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Austrália vai dobrar multa para plataformas que violarem proibição de redes sociais para menores

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 10:44

Tecnologia Austrália vai dobrar multa para plataformas que violarem proibição de redes sociais para menores Por France Presse

O governo australiano informou neste sábado (27) que vai dobrar a multa para plataformas que desrespeitarem a proibição de redes sociais para menores de 16 anos para US$ 68 milhões.

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Washington reautoriza IA mais poderosa da Anthropic para uso restrito nos EUA

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 10:44

Tecnologia Washington reautoriza IA mais poderosa da Anthropic para uso restrito nos EUA Autorização está limitada a parceiros estratégicos americanos. Parceiros estrangeiros permanecem com o acesso negado. Por France Presse

Após duas semanas de um bloqueio sem precedentes, o governo dos Estados Unidos reautorizou o modelo de inteligência artificial (IA) mais poderoso da Anthropic.

A autorização, no entanto, vale apenas para um pequeno círculo de parceiros exclusivamente americanos, o que deve permitir que Washington recupere o controle da tecnologia, que é considerada estratégica para o país.

Segundo a Anthropic, o desbloqueio condicional do Mythos 5 beneficiará inicialmente apenas um grupo restrito de "ciberdefensores e operadores de infraestrutura" dos EUA. A empresa afirmou que trabalha para restaurar o acesso a eles "o mais rápido possível".

Parceiros estrangeiros, particularmente agências estatais de cibersegurança na Europa e na Ásia, permanecem com o acesso negado. O destino do Fable 5, uma versão do Mythos para o grande público limitada em relação à cibersegurança e a ataques biológicos e químicos, também permanece incerto.

A empresa, cujas relações com o governo Trump têm sido turbulentas há meses, afirmou na sexta-feira (26) que continua em negociações com o governo para "expandir o acesso ao Mythos 5 e disponibilizar o Fable 5 novamente" ao público em geral.

Em 12 de junho, o secretário do Comércio, Howard Lutnick, forçou abruptamente a Anthropic a cortar o acesso de todos os cidadãos estrangeiros a estes dois modelos de ponta, citando a segurança nacional depois que falhas foram descobertas.

A retirada forçada de um modelo com tecnologia de ponta por um governo, algo inédito, suscitou uma onda de críticas e questionamentos em todo o mundo, reavivando o debate sobre a dependência tecnológica de inúmeros países em relação aos Estados Unidos.

Desde então, "a Anthropic tem trabalhado com o governo dos EUA para reduzir os riscos associados aos modelos em questão. Estes esforços produziram avanços significativos", escreveu Howard Lutnick na sexta-feira em uma carta à empresa citada por vários meios de comunicação.

"Trabalhamos diligentemente para garantir que os Estados Unidos continuem sendo o líder mundial em IA, preservando ao mesmo tempo a nossa segurança", sublinhou o porta-voz do Departamento do Comércio, Benno Kass.

O bloqueio havia sido ordenado após notificação da Amazon sobre a vulnerabilidade dos sistemas de segurança do Fable 5.

Essa reativação condicional ocorre no mesmo dia em que a principal concorrente da Anthropic, a OpenAI, lançou seu novo modelo, o GPT-5.6, também com acesso restrito e validado cliente a cliente pelo governo dos EUA.

"Este não é exatamente o processo que consideramos ideal", declarou Sam Altman, diretor da OpenAI, embora tenha afirmado que o governo "está, de modo geral, fazendo um bom trabalho em uma situação muito difícil".

Essas intervenções do Executivo, dentro de um arcabouço legal ainda vago e controverso, consagram a mudança adotada pelo governo Trump. O governo americano era anteriormente dominado por opositores a qualquer regulamentação da IA, que argumentavam que isso prejudicaria a concorrência com a China.

Sob pressão das capacidades sem precedentes dessas ferramentas, Trump acabou assinando um decreto no início de junho que estabelece uma revisão federal de modelos avançados de IA antes de sua comercialização.

Alguns observadores veem no controle do governo dos EUA um desenvolvimento que provavelmente favorecerá modelos de código aberto, de download gratuito e modificáveis, como o chinês DeepSeek, tornando-os mais atraentes para clientes que desejam evitar dependências e restrições.

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Churrasco mais salgado: picanha sobe mais de 10% no ano; veja quanto subiu cada corte

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 05:44

Agro Churrasco mais salgado: picanha sobe mais de 10% no ano; veja quanto subiu cada corte Prévia da inflação de junho mostra alta de preços em todos os cortes de carne bovina. Corrida para exportar para a China diminuiu oferta interna e pressionou inflação. Por Redação g1, g1 — São Paulo

Todos os cortes de carne bovina subiram no primeiro semestre deste ano. A picanha acumulou alta de 10,66% e o filé-mignon avançou 10,2%.

A corrida dos frigoríficos para exportar à China reduziu a oferta interna no Brasil. O país asiático taxará em 55% as exportações que superarem a cota anual.

Os preços devem subir novamente até o fim do ano. Esse aumento será impulsionado pelo El Niño e pela alta demanda nos Estados Unidos e na China.

A suspensão das compras de carne pela União Europeia, a partir de 3 de setembro, trará pouco impacto financeiro. A medida afetará principalmente a imagem brasileira.

Todos os cortes de carne bovina ficaram mais caros no primeiro semestre deste ano. A picanha, queridinha do brasileiro no churrasco, acumulou alta de 10,66%, enquanto a alcatra avançou 9,48%.

O filé-mignon também registrou forte aumento, de 10,2%, segundo a prévia da inflação de junho divulgada pelo IBGE.

Outros cortes importantes também tiveram altas expressivas. O peito bovino ficou 10,9% mais caro e o acém, 9,33%. As menores variações foram registradas no patinho (6,61%) e no cupim (5,75%). Veja abaixo quanto subiu cada corte.

A corrida dos frigoríficos para exportar carne bovina à China antes do fim das cotas enxugou a oferta interna, encarecendo os preços no Brasil.

"A medida de salvaguarda da China subverteu a lógica do mercado. O Brasil, tipicamente, exporta mais no segundo semestre do que no primeiro. Esse ano vai exportar mais no primeiro do que no segundo", diz Fernando Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

➡️ Em janeiro, a China impôs uma sobretaxa de 55% sobre as exportações de carne bovina brasileira que ultrapassarem 1,1 milhão de toneladas em 2026. Abaixo desse volume, a tarifa permanece em 12%.

O consumidor brasileiro pode até ter algum alívio nos próximos meses, com a redução temporária do ritmo de compras da China. Mas a tendência é de nova alta de preços até o fim de 2026, impulsionada pelo El Niño, pelo aumento da demanda nos EUA e pela volta da China ao mercado brasileiro.

Mesmo em época de Copa, Iglesias afirma que os preços da carne têm sido muito mais influenciados pela redução da oferta no Brasil do que por um aquecimento muito forte da demanda interna.

"Um dos grandes problemas que temos em 2026 é o baixo poder de compra do brasileiro e o alto nível de endividamento. Esse cenário tem sido agravado pelos jogos de apostas, que têm tirado muito dinheiro de circulação da economia, inclusive do consumo de produtos básicos e alimentos", afirma Iglesias.

Em relatório mensal, a Consultoria Agro do Itaú BBA também destacou o ritmo acelerado das exportações como principal fator de pressão nos preços. "Apesar de uma oferta de gado terminado um pouco maior que a do ano anterior, a demanda de exportação absorveu bem a produção desde o início do ano", diz.

"Com a corrida para o preenchimento da cota chinesa, os envios ao país asiático cresceram 24% na comparação entre janeiro e maio de 2026 e o mesmo período de 2025. A China respondeu por 51% do total embarcado", detalha.

Nas projeções da Safras & Mercado, o Brasil deve atingir 98% da cota de exportação para a China até o final deste mês, restando pouco espaço para exportações sem tarifa adicional em julho.

"A ausência temporária da China vai trazer um efeito negativo sobre os preços da arroba, mas, no mercado doméstico, vai ter um aumento de disponibilidade de carne, o que vai ajudar nos preços internos nesse período", diz Iglesias.

"O problema está no último trimestre do ano, porque será um período de demanda muito aquecida no Brasil, nos EUA, além da retomada da demanda chinesa. Além disso, tem o El Niño, que tende a enxugar a oferta de gado terminado a pasto", destaca.

"Em linhas gerais, vamos ter um quadro de restrição de oferta com uma demanda muito aquecida. Ou seja, os preços tendem a subir bastante", prevê Iglesias.

Questionado sobre os impactos da suspensão das compras de carne bovina brasileira pela União Europeia, Iglesias diz que isso deve ter pouca influência em preço.

"A Europa representa apenas 3,5% das exportações brasileiras de carne bovina. Já não é o cliente voraz que foi no passado. Ainda assim, o bloco tem uma importância simbólica por ser o que chamamos de 'mercado vitrine'. As decisões adotadas pelos europeus costumam servir de referência e acabam sendo replicadas por outros países", diz.

"Portanto, o impacto tende a ser mais um arranhão na imagem do Brasil do que propriamente uma perda relevante de volume exportado", acrescenta.

➡️ No início de maio, a UE excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carne ao bloco por considerar que o país não comprovou o cumprimento de suas exigências sobre o uso dessas substâncias na produção animal. A medida entra em vigor em 3 de setembro.

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Quanto custa a monarquia britânica? Relatório revela gastos de quase R$ 900 milhões e reforma milionária de Buckingham

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 04:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%MoedasDólar ComercialR$ 5,167-0,2%Dólar TurismoR$ 5,378-0,19%Euro ComercialR$ 5,884-0,08%Euro TurismoR$ 6,138-0,1%B3Ibovespa173.295 pts0,76%Oferecido por

Já imaginou o que faria com R$ 898,28 milhões por ano? Esse foi o valor destinado à monarquia britânica no ano fiscal de 2025-26, segundo o relatório financeiro da Sovereign Grant.

Considerando a cotação da libra a R$ 6,80, a subvenção pública somou £ 132,1 milhões. Os recursos foram usados para custear as atividades oficiais da Casa Real e a reforma do Palácio de Buckingham.

Do total, £ 72,1 milhões (R$ 490,3 milhões) foram destinados às despesas regulares da Royal Household, enquanto £ 60 milhões (R$ 408 milhões) financiaram o programa de modernização do Palácio de Buckingham.

O relatório informa que o aumento temporário da subvenção foi aprovado para viabilizar a reforma do palácio, considerada urgente devido às condições da infraestrutura elétrica, hidráulica e de aquecimento.

Segundo o documento, esses sistemas não passavam por uma modernização completa desde o período posterior à Segunda Guerra Mundial, o que aumentava o risco de falhas graves, como incêndios e inundações.

Rei Charles III faz tradicional discurso no Parlamento em meio à crise no governo britânico — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os gastos com propriedades e manutenção representaram a maior despesa do período. Segundo o relatório, foram desembolsados £ 67,5 milhões (R$ 459 milhões).

Desse total, £ 28,2 milhões (R$ 191,76 milhões) correspondem à manutenção e conservação dos palácios ocupados pela família real, enquanto £ 39,3 milhões (R$ 267,4 milhões) foram destinados ao programa de reforma de Buckingham.

O projeto recebeu aprovação inicial de £ 369 milhões (R$ 2,5 bilhões) e, de acordo com o documento, terá seu último aporte de recursos em 2026-27.

A folha de pagamento da Casa Real somou £ 37 milhões (R$ 251,6 milhões) no exercício. Desse total, £ 33,7 milhões (R$ 191,76 milhões) foram destinados a salários, e £ 3,3 milhões (R$ 22,44 milhões) a outros custos relacionados aos funcionários.

O relatório informa que a Royal Household empregou, em média, 563 funcionários em tempo integral durante o período. Já as viagens oficiais do rei e de outros membros da família real que exercem funções institucionais custaram £ 3,3 milhões.

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Cola, sucção e jaulas: como as plantas carnívoras capturam suas presas

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 03:44

Agro Cola, sucção e jaulas: como as plantas carnívoras capturam suas presas Especialistas explicam por que esses vegetais comem insetos, se conseguem capturar animais maiores, quais são as maiores espécies do mundo e quais correm risco de extinção no Brasil. Por Redação g1 — São Paulo

A síndrome carnívora das plantas se desenvolveu como um mecanismo de sobrevivência de espécies localizadas em ambientes com solo pouco fértil.

Os insetos, contudo, são uma fonte complementar de nutrientes, e não a principal. A principal fonte de energia das plantas carnívoras é o sol.

Plantas podem capturar animais maiores, como ratos e pássaros, mas de forma acidental e não são todas as espécies que conseguem.

A drosera captura as suas presas a partir do visual. Suas gotas colantes se assemelham a orvalhos. É o gênero com o maior número de plantas, ao lado das utricularias. — Foto: Arquivo Julio Santiago – UFMG

Nem sempre as armadilhas das plantas carnívoras são óbvias e visíveis como a boca de uma Nephentes ou as garras de jaula da famosa dionaea ou apanha-moscas, uma das espécies mais conhecidas no Brasil.

Suas artimanhas também podem aparecer na forma de um 'belo orvalho' – que, na verdade, é uma cola – ou até mesmo na de um 'abrigo' debaixo da terra ou da água, que, de repente, pode sugar as presas.

As capturas das plantas carnívoras também vão muito além dos insetos: algumas podem comer larvas, vermes, protozoários, sapos e até roedores ou pássaros mais distraídos. Veja abaixo um infográfico sobre cada tipo de armadilha.

Por que as plantas carnívoras comem insetos?Elas conseguem capturar animais maiores?Qual é a maior do mundo?Plantas carnívoras são venenosas? Podem 'morder' o dedo?Quantas espécies existem e quais estão ameaçadas de extinção no Brasil?

Dionaea capturando inseto; planta usa a armadilha da jaula. — Foto: Arquivo pessoal/Julio Santiago – UGMG

A síndrome carnívora se desenvolveu como um mecanismo de sobrevivência de plantas localizadas em ambientes com solo pouco fértil, explica Julio Santiago, mestrando em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

"A principal fonte de energia das plantas carnívoras ainda é o sol, pois, assim como a maioria das plantas, elas fazem fotossíntese", ressalta o professor Paulo Gonella, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).

Os insetos servem, na verdade, para complementar nutrientes que existem em pouca quantidade no solo onde vivem as plantas carnívoras, como o nitrogênio e o fósforo.

Sim, mas de forma acidental e não são todas as espécies que conseguem. As Nephentes, por exemplo, têm estruturas para capturar animais um pouco maiores por causa do seu formato semelhante a um jarro.

"Os insetos são as presas principais das plantas carnívoras. Pequenas aves ou roedores são presas eventuais, que podem cair na armadilha atraídas pelos próprios insetos capturados ou pelo açúcar que a planta libera", diz Gonella.

A depender do tamanho do bicho, as plantas podem até apodrecer por causa da dificuldade de digerir uma quantidade muito alta de nutrientes.

Nephentes pode capturar de forma acidental animais um pouco maiores, mas sua presa principal é o inseto. — Foto: Arquivo Julio Santiago – UFMG

Há duas espécies que estão, até o momento, entre as maiores do mundo, e que podem atingir até 1,5 metro de altura: a Drosera magnifica e a Nephentes rajah, diz Santiago.

A Drosera magnifica é originária do estado de Minas Gerais, enquanto a Nephentes rajah, da Ilha de Bornéu, do Sudeste Asiático.

Nenhuma planta carnívora que se tem conhecimento é venenosa ou tóxica e tampouco tem interesse na carne humana.

"[Se você colocar o dedo], pode até estimular [a planta], mas não o suficiente para prender. Em muitos casos, nem vai estimular, porque a sinalização química [que incentiva a captura] está relacionada à quitina, uma proteína presente no exoesqueleto dos insetos", explica Santiago.

No momento em que o inseto pousa em uma planta carnívora, há uma sinalização química da presença quitina que faz o vegetal reconhecer a presença de um alimento promissor.

No mundo, há cerca de 860 espécies de plantas carnívoras conhecidas, sendo que a maior parte delas são dos gêneros Drosera, Utricularia e Nephentes.

Os dados são do estudo "Conservação das plantas carnívoras na Era da Extinção", publicado em 2020 por Gonella e outros autores, na revista científica Global Ecology and Conservation.

O Brasil é o segundo país com o maior número de espécies (cerca de 130), perdendo apenas para a Austrália, que tem aproximadamente 250.

Quando se trata das que estão ameaçadas de extinção, há, hoje, cerca de 193, o que representa 20% do total das espécies.

Dessas, 28 estão no Brasil, das quais 13 são classificadas como "criticamente ameaçadas". O Brasil é o país com o maior número de espécies nesse estado, mostra o estudo de Gonella, que adota critérios de classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Planta carnívora do gênero philcoxia só existe no Brasil e está criticamente ameaçada de extinção. Suas armadilhas são subterrâneas. — Foto: Divulgação/PNAS

O gênero Philcoxia, que só existe no Brasil – mais especificamente nos biomas Cerrado e Caatinga –é o que mais preocupa, pois 100% dele está ameaçado, conta o professor da UFSJ.

Essas plantas crescem em areias muito brancas e dão flores de cor lilás. Elas se alimentam de pequenos vermes que vivem no solo, a partir de armadilhas adesivas em folhas que ficam debaixo da terra.

"O Brasil tem uma responsabilidade muito grande na conservação de suas espécies carnívoras. Um dos principais fatores que está causando isso [a ameaça de extinção] é a destruição dos habitats para conversão para a agricultura", diz Gonella.

"O uso de fertilizantes e pesticidas na agricultura tornam o solo mais rico do que eles são originalmente, fazendo com que outras espécies invadam esses locais e acabem competindo pelos habitats das plantas carnívoras", acrescenta.

À direita, a parte de cima de uma utricularia e, à esquerda, sua parte subaquática. — Foto: Leonhard Lenz/Miguel Porto

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Quitar o financiamento nem sempre é a melhor decisão; entenda por quê

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 02:44

g1 explica Quitar o financiamento nem sempre é a melhor decisão; entenda por quê No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Quem recebe um dinheiro extra pode ficar em dúvida entre amortizar o financiamento da casa ou investir o valor. A decisão depende do custo de oportunidade, ou seja, de qual das opções oferece o maior benefício financeiro.

A comparação deve levar em conta os juros do financiamento, a rentabilidade do investimento, além dos impostos, da inflação e dos riscos. Se o rendimento líquido do investimento superar o custo da dívida, investir pode ser a melhor escolha.

Especialistas afirmam que amortizar o financiamento costuma ser mais indicado quando os juros são altos ou a situação financeira está mais apertada. Já investir tende a fazer mais sentido para quem já tem uma reserva de emergência, paga juros baixos e consegue obter uma rentabilidade superior ao custo do financiamento.

Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Como ChatGPT identificou plano de pai para matar o filho e levou alerta para autoridades

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 00:44

Tecnologia Como ChatGPT identificou plano de pai para matar o filho e levou alerta para autoridades Assistente usa sistemas de detecção automática e moderadores humanos para identificar potenciais atos de violência. Homem foi preso no Espírito Santo após polícia ser informada por autoridades americanas. Por Victor Hugo Silva, g1 — São Paulo

O pai preso no Espírito Santo por planejar a morte do filho de 8 anos foi denunciado após conversar sobre o caso com o ChatGPT. A OpenAI, criadora do assistente de inteligência artificial, informou o ocorrido ao FBI, que repassou as informações às autoridades brasileiras.

O homem foi preso em 19 de junho, um dia antes da data que havia escolhido para cometer o crime. Antes, escreveu no ChatGPT que estaria com uma arma, uma corda e veneno e que realizaria atentados em espaços públicos.

Procurada pelo g1, a OpenAI disse que seus sistemas são feitos para manter as pessoas seguras e que o caso mostra a importância dessas medidas.

"Quando identificamos conversas que indicam um risco iminente e crível de dano a outras pessoas, podemos notificar as autoridades competentes", disse a empresa.

Pai que planejava matar o filho no Espírito Santo disse ao ChatGPT que ofereceu R$ 50 mil a pistoleiro — Foto: Reprodução/PCES

Nas mensagens, o homem escreveu que tentou contratar um pistoleiro por R$ 50 mil para matar o filho, mas que a proposta foi recusada após informar que a vítima era uma criança.

"Queria saber de onde vem essa vontade de matar as pessoas. Eu gosto de ver outra pessoa sofrer", disse, em uma das mensagens.

Assistentes como o ChatGPT monitoram tudo o que é dito em conversas, ainda que a maior parte da revisão seja feita por sistemas automatizados, disse Álvaro Machado Dias, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"No caso do pai do Espírito Santo, a fronteira foi cruzada porque havia vítima identificada, método, meios e data próxima. Ou seja, o alerta disparado foi de máxima severidade", afirmou.

A OpenAI diz que começa a análise por meio de sistemas automatizados, que incluem modelos de IA capazes de categorizar conteúdos e fazer análises mais complexas sobre o contexto da conversa.

A etapa inclui ainda bancos de dados que reúnem arquivos já sinalizados, como acontece nos casos de exploração sexual infantil, e listas de termos proibidos na conversa.

Caso a conversa seja sinalizada por esses mecanismos, ela é enviada para moderadores humanos. Eles analisam a atividade para indicar se houve violação de políticas e se o usuário realmente pode cometer um ato de violência.

Os moderadores podem classificar a atividade como um caso de baixo risco ou desativar a conta e entrar em contato com pessoas e organizações mais capazes de resolver a situação, como aconteceu no Espírito Santo.

O ChatGPT-4o foi anunciado e lançado pela OpenAI em 13 de maio de 2024 — Foto: NurPhoto via Getty Images

A empresa chegou a ser processada em 2025 sob a acusação de contribuir para suicídio de um jovem de 16 anos nos Estados Unidos, em vez de adotar salvaguardas como direcioná-lo a linhas de apoio para situações de crise.

Em comunicado de abril de 2026, a companhia disse trabalhar para o ChatGPT rejeitar pedidos para facilitar casos de violência, ao mesmo tempo em que busca fazer o serviço diferenciar casos problemáticos de perguntas neutras por razões históricas ou educacionais, por exemplo.

"Alguns riscos de segurança só ficam evidentes com o tempo: uma única mensagem pode parecer inofensiva, mas o padrão mais amplo em uma conversa longa – ou em várias conversas – pode sugerir algo mais preocupante", disse a OpenAI.

Denúncias a autoridades são comuns em casos identificados em redes sociais, mas não acontecem com frequência quando surgem em assistentes como o ChatGPT. Este foi apenas o terceiro caso do tipo no Brasil, disse o delegado Breno Andrade à TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo.

A tendência é que o número aumente à medida que mais pessoas usam esses sistemas como blocos de notas ou como parceiros para relatar o que estão fazendo, disse Álvaro Machado Dias, da Unifesp.

Mas a notificação para o FBI, e não para uma autoridade brasileira, é inadequada, disse o especialista. Segundo ele, o canal correto seria a Polícia Federal ou o Ministério da Justiça, ainda que seja possível entender a lógica da OpenAI, com sede nos Estados Unidos e contato com autoridades americanas.

"O crime seria no Brasil, a vítima estava no Brasil, o suspeito estava no Brasil, e a prisão dependia do Estado brasileiro. Quem presta serviço aqui não pode tratar o Brasil como mercado consumidor e os Estados Unidos como foro natural de todo conflito", afirmou.

Veja mensagens enviadas por pai ao ChatGPT enquanto planejava matar o filho de 8 anos no Espírito Santo — Foto: Reprodução/PCES

Ao mesmo tempo, autoridades brasileiras precisam oferecer um canal direto para receber esse tipo de alerta, o que permite agilizar a investigação, destacou. "A rapidez é decisiva porque a IA comprime a distância entre intenção, plano e execução".

Para o professor, não há dúvidas de que comunicar o caso para autoridades foi a decisão correta. "As pessoas falam com o ChatGPT como quem fala com um terapeuta ou um advogado, mas a IA não é nem uma coisa nem outra, e portanto não carrega segredo profissional nenhum".

O FBI, equivalente americano à Polícia Federal, encaminhou a denúncia ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que direcionou o material à Polícia Civil do Espírito Santo.

As informações foram enviadas, então, à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos do Espírito Santo, que realizou a prisão em cumprimento a mandados judiciais.

O delegado Ícaro Olímpio disse que o homem negou a acusação, mas foi detido com base no histórico de conversas com o ChatGPT fornecido pela OpenAI.

"Nós tivemos elementos o suficiente para poder prevenir esse crime grave que estava prestes a acontecer", afirmou. "Temos convicção de que nós evitamos o que seriam atos de extrema violência".

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Vai ter folga no dia do jogo entre Brasil e Japão às 14h? Entenda o que diz a lei

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 00:44

Trabalho e Carreira Vai ter folga no dia do jogo entre Brasil e Japão às 14h? Entenda o que diz a lei Seleção brasileira jogará contra os japoneses na próxima segunda-feira, às 14h. Veja o que a lei diz sobre folga, compensação e assistir aos jogos no expediente. Por Redação g1

Na próxima segunda-feira (29), a seleção brasileira de Carlo Ancelotti enfrentará o Japão pela Copa do Mundo de 2026. Para além de ser a primeira partida de mata-mata das equipes, há outra coisa que difere esse jogo dos demais: ele será o primeiro a acontecer em horário comercial de um dia últil, às 14h.

Para quem quer acompanhar a trajetória da equipe canarinho rumo ao hexa, a partida no início da tarde pode ser um impeditivo por coincidir com o horário de trabalho de muitos brasileiros

Mas, afinal, o trabalhador pode se ausentar do serviço ou reduzir a jornada para assistir ao jogo entre Brasil x Japão?

➡️ Para ajudar no planejamento, o g1 conversou com advogados trabalhistas, que explicam como a legislação trata situações de liberação, acordos e faltas relacionadas à Copa.

O ponto de partida é direto: dia de jogo da seleção não é feriado. A legislação não prevê nenhuma exceção específica para a Copa do Mundo, e a jornada regular de trabalho continua valendo.

Ou seja, por lei, o expediente segue normalmente, independentemente do jogo, do horário ou da fase da competição.

Empresas como a startup GetNinjas, em São Paulo, enfeitou o ambiente de trabalho para a Copa do Mundo e permitirá que funcionários assistam aos jogos em casa ou no próprio escritório — Foto: Marcelo Brandt/G1

Muitos empregadores têm o costume de liberar a equipe durante os jogos, reduzir a jornada ou permitir que os funcionários assistam à partida no próprio ambiente de trabalho. Outras empresas mantêm o funcionamento normal e tratam o jogo como qualquer outra atividade externa ao expediente.

Quando a empresa decide liberar os funcionários sem desconto, a folga é considerada remunerada. Essa é uma prática comum em anos de Copa e pode ser adotada sem necessidade de acordo coletivo, desde que o empregador deixe clara a regra.

Em muitos casos, o expediente é suspenso por algumas horas e volta após a partida, o que exige organização interna para evitar prejuízos no atendimento ou no fluxo de trabalho.

O advogado Marcel Zangiácomo, sócio do escritório Galvão Villani, Navarro, Zangiácomo e Bardella Advogados, explica que a compensação pode ser exigida quando a empresa opta pela liberação parcial ou total em horário de expediente.

A compensação precisa ser combinada e respeitar os limites diários de jornada. Isso significa que o funcionário não pode ser obrigado a trabalhar além do permitido em lei, mesmo que a reposição seja consequência dos jogos da Copa.

Zangiácomo reforça que a compensação “não pode ultrapassar duas horas extras por dia” e que o acordo “precisa ser claro para evitar que o trabalhador seja surpreendido depois”.

Segundo ele, é possível compensar em até um ano, desde que feito o tipo correto de acordo — individual verbal, individual escrito ou coletivo, respectivamente.

Já a falta injustificada em dias de jogo continua sendo considerada uma ausência comum. O trabalhador pode sofrer desconto das horas e perder o descanso semanal remunerado.

Advertências ou suspensões podem ocorrer em caso de reincidência, mas os especialistas reforçam que faltar apenas para assistir a uma partida, sem avisar ou negociar antes, não configura motivo para justa causa.

O argentino Gustavo Gagliano , 19 anos, trabalha como barbeiro em Copacabana — Foto: Marcos Serra Lima/g1

Para quem trabalha em regime de escala ou atua em setores essenciais — como saúde, transporte, segurança e serviços de atendimento ao público — o esquema é ainda mais rígido.

Segundo Zangiácomo, os setores com operação ininterrupta enfrentam ainda mais limites, porque “a empresa não pode comprometer atividades essenciais por causa da Copa”, o que exige planejamento prévio e diálogo para minimizar impactos.

Nessas situações, acordos individuais são mais comuns. Supervisores avaliam as condições operacionais e decidem caso a caso, o que torna fundamental que o trabalhador se antecipe e converse com antecedência.

Zangiácomo também alerta que assistir ao jogo sem autorização, mesmo dentro do local de trabalho, pode ser interpretado como indisciplina.

“Se a empresa determinou que não haverá pausa, o empregado precisa cumprir a orientação. Caso contrário, pode sofrer advertência e até suspensão”, afirma.

Os advogados destacam ainda que, em qualquer cenário, o diálogo é a melhor estratégia. A falta de uma regra única obriga empresas e funcionários a negociarem soluções práticas, evitando surpresas e conflitos. Documentar essas decisões ajuda a garantir segurança para as duas partes.

Caso a seleção avance na competição, trabalhadores e empregadores terão de se programar. Isso porque uma eventual semifinal do Brasil está marcada para as 16h (de Brasília) de 15 de julho, uma quarta-feira.

16 avos de final: com a liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o Japão, segundo colocado do grupo F. A partida está prevista para 29 de junho (segunda-feira), às 14h (de Brasília), em Houston.Oitavas de final: caso avance, a seleção brasileira enfrentará o vencedor do confronto entre o segundo colocado do Grupo E e o segundo colocado do Grupo I. A partida está prevista para 5 de julho (domingo), às 17h (de Brasília), em Nova Jersey/Nova York.Quartas de final: se chegar entre os oito melhores, o Brasil voltará a campo em 11 de julho (sábado), às 18h (de Brasília), em Miami.Semifinal: em caso de classificação, a seleção disputará a semifinal em 15 de julho (quarta-feira), às 16h (de Brasília), em Atlanta.Terceiro lugar: caso o Brasil perca a semifinal, disputará a terceira colocação em 18 de julho (sábado), às 16h (de Brasília), em Miami.Final: se avançar até a decisão, o Brasil jogará a final da Copa do Mundo em 19 de julho (domingo), às 16h (de Brasília), em Nova York/Nova Jersey.

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Mega-Sena pode pagar R$ 7 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 27/06/2026 00:44

Loterias Mega-Sena Oferecido por: Mega-Sena pode pagar R$ 7 milhões neste sábado; g1 transmite ao vivo Apostas podem ser feitas até as 20h em lotéricas ou pela internet. Por Redação g1 — São Paulo

O concurso 3.023 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 7 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (27), em São Paulo.

O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online.

As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.

Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo.

O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

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Move Aplicativos: BB terá cashback de até 3,5 parcelas em financiamento para motoristas da Uber

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 26/06/2026 19:44

Carros Move Aplicativos: BB terá cashback de até 3,5 parcelas em financiamento para motoristas da Uber Parceria integra o programa Move Brasil e pode devolver parcelas para quem mantiver os pagamentos em dia e cumprir metas de viagens. Por Isabela Ortiz, g1 — São Paulo

O Banco do Brasil e a Uber anunciaram nesta sexta-feira (26) uma parceria para oferecer benefícios extras aos motoristas da plataforma que financiarem veículos por meio do Programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos.

A parceria prevê o pagamento de cashback a cada 12 parcelas quitadas em dia. O benefício é calculado de forma progressiva e pode chegar ao equivalente a 3,5 parcelas do financiamento, dependendo do valor contratado, do prazo e da pontualidade nos pagamentos.

Na prática, o incentivo reduz ainda mais o custo do financiamento, somando-se às taxas de juros mais baixas oferecidas pelo programa.

Ao todo, a linha de crédito disponibiliza até R$ 30 bilhões para o setor. Desse total, pelo menos R$ 3 bilhões são reservados para mulheres e outros R$ 3 bilhões para taxistas.

Durante o lançamento do programa, no início deste mês, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou que a parcela do financiamento pode ser equivalente à metade do valor pago na locação de um veículo.

“Quem eventualmente financiar R$ 100 mil para comprar um carro desse valor, hoje, paga em torno de R$ 4.200 por mês pela locação de um veículo de até R$ 100 mil. Financiando em até 72 meses, a parcela ficará em R$ 2.500”, disse.

Para ter direito ao benefício, é preciso financiar um veículo novo pelo Banco do Brasil, manter as prestações em dia e realizar, em média, pelo menos 240 viagens por mês pela plataforma da Uber.

O Programa Move Brasil permite financiar veículos novos de até R$ 150 mil, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex e movidos a etanol.

O prazo de pagamento pode chegar a 72 meses, com carência de até seis meses. As taxas de juros partem de 0,91% ao mês para mulheres e de 0,99% ao mês para homens, o que amplia as possibilidades de renovação da frota com veículos mais eficientes e de menor impacto ambiental.

Cadastro e consentimento: cadastre-se na plataforma oficial do governo clicando aqui e autorize que sejam avaliadas suas informações pessoais, elas são necessárias para verficar se você atende aos requisitos do programa; Confirmação da participação: depois, em até 5 dias úteis após o cadastro na plataforma, você será informado se atende ou não aos requisitos. Segundo o MDIC, a aprovação do cadastro na plataforma não garante à linha de financiamento, estando sujeito à análise de crédito dos bancos;Solicitação de financiamento: se você recebeu uma confirmação de participação do programa, já pode procurar os bancos com quais tenha relacionamento.

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