RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Josh D’Amaro será novo CEO da Walt Disney Company

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) que Josh D’Amaro será o novo diretor-presidente (CEO) do grupo a partir de 18 de março.

Ele substituirá Bob Iger, que ocupa o cargo há quase duas décadas e seguirá como conselheiro sênior e membro do conselho até o fim do ano.

Atualmente, D’Amaro é chairman do segmento Disney Experiences, responsável pelos parques temáticos, hotéis e cruzeiros da companhia.

Além da mudança no comando, a Disney anunciou que Dana Walden, atual co-presidente do braço de entretenimento, assumirá o cargo de presidente e diretora criativa da companhia.

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) que Josh D’Amaro será o novo diretor-presidente (CEO) do grupo a partir de 18 de março. Ele substituirá Bob Iger, que ocupa o cargo há quase duas décadas e seguirá como conselheiro sênior e membro do conselho até o fim do ano.

Em comunicado, a Disney afirmou que a decisão foi tomada por unanimidade pelo conselho de administração da empresa.

Atualmente, D’Amaro é chairman do segmento Disney Experiences, responsável pelos parques temáticos, hotéis e cruzeiros da companhia — a maior divisão do grupo, com receita anual de US$ 36 bilhões (R$ 187 bilhões) no ano fiscal de 2025 e cerca de 185 mil funcionários.

“O Josh D’Amaro reúne uma combinação rara de liderança inspiradora e inovação, com um olhar estratégico para crescimento e profunda paixão pela marca Disney e por seus funcionários”, afirmou James Gorman, presidente do conselho da companhia. “Ele demonstrou uma visão clara para o futuro da empresa e uma compreensão profunda do espírito criativo que torna a Disney única.”

O atual CEO, Bob Iger, também elogiou o sucessor. “Josh tem uma compreensão instintiva da marca Disney e do que conecta com o público, aliada ao rigor necessário para entregar projetos ambiciosos. Sua capacidade de unir criatividade e excelência operacional é exemplar”, disse.

Além da mudança no comando, a Disney anunciou que Dana Walden, atual co-presidente do braço de entretenimento, assumirá o cargo de presidente e diretora criativa da companhia, função inédita na estrutura corporativa.

Ela se reportará diretamente a D’Amaro e será responsável por coordenar a estratégia criativa em todas as áreas do grupo, incluindo cinema, televisão e streaming.

Segundo a empresa, a transição é resultado de um processo de sucessão iniciado em 2023, conduzido por um comitê especial do conselho. D’Amaro e Walden passaram por um período de preparação que incluiu mentoria direta de Iger e avaliações internas.

Em comunicado, D’Amaro afirmou estar honrado com a escolha. “Sou imensamente grato ao conselho por confiar a mim a liderança de uma empresa que significa tanto para milhões de pessoas. A força da Disney sempre veio de suas pessoas e da excelência criativa que define nossas histórias e experiências”, declarou.

“Quero honrar o legado da companhia e, ao mesmo tempo, continuar inovando e gerando valor para consumidores e acionistas.”

A mudança no comando ocorre em meio a um amplo processo de reestruturação da Disney. Desde que retornou ao cargo em 2022, Bob Iger promoveu uma reorganização interna da companhia, com foco em restaurar a disciplina financeira, fortalecer os estúdios de cinema, tornar o streaming rentável e reposicionar as plataformas dgitais de esportes do grupo Disney.A Disney também acelerou investimentos em seus parques e experiências, buscando novas fontes de crescimento após um período de forte transformação na indústria do entretenimento.

Josh D’Amaro, de 54 anos, está na Disney desde 1998 e lidera desde 2020 o segmento Disney Experiences, que reúne parques temáticos, hotéis, cruzeiros e produtos de consumo.

Ele supervisiona atualmente 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo, além de projetos de expansão, como um novo parque em Abu Dhabi.

Ao longo da carreira, esteve à frente de empreendimentos como "Star Wars: Galaxy’s Edge", "Avengers Campus" e "Mickey and Minnie’s Runaway Railway". Também lidera parcerias digitais, como a colaboração com a Epic Games para criar um universo da Disney dentro do jogo Fortnite.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos (EUA), D’Amaro já foi presidente da Disneyland Resort e do Walt Disney World Resort.

Antes disso, ocupou cargos nas áreas de finanças, estratégia, marketing e operações, tanto nos EUA quanto no exterior.

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Elon Musk se torna a primeira pessoa a superar US$ 800 bilhões em patrimônio

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido.

A fortuna do bilionário foi impulsionada pela aquisição da empresa de inteligência artificial xAI pela SpaceX.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

Elon Musk se tornou a primeira pessoa da história a ultrapassar a marca de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,1 trilhões) em patrimônio líquido após a SpaceX adquirir a empresa de inteligência artificial xAI.

Segundo a Forbes, o negócio avaliou a empresa combinada em US$ 1,25 trilhão e elevou a fortuna do bilionário em US$ 84 bilhões, para um recorde de US$ 852 bilhões (cerca de R$ 4,4 trilhões).

Antes da operação, Musk detinha cerca de 42% da SpaceX, participação avaliada em US$ 336 bilhões com base em uma oferta privada realizada em dezembro, que estimou a empresa em US$ 800 bilhões.

Ele também possuía aproximadamente 49% da xAI, avaliada em US$ 122 bilhões após uma rodada de captação que atribuiu valor de mercado de US$ 250 bilhões à empresa neste mês.

Após a fusão — que atribuiu US$ 1 trilhão à SpaceX e manteve a xAI em US$ 250 bilhões —, a Forbes calcula que Musk passou a deter 43% da companhia combinada, fatia avaliada em US$ 542 bilhões.

A fusão entre as duas empresas foi anunciada pelo bilionário na segunda-feira (2), antes do lançamento de um mega IPO (Initial Public Offering) nos Estados Unidos.

🔎 Um IPO é a primeira oferta pública de ações de uma empresa, quando parte do capital é vendida a investidores. O objetivo é captar recursos para expandir operações, investir em projetos ou reduzir dívidas.

A empresa resultante da fusão deve precificar as ações em cerca de US$ 527 (R$ 2.771) cada e alcançar uma avaliação de US$ 1,25 trilhão (R$ 6,57 trilhões), segundo a Bloomberg.

O negócio, que cria a empresa privada mais valiosa do mundo, engloba as ambições cada vez mais caras do bilionário de avançar nos campos da inteligência artificial e da exploração espacial.

Em comunicado, Musk afirmou que a fusão tem como objetivo criar o “motor de inovação mais ambicioso e verticalmente integrado da Terra (e fora dela)”, ao reunir negócios que atuam em áreas como exploração espacial, internet via satélite e inteligência artificial.

A aquisição da xAI pela SpaceX envolve duas das maiores empresas de capital fechado do planeta. Trata-se também de uma das uniões mais ambiciosas já feitas no setor de tecnologia, combinando um contratante de defesa e exploração espacial com um desenvolvedor de IA em rápido crescimento.

A medida, no entanto, ainda deverá ser analisada. O acordo pode chamar atenção de reguladores e investidores sobre questões de governança, avaliação e potenciais conflitos de interesse.

Isso se deve ao papel de liderança de Musk em várias empresas, bem como à possível movimentação de engenheiros, tecnologia proprietária e contratos entre as entidades.

Elon Musk no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro de 2026 — Foto: AP Photo/Markus Schreiber

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Itaú, Santander e Citi firmam acordos para encerrar disputas com governo e pagam R$ 2,4 bilhões em tributos

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

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A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) firmou acordos com Itaú, Santander e Citi que resultaram no pagamento de cerca de R$ 2,4 bilhões em tributos nas últimas semanas.

As negociações fazem parte de um programa criado para incentivar a solução de disputas tributárias entre empresas e a União.

Os acordos envolvem o encerramento de processos judiciais que se arrastavam há anos e geram impacto direto nas contas públicas.

Segundo a PGFN, esse valor ainda pode crescer nos próximos meses, já que aproximadamente 70 pedidos de transação apresentados por empresas seguem em análise pelo órgão.

De acordo com a coordenadora-geral de negociação da PGFN, Mariana Lellis, o montante recolhido corresponde ao valor líquido efetivamente pago aos cofres públicos.

👉 O cálculo considera descontos médios de 21% aplicados sobre multas, juros e encargos, concedidos pelo governo como incentivo para a resolução dos litígios.

Além do reforço fiscal, Lellis destacou que os acordos foram negociados de forma individual, dentro do Programa de Transação Integral (PTI). O prazo para apresentação de propostas terminou em dezembro, mas ainda há pedidos em análise no órgão.

Os descontos concedidos nesses casos variaram de 10% a 30% e foram definidos com base no potencial de recuperação dos créditos.

Entre os critérios considerados estão o tempo de tramitação dos processos judiciais, o risco de derrota ou vitória do governo e os custos envolvidos na manutenção da cobrança.

“Há um universo ainda muito maior de instituições financeiras… um universo muito maior de dívidas”, disse Lellis, ao comentar sobre negociações que ainda estão em curso. Segundo ela, esses casos tramitam sob sigilo.

Nos acordos ligados a disputas sobre a incidência da extinta CPMF em determinadas operações, o Santander pagou cerca de R$ 1 bilhão após os descontos aplicados. O Citi, por sua vez, desembolsou aproximadamente R$ 400 milhões.

No caso do Itaú, as negociações envolveram discussões sobre a cobrança de PIS e Cofins sobre receitas financeiras.

Embora o governo tenha vencido a disputa no Supremo Tribunal Federal, ainda não há decisão definitiva sobre a modulação dos efeitos do julgamento. Diante dessa incerteza, a PGFN optou pelo acordo para encerrar o processo judicial.

O acordo do Itaú também incluiu débitos relacionados ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). No total, o banco pagou cerca de R$ 1 bilhão.

Segundo a PGFN, também foi firmado um acordo com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), envolvendo disputas sobre PIS e Cofins. Nesse caso, o pagamento foi de R$ 140 milhões.

Os valores, informou o órgão, foram pagos à vista pelas quatro instituições financeiras entre o fim de dezembro e o início deste ano.

O Itaú se manifestou por meio de nota, afirmando que mantém diálogo com as autoridades e atua dentro da legislação. Veja o comunicado na íntegra abaixo:

"O Itaú Unibanco mantém diálogo permanente com as autoridades competentes e utiliza os instrumentos legais disponíveis para a resolução de disputas tributárias, sempre com total transparência e conformidade com a legislação vigente.”

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Fenômeno da IA agora assusta investidores? ‘Chefões’ tentam amenizar preocupações

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Tecnologia Fenômeno da IA agora assusta investidores? 'Chefões' tentam amenizar preocupações Setor tem semana ruim na bolsa de NY depois de big techs anunciarem mais gastos com inteligência artificial. Medo de que IA 'mate' outros negócios também pesa. Por Redação g1

A desconfiança de investidores em relação aos gastos com inteligência artificial fez com que a semana fosse complicada para o setor de tecnologia na bolsa de valores dos EUA.

Amazon, Google, Meta e Microsoft anunciaram recentemente planos de gastar, juntas, US$ 660 bilhões na expansão da IA neste ano.

As ações da Amazon caíram na última sexta-feira (6) depois de a empresa anunciar o plano de investir US$ 200 bilhões em IA ao longo do ano.

Também houve temor de que as ferramentas de IA pudessem prejudicar a demanda por negócios tradicionais, o que foi considerado 'ilógico' pelo CEO da Nvidia.

O robô humanóide com inteligência artificial Ameca observa o estande da empresa Engineered Arts durante o maior encontro mundial de robôs humanóides em Genebra, na Suíça em 2023 — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

A desconfiança de investidores em relação aos gastos com inteligência artificial fez com que a semana fosse complicada para o setor de tecnologia na bolsa de valores dos EUA.

Amazon, Google, Meta e Microsoft anunciaram recentemente planos de investir, juntas, US$ 660 bilhões na expansão da IA neste ano. É um aumento de 60% em relação aos gastos de 2025, segundo o "Financial Times".

As ações da Amazon caíram na última sexta-feira (6) depois de a empresa divulgar a intenção de investir US$ 200 bilhões em IA ao longo de 2026.

Um dia antes, a Alphabet, dona do Google, tinha feito uma declaração semelhante, aprofundando a venda de ações de tecnologia e levando o índice Nasdaq, da bolsa de Nova York, a fechar em seu nível mais baixo em mais de dois meses.

Moltbook, rede social das IAs, faz robôs conversarem entre si, mas o quanto disso é real?'Bolha' da IA pode estourar? Trilhões em investimentos esbarram em baixo retorno

Nem tudo foi pessimismo na semana: os planos de mais gastos com IAs animaram as ações das Nvidia e da AMD, principais fabricantes de chips para essa tecnologia, na sexta.

E, depois de três dias de perdas, empresas de software e serviços de dados também conseguiram amenizar na sexta a queda provocada pelo temor de que a IA pudesse prejudicar a demanda por negócios tradicionais.

Essa preocupação afetou empresas como Oracle, Palantir, Salesforce e SAP, e foi considerada "ilógica" pelo CEO da Nvidia, na última quarta (4).

“Existe essa noção de que as ferramentas no setor de software estão em declínio e serão substituídas pela IA… É a coisa mais ilógica do mundo, e o tempo provará isso”, disse Jensen Huang em um evento da empresa Cisco.

O pensamento foi repetido ao longo da semana por outros líderes de big techs, que têm essas empresas como clientes.

Sundar Pichai, do Google, afirmou que "assim como ela [a IA] tem sido uma ferramenta capacitadora para nós em nossos produtos e serviços (…) acho que as empresas de [software] que estão aproveitando o momento… têm a mesma oportunidade pela frente".

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"Assim como em qualquer grande inovação tecnológica, há um estágio em que existe um entusiasmo quase descarado e, em seguida, há um período de maior discernimento", avaliou Kristina Hooper, estrategista-chefe de mercado da Man Group, em entrevista à Reuters.

Em 2025, a forte demanda por ações de empresas vinculadas à IA fez com que os principais índices da bolsa americana avançassem.

Porém, no fim de janeiro, as preocupações com os resultados financeiros desses investimentos fizeram a Microsoft perder US$ 400 bilhões em valor de mercado em um dia, segundo a France Presse, depois da divulgação de seus resultados trimestrais.

A empresa informou que, pela primeira vez, a receita com serviços em nuvem passou dos US$ 50 bilhões, mas a margem de lucro diminuiu, devido aos investimentos em massa em data centers para IA.

Já o temor de que a IA possa minar outros negócios, como ferramentas de software e serviços análise de dados, cresceu nesta semana com o lançamento de novos softwares pela Anthropic, dona do Claude, concorrente do ChatGPT.

As novidades foram voltadas para usos corporativos específicos, como a automação da revisão de contratos jurídicos.

“Antes, era como se a 'IA levantasse todos os barcos'", disse Matthew Miskin, coestrategista-chefe de investimentos da Manulife John Hancock também à Reuters.

“Agora, há preocupações de que essa aceleração massiva no setor de tecnologia possa fazer com que outros negócios não tenham o mesmo ritmo de crescimento que tiveram antes."

Huang, "chefão" da Nvidia, tentou afastar esse temor em sua fala na conferência da Cisco.

"Se você fosse um humano ou um robô, robótica artificial geral, usaria ferramentas ou reinventaria ferramentas? A resposta, obviamente, é usar ferramentas… É por isso que os últimos avanços em IA são sobre o uso de ferramentas, porque as ferramentas são projetadas para serem explícitas", concluiu.

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Super Bowl 2026: veja os comerciais mais caros da TV, que vão ao ar hoje

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A 60ª edição do Super Bowl acontece neste domingo (8) e marca o encerramento da temporada da NFL. Além da disputa entre Seattle Seahawks e New England Patriots, o evento também se destaca fora do gramado.

Ano após ano, o jogo consolida sua posição como o espaço publicitário mais valioso da televisão americana. Em 2026, os anúncios de 30 segundos renderam, em média, cerca de US$ 8 milhões, com alguns contratos ultrapassando a marca de US$ 10 milhões.

Segundo a NBC, emissora responsável pela transmissão do Super Bowl LX, todos os espaços comerciais disponíveis durante a partida foram vendidos ainda no terceiro trimestre do ano passado.

O resultado reforça uma tendência observada em edições recentes: a antecipação das negociações e a intensificação da disputa por inserções nos intervalos do jogo mais assistido dos Estados Unidos.

“O Super Bowl continua sendo um dos raros momentos em que marcas conseguem falar, ao mesmo tempo, com dezenas de milhões de pessoas”, afirmou o executivo, em comunicado divulgado pela emissora.

📺 Além da TV aberta, o Super Bowl deste ano também será exibido em plataformas de streaming acessíveis ao público brasileiro, como YouTube TV e NFL+, além de serviços como Peacock, Hulu + Live TV e Tubi.📺 No Brasil, a TV Globo transmite os melhores momentos depois do BBB 26. O sportv e a getv transmitem ao vivo.

📊 Em 2025, o Super Bowl registrou um recorde de 127,7 milhões de telespectadores nos EUA, somando TV e streaming, segundo dados da Nielsen, com pico de 137,7 milhões durante o segundo quarto da partida.🏈 No ano anterior, mais de 123 milhões de pessoas acompanharam o jogo, o que ajuda a explicar o interesse de anunciantes de diferentes setores em associar suas marcas ao evento.

Nos dias que antecedem a partida, parte dos anúncios costuma ser divulgada de forma parcial. As marcas liberam teasers com cenas curtas, pistas sobre o enredo ou a participação de celebridades, mas mantêm o conteúdo completo sob sigilo até a exibição oficial durante os intervalos.

A estratégia alimenta a expectativa do público e transforma os comerciais em um elemento central do espetáculo.

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Credores executam garantias, e Nelson Tanure perde controle da Alliança Saúde e da Light

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

Isso aconteceu porque o fundo ficou com parte das ações que haviam sido dadas como garantia em uma dívida.

A participação de Tanure nessas empresas ocorre de forma indireta, por meio de fundos de investimento e outras companhias.

No mesmo dia, a empresa também comunicou que outro fundo, o Prisma Infratelco VD, passou a ter cerca de 10,7% das ações da Alliança Saúde pelo mesmo motivo.

Com essa mudança, o fundo Fonte de Saúde e a empresa Lormont Participações, ligados ao empresário Nelson Tanure, deixaram de ter o controle da Alliança Saúde.

Nelson Tanure foi alvo de mandados de busca e apreensão autorizados pelo STF durante a segunda fase da Operação Compliance Zero — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados via BBC

O grupo de medicina diagnóstica Alliança Saúde informou no sábado (7) que o fundo Opus passou a deter cerca de 49% das ações da empresa após assumir os papéis dados como garantia de uma dívida pelo empresário Nelson Tanure.

🔎 Tanure usou ações da Light e da Alliança Saúde como garantia de empréstimos. Como os compromissos não foram cumpridos nas condições previstas, credores, como o fundo Opus, ficaram com esses papéis para tentar recuperar os valores. A participação do empresário nessas companhias é indireta, por meio de fundos de investimento e outras empresas.

No mesmo dia, a empresa também comunicou que outro fundo, o Prisma Infratelco VD, passou a ter cerca de 10,7% das ações da Alliança Saúde, também como execução de garantia.

Com essa mudança, o fundo Fonte de Saúde e a empresa Lormont Participações, ligados a Tanure, deixaram de ter o controle da Alliança Saúde. Agora, juntos, eles possuem apenas 6,96% das ações da companhia.

Os dois fundos que receberam essas ações informaram que não pretendem continuar como donos da empresa e que vão vender suas participações.

Nelson Tanure assumiu o controle da Alliança Saúde em 2023, após concluir uma oferta pública de aquisição de ações (OPA). O processo começou em 2022, quando fundos ligados a ele passaram a comprar participações na empresa.

Em um comunicado separado, a companhia de energia Light informou que o fundo Opus também passou a ter cerca de 9,9% das ações da empresa, igualmente por causa da execução de garantia. O fundo disse que também pretende vender essa participação.

No mês passado, Tanure foi um dos alvos de busca e apreensão na segunda fase da operação da Polícia Federal (PF) que apura um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master.

Os policiais foram até a casa de Tanure, mas não o encontraram no local. Ele foi localizado no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, quando embarcaria em um voo nacional. O celular foi apreendido.

Ao todo, os agentes cumprem 42 mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, que também determinou o bloqueio de bens e valores superiores a R$ 5,7 bilhões.

Segundo a corporação, a investigação apura suspeitas de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro envolvendo a concessão de supostos créditos fictícios pelo Master.

À época, os advogados publicaram uma carta escrita pelo empresário negando o envolvimento de Tanure com supostas irregularidades do caso Master.

"Não fui nem sou controlador do extinto Banco Master, tampouco seu sócio, ainda que minoritário, direta ou indiretamente, inclusive por meio de opções, instrumentos financeiros, debêntures conversíveis em ações ou quaisquer mecanismos equivalentes", diz um trecho da carta.

A 1ª fase da operação aconteceu em novembro passado e resultou em sete prisões, incluindo a de Vorcaro. Segundo estimativa da PF, as fraudes podem chegar a R$ 12 bilhões.

No ano passado, Tanure também foi alvo de uma investigação da Polícia Federal, aberta a pedido do Ministério Público Federal, para apurar se ele seria o verdadeiro controlador do Banco Master, mesmo sem aparecer oficialmente como dono.

Segundo os investigadores, ele teria usado uma rede de empresas, fundos e estruturas financeiras para influenciar o banco sem a autorização do Banco Central. À época, o empresário negou qualquer vínculo societário ou poder de controle sobre a instituição.

Em agosto de 2025, a Receita Federal deflagrou a maior operação já realizada contra esquemas de lavagem de dinheiro no mercado financeiro, envolvendo centenas de fintechs, fundos e gestoras.

Embora Tanure não tenha sido acusado formalmente nessa operação, o episódio reacendeu questionamentos sobre a estrutura dos fundos ligados ao seu nome e sua proximidade com instituições sob investigação.

Nelson Tanure é um empresário brasileiro conhecido por comprar empresas em dificuldade financeira e tentar recuperá-las. Nascido em Salvador, em 1951, é formado em Administração pela UFBA e começou a carreira na empresa imobiliária da família.

Ao longo das décadas, ficou conhecido por investir em setores como energia, petróleo, telecomunicações, saúde, infraestrutura e mídia. Entre as empresas nas quais já teve ou tem participação estão Light, Alliança Saúde, Gafisa, PRIO (antiga PetroRio), TIM Brasil e Ligga Telecom.

Nos anos 2000, também assumiu jornais tradicionais como o Jornal do Brasil e a Gazeta Mercantil durante a crise do setor.

Tanure costuma aparecer no noticiário por disputas societárias e reestruturações de empresas endividadas, estratégia que gera resultados, mas também controvérsias.

Mais recentemente, passou a ser citado em investigações ligadas ao Banco Master, que apuram suspeitas de fraudes financeiras, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. Ele nega irregularidades e diz que não controla o banco.

Reservado na vida pessoal, Tanure tem quatro filhos e mantém ligação com a música clássica e a ópera, tendo sido vice-presidente da Orquestra Sinfônica Brasileira.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Youtuber MrBeast compra plataforma de serviços financeiros Step

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

MrBeast, o criador de conteúdo mais seguido do mundo no YouTube, anunciou nesta segunda-feira (9) a compra de um aplicativo de serviços financeiros voltado ao público jovem.

O influenciador soma 466 milhões de inscritos em seu canal, onde publica vídeos com desafios extravagantes e ações filantrópicas.

Jimmy Donaldson, seu nome verdadeiro, informou que adquiriu, por meio de sua empresa Beast Industries, a plataforma digital Step, que reúne quase sete milhões de usuários.

O valor da transação não foi divulgado pela Beast Industries nem pela Step. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário, segundo a AFP.

Apesar de oferecer cartões de débito e crédito, além de contas remuneradas, a Step não é oficialmente um banco. A empresa atua como plataforma de serviços financeiros e é apoiada pelo Evolve Bank & Trust.

MrBeast, o criador de conteúdo mais seguido do mundo no YouTube, anunciou nesta segunda-feira (9) a compra de um aplicativo de serviços financeiros voltado ao público jovem, segundo a agência de notícias France Presse.

O influenciador soma 466 milhões de inscritos em seu canal, onde publica vídeos com desafios extravagantes e ações filantrópicas. As produções costumam custar milhões de dólares e envolvem uma equipe de quase 300 pessoas.

Jimmy Donaldson, seu nome verdadeiro, informou que adquiriu, por meio de sua empresa Beast Industries, a plataforma digital Step, que reúne quase sete milhões de usuários.

“Ninguém me ensinou sobre investimentos, como criar um histórico de crédito ou administrar dinheiro quando eu era mais jovem”, afirmou Donaldson, de 27 anos. “Quero oferecer a milhões de jovens a base financeira que eu nunca tive”, completou.

O valor da transação não foi divulgado pela Beast Industries nem pela Step. As empresas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário, segundo a AFP.

Apesar de oferecer cartões de débito e crédito, além de contas remuneradas, a Step não é oficialmente um banco. A empresa atua como plataforma de serviços financeiros e é apoiada pelo Evolve Bank & Trust.

“Estamos entusiasmados com o potencial desta aquisição para expandir nossa plataforma e levar novos produtos aos clientes”, afirmou em nota o fundador e diretor-executivo da Step, C.J. MacDonald.

Fundada em 2018, a Step já captou mais de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões, na cotação atual) em investimentos, sendo US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão) em crédito e o restante em participação acionária.

A popularidade de MrBeast nas redes sociais também resultou em um programa de competição exibido no Amazon Prime Video e em um parque de diversões temporário na Arábia Saudita, batizado de Beast Land.

Outra empresa do grupo, a marca de chocolates Feastables, fatura centenas de milhões de dólares por ano, valor semelhante ao gerado por seus vídeos no YouTube.

Entre os conteúdos recentes do canal estão desafios como “Sobreviva 20 dias acorrentado ao seu ex por US$ 250 mil” e “30 celebridades disputam US$ 1 milhão”.

Em janeiro deste ano, a empresa de criptomoedas BitMine Immersion Technologies anunciou um investimento de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) na Beast Industries.

A negociação também prevê a incorporação de um sistema de finanças descentralizadas (DeFi) — tecnologia que permite realizar operações econômicas, muitas vezes, sem a intermediação de bancos — à plataforma de serviços financeiros anunciada pela Beast Industries.

Em outubro do ano passado, ao solicitar o registro da marca “MrBeast Financial”, o youtuber anunciou que o novo braço do grupo passaria a oferecer serviços bancários, de investimentos e de criptomoedas.

Segundo a revista "Forbes", MrBeast teve um faturamento na casa dos US$ 85 milhões (cerca de R$ 456 milhões) entre abril de 2024 e abril de 2025.

Jimmy Donaldson se tornou famoso por produzir vídeos com desafios que envolvem grandes quantias de dinheiro e por investir valores milionários em suas gravações, que frequentemente misturam entretenimento e ações de impacto social.

MrBeast ganhou projeção ao reinvestir praticamente tudo o que ganha na produção de novos conteúdos. Entre seus vídeos mais populares está a recriação, na vida real, da série Round 6, com prêmio de US$ 456 mil. Ele também já gravou conteúdos com celebridades como Cristiano Ronaldo.

Um de seus vídeos mais recentes chamou atenção por ter sido gravado na Ilha das Cobras, no litoral de São Paulo, considerada uma das áreas mais perigosas do mundo devido à grande concentração de serpentes venenosas.

Durante a filmagem, MrBeast e sua equipe passaram uma noite no local e usaram equipamentos de proteção para evitar ataques das cobras.

Além do YouTube, MrBeast expandiu seus negócios para outras áreas. No Brasil, lançou a hamburgueria MrBeast Burger, que opera apenas por delivery em algumas cidades, com preços populares. A marca surgiu nos Estados Unidos em 2020 e se espalhou para mais de 1.700 pontos de venda no mundo.

O influenciador também criou o reality show Beast Games, exibido no Prime Video, que reuniu mil participantes disputando um prêmio de US$ 5 milhões. O programa, porém, é alvo de processos judiciais movidos por participantes, que alegam terem sido submetidos a condições inadequadas e a um ambiente marcado por misoginia e sexismo.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Paramount sobe oferta para adquirir a Warner Bros, em nova ofensiva contra proposta da Netflix

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Paramount Skydance anunciou nesta terça-feira (10) uma revisão estratégica em sua proposta para comprar a Warner Bros. Discovery, que atualmente negocia uma fusão com a Netflix.

A empresa passou a oferecer US$ 30 por ação, em dinheiro, e prometeu pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026.

A Paramount também se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar se rompesse o contrato com a Netflix.

Segundo a companhia, a nova proposta é mais previsível do que o acordo com a Netflix, já que o valor final da transação com a plataforma de streaming pode variar conforme a situação financeira da Warner no momento da separação das empresas.

A Paramount afirmou ainda que já avançou nas autorizações regulatórias nos Estados Unidos e na Alemanha para viabilizar o negócio.

A Paramount Skydance anunciou nesta terça-feira (10) uma revisão estratégica em sua proposta para comprar a Warner Bros. Discovery, que atualmente negocia uma fusão com a Netflix.

Além de oferecer US$ 30 por ação, em dinheiro, a empresa prometeu pagar uma taxa adicional de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída após dezembro de 2026.

A Paramount também se comprometeu a arcar com a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar se rompesse o contrato com a Netflix.

Segundo a companhia, a nova proposta é mais previsível do que o acordo com a Netflix, já que o valor final da transação com a plataforma de streaming pode variar de acordo com a situação financeira da Warner no momento da separação das empresas.

A Paramount afirmou ainda que já avançou na obtenção de autorizações regulatórias nos Estados Unidos e na Alemanha para viabilizar o negócio.

Em comunicado, a empresa pediu que o conselho e os acionistas da Warner Bros. rejeitem o acordo com a Netflix, alegando que sua proposta deixaria o grupo mais forte para competir no mercado de streaming.

O presidente e CEO da Paramount, David Ellison, afirmou que a oferta reforça o compromisso da empresa com os acionistas da Warner.

“A oferta integral em dinheiro de US$ 30 por ação demonstra claramente nosso forte e inabalável compromisso em entregar o valor total que os acionistas da WBD merecem por seu investimento. Estamos implementando melhorias significativas, respaldando esta oferta com bilhões de dólares, oferecendo aos acionistas certeza quanto ao valor, um caminho regulatório claro e proteção contra a volatilidade do mercado”, disse.

Em dezembro, o cofundador da Oracle, Larry Ellison, entrou na disputa pela Warner ao oferecer uma garantia pessoal de US$ 40,4 bilhões em financiamento via ações para sustentar a proposta de compra — um compromisso formal para cobrir eventuais lacunas no financiamento da operação.

A disputa entre Netflix e Paramount Skydance pelo controle da Warner Bros. Discovery começou no fim de 2025, quando a Netflix apresentou a primeira proposta formal para comprar a empresa.

Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação.

Pouco depois, a Paramount Skydance entrou na disputa com uma oferta hostil, mais alta, avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões, oferecendo US$ 30 por ação em dinheiro.

Apesar do valor maior, o conselho da Warner rejeitou a proposta da Paramount, por considerá-la mais arriscada, baseada em alto endividamento e com menos garantias do que o acordo com a Netflix.

🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming.

No mês passado, a Paramount entrou com uma ação judicial contra a Warner para obter mais informações sobre o acordo firmado com a Netflix.

A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix.

Neste mês, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra da Warner pela Netflix pode gerar concentração excessiva no mercado de streaming e reduzir a concorrência.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos.

A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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Google oferece pacote de demissão voluntária a funcionários insatisfeitos, diz jornal

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Trabalho e Carreira Google oferece pacote de demissão voluntária a funcionários insatisfeitos, diz jornal Programa vale para algumas áreas de negócios nos EUA e exclui grandes equipes de vendas e funções voltadas a clientes, segundo a Business Insider. Por Redação g1, g1 — São Paulo

O Google está oferecendo programas de saída voluntária para alguns funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO.

A informação consta em um e-mail enviado à equipe na terça-feira (10) pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, ao qual a Business Insider teve acesso.

No texto, Schindler teria afirmado que o Google entra no ano "em uma posição forte", graças aos resultados de 2025, mas destaca que o cenário é dinâmico e exige um ritmo acelerado.

Para aqueles que não estão "curtindo o ritmo" ou que estão prontos para deixar o Google, a empresa passou a oferecer a possibilidade de saída voluntária com pacote de rescisão, mas apenas para determinadas funções nos Estados Unidos, segundo a Business Insider.

Logotipo do Google é visto em escritório da empresa em Mountain View, na Califórnia — Foto: Paresh Dave/Reuters

O Google começou 2026 com um recado direto para parte de seus funcionários: quem não estiver confortável com o ritmo de trabalho ou pronto para seguir outro caminho pode sair da empresa com um pacote de desligamento.

Segundo o portal Business Insider, a empresa está oferecendo programas de saída voluntária para alguns funcionários da sua organização global de negócios, conhecida como GBO, que reúne áreas como vendas, soluções e desenvolvimento corporativo.

A informação consta em um e-mail enviado à equipe na terça-feira (10) pelo diretor de negócios do Google, Philipp Schindler, ao qual a Business Insider teve acesso.

O g1 questionou o Google Brasil sobre a possibilidade de o programa se aplicar a funcionários no país, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

No texto, Schindler teria afirmado que o Google entra no ano "em uma posição forte", graças aos resultados de 2025, mas destaca que o cenário é dinâmico e exige um ritmo acelerado.

De acordo com a Business Insider, o executivo disse que todos na GBO precisam estar "totalmente comprometidos" com a missão da empresa e adotando a inteligência artificial para ampliar o impacto do trabalho.

Para aqueles que não estão "curtindo o ritmo" ou que estão prontos para deixar o Google, a empresa passou a oferecer a possibilidade de saída voluntária com pacote de rescisão, mas apenas para determinadas funções nos Estados Unidos, segundo a Business Insider.

Entre as áreas elegíveis estão equipes de soluções, vendas, desenvolvimento corporativo e outras funções dentro da GBO. Já grandes equipes de vendas para clientes na América e cargos diretamente voltados ao atendimento ao cliente não foram incluídos no programa.

De acordo com a Business Insider, Schindler explicou que a decisão de excluir essas funções foi tomada para evitar impactos na relação com os clientes.

“Embora todas as funções da GBO sejam essenciais para nossa estratégia de longo prazo, decidimos não oferecer o programa para esses cargos específicos para limitar ao máximo qualquer interrupção aos nossos clientes”, escreveu o executivo no e-mail.

A iniciativa não é inédita dentro da empresa. Segundo a Business Insider, o Google já ofereceu pacotes de desligamento a funcionários de outras áreas ao longo do último ano.

Em junho, a companhia fez ofertas semelhantes a alguns trabalhadores nos Estados Unidos enquanto reforçava sua política de retorno ao escritório. Em outubro, também ofereceu pacotes de saída a funcionários do YouTube como parte de uma reorganização interna.

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Heineken anuncia corte de até 6 mil empregos após queda nas vendas de cerveja

Fonte: G1 Negócios | Publicado em: 23/02/2026 20:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

A Heineken anunciou nesta quarta-feira (11) que pretende cortar até 6.000 postos de trabalho em sua operação global e projetar um crescimento menor dos lucros em 2026 em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre em meio à demanda fraca por cerveja, cenário que também afeta seus principais concorrentes.

As demissões representam quase 7% do quadro global, formado por cerca de 87 mil funcionários. A empresa, que é a segunda maior cervejaria do mundo em valor de mercado, também busca um novo presidente-executivo após a renúncia inesperada de Dolf van den Brink, em janeiro.

Fabricante das marcas Tiger e Amstel, além da cerveja que leva seu nome, a Heineken afirmou que pretende crescer com menos recursos, numa tentativa de responder às críticas de investidores que consideram a companhia menos eficiente do que seus rivais.

Ao mesmo tempo, o setor enfrenta queda nas vendas devido à pressão sobre o orçamento dos consumidores e a condições climáticas desfavoráveis registradas recentemente.

A concorrente Carlsberg também anunciou cortes de empregos. Outras empresas do segmento de bebidas alcoólicas vêm reduzindo custos, vendendo ativos e diminuindo a produção após vários anos de desempenho fraco nas vendas.

As ações da Heineken subiam cerca de 4%, acumulando valorização de aproximadamente 7% desde o fim de 2025.

A companhia informou que seu programa de produtividade deve gerar economias e reduzir o número de funcionários em entre 5.000 e 6.000 pessoas nos próximos dois anos.

“Estamos fazendo isso para fortalecer nossas operações e poder investir no crescimento”, afirmou o diretor financeiro Harold van den Broek durante uma teleconferência para apresentação dos resultados anuais.

Segundo ele, parte dos cortes ocorrerá na Europa e em mercados considerados menos estratégicos, com menor potencial de expansão. Outra parcela virá de medidas já anunciadas para a cadeia de suprimentos, a sede e as unidades regionais.

Para 2026, a Heineken espera um crescimento dos lucros entre 2% e 6%, abaixo da faixa projetada para 2025, de 4% a 8%. Na semana passada, a Carlsberg divulgou estimativa semelhante para o próximo ano.

A empresa também informou que seu lucro operacional anual ficou acima das previsões: avançou 4,4% em 2025, superando a expectativa dos analistas, que era de 4%.

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