RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Decisão da Suprema Corte de derrubar tarifas é uma vergonha, diz Trump

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A maioria da Suprema Corte dos EUA considerou que o ex-presidente excedeu sua autoridade ao impor tarifas sem a devida autorização do Congresso.

Donald Trump declarou possuir um "plano B" para manter as taxas sobre produtos importados, apesar da decisão judicial.

A medida judicial invalida as "tarifas recíprocas" de 10% ou mais, mas não afeta as taxas sobre aço, alumínio e fentanil.

O governo americano poderá ser obrigado a restituir mais de US$ 175 bilhões, valor arrecadado com as tarifas de importação derrubadas.

A decisão da Suprema Corte pode levar a mudanças significativas na estratégia comercial de Donald Trump, buscando outras vias legais para taxação.

O presidente Donald Trump visita uma montadora de veículos em 13 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a decisão da Suprema Corte dos EUA que derrubou as tarifas de importação impostas por ele é “uma vergonha”. Ele também teria destacado que já tem “um plano B” para manter as tarifas sobre produtos importados.

Segundo informação da agência Reuters, as declarações foram feitas após o anúncio da decisão, durante uma reunião com governadores estaduais.

Nesta sexta-feira (20), a maioria da Suprema Corte dos EUA decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor um amplo aumento de tarifas sobre importações de quase todos os parceiros comerciais do país, destacando que a lei usada como base para a medida “não autoriza o presidente a impor tarifas”.

Em parecer divulgado após a decisão, o presidente da Suprema Corte, John Roberts, afirmou que Trump precisaria contar com uma “autorização clara do Congresso” para justificar a imposição das tarifas, o que não ocorreu.

Na prática, a decisão da Suprema Corte derruba as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA.

A decisão afeta a maior parte das tarifas recíprocas, mas outras tarifas impostas pelo presidente — como as aplicadas sobre aço, alumínio e fentanil — continuam em vigor.

A batalha judicial de Trump com os tribunais dos EUA ocorre desde o ano passado. Em agosto de 2025, o presidente criticou a decisão do tribunal de apelações, que declarou ilegal a maior parte das tarifas impostas por ele.

Na ocasião, o tribunal determinou que as tarifas continuassem em vigor até 14 de outubro, concedendo ao governo Trump a oportunidade de recorrer à Suprema Corte. Ao levar o caso à instância superior, as tarifas permaneceram em vigor.

Trump afirmou que o tribunal de apelações — que classificou como “altamente partidário” — errou ao determinar a suspensão das tarifas. Ele acrescentou que, “com a ajuda da Suprema Corte dos EUA”, pretende manter as tarifas.

“Se essa decisão fosse mantida, ela literalmente destruiria os Estados Unidos. (…) Todos devemos lembrar que as TARIFAS são a melhor ferramenta para ajudar nossos trabalhadores e apoiar empresas que produzem excelentes produtos FEITOS NOS EUA”, publicou ele na Truth Social.

Com a decisão, a estratégia comercial de Donald Trump pode sofrer mudanças significativas. As medidas aplicadas com base nessa lei foram invalidadas, mas ainda há outras formas legais de impor tarifas. (veja aqui)

As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional.

Por fim, o governo americano também pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados com tarifas de importação. De acordo com economistas do Penn-Wharton Budget Model, esse valor pode ultrapassar US$ 175 bilhões (cerca de R$ 912,5 bilhões).

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Café solúvel, uva, mel e pescados brasileiros podem ser impactados por derrubada do tarifaço de Trump; entenda

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Agro Café solúvel, uva, mel e pescados brasileiros podem ser impactados por derrubada do tarifaço de Trump; entenda Produtos não foram contemplados por anúncios anteriores do governo americano que isentaram algumas mercadorias das taxas de 10% e 40%. Por Paula Salati, Vivian Souza

A Suprema Corte dos EUA suspendeu tarifas de Trump, beneficiando produtos brasileiros que ficaram de fora de isenções anteriores.

A Rússia superou os EUA como principal destino do café solúvel brasileiro após a imposição das taxas adicionais.

Produtos brasileiros como o café solúvel, a uva, o mel e os pescados podem ser beneficiados pela decisão da Suprema Corte dos EUA desta sexta-feira (20) de suspender o tarifaço imposto por Trump.

Isso porque esses itens ficaram de fora de duas decisões anteriores do governo americano que isentaram do tarifaço, no final do ano passado, diversos produtos exportados pelo agro brasileiro aos EUA.

Na ocasião, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estimou que a reversão parcial do tarifaço abrangeu 55% do valor que o Brasil exportou aos EUA, em 2024.

Alguns dos beneficiados, na época, foram o café em grão e a carne bovina, que são, respectivamente, o segundo e o terceiro itens mais vendidos ao mercado americano, atrás apenas dos produtos florestais.

Os 45% que ficaram fora da isenção incluem setores que, apesar de não liderarem as vendas aos EUA, têm forte dependência do mercado americano, caso justamente do café solúvel, mel, pescados e uva.

Horas depois da decisão da Suprema Corte, Trump anunciou novas taxas globais de 10%, na rede social Truth Social. Ele não informou quais produtos serão atingidos, e afirmou que deve assinar uma ordem executiva ainda nesta sexta-feira.

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A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) disse que a medida da Suprema Corte reforça a segurança jurídica e o respeito às competências legais nas relações comerciais internacionais.

A nota diz ainda que, medidas "unilaterais", como o tarifaço, geram incertezas e impactos ao longo de toda a cadeia produtiva.

Após o anúncio da Suprema Corte, o g1 procurou ainda a Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca) e a Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

Já a Associação Brasileira dos produtores e exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) disseram que ainda estão buscando mais informações para entender a medida.

A CNA, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disseram que não vai se pronunciar no momento.

A primeira medida de isenção do tarifaço aconteceu no dia 14 de novembro e retirou a tarifa recíproca de 10%, imposta em abril, para cerca de 200 produtos alimentícios de diversos países.

A segunda, no dia 20 do mesmo mês, foi direcionada ao Brasil, e suspendeu a sobretaxa de 40%, anunciada em julho, para mais de 200 produtos, que foram acrescentados à lista anterior de quase 700 exceções ao tarifaço.

Em 2024, as vendas de solúvel para os EUA representaram 10% de toda a exportação da indústria brasileira de café. O restante da exportação é de café em grão que já foi isenta da tarifa.

O café solúvel brasileiro sempre teve uma forte presença nos supermercados dos EUA, segundo o diretor-executivo da Abics, Aguinaldo Lima, em entrevista ao g1 em novembro.

No ano passado, por exemplo, 38% do que os americanos importaram teve origem no Brasil, segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA, citados por Lima.

As exportações brasileiras para o país começaram nos anos de 1960 e, desde então, os americanos se mantiveram como o principal destino do solúvel nacional, o que mudou após o tarifaço.

"A Rússia, que tradicionalmente sempre foi o segundo colocado, passou para primeiro. Algo inédito", diz Lima, detalhando que isso aconteceu a partir de julho, quando Trump impôs a taxa adicional de 40%.

Desde então, o volume exportado para os EUA nos meses de agosto, setembro e outubro caiu cerca de 50%, quando comparado a igual período de 2024.

Em 2024, o país foi o destino de 12% todas as frutas frescas exportadas pelo Brasil. Nesse período, somente os exportadores de uva faturaram US$ 41,5 milhões, segundo a Abrafrutas.

Segundo o AgroStat, plataforma de dados de exportação do Ministério da Agricultura, 23% do total de uvas vendidas para o exterior em 2024 foram para os EUA.

Entre outubro e novembro, a comercialização de uvas para os EUA caiu 73% na comparação com o mesmo período de 2024, informou o diretor-executivo da Abrafrutas, Eduardo Brandão, em entrevista ao g1 em novembro.

Apesar de ter uma categoria de “frutas frescas” na lista de exceções publicadas pela Casa Branca em novembro, a uva ficou de fora dela, segundo confirmou a Abrafrutas com a embaixada.

Para o diretor-executivo, essa exclusão aconteceu porque os EUA são grandes produtores de uva e devem ter uma supersafra no próximo ano. Além disso, eles também importam muito do Chile e do Peru.

Entretanto, Brandão afirma que os cachos que deixaram de ir para os EUA já foram realocados para países da Europa e da América do Sul.

O maior prejuízo, portanto, foi que, com menos demanda, o poder de negociação para decidir o preço caiu, aponta o diretor.

Além do tarifaço de 50%, o mel brasileiro já estava sujeito à uma taxa de importação de 8,04% nos EUA, conta Renato Azevedo, presidente da Abemel, em entrevista ao g1 em novembro.

Todos os contratos com os EUA estavam garantidos até dezembro de 2025, afirmou Sitônio Dantas, diretor da Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), em Picos (Piauí).

De acordo com o AgroStat, os EUA representaram quase 80% de todas as exportações de mel natural do Brasil.

A exclusão dos pescados das isenções do tarifaço também frustrou o setor, disse o presidente da Abipesca, Eduardo Lobo, em entrevista ao g1 em novembro.

Segundo a associação, as vendas de pescados para os Estados Unidos geram US$ 300 milhões por ano para o setor.

Os norte-americanos representaram quase metade de todas as exportações do alimento em 2024, aponta o AgroStat.

Segundo Lobo, a atividade tem um peso importante no sustento de comunidades costeiras e ribeirinhas, com forte impacto em pequenas e médias empresas, "justamente onde a sensibilidade às tarifas é maior" Ele afirma que é urgente recolocar o pescado brasileiro no radar das negociações bilaterais.

“Precisamos de reciprocidade e de estratégia. A cada rodada de negociação em que o pescado é esquecido, perdemos espaço para concorrentes internacionais. O mercado americano é vital para o Brasil e a ausência de avanços é um sinal claro de que estamos ficando para trás.”

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Com vendas baixas, Tesla lança versão mais barata da Cybertruck

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Carros Com vendas baixas, Tesla lança versão mais barata da Cybertruck Preço inicial da picape elétrica agora é US$ 59.990 nos Estados Unidos. Outras versões receberam descontos de US$ 15 mil. No Brasil, a Cybertruck pode custar mais de R$ 1 milhão. Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo

A Tesla anunciou uma versão mais barata da Cybertruck por US$ 59.990. Antes, a versão mais acessível da picape nos Estados Unidos partia de US$ 79.990. A empresa também reduziu o preço da versão topo de linha, a Cyberbeast, de US$ 114.990 para US$ 99.990.

No Brasil, a Tesla não tem operação oficial, mas o g1 mostrou que é possível importar a Cybertruck de forma independente por cerca de R$ 1 milhão.

Em janeiro, as vendas de veículos elétricos e híbridos recuaram 3% no mundo, na comparação com janeiro de 2025. Os dados são da consultoria BMI.

A China registrou queda de 20% no período, e a América do Norte, de 33%. Os Estados Unidos tiveram o pior resultado de emplacamentos de veículos eletrificados em janeiro desde 2022. Por outro lado, a Europa e outros mercados registraram aumento nas vendas.

A decisão dos Estados Unidos de retirar incentivos fiscais para carros eletrificados é uma das explicações para a queda. A China também cortou subsídios e, recentemente, criou uma taxa para a compra desses veículos.

Com 1,64 milhão de unidades emplacadas em 2025, a Tesla teve uma queda de 9% e deixou de ser a maior fabricante de elétricos no mundo. A BYD assumiu o posto com 2,26 milhões de veículos eletrificados vendidos no ano passado.

Mesmo assim, o bilionário Elon Musk não parece muito preocupado. Para o executivo o futuro da empresa depende mais do serviço de táxi autônomo, armazenamento de energia e robôs domésticos. Ele também anunciou que deve usar as fábricas que montam Model X e Model S para produzir robôs.

A Tesla enfrenta uma crise desde que Musk mostrou apoio a eleição de Donald Trump e, em seguida, passou a fazer parte do gabinete do presidente. A situação ficou ainda mais complicada quando Trump e Musk entraram em conflito, culminando com saída do bilionário do governo. O antigo aliado do presidente passou então a atacar política econômica adotada pelos Estados Unidos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e Elon Musk participam de uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 30 de maio de 2025. — Foto: Reuters/Nathan Howard

Em novembro de 2025, a assembleia de acionistas da Tesla aprovou o pagamento de US$ 878 bilhões a Musk. Isso mostra o apoio que o executivo tem para transformar a fábrica de carros em uma potência de inteligência artificial e robótica. Para receber esse valor, Musk precisa bater algumas metas nos próximos 10 anos como entregar 20 milhões de veículos, operar 1 milhão de robotáxis, vender 1 milhão de robôs e obter US$ 400 bilhão de lucro operacional.

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Impostos sobem, lojas fecham: pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na Rússia

Fonte: G1 Empreendedorismo | Publicado em: 24/02/2026 04:47

Empreendedorismo Guia do empreendedor Impostos sobem, lojas fecham: pequenas empresas sentem impacto da guerra e dos tributos na Rússia De padarias a salões de beleza, empresas russas sentem o impacto da nova política tributária em tempos de guerra. Por Associated Press — São Paulo

As novas reformas tributárias na Rússia visam compensar a queda nas receitas de petróleo e o déficit orçamentário, impactando diretamente pequenas empresas.

O imposto sobre valor agregado (IVA) foi elevado em 2%, e os limites de faturamento para sua cobrança foram drasticamente reduzidos.

Empresários relatam aumento de custos, queda na demanda e uma carga tributária dezenas de vezes maior, forçando muitos a fechar ou reduzir operações.

A campanha "Nós Somos Mashenka" destaca que, ao contrário do caso isolado da padaria de Maksimov, a maioria não tem apoio governamental.

Especialistas veem as mudanças como uma estratégia deliberada do Ministério das Finanças para criar fontes de renda mais estáveis em tempos de guerra.

Pessoas saem da padaria Mashenka, nos arredores de Moscou, Rússia — Foto: AP/Alexander Zemlianichenko

A padaria de Denis Maksimov, nos arredores de Moscou, ficou famosa da noite para o dia depois de ele ter aparecido no programa anual de perguntas e respostas do presidente Vladimir Putin, em dezembro.

Em frente à padaria — chamada Mashenka, em homenagem à sua filha mais velha — ele implorou a Putin por vídeo que analisasse as novas reformas tributárias que estão aumentando significativamente a carga sobre pequenas empresas como a dele.

“Entendemos muito bem que não é uma situação fácil para o país. Entendemos que o aumento de impostos é necessário”, disse Maksimov. “Para ser franco, estamos olhando para o futuro sem otimismo. Muitas empresas vão fechar.

Com o quarto aniversário da invasão em larga escala da Ucrânia por Putin , a crescente pressão sobre a economia russa começa a se manifestar. As receitas do petróleo estão diminuindo , o déficit orçamentário aumentou e os gastos militares que impulsionaram o crescimento robusto estagnaram.

O Kremlin agora está explorando os consumidores e as pequenas empresas em busca de fundos. O imposto sobre valor agregado (IVA) foi aumentado em 2% e os limites de receita para obrigar as empresas a pagá-lo foram drasticamente reduzidos.

Os russos comuns parecem estar sentindo o impacto. Empresários entrevistados pela Associated Press descreveram uma queda constante na demanda por seus bens e serviços, um aumento repentino nos custos devido à adaptação dos fornecedores à reforma tributária e uma carga tributária que agora é dezenas de vezes maior.

Alguns disseram que reduziram o tamanho de suas empresas para continuar operando, enquanto outros fecharam as portas.

Um vídeo recente nas redes sociais mostrou as consequências econômicas: espaços comerciais vazios na principal avenida de São Petersburgo, a Nevsky Prospekt, onde loja após loja fechou as portas.

"Nunca me senti tão assustada, tão desprotegida, tão ansiosa como neste ano", disse Darya Demchenko, proprietária de uma rede de salões de beleza na segunda maior cidade da Rússia.

O presidente russo Vladimir Putin experimenta doces da padaria Mashenka em Moscou, em 20 de dezembro de 2025, depois que o proprietário o questionou sobre reformas tributárias em seu programa anual de perguntas e respostas por telefone — Foto: Mikhail Metzel, Sputnik, Kremlin Pool Photo via AP, Arquivo

O apelo de Maksimov a Putin não conseguiu reverter a reforma tributária, que reduziu o limite para obrigar as empresas a pagar o IVA de 60 milhões de rublos (cerca de R$ 4,04 milhões em receita anual) para 20 milhões de rublos (aproximadamente R$ 1,35 milhão). Até 2028, a intenção é ir para 10 milhões de rublos (cerca de R$ 674 mil).

O limite de faturamento foi reduzido de forma semelhante para aqueles que utilizam o “sistema de tributação por patente”, no qual pequenas empresas fazem pagamentos anuais fixos — geralmente apenas dezenas de milhares de rublos — em vez de uma porcentagem de suas receitas ou lucros.

Este ano, aqueles cujas receitas ultrapassarem 20 milhões de rublos precisarão pagar pelo menos 6% de imposto sobre suas receitas e pelo menos 5% de IVA.

Em sua troca de palavras televisionada, Maksimov disse que vinha utilizando o sistema de patentes há oito anos, e Putin respondeu ressaltando a necessidade de uma reforma tributária para combater as importações ilegais "descontroladas", mas prometeu analisar o que poderia ser feito.

A presença de Maksimov atraiu a atenção e novos clientes para a Mashenka, que possui três padarias na região de Moscou. A empresa enviou uma cesta de produtos assados ​​ao Kremlin e se vangloria em seu site de que Putin "experimentou nossas tortas".

A mídia russa citou Maksimov dizendo que as vendas aumentaram por um tempo, mas sem uma mudança na política tributária, ele cogitou fechar a empresa.

Putin mencionou o caso de Mashenka em uma reunião do governo no mês passado, e o Ministro da Economia, Maxim Reshetnikov, propôs medidas que isentariam a empresa de Maksimov do pagamento do IVA e reduziriam seus outros impostos. Pouco depois, o proprietário afirmou que não estava considerando fechar as portas.

“Acho que vamos crescer, talvez mais lentamente do que antes, mas não com menos confiança”, disse Maksimov à AP este mês. Ele admitiu, no entanto, que ainda aguarda a aprovação das medidas propostas pelas autoridades. Não se sabe ao certo quando isso acontecerá.

Um cliente compra pão na padaria Mashenka, nos arredores de Moscou, Rússia, na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026. — Foto: AP/Alexander Zemlianichenko

O caso de Maksimov causou indignação entre outros pequenos e médios empresários. Em uma campanha online intitulada "Nós Somos Mashenka", iniciada pela Associação de Empresas da Indústria da Beleza, empresários de toda a Rússia relataram casos semelhantes, observando que, ao contrário de Maksimov, que teve a sorte de conseguir a atenção de Putin, eles não tinham ninguém para ajudá-los.

Demchenko, que apoiou a campanha, afirmou à AP que, dos quatro salões de beleza voltados para famílias em sua rede — três próprios e um operado por franquia —, precisou fechar uma unidade e vender outra para conseguir se manter.

Segundo ela, a decisão foi motivada pelo aumento expressivo dos impostos e de outros custos, além da queda na demanda pelos serviços.

As reformas tributárias fizeram com que ela deixasse de ser elegível para o sistema de patentes e passasse a pagar impostos muito mais altos, além de ter que contratar um contador em tempo integral para lidar com a papelada, disse ela.

Seus custos — como aluguel, suprimentos, segurança e serviços bancários — aumentaram 30%, acrescentou, observando que os fornecedores elevaram seus preços muito além do aumento de 2% do IVA.

Segundo ela, o setor de beleza resistiu à pandemia de COVID-19 graças ao apoio governamental, como isenções e adiamentos de impostos, além de estratégias de negociação com os proprietários para a suspensão temporária do aluguel.

Uma mulher passa por um supermercado fechado em São Petersburgo, Rússia, na sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 — Foto: AP/Dmitri Lovetsky

Lyalya Sadykova, presidente da Associação de Empresas do Setor de Beleza, afirmou que cerca de 10% dos estabelecimentos do setor de beleza em São Petersburgo fecharam as portas e outros 10% venderam suas empresas em dezembro e janeiro. Ela prevê mais fechamentos nesta primavera.

“As pessoas vão fazer as contas. O primeiro prazo para o pagamento de impostos é em abril, e as pessoas vão perceber que não têm dinheiro para pagar, e é aí que o colapso vai começar”, disse ela. “Acho que haverá falências e uma debandada em massa do mercado, porque agora me parece que nem todos fizeram as contas e entenderam a situação.”

Quando as reformas tributárias foram adotadas no ano passado, as proprietárias de confeitaria Ilsiya Gizatullina e Railya Shayhieva decidiram fechar seu negócio em Kazan. Assim como Demchenko, elas citaram os aumentos maciços de impostos, o aumento dos custos e a queda na demanda.

"Foi uma decisão incrivelmente difícil, "como amputar um membro. Porque morávamos lá, era a nossa vida, 24 horas por dia, 7 dias por semana", disse Gizatullina à AP.

Inauguradas em 2020, as empresas sobreviveram à pandemia, que, segundo Gizatullina, foi apenas temporária. O novo sistema tributário veio para ficar.

“Entendemos perfeitamente que não será abolido depois de amanhã, e provavelmente haverá uma carga tributária ainda maior no futuro”, disse Gizatullina.

Como parte das reformas, mais empresas pagarão impostos mais altos em 2027 e 2028, já que as mudanças afetarão aquelas com receitas ainda menores.

As pequenas e médias empresas representam pouco mais de 20% da economia russa, mas ainda assim é um percentual significativo, afirma Chris Weafer, CEO da consultoria Macro-Advisory Ltd. Aumentar a aplicação do IVA a essas empresas significará uma arrecadação considerável para o orçamento do Estado.

Trata-se de “uma estratégia deliberada do Ministério das Finanças para criar fontes de renda mais estáveis ​​e previsíveis” em um momento em que as receitas do petróleo estão em queda e o déficit orçamentário está em alta, disse Weafer.

As pequenas e médias empresas têm estado sob pressão desde 2014, quando a Rússia enfrentou sanções devido à anexação ilegal da Península da Crimeia e o governo direcionou a maior parte do seu apoio às grandes empresas.

As novas regulamentações fiscais aumentam a pressão, disse Weafer, e embora seja improvável que isso arruine a economia, irá dificultar o crescimento quando a guerra terminar.

“O único motor de expansão, crescimento e inovação necessário em uma economia é o setor que mais sofreu nos últimos quatro anos e continua sofrendo hoje”, disse ele.

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Governador da Califórnia diz que tarifas eram ‘extorsão’ e provoca Trump após derrubada: ‘Hora de pagar a conta’

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Mundo Governador da Califórnia diz que tarifas eram 'extorsão' e provoca Trump após derrubada: 'Hora de pagar a conta' Gavin Newson cotado para candidatura democrata à presidência. Califórnia foi o primeiro estado americano a contestar tarifas sem que decisão passasse pelo Congresso. 20/02/2026 14h29 Atualizado 20/02/2026

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, exige a devolução imediata dos US$ 130 bilhões em tarifas de Trump, que elevaram preços e prejudicaram trabalhadores.

A decisão da Suprema Corte pode resultar na restituição de mais de US$ 175 bilhões em arrecadações, que foram custos repassados aos consumidores.

A Califórnia liderou a contestação judicial das tarifas, alegando que o uso de poderes emergenciais foi ilegal e inconstitucional.

Montagem mostra o governador da Califórnia, Gavin Newsom, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: Reuters

Após a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre o tarifaço de Trump, o governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, possível candidato à presidência em 2028, comentou a derrubada das tarifas.

"Chegou a hora de pagar a conta, Donald", escreveu o governador. "Essas tarifas não passaram de uma extorsão ilegal que aumentou os preços e prejudicou as famílias trabalhadoras, para que você pudesse destruir alianças de longa data e extorqui-las. Cada dólar obtido ilegalmente deve ser devolvido imediatamente — com juros. Pague"

Segundo o governador, as cobranças funcionaram como uma arrecadação indevida que elevou preços e prejudicou trabalhadores. Newson defendeu que todos os valores recolhidos sejam devolvidos “imediatamente — com juros”.

Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por TrumpSuprema Corte pode obrigar EUA a devolver até US$ 175 bilhões em tarifas de Trump, aponta institutoTarifaço derrubado: quais os próximos passos e como a decisão pode afetar o Brasil

Um levantamento feito pela agência de notícias Reuters prevê que mais de US$ 175 bilhões (cerca de R$ 912,5 bilhões) em arrecadação com tarifas podem ter de ser devolvidos após a decisão.

Em uma nota publicada pelo governo da Califórnia, o governador diz que as tarifas — que, na prática, funcionavam como um imposto — arrecadaram mais de US$ 130 bilhões de importadores e que esses custos foram repassados aos consumidores na forma de preços mais altos em produtos do dia a dia.

A Califórnia foi o primeiro estado a contestar judicialmente as tarifas, em abril de 2025, argumentando que "o uso de poderes emergenciais foi ilegal, economicamente imprudente e inconstitucional por ter sido adotado sem aprovação do Congresso".

Gavin Newsom, governador da Califórnia e possível candidato democrata à presidência dos EUA. — Foto: Mike Blake/Reuters/Arquivo

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Justiça dos EUA mantém multa de R$ 1,2 bilhão contra a Tesla após acidente fatal com Autopilot

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Carros Justiça dos EUA mantém multa de R$ 1,2 bilhão contra a Tesla após acidente fatal com Autopilot Júri atribuiu parte da responsabilidade à montadora; decisão marcou o primeiro julgamento federal sobre morte ligada a sistema de assistência à condução Por Reuters

A juíza federal Beth Bloom validou a decisão do júri que responsabilizou a Tesla por um acidente fatal de 2019.

O Autopilot é a forma de direção autônoma da Tesla, que utiliza imagens de câmeras e outros dados para fazer com que o carro dirija sozinho

O incidente ocorreu em Key Largo, Flórida, e causou a morte de uma mulher e ferimentos graves em seu namorado.

Uma juíza federal dos Estados Unidos rejeitou o pedido da Tesla para anular um veredicto de júri de US$ 243 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) relacionado a um acidente ocorrido na Flórida, em 2019, com um Model S equipado com Autopilot.

O sistema é utilizado pela Tesla como modo de direção autônoma. A colisão matou uma mulher de 22 anos e deixou o namorado dela gravemente ferido.

Em decisão divulgada nesta sexta-feira (20), a juíza Beth Bloom afirmou que as provas apresentadas no julgamento “mais do que sustentaram” o veredicto de agosto de 2025. Segundo ela, a Tesla não apresentou novos argumentos capazes de derrubar a decisão.

A Tesla, comandada por Elon Musk, deve recorrer da decisão. Procurados, seus advogados não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

O acidente aconteceu na cidade americana de Key Largo, Flórida, em 25 de abril de 2019, quando George McGee conduzia seu Model S a aproximadamente 100 km/h e atravessou um cruzamento, colidindo com um Chevrolet Tahoe estacionado no acostamento, onde estavam as vítimas.

McGee teria se abaixado para pegar um celular que caiu no chão do veículo e, segundo relatos, não recebeu qualquer alerta antes de avançar um sinal de parada e um semáforo, colidindo com o SUV onde estavam as vítimas.

Naibel Benavides Leon foi arremessada a cerca de 23 metros e morreu no local, enquanto Angulo teve ferimentos graves.

“Temos um motorista que não agiu de forma ideal, e ainda assim o júri concluiu que a Tesla teve responsabilidade no acidente”, disse Philip Koopman, professor de engenharia da Universidade Carnegie Mellon e especialista em tecnologia autônoma.

“A única maneira de o júri ter decidido contra a Tesla foi identificando uma falha no software do Autopilot”, acrescentou. “Isso é relevante.” Em comunicado, a Tesla declarou que McGee foi o único responsável pelo acidente.

“Para deixar claro, nenhum carro em 2019 — e nenhum atualmente — teria evitado esse acidente”, afirmou a empresa. “Nunca se tratou do Autopilot; foi uma narrativa criada pelos advogados das vítimas, culpando o veículo quando o motorista — desde o início — admitiu e assumiu a responsabilidade.”

Os jurados consideraram a Tesla 33% responsável pelo acidente. Foram concedidas indenizações compensatórias de US$ 19,5 milhões ao espólio de Benavides e de US$ 23,1 milhões a Angulo, além de US$ 200 milhões em danos punitivos, a serem divididos entre eles. McGee já havia firmado um acordo com os autores da ação.

O veredicto foi o primeiro de um júri federal a tratar de um acidente fatal relacionado ao sistema Autopilot.

Ao pedir a reversão da decisão, a Tesla argumentou que McGee deveria ser o único responsabilizado pelo acidente, que o Model S não apresentava defeitos e que o veredicto contrariava o bom senso.

A Tesla afirmou que montadoras “não são responsáveis por todos os danos causados por motoristas imprudentes” e que os danos punitivos deveriam ser anulados, já que a empresa não teria demonstrado “desprezo temerário pela vida humana”, conforme a lei da Flórida.

Os advogados dos autores da ação também não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

A Tesla já foi alvo de vários processos semelhantes envolvendo a tecnologia de direção autônoma de seus veículos, mas a maioria foi encerrada ou arquivada antes de ir a julgamento.

Em junho do ano passado, um juiz negou o pedido da Tesla para encerrar o processo na Flórida. Especialistas apontam que o veredicto desta semana pode estimular novas ações judiciais e aumentar o custo de acordos futuros.

“É um marco relevante”, disse Alex Lemann, professor de Direito da Universidade Marquette. “Esta é a primeira vez que a Tesla é condenada em um dos inúmeros casos fatais relacionados à sua tecnologia de piloto automático.”

O veredicto também pode dificultar os esforços de Elon Musk, atualmente o homem mais rico do mundo, para convencer investidores de que a Tesla pode liderar o mercado de direção autônoma — tanto em veículos particulares quanto em robotáxis, cuja produção está prevista para o próximo ano.

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Haddad diz que Brasil agiu ‘de forma impecável’ após tarifaço e que decisão da Justiça americana favorece países afetados

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O ministro Fernando Haddad destacou a atuação diplomática brasileira como "impecável" frente às tarifas dos Estados Unidos.

A Suprema Corte dos EUA considerou ilegais as tarifas aplicadas a produtos importados, beneficiando nações afetadas.

Haddad reforçou que a decisão judicial americana favorece diretamente os países que sofreram sanções comerciais.

As tarifas, impostas por Donald Trump em 2025, iniciaram com 10% e foram elevadas para 50% sobre produtos brasileiros.

Após negociações entre Trump e Lula, produtos como café, carnes e frutas foram isentos de parte da taxação adicional.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (20) que o Brasil agiu "de forma impecável" enquanto vigorou o aumento de tarifas sobre importações dos Estados Unidos, conhecido como "tarifaço".

Haddad também destacou os benefícios da decisão da Suprema Corte dos EUA que entendeu pela ilegalidade da medida tomada pelo governo do presidente Donald Trump.

O ministro usou as redes sociais para exaltar a diplomacia brasileira em meio ao tarifaço e reforçar o discurso sobre os benefícios da decisão da Corte americana (leia mais abaixo).

“O Brasil, em todos os momentos, se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, acreditou na disputa pelos canais competentes. Na contestação pelos canais competentes. Tanto na OMC [Organização Mundial do Comércio] quanto no judiciário americano", disse.

"Estabeleceu uma relação diplomática, uma conversa direta para falar de temas relevantes. Então, o Brasil, do ponto de vista da sua relação bilateral, ele agiu de uma forma impecável. Essa é a verdade. Dito isso, o efeito imediato, evidentemente, é favorável aos países que foram sancionados”, prosseguiu o ministro da Fazenda.

Haddad está na Índia acompanhando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em agenda no país. O posicionamento do ministro foi dado após ficar sabendo da decisão da Justiça americana.

Haddad fez uma publicação em suas redes sociais no mesmo sentido de sua declaração pública. O texto é praticamente o mesmo da sua fala.

"O Brasil, em todos os momentos se comportou diplomaticamente da maneira mais correta. Acreditou no diálogo, na disputa pelos canais competentes tanto na OMC quanto no Judiciário americano, estabelecendo uma conversa direta para falar de temas relevantes', escreveu.

"O Brasil, do ponto de vista de sua relação bilateral, agiu de forma impecável. Dito isso, o efeito imediato é evidentemente favorável aos países", completou.

Em maio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou em Los Angeles, nos EUA, uma política nacional de data centers que prevê a desoneração de investimentos no setor — Foto: Getty Images

Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, o presidente americano Donald Trump aplicou uma taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em julho, o republicano impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total para 50%.

A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções, que deixou de fora da alíquota adicional de 40% itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A taxação entrou em vigor em 6 de agosto.

Já em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de novos itens, incluindo café, carnes e frutas. Meses antes da decisão, em discurso na ONU, o republicano afirmou ter tido uma “química excelente” com Lula.

➡️Paralelamente, nos bastidores, um grupo composto por autoridades brasileiras, incluindo Haddad, articulava para negociar as tarifas e diminuir o impacto delas ao Brasil.

Vale destacar que as tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei do Comércio dos EUA.

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Chevrolet convoca recall do Onix e Onix Plus por falha no airbag; veja se seu carro está na lista

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Carros Chevrolet convoca recall do Onix e Onix Plus por falha no airbag; veja se seu carro está na lista Os veículos afetados saíram da fábrica com a orientação interna incorreta do sensor. A falha pode impedir que o airbag funcione, causando lesões graves e até fatais em um acidente. Por André Fogaça, g1 — São Paulo

A falha identificada nos veículos Onix e Onix Plus está nos sensores de airbag lateral, que foram fabricados com orientação interna incorreta.

Segundo a Chevrolet, o airbag lateral pode não funcionar, causando danos sérios e até fatias em acidentes.

Apenas duas unidades dos modelos Onix e Onix Plus, fabricadas na planta da GM em Gravataí (RS), estão incluídas no chamado.

O reparo consiste na substituição do sensor lateral de impacto e pode ser realizado gratuitamente em qualquer concessionária da marca.

O tempo estimado para a realização do serviço de substituição do componente é de aproximadamente 60 minutos.

A Chevrolet anunciou um recall do Onix e Onix Plus. Segundo a montadora, os sensores de airbag para impacto lateral foram "produzidos com a orientação interna incorreta".

"Em caso de impacto lateral com intensidade suficiente para o acionamento dos airbags laterais e de cortina, existe a possibilidade dos airbags não serem acionados, comprometendo a proteção aos ocupantes do veículo, com possibilidade de lesões físicas graves e até mesmo fatais", diz a Chevrolet em nota.

O recall envolve apenas duas unidades do Onix e do Onix Plus, ambas fabricadas no mesmo dia na unidade da GM em Gravataí (RS), na região metropolitana de Porto Alegre.

O reparo pode ser realizado em qualquer concessionária da Chevrolet e consiste na substituição do sensor lateral de impacto do airbag. O serviço é gratuito e tem duração estimada de 60 minutos.

A fábrica de Gravataí (RS) produz o Onix desde o lançamento do modelo, em 2012. Essa é a linha de produção mais longeva da história da marca, superando a do Corsa, que também foi fabricado no local até 2016.

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Trump anuncia tarifa global de 10% após Suprema Corte derrubar tarifaço

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

A decisão da Suprema Corte dos EUA levou Donald Trump a ativar a Seção 122 para impor uma nova tarifa global de 10%.

O tribunal derrubou o tarifaço anterior de Trump por 6 votos a 3, concluindo que ele extrapolou sua autoridade legal.

O governo americano poderá ter que devolver mais de US$ 175 bilhões arrecadados com as tarifas que foram derrubadas.

Trump classificou a decisão da Corte como "vergonhosa" e "terrível", anunciando investigações por práticas comerciais desleais.

Após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar, nesta sexta-feira (20), o tarifaço imposto por Donald Trump em abril do ano passado, o presidente informou que usará um novo instrumento legal para aplicar uma tarifa global de 10% sobre produtos importados, com efeito imediato.

O anúncio foi feito na rede Truth Social, ao mesmo tempo em que ele concedia entrevista coletiva na Casa Branca para comentar a decisão do tribunal.

Por 6 votos a 3, a maioria dos juízes da Corte concluiu mais cedo que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) não permite ao presidente criar tarifas por conta própria. (leia mais abaixo)

A decisão representou o maior revés para o presidente desde seu retorno ao cargo, em janeiro de 2025.

Em declaração a jornalistas, Trump disparou contra os juízes do tribunal e classificou a decisão da Corte como “vergonhosa” e “terrível”. “Tenho vergonha de certos membros da Corte, que não tiveram coragem de fazer o que é certo para o nosso país. Para mim, eles cederam a interesses estrangeiros."

O republicano afirmou ainda que há “métodos ainda mais fortes” à sua disposição para impor novas tarifas comerciais. “Outras saídas serão usadas”, disse, acrescentando que os EUA podem arrecadar “ainda mais dinheiro”.

Trump disse que ativará a Seção 122 da legislação comercial dos EUA, que permite ao presidente impor tarifas temporárias, para estabelecer uma nova tarifa global de 10% com validade de 150 dias.O governo também recorrerá à Seção 301 para abrir investigações sobre práticas comerciais desleais, o que pode resultar em tarifas adicionais. (entenda os dispositivos abaixo)

A decisão do tribunal atingiu principalmente as chamadas tarifas recíprocas, que representam o núcleo da estratégia tarifária do governo. Outras tarifas em vigor, como as aplicadas sobre aço e alumínio, não foram afetadas.

Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por TrumpQuais os próximos passos e como a decisão pode afetar o BrasilSuprema Corte pode obrigar EUA a devolver até US$ 175 bilhões em tarifasTrump anuncia tarifa global de 10% após Suprema Corte derrubar tarifaço

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 14 de janeiro de 2026 — Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

O presidente da Corte, John Roberts, foi o relator da decisão e liderou a maioria. Os juízes Clarence Thomas, Samuel Alito e Brett Kavanaugh foram os votos vencidos.

Roberts afirmou que Trump precisa de uma “autorização clara do Congresso” para justificar o tarifaço, citando precedente da própria Suprema Corte.

⚖️ O caso entrou na Justiça em meados de 2025, com uma ação apresentada por empresas impactadas pelas tarifas e por 12 estados americanos, em sua maioria governados por democratas, que questionaram o uso da lei para impor tarifas de importação de forma unilateral. O processo chegou à Suprema Corte por meio de recursos apresentados pelo governo Trump.

Na prática, os juízes confirmaram a decisão de instância inferior que concluiu que Trump extrapolou sua autoridade ao usar a IEEPA, de 1977.

Mais cedo, em reunião com governadores estaduais, o republicano já havia classificado a decisão como "uma vergonha" e afirmado ter um "plano B" para manter as taxas sobre produtos importados, segundo a agência Reuters.

O governo Trump já indicou que pode buscar outros fundamentos legais para impor tarifas de importação, como argumentos ligados à segurança nacional ou a práticas comerciais consideradas desleais.

Confira os caminhos legais que o presidente dos EUA pode usar para manter ou reintroduzir tarifas, segundo análises do Goldman Sachs, do Deutsche Bank e da Panmure Liberum.

Essa é uma das opções mais rápidas para o governo. A lei permite aplicar tarifas de até 15% por um período de até seis meses em situações de desequilíbrio nas contas externas ou risco de desvalorização do dólar, sem necessidade de investigação formal.

Essa alternativa permite abrir investigações sobre práticas comerciais consideradas desleais por outros países. Se forem confirmadas, o governo pode impor tarifas sem limite de valor ou duração.

O processo, porém, é mais lento, pois exige investigação formal e consulta pública, o que pode levar meses.

Trump já utilizou esse instrumento em seu primeiro mandato para taxar importações chinesas, o que levou a uma disputa comercial prolongada entre os dois países.

Essa lei autoriza tarifas de até 50% contra países que discriminem o comércio dos EUA. Ela nunca foi usada na prática e não exige investigação formal, o que pode torná-la uma via mais rápida do que a Seção 301, embora com limite máximo para as tarifas.

Outra possibilidade é recorrer à lei que permite impor tarifas por motivos de segurança nacional, já aplicada a produtos como aço, alumínio e automóveis, que continuam taxados.

Nesse caso, o governo argumenta que a dependência de importações pode enfraquecer a indústria local e comprometer a segurança do país.

A aplicação costuma exigir uma investigação conduzida pelo governo, o que torna o processo mais demorado do que o uso de poderes emergenciais.

Na prática, a decisão da Suprema Corte derruba as chamadas “tarifas recíprocas” de 10% ou mais, aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos EUA com base na IEEPA.

Com a decisão, a estratégia comercial de Donald Trump pode sofrer mudanças significativas. As medidas aplicadas com base nessa lei foram invalidadas, mas ainda há outras formas legais de impor tarifas.

As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962, voltada à segurança nacional.

Por fim, o governo americano também pode ser obrigado a devolver parte dos bilhões arrecadados com tarifas de importação. De acordo com economistas do Penn-Wharton Budget Model, esse valor pode ultrapassar US$ 175 bilhões (cerca de R$ 912,5 bilhões).

Em abril de 2025, ao anunciar as chamadas tarifas recíprocas, Trump aplicou uma tarifa adicional de 10% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Em julho, impôs um novo aumento de 40%, elevando a alíquota total para 50%.

A medida, no entanto, veio acompanhada de uma extensa lista de exceções, que excluiu da alíquota adicional de 40% itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e autopeças, fertilizantes e produtos do setor energético. A nova alíquota entrou em vigor em 6 de agosto.

Em novembro, após Trump iniciar negociações diretas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os EUA retiraram a tarifa de 40% de mais itens, incluindo café, carnes e frutas. Meses antes, em discurso na ONU, o presidente afirmou ter tido uma “química excelente” com Lula.

As tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, incluindo produtos brasileiros, não são afetadas pela decisão, pois foram aplicadas com base na Seção 232 da Lei de Expansão Comercial de 1962.

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‘Que falta de lógica é essa?’: leia a íntegra do texto em que Trump anuncia tarifa global de 10%

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 24/02/2026 03:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%MoedasDólar ComercialR$ 5,168-0,14%Dólar TurismoR$ 5,368-0,18%Euro ComercialR$ 6,095-0,04%Euro TurismoR$ 6,344-0,07%B3Ibovespa188.876 pts-0,87%Oferecido por

O presidente Donald Trump anunciou novas tarifas globais de 10% aos produtos importados pelos Estados Unidos após a Suprema Corte derrubar, nesta sexta-feira (20), o tarifaço imposto por ele em abril.

O anúncio foi feito na rede Truth Social, paralelamente à coletiva de imprensa do presidente sobre a decisão do tribunal.

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"Para mostrar o quão ridícula é a decisão, a Corte disse que eu não posso cobrar nem US$ 1 de qualquer país com base na IEEPA — imagino que para proteger outros países, não os Estados Unidos, que é quem eles deveriam querer proteger. Mas eu posso cortar todo e qualquer comércio ou negócio com esse mesmo país, até impor um embargo devastador, e fazer qualquer outra coisa que eu queira contra eles. Que falta de lógica é essa? Eles estão dizendo que eu tenho o direito absoluto de conceder uma licença, mas não o direito de cobrar uma taxa por essa licença. Que licença já foi concedida sem o direito de cobrar uma taxa? Mas agora a Corte me deu o direito incontestável de proibir a entrada de todo tipo de coisa em nosso país, um poder muito maior do que muitos achavam que nós tínhamos.

Nosso país é o “MAIS AQUECIDO” do mundo, mas agora estou seguindo por um caminho diferente, que é ainda mais forte do que a nossa escolha original. Como escreveu o juiz Kavanaugh em seu voto divergente:

“Embora eu discorde firmemente da decisão da Corte hoje, ela pode não limitar de forma substancial a capacidade de um presidente de impor tarifas no futuro. Isso porque diversas outras leis federais autorizam o presidente a impor tarifas e podem justificar a maioria (se não todas) das tarifas emitidas neste caso. (…) Essas leis incluem, por exemplo, a Lei de Expansão Comercial de 1962 (Seção 232); a Lei de Comércio de 1974 (Seções 122, 201 e 301); e a Lei Tarifária de 1930 (Seção 338).”

Na realidade, embora eu tenha certeza de que não era essa a intenção, a decisão da Suprema Corte hoje tornou o poder de um presidente de regular o comércio e impor TARIFAS ainda mais forte e totalmente claro, em vez de mais fraco. Não haverá mais nenhuma dúvida, e a arrecadação que está entrando, assim como a proteção das nossas empresas e do nosso país, vai, na verdade, aumentar por causa dessa decisão. Com base em uma longa tradição jurídica e em centenas de decisões favoráveis ao contrário, a Suprema Corte não derrubou as TARIFAS; ela apenas anulou um uso específico das tarifas com base na IEEPA. A capacidade de bloquear, embargar, restringir, conceder licença ou impor qualquer outra condição à capacidade de um país estrangeiro de fazer comércio com os Estados Unidos sob a IEEPA foi plenamente confirmada por essa decisão. Para proteger nosso país, um presidente pode, na verdade, cobrar mais TARIFAS do que eu vinha cobrando no passado com base nas várias outras autoridades tarifárias, que também foram confirmadas e plenamente autorizadas.

Portanto, com efeito imediato, todas as TARIFAS de Segurança Nacional, da Seção 232, e as tarifas existentes da Seção 301 permanecem em vigor e com plena validade. Hoje assinarei uma ordem para impor uma TARIFA GLOBAL de 10%, com base na Seção 122, além das tarifas normais já cobradas, e também estamos iniciando várias investigações com base na Seção 301 e outras, para proteger nosso país de práticas comerciais injustas. Obrigado pela atenção a este assunto. TORNAR A AMÉRICA GRANDE NOVAMENTE!

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