RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Mais de 80 mil empregadores serão notificados para regularizar FGTS de trabalhadores domésticos

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Mais de 80 mil empregadores serão notificados para regularizar FGTS de trabalhadores domésticos Ação do Ministério do Trabalho mira débitos de mais de R$ 375 milhões. Notificações buscam regularizar o FGTS de 154 mil trabalhadores domésticos até 31 de outubro. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

O Ministério do Trabalho vai notificar mais de 80 mil empregadores sobre débitos no FGTS de trabalhadores domésticos.

A ação, via Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), envolve 154 mil empregados e R$ 375 milhões em atrasos.

Notificações têm caráter orientativo até 31 de outubro; depois, casos poderão gerar autuações formais.

O Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) é obrigatório desde agosto de 2024 para MEIs e empregadores domésticos.

A partir da próxima quarta-feira (17), mais de 80 mil empregadores passarão a receber notificações para regularizar o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de seus trabalhadores domésticos.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os avisos serão enviados pelo Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação do órgão com empregadores.

💻 O DET centraliza a comunicação do órgão com empregadores em todo o país e facilita o cumprimento das obrigações trabalhistas. (veja como funciona)

De acordo com relatório obtido com exclusividade pelo g1, os empregadores registrados no DET geram empregos para 154 mil trabalhadores domésticos em todo o país, com débitos de FGTS que somam mais de R$ 375,1 milhões.

Entre os estados, São Paulo concentra os maiores números: 26,5 mil empregadores, 53 mil trabalhadores e quase R$ 136 milhões em débitos. Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia também registram valores expressivos.

Já estados como Roraima, Amapá e Acre apresentam os menores volumes, com valores totais devidos inferiores a R$ 1 milhão, o que reflete as diferenças regionais no mercado de trabalho doméstico formalizado.

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devido para trabalhadores domésticos por estado — Foto: Arte/g1

A ação, coordenada pela Coordenação Nacional de Fiscalização do Trabalho Doméstico e de Cuidados (CONADOM), terá caráter orientativo neste primeiro momento, estimulando a regularização voluntária até 31 de outubro.

Após o prazo, empregadores que não regularizarem a situação poderão ter seus processos encaminhados para notificação formal e levantamento oficial dos débitos.

A Inspeção do Trabalho recomenda que empregadores acompanhem regularmente as mensagens no DET, para evitar perda de prazos e possíveis prejuízos legais. (saiba como atualizar o cadastro no sistema)

Os comunicados foram elaborados a partir do cruzamento de informações do eSocial com as guias registradas e pagas à Caixa Econômica Federal, que indicam possíveis débitos no recolhimento do FGTS.

Além de incentivar a regularização, a ação busca reforçar a importância do cumprimento das obrigações trabalhistas no setor doméstico, envolvendo empregadores, entidades sindicais e trabalhadores.

Desde agosto de 2024, o Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) passou a ser obrigatório para Microempreendedores Individuais (MEIs) e para empregadores de trabalhadores domésticos.

A plataforma, administrada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, funciona como canal oficial de comunicação do órgão com os empregadores. Sua finalidade é simplificar o cumprimento das obrigações trabalhistas.

De acordo com o governo, todos os CPFs e CNPJs já têm cadastro automático no DET. No entanto, desde agosto do ano passado, os usuários devem acessar a plataforma para atualizar seus dados de contato. Esse procedimento é gratuito. (veja aqui como fazer)

As informações fornecidas pelo empregador servem para o envio de comunicados da Inspeção do Trabalho, como atos administrativos, fiscalizações, intimações, notificações, decisões administrativas e avisos em geral.

❌ Não há multa pela não atualização do cadastro, de acordo com o ministério. "Acontece que, caso o empregador receba uma notificação pelo DET e seus dados de contato não estejam atualizados, ele não receberá o alerta da mensagem recebida", explica o órgão.

"Nesses casos, se o empregador não acessar o DET e não atender à notificação do auditor, ele poderá ser autuado por não apresentar os documentos exigidos", por perder os prazos de defesa, entre outros motivos.

As mensagens recebidas na caixa postal do DET têm validade legal, e o governo considera que o usuário toma ciência delas automaticamente após 15 dias. Essas notificações não precisam ser publicadas no Diário Oficial da União nem enviadas por correio.

Para MEIs e empregadores com trabalhador doméstico registrado, todas essas regras entraram em vigor no ano passado. Independentemente do prazo, a atualização do cadastro pode ser feita a qualquer momento, informa o Ministério do Trabalho e Emprego.

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Garagem, churrasqueira e R$ 200: como esse ex-açougueiro fatura R$ 300 mil com churrasco

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Garagem, churrasqueira e R$ 200: como esse ex-açougueiro fatura R$ 300 mil com churrasco Matheus Vitor começou vendendo carnes defumadas na garagem de casa e hoje comanda dois restaurantes. Por Pegn — São Paulo

Matheus Vitor, chef e empreendedor de Indaiatuba (SP), encontrou no churrasco defumado à moda americana uma forma de unir paixão, técnica e oportunidade de negócio.

Antes de virar empresário, Matheus foi açougueiro e chef de cozinha. A experiência foi essencial para desenvolver o estilo que hoje é sua assinatura: o American Barbecue adaptado ao paladar brasileiro.

Com apoio da esposa, Lau Niza, ele começou a vender carnes por delivery. No primeiro fim de semana, foram 15 pedidos. Em três meses, já havia fila de espera e reservas antecipadas.

A defumação das carnes leva até 18 horas e é feita com equipamentos específicos, desenvolvidos por Matheus para garantir sabor e aproveitamento.

O que começou com um investimento de apenas R$ 200 e uma churrasqueira improvisada na garagem de casa, hoje é uma marca consolidada com duas unidades de restaurante, 24 funcionários e um faturamento mensal de R$ 300 mil.

Essa é a trajetória de Matheus Vitor, chef e empreendedor de Indaiatuba (SP), que encontrou no churrasco defumado à moda americana uma forma de unir paixão, técnica e oportunidade de negócio. (Assista à reportagem no vídeo acima)

Antes de virar empresário, Matheus foi açougueiro e chef de cozinha. A experiência com cortes e preparos de carne foi essencial para desenvolver o estilo que hoje é sua assinatura: o American Barbecue adaptado ao paladar brasileiro.

A relação com a gastronomia começou cedo, ainda na infância, cozinhando com a mãe. Mas foi após enfrentar preconceitos no mercado de trabalho que Matheus decidiu empreender.

Sem recursos, mas com apoio da esposa, Lau Niza, ele começou a vender carnes defumadas por delivery. No primeiro fim de semana, foram 15 pedidos. Em três meses, já havia fila de espera e reservas antecipadas.

A defumação das carnes leva até 18 horas e é feita com equipamentos específicos, desenvolvidos por Matheus para garantir sabor e aproveitamento — o rendimento das carnes subiu de 70% para 85%. O cardápio é autoral, com pratos como brisquete, costelinha barbecue e nhoque com tomates assados.

Além da técnica, o chef investiu pesado em marketing e criou bordões que viraram marca registrada.

“Comecei a colocar a cara, fiz uns bordões tipo ‘meu nobre’ e ‘my friends’, e isso gerou conexão com os clientes”, conta.

Com o sucesso do delivery, veio o primeiro restaurante. Para atrair público durante a semana, Matheus criou pratos executivos a R$ 50. A estratégia funcionou e, em menos de três anos, ele abriu a segunda unidade, que também serve pizza e hambúrguer.

Hoje, o casal planeja transformar o negócio em franquia e expandir para outros estados e até para fora do país.

📍 Rua Pedro Gonçalves, 1777 – Vila Todos os Santo, Indaiatuba/SP – CEP: 13330-210📞 Telefone: (19) 98358-1577✉️ E-mail: mat.mablack@gmail.com📱 Instagram: @mablackhouse📘 Facebook: MaBlack House

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Pedrada, linguagem GenZ e mais: empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Pedrada, linguagem GenZ e mais: empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela Especialistas alertam que é preciso tomar cuidados, como evitar humor ofensivo ou passível de má interpretação, respeitar direitos autorais de músicas e imagens e não expor funcionários sem consentimento. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Empreendedores têm recorrido à linguagem da geração Z para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

De comerciantes a multinacionais, passando por padres, órgãos públicos e até pelo governo federal, muitos têm adotado gírias da geração Z.

Um exemplo é o vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, que ultrapassou 4,2 milhões de visualizações no TikTok.

Outro exemplo vem de uma loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Graças à forte presença online, o estabelecimento ganhou visibilidade e se consolidou como marca local.

Aderir às trends pode ser uma boa forma de surpreender clientes e divulgar a marca com humor. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Se você acessou o TikTok ou Instagram nos últimos dias, sem dúvidas deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”.

Essas são gírias da geração Z que vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes.

De comerciantes a multinacionais, passando por padres, órgãos públicos e até pelo governo federal, muitos têm recorrido à linguagem da geração Z para se aproximar dos mais jovens.

🤔 Mas isso realmente funciona? Traz retorno? Um exemplo é o vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, que ultrapassou 4,2 milhões de visualizações no TikTok. Nele, Seu Antônio, um senhorzinho que esbanja carisma, divulga o comércio usando gírias da geração Z.

“Hoje, não existe ferramenta melhor de marketing do que as redes sociais. Em seis meses de trabalho mais intenso, nosso faturamento cresceu 25%. Mesmo com novas farmácias na cidade, nosso faturamento só subiu”, explica Daniela Ferreira, proprietária da drogaria.

Daniela conta que contratou um gestor de tráfego para a empresa, que passou a atuar com foco no Instagram e no TikTok. O conteúdo é adaptado a cada plataforma:

Mel Mendes, uma das funcionárias da drogaria, foi descoberta pelo TikTok e acabou assumindo o papel de criadora de conteúdo da empresa. Além de atuar nas vendas, tem autonomia para produzir e editar os vídeos.

“A gente só orienta a trabalhar com a ética, mas a criatividade é toda dela, de colocar humor dentro do nosso trabalho”, explica Daniela. Ela ressalta que a drogaria evita conteúdos que possam estimular a automedicação e sempre orienta o público a procurar profissionais de saúde.

Segundo a proprietária, os funcionários participam das gravações dentro do horário de trabalho e de forma voluntária. Desde então, a drogaria passou a receber clientes de outras cidades, interessados em comprar e conhecer a equipe.

“Vejo muitos empresários que não dão oportunidade aos próprios funcionários, e isso é um erro. Muita gente duvida da geração Z, mas eu acredito no potencial deles, que é enorme”, completa Daniela.

Vídeo de uma rede de drogarias em Iturama, Minas Gerais, ultrapassou 4,2 milhões de visualizações. — Foto: Reprodução/Tiktok

Outro exemplo vem de uma loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Graças à forte presença online, o estabelecimento ganhou visibilidade e se consolidou como marca local.

Segundo Juliana Cardoso, contadora e responsável pelo marketing digital da loja, a pandemia acelerou a transição do atendimento presencial para o digital. Foi nesse período que ela criou as redes sociais do estabelecimento para divulgar produtos e se aproximar dos clientes.

De início, o foco estava em conteúdos simples, como fotos de pisos e promoções. Com o tempo, a estratégia evoluiu para vídeos mais criativos, adotando reels e trends com humor e dancinhas para gerar engajamento.

“O vídeo da tijolada viralizou no Brasil todo. Recebemos mensagens de pessoas do Nordeste, do Sul, de vários lugares perguntando se fazíamos entregas lá”, lembra Juliana.

O post mostra o garoto-propaganda Lucas Rodrigues, conhecido como Feijãozinho, levando uma tijolada após dizer a frase “coloca o capacete que lá vem pedrada”, em referência à música “Malvada”, do cantor Zé Felipe.

Em seguida, a vendedora Gabrielly Mello apresenta as promoções de piso. O vídeo, de apenas 20 segundos, já superou 17 milhões de visualizações no TikTok e foi reproduzido por diversos outros comércios.

“Os vendedores gostam de aparecer porque isso atrai clientes. Há quem vá à loja só para comprar com o Lucas”, diz Juliana.

Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. “Seguramos as ideias mais exageradas. É preciso cuidado para não passar do limite”, afirma Juliana.

Mesmo com impacto financeiro limitado, já que a loja não atende fora da região, Juliana afirma que as redes sociais aumentaram o faturamento e atraíram novos clientes.

“Por se tratar de material pesado, não conseguimos enviar pelos Correios”, explica. “O retorno financeiro seria muito maior se pudéssemos vender para fora, mas ainda não temos estrutura de caminhões”, completa Juliana.

Aderir às trends pode ser uma boa forma de surpreender clientes e divulgar a marca com humor. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo g1, é preciso cautela para evitar conteúdos ofensivos, riscos à saúde física ou situações constrangedoras para os funcionários.

Ter atenção ao uso de músicas e imagens, respeitando os direitos autorais. Evitar humor ofensivo ou passível de má interpretação.Não expor funcionários ou clientes sem consentimento.Redobrar o cuidado com trends que envolvem riscos físicos.

Para o professor, os memes são ótimos para atrair atenção, mas não garantem aumento nas vendas. Um vídeo pode alcançar milhões de visualizações e viralizar no TikTok, mas isso não significa que tenha sido bem recebido pelo público.

O especialista destaca ainda que as redes sociais vão além de simples vitrines: elas são ferramentas essenciais em todo o ciclo de relacionamento com o consumidor — atraem, fidelizam, divulgam, promovem e ajudam a vender produtos.

Para o consumidor, as redes também funcionam como canal de relacionamento e fonte de pesquisa. Por isso, manter um perfil ativo é fundamental, mesmo quando a venda não acontece on-line.

O professor acrescenta que cada rede social possui linguagem e público próprios. “A diferença não está apenas no tema, mas também no formato e no tom”, afirma.

“O que aparece no Twitter também circula no TikTok, depois chega ao Instagram e, em algum momento, ao WhatsApp. O que diferencia os públicos são os formatos e o tipo de linguagem”, completa.

Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. — Foto: Reprodução/Tiktok

Segundo Tainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae, vale acompanhar os conteúdos virais do momento. Mas, ao produzir vídeos ou posts baseados em trends, é fundamental que estejam alinhados aos valores da empresa.

“Não adianta seguir uma trend só para ganhar likes, porque isso pode ser prejudicial. O empreendedor pode até conseguir muitas visualizações e curtidas no momento, mas dificilmente mantém essa audiência ativa depois”, afirma Tainá.

Quando um conteúdo viraliza, significa que o empreendedor “furou a bolha” e alcançou um público além do habitual. Nessas situações, é essencial manter o perfil ativo e garantir uma sequência de conteúdos relevantes nas semanas seguintes.

Essa consistência é crucial porque os algoritmos das plataformas avaliam o engajamento: se os novos seguidores não interagem, o alcance do perfil tende a cair.

A especialista ressalta ainda que um bom conteúdo pode trazer retorno, mas a empresa deve estar preparada com estoque suficiente, atendimento ágil e canais acessíveis.

Isso inclui logística eficiente, respostas rápidas e canais de comunicação como WhatsApp ativos para tirar dúvidas e atender solicitações. Sem esse planejamento, o sucesso momentâneo pode se transformar em problema em vez de oportunidade.

Não custa lembrar que o trabalhador não é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato.

Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

“Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor.

O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos.

Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária. (veja mais o que diz a lei sobre o tema)

Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos.

➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão.

“Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica.

📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil).

Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores.

Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação.

Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá.

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Por que o CNPJ vai passar a ter letras pela primeira vez?

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Por que o CNPJ vai passar a ter letras pela primeira vez? Receita Federal vai adotar modelo alfanumérico a partir de 2026 para evitar esgotamento das combinações e modernizar o sistema tributário; mudança valerá apenas para novas inscrições. Por Redação g1 — São Paulo

O CNPJ passará a incluir letras além de números na identificação de empresas, organizações, produtores rurais, profissionais liberais e outros tipos de pessoa jurídica.

Mais de 63 milhões de CNPJs já foram emitidos no Brasil, número que se aproxima do limite do modelo atual. Isso ocorre porque cada número de CNPJ é único e permanente, não podendo ser reutilizado.

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará a incluir letras além de números na identificação de empresas, organizações, produtores rurais, profissionais liberais e outros tipos de pessoa jurídica a partir de julho de 2026.

A mudança tem como objetivo ampliar a capacidade do sistema e garantir a continuidade do modelo, já que o formato atual se aproxima de seu limite técnico, segunda a Receita Federal.

O novo modelo manterá os 14 caracteres do CNPJ tradicional, mas permitirá o uso de letras de A a Z em posições específicas da estrutura, formando um CNPJ alfanumérico. A mudança representa uma expansão gigantesca nas combinações possíveis.

No Brasil, existem mais de 24,9 milhões de CNPJs ativos e cerca de 29,2 milhões desativados, segundo dados da Estatística Redesim (Receita Federal).

No total, já foram emitidos mais de 63 milhões de CNPJs, número que se aproxima do limite do modelo atual. Isso ocorre porque, assim como o CPF, cada número de CNPJ é único e permanente, não podendo ser reutilizado, mesmo quando a empresa é encerrada.

Essa mudança será gradual e começará a valer em julho de 2026, apenas para novas inscrições. Isso inclui empresas recém-criadas, novas filiais, profissionais liberais, condomínios e produtores rurais.

Quem já possui um CNPJ não precisará trocar ou atualizar nada. Os números atuais continuarão válidos e aceitos normalmente pelos sistemas públicos e privados.

É o novo modelo de identificação das pessoas jurídicas no Brasil. Em vez de utilizar apenas números, o novo CNPJ combinará letras (de A a Z) e números (de 0 a 9), mantendo o total de 14 caracteres.

A estrutura visual será semelhante à atual, mas com a inclusão de caracteres alfanuméricos. (confira no exemplo abaixo)

Segundo a Receita, será elaborado um calendário para definir quais tipos de empresas ou atividades econômicas adotarão primeiro o novo formato.

Apenas novas inscrições a partir da data de início — como empresas recém-criadas, filiais, produtores rurais, condomínios e profissionais liberais — receberão o CNPJ com letras.

O formato atual, composto exclusivamente por números, continuará válido. Não será necessário nenhum procedimento adicional por parte dos contribuintes junto à Receita Federal ou aos órgãos estaduais e municipais.

Não. O processo para abertura de empresas e solicitação de CNPJ continuará o mesmo. A única diferença é que o número gerado poderá conter letras.

Segundo a Receita, a partir de julho do próximo ano, todos os sistemas estarão preparados e integrados à Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM).

Empresas e sistemas que lidam com emissão de notas fiscais ou controle tributário precisarão adaptar seus softwares, bancos de dados e rotinas internas.

Podem ocorrer falhas na emissão de documentos fiscais, dificuldades com fornecedores ou atrasos no cumprimento de obrigações tributárias. A recomendação é que as empresas se preparem com antecedência.

Os sistemas públicos serão atualizados para aceitar tanto o formato atual quanto o novo. A expectativa, segundo a Receita, é que essa adaptação ocorra de forma automática e transparente para as empresas.

O Dígito Verificador (DV), número que aparece no final do CNPJ e serve para validar sua autenticidade, continuará sendo calculado pelo método do Módulo 11 — um tipo de verificação matemática —, agora adaptado para incluir letras no cálculo.

Cada caractere será convertido em um valor numérico com base na tabela ASCII, que atribui um número específico a cada símbolo, e dele será subtraído o valor 48.

Por exemplo: a letra A corresponde ao número 65 na tabela ASCII e, para o cálculo, será utilizado o valor 17 (que é o resultado de 65 menos 48).

A Receita Federal disponibilizará rotinas de cálculo em linguagens de programação populares para facilitar essa adaptação técnica.

A mudança prepara o caminho para a implementação de dois novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que visam unificar e simplificar diversos impostos atualmente em vigor.

Para isso, será necessário contar com sistemas mais modernos e integrados. O novo CNPJ alfanumérico contribui nesse processo ao ampliar a capacidade do sistema, facilitar a separação entre despesas pessoais e profissionais e automatizar processos como a recuperação de créditos tributários.

Sim. As empresas precisarão atualizar seus sistemas para reconhecer o novo CNPJ com letras e calcular corretamente o Dígito Verificador.

Essas adaptações podem gerar custos técnicos, especialmente em softwares de emissão de notas fiscais e bancos de dados.

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Como saber se o FGTS do empregado está sendo pago? Veja passo a passo

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Como saber se o FGTS do empregado está sendo pago? Veja passo a passo Trabalhadores podem consultar o saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking. Por Redação g1 — São Paulo

Mais de 80 mil empregadores estão sendo notificados para regularizar o recolhimento do FGTS de seus trabalhadores domésticos.

Os avisos serão enviados pelo Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com empregadores.

O recolhimento do FGTS é responsabilidade do empregador e constitui um direito constitucional aos trabalhadores.

Trabalhadores e trabalhadoras podem consultar seu saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking.

O FGTS é direito de toda pessoa com contrato de trabalho formal, trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais.

Mais de 80 mil empregadores estão sendo notificados desde quarta-feira (17) para regularizar o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de seus trabalhadores domésticos.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os avisos serão enviados pelo Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação do órgão com empregadores. (veja como funciona)

O recolhimento do FGTS é responsabilidade do empregador e constitui um direito constitucional aos trabalhadores. Mas é importante que o profissional acompanhe se os depósitos estão sendo realizados corretamente.

Trabalhadores e trabalhadoras podem consultar seu saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking, que pode ser acessado pelo computador ou em dispositivos móveis (tablet ou celular).

Baixe o aplicativo do FGTS na loja do seu celular (Android ou iOS). Acesse o aplicativo;Faça o cadastro no aplicativo e utilize seu CPF e a senha para fazer login. Se fora a primeira vez, deve ser criada uma senha para os acessos, conforme instruções no aplicativo FGTS.Depois, basta seguir os passos de verificação de identidade solicitados. Para quem já tem cadastro no app, basta fazer o login para acessar.Clique na opção “Meu FGTS” ou em “ver todas as suas contas”;Selecione a conta FGTS desejada para visualizar o extrato. Para gerar um documento em formato PDF, clique em “gerar extrato PDF”. Para consultar os dados do contrato, clique em “dados do contrato”.

Dentro do aplicativo, logo na parte superior da página principal aparece a opção "Saldo Total". Para verificar o saldo, é preciso clicar no botão de olho, onde está escrito "Toque para exibir o saldo".

Logo abaixo, há o quadro "Resumo do Seu FGTS", em que é possível verificar o extrato completo, pelos pagamentos realizados por todas as empresas em que a pessoa já trabalhou ou ainda trabalha.

Acesse o Internet Banking no computador ou aplicativo Caixa;Faça login na sua conta para acessar os serviços do FGTS;Clique em “Benefícios e Programas” ou "Serviços ao Cidadão";Clique em “Extrato do FGTS”;Clique em “FGTS”;Clique em “Extrato do FGTS”;Digite os números do PIS e do CPF;Insira sua senha;No menu, selecione “FGTS” e, em seguida, “Extrato Completo”.

Cadastre-se gratuitamente para receber informações sobre os depósitos e o saldo do FGTS em seu celular por SMS;A Caixa envia mensagens mensais com os depósitos feitos pelo empregador e semestrais com o saldo atualizado; No aplicativo, vá em "Meu Perfil" e depois em "Notificações do App I SMS" e faça a Adesão; No Internet Banking, vá a "Caixa celular" > "Notificações SMS" > "Mensagens de Celular" > "Adesão";Confirme o número de telefone para receber as informações sobre depósitos e saldos do FGTS por SMS.

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é direito de toda pessoa com contrato de trabalho formal, trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais.

Trata-se de um valor de 8% do salário que é depositado pelo empregador, mensalmente, em nome do funcionário.

O saque do FGTS é permitido em situações específicas estabelecidas por lei, como demissão por justa causa, compra da casa própria e doença grave do trabalhador ou de seu dependente.

Caso o empregador não esteja depositando o FGTS, o trabalhador deve procurar uma Delegacia Regional do Trabalho (DRT), pois o responsável pela fiscalização das empresas é o Ministério do Trabalho.​

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MEIs agora podem pagar o DAS por cartão de crédito; veja como fazer

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor MEIs agora podem pagar o DAS por cartão de crédito; veja como fazer Nova modalidade foi liberada pela Receita Federal e oferece mais praticidade para microempreendedores manterem as obrigações fiscais e previdenciárias em dia. Por Redação g1 — São Paulo

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira (17) que os Microempreendedores Individuais (MEI) já podem pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) com cartão de crédito.

Segundo o órgão, a medida traz mais praticidade e flexibilidade para quem deseja manter as obrigações fiscais em dia, garantindo também os benefícios previdenciários e a regularidade do negócio.

O novo recurso está disponível na opção “Pagar Online” e amplia as formas de pagamento oferecidas aos empreendedores.

Cartão de crédito é uma nova opção de pagamento do DAS para o MEI — Foto: Reprodução/TV Globo

A Receita Federal anunciou nesta quarta-feira (17) que os Microempreendedores Individuais (MEI) já podem pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) com cartão de crédito. Até então, o pagamento estava disponível apenas por boleto, PIX e débito automático.

Segundo o órgão, a medida traz mais praticidade e flexibilidade para quem deseja manter as obrigações fiscais em dia, garantindo também os benefícios previdenciários e a regularidade do negócio.

O novo recurso está disponível na opção “Pagar Online” e amplia as formas de pagamento oferecidas aos empreendedores.

O valor recolhido pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) garante que o microempreendedor individual mantenha em dia sua contribuição previdenciária e os impostos devidos.

Segundo o Sebrae, é o pagamento regular do DAS que assegura ao MEI acesso aos benefícios do INSS, como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-reclusão, pensão por morte e salário-maternidade.

🗓️ QUANDO PAGAR? O DAS vence todo dia 20 de cada mês. Ele pode ser emitido diretamente no Portal do Simples Nacional ou pelo App MEI, disponível para iOS e Android.

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Da pressão ao recomeço: como o empreendedorismo pode apoiar o equilíbrio na saúde mental

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreenda com Sebrae Especial Publicitário Da pressão ao recomeço: como o empreendedorismo pode apoiar o equilíbrio na saúde mental Lições de quem enfrentou crises emocionais e descobriu, no próprio negócio, caminhos para se cuidar. Por Sebrae

Finanças. Expectativas. Situação da economia. Pressão. Medo de fracassar. Estresse constante. Essa é a realidade que poucos veem, mas muitos sentem: o desgaste na saúde mental. De acordo com o e-book "Saúde mental do empreendedor" do Sebrae, mais de 70% dos empreendedores sofrem com algum tipo de desordem de saúde mental.

Mais números mostram a dimensão do desafio: 37% dos empresários sofrem de burnout (estado de exaustão física, mental e emocional devido estresse crônico no trabalho), 22% têm ataques de pânico e 85% lidam com ansiedade. Isso é o que aponta o estudo "Saúde e performance de pessoas empreendedoras", realizado em 2024 pela Endeavor Brasil.

No mesmo ano, o Ministério da Previdência Social registrou quase meio milhão de afastamentos do trabalho, o maior número em pelo menos dez anos. Os motivos? Ansiedade, depressão, transtorno bipolar, entre outros.

Encontrar o equilíbrio na saúde mental é um desafio para quem comanda o próprio negócio, para quem é funcionário em uma empresa, para quem é humano. Por isso, dar atenção a esse tema vai muito além do Setembro Amarelo: cuidar do corpo e da mente é fundamental o ano todo.

Natural de Morrinhos (GO), profissional e mãe, Julliana é formada em Enfermagem pela PUC Goiás e passou por hospitais em Goiânia, Brasília e São Paulo, especializando-se em terapia intensiva, cuidados críticos em cardiologia e controle de infecção. Com 16 anos de dedicação ao cuidado de pacientes e equipes, passou 12 deles na gestão de instituições hospitalares.

Durante a pandemia de covid-19, recém-saída da maternidade, atuou como gestora em uma unidade hospitalar, na linha de frente do combate à doença. Ali viveu momentos de entrega, pressão intensa e superação. Depois desse período, foi convidada a liderar UTIs em outra instituição. Voltou com entusiasmo, mas a sobrecarga física e emocional vividas ainda eram patentes e as crises de ansiedade vieram. Toda a situação culminou no diagnóstico: burnout. Era a hora de parar.

"O burnout limita totalmente, do ponto de vista físico e mental. É uma sensação que não é só estresse, não é só estafa. Você se sente incapaz. O desenvolvimento de atividades que você ama, passa a não fazer sentido. Posso dizer que não fui vítima da 'área da saúde', eu fui vítima de mim mesma. Eu negligenciei os sinais: dores constantes que não eram físicas, excesso de trabalho, férias que eu tirava, mas não 'desligava'. Tive que aprender a me reconectar, respirar, reconhecer meus limites", explica Julliana.

Em 2022, pediu demissão. Uma decisão difícil, mas também libertadora. Com o apoio da família, especialmente do esposo, e acompanhada pelo seu médico psiquiatra e por sua terapeuta, iniciou um processo de cura. “O acompanhamento médico, terapia e autocuidado são indispensáveis”, ressalta.

Assim, em 2023, ela transformou um momento de vulnerabilidade em oportunidade de atuar com mais equilíbrio. Nasceu sua primeira empresa de treinamentos voltada para o desenvolvimento e capacitação de profissionais da saúde. Mesmo tendo a oportunidade de redirecionar sua caminhada, Julliana atribui à família e ao seu propósito com o paciente os motivos que a fizeram permanecer na enfermagem.

Essas referências e sua própria experiência a fizeram perceber que estava na direção certa: treinando pessoas. Como ela mesma resume: “Eu sempre soube que gostava de cuidar de gente”. Até chegar o segundo semestre de 2023. Com a ideia amadurecida e a parceria de Paulo José Miguel, colega de profissão e engenheiro hospitalar, Julliana firmou sociedade e fundou a TreineLAB.

A TreineLAB une enfermagem, medicina, psicologia, odontologia e gestão. — Foto: Acervo de Julliana Vidal

Decidida a fazer sua nova fase profissional decolar, Julliana buscou a ajuda no Sebrae do Distrito Federal. "Foi através do site que descobri o Sebrae mais próximo. Porque a gente já sabe desde criança, né? Acordar de manhã, ouvir Pequenas Empresas, Grandes Negócios e ouvir Sebrae", brinca Julliana.

A enfermeira participou de consultorias em plano de negócios, precificação, marca e website, e de programas como Sebrae Inova e Sebrae Delas. Além disso, realizou cursos disponibilizados na unidade de Brasília do Sebrae Lab, espaço colaborativo para fomentar criatividade, inovação e negócios. "Lá é uma fonte inesgotável", diz rindo ao se lembrar do polo.

De lá pra cá, Julliana segue aproveitando as mentorias e eventos da instituição, como a 2ª edição do Women Development Summit (WDS), iniciativa correalizada pelo Sebrae DF. "Em 2024 eu participei de um evento com uma palestrante e escritora indiana. Ela falou sobre o modelo de liderança feminina, sobre zona de conforto e como você pode se redescobrir… Esse evento mexeu muito comigo", compartilha Julliana.

Com a qualidade de vida recuperada, Julliana atua como diretora de ensino na TreineLAB, contando com seu sócio e sua equipe. Além disso, ela é host do podcast da empresa, onde compartilha experiências junto a profissionais da área. A TreineLAB tem sede em Brasília (DF) e oferece cursos presenciais. Toda a dedicação tem gerado frutos: só no ano passado, mais de 500 alunos foram capacitados com excelência em práticas hospitalares, e esse número só tende a crescer. Isso porque a novidade — e motivo de grande alegria para Julliana — é que a TreineLAB está lançando cursos em uma plataforma on-line, podendo alcançar todo o Brasil.

Com foco prático e imersivo, os alunos na Treine (apelido carinhoso dado por eles) são conduzidos por 14 mestres e especialistas atuantes, que lidam diariamente com situações reais encontradas em hospitais, clínicas e unidades complexas. Curiosamente, o médico que a acompanhou durante o burnout também já ministrou cursos na TreineLAB, mostrando como seu autocuidado e a jornada empreendedora caminham lado a lado. "Ele acreditou muito no projeto desde o início e me acompanha até hoje", lembra Julliana.

A missão da TreineLAB é preparar cada profissional da saúde, não apenas com teoria, mas com vivência e proximidade da realidade hospitalar, raciocínio clínico, tomada de decisão e humanidade no cuidado, sob a metodologia hands-on, ou como ela costuma dizer, "na prática para a prática".

Refletindo sobre sua virada, ela sabe que valeu a pena: “É possível recomeçar. É possível se reinventar. É possível empreender com propósito, equilíbrio e amor pelo que se faz”, finaliza.

A frase que está na porta da cozinha do Villa Donna Bistrô resume muito da visão de sua dona. Esse olhar, no entanto, nasceu de uma vivência pessoal dura. Sonia Maria de Caro Kohen, de 66 anos, atuou com treinamento empresarial em São Paulo, viajando pelo Brasil e pela América Latina durante anos. Até que um dia, a caminho de férias, se viu paralisada pela síndrome do pânico.

“A primeira crise de pânico aconteceu dentro de um avião, indo para os Estados Unidos. Na época, eu nem sabia que era isso… Um mal-estar muito intenso, você sente que seu coração vai parar e que não está conseguindo respirar. A crise é rápida, mas extremamente dolorosa”, conta Sonia. A situação se agravou e, tempo depois, já não conseguia trabalhar, planejar suas atividades ou ir ao mercado. Até mesmo pegar o elevador se tornou uma tarefa impensável. “Foi então que procurei terapia”, desabafa.

Motivada pela recuperação e apoiada pelo marido Marcelo André, o casal decidiu antecipar o plano de vida que tinha e mudou-se para uma cidade tranquila, Monte Verde (MG). Foi ali que as crises deixaram de acontecer.

Uma ajuda valiosa também veio de um bichinho muito especial, seu cachorro Bob. “Ele me adotou”, brinca. “Quando me dava aquele medo de ter uma crise, ele sentia e aprendeu as coisas que podiam mexer comigo, sabe? A gente também conversava muito, me passava segurança. Hoje ele tá velhinho”, diz com amor.

Em 2009, após três anos de descanso e ao lado de um amigo chef de cozinha, Sonia fundou seu sonhado bistrô, onde hoje recebe clientes com sua culinária afetiva ítalo-mineira.

Cozinhar sempre foi um hobby e uma inspiração para ela. Influenciada pela raiz italiana de sua mãe e tias, elevou o sabor dos pratos que conhecia com ingredientes mineiros numa abordagem fora da curva da cidade turística. “Eu queria fazer a comida da minha família”, conta.

O caminho não foi fácil. Foram três anos de investimento pesado até o bistrô se firmar em Monte Verde. No primeiro ano, dedicada, estudou e aprendeu técnicas gastronômicas e convidou professores para treinar sua equipe. Fez faculdade e muitos cursos, incluindo iniciativas do Sebrae. “Eu já conhecia o Sebrae desde a época do treinamento empresarial. Sempre tiveram um material didático excelente”, relembra Kohen.

Entre suas experiências, ela cita cursos como Turismo Gastronômico e ressalta o Prepara Gastronomia em Belo Horizonte, do Sebrae MG. “Foi incrível, incrível! Porque eu conheci muitas pessoas que, inclusive, se transformaram nos meus fornecedores. Um deles é de queijo”, relata Sonia, empolgada. Entre os resultados dessa consultoria, a chef enfatiza a redução de 30% em custos de matéria-prima.

Recuperada e no comando de um negócio, Sonia passou não só a pensar em sua própria saúde mental, como também na de seus funcionários. “Se você não olha para as pessoas, não vai para lugar nenhum. Atrás do fogão tem gente. O Villa Donna é o meu sonho, mas são eles que dão coração e emoção ao que fazemos”, relata.

Entre muitas das suas ações em prol do bem-estar de sua equipe está a garantia das três refeições diárias para cada um: café, almoço e jantar antes de ir embora. E também um esporte a escolha para realizar aos finais de semana, como jiu-jitsu ou beach tennis. Além de cursos, com transporte incluso e atividades integrativas, como caminhada e rapel, para promover a coesão e confiança entre o time, bem como a superação dos medos.

“A saúde do meu restaurante depende muito mais da saúde dos meus funcionários”, diz Sonia. — Foto: Acervo de Sonia Kohen

“Servimos almoço e janta, mas em alguns dias da semana só abro a janta. Eu procuro que eles tenham horas de descanso. Não adianta exigir que o funcionário vá sempre ao limite, porque, no fim, tudo o que você acredita passa pelo bom atendimento. Não dá para esperar que a pessoa sorria logo cedo se ela está cansada, se não dormiu direito ou se anda esgotada. Cada um tem sua vida particular, e muitas vezes não sabemos pelo que estão passando. Por isso é fundamental oferecer esse descanso”, explica Sonia.

A dona do bistrô não mede esforços para garantir que os funcionários tenham apoio em saúde, planos de aposentadoria, e que consigam realizar seus próprios sonhos. “Alguns já conquistaram a casa própria. Recentemente, uma funcionária que trabalhou comigo desde o início disse que pretende ficar até o ano que vem. Isso é dignidade, respeito, e é assim que construímos uma equipe saudável e comprometida. É mais do que realizar meu sonho: é fazer dos sonhos deles parte do meu”, fala com alegria.

Esse cuidado se estende a situações adversas. Sonia compartilha um caso recente: um jovem funcionário enfrentava problemas financeiros e vício em jogos eletrônicos, chegando a se envolver com agiotas. “Percebi que ele precisava de ajuda, então providenciei um acompanhamento com psicólogo especializado em vícios. Hoje ele participa de sessões mensais e já está se organizando financeiramente”, conta.

Embora atenda entre 1.000 e 1.500 clientes por semana na alta temporada, o foco do Villa Donna Bistrô não é quantidade, mas qualidade. O objetivo está em criar vínculos duradouros, com atendimento de excelência e hospitalidade como essência. “A gente busca crescimento de uma forma diferente. Não é atender mais gente, é atender melhor. O cliente que fica, que se sente bem, volta, e isso é muito mais valioso”, explica Sonia.

Esse cuidado com os clientes também se reflete no treinamento da equipe: os funcionários provam os pratos, conhecem o cardápio e estão preparados até para indicar passeios na cidade. “Eles experimentam a comida, vivem a experiência. Quando um cliente tem restrição alimentar, quem atende fala com propriedade porque já provou”, conta.

Com leveza, Sonia une aprendizados de vida com os de liderança. “Primeiro, estudar. Quem aprende, ensina. Segundo, entenda o seu negócio. Capacitar e fidelizar sua equipe é fundamental. Quando ela conhece e acredita no que você busca, ela também se engaja e cresce junto com você.” E, com humor, completa: “E, terceiro, adote um cachorro vira-lata caramelo”.

O que antes foi amargo hoje tem gosto de vitória. Sonia compartilha que, após mais de 20 anos, foi diagnosticada curada da síndrome do pânico em julho deste ano. “É um momento muito feliz para mim poder falar isso”, conclui.

Você sabia que mais de 60% das doenças ocupacionais podem ser evitadas com cuidados preventivos e atenção primária à saúde? O e-book do Sebrae destaca esse dado como um alerta: é fundamental praticar o autocuidado. O Sebrae é um dos canais de auxílio para pequenos empreendedores que enfrentam desafios como esse.

"Queremos que os empreendedores nos vejam como um ponto de apoio. Temos cursos, conteúdos motivacionais e suporte especializado, produzido em parceria com especialistas em saúde mental, para ajudar o empresário a equilibrar a vida pessoal e profissional", ressalta Margarete Coelho, diretora de Administração e Finanças do Sebrae.

O primeiro passo é reconhecer suas limitações, exercitando a autoconsciência. Entender seus sentimentos e porque eles surgem ajuda a lidar melhor com frustrações e momentos de tensão. Por isso, lembre-se: estabelecer limites é essencial para proteger sua saúde mental.

Adote práticas simples, como pausas para respirar, meditar e repousar. O descanso não se limita somente a dormir. Pode ser caminhar ou praticar algum esporte, sair com a família ou os amigos, ficar um momento sozinho, desligar o celular por um ou mais dias, ter tempo na natureza, exercitar um hobby como escrever ou pintar.

Um passo de coragem pode fazer toda a diferença. Informe-se e procure pelo melhor tratamento, como acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou terapêutico. Aprender a identificar e autorregular suas emoções permite estabelecer conexões melhores com sua equipe e parceiros. Isso desenvolve empatia e habilidades sociais que fortalecem sua confiança, os negócios e os relacionamentos.

Por fim, seja gentil consigo mesmo. Dê um passo de cada vez. A vida pode ter altos e baixos, mas o autocuidado deve estar sempre presente. Priorizar seu bem-estar é a base para fazer seu negócio, e mais importante, fazer sua vida prosperar a longo prazo.

Curso on-line que busca desenvolver habilidades socioemocionais no empreendedor e em sua equipe para elevar desempenho e resultados nos negócios

Curso on-line que fala sobre burnout, emoções, saúde mental, gerenciamento de estresse e comunicação assertiva, produzido pelo Sebrae RJ

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Casal transforma Kombis em casas e fatura R$ 800 mil em um único ano

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Pequenas Empresas & Grandes Negócios Casal transforma Kombis em casas e fatura R$ 800 mil em um único ano Em Guarulhos (SP), empreendedores criaram uma empresa especializada em adaptar veículos utilitários para moradia e viagens. Por Pegn — São Paulo

O que era apenas um sonho inspirado por vídeos nas redes sociais virou um negócio lucrativo e cheio de histórias para contar.

Em Guarulhos (SP), o casal Nathália Custódio e Murillo Átilla criou uma empresa que transforma veículos utilitários, especialmente Kombi, em verdadeiras casas sobre rodas. Em 2024, o faturamento chegou a impressionantes R$ 800 mil.

Fascinados por motorhomes, decidiram construir o próprio veículo para viajar. Sem experiência, aprenderam tudo na prática, desenharam projetos, fizeram maquetes e, com um investimento inicial de R$ 8 mil, começaram a montar a primeira Kombi artesanalmente, com materiais reaproveitados e muita criatividade.

A primeira Kombi foi vendida durante a pandemia e trouxe uma renda inesperada. A segunda foi construída na garagem apertada de casa e também vendeu rápido.

Quando chegaram ao quarto veículo, veio a virada de chave: nasceu a empresa especializada em casas sobre rodas.

Hoje, com quase 150 veículos transformados, o casal atende clientes de todo o Brasil. Cada projeto é 100% personalizado, feito sob medida para quem quer viajar com conforto e estilo.

Os pedidos são os mais variados: já criaram uma Kombi cigana para apresentações teatrais e até um estúdio de podcast móvel.

Um dos projetos mais especiais foi para a família Costa, que queria viajar com os filhos e o pet. “A melhor coisa no fim de semana é chegar num camping, relaxar, tomar um café e curtir a paisagem”, conta Ana Paula, cliente da empresa.

A adaptação do veículo custou R$ 28 mil e incluiu detalhes como pastilhas 3D na cozinha, divisórias personalizadas e até um banheiro interno — exigência da família que só Nathália e Murillo aceitaram realizar.

Apesar do sucesso, o casal mantém o processo artesanal. Recentemente, investiram em uma máquina CNC para facilitar os cortes e aumentar a produtividade. Hoje, conseguem entregar até quatro veículos por mês, mas a demanda continua crescendo.

Nathália Custódio e Murillo Átilla criaram uma empresa que transforma veículos utilitários em casas sobre rodas — Foto: Namu

📍 Av. Torres Tibagy, 620 – Vila Aprazível, 📌 Guarulhos/SP – CEP: 07062-000📞 Telefone: (11) 91089-0262🌐 Site: namukombihome.com.br✉️ E-mail: namukombihome@gmail.com📱 Instagram: @namu_kombihome

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Conheça as emboscadas dos apps para você pagar gorjetas

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Trabalho e Carreira Conheça as emboscadas dos apps para você pagar gorjetas Pagamentos por app, maquininhas e telas de toque estão mudando o jeito como damos gorjeta — e pesando mais no seu bolso. Por Deutsche Welle

A gorjeta é motivada principalmente por ajudar os garçons ou recompensar um bom serviço, afirmou à DW Michael Lynn, professor de marketing de serviços na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, um estudioso das gorjetas.

Nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam como e onde as gorjetas são esperadas. No passado, alguns dólares eram deixados na mesa do restaurante ou um pequeno troco era colocado na caixinha de gorjetas ao lado do caixa.

O aumento do uso de cartões, aplicativos e sistemas de pagamento com telas sensíveis ao toque adicionaram opções de gorjeta – e ainda mais confusão para os clientes.

Os designers dessas plataformas de pagamento têm um incentivo para tornar a gorjeta a opção padrão e dificultar a opção de não dar gorjeta. Qualquer pessoa que queira optar por não receber gorjeta acaba se atrapalhando ou se perguntando como fazê-lo.

Pessoas dão gorjeta por várias razões: para se sentirem melhor, impressionar os outros, ajudar os funcionários ou porque são solicitadas — Foto: Westend61/IMAGO

Frank Sinatra era conhecido por dar gorjetas generosas com de notas de 100 dólares (R$ 548) aos garçons. Isso em uma época em que 100 dólares realmente valiam muito mais do que hoje. Mas, quais são as regras para dar gorjetas hoje em dia?

Muitas pessoas não pensariam duas vezes antes de dar gorjeta a um garçom em um bom restaurante, ao cabeleireiro, a um bom barman ou ao porteiro que carrega sua bagagem pesada em um hotel movimentado. Essas são situações com normas claras e já muito estabelecidas em muitos países.

Mas, e o barista do Starbucks? Ou a pessoa que atende seu pedido em um guichê de lanchonete? E um quiosque de autoatendimento?

📚 A maioria dos historiadores concorda que a gorjeta começou na Europa medieval, com os aristocratas distribuindo gratificações aos servos ou àqueles que trabalhavam em suas terras.

No século 19, a ideia estava desaparecendo na Europa, mas chegou aos EUA. Mais tarde, seria reexportada para todo o mundo.

Hoje, as pessoas dão gorjeta por uma série de razões: para se sentirem melhor consigo mesmas, para impressionar os outros, para ajudar a compensar o salário irrisório dos funcionários ou porque são solicitadas.

🪙 A gorjeta é motivada principalmente por ajudar os garçons ou recompensar um bom serviço, afirmou à DW Michael Lynn, professor de marketing de serviços na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, um estudioso das gorjetas.

Nos EUA, dois terços dos clientes dão gorjetas de 15% ou mais, segundo pesquisa — Foto: Alexis Gacon/DW

Alguns dão gorjeta para cumprir uma sensação de obrigação, disse Lynn. Outros ainda são mais egoístas.

Essas pessoas dão gorjeta para obter ou manter um serviço preferencial futuro ou aprovação social, explicou o especialista, que atualmente está escrevendo um livro sobre o assunto, que se terá o nome The Psychology of Tipping: Insights for Service Workers, Managers and Customers ("A psicologia da gorjeta: dicas para trabalhadores de serviço, gerentes e clientes", em tradução livre).

Nos dias de hoje, as novas tecnologias mudam como e onde as gorjetas são esperadas. No passado, alguns dólares eram deixados na mesa do restaurante ou um pequeno troco era colocado na caixinha de gorjetas ao lado do caixa.

O aumento do uso de cartões, aplicativos e sistemas de pagamento com telas sensíveis ao toque adicionaram opções de gorjeta – e ainda mais confusão para os clientes.

"Observamos uma explosão nos pedidos de gorjeta, embora os valores não tenham mudado drasticamente", diz Ismail Karabas, professor associado de marketing na Universidade Murray, no estado americano do Kentucky.

Durante a pandemia de covid-19, muitas empresas deixaram de usar dinheiro em espécie e passaram a receber pagamentos sem contato e online. Dessa forma, as empresas que fornecem esses dispositivos digitais decidiram incluir um pedido de gorjeta.

🔍 Quando os clientes recebem gorjetas pré-calculadas de 15%, 20% ou 25%, o que eles devem fazer? Simplesmente apertar um dos botões e pronto, reservar um tempo para adicionar seu próprio valor ou não deixar nada enquanto olha diretamente para o caixa?

Os clientes geralmente escolhem uma opção de gorjeta predefinida ao invés de segurar a fila. Isso dá aos designers de tecnologia muita influência sobre a gorjeta.

Lynn argumenta que a questão de como o design das interfaces afeta a gorjeta é uma "nova área em alta de pesquisa". "Aumentar o valor pedido para as opções de gorjeta aumenta o valor recebido – embora possa diminuir a proporção de pessoas que deixam gorjetas", disse.

⚠️ Os designers têm um incentivo para tornar a gorjeta a opção padrão e dificultar a opção de não dar gorjeta. Qualquer pessoa que queira optar por não receber gorjeta acaba se atrapalhando ou se perguntando como fazê-lo.

"Mais gorjetas significam mais renda para os funcionários, mas também para os designers de tecnologia, porque eles cobram uma taxa por cada transação que passa por seus sistemas", acrescentou Karabas.

Desde a pandemia, equipamentos de pagamento com cartão e online passaram a incluir pedidos de gorjeta — Foto: Gregor Tholl/dpa-Zentralbild/dap/picture alliance

Uma pesquisa do instituto YouGov realizada em maio de 2023 nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Espanha e Itália mostrou que a esmagadora maioria dos que dão gorjeta em restaurantes nesses países repassa de 5% a 10%, não muito mais.

Os EUA foram um caso à parte, com dois terços dos entrevistados dando gorjetas de 15% ou mais. A pesquisa também revelou que muitos americanos deixariam gorjeta em um restaurante com um serviço ruim ou péssimo.

Outra pesquisa sobre a cultura da gorjeta nos EUA, publicada pelo Centro de pesquisas Pew em novembro de 2023, analisou a chamada inflação de gorjetas (tipflation) nos EUA.

O levantamento da Pew descobriu que 72% dos adultos afirmam que dar gorjeta aos funcionários do setor de serviços é esperado com mais frequência do que há cinco anos. Além disso, apenas 34% dos adultos entrevistados afirmam que é extremamente ou muito fácil saber quando é realmente apropriado dar gorjeta.

Como lidar com essa nova cultura de gorjeta? Primeiro, saiba onde você está, qual é a situação local e como os funcionários são pagos. Eles ganham um salário mínimo onde a gorjeta é uma gratificação adicional? Ou recebem um salário muito menor, abaixo do mínimo, e, portanto, dependem das gorjetas para subsidiar o salário líquido?

Apenas 25% dos americanos deixariam gorjeta ao comprar um café e 12% o fariam em lanchonetes fast-food — Foto: Jens Kalaene/dpa Themendienst/picture alliance

Em alguns lugares nos EUA, esse salário abaixo do mínimo para trabalhadores que recebem gorjeta pode significar ganhar apenas 2,13 dólares por hora. Saber quanto as pessoas ganham pode ajudar a decidir se e quanto de gorjeta deixar.

Em segundo lugar, dedique um tempo para entender o sistema. Depois de conhecer as normas locais e a situação salarial, você poderá lidar com a tecnologia de gorjeta, como calcular o que aquele botão de 25% realmente significa em dólares e centavos.

Não se deixe pressionar pela fila atrás de você ou pelo grupo sentado à mesa com você – embora esta seja provavelmente a parte mais difícil, especialmente sea ocasião for um encontro romântico.

"Dar gorjeta por culpa deixa uma má impressão nos clientes, o pedido os irrita e diminui a probabilidade de eles retornarem ao mesmo estabelecimento", explicou Karabas.

Por fim, como último recurso para evitar pedidos de gorjeta confusos ou inesperados, os clientes devem considerar pagar em dinheiro, diz Karabas. Assim, tudo estará em suas mãos, mesmo que seja uma nota de 100 dólares novinha em folha, como as de Frank Sinatra.

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Trabalhador pode ter desconto no salário pelo plano de saúde ou vale-refeição? Veja o que diz a lei

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 23/02/2026 18:44

Empreendedorismo Guia do empreendedor Trabalhador pode ter desconto no salário pelo plano de saúde ou vale-refeição? Veja o que diz a lei A legislação não obriga o patrão a fornecer pelo vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado. Porém, se houver liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, eles passam a ser obrigatórios. Por Rayane Moura, g1 — São Paulo

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Planos de saúde, vale-refeição e outros benefícios extras têm ganhado cada vez mais peso na disputa por talentos. Mas afinal, eles são obrigação das empresas ou apenas um diferencial competitivo?

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado.

Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa.

“As normas coletivas podem estabelecer a obrigatoriedade, valores, formas de concessão e condições de utilização, a possibilidade ou não de descontá-los do salário do empregado, além de limites para esse desconto”, explica a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi.

Por outro lado, especialistas em gestão de pessoas defendem que os benefícios são importantes para atrair colaboradores. Segundo Luiz Eduardo Drouet, conselheiro da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), os profissionais priorizam cada vez mais as melhores condições de trabalho.

“Empresas que oferecem melhores benefícios conseguem atrair os melhores talentos e as que não seguem este caminho têm muito mais dificuldade para contratar bons profissionais, e convivem com uma rotatividade superior de colaboradores”, completa o especialista.

Self-service; quilão; restaurante por quilo; almoço; vale-refeição — Foto: Marcos Serra Lima/g1

O g1 conversou com especialistas no assunto, e explica abaixo o que diz a lei sobre descontos desconto no salário referentes ao plano de saúde ou vale-refeição:

💸 Como funciona o desconto do vale-refeição/alimentação? 🤔 Posso ser demitido por uso indevido do vale-refeição/alimentação? 🚫 Existe um valor máximo de desconto do plano de saúde? 📝 Como funciona a coparticipação? 🚑 Fiz um procedimento caro, e agora?

O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O benefício também é previsto no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário.

Segundo a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi, os descontos precisam ser previstos em cláusula no contrato de trabalho ou com autorização expressa em caso de adesão ao recebimento do benefício.

Esses valores precisam ser descritos no holerite, e todos os funcionários da empresa precisam estar cientes. No caso do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), são oferecidos incentivos fiscais para incentivar as empresas a concederem os benefícios.

“A empresa que realize a adesão voluntária ao PAT, pode fornecer o vale-alimentação/refeição ao funcionário e, em troca, recebe uma série de incentivos fiscais, como a dedução no Imposto de Renda”, completa a advogada trabalhista Luciana Guerra Fogarolli.

Sim. Esse é um benefício precisa ser utilizado apenas com a finalidade destinada, ou seja: refeição e alimentação do trabalhador, conforme previsto pela lei federal 14.442/22, que prevê expressamente que:

“As despesas destinadas aos programas de alimentação do trabalhador deverão abranger exclusivamente o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares, e a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais”.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, ao receber o benefício, o funcionário precisa ser informado com muita clareza todas as regras e políticas do vale-refeição/alimentação da empresa.

O mau uso do benefício pode levar o trabalhador a ser demitido por justa causa, e trazer implicações até mesmo para o empregador.

Deixar que outras pessoas utilizem o vale; Vender ou trocar o vale por dinheiro; Comprar produtos que não sejam alimentícios, como utensílios domésticos, bebidas alcóolicas, cigarros, entre outros.

“O empregador, além de deixar muito claras as regras de uso do benefício, deve observar a gradatividade das penalidades de advertência e suspensões, antes de tomar a decisão drástica de dispensar o trabalhador por justa causa”, afirma a especialista.

No ano passado, mais de 20 funcionários da Meta foram demitidos por comprarem itens de casa com o dinheiro do vale refeição. Eles usaram parte dos US$ 70 (cerca de R$ 390) que ganhavam por dia para comprar produtos como sabão em pó, pasta de dente e taças de vinho.

Quando se trata do plano de saúde, que é regulamentado pela lei federal 9.656/98, não existe um limite mínimo ou máximo para desconto no salário do trabalhador.

Na prática, costuma-se adotar o parâmetro de que o valor descontado não ultrapasse 30% do salário líquido do empregado.

Além disso, a orientação Jurisprudencial (OJ) nº 18 da Seção de Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabelece que todos os descontos salariais somados não podem ultrapassar 70% do salário base do empregado.

Isso porque, os valores debitados não podem comprometer o sustento e sobrevivência do trabalhador. As normas, acordos ou convenções coletivas também podem estabelecer os valores e limites de descontos referentes ao plano de saúde.

“Qualquer desconto do salário (para pagar uma parte ou valor mensal do plano) deve ser autorizado pelo empregado, por escrito, como cláusula no seu contrato de trabalho. Outra possibilidade é o funcionário assinar termo de adesão ao benefício ou à política de concessão do benefício”, completa Maria Fernanda Redi.

Na prática, existem duas formas de mais comuns que a empresa disponibiliza o plano de saúde para o trabalhador. São elas:

➡️ Com coparticipação: a empresa paga a mensalidade do convênio, e os colaboradores arcam com parte dos valores dos procedimentos realizados. ➡️ Sem coparticipação: a empresa arca com o valor integral do plano de saúde dos funcionários, que ficam livres de qualquer despesa.

Em ambos os casos, o valor debitado também deve ser previamente autorizado por escrito pelo empregado. No plano com coparticipação, o trabalhador deve arcar com até 40% dos custos por consulta, procedimento ou exame realizado.

Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, é muito comum algumas empresas aderirem a coparticipação do empregado nesses benefícios, através de descontos da remuneração, que podem ser simbólicos ou não, dependendo do que foi acordado.

Em planos que existem a coparticipação, procedimentos mais caros (como parto ou cirurgias) pode ter um valor variado de desconto conforme as regras do plano de saúde ou acordos feitos em convenção coletiva.

“Mesmo com a aplicação do percentual de coparticipação, o custo final para o trabalhador é geralmente bem menor do que o valor total do procedimento. No entanto, ainda pode representar um impacto significativo na renda do empregado”, explica Luciana Guerra Fogarolli.

Para o trabalhador não ter a renda comprometida, é comum que a empresa permita o parcelamento do valor da coparticipação em procedimentos mais caros. Dessa forma, o desconto mensal não ultrapassa o limite de 30% do salário líquido do trabalhador.

"Essa prática visa proteger a subsistência do empregado, respeitando o equilíbrio entre o benefício e a capacidade financeira do segurado", completa a advogada trabalhista.

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