RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

ChatGPT testa sistema para identificar extremismo e encaminhar usuários a suporte

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 12:46

Tecnologia ChatGPT testa sistema para identificar extremismo e encaminhar usuários a suporte Projeto em teste por startup da Nova Zelândia combina inteligência artificial e atendimento humano para conectar pessoas em risco a 1.600 serviços de ajuda em 180 países. Por Reuters

Usuários do ChatGPT que apresentarem sinais de extremismo violento poderão ser encaminhados para apoio especializado.

A startup neozelandesa ThroughLine, contratada nos últimos anos pela OpenAI (dona do ChatGPT) e também por empresas como Anthropic e Google, busca redirecionar usuários para apoio em situações de crise.

A iniciativa é a mais recente tentativa de abordar as preocupações com a segurança diante do número crescente de processos judiciais que acusam empresas de IA de não impedir, e até incentivar, episódios de violência.

Usuários do ChatGPT que apresentarem sinais de extremismo violento poderão ser encaminhados para apoio especializado, por meio de uma nova ferramenta em desenvolvimento na Nova Zelândia, disseram os responsáveis pelo projeto..

A startup neozelandesa ThroughLine, contratada nos últimos anos pela OpenAI (dona do ChatGPT) e também por empresas como Anthropic e Google, busca redirecionar usuários para apoio em situações de crise.

Isso acontece quando há sinais de risco, como automutilação, violência doméstica ou transtornos alimentares.

A iniciativa é a mais recente tentativa de abordar as preocupações com a segurança diante do número crescente de processos judiciais que acusam empresas de inteligência artificial de não impedir, e até incentivar, episódios de violência.

Em fevereiro, a OpenAI foi ameaçada de intervenção pelo governo do Canadá. A medida ocorreu após a revelação de que o autor de um massacre em uma escola foi banido da plataforma sem que as autoridades fossem avisadas.

A OpenAI confirmou a parceria com a ThroughLine, mas não deu mais detalhes. Já Anthropic e Google não responderam aos pedidos de comentário.

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Segundo o fundador da ThroughLine, Elliot Taylor, ex-assistente social que trabalhou com jovens, a empresa também estuda ampliar o serviço para incluir a prevenção ao extremismo violento.

A ThroughLine está em negociações com o The Christchurch Call, uma iniciativa para combater o ódio online criada após o pior ataque terrorista da Nova Zelândia em 2019. Segundo Taylor, o grupo anti-extremismo fornecerá orientações, enquanto a ThroughLine desenvolve o chatbot de intervenção.

"É algo que gostaríamos de avançar e fazer um trabalho melhor em termos de cobertura, para então poder dar um suporte melhor às plataformas", disse Taylor em entrevista, acrescentando que nenhum prazo foi definido.

A startup de Taylor, operada a partir da zona rural da Nova Zelândia, tornou-se referência para empresas de IA. Hoje, oferece uma rede monitorada com 1.600 linhas de apoio em 180 países.

Quando a inteligência artificial detecta sinais de crise de saúde mental, o usuário é encaminhado à ThroughLine. A plataforma, então, conecta a pessoa a um serviço local com atendimento humano.

Segundo o fundador, o serviço ainda se limita a algumas categorias. Ele afirma que os problemas relatados online cresceram com a popularidade dos chatbots e agora incluem também o extremismo.

A ferramenta de combate ao extremismo de funcionar em modelo híbrido, combinando um chatbot treinado para responder a pessoas que apresentem sinais de extremismo e encaminhamentos para serviços de saúde mental presenciais, disse Taylor.

"Não estamos usando os dados de treinamento de um modelo de linguagem básico", disse, referindo-se aos conjuntos de dados que as grandes plataformas usam para formar textos coerentes. "Estamos trabalhando com os especialistas certos."

Galen Lamphere-Englund, consultor de contraterrorismo ligado ao The Christchurch Call, afirmou que a ferramenta poderia ser usada por moderadores de fóruns de jogos e por pais que querem combater o extremismo online.

A ferramenta de redirecionamento de chatbots foi "uma ideia boa e necessária, porque reconhece que o problema não é apenas o conteúdo, mas também a dinâmica do relacionamento", segundo Henry Fraser, pesquisador de IA da Universidade de Tecnologia de Queensland.

Ele afirmou que o sucesso da ferramenta depende da qualidade do acompanhamento e dos serviços para os quais os usuários serão encaminhados.

Taylor afirmou que as medidas de acompanhamento, incluindo possíveis alertas às autoridades sobre usuários perigosos, ainda estão sendo definidas, mas levariam em consideração qualquer risco de desencadear comportamentos mais agressivos.

Segundo ele, pessoas em sofrimento tendem a compartilhar online coisas que têm muita vergonha de dizer a alguém. Por esse motivo, afirma, os governos correm o risco de agravar o perigo se pressionarem as plataformas a bloquear usuários que participam de conversas delicadas.

De acordo com um estudo de 2025 do Stern Center for Business and Human Rights, da Universidade de Nova York, a maior moderação para conter o extremismo nas plataformas, pressionadas pelas autoridades policiais, levou usuários a migrarem para alternativas menos regulamentadas, como o Telegram.

"Se você conversar com uma IA, revelar a crise e ela encerrar a conversa, ninguém ficará sabendo do ocorrido, e essa pessoa poderá continuar sem apoio", disse Taylor.

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Duas maiores siderúrgicas do Irã suspendem funcionamento após ataques dos EUA e Israel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 11:29

Mundo Duas maiores siderúrgicas do Irã suspendem funcionamento após ataques dos EUA e Israel Atingidas por ataques desde a semana passada, ambas revelaram estar com vários equipamentos danificados. A Companhia Siderúrgica de Khuzestan, no sudoeste do país, diz que não deve voltar a operar em menos de seis meses. Por Redação g1

As duas maiores usinas siderúrgicas do Irã anunciaram nesta quinta-feira (2) que foram obrigadas a suspender seu funcionamento devido aos ataques de Israel e dos Estados Unidos.

A Companhia Siderúrgica de Khuzestan, no sudoeste do país, e a Companhia Siderúrgica Mobarakeh, na província de Isfahan (centro), vêm sendo atingidas por ataques desde a semana passada e revelaram estar com vários equipamentos danificados.

Em comunicado em seu site, a siderúrgica de Mobarakeh informou que suas "linhas de produção estão completamente paralisadas devido à intensidade dos ataques" e que "é impossível continuar com as operações".

Já a de Khuzestan se pronunciou através do vice-diretor de operações, Mehran Pakbin, que afirmou que a usina só deve voltar a funcionar em, no mínimo, seis meses:

"Todos os módulos e fornos de produção de aço deste complexo industrial foram danificados. Segundo as nossas previsões iniciais, a retomada das operações das unidades ocorreram entre seis meses e um ano, no mínimo".

O aço é um material estratégico, utilizado na produção industrial e militar, em particular na fabricação de mísseis, drones e navios.

Em represália, a Guarda Revolucionária iraniana anunciou que irá fazer ataques com mísseis e drones contra zonas industriais de Israel e dos EUA no Oriente Médio.

Mais cedo, nesta quinta, o Irã prometeu que continuará a guerra contra os EUA e Israel "até a rendição e o arrependimento permanente do inimigo", e que fará "ataques devastadores" contra os dois rivais.

"Com a confiança em Deus Todo-Poderoso, esta guerra continuará até sua humilhação, desonra, arrependimento permanente e seguro, e rendição. (…) Aguardem nossos ataques mais devastadores, amplos e mais destrutivos", afirmou o porta-voz das Forças Armadas do Irã, Ebrahim Zolfaqari, em comunicado divulgado pela TV estatal.

A fala de Zolfaqari foi uma resposta a ameaças feitas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em discurso televisionado na noite anterior. Trump prometeu retornar o Irã "para a Idade da Pedra" com ataques mais fortes nas próximas "duas a três semanas", e ameaçou também atacar a infraestrutura energética iraniana.

No discurso, Trump voltou a ameaçar o Irã, inclusive com ataques a usinas de eletricidade caso o país não houver acordo. O porta-voz respondeu que as avaliações dos EUA e de Israel sobre as capacidades militares do Irã eram "incompletas". Também ameaçou Israel e os EUA com 'ações mais esmagadoras, amplas e destrutivas'.

Em um carta endereçada "ao povo norte-americano" antes do pronunciamento de Trump, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que seu país não "nutre inimizade com as pessoas comuns dos Estados Unidos", disse não ser uma ameaça e acusou o governo de Donald Trump de enganar seus próprios cidadãos.

Na carta, divulgada pela imprensa estatal iraniana, Pezeshkian pede ainda que os norte-americanos questionem "se Washington está realmente colocando os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar ou se está apenas agindo como um representante de Israel" e afirma que Trump está disposto a lutar "até o último soldado americano".

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, responde a perguntas da imprensa durante uma coletiva em Nova York, nesta sexta-feira (26) — Foto: Angelina Katsanis/AP Photo

A carta foi a primeira comunicação direta do governo iraniano direcionada à população dos EUA desde o início do conflito no Oriente Médio.

No documento, o presidente iraniano faz uma separação entre o país Estados Unidos e o povo americano: "O povo iraniano não nutre qualquer inimizade contra outras nações, incluindo os povos da América, da Europa ou dos países vizinhos", diz a carta.

"O que o Irã fez – e continua a fazer – é uma resposta ponderada, baseada na legítima defesa, e de forma alguma uma iniciação de guerra ou agressão", ela afirma.

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Tesla decepciona com entregas e enfrenta mais concorrência no mercado de carros elétricos

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 11:29

Carros Tesla decepciona com entregas e enfrenta mais concorrência no mercado de carros elétricos Montadora do bilionário Elon Musk não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano. Por Redação g1 — São Paulo

A Tesla teve um começo de ano abaixo do esperado. A empresa não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano.

A queda acontece em meio à redução de incentivos para carros elétricos nos Estados Unidos e ao aumento da concorrência global.

Ao todo, a Tesla entregou cerca de 358 mil veículos no primeiro trimestre, número abaixo do esperado pelo mercado. Apesar disso, houve crescimento em relação ao ano passado.

Outro sinal de alerta foi o aumento no número de carros que ficaram sem vender. A Tesla produziu mais de 50 mil veículos a mais do que conseguiu entregar aos clientes — a maior diferença em pelo menos quatro anos.

A empresa também enfrenta um cenário mais competitivo. No ano passado, perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD.

A Tesla teve um começo de ano abaixo do esperado. A empresa não alcançou a previsão de analistas para a entrega de veículos no primeiro trimestre e registrou seu pior resultado em um ano. A queda acontece em meio à redução de incentivos para carros elétricos nos Estados Unidos e ao aumento da concorrência global.

Ao todo, a Tesla entregou cerca de 358 mil veículos no primeiro trimestre, número abaixo do esperado pelo mercado. Apesar disso, houve crescimento em relação ao ano passado.

🔎Após a divulgação dos resultados, as ações da empresa, comandada pelo bilionário Elon Musk, caíram quase 4% e já acumulam perda de cerca de 15% em 2026.

Outro sinal de alerta foi o aumento no número de carros que ficaram sem vender. A Tesla produziu mais de 50 mil veículos a mais do que conseguiu entregar aos clientes — a maior diferença em pelo menos quatro anos.

A empresa também enfrenta um cenário mais competitivo. Recentemente, a Tesla perdeu o posto de maior fabricante de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD. Ainda assim, neste começo de ano, a Tesla conseguiu vender mais veículos 100% elétricos do que a rival chinesa.

Na China, um dos principais mercados da empresa, as vendas cresceram pelo segundo trimestre seguido. Entre janeiro e março, a alta foi de 23,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Mesmo assim, especialistas veem sinais de desaceleração. A empresa já acumula dois anos seguidos de queda nas entregas — algo inédito em sua história — e há previsões de que essa tendência continue.

Enquanto isso, concorrentes também ganham espaço. A Rivian, por exemplo, entregou mais veículos do que o previsto, indicando uma demanda mais estável por seus modelos.

Nos Estados Unidos, o fim de um benefício fiscal de US$ 7.500 para quem comprava carros elétricos também prejudicou as vendas. Sem esse incentivo, muitos consumidores deixaram de adquirir esse tipo de veículo.

Na Europa, montadoras tradicionais e marcas chinesas também estão disputando mais espaço, enquanto a Tesla mantém uma linha de modelos com poucas mudanças nos últimos anos.

Apesar dos desafios, investidores ainda apostam no futuro da empresa. Isso porque Elon Musk tem direcionado a Tesla para novos negócios, como energia solar, robôs humanoides e carros autônomos.

Hoje, a empresa vale cerca de US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,2 trilhões), mesmo com a maior parte de sua receita ainda vindo da venda de carros.

Um dos projetos mais ambiciosos é o de robotáxis — veículos que funcionam sem motorista. A Tesla já iniciou testes em Austin, no Texas, e planeja expandir o serviço nos próximos anos.

Além disso, a empresa está desenvolvendo o Cybercab, um carro autônomo de dois lugares feito especialmente para esse tipo de transporte.

Por enquanto, porém, essa operação ainda é pequena e limitada a poucas cidades, ficando atrás de concorrentes como a Waymo, que já tem uma presença maior no mercado americano.

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Dólar abre em alta com tensão no Irã e petróleo em alta no radar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 09:51

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

O dólar iniciou a sessão desta quinta-feira (2) em alta, avançando 0,44% por volta das 9h30, sendo negociado a R$ 5,1806. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abre às 10h.

A tensão no Oriente Médio voltou ao radar dos mercados após novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã.

▶️ Na véspera, Trump afirmou que o país está perto de atingir seus objetivos em Teerã, mas descartou a possibilidade de um cessar-fogo e disse que os bombardeios devem se intensificar nas próximas duas a três semanas. A fala aumentou a aversão ao risco entre investidores.

🔎 Depois de encerrar a sessão anterior perto de US$ 100 por barril, o Brent voltou a subir e opera em torno de US$ 108, em meio a temores de que a guerra provoque problemas de abastecimento nas próximas semanas.

▶️ Ainda no cenário geopolítico, os Estados Unidos retiraram as sanções contra a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez. A medida foi publicada no site do Departamento do Tesouro americano.

▶️ Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação de dados de produção industrial no Brasil referentes a fevereiro. A expectativa do mercado é de alta de 0,7% no indicador.

O presidente dos EUA, Donald Trump, indicou que a participação americana no conflito pode terminar em breve.

Na terça-feira (31), ele afirmou que os EUA devem deixar o Irã “muito em breve” e disse que Teerã não precisa necessariamente assinar um acordo formal para que os ataques sejam interrompidos.

Uma reportagem publicada na segunda-feira (30) pelo "The Wall Street Journa", citando fontes do governo americano, afirmou que Trump teria dito a assessores que está disposto a encerrar a guerra mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado.

Segundo o jornal, o presidente e seus conselheiros avaliam que uma operação militar para reabrir completamente a rota marítima poderia prolongar o conflito além do prazo de seis semanas prometido por Trump.

A estratégia discutida pelo governo seria concentrar os ataques em alvos militares considerados centrais, como a marinha iraniana e a capacidade de lançamento de mísseis do país. Depois dessa fase, os ataques seriam reduzidos, em uma tentativa de pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz.

As declarações do presidente também vieram acompanhadas de críticas a aliados dos EUA. Trump afirmou que outros países deveriam “buscar seu próprio petróleo” e reclamou da falta de maior envolvimento desses governos no esforço militar.

Ele também voltou a ameaçar reduzir o apoio militar a aliados europeus, citando especialmente o Reino Unido.

Segundo Trump, o governo britânico poderia ter de lidar sozinho com eventuais confrontos no Estreito de Ormuz — embora o país não tenha participado diretamente da guerra.

O presidente ainda sugeriu que países europeus passem a comprar petróleo dos EUA, afirmando que o país “tem bastante”.

Nos EUA, o preço médio da gasolina ultrapassou US$ 4 por galão na terça-feira, o nível mais alto desde 2022. O aumento dos combustíveis pode trazer pressão adicional para a economia americana em um ano de eleições para o Congresso.

Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta. O Dow Jones subiu 0,48%, aos 46.565,86 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,69%, aos 6.573,89 pontos, e o Nasdaq teve ganhos de 1,16%, aos 21.840,95 pontos.

Na Europa, as bolsas fecharam com ganhos generalizados. O índice pan-europeu Stoxx 600 subiu 2,41%, aos 597,19 pontos.

Entre os principais mercados, o FTSE 100, de Londres, avançou 1,85%, aos 10.364,79; o DAX, de Frankfurt, teve alta de 2,73%, aos 23.298,89; e o CAC 40, de Paris, ganhou 2,10%, aos 7.981,27.

Na Ásia, os mercados fecharam em alta. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 2,2%, para 25.339,45 pontos, enquanto o índice composto de Xangai terminou o dia com alta de 1,5%, aos 3.948,55 pontos. Já o Nikkei, de Tóquio, subiu 5,2%, para 53.739,68 pontos.

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Jeep Renegade muda na versão 2027, mas fica devendo em um mercado lotado de SUVs; veja teste

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 09:51

Carros Jeep Renegade muda na versão 2027, mas fica devendo em um mercado lotado de SUVs; veja teste Novo Renegade tem frente fechada, acabamento minimalista para responder aos chineses e sistema híbrido pouco empolgante. Versões custam de R$ 141.990 até R$ 189.490. Por André Fogaça, g1 — Itupeva (SP)

O novo Jeep Renegade chega com mudanças pensadas para conter a queda nas vendas. O modelo, que já liderou o segmento, perdeu espaço nos últimos anos e hoje ocupa apenas a 11ª posição entre os SUVs.

Duas são as principais novidades: o jipinho adotou um visual mais simples e passou a contar com um motor híbrido leve. São quatro versões, que vão de R$ 141.990 a R$ 189.490.

O g1 passou uma tarde com o novo Renegade em Itupeva (SP) para avaliar se essas mudanças são suficientes para o modelo reagir no mercado e vender mais do que concorrentes chineses mais caros.

Sobre o visual, a Jeep destaca que o lado externo mudou bastante. No entanto, fora a parte frontal, é possível confundir o novo Renegade com a geração anterior.

As mudanças aparecem em detalhes do para-choque e na grade, que se destacam mais durante o dia. Como grande parte dela é coberta por plástico preto e o fundo também é escuro, à noite fica difícil perceber o que realmente mudou.

Por dentro, as mudanças são mais visíveis e bem-vindas. A principal delas é a central multimídia, que cresceu duas polegadas e agora tem 10,1 polegadas. Ainda fica abaixo do tamanho exagerado adotado por marcas chinesas, mas está alinhada ao padrão de concorrentes ocidentais, como o Volkswagen T-Cross, que também usa uma tela de 10,1 polegadas.

Como a tela foi reposicionada para mais perto da linha de visão, ela chama mais atenção e facilita o acesso aos ajustes. Assim, o motorista consegue operar os comandos com menos necessidade de desviar o olhar da rua.

A elevação da tela também levou o console central a uma posição mais alta. Antes, ele ficava na altura da canela e agora está próximo do joelho. A mudança segue uma tendência adotada por marcas chinesas, que dão mais atenção ao apoio de braço e à ergonomia. Ainda assim, o espaço do porta-objetos poderia ser maior no Renegade.

Para reforçar a proposta minimalista, o Renegade perdeu a alça frontal e passou a ter um painel mais liso. A decisão acompanha a tendência de reduzir elementos visuais, iniciada pela Tesla e amplamente adotada por marcas chinesas, além de algumas fabricantes ocidentais.

Ainda assim, o conjunto não seguiu o caminho da Chevrolet Captiva, que perdeu a identidade de SUV americano e adotou um interior totalmente chinês. Se, do ponto de vista da identidade, isso é positivo, na prática dificulta a concorrência com modelos chineses que vêm conquistando o consumidor brasileiro.

O motor estaria na lista de itens que não mudaram, não fosse a adoção do conjunto híbrido. Essa é a única novidade mecânica do modelo, e o sistema representa uma evolução do que a Fiat já havia aplicado no Pulse e no Fastback em 2025.

O sistema híbrido não traciona as rodas e tem impacto muito pequeno no consumo de combustível. Durante o teste, não foi possível perceber melhora nos quilômetros por litro, embora a Jeep prometa uma redução de 9% no consumo do Renegade.

A economia é modesta quando comparada à de híbridos completos, como o Toyota Corolla. Na versão híbrida, o sedã consome quase 48% menos combustível do que a opção movida apenas a combustão:

Toyota Corolla híbrido: 17,5 km/l na cidade, com gasolina;Toyota Corolla a combustão: 11,9 km/l na cidade, com gasolina.

Se, por um lado, o Renegade não protege o motorista da alta dos combustíveis, por outro, a experiência ao volante melhorou, com um comportamento mais ágil.

Apesar de manter o motor 1.3 turbo de 176 cv e torque de 27,5 kgfm, o Renegade passou a responder de forma mais rápida ao acelerador. Isso ocorre porque o sistema híbrido adiciona até 15 cv, ajudando a reduzir o esforço do motor principal.

Em números, enquanto o Renegade a combustão levava entre um e dois segundos para começar a responder ao acelerador totalmente pressionado, o novo modelo eletrificado reage antes de completar um segundo.

Está distante da resposta imediata vista em híbridos nos quais o motor elétrico movimenta as rodas, como Toyota Yaris Cross, Corolla, GAC GS4 e Honda Civic. Ainda assim, a arrancada ficou bem mais ágil, e as retomadas passaram a exigir menos tempo para ganhar força.

Fora isso, nada muda. O Renegade segue com suspensão firme e direção leve. No teste, esses ajustes não incomodaram, mas também não surpreenderam a ponto de fazer o utilitário se destacar.

Como o Renegade é mais alto do que modelos como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, a suspensão mais rígida ajuda a compensar a tendência de inclinação em curvas mais fechadas. O carro se mantém estável e transmite boa sensação de segurança.

Central multimídia de 10,1 polegadas;Rodas aro 17;Saída de ar traseira;Ar-condicionado digital de duas zonas;Teto bicolor de série;Chave presencial;Painel de instrumentos digital de 7 polegadas.

Motor híbrido;Rodas aro 18;Bancos em couro;Volante em couro;Carregador de celular por indução;Sensor de estacionamento traseiro.

Aplicativo para recursos remotos;Alexa integrada;Banco do motorista com ajustes elétricos;Teto solar panorâmico;Monitoramento de ponto cego;Sensor de estacionamento dianteiro.

Com a chegada do novo Renegade, a Jeep não atualizou a versão de entrada de R$ 118.290, chamada de Sport. Com isso, o preço inicial do SUV compacto passa a ser mais alto, começando em R$ 141.990.

Até o lançamento da nova versão, havia uma configuração chamada Sport, que tinha diversos itens removidos para reduzir o preço final do utilitário.

Ao g1, a assessoria de imprensa da Jeep informou que as vendas desse modelo eram impulsionadas principalmente pelos descontos oferecidos ao público PCD, que representava parte considerável dos compradores.

A Jeep não confirmou que a mudança de estratégia do Renegade de entrada tem algo a ver com outro lançamento, mas a marca já anunciou oficialmente que lançará o Jeep Avenger no Brasil em 2026.

O Avenger tem dimensões menores que as do Renegade e será o SUV mais acessível da Jeep, com produção nacional em Porto Real (RJ).

O Avenger mede 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do Renegade. Também é mais baixo (1,53 metro contra 1,69 metro), mais estreito (1,77 metro contra 1,80 metro) e tem entre-eixos levemente menor (2,56 metros contra 2,57 metros).

Por dentro, o acabamento é mais simples para ajudar a conter custos e manter o preço competitivo. Há mais plástico, o que reduz as áreas com toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: tem capacidade para até 380 litros, ante 351 litros do Renegade.

Sob o capô, o Jeep Avenger traz o motor 1.0 turbo da Stellantis, o mesmo usado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208. Nesse conjunto, o propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, podendo funcionar com gasolina ou etanol.

Lançado em 2015, quando havia poucos SUVs em faixas de preço mais baixas, o Renegade chegou a ocupar o segundo lugar entre os utilitários mais vendidos do país. Em 2019 atingiu o topo do ranking, repetiu o feito em 2021 e, depois disso, as vendas começaram a cair.

Em 2025, foram registrados 44.793 emplacamentos. Menos da metade das 92.837 unidades do Volkswagen T‑Cross vendidas no mesmo período e bem abaixo do Hyundai Creta, que encerrou o ano com 76.156 carros novos nas ruas.

Além dos concorrentes tradicionais, a BYD também ameaça o Renegade. Em 2025, o Jeep vendeu apenas 38 unidades a mais que a linha Song.

2015: segundo SUV mais vendido, atrás do HR‑V;2016: segundo SUV mais vendido, novamente atrás do HR‑V;2017: quarto SUV mais vendido;2018: quinto SUV mais vendido;2019: primeiro SUV mais vendido;2020: segundo SUV mais vendido, atrás do T‑Cross;2021: primeiro SUV mais vendido;2022: quinto SUV mais vendido;2023: oitavo SUV mais vendido;2024: sexto SUV mais vendido;2025: 11º SUV mais vendido.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Comissão da Aneel rejeita contestação da J&F ao leilão de energia; decisão fica para diretoria

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 08:49

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

A comissão de leilões da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) negou os dois recursos apresentados pela holding J&F para alterar o resultado do leilão de capacidade realizado pelo governo neste mês, e encaminhou os processos para julgamento da diretoria do órgão regulador.

Em notas técnicas, a comissão da Aneel rejeitou, por exemplo, que tenha havido erros de sistema, como alega a empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que a teriam impedido de concorrer em algumas disputas por contratos de potência para o sistema elétrico brasileiro.

Disse ainda que, em um dos casos, aceitar a proposta da J&F poderia impor aos consumidores de energia um sobrecusto da ordem de R$4 bilhões em 15 anos.

A J&F foi uma das maiores ganhadoras do leilão de segurança energética, mas depois do certame, se disse prejudicada nas negociações envolvendo a usina termelétrica Santa Cruz e o projeto termelétrico Araucária II.

No caso de Santa Cruz, a comissão da Aneel disse que está "incorreta" a percepção da empresa de que ela poderia negociar a potência da usina em dois produtos distintos, um para a parcela descontratada e outro para a parcela contratada.

Também acrescentou que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que cuida das habilitações técnicas dos certames do setor elétrico, não habilitou dois empreendimentos segregados para a usina Santa Cruz, mas apenas um.

"É importante salientar que recorrente não participou, em 17 de março de 2026, da confirmação de dados…, momento oportuno em que seria possível à recorrente perceber que na plataforma de negociação não estava configurada de forma a tratar separadamente a parte da ampliação do restante do empreendimento", diz a nota técnica.

Já para o projeto termelétrico Araucária II, a comissão afirmou que o enquadramento como empreendimento existente, e não novo, "derivou de escolha exercida pela recorrente, na fase de inscrição", e adicionou que a empresa também não participou da validação dos dados do empreendimento, o que implica aceitação tácita do que foi cadastrado.

"Assim, não houve erro da plataforma de negociação ou atribuição errônea do preço inicial no certame para esse empreendimento".

A comissão negou ainda a proposta da J&F de que a disputa para contratos de 2028 seja reaberta para que seu projeto possa participar como usina nova, dizendo que isso fere os princípios do processo licitatório e que poderia levar a um aumento expressivo dos valores que serão custeados pelos consumidores de energia.

"Em um cálculo rápido, tal aumento do preço ofertado imporia aos pagantes do encargo do LRCAP (leilão) 2026 um sobrecusto da ordem de R$4 bilhões, que seria pago ao longo dos 15 anos de vigência do contrato, conforme pleiteado pela recorrente."

Outras grandes geradoras termelétricas participantes do certame, como Petrobras e a Eneva, haviam pedido que a Aneel rejeitasse os recursos da J&F.

Segundo essas empresas, alterar o resultado do leilão agora traria insegurança jurídica e regulatória, além de potencial risco à segurança energética do país, devido à demora na homologação do resultado para os projetos que foram contratados.

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Petróleo sobe quase 7% após Trump dizer que EUA manterão ataques ao Irã

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 07:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

Os preços do petróleo subiam quase 7% nesta quinta-feira (2), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  disse que o país manteria os ataques ao Irã sem se comprometer com um cronograma específico para encerrar a guerra, alimentando os temores dos investidores sobre interrupções contínuas no fornecimento.

🔎Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o petróleo tipo Brent avançava 7,28%, cotado a US$ 108,52. No mesmo horário, os futuros do petróleo bruto WTI (West Texas Intermediate) subiam 7,88%, para US$ 108,01 o barril.

A alta seguia a uma queda anterior de mais de US$ 1 em ambos os índices de referência antes do discurso televisionado de Trump para a nação.

"Vamos terminar o trabalho, e vamos terminá-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto", disse Trump, acrescentando que as forças armadas dos EUA estavam quase atingindo seus objetivos no conflito, que terminaria em duas ou três semanas, mas sem dar detalhes específicos.

Os mercados estão reagindo ao fato de que "nenhuma menção clara ao cessar-fogo ou ao engajamento diplomático" apareceu no discurso, disse Priyanka Sachdeva, analista sênior de mercado da Phillip Nova.

"Se as tensões se intensificarem ou os riscos marítimos aumentarem, o petróleo poderá testar novas altas, já que os mercados precificam possíveis interrupções no fornecimento."

As ameaças ao tráfego marítimo têm crescido à medida que o conflito regional se intensifica. Na quarta-feira, um petroleiro alugado para a QatarEnergy foi atingido por um míssil de cruzeiro iraniano em águas do Catar, segundo o Ministério da Defesa do país.

O chefe da Agência Internacional de Energia também advertiu que as interrupções no fornecimento começariam a afetar a economia da Europa em abril. O continente já havia sido protegido por cargas contratadas antes do início da guerra.

"Sem qualquer menção a um plano de cessar-fogo sólido ou a uma saída de material, os mercados continuam a digerir as declarações do governo", disse Claudio Galimberti, economista-chefe da Rystad Energy.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

O que vai acontecer com as passagens aéreas no Brasil após aumento do querosene?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 07:47

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%MoedasDólar ComercialR$ 5,157-0,43%Dólar TurismoR$ 5,359-0,52%Euro ComercialR$ 5,972-0,22%Euro TurismoR$ 6,221-0,26%B3Ibovespa187.953 pts0,26%Oferecido por

A guerra no Irã segue espalhando seus efeitos pelo mundo e nesta semana o impacto no Brasil foi sentido com força no setor aéreo. Na quarta-feira (1/4), a Petrobras anunciou um aumento de 54,6% no preço do querosene de aviação (QAV). No acumulado desde o início da guerra, em fevereiro, a alta é de 64%.

Segundo a Petrobras, haverá apenas 18% de reajuste em abril. O restante será parcelado em seis meses, com a primeira parcela prevista para julho. A medida vem para assegurar o "bom funcionamento do mercado", segundo a companhia.

Os impactos da crise são globais, mas para o passageiro brasileiro, o cenário é de "tempestade perfeita": a alta encontra custos normalmente já elevados, segurança jurídica fragilizada e um setor já abatido. Mesmo antes do anúncio da Petrobras, as passagens aéreas já vinham subindo. A prévia da inflação de março (o IPCA-15) mostrou aumento de 5,94%.

As passagens aéreas devem subir ainda mais com o aumento do preço do querosene de avião, mas o impacto exato ainda é incerto. O governo já acena que haverá algum tipo de pacote ajuda ao setor.

Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil explicam por que o país é particularmente vulnerável a esse choque e o que o consumidor deve considerar antes de comprar seus bilhetes.

Preço das passagens aéreas pode subir até 20% com alta do querosene de aviação, dizem especialistas

O impacto do conflito entre Irã e EUA nos preços do combustível dos aviões se dá porque o país do Oriente Médio detém o controle do estreito de Ormuz, uma área entre o Golfo de Omã e o Golfo Pérsico.

Por ele, passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). Isso acontece porque o estreito é a única saída marítima de petróleo para grandes exportadores, como Arábia Saudita, Iraque e o próprio Irã.

Com o conflito, os riscos em torno do transporte do petróleo aumentaram. Isso se refletiu na alta de preços do Brent, que é referência no mercado. Um dia antes da invasão norte-americana, o preço do barril de Brent fechou em US$ 71,32. Na quarta-feira, após ultrapassar a marca dos US$ 115 por barril em março, o preço girava em torno de U$ 99. Isto é, quase 40% acima do patamar pré-guerra. E voltou a subir na quinta-feira, após novo pronunciamento de Trump.

Como o QAV é um derivado direto do petróleo, seu preço está ligado a essas oscilações — como já visto, mesmo que com menor intensidade, em outras situações de conflito, como a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.

No Brasil, essa vulnerabilidade é amplificada pela política de Paridade de Preço de Importação (PPI), segundo Dany Oliveira, ex-diretor da International Air Transport Association (IATA) no Brasil.

Esse modelo de precificação define o valor dos combustíveis no Brasil não pelo custo real de extração e refino nacional, mas pelo quanto custaria para um importador trazer esse mesmo produto do exterior.

Na prática, a Petrobras calcula o preço somando a cotação internacional do petróleo (como o Brent, no caso do QAV) e a variação do dólar a "custos hipotéticos" de transporte, como fretes marítimos e taxas portuárias, como se o combustível estivesse cruzando o oceano em um navio-tanque.

Assim, pouco importa que cerca de 90% do QAV usado no Brasil seja produzido no país — o seu preço vai seguir o mercado internacional. Segundo Oliveira, em tempos normais, o combustível de aviação representa cerca de 40% do custo total das empresas aéreas brasileiras, enquanto a média mundial gira em torno de 27%.

Segundo nota da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) enviada à BBC, o combustível passou a responder por 45% dos custos totais das companhias após o último reajuste.

Além disso, com a guerra, "as empresas precisam desviar de áreas justamente por conta da segurança", explica Oliveira. "Esses desvios podem alongar o tempo de voo em até uma hora meia. Isso é ainda mais tempo consumindo o querosene".

Com o agravamento da situação e incerteza sobre o fim da guerra, o governo federal pretende anunciar um conjunto de medidas de socorro ao setor.

As ações podem incluir o corte de tributos federais na importação e comercialização do QAV, além de uma linha de crédito emergencial com financiamento do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para a aquisição de combustível.

Em nota enviada à BBC, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz que "tem acompanhado os impactos causados nos preços de QAV, juntamente com o Ministério da Fazenda, Casa Civil, Ministério de Portos e Aeroportos e da Agência Nacional de Petróleo".

"O governo federal tem agido para reduzir os impactos, porém, entendemos que algum impacto acontecerá, no caso de a guerra seguir por mais tempo", diz a nota.

"Isso acontece em qualquer lugar do mundo, mesmo onde há pesados subsídios do Estado. Por isso, a consequência esperada pela Anac é algum repasse desse aumento de preço do QAV para as passagens aéreas".

Para os consumidores, se esse repasse do QAV fosse integral, muitos voos teriam aumentos gigantes. Tomando o maior avião comercial do mundo como exemplo, o A380, poderia haver um custo adicional de cerca de R$ 1,8 mil por passageiro, considerando a ocupação média de 80% dos assentos.

Embora seja improvável que a alta seja transmitida completamente aos viajantes, pode valer a pena se adiantar e comprar passagens para as viagens do resto do ano, diz Diego Endrigo, planejador financeiro pela Planejar.

Ao contrário do câmbio, onde é possível comprar dólares aos poucos para fazer um "preço médio", o serviço aéreo tende a sofrer repasses abruptos.

Além disso, "as pessoas podem e devem antecipar a compra da passagem pois há a possibilidade, com a guerra, de redução da quantidade de voos", diz Endrigo. "E aí, se reduzir a quantidade de voos, temos a famosa regra da oferta e demanda. E a inflação de preços ocorre exatamente por isso".

Com menos oferta de voos disponíveis e demanda igual dos passageiros por viagens, os preços das passagens sobem.

Os viajantes também devem redobrar a atenção ao seguro-viagem, muitas vezes oferecido pelas próprias operadoras de cartão de crédito, que pode oferecer proteção e assistência contra imprevistos, desde emergências médicas até cancelamento de voos.

As incertezas trazidas por conflitos geopolíticos também podem trazer lições duradouras sobre planejamento pessoal, diz Diego.

"Além de toda a tragédia, cidadãos pagam muito caro economicamente por uma guerra", afirma. "Para se preparar para situações de emergência podemos diversificar, para além de ativos, diversificar o risco-país. Hoje temos muitas opções acessíveis de contas internacionais, que permitem ter ativos em vários locais".

A decisão de compra também esbarra em uma questão para além das finanças: os direitos dos passageiros em caso de cancelamentos.

Isso porque, em novembro, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os processos contra companhias aéreas que tratem de atrasos, alterações ou cancelamentos de voos decorrentes de "fortuito externo" ou força maior, conforme as definições do Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA).

Na prática, isso significa que os processos motivados por eventos alheios ao controle das empresas (como condições meteorológicas adversas, fechamento de aeroportos, restrições impostas por autoridades da aviação civil ou situações de pandemia) devem ser paralisados até que o tribunal decida de forma definitiva sobre a controvérsia.

A disputa é qual conjunto de regras deve prevalecer nessas situações: se é o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que oferece maior proteção e reparação ao passageiro, ou o CBA, que possui regras mais restritivas.

Assim, a depender do que decidir o STF, é possível que situações de guerra como a que acontece no Irã sejam lidas como "fortuito externo" e, dessa forma, passageiros afetados por um cancelamento nessas condições não tenham direito a reclamação contra companhias.

Para Walter Moura, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), uma "guerra que tem mais de três semanas não é como um tornado, que acontece do nada". Portanto, ele defende que conflitos como o do Irã não sejam enquadrados como "fortuitos externos".

"Para vendas futuras, eles têm plenas condições de fazer cálculos preditivos, criando planos especiais de pagamento e cancelamento", diz. "Não acredito que o Supremo resista à pressão das aéreas. É bom o consumidor se preparar para comprar passagens aéreas da mesma forma que comprar bilhetes de loteria. As chances de perder dinheiro são cada vez maiores."

A Anac disse em nota que as regras brasileiras "não trazem orientação específica para situação de guerra", mas entende que "o texto deve ser expandido para esse tipo de circunstância".

"Ou seja, que as companhias aéreas não são responsáveis pelo dano, o que não as isenta da necessidade de garantir assistência material aos passageiros", disse a Anac.

Se a situação atual é de crise para todos os envolvidos, ela pode ter um pequeno ponto positivo a longo prazo: impulsionar a busca de alternativas para o QAV, que tem origem fóssil.

"O momento mostra uma altíssima dependência de um único insumo poluente, e precisamos diminuir essa dependência", diz Dany de Oliveira.

Uma das opções é o Sustainable Aviation Fuel (SAF), um biocombustível produzido a partir de resíduos como óleo de cozinha, gordura animal e biomassa de cana-de-açúcar. Os atuais motores de aviões já são compatíveis com o SAF.

O combustível sustentável (SAF) é de 3 a 5 vezes mais caro que o querosene comum, mas diferença pode cair com alta do Brent — Foto: Getty Images

Historicamente, o SAF é de 3 a 5 vezes mais caro que o querosene comum. No entanto, com o barril de Brent subindo com a guerra, essa distância econômica diminui.

"O Brasil tem tudo para ser a 'Arábia Saudita do SAF'", diz Oliveira. Além de ter a maior reserva de biomassa do mundo, o Brasil já tem décadas de experiência com o Proálcool e a mistura de biodiesel, com infraestrutura adequada para biocombustíveis.

Além disso, o SAF pode trazer independência geopolítica: um combustível produzido a partir de cana-de-açúcar ou gordura animal em solo brasileiro não depende do estreito de Ormuz.

De olho nisso, o SAF faz parte da Lei do Combustível do Futuro, aprovada em 2024, que regula os passos da transição energética no Brasil. Ela define que, a partir de 2027, as companhias aéreas precisam usar uma pequena porcentagem de SAF. Empresas como a LATAM já começaram a usar o biocombustível em determinadas operações.

"O arcabouço regulatório ajuda, mas ainda falta uma carteira de investimentos para acelerar esses projetos do SAF. O que temos hoje é potencial", diz Oliveira. "Que esse momento seja uma alavanca para que esses projetos fiquem mais robustos e consigam ser acelerados".

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Como a guerra no Irã pode causar inflação na comida do Brasil? Entenda efeito da alta do petróleo

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 06:46

Como a guerra no Irã pode causar inflação na comida do Brasil? Entenda efeito da alta do petróleo No g1 Explica, a repórter Renata Ribeiro explica e simplifica os temas que dominam o noticiário econômico e mexem diretamente com o nosso bolso. Por Renata Ribeiro, TV Globo — São Paulo

Uma guerra no Oriente Médio pode impactar o bolso dos brasileiros porque a região concentra grandes reservas de petróleo. E petróleo mais caro encarece combustíveis como gasolina e diesel, e aumenta o custo do transporte em um país onde quase tudo circula por caminhões.

Esse efeito em cascata chega aos preços de alimentos, produtos industriais e ao agronegócio, já que o petróleo também é matéria-prima de embalagens, plásticos e fertilizantes, pressionando a inflação e até as decisões sobre juros.

Neste vídeo, você vai entender quais são os efeitos da forte alta do petróleo para o seu bolso. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.

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Apple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões e viu big tech quase quebrar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 05:50

Trabalho e Carreira Apple, 50 anos: funcionário mais antigo ganhou ações que hoje valem milhões e viu big tech quase quebrar A trajetória de Chris Espinosa, que nunca deixou a Apple desde 1976, contrasta com um mercado em que carreiras longas se tornaram cada vez mais raras. Por Redação g1 — São Paulo

Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple — Foto: Reprodução Vídeo Institucional Apple / Apple Fandom

Chris Espinosa tinha só 14 anos quando começou a trabalhar na Apple, em 1976. Meio século depois, ele segue na empresa. No mercado de tecnologia, essa é uma história cada vez mais rara.

Hoje, aos 64 anos, Espinosa é considerado o funcionário mais antigo da Apple. A trajetória dele foi destaque em uma reportagem do jornal "The New York Times", que contou como o veterano participa, até hoje, do desenvolvimento do sistema operacional da Apple TV.

Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer: profissionais que constroem toda a carreira em uma única empresa. Esse tipo de percurso se tornou incomum, sobretudo no Vale do Silício, onde trocar de emprego com frequência virou regra.

Nascidos entre meados dos anos 1940 e o início da década de 1960, os baby boomers cresceram em um mercado de trabalho baseado na estabilidade. A promessa era clara: dedicação agora, segurança mais tarde.

Como mostrou uma reportagem do g1 publicada em agosto no ano passado, gerações mais antigas entraram no mercado em um período de vínculos duradouros, benefícios garantidos e progressão de carreira atrelada ao tempo de casa.

“O lema era: trabalho agora para viver melhor depois”, explicou o especialista em mercado de trabalho Ricardo Nunes.

Foi nesse ambiente que surgiram profissionais como Espinosa. Pessoas que ficaram décadas na mesma empresa e ajudaram a construí-la passo a passo.

Hoje, o cenário é outro. Profissionais mais jovens enfrentam um mercado marcado pela precarização, pela automação e pela alta rotatividade para conseguir avança na carreira, segundo Nunes. No setor de tecnologia, mudar de emprego a cada dois ou três anos se tornou algo comum.

Espinosa foi o oitavo funcionário da Apple. Na época, a empresa ainda funcionava na casa de infância de Steve Jobs e montava computadores manualmente.

Ao longo de quase 50 anos, ele passou por várias funções. Trabalhou como programador, cuidou da documentação de produtos e, atualmente, atua no desenvolvimento do sistema da Apple TV.

Ao Times, Espinosa descreveu o início da empresa como um período instável. Segundo ele, havia grandes promessas, mas também muita incerteza.

Mesmo quando deixou a Apple por um curto período para estudar na Universidade da Califórnia, em Berkeley, ele manteve vínculo com a empresa. Trabalhou meio período e escreveu o extenso manual do Apple II, com mais de 200 páginas.

A carreira também atravessou momentos difíceis. Nos anos 1980 e 1990, a Apple enfrentou crises e promoveu demissões em massa. Espinosa contou que só não foi desligado porque sua indenização seria alta, já que ele acumulava muitos anos de empresa.

Sem diploma universitário e com experiência concentrada quase exclusivamente na Apple, ele chegou a pensar no futuro. Decidiu ficar.

“Eu estava aqui quando acendemos as luzes. Posso muito bem ficar até que as apaguemos”, afirmou ao jornal.

Além da estabilidade, funcionários antigos da Apple também se beneficiaram financeiramente do crescimento da empresa.

Segundo o New York Times, Espinosa recebeu 2 mil ações da Apple após a abertura de capital, em 1980. O bônus fazia parte de um plano criado por Steve Wozniak para recompensar os primeiros funcionários. Hoje, essa quantidade de ações valem cerca de US$ 114 milhões, valor equivalente a R$ 588 milhões.

Esse modelo é comum em empresas de tecnologia. Além do salário, trabalhadores recebem ações da companhia. Se a empresa cresce, os papéis se valorizam. Para quem permanece por muitos anos, o resultado pode ser uma fortuna.

Espinosa não revelou detalhes atuais sobre salário ou bônus. Ainda assim, sua trajetória mostra como esse tipo de benefício pode pesar na decisão de ficar.

Ao longo das cinco décadas de Espinosa na empresa, a Apple mudou radicalmente. Após o crescimento inicial, a companhia enfrentou crise financeira e perdeu o rumo nos anos 1990.

A virada veio em 1997, com o retorno de Steve Jobs. Segundo Espinosa disse ao New York Times, os primeiros 20 anos da Apple foram marcados por "arrogância". Já as décadas seguintes redefiniram a eletrônica de consumo, com produtos como o iPod e o iPhone.

Hoje, a Apple está entre as empresas mais valiosas do mundo. Vale trilhões de dólares e tem bilhões de dispositivos em uso.

Espinosa representa um perfil típico da geração baby boomer: — Foto: Vídeo Institucional Apple/ Reprodução

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