RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Número de jovens no campo diminui no interior de SP e acende alerta para sucessão no agro

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 07:45

Sorocaba e Jundiaí Nosso Campo Número de jovens no campo diminui no interior de SP e acende alerta para sucessão no agro Queda na população jovem foi registrada ao longo de duas décadas em Araçoiaba da Serra (SP). Projeto ensina técnicas de gestão, tecnologia com drones e inovação para motivar filhos de produtores a continuarem no campo. Por Nosso Campo, TV TEM

O número de jovens na zona rural de Araçoiaba da Serra (SP) recuou 66% em 2 décadas. Isso acendeu o alerta para a sucessão nas lavouras locais.

Para reverter o êxodo rural, o curso 'Jovem Empreendedor do Agro', do Senar, capacita filhos de produtores para continuarem o legado de suas famílias.

O produtor Paulo Mota viveu o problema de perto. Seu filho Raphael contrariou as estatísticas ao escolher permanecer no campo para trabalhar com o pai.

A capacitação foca em estudantes como João Paulo. Segundo o instrutor Valber Rodrigo, o objetivo é mostrar que o agro moderno oferece carreiras promissoras.

O curso destaca que o agro vai além do esforço manual, com tecnologias como drones. O tema foi detalhado em reportagem exibida no domingo (28).

Jovens desafiam êxodo rural e assumem negócios da família no interior de SP — Foto: TV TEM/Reprodução

O número de jovens entre 15 e 24 anos vivendo na zona rural de Araçoiaba da Serra (SP) despencou 66% em duas décadas. O avanço do êxodo rural acendeu o alerta entre os produtores locais sobre quem vai administrar as propriedades e as lavouras no futuro.

Para tentar reverter essa tendência e fixar as novas gerações no campo, o curso "Jovem Empreendedor do Agro", do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), começou a capacitar filhos de produtores para darem continuidade ao legado das famílias.

O produtor Paulo Mota viveu esse desafio de perto. O filho dele, Raphael, decidiu contrariar as estatísticas e escolheu permanecer no campo. Atualmente, o jovem trabalha no dia a dia da lavoura ao lado do pai, que orienta seus passos na produção.

A iniciativa do Senar foca em jovens como Raphael e o estudante João Paulo, filho dos produtores Jomar e Regina Bello. De acordo com o instrutor Valber Rodrigo de Oliveira Santos, o objetivo das aulas é mostrar que o agro moderno exige gestão e oferece uma carreira promissora para a juventude.

O curso foca em mudar a visão sobre o empreendedorismo rural ao destacar que o trabalho no campo vai muito além do esforço manual. Com a chegada de tecnologias como o uso de drones e sistemas de gestão digital, o setor tem atraído os jovens pelas oportunidades de inovação e tecnologia.

Há 9 horas Mundo ArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 13 horas Mundo Eleições 2026A um mês das convenções, presidenciáveis negociam nomes para vice

Há 45 minutos Política Expediente na Copa 💼 ⚽Vai ter folga no jogo do Brasil? Veja o que muda nas capitais

Há 8 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 8 horas🚌💵Ônibus do Rio deixam de aceitar dinheiro; veja o que muda

Há 1 hora Rio de Janeiro Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 2 horas Mega-Sena Quina de São João vai sortear R$ 260 milhões hoje; g1 vai transmitirHá 2 horasTocantinsBens de luxo e viagens: o que se sabe sobre influenciadora investigada

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Figo não é fruta e nem planta carnívora: entenda como ele consegue digerir vespas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 06:45

Agro Figo não é fruta e nem planta carnívora: entenda como ele consegue digerir vespas Alimento é, na verdade, uma flor invertida e tem um pólen na parte interna que atrai as vespas-do-figo. Por Vivian Souza, g1 — São Paulo

O figo não é uma fruta, como muita gente imagina. Na verdade, ele é uma flor invertida, que abriga um sistema capaz de digerir a vespa-do-figo.

Apesar disso, o figo não é considerado uma planta carnívora. Isso porque a digestão faz parte de um mecanismo de defesa.

Na natureza, o figo precisa ser polinizado para produzir sementes férteis. Como o pólen fica no interior da flor, apenas a vespa-do-figo consegue alcançá-lo, entrando por uma pequena abertura.

Já as plantas carnívoras, em geral, vivem em solos pobres em nutrientes. Portanto, elas vão capturar os insetos como uma fonte de complementação, principalmente de nitrogênio e fósforo, que são nutrientes fundamentais para que elas sobrevivam.

O consumidor dificilmente irá encontrar o inseto na fruta que comprou no supermercado. Isso porque o produto comercializado se reproduz de uma forma diferente e não precisa mais da polinização.

O figo não é uma fruta, como muita gente imagina. Na verdade, ele é uma flor invertida, que abriga um sistema capaz de digerir a vespa-do-figo.

Apesar disso, o figo não é considerado uma planta carnívora. Isso porque a digestão faz parte de um mecanismo de defesa, explica Paulo Minatel Gonella, professor do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)

Na natureza, o figo precisa ser polinizado para produzir sementes férteis. Como o pólen fica no interior da flor, apenas a vespa-do-figo consegue alcançá-lo, entrando por uma pequena abertura.

Já as plantas carnívoras, em geral, vivem em solos pobres em nutrientes. Portanto, elas vão capturar os insetos como uma fonte de complementação, principalmente de nitrogênio e fósforo, que são nutrientes fundamentais para que elas sobrevivam, explica Gonella.

🦟É possível comer um figo com vespa? O consumidor dificilmente irá encontrar o inseto na fruta que comprou no supermercado. Isso porque o produto comercializado se reproduz de uma forma diferente e não precisa mais da polinização.

Ao longo dos anos, os pesquisadores foram reproduzindo figos geneticamente com as características que mais agradavam ao consumidor. Como resultado, o alimento para consumo só possui flores internas femininas e não precisa de sementes férteis, explica o professor da UFSJ.

Além disso, os figos são ensacados durante seu desenvolvimento, evitando que as vespas entrem e que pássaros se alimentem com eles — na natureza, os pássaros são os responsáveis por espalhar as sementes.

Como as sementes não são férteis, para cultivar o figo, os agricultores o reproduzem por meio de clonagem e estaquia, uma técnica que usa estacas para multiplicação das espécies, promovendo o enraizamento de partes da planta no solo, podendo ser ramos, raízes ou folhas.

Vespas machos cavam buracos para que as fêmeas consigam sair após nascer. Depois do processo, os machos morrem.

PLANTAS CARNÍVORAS: elas têm armadilhas até debaixo da terra e águaENTENDA: Banana tem família e até coraçãoVEJA VÍDEO: Mel começa com o 'vômito' das abelhas, pode durar alguns anos e tem tipos venenosos

Há 8 horas Mundo ArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 7 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 7 horasLoterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 55 minutos Mega-Sena Quina de São João tem prêmio estimado em R$ 260 milhões neste domingo; g1 vai transmitirHá 55 minutosDia do Orgulho LGBT+Mulheres contam como realizaram sonho da maternidade e formaram família em Divinópolis

Há 1 hora Centro-Oeste Casal de Campinas consegue na Justiça direito de registrar filha com duas mães desde o nascimentoHá 1 horaAos 56 anos, mulher trans desafia estatísticas e celebra envelhecimentoHá 1 horaTocantinsBens de luxo, viagens e ameaças: o que se sabe sobre influenciadora investigada por jogos ilegais no TO

Há 12 minutos Tocantins G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 4 horas G1 Explica Quanto custavam as coisas em 2002? Relembre os preços e como era a economia no ano do pentaHá 4 horasCopa do MundoColômbia empata com Portugal e termina na liderança do grupo K

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Os 4 processos judiciais nos EUA que podem mudar a forma como as redes sociais operam

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 04:44

Tecnologia Os 4 processos judiciais nos EUA que podem mudar a forma como as redes sociais operam Empresas como Meta, Google, Snapchat, TikTok, Discord e a plataforma de jogos sociais Roblox enfrentam milhares de processos nos EUA sob a alegação de que estão prejudicando seus usuários, principalmente as crianças. Por BBC

Quando as redes sociais começaram a dominar a internet há 20 anos, foram amplamente aclamadas como uma tecnologia revolucionária que conectaria pessoas de diferentes origens e tornaria a informação mais acessível.

Hoje, empresas como a Meta, proprietária do Facebook e do Instagram, o Google, proprietário do YouTube, e o Snapchat, juntamente com redes relativamente mais recentes como o TikTok, o Discord e a plataforma de jogos sociais Roblox, enfrentam milhares de processos nos EUA sob a alegação de que, em vez disso, estão prejudicando seus usuários, principalmente as crianças.

Em conjunto, o resultado dos processos, seja por meio de acordos extrajudiciais ou veredictos de júri contra as empresas, pode mudar para sempre a forma como as plataformas sociais operam.

"Isso criou um cenário que não só observadores jurídicos estão acompanhando, mas também reguladores e legisladores", disse Eric Talley, advogado e professor da Faculdade de Direito de Columbia.

Talley observa que a forma como essa crescente onda de processos contra as plataformas está influenciando a percepção pública mais ampla provavelmente afetará as eleições políticas nos próximos anos, impactando leis e regulamentos novos e revisados.

Muitos dos casos estão tramitando em tribunais da Califórnia, onde estão sediadas as principais plataformas de mídia social. Conhecido como o "efeito Califórnia", as mudanças legais e políticas implementadas no Estado tendem a levar a mudanças em todo o país.

"Não há mais como negar que existe um problema com a segurança infantil nas plataformas", disse Alexis Shore Ingber, especialista em direito da comunicação e professora da Universidade de Syracuse. "Estamos vendo um ponto de inflexão. Esses casos são significativos."

Este ano, a Meta e o YouTube sofreram uma derrota sem precedentes em um caso movido por uma jovem que alegou ter sido viciada em mídias sociais na infância, o que contribuiu para seus problemas de saúde mental e emocional. As empresas foram condenadas por um júri a pagar a ela um total de US$ 6 milhões (R$ 31 milhões) em indenização. Ambos os escritórios de advocacia disseram discordar do veredicto e pretendem recorrer.

A Meta também perdeu um caso maior no Novo México, movido pelo procurador-geral daquele Estado, que acusou a empresa de enganar o público ao afirmar que suas plataformas eram seguras para crianças, apesar dos problemas conhecidos de exploração sexual de jovens nelas. A Meta afirmou que também planeja recorrer dessa decisão.

Durante os anos em que esses casos foram apresentados e resolvidos, a Meta lançou mudanças em suas plataformas com o objetivo de torná-las mais seguras para jovens usuários.

Mas alterações mais amplas nas plataformas — em como elas são projetadas, funcionam e até mesmo são acessadas — provavelmente levarão anos e passarão por várias decisões judiciais desfavoráveis.

Entre este ano e o próximo, a Meta e as outras principais plataformas de mídia social enfrentarão mais julgamentos, nos quais os júris poderão considerar uma série de alegações de jovens usuários, seus pais, distritos escolares e procuradores estaduais, que alegam uma série de efeitos nocivos na forma como as plataformas de mídia social são projetadas e operam.

Até mesmo um bilionário está preparado para levar a Meta a julgamento por hospedar anúncios que enganam pessoas e roubam seu dinheiro.

Então, quais casos realmente importam? A BBC analisou dezenas de casos nos EUA para encontrar os poucos processos contra empresas de mídia social e jogos sociais que estão a caminho de julgamento no próximo ano ou mais e que podem ter um impacto significativo nos negócios e operações das plataformas.

De acordo com Adam J. Schwartz, um advogado que também fundou uma ferramenta online de revisão de documentos, os seguintes processos "são os casos emblemáticos que definirão o tom e o teor para moldar a lei no futuro".

Um dos processos contra empresas de redes sociais envolve mais de 1.000 escolas na Califórnia — Foto: Getty images via BBC

Um extenso litígio multidistrital (MDL, como é conhecido esse tipo de processo nos EUA) na Califórnia inclui alegações de mais de 1.000 distritos escolares no país.

De forma geral, as escolas acusam o Instagram, o YouTube, o Snapchat e o TikTok de serem intencionalmente projetados para serem viciantes, o que supostamente prejudicou crianças mental e emocionalmente por meio do uso excessivo das plataformas.

As escolas alegam que lidar com os efeitos nocivos das mídias sociais lhes custou dinheiro e recursos, e que as plataformas devem ser consideradas um "incômodo público" e responsabilizadas por afetar o bem-estar das crianças.

Embora um julgamento com júri para algumas das alegações dos distritos escolares esteja marcado para começar em fevereiro — depois que as plataformas recentemente fizeram um acordo com um distrito escolar que seria o primeiro a ser julgado —, todos os casos podem levar mais alguns anos para serem resolvidos completamente.

Caso os resultados dos tribunais sejam desfavoráveis ​​às plataformas, tudo, desde a forma como as plataformas exibem o engajamento do usuário até quem elas permitem nas plataformas, pode mudar.

Um porta-voz do YouTube disse: "As alegações nessas queixas simplesmente não são verdadeiras." Uma porta-voz do Snapchat disse: "Discordamos fundamentalmente das alegações — não temos como alvo escolas."

Na terça-feira (23/06), o YouTube chegou a um acordo com um jovem de 15 anos no Estado da Flórida, que tinha movido um processo semelhante contra a plataforma.

"Essa questão foi resolvida amigavelmente, e nosso foco continua voltado para o desenvolvimento de produtos adequados para cada faixa etária e controles parentais que cumpram essa promessa", declarou o porta-voz do Google, José Castañeda, em comunicado à BBC.

Advogados da Califórnia e do Colorado lideraram um grupo de 29 Estados ao entrar com uma ação judicial em 2023 contra a Meta e o Instagram. O julgamento está marcado para agosto.

Os Estados estão acusando a Meta de violações da Lei de Proteção da Privacidade Online das Crianças (COPPA), uma lei federal.

A lei, promulgada em 2000, foi criada para proteger crianças menores de 13 anos de serem alvo de empresas que operam online.

A Meta já forneceu mais de 2 milhões de documentos ligados a esse caso, de acordo com os registros do tribunal.

Os Estados querem que a Meta melhore seus mecanismos de controle para impedir que menores de 13 anos usem suas plataformas e remova os dados que coletou anteriormente de usuários menores de idade, além de uma série de outras mudanças.

A Meta usa esses dados para práticas como segmentação de anúncios e treinamento de seus modelos e ferramentas de inteligência artificial (IA).

Roblox e Discord enfrentam um processo judicial relacionado ao design e marketing de suas plataformas — Foto: AFP/Getty images/BBC

Este processo contra a Roblox e o Discord foi movido por um menino de 13 anos em um tribunal estadual em San Mateo, Califórnia. O menino alega que foi aliciado por um predador sexual por meio de ambas as plataformas. Posteriormente, o homem envolvido foi preso por seus crimes contra mais de duas dúzias de crianças.

O processo argumenta que ambas as plataformas foram projetadas com falhas e se envolveram em marketing enganoso sobre a segurança para usuários jovens e, portanto, devem ser responsabilizadas pelos danos sofridos pelo jovem cuja identidade não foi divulgada.

A Roblox, que é uma plataforma focada em jogos com muitos recursos de mídia social, e o Discord tentaram levar o caso para arbitragem, que é um processo legal privado fora do sistema judicial. O tribunal recusou, mas o caso está atualmente suspenso aguardando o recurso das empresas contra essa decisão.

Um veredicto judicial contra as plataformas pode trazer mudanças na restrição de idade e na capacidade de estranhos interagirem com usuários jovens por meio de mensagens e salas de bate-papo da plataforma.

Uma porta-voz do Discord se recusou a comentar. Um representante da Roblox não respondeu ao pedido de comentário.

Nem todos os casos contra plataformas de redes sociais que vão a julgamento têm a ver com danos contra crianças.

Andrew Forrest, um bilionário australiano, processou a Meta na Califórnia em 2022 pelo suposto fracasso da empresa em combater anúncios fraudulentos que enganam os australianos em investimentos falsos que supostamente proliferaram no Facebook usando seu nome e imagem.

Com alegações que incluem uso indevido de sua imagem e enriquecimento ilícito — porque a Meta ganha dinheiro com anúncios em sua plataforma —, independentemente do objetivo ou resultado, o processo de Forrest pode ser um dos mais significativos.

Ele está pedindo ao tribunal que determine que a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações não pode ser usada como defesa pela Meta no caso. Meta está argumentando que está protegida das reivindicações de Forrest pela Seção 230.

Promulgada em 1996, a Seção 230, como é normalmente chamada, essencialmente dá imunidade legal às plataformas para qualquer coisa que ocorra nelas.

Se o tribunal finalmente ficar do lado de Forrest, poderá derrubar décadas de defesas das plataformas online.

Há 5 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 5 horasArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 10 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 8 horas Mega-Sena G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 6 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 6 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 6 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 6 horasA um mês das convenções partidáriasPresidenciáveis negociam vice pensando em reduzir resistências do eleitorado e em tempo de TV

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Vai trazer comida do exterior? Veja o que pode entrar no Brasil e o que exige autorização

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 04:44

Agro Vai trazer comida do exterior? Veja o que pode entrar no Brasil e o que exige autorização Produtos só podem entrar no país após a emissão de documentação sanitária. Itens irregulares podem ser apreendidos e destruídos no aeroporto. Por Vivian Souza

Todo mundo gosta de trazer lembrancinhas quando volta de viagem, mas sabia que nem todo alimento pode entrar no Brasil?

Desde o dia 4 de fevereiro, novas regras do Ministério da Agricultura passaram a definir quais alimentos podem entrar no país na bagagem de viajantes e quais exigem autorização. O ovo, por exemplo, não estava na lista de proibições de 2025, mas passa a integrá-la este ano.

O Ministério explica que os itens proibidos podem trazer pragas e doenças para o país, com risco para plantações, animais e até para a saúde humana.

A carne de porco, por exemplo, só entra no Brasil com autorização porque pode trazer a peste suína africana. A doença é causada por um vírus, é fatal para os porcos e não tem vacina nem tratamento.

Hoje, essa doença não existe no Brasil, mas está presente em mais de 50 países da África, Europa, Ásia e das Américas. A Espanha, por exemplo, tem casos confirmados. O país é o terceiro maior produtor de carne de porco do mundo.

Além destes produtos, o Ministério avisa que podem haver bloqueios relacionados a produtos oriundos de países específicos, com incidência de doenças. Por exemplo, em casos da gripe aviária, da peste suína africana e a dermatose nodular contagiosa.

A instituição pontua também que não somente os vegetais frescos, mas parte deles que possam conter doenças podem ser confiscados. É o caso de folhas secas para chá, em que o processo de secagem não é conhecido.

Para entrar no país com esses alimentos, é preciso fazer um registro na Declaração Eletrônica e Bens do Viajante (e-DBV).

Depois, é necessário ir até a unidade do Vigiagro, no controle aduaneiro, para finalizar o processo.

Além disso, quando o Ministério da Agricultura entender que é o caso de um controle mais rigoroso, pode ser solicitada adicionalmente uma Autorização Prévia de Importação.

a descrição dos bens agropecuários que serão importados, incluindo a quantidade, a forma de acondicionamento e o país de origem e de procedência;o modal de transporte, podendo ser aéreo, marítimo, fluvial, lacustre (por lago), rodoviário e ferroviário;a via de transporte autorizada, especificada como bagagem acompanhada;o local de ingresso no território nacional;a identificação do viajante que transportará os bens agropecuários, contendo nome completo, CPF e número do passaporte;o prazo de validade da autorização de importação.

Neste caso, a autorização deverá ser encaminhada eletronicamente pelo Serviço Técnico emissor às Unidades do Vigiagro nos locais de ingresso.

Segundo o Ministério, dois procedimentos são feitos para a destruição: a autoclavagem (o produto é submetido a temperatura de 133° C e pressão de 3 bar por 20 minutos) e a incineração. Os procedimentos são responsabilidade do administrador do aeroporto.

A norma que regula o tema prevê outras medidas, mas não detalha quais. O g1 questionou o Ministério da Agricultura, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Leia também: Após pressão do agro, governo suspende temporariamente lista que considerava tilápia espécie invasora

Mesmo quando não há exigência de documentação, o produto deve estar na embalagem original, com rótulo, lacre e sem sinais de violação.

extratos ou concentrados de carnes e pescados, de todas as espécies, exceto suínos.carnes (exceto suína) e pescados defumados, dessecados, salgados ou desidratados;derivados de suínos enlatados;gelatinas;leite pasteurizado ou esterilizado, incluindo o creme de leite;doce de leite;leite em pó ou soro;manteiga, manteiga clarificada (ghee) e pasta de espalhar de produtos provenientes do leite;iogurtes, quefir, coalhadas e outras bebidas láctea fermentadas;hidrolisado de proteína do leite e lactose;queijos e requeijão, excluindo os produtos lácteos feitos com leite de bovinos e bubalinos dos países com notificação de dermatose nodular contagiosa (caso da Argélia, Camboja, França, Itália, Tunísia, Espanha);bolos, biscoitos, bolachas, petit fours, tortas doces e salgadas, waffles, doces em massa folhadas, pastéis de confeitaria, doces e quitutes;amêndoas torradas e salgadas;bebidas destiladas e fermentadas;vinagres;sucos;óleos vegetais;geleias, conservas;demais produtos industrialmente esterilizados, pasteurizados, fermentados, sulfitados, liofilizados, cozidos, carbonizados, parboilizados, moídos, polidos, tostados ou secos ao forno.

Presunto Ibérico: carne de porco só entra no Brasil com autorização, exceto se for enlatada — Foto: Foto de Hawksbill.24

Vacas uruguaias à beira da morte em navio desembarcam na Líbia, e ONG pede investigação sobre saúde dos animaisTarifaço de Trump: veja a nova lista de produtos brasileiros que ficam de fora das tarifas de 40%

Há 5 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 5 horasArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 10 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 8 horas Mega-Sena G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 6 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 6 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 6 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 6 horasA um mês das convenções partidáriasPresidenciáveis negociam vice pensando em reduzir resistências do eleitorado e em tempo de TV

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O paradoxo dos impostos na América Latina: quem tem menos paga mais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 03:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa171.990 pts0,87%Oferecido por

Grosso da arrecadação na América Latina é bancado pelos mais pobres, aponta Oxfam — Foto: Eva Usi/DW

Ao priorizar a tributação do consumo em vez da renda, governos da região perpetuam a desigualdade, em vez de reduzi-la, apontam especialistas. Os impostos financiam escolas, hospitais, estradas e aposentadorias e, em teoria, também deveriam ajudar a diminuir as desigualdades. No entanto, na América Latina — uma das regiões mais desiguais do mundo —, os sistemas tributários parecem não cumprir esse papel.

"Na América Latina e no Caribe, a política fiscal arrecada pouco, de forma injusta, e aprofunda a extrema desigualdade", afirma a Oxfam em sua publicação Riqueza sem controle, democracia em risco: por que a América Latina e o Caribe precisam de um novo pacto fiscal. Segundo a organização internacional de combate à pobreza, "a estrutura tributária funciona de maneira contrária ao que deveria: desperdiça seu potencial de redistribuição e protege aqueles que mais têm".

Para Verónica Paz Arauco, diretora de programas da Oxfam na região, o resultado é evidente: "Hoje, quem sustenta o sistema tributário são, proporcionalmente, os que menos têm", afirma à DW.

"Os lares de baixa e média renda o financiam principalmente por meio de impostos sobre o consumo", explica. "Enquanto uma pessoa pertencente aos 50% mais pobres pode destinar cerca de 45% de sua renda ao pagamento de impostos, o 1% mais rico contribui com menos de 20%", critica.

O gráfico acima, que mostra a participação da arrecadação tributária no Produto Interno Bruto (PIB) dos países da América Latina e do Caribe, revela outra desigualdade: em comparação com os países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como o “clube dos países ricos”, a região arrecada significativamente menos impostos.

A diferença é ainda mais evidente quando comparada às nações que lideram o Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD): Islândia, Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Irlanda e Suécia. Nesses países, a participação dos impostos no PIB supera 35% e chega a cerca de 45% na Dinamarca. As únicas exceções são a Suíça (27,2%) e a Irlanda (21,7%).

Boa parte da arrecadação fiscal na América Latina vem de impostos sobre o consumo, enquanto tributos sobre renda, lucros e patrimônio têm um peso muito menor. Em outras palavras, a região tributa mais o consumo do dia a dia do que as grandes rendas e fortunas.

"As famílias de menor renda têm menos poupança, por isso destinam proporcionalmente mais de sua renda ao consumo. Isso faz com que os impostos sobre o consumo tenham um efeito regressivo", explica, em entrevista à DW, Ricardo Cantú Calderón, pesquisador do Centro de Investigação Econômica e Orçamentária (CIEP), no México.

"A tributação se baseia em impostos que aprofundam a desigualdade", afirma à DW, no mesmo sentido, a economista María Julia Eliosoff, diretora de projetos econômicos da Fundação Friedrich Ebert na Argentina. Trata-se de "uma situação de injustiça muito clara", avalia.

No entanto, esse desequilíbrio não se explica apenas pelo fato de que quem tem menos destina uma parte maior de sua renda ao pagamento de impostos. Também pesa a forma como as rendas mais altas e o patrimônio são tributados — ou deixam de ser.

"Uma parte importante da renda das pessoas mais ricas vem do capital, que continua sendo insuficientemente tributado, e existem amplos benefícios fiscais", aponta Verónica Paz Arauco, da Oxfam.

Cantú Calderón, do CIEP, concorda e acrescenta que pessoas com grandes patrimônios podem recorrer a estratégias financeiras que lhes permitem obter tratamentos tributários mais favoráveis.

Mas aumentar a tributação sobre quem ganha mais não poderia desestimular o investimento e comprometer o crescimento, como argumentam alguns? Para Cantú, essa ideia “não tem muito fundamento”. “No curto prazo, os investidores reagem, mas no longo prazo isso se ajusta”, afirma.

A esse cenário soma-se outro desafio estrutural da região: a alta informalidade no mercado de trabalho. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), praticamente um em cada dois trabalhadores da América Latina e do Caribe (46,7%) atuava na informalidade no primeiro semestre de 2025.

"Essa situação limita a arrecadação, especialmente em impostos diretos e contribuições sociais, e empurra os Estados a depender mais de impostos indiretos como o IVA [Imposto sobre Valor Agregado de produtos e serviços]", afirma Arauco, da Oxfam.

O debate sobre quem paga impostos ganha outra dimensão quando se observa a concentração de riqueza.

A fortuna conjunta dos bilionários da América Latina e do Caribe chega a 622,9 bilhões de dólares — valor quase equivalente ao PIB combinado de Chile e Peru. Dados da Oxfam indicam ainda que, neste século, a riqueza desse pequeno grupo cresceu 16 vezes mais rápido do que a economia da região.

Arauco, da Oxfam, explica que a ausência de tributação — ou a tributação insuficiente — sobre a riqueza acumulada pelos mais ricos se reflete diretamente na falta de recursos para serviços públicos essenciais, como saúde, educação e sistemas de cuidado.

"A chave não é eliminar os impostos sobre o consumo, mas garantir que sejam os melhores possíveis", sustenta em entrevista à DW Julián Folgar, economista do Banco Mundial para a Argentina e professor de Finanças Públicas.

"Reformas que ampliem a base tributária, reduzam tratamentos preferenciais injustificados e melhorem o cumprimento das regras podem gerar ganhos simultâneos em equidade, eficiência e arrecadação", detalha.

O desafio para a América Latina, portanto, não é apenas arrecadar mais, mas construir sistemas tributários mais progressivos, capazes de reduzir as desigualdades sem comprometer o crescimento econômico. No fim, o debate não se resume a quanto arrecadar, mas também a quem paga essa conta.

Há 4 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 4 horasArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 9 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 7 horas Mega-Sena G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 5 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 5 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 5 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 5 horasA um mês das convenções partidáriasPresidenciáveis negociam vice pensando em reduzir resistências do eleitorado e em tempo de TV

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

‘Guerra’ por ingressos para turnê do BTS vira pesadelo para fãs que caíram em golpes online

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 03:45

Tecnologia 'Guerra' por ingressos para turnê do BTS vira pesadelo para fãs que caíram em golpes online Como a demanda por ingressos supera a oferta em uma proporção de 15 para um, torcedores desesperados se tornaram alvos fáceis de golpistas. Por Virma Simonette Rivera

'Guerra' por ingressos para turnê do BTS vira pesadelo para fãs que caíram em golpes online — Foto: Big Hit Music

Quando a jovem indonésia Vevee entrou no Ticketmaster em 9 de junho, ela acreditava que sua espera de anos para ver o grupo BTS estava finalmente chegando ao fim.

Como milhões de fãs em todo o mundo, a jovem de 26 anos achava que estava pronta para a batalha que é conseguir ingressos online. Ela até tirou o dia de folga do trabalho.

A extensa turnê global do grupo faria uma parada em sua cidade — a capital da Indonésia, Jacarta — e, como fã de longa data, ela não conseguia imaginar perder isso.

Sentada diante do computador, com os olhos fixos no número da fila que definiria seu destino, Vevee esperou por horas. Quando chegou sua vez, recebeu a notícia de que os ingressos tinham se esgotado.

Mas houve um novo processo de venda. E ela tentou de novo, mas — de novo — sua sorte não mudou. "Parecia impossível porque a demanda era simplesmente absurda", diz à BBC.

Determinada a garantir seu lugar, Vevee encontrou uma conta revendendo ingressos no X e gastou US$ 1,2 mil em quatro assentos VIP. Isso equivale a cerca de dois meses do seu salário.

Mas logo depois pararam de responder. "Assim que enviei o dinheiro, sumiram. É horrível. Estou muito triste e de coração partido", diz a jovem de 26 anos.

Fãs desesperados no Sudeste Asiático, onde o BTS fará 15 dos 88 shows, perderam mais de US$ 100 mil enquanto golpistas se aproveitam da enorme demanda por ingressos.

Tem sido um mês de altos e baixos para os fãs da banda, que se autodenominam Army ("Exército").

Felizes em ver o BTS de volta aos palcos após a pandemia e um hiato de três anos, mas frustrados com a competição extremamente acirrada pelos ingressos, eles se tornaram alvos fáceis para golpistas.

Na Tailândia, parlamentares estão analisando uma petição feita por 126 fãs que foram enganados – eles querem ajuda para entrar em uma "fila de espera".

Golpistas também se infiltram em grupos de fãs online, prometendo acesso exclusivo ou preços mais baixos.

Assim que o dinheiro é transferido, eles desaparecem. Alguns chegam a oferecer "procurações" — geralmente usadas para transferir decisões legais a outra pessoa — para convencer as vítimas de que os ingressos são autênticos.

Essas são táticas conhecidas o suficiente para que as autoridades tenham emitido vários alertas. Mesmo assim, os fãs continuam sendo enganados.

A turnê, que começou em abril e vai até 2027, passará por 34 cidades. O BTS e sua gravadora Hybe poderão faturar quase US$ 2 bilhões com o retorno, vindos de shows, produtos, licenciamento, vendas de álbuns e receitas de streaming, disseram analistas à agência Reuters.

Em toda a Ásia, o número de pessoas disputando ingressos superou em 15 vezes a quantidade disponível, segundo a BBC.

Novas datas continuam sendo adicionadas devido à impressionante demanda. Na semana passada, Jacarta e Bulacan, nas Filipinas, confirmaram um terceiro show cada.

Quando a nova data foi anunciada, Vevee decidiu "brigar por esses ingressos novamente", mas por meios oficiais, ao contrário da última vez, quando o pânico falou mais alto, explica ela.

"Eu estava prestes a entrar em uma reunião de trabalho e estava com muito medo de que outra pessoa conseguisse os ingressos. Só queria transferir o dinheiro rapidamente para garantir", diz.

"Se eu tivesse parado um momento para me acalmar, talvez tivesse percebido os sinais de alerta."

Fãs do BTS colaram cartazes com os títulos de suas músicas favoritas antes do primeiro show de retorno em março na Coreia do Sul — Foto: Getty Images

Em Singapura, a polícia recebeu pelo menos 62 denúncias envolvendo ingressos para shows do BTS desde 1º de junho, com prejuízos de mais de 68 mil dólares de Singapura (cerca de R$ 270 mil).

A empresa de comércio eletrônico Carousell suspendeu a revenda de ingressos em sua plataforma, e a proibição ficará em vigor até 22 de dezembro, data do último show do BTS em Singapura.

Na semana passada, a polícia da Malásia disse ter recebido 28 denúncias de pessoas que afirmam ter sido enganadas ao tentar garantir ingressos. As autoridades estão tentando rastrear "contas laranja" envolvidas nas transações, segundo informaram.

Nos primeiros anos, os shows do BTS aconteciam principalmente na Coreia do Sul, Japão e nos EUA. À medida que a banda foi ficando mais famosa pelo mundo, a agenda de shows se expandiu para mais regiões da Ásia, Europa, Oriente Médio e América Latina.

Mas a atual Arirang World Tour é a primeira vez que o grupo realiza vários shows em cinco países do Sudeste Asiático — Indonésia, Malásia, Filipinas, Singapura e Tailândia.

Os ingressos na região custam entre US$ 100 e US$ 300. O pacote mais caro inclui acesso à passagem de som antes do show, assentos premium e produtos do BTS.

Para fãs como Vevee — que acompanharam o grupo em seus altos, baixos e depois em sua ascensão meteórica — assistir à nova turnê é algo especial.

Vevee diz que tinha 14 anos quando descobriu o BTS, cerca de um ano após a estreia do grupo em 2013. Ela gostava da música, mas também dos sete integrantes — RM, Jin, Suga, J-Hope, V, Jimin e Jungkook — que descreve como "muito genuínos".

Em 2019, ela voou sozinha para Bangkok para assistir ao BTS em sua última turnê mundial. Ela conta que foi sua primeira viagem sozinha e que não conhecia ninguém no show, mas recebeu "muita ajuda" de outros fãs. "Foi realmente uma experiência inesquecível e maravilhosa."

Sete anos depois, quando soube que o BTS iria a Jacarta, começou a economizar. "Eu me preparei muito para conseguir esses ingressos, mas, sinceramente, não sou só eu. Todo army se prepara intensamente para isso."

Ela diz que alguns fãs alugaram computadores em cibercafés por uma semana inteira porque não podiam correr o risco de não conseguir um lugar no dia das vendas. Eles acreditam que as altas velocidades de conexão dos computadores poderiam aumentar suas chances.

"Na Indonésia, não estamos apenas lutando pela guerra dos ingressos", diz Vevee. "Lutamos para garantir o melhor cibercafé e até para alugar celulares de última geração. É uma guerra em todas as frentes."

"Agora que a parada nas Filipinas finalmente foi confirmada, depois do que parece uma eternidade, dói saber que pessoas que esperaram quase uma década podem não ter a chance de vê-los", escreveu um fã filipino no Threads.

"Alguns de nós não estão apenas tentando ir a um show. Estamos tentando finalmente ver as sete pessoas que apoiamos há anos."

Na semana passada, Juraluk Kunaruk apresentou uma queixa no Parlamento da Tailândia em nome de 126 vítimas, cada uma das quais transferiu centenas de dólares para o mesmo usuário do X dias antes da venda de ingressos.

O usuário havia prometido ajudar a conseguir bons lugares. Mas no dia em que as vendas começaram, a conta no X desapareceu.

"Eu vinha acompanhando essa conta há bastante tempo. Eles tinham muitas avaliações e seguidores, então pareciam confiáveis. Os preços também eram razoáveis", diz Juraluk, que perdeu 25 mil baht (US$ 760 ou R$ 3,9 mil) ao pagar pelo que achava serem pacotes VIP.

Nas últimas duas semanas, a jovem de 23 anos passou horas viajando de sua cidade natal até Bangkok para se reunir com parlamentares.

"Os deputados prometeram que vão tentar recuperar nosso dinheiro. Então ainda tenho esperança", diz.

Ela também não desistiu do show: "Ainda quero ir porque não sei quando terei outra oportunidade de vê-los".

Isso não é surpreendente, já que golpes afetaram shows extremamente populares no passado, incluindo a Eras Tour, de Taylor Swift. Alguns fãs pediram à produtora Live Nation e a seus parceiros de venda de ingressos que se esforcem mais para prevenir contra golpes.

A Ticketmaster, subsidiária da Live Nation responsável pela venda de ingressos da turnê do BTS em muitos países, diz que já "reforçou a luta contra cambistas e bots com nova tecnologia de IA e regras mais rigorosas".

Por exemplo, os ingressos serão verificados com base nos endereços de e-mail dos participantes, enquanto fãs com ingressos revendidos podem ser impedidos de entrar no dia do show.

Os fãs devem "comprar ingressos apenas por meio de fontes oficiais", disse uma porta-voz da Ticketmaster à BBC. "O site do artista sempre poderá orientar os fãs no caminho correto."

Mas fãs decepcionados parecem incapazes de resistir ao que parece ser uma última chance de conseguir ingressos.

Cookie, uma fã nas Filipinas, recorreu a uma pessoa que vendia ingressos depois de não conseguir comprá-los em duas ocasiões. Ela achava que tinha sido cuidadosa.

"Adicionei ela no Facebook, verifiquei a conta, o que estudou, de onde era", diz a atendente de suporte ao cliente de 30 anos.

"Assim como outras vítimas ouvidas pela BBC, Cookie não teve mais resposta após o pagamento: a golpista a bloqueou no Facebook, e ela nunca recebeu os ingressos."

"Eu me sinto envergonhada. Nem contei à minha família ou aos meus amigos mais próximos o que aconteceu", diz Cookie.

"Não quero ser julgada ou ouvir 'você é burra'. Foi um ato desesperado, porque eu realmente queria estar lá."

Vevee tentou novamente sabendo que seria "uma batalha difícil", porque o show mais recente em Jacarta acontece no aniversário de um dos integrantes, V.

Ela falhou na primeira tentativa na pré-venda na sexta-feira. "Parece que simplesmente todo mundo está tentando esse último show."

Ela e seus amigos se dividiram por Jacarta e "cada um tentou comprar ingressos de locais diferentes, usando diferentes conexões de internet e contas".

Há 4 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 4 horasArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 9 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 7 horas Mega-Sena G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 5 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 5 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 5 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 5 horasA um mês das convenções partidáriasPresidenciáveis negociam vice pensando em reduzir resistências do eleitorado e em tempo de TV

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 02:45

g1 explica O sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas? No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

O PIX entrou na mira do governo dos Estados Unidos em meio a discussões sobre o impacto do sistema brasileiro de pagamentos no mercado financeiro. O serviço permite transferências instantâneas e gratuitas, sem a necessidade de intermediários.

A expansão do PIX reduziu a participação de empresas que lucram com taxas cobradas em operações financeiras, como pagamentos com cartão. O setor é dominado por grandes companhias globais, muitas delas americanas.

Mas, além da disputa econômica, o debate envolve questões ideológicas e estratégicas. Por ser uma infraestrutura pública criada pelo Estado e amplamente adotada pela população, o PIX é apontado como um exemplo de alternativa aos sistemas tradicionais de pagamento e às redes financeiras que concentram parte do fluxo global de transações.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

Há 3 horas Copa do Mundo Argélia e Áustria empatam; 3 a 3Há 3 horasArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 8 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 6 horas Mega-Sena G1 ExplicaO sucesso do PIX criou um problema? Por que ele passou a incomodar gigantes americanas?

Há 4 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 4 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 4 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 4 horasA um mês das convenções partidáriasPresidenciáveis negociam vice pensando em reduzir resistências do eleitorado e em tempo de TV

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Copa do Mundo: veja quais capitais terão ponto facultativo ou expediente reduzido no jogo do Brasil

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 28/06/2026 00:44

Trabalho e Carreira Copa do Mundo: veja quais capitais terão ponto facultativo ou expediente reduzido no jogo do Brasil Empresas privadas não são obrigadas a liberar funcionários durante as partidas. Confira quais capitais e estados decretaram ponto facultativo na próxima segunda-feira (29). Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

A classificação do Brasil para o mata-mata da Copa reacendeu a dúvida sobre a liberação do trabalho em dias de jogo. No setor privado, as empresas não são obrigadas a dispensar funcionários durante as partidas.

Para servidores federais, não haverá ponto facultativo, mas a portaria permite alterar o expediente com compensação de horas. Já estados e municípios podem adotar regras próprias.

Entre as capitais, parte decretou ponto facultativo ou reduziu o expediente, enquanto outras ainda não definiram como será o funcionamento na segunda-feira (29).

Se chegar à final, o Brasil ainda disputará quatro jogos em dias úteis, o que pode manter o tema em debate nas próximas fases da Copa.

A classificação da Seleção Brasileira para o mata-mata da Copa do Mundo de 2026 reacende uma dúvida comum entre trabalhadores: quem vai assistir ao jogo desta segunda-feira (29), às 14h, pode sair mais cedo do trabalho?

Na prática, a resposta depende do empregador. Apesar de muitas empresas flexibilizarem a jornada durante a Copa, a legislação não obriga a liberação dos funcionários durante as partidas da Seleção.

Por isso, trabalhadores precisam ficar atentos às regras da empresa para evitar descontos no salário, compensação de horas ou outras sanções (veja como funciona). Já para os servidores públicos, as regras variam conforme a esfera de governo.

No governo federal, a regra é diferente. Uma portaria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autoriza, em caráter excepcional, a alteração do horário de trabalho nos dias de jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026.

Isso, porém, não significa que o governo federal tenha decretado ponto facultativo. Os órgãos federais deverão continuar funcionando normalmente, e a liberação dos servidores depende da organização de cada órgão, sem prejuízo da prestação dos serviços, especialmente dos considerados essenciais.

No jogo desta segunda-feira (29), marcado para as 14h, os servidores federais poderão deixar o trabalho a partir das 11h, desde que haja autorização do órgão e as horas não trabalhadas sejam compensadas entre 3 de agosto e 30 de setembro. Quem não fizer a compensação poderá ter desconto proporcional na remuneração.

Para servidores estaduais e municipais, as regras variam conforme a administração local. Estados e prefeituras podem decretar ponto facultativo, reduzir o expediente ou liberar os servidores mais cedo para acompanhar a partida, desde que haja norma específica.

Entre as 27 capitais brasileiras, 21 decretaram ponto facultativo ou reduziram o expediente na próxima segunda-feira. Outras quatro ainda não haviam divulgado como será o funcionamento das repartições públicas até a última atualização desta reportagem.

Aracaju (SE)Belém (PA)Belo Horizonte (MG)Brasília (DF)Campo Grande (MS)Cuiabá (MT)Fortaleza (CE)João Pessoa (PB)Macapá (AP)Manaus (AM)Natal (RN)Recife (PE)Rio Branco (AC)Rio de Janeiro (RJ)Salvador (BA)Palmas (TO)Porto Alegre (RS)Porto Velho (RO)São Paulo (SP)Teresina (PI)Vitória (ES)

No ponto facultativo, os órgãos públicos podem dispensar os servidores do trabalho sem prejuízo da remuneração, mantendo apenas os serviços considerados essenciais. A medida costuma ser adotada em dias úteis próximos a feriados ou em ocasiões específicas, como eventos de grande impacto nacional.

No setor privado, porém, o ponto facultativo não obriga as empresas a dispensarem seus funcionários. A decisão cabe a cada empregador.

A dúvida pode voltar a se repetir nas próximas fases da Copa. Se chegar até a final, o time comandado por Carlo Ancelotti vai disputar cinco jogos até a decisão do título. Desses, quatro estão marcados para dias úteis.

16 avos de final: 29 de junho (segunda-feira), às 14hOitavas de final: 5 de julho (domingo), às 17hQuartas de final: 11 de julho (sábado), às 18hSemifinal: 15 de julho (quarta-feira), às 16hFinal: 19 de julho (sábado), às 18h

🔍 O sábado é considerado dia útil tanto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) quanto pela Constituição Federal. Por isso, as mesmas regras sobre jornada e liberação dos empregados também se aplicam às partidas disputadas nesse dia.

A startup GetNinjas já está enfeitada para a Copa do Mundo; funcionários verão jogos em telão — Foto: Marcelo Brandt/G1

Há 2 horas Mundo ArgentinaChefe de gabinete de Milei renuncia após admitir ter ocultado US$ 500 mil

Há 6 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 2 horas Copa do Mundo RD Congo vira sobre o Uzbequistão e se classifica em 3ºHá 2 horasInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupoHá 2 horasCroácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 2 horasExpediente na Copa 💼 ⚽Veja quais capitais terão ponto facultativo ou expediente reduzido no jogo do Brasil

Há 16 minutos Trabalho e Carreira Jornalista japonesa que cobre a seleção desde 1998 revela torcida pelo Brasil em duelo contra seu paísHá 16 minutosCopa dos últimos lances: 7% dos gols saíram nos minutos finais dos jogosHá 16 minutosCatástrofe após tremorNúmero de mortos na Venezuela após terremoto sobe para 1.430

Há 10 horas Mundo Levantamento aponta 3,2 mil feridos e 3,1 mil desabrigados; SIGAHá 10 horasO desespero na Venezuela em dia ‘crucial’ na busca dos sobreviventesHá 10 horasSem carro funerário, corpos são levados para necrotério em caminhonete

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mega-Sena, concurso 3024: confira os números sorteados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 21:48

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena, concurso 3024: confira os números sorteados O prêmio para o ganhador da edição deste sábado era de R$ 6,3 milhões. No entanto, o valor acumulou. Por Redação g1 — São Paulo

O sorteio do concurso 3024 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (27), em São Paulo. O prêmio para as apostas que acertassem as seis dezenas era de R$ 6,3 milhões. No entanto, ninguém levou a faixa principal e o valor acumulou para R$ 23 milhões.

📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do diaClique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp

O g1 passou a transmitir, desde abril, todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

A aposta mínima custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

Os jogos podem ser realizados até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

Há 3 horas Mundo Loterias 🍀🍀🍀Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 23 millhões; veja dezenas

Há 20 horas Mega-Sena Copa do MundoInglaterra bate o Panamá por 2 a 0 e se classifica em 1ª lugar no grupo

Há 2 horas Copa do Mundo Croácia vence Gana e se classifica em 2ºHá 2 horasJornal NacionalJornalista japonesa que cobre a seleção revela torcida pelo Brasil

Há 42 minutos Jornal Nacional ‘Na régua’ para o hexa: barbeiros falam sobre penteados dos jogadoresHá 42 minutosCatástrofe após tremorNúmero de mortos na Venezuela após terremoto sobe para 1.430

Há 7 horas Mundo Levantamento aponta 3,2 mil feridos e 3,1 mil desabrigados; SIGAHá 7 horasO desespero na Venezuela em dia ‘crucial’ na busca dos sobreviventesHá 7 horasSem carro funerário, corpos são levados para necrotério em caminhonete

Há 5 horas Mundo O que se sabe sobre as vítimas estrangeirasHá 5 horas’Foi um milagre’: mãe e bebê são resgatados após 24h sob escombrosHá 5 horasPlataforma criada por moradores ajuda venezuelanos a encontrar desaparecidos

0

RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Danos por terremotos na Venezuela podem alcançar US$ 6,7 bilhões, diz ONU

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 15:44

Mundo Danos por terremotos na Venezuela podem alcançar US$ 6,7 bilhões, diz ONU Valor equivale a 6% do PIB do país sul-americano. Número de mortos já passa dos 1,4 mil. Por Redação g1

Os danos físicos causados pelos dois terremotos que atingiram a Venezuela na última semana podem alcançar os US$ 6,7 bilhões (R$ 34,6 bilhões), o equivalente a 6% do Produto Interno Bruto (PIB), do país sul-americano.

A avaliação é preliminar e se baseia em modelos sísmicos, imagens de satélite e dados populacionais, disse o órgão. A projeção também inclui perdas de bens — como moradias —, mas não abrange os impactos econômicos mais amplos causados pelo desastre. As informações são do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

AO VIVO: Veja as últimas atualizações do terremoto✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp

➡️ Na noite de quarta-feira (24), dois terremotos em sequência atingiram a região norte do país, onde fica Caracas. Além das mortes, os tremores derrubaram prédios e deixaram um rastro de destruição na capital venezuelana e arredores. Os sismos foram os mais fortes no país em mais de 100 anos.

Um novo balanço divulgado pelo governo venezuelano neste sábado (27) indicou que o número de mortos por conta dos terremotos já ultrapassou os 1,4 mil.

Além disso, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o desastre ainda deixou mais de 3 mil feridos e 3,1 mil pessoas desabrigadas.

Casas danificadas pelos terremotos permanecem de pé três dias após os tremores atingirem Catia La Mar, Venezuela. — Foto: Matias Delacroix/AP Photo

A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) avaliam que o número de vítimas possa ser bem maior, levando em conta a força do terremoto, a falta de estrutura e as áreas densamente populosas que foram atingidas.

Mais cedo, uma projeção da Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU estimou que mais de 6 milhões de pessoas podem ter sido afetadas pelos tremores.

"Até 6,8 milhões de pessoas podem ter sido afetadas pelos terremotos", afirmou o órgão em nota. As projeções foram baseadas em análises populacionais e de danos ocorridos. Os números incluem até dois milhões de pessoas somente em Caracas.

O Escritório de Ajuda Humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que o número de desaparecidos na tragédia seja de mais de 50 mil.

Rodríguez, que é irmão da presidente Delcy Rodríguez, disse na sexta-feira (26) que ainda havia mais de uma centena de pessoas presas nos escombros e que, até aquele momento, pelo menos 383 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos.

Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas dos escombros. Segundo informações do governo venezuelano, mais de 1.600 socorristas estrangeiros chegaram ao país para reforçar as operações de socorro.

"Nas últimas horas, a Venezuela recebeu 17 voos transportando mais de 1.600 membros de equipes de resgate e, nas próximas 24 horas, são esperados mais 25 voos", disse Oliver Blanco, funcionário do Ministério das Relações Exteriores.

Na véspera, um avião da Força Aérea Brasileira chegou na Venezuela levando médicos, cães farejadores e equipamentos especializados. Ainda segundo o governo, outros dois aviões com ajuda humanitária devem decolar rumo ao país ainda neste sábado.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez também afirmou, em um pronunciamento na televisão estatal do país durante a madrugada, que outros 10 países ainda se juntariam aos esforços de resgate e que 14.000 militares e policiais estavam em La Guaira.

Os dois terremotos que abalaram a Venezuela ocorreram em um intervalo de menos de um minuto e com uma diferença de 5 quilômetros entre eles. O epicentro do tremor mais forte foi registrado na cidade venezuelana de El Guayabo, a 168 km da capital Caracas.

Réplicas ocorreram em cidades costeiras perto da capital venezuelana, como La Guaira, que ficou fortemente destruída. O aeroporto internacional de Caracas também foi fechado.

Além da intensidade dos tremores — de magnitudes 7,2 e 7,5 — a baixa profundidade dos dois abalos também explica o rastro de destruição deixado. Isso porque, quanto mais perto do solo, mais o terremoto é sentido.

Os tremores também ocorreram em áreas densamente populadas. Um cálculo feito pelo Serviço Geológico dos EUA estimou, com base nessas variáveis, que o número de mortos possa passar de 10 mil pessoas.

Há 60 minutos Mundo FOTOS: No 3º dia de resgates, cenário ainda é de devastaçãoHá 60 minutosDanos podem chegar a US$ 6,7 bilhões, diz ONUHá 60 minutosO que se sabe sobre as vítimas estrangeiras Há 60 minutosJudiciárioSupremo forma maioria para liberar pagamento de parte dos penduricalhos

Passa a ser permitido o pagamento de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais acumulados antes da definição das novas regras.

Há 3 horas São Paulo Eloá foi morta em 2008 por tiro errado dado por policial militarHá 3 horasSão PauloVÍDEO: câmera mostra momento em que irmão de Eloá é baleado

Há 2 horas São Paulo Rio de JaneiroEstado de saúde de Parreira piora e ex-técnico será submetido a cirurgia

Há 1 hora Rio de Janeiro Nova ZelândiaCapitão de Cabo Verde na Copa é investigado por estupro de brasileira

Há 3 horas Copa do Mundo Minas Gerais‘Abre o olho’: padre faz noiva repensar casamento após exigências do noivo

Há 20 minutos Centro-Oeste Rio de JaneiroHino Nacional, ‘Garota de Ipanema’ com desenho, ‘Carinhoso’: acervos guardam partituras raras

0

PREVIOUS POSTSPage 74 of 311NEXT POSTS