RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Trump reformula tarifas sobre produtos com aço, alumínio e cobre

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 23:27

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

A Casa Branca publicou nesta quinta-feira (2) uma proclamação presidencial que reformula as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos de aço, alumínio e cobre, com mudanças nas alíquotas conforme o tipo de produto.

As novas regras estabelecem que parte dos itens acabados com participação relevante desses insumos deixarão de enfrentar tarifa de 50% e passarão a ser taxados em 25%.

🔎 Essa taxa será aplicada sobre o valor total do produto. Antes, a tarifa de 50% incidia apenas sobre o valor do metal utilizado nos itens.

Conforme as mudanças, produtos derivados que contenham mais de 15% do peso total em aço, alumínio ou cobre terão tarifa de 25% sobre o valor integral da importação. Máquinas de lavar e fogões a gás, por exemplo, passam a ter alíquota fixa de 25% quando feitos majoritariamente de aço.

Apesar da redução em alguns casos, as mudanças podem elevar o custo de diversas importações, ao ampliar a base de cálculo das tarifas, avaliou o jornal norte-americano Wall Street Journal.

Isso ocorre porque a cobrança passará a incidir sobre o valor total dos bens importados, e não apenas sobre o conteúdo de aço ou alumínio de cada produto.

A tarifa de 50% segue válida para produtos de aço, alumínio e cobre classificados como commodities, ou seja, compostos majoritariamente por esses metais.Determinados itens podem ser reclassificados como commodities se forem feitos quase integralmente desses materiais.Produtos com menos de 15% de conteúdo metálico ficam fora do regime e passam a pagar a tarifa global mínima de 10% estabelecida por Trump.Produtos feitos no exterior com metais dos EUA podem ter tarifa reduzida, de 10%.

As mudanças têm como objetivo simplificar um regime tarifário excessivamente complexo, que dificultava a determinação do valor do conteúdo metálico em milhares de produtos derivados — de peças de tratores a pias de aço inoxidável e equipamentos ferroviários.

“Então é mais fácil, mais simples, mais direto. Para muitos produtos, será mais baixo. Para alguns, será um pouco mais alto, mas, em geral, está ok”, disse um alto funcionário do governo Trump à Reuters, acrescentando que o governo discutiu as mudanças com a indústria e recebeu retorno positivo.

A expectativa é que, com a medida, o governo dos EUA arrecade mais com as tarifas sobre aço e alumínio, impostas sob a Seção 232 da Lei de Expansão do Comércio de 1962. A decisão ocorre após a Suprema Corte derrubar, em fevereiro, grande parte das tarifas aplicadas por Trump.

Em resposta, o republicano recorreu a um novo instrumento legal, a Seção 122 da legislação comercial dos EUA, para impor uma tarifa global de 10% sobre produtos importados.

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Distribuidoras nacionais ficam de fora de 1ª fase do programa de subvenção ao diesel

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 21:48

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

A primeira fase do programa do governo federal de subvenção ao diesel terminou com apenas cinco empresas habilitadas.

As três distribuidoras nacionais de combustíveis – Vibra Energia, Raízen e Ipiranga – não participarão desta etapa.

O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo federal para atenuar os efeitos nos preços domésticos de combustíveis causados pela disparada do petróleo no mercado internacional em meio ao conflito no Oriente Médio.

A iniciativa prevê o ressarcimento de até R$ 0,32 por litro de diesel para os agentes econômicos, a depender dos preços praticados por eles e de parâmetros definidos pelo governo em cada período.

Programa de subvenção ao diesel foi criado para atenuar os efeitos nos preços domésticos de combustíveis — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A primeira fase do programa do governo federal de subvenção ao diesel terminou com apenas cinco empresas habilitadas: a Petrobras, a refinaria de Mataripe (BA), a Sea Trading Comercial, a Midas Distribuidora e Sul Plata Training.

A informação é da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), que registrou a adesão das cinco empresas.

As três distribuidoras nacionais de combustíveis – Vibra Energia, Raízen e Ipiranga – não participarão desta etapa.

Segundo as regras, os agentes econômicos que atuam no setor tiveram até 31 de março para aderir ao programa para o período de 12 a 31 de março. Para o próximo período, de 1º a 30 de abril, o prazo para adesão ainda está aberto.

"A ANP recebeu pedidos de adesão para esse segundo período e está analisando os documentos", disse a agência, sem dar detalhes.

O programa de subvenção ao diesel foi criado pelo governo federal para atenuar os efeitos nos preços domésticos de combustíveis causados pela disparada do petróleo no mercado internacional em meio ao conflito no Oriente Médio.

A iniciativa prevê o ressarcimento de até R$ 0,32 por litro de diesel para os agentes econômicos, a depender dos preços praticados por eles e de parâmetros definidos pelo governo em cada período.

O Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria que fixou o preço de comercialização máximo do diesel para o primeiro período da subvenção.

A partir dos períodos seguintes — em sua maioria com duração de 30 dias até o fim do ano — o preço máximo de venda será calculado com base em preço de referência definido pela ANP no primeiro dia de cada período.

O preço de referência vai oscilar diariamente, a fim de determinar o quanto será pago aos agentes.

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EUA contestam decisão em favor da Anthropic em meio a disputa por uso de IA em guerras

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 19:46

Tecnologia EUA contestam decisão em favor da Anthropic em meio a disputa por uso de IA em guerras Justiça americana impediu punições à Anthropic após empresa limitar a adoção de suas ferramentas para fins militares. Governo americano informou que vai recorrer contra a medida. Por Redação g1

O governo dos Estados Unidos informaram nesta quinta-feira (2) que devem recorrer da decisão de um tribunal da Califórnia que o impediu de aplicar punições contra a empresa de inteligência artificial a Anthropic. A companhia é dona do Claude, assistente rival do ChatGPT

🔎 EUA x ANTHROPIC: o governo americano trava uma disputa para ter o uso irrestrito de IA para fins militares. A empresa impõe limites por ser contra a adoção de suas ferramentas em sistemas de vigilância em massa de cidadãos e de armamento autônomos, por exemplo.

Advogados do Departamento de Justiça dos EUA manifestaram o desejo de entrar com um recurso e terão até 30 de abril para apresentar seus argumentos, conforme o prazo definido pelo tribunal que analisa a proibição para punições contra a Anthropic.

Na semana passada, o Departamento de Guerra dos EUA, também conhecido como Pentágono, foi impedido pela Justiça de classificar a Anthropic como um risco para a cadeia de fornecimentos, designação normalmente reservada a empresas de países adversários.

A Justiça americana também derrubou a ordem do presidente Donald Trump para órgãos federais deixarem de usar a inteligência artificial da Anthropic.

Mesmo com a ordem contrária, os EUA usaram o Claude na ofensiva militar contra o Irã, segundo o The Wall Street Journal. O assistente costuma ajudar o Exército americano a fazer avaliações de inteligência, identificar alvos e simular cenários de batalha.

Dario Amodei, diretor-executivo da Anthropic, e Donald Trump, presidente dos EUA — Foto: Reuters/Bhawika Chhabra; Reuters/Nathan Howard

As "amplas medidas punitivas" tomadas pelo governo americano pareceram arbitrárias e poderiam "paralisar a Anthropic", afirmou a juíza Rita Lin, que impediu as duas punições contra a empresa por uma semana.

"Nada na legislação vigente apoia a noção orwelliana de que uma empresa americana possa ser rotulada como uma potencial adversária e sabotadora dos EUA por expressar discordância com o governo", disse a juíza em referência ao autor de livros distópicos George Orwell.

Ela afirmou que a decisão não obriga os EUA a usarem os produtos da Anthropic nem o impede de fazer a transição para outros fornecedores de IA.

Um alto funcionário do Pentágono disse que a decisão era uma "vergonha". O subsecretário de Guera dos EUA, Emir Michael, afirmou que a medida "prejudicaria a plena capacidade" do secretário Pete Hegseth de "conduzir operações militares com os parceiros que escolher".

Além do tribunal na Califórnia, a Anthropic entrou com um processo no tribunal federal de apelações em Washington, D.C. As ações contestam aspectos diferentes das ações adotadas pelo Pentágono contra a empresa.

Diversas entidades apresentaram pareceres jurídicos favoráveis à Anthropic, incluindo a Microsoft, associações comerciais, trabalhadores do setor de tecnologia, líderes militares aposentados e um grupo de teólogos católicos.

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ANP anuncia fiscalização de leilões de gás de cozinha após Lula criticar os preços

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 19:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, nesta quinta-feira (2), que iniciou uma ação de fiscalização para apurar informações relacionadas aos leilões de GLP (gás de cozinha) realizados pela Petrobras em 31 de março.

A iniciativa foi motivada "por suspeitas de prática de preços com ágios elevados, possivelmente acima dos Preços de Paridade de Importação (PPI)".

Mais cedo nesta quinta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o leilão como "bandidagem".

"Foi feito um leilão, com cretinice e bandidagem que fizeram com o óleo diesel. As pessoas sabiam da orientação do governo e da Petrobras: 'Não vamos aumentar o GLP'. Pois fizeram um leilão contra a vontade da direção da Petrobras", disse Lula em entrevista à TV Record.

"Vamos rever esse leilão, vamos anular esse leilão. O povo pobre não pagará, em hipótese alguma, o preço dessa guerra", acrescentou.

Equipes da ANP estiveram na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, e na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais. Segundo a agência, no entanto, as solicitações de informações abrangem todos os polos produtores da companhia.

Ainda de acordo com a agência, a fiscalização se baseia, entre outros pontos, em uma medida provisória editada no ano passado que ampliou suas competências legais para apurar infrações relacionadas à elevação abusiva de preços e à recusa injustificada de fornecimento de combustíveis, biocombustíveis e derivados de petróleo.

A ANP ressaltou que a ação tem caráter fiscalizatório e não representa, neste momento, constatação de irregularidades.

"A instauração da fiscalização não representa juízo prévio de que foram constatadas irregularidades, sendo assegurados à empresa fiscalizada o contraditório e a ampla defesa. Caso sejam constatadas infrações, poderão ser adotadas as medidas administrativas cabíveis, a partir da abertura de processo administrativo que poderá resultar em multa, nos termos da legislação aplicável", informou a ANP.

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Embraer entrega 44 aviões no 1º trimestre de 2026 e registra alta de 47% em relação ao ano anterior

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 18:59

Vale do Paraíba e Região Embraer entrega 44 aviões no 1º trimestre de 2026 e registra alta de 47% em relação ao ano anterior Alta foi puxada pelo segmento comercial, em que foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026. Por g1 Vale do Paraíba e Região

A Embraer entregou 44 aviões no primeiro trimestre deste ano. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.

A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento.

O setor de defesa também foi outro destaque. A Embraer entregou uma aeronave de transporte militar multimissão KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano.

A Embraer entregou 44 aviões no primeiro trimestre deste ano. De acordo com a empresa, o número representa alta de 47% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram entregues 30 aeronaves nos primeiros três meses do ano.

A alta foi puxada pelo segmento comercial. Foram entregues dez aviões no primeiro trimestre de 2026, sendo três do modelo E195-E2, a maior aeronave atualmente em produção pela Embraer nesse segmento. Nos primeiros três meses de 2025, foram entregues sete aeronaves comerciais – alta de 43%.

O setor de defesa também foi outro destaque. A Embraer entregou uma aeronave de transporte militar multimissão KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano. No total, são cinco aeronaves no trimestre, enquanto não houve nenhuma entrega no mesmo período do ano anterior.

Para a aviação executiva, foram entregues 29 jatos no trimestre, que representa aumento de 26% na comparação com o mesmo período de 2025, quando foram entregues 23 aeronaves.

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LEGO lança coleção da Copa do Mundo 2026 com Messi, CR7 e Vini Jr; preços passam dos mil reais

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 17:45

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%MoedasDólar ComercialR$ 5,1590,05%Dólar TurismoR$ 5,3610,03%Euro ComercialR$ 5,951-0,36%Euro TurismoR$ 6,197-0,37%B3Ibovespa188.052 pts0,05%Oferecido por

A LEGO anunciou uma nova coleção de produtos inspirados na Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (2).

A linha reúne diferentes categorias de produtos, que vão desde kits menores, voltados para montagem rápida, até modelos mais elaborados e voltados para colecionadores.

Entre os principais destaques estão as séries “Destaques do Futebol” e “Lendas do Futebol”, além de versões maiores que incluem itens como a bola oficial e o troféu do torneio.

Os bonecos foram desenvolvidos com elementos personalizados para cada jogador, como cores das seleções, numeração das camisas e bases decorativas com identificação individual.

A LEGO anunciou uma nova coleção de produtos inspirados na Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira (2), com bonecos de alguns dos principais nomes do futebol mundial, como Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Vinícius Júnior e Kylian Mbappé.

A linha reúne diferentes categorias de produtos, que vão desde kits menores, voltados para montagem rápida, até modelos mais elaborados e voltados para colecionadores. Entre os principais destaques estão as séries “Destaques do Futebol” e “Lendas do Futebol”, além de versões maiores que incluem itens como a bola oficial e o troféu do torneio.

Os bonecos foram desenvolvidos com elementos personalizados para cada jogador, como cores das seleções, numeração das camisas e bases decorativas com identificação individual.

O anúncio foi feito no Instagram em um vídeo que reúne os quatro craques do futebol mundial. Confira:

No Brasil, ainda não há previsão do início das vendas, no entanto, no mercado internacional já é possível encontrar os bonecos dos jogadores.

Se dentro de campo os craques são de nível mundial, pode se dizer que os preços também são. Confira:

Troféu Oficial do Campeonato do Mundo™ da FIFA – 179,99 euros (R$ 1078,55);Bola de futebol – 119,99 euros (R$ 719);Bonecos Lendas do Futebol – 79,99 euros (R$ 479,32);Kits Destaques do Futebol – 29,99 euros (R$ 179,70);Lionel Messi Celebração – 179,99 euros (R$ 1078,55).

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Google começa a liberar mudanças em endereços do Gmail; veja como vai funcionar

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 16:46

Tecnologia Google começa a liberar mudanças em endereços do Gmail; veja como vai funcionar Novidade ainda está disponível apenas nos Estados Unidos, mas será liberada aos poucos para todos os usuários. Usuários que escolherem um novo endereço ainda terão direito sobre endereço antigo. Por Redação g1

O Google começou a permitir mudanças em endereços do Gmail (o trecho antes de "@gmail.com").

A novidade ainda está disponível apenas nos Estados Unidos, mas será liberada gradualmente para todos os usuários.

A alteração foi liberada mais de 20 anos após o Google criar seu serviço de e-mail e foi comemorada pelo CEO da empresa, Sundar Pichai.

Usuários que escolherem um novo endereço ainda terão direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo.

O Google começou a permitir mudanças em endereços do Gmail (o trecho antes de "@gmail.com"). A novidade ainda está disponível apenas nos Estados Unidos, mas será liberada gradualmente para todos os usuários.

A alteração foi liberada mais de 20 anos após o Google criar seu serviço de e-mail e foi comemorada pelo CEO da empresa, Sundar Pichai. "2004 foi um bom ano, mas seu endereço do Gmail não precisa ficar preso a ele", escreveu.

Usuários que fizerem a mudança no endereço de Gmail também alteram o meio de acessar serviços como Google Fotos e Google Drive, caso a conta também seja usada para usar essas ferramentas.

Outra opção oferecida pelo Google é alterar como o seu nome é exibido para pessoas que veem seus e-mails. Esse recurso está disponível há mais tempo e pode ser alterado no Gmail (saiba mais abaixo).

Para conferir se você pode mudar seu endereço do Gmail, acesse myaccount.google.com/google-account-email pelo computador. Em um teste do g1, o Google informou que ainda "não é possível mudar essa configuração para sua conta".

Quando a alteração estiver disponível no Brasil, a página exibirá um botão "Mudar e-mail da Conta do Google". Após selecionar a opção, será preciso inserir um endereço que ainda não é usado por ninguém, clicar em "Mudar e-mail" e seguir as instruções na tela.

Você ainda terá direito sobre seu antigo e-mail, que funcionará como um endereço alternativo e ainda poderá ser usado para acessar a sua conta.

O Google informa ainda que após a mudança, você receberá e-mails enviados para os dois endereços e não poderá criar um novo e-mail terminado em "@gmail.com" para a conta durante 12 meses.

Acesse o Gmail pelo computador;Clique em "Configurações" (símbolo de engrenagem no canto superior direito);Clique em "Ver todas as configurações";Selecione "Contas e importação" ou "Contas";Em "Enviar e-mail como", selecione "Editar informações";Em "Nome", escreva como você deseja se apresentar no Gmail;Clique em "Salvar alterações".

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Irã afirma ter atacado data center da Oracle em Dubai

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 16:46

Tecnologia Irã afirma ter atacado data center da Oracle em Dubai Em seu site, a empresa diz que a operação na cidade segue normal. Essa não é a primeira vez nesta semana que o Irã mira big techs. Nesta quarta (1º), a operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada. Por Redação g1

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter como alvo um data center da Oracle em Dubai, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (2).

Essa não é a primeira vez nesta semana que o Irã mira big techs. Nesta quarta (1º), a operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).

Os episódios ocorrem depois da guarda ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação.

Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã – 13h30 no horário de Brasília.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter como alvo um data center da Oracle em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas pela mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (2).

O g1 procurou a Oracle, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em seu site, a empresa diz que a operação na cidade segue normal.

Essa não é a primeira vez nesta semana que o Irã mira big techs. Nesta quarta (1º), a operação de computação em nuvem da Amazon no Bahrein foi prejudicada após um ataque do Irã, segundo informações do Financial Times publicadas nesta quarta-feira (1º).

De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, a unidade da Amazon Web Services (AWS) no país do Golfo sofreu danos após a ofensiva iraniana, em meio ao conflito na região.

Mais cedo, o Ministério do Interior do Bahrein informou que equipes da defesa civil foram acionadas para conter um incêndio em uma instalação empresarial, provocado pelo que classificou como uma “agressão iraniana”. O órgão, no entanto, não detalhou qual empresa foi atingida.

Os episódios ocorrem depois da guarda ameaçar atacar companhias americanas que operam no Oriente Médio. Entre os alvos citados estavam gigantes de tecnologia como Microsoft, Apple, Google e Meta. A Amazon não estava na lista divulgada pela corporação.

Procurada pela agência Reuters, a Amazon não comentou diretamente o ataque específico. Ainda assim, segundo o Financial Times, instalações da AWS na região já foram atingidas diversas vezes desde o início do conflito.

ista externa do escritório da Oracle em Wilson Boulevard, Arlington, Virgínia, EUA, 18 de outubro de 2019 — Foto: REUTERS/Tom Brenner/Foto de Arquivo

Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo e disseram que suas unidades podem ser bombardeadas a partir das 20h desta quarta-feira (1º) em Teerã – 13h30 no horário de Brasília.

"Vocês ignoraram nossos repetidos alertas e, hoje, vários cidadãos iranianos foram martirizados em ataques terroristas perpetrados por vocês e seus aliados israelenses. Em resposta a essas operações, de agora em diante, as principais instituições atuantes em operações terroristas serão nossos alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro", diz o texto.

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RCPB Contabilidade Construtiva e Estratégica

Comprar passagens de avião agora ou esperar?

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 16:46

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,12%Dólar TurismoR$ 5,3620,05%Euro ComercialR$ 5,957-0,26%Euro TurismoR$ 6,199-0,34%B3Ibovespa187.869 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,12%Dólar TurismoR$ 5,3620,05%Euro ComercialR$ 5,957-0,26%Euro TurismoR$ 6,199-0,34%B3Ibovespa187.869 pts-0,04%MoedasDólar ComercialR$ 5,1630,12%Dólar TurismoR$ 5,3620,05%Euro ComercialR$ 5,957-0,26%Euro TurismoR$ 6,199-0,34%B3Ibovespa187.869 pts-0,04%Oferecido por

O reajuste de 55% para o preço do querosene de aviação (QAV) anunciado pela Petrobras nesta quarta-feira não deve demorar a ser repassado para os passageiros.

Desde o início da ofensiva americana e israelense contra o Irã já havia a expectativa de alta nos preços de combustíveis em geral.

No caso do querosene de aviação, cuja produção ainda depende parcialmente de petróleo importado, esse impacto deve chegar em até três meses, na avaliação de especialistas.

A alta anunciada nesta semana segue a tendência de março, quando o preço do combustível subiu 9,4%. Os valores estão em tabela disponibilizada pela Petrobras.

Avião decolando da pista do Aeroporto Internacional de Cumbica — Foto: Sidnei Barros/Prefeitura de Guarulhos

Quem está planejando viajar de avião deve comprar a passagem o mais cedo possível, avaliam especialistas. Isso porque o reajuste de 55% para o preço do querosene de aviação (QAV) anunciado pela Petrobras nesta quarta-feira (1°/04) não deve demorar a ser repassado para os passageiros.

Desde o início da ofensiva americana e israelense contra o Irã já havia a expectativa de alta nos preços de combustíveis em geral.

No caso do querosene de aviação, cuja produção ainda depende parcialmente de petróleo importado, esse impacto deve chegar em até três meses, na avaliação de Viviane Falcão, professora de Economia dos Transportes Aéreos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

"Se eu pudesse dar um conselho neste momento, seria para comprar a passagem o quanto antes”, afirma.

"As aéreas fecham os contratos de combustível com seis meses de antecedência, mas, com a chegada das férias e segundo semestre – que sempre registra preços maiores –, o repasse do aumento deve chegar antes deste prazo", avalia.

A alta anunciada nesta semana segue a tendência de março, quando o preço do combustível subiu 9,4%. Os valores estão em tabela disponibilizada pela Petrobras.

Falcão projeta uma alta de 15 a 20% nas passagens aéreas nos próximos meses apenas refletindo o aumento do barril de petróleo. O querosene de aviação corresponde a cerca de um terço dos gastos operacionais das companhias aéreas.

Com os reajustes de março e abril, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) prevê que o combustível passe a representar em torno de 45% destes custos.

O valor do aumento de até 20% é esperado também pelo economista e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), Adriano Pires.

"A gente vai ter que se adaptar a essa conjuntura negativa que o mundo está vivendo, a gente não pode isolar o Brasil do que está acontecendo no mundo, e as pessoas têm que entender que, infelizmente, tem uma conta pra pagar", diz.

Para ele, a alta do combustível pode levar as companhias aéreas a reduzir o número de voos – uma tendência já observada em outros países.

Pires compara o momento à pandemia de covid-19. "Quando a companhia área compra o combustível, depois isso tem um preço de reposição. Ela vai ter que colocar isso na passagem aérea, mas claro que ela não vai colocar na integridade”, explica o economista, ressaltando que parte desses custos tende a ser absorvida pelas próprias companhias aéreas, com impacto negativo para essas empresas.

Com as companhias aéreas nacionais já retomando o volume de passageiros de 2019, porém com menos aeronaves em operação após pandemia, o resultado deve ser voos ainda mais lotados.

Segundo Falcão, as três empresas que dominam o mercado brasileiro operam hoje com uma ocupação média de 90% dos assentos, acima do estimado como mínimo para a viabilidade da operação.

O preço do querosene de aviação segue a tendência da valorização do petróleo, impulsionada pelo fechamento do Estreito de Ormuz em decorrência da guerra no Irã.

A subida no valor do QAV acompanha o mercado internacional, apesar de o Brasil produzir cerca de 80% do querosene de aviação utilizado no país.

"Essa guerra tem uma particularidade, diferente de outros momentos quando se teve elevações substanciais no preço do barril do petróleo. É que essa guerra está proporcionando uma disrupção na oferta de gás e petróleo que a gente não teve em outros momentos”, comenta Pires em relação a ausência do que chamou de "sobra de oferta”.

Pires explica que o querosene, assim como a gasolina, o diesel e o petróleo, é uma commodity. Isso significa que o preço dele reflete o mercado internacional.

Nesse sentido, o economista ressalta que em regiões como Europa, Estados Unidos, China, Japão e Coreia do Sul essas commodities relacionadas ao petróleo já vêm sofrendo aumento de preços há tempo, acompanhando a valorização do petróleo, o que não ocorreu no Brasil.

No mesmo dia que publicou os novos preços para o QAV, a Petrobrás anunciou que irá oferecer condições de pagamento especiais para as distribuidoras de combustível que fornecem para a aviação comercial.

A proposta é que essas distribuidoras, inicialmente, comprem o combustível com um aumento de apenas 18% e parcelem o restante em até seis vezes, a contar do mês de julho de 2026. O termo para aderir à medida deve ser disponibilizado pela Petrobras até a próxima segunda-feira (06/04).

Para o viajante, isso pode significar uma diluição no aumento do preço das passagens aéreas. A professa da UFPE, no entanto, se preocupa com a viabilidade da operação. Com o aumento dos preços, existe a possibilidade de a Petrobras não ser capaz de manter este repasse "a conta gotas".

"Fazendo esse processo de repassagem em gotas homeopáticas, certamente a Petrobras pode vir a sofrer, e não sabemos até quando ela consegue aguentar; ela pode segurar agora, mas mais adiante vai depender muito da conjuntura geopolítica internacional, ainda muito incerta”, afirma.

O Ministério de Portos e Aeroportos encaminhou ao Ministério da Fazenda uma proposta com ações destinadas a aliviar a pressão sobre o setor aéreo. O documento, preparado pela Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), reúne sugestões.

Entre elas, estão a redução temporária de tributos que incidem sobre o querosene de aviação; a diminuição do IOF aplicado às operações financeiras das companhias aéreas; e a queda do Imposto de Renda cobrado sobre contratos de leasing de aeronaves.

Segundo a pasta, essas medidas ajudariam a manter a competitividade das empresas, evitariam aumentos excessivos nas tarifas para os passageiros e garantiriam a continuidade da malha aérea nacional.

Além disso, apurou-se que está em análise a criação de uma nova linha do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para financiar a compra de combustível, também com caráter temporário.

Para Pires, voar de avião é um serviço "sem substituto” no Brasil, já que a população não dispõe de trens para viagens longas. Soma-se a isso a condição das estradas e a inviabilidade delas como em boa parte da região norte, ainda muito dependente do transporte fluvial.

O resultado, segundo Falcão, é a população acabar pagando o preço por décadas de negligência com o transporte aéreo por parte do Estado.

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Trump deve cortar tarifas sobre produtos de aço e alumínio, diz agência

Fonte: G1 Economia | Publicado em: 02/04/2026 15:07

Economia MoedasDólar ComercialR$ 5,1580,03%Dólar TurismoR$ 5,3590,000%Euro ComercialR$ 5,951-0,35%Euro TurismoR$ 6,201-0,32%B3Ibovespa187.210 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,1580,03%Dólar TurismoR$ 5,3590,000%Euro ComercialR$ 5,951-0,35%Euro TurismoR$ 6,201-0,32%B3Ibovespa187.210 pts-0,4%MoedasDólar ComercialR$ 5,1580,03%Dólar TurismoR$ 5,3590,000%Euro ComercialR$ 5,951-0,35%Euro TurismoR$ 6,201-0,32%B3Ibovespa187.210 pts-0,4%Oferecido por

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer mudar as regras de impostos sobre produtos de aço e alumínio.

A ideia é manter a taxa alta, de 50%, para a importação desses metais “brutos”, mas diminuir o imposto para produtos derivados, como peças e eletrodomésticos.

Essas mudanças ainda podem ser ajustadas e dependem de um decreto do presidente, que deve sair já nesta quinta-feira (2).

O objetivo é deixar o sistema mais simples. No ano passado, Trump aumentou para 50% o imposto sobre aço e alumínio e também passou a cobrar taxas sobre milhares de produtos feitos com esses materiais, para incentivar a produção dentro dos Estados Unidos.

O presidente dos Estdos Unidos, Donald Trump, quer mudar as regras de impostos sobre produtos de aço e alumínio. A ideia é manter a taxa alta, de 50%, para a importação desses metais “brutos”, mas diminuir o imposto para produtos derivados, como peças e eletrodomésticos. Nesse caso, a cobrança ficaria entre 15% e 25%, segundo a agência Reuters.

Essas mudanças ainda podem ser ajustadas e dependem de um decreto do presidente, que deve sair já nesta quinta-feira (2).

A proposta foi divulgada primeiro pelo jornal Wall Street Journal. A Casa Branca não comentou o assunto até agora.

Segundo fontes, o objetivo é deixar o sistema mais simples. No ano passado, Trump aumentou para 50% o imposto sobre aço e alumínio e também passou a cobrar taxas sobre milhares de produtos feitos com esses materiais, para incentivar a produção dentro dos Estados Unidos.

O problema é que esse imposto era calculado só sobre a parte de aço e alumínio de cada produto, o que dificultava as contas para quem importa.

Agora, a ideia é cobrar um imposto menor, mas sobre o valor total do produto, o que torna tudo mais fácil de calcular.

O novo decreto também deve trazer uma lista atualizada dos produtos que serão taxados. Alguns equipamentos usados na produção de aço podem ter imposto menor, de 15%, já que o governo quer incentivar investimentos no setor.

Esses equipamentos, como máquinas industriais, geralmente são importados de países como Alemanha e Itália e são feitos para suportar altas temperaturas.

O aumento das tarifas imposto por Donald Trump sobre aço, alumínio e produtos derivados entrou em vigor em junho do ano passado, quando as alíquotas subiram de 25% para 50%.

Em agosto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou de uma reunião na Câmara dos Deputados com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir propostas voltadas ao comércio exterior.

Após o encontro, Alckmin informou que o Departamento de Comércio dos EUA passou a enquadrar exportações que contêm aço e alumínio na chamada Seção 232 do Ato de Expansão Comercial.

Com isso, itens produzidos com esses metais também passaram a ser taxados em 50%, mesma alíquota já aplicada às matérias-primas. A mudança fez com que parte dos produtos brasileiros passasse a pagar tarifas iguais às de outros países, o que melhora a competitividade dos manufaturados nacionais.

Segundo Alckmin, cerca de US$ 2,6 bilhões em exportações brasileiras — de um total de US$ 40 bilhões — foram afetados pela medida, o equivalente a 6,4% do total. “Isso melhora nossa competitividade em relação ao resto do mundo”, afirmou na época.

Apesar disso, uma parcela significativa das vendas brasileiras aos Estados Unidos continua sujeita às tarifas mais altas, o que tende a reduzir as exportações.

Atualmente, as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA continuam sujeitas a alíquotas de 50%.

Companhias mais voltadas ao mercado externo são as mais prejudicadas, por causa da queda nas exportações. Já aquelas com foco no mercado interno sentem menos impacto direto, mas podem enfrentar maior concorrência doméstica, o que pressiona preços e reduz margens de lucro.

Em fevereiro deste ano, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Trump extrapolou sua autoridade ao impor tarifas amplas sobre importações de diversos parceiros comerciais.

Por 6 votos a 3, a maioria dos ministros entendeu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional não autoriza o presidente a criar tarifas de forma unilateral.

Mesmo assim, no dia seguinte à decisão, Trump anunciou uma tarifa global de 10% sobre produtos importados, com aplicação imediata.

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