomodados em assentos contíguos aos de seus responsáveis ou familiares sem cobrança pela marcação do lugar.

A Anac esclarece, no entanto, que a gratuidade não se aplica quando o passageiro optar por assentos com benefícios adicionais, como mais espaço para as pernas, ou pela mudança de classe.

Uma portaria da Anac de 2023 já previa a regra, mas ainda não tinha sido regulamentada — o que ocorreu agora.

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Volkswagen negocia demissão em massa e fechamento de fábricas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 15:47

Trabalho e Carreira Volkswagen negocia demissão em massa e fechamento de fábricas Maior montadora da Europa avalia encerrar operações em quatro unidades na Alemanha e cortar até 100 mil postos de trabalho em meio à pressão por redução de custos e queda da competitividade. Por Christina Amann, Rachel More

O plano da Volkswagen de cortar até 100 mil empregos e fechar quatro fábricas na Alemanha enfrenta um teste decisivo nesta quinta-feira (9). Os grupos que controlam a maior montadora da Europa se reúnem para discutir as propostas, enquanto trabalhadores protestam contra a reestruturação.

Pressionada por custos elevados, excesso de capacidade produtiva no mercado doméstico, concorrência crescente de fabricantes chineses e tarifas de importação dos Estados Unidos, a Volkswagen enfrenta um dos momentos mais delicados de sua história recente.

A possibilidade de fechamento de fábricas e de cortes expressivos de pessoal em uma das companhias mais tradicionais da Alemanha, fundada há 89 anos, também evidencia os desafios enfrentados pela maior economia da Europa, marcada por crescimento lento e custos elevados de energia e mão de obra.

Durante reunião do conselho fiscal na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, prevista para esta tarde no horário local, o presidente-executivo Oliver Blume precisará convencer os influentes representantes sindicais do colegiado a aceitarem um programa de cortes mais profundo em todo o grupo, que inclui marcas como Audi e Porsche.

Blume também enfrenta pressão das famílias Porsche e Piëch, controladoras da companhia, cujos principais investimentos perderam dezenas de bilhões de euros em valor de mercado nos últimos anos.

Em Wolfsburg, trabalhadores protestavam com apitos, bandeiras vermelhas do sindicato e faixas. Em uma delas, lia-se a mensagem "Gemeinsam stark", expressão em alemão que significa "fortes juntos". Ao fundo, buzinas reforçavam o clima de mobilização.

O sindicato IG Metall informou que cerca de 400 pessoas participavam do protesto apenas em Wolfsburg.

Em nota enviada por e-mail, um porta-voz da Volkswagen afirmou que a empresa compartilha das preocupações dos trabalhadores sobre o futuro, mas considera necessária uma reestruturação para preservar a competitividade.

"Estamos ajustando nosso portfólio de investimentos e simplificando nossas estruturas corporativas", afirmou o porta-voz. "E sim, também teremos que reduzir o excesso de capacidade."

No que pode se tornar a maior reestruturação da história da Volkswagen, fontes afirmam que Blume estuda fechar quatro fábricas na Alemanha, localizadas em Hanover, Emden, Zwickau e Neckarsulm, onde funciona uma unidade da Audi.

O plano poderia resultar em até 100 mil demissões, aproximadamente o dobro do número previsto atualmente.

Segundo a revista Spiegel, a produção nas unidades de Zwickau e Emden seria encerrada gradualmente ao longo dos próximos cinco anos. A fábrica de veículos comerciais de Hanover seguiria o mesmo caminho em 2032, enquanto a unidade da Audi, em Neckarsulm, teria as atividades encerradas em 2034.

O conselho fiscal da Volkswagen reúne representantes das famílias controladoras, dos sindicatos e do governo do estado da Baixa Saxônia. Esse modelo de governança compartilhada frequentemente torna as decisões mais complexas.

Antes da reunião, a revista WirtschaftsWoche informou que o governo da Baixa Saxônia estaria disposto a aceitar o fechamento de fábricas. A informação, porém, foi negada por uma fonte do governo estadual, que classificou a reportagem como "um completo absurdo".

No acordo de reestruturação firmado no fim de 2024, os sindicatos conseguiram da direção da empresa o compromisso de evitar o fechamento de fábricas na Alemanha. Desde então, a Volkswagen vem buscando alternativas para dar nova destinação a unidades com baixa utilização.

Entre as iniciativas analisadas estão a busca por um parceiro da indústria de defesa para a fábrica de Osnabrück e a possibilidade de produzir na Alemanha modelos desenvolvidos originalmente para o mercado chinês.

Dados da Mobility Global analisados pela Reuters indicam que as fábricas do grupo Volkswagen na Alemanha deverão operar com 81% da capacidade considerada padrão em 2026. A previsão é que esse índice caia para 73% até o fim da década, mesmo considerando a retirada planejada da unidade de Osnabrück da rede produtiva.

Entre as quatro fábricas ameaçadas de fechamento, Zwickau aparece como a de maior utilização prevista para 2026, com 88% da capacidade ocupada. Ainda assim, a estimativa é de que esse percentual recue para apenas 42% até 2030, segundo os mesmos dados.

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‘New York Times’ e outros jornais dos EUA pedem que Justiça puna OpenAI em disputa sobre direitos autorais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 14:47

Tecnologia 'New York Times' e outros jornais dos EUA pedem que Justiça puna OpenAI em disputa sobre direitos autorais Veículos afirmam que a empresa mentiu ao tribunal sobre sua capacidade de localizar provas de suposto uso indevido de reportagens para treinar seus modelos de IA. Por Reuters

Um grupo de jornais, incluindo o "New York Times" e o "New York Daily News", solicitou a um tribunal federal de Manhattan nesta quinta-feira (9) que aplique sanções à OpenAI, dona do ChatGPT, na disputa sobre direitos autorais.

Os veículos alegam que a empresa mentiu ao tribunal sobre sua capacidade de pesquisar em seus sistemas por provas de que utilizou indevidamente milhões de reportagens para treinar seus modelos de IA.

Segundo os jornais, a OpenAI alegou falsamente que não poderia pesquisar seus grandes modelos de linguagem em busca de material protegido por direitos autorais, ao mesmo tempo em que ocultou que já havia feito esse tipo de busca "antes mesmo de o primeiro requerente da imprensa ter entrado com a ação".

Os veículos também afirmam que a OpenAI excluiu bilhões de conversas relevantes do ChatGPT ou as tornou impossíveis de pesquisar.

Eles pedem que o tribunal aplique sanções, incluindo o pagamento de honorários advocatícios, e reconheça judicialmente que os registros de conversas da OpenAI demonstram que a empresa utilizou indevidamente obras protegidas por direitos autorais.

A ação judicial, movida inicialmente pelo New York Times em 2023, acusa a OpenAI e seu maior financiador, a Microsoft, de usar milhões de artigos do jornal sem autorização para treinar o grande modelo de linguagem que sustenta o ChatGPT.

O caso é um dos vários processos movidos por detentores de direitos autorais — entre eles autores, artistas visuais e gravadoras — contra empresas de tecnologia, como OpenAI, Anthropic e Meta, por supostamente utilizarem indevidamente esse material para treinar sistemas de IA.

"Por mais de dois anos, a OpenAI mentiu para o The Times, para os demandantes do Daily News, para o público e para o tribunal", afirmou o advogado principal do New York Times, Ian Crosby, em comunicado.

"A empresa alegou que pesquisar os resultados do ChatGPT em busca de cópias do conteúdo do The Times e dos demandantes do Daily News era inviável, oneroso e invasivo da privacidade dos usuários, ao mesmo tempo em que ocultava que já havia realizado essas pesquisas."

A OpenAI havia afirmado anteriormente ao tribunal que não possuía ferramentas para pesquisar seus conjuntos de dados e registros de resultados em busca de material protegido por direitos autorais.

No entanto, segundo a petição apresentada pelos jornais nesta quinta-feira, um funcionário da empresa testemunhou posteriormente que a OpenAI havia "realizado várias pesquisas por conteúdo dos demandantes do Daily News".

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Governo mantém alíquota de 12% no imposto de exportação de petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 13:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%MoedasDólar ComercialR$ 5,121-0,53%Dólar TurismoR$ 5,328-0,47%Euro ComercialR$ 5,859-0,42%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.458 pts1,06%Oferecido por

O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu nesta quinta-feira (9) manter em 12% a alíquota do imposto de exportação sobre óleos brutos de petróleo e de minerais betuminosos.

🔎Minerais betuminosos são rochas e substâncias ricas em hidrocarbonetos, utilizadas na produção de combustíveis e derivados de petróleo.

A medida, de caráter temporário, vale por até 60 dias e será reavaliada após 30 dias, "à luz da evolução do cenário internacional e de seus impactos sobre o mercado de petróleo e combustíveis".

O comitê defendeu que a manutenção da alíquota busca preservar as condições de abastecimento do mercado interno e garantir matéria-prima para as refinarias brasileiras.

🔎A Gecex é o órgão do governo federal responsável por decidir sobre medidas de comércio exterior, como tarifas de importação e exportação. O comitê integra a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

"A determinação foi tomada diante de mudança recente das condições externas, especialmente após a deterioração do ambiente geopolítico no Oriente Médio, com novos episódios de tensão no Estreito de Ormuz", justificou a Camex, em nota.

A decisão foi tomada em meio à escalada da guerra entre Estados Unidos e Irã, que voltou a pressionar o mercado internacional de petróleo.

Nos últimos dias, os dois países trocaram novos ataques, e o Irã afirmou que bombardeios americanos interromperam a reabertura gradual do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás comercializados no mundo.

O conflito aumentou as preocupações sobre uma possível redução da oferta global da commodity e uma alta dos preços internacionais.

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Correios adiam fechamento de agências e mudanças em gratificações até 31 de julho

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 12:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%MoedasDólar ComercialR$ 5,124-0,48%Dólar TurismoR$ 5,330-0,44%Euro ComercialR$ 5,860-0,4%Euro TurismoR$ 6,108-0,38%B3Ibovespa172.152 pts0,88%Oferecido por

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, os Correios, decidiram adiar para o dia 31 de julho de 2026 a implementação de medidas do seu plano de reestruturação, como o fechamento de agências e alterações na remuneração de atendentes.

A suspensão foi comunicada nesta terça-feira (7) em carta enviada à Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) após sindicalistas contestarem os impactos das mudanças.

No documento, a estatal propõe a criação de uma mesa de negociação para discutir os pontos suspensos até o fim do mês (veja detalhes abaixo).

🔎Os Correios enfrentam uma crise econômico-financeira, que começou em meados de 2022. A empresa registrou prejuízo de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, apontou um balanço divulgado pela estatal em junho.

🔎Para estancar o rombo e buscar o reequilíbrio fiscal — com a meta interna de voltar a operar no azul —, a diretoria da estatal elaborou um plano de reestruturação focado em três frentes: corte de despesas com pessoal e administração, otimização de ativos e renegociação e captação de recursos.

A suspensão temporária ocorre após reunião realizada em 6 de julho, na qual foram tratados temas como o encerramento de atividades em unidades, a implementação de um novo sistema de distribuição e a revisão de gratificações.

De acordo com o documento oficial da empresa, as seguintes ações ficam paralisadas até o fim do mês:

Fechamento de unidades:a suspensão vale para as agências previstas no plano de reestruturação, com exceção daquelas que já foram extintas ou que estão em fase avançada de desativação.Gratificações: fica interrompida a retirada do Adicional de Atendimento em Guichê (AAG) e da verba de "Quebra de Caixa".Sistema de Dimensionamento (SDD): a implementação do novo modelo de distribuição de carga de trabalho também será paralisada para reavaliação.

Os Correios propuseram a instalação de uma mesa de negociação com início previsto a partir desta semana.

O grupo terá a participação de representantes da empresa, das federações de trabalhadores e da Secretaria-Geral da Presidência da República, que atuará na mediação do diálogo.

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Decisão sobre tarifaço ao Brasil sairá ‘muito em breve’, diz representante de comércio dos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 10:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%MoedasDólar ComercialR$ 5,143-0,1%Dólar TurismoR$ 5,351-0,05%Euro ComercialR$ 5,881-0,03%Euro TurismoR$ 6,1310,01%B3Ibovespa171.177 pts0,31%Oferecido por

Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, fala à imprensa no dia em que participa de um almoço de trabalho com ministros do comércio da UE, em Bruxelas, Bélgica, 24 de novembro de 2025. — Foto: Piroschka van de Wouw/Reuters

O representante do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que a decisão sobre um novo tarifaço às importações brasileiras será anunciada "muito em breve", mas disse que os dois países ainda estão distantes de um acordo.

"Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma distância considerável entre nós. Por isso, vocês verão uma decisão final sobre o Brasil muito em breve, porque temos um prazo legal até 15 de julho", disse Greer em entrevista à Fox Business Network.

Em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX. No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil.

Em ambos os casos, uma longa lista de exceções foi apresentada para evitar uma alta de preços no mercado americano.

Na segunda-feira (6), o USTR abriu a fase de audiências públicas da investigação. A participação é aberta aos interessados que se inscreverem.

Participaram das audiências representantes de associações brasileiras e americanas de vários setores, como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.

Para o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), Abrão Neto, "a aplicação de novas tarifas seria prejudicial para ambas as economias, com impactos negativos para o setor produtivo e os consumidores dos Estados Unidos, além de perda de competitividade das exportações brasileiras para um mercado crucial”.

Neto mencionou, ainda, que a participação dos Estados Unidos no comércio total do Brasil caiu para 11,2% nos cinco primeiros meses de 2026, o menor nível já registrado. As importações brasileiras provenientes dos Estados Unidos também recuaram 11% no mesmo período.

"Essas tendências sugerem que tarifas adicionais podem reduzir ainda mais a presença comercial e a influência econômica dos EUA em um dos maiores mercados emergentes do mundo, abrindo espaço para que concorrentes estrangeiros ampliem sua participação de mercado às custas das empresas americanas", complementou.

Como mostrou o blog da Ana Flor, representantes de empresas que participaram das audiências avaliam que a adoção de novas tarifas é praticamente inevitável. A expectativa, porém, é que o alcance da medida possa ser calibrado de acordo com seus impactos sobre a economia americana.

Um dos principais argumentos apresentados é que encarecer a importação de produtos brasileiros pode aumentar a dependência das cadeias produtivas dos Estados Unidos de insumos e componentes vindos da China, um efeito que contraria a estratégia comercial do governo Donald Trump.

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IA da Meta permite que outras pessoas criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 10:47

Tecnologia IA da Meta permite que outras pessoas criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir Ferramenta identifica automaticamente perfis a partir da menção ao @ e usa publicações públicas para gerar imagens. Por Darlan Helder, g1

A Meta lançou o Muse Image, seu primeiro gerador de imagens desenvolvido pela equipe de superinteligência artificial da empresa.

A ferramenta permite criar imagens com fotos públicas do Instagram de outras pessoas, o que pode ser usado para produzir deepfakes.

O recurso está ativado por padrão e está sendo liberado gradualmente para Instagram, WhatsApp e Meta AI.

Usuários podem impedir que posts e reels públicos sejam reutilizados nas criações com IA ao alterar uma configuração da conta.

IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir — Foto: Reprodução

A Meta anunciou nesta semana seu primeiro gerador de imagens por IA desenvolvido pela equipe de superinteligência artificial da empresa. A tecnologia, no entanto, permite que outras pessoas usem fotos públicas no Instagram para criar deepfakes (veja como impedir).

🔎 Deepfake é uma técnica que usa inteligência artificial para alterar fotos e vídeos. Com ela, por exemplo, é possível trocar o rosto de uma pessoa pelo de outra ou modificar o que alguém diz em um vídeo.

O novo gerador de imagens da Meta, chamado Muse Image, está ativado por padrão e pode ser usado no Instagram, no WhatsApp e no site da Meta AI, o chatbot da empresa de Mark Zuckerberg. Em breve, ele chegará ao Facebook e ao Messenger.

O g1 testou a ferramenta no site da Meta AI e constatou que ela foi capaz de criar deepfakes de terceiros apenas com a menção ao @ da pessoa, sem que fosse necessário informar a rede social. Em muitos casos, a IA identificou automaticamente que se tratava do Instagram. Em outros, chegou a pesquisar fotos da pessoa no Google.

No comunicado de lançamento, a Meta afirmou que pode usar publicações públicas feitas em suas redes sociais para gerar imagens com IA e disse que os usuários "têm controle sobre como seu conteúdo pode ser marcado para criação com IA, com uma configuração simples para desativar esse recurso a qualquer momento".

"Mencione um amigo com @ no app da Meta AI para trazê-lo à sua criação, compartilhe diretamente no seu story ou grupo de chat, ou remixe o que está em alta. É IA a serviço das experiências sociais que bilhões de pessoas já amam", afirmou a empresa.

O g1 também testou a ferramenta com contas privadas, mas a criação das imagens foi bloqueada. O g1 procurou a Meta para saber como a empresa pretende agir em casos de mau uso da ferramenta e aguarda resposta.

IA da Meta permite que terceiros criem deepfakes com fotos do seu Instagram; veja como impedir — Foto: Reprodução/Meta AI

Embora o recurso esteja sendo liberado gradualmente, a Meta já permite impedir que terceiros usem seus conteúdos públicos para criar imagens com a Meta AI. Veja como:

No seu perfil, toque no menu (as três barras no canto superior direito).Em "Como outras pessoas podem interagir com você", toque em "Compartilhamento e reutilização".Em "Permita que as pessoas reutilizem seu conteúdo no Instagram e com recursos de IA da Meta", desmarque as opções "Posts" e "Reels".

➡️ Nas configurações do app Meta AI, em um recurso separado do Muse Image, também é possível definir quem pode usar sua imagem em criações com IA. Para isso, acesse as configurações da Meta AI, toque em "Sua imagem" e envie uma selfie e outras fotos suas.

Em seguida, escolha quem poderá usar essas imagens: "Somente você", "Seguidores que eu aprovo", "Seguidores que eu também sigo" ou "Todos".

Para Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital, a decisão de permitir o uso de imagens de colegas publicadas no Instagram para criações com a IA da Meta mostra que a corrida pela inteligência artificial está acontecendo sem a devida atenção a questões éticas, de governança, de segurança e aos cuidados necessários com as pessoas.

"Se a IA da Meta causar danos a terceiros e ficar comprovado que medidas de proteção, os chamados guard rails, poderiam ter sido adotadas, mas não foram por causa da pressa, isso pode ser caracterizado como imprudência", afirmou.

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Governo avalia retirada do subsídio à gasolina na próxima semana, após nova onda de ataques no Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 09:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%MoedasDólar ComercialR$ 5,149-0,07%Dólar TurismoR$ 5,353-0,17%Euro ComercialR$ 5,8830,03%Euro TurismoR$ 6,131-0,06%B3Ibovespa170.653 pts-0,79%Oferecido por

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (9) que vai avaliar, na próxima semana, a retirada parcial ou total do subsídio à gasolina criado pelo governo para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis.

Segundo o ministro, a intenção inicial era retirar o benefício ainda nesta semana. No entanto, a alta de mais de 5% no preço do barril de petróleo na quarta (8) levou a equipe econômica a adiar a decisão.

Em maio, o governo anunciou o subsídio à gasolina importada ou produzida no Brasil. A medida, inicialmente, tinha previsão de duração de dois meses para conter os efeitos da guerra nos preços do petróleo. O valor do subsídio é de R$ 0,44 por litro.

"Essa semana eu ia anunciar a retirada do subsídio da gasolina, vou analisar a retirada na próxima semana, porque o preço da gasolina já está com o impacto diferente do que eu estava prevendo", disse ele, nesta manhã, em entrevista à Rádio Gaúcha.

"Semana que vem, a depender da situação, o que eu gostaria de fazer é retirar o subsídio da gasolina, seja parcial ou totalmente, como próximo passo", complementou o ministro.

Em abril deste ano, o governo federal anunciou um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis diante da escalada do preço do petróleo.

subvenção ao diesel (importado e ao produzido no Brasil);isenção de impostos federais sobre o biodiesel;subvenção ao gás de cozinha;subvenção ao querosene da aviação;linhas de crédio para o setor aéreo.

Em 1º de julho a retirada da subvenção ao diesel começou a valer. A previsão é que uma medida semelhante fosse anunciada pela gasolina em breve. Mas, o governo pode adiar a decisão em meio aos novos ataques dos Estados Unidos no Irã.

As forças do Comando Central dos EUA (Centcom) realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã nesta quarta-feira (8), com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios comerciais e marinheiros civis no Estreito de Ormuz.

Segundo o comunicado emitido pelas forças americanas, a ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar.

A ofensiva desta quarta-feira dá continuidade a uma primeira onda de ataques realizada na noite anterior. Na terça-feira (7), as forças do Centcom já haviam bombardeado aproximadamente 80 alvos militares no Irã, incluindo mais de 60 pequenas embarcações do Corpo da Guarda da Revolução Islâmica.

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Por que ovos de codorna têm manchas e cores diferentes? Entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 09/07/2026 05:47

GLOBO RURAL Por que ovos de codorna têm manchas e cores diferentes? Entenda Pigmentos responsáveis pela coloração da casca são produzidos por glândulas localizadas no útero da ave. A genética de cada codorna determina se a tonalidade vai tender mais para o marrom, o azul ou o verde. Por Redação g1, Globo Rural

Os ovos de codorna podem apresentar cascas com diferentes cores e padrões de manchas. A variação é normal e está relacionada, principalmente, à genética de cada ave.

Segundo o médico-veterinário Carlos Pozzebom, responsável por uma criação com cerca de 5.400 codornas em Coronel Freitas (SC), cada ovo tem características próprias.

"Essa diversidade acontece pela genética das aves. Cada ovo vai ter a sua coloração, diferentes tamanhos, manchas. Cada ovo é único", explica.

Os pigmentos responsáveis pela coloração da casca são produzidos por glândulas localizadas no útero da ave. A genética de cada codorna determina se a tonalidade vai tender mais para o marrom, o azul ou o verde.

As codornas colocam um ovo a cada 23 horas. A pigmentação da casca ocorre na etapa final da formação do ovo, durante a formação da casca. Nessa fase, são depositados os pigmentos que dão origem às diferentes tonalidades e desenhos da casca.

De acordo com o especialista, isso pode ocorrer por deficiência nutricional ou estresse, causado por falta de luminosidade, temperaturas elevadas ou excesso de aves por gaiola.

As codornas precisam de cerca de 18 horas de luz por dia, considerando tanto a iluminação natural quanto a artificial. A temperatura ideal para a criação fica entre 20 °C e 25 °C.

"Várias aves dentro de uma gaiola podem fazer com que elas se sintam em um ambiente muito apertado e fiquem estressadas", afirma Pozzebom.

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